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quinta-feira, 23 de abril de 2026

CPTM celebra o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais com ações culturais e distribuição gratuita de exemplares nas estações

Iniciativas reforçam a importância da formação de leitores e valorizam autores, em um cenário de queda do hábito de leitura


No dia 23 de abril é celebrado o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais. Durante a semana de comemoração, a CPTM realiza várias ações voltadas ao incentivo à leitura, à valorização da produção literária e ao reconhecimento do papel dos autores. A data, instituída pela UNESCO, é simbólica para a literatura mundial por marcar o falecimento de dois grandes nomes da literatura mundial: William Shakespeare e Miguel de Cervantes. 

O Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais é mais que uma homenagem; ele se consolida como uma mobilização global essencial para reafirmar o livro como um elo vital entre passado e futuro. Diante de um cenário desafiador, a data reforça a importância de conectar gerações e culturas por meio da literatura, especialmente em um momento em que a valorização do hábito da leitura se torna uma prioridade estratégica em diversos países. 

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, em 2024 o país passou a ter mais não-leitores (53%) do que leitores (47%). A tendência acompanha o cenário internacional. Nos Estados Unidos, o número de leitores por prazer caiu mais de 40% nas últimas duas décadas, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Flórida e do University College London. Já na Europa, quase metade da população não leu um único livro em um ano, de acordo com uma pesquisa do Gabinete de Estatísticas da Europa, Eurostat.

Estudos científicos indicam que a leitura em papel favorece maior compreensão e retenção do conteúdo, especialmente entre crianças, por envolver aspectos sensoriais que ampliam o processamento cognitivo. As ações da CPTM reforçam a importância de valorizar a leitura e também os autores, já que sem autores, não há livros, e sem livros perde-se uma das principais ferramentas de formação humana e cultural.

Incentivo à leitura na CPTM

Na quinta-feira (23), na Estação Ipiranga, uma ação em parceria com a Sociedade Paulista de Pediatria prevê a distribuição de mil livros ao público. A iniciativa aproveita o fluxo de passageiros para colocar o livro nas mãos de quem, muitas vezes, não teria contato com esse tipo de material no dia a dia. 

Na Estação Itaquaquecetuba, serão distribuídos 200 livros em parceria com a Letraria Cultural para estimular o hábito da leitura de forma espontânea, convidando os passageiros a levarem um exemplar e, a partir dessa experiência, criarem ou retomarem o vínculo com a literatura. 

Já na sexta-feira (24), na Estação Tatuapé, haverá uma roda de conversa literária, com a leitura de trechos da obra Quebrando os Limites Vol. 2 - Mulheres Negras e o Poder de Avançar, da escritora Valdinere Cristina, e Poemas Ynacabados da autora Esmeralda Ribeiro, seguida de um bate-papo dinâmico com as escritoras. A ação valoriza a literatura produzida por mulheres e promove o diálogo direto entre texto e leitor, transformando a estação em um espaço de escuta, reflexão e troca. 

Na Estação Itaquaquecetuba, o foco é a formação de leitores desde a infância, com a distribuição de 400 livros, sendo metade infantis e metade voltados ao público adulto. Em uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Itaquecetuba, os personagens do Sítio do Picapau Amarelo, Emília, Visconde de Sabugosa e Narizinho, estarão por lá para incentivar o hábito da leitura, resgatando referências afetivas e aumentando o contato das crianças com histórias que fazem parte da cultura brasileira. 

A CPTM faz a sua parte em ações que levam a literatura para o cotidiano dos passageiros. Em 2025, foram quase 11 mil livros doados em diversas ações. Este ano, somente no primeiro trimestre, foram distribuídos 2.103 exemplares, demonstrando a consolidação dessas atividades ao longo do tempo. Além das ações pontuais, a CPTM mantém iniciativas permanentes, como estantes de troca e gelotecas, que incentivam o compartilhamento de livros entre passageiros e ampliam o alcance da leitura na rotina diária.


Serviço

Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais

Distribuição de 1000 livros

Local: Estação Ipiranga (Linha 10-Turquesa)

Data: 23/04

Horário: 10h30

 

Distribuição de 200 livros

Local: Estação Itaquaquecetuba (Linha 12-Safira)

Data: 23/04

Horário: 10h30

 

Roda de conversa com leitura de trechos de obras de Esmeralda Ribeiro e Valdirene Cristina, seguida de bate-papo com o público

Local: Estação Tatuapé (Linha 11-Coral e Linha 12-Safira)

Data: 24/04

Horário: 12h

 

Distribuição de 400 livros, show musical e com os personagens do Sítio do Picapau Amarelo

Local: Estação Itaquaquecetuba (Linha 12-Safira)

Data: 24/04

Horário: das 8h30 às 12h30

 

Estação Jardim Romano da CPTM recebe ação de saúde nesta quinta-feira (23)

Divulgação
CPTM
Iniciativa oferece aferição de pressão arterial e orientações aos passageiros

 

A Estação Jardim Romano da CPTM recebe, nesta quinta-feira (23), das 19h às 21h, a ação “Estação Saúde”, com serviços gratuitos voltados à prevenção e ao cuidado com a saúde. 

Realizada em parceria com a Associação Sequencial de Ensino Superior, a iniciativa oferecerá aferição de pressão arterial e orientações com dicas para prevenção e combate de doenças. 

A proposta é levar serviços básicos ao cotidiano de quem utiliza o transporte público, facilitando o acesso à informação e incentivando o cuidado com a saúde no dia a dia.
 

Serviço

Estação Saúde
Data: Quinta-feira (23/04)
Horário: das 19h às 21h
Local: Estação Jardim Romano (Linha 12-Safira)


quarta-feira, 22 de abril de 2026

Instituto Butantan reforça recrutamento de voluntários de 60 a 79 anos, nos estados do PR e RS, para ensaio clínico da vacina contra a dengue

Recrutamento teve início em 3 de março e espera alcançar 767 voluntários de 60 a 79 anos, no Paraná e Rio Grande do Sul, para estudo que visa avaliar a segurança e a resposta imunológica da vacina contra a dengue para os idosos
 

O Instituto Butantan, órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde (SES) de São Paulo, está recrutando voluntários de 60 a 79 anos para os ensaios clínicos com a sua vacina da dengue, a Butantan-DV. O recrutamento teve início no dia 3 de março deste ano em um centro de pesquisa de Porto Alegre e um de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e outro de Curitiba, no Paraná. No final de março, outros dois centros de pesquisa de Porto Alegre foram ativados, isto é, também passaram a recrutar participantes. Até o momento, estão disponíveis 525 vagas nos centros de Porto Alegre, 106 no de Pelotas e 70 no de Curitiba. 

Ao todo, serão reunidos 997 participantes do sexo masculino ou feminino, sendo 767 idosos (de 60 anos a 79 anos) e 230 adultos (de 40 a 59 anos). Todos precisam estar saudáveis ou, no caso de serem portadores de doenças crônicas como hipertensão ou diabetes, devem estar com essas comorbidades controladas. Entre os 767 idosos, 690 serão sorteados para receber a vacina e 77 para receber o placebo, enquanto todos os 230 participantes adultos receberão a vacina, sem sorteio para grupo placebo. 

A Butantan-DV foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 26 de novembro de 2025 para ser utilizada na população brasileira de 12 a 59 anos, tornando-se a primeira vacina do mundo em dose única contra a dengue. Entre esse público, o imunizante já mostrou 74,7% de eficácia geral e 91,6% de eficácia contra a dengue grave e/ou com sinais de alarme. 

O atual estudo visa avaliar a segurança e comparar a resposta imunológica por meio de testes laboratoriais para entender se a produção de anticorpos dos participantes idosos é semelhante à do grupo adulto já acompanhado nos estudos anteriores da Butantan-DV. “O objetivo primordial deste estudo é garantir a segurança para que pessoas entre 60 e 79 anos possam receber a Butantan-DV, já que a faixa etária de maiores de 60 anos está entre as mais impactadas pela morbidade da dengue”, destaca o gestor médico de desenvolvimento clínico do Butantan Érique Miranda. “Como estamos tendo uma concomitância com o período da Campanha Nacional de Imunização contra a Gripe, é importante lembrar que o participante que tenha recebido as vacinas contra Influenza ou COVID-19 precisa esperar em torno de 14 dias após tomar essas vacinas para então participar do estudo. Isso vale também para qualquer outra vacina que o voluntário tenha recebido”, alerta o gestor. “Na dúvida, o pesquisador irá orientar Por isso, é necessário apresentar o cartão de vacinação no Centro de Pesquisa”, explica.

 

Por que a vacina da dengue será testada somente na Região Sul?

A equipe de ensaios clínicos do Butantan percebeu, por meio de simulações estatísticas, que incluir centros de pesquisa em cidades com grande parte da sua população já exposta à dengue poderia influenciar os resultados de soroconversão de desfecho primário, ou seja, a presença de anticorpos da doença no sangue. Por isso, foram selecionados centros de baixa prevalência de casos de dengue, como o Rio Grande do Sul e Paraná, que têm prevalência de 5% a 10% de casos e que teriam uma soroprevalência de até 20%. 

“Incluir voluntários que, em sua maioria, não tenham sido expostos à dengue garantirá um dado gerado com maior qualidade”, afirma Érique Miranda. 

Os interessados em participar da pesquisa podem se inscrever gratuitamente nos endereços abaixo:

 

Porto Alegre/RS:

  • Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, HSL PUCRS - Av. Ipiranga, 6690, Porto Alegre/RS - Telefone - (51) 3320-5610
  • Associação Hospitalar Moinhos de Vento - Rua Ramiro Barcelos, 910 – 3ºandar, Bloco A, Porto Alegre/RS - Telefone: (51) 3314-3209
  • Núcleo de Pesquisa Clínica do Rio Grande do Sul - Rua Mostardeiro, 5 – sala 310 - Porto Alegre/RS - Telefone: (51) 99201-7353


*Pelotas/RS:*

  • Hospital Escola Da Universidade Federal de Pelotas, HEUFPEL/Ebserh - Rua Professor Araújo, 538, Centro Pelotas/RS - Telefone: (53) 3284-4981


*Curitiba/PR:*

  • Serviço de Infectologia e Controle de Infecção Hospitalar de Curitiba - Centro Médico São Francisco - Rua Desembargador Vieira Cavalcanti, 1089 – Mercês - Curitiba/PR - Telefone: (41) 99828-8444


Portal do Butantan: butantan.gov.br
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Biofilme bucal: a “película invisível” que pode comprometer sua saúde e a maioria das pessoas ignora


Especialista explica como ele se forma, quais sinais merecem atenção e por que novas abordagens têm mudado o cuidado com a saúde bucal
 

Ele não dói no começo, não aparece com facilidade no espelho e faz parte da rotina de qualquer pessoa. Ainda assim, o biofilme bucal, popularmente conhecido como placa bacteriana, está diretamente ligado aos problemas mais comuns da saúde oral, como cáries, gengivite e periodontite. 

Mais do que uma simples “sujeira”, trata-se de uma estrutura complexa de microrganismos que se organiza diariamente sobre dentes e gengivas. “Hoje sabemos que o biofilme é uma comunidade altamente estruturada, formada por diferentes microrganismos que interagem entre si. Quando está em equilíbrio, não causa danos. O problema começa quando ele não é removido adequadamente”, explica a Dra. Stephanie Garofalo, especialista em Periodontia e Implantodontia e SDA Trainer da EMS.

 

Um problema silencioso e cumulativo

O ambiente da boca favorece a rápida formação do biofilme. Em poucas horas após a escovação, ele já começa a se reorganizar, alimentado por resíduos de alimentos e pela própria microbiota oral. 

Quando não é controlado, esse acúmulo cria um cenário propício para a proliferação de bactérias mais agressivas, capazes de liberar substâncias inflamatórias que afetam gengivas e dentes. 

Os primeiros sinais, muitas vezes ignorados, incluem:

  • sangramento ao escovar ou usar fio dental
  • sensação de dentes “ásperos”
  • gengiva inchada ou avermelhada
  • mau hálito persistente

“Esses sintomas costumam ser vistos como algo simples, mas já indicam um desequilíbrio importante na saúde bucal”, alerta a especialista. 

Com o tempo, o biofilme pode se mineralizar e se transformar em tártaro, condição que já exige intervenção profissional.

 

Hábitos do dia a dia fazem toda a diferença

A formação do biofilme está diretamente ligada à rotina. Escovação incompleta, ausência do uso de fio dental e consumo frequente de açúcar favorecem o acúmulo. 

Além disso, algumas condições exigem atenção redobrada. Pessoas com aparelho ortodôntico, implantes ou doenças sistêmicas, como diabetes, podem ter maior dificuldade em controlar o biofilme no dia a dia. 

A saliva também desempenha um papel fundamental nesse equilíbrio, ajudando na limpeza natural da boca e na proteção contra microrganismos. Quando sua função está comprometida, o risco de acúmulo aumenta.

 

Nem sempre a escovação é suficiente

Embora a higiene diária seja essencial, ela nem sempre consegue remover completamente o biofilme, especialmente em áreas de difícil acesso. 

Por isso, o acompanhamento odontológico periódico é parte fundamental da prevenção. “A combinação entre hábitos adequados e avaliação profissional permite identificar precocemente qualquer alteração e evitar a progressão de problemas”, explica Garofalo.

 

Uma nova abordagem no controle do biofilme

Nos últimos anos, a odontologia tem evoluído para abordagens mais preventivas e menos invasivas. Um exemplo é o Protocolo GBT (Guided Biofilm Therapy), que propõe uma mudança na forma de enxergar e tratar o biofilme. 

Diferente das limpezas tradicionais focadas apenas na remoção mecânica, a GBT parte da identificação precisa do biofilme para guiar todo o tratamento. “O protocolo permite visualizar exatamente onde o biofilme está, orientar melhor o paciente e realizar a remoção de forma mais confortável e eficiente”, explica a especialista. 

A técnica utiliza tecnologias que combinam água morna, ar e partículas finas para remover o biofilme de maneira mais delicada, além de incluir etapas educativas que ajudam o paciente a melhorar sua higiene no dia a dia.

 

Entre os principais benefícios estão:

  • maior conforto durante o procedimento
  • abordagem menos invasiva
  • melhor entendimento do paciente sobre sua própria saúde bucal
  • foco ampliado em prevenção


Informação é prevenção

Entender o que é o biofilme e como ele atua é um passo essencial para evitar problemas mais complexos no futuro. “Quando o paciente compreende como o biofilme se forma e aprende a controlá-lo, ele passa a ter um papel ativo na própria saúde. E isso faz toda a diferença ao longo do tempo”, afirma a Dra. Stephanie. 

No fim, a lógica é simples: o biofilme está presente todos os dias, e o cuidado com ele também precisa estar.

 

Dra. Stephanie Garofalo - doutora em Lasers em Odontologia e pós-doutoranda em Periodontia pela FOUSP. Especialista em Periodontia e Implantodontia, atua em clínica desde 2016 e também é professora na área. É SDA Trainer da EMS, com atuação em educação e treinamento clínico, e integra iniciativas voltadas à evolução das práticas odontológicas com foco em prevenção e controle do biofilme


EMS - Electro Medical Systems
plataforma GBT Finder.

  

Sintomas de doenças movimentaram mais de 26 milhões de buscas online no último ano; descubra quais os mais pesquisados

Residentes do Distrito Federal lideraram as pesquisas pelo tópico,

revela o novo estudo do Olá Doutor, plataforma de consultas via chat  


A cena é mais comum do que parece: ao perceber um sintoma diferente no próprio corpo, o brasileiro, em vez de procurar um médico, recorre primeiro ao celular. Em poucos segundos, abre o Google e digita o que está sentindo, na tentativa de entender — ou até antecipar — um possível diagnóstico. Esse comportamento lhe parece familiar?  

Pois saiba que você não está sozinho. Um levantamento do Olá Doutor, plataforma de consultas online via chat, revela que, apenas nos últimos 12 meses, o Google Brasil registrou mais de 26 milhões de buscas relacionadas a sintomas de doenças. Entre os destaques, termos associados a condições como pneumonia e hepatite A apresentaram um crescimento superior a 50% no número de pesquisas no período.  

Embora funcionem como um termômetro importante para profissionais da saúde, os números não chegam a surpreender. Segundo dados do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), cerca de 40% dos brasileiros utilizam a internet para realizar autodiagnósticos, prática frequentemente acompanhada pela automedicação. O comportamento é mais comum entre jovens de 16 a 34 anos, pessoas com ensino superior e indivíduos das classes A e B.   

Mas, afinal, quais sintomas levam os brasileiros ao Google constantemente quando o assunto é saúde? O que mais desperta preocupação a ponto de motivar essas buscas e em quais regiões do país esse comportamento se destaca? Você confere respostas para essas perguntas no conteúdo a seguir, que também destaca os perigos de se substituir uma avaliação médica por informações rápidas da Web. Leia mais: 

 

Sintomas de infarto são os mais pesquisados pelos brasileiros  

Da virose ao diabetes, o levantamento do Olá Doutor mostra que, para além dos altos volumes de busca por sintomas, o que não faltam na Web são dúvidas sobre diferentes problemas e condições de saúde — que se dividem entre doenças agudas (de início súbito e curta duração) e aquelas do tipo crônico, que exigem acompanhamento contínuo ao longo do tempo.  

 


Entre as condições agudas, chamam atenção termos relacionados a quadros como pancreatite, apendicite, viroses e labirintite, que demandam atenção imediata e geraram, juntas, mais de 2,7 milhões de buscas no último ano. Ainda assim, o grande destaque são os sinais de infarto, líder no ranking nacional de buscas por sintomas.  

Para o Olá Doutor, o interesse elevado, responsável por 970.500 pesquisas na internet, pode ser explicado por dois fatores principais. De um lado, há a gravidade da condição: segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, gerando cerca de 400 mil óbitos anuais. 

“De outro”, completa Anderson Zilli, CEO da plataforma, “persiste a dificuldade em identificar seus sinais, muitas vezes confundidos com quadros menos graves, como crises de ansiedade, o que leva muitos brasileiros a recorrerem à internet em busca de esclarecimentos rápidos”.  

Já entre as doenças crônicas, aparecem condições como diabetes (940500 buscas) e lúpus (744500 buscas), que também somaram um volume expressivo de idas ao Google ao longo dos últimos 12 meses. Diferentemente dos quadros agudos, trata-se de enfermidades que exigem acompanhamento médico constante, o que reforça a importância de informações confiáveis… e do cuidado ao interpretar conteúdos encontrados online. 

 

Onde estão os brasileiros mais preocupados com sintomas de doenças?  

Embora a busca por sintomas de doenças seja um hábito disseminado em todo o país, o levantamento também revela como os moradores de certos estados se destacam quando o assunto é recorrer ao Google para obter informações de saúde mensalmente. 

 Nos últimos 12 meses, o maior volume de buscas se concentrou no Distrito Federal, que lidera o ranking nacional — e aquele no qual os sintomas de pancreatite foram os mais pesquisados, somando 17,5 mil pesquisas no período. Na sequência, aparecem os estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, onde os sintomas mais buscados estão relacionados, respectivamente, à conjuntivite e ao diabetes. 


 

Internet e saúde: quando recorrer à Web se torna um problema  

Durante o evento FUTR Health '26, realizado no último mês pelo Olá Doutor, em São Paulo, o médico Jairo Bouer chamou atenção para o impacto da relação com a internet no comportamento dos pacientes, especialmente no modo como diferentes gerações consomem e confiam em orientações sobre saúde. 

Segundo ele, esse novo cenário, onde canais como Google e ChatGPT atuam como fontes primárias de informação, exige adaptação por parte dos profissionais e das formas de atendimento. 

“Entre os mais jovens, há uma relação mais horizontal com a informação, o que pode gerar maior questionamento da autoridade médica tradicional. Já entre as gerações mais antigas, ainda existe uma resistência maior ao uso da tecnologia para acessar serviços de saúde. Estamos vivendo um momento de transição, em que é preciso adaptar a comunicação e fortalecer o vínculo com o paciente”, destacou.  

Já Zilli, CEO do Olá Doutor, complementa com alguns pontos de atenção para os pacientes conectados. “Não é preciso ignorar a internet, mas é fundamental evitar que ela se torne um substituto da consulta médica. A informação pode ajudar, mas não deve ser o ponto de partida para autodiagnósticos sem orientação profissional — algo que hoje pode ser resolvido com poucos cliques, por meio de consultas online”. 

 

Metodologia 

Para compreender as buscas por sintomas no Brasil, foram consideradas pesquisas no Google realizadas por internautas durante os últimos doze meses. A investigação foi pautada por expressões como “sintoma”, “sintomas de” e suas variações, abrangendo todas as buscas sobre o tópico nas cinco regiões nacionais. Em seguida, doenças e questões de saúde foram dispostas em um ranking baseado no volume de buscas ao longo do ano. 

 


Olá Doutor - aplicativo de consultas médicas via chat do Brasil.
https://oladoutor.app/

 

Abril Azul: por que o autismo ainda é diagnosticado tardiamente e como isso impacta a vida de milhões de brasileiros?

Especialista explica sinais menos conhecidos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e reforça a importância do diagnóstico correto para reduzir sofrimento e ampliar qualidade de vida 


No Abril Azul, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), um desafio segue presente na saúde pública: o diagnóstico tardio. Mesmo com o avanço da informação, muitos casos seguem anos sem identificação, especialmente quando os sinais não correspondem ao padrão mais reconhecido.
 

Isso acontece porque o autismo não se manifesta de forma única. Há diferentes níveis e apresentações, o que dificulta a identificação, sobretudo em pessoas que desenvolvem estratégias para mascarar comportamentos ao longo da vida. Entre os sinais menos evidentes estão dificuldades na comunicação social, sensibilidade sensorial aumentada, padrões repetitivos e resistência a mudanças. Frequentemente, esses aspectos são interpretados de forma equivocada, atrasando a busca por avaliação especializada. 

“O autismo não é um quadro homogêneo. Ele se apresenta de formas diversas, e muitos sinais podem ser sutis ou confundidos com traços de personalidade ou outras condições”, explica o médico psiquiatra Dr. Guido Boabaid May, fundador da GnTech.

Nesse cenário, avanços da medicina têm permitido abordagens mais personalizadas, tornando o tratamento mais assertivo desde o início. A farmacogenética, por exemplo, analisa como o organismo de cada pessoa responde aos medicamentos, auxiliando o médico na escolha das opções mais adequadas. “Utilizar informações genéticas para orientar a prescrição representa uma mudança importante no cuidado em saúde mental. Reduz o modelo empírico e aumenta as chances de resposta terapêutica”, destaca.
 

O atraso no diagnóstico traz consequências relevantes. Sem o reconhecimento correto, aumentam as chances de intervenções pouco eficazes e de diagnósticos equivocados, como ansiedade ou depressão isoladas. “Quando o diagnóstico não acontece no tempo adequado, a pessoa pode passar anos lidando com dificuldades sem compreender sua origem, o que intensifica o sofrimento emocional”, afirma o psiquiatra. 

Os impactos também se estendem à qualidade de vida. A falta de compreensão sobre o próprio funcionamento pode afetar relações sociais, desempenho acadêmico e trajetória profissional, além de comprometer a saúde mental. Por outro lado, o diagnóstico correto abre caminho para estratégias mais adequadas. “O diagnóstico não rotula, ele orienta. Ele permite acesso a intervenções, promove autonomia e melhora o bem-estar”, reforça. 

“Falar sobre autismo de forma responsável é essencial para ampliar o conhecimento da população, reduzir estigmas e facilitar o acesso ao cuidado. Quanto mais cedo identificamos e mais preciso é o tratamento, maiores são as chances de evolução clínica e qualidade de vida”, conclui.
 

Guido Boabaid May - Médico psiquiatra há mais de 32 anos, com mais de 110 mil consultas realizadas, mais de 1.100 pacientes em tratamento guiado com teste farmacogenético e pioneiro da farmacogenética no Brasil. Guido também é fundador e CEO da GnTech, empresa de biotecnologia pioneira e líder em farmacogenética no Brasil, com mais de 25 mil testes farmacogenéticos realizados sob sua liderança, a empresa é detentora do maior banco de dados de farmacogenética sobre a população brasileira. Boabaid também atua como médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e é autor do livro "Onde Foi Parar Minha Alegria?”, publicado em 2025.


Tempo seco intensifica crises e impacta milhões de brasileiros que sofrem com enxaqueca

Especialista aponta fatores climáticos como gatilhos e destaca avanços no tratamento da doença
 

Caracterizado por ser uma estação de transição com tempo mais seco em grande parte do país, o Outono coloca pessoas que sofrem de enxaqueca, mais de 15% da população brasileira de acordo com a OMS, em alerta. Isso porque o clima seco pode funcionar como um gatilho para crises, segundo explica a neurologista Thais Villa, médica especialista no diagnóstico e tratamento da enxaqueca. 

“O ar seco acelera a perda de líquidos pelo corpo, mesmo uma leve desidratação pode afetar o cérebro, especialmente de quem sofre de enxaqueca que tem um cérebro mais hipersensível a esses estímulos, e desencadear uma crise”, ressalta a especialista. 

Pessoas com enxaqueca têm, naturalmente, um sistema nervoso mais sensível a estímulos ambientais, incluindo clima, luz, sons, cheiros e até qualidade do ar. Thais é fundadora do Headache Center Brasil, clínica pioneira no país no tratamento da doença, e há mais de 20 anos dedica-se ao estudo e atendimento de pacientes com enxaqueca no Brasil e no exterior. 

Ela explica que o tempo seco, na maioria das vezes, vem acompanhado de alterações na pressão atmosférica e que essas variações podem afetar pessoas mais sensíveis e provocar crises. São gatilhos inevitáveis, que fogem ao alcance. 

“Evitar a exposição prolongada aos ambientes muito secos, manter a hidratação em dia e identificar outros gatilhos associados, como o estresse, por exemplo, podem ajudar a prevenir novas crises. A boa notícia é que, apesar de não ter cura por ser uma doença genética, a enxaqueca tem controle por meio de acompanhamento especializado e tratamento adequado”, orienta Thais. 

O Tratamento 360º é o mais indicado e consiste em uma abordagem multidisciplinar e individualizada. Os protocolos respeitam as particularidades de cada paciente e utilizam recursos modernos, como a toxina botulínica. A aplicação da substância nos nervos envolvidos bloqueia a liberação de mediadores químicos responsáveis pela transmissão da dor e da inflamação, reduzindo a excitabilidade cerebral. Outro recurso são os anti-CGRP, medicamentos injetáveis com anticorpos monoclonais que têm se mostrado altamente eficazes no controle da doença.  



Dra Thaís Villa (CRM 110217) - Médica neurologista especialista no diagnóstico e tratamento da enxaqueca. Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Pós-Doutorado pela Universidade da Califórnia (UCLA) nos Estados Unidos. Idealizadora do Headache Center Brasil, clínica multiprofissional pioneira e única no país no diagnóstico e tratamento integrado das dores de cabeça e da enxaqueca. Professora de Neurologia e Chefe do Setor de Cefaleias na UNIFESP (2015 a 2022). Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia. Membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Membro do Conselho Consultivo do Comitê de Cefaleias na Infância e Adolescência da International Headache Society. Atua exclusivamente na pesquisa e atendimento de pacientes com dor de cabeça, no diagnóstico e tratamento da enxaqueca, enxaqueca crônica, cefaleia em salvas e outras cefaleias. Palestrante convidada em congressos nacionais e internacionais.
Site do Headache Center Brasil: www.headachecenterbrasil.com.br
Instagram: @headache_center_brasil


Outono acende alerta para doenças respiratórias: médico explica quando sintomas deixam de ser simples resfriado e exigem atendimento imediato

Queda de temperatura, ar seco e ambientes fechados aumentam a circulação de vírus como gripe e VSR; especialista orienta sobre sinais de alerta, prevenção e grupos mais vulneráveis

 

Com a chegada do outono e a queda das temperaturas, cresce também a preocupação com o aumento dos casos de doenças respiratórias, como gripe, resfriados, bronquite e crises de asma. A combinação entre ar seco, maior circulação viral, poluição e permanência prolongada em ambientes fechados favorece a transmissão de vírus como influenza e vírus sincicial respiratório (VSR), impactando especialmente crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. 

Segundo Mosiah Heydrich Machado, médico de Família e Comunidade e docente da disciplina de Saúde Digital do Centro Universitário Cesuca, a mudança de estação cria um cenário propício para o avanço desses quadros. 

“A queda da temperatura, associada ao ar seco e à poluição, resseca as vias aéreas, reduz as defesas naturais do organismo e favorece a circulação de vírus respiratórios, principalmente em ambientes fechados e com pouca ventilação.” 

O especialista ressalta a importância de diferenciar um resfriado comum de quadros mais graves. Enquanto sintomas leves, como coriza, dor de garganta discreta e mal-estar, tendem a melhorar em até sete dias, sinais como febre alta persistente, tosse intensa, falta de ar, fadiga acentuada e piora após melhora inicial merecem atenção médica. 

“Quando os sintomas ultrapassam sete a dez dias, pioram progressivamente ou surgem sinais como falta de ar e dor no peito, é fundamental procurar avaliação médica para evitar complicações, inclusive infecções bacterianas secundárias.” 

Entre os grupos mais vulneráveis neste período estão crianças pequenas, idosos, gestantes, pessoas com asma, doenças pulmonares crônicas, cardiopatias e diabetes.

 

A principal orientação preventiva inclui: 

  • higiene frequente das mãos;
  • hidratação adequada;
  • evitar aglomerações e locais fechados;
  • controle rigoroso de doenças crônicas;
  • vacinação contra a gripe. 

“A vacinação é uma das medidas mais importantes nesta época, porque prepara o sistema imunológico para a maior circulação viral característica do outono.” 

O médico também alerta para sinais de gravidade que exigem atendimento imediato, como respiração difícil, lábios arroxeados, sonolência excessiva, confusão mental e retração das costelas em crianças durante a respiração.



Centro Universitário
www.cesuca.edu.br


Quando a dor no ombro pode indicar necessidade de cirurgia?

Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) explica quando a dor no ombro pode indicar lesões mais graves   


A dor no ombro - articulação mais móvel e flexível do corpo humano - costuma ser comum e, muitas vezes, acaba sendo ignorada no dia a dia, principalmente por quem convive com uma rotina corrida ou realiza movimentos repetitivos no trabalho ou na academia. No entanto, quando o incômodo persiste, limita atividades simples ou até interfere no sono, pode ser um sinal de que o problema vai além de uma sobrecarga momentânea e merece uma avaliação mais cuidadosa, como por exemplo, um procedimento cirúrgico. 

“Em muitos casos, o paciente só procura ajuda quando a dor já está impactando a rotina de forma mais significativa. Esse atraso pode dificultar o tratamento e, em algumas situações, levar à necessidade de intervenções mais complexas”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Eduardo Malavolta. 

O especialista explica que a dor pode se apresentar de forma discreta e intermitente no início, o que faz com que muitos pacientes adiem a busca por atendimento. 

Os principais casos em que o quadro pode levar à indicação cirúrgica incluem lesões do manguito rotador, caracterizadas por dor persistente, especialmente à noite e fraqueza para levantar ou sustentar o braço. “Elas são mais comuns em pessoas que realizam movimentos repetitivos acima da cabeça, como em atividades de trabalho braçal, construção civil, pintura e até em esportes como musculação, natação e tênis. Também podem surgir de forma progressiva, ao longo do tempo, devido ao desgaste natural dos tendões, principalmente em pessoas mais velhas”, fala o especialista. 

Também entram nesse grupo as lesões traumáticas, geralmente provocadas por quedas ou acidentes, que podem causar dor intensa, perda súbita de movimento e suspeita de ruptura de tendões ou luxação, podendo exigir correção cirúrgica em alguns casos. 

Outro fator é a instabilidade do ombro, quando há episódios recorrentes de deslocamento da articulação, acompanhados de sensação de falseio ou insegurança ao movimentar o braço, situação em que a cirurgia pode ser indicada para estabilização. 

“A cirurgia também pode ser considerada quando há falha do tratamento conservador, mesmo em lesões menos complexas, especialmente quando não há melhora após meses de fisioterapia e uso de medicamentos, e quando a dor passa a comprometer de forma significativa a rotina e a qualidade de vida do paciente”, diz o médico. 

O acompanhamento médico adequado é essencial para garantir um diagnóstico preciso e indicar o tratamento mais adequado para a situação. Mais do que aliviar a dor, o cuidado com a saúde do ombro está diretamente relacionado à manutenção da autonomia e da qualidade de vida no dia a dia. 

“O mais importante é não normalizar a dor. O diagnóstico precoce faz toda a diferença para definir o melhor tratamento e evitar a progressão do problema, garantindo mais qualidade de vida ao paciente”, conclui.

  

Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo - SBCOC

 

Peso em alta, pressão também: o alerta por trás da obesidade crescente

Excesso de gordura corporal impulsiona casos de hipertensão e especialistas explicam como reverter o quadro

Em meio ao avanço da obesidade, uma condição muitas vezes silenciosa ganha força e preocupa especialistas: a hipertensão arterial. Estima-se que entre 26% e 35% da população adulta brasileira conviva com a doença, que é um dos principais fatores de risco para infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. 

O cenário reflete um estilo de vida marcado pelo consumo crescente de alimentos ultraprocessados, ricos em sódio, gorduras e açúcares, aliado ao sedentarismo e à predisposição genética. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 65% dos adultos apresentam sobrepeso ou obesidade, condição diretamente associada ao aumento da pressão arterial. 

Segundo o cirurgião bariátrico Dr. José Afonso Sallet, a hipertensão não surge de forma isolada, mas como resultado de múltiplos fatores. “Estamos falando de uma doença multifatorial, que envolve questões ambientais, comportamentais e genéticas. Quando não controlada, pode evoluir para complicações graves, como doença coronariana, insuficiência cardíaca, renal, infarto e AVC”, explica. 

A alimentação, nesse contexto, ocupa papel central tanto na prevenção quanto no tratamento. A nutricionista do Instituto Sallet, Dra Ana Beatriz Guiesser, ressalta que pequenas mudanças já são capazes de impactar positivamente os níveis de pressão arterial. “Reduzir o consumo de sal, evitar alimentos ultraprocessados, moderar a ingestão de álcool e manter uma rotina alimentar equilibrada são medidas fundamentais. Mesmo quem ainda não tem diagnóstico de hipertensão pode se beneficiar dessas adaptações como forma de prevenção”, afirma. 

Na prática, as escolhas do dia a dia fazem diferença. Observar a lista de ingredientes nos rótulos, priorizar alimentos in natura ou minimamente processados e reduzir o uso de temperos industrializados são estratégias eficazes. A inclusão de alimentos ricos em potássio, como frutas, verduras e legumes, também contribui para o controle da pressão arterial, assim como preferir preparações assadas ou grelhadas em vez de frituras. 

Para pacientes com obesidade, a cirurgia bariátrica pode ser uma ferramenta importante no controle da hipertensão, mas está longe de ser uma solução isolada. “A cirurgia é altamente eficaz, mas não é um milagre. O grande desafio está na manutenção dos resultados a longo prazo, o que exige mudança de hábitos e acompanhamento contínuo”, destaca o Dr. Sallet. 

O especialista reforça que o sucesso do tratamento depende de uma abordagem integrada. “A prática regular de atividade física, uma alimentação equilibrada e o acompanhamento com uma equipe multiprofissional são essenciais para garantir não apenas a perda de peso, mas a sustentação desses resultados e a melhora global da saúde”, conclui.
  


Ana Beatriz Guiesser - Possui especialização em Nutrição Desportiva e Qualidade de Vida – FEFISA, (2013), especialização em Obesidade, Emagrecimento e Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2011), especialização em Nutrição Humana aplicada à Nutrição Clínica pelo Centro Universitário Ítalo Brasileiro (2010), graduada pelo Centro Universitário São Camilo (2007).

Dr. José Afonso Sallet - Médico-Diretor do Instituto de Medicina Sallet- Depto de Cirurgia Bariátrica e Metabólica;
Mestre em Cirurgia Digestiva- UNICAMP/ SP; Cirurgião de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica conferido pelo Surgical Review Corporation (SRC®); Especialista e Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC); Médico-Diretor do Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SRC®) do Hospital e Maternidade Vitória/SP; Especialista em Cirurgia Digestiva e Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD); Especialista em Cirurgia Laparoscópica e Cirurgia Endoscópica da Obesidade (CBCD); Titular da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (ASMBS); Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM); Titular da Federação Internacional de Cirurgia de Obesidade (IFSO); Titular da Sociedade Americana de Gastroenterologia e Cirurgia Endoscópica (SAGES); Coordenador do Protocolo Brasileiro do Balão Intragástrico no Ministério da Saúde do Brasil.
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