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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Burnout expôs fragilidade das políticas de bem-estar nas empresas às vésperas da nova NR-1

Após alta nos afastamentos, RHs revisam ações superficiais e passam a integrar saúde emocional à gestão de metas, liderança e performance 

 

Após o pico de afastamentos por burnout registrado em 2025, empresas brasileiras iniciaram uma revisão mais profunda de suas políticas de bem-estar. O que antes era tratado como benefício complementar passou a ser reconhecido como variável estratégica de produtividade, retenção e reputação empregadora — movimento que ganha ainda mais urgência com a entrada em vigor da atualização da NR-1, em maio, que reforça a necessidade de gestão estruturada dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho. 

O cenário revelou uma fragilidade: muitas iniciativas implementadas nos últimos anos tinham alta visibilidade, mas baixo impacto estrutural. Aplicativos de meditação, semanas temáticas e ações pontuais de saúde mental ajudaram a colocar o tema em pauta. No entanto, não enfrentaram fatores críticos como sobrecarga crônica, metas desalinhadas e falhas na gestão de equipes — pontos que passam a demandar atenção mais técnica e formal dentro das organizações. 

Para especialistas, o debate amadureceu. Bem-estar corporativo deixou de ser pauta restrita ao engajamento e passou a exigir integração direta com cultura, metas, modelo de liderança e, agora, conformidade regulatória. A atualização da NR-1 coloca a saúde mental definitivamente no radar estratégico das áreas de RH e de Segurança e Saúde do Trabalho. 

Hosana Azevedo, Gerente Sênior de RH na Redarbor Brasil, grupo detentor do Pandapé, avalia que o principal erro foi tratar o tema como campanha temporária. “Não adianta oferecer benefício se a rotina continua baseada em jornadas extensas e metas desconectadas da capacidade real das equipes. Bem-estar sustentável depende de coerência entre discurso e prática. A nova NR-1 reforça exatamente isso: gestão estruturada, não ação pontual”, afirma. 

A executiva destaca que dados internos são decisivos para transformar intenção em estratégia — e agora também em conformidade. Monitoramento de absenteísmo, turnover voluntário, afastamentos médicos e pesquisas de clima permite identificar áreas com risco elevado antes que o problema se torne sistêmico. “Quando a empresa mede, ela sai do discurso e entra na gestão. Sem acompanhamento contínuo, qualquer iniciativa vira ação reativa — e pode se tornar, inclusive, um risco regulatório”, diz. 

A tecnologia também ampliou a capacidade de prevenção. Ferramentas de gestão permitem mapear concentração de demandas, identificar picos recorrentes de sobrecarga e apoiar decisões mais equilibradas na distribuição de tarefas, contribuindo para mitigar riscos psicossociais. 

Empresas que avançaram na agenda revisaram metas trimestrais, instituíram políticas formais de desconexão digital e investiram na formação de lideranças com foco em gestão humanizada. O papel do gestor tornou-se central na prevenção do esgotamento — tanto sob a ótica de performance quanto de responsabilidade legal. 

Outro ponto crítico é a personalização. Programas padronizados tendem a ter baixa adesão, especialmente em ambientes com múltiplas gerações e formatos híbridos de trabalho. Políticas flexíveis, alinhadas à realidade de cada área, apresentam resultados mais consistentes.

Entre as práticas adotadas por empresas que avançaram no tema estão modelos de jornada ajustável, banco de horas com maior autonomia, possibilidade de trabalho híbrido estruturado, dias de pausa programada após ciclos intensos de entrega, trilhas de desenvolvimento individualizadas e apoio psicológico subsidiado conforme necessidade. Algumas organizações também passaram a permitir ajustes temporários de carga horária em momentos específicos da vida do colaborador, como retorno de licença parental ou cuidado com familiares.

 

Vai viajar para fora do país? Veja como planejar o aluguel de carro antes do embarque

Parceria entre Unidas e Avis Budget Group facilita deslocamentos nas viagens em mais de 180 países 

 

Passagem, hospedagem, seguro-viagem, roteiro e documentos costumam estar entre as primeiras etapas de uma viagem internacional. Mas há outro ponto que merece atenção no planejamento: a mobilidade no destino. 

Em viagens com mais de uma cidade, grupos, famílias, muitas malas, compromissos profissionais ou lugares menos atendidos por transporte público, o aluguel de carro oferece mais autonomia e ajuda a organizar melhor os deslocamentos. 

Mesmo assim, muitos viajantes desconhecem que a locação de veículos para viagens internacionais já pode ser planejada antes do embarque, ainda no Brasil. Por meio da parceria entre a Unidas, uma das maiores plataformas de mobilidade do país, e o Avis Budget Group, os clientes conseguem reservar carros para uso no exterior pelos canais digitais da Unidas, com acesso a lojas nas principais cidades e aeroportos do mundo, em mais de 180 países. 

“Quando a mobilidade entra no planejamento da viagem desde o início, o cliente toma decisões com mais segurança. Isso vale tanto para viagens a lazer quanto em compromissos profissionais no exterior. A reserva antecipada contribui para organizar o roteiro, entender as opções disponíveis e chegar ao destino com essa etapa já encaminhada”, afirma Juliana Carsoni, Head de Negócios Rent a Car da Unidas. 

Confira a seguir dicas essenciais da Unidas para alugar um carro em viagens internacionais:
 

Verifique a documentação exigida no destino

A primeira etapa é confirmar quais documentos são necessários para dirigir no país visitado. Além da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida, alguns destinos exigem a Permissão Internacional para Dirigir, conhecida como PID. 

Também é importante verificar as regras da locadora, como idade mínima para o condutor, necessidade de cartão de crédito internacional, documentos de identificação e eventuais exigências para motoristas adicionais. 

Como as normas variam de acordo com o local visitado. O ideal é checar essas informações antes da viagem para evitar imprevistos no momento da retirada do veículo.

 

Planeje o roteiro antes de escolher o carro 

O tipo de viagem influencia diretamente na escolha dos pontos de retirada e devolução. 

Quem chega por um aeroporto, por exemplo, deve avaliar se faz sentido retirar o carro logo ao desembarcar. Já em roteiros com mais de uma cidade, é importante entender se a devolução acontecerá no mesmo local ou em outro destino. 

Antes da reserva, vale considerar a distância entre os trajetos, o tempo de deslocamento, as condições das estradas, a existência de pedágios, a disponibilidade de estacionamentos e as regras de circulação nas cidades visitadas. 

Esse planejamento facilita a comparação entre alternativas de transporte e mostra em quais momentos o carro alugado contribui de forma mais efetiva para o roteiro.

 

Escolha a categoria de acordo com o perfil da viagem 

A categoria do veículo deve considerar a quantidade de passageiros, o volume de bagagens, o tipo de estrada e a duração dos trajetos. 

Carros compactos costumam ser mais práticos em grandes centros urbanos, especialmente em destinos com ruas estreitas ou vagas menores. Já modelos intermediários e SUVs oferecem mais conforto para deslocamentos longos. 

Também é recomendável observar características como consumo de combustível, espaço interno e capacidade do porta-malas. Em destinos com neve, chuva intensa ou terrenos mais desafiadores, as condições climáticas e viárias também devem orientar a escolha.

 

Entenda custos, proteções e regras locais 

Além do valor da diária, a locação internacional envolve outros custos, como seguros e proteções, taxas locais, combustível, pedágios, estacionamento, motorista adicional e equipamentos extras, como cadeirinha infantil ou GPS. 

Por isso, antes de concluir a reserva, é importante ler as condições do contrato e entender o que está incluído. Também vale pesquisar como funcionam as regras de trânsito no destino, os limites de velocidade, as formas de pagamento de pedágios e as zonas de circulação restrita, comuns em algumas cidades.

Esses cuidados reduzem o risco de gastos não previstos e tornam a experiência ainda melhor.

 

Faça a reserva com antecedência 

Reservar o carro antes da viagem permite avaliar opções com mais calma e incluir a mobilidade na organização do roteiro.

A antecedência também facilita a escolha da categoria mais adequada e a definição de pontos de retirada e devolução compatíveis com os horários de chegada e partida. 

Para saber mais sobre aluguel de carros para viagens internacionais, acesse o site da Unidas.

 

Unidas


Com 80% do Brasil endividado, especialista alerta para uso impulsivo da restituição do IR: “Pode agravar ainda mais a situação”

 Para Gabriella Bridi, educadora financeira da Franq, o momento exige planejamento e consciência sobre o uso do recurso; primeiro lote será pago no fim de maio

 

O primeiro lote de restituição do Imposto de Renda será pago a partir de 29 de maio. A consulta foi aberta nesta sexta-feira (22) para o maior lote de restituição do IR da história. Ao todo, nesta primeira fase, 8.749.992 contribuintes receberão R$ 16 bilhões. Ainda que muitas pessoas enxerguem o valor como um dinheiro extra, especialistas alertam que o recurso representa, na prática, a devolução de impostos retidos ao longo do ano anterior. 

Em 2025, de acordo com informações da Receita Federal, dois em cada três declarantes tiveram direito à restituição, com média de R$ 1.657 por contribuinte e um total de R$ 39,4 bilhões pagos. Os resultados parciais do exercício de 2026 apontam para um cenário semelhante. 

Para Gabriella Bridi, educadora financeira da Franq, o momento exige planejamento e consciência sobre o uso do recurso, já que a restituição é uma oportunidade para alcançar o equilíbrio financeiro, ou ao menos se aproximar dele. Segundo a especialista, em um cenário em que mais de 80% das famílias brasileiras estão endividadas, conforme dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), é necessário ter consciência ao utilizar o dinheiro. 

Entre as estratégias mais recomendadas para quem possui contas em atraso estão o método da avalanche, que prioriza as dívidas com juros mais altos, e o método “bola de neve”, focado na quitação das menores dívidas para gerar motivação ao longo do processo. 

— Usar esse dinheiro de forma impulsiva pode agravar ainda mais a situação negativa nas finanças. Quando o assunto é finanças, o comportamento pesa. Muitas vezes, ver pequenas dívidas desaparecendo ajuda a manter o comprometimento com a reorganização financeira — explica Gabriella. 

A educadora financeira também destaca que o recurso pode ser utilizado de diferentes maneiras, dependendo do momento financeiro de cada família. Para quem ainda sofre com parcelas de empréstimos e financiamentos, por exemplo, o valor pode ajudar na amortização ou quitação de contratos, gerando alívio no orçamento mensal. Já nos casos em que não há endividamento, mas ainda falta uma reserva de emergência, a restituição pode representar o início da construção de uma proteção financeira. 

— Ter uma reserva equivalente a cerca de seis meses das despesas da família é uma das principais formas de evitar o endividamento diante de imprevistos. Nos demais casos, a restituição pode ser direcionada para objetivos de curto e longo prazo, como viagens, compra de imóvel ou previdência. O mais importante é entender que esse dinheiro é um ponto de partida, e o destino depende da realidade financeira de cada pessoa — finaliza. 

Quem não estiver neste primeiro lote deve aguardar as próximas consultas. O pagamento da restituição para o segundo lote está previsto para 30 de junho, para cerca de nove milhões de contribuintes. Os demais pagamentos devem acontecer em 31 de julho e 28 de agosto. 

Para conferir o primeiro lote, ou o status da declaração, basta acessar o aplicativo ou o site da Receita Federal.

 

Franq



Pela 15ª vez, brasileiros são os que menos têm retorno de seus tributos para o bem-estar; no ranking de 30 países com maior carga fiscal no mundo, aponta estudo do IBPT

Em contraponto, a Irlanda (pela oitava vez) ocupa o primeiro lugar na aplicação de tributos visando a melhoria das condições de vida do seu povo; vindo na sequência a Suíça, Coréia do Sul, Estados Unidos e Austrália

 

Apesar da alta e crescente arrecadação tributária no país, o Brasil, quando comparado aos demais países, segue sendo o que menos retorna os valores em prol da melhoria na qualidade de vida da sua população. Os dados são da 15ª edição do Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade (IRBES), um estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) com os dados mais recentes (dentro da possibilidade de coleta).

 

O estudo aponta que, o Brasil, apesar da arrecadação “altíssima e péssimo retorno desses valores”, figura, mais uma vez, como o ÚLTIMO COLOCADO, ficando atrás, inclusive, de países da América do Sul como Uruguai (8º) e Argentina (13º). 

 

O presidente-executivo do IBPT e, também, um dos autores do estudo, João Elói Olenike, aponta que o país provavelmente estaria também atrás do Chile, que por ter carga tributária bem mais baixa, não faz parte desse ranking. “Não devemos tratar com naturalidade, em todas essas edições do IRBES, a colocação do Brasil. O ranking retrata a dura realidade de uma arrecadação alta que, infelizmente, é pouco diluída aos que realmente necessitam e não apresenta melhorias sociais”, reforça. 

 

Por ordem decrescente de piores retornos à sociedade, após o Brasil, estão: Itália (29º), Hungria (28º), França(27º) e Grécia(26º). O estudo aponta que, apesar de termos uma carga tributária alta, digna de países desenvolvidos como Reino Unido, França e Alemanha, o IDH nacional reflete um desenvolvimento humano muito precário. 

 

Veja a tabela:


Dados positivos 


A Irlanda é apontada como a líder no estudo, mais uma vez. Isso, mesmo com uma pequena queda no valor do IRBES, devido ao aumento da carga tributária, o país segue pela sétima vez consecutiva. O que para o IBPT, é a razão de referência por ser um modelo de boa gestão dos recursos públicos.  

 

A sequência das nações de melhor desempenho nesse índice são: 2 º Suíça, 3 º Coréia do Sul, 4 º Estados Unidos, e 5 º Austrália. “São os mais desenvolvidos com boas referências para outros, que possuem alto grau de desempenho ou estão em processo, e aplicam bem o acumulado de seus tributos no bem-estar da sociedade”, pontua o presidente-executivo do Instituto. 

 

Veja a tabela, abaixo:


Quanto ao Brasil, na opinião de Olenike, enquanto não ocorrerem cortes em gastos que são desnecessários, combate à corrupção e mais recursos destinados a áreas essenciais, dificilmente o país subirá de posição. “Eu acredito que apenas com menos desvios e mais investimentos em setores como educação, saúde, habitação, saneamento, pesquisa e segurança, poderemos corrigir essa rota”, conclui.

 

Tabela completa, de todos os países participantes abaixo:

 





Abaixo, segue o IRBES do Brasil desde a primeira edição do estudo:     


 


Metodologia do Estudo  

ranking é determinado pela ordem decrescente do valor calculado referente ao IRBES de cada país. Quanto maior o valor deste índice, melhor é o retorno da arrecadação dos tributos para a população.   

  

O IRBES é decorrente da somatória do valor numérico relativo à carga tributária do país, com uma ponderação de 15%, com o valor do IDH, que recebeu uma ponderação de 85%, por entendermos que o IDH elevado, independentemente da carga tributária do país, é muito mais representativo e significante do que o percentual da carga tributária, independentemente do IDH. Assim sendo, entendemos que o IDH, necessariamente, deve ter um peso bem maior para a composição do índice.  

 

 Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação - IBPT

 

Caminho da Capacitação chega à capital paulista com cursos gratuitos na Zona Leste

Fundo Social de São Paulo
Caminho da Capacitação chega à capital paulista com cursos gratuitos na Zona Leste

 

Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos de qualificação profissional do programa Caminho da Capacitação, do Fundo Social de São Paulo, que chega pela primeira vez ao município de São Paulo. A iniciativa oferece vagas em áreas com alta demanda no mercado de trabalho e terá aulas realizadas em carretas móveis instaladas em 18 Centros Educacionais Unificados (CEUs) da Zona Leste, entre os dias 22 de junho e 2 de julho. 

Embora a Região Metropolitana de São Paulo já estivesse entre os territórios atendidos pelo programa, esta é a primeira vez que as formações são realizadas dentro dos limites da capital paulista. A ação é desenvolvida em parceria com a Prefeitura de São Paulo, responsável pela gestão dos CEUs, equipamentos públicos que oferecem atividades educacionais, culturais e esportivas para a população. 

Nesta etapa, os cursos contemplam áreas como beleza e estética, imagem pessoal, costura criativa, confecção industrial, soldagem, manutenção de motos, cuidados com idosos, hospitalidade, cuidados com pets e panificação. As aulas serão realizadas nos CEUs Água Azul, Inácio Monteiro, Barro Branco, Jambeiro, Aricanduva, Azul da Cor do Mar, José Bonifácio/São Pedro, Rei Pelé, Parque Veredas, Três Pontes, Vila Curuçá, Arthur Alvim, Quinta do Sol, Padre Ticão, Alto Alegre, Papa Francisco, Rosa da China e São Mateus.

 

Inscrições 

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site cursofussp.sp.gov.br. As vagas permanecem abertas até o preenchimento das turmas ou até o segundo dia de aula em cada unidade. 

Podem se inscrever pessoas em situação de vulnerabilidade social inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), desempregados e mulheres responsáveis pelo sustento da família. Conforme o curso escolhido, também há oportunidades para adolescentes a partir de 14 ou 16 anos. 

Ao concluírem a formação, os participantes recebem certificado oficial em cerimônia de formatura.

 

Sobre o programa 

O Caminho da Capacitação é uma iniciativa do Fundo Social de São Paulo integrada ao SuperAção SP, programa do Governo do Estado voltado à superação da pobreza por meio da qualificação profissional e da geração de renda. 

O programa já percorreu as 16 regiões administrativas do Estado, levando cursos gratuitos a 299 municípios e formando 15,2 mil alunos. 

Mais informações sobre cursos, cronograma e locais de atendimento estão disponíveis em http://caminhodacapacitacao.sp.gov.br.

 

Copa do Mundo 2026: registros de lesão corporal contra mulheres sobem 20,8% quando há partidas de futebol, mostra estudo



Cruzamento de dados realizado em parceria entre Instituto Natura e Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela cenário preocupante na relação entre futebol e violência contra mulheres
 

Em meio à grande festa e à comoção nacional que acompanham a Copa do Mundo e ao alto número de casos de violência contra mulheres registrado no Brasil nos últimos meses, um estudo de 2022 do Instituto Natura, que incorporou o Instituto Avon, e do Fórum Nacional de Segurança Pública aponta para um alerta urgente: o risco de aumento substancial dos casos de violência contra mulheres em dias de partidas de futebol. 

Segundo o estudo, que cruzou microdados de ocorrências policiais com o calendário de jogos da Série A do Campeonato Brasileiro de 2015 a 2018, focando em cinco grandes capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre), o número de registros de Boletins de Ocorrência de ameaça contra mulheres aumenta em 23,7% e o número de B.O.s de lesão corporal aumenta em 20,8%. 

“Os dados sugerem que determinados contextos associados ao futebol podem funcionar como catalisadores de violências que já encontram terreno fértil em relações marcadas por desigualdades de gênero. Isso aparece tanto em conflitos entre torcedores quanto, especialmente, no ambiente doméstico e familiar”, afirma Beatriz Accioly, antropóloga e gerente do compromisso pelo Fim da Violência Contra Mulheres no Instituto Natura. 

“O problema não é o futebol em si, mas a forma como determinadas expressões de masculinidade associadas à competitividade, ao controle e à agressividade podem ser reforçadas nesses contextos”, destaca a especialista.
 

Segundo o levantamento:

  • Fator "casa": Quando a partida é disputada na própria cidade do time, o pico de agressividade é ainda maior, gerando um salto de 25,9% nos registros de lesão corporal contra mulheres;
     
  • Perfil dos agressores: A maioria dos autores de violências contra mulheres registradas em dia de jogo de futebol são descritos como companheiros ou ex-companheiros das mulheres agredidas;
     
  • Fator Racial: O racismo estrutural se reflete diretamente na vulnerabilidade das vítimas. Em Salvador, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as mulheres negras correspondem a metade ou mais dos casos de ameaças e agressões, chegando a representar expressivos 85% dos casos de agressão física na capital baiana;
     
  • Idade: A maior parte das mulheres que registram ocorrências de ameaça tem entre 30 e 49 anos. Já os casos de agressão física (lesão corporal) concentram-se majoritariamente entre mulheres mais jovens, na faixa dos 18 aos 29 anos.


Resposta precisa unir conscientização e políticas públicas

Para o Instituto Natura e a Avon, o estudo alerta para a necessidade de reforço em serviços de apoio durante dias de jogos de futebol, políticas públicas que considerem este cenário e campanhas de conscientização voltadas para ambientes como estádios e canais de transmissão. 

“É importante destacar que o futebol não causa a violência contra as mulheres. O que os dados mostram é que determinados contextos podem aumentar a frequência ou a intensidade de agressões já sustentadas por desigualdades de gênero. Por isso, compreender esses padrões é fundamental para orientar estratégias de prevenção”, afirma Beatriz Accioly. 

De acordo com o Mapa Nacional da Violência de Gênero, o Brasil registra, em média, quatro mulheres mortas todos os dias simplesmente pelo fato de serem mulheres. O número é de 2025 e baseado nos registros do Ministério da Justiça dispostos no Mapa, uma plataforma pública mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) do Senado Federal, em parceria com o Instituto Natura e a associação Gênero e Número.
  


Instituto Natura
Apoio Avon

 

Férias e julho reforçam alerta para riscos de pipas e balões nas proximidades de aeroportos

GRU Airport intensifica ações de conscientização e destaca a importância da colaboração da população para a segurança das operações aéreas 

 

Com a chegada do inverno e das férias escolares, período em que aumenta a prática de soltar pipas e a ocorrência de balões em diversas regiões do país, a GRU Airport reforça as ações de conscientização e prevenção sobre os riscos que esses objetos representam para a aviação. Quando presentes nas proximidades do aeroporto, podem interferir nas operações, provocar atrasos e comprometer a segurança de aeronaves, equipes e passageiros. 

As quedas de pipas no aeroporto representam um risco constante durante todo o ano. O pico desses eventos ocorreu em agosto de 2025, onde houve um aumento de 85,3% em relação à média dos meses anteriores. Do total de registros, 98% ocorreram na área de manobras, região crítica para as operações aeronáuticas, o que evidencia o potencial impacto desses objetos na segurança operacional. Além disso, as pipas apareceram como o principal objeto estranho identificado nas áreas operacionais do aeroporto, superando amplamente outros tipos de FODs (Foreign Object Debris) e reforçando a importância das ações de prevenção e conscientização junto à comunidade. 

Como parte de seu compromisso com a segurança operacional, a GRU Airport mantém um trabalho permanente de conscientização junto às comunidades localizadas no entorno do aeroporto, além de atuar em parceria com a NAV Brasil, companhias aéreas e autoridades competentes para mitigar eventuais impactos à operação. 

Sempre que um balão é identificado em áreas sob responsabilidade da concessionária, equipes especializadas realizam o recolhimento seguro do objeto e seu encaminhamento aos órgãos competentes. As medidas são adotadas de forma rápida e coordenada para minimizar qualquer impacto às operações aeroportuárias e garantir a segurança dos passageiros.

A prática de soltar balões é considerada crime ambiental e representa riscos não apenas para a aviação, mas também para áreas urbanas, residenciais e ambientais. Recentemente, o Ministério de Portos e Aeroportos e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reforçaram campanhas nacionais de conscientização sobre os impactos dessa atividade para a segurança aérea.
 

GRU - Aeroporto Internacional de São Paulo


Tentativas de fraude de identidade digital crescem 36,6% no 1º trimestre de 2026, aponta Serasa Experian

• Levantamento faz parte do novo Mapa da Fraude, lançamento da datatech para acompanhar golpes e fraudes em diferentes pontos da jornada digital;

• Em identidade e cadastros digitais, a Serasa Experian identificou cerca de uma tentativa de fraude a cada 5 segundos no 1º trimestre de 2026;


• Grupos de circulação de conteúdo fraudulento cresceram 139%, indicando maior organização na origem dos golpes;

• Uso indevido de IA, fraude como serviço e identidades sintéticas estão entre tendências de golpe apontadas.

 

Quase 1,5 milhão de tentativas de fraude em cadastros e validações de identidade foram identificadas no 1º trimestre de 2026 pela Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil e líder em soluções antifraude. O número é um dos destaques da primeira edição do novo Mapa da Fraude, levantamento da companhia que reúne dados das tecnologias antifraude para mostrar como o fraudador atua em diferentes camadas da jornada digital. Na mesma edição, a datatech identificou mais de 19 milhões de mensagens associadas a golpes e mais de 368 mil tentativas de fraude no e-commerce brasileiro durante o período.

 

O novo levantamento organiza os dados em frentes distintas, como cibersegurança, cadastro e identidade (ou onboarding) e e-commerce, para dar visibilidade aos diferentes momentos em que a fraude pode acontecer. “O fraudador não atua de forma linear. Ele pode começar com uma mensagem de isca, usar dados de terceiros, tentar abrir um cadastro digital, fraudar uma identidade, manipular documentos, explorar contas laranja ou partir diretamente para a transação, entre outras frentes. Com o Mapa da Fraude, passamos a organizar essa leitura integrada, mostrando como a tentativa de golpe se movimenta e em que momento busca gerar prejuízo financeiro”, afirma o Vice-presidente de Autenticação e Prevenção à Fraude, Eric Dhaese.

 

A iniciativa reflete a evolução do ecossistema antifraude da datatech, que reúne expertise em identidade, dispositivos, cibersegurança, onboarding, vendas online, transferências e comportamento do consumidor.

 

Mapa da Fraude aponta que prejuízo estimado por fraudes de identidade poderia chegar a quase R$2 bi no 1º trimestre 

 

No cadastro e na validação de identidade para acesso a serviços digitais, a Serasa Experian identificou 1.495.696 tentativas de fraude no primeiro trimestre de 2026, alta de 36,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume equivale a cerca de uma tentativa a cada 5 segundos e poderia gerar prejuízos de até R$ 1,98 bilhão para consumidores e empresas caso não fosse impedido.

 

O setor financeiro segue concentrando a maior parte das ocorrências, com 6 a cada 10 tentativas registradas em bancos, emissores de cartão, meios de pagamento e empresas de serviços financeiros e de crédito. O avanço indica que ambientes digitais com alto volume de logins, validação de identidade e movimentação financeira entram com mais força no radar dos fraudadores.

 

Entre os segmentos analisados, “Meios de Pagamento” liderou em volume, com 644.586 tentativas, seguido por “Telefonia” (313.200) e “Bancos e Cartões” (259.160). Confira abaixo o detalhamento por setor:

 

No recorte regional, o Sudeste respondeu por 38,5% das tentativas de fraude. Apenas São Paulo concentrou mais de 230 mil ocorrências, o equivalente a 15,8% do total nacional. Abaixo está o mapa das fraudes em identidade no 1º trimestre de 2026:

 


Em relação às gerações, 70,7% das tentativas de fraude de identidade se concentraram majoritariamente na população economicamente ativa, entre 17 e 60 anos. Confira o gráfico com a distribuição de ocorrências por geração:


Grupos de conteúdo fraudulento crescem 139% no 1º tri e indicam golpes mais organizados, segundo novo Mapa



Na camada de cibersegurança, a Serasa Experian identificou 10.053 anúncios, perfis, páginas e aplicativos falsos no primeiro trimestre de 2026, alta de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Também foram mapeadas 19,7 milhões de mensagens associadas a golpes, média de 152 mensagens por minuto, e quase 2 mil grupos de circulação e troca de conteúdo fraudulento, avanço de 139% na comparação anual.

 

Para a datatech, o dado mostra que a fraude digital não se sustenta apenas em abordagens isoladas contra consumidores. O crescimento dos grupos indica uma dinâmica mais organizada, apoiada em comunidades de circulação, troca e replicação de conteúdos fraudulentos. “A fraude está cada vez mais estruturada. Não se trata apenas de uma mensagem suspeita chegando ao consumidor, mas de um ecossistema de anúncios, perfis, páginas, aplicativos e grupos que sustentam a disseminação das tentativas”, explica Dhaese.

 

Mapa aponta quase 1 a cada 100 transações no e-commerce como tentativa de fraude; Celulares registraram maior risco

 

Na camada transacional, quase 1 a cada 100 transações no e-commerce foi considerada tentativa de fraude no 1º trimestre de 2026. Ao todo, foram registradas mais de 368 mil ocorrências desse tipo, o equivalente a uma tentativa a cada 21 segundos, que somaram R$ 337,9 milhões em valor preservado por meio das soluções antifraude.

 

O comportamento das tentativas mostra que o fraudador tende a mirar compras de maior valor. No período, o ticket médio das tentativas de fraude foi de R$ 917,52, valor 62% acima do pedido legítimo. Isso indica que, no e-commerce, a fraude não busca apenas volume, mas também maior retorno financeiro por transação. “Mesmo quando a taxa parece pequena, o impacto financeiro é relevante pela escala do comércio digital. É na transação que o fraudador tenta transformar a tentativa em dinheiro. Por isso, olhar comportamento de compra, dispositivo, meio de pagamento, histórico e padrão do consumidor é essencial para diferenciar uma compra legítima de uma fraude”, declara o executivo da datatech.

 

A categoria “Beleza” liderou em quantidade de tentativas de fraude, com 33,7 mil ocorrências, seguida por “Calçados” (29,4 mil), e “Saúde” (18,9 mil). Já entre as categorias com maior risco, “Celulares” aparece no topo, com risco de 3,11%, ou seja, uma tentativa de fraude a cada 32 pedidos legítimos. Na sequência estão “Acessórios eletrônicos”, com risco de 2,62%, e “Eletrônicos”, com 2,11%.

 

Segundo a Serasa Experian, esse contraste mostra que as categorias mais fraudadas acompanham a escala de pedidos legítimos, enquanto as categorias com maior risco tendem a acompanhar o valor e a atratividade dos produtos. Confira abaixo a tabela detalhada com as três categorias mais fraudadas e as três com maior risco: 


Uso indevido de IA, fraude como serviço e identidades sintéticas estão entre tendências 

O Mapa da Fraude também aponta movimentos que devem exigir atenção nos próximos meses. Entre eles estão o avanço do Fraud as a Service, modelo em que golpes, kits, scripts e serviços especializados são comercializados para facilitar a atuação criminosa; como o uso indevido de inteligência artificial generativa para tornar abordagens mais personalizadas, convincentes e escaláveis; e a pressão crescente de identidades sintéticas, com combinações realistas de dados, imagens e narrativas para tentar atravessar camadas de autenticação.

 

Deepfakes e conteúdos gerados com apoio de IA que simulam autoridade, como o uso indevido de figuras públicas, representantes do governo e veículos de imprensa, também aparecem como pontos de atenção, especialmente em golpes baseados em engenharia social. O alerta está na forma como fraudadores podem usar a tecnologia para dar mais escala, realismo e personalização às tentativas.

 

“A inteligência artificial não aparece necessariamente como uma categoria estatística isolada, mas como uma tecnologia que, quando usada de forma indevida, pode ampliar escala, realismo e personalização dos golpes. Ela pode tornar páginas falsas mais críveis, mensagens mais naturais e perfis sintéticos mais difíceis de identificar. Por isso, estar um passo à frente do fraudador exige leitura contínua de dados, tecnologia e inteligência analítica em diferentes pontos da jornada”, avalia o Vice-presidente de Autenticação e Prevenção à Fraude, Eric Dhaese.


 

Sobre o Mapa da Fraude


O Mapa da Fraude da Serasa Experian é um levantamento proprietário que consolida informações observadas nas soluções antifraude da companhia para acompanhar o comportamento das tentativas de fraude ao longo da jornada digital. A metodologia considera transações e eventos em que a Serasa Experian, líder em soluções antifraude, participa diretamente dos processos de identificação, autenticação, validação ou decisão de risco, o que permite uma leitura mais precisa e consistente dos padrões observados. A análise contempla diferentes frentes de atuação, como cibersegurança, identidade e cadastro, vendas online e transferências, permitindo mapear desde a isca e a organização dos golpes até as tentativas de cadastro, autenticação e transação. A partir dessa base, os indicadores são organizados por recortes como segmento, região, geração, categoria de produto, datas sazonais e modalidades de fraude.


Como essas informações partem de diferentes soluções, bases tecnológicas e etapas da jornada, os resultados são apresentados separadamente, respeitando as particularidades de cada universo analisado. Essa estrutura preserva a consistência metodológica, fortalece a comparabilidade entre os recortes e dá mais robustez à leitura sobre como a fraude se movimenta no país.




Experian
experianplc.com


Do Excel ao ERP: como conduzir essa jornada?


O cenário é clássico e se repete em empresas de diferentes portes: a organização investe na implementação de um sistema de ponta, mas, no dia a dia, a operação continua rodando em planilhas. Os dados são extraídos do sistema, tratados manualmente e consolidados em arquivos locais espalhados na organização. Na prática, cria-se o fenômeno do ERP como um "Excel de luxo": uma ferramenta subutilizada que custa caro, enquanto a inteligência do negócio continua dispersa em abas e fórmulas. 

O Excel cumpriu um papel importante na evolução de muitas organizações, especialmente em fases iniciais. Contudo, à medida que a organização cresce, o mercado passa a exigir sofisticação, compliance, performance e segurança. Desta forma, manter a gestão ancorada em diversas planilhas, embora possa parecer confortável, torna-se um risco estratégico para a sobrevivência do negócio. 

Isso porque a empresa deixa de ter um pilar único de "fonte da verdade", o que cria silos de informação. Quando cada área possui um dado diferente, abre-se margem para erros e falhas nos processos que podem comprometer o desempenho da organização. Embora esses exemplos citados sejam amplamente conhecidos pelo mercado, o que impede a empresa de iniciar a jornada para o ERP? A resposta é simples: a cultura. 

Uma boa parte das companhias se trata de negócios que surgiram em contextos diferentes e cujos métodos criados, na época, continuam funcionando. Isso gera a falsa ideia de que, pelo fato de as pessoas estarem acostumadas, o processo é confiável. Essa resistência também está atrelada ao pensamento equivocado de que a tecnologia irá substituir o ser humano, causando desemprego, entre tantos outros discursos alarmantes existentes. 

Deste modo, a jornada para o ERP começa muito antes da implantação do sistema; ela inicia na mudança do mindset. Ou seja, é necessário analisar: quanto tempo levo para tomar uma decisão? Com base no prazo, é importante observar quais são as razões para a demora, desde a falta de padronização até as exceções que comprometem a operação. É a partir dessa análise prévia que se torna possível realizar uma virada de chave e entender, de fato, como o sistema de gestão irá apoiar a empresa. 

No entanto, sabemos que ao falar sobre a adesão de uma nova ferramenta, outro receio surge: como mensurar o ROI? Afinal, estamos falando de um projeto que tem um custo e, por isso, é natural que líderes e gestores questionem se o valor investido retornará da forma esperada. A resposta está nos resultados práticos, os quais a partir do momento em que as informações da companhia passam a ser centralizadas em um único local, ganhos como agilidade, redução no volume de erros e governança tornam-se intrínsecos.  

Na prática, significa que a gestão deixa de olhar para o negócio pelo retrovisor e passa a ter visibilidade pelo painel e para-brisa. Ou seja, a partir de uma análise diária, é possível aumentar a eficiência dos processos, exercendo uma gestão mais próxima das áreas de negócio. Isso ajuda em tomadas de decisões rápidas e em total concordância com a realidade atual da empresa. 

Embora apresente vantagens notáveis, essa mudança não acontece do dia para a noite, até porque se trata de uma transformação que impacta a corporação como um todo. Deste modo, ter o apoio de uma consultoria especializada é fundamental para mostrar como uma implementação bem-feita traz benefícios significativos para a rotina empresarial. Isso ocorre porque o time de especialistas identifica as ineficiências, faz uma análise detalhada das dores e estrutura quais são as prioridades dos desafios que precisam ser trabalhados. 

É importante enfatizar que a tecnologia é habilitadora. Em contrapartida, para algumas empresas, a tecnologia é o próprio negócio. Todavia, uma coisa não muda: o ERP é o ponto transformador. Diante disso, durante a sua implementação, é natural que aconteça a chamada curva “J”, na qual o cenário primeiro “piora” antes de melhorar. Entretanto, é necessária a conscientização de que se trata de um processo de transição e, com o apoio certo, esses impactos são mitigados para garantir uma transição suave. 

Não estou dizendo aqui que o Excel é um vilão. Para empresas que estão dando início ao processo de evolução de maturidade, ele continua sendo uma boa ferramenta. Porém, é possível evoluir ainda mais e obter ganhos com compliance, governança e segurança que só um sistema de gestão integrado pode proporcionar. Para quem deseja ter na organização todo o potencial da inteligência artificial, ter uma fonte única da verdade, com dados em tempo real e a centralização das operações é um passo fundamental para alcançar esse objetivo.  



Fernando Cunha - Diretor Executivo da Numen Centro-Oeste.

Numen
https://numenit.com/

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