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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Pague Menos e Merck disponibilizam mais de 1 milhão de exames gratuitos para detecção precoce do pré-diabetes

  • O “Movimento Antes que Vire” busca aumentar a conscientização da população sobre a doença, permitindo que as pessoas ajam antes do desenvolvimento do diabetes tipo 2.
  • Para acelerar o diagnóstico, os testes gratuitos serão disponibilizados nas farmácias da rede Pague Menos de algumas regiões do país, principalmente Norte e Nordeste, durante 12 meses.

 

A Pague Menos, segunda maior rede de farmácias do Brasil, firmou parceria com a Merck, líder em ciência e tecnologia, para fortalecer o “Movimento Antes que Vire”. A iniciativa visa conscientizar a população sobre a importância de conhecer, diagnosticar e agir precocemente no pré-diabetes, antes que vire diabetes tipo 2, quando a condição se torna crônica e irreversível1,2. Por meio da parceria, serão disponibilizados mais de 1 milhão de exames gratuitos em unidades da Pague Menos, a partir de maio, para identificar alterações nos níveis de glicose no sangue, ampliando o acesso à detecção e aos cuidados com a saúde metabólica. 

Para ter acesso ao serviço, basta entrar no site do movimento (Link) e realizar o teste de risco. Desta maneira, a pessoa será classificada em um dos dois perfis definidos pela iniciativa e, então, poderá se dirigir a uma das lojas físicas participantes A relação das lojas participantes também está disponível no site do movimento. Os perfis ajudam a classificar quem apresenta alto risco de desenvolver o pré-diabetes e quem já possui outras comorbidades, como hipertensão, dislipidemia ou obesidade, mas ainda não tem diabetes tipo 2. 

O exame é feito na hora, sem necessidade de agendamento e com o diagnóstico imediato, assim como com a orientação dos farmacêuticos responsáveis sobre a interpretação do resultado e cuidados recomendados, que podem incluir o agendamento médico. Algumas lojas também oferecerão materiais educativos relacionados à prevenção das doenças. 

Para Rodrigo Rabello, Diretor de Planejamento de Operações e do Hub de Saúde da Pague Menos, a parceria com a Merck reforça a importância de aproximar o cuidado da rotina das pessoas: “Quando conseguimos oferecer testes e orientação dentro da farmácia, no dia a dia do cliente, facilitamos a prevenção de problemas que muitas vezes são negligenciados . Um exame simples pode trazer informações importantes e ajudar a evitar complicações lá na frente. Nosso papel é acolher, orientar e facilitar esse caminho”, destaca.

A parceria tem duração de 12 meses e reforça a importância da identificação precoce de alterações glicêmicas antes que evoluam para o diabetes tipo 21. Além da testagem gratuita, a iniciativa disponibiliza ações educativas e orientação profissional, estimulando hábitos de cuidado com a saúde que contribuem para a prevenção da doença. 

“Estamos felizes com mais essa iniciativa pensada com o propósito de mostrar que o pré-diabetes não pode ser ignorado. A informação correta pode transformar hábitos e evitar o desenvolvimento de uma doença crônica, progressiva e irreversível. Além disso, estudos recentes demonstraram que normalizar a glicemia em pacientes com pré-diabetes, alcançando a remissão desta condição (normoglicemia), pode reduzir em mais de 50% o risco de morte cardiovascular ou hospitalização por Insuficiência Cardíaca (IC) e em mais de 37% o risco de mortalidade por todas as causas3”, explica Roberta Brito, líder da área terapêutica de Cardiometabolismo e Endocrinologia na Merck Brasil. 

O movimento também acompanha a nova diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), que passou a recomendar o início do rastreamento da doença a partir dos 35 anos, diante do aumento de diagnósticos entre adultos mais jovens4. A iniciativa disponibiliza,ainda, o teste de risco gratuito no site antesquevire.com.br e conta com perfis nas redes sociais com conteúdos sobre cuidados com a saúde metabólica. 

Ao expandir o acesso aos exames e à informação qualificada, a Pague Menos e a Merck buscam apoiar milhares de pessoas no reconhecimento de sinais de risco e na manutenção do cuidado em dia.

 

Sobre o pré-diabetes

O pré-diabetes é uma condição em que os níveis de glicose estão acima do normal, mas ainda não são altos o suficiente para caracterizar o diabetes4,5.

Os valores de referência dos níveis de glicose em jejum são4,5:

  • até 99 (normal);
  • entre 100 e 125 (pré-diabetes);
  • 126 ou mais (diabetes).

Além da glicemia capilar, também estão envolvidos no diagnóstico os exames de hemoglobina glicada, o qual avalia a média da glicemia dos últimos três a quatro meses, e curva glicêmica4,5.

Apesar do nome, pré-diabetes já é uma condição com danos reais e sérios ao organismo, como aumento de 15% no risco de câncer, 20% no risco cardiovascular e 67% de risco de complicações renais6-8..

A remissão do pré-diabetes é possível com mudanças no estilo de vida9, mas isso depende também dos fatores de risco associados. Geralmente, o pré-diabetes é tratado com medicação oral e é fundamental o tratamento dos fatores de risco (obesidade, colesterol, hipertensão etc.)9-12para evitar a progressão da doença ao longo de toda a vida.






Merck
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Sociedade Brasileira de Diabetes


 

Referências

  1. Tabák AG, et al. Lancet. 2012 Jun 16;379(9833):2279-90. doi: 10.1016/S0140-6736(12)60283-9.
  2. Demir S, et al. Adv Sci (Weinh). 2021 Sep;8(18):e2100275. doi: 10.1002/advs.202100275.
  3. Arreola EV, et al. Lancet Diabetes Endocrinol. 2026 Feb;14(2):137-148. doi: 10.1016/S2213-8587(25)00295-5.
  4. Rodacki M, et al. Diagnóstico de diabetes mellitus. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes (2024). DOI: 10.29327/5412848.2024-1.
  5. Diabetes Care 2026;49(Suppl. 1):S27–S49 | Link.
  6. Scappaticcio L, et al. Endocrine. 2017 May;56(2):231-239. doi: 10.1007/s12020-016-1216-y.
  7. Grundy SM. Pre-diabetes, metabolic syndrome, and cardiovascular risk. J Am Coll Cardiol. 2012;59(7):635-643. doi:10.1016/j.jacc.2011.08.080.
  8. Plantinga LC, et al. Clin J Am Soc Nephrol. 2010;5(4):673-682. doi: 10.2215/CJN.07891109.
  9. Knowler WC, et al. N Engl J Med. 2002 Feb 7;346(6):393-403. doi: 10.1056/NEJMoa012512.
  10. Meamar R, et al. World J Diabetes. 2020 May 15;11(5):202-212. doi: 10.4239/wjd.v11.i5.202.
  11. Liang K, et al. J Diabetes Res. 2018 Jun 13:2018:7486493. doi: 10.1155/2018/7486493.
  12. Morris DH, et al. Diabetologia. 2013 Jul;56(7):1489-93. doi: 10.1007/s00125-013-2902-4

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