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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Cirurgia plástica no verão: o que pode e o que deve ser evitado


Com a temporada de verão, cresce o interesse por procedimentos estéticos e cirurgias plásticas, impulsionado pelo desejo de melhorar a aparência para a temporada de calor, férias e maior exposição do corpo. No entanto, o período exige atenção redobrada. Altas temperaturas, maior incidência solar e mudanças na rotina podem impactar diretamente a recuperação do paciente. 

Segundo o Dr. Hugo Sabath, cirurgião plástico e pioneiro em técnicas avançadas de rejuvenescimento facial da Clínica Libria, o verão não é uma contraindicação absoluta, mas exige planejamento, orientação médica rigorosa e comprometimento do paciente com os cuidados pós-operatórios. 

 “A cirurgia plástica pode ser realizada em qualquer época do ano, desde que o paciente esteja bem orientado. O problema não é o verão em si, mas o descuido com o pós-operatório, principalmente em relação à exposição solar, hidratação, repouso e uso correto das medicações”, explica o especialista.

 

Mitos e verdades sobre cirurgia plástica no verão 

Um dos principais mitos é a ideia de que cirurgias plásticas não podem ser feitas no verão. De acordo com o Dr. Hugo Sabath, isso não é verdade. 

 “O que muda no verão são os cuidados. O calor pode aumentar o risco de inchaço, desconforto e até infecções se o paciente não seguir corretamente as orientações médicas. Mas, com acompanhamento adequado, os resultados são tão seguros quanto em qualquer outra estação.” 

Outro mito comum é que o suor pode “abrir pontos”. O cirurgião esclarece que o suor, isoladamente, não compromete a cirurgia, mas pode aumentar o risco de infecção se houver falta de higiene ou exposição excessiva.



Procedimentos mais indicados para o verão 

Alguns procedimentos são considerados mais favoráveis durante o verão, especialmente os menos invasivos ou aqueles que não exigem longos períodos de afastamento das atividades cotidianas. Entre eles: 

- Procedimentos faciais, como deep plane, blefaroplastia e lifting cervical

- Cirurgias minimamente invasivas

- Tratamentos não cirúrgicos de rejuvenescimento

- Pequenas correções corporais, desde que o paciente consiga respeitar o repouso 

> “Cirurgias faciais, por exemplo, costumam ter uma recuperação mais tranquila no verão, desde que o paciente evite sol direto e siga corretamente o uso de protetor solar e acessórios de proteção”, destaca o Dr. Hugo.

 

O que deve ser evitado no verão 

Procedimentos extensos, que exigem maior tempo de recuperação, exposição ao sol ou uso prolongado de cintas e curativos, podem exigir cautela adicional. Cirurgias corporais de grande porte, como abdominoplastia associada a lipoaspiração, demandam planejamento ainda mais rigoroso. 

> “O calor pode intensificar o inchaço e causar maior desconforto em cirurgias corporais maiores. Nesses casos, avaliamos individualmente o perfil do paciente, sua rotina e a capacidade de seguir corretamente o pós-operatório”, explica.

 

Riscos do calor e da exposição solar

 A exposição solar inadequada no pós-operatório é um dos maiores riscos no verão. O sol pode provocar manchas definitivas, comprometer cicatrizes e atrasar a recuperação. 

 “A radiação solar pode causar hiperpigmentação nas cicatrizes, tornando-as mais evidentes e difíceis de tratar posteriormente. Por isso, evitar o sol não é uma recomendação estética, é uma necessidade médica”, alerta o cirurgião. 

Além disso, a desidratação comum no verão pode interferir no processo de cicatrização.


Cuidados essenciais no pós-operatório
 

Entre os principais cuidados recomendados pelo Dr. Hugo Sabath estão: 

- Evitar exposição solar direta, especialmente nas primeiras semanas

- Uso rigoroso de protetor solar, chapéus e óculos escuros

- Manter hidratação adequada

- Respeitar o repouso indicado

- Evitar atividades físicas intensas

- Seguir corretamente todas as orientações médicas 

> “O sucesso da cirurgia plástica não depende apenas do ato cirúrgico, mas do comportamento do paciente no pós-operatório. O comprometimento é fundamental para um bom resultado”, reforça.

 

A importância de escolher um profissional altamente qualificado

O especialista faz um alerta importante: cirurgias plásticas, independentemente da época do ano, devem ser realizadas apenas por profissionais devidamente habilitados, com formação em cirurgia plástica e experiência comprovada. 

> “Estamos falando de procedimentos que exigem conhecimento anatômico profundo, precisão técnica e estrutura adequada. Escolher um profissional não qualificado pode colocar a saúde e até a vida do paciente em risco”, enfatiza o Dr. Hugo Sabath. 

Ele recomenda que o paciente sempre verifique se o médico é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), além de buscar referências, conhecer a clínica e esclarecer todas as dúvidas antes da decisão.

 

Conclusão 

A cirurgia plástica no verão é possível, segura e eficaz quando realizada com planejamento, responsabilidade e acompanhamento especializado. O mais importante é entender que o sucesso do procedimento vai além da técnica cirúrgica: envolve cuidados rigorosos, disciplina no pós-operatório e, sobretudo, a escolha de um cirurgião plástico experiente e qualificado. 

> “A cirurgia plástica deve ser encarada como um investimento em saúde, bem-estar e autoestima. Quando feita com consciência, informação e profissionalismo, os resultados são duradouros e seguros, independentemente da estação do ano”, conclui o Dr. Hugo Sabath, cirurgião plástico da Clínica Libria.

  

Dr. Hugo Sabath - Cirurgião Plástico – CRM 131.199/SP


Emagrecimento com medicamentos exige reeducação alimentar, alertam especialistas

Uso de medicamentos que reduzem o apetite amplia debate sobre qualidade da alimentação e preservação de massa magra 

 

Com a popularização das chamadas “canetas emagrecedoras”, muitas pessoas passaram a vivenciar uma mudança significativa na relação com a comida: menos fome, mais saciedade e, junto com isso, novas dúvidas sobre como se alimentar durante o tratamento. Medicamentos conhecidos como análogos de GLP-1, classe que inclui substâncias como semaglutida, e os fármacos com ação combinada em GLP-1 e GIP, como a tirzepatida, passaram a ocupar espaço crescente no tratamento da obesidade. Estudos recentes associam o uso dessas medicações, sob acompanhamento, a reduções de 15% a 20% do peso corporal em cerca de um ano.   

A ampliação do acesso a esses medicamentos também muda a conversa sobre emagrecimento. Além do número na balança, entra em pauta a composição do peso perdido e o quanto o processo preserva massa magra, um ponto que ganha cada vez mais atenção entre profissionais de saúde. 

A diminuição do apetite é um dos principais efeitos percebidos por quem inicia o tratamento. Com menos fome e maior saciedade, o déficit calórico tende a acontecer com mais facilidade. O desafio aparece quando comer menos passa a significar comer pior, isso porque, em muitos casos, a redução do volume alimentar pode levar a uma ingestão insuficiente de nutrientes essenciais. “Quando a fome cai, algumas pessoas passam a pular refeições ou reduzem demais as porções. O risco é perder peso com uma alimentação incompleta, sem proteína, fibras, vitaminas e minerais suficientes para sustentar o organismo”, afirma Larissa Luna, nutricionista parceira da A Tal da Castanha. 

Outro ponto que ganha relevância é o risco de perda muscular durante o processo. Estudos recentes indicam que, em determinados cenários, até cerca de 40% do peso eliminado pode ser de massa muscular, e não de gordura. A perda de massa magra pode afetar força, desempenho, metabolismo e recuperação física, além de influenciar a composição corporal ao longo do tempo. “A estratégia precisa ir além do ‘comer menos’. Para preservar massa magra, o tratamento depende de ingestão proteica adequada e treino de força regular, mesmo quando o apetite está reduzido”, completa a nutricionista. 

A organização da alimentação ao longo do dia também é considerada uma ferramenta para evitar um déficit calórico excessivo ou desequilibrado. Entre as recomendações mais comuns estão incluir fontes de proteína em todas as refeições, combinar carboidratos com fibras e gorduras boas para favorecer saciedade e energia, além de dar atenção à hidratação. 

O consumo de líquidos, aliás, passa a ser um ponto prático importante. Algumas pessoas relatam menor sede durante o uso dessas terapias, o que pode contribuir para constipação e queda de desempenho em treinos. A reposição de minerais como sódio, potássio e magnésio pode ser considerada em rotinas com exercício físico e ingestão reduzida, sempre com orientação profissional.
 

Positive Co. lança ebook com orientações sobre nutrição durante o uso de análogos de GLP-1  

Com o aumento do número de pessoas utilizando terapias com análogos de GLP-1, cresce também a busca por informações confiáveis e aplicáveis à rotina. Para apoiá-las, a Positive Co., grupo que reúne as marcas A Tal da Castanha e Plant Power, lança o ebook “Nutrição Consciente: o guia completo para o emagrecimento saudável durante o uso de análogos de GLP-1”, assinado pela nutricionista Larissa Luna (CRN 40326P). 

O material reúne explicações sobre o mecanismo das terapias, orientações sobre alimentação e recomendações práticas para a rotina, incluindo consumo adequado de proteínas, fibras, gorduras boas, carboidratos funcionais, hidratação e exercício físico. 

O ebook também traz um capítulo voltado a soluções aplicáveis no dia a dia e 10 receitas com combinações pensadas para manter o aporte nutricional mesmo diante da redução de apetite. A proposta é reforçar o papel da alimentação como parte central do processo, contribuindo para a preservação de massa magra e na consistência do processo de emagrecimento, com escolhas que podem ser mantidas ao longo do tempo. 

O ebook é gratuito e está disponível no link Link.

Tal da Castanha


Pelo mais grosso ou genética? Dermatologista desvenda os principais mitos sobre a depilação com lâmina

 

Especialista explica como a escolha da ferramenta correta e o modo de utilizá-la pode prevenir irritações e manchas, garantindo uma pele lisa, suave e saudável

 

Prática, indolor e acessível, a depilação com lâmina ainda é um dos métodos favoritos das brasileiras que gostam de se depilar. No entanto, o hábito é cercado de dúvidas que passam de geração em geração: afinal, a lâmina engrossa o pelo? O uso diário é prejudicial? 

Para esclarecer essas questões, a dermatologista Camila Rosa, consultora para Gillette Venus, desmistifica os principais pontos e ensina como manter a saúde da pele em dia durante o processo. "O que muitos confundem com o 'engrossamento' do pelo é, na verdade, um efeito do corte rente à superfície. A estrutura do fio é determinada pela genética, não pelo método de remoção", explica a especialista, que desvenda outros mitos:

 

A lâmina faz o pelo crescer mais rápido?


Mito: " "A lâmina corta o fio rente à pele, diferente de outros métodos que retiram pela raiz, e assim pode dar a sensação de que o pelo cresceu mais rápido, já que ele está mais próximo da superfície. Mas o fato é que a lâmina não acelera o crescimento”, afirma a dermatologista.

 

A pele escurece quando usamos lâmina para depilação?

Mito. Segundo a médica, a lâmina não escurece a pele por si só e nem aumenta a produção de melanina no fio. Para a especialista, o problema surge quando o ato de depilar se torna uma batalha diária contra a pele. “O que acontece é que quando usamos lâminas cegas ou de má qualidade, passamos muitas vezes no mesmo local ou depilamos a pele seca, sem produto para facilitar o deslizamento, micro traumas ou inflamações podem ocorrer. A pele entende isso como agressão e responde produzindo mais melanina, levando à hiperpigmentação pós-inflamatória, principalmente em peles negras e morenas”, explica.

 

Depilar todo dia faz mal à pele?


Mito. De acordo com a especialista, é possível depilar com frequência, desde que a pele não esteja sensibilizada, que a ferramenta utilizada minimize o atrito e que a depilação seja feita da maneira correta, ou seja, deslizando a lâmina no sentido do crescimento do pelo e com toques leves.



É seguro depilar a seco ou apenas com água?


Mito. Este é um dos erros mais comuns. "O uso da lâmina a seco causa microlesões e compromete a barreira cutânea. O ideal é usar produtos que facilitem o deslize", alerta.

Para evitar as temidas manchas, irritações e a própria foliculite, a tecnologia da ferramenta escolhida é fundamental. Segundo a especialista optar por aparelhos desenhados especificamente para a anatomia feminina faz toda a diferença no resultado final.

 

“Aparelhos com cabeças pequenas, flexíveis e móveis alcançam áreas difíceis e se ajustam às curvas do corpo sem exigir pressão excessiva, o que reduz drasticamente o risco de cortes e micro lesões na pele”, comenta a dermatologista. Ela destaca que o ideal é buscar tecnologias que priorizem o conforto, como lâminas antiatrito e cabos ergonômicos, que garantem maior controle do movimento e uma depilação suave. 

Outro diferencial para quem tem pele sensível são as fitas lubrificantes que liberam gel, como o de Aloe Vera. “Elas criam uma barreira de proteção que permite um deslizamento contínuo, preservando a hidratação que a lâmina naturalmente retira”, finaliza a médica."

 

Dicas de Segurança para o dia a dia:

  1. Para garantir uma melhor experiência, substitua a lâmina ao primeiro sinal de desgaste ou de desconforto na pele
  2. Evite o contato contínuo da lâmina com água ou superfície úmida, pois isso acelera o desgaste do material.
  3. Use aparelhos que ofereçam firmeza no manuseio, evitando deslizes acidentais.
  4. A hidratação após o procedimento é indispensável para reparar a barreira cutânea danificada.


Carnaval livre de preocupações com a pele

O verão e o Carnaval aumentam a frequência da depilação, mas também os relatos de desconforto: cerca de 76% das mulheres sofrem com irritações, vermelhidão ou alergias. Para atender as necessidades dessas mulheres e de todas aquelas que desejam se depilar com mais conforto e menos preocupação, Gillette Venus Pele Sensível é a solução. Ela possui três lâminas antiatrito, o ultra gel lubrificante de aloe vera, a cabeça pequena e flexível e o cabo ergonômico, que oferecem tecnologia única para uma depilação suave em uma só passada.

E para mostrar que é possível curtir a folia de Carnaval com confiança e uma pele impecável, Gillette Venus lança sua maior campanha “Em uma passada, tô passada!”. 

Como embaixadora da marca, a musa Sabrina Sato lidera o movimento que posiciona a Gillette Venus Pele Sensível como item indispensável na preparação para a folia. A estratégia inclui patrocínios a grandes blocos em São Paulo, além de um squad com mais de 30 influenciadoras, como Camila Pudim, que reforçam a mensagem de conforto e praticidade nas ruas.


O fim da era dos rostos padronizados: a ascensão da "cirurgia invisível"

 

Busca por naturalidade, identidade facial e envelhecimento saudável muda a forma como pacientes e médicos encaram o rejuvenescimento da face 

 

Trocar a franja, mudar o corte de cabelo ou ajustar a iluminação das fotos deixou de ser suficiente para muita gente. Em ambientes profissionais cada vez mais competitivos e expostos, a aparência passou a operar como um ativo silencioso de credibilidade, saúde e confiança. O desafio é parecer bem disposto e atual sem levantar suspeitas de intervenções estéticas, sobretudo em um momento em que excessos estéticos se tornaram facilmente identificáveis.

Esse comportamento explica por que cresce a rejeição a rostos padronizados, marcados por traços repetidos e sinais evidentes de procedimentos. A busca deixou de ser por transformação e passou a girar em torno da preservação da identidade. Pacientes querem ouvir que estão com “cara de descanso” ou “ar mais leve”, não que aparentam ter feito cirurgia. O resultado ideal é aquele que gera curiosidade, mas não denúncia. 

Este movimento já é refletido no mercado: a busca por intervenções estruturais de plano profundo tem ganhado tração frente aos procedimentos puramente volumétricos. É nesse ponto que o conceito de cirurgia invisível começa a ganhar espaço na medicina estética, a proposta não é evitar a cirurgia, mas executá-la de forma tão precisa e respeitosa à anatomia individual que a intervenção não se torne perceptível. O foco migra da superfície para as estruturas profundas da face, acompanhando uma mudança de mentalidade que valoriza a naturalidade, segurança e envelhecimento coerente com a própria história facial.

Formada pelo Instituto Ivo Pitanguy e premiada no Congresso Mundial de Cirurgia Plástica em 2025, a cirurgiã plástica facial Danielle Gondim observa esse movimento de perto. Para ela, a cirurgia invisível nasce quando o planejamento respeita a anatomia e o ritmo individual de cada face. “O paciente sente saudades da própria imagem, por isso focamos em restaurar sua fisionomia ao invés de transformá-lo em um caricatura estética” afirma.

Na prática, isso significa abandonar fórmulas prontas. O envelhecimento não acontece da mesma forma em todas as pessoas, nem se limita à pele. Ele altera volumes, sustentação e profundidade. Quando essas camadas são tratadas de maneira superficial ou padronizada, o efeito costuma ser artificial. “Não existe um modelo universal de rejuvenescimento. Cada face pede uma leitura própria”, diz a especialista.

Esse cuidado também reflete na segurança cirúrgica e na longevidade dos resultados. Intervenções que atuam em planos mais profundos da face tendem a oferecer efeitos mais estáveis e naturais ao longo do tempo, reduzindo a necessidade de correções frequentes e procedimentos repetitivos. A lógica reforça a ideia de envelhecimento saudável e coerente com a própria anatomia.

Para a cirurgiã, a cirurgia invisível exige escuta atenta, indicação precisa e respeito ao tempo biológico de cada paciente. “O melhor elogio que alguém pode receber depois de uma cirurgia é ouvir que está com aparência descansada, que parece bem. Quando ninguém pergunta o que foi feito, a cirurgia cumpriu seu papel”, afirma.

À medida que a estética se afasta do espetáculo visual e se aproxima da preservação da identidade, o rejuvenescimento facial passa a ocupar outro lugar na vida das pessoas. Menos transformação, mais continuidade. Em um contexto em que imagem, confiança e autenticidade caminham juntas, a cirurgia invisível deixa de ser tendência e passa a representar uma nova forma de enxergar o próprio rosto.

  

 Dra. Danielle - cirurgiã plástica especializada em face, com reconhecimento internacional. Desde a infância interessada pelas artes, formou-se no renomado Instituto Ivo Pitanguy, onde também atuou como docente por quase cinco anos. Ao longo da carreira, realizou diversos fellowships nos principais serviços de cirurgia plástica do mundo, incluindo os centros liderados por Dr. Nayak e Ben Talei, nos Estados Unidos, e por Dr. Francisco Bravo, em Madri.Membro das associações Internacional, Americana e Brasileira de Cirurgia Plástica, é frequentemente convidada a palestrar sobre sua expertise técnica nos congressos mais relevantes da especialidade no Brasil e no exterior. Em 2025, seu trabalho foi premiado no Congresso Mundial de Cirurgia Plástica, realizado em Singapura. Criadora da técnica Singular Restore®, Dra. Danielle alia ciência e arte para alcançar resultados singulares e naturais, nos quais a beleza e a jovialidade se destacam sem evidência da intervenção cirúrgica. Seu trabalho é pautado pela individualidade facial e pela preservação da identidade de cada paciente. Procurada por pacientes de diferentes países, a cirurgiã também recebe semanalmente médicos do Brasil e do exterior interessados em conhecer de perto sua expertise técnica. Para mais informações, acesse o site, instagram ou pelo Linkedin.



Falhas no treino e excesso de peso aumentam risco de acidentes em academias

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Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE) chama atenção para a importância do treino seguro entre iniciantes e praticantes experientes 

 

Nos últimos meses, notícias sobre acidentes em academias têm ganhado espaço na mídia, envolvendo desde iniciantes até fisiculturistas experientes. Em dezembro, um homem de 55 anos, de Pernambuco, morreu após a barra escapar de suas mãos e cai sobre o tórax, durante o exercício de supino reto com barra livre. 

No fim de janeiro, um fisiculturista, no Piauí, sofreu uma ruptura do tendão quadricipital ao fazer o exercício leg press com uma carga de 400 kg. 

Lesões provocadas por quedas de pesos, excesso de carga e falhas na execução dos exercícios se repetem e acendem um alerta sobre os riscos da prática sem orientação adequada, supervisão profissional e respeito aos limites do próprio corpo - um cuidado necessário tanto para iniciantes quanto para praticantes experientes.

“Quando falamos de musculação, é importante entender que nem todo corpo responde da mesma forma à carga. O excesso de peso, a execução inadequada dos exercícios e a falta de orientação aumentam significativamente o risco de lesões, tanto em quem está começando quanto em praticantes experientes”, alerta o médico ortopedista membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE), Dr. Alberto de Castro Pochini.

Segundo o especialista, a prática da musculação pode ter objetivos distintos e, por isso, exige cuidados diferentes. Enquanto o treino recreativo costuma estar associado à saúde e ao condicionamento físico, a prática competitiva envolve maiores sobrecargas e, consequentemente, mais riscos de lesões. “No esporte competitivo, a sobrecarga faz parte do processo, mas no treino recreativo o foco deve ser a adaptação do corpo, o respeito aos limites individuais e a progressão adequada da carga”, explica.

Para reduzir o risco de lesões, alguns cuidados simples fazem diferença no dia a dia da academia, como aumentar o peso de forma gradual, respeitar os intervalos de descanso e manter atenção à execução correta dos movimentos. “O corpo precisa de um tempo para se adaptar à carga e evoluir do ponto de vista neuromuscular, e isso precisa ser respeitado”, afirma.

Sinais como dor contínua, inchaço, perda de força, limitação de movimento ou formigamento durante ou após o treino não devem ser ignorados. “Identificar esses sinais precocemente faz toda a diferença para evitar lesões mais graves e garantir uma prática segura da musculação ao longo do tempo”, conclui.


Glitter, suor e sol: como recuperar os cabelos depois do Carnaval?

 

O Brasil é o país do Carnaval e depois de dias intensos nos blocos, praias e festas ao ar livre, não é só o corpo que sente o impacto dessa maratona. Os cabelos também entram na conta, e, muitas vezes, saem da folia mais ressecados, opacos e frágeis. A combinação de sol forte, suor, sal do mar, cloro de piscina e uso frequente de ferramentas de calor cria o cenário perfeito para danos profundos à fibra capilar. O período concentra uma série de agressões que afetam tanto o comprimento dos fios quanto o couro cabeludo. Há uma perda importante de água e lipídios, aumento da porosidade, frizz, quebra e maior sensibilidade da fibra, principalmente nas pontas que já passaram por químicas. 

Quando o assunto é sol, a atenção deve ser redobrada: a radiação UV está entre as maiores responsáveis pelos danos aos fios após a folia. Ela compromete a queratina, proteína que sustenta a estrutura capilar, oxidando os pigmentos naturais e artificiais, o que favorece o desbotamento da cor e ainda altera a organização das cutículas. Como consequência, o cabelo fica mais áspero, sem brilho e mais suscetível à quebra. O couro cabeludo sente os efeitos da exposição prolongada, podendo apresentar ressecamento, irritação e descamação. Em alguns casos, surge o chamado “efeito rebote”, quando há aumento da produção de oleosidade, prejudicando o equilíbrio da raiz e o desenvolvimento saudável dos fios. 

Suor e resíduos também entram na conta. A transpiração excessiva, comum em dias de calor e longas horas de festa, altera o pH do local e favorece o acúmulo de resíduos. Isso pode causar coceira, sensibilidade e até inflamações leves, além de aumentar a oleosidade. A recomendação é investir em higienizações equilibradas, com shampoos que limpem sem agredir. A esfoliação capilar suave, feita ocasionalmente, pode ajudar a manter o couro cabeludo livre de impurezas e mais saudável. 

Atenção com o calor em excesso, pois ele fragiliza ainda mais os fios. Secador, chapinha e babyliss podem ser aliados na produção dos looks de Carnaval, mas o uso frequente e sem proteção térmica acelera os danos. O calor intenso desidrata a fibra, desnatura proteínas e enfraquece a estrutura interna do fio. Em cabelos já sensibilizados pelo sol e por químicas, isso pode resultar em quebra, pontas duplas e até no aspecto “emborrachado”. 


Como começar a recuperação? 

A palavra-chave no pós-Carnaval é reposição. É fundamental adotar uma rotina de hidratação profunda e reposição lipídica, com máscaras ricas em ativos umectantes e nutritivos. Leave-ins hidratantes ajudam a proteger e manter a umidade dentro da fibra. Reduzir o uso de ferramentas de calor nos dias seguintes é outro passo importante, assim como manter o couro cabeludo equilibrado, pois fios saudáveis começam na raiz. 

Alguns cuidados simples ajudam a evitar a quebra enquanto os fios se recuperam: 

  • Evitar pentear o cabelo molhado com força. 
  • Usar produtos com proteção térmica e solar. 
  • Prender os fios de maneira confortável, sem tração excessiva. 
  • Diminuir o uso de fontes de calor. 
  • Manter uma rotina consistente de tratamento e não apenas ações pontuais. 

Essas medidas preservam a resistência da fibra e evitam que pequenos danos se transformem em problemas maiores, mas a manutenção é o que garante resultado. Passado o período mais crítico, a saúde capilar depende de continuidade. Manter um cronograma capilar adaptado às necessidades do fio, proteger os cabelos no dia a dia e cuidar do couro cabeludo são estratégias que ajudam a blindar a fibra contra novas agressões. Há também fatores que vão além dos cosméticos. Alimentação equilibrada, ingestão adequada de água e boas noites de sono impactam diretamente a força, o brilho e o crescimento dos cabelos. Depois da folia, a recuperação dos fios é possível, mas exige constância, não milagre.  

  

Andrei Teixeira - educador da Prohall Professional, marca de produtos capilares voltados para cuidado pessoal e estética. – E-mail: prohall@nbpress.com.br.

Prohall Professional
www.prohall.com.br.


Com a chegada do verão, dermatologistas alertam para aumento do risco de câncer de pele no Brasil

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Pesquisa mostram que 71% dos brasileiros não usam protetor solar e mais de 50% nunca consultaram um dermatologista

 

Com a elevação das temperaturas e a chegada do verão, quando a exposição solar se torna mais intensa e frequente, dermatologistas reforçam a importância da atenção diária com a pele, maior órgão do corpo humano. O câncer de pele é o tipo de tumor maligno mais comum no Brasil. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o país registra cerca de 220 mil novos casos do tumor não melanoma por ano — número que tende a aumentar nos meses mais quentes, período em que as atividades ao ar livre se intensificam. 

A campanha Dezembro Laranja, promovida nacionalmente, busca ampliar a conscientização para que os cuidados não fiquem restritos ao período de praia. No Brasil, porém, hábitos essenciais de proteção ainda estão longe do ideal, como mostram pesquisas recentes.
 

Metade da população nunca passou por um dermatologista

Um levantamento divulgado recentemente pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) em parceria com o Datafolha revela que:
 

* 71% dos brasileiros não usam protetor solar diariamente;

* 54% da população com 16 anos ou mais (cerca de 90 milhões de brasileiros) nunca consultou um dermatologista;


* Entre os que já procuraram um especialista alguma vez, apenas 12% o fizeram no último ano;


* 41% dos entrevistados relataram ter notado, nos últimos 12 meses, mudanças ou sinais na pele, cabelo ou unhas, como manchas, pintas, bolhas ou queda de cabelo;


* 20% nunca ou raramente fazem o autoexame da pele.

Os dados revelam que, mesmo diante de sinais e sintomas, grande parte da população não procura avaliação médica ou acompanhamento especializado.
 

Sinais de alerta: o que observar 

A dermatologista Sabrina Sanvido, do Hospital Moinhos de Vento, reforça que a atenção às mudanças na pele é decisiva para a detecção precoce do câncer. “Pintas que mudam de cor, formato ou tamanho, lesões que sangram, coçam ou ardem e manchas que descamam não podem ser ignoradas. Qualquer alteração suspeita deve ser avaliada por um dermatologista o quanto antes”, afirma. 

Quando diagnosticado no início, o câncer de pele costuma apresentar alta probabilidade de cura e exigir tratamentos menos invasivos. Com o aumento da exposição solar nesta época do ano, hábitos de proteção e acompanhamento médico regular tornam-se fundamentais para reduzir riscos. Para Sabrina Sanvido, o cuidado deve ser incorporado à rotina, especialmente no verão. Entre as principais recomendações estão: 

* Aplicar protetor solar diariamente, inclusive em dias nublados;

* Reaplicar a cada 2 ou 3 horas em caso de exposição prolongada;

* Usar acessórios de proteção, como chapéus, roupas com filtro UV e óculos escuros;

* Evitar o sol entre 10h e 16h, período de maior intensidade dos raios UV;

* Realizar autoexame da pele, observando pintas, manchas ou lesões novas ou que apresentem mudança;

* Consultar anualmente um dermatologista, mesmo sem queixas aparentes. 

Além da avaliação médica, hoje existem tecnologias que tornam o diagnóstico mais preciso, como o exame de dermatoscopia digital, que registra e compara imagens de pintas e lesões ao longo do tempo. Ele é especialmente indicado para pessoas com muitas pintas, histórico familiar de melanoma ou lesões suspeitas. 

“Cuidar da pele não é vaidade, é prevenção. Identificar alterações cedo aumenta muito as chances de um tratamento bem-sucedido. No verão, quando naturalmente nos expomos mais ao sol, incorporar o protetor solar à rotina é um gesto simples que protege e faz diferença no longo prazo”, ressalta a dermatologista.


Saiba o que esperar do mercado de beleza em 2026

Entre o minimalismo e o maximalismo, o mercado está sendo guiado por personalização, tecnologia e influência digital


Ao longo deste ano, o mercado de beleza será marcado por mudanças no comportamento do consumidor, impactando a reorganização de categorias como maquiagem, skincare, fragrâncias e cuidados capilares. De acordo com dados globais da Circana, consultoria global, líder em tecnologia, inteligência artificial e dados, mais do que lançamentos pontuais, é possível observar tendências que combinam personalização, tecnologia e influência digital, impulsionadas principalmente pelo consumo da Geração Z.
 

No segmento de fragrâncias, os dados indicam a coexistência de dois movimentos distintos. De um lado, cresce o interesse por aromas minimalistas, com composições mais lineares e poucas notas, associadas a uma proposta sensorial de limpeza e ao efeito “skin-like”. Esse perfil se destaca na perfumaria moderna e de gênero neutro, sugerindo uma preferência por fragrâncias mais discretas, funcionais e adequadas ao uso cotidiano. 

Do outro, as fragrâncias maximalistas ganham maior visibilidade, com destaque nos ambientes digitais. Elas são definidas por composições mais complexas, com evolução olfativa e uma proposta sensorial descrita como opulenta. Esse estilo está associado à perfumaria clássica, categorias que tradicionalmente valorizam diferenciação e construção narrativa. No TikTok, esses são os produtos que geram mais conversa e compartilhamento de conteúdo, funcionando melhor como objeto de interesse, debate e performance social. 

Esse cenário se reflete no avanço das fragrâncias unissex, que crescem de forma consistente e refletem uma mudança cultural em direção à fluidez e à inclusão. Segundo dados da companhia, esse segmento avançou 28% no México, impulsionado principalmente por consumidores da Geração Z e Millennials, que priorizam expressão pessoal e conexão emocional em detrimento de classificações tradicionais de gênero. 

Segundo Ana Seccato, Diretora Comercial da Circana, as paletas olfativas também passam por uma reformulação. “Notas comestíveis ganham espaço como resposta à busca por conforto, enquanto frutas, ingredientes botânicos e acordes associados à sensação de pele limpa ampliam o repertório das fragrâncias. Almíscares, notas salinas e ingredientes verdes indicam uma preferência por composições que dialogam com naturalidade e proximidade sensorial, ao mesmo tempo em que ingredientes mais intensos continuam relevantes em propostas de maior impacto”, explica Ana. 

Outro movimento relevante para este ano é o crescimento acelerado das fragrâncias inspiradas no Oriente Médio na América Latina. Os dados da Circana mostram um CAGR de 140% em três anos, com forte avanço em países como Peru, Argentina, Chile, México e Brasil. Ingredientes como oud, âmbar e almíscar aparecem como motores desse crescimento, associados a percepções de luxo, espiritualidade e sofisticação. Ana enfatiza ainda que a adoção desses códigos por marcas ocidentais sugere que essa tendência tende a se consolidar nos curto e médio prazos.

 

Retorno do volume e texturas naturais 

Nos cuidados capilares, o crescimento da categoria está diretamente ligado à inovação, à tecnologia e à influência digital. As redes sociais e o social commerce impulsionam tendências e vendas por meio de conteúdos curtos e personalizados, movimento que se reflete no TikTok Shop dos EUA, onde saúde e beleza respondem por 79% das vendas em dólares e os cuidados com os cabelos ocupam a quarta maior categoria.

“As plataformas influenciam as escolhas de consumo, com predominância do público jovem, mas com participação crescente de gerações mais velhas, enquanto as rotinas capilares se tornam mais completas, com foco em nutrição, saúde do couro cabeludo e uso de ferramentas tecnológicas”, comenta Luciana Ting, Gerente de Contas da Circana.

Ao longo deste ano, os consumidores vão buscar rotinas mais práticas, acompanhadas do retorno do volume e das texturas naturais. Cabelos com mais corpo, ondas e cachos naturais voltam a ganhar destaque, refletindo a valorização de estilos menos artificiais e mais alinhados à identidade individual.



Desaceleração no skincare
 

Já no skincare, os consumidores, com destaque novamente para a Geração Z, vão preferir rotinas mais simples e personalizadas. A busca é por eficácia, melhor custo-benefício e maior integração dos cuidados à rotina diária. Ao mesmo tempo, a pauta da longevidade e do envelhecimento saudável impulsiona a demanda por soluções que vão além do cuidado facial, incorporando tratamentos voltados à manutenção dos processos naturais da pele.

Ao mesmo tempo, a lealdade às marcas diminui, especialmente entre as gerações mais jovens, que tendem a pesquisar mais antes de comprar e a tomar decisões orientadas por informação. A proteção solar segue como um dos pilares do skincare, com crescimento em valor impulsionado por produtos multifuncionais e fórmulas desenvolvidas para diferentes necessidades da pele. 

“Essas tendências indicam que o mercado de beleza em 2026 será definido menos por excesso de etapas ou promessas genéricas e mais por escolhas orientadas por dados, personalização e integração entre bem-estar, tecnologia e identidade pessoal”, finaliza Luciana.



Espinhas nas costas: conheça fatores que contribuem para acnes nessa área do corpo

Dermatologista Fátima Tubini revela o que é, causas, tratamentos e cuidados para condição dermatológica 

 

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam as espinhas não aparecem somente na pele do rosto, mas podem surgir por diversas partes do corpo humano, trazendo desconforto e dores. “As espinhas não são nada além do que lesões cutâneas, causadas por inflamações dos folículos, que são geradas por poros bloqueados”, relata a dermatologista Fátima Tubini.

Acnes quando não tratadas e sim espremidas, podem gerar manchas escuras ocasionando um incomodo maior futuramente para fazer suas remoções no local. “O ideal é não mexer ou espremer, mas realizar a limpeza correta do local e aplicar produtos indicados por dermatologistas. O tratamento pode ser oral ou por meio de ácidos”, explica Tubini, que ressalta, ainda, que cada pele é de um jeito e o tratamento deve ser feito conforme o tipo de cada uma.

Muitas vezes a localização da espinha pode indicar causas diferentes, que podem ser, por exemplo, por problemas hormonais, por bactérias e até mesmo por cosméticos. O acúmulo de acnes nas costas pode ser gerado por diversas causas. Confira algumas delas:

Alterações hormonais: Durante a puberdade, menstruação, gravidez e uso de anticoncepcionais, o corpo pode passar por alterações hormonais que aumentam a produção de sebo (óleo) pelas glândulas sebáceas. Esse excesso de óleo pode obstruir os poros e levar ao desenvolvimento de espinhas.

Produtos para o cabelo: Condicionadores, óleos e outros produtos capilares podem entrar em contato com a pele das costas, especialmente durante o banho, e obstruir os poros. Ingredientes como silicones e óleos pesados podem ser particularmente problemáticos.

Suor excessivo: O suor pode misturar-se com bactérias e células mortas da pele, obstruindo os poros.

Atrito: O atrito causado por mochilas, roupas apertadas ou equipamentos esportivos pode irritar a pele e causar inflamação nos folículos pilosos. Isso pode aumentar a probabilidade de desenvolver espinhas nas áreas afetadas.

Estresse e ansiedade: O estresse e a ansiedade podem desencadear a produção de hormônios como o cortisol, que pode aumentar a produção de óleo pela pele. Isso pode levar ao entupimento dos poros e ao desenvolvimento de acne.

Produtos para a pele: Evite o uso de cremes, loções e protetores solares que contêm ingredientes comedogênicos (que obstruem os poros).

“Para evitar as incomodáveis espinhas nas costas é necessário sempre tomar banho imediatamente após o treino, não espremer ou arrancar as acnes, lavar sempre os sutiãs após o seu uso, trocar as fronhas, lençóis, e toalhas frequentemente, evitar cuidados no corpo à base de óleo, não colocar roupas e acessórios apertados nas costas como mochila e trocar sempre de sabonete corporal caso note que o que está sendo utilizado não está fazendo efeito, além de procurar sempre a ajuda de um profissional dermatológico”, conclui. 

 

Dra. Fátima Tubini - Referência em cuidados e tratamentos dermatológicos, a Dra. Fátima Tubini atua na área da dermatologista há quase 20 anos. Com ampla experiência, a especialista é graduada em Ciências Médicas e possui o título de Especialista em Dermatologia concedido pela AMB e Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em sua trajetória, trabalhou com o público infantil na área de pediatria. Atualmente, a profissional proporciona através de procedimentos dermatológicos e estéticos benefícios para a saúde e bem-estar dos seus pacientes.



Ana Berniz, nail designer e expert da Perfumaria Sumirê, revela como adaptar brilho, cor e textura para produções estilosas nos blocos e desfiles que prolongam a folia

Ana Berniz, nail designer e expert da Perfumaria Sumirê, revela como adaptar brilho, cor e textura para produções estilosas nos blocos e desfiles que prolongam a folia


O carnaval é uma das maiores expressões culturais do Brasil e, mesmo após os dias oficiais de festa, o clima carnavalesco continua em muitas cidades. Os tradicionais blocos de ressaca mantêm as ruas movimentadas até o fim de fevereiro, enquanto os desfiles das escolas de samba campeãs prolongam o espetáculo. Nesse cenário, o visual segue em evidência e as unhas permanecem como um dos principais complementos de estilo. 

De acordo com Ana Berniz, nail designer e expert da Perfumaria Sumirê, o carnaval é o cenário ideal para experimentar tendências que dialogam com moda, comportamento e lifestyle. “Brilho intenso, cores vibrantes e acabamentos impactantes traduzem a energia do carnaval também nas unhas. Efeitos metalizados, partículas luminosas e acabamentos espelhados acompanham o ritmo dos blocos e desfiles”, afirma.

Influenciadoras, musas de carnaval, rainhas de bateria, como Juliana Paes, segue apostando apostado em nail arts ousadas, com cores vibrantes, pedrarias, mix de texturas e detalhes luminosos, produções que devem ganhar ainda mais destaque no Desfile das Campeãs.

Para quem pretende aproveitar a programação pós-carnaval, a especialista compartilha três dicas para atualizar as unhas e manter o visual alinhado ao clima festivo.


1. Glitter sem medo 

Depois de protagonizar as produções carnavalescas, o glitter continua presente. Nas unhas ele aparece em diferentes versões, dos brilhos finos e delicados aos mais intensos e chamativos, criando efeitos que refletem luz, movimento e energia, elementos inseparáveis da festa.

“A dica é combinar o glitter a esmaltes leitosos ou translúcidos para criar um visual moderno, sem abrir mão do impacto. Vale glitter holográfico, colorido ou até mix de texturas. Se quiser praticidade, aposte em esmaltes com efeito gel ou glitter encapsulado, duram mais e aguentam toda folia.”, comenta Ana Berniz.

 

2. Cores vibrantes + nail art divertida 

As cores intensas seguem como referência carnavalesca. Tons como pink, vermelho, laranja, azul, verde, amarelo e roxo aparecem com força, refletindo a energia dos blocos de rua, das fantasias e da diversidade cultural que marca o carnaval. Essas cores ganham ainda mais destaque quando combinadas em nail arts criativas e divertidas. 

“Neon, metalizados e tons tropicais são a cara do carnaval. Para deixar as unhas mais festivas, aponte em francesinhas coloridas, mix de tons em cada unha, desenhos gráficos, ondas, corações, estrelas, pontos e formas orgânicas, que transformam as unhas em verdadeiras telas de expressão pessoal”, pontua a expert da Sumirê.


3. Texturas diferentes

Além das cores, as texturas ganham espaço e ajudam a criar profundidade e interesse visual nas unhas carnavalescas. Elas funcionam como um acessório extra, complementando fantasias, maquiagens e looks. “Esmaltes com partículas, acabamentos perolados, efeitos holográficos e aplicações pontuais adicionam dimensão ao visual e elevam até produções mais simples. “A dica é escolher texturas aplicadas de forma estratégica, garantindo resistência e conforto sem perder o impacto visual”, pontua a especialista.


 

Perfumaria Sumirê


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