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sábado, 2 de maio de 2026

Canetas emagrecedoras: 10 cuidados com a pele para evitar flacidez e manter a firmeza durante o emagrecimento

Especialista explica como preservar colágeno e qualidade da pele enquanto o corpo passa por uma transformação rápida

O avanço das chamadas canetas emagrecedoras, medicamentos à base de GLP-1 como Ozempic e Mounjaro, vem transformando a forma como muitas pessoas encaram a perda de peso. O resultado costuma aparecer rapidamente na balança — mas uma nova preocupação estética começa a surgir entre pacientes e especialistas: o impacto do emagrecimento acelerado na qualidade da pele.  

Flacidez, perda de volume facial e sensação de rosto mais cansado estão entre as queixas mais frequentes relatadas por quem passa por uma perda significativa de gordura corporal. Isso acontece porque, quando o emagrecimento ocorre de forma rápida, as fibras responsáveis pela sustentação da pele — colágeno e elastina — nem sempre conseguem acompanhar a mudança no mesmo ritmo, alterando o contorno facial e corporal.

Segundo o médico Dr. Killian Cristoff, diretor técnico da Royal Face — uma das maiores redes de harmonização facial e corporal do país — o cuidado com a pele deve começar durante o processo de emagrecimento, e não apenas depois.  

“Hoje entendemos que a perda de peso e o cuidado com a pele caminham juntos. Quando conseguimos estimular colágeno e preservar a estrutura da pele enquanto o emagrecimento acontece, os resultados estéticos tendem a ser muito mais equilibrados e naturais”, explica o especialista.   

Diante desse novo cenário, clínicas e especialistas têm desenvolvido protocolos específicos para acompanhar essa transformação corporal. Na Royal Face, por exemplo, um dos tratamentos indicados é o R³, um protocolo exclusivo que combina três procedimentos: bioestimulador de colágeno, preenchimento facial e toxina botulínica 

A proposta do protocolo é atuar em três frentes ao mesmo tempo: Restaurar firmeza estimulando o  colágeno, repor volumes que podem se perder com o emagrecimento e reduzir linhas de expressão. “Esse protocolo foi pensado justamente para devolver ao rosto harmonia, sustentação e vitalidade, características que muitas mulheres sentem falta durante o processo de perda de peso”, explica Cristoff.  

Segundo o especialista, o mais importante é entender que o tratamento não deve ser encarado como uma correção posterior, mas como parte do próprio processo de emagrecimento. “O ideal é iniciar estratégias que estimulem colágeno enquanto a perda de peso acontece, evitando que a flacidez se instale de forma mais intensa.”  

Para manter uma pele bonita, firme e saudável, Cristoff reúne 10 cuidados essenciais para proteger a pele durante o uso de canetas emagrecedoras e após uma perda significativa de peso. 

1. Estimule o colágeno desde o início

A produção de colágeno é essencial para manter a firmeza e elasticidade da pele. Tratamentos com bioestimuladores de colágeno ajudam a reforçar a estrutura da pele ao longo do emagrecimento.


2. Mantenha a pele bem hidratada

Uma pele bem hidratada tende a ser mais resistente às mudanças do corpo. Apostar em ativos como ácido hialurônico e ceramidas ajuda a preservar a elasticidade.


3. Inclua tecnologias que melhoram a firmeza

Procedimentos como ultrassom microfocado e radiofrequência estimulam colágeno nas camadas profundas da pele e podem ajudar a reduzir a flacidez facial e corporal.


4. Dê atenção especial ao rosto

A perda de gordura facial pode alterar o contorno do rosto, deixando-o mais fino ou com aspecto cansado. A harmonização facial pode ajudar a recuperar equilíbrio e naturalidade.


5. Priorize proteínas na alimentação

Nutrientes como proteína, vitamina C e zinco são importantes para a produção natural de colágeno e para a saúde da pele.

6. Use protetor solar todos os dias

A exposição solar acelera a degradação do colágeno. O protetor solar diário ajuda a preservar a firmeza e prevenir o envelhecimento precoce.


7. Crie uma rotina de skincare

Limpeza, hidratação e antioxidantes fazem diferença na qualidade da pele, melhorando textura, viço e elasticidade.


8. Cuide também do corpo

Regiões como abdômen, braços e coxas podem apresentar flacidez após emagrecimento rápido. Protocolos corporais ajudam a melhorar a aparência da pele.


9. Avalie fios de sustentação

Em alguns casos, os fios de sustentação podem ajudar a redefinir o contorno facial e estimular colágeno gradualmente.


10. Busque avaliação profissional

Cada organismo reage de uma forma ao emagrecimento. Uma avaliação especializada ajuda a definir os tratamentos mais adequados para flacidez e qualidade da pele.

Royal Face


Lipo de papada redefine contorno facial mesmo em pacientes magros

Procedimento ganha espaço entre pacientes que, mesmo magros, sofrem com o excesso de gordura submentoniana; cirurgião plástico explica quando a indicação vai além da balança

 

A ideia de que a papada está diretamente ligada ao sobrepeso vem sendo cada vez mais desmistificada nos consultórios de cirurgia plástica. Embora o acúmulo de gordura na região abaixo do queixo possa, sim, estar associado ao ganho de peso, outros fatores, como genética, envelhecimento e características anatômicas, desempenham um papel determinante no surgimento do chamado “mento duplo”.

De acordo com o cirurgião plástico Dr. Raphael Alcalde, da Visage Clinique e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, é comum atender pacientes com peso adequado, mas que se sentem incomodados com a papada. “Muitas pessoas mantêm hábitos saudáveis, praticam atividade física e ainda assim apresentam gordura localizada na região submentoniana. Nesses casos, a lipo de mento pode ser indicada não por uma questão de emagrecimento, mas de contorno facial”, explica.

O procedimento, também conhecido como lipo de papada, é minimamente invasivo e tem como objetivo remover o excesso de gordura abaixo do queixo, promovendo uma transição mais definida entre o rosto e o pescoço. Segundo o especialista, a técnica pode trazer resultados bastante naturais quando bem indicada. “Não se trata apenas de retirar gordura, mas de valorizar a harmonia facial. O contorno da mandíbula fica mais evidente, o que impacta diretamente na percepção de rejuvenescimento”, afirma.

Outro ponto importante é que a indicação da lipo de mento não se limita à estética. Em alguns casos, o excesso de volume na região pode causar desconforto emocional significativo, afetando a autoestima e a forma como o paciente se enxerga. “A papada costuma ser uma queixa recorrente porque é uma área difícil de tratar apenas com dieta e exercícios. Quando há indicação cirúrgica, o procedimento pode trazer um ganho importante na autoconfiança”, destaca o médico.

Ainda assim, a avaliação individual é fundamental. Fatores como flacidez da pele, qualidade do tecido e estrutura óssea devem ser considerados antes da indicação. Em alguns casos, a lipo de mento pode ser associada a outros procedimentos para um resultado mais completo.

Por isso, a recomendação é sempre buscar um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, garantindo uma avaliação criteriosa e segura. “Cada rosto tem suas particularidades. O mais importante é entender a expectativa do paciente e indicar o tratamento mais adequado para alcançar um resultado equilibrado e natural”, conclui Dr. Raphael Alcalde.

 

Dr. Raphael Alcalde - Cirurgião plástico com mais de quinze anos de experiência, especialista e membro da Visage Clinique e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atua com foco em contorno corporal e cirurgia reparadora, com MBA em Gestão Hospitalar e sólida experiência em urgência e emergência. É reconhecido pela precisão cirúrgica e pela abordagem ética e humanizada em seus atendimentos.

 

No mês das noivas, o cuidado com as mãos ganha protagonismo na preparação para o altar

As mãos também contam histórias. No mês das noivas,
 o cuidado com a pele ganha novos significados e entra em cena
nos detalhes que marcam o momento. Foto criada por inteligência artificial
 CO Assessoria

“Os bioestimuladores de colágeno podem ser aplicados em áreas como mãos, rosto e coxas, com foco na qualidade da pele”, afirma dermatologista Paula Periquito 


Maio inaugura um dos períodos mais simbólicos do calendário da estética, quando a preparação para o casamento passa a ser guiada por uma atenção cada vez mais minuciosa aos detalhes. Se antes o foco estava concentrado no rosto e no vestido, hoje há um deslocamento evidente para regiões que ganham protagonismo em registros próximos, como as mãos, frequentemente enquadradas em momentos como a troca de alianças.

Esse novo olhar acompanha uma mudança mais ampla no comportamento estético, marcada pela valorização de tratamentos que atuam na qualidade da pele de forma progressiva. Dentro desse cenário, o uso de bioestimuladores de colágeno começa a se expandir para áreas que historicamente não estavam no centro das intervenções.

Segundo Bernardo Magalhães da Harmonize Gold, essa mudança está diretamente ligada à percepção mais global do envelhecimento. “Não adianta tratar apenas rosto e corpo se as mãos continuam revelando sinais de perda de firmeza. O bioestimulador atua justamente na reorganização da pele ao longo do tempo, sem alterar o contorno”, explica.

Embora tenham se consolidado inicialmente nos protocolos voltados aos glúteos, os bioestimuladores passaram a integrar uma abordagem mais abrangente, alcançando regiões como mãos, parte interna das coxas, rosto e abdômen. A proposta deixa de ser localizada e passa a considerar o corpo como um conjunto, com foco na textura e na sustentação da pele.

Esse reposicionamento também se reflete no comportamento das pacientes. De acordo com Nívea Bordin Chacur, CEO das clínicas Leger, há um aumento consistente na procura por esse tipo de tratamento durante o mês de maio, com crescimento de até 30% na demanda por procedimentos voltados à qualidade da pele, especialmente em áreas expostas. “Existe uma mudança clara de prioridade, com pacientes buscando resultados mais naturais e integrados, e as mãos entram nesse processo de forma quase inevitável”, afirma.

Para a dermatologista Paula Periquito (CRM 52799858), essa tendência traduz uma transformação mais profunda no consumo de estética. “O foco deixou de ser apenas volume e passou a ser qualidade de pele, o que redefine a forma como os tratamentos são planejados, respeitando o tempo do corpo e a individualidade de cada paciente”, conclui.


Saiba como fazer a boca glossy perfeita

Contorno estratégico, tons harmônicos e acabamento vinilizado para lábios mais volumosos 

Com o revival de tendências dos anos 90, a boca glossy está repaginada: com contorno estratégico e acabamento sofisticado. A combinação de lápis, batom e gloss em tons próximos cria um jogo de luz e profundidade que entrega volume imediato, com efeito visual de lábios mais definidos e naturalmente mais carnudos. 

“O segredo para gerar volume é usar um lápis um pouco mais escuro no contorno e um batom em tom próximo. Isso cria a sensação de uma boca mais carnuda, mais cheia”, explica Zeca Magalhães, beauty artist do Salão Casa 94, em Ipanema.

Para conquistar o efeito, a técnica é baseada em sutileza das nuances, confira:


Passo 1

Contorne os lábios com um lápis levemente mais escuro que o tom natural da boca e esfume delicadamente para dentro, com pincel fino ou com os dedos, suavizando o traço.


Passo 2

Aplique um batom em tonalidade próxima ao lápis, apenas um tom mais claro. A chave está na transição quase imperceptível entre as cores, criando profundidade sem marcação evidente.


Passo 3

Finalize com gloss, transparente ou no mesmo tom do batom, para um acabamento vinilizado que potencializa o volume e reflete a luz.


Cronograma capilar em casa: como montar uma rotina profissional para recuperar os fios

A busca por cabelos mais saudáveis, alinhados e resistentes, tem levado cada vez mais pessoas a adotarem cuidados estruturados dentro de casa. Entre as estratégias mais populares, está o cronograma capilar, método que organiza os tratamentos a partir de três pilares principais: hidratação, nutrição e reconstrução. A proposta pode ser ajustada conforme às características e o estado de cada tipo de cabelo. 

Em um contexto marcado por poluição, uso frequente de ferramentas de calor, procedimentos químicos e rotinas aceleradas, a estrutura capilar tende a perder água, lipídios e proteínas com facilidade. Esse desequilíbrio afeta, não apenas a aparência, mas também a resistência dos fios. Por isso, especialistas destacam a importância de um cuidado contínuo e orientado, baseado na reposição gradual desses elementos essenciais. 

O primeiro passo é avaliar as condições atuais do cabelo. Aspectos como ressecamento, opacidade e toque áspero indicam falta de hidratação. Já o frizz excessivo e a dificuldade de alinhamento podem sinalizar necessidade de nutrição, que é responsável por devolver lipídios e promover maciez. Por outro lado, elasticidade, quebra e danos causados por química apontam para a reconstrução, que, por sua vez, repõe proteínas e fortalece a fibra capilar. 

Com esse diagnóstico, é possível organizar uma sequência equilibrada ao longo da semana. Em geral, o cronograma se divide em três lavagens, com os cuidados intercalados de acordo com a prioridade. A hidratação tende a aparecer com maior frequência, por ser essencial para todos os tipos de cabelo. A nutrição pode ser realizada semanalmente, enquanto a reconstrução, por ser mais intensiva, deve ocorrer em intervalos maiores, como a cada 15 dias, evitando sobrecarga. 

A escolha dos produtos também influencia diretamente os resultados. Máscaras hidratantes com ativos como aloe vera, pantenol e glicerina, ajudam a manter a umidade. Já as fórmulas nutritivas, ricas em óleos e manteigas vegetais, contribuem para alinhamento e brilho. Por fim, itens reconstrutores com proteínas, como queratina e aminoácidos, atuam na reposição da massa capilar. 

Além dos tratamentos, alguns hábitos fazem diferença no dia a dia. A limpeza adequada do couro cabeludo é essencial para manter o equilíbrio da raiz. O uso de protetor térmico ajuda a prevenir danos causados pelo calor. Evitar dormir com os cabelos úmidos ou prender os fios molhados, também contribui para reduzir quebra, frizz e possíveis alterações no couro cabeludo. 

É importante destacar que esse planejamento deve ser flexível. À medida que o cabelo responde aos cuidados, suas demandas mudam e a frequência das etapas deve acompanhar esse processo. Em muitos casos, fios anteriormente danificados passam a exigir menos reconstrução e mais manutenção com hidratação e nutrição. 

Mais do que uma tendência, o cronograma capilar se consolida como uma estratégia acessível para quem busca resultados consistentes sem sair de casa. Com disciplina, boas escolhas e acompanhamento das necessidades do cabelo, é possível transformar a saúde capilar ao longo do tempo, de forma prática e eficiente. 



Andrei Teixeira - educador da Prohall Professional, marca de produtos capilares voltados para cuidado pessoal e estética. – E-mail: prohall@nbpress.com.br.


Prohall Professional


Exercícios de força evitam dor nas costas

 

Trabalho integrado de glúteos, abdômen e estabilizadores distribui melhor as forças e melhora capacidade do corpo de proteger a coluna em movimentos comuns


A dor nas costas está entre as principais causas de incapacidade no mundo, segundo estudo publicado pelo periódico científico The Lancet Rheumatology, especializado em reumatologia. Na maioria dos casos, não está ligada a doenças graves, mas a fatores mecânicos e comportamentais acumulados ao longo do tempo, como sedentarismo, sobrecarga física, ganho de peso, estresse e longos períodos sentado, bem como alterações naturais do envelhecimento, explica o médico fisiatra especialista em coluna João Amadera.

O exercício físico é uma das principais formas de prevenir e controlar esse tipo de dor. “A coluna não funciona sozinha. Ela depende de um sistema de suporte formado pela musculatura do tronco, quadril e membros inferiores. Quando esse sistema está fraco, a carga do dia a dia é mal distribuída, favorecendo dor e recorrência”, diz Amadera

Segundo o treinador da Smart Fit Lucas Florêncio, os exercícios de força melhoram a chamada estabilidade dinâmica, ou seja, a capacidade do corpo de sustentar e proteger a coluna durante movimentos comuns, como sentar, levantar ou carregar peso.

A rotina moderna afeta principalmente as regiões lombar e cervical. Ficar muito tempo sentado enfraquece os glúteos e encurta os músculos da parte frontal do quadril, o que altera o alinhamento do corpo e aumenta a pressão na lombar. Exercícios que fortalecem a musculatura profunda do abdômen e das costas ajudam a estabilizar a coluna e diminuir essa sobrecarga.

Nesse contexto, é importante diferenciar desconfortos esperados de sinais de alerta. A dor muscular que surge entre 24 e 48 horas após o treino é comum. Já dores intensas, localizadas ou que irradiam para braços ou pernas, especialmente quando acompanhadas de formigamento, perda de força ou limitação de movimento, exigem avaliação profissional.

 Esse entendimento também ajuda a desfazer um mito comum: exercícios como agachamento e levantamento terra não são perigosos para a coluna quando executados com técnica adequada e progressão gradual de carga. Ajustes na execução e variações mais simples permitem adaptar o treino para diferentes níveis de condicionamento e histórico de dor.

 Para proteger a coluna, o treino deve priorizar o trabalho integrado do chamado complexo lombo-pélvico-quadril, que inclui glúteos, abdômen e músculos estabilizadores profundos. Quando esses grupos atuam em conjunto, há melhor distribuição de forças e menor risco de sobrecarga.

Confira o treino preparado por Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit:

Exercício

Séries x Reps

Foco Biomecânico

Perdigueiro alternado

3 x 12 (lados)

Estabilidade antirotacional e ativação de multífidos.

Abdominal infra

3 x 15

Controle da pressão intra-abdominal e manutenção da lombar neutra.

Agachamento sumô

3 x 12

Carga anterior para forçar a verticalidade do tronco e poupar a lombar.

elevação pelvica maquina

4 x 10

Fortalecimento do glúteo máximo (principal protetor da lombar).

Remada curvada supinada barra

3 x 12

Fortalecimento de romboides sem sobrecarga axial excessiva.

Prancha isométrica

3 x 45 seg

Resistência à fadiga dos músculos estabilizadores.

 

Grupo Smart Fit


 

Todo produto contém química, e isso é bom!

Se no rótulo de um cosmético houver a frase “sem química”, desconfie. A afirmação, apesar de comum, não faz sentido do ponto de vista científico.


“As pessoas dizem que tudo que é químico é ruim. Mas eu estou aqui para dizer o contrário. Quando você vir a frase ‘aqui não tem química’, não use aquele cosmético, porque não existe uma formulação que não leve substâncias químicas”, alerta a química e presidente do Conselho Regional de Química do Piauí (CRQ XVIII-PI), Sandra Maria de Sousa.

Segundo ela, o ponto central não é a presença da química, mas a forma como as substâncias são utilizadas. “O que deve ser observado não é a presença da química, e sim como essas substâncias são aplicadas e em quais concentrações, sempre definidas a partir de critérios científicos rigorosos”, complementa.

Em um mercado altamente competitivo, a indústria de cosméticos busca constantemente formas de diferenciar seus produtos. Nesse cenário, tornaram-se comuns rótulos com apelos como “100% vegetal”, “sem parabenos” e “livre de sulfatos”. Mas será possível um cosmético ter essas características e ser seguro para o uso?

Tudo começa pela compreensão do que são os ativos. Quem tem cabelo oleoso, por exemplo, tende a procurar um xampu com propriedades capazes de reduzir essa oleosidade. Já um produto de limpeza profunda deve apresentar ação mais intensa para promover esse efeito. Os ativos são justamente as substâncias responsáveis pelos resultados prometidos pelo cosmético.

Para determinar a quantidade correta e segura desses ativos, é indispensável conhecimento técnico. Por meio de testes e estudos laboratoriais, o profissional da Química define as concentrações ideais para garantir que o produto seja eficiente e seguro. “Se um produto é ‘livre de parabenos’, por exemplo, é preciso questionar: o que foi utilizado em seu lugar? Essa substância é segura e foi devidamente testada?”, aponta Sandra.

Outra razão que reforça a importância do conhecimento especializado na fabricação desses produtos é a sensibilidade individual. Por isso, muitos rótulos trazem alertas para a realização de testes antes do uso. “Nos perfumes, por exemplo, o ideal é aplicar uma pequena quantidade atrás da orelha. No caso de esmaltes, a recomendação é testar em apenas uma unha para observar possíveis reações”, orienta Sandra. “As cores, por si só, não são indicativas de eficácia. No entanto, alguns pigmentos podem provocar reações em pessoas mais sensíveis”, completa.

 

Como saber se um produto é seguro  

A segurança de um cosmético começa no trabalho técnico do profissional da Química, responsável por desenvolver e testar fórmulas seguras. Apesar disso, ainda é possível encontrar artigos irregulares sendo vendidos.

Antes de comprar um cosmético:

  1. Verifique se a empresa tem registro na Anvisa
  2. Confira se o produto está devidamente regularizado.
  3. Certifique-se de que a empresa conta com a supervisão de um responsável técnico.
  4. Em caso de dúvida, procure o Conselho Regional de Química de seu estado.

 

Nem tudo que viraliza é seguro  

"Vinagre é tempero, não cosmético. É ácido acético", explica Sandra, que ainda alerta sobre os perigos de seguir as receitas "milagrosas" que circulam na internet. Misturas com vinagre, bicarbonato, limão ou outros ingredientes domésticos podem parecer inofensivas, mas não têm comprovação científica de segurança e eficácia. “Tenham cuidado com receitas caseiras para uso no cabelo ou na pele. Os cosméticos são elaborados e testados. Vamos apostar na ciência”, alerta a profissional

 

Saiba mais: tipos de riscos dos produtos 

Produtos de uso comum, do dia a dia, são classificados como grau de risco 1. Isso porque apresentam baixo potencial de causar danos à saúde e têm regularização simplificada junto à Anvisa. Nessa categoria estão os shampoos e sabonetes, por exemplo. 

Já os produtos classificados como de grau de risco 2, como esmaltes hipoalergênicos e desodorantes antitranspirantes, incluem aqueles que exigem comprovação prévia de segurança e eficácia antes de serem comercializados.

Para atender a essas exigências, os produtos passam por testes laboratoriais realizados em instituições credenciadas, responsáveis por avaliar aspectos como qualidade, estabilidade e desempenho das formulações. Esses estudos são obrigatórios para a regularização e o registro dos produtos junto aos órgãos competentes. “É por meio desses testes que se garante que o cosmético é seguro e entrega o resultado que promete”, explica Sandra.

 

Cosméticos na infância: especialista alerta para riscos e cuidados com a pele infantil


Freepik

Uso precoce de produtos pode causar irritações e alergias e reforça a importância de uma rotina simples e adequada 

 

A rotina de autocuidado com a pele, antes mais associada ao público adulto, tem avançado também sobre o universo infantil nos últimos anos. Impulsionado principalmente pelas redes sociais, o uso de cosméticos por crianças cresce e acende um alerta sobre os impactos na saúde da pele, especialmente quando há utilização de produtos não indicados para essa faixa etária.

Nesse contexto, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) chama atenção para a necessidade de adequar esses hábitos às características da pele infantil. Na infância, ela ainda está em desenvolvimento e exige cuidados específicos. “A pele da criança é mais fina, sensível e apresenta maior permeabilidade, o que facilita a absorção de substâncias e aumenta o risco de reações”, explica a dermatologista Dra. Vanessa Mussupapo, membro da SBCD e especialista em tratamentos estéticos e cosmiatria. 

“O uso inadequado de cosméticos pode desencadear irritações, alergias e dermatites, além de favorecer uma sensibilização precoce. O problema não está no uso pontual, mas na frequência e na aplicação de produtos que não são indicados para essa faixa etária”, reforça a especialista. 

Outro ponto de atenção é a composição dos produtos. Ingredientes como fragrâncias, conservantes e ativos mais potentes, comuns em cosméticos voltados ao público adulto, podem ser agressivos para a pele infantil. Substâncias como ácidos e ativos anti-idade, por exemplo, não são recomendadas para crianças e devem ser evitadas sem orientação especializada.

Desde setembro de 2025, a obrigatoriedade de notificação de efeitos adversos por parte das empresas de cosméticos, determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reforça a importância do monitoramento e da segurança no uso desses produtos. 

“Na infância, menos é mais. Uma rotina simples, com limpeza, hidratação e proteção solar, já é suficiente para manter a pele saudável”, orienta a dermatologista. “A recomendação é priorizar produtos desenvolvidos para o público infantil, preferencialmente hipoalergênicos, sempre com a supervisão dos responsáveis. Em caso de dúvidas ou reações, a avaliação de um dermatologista é fundamental”, finaliza.

 

Como escolher um médico habilitado 

A SBCD ressalta a importância de a população buscar um profissional habilitado para acompanhamento, diagnóstico e tratamento. Para isso, é fundamental verificar se o médico possui o Registro de Qualificação de Especialista (RQE), qualificação atestada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM). 

A consulta é simples e pode ser feita a partir do nome do profissional no site do Conselho Federal de Medicina (CFM). Clique aqui

Esse cuidado na escolha ajuda a evitar atendimentos inadequados por profissionais não habilitados e garante mais segurança ao paciente.
  

Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica - SBCD



Pele de inverno: Dermatologista revela por que hidratantes sozinhos não evitam o ressecamento

Luana Vieira Mukamal da Kora Saúde, explica como o "Método DERMEV" utiliza a conexão entre intestino e sistema nervoso para proteger a saúde cutânea nas baixas temperaturas

 

Com a chegada das frentes frias, a corrida por cremes e procedimentos estéticos aumenta significativamente. No entanto, a Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da Kora Saúde, faz um alerta: o segredo para uma pele saudável no inverno não está apenas nas prateleiras das farmácias, mas nos hábitos que vêm "de dentro para fora".

Criadora do Método DERMEV, a médica defende que a saúde da pele é o resultado direto do estilo de vida, incluindo sono, alimentação e manejo do estresse. "A pele é um órgão vivo que responde ao equilíbrio do organismo. No inverno, ela pede uma atenção que vai além da superfície para evitar inflamações e o envelhecimento precoce", explica a especialista da Kora Saúde.


O banho como aliado, não vilão

Nessa época do ano, a pele tende a ficar mais ressecada, por isso vale apostar em óleos de banho ou cleansing oils, que limpam com suavidade e ajudam a preservar a hidratação natural da pele.

“Aproveite esse momento para fazer uma massagem corporal e desacelerar. Um gesto simples, como massagear a região externa da orelha, pode estimular áreas relacionadas ao nervo vago e favorecer o sistema parassimpático, ligado à calma e ao relaxamento”, destaca Luana.


Vamos falar sobre chás?

A segunda dica é aumentar a ingestão de chás ao longo do dia. Além da sensação de conforto térmico, muitos chás possuem compostos antioxidantes e anti-inflamatórios, que contribuem para o equilíbrio do organismo.

Boas opções para o inverno incluem maçã com canela, gengibre com limão, camomila, hortelã, erva-doce e chá-verde. Eles também podem ajudar a reduzir a vontade de consumir doces e carboidratos simples, comuns no frio. Esse cuidado faz diferença porque alimentos de alto índice glicêmico elevam a insulina e favorecem processos inflamatórios que também se refletem na pele”, revela a dermatologista.


Alimentação e o eixo Intestino-Pele

A saúde intestinal também entra na conta: "Uma dieta rica em fibras e proteínas de boa qualidade, como grão-de-bico e lentilhas, evita a disbiose intestinal. Quando o intestino está equilibrado, a pele naturalmente apresenta mais viço e menor sensibilidade", pontua a Dra. Luana.

Quando a alimentação é pobre em fibras, há maior risco de desequilíbrio da microbiota, conhecido como disbiose, que pode favorecer a inflamação sistêmica e piorar condições como acne, rosácea e sensibilidade cutânea. Quando evitamos grandes oscilações de insulina e glicose e cuidamos do intestino, promovemos benefícios para a pele, para o metabolismo, para o sono e para a saúde como um todo”, finaliza a dermatologista.

No inverno, a pele pede atenção, mas ela responde melhor quando o cuidado vai além da superfície. Quando cuidamos do corpo por inteiro, a pele naturalmente acompanha esse equilíbrio.

 

Kora Saúde

 

A nova estética dos 50+: menos sobre juventude, mais sobre reconhecimento

Mulheres maduras lideram mudança na forma de encarar o envelhecimento e os tratamentos faciais

 

Mais ativas e com rotina intensa, mulheres acima dos 50 anos têm ampliado a procura por procedimentos faciais. Nos consultórios, o que se vê não é apenas o desejo de parecer mais jovem, mas de alinhar a aparência à fase de vida.

 

A administradora Silvania Estela Radin, 59, relata que o incômodo surgiu justamente nesse descompasso. “Eu estava em um momento ótimo da vida, cheia de energia, mas meu rosto parecia sempre cansado. Aquilo começou a me incomodar”, diz.

 

Segundo especialistas, essa percepção tem se tornado frequente. A demanda, porém, mudou de perfil. Em vez de intervenções pontuais, cresce o interesse por abordagens mais amplas e duradouras.

 

Para o cirurgião plástico Vinicius Julio Camargo, o desconforto vai além da estética. “Essa paciente está em uma fase de realização. O desconforto surge quando o rosto passa uma imagem de cansaço ou envelhecimento que não corresponde ao que ela sente”, afirma.

 

Dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery colocam o Brasil entre os países que mais realizam procedimentos estéticos no mundo, com milhões de intervenções anuais. Dentro desse cenário, médicos apontam aumento na busca por tratamentos faciais mais completos, especialmente entre mulheres maduras.

 

Antes de optar por mudanças mais estruturais, muitas pacientes percorrem um caminho de tentativas com procedimentos isolados. “Eu fiz alguns procedimentos ao longo dos anos, mas eram coisas pontuais. Melhorava um detalhe, mas o conjunto continuava me incomodando”, conta Silvania.

 

De acordo com o cirurgião plástico, esse padrão é comum. “Com o avanço da idade, não estamos lidando apenas com rugas ou perda de volume. Existe flacidez e queda das estruturas faciais. Quando tratamos só pontos isolados, o resultado tende a ser limitado”, diz.

 

A mudança de abordagem ocorre quando a paciente passa a considerar o rosto de forma global. Nesse contexto, técnicas como o lifting facial ganham espaço por promover reposicionamento mais amplo.

 

“É possível promover um rejuvenescimento de 10 a 15 anos com naturalidade, respeitando as características individuais. O objetivo não é transformar, mas recuperar o equilíbrio”, afirma o médico.

 

Após optar por um procedimento mais completo, a percepção também muda. “Hoje eu me reconheço no espelho. Não é sobre parecer mais jovem, é sobre parecer comigo mesma de novo”, diz Silvania.

 

Para especialistas, o movimento reflete uma mudança de comportamento. “Elas não querem mudar quem são. Querem que a imagem acompanhe a fase que estão vivendo”, conclui Dr. Vinicius.


Perda de colágeno e definição facial aceleram a adesão a procedimentos não cirúrgicos

Segundo o último estudo da Allergan, “The Future of Aesthetics”, perceber os sinais de envelhecimento tem levado os consumidores globais a considerar tratamentos não cirúrgicos. 

 

Sabe aquele momento em que você se olha no espelho e não se reconhece? Com o envelhecimento natural da pele formando rugas, linhas de expressão e sulcos no tecido celular, a perda do brilho facial é resultado de uma série de fatores que levam à sensação de estranheza geral, como a redução do colágeno e da elasticidade da pele.

 

Esse fenômeno, no entanto, não ficou sem resposta. De acordo com o último estudo da Allergan, The Future of Aesthetics, perceber os ‘sinais de envelhecimento’ é o principal fator que leva os consumidores a considerar tratamentos não cirúrgicos. Entre os pacientes entrevistados, homens e mulheres de 25 a 64 anos, cerca de 45% concordam que ‘envelhecer’ é o motivo de aderirem aos tratamentos estéticos faciais. 

 

Ainda nesse ritmo, segundo a pesquisa, aproximadamente 67% dos consumidores globais optariam por tratamentos estéticos não cirúrgicos, capazes de estimular o próprio corpo a aumentar a produção de colágeno. Essa busca acelerada por tratamentos estéticos que possam retardar o ‘envelhecimento’ é observada pela biomédica esteta Jéssica Magalhães, ao longo de dez anos à frente do seu consultório.

 

“Esse estranhamento não costuma vir de uma ou outra ruga específica, mas de uma mudança geral no arquétipo facial. O que eu observo, na prática clínica, é a perda progressiva do contorno, da sustentação e da definição facial. Esses três sinais, que juntos apontam para o envelhecimento mais nítido da pele, são acompanhados da  reabsorção óssea, junto a queda dos compartimentos de gordura e os níveis de colágeno. Isso faz com que a face perca projeção e comece a ‘descer’, alterando proporções que antes eram equilibradas”, explica a biomédica esteta. 

 

Para devolver a jovialidade do rosto, segundo Jéssica, é necessário uma leitura que considere não somente a superfície da pele, mas a tridimensionalidade do rosto, atuando em suas camadas mais profundas. Entre as abordagens mais utilizadas nesse tipo de intervenção, a profissional destaca os bioestimuladores de colágeno na recuperação da densidade e firmeza progressiva da pele. “O uso do preenchedor com ácido hialurônico, aplicados em pontos estratégicos de sustentação, como a região malar, têmporas e mandíbulas, também são essenciais para o processo, visto que as áreas citadas funcionam como pilares da face”, elucida. 

 

Procedimentos como a toxina botulínica também entram como aliados importantes, principalmente no controle da ação muscular que acentua linhas de expressão. No entanto, a especialista reforça que o resultado natural depende do equilíbrio entre as técnicas. “O excesso ou a aplicação inadequada pode gerar o efeito contrário ao desejado. Por isso, o planejamento individualizado é o que garante harmonia facial”, comenta. 

 

Além dos procedimentos em consultório, Jéssica destaca que o cuidado contínuo com a pele é parte essencial desse processo de contenção dos sinais do tempo. Rotinas que incluem o uso de antioxidantes, como vitamina C, retinoides para estímulo de renovação celular e fotoproteção diária contribuem diretamente para a manutenção da qualidade da pele.

 

“Essa rotina de cuidados não entrega resultados imediatos, mas constrói uma pele resistente, saudável e com aspecto rejuvenescido. O cuidado diário com a pele, por exemplo, é o que determina como esse envelhecimento vai se manifestar ao longo dos anos. Quando há constância no uso de ativos (antioxidantes), a pele preserva a qualidade e mantém seu aspecto uniforme, viçoso e naturalmente rejuvenescido. É um processo silencioso, mas determinante para a saúde e a aparência da pele no futuro”, conclui  

 

Um lado do seu bumbum é maior? Médico explica por que isso tem mais a ver com hábitos do que com treino

 Imagem criada por inteligência artificial
Créditos: CO Assessoria

Não é só estética, é comportamento: o corpo responde ao que você faz todos os dias”, afirma o médico Chris Lima

 

Perceber uma assimetria no bumbum, com um lado mais alto, mais firme ou mais projetado que o outro, costuma gerar incômodo e a sensação de que algo está errado. Na prática, porém, essa diferença faz parte do funcionamento natural do corpo e pode estar muito mais ligada à forma como ele é usado no dia a dia do que a qualquer falha específica. 

Segundo o médico Chris Lima, CRM/PB 15387, especialista em harmonização glútea e tratamento da celulite, o corpo não funciona de forma perfeitamente equilibrada. “A gente tem dominância de um lado. Um lado sustenta mais peso, ativa mais e responde de forma diferente aos estímulos, e isso já cria uma base de diferença muscular”, explica. 

Essa lógica não se limita ao glúteo. Pequenas assimetrias aparecem em todo o corpo e fazem parte da nossa estrutura. Um braço pode ser mais forte que o outro, uma perna pode ter mais resistência, o rosto nunca é completamente igual dos dois lados e até a forma como você pisa muda ao longo do tempo. O que acontece no bumbum é apenas uma versão mais visível desse padrão. 

Ele explica que o estilo de vida moderno tende a acentuar ainda mais esse desequilíbrio. “Você cruza sempre a mesma perna, apoia o peso em um lado ao ficar em pé, sobe escada usando mais força de um lado e até na academia repete padrões sem perceber. Com o tempo, isso vai moldando o formato do glúteo”, detalha. 

Essa diferença pode surgir mesmo em pessoas que treinam com frequência. “Muita gente acredita que o treino resolve tudo, mas se o padrão de movimento continua desequilibrado, o resultado também será”, afirma. 

Apesar de incomodar, nem toda assimetria precisa ser tratada. “O primeiro passo é entender o que está acontecendo. Nem sempre é um problema estético, muitas vezes é apenas um reflexo natural do uso do corpo”, explica. 

Quando há incômodo maior, o tratamento pode ser indicado, mas com outra abordagem. “Hoje a gente não busca deixar tudo igual, mas equilibrar o contorno respeitando a estrutura individual de cada paciente”, afirma. 

Para o especialista, o maior erro é tentar corrigir sem entender a origem. “O corpo não erra. Ele responde exatamente ao que você faz todos os dias. E enquanto isso não for ajustado, qualquer tentativa de correção vai ser limitada”, conclui.


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