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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Dirigido por Joana Dória, infantojuvenil Antes de Dormir no Sesc Ipiranga

  

Crédito: Luisa Moretti

Texto de Liana Ferraz aborda questões delicadas do último ato da infância, como o embate entre medo e a vontade de crescer. Em cena, estão Carol Vidotti, Dom Capelari e Fábia Mirassos, além da musicista Clara Dum


Pipa descobre que crescer não é uma tarefa fácil no espetáculo infantojuvenil Antes de Dormir, com texto de Liana Ferraz e direção de Joana Dória, que tem sua temporada até 19 de julho, no Sesc Ipiranga, com apresentações em diferentes dias e horários (ver abaixo).

Estrelado por Carol Vidotti, Dom Capelari e Fábia Mirassos (com a musicista Clara Dum em cena) o espetáculo inédito foca questões delicadas do último ato da infância, como o embate entre o medo e a vontade de crescer, a complexidade das escolhas, as mudanças no pensar e no sentir, as chegadas e despedidas. 

Na trama, enquanto os adultos acreditam que as crianças já dormiram, Pipa, Maju e Nada transformam seu quarto em um território fértil para a imaginação, os sonhos, os pesadelos, os medos e as lembranças. Eles imaginam juntos os desafios e delícias de crescer.

O tema toca pessoas de várias gerações, com a proposta de reconhecer a riqueza das reflexões das crianças sobre suas emoções e vivências. Contrariando o senso comum, elas não se cansam de nos surpreender com elaborações poéticas e até mesmo psicanalíticas e filosóficas. 

No intuito de não ceder aos hábitos de fruição cada vez mais hegemônicos (minúsculas durações, abordagens superficiais e dispositivos hipnóticos), o espetáculo articula música, composição visual e trabalho corporal como recursos para ampliar a conexão com a história e com a palavra corporificada nesse evento presencial, com frequência analógico e sempre coletivo chamado teatro.


Ficha Técnica

Idealização e Direção: Joana Dória 

Dramaturgia: Liana Ferraz 

Atuação: Carol Vidotti, Dom Capelari e Fábia Mirassos 

Musicista em cena: Clara Dum

Assistência de Direção: Manu Nahas 

Direção de Movimento: Karina Almeida 

Iluminação: Henrique Andrade 

Direção de Arte: Nicolle de Bari 

Visagismo: Fábia Mirassos 

Direção de Criação Musical: Dom Capelari 

Letras e Melodias: Dom Capelari e Liana Ferraz

Arranjos: Dom Capelari e Clara Dum

Técnico e Operador de Som: Pedro Semeghini e Tomé de Souza 

Operador de Luz: Henrique Andrade e Manu Nahas 

Cenotécnico: Dahora cenografia - José Alves da Hora

Adereços: Criando Planos

Design Gráfico: Manuela Afonso

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Vídeo: Madu Arakaki

Fotos: Luisa Moretti e Tomás Franco

Direção de Produção: Paula Malfatti

Administração: Marisa Riccitelli Sant’Ana - Superfície de Eventos

Gestão: Malfatti Paciência em Ato

Sinopse

À noite, quando as luzes se apagam e os adultos acham que as crianças já dormiram, o quarto  vira território fértil para a imaginação, sonhos, medos e lembranças. É nessa hora que Pipa, acompanhada de Nada, seu amigo imaginário, e Maju, sua boneca preferida, vai descobrindo que crescer é um movimento em todos os sentidos. Antes de dormir é uma peça sobre o fim da infância que une poesia, música e teatro para reconhecer essa passagem tão simbólica e intensa na vida de todos nós.


Serviço

Antes de Dormir

Apresentações: até 19/7, feriados e domingos, às 11h.

Sessão com Libras dia 12/7

Sesc Ipiranga - Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga

Ingressos: R$40 (inteira), R$20 (meia-entrada) e R$12 (credencial plena) Gratuito para crianças até 12 anos 

Vendas online a partir de 21/4 em sescsp.org.br ou presencialmente a partir de 22/4 nas bilheterias de qualquer unidade do Sesc São Paulo.

Classificação: Livre. 

Duração: 60 minutos

Acessibilidade: espaço acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida


Clássico do teatro brasileiro, As Centenárias estreia em São Paulo nova versão musical estrelada por Juliana Linhares e Laila Garin

Crédito: Andrea Nestrea


Espetáculo com texto de Newton Moreno fica em cartaz no Sesc Bom Retiro, de 14 de maio a 14 de junho, com direção de Luiz Carlos Vasconcelos e trilha inédita de Chico César

 

Quase duas décadas depois de marcar o teatro brasileiro com as interpretações de Marieta Severo e Andréa Beltrão, a peça As Centenárias, de Newton Moreno, acaba de ganhar uma nova montagem, com estreia em abril, no Rio de Janeiro. O espetáculo dirigido por Luiz Carlos Vasconcelos tem, agora, sua temporada de estreia paulistana no Sesc Bom Retiro, de 14 de maio a 14 de junho.

Desta vez, a peça, em versão musical inédita, é protagonizada por Juliana Linhares e Laila Garin, que revisitam a obra a partir de uma perspectiva contemporânea, sem perder a força da tradição que consagrou o texto. O elenco conta ainda com o ator Leandro Castilho, que interpreta mais de seis personagens na montagem.

A nova encenação aprofunda a relação da dramaturgia com a cultura popular ao incorporar 16 canções originais que passam a conduzir a narrativa, compostas por Chico César, que também assina a direção musical, ao lado de Elísio Freitas 

A trama acompanha duas mulheres centenárias que percorrem o sertão realizando rituais de despedida — uma história que equilibra humor e emoção ao retratar a força das tradições, da oralidade e da ancestralidade nordestina. 

Para Laila Garin, assumir uma personagem marcada na história do teatro brasileiro é também um processo de reinvenção. “É muito doido tirar do papel essas personagens muito inspiradas, pela montagem de Aderbal Freire Filho, com Marieta Severo e Andréa Beltrão. Inclusive, fui pedir a bênção de Marieta Severo para encarnar Dona Socorro e ela me deu essa bênção, graças a Deus. E agora nos ensaios estamos descobrindo o nosso caminho, qual é a cara dessa montagem”, afirma a atriz, que destaca o processo de construção da personagem como uma jornada de descobertas.

Juliana Linhares ressalta que a nova leitura nasce do encontro entre teatro, música e identidade regional. “Eu já tinha vontade de fazer algum projeto com a Laila há muito tempo, e um dia surgiu a ideia: e se a gente fizesse ‘As Centenárias’? Com duas atrizes nordestinas e cantando. Como o carpir está ligado ao canto, pensei que as canções poderiam surgir desse choro. A música para mim é um motor dessa montagem”, comenta.

Leandro Castilho, que interpreta mais de seis personagens na trama, relata as dificuldades desse tipo de atuação. “É sempre um desafio porque cada peça tem uma linguagem diferente. A transição entre eles é uma coisa que não dá nem para pensar muito. Nesse espetáculo, eu estou no processo de desenhar cada personagem, porque trabalho muito a partir do corpo. O corpo sugere uma voz, que sugere um trejeito, e assim vou criando esse desenho desse personagem, esse contorno. Mas agora, estou no momento de dar uma suavizada nesses contornos todos, trazer um pouco mais para mim”.

Responsável pela trilha inédita, Chico César explica que o processo de composição partiu diretamente da dramaturgia de Newton Moreno. “Eu recebi o texto do Newton Moreno já com indicações de lugar onde ele queria as canções, já com letra. No geral, respeitei aquilo, alterei uma coisa ou outra. O texto é muito bonito, muito forte. Acho que trazer essa voz da mulher brasileira com essência nordestina é uma alegria para mim”, diz o compositor.

À frente da direção, Luiz Carlos Vasconcelos reforça a importância do acesso à cultura. “Para que mais brasileiros consumam teatro, é fundamental investir em políticas públicas.  Ninguém gosta do que não conhece. É fundamental que, desde a escola, as crianças tenham acesso à arte, ao teatro e ao cinema, e sejam estimuladas a assistir. Assim, podem desenvolver esse interesse e ter a possibilidade de escolha. É necessário incentivar esse contato desde cedo e facilitar a circulação das obras: que o poder público, federal, estadual e municipal, promova espetáculos, festivais e mostras. Só assim as pessoas terão mais acesso e poderão consumir arte, teatro e cinema”.  

O autor, Newton Moreno, destaca que se interessou pela adaptação musical da obra assim que a ideia lhe foi sugerida. “É importante considerar que as carpideiras realizam uma base relevante de seu trabalho por meio de cantos, rezas, ladainhas. Há uma demanda musical muito forte na orquestração do luto”.  

 

Apresentado por:
Lei Rouanet | Bradesco Seguros

Correalização:

Ágapa – Criação e Produção Cultural | Sarau – Cultura Brasileira 

Realização:

Sesc | Ministério da Cultura | Governo do Brasil

Ficha Técnica

Texto e letras: Newton Moreno

Letras e músicas: Chico César

Uma encenação de Luiz Carlos Vasconcelos

Direção Musical e Arranjos: Elísio Freitas

Direção de Movimento e Assistente de Direção: Vanessa Garcia

Direção Geral e Produção artística: Andréa Alves

Diretora de Projetos: Leila Maria Moreno

Com: Laila Garin e Juliana Linhares

Ator convidado: Leandro Castilho

Desenho de som: Gabriel D’Angelo

Iluminadora: Elisa Tandeta

Cenógrafa: Aurora Campos

Figurinistas: Kika Lopes e Heloisa Stockler

Visagista: Mona Magalhães

Coordenadora de produção: Hannah Jacques

Produção Executiva: Matheus Castro

Projeto gráfico: Beto Martins

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Assessoria de Comunicação

 

Sinopse

A peça acompanha duas carpideiras profissionais do sertão nordestino – que, ao longo da narrativa, encontram muitos personagens e expõem suas histórias, amores perdidos, fragilidades e tensões.

 

Serviço

Temporada: 14 de maio a 14 de junho (exceto nos dias 23 e 24 de maio)

De quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h – exceto dias 23, 24/5 e 13/6.

*Sessões extras dias 5, 12 e 13 de junho, às 15h.

 

Sesc Bom Retiro - Alameda Nothmann, 185 - Campos Elíseos, São Paulo

Ingressos:  R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada) e R$18 (credencial plena).


Vendas online em
sescsp.org.br ou presencialmente na bilheteria de qualquer unidade do Sesc São Paulo. 

 

On line – a partir de 5/5, às 17h.
Off line – a partir de 6/5, às 17h. 

 

Classificação: 12 anos

Duração: 110 minutos

Capacidade: 291 lugares.

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Sessão com Acessibilidade: 

6/6 - Audiodescrição.
7/6 - Libras.  

ESTACIONAMENTO DO SESC BOM RETIRO - (Vagas Limitadas)

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com deficiência, além de bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$ 11 (Credencial Plena). R$ 21 (Outros). 

Horários: Terça a sexta: 9h às 20h. Sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 18h. 

IMPORTANTE: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

TRANSPORTE GRATUITO 

O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorrem na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz.

Consulte os horários disponíveis de acordo com a programação no link http://tinyurl.com/3drft9v8 


CARTAS PARA UM TEMPO QUE NÃO É AGORA, ESPETÁCULO INÉDITO DO NÚCLEO BARTOLOMEU DE DEPOIMENTOS, ESTREIA EM FORMATO DE "PEÇA-PODCAST” COM 24 PERSONALIDADES CONVIDADAS

Luaa Gabanini e Eugênio Lima Foto: Sérgio Silva 


Obra foi desenvolvida ao longo do processo de ocupação do grupo no Instituto Capobianco; a temporada vai de 8 de maio a 28 de junho   

 

 

O espetáculo inédito ‘Cartas para um Tempo que Não é Agora’, desenvolvido ao longo do processo de ocupação do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, no Instituto Capobianco, estreia no dia 08 de maio.

 

A obra, apresentada em formato de “peça-podcast”, nasce de um olhar sobre os quase 26 anos de pesquisa continuada do grupo e do material gerado ao longo de sua trajetória. Em 24 encontros, o espetáculo contará com a participação de nomes de diversas áreas da cultura e das artes como o escritor Marcelino Freire, a cantora Ellen Oléria, a dramaturga Ave Terrena, o ator Celso Frateschi, a atriz Sandra Nanaya, a jornalista Bianca Santana e o rapper Xis, que serão entrevistados e apresentarão sua “Carta para um tempo que não é agora” encomendada previamente pelo Núcleo Bartolomeu e que será lida ou performada durante o espetáculo. Um detalhe importante é que os nomes dos convidados não serão divulgados previamente, sendo revelados apenas no momento de início de cada espetáculo.

 

A temporada de “Cartas para um Tempo que Não é Agora” segue até 28 de junho, encerrando a residência artística do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, no Instituto Capobianco. A programação conta ainda com dois ensaios abertos e gratuitos, nos dias 1 e 2 de maio, além das atividades formativas como oficinas, rodas de conversa, mostra de filmes e o ZAP! SLAM.


 Cartas para um tempo que não é agora 

Algo como..

Uma espécie de ...

ponto de encontro

que atiça escuta

que aguça a vista

dispositivo

plataforma

café no meio da tarde da lida da vida

que se desdobra 

onde pessoas se abordam 

onde pessoas discorrem 

sobre elas

sobre outres

sobre história

onde inquietudes acordam

desfiam assuntos

desfolham memórias

campo vasto que atravessa fronteiras

que as borram

gente cruzando gente 

gente trocando ideia

papo milgrau 

material e matéria 

é notícia urgente

é comédia, 

educação e tragédia

é sobre vida

impactando olhos e ouvidos 

uma dança dos olhos

uma dança da carne e ossos

um abraço sem plágio

uma trepada sem tela

corpos-humanidade sem tanta gangrena

olhares que se atravessam 

escuta posta na mesa

Algo como pedaços mosaicos recortes vislumbres fragmentos trechos lembranças pílulas frames fotogramas imagens samples e tudo que fala de partes ....

  

Café Capô 

No subsolo do Instituto Capobianco, o público encontra no Café Capô, um espaço em diálogo direto com o teatro. Seu funcionamento não é circunstancial, mas parte de uma proposta: ampliar a experiência teatral para além da sala. 

O espaço foi estruturado para estimular a permanência do público antes e depois dos espetáculos, criando um ambiente em que a chegada se prolonga e a saída se transforma em oportunidade de convivência. A iniciativa reflete um posicionamento cultural do Instituto voltado à valorização do encontro e da troca entre pessoas que fazem e vivem do teatro. O Café Capô oferece um ambiente que reúne público, artistas e equipe, incentivando o diálogo e a continuidade da experiência cênica. 

A cozinha é operada por Dasturca, que apresenta um cardápio com comida de afeto, ancorada em aconchego, herança e memória. Mais do que uma oferta gastronômica, trata-se de uma extensão sensorial da experiência proposta pelo Instituto: assim como o teatro mobiliza afetos, a comida também se realiza como linguagem, no tempo presente e no encontro. 

 

Sobre o Instituto Capobianco 

 

Localizado na região central da cidade de São Paulo, o Instituto Capobianco desenvolve um incansável trabalho de estímulo e fomento ao teatro e às artes, com ênfase em projetos artísticos voltados ao desenvolvimento de linguagem, e capazes de projetar olhares e pensamentos plurais sobre a contemporaneidade. Com ação continuada neste campo, o Instituto atua como uma incubadora de processos de criação, acessível a todos os públicos, tendo participado como incentivador do trabalho de diversos artistas e grupos teatrais brasileiros ao longo de sua trajetória.

 

Em 2025, após um período de reestruturação, o espaço reabriu com uma proposta de Residência Artística, composta por atividades ininterruptas ao longo de 10 meses, com uma das companhias teatrais de maior significância no cenário teatral da cidade de São Paulo: a mundana companhia. agora, durante o primeiro semestre de 2026, a parceria com o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos reforça a vocação do Instituto em fomentar processos artísticos críticos, experimentais e profundamente conectados com os debates contemporâneos.  

 

Sobre o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos

 

Fundado em 2000, em São Paulo, o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos é um coletivo pioneiro do teatro hip-hop no Brasil. Formado por um núcleo criativo central composto por Claudia Schapira, Eugênio Lima, Luaa Gabanini e Roberta Estrela D’Alva, o grupo desenvolve uma pesquisa continuada que articula oralidade, rap, slam e cultura urbana, expandindo as possibilidades estéticas e políticas da cena teatral contemporânea. 

 

Sinopse

Cartas para um tempo que não é agora é uma “peça-podcast” que nasce de uma inquietação, uma tentativa de dialogar no presente com inteligências que evoquem suas visões e perspectivas a partir de perguntas disparadoras sobre o tempo que nos toca viver. A cada noite, personalidades convidadas participam de uma entrevista atravessada por intervenções cênicas. 24 apresentações, 24 distintos encontros e fricções. 

 

FICHA TÉCNICA  


Concepção Geral, Roteiro e Direção: Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (Claudia Schapira, Eugênio Lima, Luaa Gabanini e Roberta Estrela D’Alva)

Apresentação: Eugênio Lima e Luaa Gabanini

Samples Dramatúrgicos: Adeleke AjiyobiojoBertold Brecht, Bianca Santana, Carlos Drummond de Andrade, Célia Xakriabá, Chico Science e Nação Zumbi, Claudia Schapira, Frantz Fanon, Guimarães Rosa, Heiner Muller, Stevie Wonder, Walter Benjamin, Wally Salomão.

Assistência de Direção: Rafa Penteado

Vídeo: Vic Von Poser

Desenho de Luz: Matheus Brant

Desenho de Som: João de Souza Neto

Identidade Visual (Podcast): Murilo Thaveira

Costureira: Cleusa amaro da silva barbosa

Operação de vídeo: Vic Von Poser e Ricardo Kenji

Operação de luz: Filipe Batista (Pi)

Operação de som: João de Souza Neto e Clevinho de Souza

Cenotecnia: Wanderley Wagner

Produção Administrativa: Corpo Rastreado

Produção Executiva: Thais Cris

Assistente de Produção: Stefany de Oliveira

Coordenação das Redes Sociais: Jorge Ferreira

Fotos de Divulgação: Sérgio silva

FOTOS:

Fotos Cartas Fotógrafo Sérgio Silva

 

Serviço

"Cartas para um tempo que não é agora” - Peça-podcast

Temporada de 08 de maio a 28 de junho de 2026

Onde: Instituto Capobianco

R. Álvaro de Carvalho, 97 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP, 

Telefone: (11) 3237.1187.

Sexta e sábado, 20h; domingo, 18h. R$30

 

Café Capô

Sextas, sábados e domingos

Abertura: 2 horas antes da apresentação

Encerramento: Sábados, 02h e Domingos, 00h

 

Bilheteria - Horário de funcionamento: 1 hora antes da apresentação

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 90 minutos

Instagram: @institutocapobianco


Dois sucessos de bilheteria, O Pai e O Filho, ambos do autor francês Florian Zeller, voltam em cartaz ao mesmo tempo em São Paulo



Dirigidas por Léo Stefanini, as peças mergulham, a partir de diferentes perspectivas, na teia complexa das relações familiares 

 

Celebrado em todo o mundo, o premiado dramaturgo francês Florian Zeller teve nos últimos anos duas de suas peças dirigidas pelo brasileiro Léo Stefanini. E agora esses trabalhos de sucesso podem ser conferidos simultaneamente em São Paulo. O Pai ganha uma nova temporada de 22 de maio a 26 de junho no Teatro Renaissance; e O Filho, sucesso mundial montado nos 5 continentes, fica em cartaz de 6 de junho a 5 de julho no Teatro B32.

Estrelada por Fulvio Stefanini, que ganhou o prêmio Shell de melhor ator por este trabalho e comemora 71 anos de carreira, O Pai conta a história de André, um idoso de 80 anos, rabugento, mas extremamente divertido, que começa a enfrentar os efeitos do Mal de Alzheimer. 

Com a memória falhando, sua filha se vê diante de um dilema profundo: cuidar dele ou interná-lo em um asilo para seguir sua vida ao lado de um novo amor. A história se desenvolve com delicadeza, alternando momentos de humor e emoção, e tocando o público pela humanidade com que aborda as relações familiares. 

O espetáculo estreou em 2016 e já foi visto por mais de 200 mil pessoas em suas mais de 400 apresentações. E um dos destaques desta temporada é que o próprio diretor Léo Stefanini estará em cena ao lado de seu pai, Fulvio Stefanini, com seu irmão Fulvio Stefanini Filho. É a primeira vez que os três contracenam. O elenco ainda conta com Carol Gonzalez, Lara Córdula e Carol Mariottini. 

O Filho acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que se sente perdido em um difícil processo de depressão. Filho de pais separados, ele deixa a casa da mãe para morar com o pai enquanto tenta reencontrar o sentido em sua vida. 

O texto provoca uma reflexão sobre as relações familiares, os mistérios insondáveis da mente e a depressão na adolescência, que tem aumentado exponencialmente nos últimos anos em todas as classes sociais. Nesta temporada, a atriz Maria Flor substitui Maria Ribeiro e o elenco ainda conta com Andreas Trotta, Gabriel Braga Nunes, Bruna Miglioranza, Marcio Marinello e Luciano Schwab.


O PAI

Ficha Técnica

Texto: Florian Zeller da Academia Francesa

Tradução: Carol Gonzalez e Lenita Aghetoni

Elenco: Fulvio Stefanini, Carol Gonzalez, Fulvio Stefanini Filho, Lara Córdula, Carol Mariottini e Leo Stefanini.

Direção: Léo Stefanini

Luz e som: Diego Cortez

Figurinos: Lelê Barbieri

Produção: Foco3 Produções Artísticas

Realização: Cora Produções Artísticas

Sinopse

Fulvio Stefanini interpreta André, um idoso de 80 anos, rabugento, mas muito simpático e divertido. Com sua cabeça começando a falhar, sua filha vive um dilema: cuidar de seu pai, ou interná-lo em um asilo e ir curtir a vida com seu novo namorado.

Serviço


O Pai, de Florian Zeller da Academia Francesa

Temporada: 22 de maio a 26 de junho de 2026

Sextas-feiras, às 21h30

Teatro Renaissance - Alameda Santos, 2233 - Jardim Paulista, São Paulo

Ingressos: R$150 (inteira) e R$75 (meia-entrada)

Vendas online em https://www.sampaingressos.com.br/o+pai+teatro+renaissance

Bilheteria: (11) 3069-2286 - sextas, sábados e domingos, das 14h até o início do espetáculo.

Duração: 70 minutos

Classificação: 12 anos

Capacidade: 432 lugares

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida



O Filho


Ficha Técnica

Autor: Florian Zeller da Academia Francesa

Tradução: Carolina Gonzales

Elenco: Maria Flor, Gabriel Braga Nunes, Bruna Miglioranza, Andreas Trotta, Marcio Marinello e Luciano Schwab.

Direção Geral: Léo Stefanini.

Direção de Produção: Thiago Wenzler.

Trilha Sonora Original: Sérvulo Augusto.

Desenho de Luz: Cesar Pivetti.

Figurinos: Yakini Rodrigues (Kiki)

Camareira: Iara Margarida

Operação de Luz e Som: Vinicius Souza

Técnico de palco: Bruno Caraíba

Fotografia: Ronaldo Gutierrez.

Beleza: Gabriel Ruiz

 

Sinopse

Nicolas é um jovem de 16 anos, apresentando sinais de depressão. Sente-se perdido. Filho de pais separados, troca a casa da mãe (Maria Flor) pela do pai (Gabriel Braga Nunes). Na peça O FILHO, o dramaturgo francês Florian Zeller mergulha na teia complexa das relações familiares para refletir sobre os mistérios insondáveis da mente e o imenso desafio em tentar ajudar um jovem a reencontrar sentido na vida. 


Serviço

O Filho, de Florian Zeller da Academia Francesa

Temporada: 6 de junho a 5 de julho de 2026

Sábados, às 20h, e domingos, às 18h

Teatro B32 - R. Lício Nogueira, 92 - Itaim Bibi, São Paulo

Ingressos: de R$40 a R$150 (preços variam de acordo com o setor)

Vendas online em https://teatrob32.com.br/o-filho/

Capacidade: 518 lugares

Duração: 65 minutos

Classificação: 16 anos

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

 

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