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segunda-feira, 16 de junho de 2025

BLANVER LANÇA NEOPROFEN (LEVOLISINATO DE IBUPROFENO) PARA CARDIOPATIA CONGÊNITA EM BEBÊS PREMATUROS

Terapia pode evitar procedimento cirúrgico em recém-nascidos

 

A Blanver, farmacêutica e farmoquímica com capital 100% nacional, lança o Neoprofen® (levolisinato de ibuprofeno), um medicamento indicado para permeabilidade do canal arterial (PCA). Também conhecida como persistência do canal arterial ou canal arterial patente, a condição ocorre quando um vaso sanguíneo denominado canal arterial não se fecha após o nascimento. Isso sobrecarrega a aorta, principal artéria do corpo, prejudicando coração e pulmões. 

A condição requer intervenção rápida para não trazer riscos à saúde do recém-nascido, especialmente em bebês prematuros, cujos sistemas ainda estão em desenvolvimento. Com o medicamento, os médicos passam a ter uma alternativa terapêutica menos invasiva e menos agressiva, em comparação com a cirurgia de fechamento, assim favorecendo o desfecho dos pequenos pacientes. 

No total, o país registra em torno de 340 mil nascimentos prematuros, o equivalente a mais de 900 por dia, segundo o Ministério da Saúde. É considerado prematuro todo nascimento antes de completar 37 semanas de gestação, o que implica em risco aumentado para condições respiratórias, hipoglicemia, hemorragia intravetricular, infecções e problemas de visão e audição. 

“Essa nova terapia vai proporcionar mais segurança para médicos e alívio para familiares, que já vivem um momento delicado e de expectativas com o nascimento prematuro”, explicar o CEO da Blanver, Sérgio Frangioni. “O lançamento reforça o nosso compromisso em promover saúde e bem-estar, com tratamentos que façam a diferença para as pessoas”, completa o executivo. Vale destacar que o Neoprofen® atualmente é o ÚNICO medicamento aprovado pela ANVISA com indicação em bula desenvolvido especificamente para esse perfil de paciente.

 

Expansão

Recentemente, a companhia anunciou investimentos de R$ 592 milhões ao longo dos próximos quatro anos para a ampliação e modernização do complexo fabril, além da diversificação do portfólio e expansão nos segmentos de oncologia e doenças raras. 

Com duas fábricas em operação, nos municípios de Taboão da Serra e Indaiatuba, ambas no estado de São Paulo, a companhia inicia este ano a implantação de uma terceira unidade industrial no município de Mairiporã, com área de 30 mil m². O início da operação está previsto para 2025/2026. 

No novo ciclo de investimento, a empresa também está reestruturando a unidade fabril de Taboão da Serra. A planta, hoje focada na produção de sólidos, passará a contar com linhas de produção de soluções orais e está sendo inteiramente remodelada para modernização e aumento expressivo da capacidade produtiva. Dessa forma, a Blanver planeja dobrar a capacidade de produção, passando de 2 bilhões para 4 bilhões de unidades ano, considerando sólidos e líquidos. 

“É um salto industrial importante para o nosso crescimento. Vamos fortalecer a nossa veia produtiva e trazer inovações ao mercado”, afirma Frangioni, que espera praticamente dobrar as vendas líquidas até 2027, chegando à cifra de R$ 1,6 bilhão. As vendas líquidas de 2024 somaram R$ 800 milhões, valor 21% maior que registrado em 2023.

 

Envelhecimento ativo: fisioterapia é aliada essencial na promoção da autonomia dos idosos

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Especialista destaca como exercícios físicos, prevenção de quedas e apoio familiar são fundamentais para o envelhecimento saudável  


O envelhecimento saudável envolve a manutenção da autonomia, da funcionalidade e do bem-estar. Para os idosos, esse processo pode ser potencializado com cuidados específicos, especialmente por meio da fisioterapia, que promove exercícios voltados ao fortalecimento muscular, equilíbrio e flexibilidade.
 

Segundo a professora Fabiana Santos Franco, do curso de Fisioterapia da Una, manter a mobilidade é essencial para garantir segurança e independência na realização das atividades cotidianas. “Avaliações periódicas da marcha, da postura e da força são fundamentais para prevenir complicações e preservar a funcionalidade”, afirma Franco. 

Um dos principais riscos na terceira idade são as quedas, que frequentemente resultam em lesões graves. No entanto, conforme explica Franco, esse risco pode ser significativamente reduzido com medidas simples: fortalecer a musculatura dos membros inferiores, praticar exercícios de equilíbrio e manter o ambiente doméstico seguro. “Evitar tapetes soltos, garantir boa iluminação e usar calçados apropriados são estratégias preventivas importantes”, orienta. 

A fisioterapia também desempenha papel essencial no estímulo ao envelhecimento ativo, conceito que valoriza a autonomia e o bem-estar ao longo dos anos. “Além de prevenir doenças musculoesqueléticas, os exercícios adaptados à realidade de cada idoso promovem a socialização e fortalecem a autoestima”, destaca Franco. 

Manter-se fisicamente ativo traz ainda benefícios para a saúde mental. A prática regular de exercícios melhora a circulação, fortalece músculos e articulações, além de contribuir para o combate à depressão, ansiedade e insônia. “É uma ferramenta poderosa para aumentar a disposição e a sensação de bem-estar”, reforça a professora. 

O apoio familiar também é fundamental nesse processo. Incentivar a autonomia, respeitar as decisões e incluir o idoso nas atividades sociais são atitudes que fortalecem sua autoestima. “Evitar a superproteção é essencial. Ela pode prejudicar a confiança e a independência do idoso”, alerta Franco, que também destaca a importância de momentos de lazer e diálogo para reforçar os vínculos afetivos. 

Alguns sinais indicam que a saúde do idoso merece atenção especial: quedas frequentes, perda de peso inexplicada, confusão mental, alterações de humor, incontinência, dor persistente e dificuldade para realizar tarefas simples são motivos para procurar avaliação profissional. “A detecção precoce de problemas permite um cuidado mais eficaz e humanizado”, conclui.



Una


Nutricionista da Puravida indica vitaminas, suplementos e alimentos que influenciam no bom humor

 

O bom humor e a saúde mental estão diretamente ligados à qualidade da alimentação e à ingestão adequada de nutrientes essenciais. Além dos suplementos, incluir alimentos ricos em vitaminas e minerais pode ajudar a equilibrar o humor e promover o bem-estar psicológico. 

Um estudo realizado na Inglaterra, o Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor), com cerca de 200 pessoas, revelou que mudanças no cardápio podem gerar efeitos positivos significativos na saúde mental. Os resultados mostraram que 30% dos participantes apresentaram melhora na instabilidade emocional, 25% na depressão e 30% em ataques de pânico e ansiedade. 

Carla Fiorillo, nutricionista e Coordenadora de Conteúdo do Professional HUB da Puravida, explica que “nutrientes como as vitaminas do complexo B, vitamina D, ômega-3 e magnésio têm uma influência comprovada na regulação do humor e na redução de sintomas de ansiedade e depressão. Esses elementos contribuem para o funcionamento saudável do sistema nervoso e ajudam a melhorar a resposta do organismo ao estresse.” 

A nutricionista indica incluir na alimentação, alimentos como ovos, peixes gordurosos (salmão, sardinha), oleaginosas (nozes, castanhas), folhas verdes escuras (espinafre, couve), frutas cítricas (laranja, limão), além de sementes de abóbora e chia, que são fontes importantes desses nutrientes. 

Carla reforça que “a suplementação pode ser uma aliada importante para quem tem deficiências específicas, desde que orientada por um profissional. Mas não se deve esquecer que uma dieta variada e equilibrada, além de hábitos de vida saudáveis, são a base para manter a saúde mental e o equilíbrio emocional, uma vez que ambas se complementam.” 

Antes de iniciar qualquer suplementação, o ideal é realizar uma avaliação nutricional completa para identificar possíveis carências e montar um plano personalizado que favoreça a saúde mental e o equilíbrio emocional. Para saber mais sobre suplementos acesse: www.puravida.com.br  



Da sala de aula a prática clínica: Como os estudantes de medicina estão sendo preparados para o mercado

 

m uma graduação entende-se que a teoria é um salto para os estudantes que buscam aprender sobre a origem, história e desenvolvimento da área, logo são conhecimentos relevantes para a formação, entretanto as aulas práticas também são fundamentais para esse processo e tornam o ensino completo, além de eficaz por simular como será o mercado mas com a segurança do suporte de um professor especializado.

O cenário da medicina no Brasil reforça, ainda mais, a necessidade de uma formação sólida. Segundo projeções da Demografia Médica no Brasil 2025, o país deve alcançar 1.152.230 médicos em atividade até 2035, o que corresponde a uma razão de 5,25 médicos por 1.000 habitantes. Esse aumento expressivo no número de profissionais destaca a importância de uma formação diferenciada, que vá além do conhecimento teórico e prepare os futuros médicos para lidar com as complexidades do atendimento ao paciente.

Neste contexto surge a necessidade de existir instituições preparadas para o mercado que contemplem, em todos os âmbitos, a expectativa dos alunos em sua jornada acadêmica, afinal quem fará a escolha do curso que é aderente aos seus objetivos, será o próprio estudante, entretanto não é uma tarefa simples, ainda mais com tantos cursos que surgem diariamente no Brasil como mostra a pesquisa demográfica médica (2025) que diz - o número de cursos de medicina no Brasil triplicou em um intervalo de 20 anos, passando de 143 para 448 escolas no país.

Ao observar os dados reparamos que atualmente é indispensável uma pesquisa prévia para que a escolha do curso que atende as necessidades dos estudantes seja feita de maneira consciente e responsável. Neste momento surge a reflexão: O que, de fato, o estudante deve priorizar na hora de escolher um curso de pós-graduação em medicina? Será que basta olhar apenas o corpo docente ou o nome que a instituição carrega? Acredito que cada aluno terá seu pensamento individual que desperta seu desejo em fazer parte do curso, entretanto não podemos negar que certos tópicos tem de ser observados e colocados na balança para que futuramente o então estudante, se torne um profissional realizado e preparado para os desafios que virão. Diante disso, destaco os principais pontos a serem notados na hora de escolher um curso que vá agregar para sua carreira.


  1. Infraestrutura e clínica escola

A infraestrutura adequada e coerente com o ensino oferecido é o primeiro passo para identificar como será o seu desenvolvimento e preparo profissional. Aulas laboratoriais, supervisionadas e bem equipadas fazem diferença para aprendizagem prática e atendimento ao cliente, além de estimular o aluno a sair da teoria e viver o mercado. Por exemplo, na Faculdade e Instituto Nikola Tesla, FINT-Faculdade e Instituto Nikola Tesla a clínica escola tem um papel fundamental pois os alunos de pós graduação atendem pacientes reais, desenvolvem habilidades técnicas, raciocínio clínico e postura ética. Tudo em ambiente seguro e alinhado às exigências dos conselhos profissionais


  1. Metodologia de cronograma e inserção na prática

É essencial que o curso tenha uma metodologia estruturada e gradual para inserir os alunos na prática clínica com aulas diversificadas e dinâmicas, alternando entre teoria e prática para vivenciar a profissão em ambiente supervisionado e por fim, com segurança, experimentarem atendimentos reais mas sempre com professores especializados para dar suporte.


  1. Vivências práticas reais e simulações clínicas

A autonomia do aluno deve ser levada em consideração, pois é fundamental que ele se sinta pronto para os atendimentos e administração de suas tarefas, as quais apenas o estudante pode definir a melhor forma de executá-las em seu dia a dia. Para exemplificar, mais uma vez, destaco as aulas oferecidas pela FINT como procedimentos faciais e corporais na área de estética, uso de tecnologias como radiofrequência e ultrassom, até práticas integrativas, como acupuntura e terapias combinadas, sempre com supervisão e com foco na aprendizagem integral da medicina.


  1. Formação humanizada e completa

Além da prática, a formação deve buscar o equilíbrio entre técnica e ética, desenvolvendo no estudante uma postura humanizada e empática. Esse aspecto impacta diretamente a qualidade do atendimento ao paciente e a confiança do futuro profissional no mercado de trabalho.

Contudo, mais do que escolher um curso de medicina ou uma pós-graduação, trata-se de escolher o local onde a teoria encontra a prática e, principalmente como o aluno desenvolve as competências necessárias para atuar com segurança, propósito e transformando atendimentos em cuidado de vidas, mas antes é crucial que ele cuide de suas escolhas enquanto aluno para em breve colher os frutos da dedicação.

 

Dr. Enrico Ferreira Martins de Andrade - médico urologista com formação pela UNICAMP, especialização em cirurgia robótica em Harvard (EUA) e doutorado pela UNIFESP. Atua em hospitais de referência e tem ampla experiência como professor, coordenador e avaliador de cursos de Medicina.



Reforma Tributária: o RH também é um protagonista


Muito se tem falado sobre a Reforma Tributária como um marco de simplificação e modernização do sistema de tributos sobre o consumo no Brasil. Com a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), substituindo tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS, empresas de todos os setores vêm voltando seus olhos — com razão — para as áreas fiscal, contábil e jurídica. No entanto, há uma área estratégica que ainda tem sido deixada de fora da maioria dos comitês internos de implementação: o Recursos Humanos.

O que muitos empresários e gestores ainda não perceberam é que a forma como a empresa concede benefícios aos seus colaboradores pode gerar impactos financeiros significativos sob o novo regime tributário. Isso porque, conforme estabelecido pela Lei Complementar nº 214/2025, apenas alguns tipos de benefícios trabalhistas permitem o aproveitamento de crédito de IBS e CBS — e, mesmo assim, sob condições específicas.

Benefícios como plano de saúde, vale-refeição, vale-alimentação e auxílio-educação podem gerar créditos, desde que estejam previstos em acordo ou convenção coletiva de trabalho, ou sejam parte de uma política interna obrigatória devidamente documentada. Fora dessas hipóteses, passam a ser considerados despesas de uso pessoal, o que impede a empresa de recuperar o tributo pago em sua aquisição.

Em outras palavras: se a empresa concede esses benefícios por liberalidade ou sem respaldo coletivo, ela perde o direito ao crédito, o que pode representar um aumento considerável da carga tributária. A estimativa de alíquota combinada de IBS e CBS gira em torno de 28%. Imagine o impacto financeiro para as empresas.

Além disso, a Reforma inaugura um novo modelo de tributação sobre o consumo, baseado na lógica da não cumulatividade ampla, que permite a recuperação de créditos dos tributos pagos em etapas anteriores. Para empresas de médio e grande porte que oferecem benefícios relevantes a centenas de colaboradores, a ausência de uma política formal ou respaldo em negociação coletiva pode impedir o aproveitamento desses créditos. Isso representa um impacto financeiro expressivo e recorrente que afeta, diretamente, a competitividade da organização.

É nesse ponto que a atuação estratégica do RH se torna não só relevante, mas essencial. A área de Recursos Humanos detém o conhecimento prático sobre a concessão de benefícios, os canais de diálogo com sindicatos, os históricos de acordos coletivos e as práticas internas que envolvem diretamente os colaboradores. Por isso, não é mais aceitável que o RH esteja à margem do processo de adaptação à Reforma Tributária.

A presença do RH nos comitês de transição é necessária para revisar contratos coletivos, formalizar práticas de concessão de benefícios, ajustar as políticas internas e alinhar-se com as áreas fiscal e jurídica. Mais do que uma questão de conformidade legal, é uma oportunidade de reduzir custos e garantir competitividade no novo cenário tributário brasileiro.

Uma nova lógica tributária baseada em não cumulatividade plena e apropriação direta de créditos, o que exige revisão de processos internos, cadastros, contratos e fluxos de informação. O RH, ao lado do financeiro e do jurídico, deve atuar de forma integrada para garantir que os benefícios concedidos estejam em conformidade com as exigências legais e fiscais, abrindo espaço para o aproveitamento legítimo de créditos.

Portanto, o alerta está dado: a Reforma Tributária não é assunto exclusivo da contabilidade. É uma pauta estratégica que toca, diretamente, a gestão de pessoas. Empresas que desejam manter eficiência tributária, reduzir desperdícios financeiros e garantir uma estrutura de benefícios sustentável e bem estruturada precisam colocar o RH no centro da discussão. Ignorar esse movimento pode custar caro — e mensalmente.

  



Taís Baruchi - CEO e sócia na ECOVIS® BSP.


BSP
https://ecovisbsp.com.br/


WhatsApp: Grupos antecipam votações e polarizam assembleias de condomínio

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AABIC alerta para riscos das decisões prévias em grupos de moradores

 

Se antes as decisões em condomínios se desenrolavam exclusivamente nas tradicionais assembleias, hoje elas começam muito antes — e em outro ambiente: nos grupos de WhatsApp dos moradores. A troca intensa de mensagens, opiniões e até campanhas pró ou contra determinados temas têm direcionado o comportamento dos condôminos antes mesmo da primeira chamada da reunião oficial. O fenômeno levanta uma série de questões jurídicas, éticas e operacionais, que precisam ser observadas com atenção. 

A Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) alerta que os grupos de WhatsApp, embora úteis para comunicação rápida, não têm validade legal para deliberações formais e podem, quando mal gerenciados, comprometer o bom andamento das assembleias. A entidade reúne as principais administradoras de condomínios do país, responsáveis por 53% dos condomínios na Grande São Paulo, totalizando 1,1 milhão de unidades e cinco milhões de moradores. 

“Percebemos que muitos moradores chegam à assembleia com posições já formadas e alinhadas em grupos informais, o que, por um lado, mostra engajamento, mas por outro pode esvaziar o debate democrático que deveria acontecer no ambiente da reunião oficial”, explica o presidente da AABIC, Omar Anauate. “A assembleia continua sendo o único espaço deliberativo com validade jurídica, e é fundamental que síndicos, moradores e administradoras respeitem esse processo”, completa. 

O presidente da entidade defende a educação condominial como ferramenta-chave para a convivência pacífica. “Moradores bem-informados são mais colaborativos e conscientes. Os grupos podem sim ser aliados da boa gestão, desde que usados com responsabilidade”, afirma.
 

O que pode e o que não pode? 

Segundo a AABIC, os grupos de WhatsApp devem seguir algumas diretrizes básicas para não se tornarem arenas de conflito ou fontes de desinformação:

  • Moderação e regras claras: É recomendável que os grupos tenham moderação ativa e normas de convivência bem definidas, com limites para temas abordados e linguagem usada.
  • Separação de canais: Questões administrativas e comunicados devem ser enviados preferencialmente por canais oficiais da administração, como portais de gestão ou aplicativos específicos.
  • Evitar campanhas prévias: A prática de campanhas organizadas dentro dos grupos pode distorcer o espírito da assembleia e gerar pressões indevidas entre os condôminos.
  • Privacidade e respeito: Ataques pessoais, disseminação de boatos ou ofensas podem configurar crimes digitais e devem ser coibidos imediatamente.

A entidade destaca ainda que, em tempos de assembleias virtuais ou híbridas, a responsabilidade por garantir a ordem e a legalidade das decisões é ainda maior. “A comunicação evoluiu, mas os princípios da boa convivência e da legalidade permanecem. É papel da administradora orientar o síndico sobre os limites e possibilidades do ambiente digital”.





Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo – AABIC


3 em cada 5 brasileiros devem gastar mais com viagens em 2025, aponta Booking.com

Levantamento revela como brasileiros de diferentes perfis planejam equilibrar sonho da viagem com decisões mais estratégicas de orçamento esse ano 

 

Viajar continua sendo uma prioridade para grande parte da população brasileira, que demonstra entusiasmo em investir mais em experiências de lazer nos próximos meses. De acordo com uma nova pesquisa da Booking.com — uma das maiores empresas de reserva de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços de turismo —, cerca de três em cada cinco brasileiros (61%) pretendem gastar mais com viagens de lazer em 2025, especialmente entre integrantes da Geração Z (64%) e Millennials (63%), comparado ao ano passado. O estudo traz dados inéditos sobre comportamento por faixa etária e gênero, além de apontar o que os brasileiros estão dispostos a cortar — e o que não abrem mão de manter.

Entre os viajantes do Brasil que têm intenção de aumentar o orçamento, 43% afirmam que manterão o padrão de viagens realizadas em 2024, reconhecendo que os custos estão mais altos. Outros 39% querem conhecer destinos mais distantes, e 37% pretendem estender o tempo fora de casa. Gastar mais durante a viagem (com atividades, alimentação, entre outros) é o plano de mais de um terço deles (36%), principalmente entre a Geração Z (41%). Já um número parecido (35%) quer aumentar o número de viagens realizadas, com destaque para as mulheres (39%).

Em contrapartida, apenas um em cada dez turistas do país (13%) deve reduzir os gastos com viagens esse ano – e, para isso, estratégias como viajar na baixa temporada (39%) e planejar com mais antecedência para conseguir um preço melhor (38%) aparecem como alternativas viáveis.


     Planejamento financeiro à frente da experiência

Apesar da forte intenção de manter as viagens nos planos, preocupações relacionadas ao orçamento seguem relevantes. Entre os principais receios estão extrapolar os gastos planejados (41%) – em especial entre a Geração X (45%) – e perceber que a experiência não valeu o valor investido (30%), com maior incidência entre viajantes da Geração Z (36%) e mulheres (34%).

Em meio a preocupações com orçamento, programas de fidelidade ganham ainda mais relevância: para dois terços dos brasileiros (67%), o ideal é contar com recompensas e descontos imediatos – uma preferência ainda mais expressiva entre homens (69%) e Millennials (71%). Além disso, 60% dos entrevistados afirmam que planejam participar de algum programa de fidelidade em 2025, com destaque para os Millennials (65%).

“Os dados mostram que, mesmo com maior atenção ao bolso, o desejo de explorar o mundo segue vivo entre os brasileiros. Ao mesmo tempo em que buscam ofertas e formas de economizar, também valorizam serviços que ofereçam vantagens concretas e imediatas”, afirma Nelson Benavides, Gerente Regional da Booking.com no Brasil. “É por isso que o programa Genius, da Booking.com, é uma ótima ferramenta para ajudar os viajantes a economizarem em suas viagens, oferecendo benefícios como descontos em acomodações e aluguel de carros, upgrades e café da manhã gratuitos”.

 

Viajando mais, gastando melhor

Para três quartos dos brasileiros (76%), o fator decisivo na escolha do próximo destino é o bom custo-benefício. A tendência se mostra ainda mais forte entre mulheres (80%) do que entre homens (71%), e se reflete no tipo de acomodação buscada: para mais da metade (59%), a disponibilidade de estadias econômicas são um elemento importante para optar por um destino, percentual que sobe para 63% entre mulheres. Ainda assim, muitos seguem dispostos a investir em confortos extras: um em cada três brasileiros (33%) considera opções de acomodações de luxo para tomar sua decisão, com leve destaque entre os Millennials (36%).

Quando decidem investir em pequenos luxos durante a viagem, os brasileiros apontam as acomodações como principal prioridade (63%), com destaque entre mulheres (66%) e Millennials (65%). Restaurantes (60%) e compras (39%) — principalmente entre a Geração Z (42%) e homens (40%) — também estão entre os itens que mais motivam um gasto fora do planejado.

A busca por eficiência também está impulsionando o uso da inteligência artificial: entre os 66% dos brasileiros que pretendem utilizar ferramentas de IA para planejar suas viagens em 2025, quase metade (48%) esperam receber informações relevantes para economizar, com maior adesão entre homens (49%) e integrantes da Geração X (49%).

 


*Pesquisa encomendada pela Booking.com e conduzida de forma independente com 32.106 entrevistados de 32 países, incluindo o Brasil. Para participar, os indivíduos deveriam ter mais de 18 anos, ter viajado a lazer pelo menos uma vez nos últimos 12 meses, além de estar planejando outra viagem nos próximos 12 meses. Levantamento realizado online em janeiro de 2025.


Booking.com
Para mais informações, siga a @bookingcom nas mídias sociais

 

SP Por Todas: ações focadas nas mulheres incluem também a terceira idade

Aplicativos, escuta qualificada e capacitação profissional integram rede de proteção às mulheres no Estado de São Paulo

 

Dia 15 de junho é celebrado o Dia Mundial da Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa e a Secretaria de Políticas para a Mulher chama a atenção para uma realidade que muitas vezes permanece esquecida: a violência contra a mulher na terceira idade. 

Segundo pesquisas baseadas no Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, no Brasil, cerca de 67% das denúncias de violência contra o idoso envolvem mulheres. A região Sudeste concentra 53% dessas notificações. 

"A mulher muitas vezes permanece em ciclos de violência por dependência financeira, medo ou por falta de informação sobre seus direitos, além de não saberem os recursos dos quais ela pode contar”, afirma a secretária de Políticas para a Mulher, Valéria Bolsonaro. “No caso da terceira idade, ainda temos o agravante do etarismo, em que ela pode se sentir incapaz de agir devido à idade. Nosso papel como governo do estado é estar presente com acolhimento, informação e ações que promovam proteção e autonomia para todas elas", completa a secretária. 

Para enfrentar essa realidade e garantir que os direitos de todas as mulheres sejam respeitados, o Governo atua em diversas frentes.
 

Segurança 

O SP Mulher Segura, por exemplo, é um aplicativo gratuito, desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo, que funciona como uma ferramenta de apoio e emergência para mulheres em situação de risco. Entre suas funcionalidades estão: o botão de pânico com acionamento direto da PM (integrado à central da Polícia Militar e disponível para mulheres com medida protetiva em vigor), o mapeamento de delegacias da mulher, hospitais e centros de apoio mais próximos da usuária, informações sobre os tipos de violência contra a mulher e orientações jurídicas, canal direto para denúncia anônima, dentre outros. O app está disponível para Android e iOS, podendo ser instalado por familiares, cuidadores e a própria vítima como recurso de prevenção e proteção.


A Cabine Lilás é um serviço de atendimento especializado do Governo de São Paulo, dentro do movimento São Paulo por Todas. Voltado para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, ele é acessado por meio da ligação para o 190, telefone de emergência da Polícia Militar. O atendimento é feito por policiais femininas capacitadas, que atuam de forma humanizada e orientada, oferecendo escuta qualificada, suporte emocional, informações sobre direitos e acesso à rede de proteção local. O serviço já funciona na capital paulista, em São José do Rio Preto, Campinas e São José dos Campos, com previsão de expansão para todo o estado até o final de 2025.


Capacitação e empreendedorismo

As Carretas do Empreendedorismo são unidades móveis que circulam por diferentes regiões do estado, levando cursos gratuitos de qualificação profissional e empreendedorismo para mulheres em situação de vulnerabilidade, incluindo idosas. “É uma importante ferramenta para evitar que a mulher volte a estar próxima ao agressor, por não possuir autonomia financeira”, explica a secretária Valéria Bolsonaro. Além de promover a capacitação, as carretas atuam como espaço de acolhimento, escuta ativa e promoção da autonomia econômica como ferramenta de superação da violência. 

Um outro projeto do Governo do Estado é a Casa da Mulher Paulista, voltada à promoção da autonomia, proteção e valorização das mulheres, especialmente em situação de vulnerabilidade ou violência. O espaço funciona como um centro de acolhimento e atendimento humanizado, oferecendo serviços integrados em um só local. 

Além dessas iniciativas, muitas delas fruto de parcerias entre diversas secretarias, a Secretaria de Políticas para a Mulher mantém diversos projetos voltados às mulheres em todas as fases da vida. Para conhecer todas as ações disponíveis, basta acessar o portal SP Por Todas: www.spportodas.sp.gov.br.


Contrato de Namoro sai mais barato do que 'divórcio’

  

É o que afirma empresário mineiro que, junto com a então namorada, optou por fazer o documento


Você quer namorar - não parecer casado - e tem bens? Então, faça um contrato de namoro e seja feliz. A orientação é para casais que vivem um relacionamento sério, mas não se consideram uma família, e que precisam ter uma estratégia de proteção jurídica. É o que explicam os professores da Faculdade Milton Campos, Felipe Quintella Hansen Beck e Paulo Tadeu Righetti Barcelos. O documento ajuda a evitar possíveis conflitos legais, especialmente em relação a bens e direitos. 

O contrato de namoro “é um contrato por meio do qual duas pessoas que mantêm um relacionamento amoroso declaram que seu relacionamento não tem o intuito de constituição de família, o que distingue o relacionamento da união estável”, explica Quintella Hansen Beck.
 

Com amor e maturidade

O empresário Leonardo Gonzalez Aleixo, de Belo Horizonte, viveu um namoro durante quatro anos, sendo dois deles, morando junto, mas terminou o relacionamento há cerca de um ano e "cada um foi para seu canto".

"Aluguei um apartamento para mim e a chamei para morar comigo", explica sobre a cena clássica que poderia configurar uma união estável. Sobre os custos para contratação de advogado e demais trâmites, Leonardo explica de maneira bem objetiva: "é bem mais barato do que se fosse para se divorciar".
 

Como e quando fazer

Os professores da Milton Campos concordam que, por se tratar de um contrato não disciplinado na lei, ele pode ser feito particularmente, pelos próprios namorados, ou, caso prefiram, por escritura pública. Nesse caso, alertam, há custo com emolumentos do cartório. De qualquer jeito, alerta Righetti Barcelos, que também é vice-diretor da Faculdade Milton Campos, para que haja maior segurança jurídica quanto ao conteúdo das cláusulas, é interessante e recomendável que a redação do contrato conte com a orientação de advogado. 

O contrato é indicado sempre que o casal vive um namoro sério, sem considerar que são uma família, e quiser proteção jurídica, especialmente patrimonial. 

De acordo com Righetti Barcelos, o que caracteriza a vontade de constituição de família é a “comunhão plena de vida”, o que normalmente se associa à expressão “viver como se casados fossem”.
 

Quando o namoro vira união estável?

O vice-diretor da Faculdade Milton Campos relembra que o Código Civil estabelece que a união estável é aquela união pautada numa convivência pública, contínua e duradoura, com o intuito de constituição de família.

Nesse sentido, Quintella Hansen Beck esclarece que “o namoro, que também pode envolver um relacionamento público, contínuo e duradouro, transforma-se em união estável justamente quando os namorados passam a ter o intuito de constituir família”.

E alerta: “a grande questão é que não é fácil definir o que seria esse intuito, nem é claro, na prática, quando ele passa a existir. o intuito de constituir família se expressa por um complexo de elementos, e não por um elemento sozinho”. Esses elementos, explicam os professores, são a coabitação, contas bancárias conjuntas, aquisição de bens em comum, existência de filhos, dentre vários outros. 

E mesmo, que não haja um contrato de união estável, um relacionamento pode ser reconhecido pela Justiça, sim! Basta que sejam provados os pressupostos que a configuram. Daí a importância de um contrato de namoro. Nesse sentido, ele auxilia a comprovar que, ao menos quando foi feito, faltava um elemento essencial: a vontade de constituição de família.
 

Ganhei na “Mega”, tenho que dividir?

Os professores reforçam, ainda, que o contrato de namoro, justamente pelo fato de que a vontade dos namorados pode se alterar ao longo do tempo, mesmo que o relacionamento venha a se tornar uma união estável no futuro, ainda assim seria muito útil, como “pacto anteconvivencial”, para, de antemão, escolher o regime de bens do relacionamento, conforme explica Quintella Hansen Beck. 

“Isso porque, se a união estável for configurada e os conviventes não escolherem por escrito o regime de bens, será aplicado o da comunhão parcial, com todas as suas diversas consequências patrimoniais”, adverte o professor. 

Ele cita um exemplo disso: pessoas que vivem pela comunhão parcial dividem, por exemplo, o prêmio de Mega-Sena que eventualmente um deles ganhe. Righetti Barcelos, então, complementa: “no contrato de namoro, já pode ficar escolhido o regime da separação”.
 

E no caso de idosos com herdeiros?

Pessoas idosas, sejam solteiras, viúvas ou divorciadas, que iniciam um novo relacionamento amoroso, sem desejar repercussões patrimoniais, também devem pensar em fazer o contrato de namoro. Sobretudo quando têm filhos e não gostariam de que, eventualmente, estes tivessem que dividir herança com o namorado ou a namorada. 

“Se o relacionamento configurar união estável, isso pode ocorrer, dependendo do regime de bens. Mas, se for apenas um namoro, não, vez que namorados não são herdeiros legítimos um do outro”, ainda explica Quintella Hansen Beck, professor de Sucessões na Milton Campos. 

Vale lembrar que a precaução jurídica não deve servir de empecilho para que pessoas da terceira idade ou de qualquer idade evitem se relacionar em um namoro. Porém, recomenda-se a estratégia, como ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório.

Os especialistas concluem, então, que o contrato de namoro “é para todos”. “Quem desejar o namoro apenas pelo prazer de estar com a outra pessoa, sem repercussões patrimoniais, independentemente da idade, deve pensar em fazer um contrato de namoro”, sugere Righetti Barcelos.
 

O futuro

"A gente é muito amigo ainda e tenho muito carinho por ela”, declara-se o empresário Leonardo Gonzalez Aleixo. “Tanto eu quanto ela temos bens – ela talvez até mais do que eu - e o contrato foi uma decisão que a gente resolveu em conjunto, para deixar tudo bem separado", frisa. 

"Partiu de mim, mas é algo que a gente conversava. Mas soava estranho para algumas pessoas para quem falávamos que íamos fazer este contrato. Sempr ouvíamos falar de problemas de outros casais de namorados", lembra Aleixo. 

Bem-humorado, o empresário diz que ainda está solteiro, mas que ainda tem muito carinho pela ex. Quem sabe vem mais um contrato de namoro entre ambos por aí?
 

Na calculadora

O custo para se separar no Brasil pode variar muito dependendo do tipo de divórcio, se foi consensual ou litigioso e, até mesmo, das inúmeras possibilidades dos casos que vão de pensão para filhos a divisão de bens. O site da OAB-MG sempre atualiza os honorários advocatícios para diversas destas situações. Considere ainda, as custas de cartório e processuais e impostos. 

Fora do Brasil, há casos de divórcios bilionários como é o caso do fim do casamento entre o fundador da Amazon, Jeff Bezos, e a esposa MacKenzie Bezos. No acordo, ela teve direito a receber cerca de US$ 35 bilhões. Já o divórcio de Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft, e de Melinda Gates, após o casamento de 27 anos, envolveu a fortuna do casal estimada em US$ 124 bilhões.



Mudanças climáticas afetam diretamente todos os segmentos da economia

Confira quais abaixo e o que precisamos fazer sobre

 

Diante da proximidade da COP 30 - Conferência do clima, que acontecerá pela primeira vez no Brasil em novembro de 2025, é preciso falar sobre como as mudanças climáticas afetam diretamente os negócios e sobrevivência em todos os segmentos da economia. Veja alguns exemplos:

 

Impactos da Mudança Climática por setor econômico: 

Setor

Impactos diretos e Indiretos

Agricultura e Pecuária

Redução de produtividade por secas, enchentes e pragas; insegurança alimentar.

Energia

Queda na geração hidrelétrica; aumento de custos com termelétricas e racionamento.

Infraestrutura e Construção

Danos causados por chuvas extremas e deslizamentos; aumento nos custos de obras e manutenção.

Transporte e Logística

Estradas e portos danificados; atrasos e aumento de custos logísticos.

Turismo

Desvalorização de destinos turísticos afetados; queda de visitantes e receita.

Saúde

Aumento de doenças respiratórias, infecciosas e ligadas ao calor; sobrecarga do sistema de saúde.

Finanças e Seguros

Riscos climáticos elevam prêmios de seguro; maior cautela em financiamentos e investimentos.

Comércio Exterior

Mudanças em acordos comerciais; barreiras ambientais e exigências sustentáveis.

Varejo

Alterações nos padrões de consumo; perdas com estoques fora de época e interrupção de suprimentos.

Farmácias e Indústria Farmacêutica

Maior demanda por certos medicamentos e produtos; riscos de desabastecimento e logística especial.

E outros tantos mais!

 

Com a COP30 se aproximando, precisamos falar sobre o que o Brasil apresentará como ações, uma vez que temos uma urgência sobre a mudança climática para uma questão que não atinge apenas o Brasil, mas todos os países, e a sobrevivência de toda a humanidade.

É hora de fazer negócios, pois a questão climática atinge a todos os países – e não apenas o Brasil. É preciso falar sobre financiamento climático, mudar o sistema de regulação e a temperatura do planeta, entre outras medidas. E mais: pensar em metas ousadas e como será o nosso posicionamento diante do mundo com soluções viáveis, tangíveis e que precisam de apoio para saírem do papel.

Ricardo Voltolini, CEO da Ideia Sustentável, autor de 12 livros, e mais de 30 anos de atuação em sustentabilidade empresarial defende que é preciso  “jogar luz ao tema da urgência da mudança climática para uma questão que não atinge apenas o Brasil, mas todos os países, e a sobrevivência de toda a humanidade”, pontua. “Ultrapassamos o limite aceitável de temperatura do planeta e pouco e fala sobre os impactos não apenas para a biodiversidade, para o equilíbrio do planeta e o bem-estar humano, como para a preservação da vida e de todo o ecossistema”.

A Ideia Sustentável, empresa especializada em soluções humanizadas de ESG para todos os segmentos do mercado, desenvolveu um o estudo, o Top Trends COP 30 - que analisa as 22 tendências e desafios relacionados com os seus grandes temas que serão debatidos durante a COP 30. Entre os temas em destaque estão:

  • Redução das emissões de GEE;
  • Adaptação às mudanças climáticas;
  • Financiamento climático;
  • Tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono;
  • Preservação de florestas e biodiversidade;
  • Justiça climática.

 Para ter acesso ao estudo completo, acesse: Link

 

Ideia Sustentável
Saiba mais em link.

 

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