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terça-feira, 7 de julho de 2026

Brasil se prepara para o Dia do Chocolate com regras mais rígidas de qualidade

 Nova legislação que eleva o percentual mínimo de cacau no chocolate e atuação rigorosa dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários protegem o consumidor contra fraudes no mercado nacional 


Neste dia 7 de julho, o Brasil celebra o Dia do Chocolate em um cenário de profunda transformação regulatória. Considerado uma paixão nacional, o derivado do cacau passa a circular sob o amparo da Lei nº 15.404/2026, sancionada recentemente, que elevou o percentual mínimo obrigatório de sólidos de cacau nos produtos de 25% para 35%. A medida representa um choque de qualidade histórico para o mercado brasileiro, beneficiando diretamente o consumidor e impulsionando a cadeia produtiva da cacauicultura nacional.

As empresas e indústrias do setor têm o prazo de um ano para se adaptarem completamente às novas regras. Para o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), a nova legislação é um divisor de águas no combate à proliferação de fraudes no setor. Até a sanção da lei, o mercado interno convivia com uma quantidade expressiva de produtos denominados "chocolate" que continham teores irrisórios de cacau, sendo compostos majoritariamente por açúcar e gordura vegetal hidrogenada aromatizada artificialmente.

"A nova regulamentação é um grande ganho para a sociedade. O consumidor brasileiro, que está cada vez mais exigente e consciente, passa a ter a garantia legal de que está adquirindo um produto autêntico, com propriedades biológicas preservadas, sabores e aromas reais de cacau, e não apenas gordura e açúcar", destaca Cássio Ramos Peixoto, Diretor de Relações Institucionais do Anffa Sindical.

Além de redefinir os padrões de identidade e qualidade, a nova legislação traz regras rígidas também para a rotulagem. As indústrias alimentícias e importadoras são obrigadas a estampar, de forma clara no painel principal das embalagens, os percentuais exatos de cacau presentes na composição. Produtos que não atingirem o patamar mínimo de 35% ficam proibidos de utilizar a denominação "chocolate" ou de ostentar imagens descritivas que possam induzir o cidadão ao erro.



Blindagem Sanitária

Se por um lado a nova lei expande a demanda industrial por matéria-prima, por outro, acende o alerta para a defesa agropecuária. De acordo com Paulo Reis e Sousa, Secretário de Finanças do Annfa Sindical, o Brasil processa mais do que colhe: o país produz cerca de 200 mil toneladas de amêndoas por ano, mas necessita importar um volume equivalente para abastecer seu robusto parque moageiro e fábricas artesanais.

É no ponto de ingresso dessas cargas — concentrado de forma prioritária no Porto de Ilhéus (BA) — que os Affas realizam um trabalho de segurança nacional. Como os maiores exportadores para o Brasil são países da África Ocidental, como a Costa do Marfim, que detém 70% da produção mundial, o risco de introdução de pragas exóticas e doenças fúngicas severas precisa ser mitigado.

No Porto de Ilhéus, os auditores inspecionam minuciosamente os navios, conferem laudos internacionais de desinfecção de porões, coletam amostras para análises laboratoriais fiscais e aplicam restrições fitossanitárias severas para impedir que pragas e doenças alcancem as lavouras comerciais da Bahia e do Pará."O custo para a economia e para o emprego caso uma praga exótica dizime nossas plantações é incalculável. A fiscalização federal forte na fronteira é o que separa a expansão do agronegócio de um colapso sanitário histórico", alerta Sousa.

No Brasil, o avanço tecnológico e o fomento público por meio do programa Inova Cacau 2030 têm descentralizado o cultivo, levando o cacaueiro para biomas não tradicionais, como o Cerrado e a Caatinga, gerando diferentes perfis de terroir (conjunto de fatores que moldam o sabor final do cacau) e agregando alto valor ao chocolate nacional.
 

Assim, ao abrir um tablete ou saborear um bombom neste dia 7 de julho, o consumidor brasileiro pode celebrar o Dia do Chocolate com uma dose extra de conforto e leveza. Saborear essa iguaria sabendo que ela carrega a força da nossa terra, o respeito ao meio ambiente e a garantia da saúde pública é a receita ideal para tornar essa comemoração ainda mais doce. 



Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários - Anffa Sindical
anffasindical.org.br
@anffasindical


DIO abre mais de 35 mil bolsas gratuitas em tecnologia em parceria com grandes empresas

Canva
Iniciativa reúne 4 bootcamps gratuitos em áreas de alta demanda em tech, oferecidos pela startup em conjunto com marcas como AWS, Santander, Michael Page e Sem Parar Corpay

 

A inteligência artificial, a automação e a computação em nuvem estão entre as tecnologias que mais impulsionam a demanda por profissionais qualificados. Para ampliar o acesso à formação nessas áreas, a DIO está com inscrições abertas para quatro novos bootcamps gratuitos desenvolvidos em parceria com AWS, Santander, Michael Page e Sem Parar Corpay. 

Ao todo, são mais de 35 mil bolsas de estudo distribuídas entre programas voltados à criação de agentes de inteligência artificial, automação de processos, desenvolvimento backend e computação em nuvem. As formações atendem desde quem deseja ingressar na área de tecnologia até profissionais que buscam atualização em ferramentas amplamente utilizadas pelo mercado. 

Todos os bootcamps são realizados de forma online e combinam cursos, mentorias ao vivo, desafios de código e projetos práticos voltados à construção de portfólio. 

"Quem busca espaço no mercado hoje encontra oportunidades muito diferentes: há demanda por quem desenvolve agentes de IA, automatiza processos, cria aplicações em nuvem, trabalha com dados ou produz conteúdo com apoio da Inteligência Artificial. Nossa proposta foi reunir trilhas que respondem a essas necessidades e permitam que cada participante escolha o caminho mais alinhado aos seus objetivos profissionais", afirma Iglá Generoso, CEO da DIO.
 

AWS: agentes de IA com Amazon Bedrock e AgentCore 

O Bootcamp AWS – Agentes de IA em Campo oferece 10 mil bolsas gratuitas para quem deseja aprender a desenvolver agentes de inteligência artificial utilizando serviços da AWS. 

A formação reúne 18 horas de conteúdo sobre Machine Learning, grandes modelos de linguagem (LLMs), IA generativa e ferramentas como Amazon Bedrock, Amazon Nova, AgentCore, PartyRock e AWS Step Functions. Os participantes desenvolvem projetos inspirados no universo da Copa, incluindo um agente capaz de analisar e comparar seleções históricas do Brasil, uma aplicação para prever chaveamentos e um aplicativo voltado à troca de figurinhas. 

O projeto final consiste na criação de um assistente de delivery utilizando Amazon Bedrock e AWS Step Functions, permitindo aplicar os conhecimentos em uma solução prática para portfólio. 

As inscrições podem ser realizadas até 9 de agosto pelo site da DIO.
 

Santander: automação de processos com N8N 

O Bootcamp Santander – Automação com N8N na Prática disponibiliza 15 mil bolsas gratuitas para formação em automação de processos utilizando N8N, Python, APIs, webhooks e Inteligência Artificial. 

Com carga horária de 25 horas, o programa ensina a criar workflows, integrar sistemas, automatizar processos operacionais e desenvolver soluções de RPA. Os participantes também recebem acesso à Aceleração Santander – Automação na Prática, conteúdo preparatório que propõe a construção de uma automação integrada às APIs do Meta Ads e Google Ads para análise de campanhas e envio automatizado de relatórios. 

Como projeto de conclusão, a trilha reúne N8N e Python no desenvolvimento de uma solução aplicada a processos corporativos. 

As inscrições seguem abertas até 10 de agosto e podem ser realizadas gratuitamente pela plataforma Santander Open Academy.
 

Michael Page: primeiros passos em Inteligência Artificial 

Quem deseja iniciar os estudos em IA pode participar do Bootcamp Michael Page – Criando seu Primeiro Agente de IA, que oferece 5 mil bolsas gratuitas. 

A formação foi desenvolvida para pessoas sem experiência prévia em programação e apresenta fundamentos de inteligência artificial, engenharia de prompts, modelos generativos e aplicações práticas para estudo e trabalho. O projeto de conclusão utiliza o NotebookLM para criar uma ferramenta personalizada baseada em IA. 

A programação inclui ainda mentorias conduzidas por especialistas da Michael Page sobre empregabilidade, desenvolvimento de carreira e competências valorizadas pelo mercado. O conteúdo acompanha um movimento identificado pelo estudo Talent Trends 2026, segundo o qual 71% dos profissionais brasileiros já utilizam inteligência artificial em suas atividades. 

Os interessados podem se inscrever gratuitamente até 26 de julho pelo site da DIO.
 

Sem Parar Corpay: backend com Node.js, TypeScript e Azure 

O Bootcamp Sem Parar Corpay – Backend do Zero à Prática oferece 5 mil bolsas gratuitas para formação em desenvolvimento backend. 

Com 43 horas de conteúdo, a trilha aborda Node.js, TypeScript, Fastify, desenvolvimento de APIs, Microsoft Azure e o uso da inteligência artificial como apoio ao desenvolvimento de software. Os participantes constroem projetos práticos desde a configuração do ambiente até a criação de uma Minimal API inspirada na Fórmula 1, desenvolvida para integrar o portfólio. 

A iniciativa também incentiva a participação de mulheres, pessoas negras e grupos historicamente sub-representados na tecnologia. 

As inscrições podem ser feitas gratuitamente até 19 de julho pelo site da DIO. 

Os quatro bootcamps oferecem certificados de conclusão, mentorias ao vivo, desafios práticos e projetos aplicados. Após concluir as trilhas, os participantes também passam a integrar a Talent Match, plataforma da DIO que conecta profissionais certificados a oportunidades em empresas parceiras no Brasil e no exterior. 

"Nosso compromisso é ampliar o acesso à educação em tecnologia e aproximar cada vez mais pessoas das competências que o mercado demanda. Ao lado de parceiros estratégicos, conseguimos oferecer formações práticas, gratuitas e alinhadas aos desafios reais enfrentados pelas organizações", conclui Iglá.

Férias de julho: descubra qual é o tipo de carro ideal para cada viagem e o que revisar antes de pegar a estrada

Freepik
Especialista do SóCarrão explica quais características devem ser consideradas na escolha do veículo para diferentes destinos e lista os principais cuidados para viajar com mais segurança.

 

Com a chegada das férias escolares de julho, milhares de brasileiros aproveitam o período para viajar de carro. Seja rumo ao litoral, à serra ou ao interior, uma boa experiência na estrada começa antes mesmo de ligar o motor. Escolher um veículo adequado para o trajeto e realizar a manutenção preventiva são atitudes que garantem mais conforto, economia e segurança durante todo o percurso. 

 Segundo Jefferson Rocha, CEO do SóCarrão, não existe um modelo perfeito para todas as viagens. A escolha deve levar em consideração o número de passageiros, a quantidade de bagagens, o tipo de estrada e até mesmo a distância que será percorrida. 

 “Cada viagem exige características diferentes do veículo. Um carro econômico pode ser ideal para um casal que vai ao litoral, enquanto uma família com crianças e muitas malas provavelmente dará mais valor ao espaço interno e ao porta-malas. O importante é analisar as necessidades antes de pegar a estrada”. 


 Litoral: economia e conforto para longos trechos 

 Quem pretende aproveitar as praias pode priorizar veículos com bom consumo de combustível, ar-condicionado eficiente e porta-malas suficiente para acomodar malas, cadeiras e guarda-sol. 

 Entre os modelos que costumam atender bem esse perfil estão Chevrolet OnixHyundai HB20Volkswagen Polo e sedãs compactos como Chevrolet Onix Plus e Volkswagen Virtus, que combinam economia com espaço extra para bagagens. 


 Serra: desempenho faz diferença 

 Em regiões com muitas subidas, curvas e mudanças de altitude, um motor com boa retomada, freios em dia e estabilidade tornam a viagem mais confortável. 

 Modelos como Jeep RenegadeVolkswagen T-CrossHyundai Creta e Honda HR-V costumam oferecer um bom equilíbrio entre desempenho e conforto nesse tipo de percurso. 


 Campo e estradas de terra: robustez é prioridade 

 Para quem vai a chácaras, fazendas ou destinos com trechos sem pavimentação, a recomendação é optar por veículos com maior altura em relação ao solo e suspensão preparada para enfrentar irregularidades. 

 Picapes como Fiat Strada e Toyota Hilux, além de SUVs como Toyota Corolla Cross e Jeep Compass, podem proporcionar mais tranquilidade nesses trajetos. 


 Famílias grandes: espaço faz toda a diferença 

 Quando a viagem envolve crianças, carrinhos, malas e equipamentos, o espaço interno passa a ser um fator determinante. 

SUVs médios, utilitários de sete lugares e modelos com porta-malas amplo oferecem mais conforto para todos os ocupantes, especialmente em viagens mais longas. 


 Revisão é indispensável antes de viajar 

 Independentemente do destino ou do modelo escolhido, a revisão preventiva continua sendo um dos principais cuidados antes de pegar a estrada. 

 Entre os itens que merecem atenção estão os pneus (incluindo o estepe), sistema de freios, suspensão, óleo do motor, fluidos, bateria, iluminação, palhetas do limpador de para-brisa e sistema de arrefecimento. Também é importante verificar a documentação do veículo e manter a calibragem correta dos pneus. 

 De acordo com o CEO do SóCarrão, uma inspeção feita com antecedência ajuda a evitar imprevistos e pode até reduzir o consumo de combustível. 

 “Muitos problemas que aparecem durante as viagens poderiam ser evitados com uma revisão simples. Além de aumentar a segurança, um veículo bem regulado apresenta melhor desempenho e mais eficiência, proporcionando uma viagem mais tranquila para toda a família” .


Copa do Mundo prova que estratégia vence talento. Nas empresas, o Direito faz parte dessa estratégia

OPINIÃO

 

A cada Copa do Mundo, a atenção do público se concentra nos grandes craques. São eles que estampam capas de jornais, movimentam torcidas e protagonizam os lances que ficam para a história. Mas quem acompanha o futebol de alto nível sabe que o talento, por si só, raramente é suficiente para conquistar um título.
 
As seleções que chegam às fases decisivas costumam compartilhar características menos visíveis aos olhos do torcedor: planejamento, preparação, análise de adversários, gestão de riscos e capacidade de adaptação. Em um torneio curto, no qual um único erro pode significar a eliminação, improvisar custa caro.
 
No ambiente empresarial, a lógica é bastante semelhante. Empresas também operam em cenários de elevada competitividade, convivem com mudanças regulatórias, oscilações econômicas, transformações tecnológicas e riscos que nem sempre podem ser previstos com exatidão. O diferencial competitivo não está apenas na qualidade de seus produtos ou na competência de seus profissionais, mas na capacidade de tomar decisões consistentes diante da incerteza.
 
É justamente nesse ponto que o Direito deixa de exercer um papel exclusivamente técnico e passa a integrar a estratégia do negócio. Ainda persiste em muitas organizações a percepção de que o departamento jurídico deve ser acionado apenas quando surge um problema: um contrato em disputa, uma autuação, um processo judicial ou uma crise regulatória. Essa visão, embora comum, já não corresponde às necessidades do mercado.
 
Assim como uma comissão técnica não entra em campo apenas para reagir aos erros da equipe, a atuação jurídica mais eficiente é aquela que participa da construção das decisões desde o início. Avaliar riscos, estruturar contratos, antecipar impactos regulatórios e fortalecer mecanismos de governança significa ampliar a qualidade das escolhas empresariais antes que os problemas apareçam.
 
A Copa também ensina outra lição importante: estratégia não elimina riscos. Mesmo as seleções mais preparadas podem sofrer um gol inesperado, enfrentar lesões ou encontrar adversários que mudam completamente o rumo da partida. O planejamento não existe para impedir o imprevisto, mas para aumentar a capacidade de resposta quando ele acontece.
 
Nas empresas, ocorre exatamente o mesmo. Nenhum modelo de governança impede integralmente crises, litígios ou mudanças de cenário. O que diferencia organizações mais maduras é a rapidez com que conseguem reagir, minimizar impactos e preservar sua capacidade de crescimento.
 
Essa preparação exige integração entre diferentes áreas. Da mesma forma que uma equipe campeã depende da coordenação entre comissão técnica, departamento médico, analistas de desempenho e atletas, uma empresa precisa alinhar suas áreas jurídica, financeira, operacional e de compliance para que as decisões sejam tomadas com visão estratégica e não de forma isolada.
 
O ambiente econômico atual reforça essa necessidade. Projetos cada vez mais complexos, novas exigências regulatórias, expansão da inteligência artificial, proteção de dados, sustentabilidade e mudanças constantes nas relações comerciais tornam insuficiente uma atuação jurídica limitada à resolução de conflitos. O valor está, cada vez mais, na prevenção, na organização e na capacidade de transformar conhecimento jurídico em vantagem competitiva.
 
No futebol, dificilmente uma seleção conquista uma Copa apenas porque possui o melhor jogador do mundo. Os campeões normalmente são aqueles que conseguem transformar talento individual em inteligência coletiva, disciplina tática e capacidade de execução.
 
Nas empresas, o princípio é semelhante. Boas ideias continuam sendo fundamentais, assim como profissionais qualificados e oportunidades de mercado. Mas são a governança, o planejamento e a gestão adequada dos riscos que permitem transformar potencial em resultados consistentes.
 
Ao final, talvez a principal lição que a Copa oferece ao mundo corporativo seja simples: títulos e bons resultados não são fruto do acaso. Eles são consequência de decisões bem construídas antes mesmo de a partida começar. E, nesse processo, o Direito deixou de ser apenas um mecanismo de proteção para assumir um papel essencial na construção da estratégia empresarial.

 


José Maria Franco de Godoi Neto – advogado, mestre em direito USP/SP, mestre em Gestão de Risco FEA/USP e especialização em Finanças pela FGV/SP, sócio do Franco de Godoi Advogados e membro fundador da STRUCTURA Investments.


Os 10 principais destinos europeus para os brasileiros neste verão, segundo a Omio

Florença, Itália  Pexels


Novos dados revelam que a Itália lidera o ranking com base nas reservas, seguida pela Espanha e França


Os brasileiros estão cada vez mais buscando destinos no exterior para fugir do inverno em julho e aproveitar as férias escolares. De acordo com dados da Omio, a principal plataforma de viagens multimodais, a Itália é o destino número um para os viajantes brasileiros neste verão, liderando a lista dos 10 países mais reservados para viagens em julho de 2026.

A lista também inclui países como Espanha, França, Reino Unido, Bélgica, Alemanha, Holanda, Portugal, Suíça e Áustria. “O Brasil tem um interesse crescente por experiências culturais fora do país, especialmente pela Itália e sua culinária mundialmente famosa e cidades icônicas, como Roma, Florença, Nápoles, Veneza e Milão na vanguarda, tornando-a a escolha preferida para as férias de verão na Europa”, afirma Vitor Lalor, Diretor Geral da Omio Brasil.

O período de férias escolares em julho também é um importante fator impulsionador do turismo nessa época. No relatório anual NowNext Report da Omio, os brasileiros afirmaram que 22% tendem a viajar mais com familiares, enquanto 31% tendem a viajar com crianças, 21% pretendem viajar sozinhos, 39% com o parceiro/cônjuge e apenas 16% com amigos.

Conforme divulgado pelo Banco Central do Brasil, os brasileiros gastaram US$ 6,04 bilhões no exterior no primeiro trimestre de 2026¹, e as despesas líquidas com viagens internacionais totalizaram US$ 1,5 bilhão², um aumento de 66,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, indicando que o interesse por produtos e serviços fora do país continua alto.


10 principais países europeus, com base nas reservas feitas por residentes brasileiros, para viagens em julho de 2026:

  1. Itália
  2. Espanha
  3. França
  4. Reino Unido
  5. Bélgica
  6. Alemanha
  7. Portugal
  8. Holanda
  9. Suíça
  10. Áustria


Explorando a Europa

Para os turistas que querem aproveitar ao máximo suas viagens, também é comum que os brasileiros voem até uma cidade e, a partir daí, façam viagens de trem para outros destinos. Rotas ferroviárias domésticas como Madri<>Barcelona, Roma<>Nápoles e Roma<>Florença estão entre as mais populares entre os brasileiros, de acordo com os dados de reservas da Omio referentes a julho de 2026.

Sachseln, Suíça
  
Pexels


A rede ferroviária interligada da Europa também facilita as viagens entre países, muitas vezes em apenas algumas horas. “A viagem de trem de Londres a Paris, por exemplo, leva apenas 2,5 horas e é mais rápida do que um voo, considerando o tempo de espera no aeroporto e o tempo de conexão. Além de oferecer maior flexibilidade e preços competitivos, viajar de trem permite que os visitantes apreciem paisagens incríveis enquanto aproveitam ao máximo seu tempo no exterior. É uma opção atraente tanto para quem viaja sozinho quanto para casais, grupos de amigos e famílias”, conclui Lalor. 

 

Inverno é momento ideal para limpar filtro do ar-condicionado; veja como fazer em casa

 

Procedimento simples ajuda a melhorar qualidade do ar, preservar desempenho do equipamento e evitar surpresas quando calor voltar 

 

Com a chegada do inverno e a redução do uso do ar-condicionado em boa parte do país, muitas pessoas acabam deixando o equipamento completamente esquecido até a próxima onda de calor. No entanto, especialistas apontam que justamente os meses mais frios representam uma excelente oportunidade para realizar alguns cuidados básicos de manutenção, entre eles a limpeza dos filtros. 

Além de contribuir para a qualidade do ar dentro de casa, a medida ajuda a preservar o desempenho do aparelho e pode evitar problemas quando o equipamento voltar a ser utilizado com maior frequência. Segundo Romenig Magalhães, supervisor de P&D da Gree Brasil, a limpeza periódica dos filtros é uma das manutenções mais simples que o próprio consumidor pode realizar. 

“Os filtros retêm poeira e partículas presentes no ambiente. Quando acumulam sujeira, podem comprometer a circulação do ar e a eficiência do equipamento. A limpeza periódica contribui para o desempenho e para a qualidade do ar interno”, explica.

 

Por que limpar o filtro? 

Filtros sujos fazem o aparelho precisa trabalhar mais para movimentar o ar, o que pode reduzir sua eficiência e impactar o conforto térmico. O acúmulo de poeira também pode favorecer odores desagradáveis e prejudicar a qualidade do ar circulado no ambiente. 

“O inverno costuma ser um período mais tranquilo para realizar esse tipo de cuidado porque o equipamento geralmente é utilizado com menor frequência. Dessa forma, o consumidor consegue fazer a limpeza sem comprometer sua rotina”, afirma Magalhães.

 

Como fazer a limpeza básica do filtro em casa 

A limpeza dos filtros costuma ser um procedimento simples e presente nas orientações dos fabricantes. Antes de começar, é importante desligar completamente o equipamento da tomada ou da rede elétrica.

 

Passo 1: Abra o painel frontal

Levante cuidadosamente a tampa frontal da unidade interna do aparelho até ter acesso aos filtros.


Passo 2: Retire os filtros

Remova os filtros seguindo as orientações do fabricante. Em geral, eles podem ser retirados sem a utilização de ferramentas.


Passo 3: Remova o excesso de poeira

Utilize um aspirador de pó ou uma escova macia para retirar a sujeira superficial acumulada.


Passo 4: Lave com água corrente

Lave os filtros com água corrente e, se necessário, utilize sabão neutro. Evite produtos químicos agressivos ou materiais abrasivos que possam danificar o componente.


Passo 5: Aguarde a secagem completa

Antes de recolocar os filtros, certifique-se de que estejam completamente secos. A umidade residual pode favorecer a formação de mofo.


Passo 6: Reinstale os filtros

Após a secagem, recoloque os filtros na posição correta e feche o painel frontal.

 

O que não pode ser feito

“Componentes internos, serpentinas, sistema elétrico e tubulações exigem conhecimento técnico específico. O consumidor pode realizar a limpeza básica dos filtros, mas a manutenção preventiva completa deve seguir as recomendações do fabricante e ser executada por profissionais qualificados”, alerta Magalhães.

 

Quando procurar um instalador capacitado?

Além da limpeza periódica, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação profissional:

  • Mau cheiro persistente durante o uso;
  • Redução significativa da capacidade de refrigeração;
  • Vazamentos de água;
  • Ruídos incomuns e aumento inesperado do consumo de energia. 

Segundo o especialista, combinar a limpeza dos filtros com manutenções preventivas regulares é a melhor forma de garantir o bom funcionamento do equipamento ao longo dos anos. “O ar-condicionado é um investimento de longo prazo. Cuidados simples, realizados periodicamente, ajudam a preservar a eficiência, o conforto e a durabilidade do equipamento”, conclui. 


Gree Electric Appliances

 

Mais de mil bolsas: inscrições para o Bolsa 100% da Uniube se encerram nesta quarta-feira (8)

As vagas são para ingresso no 3º bimestre em cursos de graduação a distância e semipresenciais em diferentes áreas do conhecimento

 

Terminam nesta quarta-feira (8) as inscrições para o Vestibular Social Bolsa 100% da Uniube. São mais de mil oportunidades oferecidas pela Universidade nas modalidades de Educação à Distância e Semipresencial Polo. 

Para concorrer a uma bolsa, os candidatos devem se inscrever apenas pelo site — clique aqui. As vagas são direcionadas para cursos em diferentes áreas do conhecimento — exceto Medicina — com ingresso no 3º bimestre deste ano.  

Entre as modalidades de ensino, o candidato pode concorrer a uma bolsa somente em um dos processos seletivos, ou seja, escolher entre EAD ou Semipresencial Polo, conforme as regras do edital que pode ser lido antes da conclusão da inscrição.

O diretor comercial da Uniube, Tiago Malheiro, destaca que além das bolsas de estudo integrais concedidas por meio de vestibular social, a depender do curso, a Universidade também oferece até 80% de desconto em graduações. 

“São mais de mil bolsas para cursos oferecidos nos mais de 200 polos da Uniube. Mesmo que o candidato não consiga a bolsa com desconto integral nesta prova, ele poderá tentar novamente porque são quatro provas por ano”, complementa Malheiro. 

Para se inscrever no Bolsa 100% da Uniube, essa deve ser a primeira graduação e o candidato pode ter estudado em escola pública ou privada. Além disso, a renda familiar não deve ultrapassar um salário mínimo e meio por pessoa. Por exemplo, em uma casa com quatro integrantes, a soma total dos ganhos não pode ser maior que R$ 9.726,00 (considerando o valor do salário mínimo vigente). 

Malheiro acrescenta que a prova terá duas horas de duração e será realizada em formato on-line, das 9h do dia 9 de julho às 18h do dia 10 de julho. Para fazer o exame, é necessário que o inscrito acesse a Área do Candidato no período estipulado. Conforme o edital, a data prevista para a divulgação do resultado é 15 de julho, após às 16h. 

Para o Pró-Reitor de Educação a Distância da Uniube, Fernando Marra, o Bolsa 100% é uma oportunidade única de acesso ao ensino superior sem custos para quem deseja ingressar nos cursos de graduação da Universidade.  

Marra também ressalta que a Uniube oferece aos alunos tanto do EAD quanto do Semipresencial Polo a mesma excelência em ensino da modalidade presencial. Atualmente, a Universidade conta com campi em Minas Gerais nas cidades de Uberaba, Uberlândia, Araxá e Ituiutaba, e também em Goiás, na capital Goiânia.

Os cursos da Uniube, em qualquer um dos formatos, sempre visam a mesma qualidade. A diferença está na flexibilidade, exatamente para atender às necessidades de cada aluno. A qualidade de ensino é a mesma”, conclui o Pró-Reitor.

 

Com nova lei, Brasil dá passo histórico para eliminar chumbo de tintas e se alinha aos melhores padrões internacionais

Lei 15.441 foi construída com o apoio da Abrafati, e atualiza marco regulatório no país, ampliando a proteção à saúde da população e ao meio ambiente.


Resultado de uma agenda construída e defendida pela Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas) junto ao poder público, foi sancionada na última sexta-feira, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei 15.441/2026, que estabelece o percentual máximo de 0,009% (90 ppm) de chumbo em tintas comercializadas no Brasil. A medida posiciona o país entre aqueles que adotam os padrões mais rigorosos do mundo para o controle da substância, representando um avanço relevante para a proteção da saúde pública, do meio ambiente e da segurança dos profissionais que lidam com as tintas e dos consumidores. O prazo para adequação à lei, a partir da sua publicação, é de um ano.

O limite de 90 ppm é recomendado por organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), por meio da Global Alliance to Eliminate Lead Paint, iniciativa da qual a Abrafati é parceira desde 2016. É o mesmo utilizado nos Estados Unidos, na China e, indiretamente, na Comunidade Europeia (na qual o Regulamento REACH - Registration, Evaluation, Authorisation, Restriction of Chemicals, impõe exigências que, na prática, resultam nesse limite).

"A aprovação do projeto era fundamental para colocar o Brasil, que é o quarto maior produtor mundial de tintas, no mesmo patamar que os países mais avançados em termos de legislação sobre o tema. Desde 2008, quando foi aprovada a lei anterior, houve uma significativa evolução tecnológica na indústria de tintas, que permitiu a substituição de matérias-primas contendo chumbo (especialmente pigmentos e secantes) sem comprometer a qualidade, a durabilidade e o desempenho dos produtos. A indústria de tintas no Brasil está plenamente capacitada para cumprir esse limite, o que demonstra a capacidade do setor de inovar continuamente, acompanhando as melhores práticas internacionais em sustentabilidade, segurança e excelência técnica", afirma Luiz Cornacchioni, presidente-executivo da Abrafati.

A aprovação atualiza uma legislação que, desde 2008, impunha um teor máximo de chumbo apenas a tintas imobiliárias, infantis e escolares, que são as de maior contato direto com o público. Com a nova proposta, o limite máximo de 90 partes por milhão (ppm) passa a abranger todas as categorias de tintas de revestimento, utilizadas em diversas indústrias (de eletrodomésticos e móveis a trens e aeronaves), em inúmeras aplicações na infraestrutura e manutenção, na repintura automotiva, na sinalização viária e nas mais variadas demandas de proteção de superfícies, ampliando a proteção aos profissionais e a todas as pessoas que lidam com as tintas. Há duas exceções na lei: para as tintas marítimas anti-incrustantes e as tintas anticorrosivas à base de zinco. Para ambas, seguiu-se o padrão global de estabelecer o limite técnico praticável de 600 ppm de chumbo.

A aprovação da Lei 15.441 consolida um movimento que a indústria brasileira de tintas vem conduzindo há anos em direção a produtos cada vez mais seguros, sustentáveis e alinhados às melhores referências globais. O novo marco regulatório fortalece um caminho já adotado pelo setor, ao transformar em legislação padrões técnicos avançados que refletem a evolução tecnológica da indústria.

“A medida representa um avanço importante para a modernização do ambiente regulatório brasileiro relacionado ao setor, contribuindo para ampliar a competitividade da indústria nacional e reforçar o compromisso do país com elevados padrões de qualidade, inovação e sustentabilidade. Faz parte da nossa missão impulsionar a evolução do setor e isso envolve alinhar o Brasil às melhores práticas globais da indústria de tintas, o que beneficia toda a sociedade”, finaliza Luiz Cornacchioni.

Para ler o texto da lei na íntegra, acesse:
Link

 

Abrafati – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas


A nova lógica do crédito: como a transformação do mercado afeta o servidor público

 

O mercado de crédito brasileiro está passando por uma mudança estrutural silenciosa, mas com efeitos diretos na vida financeira de milhões de pessoas. O crédito não desapareceu, mas se tornou mais seletivo. Nos últimos anos, a concessão deixou de ser guiada apenas pelo histórico de pagamento e passou a depender cada vez mais de critérios técnicos, modelos de risco, regras regulatórias e capacidade de endividamento do consumidor. 

Na prática, isso significou limites menores, aprovações mais difíceis e menos espaço para operações consideradas de maior risco. Para muitos brasileiros, a sensação é de que conseguir crédito ficou mais complicado e, quando disponível, nem sempre aparece com condições atrativas. 

No crédito consignado, essas mudanças já começam a produzir efeitos concretos. Modalidades ligadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ao Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE) passaram por ajustes envolvendo margem consignável, limites de juros e regras operacionais. Entre os servidores do Executivo Federal, por exemplo, a margem consignável foi reduzida de 45% para 40% em 2026, com previsão de reduções graduais nos próximos anos. 

Embora a alteração esteja direcionada ao âmbito federal, especialistas observam que mudanças implementadas em escala nacional frequentemente acabam servindo como referência para outras estruturas do mercado. Estados, municípios, convênios e instituições financeiras acompanham esses movimentos e podem revisar suas próprias políticas de concessão e critérios de aprovação. 

O impacto pode parecer distante, mas afeta diretamente o planejamento financeiro dos servidores públicos estaduais e municipais. O que hoje ainda representa uma facilidade de acesso pode se tornar mais restrito no futuro. 

A lógica por trás desse movimento está relacionada ao equilíbrio entre risco e rentabilidade das operações. Com limites de juros mais controlados em determinadas modalidades, as instituições financeiras passam a ter menos espaço para precificar o risco das operações. A taxa pode ser reduzida por determinação regulatória, mas o risco de inadimplência permanece. O resultado é um ambiente de crédito mais criterioso, técnico e cauteloso. 

Apesar desse cenário, o servidor público ainda mantém uma vantagem competitiva importante: a previsibilidade de renda. 

Em um mercado que se tornou mais rigoroso, a estabilidade funcional continua sendo um dos fatores mais valorizados pelas instituições financeiras. Isso faz com que servidores ainda tenham acesso a modalidades de crédito que podem apresentar condições mais favoráveis do que outras alternativas comuns, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais sem garantia. 

A diferença pode ser significativa no orçamento mensal. Enquanto modalidades como cheque especial e crédito rotativo do cartão seguem entre as linhas mais caras disponíveis ao consumidor, o consignado geralmente opera com taxas menores devido à segurança proporcionada pelo desconto direto em folha. 

Isso, porém, não significa que qualquer operação consignada seja automaticamente vantajosa. Especialistas destacam que o crédito mais adequado não é necessariamente aquele aprovado mais rapidamente, mas o que apresenta equilíbrio entre taxa, prazo, valor total contratado e impacto financeiro ao longo do tempo. 

Em determinadas situações, uma operação estruturada pode representar uma forma de substituir dívidas mais caras, consolidar débitos ou reorganizar o orçamento familiar. Em outras, pode gerar um comprometimento excessivo da renda e dificultar ainda mais a saúde financeira. 

O desafio para os próximos anos será adaptar a tomada de decisão a uma nova realidade: menos impulso e mais planejamento. 

A fase do crédito abundante e facilmente acessível parece dar lugar a um cenário em que comparar propostas, entender custos totais e avaliar impactos futuros se tornam etapas cada vez mais importantes. Para quem possui dívidas elevadas, margem disponível ou necessidade de reorganizar a vida financeira, especialistas recomendam análise antecipada das alternativas, especialmente diante de possíveis mudanças regulatórias futuras. 

Na prática, o crédito para servidores públicos continua entre as opções mais competitivas do mercado. Mas, em um ambiente de maior seletividade, a tendência é que planejamento financeiro deixe de ser apenas uma recomendação e passe a ser uma necessidade.

 

Marcela Matos - CEO e sócia executiva do Grupo Soma. Administradora e pós-graduada em Gestão, iniciou sua trajetória no mercado financeiro na Caixa Econômica Federal, onde desenvolveu experiência em análise de crédito, relacionamento com clientes e compreensão das suas necessidades financeiras. À frente do Grupo Soma, lidera uma operação que integra soluções em crédito por meio de frentes como correspondente bancário, fintech, meios de pagamento, convênios públicos e privados para operações consignadas, crédito com garantia e assessoria financeira. Atua na gestão estratégica da operação, liderança de equipes, performance comercial, análise de indicadores, eficiência operacional e acompanhamento das inúmeras mudanças regulatórias que impactam o acesso ao crédito no Brasil.

 

Férias começaram na terça-feira (7) para 3 milhões de estudantes da rede estadual de São Paulo

Retorno às aulas está marcado para dia 24 de julho; unidades permanecerão abertas e com ofertas de almoço de segunda à sexta-feira

 

O recesso do meio do ano para 3 milhões de estudantes da rede estadual paulista começaram na terça-feira (7). A pausa segue até dia 24 de julho, quando alunos, professores e equipes de apoio retornam para as atividades do segundo semestre. Assim como nos últimos três anos, unidades do sistema centralizado de distribuição de alimentos permanecerão abertas durante o período e vão oferecer almoço a alunos previamente cadastrados.  

O almoço nas férias é servido sempre de segunda à sexta-feira, das 11h às 13h30. O cardápio é variado ao longo do mês e segue as orientações da equipe de nutricionistas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) e de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Na edição de julho de 2025, foram servidas mais de nove mil refeições. 

Participam do almoço das férias escolas de 152 municípios em que a alimentação escolar é centralizada. Nessas cidades, os contratos de cozinheiras e compras de insumos para refeições dos estudantes da rede estadual são feitos diretamente pela Secretaria da Educação. 

 

Aulas e provas de recuperação

No retorno às aulas, a partir de 24 de julho, as unidades da rede estadual darão início à preparação e aplicação das provas de recuperação do 1º semestre a estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. Entre 27 e 31 de julho, as escolas devem organizar atividades de reforço e aprofundamento dos conteúdos previstos para o semestre nos componentes do Currículo Paulista de cada ano/série. 

As provas estão agendadas para o intervalo entre 3 e 7 de agosto. Podem participar alunos com notas iguais ou menores de cinco no primeiro e segundo bimestres, ou que queiram melhorar a média no boletim. As avaliações de recuperação vão substituir a menor nota entre os dois primeiros bimestres do ano letivo.


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