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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Aberta a temporada de Travessias no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiro

Travessia Sete Quedas
 Divulgação

 

Único período do ano em que os dois campings ficam abertos, as travessias revelam cachoeiras, cânions e paisagens preservadas do Cerrado em roteiros de até três dias

 

Inicia hoje (15/6), a Temporada Travessias 2026 do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, experiência que permite percorrer trilhas de longo curso e passar a noite dentro da unidade de conservação durante o período seco do Cerrado.

 

A temporada é aguardada por aventureiros de todo o País por oferecer uma oportunidade exclusiva: este é o único momento do ano em que os dois campings do parque — Boa Sorte e Sete Quedas — permanecem abertos para pernoite dos visitantes.

 

Reconhecido como Patrimônio Natural Mundial pela Unesco, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros abriga mais de 65 mil hectares de Cerrado preservado, reunindo formações rochosas milenares, cânions, rios de águas cristalinas, cachoeiras e uma das maiores concentrações de biodiversidade brasileira. Durante as travessias, o visitante tem a oportunidade de explorar áreas remotas do Parque que normalmente ficam fora dos roteiros tradicionais.

 

Entre as experiências disponíveis está a Travessia das Sete Quedas, considerada uma das caminhadas mais bonitas do Cerrado brasileiro. Ao longo de aproximadamente 23,5 quilômetros, os visitantes atravessam campos rupestres, veredas e formações rochosas que conduzem a poços para banho e quedas d'água cercadas por natureza praticamente intocada. Dependendo do ritmo da caminhada, o percurso pode ser realizado em um, dois ou três dias. A área de camping tem capacidade para 40 pessoas, por noite.

 

Outra opção é a Travessia São Jorge–Capela, que conecta diferentes regiões da Chapada em uma jornada de cerca de 25 quilômetros. O trajeto proporciona uma perspectiva única sobre a diversidade de paisagens do parque e atrai especialmente viajantes em busca de desafios físicos e experiências autênticas em meio à natureza. O percurso pode ser realizado em 9h ou dois dias, incluindo um pernoite na área de camping, que tem capacidade para 30 pessoas, por noite.

 

Além das paisagens, um dos momentos mais marcantes da travessia acontece após o pôr do sol. Com pouca interferência luminosa e cercado pelo silêncio do Cerrado, o parque oferece condições privilegiadas para contemplação do céu estrelado, transformando o pernoite em uma experiência tão memorável quanto a caminhada.

 

As travessias são autoguiadas, com sinalização ao longo dos percursos, e consideradas de nível “pesado”, o que exige preparo físico compatível com trilhas de longa distância, além de boas condições de saúde. Os visitantes devem levar seus próprios equipamentos de camping, alimentação e itens pessoais para os pernoites, incluindo mochila, roupas leves e confortáveis, chapéu ou boné, protetor solar, repelente e garrafa de água, que são considerados itens indispensáveis.

 

 

Durante a temporada de travessias, a entrada no Parque é antecipada para 7h (o ingresso deve ser adquirido com antecedência). A orientação é que o percurso seja iniciado até, no máximo, 10h.

 

Já a visitação noturna ocorrerá nas noites entre quartas e domingo (e nas datas de feriados nacionais), contemplando os roteiros Saltos, Carrossel e Corredeiras; e Seriema, sendo que não é recomendado o banho de rio nesse período de visitação. O condutor e todos os visitantes deverão ter sua própria lanterna, não sendo aceitas lanternas de telefones celulares. Também não é permitido acampar ou entrar com barracas nesse período e, antes de partir, os visitantes recebem orientações sobre o trajeto e a biodiversidade no Centro de Visitantes.

 

Os ingressos devem ser adquiridos de forma antecipada. Mais reservas e mais informações estão disponíveis no site.


 

Serviço 


Temporada de Travessias 2026

Início: 15/6

Término: Não existe data específica em função do nível de água

Travessia Sete Quedas: 23,5 quilômetros

Travessia São Jorge–Capela: 25 quilômetros

Preço do ingresso: R$ 49,00, com meia entrada a R$ 24,50 e tarifa-entorno por R$ 5,00

Preço do pernoite: R$ 25,00 por pessoa e por noite

Dias de funcionamento: entre segundas-feiras e domingos

Horário da entrada: das 8h às 12h 



Parquetur
Mais informações no site


Burocracia digital e crédito fácil: André Naves alerta para o aumento da violência patrimonial contra idosos

No Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa (15/06), Defensor Público Federal aponta que a digitalização forçada de serviços e o assédio financeiro transformaram a exclusão em motor de superendividamento. 

 

Hoje, o mundo volta a atenção para o Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa. Longe de se restringir às agressões físicas, a violência na terceira idade tem ganhado contornos modernos e silenciosos no Brasil: a violência patrimonial e o abuso financeiro. Com a rápida e forçada digitalização do sistema bancário e de serviços públicos, milhões de idosos enfrentam barreiras invisíveis que os tornam alvos fáceis para golpes, fraudes e para o fenômeno do superendividamento. 

De acordo com dados da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, as denúncias de violência patrimonial e financeira contra idosos registram altas consistentes no Disque 100. A dinâmica atual da economia digitalizada agravou esse cenário. A exigência de aplicativos complexos, o fim do atendimento humanizado nas agências bancárias e a burocracia digital empurram o idoso para uma situação de extrema vulnerabilidade, muitas vezes obrigando-o a delegar suas senhas e decisões financeiras a terceiros. 

Paralelamente, o assédio comercial das instituições financeiras com a oferta predatória de empréstimos consignados - a apenas "um clique" de distância em telas de celular mal projetadas para a acessibilidade visual e cognitiva - tem comprometido a renda de subsistência de uma parcela massiva da população idosa. 

Para o Defensor Público Federal André Naves, especialista em direitos humanos e economia política, o fenômeno atual não é uma fatalidade, mas o reflexo de um etarismo estrutural que molda o mercado e o Estado. 

"A digitalização de serviços públicos e bancários deveria ser uma ferramenta de emancipação, mas se tornou um labirinto de exclusão. Quando desenhamos uma sociedade que ignora as características e limitações da população idosa, estamos praticando uma violência institucional. O resultado é o isolamento econômico e o superendividamento, que tiram a dignidade de quem passou a vida inteira produzindo", afirma Naves. 

O defensor ressalta que o debate precisa ir além da punição aos golpistas e alcançar a responsabilidade dos grandes agentes econômicos: 

"O mercado financeiro precisa entender que acessibilidade também é segurança. Simplificar processos, manter canais humanos de atendimento e barrar o assédio do crédito consignado predatório são deveres éticos e legais. Combater a violência contra o idoso em 2026 exige, fundamentalmente, humanizar a tecnologia e combater a burocracia que asfixia a terceira idade", conclui o defensor.



Além do gramado: O jogo oculto das marcas B2B na Copa do Mundo 2026

A Maior Copa da História como um Lab de Negócios

 

A Copa de 2026 (EUA, Canadá e México) não é apenas a maior em número de seleções (48), mas a mais complexa do ponto de vista logístico, tecnológico e de infraestrutura da história moderna. Conforme publicado pelo portal Brasil Escola, o novo formato estendeu o período do torneio de 30 para 38 dias e expandiu o calendário para um total de 104 partidas (64 a mais que o modelo anterior). Essa monumental descentralização pulverizou o evento por 16 cidades-sede, uma estratégia adotada justamente para diluir os desafios logísticos e aproveitar de forma otimizada a infraestrutura estrutural pré-existente de cada país 

Para o mundo B2B, isso muda o paradigma. Não se trata de patrocinar a Copa para vender mais refrigerante; trata-se de demonstrar capacidade operacional em escala global. Enquanto as marcas focadas em B2C travam uma batalha feroz no topo do funil de marketing para capturar a atenção de uma audiência global projetada pela Kantar em 5 bilhões de espectadores , com o mercado brasileiro demonstrando engajamento massivo, onde 77% dos consumidores pretendem acompanhar o torneio, o ecossistema corporativo joga em outra liga. Se a tecnologia, logística ou segurança de determinada empresa consegue aguentar a pressão de uma Copa em três países, ela consegue resolver o problema de qualquer multinacional.]
 

Três Pilares de Posicionamento Estratégico para o B2B

Para se posicionar de forma relevante sem o orçamento bilionário das marcas B2C, as empresas B2B devem focar em três territórios:
 

A. A Vitrine de credibilidade extrema

O melhor marketing B2B é a prova social. As marcas que estão fornecendo tecnologia de nuvem, conectividade 5G, soluções de cibersegurança, logística de suprimentos ou engenharia sustentável para os estádios devem transformar a Copa em seu estudo de caso definitivo. 

Essa abordagem de liderança de pensamento (thought leadership) atua como um escudo reputacional contra um erro crônico identificado pela Kantar em torneios passados: a saturação de mensagens genéricas. Estudos da consultoria revelaram que muitas marcas diluem seu valor de mercado ao centrar a comunicação excessivamente na temática lúdica da Copa e do futebol, esquecendo de ativar seu posicionamento proprietário e suas próprias soluções funcionais.
 

B. Hospitalidade Corporativa como decisão de negócios
 

A Copa do Mundo é o maior hub de networking do planeta. CEOs, diretores e tomadores de decisão de grandes indústrias estarão circulando pelos camarotes e cidades-sede. 

Esse ambiente de relacionamento VIP ganha um forte aliado na inteligência de dados. Indicadores da Kantar apontam que o comportamento do torcedor moderno é multiplataforma e analítico: 32% dos espectadores buscam ativamente estatísticas e análises táticas enquanto assistem às partidas. Marcas B2B de tecnologia e consultoria podem se apropriar desse hábito fornecendo insights técnicos e cruzamento de dados de negócios em tempo real dentro de seus fóruns executivos
 

C. ESG e Legado: O impacto real
 

A sustentabilidade (ambiental e social) de um evento dessa magnitude está sob escrutínio público severo em 2026. Empresas B2B que oferecem soluções de descarbonização, gestão de resíduos ou impacto social têm uma oportunidade de ouro.
 

3. Matriz de oportunidades
 

Onde está o valor por setor
 

A tradução desse potencial estratégico em narrativas de negócios varia drasticamente conforme o setor de atuação, exigindo abordagens customizadas para capturar a atenção dos tomadores de decisão. Com a expansão do torneio para 48 seleções, 104 partidas e um público estimado em mais de 5,5 milhões de torcedores nos estádios, o setor corporativo está diante de desafios operacionais que exigem soluções industriais de altíssima complexidade. 

No ecossistema de Tecnologia & SaaS, a grande oportunidade reside na viabilização da gestão de dados em tempo real e na inteligência artificial preditiva para conter o choque sistêmico de tráfego de pessoas e dados. Aeroportos centrais do torneio que já enfrentam gargalos logísticos severos, como os hubs de Miami (MIA) e Houston (IAH)], demandam soluções urgentes onde o processamento analítico e as ferramentas de pagamento totalmente sem fricção tornam-se vitais. Essa demanda por infraestrutura tecnológica é severamente amplificada pelo consumo não-linear de mídia. 

A Kantar destaca que os torcedores operam em regime de 'segunda tela': paralelamente à transmissão (onde 31% já utilizam plataformas de streaming), o público sobrecarrega as redes buscando notícias (68%) e interagindo com memes e redes sociais (50%). Softwares corporativos de nuvem e IA são os pilares invisíveis necessários para evitar o colapso dessas arquiteturas digitais Para essas marcas, o ângulo ideal de comunicação deve focar no data-driven storytelling, demonstrando de forma tangível como softwares de nuvem e IA são o motor invisível capaz de coordenar fluxos digitais de segurança e consumo para as mais de 6 bilhões de interações globais projetadas pela FIFA para o ecossistema do torneio. 

Quando o olhar se volta para o setor de Logística & Supply Chain, a escala continental da competição se transforma no maior estudo de caso do mercado global. Pela primeira vez dividida de forma simultânea entre três países e quatro fusos horários diferente, a Copa apresenta distâncias que desafiam qualquer cadeia de suprimentos: apenas o trajeto linear entre Vancouver e Miami ultrapassa as 3.400 milhas (cerca de 5.400 km), e simulações de rotas de grupos mais complexas apontam para deslocamentos integrados de até 6.424 milhas por equipe. 

A narrativa de posicionamento das empresas de logística deve abandonar o varejo para focar na eficiência cirúrgica e na resiliência da cadeia de suprimentos transfronteiriça sob estresse máximo, demonstrando capacidade de mover delegações, insumos e cargas críticas em tempo recorde. 

Por fim, o segmento de Energia & Infraestrutura encontra seu espaço de liderança em resposta direta à massiva pegada ambiental do torneio, projetada em aproximadamente 9 milhões de toneladas de emissões de CO2 equivalentes. Com o compromisso mandatório de mitigar o impacto local, as marcas B2B de transição energética ganham protagonismo.
 

O "ROI silencioso" 

O sucesso do posicionamento B2B na Copa do Mundo não é medido por likes ou share of voice na internet, mas pelo tamanho do pipeline de vendas gerado para os próximos 5 anos e pelo ganho de reputação institucional. É o "ROI silencioso" que consolida uma marca como líder de mercado.

Na Copa do Mundo das marcas, enquanto o B2C joga para a torcida, o B2B joga diretamente com os donos do clube.


LLYC


Ainda em junho, Samsung Ocean oferece aulas gratuitas de IA, Empreendedorismo, Games, Realidade Misturada e mais

Programa de capacitação tecnológica da Samsung oferece conteúdos gratuitos em áreas como Inteligência Artificial, desenvolvimento de games, programação, wearables e empreendedorismo, com opções presenciais e remotas 

 

O programa Samsung Ocean está com as inscrições abertas para as atividades da segunda quinzena de junho. A partir desta segunda-feira (15), a iniciativa promove aulas, cursos e laboratórios para os interessados em aprender mais sobre os diversos temas relacionados à tecnologia e inovação. 

O programa de capacitação tecnológica da Samsung é totalmente gratuito e oferece certificado de participação aos alunos concluintes. Pessoas de todo o Brasil pode participar das atividades remotas, enquanto moradores de São Paulo, Manaus e Brasília terão acesso às atividades presenciais* em seus respectivos campi.

 

Quem pode participar das atividades do Samsung Ocean? 

Podem participar das atividades do Samsung Ocean maiores de 18 anos com interesse em tecnologia e áreas correlatas. O público-alvo do programa é composto por estudantes, profissionais, empreendedores e interessados em geral.

 

Como se inscrever nas atividades do Samsung Ocean? 

Para se inscrever nas atividades do Samsung Ocean, basta acessar o site ou o aplicativo, disponível nas lojas oficiais, selecionar a aula/curso de seu interesse na agenda do mês vigente. Se ainda houver vagas disponíveis, clique no botão ‘Inscrever-se’ e siga as instruções de registro/login para reservar sua vaga.

 

O que posso aprender com o Samsung Ocean em junho? 

No formato online, os interessados em Jogos podem participar da aula introdutória para Desenvolvimento de Games, marcada para 15 de junho. Já nos dias 18 e 25, acontecem as aulas do curso de Integração Node.js, da Trilha de Backend. E na quarta-feira, dia 24 de junho, a Trilha de Wearables oferece aula para sobre o Algoritmo de Análise de Movimento com Wearables. 

No modelo presencial, o Campus de São Paulo do Samsung Ocean realiza duas aulas para o curso de Programação com Python, que acontecem nos dias 18 e 19 de junho. Já o campus de Brasília contará com a aula prática sobre Integração de APIs de Forma Descomplicada no dia 19, e uma aula sobre a Construção de Formulários com Kotlin no dia 26. 

Também no formato presencial, o campus de Manaus oferece o curso sobre Modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python, com aulas marcadas para os dias 15, 16, 18 e 19 de junho. A Trilha do Empreendedorismo, no dia 17, realiza a aula sobre a Estruturação de Negócios Inovadores. E os interessados em Realidade Misturada podem participar dos Laboratórios XR que acontecem nos dias 22, 23, 25 e 26 de junho. 

“O Samsung Ocean tem como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento em tecnologia e inovação, oferecendo oportunidades de capacitação alinhadas às demandas do mercado. Com isso em mente, a programação da segunda quinzena de junho reúne temas atuais e relevantes, permitindo que estudantes, profissionais e empreendedores ampliem suas competências de forma gratuita e com conteúdo de excelente qualidade”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung Brasil. 

As atividades do Samsung Ocean são totalmente gratuitas e concedem certificado de participação. Os interessados podem se inscrever pelo site www.oceanbrasil.com ou pelo aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

 

Agenda de atividades online

  

16/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Ecossistema da Saúde Digital e Tecnologias Emergentes

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Manufatura Aditiva para Digital Health (Parte 2)

- [TRILHA ANDROID] Android: Jetpack e Arquitetura

- Ocean Lab #10 Modelos de Negócios Inovadores e os desafios do mercado (Parte 2)

 

17/06

- [TRILHA METAVERSO] Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Realidade Virtual para Reabilitação

- [TRILHA GAMES] Introdução ao Game Design

- [TRILHA DESENVOLVIMENTO ÁGIL] Desenvolvimento Ágil: Framework Scrum

 

18/06

- [TRILHA BACKEND] Integração Node.js (Parte 1)

- Ocean Lab #10 PITCH PRÉ-DEMODAY (Parte 1)

 

19/06

- [TRILHA BACKEND] Programação Backend com gRPC: Construindo APIs Modernas e Escaláveis

 

22/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Aplicações de IoT na Saúde

- [TRILHA IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python

- [TRILHA FRONTEND] Imagens Adaptáveis com HTML e CSS: Design Fluido e Performance Web

 

23/06

- [TRILHA DESEN. AGIL] Introdução à Modelagem de Sistemas: Modelando Casos de uso

- [TRILHA UX] Prototipação no-code de soluções digitais

- Ocean Lab #10 PITCH PRÉ-DEMODAY (Parte 2)

 

24/06

- [TRILHA WEARABLES] Entendendo Algoritmos de Análise de Movimento com Wearables

 

25/06

- [TRILHA BACKEND] Integração Node.js (Parte 2)

- Ocean Lab #10 DEMODAY

 

26/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] ANVISA e Saúde Digital: Regulação de Tecnologias, Apps e Softwares Médicos

 

29/06

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletricidade Aplicada à Fabricação Digital

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Circuitos Eletrônicos para Prototipagem Digital

- [TRILHA IA] Laboratório de IA conversacional aplicada ao contexto acadêmico

 

30/06

- [TRILHA IA] Fundamentos de Visão Computacional: Conceitos e Implementações com Python

 

Atividades presenciais em São Paulo (SP)

 

18/06

- [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Aprendendo a programar em Python (Parte 1)

 

19/06

- [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Aprendendo a programar em Python (Parte 2)

 

Atividades presenciais em Brasília (DF)

 

19/06
- [TRILHA FRONTEND] Mão na Massa com React: Integração de APIs de Forma Descomplicada

 

26/06
- [TRILHA ANDROID] Android Studio na Prática: Construindo Formulários com Kotlin 

 

Atividades presenciais em Manaus (AM)

 

15/06

- [TRILHA BLOCKCHAIN] Desenvolvimento de dApps e Contratos inteligentes para Blockchain Ethereum

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 1)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva: Impressão e Escaneamento 3D (Parte 1)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 1)

- [TRILHA IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1)

 

16/06

- [TRILHA IA] Introdução à Otimização e Computação Evolutiva (Parte 1)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 2)

- [TRILHA IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2)

 

17/06

- [TRILHA EMPREENDEDORISMO] Lean Canvas: estruturando modelos de negócios inovadores

- [TRILHA IA] Advocacia do Futuro: Ferramentas de IA para Profissionais do Direito (Parte 1)

- [TRILHA IA] Introdução à Otimização e Computação Evolutiva (Parte 2)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 2)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva: Impressão e Escaneamento 3D (Parte 2)

 

18/06

- [TRILHA IA] Advocacia do Futuro: Ferramentas de IA para Profissionais do Direito (Parte 2)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 3)

 

19/06

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 3)

- [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva: Impressão e Escaneamento 3D (Parte 3)

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Entendendo e implementando modelos de Inteligência Artificial para diagnóstico na área da saúde com Orange e Python (Parte 4)

 

20/06

- [TRILHA FRONTEND] Frontend Web com ReactJS: Introdução (Partes 1 e 2)

 

22/06

- [TRILHA IA] Visualização de Dados em R

- [TRILHA METAVERSO] Laboratório de Realidade Misturada: XR (Parte 1)

 

23/06

- [TRILHA WEARABLES] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Ideathon Inovação & Saúde (Parte 1)

- [TRILHA METAVERSO] Laboratório de Realidade Misturada: XR (Parte 2)

 

24/06

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Ideathon Inovação & Saúde (Parte 2)

 

25/06

- [TRILHA DESEN. ÁGIL] Desenvolvimento Ágil: Introdução

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Ideathon Inovação & Saúde (Parte 3)

- [TRILHA METAVERSO] Laboratório de Realidade Misturada: XR (Parte 3)

 

26/06

- [TRILHA IA] Laboratório de Engenharia de Prompt

- [TRILHA ANDROID] Android: Push Notification com Firebase

- [TRILHA DIGITAL HEALTH] Ideathon Inovação & Saúde (Parte 4)

- [TRILHA METAVERSO] Laboratório de Realidade Misturada: XR (Parte 4)

 

27/06

- [TRILHA FRONTEND] Frontend Web com ReactJS: Integração com Backend (Partes 1 e 2)

 

29/06

- [TRILHA BLOCKCHAIN] Ferramentas de Suporte à Programação para Blockchain

 

30/06

- [TRILHA IA] Introdução à Estatística para Ciência de Dados

- [TRILHA WEARABLES] Android Studio: Sensores para smartwatches com Wear OS 5

- [TRILHA FRONTEND] Laboratório de prototipação com Arduino – Sensores 



Samsung Electronics Co. Ltd.
acesse a Samsung Newsroom em Link

 

SP Invisível e Anhanguera oferecem bolsas para curso de elétrica a pessoas em vulnerabilidade socia

Divulgação
Nova edição da Escola Invisível ofereceu bolsas para curso de elétrica com uma das maiores instituições privadas de ensino superior do Brasil e reforça a importância da qualificação profissional como ferramenta de inclusão social

A ONG SP Invisível celebra mais uma edição da Escola Invisível, programa voltado à capacitação profissional de pessoas em vulnerabilidade social e em acolhimento institucional, incluindo pessoas que já viveram em situação de rua. Realizada em parceria com a Faculdade Anhanguera, a iniciativa ofereceu bolsas para um curso de elétrica, ampliando oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho para participantes em processo de reconstrução de suas trajetórias.
 

O lançamento ocorre em um cenário que ainda impõe desafios relevantes na profissionalização. No Brasil, embora tenha havido redução, 18,5% dos jovens de 15 a 29 anos ainda não estudam, não trabalham e nem qualificados profissionalmente, o que representa 8,9 milhões de pessoas, segundo a PNAD Contínua, pesquisa oficial do IBGE. Globalmente, a taxa de matrícula bruta no ensino superior é de 39%, de acordo com a UNESCO, indicando que mais da metade dos jovens em idade adequada permanece fora desse nível de ensino.
 

É nesse contexto que a Escola Invisível atua, oferecendo formação profissional a públicos historicamente excluídos. A nova edição disponibilizou 12 bolsas de estudo para o curso de elétrica em parceria com a Faculdade Anhanguera, uma das maiores instituições privadas de ensino superior do Brasil. Com carga horária total de 60 horas, o curso combinou aulas online e cinco encontros presenciais na unidade da instituição em Itaquera, zona leste de São Paulo.
 

“Não é só sobre formar eletricistas. É sobre devolver a alguém a chance de recomeçar com dignidade, gerar renda e ocupar um novo lugar na sociedade. Quando a gente investe em formação, a gente muda trajetórias e isso transforma tudo.”, afirma André Soler, fundador da SP Invisível.
 

Os participantes desta edição são residentes de dois Centros de Acolhimento, o C.A. São Leopoldo Abecal e o Cidade Refúgio II. As vagas são destinadas a pessoas previamente triadas pela equipe da SP Invisível. Assistente social e psicólogo realizam entrevistas individuais para identificar interesse na área, comprometimento com a carga horária e condições de permanência no curso. O foco é garantir a conclusão da formação e ampliar as chances de inserção no mercado de trabalho.
 

“A Escola Invisível nasce para transformar o acesso em oportunidade real. Não basta oferecer formação, é preciso garantir que essas pessoas tenham suporte, acompanhamento e caminhos concretos para entrar no mercado de trabalho”, afirma Soler.
 

“Acreditamos que a educação tem um papel transformador na vida das pessoas, especialmente quando conectada à empregabilidade. Ao ampliar o acesso à qualificação profissional para públicos em situação de vulnerabilidade, conseguimos ir além da formação técnica, criando caminhos reais para inserção no mercado de trabalho. Parcerias como essa com a SP Invisível reforçam nosso compromisso com a inclusão produtiva e a geração de oportunidades”, afirma Letícia Moraes Silverio, diretora da Faculdade Anhanguera de Itaquera.
 

As aulas online forão realizadas com apoio das salas de informática dos próprios Centros de Acolhimento, com acompanhamento psicossocial. Além da formação técnica, os alunos receberam mentorias com foco em empregabilidade, incluindo orientação para entrevistas e preparação para processos seletivos. O trabalho complementa o acompanhamento já realizado pelas equipes dos centros.
 

“Participar do curso de eletricista tem sido uma oportunidade transformadora para mim, tanto no aspecto profissional quanto pessoal. Venho de outra área de atuação e poder adquirir novos conhecimentos neste momento representa um recomeço e a chance de construir uma nova trajetória. Sou muito grato à SP Invisível e à Anhanguera por proporcionarem essa oportunidade e ampliarem as perspectivas de pessoas em situação de vulnerabilidade.”, relata Eduardo, aluno do curso de Eletricista da instituição.
 

“Quando uma pessoa volta a acreditar que é capaz de aprender, trabalhar e gerar renda, a gente não está só formando um profissional, está reconstruindo uma trajetória inteira. É assim que a gente quebra ciclos de exclusão”, completa o fundador da SP Invisível.
 

Ao ampliar o acesso à educação profissionalizante para pessoas em vulnerabilidade social, a Escola Invisível reforça o papel da qualificação técnica como ferramenta concreta de inclusão produtiva e construção de autonomia. Iniciativas como essa dependem do engajamento da sociedade para continuar transformando trajetórias. Pessoas interessadas podem apoiar o programa e contribuir para que mais alunos tenham acesso à formação e a novas oportunidades por meio de doações à SP Invisível, acessando spinvisivel.colabore.org.

 

 

Desequilíbrio fiscal do governo faz Banco Central de refém, frente à Selic com margem cada vez mais limitada, diz FecomercioSP

Comitê volta a se reunir nesta semana para discutir a taxa básica de juros; parte do mercado espera um novo corte, de 0,25 p.p., enquanto outra acredita que ciclo terá uma pausa

 

O mercado está dividido. Parte dele acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), fará um novo corte na taxa básica de juros do País, a Selic, na reunião que começa nesta terça-feira (16). A projeção é para uma redução de 0,25 ponto porcentual (p.p.), o que a levaria para 14,25% ao ano (a.a.). Mas há outra parte que — diante dos dados da inflação, das incertezas globais e, até mesmo, da sinalização do acordo entre Estados Unidos e Irã — espera uma pausa no ciclo de cortes. 

Com os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, divulgados na última sexta-feira (12), a inflação já está em 4,72% no acumulado em 12 meses, acima do teto de 4,5%. 

No entanto, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), esse debate está viciado. Para além dos ciclos de cortes ou altas da Selic, é fundamental enfatizar uma conjuntura marcada pelo desequilíbrio fiscal. O BC e o comitê não têm margem de atuação e, no limite, reagem às necessidades conjunturais. O órgão é refém dos gastos explosivos do governo. 

A discussão se trata, na verdade, de orçamento, e não da Selic. Os dados corroboram essa análise: a dívida pública é, hoje, de 80% do Produto Interno Bruto (PIB), com uma projeção de chegar a 83,6% ainda neste ano, segundo o Tesouro Nacional. O Instituto Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal, calcula que essa dívida chegará a 117,7% do PIB em 2035, enquanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) já coloca o Brasil entre as economias emergentes mais arriscadas do mundo. 

Vale lembrar que, em 2025, foi a primeira vez que o governo brasileiro precisou pagar R$ 1 trilhão só em juros da dívida pública. Isso representa o dobro de todo o orçamento da Saúde e da Educação somado. 

Os dados da inflação não arrefecem, a partir daí, porque, com mais recursos na economia, a demanda agregada permanente estimulada, e os juros surgem mais para dar conta dessa dinâmica do que para regular o mercado. A FecomercioSP calcula que, para cada p.p. da Selic, a dívida bruta “ganha” R$ 55,9 bilhões. 

E, claro, essa estrutura atinge as famílias em cheio. Um terço do orçamento delas (29,3%) está comprometido com dívidas e a inadimplência segue em patamares elevados historicamente. Isso se vê até de forma mais clara nos Serviços, que corresponde a 60% do IPCA. Se o governo injeta dinheiro na economia via gastos, o setor é o primeiro a inflar. A Selic tenta conter a pressão dos preços — e até atinge bens manufaturados e a comida —, mas tem poder reduzido sobre os Serviços.  

O que fazer? Para a Federação, é urgente realizar um ajuste fiscal, de fato. A contenção estrutural dos gastos, reformando despesas obrigatórias, é o caminho mais “custoso”, do ponto de vista político, mas o ideal para recolocar o País em uma rota saudável. A longo prazo, permitirá a retomada do investimento e, então, um crescimento mais sustentável. Enquanto isso não for feito, o BC só terá o papel de reagir, como consegue, manejando os ciclos dos (altos) juros. 

 

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Violência contra idosos: negligência com informações de saúde também gera risco

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Com menos filhos, famílias espalhadas pelo mundo e uma população cada vez mais idosa, Brasil entra na era do cuidado, e a tecnologia pode auxiliar

 

Há uma cena que se repete em milhões de famílias brasileiras. Em casa, alguém procura um exame antigo no fundo de uma gaveta enquanto tenta lembrar qual médico receitou determinado medicamento. Da rua, um filho liga apressado para saber como foi a consulta da mãe idosa, enquanto o cuidador tenta reconstruir informações espalhadas entre papéis e mensagens de WhatsApp. O cenário do envelhecimento no Brasil começa exatamente aí, na dificuldade de organizar o cuidado. Nesse ponto, novas tecnologias, como a MYME, fundada em 2025, podem ajudar. 

O país está envelhecendo em uma velocidade histórica. Só entre 2016 e 2019, o número de familiares dedicados ao cuidado de pessoas com 60 anos ou mais saltou de 3,7 milhões para 5,1 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Censo 2022 identificou um crescimento de 57,4% no número de pessoas idosas ao longo de 12 anos, e as projeções indicam que essa transformação demográfica está apenas começando. O país tem aproximadamente 214 milhões de habitantes em 2026, com expectativa média de vida de 77 anos. Já em 2070, a população deve cair para cerca de 199 milhões de pessoas, mesmo com a taxa de mortalidade infantil caindo de 11,8% para 5,8%, enquanto a expectativa média de vida saltará para 83,9 anos. Traduzindo esses números: haverá menos jovens, menos pessoas economicamente ativas e muito mais idosos vivendo por mais tempo. 

Isso mostra como a lógica social está mudando. As famílias estão menores, há mais pessoas sem filhos e o mercado de trabalho permite (às vezes, exige) mobilidade. Profissionais trocam de cidade, estado e até país com mais frequência do que suas gerações anteriores. Pais envelhecem enquanto filhos vivem a milhares de quilômetros de distância. Ao mesmo tempo, de acordo com o IBGE, as principais atividades requeridas pelos idosos são monitorar ou fazer companhia dentro do domicílio (83,4%), auxiliar nos cuidados pessoais (74,1%) e acompanhar consultas médicas, exames e atividades sociais, culturais e religiosas (61,1%). Ou seja, tudo que demanda presença e tempo. 

Essa tendência já chamou a atenção do mercado de saúde e do cuidado. É o caso da MYME, plataforma gratuita que centraliza o histórico médico de usuários e seus dependentes, e qualquer informação do histórico pode ser enviada a terceiros, via link, quando necessário. “O cuidado com o idoso não acontece só na emergência. Acontece todos os dias, na rotina. Quando o histórico médico está organizado e atualizado, o acompanhamento fica mais fácil e mais seguro”, diz Lucas Santiago, cofundador da MYME, que é estruturada como uma Sociedade de Benefício Público (PBC), combinando modelo de negócio com propósito social. 

A plataforma da MYME permite registrar sintomas, exames, consultas, prescrições médicas, medicação, vacinação, além de prontuários de hospitais, clínicas e outras unidades de saúde, do usuário ou de seu dependente, seja criança, doente ou idoso. “Às vezes, o filho está em outra cidade, enquanto o cuidador acompanha a rotina do idoso presencialmente. A plataforma cria uma ponte para a troca de informações sem que elas fiquem dispersas e fragmentadas. O mesmo vale para equipes de cuidadores que se revezam em uma mesma casa. É uma forma de cuidar melhor e dar mais tranquilidade para todos os envolvidos”, afirma Gabriel Barros, cofundador da MYME.

 

Como a MYME funciona

Ao criar uma conta na MYME, o usuário pode inserir informações em categorias sugeridas – Sintomas, Exames, Visita Médica, Medicação, Vacina e “Outros” – ou criar suas categorias (por exemplo, controle de glicemia, controle de pressão arterial e ciclo menstrual). A plataforma aceita arquivos em PDF, imagem e texto e tudo é inserido em uma linha do tempo do paciente. Qualquer dado ou categoria pode ser compartilhado via link. 

“A plataforma também é pensada para o cuidado com o outro, lembrando que vivemos em comunidade e dependemos uns dos outros”, destaca Lucas Santiago. Por isso, a MYME permite que o usuário crie perfis de dependentes e divida sua gestão com outros responsáveis (familiares e cuidadores de um idoso, por exemplo).
 

Segurança de dados

A proteção de dados é um dos principais pontos de atenção do setor de saúde diante dos episódios recentes de vazamento de informações confidenciais. A segurança é o ponto focal da MYME. O desenvolvedor da plataforma, Gabriel Barros, é engenheiro de software com experiência de 15 anos no Yahoo Internacional e liderança em um projeto de isolamento de dados sensíveis com Google e Microsoft. Ele garante que “a construção da infraestrutura da MYME parte do princípio de que dados de saúde exigem um nível máximo de proteção e controle pelo usuário.

 

Complementar ao Meu SUS Digital

A MYME não disputa espaço com o Meu SUS Digital, plataforma do Ministério da Saúde que funciona como prontuário eletrônico do Serviço Único de Saúde (SUS). “O Meu SUS traz informações da rede pública e agora também permite o agendamento de consultas [inicialmente para 500 municípios brasileiros]. A MYME agrega o que o paciente tem em papéis, imagens e outros arquivos guardados consigo, além de dados do cotidiano que o SUS não registra”, diferencia Gabriel. 



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