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sábado, 26 de setembro de 2026

Do verde-oliva às sobreposições: as tendências que chegam com a primavera-verão


Curadoria de Felipe Veloso reúne apostas para os próximos meses no Shopping Leblon, que também entra nos últimos dias de exibição de sua fachada com flores gigantes
 

 

A temporada de primavera-verão acaba de começar trazendo novas cores, formas e possibilidades para o guarda-roupa. Mas, afinal, o que deve ganhar as ruas nos próximos meses? No Shopping Leblon, as principais apostas da temporada já podem ser conferidas, e incorporadas, aos looks desde agora. Uma curadoria especial do stylist Felipe Veloso reuniu mais de 30 marcas do empreendimento e revelou diferentes caminhos para atualizar as produções de Primavera-Verão, conectando referências internacionais ao jeito carioca de vestir. A nova temporada também ganhou uma tradução fora das vitrines: flores tridimensionais de mais de quatro metros transformaram a fachada do shopping em uma grande intervenção floral, que entra agora em seus últimos dias de exibição.

Apresentadas na última semana em um desfile à beira-mar, nas areias de Ipanema, as tendências passam pelas sobreposições, que aparecem em combinações como vestido sobre calça e camisa, calça e maiô, além das calças cigarrete e dos full looks. Listras, vichy combinado ao linho e estampas de efeito aquarelado também ganham força, enquanto o navy surge reinterpretado com um “borogodó” carioca, em uma espécie de soft power local. Na cartela de cores, o verde-oliva atravessa as estações e mostra sua versatilidade na transição do inverno para o verão.

“Acho que a grande tendência do Verão 2027 é justamente essa liberdade de construir a própria estética, de fazer o seu verão e escolher aquilo que conversa com você. O shopping traduz muito bem esse momento pela sua pluralidade de marcas, estilos e possibilidades”, comenta Felipe Veloso, stylist responsável pela curadoria do desfile.

 


A chegada da primavera também pode ser vista do lado de fora do Shopping Leblon. A intervenção que ocupa a fachada entra em seus últimos dias e convida quem passa pelo Leblon a conferir a instalação antes de sua despedida. A composição parte de uma estampa criada por LENNY NIEMEYER exclusivamente para a primavera-verão do Shopping Leblon, e leva para a arquitetura elementos da natureza que inspiram a temporada, sob o conceito “Carioca por natureza”.  

A parceria com LENNY NIEMEYER ganha ainda outro capítulo neste ano, em que duas trajetórias se encontram: os 35 anos da marca e os 20 anos do Shopping Leblon. Para celebrar as datas, foi criada uma coleção-cápsula especial, reforçando a relação entre moda, natureza e o Rio de Janeiro que atravessa a história de ambos.

 

“A Primavera-Verão é uma temporada que traduz muito do que é o Rio: leveza, cor, movimento e um jeito particular de viver a cidade. Ao lado da Lenny, conseguimos transformar essa atmosfera em uma experiência que começa na fachada e se espalha pelo shopping, pelas nossas ações e, também, pelo nosso entorno. É uma forma de celebrar os 20 anos do Shopping Leblon olhando para aquilo que sempre fez parte da nossa identidade: o estilo de vida carioca,”comenta Paula Magrath, gerente de Marketing do Shopping

 

Leblon. 

Lenny Niemeyer reforça o valor afetivo da criação: "Para criar a estampa desta parceria, mergulhamos em nosso acervo e percorremos os florais que marcaram os 35 anos da LENNY NIEMEYER. Desse processo nasceu um grande jardim de primavera em aquarela: uma composição que reúne memórias, formas, flores em uma nova interpretação, criada especialmente para celebrar este momento ao lado do Shopping Leblon".  

E a primavera também é um convite para aproveitar a cidade ao ar livre. Até 30 de setembro, clientes do Solar, programa de relacionamento do Shopping Leblon, podem participar do sorteio de três bicicletas elétricas ONN 1Lite que levam a estampa Shopping Leblon by LENNY NIEMEYER. Para concorrer, é necessário se cadastrar no programa de relacionamento, enviar uma nota de qualquer valor e ativar a promoção pelo aplicativo do Shopping Leblon. 


Primavera sem roupa nova: cuidados com as peças de inverno ajudam a renovar o guarda-roupa

Banco de imagens


Higienização, pequenos reparos e conservação podem prolongar a vida útil das roupas e evitar compras desnecessárias na mudança de estação 


Com a chegada da primavera, a troca das peças mais pesadas por roupas leves costuma marcar também um momento de reorganização do guarda-roupa. Mas, antes de sair às compras para atualizar os looks da estação, uma alternativa pode estar dentro do próprio armário: recuperar, higienizar e conservar as roupas que ficaram guardadas durante os meses mais frios. Além de ajudar a economizar, o hábito contribui para prolongar a vida útil das peças e reduzir o descarte de resíduos têxteis. Mas caso prefira descartar, existem vários locais em São Paulo, acesso:  https://sl1nk.com/8THbzC2

Dados do Sebrae estimam que o Brasil gera aproximadamente 170 mil toneladas de resíduos têxteis por ano, dos quais apenas 20% são reciclados. O cenário reforça a importância de ampliar a vida útil das roupas, estimular o reaproveitamento e reduzir o descarte prematuro de peças.

Para o consumidor, a mudança de estação pode ser justamente uma oportunidade de rever a relação com o guarda-roupa. Uma peça que ficou meses sem uso pode parecer “velha” simplesmente porque está amassada, com cheiro de guardado, com bolinhas ou perdeu a aparência original. Uma boa higienização, pequenos reparos e o armazenamento adequado podem devolver boa parte da aparência e da funcionalidade do item.

“Quando uma roupa fica muito tempo guardada, principalmente peças mais pesadas, é importante não simplesmente retirá-la do armário e colocá-la em uso. Antes, vale observar as condições do tecido, verificar se há manchas, odores, sinais de mofo ou alterações provocadas pelo armazenamento. Em muitos casos, uma limpeza adequada e alguns cuidados simples são suficientes para recuperar a peça e fazê-la voltar para a rotina”, explica Nerivânia Alves, treinadora da OMO Lavanderia.

A recomendação também dialoga com um movimento de maior atenção à durabilidade das peças. O Sebrae destaca que prolongar a vida útil das roupas, fazer pequenos reparos, remover manchas e buscar alternativas como upcycling são práticas que podem contribuir para um guarda-roupa mais sustentável e reduzir a necessidade de descarte e novas compras.


Antes de guardar, é preciso higienizar

Um dos principais cuidados é evitar guardar roupas sujas ou com resíduos de suor, perfume, alimentos e outros produtos. Mesmo que a peça pareça limpa, esses resíduos podem favorecer odores desagradáveis e manchas que se tornam mais difíceis de remover com o passar do tempo.

Por isso, casacos, tricôs, jaquetas, calças, mantas e outras peças usadas durante o inverno devem ser higienizados antes de serem novamente armazenados. A orientação é sempre consultar a etiqueta para identificar o método de lavagem indicado pelo fabricante e respeitar as características de cada tecido.

Outro ponto de atenção é o tempo de molho. Deixar a roupa de molho por mais tempo não significa necessariamente maior poder de limpeza. O período excessivo pode favorecer a proliferação de microrganismos e contribuir para o aparecimento de odores desagradáveis.


Nem tudo precisa voltar para o armário

A mudança de estação também é uma oportunidade para avaliar o que realmente faz sentido permanecer no guarda-roupa. Uma peça que não foi usada durante todo o inverno pode ser separada para doação, customização ou reaproveitamento, desde que esteja em condições adequadas.

Para itens sem condições de doação ou reutilização, a recomendação é procurar iniciativas de coleta e reciclagem de resíduos têxteis disponíveis na região, evitando o descarte junto ao lixo comum sempre que houver uma alternativa adequada.


Dicas para renovar o guarda-roupa sem comprar roupas novas

  1. Retire as peças de inverno do armário
    Abra casacos, jaquetas, tricôs, calças e outras peças que ficaram guardadas e faça uma avaliação individual.
  2. Observe manchas, odores e sinais de umidade
    Não coloque diretamente em uso uma peça que ficou meses armazenada. Verifique se há cheiro de guardado, manchas, mofo ou alterações no tecido.
  3. Higienize antes de usar
    Siga as instruções da etiqueta e escolha o método adequado para cada tipo de tecido.
  4. Garanta uma secagem completa
    Principalmente no caso de peças grossas. A roupa deve estar totalmente seca antes de ser dobrada e guardada.
  5. Recupere o que for possível
    Retire bolinhas, troque botões, conserte barras, zíperes e pequenos rasgos. Um reparo simples pode devolver a funcionalidade à peça.
  6. Dê atenção especial às peças delicadas
    Lãs, tricôs, seda e outros tecidos exigem cuidados específicos. A etiqueta deve ser a principal referência para lavagem, secagem e armazenamento.
  7. Faça novas combinações
    Experimente usar peças antigas de maneiras diferentes, combinando cores, sobreposições e acessórios. Muitas vezes, a sensação de “roupa nova” vem de uma combinação que ainda não havia sido testada.
  8. Separe o que não será mais usado
    Peças em boas condições podem ser doadas ou destinadas a projetos de reaproveitamento. Itens sem condições de uso devem, quando possível, ser encaminhados para iniciativas de coleta de resíduos têxteis.
  9. Só depois avalie a necessidade de comprar
    Depois da triagem, fica mais fácil identificar o que realmente está faltando no guarda-roupa — e evitar compras por impulso.


Clima, comportamento e tecnologia influenciam a moda no verão 2028

Diklatex
Vellum 9240, tecido que combina estrutura,
 suavidade e movimento

Mudanças no comportamento do consumidor aproximam esporte e cotidiano e ampliam espaço para roupas mais leves, sensoriais e sofisticadas


A roupa que serve apenas para uma ocasião começa a dar espaço a peças capazes de acompanhar diferentes momentos do dia. Trabalho, lazer, atividade física e vida social estão cada vez mais conectados, e essa mudança de comportamento já influencia o desenvolvimento de tecidos para as próximas temporadas. 

Para o verão 2028, os tecidos tecnológicos apresentados pela Diklatex traduzem diferentes movimentos do consumidor contemporâneo. Entre activewear, sportswear e Casual Tech®, os lançamentos respondem a uma rotina cada vez mais dinâmica, que exige performance, conforto e versatilidade em diferentes momentos do dia. As novidades acompanham desde a evolução das práticas esportivas e a busca por melhor desempenho até a aproximação entre o universo esportivo e o cotidiano, além das novas necessidades de conforto e adaptação diante de rotinas intensas e das mudanças climáticas. 

 

Roupas feitas para acompanhar o dia inteiro

Na linha Casual Tech®, a coleção Pacific é inspirada no verão do Oceano Pacífico e dedicada ao consumidor que busca desacelerar e encontrar mais conforto em meio à sobrecarga digital e à rotina acelerada, sem abrir mão da sofisticação.

A proposta se conecta ao conceito de “Everywear”: roupas pensadas para circular por diferentes ambientes e situações, reduzindo a separação entre o que se veste em casa, no trabalho ou nos momentos de lazer. Com fronteiras cada vez menos rígidas entre essas ocasiões, ganham espaço peças minimalistas, funcionais, duráveis e de fácil cuidado, características que permitem a uma mesma roupa acompanhar diferentes momentos da rotina. 

Entre os desenvolvimentos apresentados na Coleção Verão 28 está o Vellum 9240, tecido que combina estrutura, suavidade e movimento. Com 87% de poliamida e 13% de elastano e gramatura de 220 g/m², pode ser aplicado em vestidos, bodies, regatas, blusas ajustadas e outras peças que pedem ajuste ao corpo aliado ao conforto. O artigo integra a linha feminina da marca, apresentada ao mercado em junho, durante uma pop-up sensorial exclusiva montada na Denim City, em São Paulo (SP).

Diklatex
Tower combina respirabilidade,
leveza e conforto com uma textu

 

Esporte e cotidiano ficam cada vez mais próximos

Outra mudança que deve ganhar força até 2028 está na forma como as pessoas se relacionam com a atividade física. Eventos esportivos têm se transformado em experiências sociais, com clubes, encontros e momentos de convivência que extrapolam o treino. Esse comportamento amplia a procura por roupas capazes de funcionar tanto durante a prática esportiva quanto em compromissos de lazer.

É nesse movimento que se insere a coleção Endless, da Diklatex, influenciada pela evolução do sportswear e do athleisure. A proposta reúne tecidos duráveis e bem acabados, pensados para transitar entre diferentes atividades e momentos do dia.

Entre as tendências que orientam a coleção estão a chamada “precisão discreta”, marcada por linhas elegantes e modelagens perfeitas; a Newstalgia, que recupera referências do passado por meio de materiais e construções contemporâneas; e o Neo-esportivo.

Esse último movimento ganha força também com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 e com a presença crescente do estilo de vida esportivo na moda, incluindo colaborações entre marcas dos dois segmentos. 

A estética esportiva aparece de maneira mais refinada, com silhuetas limpas e cores de maior impacto. Tecidos leves e respiráveis, estruturas caneladas e superfícies com diferentes texturas estão entre as propostas para o verão 28. 

 

Clima começa a pesar mais na escolha da roupa

Não é apenas a rotina que está mudando. As transformações climáticas também começam a interferir na forma como os consumidores escolhem o que vestir. Dados reunidos pela Diklatex, a partir de referências da Locomotiva e da PwC, indicam que 51% das pessoas afirmam que as mudanças climáticas já influenciaram suas compras. 

Temperaturas mais elevadas ajudam a explicar o avanço de materiais que favorecem ventilação, leveza e respirabilidade. Essas características deixam de ter apenas função estética e passam a responder também à necessidade de conforto ao longo do dia e durante atividades de maior intensidade.

Um dos lançamentos alinhados a esse movimento é o Pulley 9236, da linha Endless. Com 77% de poliamida e 23% de elastano e gramatura de 170 g/m², o tecido trabalha atributos como leveza e movimento. 

O Dusk 9227 segue outra direção ao explorar estruturas caneladas, combinando textura, elasticidade e suporte. O tecido tem 76% de poliamida, 24% de elastano e gramatura de 330 g/m².

Já o Tower 9165 coloca a própria superfície da roupa em evidência. Com 95% de poliamida e 5% de elastano e gramatura de 155 g/m², combina respirabilidade, leveza e conforto com uma textura visualmente marcante.

 

Em uma rotina cercada por telas, o toque ganha ainda mais importância

Além de vestir bem e lidar melhor com o calor, a experiência física proporcionada pela roupa ganha importância. Em um cotidiano cada vez mais mediado por telas, a indústria acompanha uma valorização de materiais macios, texturas agradáveis e produtos capazes de transmitir sensações de conforto e acolhimento.

Diklatex
  
Pulley, tecido que trabalha atributos
 como leveza e movimento.

Esse movimento se relaciona ao avanço da chamada economia do bem-estar. Segundo o Global Wellness Institute (GWI), esse mercado global deve alcançar US$ 9 trilhões até 2028, quase o dobro do tamanho registrado em 2019.

A valorização do contato físico com os produtos também aparece no comportamento das gerações mais jovens. Nos Estados Unidos, 86% dos consumidores das gerações Z e Millennials afirmam que tocar e sentir produtos é essencial para a decisão de compra, especialmente em aquisições de maior valor, segundo estudo da The Harris Poll para a Quad.

O levantamento aponta ainda que 69% dos consumidores demonstram interesse crescente em interagir fisicamente com produtos antes de comprá-los, enquanto quase três quartos acreditam que as marcas deveriam estimular diferentes sentidos. Para o setor têxtil, isso significa que textura, toque e sensação sobre a pele passam a participar de maneira mais evidente da experiência de uma peça. Outro dado apresentado mostra que 32% dos consumidores repetem a compra de itens de sportswear dos quais já gostaram.

 

As cores também acompanham essas mudanças

A transformação prevista para 2028 chega ainda às cartelas de cores. No Casual Tech®, a proposta combina tons terrosos, nuances suaves e pastéis luminosos, equilibrando referências de estabilidade e vitalidade. Entre os destaques apresentados pela Diklatex estão Casual Rust, indicado nas referências utilizadas pela empresa como principal cor global do verão 2028, além de Casual Acqua, Casual Blackberry e Casual Denim. 

As novidades da paleta são o Soft Pink, relevância está no apelo emocional, na versatilidade e na capacidade de atualizar o rosa tradicional com uma nuance mais saturada, porém suave, alinhada ao desejo de conforto, otimismo e auto expressão. O Soft Yellow, para os segmentos feminino e masculino, destaca-se como um novo neutro pastel que equilibra conforto,  otimismo e versatilidade. E o Dark Brown, tom que oferece sofisticação atemporal e estabilidade, além de servir como uma base terrosa essencial para o mix de coleções, aumentando os tons da cartela.

Na linha esportiva, a cor também assume uma dimensão emocional. O Deep Orange, cor do ano de acordo com a Coloro, surge como destaque para 2028, relacionado às ideias de estabilidade e energia. A cartela inclui ainda Soft Teal, Dusty Blue, e as novidades: Fresh Green, considerado essencial para a moda esportiva, é vívido e gera impacto imediato, trazendo um novo fôlego às combinações cromáticas. Ideal para peças de alto verão, é um tom que funciona quase como uma provocação, incentivando a sofisticação. 

O Soft Coral, outra cor chave para moda esportiva, é uma adição quente, intensa e saturada à paleta de rosas. Ele expressa vitalidade, profundidade emocional e otimismo, unindo apelo sólido a uma sensação revigorante. E o Dusty Lavander, que restaura um tom versátil com um toque de nostalgia. Esta cor cria um refúgio suave que favorece a desconexão consciente, o equilíbrio emocional e o bem estar sensorial. 

Para o verão 2028, as malhas e cores da Diklatex traduzem uma relação cada vez mais fluida com o vestir. As propostas combinam sofisticação, tecnologia, conforto, sensorialidade e versatilidade em tecidos pensados para acompanhar diferentes momentos do dia, seja para praticar esportes, trabalhar, encontrar amigos ou cumprir outros compromissos. Leveza, funcionalidade, desempenho e facilidade de cuidado se somam à estética, em peças que transitam por diferentes ambientes e ocasiões e refletem uma rotina híbrida, em que a roupa precisa ser tão versátil quanto quem a veste.

 

Luz da Lua apresenta campanha de Verão 2027 "Travessia", estrelada por Sara Sampaio

Divulgação
 Luz da Lua
Com o conceito "A vida acontece no caminho", nova campanha da marca traduz a ideia de movimento, novas escolhas e diferentes caminhos por meio da coleção Verão 2027 


 A Luz da Lua apresenta sua campanha de Verão 2027, “Travessia”, estrelada pela atriz e modelo portuguesa Sara Sampaio. Com o conceito “A vida acontece no caminho”, a nova temporada da marca parte da ideia de que cada percurso é tão importante quanto o destino e celebra uma mulher que segue em frente, assume novas direções e permanece fiel à sua essência. 

A narrativa de “Travessia” marca um novo momento para a Luz da Lua e se traduz em uma coleção que explora o equilíbrio entre estrutura e leveza, reunindo diferentes shapes, materiais e acabamentos em bolsas, calçados e acessórios. A temporada também apresenta novos modelos de óculos de sol da Eyewear Collection. 

Para o Verão 2027, a marca aposta em uma cartela de cores que transita por tons como Espresso, um marrom profundo; Panna, em uma interpretação de off-white; e Ginger, um neutro versátil. A proposta combina elementos clássicos e contemporâneos em peças pensadas para acompanhar diferentes momentos da rotina. 

A escolha de Sara Sampaio como protagonista dialoga diretamente com a proposta da campanha. Nascida em Portugal, a modelo construiu uma carreira internacional na moda, com trabalhos para grandes marcas e presença em editoriais e campanhas ao redor do mundo. Nos últimos anos, também ampliou sua atuação para o cinema e para produções internacionais. 

Em “Travessia”, a trajetória da artista se conecta à narrativa da Luz da Lua para representar diferentes momentos de um percurso marcado por mudanças, descobertas e novas direções. A campanha propõe olhar para o caminho não apenas como passagem, mas como parte fundamental da construção de cada história. 


A moda move a Luz da Lua 

Fundada em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, a Luz da Lua atua no desenvolvimento de bolsas, calçados e acessórios, unindo design, qualidade e informação de moda. 

A marca conta com três unidades fabris, localizadas em Estância Velha, Presidente Lucena e São Pedro da Serra, que somam mais de 20 mil metros quadrados de estrutura física. Atualmente, possui mais de 130 lojas exclusivas e está presente em aproximadamente 1,5 mil pontos de venda multimarcas no Brasil, além de manter uma rede de exportação para mais de 45 países. 

A Luz da Lua também possui uma loja internacional em Porto, Portugal, ampliando sua presença no mercado europeu. 

A coleção Verão 2027 “Travessia” já está disponível no site da Luz da Lua, no aplicativo exclusivo da marca e nas lojas de todo o Brasil.

 

FENDI Primavera

Verão 2027

Divulgação


Maria Grazia Chiuri escolheu os corpos como ponto de partida e principal inspiração para seu projeto à frente da FENDI. A moda é, por natureza, moldada pelo corpo, mas, para a designer, essa relação vai além da própria construção das roupas: trata-se de se entregar a uma sensação de liberdade emocional que, no processo de criação da coleção, se transforma em uma interpretação dos desejos dos corpos de hoje: fortes e frágeis ao mesmo tempo, em sua relação uns com os outros e no ponto em que o masculino eo feminino se encontram. São os versos do poema de E. E. Cummings, I like my body when it is with your body, que lançam luz sobre a ideia de reconhecimento mútuo, em que as roupas funcionam como uma segunda pele, permeável às emoções. Emoções que pertencem ao nosso tempo: as formas do presente são aquilo que a moda busca capturar.


Divulgação


É a partir das peças de underwear para homens e mulheres que a coleção se desenvolve: uma camada intermediária e leve, que pode esconder ou revelar. Peças que Chiuri exalta por meio de rendas, bordados e uma variedade de cores, para expressar um corpo que abraça o prazer de se revelar, e também o da ironia. Raffaella Carrà, figura extraordinária da cultura pop italiana, conhecida e admirada em todo o mundo, torna-se um exemplo dessa subversão: dos figurinos de palco às hierarquias do desejo, passando pela afirmação de sua independência tanto na vida quanto no pensamento. O espelho, superfície do nosso reconhecimento diário e solitário de nós mesmos, transforma-se no multiplicador dos corpos de Adriano Celentano, Raffaella e dos dançarinos da performance arrebatadora de Prisencolinensinainciusol. Na passarela, ele ganha uma presença sólida, inspirada em Cubo di specchi (Mirror Cube), de Luciano Fabro, que força os espectadores ao confronto e à descoberta do outro por meio da própria imagem refletida.


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Assim como os corpos se encontram e se misturam, as roupas também se combinam em diferentes sobreposições, formas, comprimentos, materiais e texturas. Brilho e opacidade. Leveza e peso. Seda e animal print. Renda, bordado, intársia. Peças metamórficas, como o robe que deixa o ambiente doméstico para ganhar as ruas. Veludo e pergaminho. Punk e bourgeois. Sapatos-jóia.Não existem hierarquias ou regras de conformidade. Homens e mulheres se relacionam em condições de igualdade, ultrapassando as fronteiras da vestimenta associada a cada gênero. O resultado é uma celebração dos corpos, em vez de uma tentativa de contê-los.

 

                                        Divulgação



FENDI
www.fendi.com
@fendi


A nova alfaiataria masculina: por que peças formais estão ganhando espaço no casual

Ber Sardi (@ber_sardi) K&J Black
 Blazers, calças de alfaiataria e camisas deixam de ficar restritos a ocasiões formais e passam a integrar produções mais casuais, acompanhando uma rotina em que conforto, versatilidade e elegância precisam coexistir 

 

A alfaiataria masculina está mudando de lugar no guarda-roupa. Se antes peças como blazer, calça de corte social e camisa estavam associadas principalmente ao ambiente corporativo, eventos e ocasiões especiais, hoje elas circulam com mais naturalidade em combinações casuais. O movimento acompanha uma transformação no próprio comportamento do consumidor, que passou a buscar roupas capazes de transitar por diferentes momentos do dia sem abrir mão de conforto e aparência alinhada.

A mudança não significa o desaparecimento das peças tradicionais, mas uma ressignificação de seus códigos. Blazers podem aparecer com camisetas e tênis, calças de alfaiataria ganham combinações com peças mais esportivas e camisas passam a ser usadas de maneira menos estruturada. A lógica é transformar itens antes considerados formais em componentes de um guarda-roupa mais versátil.

Para Rafael Miranda, COO e cofundador da AKR Brands, grupo que reúne a K&J Black, a transformação acompanha uma mudança na rotina masculina. “O homem não se veste mais pensando necessariamente em uma única ocasião. Ele pode começar o dia em uma reunião, seguir para um almoço, passar por um compromisso mais informal e terminar a noite em um restaurante. A roupa precisa acompanhar essa dinâmica. Por isso, vemos cada vez mais valor em peças que entregam elegância, mas também conforto e versatilidade”, afirma.

Esse comportamento também ajuda a explicar o espaço que os tecidos tecnológicos vêm conquistando na moda masculina. Mais do que aparência, o consumidor passou a considerar características como facilidade de manutenção, mobilidade, respirabilidade e resistência ao amassado na hora de escolher uma peça.

É nesse contexto que a K&J Black aposta na linha Travel, desenvolvida com materiais tecnológicos e proposta para acompanhar diferentes situações da rotina. A coleção reúne peças pensadas para quem precisa se movimentar ao longo do dia e busca uma combinação entre estética mais sofisticada e praticidade.

“A linha Travel representa bem essa mudança de comportamento porque parte de uma necessidade muito concreta: ter uma roupa que acompanhe o ritmo da vida real. São peças que preservam uma estética elegante, mas incorporam acabamentos e tecidos tecnológicos que fazem diferença para quem viaja, trabalha, se desloca bastante ou simplesmente não quer abrir mão do conforto”, explica Miranda.

Ber Sardi (@ber_sardi) K&J Black

A tendência também muda a maneira como o consumidor combina as peças. O blazer, por exemplo, deixa de depender da camisa social e pode ser usado com camiseta ou polo. A calça de alfaiataria pode ganhar um tênis mais casual, enquanto camisas estruturadas podem ser incorporadas a produções com peças de diferentes estilos.

Para o executivo, essa mudança reflete uma transformação no comportamento do consumidor de moda masculina. “O consumidor hoje busca mais versatilidade e praticidade na hora de se vestir. Ele não está necessariamente comprando uma peça para uma ocasião específica, mas procurando produtos que possam transitar por diferentes contextos. Uma mesma calça ou um mesmo blazer precisa fazer sentido em situações distintas. Isso muda não apenas o produto, mas também a forma de apresentar e comunicar a moda”, afirma.

A nova alfaiataria, portanto, não está apenas relacionada a modelagens ou tecidos. Ela reflete uma mudança no próprio conceito de vestir-se bem: menos dependência de regras rígidas e mais liberdade para adaptar peças sofisticadas à rotina. Nesse cenário, o formal e o casual deixam de ser categorias opostas e passam a funcionar juntos na construção do guarda-roupa masculino contemporâneo.

 AKR Brands


Primavera: 4 apostas para atualizar os looks sem trocar o guarda-roupa

Vermelho volta com força, laranja ganha versões mais vibrantes e combinações como rosa com turquesa entram no radar da estação; especialista em cores explica como levar as tendências para a vida real


A primavera começa nesta terça-feira (22), e promete looks e cores mais maximalistas. Vermelho, laranja, turquesa, amarelo, rosa e roxo estão entre as principais apostas para os próximos meses, mas a atualização do visual não exige uma renovação completa do guarda-roupa.

Segundo Luciana Ulrich, consultora de imagem e especialista em cores da Studio Immagine, uma das principais mudanças desta temporada está na intensidade. Tons que já vinham aparecendo ganham versões mais luminosas e vibrantes. “Continuaremos vendo o laranja, os terrosos e o turquesa, mas agora em versões mais vibrantes. Também teremos vermelhos intensos, amarelos amanteigados um pouco mais vivos, além da presença dos rosas claros e dos roxos”, explica.

Para quem quer entrar na primavera atualizando as produções sem gastar muito, a especialista aponta cinco caminhos.


1. Tire o vermelho do armário

Depois de temporadas marcadas pelo burgundy, os vermelhos mais intensos voltam a ganhar espaço. E essa é uma tendência que pode ser incorporada sem nenhuma compra nova.

Antes de procurar uma peça da estação, Luciana recomenda olhar para aquilo que já está no guarda-roupa. Uma bolsa, um sapato ou uma peça vermelha que estava esquecida pode atualizar uma produção neutra.


2. Aposte no laranja nos detalhes

O laranja continua forte nesta primavera, principalmente em versões mais vibrantes. Para quem não costuma usar a cor ou não quer investir em uma peça inteira, acessórios são uma saída simples. “Bolsas, sapatos e lenços são uma excelente forma de incorporar as tendências sem precisar renovar todo o guarda-roupa”, afirma Luciana.

A estratégia também facilita o uso de cores mais marcantes com peças básicas que a pessoa já possui.


3. Experimente três combinações da estação

Para quem quer sair das combinações habituais, Luciana destaca três duplas que devem aparecer bastante nos próximos meses: branco com vermelho, rosa-claro com turquesa e rosé com laranja.

O branco funciona como ponto de partida justamente por permitir a entrada das tonalidades mais intensas sem deixar a produção excessivamente carregada.

Nas estampas, dois clássicos também retornam ao radar: florais coloridos e poá.


4. A cor da moda não está na sua cartela? Você ainda pode usá-la

Uma das dúvidas mais comuns entre quem já realizou análise de coloração pessoal é o que fazer quando a tendência da temporada não pertence à própria cartela.

Segundo Luciana, não é necessário abandonar a cor. “A Coloração Pessoal não existe para limitar escolhas, mas para torná-las mais conscientes e estratégicas”, afirma.

A dica é observar onde a tonalidade aparece. Cores próximas ao rosto, presentes em blusas, brincos, lenços e maquiagem, têm maior impacto sobre a aparência da pele. Já calças, saias, bolsas e sapatos permitem muito mais liberdade.

Por isso, aquela cor que não favorece tanto o rosto pode funcionar perfeitamente em uma bolsa ou em um sapato.


Mais cor, sem perder o estilo pessoal

Para Luciana, a primavera 2026 traduz uma procura por mais luminosidade e vitalidade. Mas seguir a temporada não significa vestir todas as tendências ao mesmo tempo.

“Mais do que seguir tendências, a melhor combinação é aquela que conversa com a sua beleza, com o seu estilo e com a imagem que você deseja transmitir. É isso que faz uma tendência realmente funcionar para cada pessoa”, finaliza.




Luciana Ulrich - Especialista em cores e pioneira na Coloração Pessoal no Brasil. Já realizou mais de 10.000 testes de coloração pessoal e formou mais de 7.000 profissionais para o mercado com a Studio Immagine, que é referência na produção de cursos e produtos de Coloração Pessoal e Imagem no Brasil e na Europa há 13 anos. Com a Studio Immagine, Luciana Ulrich formou a maior comunidade de cores do Brasil, fortalecendo a conexão entre profissionais e entusiastas da área. Luciana é responsável pela maior conferência sobre cores no Brasil, reunindo especialistas e apaixonados por cores para compartilhar conhecimentos e experiências. Além disso, é a idealizadora do aplicativo Colormais, que oferece uma Experiência Digital na análise de Coloração Pessoal, além de fornecer cartelas de cores digitais e produtos classificados por estação. Ela também é uma das autoras do livro "À Sua Moda".



Saiba como guardar as roupas de inverno e preparar o armário para a chegada da primavera

Imagem gerada por Inteligência Artificial
Especialista têxtil da 5àsec explica quais cuidados ajudam a preservar casacos, tricôs e outras peças que ficarão meses sem uso


A chegada da primavera, em 22 de setembro, trouxe uma mudança que vai além das temperaturas. Aos poucos, casacos, jaquetas, tricôs, cobertores e outras peças típicas do inverno deixam de fazer parte da rotina e dão lugar a roupas mais leves. A reorganização do armário, comum nesta época do ano, também exige alguns cuidados para que os itens permaneçam conservados durante os próximos meses. O período prolongado sem uso pode favorecer o surgimento de odores, manchas, mofo e até alterações no formato das peças quando o armazenamento não é feito adequadamente. E um dos principais cuidados começa antes mesmo de colocá-las no fundo do guarda-roupa.

Segundo Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, maior rede de lavanderias especializadas do Brasil, a aparência nem sempre indica que uma roupa está realmente limpa. “Mesmo quando não identificamos uma mancha, a peça pode ter resíduos de suor, oleosidade corporal, perfume, poluição ou alimentos. Quando permanece guardada dessa maneira por vários meses, essas sujidades podem se fixar nas fibras e se tornar mais difíceis de remover posteriormente. Por isso, o ideal é realizar a higienização antes do armazenamento”, explica.

Dessa forma, a especialista reforça algumas recomendações importantes para a chegada da nova estação.

Limpeza vem antes da organização: A recomendação vale até para aquele casaco usado poucas vezes durante o inverno. Dependendo do tipo de resíduo presente no tecido, uma marca que não é percebida no momento pode se tornar mais evidente ao longo dos meses. O processo de higienização deve sempre considerar a composição da peça e as orientações da etiqueta, principalmente quando se trata de materiais que demandam cuidados específicos, como lã, couro e camurça. Nesse caso, uma recomendação é levar até uma lavanderia especializada, como a 5àsec, que poderá dar o tratamento mais adequado ao tipo de fibra. Outro ponto importante antes de armazenar qualquer item, garanta que esteja completamente seco, reduzindo as condições favoráveis para o aparecimento de mofo e odores.

Cada tecido pede um cuidado: A forma como as roupas são acomodadas também faz diferença. Tricôs e peças de lã, por exemplo, podem sofrer deformações quando ficam meses pendurados devido ao próprio peso do tecido. Nesses casos, o armazenamento dobrado pode ajudar a preservar melhor o formato original. Com casacos estruturados, a lógica é diferente. Cabides adequados ao tamanho e ao peso da roupa ajudam a sustentar a peça sem provocar marcas nos ombros. Para itens que permanecerão pendurados durante toda a estação, capas apropriadas também podem oferecer proteção contra poeira, sempre em TNT.

Atenção ao local onde as peças vão ficar: Antes de reorganizar o guarda-roupa, também é recomendável aproveitar o espaço vazio para fazer uma limpeza nas prateleiras, gavetas e cabideiros, além de observar possíveis pontos de umidade. Guardar peças higienizadas em um ambiente úmido pode comprometer todo o cuidado realizado anteriormente. Para aquelas pessoas que têm espaço reduzido e preferem armazenar em outro local, em períodos prolongados, embalagens plásticas totalmente fechadas também merecem atenção, já que podem dificultar a circulação de ar e favorecer a retenção de umidade. O ideal é priorizar soluções apropriadas para armazenamento de roupas, como sacos de TNT, e manter os itens em um ambiente limpo, seco e protegido da exposição direta ao sol. A cada três meses é recomendado tirar as peças para arejar.

Cobertores também entram na troca de estação: A reorganização não precisa ficar restrita às roupas. Conforme as temperaturas aumentam, cobertores, mantas, edredons e outros itens mais pesados também costumam sair de circulação. Antes de guardá-los, a orientação é realizar a higienização completa, principalmente porque o volume e as diferentes camadas desses artigos podem favorecer a retenção de umidade. A troca de estação ainda abre espaço para fazer o movimento contrário: revisar as roupas de primavera e verão que ficaram guardadas durante os meses mais frios. Caso apresentem odor característico de armazenamento, poeira ou alguma marca, a recomendação é higienizá-las antes de retornarem à rotina.

“Reservar um momento para cuidar das peças na troca de estação contribui para prolongar a vida útil dos tecidos e evita surpresas quando elas forem utilizadas novamente. É uma manutenção preventiva que ajuda a conservar tanto as roupas que estão sendo guardadas quanto aquelas que voltam ao uso”, finaliza Marinês.


5àsec


Menos peças, mais combinações: como montar um guarda-roupa inteligente para a primavera

Apostar em itens que transitam entre diferentes temperaturas pode reduzir compras por impulso e tornar o armário mais funcional


A despedida do frio e a chegada gradual da primavera transforma esse período de transição na oportunidade ideal para repensar hábitos e praticar o consumo inteligente. Comprar com consciência não significa abrir mão das tendências, mas sim focar em peças versáteis, de alta durabilidade e, principalmente, saber o momento exato de aproveitar as oportunidades financeiras para equilibrar estilo e economia.

Para planejar essa renovação sem estourar o orçamento, o processo começa com uma triagem no armário, organizando o que você já tem e identificando o que realmente faz falta para o dia a dia. A partir daí, a estratégia ideal é focar em peças-chave que se multiplicam em diferentes combinações, evitando compras por impulso. 

Na hora de escolher o que comprar, o passo a passo é direto: eleger uma paleta de cores que funcione bem em conjunto (tons neutros costumam render mais combinações), mapear seu estilo de vida real (você precisa de roupa para o escritório, para a rotina com filhos ou para eventos sociais?), investir em peças de base de qualidade, como uma boa calça jeans, uma camisa de alfaiataria, uma terceira peça coringa, e completar com alguns itens de destaque que expressem sua personalidade, como bolsas, lenços e sapatos. A partir daí, o guarda-roupa vai ganhando forma com menos volume e mais intenção. 


Escolhendo as peças-chave para a troca de estação

Na prática, montar um guarda-roupa inteligente para a transição do inverno para primavera começa pela seleção de peças que funcionam como base do dia a dia mesmo com a mudança de temperatura. São itens versáteis, de fácil combinação e que atravessam diferentes ocasiões, o famoso mix and match, sem perder relevância. Aqui entram peças como uma calça de linho, uma camisa leve de algodão, um vestido fluido, uma saia midi, uma t-shirt de boa qualidade, um blazer desestruturado. Todos pensados para funcionar em conjunto, não de forma isolada. Mesmo sendo peças mais leves, elas ainda podem ser reutilizadas em dias frios através de sobreposições, que deixam o look mais interessante visualmente.

Mais do que escolher roupas individuais, o foco está em como cada peça se conecta com as outras. Isso é o que permite que poucas peças gerem muitas combinações, mantendo o guarda-roupa funcional, coeso e fácil de usar no dia a dia, mesmo quando o termômetro oscila.

Montar um guarda-roupa funcional do zero exige planejamento e investimento, especialmente para garantir peças de qualidade que tenham durabilidade. Para auxiliar na economia, o Cuponation reúne ofertas de desconto para grandes marcas, como Renner, C&A e Riachuelo. A plataforma funciona como um atalho para a economia inteligente: em vez de garimpar promoções em múltiplos sites, o consumidor encontra num só lugar as melhores ofertas de moda para fazer escolhas mais conscientes e com o bolso aliviado.


Atolls 

 

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