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domingo, 16 de agosto de 2026

PET ACIMA DO PESO? VEJA COMO A ALIMENTAÇÃO NATURAL PODE AJUDAR

Cerca de 40% dos cães e gatos no Brasil estão acima do peso ideal. Veja como a alimentação natural e outras dicas auxiliam em uma vida mais saudável.

 

Um animalzinho mais rechonchudo é lindo, mas pode ser muito prejudicial para a saúde. A obesidade é um problema crescente entre os pets de estimação, especialmente para aqueles que vivem em ambientes urbanos, onde a falta de exercício e uma alimentação desequilibrada contribuem para o ganho de peso. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), cerca de 40% dos pets no Brasil estão acima do peso ideal, o que pode acarretar sérios problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas, problemas articulares e até redução da expectativa de vida.

A Pet Delícia, pioneira em alimentação natural para pets no Brasil, alerta que, muitas vezes, a obesidade em pets é negligenciada. Muitos tutores consideram normal que seus animais estejam "fortinhos", mas é importante estar atento a alguns sinais. “O aumento do volume abdominal, a dificuldade em apalpar as costelas e a respiração ofegante, mesmo em repouso, são indícios de sobrepeso. A relutância em brincar ou se exercitar também deve ser observada”. Embora muitos acreditem que o aumento de peso seja natural com o tempo, esses sintomas pedem uma avaliação veterinária para prevenir problemas mais sérios.

Uma forma eficiente de controlar o peso do pet, é a alimentação natural. “Ela oferece um controle preciso dos ingredientes e das quantidades, permitindo ajustes conforme o metabolismo e as necessidades do animal. Ideal para pets acima do peso, essa dieta proporciona uma nutrição equilibrada e rica em nutrientes essenciais”, afirma a marca.

Com a alimentação natural, os tutores podem oferecer carnes magras, vegetais, grãos e até suplementos naturais, garantindo uma dieta balanceada. Além disso, ela contribui para uma melhor digestão e saúde geral, proporcionando mais energia e disposição ao pet.

Veja outras dicas que podem complementar a alimentação natural e ajudar no controle de peso do seu pet:

Horários regulares para refeições: estabelecer horários regulares para as refeições do seu pet é ideal para evitar que ele coma por impulso ou ansiedade, destaca também o especialista. Muitos animais, sobretudo, os que ficam sozinhos por longos períodos, podem desenvolver o hábito de comer em excesso, o que contribui para o ganho de peso. Com uma rotina alimentar definida, o pet se alimenta de forma mais controlada, o que ajuda a manter seu equilíbrio nutricional e saúde. Essa regularidade também traz segurança e conforto ao animal, que sabe o que esperar.

Controle de petiscos: petiscos são uma forma comum de carinho e recompensa, mas quando oferecidos em excesso, podem contribuir para o ganho de peso e até para problemas de saúde, como obesidade. Por isso, é essencial controlar a quantidade e a frequência. Em vez de oferecer petiscos todos os dias, reserve-os para momentos especiais ou como recompensa por um bom comportamento. “Escolha petiscos mais saudáveis, como frutas e legumes frescos (cenoura, maçã, pepino) ou opções naturais, que são mais leves e oferecem benefícios nutricionais sem calorias extras”. A Pet Delícia alerta sobre os perigos de oferecer alimentos humanos, como pães ou queijos, ricos em calorias e não são indicados para os pets.

Incentivo à atividade física: incentivar a atividade física para manter o peso do seu pet sob controle também faz parte para um bom controle de peso. Para os gatos, mesmo que não saem para passeios, é importante usar brinquedos e arranhadores para mantê-los ativos e estimulados.

Por fim, as pesagens regulares: acompanhar o peso do seu pet de forma regular é muito importante, através dessa frequência nas pesagens ajuda a detectar mudanças antes que se tornem um problema maior. Com a orientação do veterinário, é possível estabelecer metas realistas de peso, ajustando a alimentação e a atividade física conforme necessário para manter a saúde do seu pet em dia.
 



Pet Delícia
www.petdelicia.com.br


Quase metade dos cães idosos no Brasil convive com doenças crônicas, revela pesquisa

Shutterstock
Estudo com tutores mapeia principais problemas de saúde, mudanças de comportamento, transformações na rotina e outros aspectos que envolvem a fase sênior dos pets


Assim como os seres humanos, os cachorros e gatos precisam de cuidados específicos quando ficam idosos, principalmente porque, muitas vezes, passam a ter algum tipo de problema de saúde, segundo uma pesquisa da Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim. De acordo com o estudo 41% dos cães com idade avançada convivem com doenças crônicas. Entre os gatos na terceira idade, o índice também chama atenção: 34% apresentam problemas de saúde contínuos.

O estudo “Hábitos de cuidados com pets idosos”, realizado neste ano, ouviu 527 tutores brasileiros, sendo 82,16% responsáveis por cães idosos e 17,84% por gatos na fase sênior. O objetivo foi entender como o cuidado com esses animais tem acontecido no país.


Principais doenças e diagnóstico

Entre os cães idosos, a pesquisa aponta que artrite e artrose lideram os diagnósticos, afetando 19% dos animais, seguidas por problemas cardíacos (17%). Também aparecem neoplasias (9%), alterações oculares (8%), problemas dentários (6%), inflamação intestinal (5%), Hipotireoidismo/Hipertireoidismo (5%), além de doença renal (5%).

O levantamento ainda revela que, em 63% dos casos, as doenças foram identificadas apenas após o surgimento de sintomas, enquanto 34% dos casos foram detectados por meio de exames preventivos, dado que reforça a importância do acompanhamento veterinário regular na fase sênior.

A pesquisa mostra que no caso dos felinos, a doença renal é a mais recorrente, representando 44% dos casos. Em seguida aparecem inflamação intestinal (19%), artrite e artrose (9%), Hipotireoidismo/Hipertireoidismo (5%) e diabetes (5%). Assim como ocorre com os cães, a maioria dos diagnósticos (63%) acontece após o surgimento de sintomas, enquanto 38% são identificados em exames preventivos.

Diante desse contexto, 49% dos cães idosos fazem uso de medicação contínua ou suplementação. Entre os gatos, o índice chega a 32%. Na geriatria veterinária, o foco não está apenas no tratamento de doenças já instaladas, mas no controle de processos degenerativos e na redução do risco de descompensações clínicas, garantindo mais estabilidade e conforto ao animal.

“Hoje, muitos pets vivem mais tempo e, com isso, é natural que desenvolvam doenças crônicas, como problemas articulares, cardíacos ou renais. Por isso, os tutores precisam redobrar a atenção com acompanhamento veterinário regular, alimentação adequada e adaptações na rotina. O cuidado na fase sênior não é apenas uma questão de bem-estar, mas de qualidade e longevidade”, afirma Daniela Bochi, Gerente de Marketing da Cobasi.


Mudanças de comportamento

O envelhecimento também traz transformações perceptíveis no comportamento. Segundo o levantamento, 73% dos tutores de cães idosos afirmam ter notado alterações, principalmente redução de energia e mudanças no padrão de sono. No caso dos gatos, 71% dos responsáveis relataram transformações, como menor disposição e maior dependência do tutor. Essas mudanças impactam diretamente a dinâmica da casa e exigem ajustes na rotina para preservar conforto, segurança e qualidade de vida.


Alimentação adequada

A alimentação é outro ponto central na fase sênior. Com o avanço da idade, o metabolismo desacelera, há alterações na absorção de nutrientes e aumentam as demandas relacionadas à saúde articular, cognitiva e imunológica. Ainda assim, apenas 52% dos tutores de cães e 46% dos responsáveis por gatos afirmam sempre optar por ração específica para pets idosos.

“As formulações sêniores são desenvolvidas com densidade energética ajustada, proteínas de alta digestibilidade para preservação de massa muscular, níveis controlados de fósforo e sódio para suporte renal e cardiovascular, além de nutrientes funcionais, como ômega 3, antioxidantes e condroprotetores. Não se trata apenas de reduzir calorias, mas de oferecer um perfil nutricional adequado às necessidades da fase”, explica Bochi.


Adaptações dentro de casa

O ambiente doméstico também passa por mudanças. Entre os tutores de cães idosos, 34% afirmam ter realizado adaptações estruturais para facilitar a mobilidade e reduzir riscos de acidentes. Já entre os responsáveis por gatos, 19% precisaram reorganizar espaços, principalmente para limitar o acesso a locais altos ou tornar o ambiente mais seguro.

“Mudanças, mesmo pequenas, fazem diferença para animais que já apresentam maior desgaste articular, perda de massa muscular e, em muitos casos, redução da acuidade visual e da coordenação motora. Evitar pisos escorregadios, quedas ou esforço excessivo é essencial para prevenir dores e lesões nessa fase da vida”, diz a executiva.


Preparação emocional

Além dos cuidados físicos, a pesquisa evidencia o impacto emocional do envelhecimento dos pets na vida dos tutores. Apenas 25,4% dos entrevistados se consideram emocionalmente preparados para essa etapa. A maior parte, 49,1%, afirma estar parcialmente pronta, enquanto 25,4% reconhecem não estar psicologicamente preparados para lidar com o avanço da idade dos animais.

“Sabemos que essa é uma fase delicada, que envolve apego, medo da perda e mudanças na dinâmica familiar. Falar sobre envelhecimento de forma aberta e responsável ajuda a fortalecer vínculos e permite que o tutor ofereça mais qualidade de vida, conforto e dignidade ao pet na fase sênior”, conclui a Gerente de Marketing da Cobasi.

 

O turismo pet-friendly está em alta, mas os animais ainda viajam desprotegidos

Pets já fazem parte da família, mas proteção em
 viagem ainda é pouco considerada

Magnific

Humanização dos pets impulsiona viagens em família, mas cuidados com imprevistos ainda são pouco considerados pelos tutores 

 

Viajar com animais de estimação deixou de ser exceção para se tornar parte da rotina de muitos brasileiros. Em meio ao avanço da chamada “humanização dos pets”, cresce o número de famílias que incluem cães e gatos em roteiros de férias, passeios de fim de semana, feriados prolongados e até viagens aéreas, sejam nacionais ou internacionais. A tendência acompanha o fortalecimento do mercado pet e a expansão da infraestrutura pet-friendly no turismo nacional — de hotéis e restaurantes a companhias aéreas e atrações adaptadas.

O crescimento dessa demanda também já é percebido oficialmente pelo setor turístico. Dados do Ministério do Turismo apontam que as buscas por hotéis pet-friendly cresceram 238% nos últimos anos, refletindo uma mudança de comportamento do consumidor brasileiro.

Desta forma, o turismo passa a acompanhar uma transformação emocional e cultural: os pets deixaram de ser apenas animais de estimação para ocupar um espaço afetivo dentro das famílias. A consequência direta é um novo perfil de viajante, que busca experiências capazes de acolher todos os membros da casa — incluindo os de quatro patas.

Apesar da alta do turismo pet-friendly, a preocupação com proteção e assistência durante as viagens ainda caminha em ritmo mais lento. Questões como problemas de saúde do animal durante o trajeto, extravio, necessidade de atendimento veterinário emergencial ou até mudanças inesperadas de viagem raramente entram no planejamento dos tutores.

Para especialistas do setor, a tendência é que o comportamento dos viajantes evolua nos próximos anos, especialmente à medida que o turismo pet-friendly se profissionaliza e passa a oferecer experiências mais completas e seguras. A Coris, por exemplo, é a primeira seguradora a incluir automaticamente o seguro viagem pet na contratação dos planos VIP e acima.

“A relação entre tutores e pets mudou profundamente nos últimos anos, e isso naturalmente impacta a forma como as pessoas viajam. Hoje, muitos consumidores não consideram mais deixar os animais para trás e buscam soluções que garantam conforto, praticidade e segurança durante toda a experiência”, comenta Cláudia Brito, Sócia Diretora Comercial da Coris.

Além da expansão de serviços especializados, o movimento também pressiona o mercado de turismo a repensar políticas de acolhimento, transporte e assistência. Recentemente, o próprio Ministério do Turismo anunciou iniciativas voltadas ao diagnóstico e mapeamento do turismo pet-friendly no Brasil, reconhecendo o segmento como uma tendência estratégica para os próximos anos.

 

Coris
https://coris.com.br/


Frio exige cuidado especial com os pets

Queda nas temperaturas exige atenção com saúde e bem-estar dos animais de estimação; especialista orienta adaptação da rotina

 

O inverno exige atenção redobrada com os pets para garantir o bem-estar e a saúde de cães e gatos, que são as espécies mais comuns nos lares brasileiros. Assim como os humanos, os animais de estimação sentem frio e ficam mais propensos a desenvolver doenças respiratórias e dores articulares.

 

“Esses cuidados são ainda mais essenciais com os filhotes, os idosos, aqueles de pequeno porte ou com pelagem curta, pois eles pertencem ao grupo mais sensível e vulnerável ao clima gelado”, explica a médica veterinária da Clínica Veterinária do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Mariane Cynara da Silva.

 

Segundo a especialista, a primeira providência deve focar no ambiente onde o animal descansa. O ideal é manter os companheiros em locais protegidos do vento, da chuva e da umidade. Para os que aceitam o uso de roupinhas, o vestuário pode ser um forte aliado, desde que seja confortável e não limite os movimentos biológicos do pet. 

Para ajudar os tutores a cuidarem de seus amigos de quatro patas durante o inverno, a médica veterinária elaborou um roteiro com diversas recomendações: 


Médica veterinária alerta que os pets precisam de
cuidados especiais durante o inverno
Magnific

1) Proteção térmica e abrigo adequado

Roupas e cobertores: Cães de pelagem curta, filhotes, idosos e felinos sem pelo se beneficiam muito de roupinhas. Certifique-se de que a vestimenta está confortável e limpa. Deixe cobertores disponíveis na caminha para que eles possam se aninhar e preservar o calor.

 

Isolamento do chão: Evite deixar a caminha diretamente em contato com o piso frio. Use estrados de plástico, paletes ou um tapete grosso por baixo, mantendo o local longe de correntes de ar ou umidade.

 

Abrigo do vento: Se o pet fica no quintal, ele precisa obrigatoriamente de uma casinha coberta, protegida da chuva e do vento encanado. Em noites de frio extremo, o ideal é recolhê-lo para uma área interna.

 

2) Cuidados com a saúde e prevenção de doenças

Doenças respiratórias: No inverno, a imunidade pode baixar. Fique atento à Gripe Canina (Tosse dos Canis) e ao Complexo Respiratório Felino (Rinotraqueíte). Ambas as condições causam espirros, secreção e tosse. Manter o protocolo de vacinação anual atualizado é a melhor prevenção.

 

Atenção extra aos idosos: O clima gelado intensifica os desconfortos nas articulações de animais mais velhos que sofrem com artrose ou problemas de coluna, já que a musculatura se contrai e as juntas ficam mais rígidas. Caso note dificuldade para levantar, caminhar ou subir degraus, o médico-veterinário deve ser consultado.

 

Banhos reduzidos e monitorados: Diminua a frequência das lavagens nos dias mais frios. Quando forem necessárias, utilize água morna, higienize o animal em ambientes fechados e seque completamente os pelos com secador (com cuidado para não queimar a pele), evitando problemas dermatológicos por umidade acumulada.

 

Tosa consciente: Evite cortes muito curtos durante a estação. A pelagem funciona como um isolante térmico natural. Opte apenas pela tosa higiênica para preservar o comprimento dos fios.

 

Passeios em horários estratégicos: Não interrompa os exercícios físicos, que são fundamentais para a saúde mental e física dos cães, mas escolha os momentos mais quentes da tarde, evitando o sereno e o frio do início da manhã ou da noite.

 

Proteção da pele e patinhas: Os coxins (almofadinhas das patas) e a derme tendem a ressecar no inverno. Seque bem as extremidades após as caminhadas e utilize hidratantes específicos de uso veterinário, se notar rachaduras.

 

Uso de filtro solar: Mesmo no inverno, animais de pele e pelagem clara precisam de protetor solar próprio para pets em áreas com menos pelos, como focinho, orelhas e abdômen, prevenindo o câncer de pele.

 

3) Alimentação e hidratação equilibradas

Estímulo à hidratação: O tempo seco e o frio costumam diminuir a sede dos pets, o que eleva o risco de problemas urinários. Estimule o consumo espalhando mais potes de água pela casa, trocando o líquido com frequência e usando fontes para gatos. No caso dos felinos, oferecer alimentos úmidos (sachês) também ajuda muito.

 

Manutenção da dieta: Diferente de bichos que vivem estritamente no quintal e gastam mais energia para manter a temperatura corporal, os animais domésticos de interior não precisam de acréscimo calórico na ração, sob o risco de desenvolverem obesidade devido ao sedentarismo de inverno.

 

“Ao notar sinais como tremores contínuos, isolamento, apatia, postura encolhida ou sonolência excessiva, o tutor deve ficar atento. Em casos mais severos, esses sintomas podem indicar um quadro de hipotermia, que demanda atendimento veterinário especializado", enfatiza Mariane Cynara da Silva.

 

Ainda de acordo com a médica veterinária, pets exóticos como coelhos, hamsters e aves devem ser mantidos longe de correntes de ar. Peixes necessitam de aquecedor no aquário, enquanto répteis dependem de luz artificial para a regulação térmica.


Proteção animal ganha novo marco jurídico após decisão do STF

 SUPREMO reafirma dever constitucional de proteção aos animais e decisão coloca municípios diante da necessidade de estruturar políticas públicas efetivas para abandono e maus-tratos 

 

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal abriu um novo capítulo para as políticas públicas de proteção animal no Brasil.

Em julgamento realizado pela Segunda Turma, em sessão virtual de 20 a 27 de março de 2026, com publicação em 30 de março, o STF manteve decisão que obrigou município a adotar providências concretas para assegurar acolhimento e proteção de animais abandonados e vítimas de maus-tratos.

O caso chegou ao Supremo por meio do ARE nº 1.586.753 AgR/SP e discutia justamente a insuficiência da estrutura municipal destinada ao atendimento desses animais.

A principal consequência do julgamento é direta: a proteção animal não pode permanecer apenas no papel.

O STF reafirmou que a proteção da fauna é dever constitucional do Poder Público e que a existência de leis, por si só, não basta quando faltam condições concretas para sua execução. Diante de omissão ou insuficiência administrativa, o Poder Judiciário pode determinar providências destinadas a tornar efetiva essa proteção.

E o que isso significa para os municípios?

Significa que as prefeituras precisam olhar para sua própria realidade e estruturar respostas efetivas para os animais em situação de abandono, maus-tratos e vulnerabilidade.

Isso não significa que todo município brasileiro tenha de construir um grande abrigo público ou adotar exatamente o modelo discutido no processo. O próprio STF preserva a autonomia administrativa para a escolha das soluções.

Há diferentes caminhos possíveis.

Os municípios podem organizar acolhimento próprio ou por cooperação; estabelecer atendimento veterinário; desenvolver programas permanentes de castração e manejo populacional; promover identificação e registro; fiscalizar maus-tratos; proteger animais comunitários; estabelecer protocolos para situações emergenciais; desenvolver ações educativas; e integrar proteção animal com saúde pública, assistência social, meio ambiente e defesa civil.

O que se torna cada vez mais difícil sustentar é a ausência de qualquer resposta efetiva.

A decisão também enfraquece o argumento de que seria necessário aguardar uma nova lei federal, uma política estadual ou uma estrutura nacional completa para começar a agir. O dever de proteção decorre diretamente da Constituição e alcança a Administração Pública.

O Supremo não criou uma política nacional nem determinou um modelo único para os municípios. Fez algo diferente e juridicamente relevante: reafirmou que o dever constitucional de proteção precisa produzir resultados concretos.

A partir da decisão, o debate deixa de ser apenas "de quem é a responsabilidade?" e passa a incluir uma pergunta muito mais objetiva:

"Qual é a política pública que este município possui para cumprir esse dever?"

O Observatório Nacional da Coexistência Humano-Animal analisou o acórdão e suas possíveis consequências administrativas e legislativas em Nota Técnica que também reúne o patrimônio legislativo produzido pelo Congresso Nacional e propostas para integração das políticas destinadas aos cães e gatos. 



Edilson Pereira da Silva & Rosie da ChatGPT
Médico Veterinário – CRMV-PE 1731
Iniciativa: Estatuto dos Cães e Gatos
Observatório Nacional da Coexistência Humano-Animal)


Careta ou nojo? Especialista da Unifran explica por que os gatos ficam de boca aberta após cheirar algo

 

Conhecido como Reflexo de Flehmen, o hábito funciona como uma “rede social felina” que permite decodificar odores e feromônios do ambiente
 

Se você é tutor de um felino, provavelmente já presenciou a cena: o gato cheira um sapato, a janela ou um objeto da casa e, em seguida, paralisa por alguns segundos com a boca entreaberta e um olhar distante. Embora a reação renda vídeos engraçados na internet e muitas pessoas a interpretem como uma expressão de "nojo", a explicação é puramente científica e biológica. 

Trata-se do Reflexo de Flehmen, um mecanismo sensorial apurado que também existe em outras espécies, como cavalos e bovinos. Segundo Valeska Rodrigues, docente do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Franca (Unifran), a cena nada tem a ver com repulsa. 

"Apesar de parecer estranho para os humanos, esse reflexo é uma forma mais apurada de identificar odores. Ao cheirar ou lamber algo, o gato prende partículas nas narinas. Quando ele dilata as narinas e abre a boca, sensibiliza o Órgão de Jacobson, também chamado de órgão vomeronasal, que envia informações químicas diretamente para o cérebro", explica a especialista.
 

A internet dos gatos

Esse canal de comunicação funciona como uma verdadeira rede social para os bichanos. Através dos feromônios captados por essa via olfativa especial, o gato consegue acessar dados que o nariz comum não é capaz de processar. 

"O reflexo ajuda na identificação de machos não castrados no território, fêmeas no cio ou próximas da época de acasalamento, e até mesmo na presença de um odor humano diferente do habitual. É uma ferramenta de comunicação e monitoramento muito útil para a espécie", destaca Valeska. 

É por esse motivo que roupas, sapatos de tutores e a brisa que entra pela janela despertam tanto interesse nos felinos. Na janela ou varanda, ao manter a boca entreaberta enquanto "cheira o ar", o animal está mapeando a presença de potenciais presas, outros gatos ou novos estímulos no ambiente. Manter a boca aberta ou a narina encostada por alguns segundos é a maneira que a espécie encontrou de otimizar essa captação sensorial.
 

Curiosidade x alerta de saúde

Embora o Reflexo de Flehmen seja um comportamento natural e saudável, os tutores devem ficar atentos para não confundir a curiosidade do animal com sinais de desconforto respiratório ou estresse. 

A veterinária da Unifran aponta como diferenciar os dois cenários: 

"No Reflexo de Flehmen, a boca entreaberta dura poucos segundos, e logo o felino volta às suas atividades rotineiras de forma tranquila. Já em casos de problemas de saúde ou estresse grave, o animal apresentará frequência respiratória acelerada, inquietação, salivação excessiva, olhar parado e um esforço visível para buscar o ar (dispneia)", alerta Valeska Rodrigues. 

Um tutor bem-informado e atento consegue facilmente perceber quando seu gatinho está apenas seguindo seus instintos naturais ou quando é hora de buscar ajuda de um médico-veterinário. 


Unifran
www.unifran.edu.br


Alimentação e hidratação dos pets antes de corridas exigem atenção; especialista dá orientações para tutores

 

Gerente de Visitação Veterinária da Nestlé Purina explica quais cuidados tomar antes de participar de eventos esportivos com cães, como a 35ª edição da 10 Milhas Garoto 

 

A participação dos cães em caminhadas e corridas ao lado dos tutores tem se tornado cada vez mais comum, inclusive em eventos esportivos. Para que a experiência seja segura e confortável para os animais, alguns cuidados devem começar antes mesmo da largada. Alimentação, hidratação e respeito ao tempo de digestão fazem parte da preparação e contribuem para preservar a saúde e o bem-estar dos pets durante a atividade física.

Com a aproximação da Cachorrida, que integra a programação da 35ª edição da 10 Milhas Garoto, no dia 26 de setembro, tutores que pretendem participar da atividade ao lado de seus cães devem ficar atentos à rotina do animal antes do evento. Segundo Priscila Rodrigues, Gerente de Visitação Veterinária da Nestlé Purina, um dos principais cuidados é evitar alimentar o pet pouco antes da atividade. O recomendado é que a última refeição aconteça entre duas e três horas antes da largada.

"Respeitar esse intervalo é fundamental para que a digestão aconteça de forma adequada antes do exercício. Atividades físicas logo após a alimentação podem aumentar o risco de torção gástrica, principalmente em cães de médio e grande porte, por isso esse tempo deve ser sempre observado", explica.

A especialista orienta que o tutor mantenha a alimentação habitual do animal, sem introduzir novos alimentos ou petiscos no dia do evento. Mudanças na dieta podem favorecer desconfortos gastrointestinais durante a atividade. Em casos de cães atletas ou que realizam exercícios mais intensos, eventuais ajustes nutricionais devem ser feitos apenas com orientação do médico-veterinário.

Outro ponto essencial é a preparação do animal para o exercício. Os cães devem ter acesso livre à água até o momento da atividade, evitando apenas a ingestão de grandes volumes de uma só vez imediatamente antes do exercício. Durante a caminhada ou corrida, o recomendado é oferecer pequenas quantidades de água em pausas, contribuindo para a regulação da temperatura corporal e para o bem-estar do animal. 

Também não é necessário “carregar” o pet com comida antes da prova na tentativa de oferecer mais energia. O excesso alimentar pode causar desconforto, náuseas e comprometer o desempenho do animal durante o percurso. "A hidratação equilibrada ajuda na regulação térmica e no desempenho físico. Já o excesso alimentar pode causar desconforto e prejudicar o bem-estar do animal. O ideal é que o pet esteja hidratado, alimentado dentro da sua rotina e preparado para a atividade", destaca Priscila.

Antes de sair de casa, a recomendação é que os tutores façam um check rápido para garantir que o pet está preparado para a atividade: verificar se a última refeição respeitou o tempo adequado, se o animal está hidratado e ativo, sem sinais de indisposição. Com esses cuidados, cães e tutores podem aproveitar a experiência com mais segurança, conforto e diversão.

A Cachorrida integra a programação da 35ª edição da 10 Milhas Garoto e será realizada no dia 26 de setembro, com largada às 6h45 e percurso de 1,6 km, no Shopping Vila Velha. Neste ano, o percurso conta com parte do trajeto em área coberta do estacionamento, uma mudança pensada para reduzir a exposição dos cães e tutores ao calor e proporcionar mais conforto durante a atividade.

"Em sua quinta edição, a Cachorrida já se consolidou como um dos momentos mais aguardados da programação da 10 Milhas Garoto. É uma oportunidade de reunir a comunidade capixaba em torno do esporte, do bem-estar e da convivência entre tutores e seus pets, tornando essa experiência ainda mais especial para as famílias" afirma Priscilla Caselatto, gerente de Marketing da Garoto.

Ao final do percurso, a programação continua com um espaço dedicado aos pets e seus tutores, com ativações promovidas por Nestlé Purina e outras marcas do universo pet, oferecendo água, snacks e experiências voltadas ao cuidado, ao bem-estar e à convivência entre as famílias.

 

Sobre a Dez Milhas Garoto

Criada em 1989 para celebrar os 60 anos da Chocolates Garoto, a Dez Milhas Garoto chega à sua 35ª edição consolidada como a maior corrida do Espírito Santo e uma das provas mais tradicionais do calendário esportivo brasileiro. Em 2026, o evento registrou recorde histórico de inscrições, com 20 mil vagas esgotadas em apenas 14 horas, reforçando sua relevância entre corredores capixabas e atletas de todo o país.

Neste ano, a prova passa a contar com o selo da World Athletics, reconhecimento internacional que atesta a qualidade técnica e a relevância do evento no cenário esportivo global. Além da corrida principal, a programação inclui a Corrida Garotada, destinada a crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, e a Cachorrida, que promove a prática esportiva entre tutores e seus pets.

Com mais de três décadas de história, a Dez Milhas Garoto promove saúde, bem-estar e qualidade de vida, além de impulsionar o turismo e a economia local, atraindo milhares de visitantes para o Espírito Santo. Em 2026, a edição contará ainda com uma premiação especial: um bônus de R$10 mil para o atleta que superar o recorde atual da prova. A organização é da Yescom, com a homologação da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), da Federação Capixaba de Atletismo (Fecat) e certificação da World Athletics.

 

Nestlé

 

Frio aumenta o desconforto de cães e gatos com doenças articulares


Rigidez, dificuldade para levantar e resistência para caminhar ou subir escadas são alguns dos sinais que merecem atenção dos tutores 


Com a queda das temperaturas, muitos cães e gatos que convivem com doenças articulares passam a demonstrar mais dor e dificuldade para se movimentar. Levantar da caminha, subir no sofá, correr ou até caminhar pequenas distâncias pode se tornar um desafio. Embora essa piora seja mais percebida durante o inverno, ela não significa que a doença tenha evoluído de forma repentina, mas sim que o frio favorece o aumento do desconforto. 

As baixas temperaturas provocam contração muscular, reduzem a circulação sanguínea nas extremidades por causa da vasoconstrição e tornam o líquido sinovial — responsável por lubrificar as articulações — mais espesso. O resultado é uma maior rigidez das articulações e movimentos mais dolorosos. 

"As doenças articulares acometem a cartilagem das articulações e podem surgir naturalmente com o envelhecimento ou como consequência de problemas que provocam instabilidade articular, como luxações, fraturas e outras alterações ortopédicas", explica o ortopedista e neurocirurgião veterinário Gustavo Bacchim da Silva, do Hospital Veterinário Taquaral (HVT Campinas).

Gustavo Bacchim da Silva, ortopedista e neurocirurgião
veterinário do Hospital Veterinário Taquaral
 Crédito: Vinícius Ferraz

Na rotina do hospital, as enfermidades mais frequentes são a osteoartrose, as luxações e a osteocondrite dissecante. A osteoartrose é uma doença degenerativa e progressiva que compromete a cartilagem das articulações, causando dor, inflamação e perda gradual da mobilidade. 

"É uma enfermidade crônica que pode acometer cães de todos os portes. Fatores como excesso de peso, predisposição genética, alimentação inadequada e outras doenças podem acelerar sua evolução", frisa o veterinário. 

Já as luxações ocorrem quando um ou mais ossos saem da posição normal da articulação, geralmente em consequência de traumas ou de alterações ortopédicas importantes. Em muitos casos, a correção cirúrgica é necessária. 

Outra doença relativamente comum é a osteocondrite dissecante, observada principalmente em cães jovens de raças grandes e gigantes, como Golden Retriever, Pastor Alemão, Doberman e Dogue Alemão. O crescimento acelerado associado ao manejo nutricional inadequado favorece alterações na cartilagem, provocando inflamação e dor ao apoiar o membro.
 

Sinais que merecem atenção 

Nem sempre o tutor associa pequenas mudanças de comportamento a um problema articular. Muitos animais passam a evitar atividades que antes faziam normalmente, demonstrando apenas certa "preguiça" ou redução da disposição.

Divulgação

Segundo Gustavo, alguns sinais são bastante característicos:

  • dificuldade para levantar após permanecer deitado;
mancar ou apoiar menos um dos membros;

  • dificuldade para subir escadas ou pular em camas e sofás;
  • redução das brincadeiras e caminhadas;
  • rigidez ao iniciar os movimentos;
  • agressividade ou irritação provocadas pela dor;
  • atrofia muscular em casos mais avançados.

"A claudicação costuma ficar mais evidente depois que o animal permanece algum tempo parado. Muitos tutores percebem que ele demora alguns minutos para voltar a caminhar normalmente", explica.

 

O inverno exige alguns cuidados 

Embora o frio não provoque as doenças articulares, ele contribui para o aumento da dor e da rigidez. 

"No inverno, os animais costumam ficar mais tempo deitados e menos ativos. Como a produção do líquido sinovial aumenta durante o movimento, essa redução da atividade favorece ainda mais a rigidez das articulações", explica Gustavo. 

Para minimizar o desconforto, o veterinário orienta que o pet permaneça aquecido e mantenha uma rotina leve de exercícios. 

"Caminhadas curtas ajudam a manter as articulações em movimento. Se houver piora importante da dor ou da dificuldade para caminhar, o ideal é procurar um médico-veterinário para reavaliar o tratamento".

Quanto mais cedo a artrose é identificada, maiores são as chances
de controlar sua evolução e preservar a qualidade de vida do animal
Divulgação

Diagnóstico precoce faz diferença 

Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controlar sua evolução e preservar a qualidade de vida do animal. 

O diagnóstico começa com um exame físico detalhado, que permite identificar a articulação comprometida. Depois disso, podem ser solicitados exames de imagem, como radiografias, tomografia computadorizada e, em alguns casos, artroscopia, que auxilia tanto no diagnóstico quanto no planejamento do tratamento.
 

Tratamento é individualizado 

O tratamento varia conforme a doença, o estágio da lesão, a idade e as condições gerais do paciente. 

Entre as opções disponíveis estão medicamentos para controle da dor, suplementos articulares, infiltrações com ácido hialurônico, terapias com células-tronco e o uso de medicamentos mais modernos, como a Librela, indicada para determinados casos de osteoartrose. Nos quadros mais graves, a cirurgia pode ser necessária, inclusive com implantação de próteses articulares. 

"O controle da dor é um dos pilares do tratamento. Esses pacientes precisam ser acompanhados periodicamente para que possamos ajustar medicamentos e terapias de acordo com a resposta clínica. Cada animal evolui de uma maneira diferente", ressalta Gustavo. 

O veterinário também destaca que o atendimento multidisciplinar tem papel importante nesses casos, envolvendo clínicos, ortopedistas, profissionais de diagnóstico por imagem e, quando necessário, fisioterapia e reabilitação. 


Atenção aos primeiros sinais


O diagnóstico da artrose começa com um exame físico detalhado,
que permite identificar a articulação comprometida Divulgação

Embora nem todas as doenças articulares possam ser evitadas, manter o peso adequado, oferecer alimentação balanceada, estimular atividades físicas compatíveis com a idade e procurar atendimento veterinário logo nos primeiros sinais de dor ajudam a retardar a progressão dos problemas. 

"Muitas vezes o tutor acredita que o animal está apenas envelhecendo e deixa de procurar ajuda. Hoje existem diversos recursos para aliviar a dor e proporcionar mais conforto. O mais importante é não esperar que a limitação se torne severa para iniciar o tratamento", conclui Gustavo.

 

Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP

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Sobrepeso em cães preocupa tutores e reforça atenção à alimentação adequada

 

 Mudanças no peso, na massa muscular e na condição
corporal podem indicar a necessidade de reavaliar a alimentação.
divulgação
 Nutrire


 Quantidade, composição do alimento e rotina de atividade devem ser consideradas na alimentação do pet, explica especialista da Nutrire

 

O sobrepeso em cães está entre os principais desafios da saúde veterinária atual. O estilo de vida em ambientes internos, cada vez mais comum entre os pets urbanos, reduz o gasto de energia e aumenta a tendência ao ganho de peso, o que torna a escolha da alimentação um cuidado central para os tutores, ao lado do porte, da idade e da rotina de atividade física de cada animal. 

A quantidade oferecida ao animal pesa tanto quanto o tipo de alimento, segundo Lais Guimarães Alarça Dalla Vecchia, médica veterinária, Gerente de P&D da Nutrire. "A principal recomendação é oferecer a quantidade adequada de alimento e evitar deixar a ração disponível à vontade, um dos erros mais comuns na nutrição pet. As porções indicadas nas embalagens servem como referência, mas cada animal possui um metabolismo diferente, por isso é importante contar com a orientação de um médico-veterinário para ajustar a dieta às necessidades individuais", afirma. 

Mudanças no peso, na massa muscular e na condição corporal podem indicar a necessidade de reavaliar a alimentação. Apatia e alterações na pele ou na pelagem também merecem atenção, mas são sinais inespecíficos e devem ser investigados por um médico-veterinário, pois podem estar relacionados tanto à dieta quanto a outras condições de saúde. 

A composição do alimento pesa tanto quanto a quantidade oferecida. No desenvolvimento das fórmulas, a Nutrire aplica ingredientes com função específica, voltados ao sistema digestivo, à cognição, à saúde da boca, das articulações e da pele, entre outras finalidades, distribuídos de forma diferente em cada linha do portfólio. Esse trabalho é acompanhado por uma equipe interna de engenharia, que ajusta o tamanho dos grãos, o tempo de cozimento e o uso de vapor, água e temperatura ao longo da fabricação, de modo a manter o padrão de qualidade em toda a produção. Antes de chegar ao mercado, cada linha ainda passa por análises que medem o quanto o organismo do animal consegue aproveitar os nutrientes oferecidos. 

Animais com propensão a engordar encontram no portfólio da Nutrire opções voltadas justamente ao controle de peso, incluindo alternativas com menos calorias para gatos e para pets castrados. A prevenção do sobrepeso, porém, não se resume ao prato: consultas periódicas ao veterinário e uma rotina de exercícios fazem parte do mesmo cuidado, segundo a empresa.  


Ração balanceada faz diferença em relação a sobras de comida

Diferente das sobras de alimentos preparados para consumo humano, que não atendem às necessidades nutricionais de cães e gatos por espécie, porte e idade, o alimento industrializado reúne em um único produto tudo o que o organismo do pet exige, na proporção correta. A ausência dessa nutrição balanceada pode desencadear diarreia, prisão de ventre, oscilações bruscas de peso, desgaste da musculatura e problemas na pele e no pelo. A produção em grande escala também reduz o custo por quilo de alimento, o que torna a nutrição especializada uma opção mais prática e mais econômica do que preparar refeições caseiras balanceadas todos os dias. Dietas caseiras também podem ser adequadas, desde que sejam formuladas especificamente por profissional habilitado e seguidas corretamente - não devendo ser confundidas com sobras ou receitas improvisadas. 

O portfólio da Nutrire contempla diferentes segmentos do mercado: Bandit, Bancat e Bolt compõem as opções da categoria standard; Birbo está na categoria premium; Monello, na premium especial; e Select by Monello, na super premium. As marcas reúnem fórmulas desenvolvidas para diferentes fases de vida, portes e necessidades nutricionais, como controle de peso, digestão sensível e cuidados com pele e pelagem. 

 

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