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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Pós-Carnaval impulsiona alta nas queixas de dor de garganta

Imagem de wayhomestudio no Freepik
Faringite, amigdalite e laringite aumentam após período de aglomerações; especialista orienta sobre sintomas, prevenção e sinais de gravidade


Depois de dias de festa, aglomeração e mudanças na rotina, é comum que os consultórios e prontos atendimentos registrem um aumento nas queixas de dor de garganta. No período pós-Carnaval — e também nos meses mais frios, quando passamos mais tempo em ambientes fechados e com ar-condicionado — cresce a circulação de vírus e, com ela, os casos de faringite, amigdalite e laringite. 

“As faringites e as amigdalites são as mais comuns no consultório. Os quadros são bem semelhantes, causam dor de garganta, podem ter febre baixa e mal-estar associado. A diferença é que a laringite vai se associar também com rouquidão. Às vezes, a dor nem é tão importante e o que marca mais é a alteração da voz”, explica a Dra. Raquel Rodrigues, otorrinolaringologista do HOPE - Hospital de Olhos de Pernambuco. 

Segundo a médica, existe, sim, sazonalidade. “Como mencionado anteriormente, no pós-Carnaval é esperado o aumento porque as pessoas estão mais juntas. E no nosso inverno também, porque ficamos mais em ambientes fechados, o que facilita a circulação viral. Além disso, o ar-condicionado deixa o ambiente mais ressecado, e o ressecamento da mucosa facilita a irritação da garganta”, afirma. 

Embora a maioria dos casos seja leve, é importante estar atento aos sinais de alerta. “Febre muito alta, dor muito intensa, dificuldade para respirar ou para falar, voz abafada — como se estivesse com uma ‘batata na boca’ — e falta de ar são sinais de gravidade. Nesses casos, a urgência deve ser procurada imediatamente”, orienta. 

De acordo com a especialista, a maioria das infecções de garganta são de origem viral. “Os quadros virais costumam vir acompanhados de outros sintomas, como nariz incomodando, moleza, sintomas mais sistêmicos. Geralmente são autolimitados, duram três ou quatro dias e o tratamento é de suporte: hidratação, alimentação adequada e analgesia”, detalha. 

Já as infecções bacterianas tendem a ser mais intensas. “A dor é mais localizada, mais forte, acompanhada de febre e prostração importante. Muitas vezes o paciente relata: ‘Eu estava bem e acordei ruim’. Diferente do viral, em que a pessoa diz que estava ‘sentindo que ia adoecer’”, explica a otorrino. Ela reforça que os sintomas podem se confundir e que a avaliação médica é fundamental para o diagnóstico correto. 

A automedicação, especialmente com antibióticos, é um risco. “Pode usar analgésico e antitérmico para aliviar os sintomas enquanto procura atendimento. Não é preciso deixar a criança ardendo em febre ou suportar dor. O que atrapalha é usar várias medicações por conta própria, pegar receita do vizinho ou orientação de balcão de farmácia e ir protelando a avaliação”, alerta. O uso inadequado de antibióticos, além de não resolver quadros virais, contribui para resistência bacteriana e pode mascarar sintomas importantes. 

Crianças e idosos estão entre os grupos mais vulneráveis. “As crianças ainda têm o sistema imunológico em amadurecimento e os idosos passam por um processo natural de envelhecimento da imunidade. Pessoas com comorbidades, como diabetes descompensado, ou que usam medicações imunossupressoras também têm mais risco”, destaca. 

A boa notícia é que hábitos simples fazem diferença. “Quando o paciente pergunta o que fazer para melhorar a imunidade, a resposta é: comer bem, fazer atividade física, dormir bem e se manter hidratado. Nas crianças, além do esporte, o brincar conta muito. Quem tem esses hábitos costuma ter quadros mais leves e menos frequentes”, afirma a médica. Ela também chama atenção para o controle de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, que impactam diretamente na resposta do organismo. 

Profissionais da voz, como professores e cantores, não necessariamente têm mais infecções por usar muito a voz, mas podem sofrer outras consequências. “O uso excessivo ou inadequado da voz pode causar lesões fonotraumáticas. Já o maior risco de infecção entre professores, por exemplo, está relacionado ao contato com muitas pessoas em ambientes fechados, especialmente na educação infantil”, explica. 

Para as próximas semanas, quando se espera aumento dos casos, a orientação é clara: “Manter alimentação equilibrada, sono adequado, hidratação, evitar excesso de bebida alcoólica e alimentos muito apimentados ou fermentados, que podem piorar o refluxo. Se possível, evitar aglomerações. E, ao surgirem sintomas, procurar ajuda especializada para não ficar apenas usando analgésico em casa esperando melhora espontânea”, finaliza a Dra. Raquel Rodrigues, otorrinolaringologista do HOPE - Hospital de Olhos de Pernambuco.


Brasil envelhece e famílias mudam critérios na escolha do cuidado domiciliar

Envato

Com mais de 32 milhões de idosos no país, especialista aponta os principais critérios que garantem qualidade e segurança no home care


Diante da maior oferta de cuidadores e empresas de home care, famílias precisam avaliar mais do que disponibilidade e preço. Especialista lista sinais de qualidade e alerta para pontos críticos que devem ser checados antes de levar o cuidado para dentro de casa. 

Na hora de contratar um serviço de cuidado domiciliar, as famílias vão muito além da busca por conveniência ou custo. O que está em jogo é a segurança, a dignidade e a qualidade de vida de quem será cuidado dentro do próprio lar. Ainda assim, nesse processo, é comum que familiares se deparem com dúvidas, informações desencontradas e equívocos que podem comprometer a qualidade da assistência prestada. 

Esse cenário de incertezas não é pontual, nem isolado. Ele reflete uma mudança estrutural no perfil da população brasileira, marcada pelo envelhecimento acelerado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2030 o número de pessoas com 60 anos ou mais deve ultrapassar o de crianças de até 14 anos. Atualmente, a população idosa já soma 32,1 milhões de pessoas, o equivalente a 15,8% dos brasileiros, conforme dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). As projeções indicam que, até 2070, esse grupo poderá representar 37,8% da população total, cerca de 75 milhões de pessoas, segundo a Agência Gov. 

Diante desse contexto, a escolha por um serviço de home care passa a exigir critérios cada vez mais rigorosos. Segundo o enfermeiro Gregue Ranwey, especialista em Home Care, a principal preocupação das famílias é garantir que o paciente receba um cuidado humano, contínuo e tecnicamente seguro. “As pessoas não estão apenas contratando um serviço. Elas estão confiando a saúde, a rotina e o bem-estar de alguém que amam. Por isso, buscam profissionais qualificados, mas também empatia e comunicação clara”, explica.

 

Um dos erros mais comuns nesse processo, de acordo com o especialista, é focar apenas no valor do serviço ou na quantidade de horas de atendimento, sem avaliar a estrutura que sustenta o cuidado. Aspectos como supervisão de enfermagem, capacitação contínua da equipe, plano de cuidado individualizado e acompanhamento clínico fazem toda a diferença nos resultados. “Home care não é apenas estar presente no domicílio. É planejar o cuidado, monitorar a evolução do paciente e ajustar condutas sempre que necessário”, destaca Gregue. 

Além da estrutura técnica, outro ponto decisivo para as famílias é a confiança na equipe que estará dentro de casa. O cuidado domiciliar envolve intimidade, rotina e adaptação ao ambiente familiar, o que exige profissionais preparados não apenas do ponto de vista técnico, mas também emocional. 

Nesse sentido, a comunicação aparece como um fator central na percepção de qualidade do serviço. A falta de alinhamento entre equipe, paciente e familiares sobre o plano de cuidado, a evolução clínica e as necessidades do dia a dia costuma gerar insegurança e frustração. “As famílias buscam transparência. Elas querem entender o que está sendo feito, por que está sendo feito e quais são os próximos passos. Quando isso não acontece, a sensação é de abandono, mesmo com alguém presente”, afirma o especialista.



Gregue Ranwey Pereira Marçal



Exposição ao sol pode causar danos irreversíveis à visão

freepik
Radiação ultravioleta provoca queimaduras na córnea, lesões na retina e perda visual progressiva, alerta oftalmologista 


Com a chegada dos dias mais quentes e ensolarados, cresce a disposição para atividades ao ar livre, praia, piscina e esportes sob o céu aberto. Mas junto com o calor, aumenta também a exposição aos raios solares — e, com ela, os riscos para a saúde dos olhos, muitas vezes negligenciados.
 

De acordo com a Dra. Michelle Farah, oftalmologista do H.Olhos, a radiação solar, especialmente os raios ultravioleta UVA e UVB, provoca danos cumulativos à visão ao longo da vida. “A exposição excessiva ao sol pode levar ao envelhecimento precoce das estruturas oculares e ao aumento do risco de tumores oculares, como câncer de conjuntiva e de pálpebras”, alerta. 

Diversas doenças oftalmológicas podem surgir ou evoluir com a exposição direta aos raios solares. Entre elas estão a catarata, o pterígio — popularmente conhecido como ‘carne crescida’ — e alterações na retina relacionadas à incidência intensa de luz. “A exposição solar constante e sem proteção favorece o desenvolvimento desses quadros e pode comprometer a visão de forma progressiva”, explica a especialista. 

Uma das ocorrências mais graves é o dano à retina causado pela exposição intensa e sem proteção, especialmente quando a pessoa olha diretamente para o sol. “Essas lesões podem provocar visão embaçada ou distorcida, manchas no campo visual e dificuldade para focar, principalmente na visão central. Em alguns casos, os danos podem ser permanentes”, destaca a Dra. Michelle. 

A atenção deve ser redobrada com bebês e crianças. Segundo a oftalmologista, os olhos nessa fase ainda estão em desenvolvimento. “O ideal é evitar a exposição solar entre 10h e 16h, priorizar passeios no início da manhã ou no fim da tarde, além do uso de óculos de sol adequados para crianças, chapéus e sombra sempre que possível”, orienta. 

Na hora de escolher os óculos de sol, a médica reforça que a cor da lente não é o principal fator. “O mais importante é que os óculos tenham 100% de proteção contra raios UVA e UVB, sejam de procedência confiável e tenham bom encaixe no rosto, reduzindo a entrada de luz pelas laterais”, explica. Ela alerta que óculos escuros sem proteção UV podem ser prejudiciais. “Óculos sem proteção UV não impedem a passagem da radiação ultravioleta. Além disso, por escurecerem o ambiente, levam à dilatação da pupila, permitindo a entrada de ainda mais radiação nociva nos olhos.” 

O uso de óculos de sol deve começar desde a infância. “Não existe idade mínima. Quanto mais cedo a proteção, menor o risco de problemas oculares no futuro, já que os danos causados pelo sol são cumulativos ao longo da vida”, reforça. 

Lentes de contato com filtro UV e óculos de grau com proteção ultravioleta são aliados importantes, mas não substituem os óculos de sol. “Não existem colírios capazes de bloquear a radiação solar, mas colírios lubrificantes podem ajudar no conforto ocular em ambientes muito claros e secos. Proteger os olhos do sol não é uma questão de estética, é uma medida fundamental para evitar danos que podem comprometer a visão de forma definitiva”, finaliza a Dra. Michelle Farah, oftalmologista do H.Olhos.


Queimação e refluxo? Veja quais são os sintomas e como tratar


Médico da rede AmorSaúde explica quais são as causas do refluxo gástrico, doença que afeta milhões de brasileiros


 

Conhecida popularmente como azia, a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) acomete 12% dos brasileiros, como aponta estudo publicado no Brazilian Journal Of Health Review. A condição ocorre quando o conteúdo do estômago retorna involuntariamente para o esôfago devido ao mau funcionamento da válvula esofágica, barreira existente entre os dois órgãos que deveria se fechar após a passagem dos alimentos. 


De acordo com o Responsável Técnico do AmorSaúde, Dr. Alexandre Pimenta, uma causa para o refluxo é a incompetência da musculatura que divide o esôfago do estômago, chamado esfíncter esofagiano inferior. "Se ficar patente, ou seja, quando o alimento passa, ele tem que abrir. Após essa passagem, ele tem que fechar. Se for um esfíncter frouxo, o ácido que está no estômago e o resíduo alimentar vai refluir, podendo machucar a mucosa esofágica. Por essa razão, há a sensação de desconforto”, explica o profissional da maior rede de clínicas médicas-odontológicas do Brasil. Ou seja, quando esse músculo não fecha corretamente após a passagem dos alimentos, o ácido estomacal e restos alimentares voltam para o esôfago, causando irritação e a sensação de queimação.


 

Sintomas e fatores de risco


Os sintomas da doença do refluxo gástrico costumam incomodar. Segundo o Dr. Alexandre, o paciente pode sentir dores ou a popular sensação de queimação e azia, especialmente após as refeições. “O paciente pode se queixar também, no caso do refluxo mais alto, de rouquidão, tosse noturna. Muitas vezes, a pessoa sente o alimento retornar ao se deitar”, pontua.


Sendo assim, para evitar episódios de refluxo, conforme instrui o médico, é essencial não se deitar logo após as refeições, pois o aumento da pressão no estômago pode piorar o quadro.


O médico aponta ainda que as causas do refluxo podem variar, incluindo má alimentação, tabagismo, consumo excessivo de álcool e hábitos de vida inadequados. “As principais causas da doença do refluxo são as que aumentam a pressão intra-abdominal, por exemplo, obesidade. Neste caso, existe um depósito de gordura dentro do abdômen que gera uma pressão na região gástrica e faz com que esse ácido que está no estômago reflua para o esôfago, causando a doença”, explica o Responsável Técnico do AmorSaúde.


Além disso, é importante também se atentar ao que se come e como os alimentos são preparados. "Frituras, alimentos muito ácidos, excesso de café e chocolates podem intensificar os episódios de refluxo", alerta o médico.


 

Diagnóstico e tratamento da doença do refluxo


Quando há suspeita ou sintomas recorrentes e prolongados da sensação de queimação ou azia, o ideal é procurar atendimento especializado com um médico da área de Gastroenterologia. A partir de exames como a endoscopia digestiva alta ou a pH-metria esofágica, no qual o médico insere um medidor no interior do esôfago do paciente, será possível observar as alterações de acidez no suco gástrico do paciente, explica o médico.


Alguns dos tratamentos da doença podem envolver uso de medicamentos, como antiácidos, e ajustes na alimentação. Em casos mais graves, quando há a existência da hérnia de hiato ou esofagite, a cirurgia é o caminho mais indicado.

Entretanto, a alimentação é um dos caminhos para a prevenção e manutenção do tratamento. Nesse sentido, o tratamento pode envolver o fracionamento da dieta, a diminuição da ingestão de alimentos que contribuem para o refluxo e a prática de aguardar três horas após as refeições para se deitar. “Na persistência dos sintomas, é muito importante procurar um médico para dar as orientações”, aconselha Dr. Alexandre.



Telemedicina: 5 usos corretos e 5 armadilhas comuns no cuidado em saúde

Select Operadora de Saúde destaca onde o atendimento remoto ajuda de verdade — e quando não substitui a consulta presencial


A telemedicina deixou de ser tendência para se consolidar como parte da rotina assistencial no Brasil. Regulamentada e incorporada por operadoras e serviços de saúde, a modalidade amplia o acesso e dá agilidade ao cuidado, desde que utilizada com critério. O desafio, segundo especialistas, é compreender onde ela funciona melhor e em que situações o atendimento presencial continua indispensável.

Para Select Operadora de Saúde, que já oferece telemedicina aos seus beneficiários como parte do cuidado integral, o atendimento remoto é uma ferramenta estratégica quando integrada à atenção primária e à prevenção. “A telemedicina não veio para substituir o médico presencial, mas para qualificar o acesso e organizar melhor o cuidado. Usada da forma correta, ela reduz riscos, evita atrasos e melhora a experiência do paciente”, afirma Luiz Dornelles, superintendente corporativo da Select Operadora de Saúde.

Onde a telemedicina ajuda de verdade: 5 usos corretos

1. Triagem e orientação inicial

A teleconsulta é eficiente para avaliar sintomas iniciais, histórico e fatores de risco, ajudando a definir o próximo passo: autocuidado, acompanhamento remoto ou encaminhamento presencial. “Ela orienta o paciente desde o início e evita tanto a negligência quanto a procura desnecessária por pronto atendimento, que poderia expor o paciente a outras doenças, além de enfrentar filas de espera”, explica Dornelles.

2. Acompanhamento de doenças crônicas estáveis

Pacientes com condições já diagnosticadas, como hipertensão ou diabetes, podem ser acompanhados remotamente para revisão de metas, adesão ao tratamento e ajustes pontuais, sem perder o vínculo com a equipe de saúde.

3. Leitura e explicação de exames já realizados

Com exames laboratoriais ou de imagem em mãos, a telemedicina permite discutir resultados, esclarecer dúvidas e decidir, de forma compartilhada, os próximos passos. “É um ganho de tempo e compreensão para o paciente”, diz o executivo.

4. Saúde mental e atendimentos conversacionais

Quando clinicamente indicado, o atendimento remoto favorece a continuidade do cuidado em saúde mental, ampliando o acesso e a regularidade das consultas.

5. Acompanhamento pós-consulta ou pós-procedimento

Check-ins de evolução, revisão de orientações e identificação precoce de sinais de alerta são usos eficazes do atendimento remoto.

Onde a telemedicina não substitui o presencial: 5 armadilhas comuns

1. Situações de urgência e emergência

Dor no peito, falta de ar intensa, sinais neurológicos súbitos ou sangramentos importantes exigem avaliação imediata presencial. A telemedicina não deve atrasar o atendimento de emergência.

2. Casos que dependem de exame físico detalhado

Avaliações que exigem palpação, ausculta, exame neurológico completo ou inspeção clínica minuciosa têm limitações no ambiente remoto.

3. Riscos à privacidade e ao sigilo

Plataformas improvisadas ou ambientes sem confidencialidade comprometem a segurança da informação e a relação médico-paciente. “Telemedicina exige prontuário, proteção de dados e responsabilidade profissional”, ressalta Dornelles.

4. Falta de continuidade do cuidado

Atendimentos fragmentados, sem histórico clínico integrado, aumentam o risco de decisões incompletas. A coordenação do cuidado é essencial para a segurança do paciente.

5. Banalização do atendimento remoto

Usar a teleconsulta apenas como atalho para receitas ou atestados, sem critério clínico, compromete a qualidade assistencial e a confiança no modelo.

Telemedicina como parte do cuidado integral

Na avaliação da Select Operadora de Saúde, o sucesso da telemedicina está na integração com a atenção primária, na prevenção e no acompanhamento contínuo dos beneficiários. “O extenso atendimento faz parte da espinha dorsal da Select. A telemedicina é uma aliada estratégica, mas sempre conectada a uma rede assistencial preparada para acolher o paciente presencialmente quando necessário”, afirma Luiz Dornelles.

Na Select, todos os teleatendimentos são feitos por médicos qualificados, desde a primeira consulta. Segundo o superintendente, o futuro do cuidado passa pelo equilíbrio entre tecnologia e contato humano. “A boa medicina é aquela que usa a ferramenta certa, no momento certo, para cada pessoa. E isso vale tanto para o atendimento remoto quanto para o presencial”, completa.

A telemedicina também tem se consolidado como uma importante ferramenta de apoio para pais e responsáveis no cuidado com a saúde infantil. Com acesso rápido a orientações médicas e atendimentos especializados, é possível esclarecer dúvidas, avaliar sintomas e receber direcionamentos sem sair de casa. “Essa facilidade, disponível literalmente na palma da mão, contribui para decisões mais seguras, agilidade no cuidado e maior tranquilidade no dia a dia das famílias”, conclui.

 

Select Operadora de Planos de Saúde

 https://selectoperadora.com.br/  

Medicamento para osteoporose mostra potencial contra doenças causadas por excesso de ferro

 

Atualmente existem três medicamentos aprovados para tratar a sobrecarga de ferro,
 conhecidos como quelantes, mas eles tendem a apresentar efeitos colaterais como
náuseas e enjoos, o que dificulta a adesão ao tratamento
 (imagem: 
Drobotdean/Freepik)

Em estudo preliminar, realizado em células humanas, dois fármacos comumente usados para inibir a reabsorção óssea se ligaram ao ferro em excesso, evitando os danos celulares

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que dois medicamentos usados no tratamento da osteoporose (etidronato e tiludronato) podem ajudar a combater doenças causadas pelo acúmulo de ferro no organismo. Em testes realizados em células humanas, os fármacos se ligaram ao ferro em excesso, reduziram o estresse oxidativo e evitaram danos celulares. O estudo foi publicado na revista BioMetals.

“Atualmente existem apenas três medicamentos aprovados para tratar a sobrecarga de ferro, conhecidos como quelantes. Eles se ligam ao metal e, com isso, facilitam a sua eliminação pelo organismo. No entanto, eles tendem a apresentar efeitos colaterais importantes, como náuseas e enjoos, o que dificulta a adesão ao tratamento”, explica Breno Pannia Espósito, professor do Instituto de Química da USP e autor do estudo.

A pesquisa é resultado do trabalho de mestrado de Julia Tiemy Leal Konno, bolsista da FAPESP sob a orientação de Espósito.

No trabalho, os pesquisadores investigaram o uso de bisfosfonatos, fármacos comumente usados para osteoporose, como potenciais quelantes de ferro. No combate à osteoporose, eles atuam inibindo a reabsorção óssea. Isso tem efeito na progressão da doença já que, na osteoporose, a reabsorção óssea excede a formação óssea, causando perda progressiva de massa e densidade mineral, o que fragiliza o esqueleto e eleva o risco de fraturas.


Confirmação de uma hipótese

Diferentemente de estudos tradicionais de reposicionamento de fármacos, que geralmente testam diversos compostos em busca de novas aplicações, os pesquisadores tiveram como ponto de partida uma hipótese: a estrutura química dos bisfosfonatos, ricos em fosfatos, poderia se ligar ao ferro. Como ferro e cálcio competem no organismo (e o excesso de ferro pode agravar a osteoporose), os testes foram feitos em presença de níveis fisiológicos normais de cálcio.

“O ferro é essencial para o transporte de oxigênio e a produção de energia nas células. Sua deficiência causa anemia ferropriva, a mais comum das anemias. Mas, em excesso, ele se torna tóxico, gerando radicais livres que danificam as células”, explica Espósito.

Isso acontece porque o excesso de ferro no organismo leva a danos celulares graves por gerar muito mais radicais livres que a capacidade do organismo de neutralizá-los com antioxidantes.

As doenças de sobrecarga de ferro ocorrem quando o corpo acumula esse metal em níveis tóxicos. Isso pode ser causado por condições genéticas, como a hemocromatose (absorção excessiva de ferro), ou como consequência de tratamentos para outras doenças. Para pacientes com talassemia (produção deficiente de hemoglobina), por exemplo, as mesmas transfusões de sangue que salvam suas vidas são também a fonte de uma sobrecarga crônica e tóxica de ferro.

Espósito ressalta que os bisfosfonatos possuem grupos de fosfato em sua estrutura, que apresentam uma afinidade química por íons de ferro. “A ideia do nosso trabalho foi explorar essa afinidade para ‘capturar’ o excesso de ferro no organismo. Embora esses medicamentos já tenham sido usados para combater danos ósseos causados por sobrecarga de ferro, este é o primeiro estudo a propor seu uso como quelantes na ausência de doença óssea”, conta o pesquisador.

Além de etidronato e tiludronato, os pesquisadores testaram outros bisfosfonatos, que se mostraram muito eficazes em inibir a oxidação provocada pelo ferro em meio fisiológico. No entanto, eles foram mais tóxicos para as células, o que exigiria cautela em um eventual reposicionamento desses fármacos. A presença de cálcio em níveis normais reduziu parcialmente a ação desses compostos, sem anulá-la. No conjunto, o desempenho foi semelhante ao de um quelante padrão, com forte capacidade de se ligar ao ferro e conter o estresse oxidativo.

Também foi testado ranelato de estrôncio, outro antirreabsortivo. No entanto, ele não apresentou capacidade de quelação.

“O trabalho traz esperança para pacientes com sobrecarga de ferro, mas ainda é cedo para falar em aplicações clínicas. Como os testes foram feitos apenas em culturas celulares, os resultados representam mais uma prova de conceito do que uma descoberta. São necessários ainda muitos estudos antes que esses medicamentos possam ser reposicionados com segurança”, conclui o pesquisador.

O artigo Bone antiresorptives as potential chelators for iron overload diseases pode ser lido em: link.springer.com/article/10.1007/s10534-025-00777-4.

 

Maria Fernanda Ziegler

Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/medicamento-para-osteoporose-mostra-potencial-contra-doencas-causadas-por-excesso-de-ferro/57209




Quando o cocô não está normal e quantos dias é saudável ficar sem ir ao banheiro, médico explica

O funcionamento do intestino pode revelar muito sobre a saúde e ignorar os sinais que o corpo dá quando o cocô não está normal, pode resultar em complicações mais sérias, como o câncer colorretal, por exemplo. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Dr. Rodrigo Barbosa, da capital paulista, entender a frequência, a forma e a consistência das evacuações são essenciais para reconhecer possíveis problemas.

 

Quantos dias sem evacuar é considerado normal?

"O ideal é evacuar todos os dias, mas algumas pessoas podem ir ao banheiro a cada dois dias sem apresentar desconforto ou outros sinais de problemas. O importante é estar atento a mudanças no padrão regular de evacuação", explica o especialista que ainda alerta “se o período sem evacuar ultrapassar três dias, pode ser um sinal de alerta e indicar constipação que, se não tratada, pode causar complicações como fissuras anais, hemorroidas e até impactação fecal”.
 

Sinais de que o cocô não está normal

O médico ensina que fezes saudáveis devem ter uma consistência macia, semelhante a uma banana e serem eliminadas sem esforço. Para ficar de olho, Dr. Rodrigo ensina algumas alterações comuns que podem indicar problemas:

  • Fezes muito duras ou em forma de bolinhas: Sinal clássico de constipação, quando o intestino está retendo fezes por muito tempo;
  • Fezes líquidas ou pastosas: Podem indicar infecções ou má absorção de nutrientes;
  • Fezes muito escuras ou avermelhadas: Podem apontar a presença de sangue que deve ser investigado imediatamente;
  • Fezes esbranquiçadas ou amareladas: Podem indicar problemas no fígado ou na vesícula biliar.

Além desses sinais, Dr. Rodrigo fala que os sintomas como dor abdominal, inchaço ou desconforto generalizado são indicações que pode haver alterações no hábito intestinal e ainda podem sinalizar condições mais graves, como doenças inflamatórias intestinais ou até câncer colorretal, por isso, a importância de ficar atento.


Dr Rodrigo Barbosa - Cirurgião Digestivo sub-especializado em Cirurgia Bariátrica e Coloproctologia do corpo clínico dos hospitais Sírio Libanês e Nove de Julho. CEO do Instituto Medicina em Foco e coordenador do Canal ‘Medicina em Foco’ no Youtube Link


Essity reforça a importância da higiene das mãos para a prevenção de doenças como o vírus Nipah

 

Higienização das mãos é medida importante para a prevenção
de doenças infecciosas, como o vírus Nipah, afirmam Essity e Tork
FOTO DIVULGAÇÃO TORK

Casos recentes do vírus na Índia reacendem o debate sobre prevenção; por meio da marca Tork, Essity aponta higiene das mãos como medida importante em ambientes coletivos.

 

O registro recente de casos do vírus Nipah na Índia trouxe novamente à pauta a importância da higiene como medida básica de prevenção em saúde. Embora o Ministério da Saúde tenha informado que o vírus apresenta baixo potencial de causar uma nova pandemia e não represente risco para o Brasil, a Essity, líder global em higiene e saúde, e sua marca Tork, líder em soluções profissionais para higiene, avalia que o tema reforça a necessidade de atenção contínua aos cuidados em espaços públicos de uso coletivo.

A transmissão do vírus Nipah ocorre principalmente por contato direto com animais infectados ou com pessoas doentes, especialmente por meio de fluidos corporais. Em situações de contato próximo e prolongado, a transmissão também pode ocorrer por gotículas respiratórias, como aquelas liberadas durante tosse ou espirros, o que reforça a importância de medidas básicas de higiene e cuidado em ambientes compartilhados. 

Autoridades e especialistas destacam que práticas de higiene seguem sendo uma barreira importante contra a disseminação de diferentes agentes infecciosos, especialmente em locais como banheiros públicos, escolas, aeroportos, hospitais e centros comerciais, onde há grande circulação de pessoas.

 

HIGIENE DAS MÃOS

A higiene das mãos é uma das principais práticas para fortalecer a proteção sanitária em espaços compartilhados e contribui significativamente para reduzir a transmissão de agentes virais que podem se disseminar por contato direto ou por superfícies contaminadas. Em resposta a esses desafios, Essity e sua marca Tork promovem uma estratégia integral baseada em:

 

1. Lavar as mãos com água e sabonete, para a remover microrganismos e resíduos presentes na pele, especialmente após tossir, espirrar ou utilizar o banheiro.

 

2. Secar as mãos com toalhas de papel, essa é uma etapa essencial do processo de higiene. As toalhas de papel como os da Tork, de uso único, favorecem uma secagem eficiente e reduzem a umidade residual na pele, apoiando práticas robustas de higiene em locais de alto fluxo.

 

3. Uso de gel antisséptico, uma solução eficaz quando não há disponibilidade de água e sabonete. Sua presença em áreas estratégicas, como entradas, corredores, salas de reunião, incentiva hábitos contínuos de higiene.

 

HIGIENE EM ORGANIZAÇÕES

A adoção de boas práticas de higiene em organizações tem sido apontada como um elemento essencial para a saúde coletiva. “Quando as instituições contam com soluções adequadas, desde toalhas de papel e sabonetes, até dispensadores intuitivos e eficientes, cria-se um ambiente onde as pessoas podem se sentir cuidadas, seguras e capacitadas para manter rotinas saudáveis. Estamos comprometidos em promover uma higiene sustentável que melhore o bem-estar das pessoas e, ao mesmo tempo, fortaleça o desempenho dos negócios”, afirma Sarah Sampaio, Gerente Nacional de Vendas de Tork no Brasil. 

Nesse sentido, Essity e Tork recomendam:

1 - Equipar banheiros e áreas comuns com estações completas de higiene, incluindo sabão, água e toalhas de papel. 

2 - Disponibilizar gel antisséptico em áreas de grande circulação. 

3 - Desenvolver programas de capacitação contínua sobre técnicas adequadas de higiene das mãos. 

4 - Incluir sinalização educativa visível para reforçar as melhores práticas. 

5 - Estabelecer protocolos padronizados de limpeza e reposição. 

A Essity e sua marca Tork continuam inovando para oferecer soluções de higiene sustentáveis, eficientes e centradas na experiência do usuário. Com os produtos adequados, uma cultura de higiene bem implementada e uma estratégia institucional clara, é possível construir ambientes mais preparados e saudáveis diante de cenários como o do vírus o Nipah, além de uma ampla variedade de agentes infecciosos.

 

Essity
Para mais informações, acesse o site.


Idadismo ou Etarismo: o que podemos fazer?


Desde a infância, infelizmente, muitas pessoas são expostas a termos jocosos e depreciativos em relação à velhice, tais como: “isso é coisa de velho”, “quem gosta de coisa velha é museu”, “você parece um(a) velho(a)”, “está ficando gagá/caduco(a)”, “está fazendo hora extra”, “quem gosta de velho é reumatismo”, entre outras expressões pejorativas que humilham e alimentam o preconceito contra as pessoas de mais idade. Some-se a isso a prática de infantilizar o idoso, utilizando diminutivos como “vovozinha”, “comidinha”, “bracinho”, entre outros, que, embora pareçam carinhosos, podem reforçar estereótipos de fragilidade e incapacidade. 

Esse preconceito pode manifestar-se inclusive no meio médico. Alguns profissionais, por desconhecimento ou visão limitada acerca do processo de envelhecimento, atribuem queixas — especialmente dores ou lapsos de memória — simplesmente à “idade”, sem a devida investigação clínica. Tal postura pode gerar insatisfação, diagnósticos imprecisos e tratamentos inadequados. 

Generalizar que o idoso é “chato”, egoísta ou rabugento não é adequado nem justo. Tais características não decorrem exclusivamente da velhice. Se alguém apresenta determinados traços de personalidade na idade avançada, é provável que já os manifestasse desde sua juventude, podendo apenas tê-los acentuado com o passar do tempo. Há um aforismo que afirma: “Com o envelhecimento, aprimoram-se as qualidades e acentuam-se os defeitos.” Assim, cada pessoa tende a envelhecer como viveu.
 

O que é o Idadismo? 

A essa forma de discriminação baseada na idade damos o nome de idadismo ou etarismo. Trata-se de um fenômeno que afeta principalmente pessoas idosas por meio de estereótipos, preconceitos e práticas excludentes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o idadismo refere-se aos estereótipos (como pensamos), aos preconceitos (como nos sentimos) e à discriminação (como agimos) em relação aos outros com base na idade.

Na prática, o idadismo manifesta-se em diferentes esferas, podendo ser resumido em três pilares principais:

  1. No Trabalho: Exclusão de processos seletivos e demissão de funcionários experientes por serem considerados “velhos demais”, ignorando-se sua produtividade e competência. 
  1. Na Sociedade: Criação de imagens e estereótipos negativos que diminuem o valor e a capacidade da pessoa idosa. 
  1. No Cotidiano: Isolamento social e exclusão de espaços comunitários frequentados majoritariamente por jovens. 

Não são raros os casos de profissionais no auge de sua produtividade e conhecimento que são dispensados por serem considerados “velhos” para determinadas funções — e, muitas vezes, sequer atingiram a idade legalmente classificada como idosa. Perde-se, assim, um capital humano valioso, cujo aperfeiçoamento demandou anos de dedicação. 

Infelizmente, o envelhecimento ainda é cercado de estigmas. O termo “velho” é frequentemente empregado de forma pejorativa, associado a ideias de fraqueza, lentidão, irrelevância ou descartabilidade. Muitos evitam falar sobre a velhice — sobretudo sobre a própria — como se fosse um tabu ou como se o envelhecer não fosse um destino comum a todos.
 

O Tabu do Envelhecer 

Tal cenário pode estar relacionado a uma sociedade que glorifica a juventude, associando beleza, sucesso e relevância à idade jovem. Publicidade, redes sociais e produções audiovisuais reforçam a ideia de que a juventude representa o auge da vida, enquanto o envelhecimento seria algo a ser evitado. Essa visão cria pressão para manter aparência e estilo de vida incompatíveis com o curso natural da existência. 

Outro exemplo marcante é a diferença de julgamento social quanto à afetividade. Jovens podem expressar livremente seu afeto em público, enquanto dois idosos que namoram ou se beijam em uma praça frequentemente são alvo de críticas ou constrangimentos. Em alguns casos, há até reações desproporcionais, desrespeitando-se o direito ao amor e à sexualidade na velhice. 

Os jovens ainda enfrentarão o desafio de envelhecer — e de fazê-lo com qualidade de vida — apesar das inúmeras orientações de saúde disponíveis atualmente. Os idosos, por sua vez, já percorreram esse caminho e superaram, bem ou mal, os obstáculos que se apresentaram. 

“...de todas as realidades da vida, para o jovem, a mais abstrata é a velhice.” – Marcel Proust
 

O Futuro é Prateado 

Contudo, a realidade demográfica é inequívoca: a população idosa é a que mais cresce e continuará a crescer de forma progressiva. Projeções indicam que, por volta de 2060, representará a maior faixa populacional de todas, superando em muito a população infantil. Diante desse cenário, cabe perguntar: permaneceremos reféns do preconceito? Certamente não. 

A transformação exige ações concretas em múltiplas frentes da sociedade. Para combater o idadismo, algumas medidas são fundamentais:

  1. Educação e conscientização – promover cursos e campanhas sobre envelhecimento saudável, desmistificando estereótipos desde a infância;
  2. Valorização da experiência – reconhecer o conhecimento acumulado ao longo da vida como patrimônio social;
  3. Políticas inclusivas – Respeitando o Estatuto do idoso e fazendo cumprir as leis já aprovadas que protegem contra a discriminação etária;
  4. Valorização social – reconhecer a experiência e a sabedoria dos idosos como ativos valiosos;
  5. Programas intergeracionais – incentivar encontros entre gerações em escolas e comunidades, favorecendo a troca de experiências, o aprendizado mútuo e a superação de preconceitos.

Combater o idadismo é contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, na qual cada pessoa seja valorizada independentemente da idade. É compreender que o envelhecimento é uma etapa natural e rica da vida, repleta de sabedoria, experiências e contribuições significativas. Envelhecer com respeito e dignidade é um direito de todos. Uma sociedade que respeita seus idosos reconhece o valor da vida humana em todas as suas fases. 

“Não há assunto que os velhos não possam conduzir graças à sua inteligência.”
(Cícero, De Senectute, 44 a.C.)
 



Dr. Luiz Antônio da Silva Sá - especialista em Clínica Médica, Geriatria, Gerontologia e professor da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR)


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