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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

TIC Trens promove ação gratuita de saúde e conscientização na Linha 7-Rubi

 



Estações Francisco Morato e Franco da Rocha recebem atendimento nos dias 11 e 18 de setembro 


A TIC Trens, em parceria com o Instituto de Educação em Saúde, promove uma ação gratuita de saúde e conscientização para os passageiros da Linha 7-Rubi. A iniciativa tem como objetivo orientar o público sobre a prevenção e os cuidados relacionados à hipertensão arterial e ao diabetes, além de incentivar a adoção de hábitos mais saudáveis.
 

A ação será realizada na estação Francisco Morato, nesta sexta-feira (11), e na estação Franco da Rocha, no dia 18 de setembro, sempre das 10h às 16h. Durante a programação, os passageiros poderão realizar gratuitamente a aferição da pressão arterial e receber materiais informativos com orientações sobre prevenção e cuidados com a saúde. 

A iniciativa também busca incentivar o acompanhamento regular da saúde e a identificação precoce de possíveis alterações, contribuindo para a prevenção e para a qualidade de vida dos passageiros.

 

Serviço

Ação de Saúde e Conscientização – TIC Trens e Instituto de Educação em Saúde

 

11 de setembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: das 10h às 16h

Local: Estação Francisco Morato

 

18 de setembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: das 10h às 16h

Local: Estação Franco da Rocha

 

Estação da Luz recebe ação Converse com o Psicoterapeuta nesta quinta-feira (10)

Divulgação/CPTM
Passageiros poderão conversar gratuitamente com profissionais de saúde mental

 

Na manhã desta quinta-feira (10), quem passar pelo saguão principal da Estação da Luz poderá conversar gratuitamente com psicoterapeutas do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da USP. A ação é realizada pelo Museu da Língua Portuguesa em parceria com o IPq. 

A ação “Converse com o Psicoterapeuta” acontece das 10h às 13h. Os profissionais estarão posicionados ao lado do guarda-volumes, próximo à antiga bilheteria, oferecendo escuta e acolhimento psicoterapêutico aos passageiros e promovendo a saúde mental em um espaço urbano de grande circulação. 

com 18 estações do total de 41. A CPTM atende os moradores de 12 municípios, incluindo a capital.

 

Sobre o Museu da Língua Portuguesa

Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar o seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.  O Museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.


Serviço

Converse com o psicoterapeuta
Local: Estação da Luz (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto)
Data: Quinta-feira (10/09)
Horário: 10h às 13h


quarta-feira, 9 de setembro de 2026

El Niño pode intensificar ondas de calor e acende alerta para a saúde cardiovascular e neurológica

Fenômeno climático pode aumentar a exposição a temperaturas extremas; especialistas do

Hospital Santa Catarina - Paulista explicam os riscos e orientam sobre os cuidados
 

O avanço do El Niño não deve ser acompanhado apenas pelos impactos no clima. Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial, o fenômeno tem potencial para alterar os padrões de temperatura e chuva em diferentes regiões do mundo e aumentar a ocorrência de eventos extremos, em um cenário de aquecimento global que pode contribuir para climas ainda mais elevados. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que o El Niño tenha cerca de 90% de chance de persistir até o fim do ano. 

Além dos impactos ambientais, o aumento da frequência e da intensidade de ondas de calor representa uma preocupação para a saúde. Períodos prolongados de temperaturas extremas exigem maior esforço do organismo para manter a temperatura corporal e podem sobrecarregar especialmente o coração e o cérebro. Estudos científicos já relacionam a variabilidade climática associada ao El Niño a impactos sobre a saúde, enquanto pesquisas mais recentes reforçam a existência de uma relação direta entre calor extremo e maior risco cardiovascular.
 

Alterações no ritmo cardíaco

Segundo o Dr. Nilton Carneiro, cardiologista do Hospital Santa Catarina - Paulista, quando a temperatura ambiente sobe, o organismo aumenta a circulação de sangue na pele e a produção de suor para tentar dissipar o calor. Esse mecanismo exige maior trabalho do coração, que precisa bombear mais sangue e pode acelerar os batimentos para manter a pressão arterial. Ao mesmo tempo, a perda de água e eletrólitos (minerais presentes no corpo que ajudam a controlar a hidratação) pelo suor pode provocar desidratação e alterações do ritmo cardíaco. Em pessoas que já apresentam alguma limitação cardiovascular, esse esforço adicional pode desencadear eventos agudos. 

O especialista explica que, com o calor intenso, há maior tendência a uma combinação especialmente desfavorável para pessoas com doenças cardiovasculares. A desidratação provoca hemoconcentração (diminuição do volume que deixa o sangue mais denso), enquanto a perda de eletrólitos, como sódio e potássio, pode interferir na atividade elétrica do coração. Paralelamente, a vasodilatação e o aumento da frequência cardíaca elevam a demanda de oxigênio pelo músculo cardíaco. Em pacientes com aterosclerose, por exemplo, esse desequilíbrio contribui para a ocorrência de eventos como infarto e arritmias. 

Uma manifestação científica publicada no European Heart Journal em 2025 também destaca a desidratação, o aumento da demanda de oxigênio do miocárdio e processos inflamatórios entre os mecanismos que ajudam a explicar a associação entre calor extremo e problemas cardiovasculares. "Quando a temperatura sobe, o coração precisa trabalhar mais justamente em um momento em que a desidratação pode reduzir o volume circulante. Por conta disso, a perda de eletrólitos pode favorecer alterações do ritmo cardíaco", alerta o Dr. Nilton. 

Entre os grupos que exigem maior atenção estão idosos, pessoas com insuficiência cardíaca, doença coronariana ou histórico de arritmias, hipertensos, diabéticos, gestantes, crianças pequenas e pacientes que utilizam diversos medicamentos. Pessoas com doenças neurológicas também merecem atenção especial, já que algumas dessas condições comprometem mecanismos de percepção da sede, regulação da temperatura, equilíbrio e pressão arterial.
 

Condições neurológicas exigem atenção

O calor excessivo tem repercussão cardiológica, porém, não afeta apenas o coração. O cérebro também é diretamente impactado pela elevação da temperatura corporal e pela perda de líquidos. De acordo com o Dr. Maurício Hoshino, neurologista do Hospital Santa Catarina - Paulista, a desidratação pode reduzir a perfusão cerebral, ou seja, interferir no fluxo de sangue no cérebro, e provocar alterações no equilíbrio de eletrólitos, além de favorecer hemoconcentração, um desequilíbrio na proporção de células sanguíneas que gera maior propensão à formação de coágulos. 

Entre as manifestações neurológicas que podem se tornar mais frequentes ou graves em períodos de calor intenso estão o acidente vascular cerebral (AVC), crises epilépticas em pessoas predispostas, piora de sintomas da esclerose múltipla, alterações relacionadas à doença de Parkinson, além de episódios de confusão mental e piora cognitiva em pessoas com demência. 

As crises de enxaqueca também podem ser agravadas pela combinação de desidratação, vasodilatação e exposição ao calor. "O golpe de calor é a manifestação neurológica mais grave relacionada às altas temperaturas e constitui uma emergência médica. Pode provocar alteração do nível de consciência, convulsões, edema cerebral e outras complicações sistêmicas", explica o Dr. Maurício. 

O AVC merece atenção especial. O neurologista ressalta que estudos apontam associação entre temperaturas elevadas e aumento da ocorrência de eventos cerebrovasculares, incluindo casos isquêmicos (entupimento arterial) e hemorrágicos (rompimento de um vaso sanguíneo com vazamento de sangue no cérebro), além de pior prognóstico e maior mortalidade. Entre os mecanismos envolvidos estão a desidratação, alterações da pressão arterial, disfunção dos vasos sanguíneos, alterações da coagulação e aumento de processos inflamatórios. 

A qualidade do ar também pode representar um agravante em períodos de calor extremo, especialmente quando há queimadas. A fumaça contém material particulado fino capaz de atingir profundamente o sistema respiratório e desencadear respostas inflamatórias sistêmicas. Esse processo pode afetar os sistemas cardiovascular e nervoso e contribuir para um estado pró-trombótico (desequilíbrio em que o sangue coagula mais facilmente do que o normal), o que aumenta, no caso de pessoas mais suscetíveis, a preocupação com eventos cerebrovasculares e cardiovasculares.



Qualidade do ar também influencia

Uma revisão publicada em 2026 destaca justamente a interação entre altas temperaturas, poluição e eventos extremos como fatores capazes de agravar diferentes fatores de risco. "Em dias de calor intenso, pessoas que já tiveram AVC ou apresentam Parkinson, esclerose múltipla, demência ou epilepsia precisam redobrar os cuidados, assim como idosos e pacientes com outras doenças crônicas", alerta o Dr. Maurício.



Como reduzir riscos?

Para reduzir os riscos, a recomendação dos especialistas é manter uma hidratação regular ao longo do dia, sem esperar o surgimento da sede, com respeito a eventuais restrições de líquidos determinadas pelo médico. Também é importante evitar exposição direta ao sol e atividades físicas nos horários de maior calor, priorizar roupas leves, manter os ambientes ventilados ou climatizados e acompanhar a qualidade do ar em dias de queimadas. 

Pacientes que utilizam medicamentos como diuréticos ou anti-hipertensivos não devem suspender ou modificar as doses por conta própria. Em períodos de calor, algumas pessoas podem precisar de uma avaliação individualizada sobre a medicação, principalmente diante de sintomas como tontura, queda da pressão ou alterações no peso. A orientação médica é fundamental para evitar tanto a desidratação quanto a descompensação de doenças preexistentes.


 

Conheça os sinais de alerta

Tontura, fraqueza, dor de cabeça, náuseas, cãibras, palpitações, falta de ar e queda da pressão são sinais de que o organismo pode estar em desequilíbrio com o calor. Já confusão mental aguda, sonolência excessiva, convulsões, desmaio, dor de cabeça intensa e persistente, alteração da fala, perda de força, dor no peito ou falta de ar importante exigem avaliação médica imediata. 

"Calor intenso não deve ser encarado apenas como um desconforto. Em pessoas vulneráveis, ele pode representar um fator de descompensação de doenças já existentes. Por isso, hidratação, controle da exposição e atenção aos sinais de alerta são medidas de prevenção importantes", finaliza o Dr. Nilton, cardiologista do Hospital Santa Catarina -Paulista.


Setembro Dourado: reconhecer precocemente os sinais pode mudar o destino de uma Famíli

Criado pela Casa Ronald McDonald Brasil, o Programa Diagnóstico Precoce já formou mais de 50 mil profissionais e estudantes de saúde e atua também na sensibilização de professores para reduzir o tempo até o diagnóstico

  

O Setembro Dourado, mês dedicado à conscientização sobre o câncer infantojuvenil, chama atenção para a importância de reconhecer sinais que podem indicar que algo não está bem com uma criança ou adolescente. Mais do que falar sobre a doença, a campanha também abre espaço para uma discussão fundamental: como a informação e o diagnóstico mais rápido podem fazer diferença na jornada vivida por crianças, adolescentes e suas famílias durante um tratamento de alta complexidade.
 

Para a Casa Ronald McDonald Brasil, organização sem fins lucrativos que atua no acolhimento e suporte às famílias durante tratamentos de saúde complexos, falar de diagnóstico precoce significa falar também de cuidado. Quanto mais cedo uma criança chega à investigação e, quando necessário, ao tratamento adequado, mais cedo a família pode ser orientada, acolhida e inserida em uma rede preparada para ajudá-la a enfrentar esse período.
 

No Brasil, o câncer é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta cerca de 7.560 novos casos por ano entre 2026 e 2028. Quando identificado precocemente e tratado de forma adequada, o câncer infantojuvenil pode apresentar taxas de cura de até 80%. 

O desafio é que os primeiros sinais podem ser confundidos com situações comuns da infância. Por isso, mais do que fazer com que as famílias conheçam uma lista de sintomas, é importante ampliar a rede de pessoas capazes de perceber quando uma mudança persistente merece atenção e avaliação médica. 

“Quando falamos de diagnóstico precoce, não estamos falando apenas de identificar uma doença. Estamos falando de uma família inteira que começa uma jornada complexa e que precisa encontrar respostas, orientação e suporte. Quanto mais cedo essa criança chega ao atendimento adequado, maiores são as possibilidades de que essa família também encontre mais rapidamente a rede de cuidado de que precisa”, afirma Bianca Provedel, CEO da Casa Ronald McDonald Brasil.

 

Uma rede mais preparada para perceber 

Desde 2008, a Casa Ronald McDonald Brasil mantém o Programa Diagnóstico Precoce, que forma profissionais e estudantes da saúde para reconhecer sinais e sintomas suspeitos e orientar o encaminhamento adequado das crianças para investigação. 

Ao longo dos anos, mais de 50 mil profissionais e estudantes da saúde já foram treinados pela organização em diferentes regiões do país. Em locais que participaram da iniciativa, o tempo médio entre o surgimento dos primeiros sintomas e o diagnóstico chegou a cair de 13 para 5 semanas. 

A atuação também alcança as escolas, com ações de sensibilização de professores e profissionais da educação básica. Isso porque educadores convivem diariamente com crianças e adolescentes e podem perceber mudanças de comportamento, disposição ou rotina que mereçam ser compartilhadas com a família. 

“Um professor não precisa saber diagnosticar uma doença. O papel dele pode ser simplesmente perceber que aquela criança está diferente e conversar com a família. Da mesma forma, profissionais da saúde precisam estar preparados para reconhecer quando determinados sinais merecem uma investigação mais aprofundada. Quanto mais pessoas estiverem atentas, menor pode ser o caminho percorrido pela família até encontrar as respostas de que precisa”, explica Bianca. 

Essa rede de informação ganhou ainda mais relevância com a Lei nº 15.442/2026, sancionada em 26 de junho, que alterou a Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica e determina que campanhas de conscientização sobre o câncer infantil priorizem a divulgação de sinais e sintomas dos principais tipos da doença, além da educação continuada dos profissionais de saúde.
 

Diagnóstico é parte de uma jornada maior de cuidado 

Para a Casa Ronald McDonald Brasil, reconhecer os sinais e chegar mais rapidamente ao diagnóstico é uma etapa importante, mas não encerra o desafio enfrentado pelas famílias. A partir dali, começa uma jornada que pode envolver deslocamentos, longos períodos longe de casa, mudanças na rotina familiar e a necessidade de suporte para que a criança ou adolescente consiga permanecer no tratamento. 

É nesse contexto que a organização atua em diferentes frentes, oferecendo acolhimento, hospedagem, alimentação, transporte, apoio psicossocial, atenção integral e espaços de acolhimento dentro de hospitais parceiros. 

Ao longo de 27 anos, a Casa Ronald McDonald Brasil já investiu mais de R$ 445 milhões em saúde infantojuvenil, apoiou mais de 2.100 projetos em 111 instituições e impactou diretamente mais de 3,3 milhões de crianças e adolescentes em todo o país. 

“Cada família chega ao tratamento com uma realidade diferente. Algumas precisam percorrer grandes distâncias, outras precisam reorganizar completamente sua rotina para permanecer ao lado de uma criança durante o tratamento. Nosso papel é contribuir para que essas famílias encontrem acolhimento e suporte nesse caminho. O diagnóstico precoce é fundamental porque pode antecipar o acesso ao tratamento adequado e, a partir daí, também a uma rede de cuidado preparada para acompanhá-las”, afirma Bianca. 

Por isso, durante o Setembro Dourado, a Casa Ronald McDonald Brasil reforça que a conscientização não deve gerar medo nem transformar famílias ou educadores em responsáveis por identificar uma doença. O objetivo é ampliar o conhecimento para que mudanças persistentes não sejam ignoradas e possam ser avaliadas por profissionais preparados. 

“Informação não significa diagnosticar em casa. Significa saber quando é importante buscar ajuda. Quando saúde, educação e família estão conectadas e atentas, podemos encurtar caminhos e contribuir para que crianças e adolescentes cheguem mais cedo ao cuidado de que precisam. E, para nós, cuidar também significa olhar para a família que estará ao lado deles durante toda essa jornada”, conclui Bianca Provedel.
 

Neste Setembro Dourado, sua doação pode encurtar caminhos 

Por meio da campanha Doação Dourada, você apoia o Programa Diagnóstico Precoce da Casa Ronald McDonald Brasil, que prepara profissionais e estudantes da saúde e sensibiliza educadores para reconhecer sinais de alerta e contribuir para o encaminhamento adequado de crianças e adolescentes.

Doe e ajude a fortalecer uma rede mais preparada para que mais famílias encontrem respostas e cheguem ao cuidado de que precisam no tempo certo.

Faça sua Doação Dourada:
Link

 

Casa Ronald McDonald Brasil - anteriormente conhecida como Instituto Ronald McDonald, é uma organização social sem fins lucrativos, mantida por doações de pessoas físicas e jurídicas, que atua para que famílias possam permanecer ao lado de crianças e adolescentes durante o tratamento de saúde. Desde 1999, a organização trabalha para remover barreiras que dificultam o acesso e a continuidade do tratamento, oferecendo apoio às famílias desde o diagnóstico precoce até diferentes frentes de acolhimento e cuidado. A atuação inclui iniciativas de treinamento de profissionais da saúde, hospedagem, alimentação, apoio psicossocial e espaços de acolhimento dentro de hospitais parceiros em diferentes regiões do Brasil.

Ao longo de sua trajetória, a Casa Ronald McDonald Brasil já beneficiou diretamente mais de 3,3 milhões de crianças e jovens em todo o país, treinou mais de 50 mil profissionais e estudantes da saúde em diagnóstico precoce e apoiou mais de 2 mil projetos de 111 instituições de norte a sul do Brasil.

Para saber mais, acesse AQUI.

 

Uma em cada três mulheres não sabe se já entrou na perimenopausa

Irregularidade menstrual, insônia, alterações de humor e ondas de calor podem surgir anos antes da última menstruação; especialistas orientam quando iniciar a investigação.

 

Pesquisas recentes mostram um dado que chama atenção: cerca de um terço das mulheres na faixa dos 40 anos não consegue identificar se já está vivendo a transição para a menopausa. Os sinais aparecem de forma sutil, muitas vezes anos antes da última menstruação, e acabam sendo confundidos com estresse, cansaço do dia a dia ou simples variações do ciclo. Irregularidade menstrual, insônia, oscilações de humor e ondas de calor estão entre os sintomas mais comuns e mais ignorados.

Para a Dra. Alessandra Clarizia, ginecologista, pós-doutora e sócia da Clarizia Saúde da Mulher, essa falta de percepção tem explicação. "A perimenopausa não chega com aviso. Ela se instala aos poucos, e a mulher só entende o que está acontecendo quando os sintomas já viraram rotina", explica.

Segundo a especialista, o processo pode começar entre oito e dez anos antes da menopausa propriamente dita, período em que os ovários passam a produzir hormônios de maneira menos previsível. Essa oscilação é a raiz de boa parte dos incômodos relatados por pacientes na faixa dos 35 aos 45 anos.

"O ciclo que antes era regular começa a variar, vem mais forte ou mais fraco, atrasa ou adianta. Ao mesmo tempo, o sono fica mais leve, a paciente acorda no meio da noite sem motivo aparente, e o humor oscila de um jeito que ela mesma estranha", descreve a médica.

As ondas de calor, um dos sintomas mais associados popularmente à menopausa, também podem surgir bem antes do que se imagina. De acordo com a ginecologista, é comum que esse sinal seja atribuído a outras causas, o que atrasa o diagnóstico correto. "Muita gente pensa que calorão é coisa de quem já parou de menstruar. Na prática, ele pode aparecer anos antes, junto com outros sinais que passam despercebidos", afirma.

A orientação da especialista é simples: não esperar a ausência da menstruação para procurar avaliação médica. Sintomas persistentes, mesmo que isolados, já justificam uma consulta. "Quando a paciente chega para investigar cedo, conseguimos entender o que está acontecendo com o corpo dela e traçar um cuidado individualizado, em vez de tratar cada sintoma separadamente", pontua.

Essa abordagem integrada é um dos pilares da ginecologia regenerativa, área de atuação da médica. A proposta vai além do alívio pontual dos sintomas e busca entender o funcionamento hormonal da paciente como um todo, considerando histórico, estilo de vida e particularidades de cada organismo.

Para quem se identifica com os sinais descritos, a recomendação é clara, buscar acompanhamento especializado assim que as primeiras mudanças forem percebidas. Segundo a médica, esse é o caminho para atravessar a transição com mais qualidade de vida e menos surpresas. "Entender o próprio corpo nessa fase não é frescura, é cuidado. Quanto antes a mulher souber o que está vivendo, mais tranquila ela passa por essa etapa", conclui.  



Fonte: Dra. Alessandra Clarizia | Ginecologista e pós-doutora, com atuação em ginecologia regenerativa e sócia da Clarizia Saúde da Mulher.
instagram: @clarizia.saudedamulher


Mais discreto, alinhador invisível vira alternativa para adultos que querem corrigir os dentes

Histórias de pacientes mostram como o alinhamento dos dentes pode impactar autoestima, confiança e a forma como adultos se relacionam com o próprio sorriso


Para muitos adultos, a decisão de corrigir os dentes esbarra não apenas na necessidade de um tratamento, mas também na dificuldade de se imaginar usando um aparelho ortodôntico convencional no dia a dia, com bráquetes e fios metálicos que podem ser vistos como pouco discretos. Assim, os alinhadores invisíveis passaram a ser uma alternativa para quem deseja realizar o tratamento de forma mais suave, já que são transparentes e removíveis. 

É o caso de Yasmin G., paciente da SouSmile, maior marca brasileira de alinhadores invisíveis: “Eu sabia que não conseguiria me comprometer com um aparelho fixo e o aparelho invisível também oferecia o melhor custo-benefício para mim. Hoje tenho a sensação de que fiz um ótimo investimento, não só no meu sorriso, mas também na minha autoestima”, conta ela. 

Yasmin relata que sempre deu muita importância ao sorriso e que, apesar de considerar a questão simples de resolver, ela tinha um peso significativo em seu dia a dia. A possibilidade de acompanhar a evolução ao longo do tratamento e perceber que o resultado se manteve durante a fase de contenção trouxe, segundo ela, tranquilidade.

Outra situação comum é a necessidade de fazer correções após um primeiro tratamento. Juliana J., também paciente da SouSmile, conta que já havia usado aparelho convencional muitos anos antes, mas percebeu que os dentes voltaram a se movimentar com o tempo.

“Foi muito bom poder recuperar o sorriso que eu sempre quis e me sentir ainda mais confiante ao sorrir”, afirma Juliana. Segundo ela, o tratamento foi tranquilo e o resultado chegou a despertar comentários de pessoas que perguntavam se ela havia colocado lentes nos dentes. 

Para Isabela F., a relação complicada com o sorriso vem desde a infância. Ela conta que nasceu com uma má formação dos dentes permanentes, que eram tortos, manchados e frágeis. Os comentários que recebia na escola fizeram com que evitasse fotos sorrindo e até falar com outras pessoas. Na adolescência, tentou usar aparelho fixo, mas não conseguiu concluir o tratamento. Já adulta, buscou novamente uma solução e encontrou nos alinhadores uma possibilidade de realizar o tratamento dentário. 

“Os brackets descolavam muito por causa da deficiência de esmalte. Fiz também microabrasões e tratamentos com resina para devolver o tamanho dos dentes que quebravam e melhorar o aspecto das manchas, mas nunca estive satisfeita com a aparência deles. Agora me sinto feliz e confiante com o meu sorriso”, relata.

O custo também deixou de ser necessariamente uma barreira para quem considera o uso de alinhadores. A expansão de marcas nacionais ampliou as opções disponíveis ao consumidor, com diferentes faixas de preço e condições de pagamento, ajudando a tornar o processo mais acessível. 

Valéria só decidiu iniciar o tratamento depois dos 50 anos. Após o nascimento dos quatro sisos, aos 30, ela percebeu que os dentes superiores haviam ficado encavalados. Na época, optou por não usar aparelho fixo e deixou a questão de lado. Anos depois, descobriu que poderia realizar o tratamento por meio dos alinhadores. 

“Na avaliação, me disseram que, mesmo com mais de 50 anos, seria possível colocar meus dentes em ordem. Confesso que fiquei um pouco desconfiada, mas resolvi tentar. Após dois anos e meio de tratamento, o resultado realmente superou minhas expectativas: meus dentes ficaram perfeitos. Hoje posso sorrir sem me incomodar ou tentar esconder os dentes”, comenta.

Os relatos também mostram uma mudança na percepção sobre o tratamento dentário na vida adulta. Cuidar do alinhamento dos dentes pode fazer parte de diferentes fases da vida, inclusive para quem já usou aparelho, adiou o tratamento por anos ou busca uma alternativa compatível com a rotina adulta. Mais discretos, removíveis e com tratamentos que podem ser realizados até duas vezes mais rápido que os convencionais, os alinhadores ajudam a permitir um cuidado que muitos adultos acabaram deixando para depois.


SouSmile
sousmile@wearesmart.com.br

 

Campanha Setembro Verde alerta para recusa familiar de doações de órgãos

Apesar do avanço histórico nos transplantes em 2025, 45% das famílias ainda recusam a doação de órgãos; campanha da ABTO reforça a importância do diálogo sobre o tema

 

A campanha Setembro Verde promove, ao longo de todo o mês, a conscientização sobre a importância da doação de órgãos e tecidos e busca mobilizar a sociedade para a necessidade de ampliar o número de doadores no Brasil. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), 45% das famílias recusaram a doação após o diagnóstico de morte encefálica de um ente querido, tornando a recusa familiar um dos principais desafios para ampliar a oferta de órgãos e reduzir as filas por transplantes Apesar desse obstáculo, o Brasil registrou 4.335 doadores efetivos em 2025, o maior número da última década, e 27.725 procedimentos. Os transplantes de córnea e renais lideraram o volume de procedimentos, seguidos pelos transplantes de fígado, coração, pâncreas e pulmão. 

"Um único doador pode transformar a vida de até oito pessoas que aguardam por um transplante, além de beneficiar outras por meio da doação de tecidos. O Brasil tem o maior programa público de transplantes do mundo, e o Sistema Nacional de Transplantes é uma das políticas públicas mais bem-sucedidas do país, mas precisamos avançar na conscientização das famílias, porque informação e diálogo podem fazer a diferença em um momento de dor e permitir que uma decisão se transforme em oportunidade de vida para outras pessoas", destaca a Tainá de Sandes, presidenta da ABTO. 

Apesar do avanço no número de transplantes, a lista de espera ainda reúne cerca de 74 mil pessoas no Brasil, que aguardam por um órgão para seguir com o tratamento. O desafio para reduzir a fila de espera permanece latente. A grande maioria concentra-se na espera por um transplante de rim e córnea, seguidos por pacientes que aguardam por fígado, coração, pulmão e pâncreas. No Brasil, não é necessário realizar cadastro, registrar a decisão em cartório ou portar qualquer documento específico para ser doador de órgãos. O mais importante é conversar em vida com familiares, como pais, irmãos e cônjuge, e deixar claro o desejo de doar, já que a autorização da família é obrigatória para que a doação seja efetivada.

 

SETEMBRO VERDE

Realizada anualmente em setembro, a Campanha Nacional de Doação de Órgãos conta com o apoio da ABTO e está relacionada à Lei nº 15.463, de 18 de junho de 2014, que instituiu setembro como o mês de conscientização sobre a doação de órgãos. Em 27 de setembro, é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, data que reforça a importância desse gesto capaz de transformar e salvar vidas. Entre as ações realizadas pela ABTO está uma caminhada, que reunirá profissionais de saúde, pessoas transplantadas, familiares, doadores, parceiros e toda a comunidade no dia 13 de setembro, na Avenida Paulista. 



Associação Brasileira de Transplante de Órgãos – ABTO
abto.org.br


Rock in Rio: Saúde em shows e festivais com música alta, desgaste físico e desidratação

Bem-estar em shows e festivais: música alta, desgaste físico e desidratação podem tornar-se preocupações para a saúde 

 

Rock in Rio 2026 começa nesta sexta-feira no Rio de Janeiro, com possíveis variações de temperatura devido ao El Niño, intensa exposição a sons altos e longas jornadas a pé; hidratação adequada e proteção auricular são alguns cuidados essenciais para o público presente, alertam especialistas da Casa de Saúde São José. 

Nesta sexta-feira inicia-se o Rock in Rio 2026, um dos maiores festivais de música do mundo. O evento será sediado no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, ao longo dos dois primeiros finais de semana de setembro. No entanto, a expectativa por música e entretenimento pode tornar-se uma dor de cabeça em alguns casos. Com possíveis variações de temperatura devido às mudanças climáticas provocadas pelo El Niño, intensa exposição a sons altos e desgaste físico, é preciso se atentar para alguns cuidados básicos de saúde para curtir o festival com mais bem-estar e segurança. 

Para a Dra. Paula Lages, clínica geral da Casa de Saúde São José, o cuidado com a hidratação deve ser uma das preocupações centrais para quem vai ao festival de música. “Em um evento com muitas horas de exposição ao sol, aglomeração e esforço físico, é fundamental manter uma hidratação regular. É importante estar atento a sinais como tontura, fraqueza, dor de cabeça, náuseas ou mal-estar, que podem indicar desidratação. Ainda mais caso haja previsão de altas temperaturas para o dia específico de festival”, orienta a médica. 

Esses sintomas podem acentuar-se ainda mais com o desgaste físico ao longo do dia de festival. A depender das atrações do evento, pode ser necessário fazer longas caminhadas entre um palco e outro, isso sem contar as longas filas de espera em estandes, lojas e restaurantes. Para evitar dores musculares, inchaço e cansaço nas pernas e pés, a melhor opção são calçados confortáveis, pausas para descanso e movimentação constante dos membros inferiores, evitando ficar na mesma posição por longos períodos. 

A alimentação também não pode ficar em segundo plano, sendo essencial evitar passar muitas horas em jejum nos dias de show. “Antes de sair para o evento, uma boa estratégia é fazer uma refeição completa, com uma fonte de carboidrato e proteína, verduras ou legumes e, se possível, uma fruta. Durante o evento é ideal fazer pequenos lanches, escolhendo alimentos que sejam seguros, bem armazenados e que forneçam energia, como frutas, sanduíches, iogurte ou castanhas”, indica a especialista da Casa de Saúde São José. “Também é importante não substituir refeições por bebidas alcoólicas. O álcool deve ser consumido com moderação e não substitui a hidratação. Associar álcool, calor, pouco sono e alimentação inadequada pode aumentar bastante o risco de mal-estar e complicações”, alerta. 

Em um ambiente aberto como o Parque Olímpico, ainda mais em um evento como o Rock in Rio que abre os portões no meio do dia, também é fundamental proteger a pele do sol. Protetor solar reaplicado ao longo do dia, fazer uso de chapéus, bonés, óculos de sol, além de roupas leves que cubram a pele, são algumas orientações da Dra. Paula Lages para os dias de festa na Cidade do Rock.
 

Como cuidar dos ouvidos?

Por outro lado, um dos maiores riscos à saúde pode passar despercebido pelos fãs e é provocado justamente pela atração principal do evento: a música. Uma pesquisa do Royal National Institute for Deaf People (RNID), feita com 2 mil jovens, revelou que mais da metade dos entrevistados (58%) relatou algum nível de perda auditiva após frequentar festivais, shows e casas noturnas. A instituição estima que esses problemas afetam um em cada três adultos no Reino Unido (cerca de 18 milhões de pessoas). 

De acordo com a Dra. Ana Carolina Teles, otorrinolaringologista da Casa de Saúde São José, o limite seguro de intensidade sonora é de 85 decibéis (dB). “Em shows, os volumes costumam ultrapassar 100 dB. Nessa intensidade, apenas 15 minutos de exposição já podem danificar as células ciliadas no ouvido interno”, alerta a médica. Essas células são receptores sensoriais responsáveis pela audição e pelo equilíbrio do corpo. 

Os riscos dessa exposição prolongada vão desde o zumbido (tinnitus) e a hiperacusia (tipo de hipersensibilidade em que sons baixos são percebidos com volume exagerado) até a surdez súbita e a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), caracterizada pela diminuição gradual e irreversível da audição. “Sensação de ouvido abafado, zumbido contínuo e irritabilidade a barulhos também são sintomas comuns que indicam prejuízo auditivo após um show”, completa a especialista. 

Diante disso, estratégias de prevenção ganharam adeptos entre o público. A médica aponta os protetores auriculares (earplugs) como aliados fundamentais: “Eles protegem a audição sem perder a qualidade do som. As melhores opções têm filtro de alta fidelidade, pois reduzem os decibéis de forma uniforme, sem abafar a música”. Além do acessório, a especialista recomenda alguns hábitos práticos: manter distância dos alto-falantes, monitorar a intensidade sonora por aplicativos de celular e fazer “pausas auditivas” – pequenos intervalos longe do barulho para descansar os ouvidos entre as apresentações.


BIOTECH BRASILEIRA CRIA IA QUE TRANSFORMA EXAMES DE PRECISÃO EM DECISÕES CLÍNICAS INDIVIDUALIZADAS

 Com o lançamento do Co-Doctor, a brasileira Ciera Genomics elimina um dos principais desafios da medicina de precisão: transformar dados de genômica, metabolômica e microbiota em recomendações para cada paciente

 

As ciências ômicas deixaram de ser uma promessa para o futuro. Hoje, o maior desafio é o enorme volume de dados biológicos que cada exame torna disponível ao profissional de saúde. Nesse cenário, a Ciera Genomics, biotech brasileira especializada em ciências ômicas aplicadas à medicina e nutrição de precisão, anuncia ao mercado o Co-Doctor, inteligência artificial clínica proprietária desenvolvida pela empresa e treinada por especialistas que juntos reúnem mais de 50 anos de experiência em prática clínica e pesquisa.
 

Diferente de IAs generalistas que podem apresentar "alucinações" ou condutas imprecisas, o Co-Doctor foi desenvolvido para focar na veracidade e assertividade, superando a barreira de interpretação que limita muitos profissionais de saúde. A ferramenta integra dados de genômica, metabolômica, microbioma e históricos clínicos para gerar orientações aplicáveis à prática médica.
 

"Hoje, o desafio não é apenas gerar dados, mas torná-los utilizáveis na prática clínica. O Co-Doctor cruza informações de genômica, metabolômica, microbioma e histórico clínico do paciente para entregar ao médico uma orientação objetiva, contextualizada e aplicável, e é isso que transforma um exame complexo em uma decisão clínica mais precisa”, detalha Raphael Pelegrino, fundador e CEO da Ciera Genomics.


 

  • BANCO DE DADOS MULTIÔMICO COMO ATIVO ESTRATÉGICO

Cada exame realizado alimenta um banco de dados multiômicos longitudinal exclusivo, construído a partir de populações latinas, historicamente sub-representadas nos principais bancos genômicos globais. Esse ativo científico é estruturado para sustentar, no médio prazo, parcerias com a indústria farmacêutica, a indústria alimentícia e de suplementação, além de instituições de pesquisa, representando uma das barreiras competitivas mais relevantes da companhia.


Dia do Cachorro-Quente: receita fica mais prática na panela elétrica

 



Receita preparada na Panela de Arroz Britânia fica pronta em poucos passos e facilita o preparo do lanche para reunir a família

 

Para quem quer preparar um cachorro-quente para reunir a família ou os amigos sem passar muito tempo na cozinha, a panela elétrica pode ser uma aliada. Na Panela de Arroz Britânia PA10 Prime, é possível aquecer as salsichas, preparar o molho e manter o preparo quente até a hora de servir, tudo usando a mesma cuba. O cozimento fechado também ajuda a evitar respingos de molho pelo fogão, enquanto a temperatura é mantida sem a necessidade de ficar mexendo ou acompanhando o preparo o tempo todo. 

Na hora de montar, pães e acompanhamentos podem ficar à disposição para que cada convidado prepare sua própria combinação. Assim, o lanche ganha um formato descontraído, enquanto a panela elétrica ajuda a otimizar o preparo e deixa mais tempo para aproveitar a ocasião.

 

Cachorro-quente na panela elétrica

Tempo de preparo: 30 minutos

Rendimento: 12 porções

 

Ingredientes

  • 1 kg de salsichas
  • 2 sachês de molho de tomate concentrado (680 g no total)
  • 1 cebola média picada
  • 3 dentes de alho triturados ou picados
  • ½ xícara (chá) de pimentão picado
  • 2 colheres (sopa) de azeite ou óleo para dourar os temperos
  • 1 colher (chá) de açúcar para tirar a acidez do molho de tomate
  • 150 ml de água
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 12 pães para cachorro-quente
  • Acompanhamentos de sua preferência


Modo de preparo

  1. Coloque as salsichas inteiras na cuba da Panela de Arroz Britânia PA10 Prime e cubra com água. Acione a função “Cozinhar” e deixe ferver por cerca de 5 minutos. Retire as salsichas, escorra a água, corte em rodelas e reserve.
  2. Com a cuba limpa e seca, adicione o azeite ou óleo e, com a tampa aberta, refogue a cebola e o alho por 3 a 5 minutos, até começarem a dourar.
  3. Acrescente o pimentão e refogue por mais 1 minuto.
  4. Adicione o molho de tomate, a água, o açúcar, o sal e a pimenta-do-reino. Misture, feche a tampa e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos.
  5. Junte as salsichas ao molho e misture. Deixe cozinhar por mais 2 a 3 minutos.
  6. Após o preparo, mantenha a panela na função “Manter Aquecido” até o momento de servir.
  7. Sirva nos pães e disponibilize os acompanhamentos para que cada pessoa monte o seu lanche.


Como manter o cachorro-quente quente e seguro na hora de servir

O melhor de usar uma panela elétrica em festinhas ou reuniões de família é que você não precisa se preocupar com a comida esfriando no meio da conversa. 

Assim que o tempo de cozimento do molho terminar, coloque as salsichas fatiadas de volta na cuba, misture bem e feche a tampa por mais 2 a 3 minutos para aquecer tudo junto. 

Depois disso, a panela Britânia PA10 Prime entra automaticamente na função “Manter Aquecido”. De acordo com as recomendações de segurança alimentar da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), manter os alimentos prontos em uma temperatura constante entre 70 °C e 75 °C evita a proliferação de bactérias. 

Dessa forma, você pode deixar o cachorro-quente ligado na tomada durante toda a festa infantil de forma segura, sem queimar o molho e garantindo que cada convidado coma um lanche quentinho e saudável.

 

Variações regionais: como adaptar o prato na panela elétrica 

O cachorro-quente é uma paixão nacional, e cada cantinho do Brasil tem o seu jeito único de montar o pão. A nossa dica é deixar a panela elétrica Britânia no centro da mesa e espalhar potinhos com acompanhamentos ao redor para que cada um monte a sua versão favorita:

  • Estilo paulista: Ofereça uma travessa de purê de batatas bem cremoso. Na hora de montar, ele ajuda a segurar o molho e não deixa o pão amolecer.
  •  
  • Estilo carioca: Deixe à disposição ovos de codorna cozidos e um vinagrete bem fresquinho para dar um toque de acidez suave.
  •  
  • Estilo baiano: Acrescente fatias de queijo coalho douradas e acrescente um fiozinho leve de azeite de dendê direto no molho da panela para perfumar.

 Panela de Arroz Britânia PA10 Prime - Link 


Confira os lançamentos do Salão do Panetone para o Natal 2026

Abimapi reúne as principais marcas do setor, jornalistas e influenciadores para apresentar as novidades e lançamentos do ano 

 

A temporada de festas de fim de ano ganha um toque especial com a revelação das grandes novidades do setor. Marcando o início oficial deste período, a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) realiza o Salão do Panetone 2026 no dia 27 de agosto, em São Paulo. O evento reuniu as principais indústrias do mercado e portfólio de marcas — Bauducco e Casa Bauducco, Grupo Bimbo com Pullman, Plusvita, SevenBoys e Wickbold, Grani Amici; Grupo Marilan com Marilan, Casa Suiça e Festonne; Panco, Santa Edwiges e S’OUi — para apresentar ao público, à imprensa e a influenciadores as apostas que prometem ser o destaque das mesas brasileiras neste Natal.

De acordo com dados inéditos da Worldpanel by Numerator, encomendados pela associação e apresentados no evento, a categoria registrou um crescimento de 3,5% em faturamento, gerando um incremento financeiro de R$ 45,8 milhões para o setor e totalizando R$ 1,36 bilhão no período sazonal, de outubro de 2025 a janeiro de 2026. Com uma penetração total de 63% nos lares brasileiros, o panetone mantém sua relevância como um item essencial e presenteável, consolidando 33,1% de contribuição em volume para essa finalidade, índice estável em relação ao ano passado.


Confira as novidades que estão chegando nas gôndolas:

A Bauducco®, maior produtora de panettones do mundo, apresentou os lançamentos da marca e da Casa Bauducco. Entre as grandes novidades, destaca-se o Bauducco Chocottone® Paçoquita, com recheio cremoso e inconfundível. Para acompanhar a crescente tendência de saudabilidade e menor consumo de açúcar, a nova Linha Zero chega ao mercado apresentando as versões Bauducco® Panettone Zero e Bauducco Chocottone® Zero — opções sem adição de açúcares que preservam a maciez e o sabor da marca. Para os amantes da indulgência, o Bauducco Chocottone® Gotas e Pedaços inclui gotas de chocolate na massa, cobertura generosa e pedaços crocantes de chocolate que garantem diferencial na textura.

 

A Casa Bauducco, que também faz parte do ecossistema, esteve presente no evento com um destaque exclusivo do seu portfólio: o Pandoro Esperienza, uma experiência de indulgência para compartilhar, na qual o tradicional Pandoro acompanha um delicioso creme de gianduia branca e flocos de chocolate, permitindo criar combinações únicas a cada pedaço.

O Grupo Bimbo participou do evento com as marcas Pullman, Plusvita, Seven Boys e Wickbold, chegando à categoria com uma estratégia multimarcas, desenvolvida para atender diferentes perfis de consumidores e ocasiões de consumo.

O portfólio foi desenvolvido para atender a diferentes perfis de consumidores. Pullman e Plusvita estrearam na categoria com panetones nos sabores Frutas (400g) e Gotas de Chocolate (400g), produzidos por meio da fermentação natural, massa macia e gotas de chocolate de alta qualidade.


Já a Seven Boys chega ao mercado com as versões Frutas (400g) e Chocolate (400g), oferecendo uma opção que combina qualidade e bom custo-benefício.

 

Wickbold amplia sua linha de produtos inclusivos com o panetone de Frutas sem glúten (300g) e sem lactose (300g), que entrega maciez e sabor sem abrir mão do cuidado com as restrições alimentares.

 

 

A Grani Amici celebra 15 anos no mercado com rebranding e apresentando a linha de panettones em novas embalagens. Com o diferencial de oferecer opções sem glúten, sem leite e sem lactose, a marca desenvolveu uma receita que mantém a textura leve e a maciez inconfundível das receitas clássicas. A grande inovação para esta temporada é a inclusão de sachês de geleias desenvolvidos para harmonizar com cada produto, ampliando a experiência sensorial e as possibilidades de consumo: o Panettone de Frutas (300g) chega acompanhado de uma geleia de frutas amarelas, enquanto o Panettone de Gotas de Chocolate (300g) recebe um sachê de geleia de frutas vermelhas.


 O Grupo Marilan participou do Salão do Panetone 2026 com novidades e produtos consagrados das marcas Marilan, Casa Suíça e Festtone. A aposta da marca homônima são os Panettone Marilan Chocolate (300g), uma linha infantil de chocolate que acompanha brindes colecionáveis do Snoopy, Turbo Cars e Unicórnio. Além do Panettone Teens (440g),

feito com massa de chocolate e gotas de chocolate ao leite. Vem com um sachê de cobertura sabor chocolate e o snack Teens Chocolate para o consumidor personalizar o seu panetone.

Já a Festtone apresentou como novidade o Panettone Festtone Frutas e Damasco (400g), uma releitura do panetone de frutas tradicional, unindo tradição e custo-benefício. E o Panettone Festtone Recheado Doce de Leite (400g), com uma massa macia e recheio generoso de doce de leite, focado em sabor e excelente relação custo-benefício.

 


A Casa Suíça apresentou, no evento, um portfólio que une tradição, inovação e sofisticação. O grande lançamento da temporada é o Panettone Casa Suíça Harry Potter (450g), que traz massa de especiarias, recheio de baunilha com canela e brindes exclusivos. Além dele, a marca aposta na opção premium Panettone Casa Suíça La Veneziana (750g), com frutas nobres e crosta de castanhas, e no cremoso Panettone Casa Suíça Brigadeiro (450g), que amplia o portfólio com uma opção inspirada no clássico doce brasileiro. 

Para agradar a todos os paladares, a marca expandiu suas porções individuais com o Mini Panettone Casa Suíça e Havanna (130g) e o Mini Panettone Casa Suíça Petit Gâteau (130g). O aguardado Panettone Casa Suíça 3 Chocolates (450g) também retorna ao portfólio atendendo aos pedidos dos consumidores apaixonados por chocolate. Reforçando seu compromisso com a inclusão, a marca apresenta ainda o Panettone Casa Suíça Vegano (450g), uma alternativa à base de plantas, garantindo que todos possam celebrar a data.



No Salão, a Panco apresentou dois lançamentos que ampliam sua presença nas celebrações das famílias brasileiras: os Panettones Tubolatas, em versões Frutas e Gotas de Chocolate (750g), com embalagens exclusivas que traduzem o espírito natalino e se tornam opções premium para presentear; e o Mini Panettone Gotas de Chocolate (80g) acompanhado de uma miniatura surpresa, são seis versões colecionáveis do Panquinho (rena, soldadinho de chumbo, papai noel, duende, boneco de neve e biscoito), voltado para o público infantil e pensado para despertar afeto, diversão e o desejo de colecionar. Ambos reforçam o mote da campanha “Panettones recheados de memórias”, que neste ano ganha um novo capítulo ao transformar o consumo em experiências completas e memoráveis, unindo tradição, inovação e conexão emocional em cada detalhe. 

A Santa Edwiges lançou sua Coleção Premium de Natal 2026, desenvolvida para transformar cada presente e cada encontro em uma experiência única. A nova linha reúne cinco lançamentos apresentados em embalagens premium e presenteáveis, desenvolvidas com design exclusivo inspirado no universo encantador de The Nutcracker (O Quebra-Nozes).

Os lançamentos são o Panettone Premium Lata 400g – Frutas e Chocolate, Panettone Premium Cartucho 750g – Frutas e Chocolate e Panettone Chocolate com Recheio Cremoso de Mousse de Chocolate – 500g.


A S’OUi ampliou seu portfólio natalino com quatro novidades nas categorias de panettones e Butter Cookies. Os produtos foram desenvolvidos com receitas cuidadosamente elaboradas, ingredientes selecionados e apresentações que valorizam cada item.

Entre os lançamentos estão o Panettone de Laranja Cristalizada com Gotas de Chocolate 908g, o Panettone de Limão Siciliano com Gotas de Chocolate 400g e os Butter Cookies nos sabores Limão Siciliano 250g e Speculoos Caramelizado 250g. 

 


Abimapi - Uma das maiores associações alimentícias do país, a Abimapi representa mais de 110 empresas que detêm cerca de 80% do setor e geram mais de 260 mil empregos diretos. No Brasil, os produtos estão presentes em 100% dos lares brasileiros. Sua missão é fortalecer e consolidar as categorias de biscoitos, massas, pães e bolos industrializados nos cenários nacional e internacional.


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