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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Weasy participa da 11ª SP Dog Run promovendo experiências e qualidade de vida para pets e tutores



Marca reforça sua conexão com o universo pet em um dos principais encontros ao ar livre de São Paulo


 

No próximo dia 17 de maio, o estacionamento do Shopping SP Market recebe a 11ª edição da SP Dog Run, evento que reúne tutores e seus cães em uma manhã dedicada ao esporte, lazer e convivência. Entre as marcas participantes está a Weasy, que levará ao público um espaço exclusivo com pista de agility e ativações voltadas ao bem-estar animal.


A proposta da Weasy é proporcionar uma experiência interativa para os visitantes, incentivando a conexão entre pets e tutores por meio de atividades que estimulam diversão, movimento e interação. A pista de agility promete ser um dos destaques da arena do evento, oferecendo desafios e brincadeiras para os cães em um ambiente seguro e preparado para toda a família.


Com percurso de 2 km, a SP Dog Run contará com duas modalidades: a Corrida Pet, exclusiva para duplas formadas por tutor e cão, e a Cãominhada, opção aberta para famílias, grupos e participantes com mais de um pet. Além das atividades esportivas, o evento terá atrações, espaços de convivência e ações de marcas do segmento pet.


A participação da Weasy reforça o posicionamento da empresa em apoiar iniciativas ligadas à qualidade de vida e à convivência entre pessoas e animais. “Queremos criar momentos especiais para os tutores e seus pets, estimulando experiências que unem diversão, cuidado e bem-estar”, destaca a marca.


Cada participante inscrito receberá um kit oficial do evento. As inscrições são individuais, nominais e limitadas.

 

11ª SP Dog Run – Espaço Weasy

Data: 17 de maio

Horário das largadas: 08h30 Corrida Pet de 2 KM / 09h10 Cãominhada de 2 KM

Local: Shopping SP Market - Avenida das Nações Unidas, 22.540 - Vila Almeida

Atrações: Espaço Weasy com pista de agility, ativações e experiências para pets e tutores

Inscrições: SP Dog Run - https://www.ticketsports.com.br/e/10-sp-dog-run-71696


Feira de Adoção Pet acontece no Carioca Shopping no sábado, 16 de maio



O Carioca Shopping promove no sábado, 16 de maio, das 14h às 18h, mais uma edição da Feira de Adoção Pet, ação que integra o calendário de iniciativas do empreendimento e reforça seu compromisso com a causa animal. Em parceria com a ONG Entre Pegadas, o evento acontece no 2º piso, ao lado da Sr. Sorvete, reunindo cães e gatos resgatados, todos à espera de um lar cheio de amor e cuidado. 

Pet friendly, o shopping abre espaço para encontros que transformam vidas. São animais que já enfrentaram o abandono e agora aguardam por famílias dispostas a oferecer atenção, carinho e responsabilidade. 

“Cada adoção representa uma segunda chance. É um gesto simples, mas capaz de mudar completamente a vida desses animais”, afirma Michelle Coutinho, gerente de marketing do Carioca Shopping. 

Para garantir adoções responsáveis, os interessados devem ter mais de 21 anos e apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, originais e cópias. Antes da adoção, os candidatos passam por uma entrevista com os organizadores, assegurando que cada pet seja encaminhado a um lar preparado para recebê-lo com responsabilidade e afeto.

 

Sobre a ONG Entre Pegadas

Fundada em 2015, a ONG Entre Pegadas atua na proteção animal, promovendo conscientização sobre guarda responsável e castração. Desde 2016, desenvolve trabalho contínuo na região do CEASA-RJ, já possibilitando milhares de adoções e procedimentos de castração, contribuindo para o bem-estar e a dignidade de cães e gatos resgatados.

 

Serviço

Feira de Adoção Pet – Carioca Shopping
Data: 16 de maio (sábado)
Horário: 14h às 18h
Local: 2º piso, ao lado da Sr. Sorvete – Avenida Vicente de Carvalho, 909, Vila da Penha – Rio de Janeiro/RJ
Entrada gratuita


Butantã Shopping promove encontro gratuito de cães da raça chihuahua neste domingo

 


 Evento reúne tutores, feira pet e muitos momentos de integração para os apaixonados pela raça 

 

No próximo domingo, dia 17 de maio, o Butantã Shopping, localizado na zona oeste e administrado pelo Carrefour Property, promove um encontro gratuito de cães da raça Chihuahua a partir das 14h. O evento é aberto ao público e acontece no piso 1, na loja da Weasy. 

A programação é ideal para tutores que querem aproveitar o dia ao lado dos pets, conhecer outros apaixonados pela raça e participar de momentos divertidos de interação. O encontro conta ainda com uma feira pet, reunindo produtos, acessórios, petiscos, roupas, serviços e novidades para o universo dos animais de estimação.

“Os encontros pet já se tornaram uma tradição no Butantã Shopping e sempre recebemos um público muito engajado. É muito legal ver como esses eventos aproximam as pessoas, movimentam o shopping e criam experiências afetivas para quem faz questão de incluir os animais de estimação nos momentos de lazer”, conta Franklin Pedroso, coordenador de marketing do Butantã Shopping.

  

Serviço

Evento: Encontro de Chihuahua no Butantã Shopping
Data: 17 de maio
Horário: 14h às 18h
Local: Loja da Weasy - Piso 1
Endereço: Av. Prof. Francisco Morato, 2718 - Butantã, São Paulo - SP, 05512-300

 

Carrefour Property
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“HAMLET, SONHOS QUE VIRÃO” reestreia com Ícaro Silva no papel título e prorroga temporada no Nu Cine Copan

crédito - Rael Barja

 

Após três meses de ingressos esgotados, a encenação ‘site-specific’ de Rafael Gomes para a tragédia de Shakespeare ganha um novo protagonista e prorroga seu enorme sucesso, transformando ruína arquitetônica em dramaturgia.  


Escrita entre 1599 e 1601 por William Shakespeare, Hamlet é considerada a obra mais célebre da dramaturgia ocidental. A tragédia acompanha o príncipe da Dinamarca confrontado com o assassinato do pai, a ascensão ao trono de um tio usurpador e um mundo moralmente corrompido, no qual agir parece tão impossível quanto não agir. Ao longo da peça, Shakespeare constrói um retrato radical da dúvida, da crise de sentido e do conflito entre desejo, poder e responsabilidade — temas que atravessam mais de quatro séculos de história e seguem interpelando o presente.

Após uma primeira temporada de enorme repercussão, estrelada por Gabriel Leone e vista por mais de 25 mil pessoas, o clássico estende sua temporada na cena paulistana, reestreando com novo protagonista. A adaptação inédita e contemporânea, com direção de Rafael Gomes e produção de Rafael Rosi, inicia uma nova fase, reafirmando seu lugar como um dos acontecimentos teatrais mais impactantes da cidade. E agora com Ícaro Silva no papel título:

“Talvez eu tivesse pensado duas vezes sobre o desafio tremendo que é ocupar o lugar de um ator brilhante como Gabriel Leone, em um elenco que há meses arrebata o público, se não tivesse assistido à essa montagem tão especial dirigida por Rafael Gomes. Mas como recusar esse convite, quando vi pessoalmente o poder da peça sobre o público? É teatro da melhor qualidade, o paraíso de qualquer ator. “

Parceiro de longa data do diretor em diversos outros trabalhos, incluindo quatro longas-metragens, Ícaro afirma: 

“O privilégio maior é que esse me parece um momento ideal no tempo e no mundo para se aprofundar nas humanidades que Shakespeare desvela através da tragédia, especialmente em uma encenação como essa. Estou muito animado e não vejo a hora de ocupar o trono da Dinamarca.”

O espetáculo desloca o teatro para fora do teatro, ocupa o canteiro de obras do Nu Cine Copan — desativado há décadas e atualmente em reforma para ser devolvido à cidade como um cinema de última geração, previsto para 2027 — e oferece ao público uma experiência site specific única, transformando o próprio edifício, suspenso entre abandono e reconstrução, no centro da dramaturgia.

Mais do que um cenário, a ruína arquitetônica torna-se linguagem. Em vez da tradicional caixa preta, a montagem inverte a lógica do espaço: a plateia, com cerca de 360 pessoas, ocupa a área onde antes ficavam a tela e o palco do cinema, enquanto a ação se desenrola no antigo espaço da plateia, criando um palco monumental. O público assiste à tragédia de Hamlet dentro de um corpo arquitetônico marcado por camadas de memória urbana, uso e desgaste do tempo.

“Hamlet fala de um mundo que ruiu, de estruturas que já não se sustentam”, afirma Rafael Gomes. “Encenar a peça em um edifício em ruínas não é um efeito estético, é uma tomada de posição. A ruína é o próprio estado do drama.”

 

Um clássico em estado de crise

Na tragédia de Shakespeare, Hamlet é um jovem deslocado em um mundo que já não reconhece. Incapaz de aderir plenamente às regras da corte e igualmente incapaz de se retirar da ação, ele vive paralisado entre o desejo de justiça e a impossibilidade de agir sem se corromper. Em Hamlet, sonhos que virão, essa crise existencial encontra eco direto no espaço que abriga a encenação: um edifício em suspensão, à espera de um novo destino.

A adaptação é assinada por Rafael Gomes e Bernardo Marinho e propõe deslocamentos internos no texto, incluindo a reorganização de alguns solilóquios e centrando o foco do drama no enigma do desejo e nas personagens consumidas por impasses internos e pelo transbordamento de suas paixões. A montagem parte da tradução de Aderbal Freire-Filho, Wagner Moura e Barbara Harrington, conhecida por sua linguagem direta e contemporânea, aproximando o texto do espectador de hoje.

 

Ícaro Silva como Hamlet

Reconhecido como um dos nomes mais consistentes de sua geração no audiovisual e no teatro brasileiro, Ícaro Silva assume agora um dos personagens mais emblemáticos da história do teatro.

Com trajetória consolidada na televisão, no streaming, no cinema e nos palcos, Ícaro reúne forte presença cênica, reconhecimento de público e credibilidade artística. Sua presença em Hamlet não representa apenas a chegada de um nome de grande repercussão: trata-se de uma escolha artística que amplia o alcance simbólico da obra, atualiza sua leitura e fortalece seu diálogo com o Brasil de hoje.

Ao longo da carreira, Ícaro também se destacou por participar ativamente de discussões sobre representatividade e diversidade no entretenimento brasileiro, especialmente no que diz respeito ao protagonismo negro e à ampliação de espaços na indústria cultural.

 

Um gesto urbano e cultural

Após a temporada de Hamlet, sonhos que virão, o Nu Cine Copan entrará em obras e será devolvido à cidade em 2027 como um importante equipamento cultural, abrigando um cinema de grandes dimensões com tecnologia de última geração.

O espetáculo marca, assim, um momento histórico e limiar: a última grande ocupação artística do espaço antes de sua transformação definitiva.

“Existe algo de muito potente em habitar esse lugar exatamente agora, neste intervalo entre o que foi e o que ainda vai ser”, afirma Rafael Gomes. “O espetáculo acontece nesse estado de passagem. São, também, os sonhos que virão.”

 

HAMLET, SONHOS QUE VIRÃO

de William Shakespeare

Direção: Rafael Gomes
Adaptação: Bernardo Marinho e Rafael Gomes
Tradução: Aderbal Freire-Filho, Wagner Moura e Barbara Harrington

Elenco: Ícaro Silva, Susana Ribeiro, Eucir de Souza, Samya Pascotto, Fafá Renó, Bruno Lourenço, Daniel Haidar, Felipe Frazão, Rael Barja, Davi Novaes, Conrado Costa, Giovanna Barros e Lua Dahora

 Cenografia: André Cortez
Iluminação: Wagner Antônio
Figurino: Alexandre Herchcovitch
Visagismo: Pamela Franco
Trilha Sonora: Antonio Pinto e Barulhista
Design de Som: Gabriel D’Angelo e Fernando Wada
Design Gráfico: Izabel Menezes
Diretor Residente: Victor Mendes
Direção de Movimento e Coreografia: Fabrício Licursi

 Diretor de Produção: Rafael Rosi
Coordenação de Produção: Luciana Fávero
Produtor Executivo: Diogo Pasquim

 Realização: Art’n Company, Substância Filmes e Viva do Brasil

 

Sinopse:
Após a morte do rei da Dinamarca, o príncipe Hamlet vê seu tio assumir o trono e casar-se com sua mãe. Suspeitando das circunstâncias da morte do pai, Hamlet decide fingir loucura para investigar a verdade e testar os limites do poder, das paixões humanas e da própria razão.

 

Local: Nu Cine Copan
(Av. Ipiranga, 200 – Centro – São Paulo/SP)
Entrada pela Galeria do Copan

Quando: até 14 de junho
Quintas e sextas às 20h30
Sábados às 16h e 20h
Domingos às 17h

Ingressos: à venda no site https://nucinecopan.byinti.com/ e na bilheteria do Teatro Renault

 Duração: 130 min, sem intervalo
Capacidade: 360 lugares
Classificação indicativa: 14 anos

 

“A Ópera do Carnaval – A História do Samba Contada por Nós” leva ao palco do Teatro Itália a história do samba sob o olhar da cultura negra brasileira



Espetáculo do Coletivo Kizomba Pra Preto estreia temporada em São Paulo com direção do carnavalesco Fabio Gouveia

 

O samba, uma das maiores expressões culturais do Brasil, ganha protagonismo no palco do Teatro Itália no espetáculo “A Ópera do Carnaval – A História do Samba Contada por Nós”, nova montagem do Coletivo Kizomba Pra Preto que propõe uma releitura potente da história do povo negro no país. 

Com texto e direção de Fabio Gouveia, o espetáculo combina teatro, música e dança para conduzir o público por uma jornada que atravessa a diáspora africana e chega à consolidação do samba como símbolo de identidade, resistência e celebração. Mais do que contar uma história, a obra reivindica narrativas e revisita as lutas, resistências e conquistas de homens e mulheres pretos que transformaram a dor em cultura. 

No palco, o samba assume o papel de narrador, revelando histórias e personagens fundamentais na construção da cultura brasileira, muitas vezes invisibilizados ao longo do tempo. 

A montagem aposta em uma linguagem contemporânea, com forte impacto visual e musical, aproximando o público de temas históricos por meio da emoção e da identificação.

 A produção é assinada pela Berzaghi & Teodoro Produções. 

 

SERVIÇO

“A Ópera do Carnaval – A História do Samba Contada por Nós”    

**Direção:** Fabio Gouveia

**Direção Musical:** Zanza Simeão e Vih Davice Olubata 

Datas

* 12, 18 e 26 de junho

* 07, 14, 21 e 28 de agosto 

Horário - 20h30 

Local - Teatro Itália

Av. Ipiranga, 344 – Subsolo do Edifício Itália

República – São Paulo/SP 

Ingressos

R$ 80,00 (inteira)

R$ 40,00 (meia-entrada) 

Vendas

[https://bileto.sympla.com.br/event/120245](https://bileto.sympla.com.br/event/120245) 

Bilheteria - A bilheteria abre 2 horas antes do espetáculo. 

Estacionamento / Valet 

Serviço de valet na entrada do Edifício Itália, realizado pela empresa Mobiciti. 

Acesso - Próximo à estação República (linhas Vermelha e Amarela do Metrô de São Paulo). 

Acessibilidade - O espaço conta com acesso por elevadores e possui estrutura adequada para pessoas em cadeira de rodas e pessoas com mobilidade reduzida.

FAAP e MAM São Paulo apresentam exposição em parceria inédita

Mostra reúne obras de artistas da coleção do MAM que estudaram ou lecionaram na FAAP, e propõe discutir o percurso formativo em arte como processo em movimento entre escola, ateliê e museu

 

Felipe Cama, Gobbis x Elaine, 2008. Doação artista por intermédio do Clube de Colecionadores de Fotografia MAM São Paulo, 2009. Coleção MAM São Paulo. Clique aqui para acessar mais imagens de divulgação 

 

De 26 de março a 28 de junho de 2026, a Fundação Armando Alvares Penteado e o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresentam a exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista. Com curadoria de Cauê Alves e Marcos Moraes, a mostra acontece no Salão Cultural do MAB FAAP - Museu de Arte Brasileira e reúne cerca de 160 obras do acervo do MAM São Paulo de mais de 80 artistas que passaram pela FAAP como estudantes ou professores, revelando percursos formativos que atravessam gerações e instituições. 

FAAP na coleção do MAM: a formação do artista aborda o modo como museu e escola irradiam saberes, acolhem rupturas e acompanham os movimentos da arte brasileira. Mais do que compreender a formação como aprendizado técnico e teórico, a exposição propõe pensá-la como uma travessia permanente, que se reinventa por meio do diálogo com o mundo contemporâneo e do contato direto com a arte. 

Articulada em três núcleos – alunos, professores e artistas residentes – a exposição propõe um percurso que acompanha seis décadas de existência do curso de artes visuais da FAAP – mas também com artistas que estudaram cinema, publicidade e comunicação visual na Instituição. Para os curadores, “mais do que compreender a formação como aprendizado teórico, técnico e de linguagens artísticas, trata-se de estimular o diálogo com o mundo contemporâneo e o contato direto com a arte”. 

“A exposição propõe uma reflexão sobre os vínculos entre ensino, prática e reconhecimento institucional na arte brasileira, apontando para o fato de que a formação do artista nunca está concluída: ela está sempre em expansão e se reinventando, tanto na sala de aula, no ateliê, quanto no museu ou em programas de residência artística. Ao realizar este projeto em parceria com a FAAP - a primeira entre as duas instituições - o MAM reafirma seu compromisso histórico com colaborações institucionais que ampliam o debate público e fazem o acervo circular, ativando novas leituras e contextos”, diz Cauê Alves, curador-chefe do MAM São Paulo. 

“O recorte curatorial evidencia como a formação do artista se constrói de modo contínuo e expandido. Cada obra presente na exposição testemunha o entrelaçamento entre os percursos individuais dos artistas, o ambiente pedagógico da FAAP e o papel do museu como espaço de legitimação, mediação e circulação. É possível reconhecer, no conjunto das obras, o diálogo entre as diferentes gerações que passaram pelos cursos vinculados à Fundação e que estão presentes tanto na história da arte contemporânea como na coleção do Museu. É uma excelente oportunidade para vermos também os resultados em manter dois programas de residência artística, em São Paulo e Paris, voltados para o desenvolvimento de projetos, ativos nos últimos 30 anos”, reflete Marcos Moraes, diretor do MAB FAAP, do curso de Artes Visuais e das Residências Artísticas da FAAP – São Paulo/ Paris. 

A lista de artistas é composta por Alex Cerveny, Alex Vallauri, Ana Maria Tavares, Anna Mantovani, André Komatsu, AVAF, Caetano de Almeida, Caio Reisewitz, Carla Chaim, Carla Zaccagnini, Carmela Gross, Celina Yamauchi, Celso Orsini, Claudio Mubarac, Dora Longo Bahia, Edgar de Souza, Edith Derdyk, Edouard Fraipont, Elisa Bracher, Evandro Carlos Jardim, Fabiano Marques, Fabio Morais, Fabricio Lopez, Felipe Cama, Felipe Cohen, Flávia Junqueira, Gilberto Mariotti, Gisele Motta & Leandro Lima, Guilherme Peters, Gustavo Rezende, Herman Tacasey, Hudinilson Júnior, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, João Loureiro, José Leonilson, José Moraes, José Spaniol, Julio Plaza, Karola Braga, Keila Alaver, Laurita Salles, Leda Catunda, Letícia Ramos, Leya Mira Brander, Lia Chaia, Lina Kim, Lucas Bambozzi, Lucia Koch, Luiz Solha, Luiz Zerbini, Lydia Okumura, Marcelo Arruda, Marcello Nitsche, Marcelo Cidade, Márcia Xavier, Maria Teresa Louro, Mário Ishikawa, Mauro Restiffe, Mauro Piva, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marina Saleme, Mônica Barth, Mônica Nador, Mônica Schoenacker, Nelson Leirner, Nicolas Vlavianos, Norberto Nicola, Paulo Pasta, Pazé, Regina Johas, Regina Silveira, Ricardo Carioba, Rogério Canella, Rosângela Dorazio, Sandra Cinto, Santídio Pereira, Sérgio Romagnolo, Sidney Amaral, Tiago Judas, Thiago Honório & Thiago Bortolozzo, Ulysses Bôscolo, Vik Muniz e Wagner Malta Tavares. 

Criada em 1947, a FAAP consolidou-se como um espaço dedicado à formação artística, à pesquisa e à reflexão crítica. Já o MAM São Paulo, fundado em 1948, nasceu como um lugar de experimentação, aberto à arte moderna e contemporânea. A aproximação entre essas duas histórias encontra eco na atuação de figuras centrais do cenário cultural brasileiro, como Yolanda Penteado, protagonista do mecenato cultural no país, e seu primo Armando Alvares Penteado, cujo projeto institucional visava fomentar o estudo da arte e profissionalizar o circuito artístico. 

Hoje, com 60 anos de história, o curso de artes visuais da instituição tem, além da formação, exposições como a Anual de Artes, já em sua 55ª edição, que já revelou nomes em início de carreira para o circuito das artes. Os programas de residência artística, tanto em São Paulo, como em Paris, têm 30 anos de existência e já receberam mais de 450 artistas do mundo todo para o desenvolvimento de projetos. 

A exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista integra o programa MAM em Movimento, iniciativa que leva a coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo a outras instituições durante o fechamento temporário de sua sede para reforma, ampliando diálogos, expandindo seus territórios de atuação e reafirmando seu compromisso com a circulação do acervo e com a construção de parcerias institucionais.

 

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de cinco mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas. O MAM tem uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

O MAM está temporariamente fora de sua sede no Ibirapuera desde agosto de 2024 devido à reforma da marquise, realizada pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, e o retorno do museu ao Parque está previsto para o segundo semestre de 2026. A programação de exposições está sendo apresentada em instituições parceiras. Acompanhe as atividades do MAM através do site (www.mam.org.br) e pelas redes sociais (@mamsaopaulo).

 

Sobre a FAAP

Desde 1947, a FAAP se destaca como um marco na cultura, nos negócios e na educação. É uma instituição de ensino superior de referência. É uma instituição tripartite – educacional, cultural e artística. Investe em cultura e ensino por meio do Museu de Arte Brasileira, do Teatro FAAP, do Colégio FAAP, da biblioteca (criada em 1959) e das faculdades. O curso de artes visuais da instituição é um dos mais tradicionais do país, com 60 anos de existência e reconhecido como referência na formação de artistas, curadores e profissionais ligados às artes. 

Um dos diferenciais do curso é a organização da Anual de Arte, exposição que reúne os trabalhos de alunos. Realizada desde 1964, a exposição tem revelado artistas e estimulado a reflexão sobre a arte contemporânea. Participam também desta exposição os artistas que integram o programa de Residência Artística, gerando uma rica troca de conhecimento.

 

Residência Artística FAAP – Paris

A FAAP é atualmente a única instituição educacional da América Latina a manter uma residência artística universitária na Cité Internationale des Arts, reafirmando seu compromisso com a formação, a pesquisa e a projeção internacional de artistas no cenário contemporâneo. 

O programa de residência da FAAP em Paris já se aproxima dos seus 30 anos de existência, e é um dos mais prestigiados da Fundação Armando Alvares Penteado. Oferece a artistas ligados à FAAP — estudantes, ex-alunos e professores — a oportunidade de viver e criar em Paris, sem custos e com subsídio. Instalada na Cité Internationale des Arts, às margens do Rio Sena, a residência proporciona um ambiente dinâmico, multicultural e inserido em um dos principais epicentros da arte contemporânea. Já fizeram o programa de residência em Paris artistas como Dora Longo Bahia, Daniel de Paula, Graziela Kunsch, Flavia Junqueira, Marcius Gallan, Maurício Ianês, Rodolpho Parigi, Sandra Cinto, Thiago Honório, Caetano de Almeida, Lia Chaia, Fábio Morais, Fernanda Galvão e Pepi Lemes. 

Atualmente, a artista escolhida para o programa é Regina Parra, ex-aluna do curso de Artes Visuais da FAAP e ex-professora da instituição, ocupando o estúdio 1422 na capital francesa para desenvolver um projeto inédito.

 

Residência Artística FAAP – São Paulo

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. O espaço – localizado no centro de São Paulo - possui dez estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. O Programa foi criado em 2005 e, desde então, recebe artistas nacionais e internacionais todos os semestres. Mais de 450 artistas de todos os continentes já passaram Edifício Lutetia, localizado na Praça do Patriarca, no centro de São Paulo, e projetado pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo.

 

Sobre o MAB FAAP

Instalado no edifício projetado por Auguste Perret, desde que abriu suas portas pela primeira vez em agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o MAB FAAP se comprometeu a incentivar e divulgar a arte brasileira. Nestes 65 anos de existência, compôs um acervo que conta com mais de 4.000 obras de arte criadas a partir do final do século 19. No decorrer dos últimos anos, abrigou exposições marcantes para a história da cultura do país, como “Proposta 65”, “O Objeto na Arte: Brasil anos 60”, entre outras. Em 2024, apresentou a exposição “Desafio Salvador Dalí: Uma Exposição Surreal na FAAP, “Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil”. Em 2025, recebeu a exposição “Andy Warhol: Pop Art!”, e sediou a Conferência Res Artis 2025 – São Paulo, o maior evento dedicado às residências artísticas do mundo, realizado pela primeira vez na América Latina.


 

Serviço:

FAAP na coleção do MAM São Paulo: a formação do artista

Período expositivo: 26 de março a 28 de junho de 2026


MAB FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário de funcionamento:

De terça a domingo, das 10h às 18h - última entrada às 17h30
 

Entrada gratuita

Fechado às segundas-feiras

Acessibilidade: local acessível para cadeirantes

Classificação etária: livre para todas as idades


Museu do Amanhã disponibiliza seu acervo ao grande público em plataforma online

Crédito: Albert Andrade


Centro de Documentação e Memória consolida o equipamento como espaço de produção de conhecimento e pesquisa, além de democratizar o acesso a uma base de dados que ajuda a contar a história dos dez anos da instituição

 

O Museu do Amanhã, museu público da Prefeitura do Rio de Janeiro sob gestão do idg – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, acaba de lançar uma plataforma online que amplia o acesso ao conhecimento produzido ao longo de seus dez anos de trajetória. Batizado de Centro de Documentação e Memória, o portal reúne dados, conteúdos e registros que dialogam com os temas centrais do museu e suas investigações sobre o presente e os futuros possíveis. 

O acervo digital propõe uma experiência de navegação que conecta o museu a temas como arquitetura, ciência, cultura e sociedade, dividindo seu acervo em três grandes eixos: bibliográfico, arquivístico e museológico. Ao reunir e disponibilizar publicamente informações de pesquisas, exposições e projetos, a plataforma reforça o papel do Museu do Amanhã como um espaço de produção e compartilhamento de conhecimento no âmbito nacional e reforça a natureza do museu em ser um espaço aberto e acessível ao público. 

“O Museu do Amanhã nasceu há 10 anos com acervo próprio, que foi sendo ampliado de forma significativa ao longo dessa década. Agora, com o lançamento do Centro de Documentação e Memória, temos a oportunidade de ampliar o acesso a este conteúdo por meio de uma grande base de dados que articula ciência, arte e tecnologia. Assim, esperamos estimular o público a também refletir sobre possibilidades de futuros conosco”, explica Cristiano Vasconcelos. 

A proposta da plataforma é estimular não apenas o acesso à informação, mas também a construção de novos sentidos a partir dela — em consonância com a vocação do museu mais visitado da América do Sul —, para pensar e construir possibilidades de futuros. 

“A sistematização e disponibilização pública desse acervo é uma etapa importante para consolidar a memória institucional do Museu do Amanhã. A partir do Centro de Documentação, preservamos documentos, obras, registros e conteúdos produzidos ao longo desses dez anos, ao mesmo tempo em que democratizamos o acesso a esse patrimônio, fortalecendo seu potencial de pesquisa, educação e difusão cultural”, diz Tatiana Paz.


Museu da Pessoa e Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB) lançam exposição digital com memórias inéditas da diplomacia brasileira

“Memórias da Diplomacia Brasileira” reúne depoimentos de 30 diplomatas aposentadas e aposentados e revela, em primeira pessoa, os bastidores de decisões, crises e negociações que marcaram a atuação do Brasil no cenário internacional desde os anos 60. Também traz, pela primeira vez, histórias de vida. 

 

Em um momento de profunda instabilidade internacional e de crise do sistema multilateral, quando a agenda internacional ganha inédito espaço no debate político interno, o Museu da Pessoa e a Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB) lançam a exposição digital “Memórias da Diplomacia Brasileira”. A mostra reúne depoimentos inéditos de 30 diplomatas aposentadas e aposentados, conectando trajetórias pessoais a episódios marcantes da história nacional e internacional nas últimas décadas. Visite em: https://memo.museudapessoa.org/memorias-da-diplomacia-brasileira/ 

Com curadoria do jornalista e historiador Mauro Malin, os depoimentos foram organizados em eixos temáticos que aproximam o público de episódios muitas vezes restritos aos registros oficiais. Os relatos percorrem diferentes momentos da história recente do país: da ditadura militar e da redemocratização a negociações econômicas, bastidores de embaixadas e experiências de diplomatas em situações de risco no exterior, revelando tanto os processos institucionais quanto a dimensão humana da diplomacia. 

Confira os perfis das e dos 30 diplomatas participantes do projeto. 

                                                    Assista ao teaser da mostra

 

“Esses depoimentos ajudam a compreender a diplomacia brasileira a partir de uma perspectiva rara: a de quem viveu esses processos por dentro. Ao organizar as histórias, buscamos revelar os bastidores de decisões, crises e negociações que, muitas vezes, aparecem apenas de forma oficial, mas que também são atravessadas por experiências humanas”, afirma Mauro Malin, curador da exposição.  

No site da exposição, o público pode navegar por sete categorias: África, Mulheres diplomatas, Multilateralismo, Negociação, Nuestra América, Oriente Médio e Ásia, e Trabalho consular. A plataforma também reúne mapas com a localização das embaixadas brasileiras ao longo de sete décadas, linha do tempo, informações sobre o Itamaraty, além de trechos selecionados, textos narrativos e fotos dos arquivos dos depoentes, conectando trajetórias individuais a sete décadas da política externa brasileira, a partir de 1960. 

Diretora de Estudos e Pesquisas da ADB Sindical, a embaixadora Irene Vida Gala destaca a importância do trabalho discreto e qualificado realizado pela diplomacia brasileira e o fundamental destaque do ofício trazido pela exposição virtual Memórias da Diplomacia. 

“A diplomacia não é feita sob holofotes, mas é oportuno transpor o tradicional anonimato em torno dos agentes diplomáticos, homens e mulheres que defendem e promovem os interesses do Brasil no cenário internacional. Essas pessoas precisam ser conhecidas e nomeadas para uma justa valorização da carreira diplomática brasileira.” 

Para Karen Worcman, diretora e fundadora do Museu da Pessoa, o projeto reforça a importância de preservar histórias de vida como forma de compreender o presente e ampliar o acesso público à memória. 

“O Museu da Pessoa parte da ideia de que histórias de vida também são patrimônio. Ao tornar esses depoimentos públicos, o projeto amplia o acesso a memórias que ajudam a compreender diferentes momentos da história brasileira e a forma como o país se relaciona com o mundo”, afirma Karen Worcman, fundadora do Museu da Pessoa.  

A exposição “Memórias da Diplomacia Brasileira” integra as comemorações dos 35 anos da ADB e busca preservar e difundir a memória diplomática brasileira, contribuindo para o debate contemporâneo sobre o papel do Brasil no mundo. 

 

 

Sobre o Museu da Pessoa

O Museu da Pessoa é o maior acervo de histórias de vida do Brasil. Como um museu virtual e colaborativo fundado em 1991, tem como objetivo registrar, preservar e transformar histórias de vida em fonte de conhecimento, compreensão e conexão. A proposta é democratizar o acesso à memória social, valorizando as experiências de vida de qualquer pessoa como parte fundamental da construção da história coletiva. O acervo reúne mais de 18 mil depoimentos em vídeo, áudio e texto, além de cerca de 60 mil imagens e documentos digitalizados. Saiba mais: www.museudapessoa.org/. 

 

Sobre a Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB) 

A ADB Sindical surgiu em 1990, como Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB), organização sem fins lucrativos representativa de funcionários e funcionárias da carreira de diplomata do Ministério das Relações Exteriores (MRE). A entidade hoje, conta com mais de 1.600 diplomatas na ativa ou aposentados e aposentadas, além de pensionistas, entre seus membros. 

A ADB Sindical, braço sindical da Associação dos Diplomatas Brasileiros e Brasileiras, teve o registro oficializado em dezembro de 2017 e foi devidamente incluída no Cadastro Nacional das Entidades Sindicais.

 

 Serviço

Exposição digital “Memórias da Diplomacia Brasileira”:

Disponível em: https://memo.museudapessoa.org/memorias-da-diplomacia-brasileira/


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