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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Gordura no fígado: a nova epidemia silenciosa que ameaça milhões de brasileiros e pode evoluir para cirrose e câncer, alerta especialista

Imagem: IA
Ignorada pela população, já afeta até 30% dos brasileiros 
 

A esteatose hepática, conhecida popularmente como “gordura no fígado”, tornou-se um dos maiores problemas de saúde da atualidade. 

Estudos recentes estimam que 1 em cada 3 adultos já apresenta algum grau da doença — e o mais alarmante: a maioria não sabe.

Mesmo sem sintomas, a condição pode evoluir para esteato-hepatite (NASH), fibrose, cirrose e até câncer de fígado, segundo o médico especialista em Medicina Integrativa e Funcional, Dr. Adriano Faustino.

A gordura no fígado se tornou o novo ‘diabetes silencioso’ do mundo moderno. Ela avança sem dor, sem sintomas e, quando o diagnóstico chega, muitos pacientes já estão no caminho da cirrose”, explica o especialista.

A gravidade do cenário preocupa pesquisadores internacionais. Um estudo publicado em Hepatology (Younossi et al., 2016) aponta que a esteatose hepática está entre as doenças que mais crescem no mundo, impulsionada pelo estilo de vida moderno — excesso de carboidratos refinados, sedentarismo, estresse, consumo de álcool e noites mal-dormidas.

 

Da gordura à cirrose: a evolução silenciosa que ameaça o fígado

A condição progride, geralmente, de forma previsível:

  • Esteatose simples: acúmulo inicial de gordura.
  • Esteato-hepatite (NASH): inflamação e dano celular.
  • Fibrose: cicatrização progressiva.
  • Cirrose: perda da função hepática — muitas vezes irreversível.
  • Hepatocarcinoma: câncer de fígado, uma das complicações mais assustadoras. 

Pesquisa publicada no New England Journal of Medicine revela que a esteatose avançada já é uma das principais causas de câncer de fígado — mesmo em pessoas que nunca consumiram álcool regularmente.

O mais chocante é que o fígado não dói. O paciente acredita que está tudo bem, mas a doença progride em silêncio. Muitas vezes, o diagnóstico só vem quando já existe fibrose avançada”, afirma Dr. Adriano.Faustino.


Impacto para além do fígado: risco de infarto, diabetes e AVC 

A esteatose não é apenas uma doença do fígado — é um marcador de desequilíbrio metabólico sistêmico.

Segundo estudos publicados em Diabetes Care (Targher et al., 2010), pacientes com gordura no fígado têm:

  • maior risco de diabetes tipo 2,
  • aumento significativo do risco de infarto e AVC,
  • alterações hormonais importantes,
  • maior mortalidade cardiovascular. 

Quando vemos gordura no fígado, estamos olhando para o primeiro sinal de que o metabolismo inteiro está falhando. É um alerta precoce que pode salvar vidas”, reforça o médico.

 

Boa notícia: é possível reverter — e mais rápido do que a população imagina


Apesar da gravidade, o especialista traz esperança:


O fígado é o único órgão com alta capacidade de regeneração. Quando tratamos a causa raiz — inflamação, resistência à insulina, excesso de açúcar, disbiose intestinal — vemos melhoras importantes em poucas semanas.”

Medidas como alimentação anti-inflamatória, atividade física, sono adequado e modulação metabólica individualizada fazem parte do protocolo clínico utilizado pelo Dr. Adriano Faustino.

 

Por que essa falar desse assunto é urgente? 

  • Alta prevalência: milhões de brasileiros afetados.
  • Baixa percepção: população acredita ser uma condição “simples”.
  • Alto impacto: risco de cirrose, câncer e doenças cardiovasculares.
  • Prevenível e tratável: uma pauta que educa e salva vidas.
  • Conexão com alimentação, estilo de vida, economia e saúde pública.

 

Dr. Adriano Faustino - Médico graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Especialista em Geriatria, Nutrologia (ABRAN), Medicina Funcional, Fisiologia Hormonal e Oncologia Integrativa; Título de Especialista em Medicina Legal e Perícias Médicas; Médico legista no Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte; Coordenador do Ambulatório de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital Regional de Betim/MG; Professor universitário nas áreas de Medicina Legal, Anatomia Médica, Primeiros Socorros e Legislação Médica; Professor de Pós-Graduação na Fundação Unimed e no Mestrado em Saúde da Faculdade de Direito Milton Campos (MG); Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina da Longevidade (SBML) e da Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade (SBEMO); Idealizador do Programa Saúde Máxima e do Protocolo de Medicina Investigativa, já ajudou milhares de pacientes a transformarem suas vidas com diagnósticos precisos e abordagens terapêuticas baseadas em ciência de ponta, estilo de vida, alimentação e intervenções personalizadas; Desenvolvedor do Protocolo C.A.U.S.A. – Câncer, Autocuidado, Unidade, Saúde e Ação; Pregador e professor de Escola Bíblica Dominical desde 2001; Autor do livro Cientificamente Divino – Princípios bíblicos e científicos para uma saúde máxima.



Campanha Março Azul alerta para o câncer colorretal

 

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JoPanuwatD

Neoplasia também está relacionada à microbiota intestinal e seu metaboloma, e probióticos podem colaborar durante ou após o tratamento

 

Realizada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), a campanha Março Azul chama a atenção para a importância do diagnóstico precoce do câncer de intestino. Também chamado de câncer colorretal (CCR), a neoplasia está entre os tumores malignos mais prevalentes no mundo. 

A campanha internacional National Colorectal Cancer Awareness Month foi iniciada nos Estados Unidos no início dos anos 2000 para prevenir e diagnosticar precocemente a doença, que tem altas chances de cura se detectada precocemente. De acordo com a última estimativa divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 53.810 novos casos de câncer colorretal para cada ano do triênio 2026-2028. 

Neste ano, o tema da campanha Março Azul é ‘Jornada da Vida’. A mobilização nacional visa ampliar a detecção precoce da doença e tem como público-alvo homens e mulheres  entre 45 e 70 anos de idade. Um dos objetivos é difundir um gesto simples no cuidado com a saúde: a realização do teste FIT, exame utilizado para detectar sangue oculto nas fezes. Apesar disso, a colonoscopia é considerada o padrão-ouro para a detecção do câncer de intestino, uma vez que o exame permite a visualização detalhada da mucosa intestinal e a identificação precoce de lesões. 

Recentemente, pesquisadores japoneses realizaram uma revisão de literatura com o objetivo de fornecer uma visão geral do papel da microbiota intestinal relacionada ao câncer colorretal. Segundo os cientistas, a carcinogênese da neoplasia está associada a fatores genéticos e ambientais, como variantes genômicas patogênicas, metilação do DNA genômico, dieta ou tabagismo. “Mas, além disso, está ficando claro que a microbiota intestinal também está associada à carcinogênese do câncer colorretal”, afirmam.

 

Microbiota e probióticos

No artigo ‘Probiotics and cancer’, os cientistas acentuam que, na medicina, vários estudos já desenvolvidos demonstraram que os probióticos podem ajudar a melhorar o sistema imunológico e a saúde intestinal. Os autores resumem, nesta revisão científica, as interações entre os probióticos e o hospedeiro, bem como o conhecimento atual sobre os prós e contras da utilização de probióticos em pacientes com câncer. 

Segundo os autores da revisão, os estudos já desenvolvidos mostram, por exemplo, que os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) produzidos pelas bactérias intestinais são a fonte de energia das células do cólon. Dessa forma, conseguem manter o ambiente ácido do intestino, inibindo a formação de altos níveis de ácidos biliares secundários e promovendo acidose e apoptose (morte celular programada) de células cancerígenas. 

Ainda de acordo com esses cientistas, embora os AGCC sejam derivados da microbiota intestinal, devido a diferenças individuais a quantidade produzida pode não ser suficiente para inibir o desenvolvimento do câncer colorretal. “Portanto, o consumo de probióticos pode ajudar a aumentar a produção diária de ácidos graxos de cadeia curta no intestino”, sinalizam.

 

Adjuvantes no tratamento

Em geral, a maioria dos casos de câncer de intestino é tratada com uma combinação de quimioterapia, cirurgia (colectomia), terapia direcionada a moléculas e imunoterapia. O tratamento mais prevalente, entretanto, é uma combinação de cirurgia e quimioterapia. 

Embora seja uma terapia fundamental no tratamento, a quimioterapia pode trazer efeitos colaterais desconfortáveis que prejudicam a qualidade de vida dos pacientes. “Estudos e dados clínicos mostram que a quimioterapia pode levar a complicações gastrointestinais como náuseas, refluxo ácido, dor abdominal, distensão abdominal, constipação e diarreia”, sinaliza a engenheira de alimentos Helena Sanae Kajikawa, gerente da Divisão Ciências & Pesquisas da Yakult do Brasil. 

Um estudo desenvolvido na China avaliou os papéis potenciais do uso de probióticos no pós-operatório para atenuar as complicações gastrointestinais e da microbiota intestinal perturbada em pacientes com câncer colorretal submetidos à quimioterapia. Para o experimento, foram recrutados 100 pacientes tratados com cirurgia radical e que precisavam receber quimioterapia. 

“Os resultados mostraram que a administração de probióticos poderia efetivamente reduzir as complicações gastrointestinais induzidas pela quimioterapia, particularmente na diarreia”, comenta a gerente da Yakult. Além disso, os autores do estudo mostraram que a quimioterapia reduziu os índices de diversidade bacteriana da microbiota intestinal em pacientes com CCR, o que poderia ser significativamente aumentado pela ingestão de probióticos. 

No estudo ‘Probiotics in colorectal cancer prevention and therapy: mechanisms, benefits, and challenges’ (Probióticos na prevenção e terapia do câncer colorretal: mecanismos, benefícios e desafios), cientistas do Cazaquistão afirmam que os probióticos têm apresentado efeitos benéficos na saúde, como imunomodulação, atividade antioxidante, antagonismo contra espécies patogênicas, exclusão por adesão à barreira mucosa e produção de compostos antimicrobianos, como bacteriocinas. 

“Ademais, os probióticos demonstraram exibir atividades anticarcinogênicas in vitro (laboratório) e in vivo (estudo com animais)”, relatam os autores. Além disso, também já foram demonstradas atividade anti-inflamatória e manutenção da barreira mucosa. Devido a essas qualidades funcionais ligadas direta ou indiretamente ao CCR, os cientistas acreditam que os probióticos poderiam ser uma terapia adjuvante adequada para o câncer colorretal. 

De acordo com a gerente da Divisão Ciências & Pesquisas da Yakult do Brasil, Helena Sanae Kajikawa, o consumo de probióticos deve ser acompanhado pelo médico responsável pelo tratamentoIsso porque, apesar de auxiliarem na manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal, cada probiótico proporciona benefícios únicos e específicos da cepa. “Todos os estudos citados, assim como muitos outros, mostram que os probióticos possuem potencial para auxiliar no tratamento do câncer colorretal. Porém, é fundamental ressaltar que qualquer intervenção deve ser feita apenas com orientação e prescrição médica”, acentua. 


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Dia da Ressaca: Endocrinologista da Unifran explica o que causa o mal-estar e como evitá-lo

Especialista detalha sintomas, riscos e dicas para minimizar o mal-estar e promover um consumo consciente

 

O dia 28 de fevereiro marca o "Dia da Ressaca", data que serve de alerta importante para se discutir os impactos do consumo excessivo de álcool. Sua proximidade com períodos de festas e celebrações, como o recente carnaval, realça a importância de compreender esse conjunto de sintomas desagradáveis que podem persistir por horas. Para entender melhor o que causa esse mal-estar e como preveni-lo, conversamos com o Dr. Julio Cesar, endocrinologista da Unifran. 

A ressaca, um conjunto complexo de sintomas físicos e neurológicos, é o resultado da ingestão excessiva de álcool. "O etanol, principal componente das bebidas alcoólicas, é metabolizado no fígado em acetaldeído, uma substância tóxica para o organismo. Essa toxicidade afeta diversas partes do corpo, incluindo cérebro e fígado, levando aos conhecidos sintomas de dor de cabeça, náuseas, mal-estar geral, desorientação e fadiga", explica o endocrinologista.

 

Fatores que agravam e os riscos envolvidos: O médico destaca que nem todo álcool é igual. Bebidas com mais impurezas e metabólitos, como gin, vodka e uísque, tendem a agravar os sintomas. Além disso, a ressaca é influenciada pela quantidade e tipo de bebida, predisposição individual e até o sexo, já que mulheres tendem a ter uma distribuição maior dessas impurezas devido a um menor volume de líquido corporal. 

Um dos principais vilões da ressaca é a desidratação. O álcool inibe a produção do hormônio antidiurético (ADH), fazendo com que a pessoa urine mais e perca líquidos essenciais. Do ponto de vista hepático e endócrino, o álcool pode bloquear a produção de glicose pelo fígado (glicogenólise), levando a um risco de hipoglicemia, especialmente em pacientes com diabetes ou que utilizam insulina. 

Os sintomas neurológicos incluem desorientação, cefaleia, mal-estar geral, náuseas, vermelhidão e até efeitos neuroquímicos que causam lentificação do pensamento, ansiedade, irritabilidade e tremores. Geralmente, esses sintomas começam entre 6 e 8 horas após o consumo.

 

Como diminuir e evitar a ressaca: O especialista oferece dicas essenciais para mitigar ou evitar a ressaca:

  1. Nunca beba em jejum: alimentos, especialmente carboidratos, ajudam a retardar a absorção do álcool.
  2. Hidratação constante: intercale a ingestão de bebidas alcoólicas com água. A hidratação é fundamental para combater a diurese causada pelo álcool.
  3. Coma bem: consumir alimentos ricos em carboidratos e nutrientes antes e durante a ingestão de álcool.
  4. Descanse: o sono adequado e o descanso são cruciais para a recuperação do corpo.

Em casos mais graves, a ressaca pode evoluir para complicações sérias como gastrites, pancreatite e intoxicação alcoólica grave, que podem requerer atendimento médico de urgência. "O álcool é metabolizado em acetaldeído, uma substância tóxica que afeta diversas partes do corpo. Compreender esse processo e os limites individuais é crucial para um consumo consciente e para evitar o mal-estar. A chave está na moderação e no cuidado com a hidratação e alimentação", afirma Julio Cesar. Ele reforça que, em pequenas quantidades, o álcool pode fazer parte do convívio social, mas o consumo excessivo é o que deve ser evitado.

 

UNIFRAN
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Cirurgia de catarata alivia insônia

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Pesquisa mostra que a mulher brasileira têm mais  insônia. Entenda como a cirurgia de catarata melhora esta condição

 

A catarata, opacificação do cristalino, é maior entre mulheres no mundo todo e  tem como principal causa o envelhecimento.

Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier e membro da Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa, a mulher tem mais catarata porque o cristalino tem receptores de estrogênios que facilitam  a oxidação da lente do olho. O oftalmologista explica que a doença é multifatorial. Além dos hormônios pode também  estar associada a traumas, diabetes, insônia,  uso contínuo de corticoide, alta miopia, doenças autoimunes, exposição ao sol sem proteção, tabagismo, consumo abusivo de sal.

 

Insônia é maior entre mulheres

Dos fatores de risco elencados por Queiroz Neto  um deles está em ascensão no Brasil e é maior entre mulheres: a insônia. É o que mostra a Vigitel 2025,  pesquisa anual do  Ministério da Saúde sobre doenças crônicas.

Esta última edição da Vigitel revela  que 20% dos brasileiros  dormem menos de 6 horas/dia. A insônia atinge 31,7%. Entre mulheres a prevalência é de 36,2% ante 26,2% dos homens.  A faixa etária de maior prevalência da insônia é dos  45 aos 54 anos.

 A frequência mais expressiva de sintomas de insônia entre elas ocorreu em Maceió (45,6%)  As menores entre elas aconteceram  em Florianópolis (32%), Natal (33,3%) e São Paulo (33,7%).  Entre homens a maior prevalência foi é de 34% em Porto Velho e a menor  de 21,1%. em João Pessoa.

 

Cirurgia pode aliviar a insônia

A boa notícia é que a cirurgia de catarata melhora  a visão e diminui o risco de  outras condições frequentes nas pessoas com  60 anos ou mais. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier de Campinas, afirma que a cirurgia de catarata melhora  a visão e diminui o risco de  outras condições frequentes nas pessoas com  60 anos ou mais. que isso acontece porque a catarata é muito mais que   visão embaçada. Quando o cristalino fica opaco, menos luz azul natural do dia chega à retina, pontua. Resultado: diminui a produção de melanopsina, um foto pigmento encontrado  nas células ganglionares da retina.  “É a melanopsina que detecta a luz para  regular nosso relógio biológico ao ciclo do dia e promover o  estado de vigília. Com a chegada da noite, comenta, é a melatonina, hormônio do sono que entra em cena para  relaxarmos. “Portanto se a quantidade de luz que penetra em nossos olhos não é suficiente todo nosso organismo sofre consequências”, diz. O oftalmologista ressalta que a falta de sono também aumenta produção de radicais livres,  reduz os mecanismos antioxidantes da glutationa e da catalase que protegem o cristalino. 

 

Tenho diagnóstico de catarata e não perdi o sono

Queiroz Neto afirma que isso pode acontecer cada organismo tem as próprias particularidades. disso, em algumas pessoas o núcleo supraquiasmático que regula nosso relógio biológico  tem maior plasticidade para se adaptar a diferentes alterações de luminosidade. Outro fator é a maior exposição ao sol nas primeiras horas do dia que estimula a produção de melatonina e até o uso de moduladores do sono.

 

Quais os sintomas da catarata?

A maioria das pessoas não percebem a catarata logo no início devido à capacidade de adaptação de nosso cérebro. Os principais sintomas elencados pelo oftalmologista são:

  Troca frequente de óculos e visão embaçada;

  Perda da visão de contraste, especialmente em ambientes com pouca luz;

  Fotofobia;

  Alterações na percepção de cores;

  Dificuldade para dirigir à noite.

 

Como saber se está na hora de operar?

Não existe ‘idade certa’ para operar e a catarata subcapsular causa mais fotofobia e por isso precisa ser operada antes sugere Queiroz Neto. Os sinais de que está na hora de operar é a dificuldade em exercer atividades  corriqueiras como ler um livro, usar o computador ou celular ou dirigir.

 

Como é feita a cirurgia e quais os riscos?

A cirurgia de catarata é uma das mais praticadas o mundo e também uma das mais seguras. “O maior risco é uma infecção generalizada no globo ocular como ocorreu em uma pequena cidade doo estado durante o último mutirão, mas em salas cirúrgicas bem esterilizadas a possibilidade de isso acontecer praticamente não existe, afirma Queiroz Neto. ”A cirurgia é realizada com aplicação de um colírio anestésico e sedação que torna o procedimento bastante tranquilo para o paciente. Fazemos um corte de 2 mm no canto da córnea por onde aspiramos o cristalino opaco e inserimos a lente dobrada que se abre no saco capsula, local onde o cristalino natural fica apoiado. O mais importante é seguir as recomendações médicas e não falhar no uso dos colírios prescritos para não correr risco,” finaliza.


Acromegalia: sinais da doença são desconhecidos até pelos médicos

28 de fevereiro é Dia Mundial das Doenças Raras

 

Acromegalia é uma doença rara decorrente do excesso do hormônio de crescimento (GH). “O diagnóstico é frequentemente realizado cerca de oito a 10 anos após o aparecimento dos primeiros sinais e sintomas por causa do desconhecimento da doença por parte da classe médica”, explica a Dra. Vania dos Santos Nunes, endocrinologista da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP).

 

Segundo a endocrinologista, o diagnóstico mais precoce poderia aumentar a taxa de cura dos indivíduos afetados e evitar o surgimento das complicações cardiovasculares, respiratórias e neoplásicas, que são os principais responsáveis pelo aumento da mortalidade neste grupo de pacientes.

 

Principais sinais e sintomas da Acromegalia: proeminência frontal, alargamento da base do nariz, aumento dos lábios, macroglossia (língua maior que o normal), separação dos dentes, prognatismo (dentes projetados para frente), aumento das extremidades, representado pela troca por um número maior do sapato e a aliança não caber mais no dedo.

 

“Estes sinais e sintomas são de progressão gradual e lenta, a maioria dos pacientes não percebe tais modificações e acaba procurando algum serviço de saúde por um destes sintomas isolados”, comenta a Dra. Vânia.

 

Devido aos níveis elevados do GH e do hormônio IGF1, os pacientes acometidos podem apresentar, além das alterações fisionômicas, várias complicações, que dependendo do tempo de evolução da doença podem ser irreversíveis mesmo com o controle da Acromegalia. São elas: Artrite, Artrose, Parestesias, Síndrome do Túnel do Carpo, Perda do Campo Visual (pela compressão do tumor ao quiasma óptico), Hipertensão Arterial, Diabete Mellitus, Alteração da Voz, Apneia do Sono, Irregularidade Menstrual e Amenorréia.

 

“Junto à observação clínica, algumas perguntas podem auxiliar no rastreamento da Acromegalia, por exemplo: Trocou o número do sapato por um número maior? A aliança no dedo está mais apertada do que antes? Você ou alguns amigos/parentes têm observado que a fisionomia do seu rosto está alterando? Por último, compare uma foto bem antiga do indivíduo com o rosto atual, e verifique se ao decorrer dos anos houve alterações fisionômicas sugestivas da Acromegalia”, finaliza a endocrinologia. 



SBEM-SP - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo
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Estresse no trabalho: quando é a hora de parar?

banco de imagens
O limite entre empenho profissional e esgotamento físico e mental tornou-se uma das fronteiras mais desafiadoras da atualidade. Ao observarmos de perto as transformações no ambiente corporativo, percebemos uma mudança importante: empresas que antes se limitavam à entrega técnica passam a assumir também um papel de responsabilidade humana. Mais do que prestar consultoria, buscam se posicionar como vozes conscientes, capazes de questionar o ritmo frenético da hiperconexão. Esse movimento convida líderes e colaboradores a uma reflexão essencial sobre saúde integral, entendendo que desempenho sustentável não existe sem equilíbrio psíquico e físico.

Identificar a “hora de parar” não é fraqueza, é maturidade emocional.
Para a Life DH, o estresse crônico costuma se manifestar de forma persistente e silenciosa, surgindo quando a pessoa começa a perceber uma desconexão profunda com suas próprias funções. Nesse estágio, o trabalho que antes era fonte de propósito passa a ser vivido com indiferença e, pouco a pouco, a energia diminui, a produtividade cai e se instala um ciclo recorrente de frustração.

De acordo com Fernanda Macedo, psicóloga e diretora da Life DH, o corpo costuma emitir sinais claros muito antes de a mente reconhecer o esgotamento. “Sintomas como insônia recorrente, tensões musculares persistentes e hiperreatividade emocional são alertas de que o organismo está operando no limite. Quando esses sinais são ignorados em nome de uma cultura de entrega ininterrupta, o risco de evolução para o burnout torna-se iminente”, explica.

A especialista defende que a solução não está apenas na resiliência individual, mas em uma transformação genuína da cultura organizacional. “Acreditamos que ambientes psicologicamente seguros, onde pausas são respeitadas e os limites humanos são legitimados, tendem a ser não apenas mais saudáveis, mas também mais produtivos e sustentáveis no longo prazo. Recalcular a rota, estabelecer fronteiras digitais e buscar apoio profissional são movimentos essenciais para quem precisa reencontrar o equilíbrio”, afirma.

Em um mundo que normalizou o excesso, parar pode ser um dos atos mais responsáveis, e estratégicos, que um profissional pode tomar. Cuidar da saúde mental deixou de ser uma escolha individual para se tornar uma responsabilidade organizacional.

 

Life DH


Carnaval não é só ressaca: por que as infecções aumentam após dias de festa

Especialista alerta que desidratação, noites mal dormidas e descuido com a higiene favorecem infecções urinárias, íntimas e gastrointestinais no pós-Carnaval


 

Após dias intensos de blocos, viagens e mudanças na rotina, muitas pessoas percebem que o corpo começa a dar sinais de alerta. Além da tradicional ressaca, o período pós-Carnaval costuma registrar aumento nos casos de infecções urinárias, ginecológicas e gastrointestinais, impulsionadas por fatores como calor, desidratação, alimentação inadequada e privação de sono.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), cerca de 50% das mulheres terão ao menos um episódio de infecção urinária ao longo da vida, e aproximadamente 30% apresentam recorrência. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 75% das mulheres terão candidíase vaginal pelo menos uma vez, sendo que quase metade poderá ter novos episódios. Situações de calor, suor excessivo e umidade prolongada favorecem a proliferação de micro-organismos.

Segundo o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, laboratório farmacêutico focado em pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores para a saúde, o Carnaval reúne diversos fatores que impactam diretamente a imunidade. “A combinação de poucas horas de sono, consumo de bebidas alcoólicas, baixa ingestão de água e alimentação irregular enfraquece as defesas do organismo. Com isso, o corpo fica mais vulnerável a infecções”, explica.

O especialista destaca que permanecer muitas horas com roupas apertadas ou úmidas de suor, além de negligenciar hábitos básicos de higiene, contribui para o surgimento de quadros infecciosos. “O ambiente quente e úmido favorece o crescimento de bactérias e fungos, principalmente na região íntima. Quando isso se soma à desidratação, o risco aumenta ainda mais”, afirma.

Entre os sintomas que merecem atenção estão ardor ao urinar, aumento da frequência urinária, corrimento, coceira, dor abdominal, diarreia, náuseas e febre. “Muitas pessoas associam esses sinais apenas ao cansaço do Carnaval, mas eles podem indicar infecções que precisam de avaliação médica. A automedicação pode mascarar o problema e atrasar o tratamento correto”, alerta Dr. Carlos.

A prevenção passa por atitudes simples, como manter uma boa hidratação, priorizar o descanso após os dias de festa, retornar gradualmente a uma alimentação equilibrada e observar a higiene pessoal. “Esses cuidados ajudam o organismo a se recuperar mais rápido e reduzem as chances de complicações”, orienta o médico.

Para o especialista, o pós-Carnaval é um momento estratégico para ouvir o corpo. “A festa acaba, mas a saúde continua sendo prioridade. Sintomas persistentes não devem ser ignorados. O diagnóstico precoce é essencial para evitar agravamentos e garantir uma recuperação segura”, finaliza Dr. Carlos.


Carnot® Laboratórios


Inflamações intestinais avançam no país e reforçam a importância de escolhas alimentares adequadas

Consultada pela Josapar, nutricionista explica como ajustes na alimentação podem contribuir para o controle dos sintomas e para a saúde intestinal

 

As doenças inflamatórias intestinais têm apresentado crescimento relevante no Brasil na última década. Dados consolidados a partir de registros hospitalares do Sistema Único de Saúde indicam que o número anual de internações relacionadas a essas condições registrou um aumento superior a 60% no período. O avanço reforça a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento médico e de estratégias complementares, como a alimentação adequada.

Atenta a esse cenário e às novas demandas do consumidor por alimentos mais leves e funcionais, a Josapar — detentora das marcas Tio João, Meu Biju, SupraSoy e Azeite Nova Oliva — acompanha a evolução dos hábitos alimentares e a busca por produtos que contribuam para o equilíbrio nutricional no dia a dia. Para aprofundar um pouco mais sobre o assunto, a companhia consultou a nutricionista Dra. Aline Maldonado.

Segundo a especialista, doenças inflamatórias intestinais, como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, são condições crônicas que alternam períodos de crise e remissão. Embora não tenham cura definitiva, o controle adequado pode proporcionar qualidade de vida e reduzir complicações.

“A alimentação deve ser ajustada conforme a fase da doença e a resposta individual de cada paciente. Durante as crises, o intestino está mais sensível. Nesse momento, priorizamos alimentos de fácil digestão e menor teor de fibras insolúveis, o que pode ajudar a reduzir desconfortos como dor abdominal e alterações no trânsito intestinal”, explica.

Preparações simples à base de arroz branco, purês, legumes cozidos e proteínas magras, por exemplo, costumam ser mais bem toleradas durante as crises por serem fontes de energia de fácil digestão e exigirem menor esforço do sistema gastrointestinal. Já em períodos de remissão, quando os sintomas estão controlados, é possível ampliar gradualmente a variedade alimentar, sempre observando a resposta individual.

“Arrozes integrais e pigmentados preservam compostos bioativos naturais e fibras que, quando bem toleradas, contribuem para a saúde da microbiota intestinal e para o equilíbrio metabólico”, orienta Dra. Aline. Segundo ela, o arroz integral também se destaca pela presença de antioxidantes, que auxiliam na neutralização de radicais livres e na redução do estresse oxidativo, processo associado ao agravamento de inflamações crônicas. “A introdução deve ser feita de forma progressiva e sempre com orientação profissional”, reforça.

Outro ponto destacado é a qualidade das gorduras consumidas. O azeite de oliva extravirgem, por exemplo, contém compostos fenólicos associados à modulação de processos inflamatórios. “Substituir gorduras saturadas por fontes como o azeite pode ser uma estratégia interessante dentro de um padrão alimentar equilibrado”, afirma a nutricionista.

A especialista também chama atenção para a importância da hidratação, especialmente para pacientes que apresentam diarreia como sintoma recorrente. “A perda frequente de líquidos pode levar à desidratação e ao desequilíbrio de eletrólitos. Manter uma ingestão adequada de água ao longo do dia é fundamental para preservar o funcionamento do organismo e auxiliar na recuperação”, destaca.

 

É preciso excluir o glúten?

Às pessoas que apresentam sensibilidade ao trigo ou buscam alternativas mais leves, a farinha de arroz surge como opção versátil em diferentes preparações. Embora a exclusão do glúten não seja uma recomendação universal para todas as doenças inflamatórias intestinais, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e priorizar ingredientes mais simples pode favorecer o bem-estar gastrointestinal.

Nesse contexto, o portfólio da Josapar contempla desde o arroz branco tradicional até versões integrais, mixes de grãos e variedades especiais pela marca Tio João e Meu Biju. A empresa também oferece farinha de arroz como alternativa ao trigo, alimentos em pó à base de proteína vegetal sob a marca SupraSoy — voltados a públicos com intolerância à lactose ou que optam por produtos de origem vegetal — e azeite de oliva pela marca Azeite Nova Oliva.

Para a Dra. Aline, mais do que excluir grupos alimentares, o foco deve estar na construção de um padrão alimentar equilibrado e individualizado. “Cada organismo responde de maneira diferente. O acompanhamento profissional é fundamental para garantir adequação nutricional, controle de sintomas e manutenção da qualidade de vida”, conclui.

 

Josapar


Vozes do Advocacy realiza Campanha do Dia Mundial da Obesidade em catorze cidades brasileiras junto com suas filiadas

 Neste mês de março, o Vozes do Advocacy, que integra 28 organizações de diabetes no país, promove a Campanha do Dia Mundial da Obesidade em catorze cidades brasileiras. Como membro da Federação Mundial da Obesidade (WOF), a iniciativa está alinhada com o tema deste ano: 8 bilhões de razões para agir contra a obesidade. A data instituída oficialmente é 4 de março.

A ideia é que a campanha represente todas as pessoas afetadas pelo excesso de peso e pela obesidade — todos os 8 bilhões de nós — com um foco especial nas comunidades mais vulneráveis: as crianças. Segundo a WOF, as projeções mostram que 4 bilhões de pessoas — metade da população global — deverão viver com excesso de peso e obesidade até 2035.

No Brasil 24,3% da população têm obesidade e 37,1% sobrepeso, de acordo com a pesquisa Vigitel de 2023. Segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), a obesidade custa R$70 bilhões ao ano para o país.

Para ajudar a reverter este cenário, as organizações vinculadas com o Vozes do Advocacy farão campanhas pelo país, entre elas:

-De 1 a 15 de março, a Câmara dos Vereadores de Jacareí e a Unidade Médica de Jacareí ficarão iluminados de roxo neste período. No dia 5 de março, a Associação Jacareiense de Diabéticos fará ações educativas no auditório do Parque da Cidade, das 18h30 às 19h30, com análise do IMC e da circunferência abdominal, feitas pela nutricionista da organização. As pessoas, que tiverem índices alterados e a/que inda não tenham acompanhamento, serão encaminhadas para endocrinologistas. No mesmo horário haverá também atividades físicas e orientação para pessoas com sobrepeso e obesidade com um professor de educação física. O Parque fica localizado na Avenida Engenheiro Davi Monteiro Lino, 489.

-De 2 a 5 de março, a Associação dos Diabéticos de Cambuí realizará o cálculo do IMC, medição da circunferência e, em seguida, atividade física com orientação individual. No dia 6, fará a roda de conversa com profissional de educação física, nutricionista e representantes da Associação dos Diabéticos de Cambuí, sobre a importância da boa alimentação e exercício físico. No dia 7, promoverá uma Live em seu canal no Instagram com profissional de educação física, nutricionista e psicólogo para falar sobre promoção da saúde, aceitação da doença e melhor qualidade de vida. As atividades ocorrerão no Mr. Centro Esportivo, localizado na Rua Porfirio Marques, 788 em Cambuí.

-No dia 2 de março, a Câmara dos Vereadores de Botucatu será iluminada de roxa. No dia 3 de março, a Associação Botucatuense de Assistência ao Diabético (ABAD) fará um encontro com os Grupos Doce Convivência e familiares no Banco de Alimentos do município para aprenderem a leitura e interpretação dos rótulos, as escolhas alimentares mais saudáveis, a importância da segurança alimentar e aproveitamento integral dos alimentos, além do armazenamento adequado deles. No dia 4 de março, organizará na sede da ABAD uma roda de conversa sobre a relação das emoções com a alimentação, os hábitos alimentares e contexto de vida, os desafios do controle do peso e as estratégias para uma alimentação equilibrada. A ABAD fica localizada na Rua General Teles, 171, em Botucatu.

-No dia 3 de março, das 19h às 21h, a ADH Conquista fará uma roda de conversa sobre a relação emocional com a comida, hábitos alimentares, desafios no controle do peso e estratégias para uma alimentação equilibrada, proporcionando um espaço acolhedor para escuta, troca de experiências e fortalecimento do autocuidado, no Instituto Marcelo Melo, em Vitória da Conquista – BA. No mesmo dia, haverá a realização de cálculo do IMC e medição da circunferência (com automedição ou apoio de voluntários treinados), além do incentivo à prática regular de exercícios. O foco principal será na: promoção da saúde, melhora do controle glicêmico, integração social dos participantes e acompanhamento de progresso. As atividades acontecerão na Rua dos Andrades, 152, em Vitória da Conquista.

-No dia 3 de março, a Associação Sempre Amigos de Indaiatuba fará uma ação, na Faculdade Anhanguera da cidade, que inclui: a conscientização, a prevenção e o cuidado integral da obesidade, por meio de triagens em saúde, orientações profissionais e atividades de educação em saúde, aproximando a população de práticas preventivas e de acompanhamento adequado. Os serviços são: aferição de peso e de circunferência abdominal, avaliação por bioimpedância, verificação de glicemia e de pressão arterial, além de orientação nutricional. A ação ocorrerá das 19h às 22h, na Faculdade Anhanguera, localizada na Rua Cláudio Dal Canton, 89, Indaiatuba.

-No dia 4 de março, das 19h às 24h, o Vozes do Advocacy solicitou autorização do Senado e da Câmara dos Deputados, em Brasília, para a iluminação de seus prédios no tom roxo.

 -No dia 4 de março, das 16h30 às 18h30, a Associação Cearense de Diabéticos e Hipertensos fará a triagem, orientação profissional e educação em saúde, aproximando a população dos cuidados preventivos e do acompanhamento adequado. Disponibilizará serviços como: aferição da circunferência abdominal, avaliação por bioimpedância, teste de glicemia capilar, atividade física, verificação da pressão arterial, orientação nutricional e encaminhamento para médico endocrinologista. A ação ocorrerá na Praça da Igreja de Nazaré, localizada na Rua Jorge Dumar, 2340, Montese, Fortaleza, Ceará. No Dia 26 de março, a mesma ação o correrá no Parque Dom Aloísio Lorscheider, às 17h.

-No dia 4 de março, das 14h30 às 16h30, o Instituto Adifi, na sua sede, fará uma roda de conversa sobre Obesidade e Alimentação Consciente. Durante todo o mês, às terças e às sextas-feiras, das 14h às 16h, o Instituto realizará cálculo do IMC e medição da circunferência, em seguida atividade física orientada, voltada para pessoas com diabetes mellitus participantes da ADIFI, com foco na promoção da saúde, melhora do controle glicêmico, incentivo à prática regular de exercícios e integração social dos participantes. A sede é localizada em Av. Eng. Hildemar Leite França, 278 - Vila Residencial A, Foz do Iguaçu .

-No dia 4 de março, das 14h às 19h, no Posto de Saúde Leonardo Schilickmann, a Associação dos Diabéticos de Joinville (ADIJO) realiza roda de conversa sobre obesidade, o tratamento, como a condição afeta o organismo, as complicações, as emoções e o que tem disponível no SUS e como acessá-lo. O posto fica na R. Jorge Augusto Emílio Müller, 118 – Iririú, em Joinville.

- No dia 4 de março, a Associação dos Diabéticos de Santa Bárbara D’Oeste-SP (ADSB) promove a Campanha do Mês da Obesidade, que inclui disseminar informações sobre a obesidade para a população em geral, com foco: na prevenção, orientação e no tratamento. Fará atividade educativa e uma breve avaliação por meio de bioimpedância, distribuição de folders, aferição de pressão arterial e glicemia capilar, no Terminal Central de Santa Bárbara d’ Oeste, das 8h às 16h. A iniciativa conta com a parceria da Faculdade de Nutrição e técnicos de enfermagem da ETEC de Santa Bárbara d’Oeste. Além disso, a ADSB será iluminada na cor roxa nesta data.

-No dia 5 de março, das 8h às 14h, na Casa Rosa, que faz parte da Secretaria de Saúde de Tanguá, a Associação dos Diabéticos e Familiares de Tanguá-RJ fará a verificação de pressão arterial, testes de HGT, orientação nutricional com foco nas pessoas com IMC acima de 25 a 40 Kg m². As pessoas terão encaminhamento com as nutricionistas. A Casa Rosa está localizada na Rua Bragantino Rodrigues, 1569 - Pinhão, Tanguá - RJ.

-No dia 12 de março, a ADJ Birigui fará uma Roda de Conversa: Obesidade e Alimentação Consciente com o público da organização, das 8h30 às 10h30, na sua sede. Durante todo mês de março, a ADJ Birigui fará cálculo do IMC e medição de circunferência, seguido de atividade física para promover saúde, melhorar controle glicêmico, incentivar exercícios regulares e estimular a integração social, de segundas e quintas-feiras, das 7h30 às 9h30. A instituição está localizada na Rua João Galo, 1091, em Birigui.

-No dia 14 de março, das 9h às 12h, a Associação de Diabéticos do Espírito Santo (ADIES) fará acolhimento e triagem inicial das pessoas, dará palestra sobre educação em obesidade, fará aferição da pressão arterial e glicemia capilar, além de disponibilizar uma avaliação antropométrica (com medicação de peso e altura, com cálculo do IMC), com uma orientação individualizada. A ação será feita na Associação de Moradores de Barcelona, localizada na Av. Teresópolis, 50 – Barcelona, no município de Serra.

-No dia 14 de março, das 8h às 12h, a Associação dos Diabéticos e Familiares de Petrolina (ADIFAPE) realizam, na Escola Municipal José Joaquim, no Bairro José e Maria, diversas ações. No dia do evento haverá uma abertura com a fala do Presidente, Francisco Luiz Dias e, em seguida, atividade física com Educador Físico, incluindo aula de zumba, exames de antropometria, aferição de pressão arterial e glicemia, além de atendimento com endocrinologista, clínico geral, fisioterapeuta e cardiologista e orientações com psicóloga e nutricionista. Também terá auriculoterapia.

 Estas iniciativas têm a parceria de: Novo Nordisk, Lilly e World Obesity (Federação Mundial da Obesidade). 

 

Sobre o Vozes do Advocacy

Com a participação de 25 associações e de 3 institutos de diabetes, o Vozes do Advocacy é uma Federação de Organizações que promove o diálogo entre os diferentes atores da sociedade, para que compartilhem conhecimento e experiências, com o intuito de sensibilizar a população brasileira sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces do diabetes da obesidade e das complicações de ambas as condições, além de promover políticas públicas, que auxiliem o tratamento adequado delas.

 

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