Pesquisar no Blog

segunda-feira, 17 de maio de 2021

57% dos brasileiros com acesso à internet já têm conta em bancos digitais

              Pesquisa C6 Bank/Ipec mostra que 36% dos entrevistados abriram conta em bancos digitais durante a pandemia  

                Entre jovens, instituições digitais já superam as tradicionais nas transações do dia a dia, como depósitos, saques e pagamentos  

 

 

Sem tarifas e sem agências físicas, os bancos digitais vêm ganhando cada vez mais espaço entre os brasileiros. Pesquisa C6 Bank/Ipec realizada em abril revela que 57% dos entrevistados têm contas em bancos digitais. Dentro desse grupo, 47% mantêm suas contas em bancos tradicionais e digitais ao mesmo tempo e 10% abandonaram de vez as instituições convencionais.  

O instituto de pesquisa perguntou também em que tipo de instituição os brasileiros mais realizam transações como depósitos, saques e pagamentos. A maioria ainda usa os bancos tradicionais (65%), em comparação com os bancos digitais (31%). Mas quando se faz um recorte por idade, é possível ver uma tendência se desenhar: entre os brasileiros que têm entre 16 e 24 anos, os bancos digitais já superam os tradicionais (51% contra 41%). 

Esse movimento de digitalização, considerado sem volta por especialistas, ganhou força com a pandemia. Segundo o levantamento, 36% dos entrevistados abriram conta em um banco digital depois do início da crise sanitária, há pouco mais de um ano. Na classe A, esse percentual é um pouco menor, de 30%. A pesquisa também aponta que, entre as pessoas que possuem contas digitais, 78% passaram a usá-las mais durante a pandemia.  

A necessidade de isolamento social e de cortar gastos no orçamento familiar acabou acelerando a migração dos brasileiros para o ambiente digital. A pesquisa C6 Bank/Ipec mostra que 17% dos entrevistados estão há mais de um ano sem visitar uma agência física e outros 11% há mais de sete meses.  Outro impulso veio do auxílio emergencial, que podia ser transferido para os bancos digitais antes do prazo previsto.

“Quando analisamos o histórico de um consumidor digitalizado, vemos que a trajetória natural para o ambiente digital começa pelas redes sociais, passando por e-commerce, para então chegar ao mundo financeiro. Com a pandemia, o digital tornou-se vital e as pessoas tiveram que fazer essa migração de forma mais rápida”, explica Maxnaun Gutierrez, head de pessoa física e produtos do C6 Bank.  

Os novos players também se destacam no quesito satisfação do cliente. Enquanto 41% dos consumidores com conta em bancos digitais dizem estar totalmente satisfeitos, entre os entrevistados com conta em instituições convencionais esse percentual é de 25%. Os bancos digitais chegaram ao mercado oferecendo produtos bancários isentos de taxas, em aplicativos simples e acessíveis. Uma análise do Proteste comparando 70 contas correntes no país mostra que a economia para quem adere a opções com menos taxas chega a R$ 994 por ano.  

As entrevistas da pesquisa C6 Bank/Ipec foram feitas entre os dias 22 e 28 de abril deste ano, com 2000 brasileiros das classes A, B e C com acesso à internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

 

 

C6 Bank

https://www.c6bank.com.br/


Com mais de 300 mil novos negócios, Brasil bate recorde histórico de abertura de MEIs, revela Serasa Experian

Setor de Serviços é o principal responsável pelo resultado no primeiro mês do ano, o maior desde o início da série em 2010

 

O Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian registrou em janeiro deste ano 312.462 novos microempreendedores individuais (MEIs), crescimento de 21% em relação ao mesmo mês de 2020. Esse número é o maior de toda a série histórica, que começou em 2010. Na soma de todos os portes, 370.581 empresas foram abertas em janeiro deste ano, um aumento de 15,6% na comparação com o mesmo mês do ano anterior e também o maior volume mensal desde 2010. Confira a evolução da criação de empresas no gráfico abaixo:


De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o empreendedorismo por necessidade foi impulsionado pelo cenário de pandemia. O aumento da taxa de desemprego em todo país fez crescer o número de trabalhadores autônomos, que viram uma alternativa para geração de renda. “A possibilidade de trabalhar para si mesmo e alavancar seus ganhos financeiros passaram a ser mais interessantes para os brasileiros, principalmente devido ao momento de crise no mercado de trabalho formal. Além disso, a facilidade de gerar lucro com um menor investimento inicial e a aquisição de um CNPJ, que dá acesso às linhas de crédito específicas e aos benefícios previdenciários, são outros fatores que justificam a escolha de tornar-se um MEI mesmo diante de um cenário economicamente instável para as empresas”

Além do crescimento de 21% na comparação anual dos MEIs, as Sociedades Limitadas também registraram aumento de 42,6%. Já as Empresas Individuais tiveram queda de 16,7% na mesma análise.

Por setor, Serviços ganha destaque sendo o principal responsável pelo recorde do índice, com a abertura de 246.859 novos negócios, o maior número desde 2010. No entanto, a comparação interanual (jan21 x jan20) revela que o segmento de Comércio foi o que mais cresceu, veja no gráfico abaixo:



Ainda na comparação anual, a análise mostra que todas as regiões brasileiras tiveram aumento: Nordeste (24,5%), Norte (15,7%), Sul (15,4%), Centro-Oeste (14,0%) e Sudeste (13,2%).

Clique aqui e veja a série histórica com todos os dados.

Empreendedores enxergaram oportunidades na pandemia
Uma pesquisa realizada pela Serasa Experian em fevereiro deste ano mostra que, apesar dos desafios, muitos empreendedores brasileiros viram oportunidades durante a pandemia, principalmente para aprender novas modalidades de vendas e prestação de serviços.

De acordo com os dados, 73,4% dos empreendedores vendiam ou passaram a utilizar as vendas online para garantir o fluxo de caixa no período de pandemia. Questionados sobre os benefícios dessa atividade digital, os principais apontamentos foram, o aumento da exposição da marca, o maior alcance de clientes e a possibilidade de atendimento em diversas regiões. Por isso, 83,1% dos entrevistados pretendem continuar trabalhando com o auxílio do ambiente online. Outro recorte interessante foi o crescimento de 27,6% registrado para aqueles que estão investindo em novas tecnologias.  

A fim de auxiliá-los no processo constante de melhoria dos negócios, a Serasa Experian disponibiliza cursos e promove uma série de conteúdos e webinars gratuitos, que permitem aos empresários encontrar novos caminhos e enfrentar os desafios do mercado.

Como parceira de negócios em todos os momentos, a Serasa Experian também disponibiliza soluções gratuitas para ajudar as micro, pequenas e médias empresas brasileiras que estão sofrendo os impactos da pandemia. Clique aqui para saber mais.

 


Serasa

www.serasaexperian.com.br


Especialista dá dicas para fazer seu pequeno negócio bombar nas redes sociais

Comparando com uma loja física, Camila Silveira afirma que o feed é a vitrine e a biografia a placa 

 

A pandemia do novo coronavírus afetou a maioria dos empreendedores. No entanto, outras pessoas, por necessidade, tiveram que se arriscar e abrir um pequeno novo negócio em meio a crise sanitária. 

Para sobreviver a tantos desafios é preciso divulgar sua empresa da maneira correta. E não é mais segredo para ninguém que ou você está dentro das redes sociais divulgando seu negócio ou está fora do mercado. 

"Mesmo com esta realidade muitos empreendedores ainda não sabem por onde começar, e acabam vendo as redes sociais como um concorrente imbatível", disse Camila Silveira", estrategista para aumentar os lucros e empreender de uma forma prática com o crescimento das redes sociais e também diretora da Câmara de Comércio Brasil-Angola. 

A especialistas deu 6 dicas para o seu pequeno negócio bombar nas redes sociais e você vender muito mais: 

 

1. Coloque uma mini biografia no Instagram

Para abrir uma loja física colocamos uma placa na frente dela, não é mesmo? Nela há informações que fazem o cliente estar atraído a saber mais sobre aquele espaço. Esta “PLACA” no meio digital será a famosa BIO (diminutivo de biografia) do Instagram , onde deve conter um nome simples sem muitas elaborações e a frase do que "resolverá" na vida do seu cliente. Lembrando que nesta área, ele é o foco principal. Se eu apenas descrever o que faço pela soma de palavras durante as pesquisas, posso correr o fatal risco de atrair apenas concorrentes e não clientes.

 

2. Invista em um feed atraente 

Em uma loja física, uma vitrine é uma ferramenta importante de atração de novos clientes e um espaço que se bem aproveitado, pode gerar o primeiro impulso para a compra. A “vitrine” do Instagram tornou-se o feed de postagens. A mesma preocupação de colocar 3 ou 4 lindos looks bem atraentes para que meus clientes despertam os olhares para minha existência, terei que fazer, apenas com a diferença que estes posts devem ser colocados diariamente pois estou num ambiente rápido e de um número avançado de concorrentes.

 

3. Enxergue o Instagram Stories como um canal de marketing e vendas 

Os stories também podem ser assemelhados a nossa porta aberta. Afinal, hoje, quem não passa um grande momento do seu dia “rolando” o dedo naquela área visitando as postagens mais atuais. Por este motivo, se sua porta estiver fechada, seu cliente não vai entrar. A importância em manter ali naquela área o maior número de postagens no dia será fundamental já que para estar em destaque e entre os primeiros devemos saber que ele tem a duração média de 1 hora para estar ali entre os 5 primeiros de seus seguidores.

 

4. Mostre o seu rosto

A grande realidade é que as redes sociais foram criadas para aproximação. E quem não gosta de no meio físico ser atendido por aquele carinhoso vendedor, que chega com um sorriso no rosto e mostra tudo que tem a oferecer para acrescentar na sua vida e resolver sua necessidade? As lives podem ser uma boa oportunidade de se mostrar. Será aquele momento que todos sentirão o motivo de que você deve ser o escolhido entre milhares. Se expor hoje nas redes sociais, nada mais é que sair daquela sala escondida no fundo de seu comércio e ir atender aquela pessoa que necessita de seu trabalho. Quanto mais isto for feito em seu próprio de maneira natural, autêntica, mais irá conquistar seu público como uma nova tribo.

 

5. Não tenha medo das críticas

Saber que nada mudou e pessoas são pessoas apenas usando um veículo de comunicação como tantos outros passados irá gerar um certo alívio no medo de exposição, haters e críticas. Vale lembrar que desde nossos tempos de infância tínhamos “amiguinhos” que não compartilhávamos o mesmo estilo de brincadeiras, na adolescência também não éramos amigos de todos, nem gostávamos de todos os comércios, e para finalizar sabemos que nem Jesus agradou a todos. Então, não foque no lugar errado que será quem vai falar ou não comprar. Só saiba que hoje os muros que lhe mantinham afastado de não ter esta informação e se iludir foram derrubados. Com as estratégias certas, tudo ficará bem

 

6. Segmente o seu público 

Para que este ponto anterior seja minimizado e o objetivo de vender seja alcançado é importante estar falando para as pessoas certas. Se eu quiser vender véu de orações no baile funk provavelmente não terei sucesso, pois ali as pessoas não tem este foco, se eu entrar em um campo de futebol no intervalo do jogo falando sobre empreendedorismo também não. Assim também funciona as redes sociais. É preciso estar adequado na comunicação com quem tem interesse em meu seguimento. Para isto, utilize a técnica que aplico no i9 dos 3d’s, ou seja tenha claramente em sua mente e em ações a serem executadas quais são as dores, desejos e dificuldade de seus clientes.

Camila também diz que ser constante será manter seu negócio aberto em direção ao seu objetivo. 

"Tenha certeza que as redes sociais podem realizar este desejo de uma forma exponencial. Não atenderemos 30 pessoas em um dia se tivermos apenas 30 seguidores que não estão satisfeitos. Além disso, quem não faz um bom trabalho para 30 não conseguirá fazer para mil. Busque diariamente estudar e ter o maior número de informações de seu negócio. Estamos vivendo novos tempos onde apenas ser bom não é mais suficiente. Estudar apenas uma vez para ter um diploma, também não. Hoje, estamos na categoria e era dos que buscam ser o melhor diariamente. E o segredo para manter os motores da criatividade ligados e em velocidade máxima será executar o trabalho que gosta, mesmo que tenha iniciado por uma necessidade e conquistado aos poucos", finaliza.


Empresas que usufruíram de compensação referente ao ICMS na base de cálculo do PIS e Cofins após março de 2017 devem rever cálculos, diz especialista

Em decisão da chamada "Tese do Século", o STF estabeleceu que compensações tributárias ocorrerão somente às empresas que ajuizaram ações até março de 2017

 

O STF colocou um ponto final na semana passada sobre a questão da inclusão do ICMS na base de cálculo do PiS e da Cofins, a chamada Tese do Século. No processo, prevaleceu o posicionamento da relatora Carmem Lúcia, tanto sobre a questão relacionada à forma de apuração dos créditos - se o valor do imposto a ser considerado na decisão seria o destacado em nota ou o apurado no mês - quanto sobre a data do julgamento de mérito e utilizada para modular os efeitos da decisão: 15/03/2017.  O STF decidiu, por oito votos a três, que o valor do imposto a ser contemplado na compensação deve ser o destacado em nota, assegurando o direito de recebimento do crédito, com efeito retroativo de até cinco anos, a todas as empresas que entraram com ação na justiça pleiteando compensações tributárias até aquela data . “Isso significa uma vitória para as organizações que ajuizaram o pleito até a data de modulação, pois o valor do ICMS em nota costuma ser infinitamente maior que o cumulativo no mês”, diz Fernando Lopes Gonçales, sócio do escritório LG&P, que assessora diversos clientes na decisão. “Entre nossos clientes, porém, existem muitos que entraram com o pleito na justiça somente após o dia 15 de março de 2017 e que, na ausência do julgamento final do STF, aproveitaram compensações referentes a períodos diferentes do estabelecido pelo Supremo. Para estas empresas estamos orientando o cálculo do crédito alinhado à decisão do STF e, se necessário, a banca ratificará a documentação requerida para que eles não sejam autuados lá na frente”, diz Gonçales. 

O advogado alerta que, entre as empresas que ainda não entraram na justiça sobre as compensações tributárias, faz-se necessário esperar a possibilidade de haver uma resolução no Senado Federal. “Se ela sair, todos os contribuintes, independentemente da ação, a princípio poderão se beneficiar da decisão”. Mas Gonçales lembra que o acórdão ainda não foi publicado e, portanto, ainda há a chance de a Receita Federal recorrer, por meio da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. “A decisão, para ser definitiva, ainda precisa do trâmite publicado, o que ainda não aconteceu. Embora esta seja uma hipótese pouco viável, em nossa opinião ela existe”, diz Gonçales. 


 

LG&P


Cinco mudanças de comportamento no mercado de trabalho pós-pandemia

Luandre dá o panorama das 5 principais tendências para o mercado de trabalho

 

A pandemia fez com que todos adotassem novos hábitos para prevenção à covid-19 e criou um panorama novo nas relações interpessoais e profissionais.

Um ano após o início, já é possível observar transformações significativas em diversos setores. Entre eles, o segmento de recursos humanos, que precisou se reinventar, além de otimizar etapas do processo seletivo e lidar com novas demandas dos empregadores.

“Com a necessidade de readaptações nas empresas, observamos mudanças expressivas nas orientações que recebemos de nossos clientes a respeito da equipe que pretendem formar. Parece que as empresas começaram a dar ainda mais atenção a necessidade de valorizar determinados soft skills, como agilidade e liderança, uma vez que o trabalho é remoto. O home office também minimizou exigências sobre morar próximo ao trabalho”, afirma Fernando Medina, CEO da Luandre RH, uma das maiores consultorias de RH do país.

Segundo Fernando, o comportamento das empresas é outro aspecto de mudança, que começa a demonstrar cada vez mais preocupação com a qualidade da saúde mental de seus colaboradores. “A pandemia trouxe reflexões sobre a prioridade de bem-estar dos profissionais, uma vez que a mudança de rotina e, em alguns casos, uma maior carga de trabalho vem impactando a vida pessoal dos colaboradores”, afirma.

A seguir um panorama rápido sobre tendências para 2021 no mercado de trabalho, que devem permanecer e ganhar força no pós-pandemia, e que foram afetadas por todas as mudanças mais recentes no Brasil e no mundo.


  1. Aumento de vagas relacionadas ao e-commerce

Em razão do isolamento social, comércios e empresas precisaram migrar para as lojas online. Por conta disso, o número de contratações para o setor tem crescido significativamente.

Somente neste último ano, a Luandre contabilizou um aumento de 70,7% nas contrações que envolviam a categoria, comparado aos meses de janeiro, fevereiro e março de 2020. “Outras áreas com ótimas perspectivas e que estão relacionadas ao e-commerce, são: Logística, TI e marketing” diz Fernando.


  1. Foco no bem estar dos colaboradores

O bem-estar dos colaboradores sempre foi um tópico de grande importância nas companhias. Com a pandemia isso foi exacerbado e alguns cargos foram criados com a intenção de dar foco à questão da saúde mental.

Alguns exemplos deste movimento, são a busca por profissionais de RH especialistas em diversidade e um cargo novo nascido fora do país, que atende por CHO - Chief Happiness Officer (Diretor de Felicidade).

Para Fernando, posições como essas são uma tendência, porque primar pelo bem-estar dos profissionais também é uma forma de fortalecer a reputação da empresa. “Cada vez mais as companhias entendem a importância de estar mentalmente saudável para lidar com os desafios diários”, diz.


  1. Trabalho remoto e escritórios

Muito tem se escutado falar sobre home office. O termo, popularizado na pandemia, traz consigo novas perspectivas, mas também novos desafios.

Para a empresa, há uma redução de custos porque boa parte da infraestrutura de um prédio de escritórios passa a ser desnecessária. Muitas, aliás, aderiram a esquemas híbridos de trabalho, em forma de rodízio, e uso de coworkings.

Já o colaborador, evita o desgaste com o deslocamento. Principalmente quando se trata de grandes distâncias, há um impacto positivo. “O tempo economizado de deslocamento pode ser benéfico, inclusive, para aumento de produtividade e motivação”, afirma Fernando.

Ela destaca que “muitas empresas estão estudando um modelo hibrido, mesclando trabalho presencial com Home Office. Assim vocês não “perde” a cultura da empresa, mas consegue pensar em deixar os colaboradores 1 ou 2 dias em Home Office”.


  1. Mercado de trabalho globalizado

Um mercado de trabalho que promove troca de bens, serviços e profissionais que atravessam as fronteiras regionais/nacionais.

“Antes da pandemia, a localização era um fator muito importante nos processos seletivos. Isso mudou radicalmente, porque você pode contratar um programador, ou uma pessoa da área de marketing, mesmo que ela more em outro estado e até mesmo país”, afirma Fernando.

Segundo Fernando essa é uma excelente oportunidade para que as empresas atraiam, contratem e retenham talentos, onde quer que eles estejam.


  1. Tecnologia e a realidade virtual

Há alguns anos, a revolução digital tem se delineado de forma rápida, mas sua adoção pelas empresas acontecia de forma gradual e orgânica.

Com a pandemia essa realidade precisou ser acelerada. “O mercado está cada dia mais digital. As empresas que não investirem em tecnologia tendem a perder seu poder de comunicação, relacionamento e relevância para o mercado”, conclui Fernando.

 


Luandre Soluções em Recursos Humanos

 

Patrimônio alto: entenda como os "ricos" investem

Perfil do investidor, divisão do capital, diferença entre patrimônio alto e fortuna são detalhes importantes, segundo as explicações do especialista em investimentos, Daniel Funabashi

 

O Brasil tem cerca de 200 mil pessoas com mais de 1 milhão de dólares, de acordo com o World Wealth Report 2020. Quando tratamos de patrimônio alto dentro do mercado de investimentos as instituições bancárias e/ou corretoras costumam dividir em dois segmentos, o chamado “private”, que são clientes com investimentos entre 1 e 10 milhões de reais - dependendo da instituição - e para algumas gestoras de fortunas, valor alto costuma se referir aos High Net-Worth (HNWI), ou seja, indivíduos de alto patrimônio líquido, que englobam clientes com patrimônio superior a 30 milhões de dólares, explica o sócio e assessor de investimentos da iHUB Investimentos, Daniel Funabashi. 

“Pesquisas apontam que cerca de 66 brasileiros têm um patrimônio acima de 1 bilhão de dólares”, comenta Funabashi.

 

Perfil do investidor com patrimônio alto 

Não é só porque um investidor tem um patrimônio alto que ele se adequa a somente um perfil de investidor, pois a carteira com esse perfil de investimento deve ter ativos com todos os perfis, desde o mais conservador ao mais arrojado. É altamente improvável que ele vá necessitar de todo o capital no curto prazo, abrindo, assim, espaço para investimentos com viés de longo prazo. 

O investidor do tipo conservador tem uma carteira agressiva, mesmo que pequena, dentro do seu portfólio dominado por ativos de menor risco. O inverso também acontece com o perfil mais agressivo, ele detém uma parte conservadora mínima em sua carteira e uma prevalência de ativos de risco, como ações, fundos imobiliários e multimercado. 

 

Divisão de investimentos 

Dentro do portfólio dos investidores com alto patrimônio, a XP Private recomenda que quem possui o perfil mais conservador, os “conservatives”, tenham 9% de renda fixa ultraconservadora, dinheiro em caixa, cerca de 49% em ativos de renda fixa, como crédito privado, inflação e prefixados, já o restante em ativos sujeitos a uma maior volatilidade. É importante dizer que mesmo com o perfil conservador, a recomendação é manter quase metade da carteira de investimento exposta a ativos de risco. 

Agora, quando tratamos do investidor mais arrojado, conhecido como “capital growth”, a recomendação é apenas que apenas 1% do capital fique em ativos de baixíssimo risco, 25% em renda fixa e a grande maioria das ações em investimentos alternativos, conforme mostra os gráficos abaixo: 

 

Fonte: XP Private/XP Advisory

Divulgação



Onde os investidores de alto patrimônio investem seu dinheiro? 

De acordo com um levantamento da ANBIMA, os investidores que estão na categoria private possuem em sua carteira: 

  • 32,2% dos investimentos em fundos multimercados;
  • 24,9% em ações;
  • 22,2% em renda fixa;
  • 10,8% em previdência
  • 9,9% em outros investimentos, como produtos e fundos de private equity.

“Ao contrário do que a maioria dos investidores do varejo deve imaginar, a classe de ativos onde os ricos mais investem é a de fundo de multimercado e não em ações - como a grande maioria dos influenciadores e “gurus” de investimentos costumam sugerir”, explica o Funabashi. 

Cerca de 68,8% do capital investido pelos investidores de varejo está na poupança, contra 13,8% do capital do segmento varejo de alta renda, geralmente composto por clientes com carteira acima de R$150 mil, e por fim, menos de 1% no segmento private. 

 

Qual é a diferença entre a administração de um alto patrimônio e uma fortuna? 

O Wealth Management, que é a administração de fortunas, inclui a gestão patrimonial do indivíduo ou família, como propriedades rurais, imóveis urbanos, investimentos, previdências e seguros. 

Além disso, inclui também o planejamento tributário e sucessório, garantindo que o investidor terá uma maior eficiência do seu rendimento, deixando de pagar impostos desnecessários, por exemplo. 

Funabashi explica que a equipe de uma firma de Wealth Management possui profissionais altamente capacitados e multidisciplinares, especializados em finanças, investimentos, seguros, contabilidade, direito, mercado imobiliário e tributação.

Vale destacar que o principal objetivo do Wealth Management é a perpetuação do patrimônio para as próximas gerações, oferecendo segurança, blindagem e crescimento patrimonial.

O Wealth Management começa a fazer sentido a partir da casa das dezenas de milhões de reais. Até existem boutiques de administração de fortunas que trabalham com clientes a partir de 1 milhão, porém, o mais comum são clientes com investimentos financeiros acima de 10 milhões. Pois, abre-se a possibilidade da criação de fundo exclusivo, instrumento que oferece uma série de vantagens tributárias e flexibilidade na gestão dos investimentos.

“Os principais tipos de clientes são os individuais e as holdings familiares, que são empresas que têm como acionistas os membros de uma família e como atividade principal, a gestão dos bens dessa família”, comenta Funabashi. 

Já clientes com patrimônio alto, mas que não atingem a faixa atendida pelas empresas de Wealth Management, geralmente investem através de bancos, corretoras e até gestoras especializadas, conhecidas como Asset Management Firms, as quais são uma fatia do Wealth Management. 

O Asset Manager é o profissional responsável pela gestão dos ativos do cliente. Ele vai trabalhar com metas de rentabilidade, controle de risco e outros aspectos relacionados especificamente ao patrimônio do cliente, mas apenas sob o viés de investimento. Já o Wealth Manager possui uma visão mais holística do patrimônio e do futuro do cliente, portanto vai olhar além dos investimentos e pensar nos impactos tributários, fluxo de caixa, preservação do patrimônio e planejamento sucessório.

 


Daniel Funabashi - mestre em Finanças pela Cass Business School de Londres e sócio da iHub Investimentos, um escritório de assessoria de investimentos credenciado à XP Investimentos, a maior plataforma de investimentos da América Latina.


Metrô de São Paulo apoia campanha da SBC e alerta população sobre hipertensão

Até o final de julho, vídeo informativo sobre a doença será veiculado em painéis eletrônicos nas plataformas de acesso das estações e nas Redes Sociais do Metrô de São Paulo


Até o final do mês de julho, em alusão ao Dia Mundial da Hipertensão, 17/5, a Campanha da Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) receberá o apoio do Metrô de São Paulo. Em painéis eletrônicos nas plataformas ficará disponível um vídeo de alerta para a população e mensagens serão postadas nas Redes Sociais. A hipertensão é uma doença crônica não transmissível (DCNT) definida por níveis alterados da pressão, em que os benefícios do tratamento superam os riscos.

Em 26 de abril o Brasil lembrou o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, data para conscientizar sobre a importância do diagnóstico preventivo e do tratamento da doença, que tem prevalência na população adulta brasileira em torno de 35%.

A SBC recomenda que o paciente hipertenso não deixe de procurar seu médico para fazer os controles necessários da pressão arterial. A pandemia do coronavírus fez com que muitas pessoas deixassem de ir ao médico por medo de sair à rua, o que aumenta o risco de hipertensão arterial não controlada. É imprescindível que o indivíduo mantenha sua pressão controlada, evitando assim complicações mais graves em caso de Covid-19.


Tratamento é principal aliado

No Brasil, cerca de 300 mil mortes por ano ocorrem por doenças cardiovasculares. A cada dois minutos uma pessoa sofre um acidente vascular cerebral (AVC) ou um infarto agudo do miocárdio. Em 80% dos óbitos por AVCs e em 60% dos decorrentes infartos os pacientes apresentavam hipertensão arterial.

“O cenário é ainda mais grave quando se analisamos que 35% da população brasileira tem pressão arterial elevada. Desses hipertensos, 20% no máximo tem a pressão arterial controlada. Isso porque o grande problema que temos no Brasil é fazer com que as pessoas adiram ao tratamento tanto com medicamentos como com medidas não medicamentosas e práticas de vida saudável”, enfatizou o presidente da SBC, Celso Amodeo.

Ao reconhecer qualquer um dos sintomas, como alteração do movimento e / ou da sensibilidade em uma parte do corpo; dificuldade de fala ou compreensão; dor de cabeça intensa e súbita; tontura ou alteração no equilíbrio; alteração da visão e/ou dificuldade para enxergar, náusea ou vômito, dificuldade para engolir e/ou perda da consciência (desmaio) – é importante procurar ajuda médica, pois os profissionais de saúde têm um curto espaço de tempo para atuar: a cada minuto, milhões de neurônios podem ser perdidos durante um AVC. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maior é a chance de recuperação.



SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

 

Mindfulness: o antídoto para a baixa performance

Infelizmente, o estar em um “modo robótico” se faz cada vez mais presente nas empresas. À primeira vista, o piloto automático parece positivo. Afinal, garante que as tarefas do cotidiano sejam cumpridas dentro dos prazos ou até mesmo antes do que se espera. Mas, este estado é uma “faca de dois gumes”. Por outro lado, é capaz de tirar a visão estratégica, criatividade e habilidade de inovação do colaborador - aspectos fundamentais para diferenciar a companhia das concorrentes no mercado. 

Outro elemento bastante comum no ambiente corporativo é o profissional multitarefa. Novamente, esta é uma característica que é ligada ao benefício. Contudo, ao realizar mais do que uma demanda por vez, o funcionário não colocará total atenção na atividade. Esta falta de atenção pode gerar lacunas nos resultados finais. Atrelado a estes dois fatores, está o estresse. Este componente gera perdas significativas para a organização. Em uma primeira fase, dispersa o trabalhador. Em seguida, contamina a equipe com irritação e desânimo. Por consequência, a produtividade é afetada. Porém, não para por aí. Este efeito dominó aumenta o turnover em conjunto com os gastos. Por fim, a performance da empresa fica comprometida. 

Diante deste cenário tem uma boa notícia: para estes “males” que assolam o ambiente corporativo, há o mindfulness. O objetivo da técnica que visa estar de forma intencional no momento presente é recuperar a qualidade de atenção a situações importantes em vez de dar vazão às distrações. 


A metodologia que significa “atenção plena” tem origem na meditação budista. Contudo, não tem vínculo religioso. Trata-se de se concentrar em observar como as emoções boas e ruins surgem e também desaparecem a fim de desenvolver uma consciência sobre elas para anulá-las e não se afetar pelos sentimentos naquele instante. Ou seja, é uma espécie de controle emocional para tornar a pessoa estável, confiante, relaxada, criativa e saudável. 


Na prática, a desestabilização humana pode ser combatida com música, descontração ou respiração. Mas, estes recursos que ajudam a lidar com ela, não a impedem de acontecer. O interessante no mindfulness é criar um treino para evitar que o desconforto emocional chegue a ocorrer. Portanto, a técnica age na raiz do problema e não de maneira urgente. 


Para praticar a metodologia, não é preciso estar necessariamente sentado, com os olhos fechados e em silêncio. Na verdade, a essência do mindfulness é simples e feita em qualquer situação. Seja no almoço, reunião de negócios ou no trânsito basta se atentar a própria respiração e diluir os pensamentos. Em um começo, apenas cinco minutos são suficientes. 


“As equipes tem uma boa performance quando estão felizes, em harmonia, confiantes e concentradas. Porém, por conta de um cotidiano conturbado, estas características andam em falta nas pessoas – o que reflete nas companhias. Neste contexto, o mindfulness é um grande aliado da área de Recursos Humanos porque permite a criação de uma consciência corporal e mental. Ou seja, o colaborador vira líder dele mesmo e é exatamente o que as empresas precisam: funcionários protagonistas e pró-ativos”, afirma Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa. 


Dicas práticas

- Ao decidir levar o mindfulness para a organização, é fundamental promover mudanças na cultura organizacional. O ambiente de trabalho precisa abrir mão do tradicional e dar as boas vindas a flexibilidade. Uma sugestão é criar um local criativo, relaxante e divertido para integrar os colaboradores. A intenção é promover o bem-estar e a saúde do capital humano

- A implantação da técnica deve começar pelos gestores para facilitar a transição da metodologia para os outros níveis da companhia.

- Para os resultados do mindfulness serem efetivos, o ideal é que os funcionários compreendam os benefícios da metodologia. Então, crie caminhos que mostrem a eles as vantagens da prática.

 

A PALAVRA -CHAVE É: DESOBSTRUIR

Com erros e acertos, as vacinas chegarão e, demore ou não, a população será imunizada e poderá retornar ao trabalho e retomar a atividade econômica. A vida deve voltar ao normal, com as adaptações necessárias, e 2021 deve ser um ano de retomada do crescimento econômico, de ajustes empresariais, reorganização das finanças familiares, recomposição das finanças públicas e preparação para, a contar de 2022, o país tentar manter o crescimento sustentável nos anos seguintes, a fim de sair do atraso e da pobreza.

O Brasil precisa muito de recuperação rápida, como condição necessária para terminar a terceira década deste século em situação econômica e social melhor do que terminou a primeira década e, principalmente, melhor do que termina a segunda década. A principal variável a ditar o padrão médio de bem-estar social é o produto por habitante, que terminou 2020 com valor menor que ao fim de 2010.

O Produto Interno Bruto (PIB) por habitante termina 2020 menor do que era em 2010, como resultado da recessão de 2015 e 2016, do fraco crescimento nos anos de 2017 a 2019 e da queda em 2020 causada pela pandemia. Mas vale lembrar que o PIB por habitante é o quociente de uma divisão em que o dividendo é o PIB total do ano e o divisor é a população, e esta saiu de 190,7 milhões em 2010 para 212,5 milhões de habitantes no fim de 2020 (este número de 2020 ainda carece ser confirmado pelo IBGE).

Essa conversa de que a economia brasileira é a nona do mundo não faz sentido, pois refere-se apenas ao total do PIB, sem considerar o tamanho da população. O total do produto de um país não diz muita coisa se não for levado em conta o número de bocas que há para consumi-lo. A Dinamarca, por exemplo, está na 70a posição em tamanho do PIB, ou seja, 61 posições atrás do Brasil, ou ainda: há 61 países com PIB maior que o da Dinamarca até chegar ao Brasil.

O dado acima poderia dar a impressão de que a Dinamarca é muito mais pobre que o Brasil. É óbvio que não faz o menor sentido, pois a Dinamarca tem 5,7 milhões de habitantes e a renda por pessoa lá é equivalente a quatro vezes a brasileira. Ou seja, a Dinamarca não tem miséria, não tem pobreza, o padrão médio de bem-estar social está muito acima do brasileiro. Se o Brasil dobrasse seu produto por habitante, chegaríamos apenas à metade do PIB por dinamarquês.

Assim, como indicador do grau de pobreza e do padrão de vida, o tamanho absoluto do produto nacional não significada nada. O produto por habitante no Brasil ao fim de 2020 é menor do que era em 2010, entre outras razões, porque a população cresceu 21,8 milhões de habitantes na segunda década deste século. O número de bocas continua crescendo e o produto não cresce, e ainda vem diminuindo, pelas razões já expostas. A pandemia jogou o PIB brasileiro para baixo e piorou as coisas.

Digo tudo isso para destacar uma questão essencial: se há algo que o sistema estatal, as leis, os governos, os poderes e os burocratas podem fazer neste momento de grave recessão e desemprego é desobstruir os canais que impulsionam a produção e o crescimento. A palavra-chave deveria ser: desobstruir. O governo deveria se dedicar a fazer um planejamento impositivo para o setor estatal e indicativo para o setor privado, retirando o máximo de obstáculos do caminho de quem quiser empreender, investir, arriscar, trabalhar, produzir, gerar emprego e pagar impostos.

Neste momento, é melhor errar por excesso de liberdade do que manter a nação sufocada por regulamentos e milhões de leis e normas. A ampliação da liberdade e a desobstrução do caminho de quem quer trabalhar e empreender podem gerar alguns excessos e eventuais erros. Se ocorrerem, que sejam consertados. Mas, é melhor correr o risco das consequências derivadas da desobstrução do que manter o país preso às amarras e à lentidão em seu processo de criar produto, emprego, renda e impostos.

As notícias dos últimos meses informam que o PIB brasileiro deve sair da nova posição e cair para a 12a no ranking mundial. Novamente: essa classificação se refere apenas ao PIB total e não ao PIB por habitante, ou renda per capita, expressão muito usada para se referir à mesma coisa sob a ótica da renda, não do produto. Não crescer é um luxo a que o Brasil não pode se permitir, pois se assim for, a miséria e a pobreza vão explodir... e o país perderá a terceira década do século 21, minando as possibilidades de chegar a 2050 com situação social bem melhor. Será uma pena!



José Pio Martins - economista, reitor da Universidade Positivo.


Maio Laranja: Visão Mundial realiza ações voltadas para o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

No calendário de campanhas de conscientização do Brasil, o Maio Laranja marca o mês de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O dia oficial da campanha, 18, é homenagem à menina Araceli, violentada e assassinada aos 8 anos de idade no Espírito Santo em 1973. Para a data, a Visão Mundial realiza uma série de ações com a participação de colaboradores e parceiros, a fim de chamar a atenção para a necessidade de se combater esta violência diariamente e de escutar atentamente as crianças para a identificação de sinais de violação de direitos.


As atividades comemorativas iniciam já no dia 17, nos canais digitais da organização. No Youtube, será transmitida uma contação de história do livro Não me toca, seu boboca!, da autora Andréa Viviane Taubman. A obra aborda de forma simples e lúdica a temática do abuso infantil e como as crianças podem e devem agir em casos de atitudes suspeitas por parte de algum adulto.

De acordo com denúncias do Disque 100, 70% dos casos de abuso sexual infantojuvenil começam dentro de casa e o perfil dos agressores mantém um padrão, sendo em números significativos, de familiares dessas crianças e jovens. Para reforçar a importância da identificação de sinais de violência e da escuta atenta de crianças e adolescentes, no dia 18, às 14h, a autora também será a convidada de um bate papo realizado em parceria com a Igreja Batista da Água Branca (IBAB).

Também na terça-feira, 18 de maio, a partir das 9h, a Visão Mundial realiza uma devocional com as pastoras Siméa Meldrum e Helena Tannure. A reflexão é aberta ao público e será transmitida ao vivo no canal do Youtube da Visão Mundial. .

Já no dia 20, a partir das 9h30, a Visão Mundial realiza um Webinário Nacional sobre o papel da escuta no enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes. O evento também é aberto ao público, com transmissão ao vivo no Youtube da organização, que traz como convidados especialistas na temática, representantes dos setores governamental e religioso, além de uma jovem beneficiária, representando as crianças e a juventude.

No dia 21 será promovida uma conversa entre colaboradores e especialistas, em uma iniciativa do Conexión Ternura. O tema abordado será a ternura na paternidade e a live também será transmitida no canal oficial da Visão Mundial no Youtube.

Além disso, marcando todo o mês de maio, a organização realiza entregas, em todo o território nacional, de Kits de Ternura e de Proteção, voltados para meninos e meninas, para ensinar, de forma criativa sobre partes do corpo, limites e sobre como buscar ajuda caso presencie ou passe por alguma situação de abuso ou violência sexual.

Ainda neste sentido, os territórios de Boa Vista e Pacaraima realizam, nos dias 18 e 21, uma programação especial para seus beneficiários, com palestras e dinâmicas envolvendo a temática dos maus tratos e da proteção e, ainda um campeonato esportivo e atividades recreativas.

"A Visão Mundial alerta para o aumento de violência contra grupos vulneráveis em todo o mundo, especialmente para mulheres e crianças, e, mais ainda, durante o isolamento social. Por isso, seguimos firmes e insistentes desenvolvendo projetos e iniciativas em variadas frentes, com o intuito de ajudar e focar na proteção da criança e do adolescente. Os números são preocupantes e é urgente trazer o tema à tona, principalmente neste momento de isolamento", declara Márcia Monte, ponto focal de Salvaguarda e Assessora Técnica da Visão Mundial.

Para conferir e se inscrever nas diversas ações promovidas pela Visão Mundial voltadas para o Maio Laranja, acesse aqui.

Serviço Maio Laranja - Visão Mundial:
18/05 - Devocional com Helena Tannure - 9h
18/05 - Entrevista com Andrea Taubman -14h
20/05 - Webinário Nacional O papel da escuta no enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes - 9h30
21/05 - Conexión Ternura: Ternura na paternidade-18h


Pesquisa da ESPM revela que brasileiro prefere comprar a alugar

Estudo revela que, mesmo entre os consumidores mais jovens e classificados como sustentáveis, a posse de alguns bens ainda é uma prioridade

Ao contrário do que muita gente acredita, o brasileiro ainda tem apego a bens -- e prefere comprar a alugar, mesmo em um período de recessão.  É o que revela uma recente pesquisa realizada pelo Núcleo de Marketing & Consumer Insights da ESPM – NUMA sobre o comportamento do consumidor em relação ao dinheiro. Foram entrevistadas virtualmente 577 pessoas -- de menores de 18 anos a maiores de 65 anos. Desse total, 69% eram mulheres, 45% tinham entre 19 e 25 anos de idade, 72% eram solteiros e 48% não tinham renda própria.

Os participantes responderam um questionário cujo foco era o consumo nas categorias de automóveis, imóveis, aparelhos eletrônicos e celulares, acessórios de moda e roupas casuais e para eventos. Para 99% dos entrevistados, comprar aparelhos eletrônicos e celulares é melhor que alugar, 98% optam por comprar roupas casuais e 89% acessórios de moda. E 85% disseram que preferem comprar automóvel, enquanto 54% optam pela casa própria.

Há uma predisposição para comprar eletrônicos, notebooks, games, celulares e smartphones para 34% dos jovens entrevistados entre 19 a 25 anos. É o maior percentual comparado com todas as outras faixas etárias do estudo.

“Apesar do surgimento de novas modalidades de locação, ainda fica evidente a vontade da posse de bens pelos entrevistados”, diz Helder Haddad, professor e pesquisador do NUMA ESPM. “Quase 100% nem cogita a possibilidade de alugar telefones celulares, eletrônicos e roupas casuais.”

O estudo identificou três perfis atitudinais. Os sustentáveis, ligados a marcas relacionadas à responsabilidade socioambiental, evitam o delivery para não gerar lixo com as embalagens, fazem coleta seletiva e são atraídos pela ideia do transporte público e veículos compartilhados. Os sustentáveis estão mais propensos a alugar roupas para eventos e acessórios de moda, quando comparados com os outros perfis. Na faixa entre 19 e 25 anos, 21% dos consumidores são classificados como sustentáveis.

“Apesar da orientação sustentável, não necessariamente eles abrem mão de consumir e ter a posse do bem”, diz Haddad. “Ainda existe uma diferença entre uma real atitude de comportamento e uma intenção de agir.”

Os materialistas gostam de novidades e se presenteiam quando atingem objetivos pessoais. Aceitam pagar caro por produtos quando sabem que terão uma boa experiência. Na faixa de até 18 anos de idade, mesmo sem renda própria, muitas vezes com a dependência do dinheiro dos pais, 47% dos participantes foram considerados materialistas.

Garantir uma aposentadoria e economizar para futuros imprevistos é a preocupação dos racionais econômicos. Eles pesquisam preços e estão sempre dispostos a fazer a melhor compra possível, seguindo a lógica do custo-benefício. Os racionais econômicos são maioria entre as pessoas com idades entre 36 e 55 anos, os que possuem renda mensal acima de 5 000 reais e entre os casados.

 

 

Homens

Mulheres

24% Sustentáveis

25% Sustentáveis

25% Materialistas

41% Materialistas

51% Racionais Econômicos

34% Racionais Econômicos

 

A predisposição pela compra é evidenciada em todos os perfis, que preferem comprar a alugar. “No caso de automóvel, mais de 80% optariam pela compra de um carro. Mesmo entre os sustentáveis, apenas 20% preferem alugar. Entre os materialistas cai para 16% a predisposição para alugar um carro e para 10% entre os racionais”, afirma Haddad.





Posts mais acessados