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terça-feira, 15 de setembro de 2026

Curso gratuito apoia redes a implementar educação integral para adolescentes

Formação on-line oferece diagnóstico e instrumentos para Secretarias de Educação estruturarem planos de ação voltados a estudantes do 6º ao 9º ano 

 

A implementação da educação integral nos Anos Finais do Ensino Fundamental exige das redes de educação mais do que ampliar o tempo de permanência dos estudantes na escola. É preciso diagnosticar desafios, definir prioridades e articular ações que considerem as especificidades das adolescências. Para apoiar as equipes técnicas das Secretarias de Educação nesse processo, um novo curso gratuito e on-line oferece instrumentos para a elaboração de planos de ação voltados a essa etapa.  

Intitulada “Educação Integral para os Anos Finais: uma proposta de implementação”, a formação, com 16 horas de duração, articula fundamentos conceituais, diagnóstico estruturado e planejamento, apoiando os profissionais na construção de decisões coerentes, orientadas por evidências e comprometidas com a equidade e o desenvolvimento integral dos adolescentes. Os dois primeiros módulos já estão disponíveis para realização e os demais serão lançados em breve. “Os Anos Finais são uma etapa decisiva da trajetória escolar, que merece um olhar para as especificidades da educação básica. A formação busca contribuir para que as redes de ensino possam qualificar suas políticas para essa faixa etária, considerando os desafios e as oportunidades próprias desse período de transição”, afirma Sonia Dias, gerente de Desenvolvimento e Soluções do Itaú Social. 

O percurso inclui instrumentos de diagnóstico, orientações para a elaboração de planos de ação e conteúdos voltados à articulação entre as diferentes dimensões que envolvem uma política educacional. 

A proposta considera um ciclo marcado por características próprias. Entre o 6º e o 9º ano, os estudantes atravessam a adolescência, período de mudanças físicas, emocionais e sociais que exige da escola uma atenção específica a sua etapa de desenvolvimento, o que envolve reconhecer que existem motivações, interesses e formas de aprender específicas para essa fase. Nesse contexto, a Educação Integral pressupõe uma visão mais ampla do desenvolvimento dos adolescentes e da própria experiência escolar.

 

Curso é dividido em quatro módulos

A primeira parte da formação apresenta os fundamentos e princípios de uma proposta de Educação Integral voltada especificamente aos Anos Finais. Em seguida, os participantes são convidados a analisar a situação de suas redes de ensino, identificando desafios, potencialidades e aspectos que demandam maior atenção. 

A terceira etapa marca a passagem do diagnóstico para a prática. A partir das informações levantadas, as equipes recebem orientações para elaborar um plano de ação, organizar prioridades e definir estratégias. No último módulo, a formação aborda o conceito de Coerência Pedagógica Sistêmica, discutindo como diferentes dimensões da política educacional podem ser articuladas para que a implementação ocorra de forma integrada e intencional. 

“Um dos diferenciais da jornada é ajudar as redes de ensino a estabelecer conexões entre as diversas dimensões envolvidas na implementação. Uma política voltada aos Anos Finais precisa considerar, ao mesmo tempo, os adolescentes, as práticas pedagógicas, a gestão e as condições necessárias para que as ações façam sentido no conjunto da rede. Essa coerência é fundamental para que as iniciativas não fiquem isoladas”, diz Sonia. 

A proposta do curso, desenvolvida pelo Itaú Social e Instituto Reúna, conecta os conteúdos ao Referencial Pedagógico de Educação Integral, da Coalizão de Anos Finais, e à Política Nacional Escola das Adolescências, do Ministério da Educação, fortalecendo as diretrizes e práticas destinadas aos estudantes dessa etapa. 

Além do conteúdo técnico, a jornada combina diferentes formatos de aprendizagem, com vídeos, documentos de leitura e conteúdos interativos. A formação oferece certificado e conta com recursos de acessibilidade, como Libras, legendas e locção. As inscrições podem ser feitas no site da Escola da Fundação Itaú.

 

Curso: Educação Integral para os Anos Finais: uma proposta de implementação

Formato: Autoformativo, on-line

Carga horária: 16 horas

Certificação: Sim

Público: Equipes técnicas de Secretarias de Educação

Inscrições: Escola Fundação Itaú



Cate oferece mais de 2.000 vagas de emprego; salários chegam a R$ 6. 618

Oportunidades contemplam diversos setores, como logística, saúde, comércio entre outros. A Prefeitura de São Paulo ainda organizará na semana um processo seletivo com mais de 400 vagas no setor de asseio.

 

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, oferece mais de 2.000 vagas de emprego em diversas áreas de atuação, com salários que vão de R$ 1.000, para estagiários, a R$ 6.618 para farmacêutico. Para se candidatar, os interessados precisarão se inscrever no Portal Cate, plataforma de emprego do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo, até o dia 16 de setembro, às 18h, ou visitar umas das 46 unidades da rede espalhadas pela Capital.

Mais de 450 vagas são no setor de limpeza, com salários que vão de R$ 1.621 a R$ 2.302. É necessário ter escolaridade a partir do fundamental e experiência mínima de seis meses. As oportunidades que não exigem conhecimento na atividade, os selecionados contarão com treinamento. Algumas regiões de trabalho são Vila Nova Conceição, Barra Funda, Jaçanã, Bom Retiro, Jardim Brasil, Brás, Mooca, Belém, Tatuapé, entre outras.

No comércio são mais de 270 vagas estão abertas. As regiões como 25 de Março, Vila Nova Conceição, Tatuapé, Itaquera e Sumaré, entre outras, estão entre as localidades de trabalho. As vagas vão desde atendente de lanchonete até vendedor de loja, com salários que variam de R$ 1.688 a R$ 2.413. Os requisitos variam entre ensino fundamental e médio, incompletos ou completos, sem experiência ou com experiência mínima de três meses.

O segmento ainda destaca a posição de repositor de mercadoria. São mais de 90 vagas para bairros como Barra Funda, Vila Nova Conceição, Itaquera e Penha, entre outros. Os salários vão de R$ 1.200 (para jovem aprendiz) a R$ 2.120. Os requisitos variam entre ensino fundamental e médio, cursando ou completo, com ou sem experiência de até 6 meses.

Com 95 vagas, a área de logística oferece salários que vão de R$ 2.068 a R$ 2.440. Os requisitos são ensino fundamental ou médio completo. As regiões de trabalho contemplam bairros e municípios como Vila Guilherme e Anhanguera, além de Osasco e Cajamar.

No setor farmacêutico há 10 vagas com salários que vão de R$ 1.976 a R$ 6.618. As vagas exigem ensino médio completo ou superior incompleto, ou ou se experiência.

 

Contratação imediata 

No dia 17 de setembro, quinta-feira, às 9h, no Cate Central, localizado na rua Álvares Penteado, 203 – Centro, será realizado processo seletivo com mais de 400 vagas de auxiliar de limpeza. O salário é de R$ 1.837, mais diversos benefícios como vale transporte (01 ida e 01 volta), vale refeição (R$ 21 por dia), vale alimentação (R$ 151 por mês)  e assiduidade de R$ 315, entre outros. 

Todas as etapas do processo seletivo ocorrerão no mesmo dia na unidade. Para participar os candidatos deverão levar documentos pessoais (RG/CPF ou CNH), carteira de trabalho, carteira de vacina, histórico escolar, certidão de nascimento/casamento, número do PIS e currículo atualizado. A ausência de documentação inviabilizará a contratação imediata.

 

Contrata SP - Pessoa com Deficiência 

No dia 21 de setembro está programado o Contrata SP – Pessoa com Deficiência, com mais de 200 vagas exclusivas para esse público. A seleção ocorrerá no Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios (SINCOVAGA), na rua: 24 de Maio, 35, região central, das 9h às 16h. Os interessados podem se cadastrar na plataforma de empregos do Cate até o dia 18 de setembro. No dia do evento, os candidatos precisarão levar RG, CPF e Carteira de Trabalho que pode ser física ou digital, além disso, é necessário apresentar o laudo médico atualizado. 

 

Serviço

Processos Seletivos Vagas Gerais

Inscrições até 16 de setembro (quarta-feira), 18h

Portal Cate 


Endereços do Cate

Zona Central

  • Cate Central - Rua Álvares Penteado, 203 – Centro – São Paulo/SP – CEP 01012-001
  • Cate Central - Rua Quinze de Novembro, 268 – Centro – São Paulo/SP – CEP 01013-001 (Descomplica SP)


Zona Norte

  • Cate Freguesia/Brasilândia - Av. João Marcelino Branco, 95 – Vila dos Andrades – São Paulo/SP – CEP 02810-000 (Descomplica SP)
  • Cate Jaçanã/Tremembé - Rua Luis Stamatis, 300 – Jaçanã – São Paulo/SP – CEP 02260-000 (Descomplica SP)
  • Cate Jaraguá - Estrada de Taipas, 990 – Parque Nações Unidas – São Paulo/SP – CEP 02991-000 (Descomplica SP)
  • Cate Perus - Rua Ylídio Figueiredo, 285 – Perus – São Paulo/SP – CEP 05204-000 (Descomplica SP)
  • Cate Pirituba - Rua Paula Ferreira, 1708 – Vila Pirituba – São Paulo/SP – CEP 02915-000 (Descomplica SP)
  • Cate Santana - Av. Tucuruvi, 808 – Tucuruvi – São Paulo/SP – CEP 02304-002 (Descomplica SP)
  • Cate Casa Verde - Avenida Ordem e Progresso, 1001 – Casa Verde – São Paulo/SP – CEP 02518-000 (Descomplica SP)
  • Cate Vila Maria/Vila Guilherme - Rua General Mendes, 111 – Vila Maria Alta – São Paulo/SP – CEP 02127-000 (Descomplica SP)
  • Cate CIC Norte - Rua Ari da Rocha Miranda, 36 – Conjunto Habitacional Jova Rural – São Paulo/SP – CEP 02281-050
  • Cate Parque Novo Mundo - Av. Ernesto Augusto Lopes, 100 – Parque Novo Mundo – São Paulo/SP – CEP 02168-000 (CEU)


Zona Sul

  • Cate Campo Limpo - Av. Giovanni Gronchi, 7143 – 4º andar – Vila Andrade – São Paulo/SP – CEP 05724-003 (Descomplica SP)
  • Cate Cidade Ademar - Av. Yervant Kissajikian, 416 – Vila Constância – São Paulo/SP – CEP 04657-000 (Descomplica SP)
  • Cate Interlagos - Av. Interlagos, 6122 – Interlagos – São Paulo/SP – CEP 04777-000
  • Cate Ipiranga - Rua Breno Ferraz do Amaral, 425 – Ipiranga – São Paulo/SP – CEP 04124-020 (Descomplica SP)
  • Cate Jabaquara - Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2314 – Jabaquara – São Paulo/SP – CEP 04308-000 (Descomplica SP)
  • Cate M’Boi Mirim - Av. Guarapiranga, 1695 – Vila Socorro – São Paulo/SP – CEP 04761-003 (Descomplica SP)
  • Cate Parelheiros - Estrada Ecoturística de Parelheiros, 5252 – Jardim dos Álamos – São Paulo/SP – CEP 04890-000 (Descomplica SP)
  • Cate Santo Amaro - Praça Floriano Peixoto, 54 – Santo Amaro – São Paulo/SP – CEP 04751-030 (Descomplica SP)
  • Cate Vila Mariana - Rua José de Magalhães, 500 – Vila Clementino – São Paulo/SP – CEP 04026-090 (Descomplica SP)
  • Cate Capela do Socorro - Rua Cassiano dos Santos, 499 – Jardim Clipper – São Paulo/SP – CEP 04816-020 (Descomplica SP)
  • Cate CIC Sul - Rua José Manoel Camisa Nova, 100 – Jardim São Luís – São Paulo/SP – CEP 05822-170


Zona Leste

  • Cate Aricanduva - Av. Aricanduva, 5777 – Aricanduva – São Paulo/SP – CEP 03527-000 (Descomplica SP)
  • Cate Cidade Tiradentes - Estrada do Iguatemi, 7001 – Cidade Tiradentes – São Paulo/SP – CEP 08475-000 (Descomplica SP)
  • Cate Cidade Tiradentes 2 - Rua Inácio Monteiro, 6900 – Cidade Tiradentes – São Paulo/SP – CEP 08472-000 – Andar térreo do Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (Descomplica SP)
  • Cate Guaianases - Rua Copenhague, 92 – Guaianases – São Paulo/SP – CEP 08441-000 (Descomplica SP)
  • Cate Itaim Paulista - Av. Marechal Tito, 3012 – São Miguel Paulista – São Paulo/SP – CEP 08115-100 (Descomplica SP)
  • Cate Itaquera - Rua Augusto Carlos Bauman, 851 – Itaquera – São Paulo/SP – CEP 08210-590
  • Cate Itaquera 2 - Av. Itaquera, 6735 – Itaquera – São Paulo/SP – CEP 08295-000 (Descomplica SP)
  • Cate Penha - Rua Candapuí, 492 – Vila Marieta – São Paulo/SP – CEP 03619-000 (Descomplica SP)
  • Cate São Mateus - Av. Ragueb Chohfi, 1400 – Jardim Três Marias – São Paulo/SP – CEP 03982-000 (Descomplica SP)
  • Cate São Miguel Paulista - Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 – Vila Jacuí – São Paulo/SP – CEP 08060-070 (Descomplica SP)
  • Cate Sapopemba - Av. Sapopemba, 9064 – Jardim Aurora – São Paulo/SP – CEP 03374-000
  • Cate Sapopemba 2 - Rua Luís Juliani, 45 – Jardim Adutora – São Paulo/SP – CEP 03961-000 (Descomplica SP)
  • Cate Vila Prudente - Av. do Oratório, 172 – Jardim Independência – São Paulo/SP – CEP 03220-000 (Descomplica SP)
  • Cate Ermelino Matarazzo - Rua Boturussu, 1180 – Parque Boturussu – São Paulo/SP – CEP 03802-000 (Descomplica SP)
  • Cate Mooca - Rua Hipódromo, 1552 – Mooca – São Paulo/SP – CEP 03164-140 (Descomplica SP)


Zona Oeste

  • Cate Butantã - Rua Doutor Ulpiano da Costa Manso, 201 – Jardim Peri Peri – São Paulo/SP – CEP 05566-000 (Descomplica SP)
  • Cate Pinheiros - Avenida Dra. Ruth Cardoso, 7123 – Pinheiros – São Paulo/SP – CEP 05425-070 (Descomplica SP)
  • Cate Lapa - Rua Guaicurus, 1000 – Água Branca – São Paulo/SP – CEP 05033-002 (Descomplica SP)
  • Cate Pinheirinho D'Água - Rua Camillo Zanotti – Jaraguá – São Paulo/SP – CEP 05185-420 (CEU)

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Intercâmbio na Espanha muda de perfil e impulsiona busca por cidades além de Madrid e Barcelona

Levantamento da Experimento aponta crescimento de 16% no número de estudantes, avanço de destinos como Málaga, Valencia e Granada e maior interesse por programas que combinam idiomas, cultura e experiência profissional

 

A Espanha está deixando de ser escolhida pelos brasileiros apenas como destino para aprender espanhol. Um levantamento da Experimento Intercâmbio Cultural revela que cresce o interesse por programas que combinam o aprendizado do idioma com experiências culturais, desenvolvimento profissional e qualidade de vida, movimento que também vem impulsionando a procura por cidades além dos tradicionais pólos de Madrid e Barcelona. 

Na comparação com o mesmo período do ano passado, que foi de janeiro de julho, a procura pelo destino registrou crescimento de 16% no número de estudantes. Atualmente, a Espanha representa cerca de 3% das vendas de programas de idiomas da Experimento, ocupa a 7ª posição entre todos os destinos comercializados pela empresa e se consolida como o principal destino de idiomas cuja língua principal não é o inglês. 

Para Renata Bueno, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, esses indicadores refletem uma transformação no comportamento do estudante brasileiro. “A Espanha sempre foi um destino muito associado ao aprendizado do idioma, mas hoje percebemos que ela passou a representar algo maior. O estudante brasileiro busca uma experiência internacional completa, que combine formação, vivência cultural, qualidade de vida e, em muitos casos, desenvolvimento profissional. O idioma continua sendo importante, mas deixou de ser o único fator na decisão”, explica a executiva. 

Essa mudança também pode ser observada na escolha das cidades. Embora Madrid e Barcelona permaneçam como os principais destinos, cresce o interesse por localidades como Málaga, Valencia e Granada, que vêm conquistando espaço por oferecerem uma combinação de qualidade de vida, imersão cultural e experiências mais próximas da rotina local. 

Outro reflexo dessa transformação aparece na escolha dos programas. O tradicional curso de Espanhol Geral continua liderando a procura, mas cresce o interesse por formatos que unem aprendizado e experiências culturais, como Espanhol + Gastronomia, Espanhol + Flamenco, Programas Sênior e modalidades que permitem combinar estudo e trabalho. 

Segundo a empresa, essa diversificação demonstra que os estudantes passaram a enxergar o intercâmbio como parte de um projeto mais amplo de desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal. 

“Também observamos um consumidor mais informado e criterioso. Além de comparar destinos, ele avalia estilo de vida, custo-benefício, oportunidades acadêmicas e profissionais e o tipo de experiência que deseja viver. Isso explica o crescimento de cidades além de Madrid e Barcelona e de programas que unem idiomas, cultura e trabalho, refletindo uma busca por intercâmbios cada vez mais personalizados”, afirma Renata Bueno. 

O levantamento também mostra que a Espanha atrai um público relativamente mais maduro. A idade média dos estudantes é de aproximadamente 28 anos, acima da média observada em muitos programas de idiomas. Embora a faixa entre 18 e 30 anos continue predominando, cresce a participação de pessoas acima dos 30 anos e também do público 50+, especialmente em programas voltados à aprendizagem contínua e experiências culturais. 

Outro indicador que reforça essa mudança é a duração das viagens. Os programas possuem permanência média de aproximadamente quatro semanas, mas a Experimento observa aumento da procura por cursos mais longos, principalmente entre estudantes interessados em combinar o aprendizado do idioma com uma experiência profissional por meio de programas de Estudo + Trabalho. 

Na avaliação da empresa, essa tendência deve continuar nos próximos anos, acompanhando a busca dos brasileiros por experiências internacionais mais personalizadas e alinhadas a objetivos acadêmicos, profissionais e de desenvolvimento pessoal.

  

Experimento Intercâmbio Cultural

 

Um em cada 10 pacientes sofre algum dano durante o atendimento

Parte dos riscos está relacionada não à doença em si, mas
à 
 forma como o cuidado é organizado e prestado  
Magnific
Eventos adversos estão entre as principais ameaças à segurança em saúde e pelo menos metade poderia ser evitada, segundo a OMS; para a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo (AHOSP), acreditação, gestão e capacitação são caminhos para tornar a assistência mais segura


Um em cada dez pacientes sofre algum tipo de dano durante a assistência à saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O dado ganha ainda mais relevância em 17 de setembro, Dia Mundial da Segurança do Paciente, data criada para chamar atenção para a prevenção de danos e para a necessidade de tornar os cuidados de saúde cada vez mais seguros. 

Parte dos riscos está relacionada não à doença em si, mas à forma como o cuidado é organizado e prestado. E há um agravante: pelo menos metade desses danos poderia ser evitada. 

A OMS estima que os danos decorrentes de cuidados inseguros estejam entre as dez principais causas de morte e incapacidade no mundo. Entre os eventos que podem comprometer a segurança estão erros de medicação, falhas de diagnóstico e tratamento, infecções relacionadas à assistência, procedimentos cirúrgicos inseguros, quedas e problemas na identificação dos pacientes. A organização destaca ainda que cerca de dois terços dos eventos adversos relacionados a cuidados inseguros ocorrem em países de baixa e média renda. 

Um levantamento da Plataforma DRG Brasil, do Grupo IAG Saúde, analisou 814.155 internações por doenças não transmissíveis (DNTs) no período de janeiro de 2021 e junho de 2026, e identificou que 10,9% dos registros apresentaram alguma condição adquirida durante a hospitalização, o equivalente a aproximadamente uma em cada nove internações. Em 4,1% dos casos, a condição adquirida foi classificada como grave. A mortalidade intrahospitalar no grupo analisado foi de 6,7%. 

Já um estudo publicado em 2025 na revista Frontiers in Public Health, com base em dados do Global Burden of Disease (GBD) 2021, estimou 175.841 casos de efeitos adversos de tratamentos médicos no Brasil em 2021, o equivalente a uma taxa de 75,09 casos por 100 mil habitantes. A incidência brasileira apresentou crescimento médio anual de 3,88% entre 1990 e 2021, segundo a análise. O documento destaca que os países analisados na pesquisa “devem priorizar a otimização dos recursos de saúde existentes, como o treinamento da força de trabalho e os sistemas de vigilância”. 

Outro estudo, de 2016, produzido pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), estimou que 302,6 mil vidas são perdidas por ano no Brasil por eventos adversos evitáveis dentro de hospitais, com custo médio anual de R$ 10,9 bilhões. Passada uma década, o país ainda carece de uma política nacional que padronize a coleta, a divulgação e a auditoria de indicadores mínimos de segurança pelos hospitais. 

Para o presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo (AHOSP), Dr. Anis Mitri, a segurança do paciente precisa ser tratada como parte estruturante da gestão hospitalar, com processos capazes de identificar riscos, prevenir falhas e medir resultados. 

“Segurança do paciente não pode ser vista como uma ação isolada ou restrita a um protocolo. Ela precisa fazer parte da cultura da instituição, estar presente na gestão, nos processos e na atuação das equipes. Para isso, é fundamental que os hospitais tenham condições de identificar riscos, acompanhar indicadores e trabalhar continuamente na melhoria da assistência. Quanto mais informação e transparência tivermos sobre esses processos, maior será a capacidade de prevenir eventos adversos e oferecer um cuidado cada vez mais seguro e qualificado”, ressalta.

 

Acreditação ajuda a transformar segurança em rotina 

É nesse cenário que a acreditação hospitalar ganha relevância, segundo Mitri. Mais do que uma certificação, o processo estabelece parâmetros para que as instituições avaliem e aprimorem continuamente seus processos, envolvendo áreas assistenciais e administrativas. 

Na prática, a busca pela acreditação pode levar o hospital a identificar pontos vulneráveis, padronizar procedimentos, acompanhar indicadores, estruturar protocolos e desenvolver mecanismos para prevenir e analisar eventos adversos. O objetivo é fazer com que a segurança deixe de depender de iniciativas isoladas e passe a fazer parte da cultura da organização. 

“A lógica está alinhada à própria definição da OMS, que trata a segurança do paciente como um conjunto de atividades organizadas para reduzir, de forma consistente e sustentável, os riscos e a ocorrência de danos evitáveis durante o cuidado”, fala o presidente da AHOSP. 

A produção científica recente também reforça que os efeitos da acreditação dependem da capacidade das instituições de incorporar as práticas ao cotidiano. Uma revisão sistemática publicada em 2026 sobre a sustentabilidade dos resultados da acreditação aponta benefícios associados à qualidade da assistência, à segurança do paciente e ao desempenho organizacional, mas ressalta a importância de fatores como liderança, governança, qualificação das equipes e disponibilidade de recursos para manter esses avanços ao longo do tempo. 

“Quando a gente busca fontes de financiamento, melhora a cultura e a gestão hospitalar, trazemos também a melhoria, a segurança e a qualidade no atendimento”, destaca Anis. “A discussão, portanto, não se resume a obter ou não um selo. A questão central é criar condições para que os processos sejam continuamente avaliados e aperfeiçoados, com participação das equipes e acompanhamento dos resultados”, completa.

 

Rede Paulista de Qualidade busca ampliar acesso à qualificação 

Se a melhoria contínua é um dos caminhos para reduzir riscos na assistência, um dos desafios está em garantir que hospitais de diferentes portes tenham condições de acessar ferramentas de desenvolvimento e avaliação da qualidade. 

É com esse objetivo que a AHOSP estruturou a Rede Paulista de Qualidade (RPQ), iniciativa criada para promover avanços nos padrões de qualidade da assistência à saúde no estado de São Paulo, com atenção especial às instituições de pequeno e médio porte. 

A proposta é ir além de um programa tradicional de certificação. A Rede foi concebida como um ambiente permanente de desenvolvimento institucional, no qual hospitais e serviços de saúde possam receber suporte técnico, compartilhar experiências e avançar gradualmente de acordo com seu nível de maturidade. 

“A Rede Paulista de Qualidade surge como um instrumento de transformação prática. O objetivo é apoiar hospitais e serviços de saúde na construção de processos mais seguros, eficientes e sustentáveis, ampliando o acesso à qualidade e fortalecendo o sistema de saúde”, afirma Mitri. 

O modelo está organizado em cinco pilares: governança e liderança institucional; qualidade assistencial e segurança do paciente; sustentabilidade econômico-financeira; pessoas, cultura organizacional e desenvolvimento de competências; e inovação, uso de dados e transformação digital. 

“A combinação desses eixos busca tratar a qualidade de forma integrada. Afinal, processos assistenciais mais seguros dependem também de profissionais preparados, lideranças atuantes, dados para orientar decisões e capacidade de sustentar financeiramente as melhorias implementadas”, ressalta. 

O movimento ganhou respaldo institucional na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que formalizou, por meio do Ato do Presidente nº 18 de 2026, a Frente Parlamentar pela Rede Paulista de Qualidade – em Defesa da Segurança do Paciente e da Qualidade da Assistência à Saúde. 

Na avaliação de Mitir, ampliar o acesso a mecanismos de qualificação é uma forma de fortalecer o próprio sistema de saúde. “A segurança precisa estar presente em todas as etapas do cuidado. Quando uma instituição melhora seus processos, capacita seus profissionais e acompanha seus resultados, quem ganha é o paciente”, afirma. “A busca por uma assistência mais segura passa por uma mudança de perspectiva: em vez de esperar que um evento adverso aconteça para corrigi-lo, é preciso identificar vulnerabilidades, criar barreiras e aperfeiçoar processos antes que o dano chegue ao paciente. É nesse espaço entre a gestão, a qualificação profissional e a assistência que a segurança deixa de ser apenas uma meta e passa a fazer parte da rotina hospitalar”, conclui. 

 

Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo - AHOSP


Segundo o Ministério da Saúde são cerca de 400 mil casos de trombose por ano no Brasil


A trombose ocorre quando um coágulo de sangue bloqueia uma veia ou artéria, podendo resultar em sérias complicações, como embolia pulmonar e acidentes vasculares cerebrais (AVCs). De acordo com o cirurgião vascular Dr. Caio Focássio, cirurgião vascular membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, é crucial estar atento aos sinais e aos fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver trombose. "Pessoas que passam longos períodos sentadas trabalhando ou em viagens longas, ou que apresentam condições como obesidade, tabagismo, gravidez e doenças cardíacas, estão no grupo de maior risco", alerta o médico.

Além disso, cirurgias prolongadas, especialmente ortopédicas, também são fatores predisponentes. O Dr. Caio explica que os sintomas de trombose podem ser silenciosos ou manifestar-se por dor e inchaço nas pernas, vermelhidão e sensação de calor na área afetada. "O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações mais graves", ressalta.

Evitar longos períodos sentado é essencial para quem trabalha ou viaja por muitas horas que precisa, necessariamente levante-se e caminhar a cada 1 ou 2 horas além de beber água regularmente para ajudar a manter o sangue mais fluido e a prevenir a formação de coágulos. Pessoas com pré-disposição ainda precisam usar as meias de compressão e todos precisam evitar o cigarro, que é um fator que aumenta significativamente os riscos”, alerta.

O médico afirma ainda que a trombose, apesar de perigosa, pode ser evitada com hábitos saudáveis e cuidados médicos. “O check-up vascular anual ajuda a manter os riscos da condição se instalar”, finaliza. 



FONTE: Dr. Caio Focássio - Cirurgião vascular formado pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Pós graduado em Cirurgia Endovascular pelo Hospiten – Tenrife (Espanha). Médico assistente da Cirurgia Vascular da Santa Casa de São Paulo.
www.drcaio.com.br
Instagram: @drcaiofocassiovascular


Intoxicação por medicamentos e drogas responde por 7 em cada 10 registros de lesão autoprovocada em internações

 

Autointoxicação por medicamentos e drogas foi o mecanismo
 mais frequente entre as lesões autoprovocadas  Magnific

Em meio à campanha Maio Amarelo, levantamento do DRG Brasil, do Grupo IAG Saúde, mostra maior concentração entre mulheres e pacientes mais jovens 

 

Um levantamento da Plataforma DRG Brasil, do Grupo IAG Saúde, realizado no contexto do Setembro Amarelo, campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, mostra que aproximadamente uma em cada oito internações para tratamento de transtornos mentais e comportamentais apresentou registro de lesão autoprovocada intencionalmente. A autointoxicação por medicamentos e drogas foi o mecanismo mais frequente entre as lesões autoprovocadas, representando 70,0% dos registros em 2025 e 67,7% em 2026. 

No primeiro semestre de 2025, foram identificadas 14.166 internações para tratamento de saúde mental, das quais 1.887, ou 13,3%, apresentaram registro de lesão autoprovocada. No mesmo período de 2026, foram cerca de 14,7 mil internações, enquanto 1.841, ou 12,5%, tiveram esse tipo de registro.

Embora tenha ocorrido discreta redução na proporção das lesões autoprovocadas, o levantamento evidencia uma população com características específicas e maior demanda por cuidados de alta complexidade. 

14,7 mil

internações por saúde mental no 1º semestre de 2026

12,5%

com registro de lesão autoprovocada

68,3%

dos pacientes com lesão autoprovocada eram mulheres

26,1%

necessitaram de CTI

 “Os registros de lesão autoprovocada permitem olhar para uma dimensão importante do cuidado em saúde mental antes do desfecho mais grave. Esses códigos não devem ser interpretados isoladamente como tentativa de suicídio, mas identificam uma população vulnerável e que demanda atenção especial das equipes de saúde”, fala o presidente do Grupo IAG Saúde, Breno Duarte.

 

Mulheres e pacientes mais jovens predominam entre os casos 

No primeiro semestre de 2026, 68,3% dos pacientes com lesão autoprovocada eram mulheres, enquanto elas correspondiam a 54,0% do conjunto das internações para tratamento de saúde mental. 

A diferença também aparece na idade. Entre os pacientes internados por saúde mental, a idade média foi de 40,5 anos em 2026. Já no grupo com lesão autoprovocada, foi de 31,3 anos. 

Crianças e adolescentes também ganharam participação nesse grupo. Pacientes com até 17 anos representavam 13,3% das internações com lesão autoprovocada em 2025 e passaram a 15,0% em 2026. No conjunto das internações por saúde mental, essa faixa etária correspondeu a 8,6% e 9,4%, respectivamente. 

“O perfil mais jovem dos pacientes e o aumento da participação de crianças e adolescentes chamam atenção para a necessidade de identificação precoce de situações de sofrimento e vulnerabilidade. A prevenção exige uma rede preparada para reconhecer sinais de risco e garantir acompanhamento contínuo”, salienta Duarte. 

Mecanismo

1º sem. 2025

1º sem. 2026

Autointoxicação por medicamentos e drogas

70,0%

67,7%

Objeto cortante ou contundente

8,6%

10,1%

Outros ou não especificados

6,7%

8,0%

Enforcamento, sufocação ou afogamento

5,1%

6,3%

Autointoxicação por outras substâncias

6,4%

5,7%

Queda, impacto e outros mecanismos físicos

3,0%

2,1%

Arma de fogo

0,2%

0,1%


O padrão também varia entre os grupos analisados. Entre as mulheres, 73,8% das lesões ocorreram por autointoxicação por medicamentos e drogas, contra 58,6% entre os homens. Já enforcamento, sufocação ou afogamento corresponderam a 10,1% dos registros masculinos e 3,5% dos femininos. 

Entre os pacientes com até 17 anos, embora a autointoxicação por medicamentos e drogas também tenha predominado, com 59,8% dos registros, 17,2% das ocorrências envolveram objetos cortantes ou contundentes, proporção superior aos 7,9% observados entre adultos de 18 a 59 anos. 

“Conhecer os mecanismos envolvidos nas lesões autoprovocadas ajuda a compreender diferentes perfis de vulnerabilidade. Os resultados mostram que esses episódios não se distribuem de maneira uniforme entre homens, mulheres e faixas etárias, reforçando a necessidade de estratégias de prevenção direcionadas”, pontua o presidente do Grupo IAG Saúde.

 

Cuidados intensivos

De acordo com o levantamento, no primeiro semestre de 2026, 26,1% dos pacientes internados com registro de lesão autoprovocada necessitaram de passagem pelo CTI (Centro de Terapia Intensiva) — aproximadamente 1 em cada 4 pacientes. O dado reforça a gravidade clínica associada a essas ocorrências e mantém um padrão já observado em 2025, quando 25,2% desses pacientes passaram por terapia intensiva. 

A permanência média hospitalar entre os pacientes com lesão autoprovocada passou de 4,1 dias para 4,7 dias entre os primeiros semestres de 2025 e 2026. No mesmo período, o custo assistencial médio aumentou de R$ 4,8 mil para R$ 5,4 mil. 

A mortalidade hospitalar nesse grupo foi de 0,6% em 2025 e 0,8% em 2026. As maiores proporções de óbito foram observadas entre as lesões classificadas como queda, impacto e outros mecanismos físicos (3,1%), enforcamento, sufocação ou afogamento (2,4%) e autointoxicação por outras substâncias (1,8%). Essas diferenças devem ser interpretadas com cautela, especialmente nos mecanismos menos frequentes. 

“A necessidade de terapia intensiva em cerca de um quarto das internações com lesão autoprovocada evidencia a gravidade assistencial desses episódios. A prevenção tem impacto não apenas sobre o risco de morte, mas também sobre a necessidade de cuidados hospitalares de maior complexidade”, diz Duarte.

 

Óbitos hospitalares não equivalem a suicídios concretizados

A ocorrência de óbito durante uma internação com registro de lesão autoprovocada não permite afirmar, isoladamente, que a morte tenha sido provocada pela autoagressão ou classificá-la como suicídio consumado. 

Por esse motivo, a mensuração de suicídios concretizados deve ser realizada a partir de uma base específica de mortalidade, na qual seja possível identificar adequadamente a causa do óbito. Os óbitos observados neste levantamento são apresentados como indicador da evolução hospitalar dos pacientes e não como número de suicídios.

 

Prevenção começa antes do desfecho fatal

Os resultados mostram que o impacto do comportamento autoagressivo no ambiente hospitalar não se limita ao número de ocorrências. Os pacientes com lesão autoprovocada são mais jovens, apresentam maior participação feminina e demandam cuidados intensivos com frequência significativamente superior à observada entre os demais pacientes internados para tratamento de saúde mental. 

Apesar da pequena redução de 13,3% para 12,5% na proporção de internações com lesão autoprovocada entre os períodos analisados, foram mais de 3,7 mil internações com esse registro nos dois primeiros semestres considerados. 

“A prevenção do suicídio começa antes de uma tentativa ou de um evento fatal. Ela envolve reconhecer situações de vulnerabilidade, ampliar o acesso ao cuidado em saúde mental e assegurar acompanhamento adequado ao longo da trajetória do paciente. O Setembro Amarelo é uma oportunidade para reforçar que esse cuidado deve ser contínuo e compartilhado por toda a rede de atenção”, conclui.


Sobre o levantamento

O estudo é observacional, retrospectivo e descritivo e utilizou dados da Plataforma DRG Brasil referentes aos primeiros semestres de 2025 e 2026. 

Foram consideradas internações para tratamento de saúde mental aquelas cujo diagnóstico principal pertence ao grupo F00-F99 da CID-10 - Transtornos mentais e comportamentais. Entre essas internações, foram identificados os registros de lesão autoprovocada intencionalmente, definidos pela presença de CID secundário entre X60 e X84. 

Os códigos X60-X84 foram utilizados como marcador de lesão autoprovocada intencionalmente. A presença desses códigos não permite, isoladamente, classificar todos os episódios como tentativa de suicídio, uma vez que o registro identifica a intencionalidade da autoagressão, mas não determina necessariamente a intenção de provocar a própria morte.


Grupo IAG Saúde

  

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