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domingo, 8 de novembro de 2026

PatBO celebra o verão com a coleção “A Tropical Affair”

Coleção combina bordados artesanais, transparências e silhuetas fluidas em peças que transitam da piscina às celebrações noturnas


A PatBO apresenta “A Tropical Affair”, coleção de Alto Verão 2027, que celebra a espontaneidade, os encontros entre amigas e a atmosfera vibrante do verão brasileiro. Dando continuidade à narrativa Brasil Solar, a marca propõe um olhar leve e contemporâneo sobre a estação, traduzindo momentos de descontração e celebração em peças que unem sofisticação e versatilidade. 

Sob a direção criativa de Patricia Bonaldi, a coleção revisita o DNA artesanal da PatBO por meio de biquínis com bordados elaborados, vestidos de tramas vazadas, transparências e superfícies texturizadas. Drapeados que acompanham e valorizam a silhueta feminina também ganham destaque, reforçando uma estética solar e cheia de personalidade.

Pensadas para acompanhar diferentes momentos do dia, as criações transitam naturalmente entre produções à beira da piscina e ocasiões noturnas. A combinação de materiais leves, modelagens descomplicadas e acabamentos sofisticados traduz a proposta da temporada, em que o trabalho manual característico da marca ganha uma interpretação mais descontraída.

“O verão é feito de encontros, de dias que parecem não ter hora para acabar e de momentos que se tornam memórias. Com ‘A Tropical Affair’, quisemos celebrar a leveza e a conexão entre as pessoas, criando um romance com o verão, com a moda e com a alegria de viver cada instante”, afirma Patricia Bonaldi.

A campanha acompanha essa atmosfera e retrata uma tarde espontânea entre amigas em uma casa cercada pela natureza, com jardins tropicais, piscina e luz natural. Natalia Basilio, Carol Amaral e Vitória Bohn protagonizam as imagens, com um styling que valoriza a personalidade de cada uma.

Com A Tropical Affair, a PatBO reforça sua identidade artesanal e feminina, convidando a viver o verão com autenticidade, liberdade e a alegria dos encontros.


O que sua gaveta de lingerie diz sobre seus hábitos de consumo? 5 sinais de que algumas peças precisam ser substituídas

Peças que permanecem no armário mesmo depois de perderem o caimento e o conforto levantam uma discussão sobre consumo, conservação e o momento certo de renovar a gaveta


Você tem alguma peça de lingerie que continua usando, mesmo sabendo que ela já não veste tão bem quanto antes? Pode ser aquele sutiã cuja alça insiste em escorregar, uma calcinha que perdeu a elasticidade ou uma peça que já não oferece o mesmo conforto, mas continua entre as favoritas simplesmente pelo hábito. Embora muitas vezes passe despercebida, a gaveta de lingerie também revela a maneira como lidamos com o consumo: o que escolhemos manter, como cuidamos das peças e quando entendemos que chegou a hora de substituí-las.

Para a Toda Up, marca de moda íntima que tem o conforto como prioridade, olhar para esses hábitos é também uma oportunidade de repensar a relação com as peças que fazem parte do dia a dia. A lingerie costuma acompanhar o uso cotidiano e, justamente por isso, nem sempre recebe a mesma atenção na hora de avaliar seu estado de conservação. Com o tempo, lavagens frequentes e uso contínuo podem alterar a estrutura dos tecidos, a elasticidade e o caimento. Observar essas mudanças ajuda a entender quais peças ainda atendem às necessidades da rotina e quais já precisam ser renovadas.

Mas como saber quando uma lingerie já cumpriu seu ciclo? A Toda Up destaca cinco sinais que ajudam a identificar esse momento:


  1. O elástico já não acompanha os movimentos

Se as alças escorregam, a faixa do sutiã sobe nas costas ou a calcinha deixa de ficar no lugar, pode ser que o elástico tenha perdido a elasticidade. Quando os ajustes já não resolvem, é um indicativo de que a peça não oferece mais o mesmo caimento.


  1. O tecido apresenta sinais visíveis de desgaste

Transparência excessiva, bolinhas, fios puxados e pequenos furos são mudanças que podem aparecer com o uso e as lavagens. Além de afetar a aparência, esses sinais indicam que o tecido pode estar perdendo resistência. Por isso, observar as condições das peças é um dos cuidados importantes para manter uma gaveta funcional.


  1. O formato original já não existe

Bojo deformado, laterais retorcidas e tecidos que perderam a estrutura são alguns exemplos. Quando a peça não mantém mais seu formato, pode deixar de se ajustar adequadamente ao corpo. Para a Toda Up, o caimento é um aspecto importante na escolha da lingerie, já que interfere diretamente na experiência de uso.


  1. Os acabamentos começam a comprometer o uso

Costuras que se soltam, colchetes danificados e fechos que não funcionam corretamente também merecem atenção. São detalhes que fazem diferença na funcionalidade da lingerie e podem indicar que a peça precisa ser substituída.


  1. O conforto deixou de fazer parte da experiência

Uma lingerie que aperta, pinça, marca ou exige ajustes constantes ao longo do dia pode já não ser adequada para o uso. Antes de se acostumar ao incômodo, vale observar se o problema está no desgaste da peça ou se chegou o momento de buscar um modelo com outro caimento. Afinal, como propõe a Toda Up, a lingerie deve acompanhar diferentes momentos e necessidades, oferecendo conforto e confiança na rotina.


Renovar também é saber cuidar

A proposta de renovar a gaveta não significa descartar peças a cada nova temporada. Pelo contrário: observar o estado de conservação, respeitar as orientações de lavagem indicadas na etiqueta e armazenar as lingeries adequadamente são atitudes que ajudam a prolongar sua vida útil. A Toda Up reforça que a ideia é consumir com mais atenção, identificando o que ainda funciona e reconhecendo quando uma peça já não atende às necessidades do dia a dia.

Esse olhar está no centro da campanha “Renove a sua gaveta”, da Toda Up, que acompanha o período de Black Friday da marca. Na fase inicial da ação, alguns produtos selecionados contam com descontos especiais, além de 10% de desconto adicional com o cupom de influenciadores. A iniciativa convida o público a repensar a relação com as peças que já fazem parte da rotina e aproveitar o momento para renovar aquilo que realmente precisa ser substituído.

 

O que vestir para treinar? Tecidos tecnológicos e caimento ganham espaço na moda


Divulgação Skyler


Com corrida, musculação e treinamento funcional na rotina dos brasileiros, a escolha do vestuário esportivo passa por respirabilidade, liberdade de movimento e durabilidade


Uma corrida ao ar livre, uma sessão de musculação ou uma aula de pilates exigem movimentos diferentes - e a roupa precisa acompanhar cada um deles. Com a atividade física cada vez mais presente na rotina, escolher o que vestir para treinar vai além da estética: envolve conforto, mobilidade e materiais adequados a cada prática.

O Panorama Setorial Fitness Brasil, divulgado em dezembro de 2025, aponta a corrida e a caminhada como as atividades mais praticadas no país, com 28% das respostas, seguidas pela musculação, com 26%. O treinamento funcional registrou 6%, enquanto o pilates alcançou 5%. Esse movimento também amplia a conversa sobre autocuidado, que envolve desde a regularidade dos exercícios até escolhas mais criteriosas para o dia a dia. Nesse cenário, o vestuário assume a função de acompanhar a atividade sem comprometer a mobilidade.

Para Emilio Guerra, CEO da Skyler, rede referência em moda masculina, a escolha de roupas esportivas passa por critérios técnicos que influenciam a percepção de qualidade e a experiência de uso. “Na roupa de treino, a escolha da matéria-prima precisa considerar a intensidade da atividade, a elasticidade necessária para os movimentos e a capacidade do tecido de lidar com a umidade. São características que precisam estar alinhadas à modelagem e à construção da peça para entregar um produto funcional, com bom acabamento e durabilidade”, afirma.

O tecido é um dos primeiros pontos a ser avaliado. A poliamida se destaca no segmento esportivo pelo toque macio, pela leveza e pela resistência. Dependendo da construção da malha e dos acabamentos, também contribui para o gerenciamento da umidade e uma secagem eficiente, características importantes para manter o conforto durante o exercício.

Essa preocupação está presente na linha Motion, da Skyler, por exemplo, desenvolvida com foco no vestuário esportivo masculino. A proposta combina funcionalidade e estética em peças pensadas para acompanhar uma rotina ativa. A poliamida Dry, quando associada a tecnologias de gerenciamento da umidade, favorece a dispersão do suor e a secagem do tecido.

O caimento também interfere na experiência durante o treino: peças muito justas podem restringir determinados movimentos, enquanto o excesso de tecido atrapalha exercícios que exigem amplitude e precisão. A escolha deve considerar a modalidade praticada, com modelagens que acompanhem os gestos sem limitar a mobilidade. Costuras bem-posicionadas, acabamento resistente e capacidade de preservar a forma após lavagens frequentes também contribuem para a durabilidade.

Segundo Emilio, a versatilidade é outro fator relevante na escolha do consumidor. “Em nossa linha Motion buscamos aproximar os atributos funcionais do vestuário esportivo da estética da moda masculina, com peças que conciliem conforto, praticidade e identidade visual. Nesse contexto, a qualidade não depende apenas da fibra utilizada, mas da combinação entre tecido, construção, acabamento e modelagem”, esclarece.

Na cartela de cores, preto, cinza, chumbo e azul-marinho continuam entre as opções mais versáteis para o guarda-roupa esportivo masculino. Fáceis de coordenar, essas tonalidades permitem combinar camisetas, regatas, shorts e calças sem exigir grandes contrastes. Para quem prefere um visual mais expressivo, tons de verde, azul intenso e terrosos podem aparecer em uma peça de destaque, mantendo o restante da produção neutro.

 

Skyler
https://skyler.com.br/


Tem uma legging preta no armário? Veja 5 formas de renovar o look

Do contraste com o rosa ao all black com pegada urbana, a peça fitness ganha novas versões com tops, jaquetas e diferentes modelagens


A legging preta é um clássico do guarda-roupa fitness, mas também funciona como ponto de partida para produções cheias de personalidade. O styling faz toda a diferença: um top colorido muda a paleta, uma jaqueta esportiva traz uma referência streetwear e uma blusa transpassada acrescenta informação de moda ao look.

A DLK, marca referência em moda fitness, listou cinco combinações que mostram como variar o visual sem abrir mão da estética esportiva. Inspire-se!

 

1.    Legging preta + top rosa: o contraste que transforma o look

 

Top colorido + legging preta
 Foto Divulgação DLK


O rosa quebra a neutralidade do preto e assume o protagonismo da produção. Com top de decote em V, legging de cintura alta, tênis robustos e meias brancas aparentes, o look ganha uma pegada esportiva que também conversa com as tendências de streetwear. Uma escolha para quem gosta de inserir cor na produção sem exagerar.

 

2.    All black: o minimalismo está nos detalhes

 

Top Preto + legging preta
O look monocromático prova que uma paleta neutra não precisa ser óbvia. Top e legging pretos formam uma base uniforme, enquanto os acessórios esportivos complementam a composição. Fones de ouvido, garrafa térmica e uma beleza mais polida reforçam a estética de quem transforma a ida à academia em parte do lifestyle.

 

3.    Jaqueta esportiva: a terceira peça que muda tudo 

                                 

Legging preta jaqueta fitness
Foto Divulgação DLK

A combinação de legging, top e jaqueta preta ganha uma leitura urbana com a escolha dos acessórios. Óculos escuros, bolsa e tênis de visual robusto acrescentam referências de street style à produção. A jaqueta também permite brincar com o styling, seja fechada, seja aberta para deixar o top aparecer.

 

4.    Blusa transpassada: o detalhe que faz a diferença

 

Legging preta conjunto fitness
Foto Divulgação DLK


Com faixas que envolvem a cintura, a blusa transpassada traz movimento e muda a silhueta do conjunto tradicional de top e legging. A proposta monocromática mantém o visual sofisticado, enquanto a amarração funciona como o ponto de destaque. É uma alternativa para quem prefere peças com detalhes de design, mesmo em looks de uma única cor.

 

5.    Regata de decote quadrado: uma nova leitura do preto

 

legging preta conjunto fitness 
Foto Divulgação DLK


As alças largas e o decote quadrado dão outra personalidade à combinação com legging preta. Para completar a produção, a jaqueta de efeito couro cria contraste de texturas, enquanto a bolsa ampla e os óculos escuros reforçam a estética urbana. O resultado é um look que transita entre a rotina fitness e uma parada para o café.

 

O styling é o que faz a diferença

 

legging preta conjunto fitness Foto Divulgação DLK


Uma mesma legging da DLK pode assumir propostas distintas conforme as peças escolhidas para acompanhá-la. Com contrastes, recortes, amarrações e sobreposições mudam a leitura do look e ampliam as possibilidades de uso da moda fitness. A ideia é experimentar combinações e encontrar novas formas de usar um clássico do guarda-roupa.

 


Entre telas e provadores: por que a moda festa exige a experiência da loja física

A expansão do comércio eletrônico não tornou a loja física dispensável, mas expôs o quanto o varejo precisa repensar sua função. Na temporada de formaturas, casamentos e confraternizações de fim de ano, quando a compra envolve uma ocasião com data marcada e pouca margem para erros, essa mudança fica ainda mais evidente. A consumidora pode descobrir um vestido pelas redes sociais, comparar preços no celular e chegar à loja com referências bem definidas, mas ainda precisa responder a uma pergunta que nenhuma fotografia resolve por completo: como essa roupa veste no meu corpo? Insistir na disputa entre o físico e o digital significa ignorar que os canais atendem a necessidades diferentes. Na moda festa, a experiência presencial pode ser justamente o que transforma interesse em decisão de compra.

Os dados mostram que essa divisão entre canais já não corresponde ao comportamento de boa parte dos consumidores. Segundo a pesquisa Consumo de Moda no Brasil, publicada pelo Opinion Box em fevereiro de 2026, 38% dos entrevistados compram tanto em lojas físicas quanto pela internet, enquanto 29% priorizam o comércio presencial, mas também recorrem ao digital, e 23% compram principalmente online, sem abandonar as lojas. O levantamento ouviu 1.114 pessoas que haviam comprado ao menos um item de moda nos três meses anteriores, entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. Somados, os três grupos representam 90% dos entrevistados que transitam entre os canais. O resultado não significa que toda compra precise terminar em uma loja, mas evidencia que a estratégia de separar rigidamente as operações físicas e digitais está desconectada dos hábitos de consumo. Para as marcas de moda festa, estar presente no celular é importante, mas não basta quando a cliente precisa ter certeza de que a peça escolhida corresponde ao que procura.

Essa necessidade ganha dimensão econômica quando o erro de tamanho transforma uma compra em uma corrida contra o relógio. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Reversa do Varejo (ABREV), divulgado em setembro de 2026, cerca de 12% dos produtos adquiridos pela internet são devolvidos no Brasil, o equivalente a R$ 59 bilhões em mercadorias por ano. Dados da Aftersale referentes a 2026, publicados pelo portal E-Commerce Brasil, indicam que problemas relacionados ao tamanho respondem por 55% das solicitações de devolução analisadas, enquanto moda e vestuário apresentam taxas de retorno entre 12% e 18%. Esses indicadores abrangem o comércio eletrônico e não representam exclusivamente a moda festa, mas ajudam a dimensionar o desafio de vender roupas sem que o consumidor possa experimentá-las. Quando um vestido será usado em um casamento dali a duas semanas, a troca não é apenas uma questão operacional. Pode significar frete adicional, ajustes de última hora e o risco de não encontrar outra peça a tempo. A prova presencial não elimina todos os imprevistos, mas permite avaliar comprimento, sustentação, decote, movimento do tecido e conforto antes de assumir o compromisso com uma ocasião específica.

Por isso, a loja física precisa oferecer mais do que exposição de produtos e pagamento no caixa. Se a consumidora consegue consultar modelos, comparar preços e conhecer uma coleção pelo celular, o ponto de venda precisa entregar algo que justifique a visita. Isso passa por equipes capazes de orientar sem pressionar, variedade de modelagens, disponibilidade de tamanhos e condições para experimentar diferentes peças até encontrar a opção adequada. Também exige integração com o ambiente digital, para que a cliente consulte modelos, verifique a disponibilidade e organize sua visita antes de sair de casa. A experiência não está na decoração da loja nem em transformar o atendimento em um discurso de vendas. Está a reduzir as dúvidas que impedem a decisão. O varejo que não compreender essa diferença corre o risco de manter uma estrutura física cara sem oferecer uma vantagem concreta sobre a compra pela internet.

A localização também precisa acompanhar essa mudança. Em sua análise sobre as perspectivas do varejo de moda para o inverno de 2026, publicada em abril, o IEMI apontou a movimentação de lojas de regiões centrais para bairros como uma estratégia para aproximar os pontos de venda dos consumidores. Essa leitura ajuda a compreender por que conveniência e proximidade podem ganhar importância em categorias nas quais experimentar a peça faz diferença. A sazonalidade reforça o argumento. De acordo com as Estatísticas do Registro Civil do IBGE, o Brasil registrou 940.800 casamentos em 2023, dos quais 380.133 ocorreram entre setembro e dezembro, aproximadamente 40,4% do total anual. Embora o dado não represente toda a demanda por roupas de festa nem permita estimar as vendas atuais, ele demonstra a concentração de casamentos no último quadrimestre e ajuda a dimensionar a importância desse período para ocasiões que exigem roupas específicas. Uma loja próxima de áreas residenciais pode facilitar a prova, os ajustes e a resolução de problemas sem obrigar a consumidora a atravessar a cidade. A proximidade, nesse caso, não é apenas conveniência: pode ser parte da segurança que a compra exige.

O futuro da moda festa não depende de escolher entre a loja física e o comércio eletrônico, mas de reconhecer o que cada canal precisa entregar. O digital amplia o alcance, apresenta coleções e facilita a comparação; a loja física oferece experimentação, orientação e a possibilidade de avaliar o vestido antes de levá-lo para uma ocasião importante. As marcas que tratarem esses ambientes como concorrentes correm o risco de investir em alcance sem resolver a necessidade que determina a compra. Isso não significa que toda empresa deva abrir lojas ou que a experiência presencial seja indispensável para todas as consumidoras. Significa que a decisão de manter, ampliar ou abrir um ponto físico precisa considerar o valor que ele acrescenta à jornada, e não apenas a lógica tradicional de vender presencialmente. Na moda festa, em que caimento, conforto e prazo têm peso decisivo, a loja não precisa vencer a internet. Precisa resolver o que a internet, sozinha, não consegue resolver com a mesma segurança. A escolha pode começar no celular, mas é diante do espelho que muitas consumidoras confirmam se encontraram o vestido certo.

 

Andrea Petrin - sócia-fundadora e diretora criativa da Majesté, marca especializada em moda festa. Atua no desenvolvimento criativo da marca e acompanha as mudanças no comportamento das consumidoras, as demandas por modelagem e caimento e os desafios do varejo de roupas para ocasiões especiais.


Matéria-prima usada em roupas fitness, biquínis e lingerie sobe quase 50% em 2026

Divulgação CTM
Valorização da caprolactama em 2026 já se reflete nas cotações internacionais dos fios. Tecnologias apresentadas pela CTM na ONDM mostram alternativas para agregar valor aos tecidos

 

O custo de produzir roupas fitness, biquínis e peças de lingerie pode sofrer novas pressões por causa da valorização de uma matéria-prima importante para a indústria têxtil. A caprolactama, utilizada na fabricação da poliamida 6, acumulou alta de 49,67% entre janeiro e outubro de 2026 no mercado chinês. O aumento já se reflete nas cotações internacionais dos fios e exige atenção de fabricantes de tecidos, confecções e marcas.

Os dados fazem parte de um levantamento acompanhado pela CTM, empresa de Blumenau (SC) especializada em fios e soluções têxteis. Segundo indicadores da plataforma internacional Echemi, a cotação média da caprolactama passou de 9.509,57 para 14.233,00 yuans por tonelada (CNY/t) entre janeiro e outubro. Cada tonelada corresponde a mil quilos do insumo. A valorização ganhou força no segundo semestre. Em junho, a matéria-prima era cotada a 11.499,30 CNY/t, em média. Em agosto, o valor chegou a 12.549,31 CNY/t e, em setembro, alcançou 14.096,25 CNY/t. Somente entre os dias 1º e 21 de outubro, houve nova alta de 1,52%.

O movimento também aparece em outros indicadores da cadeia produtiva. Na comparação entre outubro de 2025 e outubro de 2026, o levantamento da CTM aponta valorização de 66,87% na caprolactama, de 87,74% no benzeno, utilizado em sua fabricação, e de 65,42% no petróleo Brent.

Os reflexos já podem ser observados no mercado de fios. Segundo monitoramento da plataforma Claight, o fio de poliamida FDY (fio de filamento contínuo), utilizado em diferentes aplicações têxteis, registrou alta de 8,2% no mercado chinês entre 2 de setembro e 2 de outubro de 2026, chegando a US$ 2.737 por tonelada. Outro indicativo veio da fabricante química BASF, que anunciou, em setembro, reajuste de US$ 0,15 por libra para caprolactama, poliamida 6 e copoliamida na América do Norte, com vigência a partir de outubro, conforme as condições contratuais. 

Para dimensionar o que essa valorização poderia representar para o consumidor, uma simulação considera uma peça de roupa vendida por R$ 200, na qual os materiais afetados pela alta correspondam a 5% a 15% do preço final. Se todo esse custo aumentasse 49,67%, acompanhando a valorização da caprolactama, e o reajuste fosse integralmente repassado, o preço da peça poderia subir entre R$ 4,97 e R$ 14,90, chegando a aproximadamente R$ 205 a R$ 215. O cálculo é hipotético e não representa um aumento já observado nas lojas, mas ajuda a ilustrar como as oscilações nas matérias-primas podem chegar ao consumidor.

O cenário reforça a importância do planejamento de compras e da busca por alternativas que permitam às marcas oferecer produtos com diferenciais além do preço.


Tecnologia como diferencial para a moda

Em um mercado pressionado pela valorização das matérias-primas, a inovação ganha espaço no desenvolvimento de tecidos que combinam conforto, estética e funcionalidade.

Esse foi um dos destaques da participação da CTM na ONDM – O Negócio da Moda 2026, realizada entre 20 e 22 de outubro, em Balneário Camboriú (SC). A empresa apresentou oito tecnologias de fibras funcionais, desenvolvidas para ampliar as possibilidades de aplicação dos fios em diferentes segmentos da indústria têxtil.

Entre as soluções está a Pro Cover, tecnologia que aumenta a opacidade dos tecidos, inclusive em cores claras e construções leves. O recurso é especialmente interessante para leggings, roupas íntimas e peças ajustadas ao corpo, permitindo explorar maior cobertura sem depender exclusivamente de tecidos mais pesados.

Outra tecnologia apresentada foi a Pro Elastic, que proporciona elasticidade e recuperação dimensional por meio da engenharia e texturização dos fios. A característica favorece o conforto e a manutenção da forma das peças após o uso, atributos valorizados principalmente em roupas esportivas e ajustadas ao corpo.

O desempenho final dessas soluções depende da composição e da construção de cada tecido, mas demonstra como a inovação nos fios pode ampliar as possibilidades de desenvolvimento de produtos para o mercado consumidor.

“Nosso trabalho vai além de apresentar novas tecnologias. Buscamos entender o que as marcas e as confecções precisam desenvolver e orientar tecnicamente esses profissionais na escolha dos fios mais adequados a cada projeto. A composição, a construção do tecido e a aplicação final precisam ser consideradas em conjunto para que os atributos da tecnologia se traduzam em benefícios para o produto”, afirma Carlos Modolo, CEO da CTM.

Embora não elimine os efeitos do aumento das matérias-primas, a tecnologia permite que fabricantes e marcas busquem diferenciação por meio de características que agregam valor às peças.

Para a CTM, acompanhar o comportamento do mercado internacional e apresentar soluções tecnológicas faz parte do trabalho de conectar a indústria brasileira a novas possibilidades de desenvolvimento. Em um cenário de preços voláteis, aliar planejamento, conhecimento técnico e inovação torna-se cada vez mais importante para a competitividade do setor.

“Em um cenário de custos variáveis, é importante que os desenvolvedores avaliem não apenas o preço do fio, mas também o desempenho que ele pode oferecer ao produto final. Nosso papel é compartilhar informações sobre as tecnologias disponíveis e apoiar as empresas nessa avaliação, considerando as necessidades de cada aplicação e o posicionamento da marca”, complementa Modolo.


Paetê, textura 3D e crochê de luxo: a tendência artesanal que conquista a moda nacional

Com as passarelas internacionais e o trabalho autoral de Gustavo Silvestre em alta, a consultora Katia Linden revela como a técnica artesanal virou sinônimo de luxo e exclusividade

Se o crochê já teve fama de peça restrita à praia ou ao casual, a temporada internacional de moda e os principais desfiles paulistanos trataram de enterrar essa imagem de vez. Das passarelas internacionais aos trabalhos autorais de estilistas como Gustavo Silvestre, conhecido por misturar fios, texturas e cores sem moderação, o trabalho artesanal se consolidou como a expressão de elegância e autenticidade. 

A novidade da vez no universo das tramas? O maximalismo tátil. Blusas, regatas e casacos ganham vida com pontos em relevo tridimensional (como o famoso ponto pipoca) e, principalmente, a aplicação reluzente de paetês e brilhos entrançados diretamente nos fios.

Na Novelaria, o badalado knit café da Vila Madalena e Moema, a busca por turmas para aprender a reproduzir esses looks de impacto disparou.


"O crochê deixou de ser associado só ao casual e ganhou as passarelas já há algum tempo, com volume, textura e brilho, com sofisticação e inovação na combinação de pontos e materiais"
, afirma Katia Linden, consultora de estilo e professora de costura da Novelaria. 

"O ponto pipoca, por exemplo, dá relevo e transforma uma peça simples no destaque da produção. E o paetê junto com a trama do crochê traz brilho ao visual de uma forma diferente."

Para quem quer aderir à tendência sem perder a sofisticação, a especialista aponta os três pilares fundamentais que estão dominando os ateliês:

1. Brilho do dia: a peça de crochê com paetê pode sair da noite e ir pro dia, combinada com jeans ou alfaiataria.

2. Textura 3D: pontos em relevo nas mangas ou no decote dão estrutura à peça. Acessórios menores podem deixar o foco na peça tecida manualmente.

3. Mix de fios: combinar fibras diferentes, como algodão e seda, deixa a peça visualmente rica e cheia de textura.


Mais do que acompanhar o ritmo acelerado das tendências, a busca pelo 'faça você mesmo' em versão sofisticada reflete o desejo por peças únicas. "A vantagem de fazer a própria roupa é adaptar as tendências ao seu estilo e ao seu corpo, com um grau de exclusividade único. É um grande luxo vestir com confiança o que a gente faz,afirma katia.  
 



Novelaria
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Projeto Verão: novas cores ganham espaço nos looks de treino da temporada


Divulgação
Nova tendência de azul

Do azul intenso ao verde inspirado na natureza, as apostas da primavera-verão ampliam as possibilidades de combinações para diferentes práticas esportivas

Com a aproximação da alta temporada de férias nas praias brasileiras, ganha força o tradicional Projeto Verão, período em que muitas pessoas intensificam os treinos e os cuidados com o corpo. Essa movimentação também se reflete na moda esportiva, que apresenta uma paleta cada vez mais diversificada de cores para os looks de academia e outras atividades físicas.

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Verde bambu ganha espaço
A modelo brasileira Maria Klaumann, por exemplo, aposta em duas cores para a temporada. Para as práticas esportivas, principalmente ao ar livre, escolhe o California Blue, um azul marcante e cheio de personalidade. Já para os treinos indoor, a preferência é pelo Bamboo Green, um verde inspirado na natureza. “Essas foram duas das tonalidades que apresentei na campanha global da ALO para a primavera-verão que gostei muito. Favorecem a funcionalidade, você já pode sair de casa pronta e bem estilosa para a sua prática”, conta Klaumann.

Cada uma delas traz uma proposta diferente. O California Blue chama a atenção pela intensidade e aparece em peças que valorizam produções monocromáticas ou combinações com tons neutros. Já o Bamboo Green é um verde terroso, de aparência suave, com nuances acinzentadas, que surge como alternativa aos verdes vibrantes e aos tradicionais preto, branco e cinza.

A variedade também aparece nas modelagens e nos tecidos. Além dos tradicionais conjuntos de leggings e tops, as coleções incorporam shorts, saias, calças de cortes mais amplos e peças de sobreposição, permitindo diferentes combinações. Assim, para quem está entrando no ritmo do Projeto Verão, as novas coleções ampliam as opções de looks que combinam conforto, funcionalidade e estilo, dentro e fora dos espaços de treino.

 

Athleisure: do treino ao café, por que a roupa fitness ganhou espaço no guarda-roupa

Crédito: Victor Coutant
A aproximação entre o esportivo e o casual impulsiona o desenvolvimento de peças versáteis, alinhando conforto, funcionalidade e estética para os mais diversos momentos do dia 


A roupa de academia já não precisa ficar na academia. Leggings combinadas a camisas, tops sob blazers, jaquetas esportivas com jeans e conjuntos que compõem o aero look mostram como peças desenvolvidas para a prática de exercícios passaram a ocupar outros espaços do guarda-roupa. Conhecido como athleisure, o movimento aproxima moda esportiva e vestuário casual e coloca conforto e funcionalidade entre os atributos cada vez mais valorizados pelas consumidoras.

Essa transformação também movimenta a indústria da moda fitness. É nesse mercado que atua a Baunny, confecção especializada em moda fitness premium, que desenvolve e produz coleções para outras marcas no modelo White Label. Atualmente, a empresa atende cerca de 300 marcas no Brasil e no exterior e trabalha com diferentes modelagens, tecidos e tecnologias voltados à performance e ao conforto.

O cenário acompanha a expansão do mercado de roupas esportivas. Segundo o IMARC Group, o segmento movimentou US$ 4,44 bilhões no Brasil em 2025 e deve alcançar US$ 6,20 bilhões até 2034, com crescimento médio anual de 3,65% entre 2026 e 2034. O instituto aponta a crescente demanda por roupas de athleisure entre os fatores que impulsionam o setor. Já a Euromonitor estima que o sportswear movimentou R$ 36,8 bilhões no país em 2025, impulsionado também pela busca por bem-estar e roupas funcionais.


Quando a roupa de treino ganha novas funções

A mudança no comportamento das consumidoras também altera o que se espera de uma peça esportiva. Mais do que acompanhar o treino, ela precisa responder a diferentes ocasiões e combinar desempenho com estética.

Para Raissa de Albuquerque, cofundadora e diretora de operações da Baunny, essa demanda tem reflexos diretos no desenvolvimento das coleções. “Hoje, a consumidora quer peças que acompanhem diferentes momentos do dia. Por isso, as marcas precisam pensar em produtos que entreguem performance, mas que também tenham estética, caimento e conforto para além do treino”, explica.

Nesse contexto, recursos tradicionalmente associados ao universo esportivo, como respirabilidade, secagem rápida, controle de umidade, conforto térmico e compressão, passam a ser desenvolvidos em conjunto com atributos ligados à moda, como toque, modelagem e acabamento.

Para as marcas, o movimento também amplia as possibilidades de construção de coleções. Na Baunny, por exemplo, tecidos, modelagens e tecnologias são combinados de acordo com a proposta e a identidade de cada negócio. “Quando a peça vai transitar por diferentes ocasiões, o desenvolvimento precisa considerar o conjunto da experiência. O tecido e a modelagem precisam entregar a funcionalidade esperada de uma roupa fitness, mas também ter um acabamento e um caimento que façam sentido para outros momentos”, afirma Raissa.

Com essa aproximação, a divisão entre moda fitness e vestuário casual se torna cada vez menos rígida. O resultado é um mercado em que peças esportivas deixam de ser associadas exclusivamente ao exercício e passam a disputar espaço também em produções de viagem, lazer e rotina.


Alto Verão 2027 resgata referências tropicais e transforma o artesanal em novo código de luxo

Em um momento em que consumidores buscam produtos com mais identidade, história e conexão emocional, o mercado de acessórios e semijoias se prepara para uma temporada em que brasilidade, trabalho artesanal e expressão pessoal ganham protagonismo. Esse é o contexto que orienta a 110ª BIJOIAS, que acontece nos dias 10 e 11 de novembro de 2026, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, sob o tema AURA TROPICAL. 

Depois de explorar a descoberta e os novos horizontes na edição anterior, com o tema Odisseia, a 110ª BIJOIAS direciona o olhar para referências que valorizam a identidade brasileira. A nova edição parte do encontro entre natureza, cor, textura e movimento para apresentar os principais códigos que devem influenciar o Alto Verão 2027, em uma leitura que combina exuberância tropical e sofisticação contemporânea. 

A proposta acompanha uma transformação mais ampla no comportamento de consumo. Para 2027, identidade, emoção, acabamento e história ganham relevância na escolha de acessórios, enquanto a curadoria se torna cada vez mais estratégica para marcas e lojistas. Nesse cenário, a peça deixa de ser apenas um complemento estético e passa a expressar personalidade, evocar memórias e estabelecer conexões com quem a escolhe.
 

Brasilidade ganha protagonismo

Dentro de AURA TROPICAL, a brasilidade ganha uma leitura contemporânea, em que referências à fauna e à flora brasileiras dialogam com o modernismo, estampas, bordados, cores intensas e volumes criativos. O resultado é uma estética que combina exuberância, identidade cultural e liberdade de expressão. 

O caminho criativo Febre Latina traduz essa proposta em acessórios de forte presença visual. Maxi ar­golas, brincos esculturais, colares em camadas e volumes expressivos encontram o trabalho artesanal em composições que celebram a diversidade cultural, a alegria tropical e a valorização do feito à mão. 

Essa valorização das referências locais acompanha a busca por produtos com identidade e narrativas próprias, capazes de traduzir repertórios culturais em peças desejáveis e contemporâneas. Para o mercado de acessórios e semijoias, o desafio está em transformar essa riqueza de referências em produtos que conciliem expressão autoral, sofisticação e potencial comercial.
 

O artesanal se aproxima do conceito de luxo

Um dos principais movimentos apontados para o Alto Verão 2027 é a valorização do trabalho manual como diferencial de design e sofisticação. Crochês refinados, tramas naturais, rendas, fibras orgânicas, pedras naturais e metais trabalhados ganham destaque em criações que evidenciam texturas, domínio técnico e singularidade. 

Nesse contexto, o artesanal passa a incorporar atributos tradicionalmente associados ao luxo, como tempo, cuidado, conhecimento técnico e exclusividade. O movimento também resgata o boho chic sob uma perspectiva mais sofisticada, com volumes orgânicos, superfícies táteis, franjas alongadas e aplicações de contas que valorizam a materialidade e a riqueza dos acabamentos. 

Para o varejo, essa tendência amplia o papel estratégico da curadoria. Além de observar formas e referências estéticas, a seleção de produtos passa a considerar a qualidade dos materiais, os processos de produção e as histórias por trás de cada criação. São atributos que contribuem para elevar o valor percebido, diferenciar o mix e oferecer ao consumidor razões que vão além da aparência para escolher uma peça.
 

Do resort ao pôr do sol: diferentes versões do verão

A temporada também explora a leveza e a versatilidade do verão por meio de Brisa Romântica, caminho criativo inspirado no universo resort e na transição natural entre o litoral e a cidade, do dia ao entardecer. 

O mar surge como referência em formas orgânicas, texturas peroladas, superfícies translúcidas e brilhos delicados. Azuis aquarelados, tons de areia, cordas e amarrações dialogam com referências náuticas, incluindo a estética fisherman, reinterpretada com delicadeza e feminilidade. 

Nos acessórios, essa proposta se traduz em peças de linhas fluidas, adereços delicados e acabamentos que privilegiam movimento e leveza. A transparência reforça a sensação de frescor, enquanto o romantismo confere uma nova leitura aos códigos náuticos, criando composições que transitam com naturalidade entre diferentes ocasiões. 

Em contraste, o caminho criativo Brilho Absoluto traduz a dimensão noturna do verão, em que o maximalismo assume o protagonismo. Brincos statement, ear cuffs, cuffs robustos, colares impactantes, metais reluzentes e cristais em escala ampliada compõem uma estética marcada pela intensidade e pela exuberância. 

Inspirada no glamour das grandes joalherias, essa linguagem ganha uma interpretação contemporânea e tropical, com volumes dramáticos e acessórios que transformam o styling. São peças especialmente alinhadas a festas, celebrações e noites de verão, ocasiões em que o brilho ultrapassa a função ornamental e se afirma como expressão de personalidade.


BIJOIAS 110 reúne tendências e mercado em São Paulo

É nesse cenário que a BIJOIAS realiza sua 110ª edição, reunindo as tendências do Alto Verão 2027 em uma experiência que combina novas referências estéticas e uma curadoria orientada por identidade, acabamento, cultura e diferenciação. 

Mais do que apresentar lançamentos, AURA TROPICAL propõe uma leitura dos caminhos que o mercado de acessórios e semijoias pode explorar diante de consumidores que valorizam produtos com maior conteúdo estético e simbólico. A brasilidade se expressa por meio do design, o trabalho artesanal se consolida como atributo de valor e os acessórios ampliam seu protagonismo na construção da identidade e do estilo pessoal.

Realizada nos dias 10 e 11 de novembro de 2026, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a 110ª BIJOIAS dá continuidade à sua trajetória como ponto de encontro entre marcas, lojistas, revendedores e profissionais do setor. Exclusiva para o público profissional, a feira promove um ambiente estratégico para conhecer lançamentos, ampliar o repertório de produtos, identificar oportunidades comerciais e preparar o mix de compras para o Alto Verão 2027. 

Ao conectar tendências, identidade e oportunidades de negócios, a BIJOIAS reafirma seu papel na aproximação entre criação e varejo, contribuindo para que as referências da temporada se transformem em escolhas mais estratégicas para o mercado.

 

Serviço

110ª BIJOIAS — Edição AURA TROPICAL

Data: 10 e 11 de novembro de 2026

Local: Centro de Convenções Frei Caneca – Shopping Frei Caneca, São Paulo/SP

Público: lojistas, revendedores e profissionais do setor, mediante CNPJ.


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