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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Dia da Igualdade Feminina (26/08): W3haus e clientes discutem regras não ditas que ainda impactam a carreira das mulheres

 

Entre adaptação e transformação, executivas mostram como estão redefinindo a lógica de liderança no mercado

 

Celebrado em 26 de agosto, o Dia Internacional da Igualdade Feminina propõe uma reflexão sobre os avanços conquistados pelas mulheres e os desafios que continuam presentes na construção de suas trajetórias profissionais. Muitos deles se manifestam de forma sutil, por meio de códigos que não aparecem em nenhum manual, mas continuam influenciando as relações no ambiente de trabalho. 

Essas dinâmicas se refletem na forma como uma fala é recebida, no peso atribuído a determinadas decisões e na maneira como comportamentos são interpretados em contextos profissionais. Em muitos casos, são essas nuances que acabam moldando a percepção de autoridade, consistência e liderança. À medida que mais mulheres passam a ocupar posições estratégicas, essas dinâmicas deixam de ser apenas percebidas e passam a ser discutidas com mais clareza. Mais do que apontar obstáculos, essa mudança revela diferentes formas de construir liderança e ocupar espaços de decisão.

Na W3haus, agência do Grupo Stefanini, essa leitura também faz parte do processo de construção de cultura. Alessandra Sant’Ana, CEO da Agência, tem uma visão direta sobre o comportamento de profissionais que chegam ao topo, especialmente em ambientes mais tradicionais. Para ela, é comum que, ao longo da trajetória, haja uma tendência de adoção de posturas mais rígidas como forma de adaptação ao contexto. 

Porém, ela optou por uma abordagem diferente. A executiva define empatia como um elemento de gestão, não como fragilidade. Assim, liderar envolve capacidade de leitura de cenário, construção de relações de confiança e clareza na tomada de decisão. “Acredito muito em uma frase da Brené Brown: vulnerabilidade não é fraqueza, é consciência”, afirma. Esse posicionamento, segundo ela, tem impacto direto na forma como os times operam e como a agência se relaciona com clientes. 

Ao revisitar a própria trajetória, também reconhece desafios comuns ao longo do caminho. Conta que, ao receber

o convite para assumir a posição de CEO após um período afastada da publicidade, sua reação inicial foi de dúvida. Ainda assim, decidiu aceitar, entendendo esse movimento como parte do processo de assumir novas responsabilidades. 

Essa percepção dialoga com experiências vividas por outras executivas que, em diferentes setores, também observaram como determinadas regras seguem presentes no cotidiano corporativo. Ao longo da trajetória, Danielle Ceccato, Head de Marketing da Getnet, observou que muitas dessas dinâmicas aparecem em situações comuns do dia a dia, como interrupções constantes em reuniões ou a necessidade de reafirmar ideias para garantir reconhecimento. 

Hoje, atuando em uma companhia com forte presença feminina na liderança, onde mais de 40% dos cargos são ocupados por mulheres, destaca um ambiente que vem avançando de forma consistente nessa agenda. Quando se depara com esse tipo de situação, adota uma abordagem prática: responde com postura e estratégia, seja utilizando o silêncio como forma de reposicionamento, seja reforçando seus pontos com clareza, mantendo um tom equilibrado, sem abrir mão da firmeza. 

Esse aprendizado também se reflete no conselho que costuma dar para quem está começando. Para Danielle, não é necessário se moldar a um padrão para ganhar espaço. “Você não precisa se endurecer para caber”, resume. Em sua carreira, percebeu que tentar se ajustar a expectativas externas muitas vezes afastava da própria identidade e que existe espaço para diferentes formas de atuação, especialmente com a presença crescente de mais mulheres em posições estratégicas. 

Já Nathalie Honda, CMO da Wella Company Brasil, chama atenção para outro ponto recorrente na construção de carreira: a ideia de que existe um único caminho para alcançar resultado. Na sua experiência, essa lógica vem sendo questionada na prática. 

Ao longo da trajetória, passou por contextos em que a adaptação a modelos já estabelecidos parecia inevitável, mas também percebeu que há espaço para outras formas de atuação. Para ela, um dos principais aprendizados foi entender que leveza e consistência não são opostas. “Existe muito valor em fazer as coisas de forma mais humana e leve, e isso também traz resultado”, afirma. 

Esse olhar se conecta diretamente com referências que marcaram sua carreira. Nathalie destaca a influência de uma liderança feminina que, independentemente da pressão ou do volume de trabalho, mantinha uma rotina clara de priorização da vida pessoal. Sair no horário para estar com a família não era exceção, mas parte do modelo de gestão. 

O impacto dessa postura foi além do exemplo individual. Trouxe uma nova perspectiva sobre produtividade e resultado, mostrando que é possível construir entregas consistentes sem necessariamente seguir uma lógica de sobrecarga ou disponibilidade constante. Para Nathalie, esse tipo de referência amplia o entendimento sobre liderança e abre espaço para trajetórias mais sustentáveis ao longo do tempo. 

O que se percebe, a partir desses relatos, é um mercado que ainda opera com certas referências bem definidas, mas que já convive, com outras formas de atuação. Essas regras não ditas continuam influenciando decisões, comportamentos e a forma como trajetórias são construídas, especialmente em ambientes mais tradicionais, onde determinados padrões ainda orientam a percepção de liderança e resultado. 

Ao mesmo tempo, a experiência dessas executivas mostra que existe uma leitura mais prática sobre como navegar nesse cenário. Cada uma, dentro do seu contexto, foi ajustando o percurso, entendendo quais códigos fazem sentido seguir e quais podem ser reinterpretados. Esse processo aparece no dia a dia, na forma de sustentar posicionamentos, conduzir relações e consolidar entregas com consistência. 

No Dia Internacional da Igualdade Feminina, esses relatos ajudam a ampliar a discussão sobre equidade para além dos indicadores de representatividade. Eles mostram que transformar o ambiente corporativo também passa por questionar padrões pouco visíveis, mas profundamente enraizados, e abrir espaço para formas mais diversas de liderar. É nesse movimento, contínuo e muitas vezes silencioso, que as regras não ditas começam, aos poucos, a ser reescritas.
 

W3haus


Dia Mundial do Cachorro: Boehringer Ingelheim reforça a prevenção como a melhor demonstração de cuidado em todas as fases da vida canina

Acompanhamento veterinário contínuo e inovações tecnológicas garantem a qualidade dos pequenos momentos ao lado dos cães desde filhotes até a fase sênior

 

O Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, destaca o vínculo profundo entre os cães e seus responsáveis, promovendo a conscientização sobre a adoção responsável e o bem-estar do animal. Para que esse vínculo perdure, a Boehringer Ingelheim, farmacêutica multinacional, alerta o mercado de que o carinho e o cuidado devem estar presentes em todas as etapas da vida do animal. E, independentemente da idade, a melhor solução é sempre a prevenção. 

A saúde é a base estrutural para o bem-estar dos cães. A companhia ressalta que as ações mais essenciais para garantir a qualidade de vida do animal devem ocorrer de forma preventiva, muito antes que haja qualquer motivo visível para preocupação. O cuidado faz a diferença para que tutores e cães vivam intensamente as experiências de cada fase, e o acompanhamento veterinário precisa ser adaptado a essas diferentes necessidades:
 

Filhotes: A base para o futuro 

Os primeiros meses são o alicerce para a saúde a longo prazo. O foco absoluto nesta etapa inicial é a medicina preventiva básica, que inclui os rigorosos protocolos de vacinação e a proteção contínua contra parasitas. O que acontece nesses primeiros meses molda o bem-estar do cão para os anos seguintes.
 

Adultos: Saúde para novas aventuras 

A vida com um cão adulto é sinônimo de companheirismo e energia. Olhar para a saúde nesta etapa os mantém ativos, felizes e prontos para qualquer desafio e é aqui que os exames de rotina se provam vitais, pois a base de qualquer aventura é a saúde. Muitas doenças, como as cardiopatias, podem afetar os cães muito antes de existirem sinais óbvios. Hoje, a rotina preventiva conta com aliados de peso, e um exemplo são as ferramentas inovadoras de inteligência artificial para avaliar sons cardíaco, que já estão disponíveis em consultórios, ajudando veterinários na detecção precoce de alterações em cães que parecem perfeitamente saudáveis.
 

Seniores: Um cuidado mais profundo e sob medida 

Cães mais velhos trazem um tipo diferente de alegria: mais lenta, mais calma, mas mais significativa do que nunca, construída sobre anos de confiança. Essa ligação especial vale a pena ser protegida, e com o avanço da idade, o risco de doenças cardíacas aumenta, tornando os check-ups veterinários indispensáveis. O diagnóstico precoce das doenças cardíacas começa com uma avaliação clínica cuidadosa, que inclui anamnese detalhada e auscultação criteriosa, permitindo a identificação precoce de alterações cardiovasculares. 

"O cuidado e o carinho acompanham o cão desde o momento em que ele chega à família até a maturidade. Cada etapa exige um olhar diferente, mas a prevenção é a resposta e a melhor solução em todas elas", explica Mariana Silva, médica-veterinária e consultora técnica de pets da Boehringer Ingelheim. "Para proteger os momentos que tanto importam, aliar a ida regular ao veterinário com tecnologias inovadoras de diagnóstico permite agir cedo. Cuidar preventivamente é a maior prova de amor que podemos oferecer aos nossos companheiros", complementa. 

A companhia reforça que cuidar de um cão é estar presente e contar com o apoio do médico-veterinário em todas as fases da vida, utilizando o que há de mais moderno na medicina preventiva para proteger o bem-estar animal.

 

Do Google ao ChatGPT: quem orienta melhor quando o assunto é saúde auditiva?

Imagem criada por IA
Estudo publicado em 2026 mostra que ferramentas de inteligência artificial podem oferecer respostas sobre saúde auditiva superiores às encontradas no Google, mas ainda apresentam lacunas e reforçam a importância da avaliação de especialistas

 

O paciente mudou e a forma de buscar informações sobre saúde também. Quem nunca sentiu alguma coisa e antes mesmo de pensar em procurar ajuda de um profissional, utilizou a internet para pesquisar sobre o que estava sentindo, que atire a primeira pedra. Seja uma dor específica em alguma parte do corpo, algum tipo de incômodo, a busca por informações em sites de pesquisas e ferramentas de inteligência artificial, além de ser muito comum, muitas vezes é determinante para definir se a pessoa irá ou não agendar uma consulta. 

 

No caso do zumbido, um dos sintomas auditivos mais comuns, essa realidade acende um novo alerta: quem garante que a resposta fornecida está correta, completa e adequada para aquele paciente? Um estudo publicado em 2026 na revista Otology & Neurotology comparou a qualidade das informações sobre zumbido oferecidas por seis sistemas de inteligência artificial generativa com aquelas encontradas em uma busca tradicional no Google

 

Os pesquisadores utilizaram 30 perguntas relacionadas ao zumbido e submeteram as respostas à avaliação de seis especialistas, considerando critérios como precisão, clareza, relevância, completude e utilidade. O resultado mostra que a inteligência artificial já começa a superar os mecanismos tradicionais de busca quando o assunto é informação sobre saúde. Entre as plataformas analisadas, o OpenEvidence apresentou a maior pontuação média, seguido por Claude, DeepSeek, GPT-4, Gemini e GPT-5. O Google Search apresentou a menor pontuação entre as opções avaliadas.

 

No entanto, vale reforçar que apesar do desempenho superior das ferramentas de IA, o estudo também identificou uma fragilidade importante: a completude das respostas. Ou seja, uma informação pode estar correta, ser bem estruturada e parecer convincente, mas ainda assim deixar de abordar aspectos relevantes para a compreensão do quadro. 

 

“Esse é um ponto de atenção muito importante. A inteligência artificial consegue organizar uma grande quantidade de informações e responder de maneira cada vez mais convincente, mas isso não significa que ela compreenda o contexto clínico daquele paciente. No caso do zumbido, por exemplo, existem diferentes causas, manifestações e possibilidades de tratamento. A mesma queixa pode ter origens muito distintas”, explica a fonoaudióloga e diretora de Marketing e Produtos Latam da WSA, Gisele Munhoes dos Santos.

 

Outro ponto relevante do estudo foi a relação entre qualidade técnica e facilidade de compreensão. A ferramenta que recebeu a melhor avaliação dos especialistas, também apresentou respostas com maior nível de complexidade de leitura, equivalente ao de uma pessoa com formação de pós-graduação. O resultado revela um desafio que vai além da precisão: informação de saúde precisa ser correta, mas também precisa ser compreensível para quem está recebendo aquela informação.

 

No caso do zumbido, isso ganha ainda mais importância. A percepção de sons como chiados, apitos ou ruídos sem uma fonte externa, pode ter diferentes características e estar associada a múltiplos fatores. Uma resposta genérica encontrada na internet ou produzida por uma IA pode ajudar o paciente a formular perguntas, mas não substitui uma investigação individualizada.

 

“Existe uma diferença enorme entre informar e diagnosticar. A IA pode ser uma ferramenta interessante para ampliar o acesso à informação e ajudar o paciente a entender melhor o tema, mas ela não consegue substituir a escuta clínica, a avaliação auditiva e a análise individual de cada caso”, reforça a fonoaudióloga.



O novo desafio da saúde auditiva na era da IA 

 

A popularização da inteligência artificial transforma também a relação entre pacientes e profissionais de saúde. Se antes o desafio era combater informações incorretas encontradas em buscas na internet, agora os especialistas passam a lidar com respostas produzidas por sistemas capazes de apresentar conteúdos de maneira extremamente articulada e aparentemente confiável. Esse cenário reforça a importância de combinar tecnologia, informação de qualidade e acompanhamento profissional

 

A inteligência artificial pode contribuir para a educação do paciente, facilitar o acesso a conteúdos e estimular a busca por ajuda especializada. O cuidado está em não transformar uma resposta automatizada em uma conclusão clínica. O estudo não aponta para uma disputa entre inteligência artificial e profissionais de saúde. Pelo contrário: seus resultados sugerem que as novas tecnologias podem ser ferramentas úteis para ampliar o acesso à informação, desde que utilizadas com senso crítico.

 

“Estamos entrando em uma fase em que o paciente chega ao consultório não apenas com sintomas, mas também com informações que encontrou, ou recebeu de uma inteligência artificial. O papel do profissional passa a ser também ajudar a interpretar essas informações, separar o que é evidência do que é generalização e colocar tudo isso dentro da realidade daquele indivíduo”, confirma Gisele.  

 

Para quem apresenta zumbido, a recomendação é simples: usar a IA para perguntar, não para concluir. A tecnologia pode ajudar o paciente a entender o que é zumbido, conhecer termos relacionados ao tema e preparar perguntas para uma consulta. Mas a identificação das possíveis causas e a definição da melhor conduta dependem de avaliação individualizada. 

 

 

WSA



Dor na relação sexual não é normal: quando o desconforto pode indicar alterações da saúde íntima

Ressecamento vaginal, perda de elasticidade e mudanças hormonais podem comprometer a qualidade de vida e a vida sexual; tratamentos modernos ajudam a restaurar conforto e funcionalidade da região íntima.

 

Sentir dor ou desconforto durante o ato sexual é uma queixa recorrente nos consultórios ginecológicos, mas frequentemente silenciada por tabus ou pela falsa ideia de que o problema faz parte do envelhecimento natural do corpo. Alterações na saúde íntima, como o ressecamento vaginal, a perda de elasticidade dos tecidos e as oscilações hormonais típicas de fases como o pós-parto e a menopausa, impactam diretamente a qualidade de vida e o bem-estar emocional das mulheres. O alerta dos especialistas é claro: sentir dor na relação nunca deve ser considerado algo normal.

 

Para a sócia da Clarizia Saúde da Mulher, o primeiro passo para resolver o problema é desfazer o estigma e buscar avaliação médica especializada. "Muitas pacientes chegam ao consultório acreditando que o desconforto é um caminho sem volta, o que gera um desgaste enorme na autoimagem e nos relacionamentos. No entanto, na enorme maioria dos casos, a dor tem causa física identificável e tratamento eficaz", explica a ginecologista e pós-doutora, expert no assunto.

 

A atrofia vulvovaginal é uma das causas mais frequentes desse quadro. Com a queda nos níveis de estrogênio, a mucosa vaginal perde espessura, lubrificação e capacidade de estiramento, tornando o atrito doloroso e causando até pequenas fissuras na região. Além das questões hormonais, fatores como infecções de repetição, endometriose, contraturas da musculatura pélvica e o uso de determinados medicamentos também podem desencadear o sintoma.

 

Felizmente, a medicina avançou significativamente no campo da ginecologia regenerativa, oferecendo alternativas que vão muito além dos lubrificantes temporários. Tecnologias como o laser vaginal, a radiofrequência íntima e led atuam na estimulação do colágeno local e na melhora da vascularização do tecido. "Essas terapias devolvem a umidade, a espessura e a elasticidade saudáveis ao canal vaginal, restaurando a funcionalidade da região sem a necessidade de procedimentos invasivos", destaca a médica da clínica.

 

A personalização do diagnóstico é indispensável para identificar se a origem da dor é hormonal, estrutural ou muscular, permitindo associar diferentes abordagens, inclusive a fisioterapia pélvica. Quando tratada adequadamente, a mulher recupera não apenas o conforto físico nas relações, mas também a sua confiança e a saúde integral em qualquer fase da vida. 



Fonte: Dra. Alessandra Clarizia | Ginecologista e pós-doutora, com atuação em ginecologia regenerativa e sócia da Clarizia Saúde da Mulher.


Clínica Clarizia
instagram: @clarizia.saudedamulher


Acordar durante a cirurgia? Tatuagem impede anestesia na coluna? Especialista esclarece 10 mitos e verdades sobre anestesia

 

Medo de perder a memória, alergia, riscos da anestesia geral e possibilidade de ficar consciente durante uma cirurgia estão entre as principais dúvidas dos pacientes antes de um procedimento


A anestesia ainda é cercada de dúvidas e receios que podem aumentar a ansiedade de quem vai passar por uma cirurgia. Afinal, é possível acordar durante o procedimento? A anestesia pode causar perda de memória? Quem tem tatuagem na região lombar pode receber anestesia na coluna? E a anestesia geral é mesmo mais perigosa do que a raquidiana? 

Para esclarecer essas questões, a Dra. Lucia Pereira Nascimento, anestesiologista do Centro Médico Elsimar Coutinho Day Hospital – CEPARH, explica dez dos principais mitos e verdades sobre o tema. 

“A anestesia moderna é extremamente segura quando realizada por profissional habilitado, em ambiente adequado e com monitorização. A técnica é escolhida de forma individualizada, considerando as condições clínicas do paciente, medicamentos em uso, alergias, cirurgias anteriores e o tipo de procedimento”, explica.

 

1. É possível acordar durante a cirurgia? 

Verdade, mas é muito raro.

A chamada consciência intraoperatória pode ocorrer durante a anestesia geral, fazendo com que o paciente se lembre de sons, vozes ou sensações. É mais associada a situações de emergência e procedimentos nos quais a quantidade de anestésico precisa ser limitada. 

“É importante diferenciar anestesia geral de sedação. Na sedação, o paciente pode permanecer parcialmente consciente. Na anestesia geral, o objetivo é manter o paciente inconsciente, com monitoramento contínuo dos sinais vitais”, esclarece a especialista.

 

2. A anestesia faz perder a memória? 

Verdade, geralmente de forma temporária.

Alguns medicamentos podem causar sonolência, confusão ou alterações temporárias de memória após a cirurgia. Isso não significa perda permanente. Idade, condições de saúde, tipo de cirurgia e medicamentos utilizados influenciam esse efeito. 

“É comum ter dificuldade para lembrar de momentos próximos à cirurgia. Isso é diferente de perda definitiva de memória”, afirma a médica.

 

3. Existe alergia à anestesia?

 Verdade.

Reações alérgicas aos medicamentos utilizados durante a anestesia podem acontecer, inclusive de forma grave, mas são raras. Por isso, o paciente deve informar alergias conhecidas e qualquer reação anterior a medicamentos ou anestesias. 

“Mesmo que não saiba qual medicamento causou uma reação anterior, o paciente deve contar ao anestesiologista”, orienta.

 

4. Quem tem tatuagem pode fazer anestesia na coluna? 

Verdade.

A tatuagem lombar, por si só, não impede a anestesia raquidiana ou outros bloqueios na região. Quando possível, o anestesiologista pode escolher uma área de pele sem pigmentação para realizar a punção. 

“Ter tatuagem nas costas não significa que a pessoa não poderá receber anestesia na coluna. Avaliamos a localização, o aspecto da pele e as condições do paciente”, explica a Dra. Lucia.

 

5. A anestesia geral é mais perigosa que a raquidiana? 

Mito.

Não existe uma técnica universalmente mais perigosa. A escolha depende do tipo de cirurgia, das condições clínicas do paciente e da relação entre riscos e benefícios. 

“O que existe é a técnica mais adequada para determinado paciente e procedimento. Por isso, a avaliação pré-anestésica é fundamental”, ressalta a especialista.

 

6. A anestesia geral faz o paciente parar de respirar? 

Verdade, em determinadas situações.

Alguns medicamentos utilizados na anestesia geral podem reduzir ou interromper temporariamente a respiração espontânea. Quando isso acontece, a equipe anestésica utiliza equipamentos para auxiliar a ventilação e monitora continuamente a oxigenação e os demais sinais vitais. 

“O paciente não fica simplesmente ‘sem respirar’. Temos recursos para controlar e auxiliar a ventilação durante todo o procedimento”, explica.

 

7. É preciso informar todos os medicamentos usados? 

Verdade.

Medicamentos de uso contínuo, suplementos, fitoterápicos e remédios usados eventualmente devem ser informados ao anestesiologista. Doenças preexistentes e experiências anteriores com anestesia também são importantes para o planejamento. 

“Um medicamento que o paciente considera comum pode ser relevante para a anestesia. É fundamental fornecer essas informações com precisão”, destaca a médica.

 

8. É possível sentir dor durante a anestesia geral? 

Mito, quando a anestesia é adequadamente conduzida.

O objetivo da anestesia geral é manter o paciente inconsciente e sem dor durante a cirurgia. A equipe monitora continuamente o paciente e ajusta os medicamentos conforme necessário. 

Casos de consciência acidental são raros e não devem ser confundidos com a sedação, na qual algum grau de consciência pode ocorrer.

 

9. Anestesia na coluna deixa a pessoa paralítica? 

Mito.

A raquianestesia bloqueia temporariamente a transmissão dos sinais nervosos, causando perda de sensibilidade e de movimento na região anestesiada. O efeito desaparece gradualmente à medida que o medicamento perde a ação. 

“A sensação de não conseguir movimentar as pernas pode assustar, mas esse bloqueio é esperado e temporário. O movimento e a sensibilidade retornam gradualmente”, explica a especialista.

 

10. A anestesia é sempre igual para todos os pacientes? 

Mito.

A anestesia é planejada individualmente, considerando idade, peso, doenças preexistentes, medicamentos, alergias, cirurgias anteriores e características do procedimento. 

“Duas pessoas podem fazer a mesma cirurgia e receber planos anestésicos diferentes. O objetivo é encontrar a estratégia que ofereça o melhor equilíbrio entre segurança, conforto e eficácia para cada paciente”, finaliza a Dra. Lucia Pereira Nascimento.

 

Informação ajuda a reduzir o medo

Conversar com o anestesiologista antes da cirurgia é uma das principais formas de reduzir a ansiedade e esclarecer dúvidas. 

“O paciente tem o direito de perguntar qual técnica será utilizada, por que foi escolhida, quais são os possíveis efeitos e o que será feito para garantir sua segurança. Uma boa conversa antes da cirurgia faz parte do cuidado anestésico”, conclui a Dra. Lucia. 

Além de conduzir a anestesia, o anestesiologista também atua no controle da dor durante e após o procedimento. O planejamento da analgesia contribui para um despertar mais tranquilo, com menos dor e mais conforto nas primeiras horas de recuperação. 



Dra. Lucia Pereira Nascimento - médica anestesiologista, associada à Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) e à Sociedade de Anestesiologia do Estado da Bahia (SAEB). Atua como coordenadora do Grupo de Anestesiologia do Centro Médico Elsimar Coutinho Day Hospital – CEPARH e integra, como sócia, o Grupo de Anestesiologia do Hospital Cardiopulmonar, da Rede D’Or. Com experiência na área de anestesiologia hospitalar, Dra. Lucia exerce papel de liderança na coordenação da assistência anestésica, contribuindo para a segurança e a qualidade do atendimento aos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos.


Centro Médico Elsimar Coutinho Day Hospital - CEPARH


Do centro cirúrgico para casa no mesmo dia: como novas técnicas estão mudando a recuperação após procedimentos vasculares

  

Tratamentos menos invasivos permitem reduzir o tempo de internação, diminuir o trauma cirúrgico e acelerar o retorno à rotina; especialista explica como a evolução da cirurgia endovascular tem transformado a experiência dos pacientes.

 

O avanço das técnicas minimamente invasivas tem transformado drasticamente a rotina dos procedimentos vasculares nos últimos anos. Se antes intervenções para tratar problemas como varizes complexas, aneurismas ou obstruções arteriais exigiam dias de internação e longos períodos de repouso, hoje grande parte dos pacientes consegue retornar para casa em poucas horas, com menos dores e recuperação acelerada.

O principal motor dessa mudança é a consolidação da cirurgia endovascular. Por meio de microincisões ou pequenas punções na pele, médicos conseguem guiar cateteres e dispositivos até a área afetada com o auxílio de imagens em alta resolução, dispensando os grandes cortes da cirurgia tradicional. Isso reduz significativamente o sangramento, o trauma nos tecidos e o risco de infecções hospitalares.

"A tecnologia mudou completamente a nossa abordagem. Conseguimos resolver quadros de alta complexidade com uma agressividade cirúrgica infinitamente menor", destaca Dr. Henrique Abreu. "Para o paciente, isso significa sair da sala cirúrgica já sabendo que dormirá na própria cama, algo que antes era impensável para a maioria desses tratamentos."

Além do conforto individual, o modelo de alta no mesmo dia alivia a pressão sobre a infraestrutura hospitalar e diminui o impacto psicológico da internação. O retorno precoce ao ambiente doméstico estimula a movimentação leve, fator crucial para prevenir complicações como a trombose venosa no pós-operatório.

A indicação para procedimentos ambulatoriais, no entanto, exige avaliação criteriosa do perfil clínico e uma estrutura de apoio pós-cirúrgico adequada. "Não se trata apenas de fazer uma cirurgia mais rápida, mas de garantir segurança absoluta. A seleção correta de quem pode ir para casa no mesmo dia e o acompanhamento nas primeiras 24 horas são passos fundamentais para o sucesso do resultado", complementa o especialista.

Com a evolução contínua dos materiais cirúrgicos e o aprimoramento das anestesias locais e sedações leves, a tendência é que os procedimentos vasculares se tornem cada vez mais ágeis e acessíveis, priorizando a qualidade de vida e a autonomia de quem passa pelo tratamento.



Fonte: Dr. Henrique Abreu | Especialista em Cirurgia Vascular
instagram: @dr.henrique.abreu


Pesquisa inédita revela: 92% dos brasileiros relatam algum tipo de sintoma respiratório no último ano; parte dos entrevistados subestima os sinais e adia a ida ao médico1,2

 

Respirar mal virou normal para os brasileiros? Estudo Datafolha mapeou o conhecimento da população e aprofundou os desafios de diagnóstico e adesão ao tratamento em grupo de pacientes com Asma, DPOC e Polipose Nasal.


Conviver com falta de ar, tosse frequente, nariz entupido ou outros desconfortos faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Uma pesquisa inédita realizada pelo Datafolha, em parceria com a biofarmacêutica GSK, revela que 92% da população brasileira relatou ter tido ao menos um sintoma respiratório nos últimos 12 meses¹. No entanto, o levantamento alerta para um fenômeno preocupante: a normalização dos sintomas. Entre os entrevistados, 92% concordam que quem fumou durante muitos anos terá problemas respiratórios; 62% acreditam que tosse ou falta de ar só precisam ser avaliadas por um médico quando começam a limitar as atividades do dia a dia; 57% concordam que é normal sentir falta de ar à medida em que as pessoas envelhecem; e 57% também avaliam que a tosse frequente é um efeito normal do tabagismo¹. 

A pesquisa foi estruturada em dois módulos independentes: uma etapa quantitativa representativa da população brasileira (2004 entrevistas)¹ e um módulo focado na jornada de cuidados, com amostra intencional de 213 pacientes diagnosticados com Asma, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) ou Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais (RSCcPN). Este último módulo foi realizado nas capitais São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA)². 

"Compreender o comportamento da sociedade frente às doenças respiratórias crônicas é fundamental para transformarmos a jornada de cuidado. O estudo mostra que a falta de informação e a aceitação passiva dos sintomas ainda são barreiras críticas para que as pessoas busquem ajuda e alcancem uma vida com mais qualidade e controle da saúde", destaca a Dra. Mariana Gazzotti (CREFITO-3 44501-F), Diretora Médica de ImunoResp e Produtos Estabelecidos da GSK Brasil.
 

Asma: a doença mais conhecida, porém, ainda longe do controle ideal

A asma lidera o índice de conhecimento entre a população: 84% dos brasileiros ouvidos declaram conhecer sobre a doença¹. No entanto, entre os pacientes entrevistados com esse diagnóstico, a percepção de controle representa um obstáculo significativo: 24% (quase 1 em cada 4) consideram seu quadro "pouco controlado" ou "nada controlado”². 

"Muitas pessoas aprendem a adaptar suas rotinas às limitações impostas pela asma, acreditando erroneamente que crises eventuais ou cansaço aos esforços são inevitáveis. A asma é uma condição crônica e inflamatória que possui tratamentos eficazes. O objetivo do acompanhamento médico é permitir que o indivíduo viva sem limitações diárias", explica o Dr. José Eduardo Delfini Cançado (CRM: 53862/SP), pneumologista e Professor de Pneumologia da Santa Casa de São Paulo.
 

A DPOC é uma das doenças respiratórias menos conhecidas do Brasil, apesar de afetar milhões de pessoas.

A sigla que nomeia uma das principais consequências do tabagismo é profundamente desconhecida no País. Apenas 10% da população afirmam conhecer ou ter ouvido falar da DPOC, e somente 3% dos brasileiros sabem o significado exato da sigla (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica)¹. 

Essa falta de informação reflete diretamente no cuidado contínuo: entre os pacientes entrevistados com diagnóstico de DPOC, 11% declaram não estar realizando nenhum tipo de tratamento atualmente². 

"A DPOC é uma doença progressiva, mas tratável. A escassez de conhecimento faz com que os primeiros sinais, como tosse matinal e cansaço progressivo, sejam ignorados por anos. Quando a pessoa finalmente procura atendimento, a função pulmonar já pode estar comprometida. Precisamos desmitificar a DPOC e engajar as pessoas na manutenção do tratamento contínuo", alerta o Dr. José Eduardo Delfini Cançado.
 

Polipose nasal: obstrução crônica e o alto impacto na qualidade de vida

A polipose nasal é pouco conhecida pela maioria da sociedade: apenas 17% da população brasileira conhecem sobre a condição¹. Na prática, o sintoma marcante de obstrução nasal prolongada é frequentemente confundido com quadros comuns e passageiros de rinite ou sinusite, retardando a investigação especializada.7 

O levantamento revelou que essa é a condição com a pior avaliação de controle da doença. Entre os pacientes entrevistados diagnosticados com polipose nasal, 33% consideram a doença "pouco controlada" ou "nada controlada"². 

"Viver com o nariz completamente desobstruído e recuperar sentidos como o olfato não deveria ser um luxo, mas o padrão de saúde. A polipose nasal afeta o sono, a disposição, o paladar e o bem-estar diário. O diagnóstico correto feito pelo otorrinolaringologista possibilita indicar terapias modernas capazes de tratar a causa da doença e devolver a qualidade de vida ao paciente", ressalta a Dra. Elisama Baisch (CRM: 93867/SP), Otorrinolaringologista e Gerente de Grupo Médico da GSK Brasil.
 

Inovações terapêuticas

As recentes aprovações regulatórias da Anvisa ampliam o arsenal terapêutico disponível para doenças respiratórias associadas à inflamação tipo 2 no Brasil. Em 2026, a agência reguladora autorizou o uso de mepolizumabe como tratamento complementar de manutenção em pacientes adultos com DPOC não controlada3, e aprovou depemoquimabeo primeiro imunobiológico de ultralonga ação aprovado para o tratamento de asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave mediadas por inflamação tipo 2, com 1 dose a cada 6 meses.4,8 

Os dois imunobiológicos atuam em mecanismos específicos da resposta inflamatória com potencial de reduzir crises e contribuir para o controle das doenças quando utilizado como parte de uma abordagem integrada de tratamento”, ressalta Mariana Gazzotti.
 

Sobre asma, DPOC e rinossinusite crônica com pólipo nasal

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que causa estreitamento dos brônquios, dificultando a passagem do ar. Os principais sintomas são falta de ar, chiado no peito, pressão torácica e tosse frequente5. 

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica trata-se de uma condição pulmonar progressiva e irreversível, frequentemente associada ao histórico de tabagismo ou exposição a fumaças e poluentes. Pode incluir bronquite crônica e enfisema pulmonar. É caracterizada por cansaço persistente, falta de ar progressiva aos esforços, tosse crônica e produção de catarro6. 

Já a Rinossinusite Crônica com Pólipos Nasais é uma doença inflamatória crônica da mucosa dos seios da face, caracterizada pelo surgimento de formações benignas (pólipos) nessas cavidades. Os sintomas incluem obstrução nasal frequente, perda ou redução do olfato e do paladar, secreção nasal e sensação de pressão na face7.
 

Sobre a metodologia utilizada

  • Módulo 1 (população geral 16+)¹: pesquisa quantitativa com 2004 brasileiros com 16 anos ou mais, realizada entre 6 e 10 de julho de 2026, em 137 municípios abrangendo todas as regiões do país. A amostra é representativa da população nacional, refletindo as proporções demográficas do país por região, porte de município, gênero, idade, escolaridade e classe econômica (com base na PNAD 2025, Consolidado Datafolha 2025 e ABEP 2026). A margem de erro máxima é de ±2 pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%¹.
  • Módulo 2 (aprofundamento com pacientes)²: estudo com 213 pacientes, selecionados intencionalmente a partir de abordagens próximas a unidades de saúde públicas, privadas e ONGs especializadas nas capitais São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA), entre 17 e 24 de julho de 2026. As entrevistas envolveram pessoas com 12 anos ou mais (ou seus acompanhantes responsáveis) com diagnóstico confirmado de Asma/Asma Grave, Polipose Nasal/RSCcPN ou DPOC. As conclusões refletem a realidade deste grupo específico entrevistado e não podem ser generalizadas para toda a população de pacientes. A margem de erro para o total desta amostra é de ±7 pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%².

 

GSK
www.gsk.com.br


Referências

  1. Datafolha / GSK. Pesquisa de Comportamento e Conhecimento sobre Saúde Respiratória (Módulo População 16+). Amostra nacional com 2.004 entrevistas realizadas em 137 municípios entre 06 e 10 de julho de 2026. Margem de erro: ±2 p.p. Nível de confiança: 95%.
  2. Datafolha / GSK. Estudo de Jornada e Percepção com Pacientes (Módulo Pacientes). Amostra intencional com 213 entrevistas com pacientes (ou acompanhantes) diagnosticados com asma, DPOC ou polipose nasal nas capitais SP, RJ, BH e Salvador, realizadas entre 17 e 24 de julho de 2026. Margem de erro: ±7 p.p. Nível de confiança: 95%.
  3. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.583, de 16 de abril de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 22 abr. 2026. Disponível em: Diário Oficial da União – Resolução RE nº 1.583/2026.https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-1.583-de-16-de-abril-de-2026-700569961 Acesso em: 24 ago. 2026.
  4. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução-RE nº 1.896, de 7 de maio de 2026. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 11. mai. 2026. Seção 1, p. 164. Disponível em: Link. Acesso em: 24 ago. 2026.
  5. Global Initiative for Asthma (GINA). Global Strategy for Asthma Management and Prevention 2026. Disponível em: https://ginasthma.org/2026-gina-strategy-report/. Acesso em: 24 ago. 2026.
  6. Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD). Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of COPD: 2026 Report. Disponível em: https://goldcopd.org/2026-gold-report-and-pocket-guide/. Acesso em 24. ago. 2026.
  7. Fokkens WJ, Lund VJ, Hopkins C, et al. European Position Paper on Rhinosinusitis and Nasal Polyps (EPOS). Rhinology, v. 58, n. Suppl 29, p. 1-464, 2020.
  8. Depemokimabe. Bula do produto.

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