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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Férias de julho na Europa: o que reservar antes da viagem para evitar filas e ingressos esgotados?

Segundo a plataforma de reservas de atividades turísticas Civitatis, atrações em Roma, Paris, Lisboa, Barcelona e Madrid já têm alta procura para julho, e reservar com antecedência ajuda a evitar filas e ingressos esgotados



Com a aproximação das férias de julho e do verão europeu, brasileiros que planejam viajar para a Europa começam a organizar não apenas passagens e hospedagem, mas também as atrações que pretendem visitar durante a viagem. Em destinos turísticos populares, experiências com vagas limitadas e horários específicos costumam registrar alta demanda durante a temporada. 

Segundo a Civitatis, plataforma global de distribuição de passeios e atividades em português, cresce a procura por ingressos comprados antecipadamente, principalmente para visitas guiadas, atrações culturais e experiências que oferecem acesso sem filas.
 

O que reservar com antecedência em Roma no verão europeu?


Museu do Vaticano e Capela Sistina demandam reserva antecipada,
 especialmente na alta temporada de verão


Roma segue entre os destinos mais movimentados da alta temporada europeia. Durante julho, o fluxo intenso de visitantes faz com que atrações ligadas à Roma Antiga e ao Vaticano concentrem filas maiores e horários concorridos ao longo do dia. 

Entre as experiências mais reservadas antecipadamente estão a visita guiada pelo Coliseu, Fórum Romano e Monte Palatino, além do tour com primeiro acesso aos Museus Vaticanos e Capela Sistina, bastante procurado por quem deseja visitar o Vaticano logo nas primeiras horas da manhã. O ingresso sem filas para o Panteão de Agripa também aparece entre as opções mais buscadas por turistas brasileiros.
 

O que reservar antes da viagem para Paris?

 

Museu do Louvre geralmente acumula filas na alta temporada

 

Durante julho, Paris registra aumento significativo na procura por museus, atrações históricas e experiências gastronômicas. O Museu do Louvre, por exemplo, costuma reunir longas filas ao longo do verão europeu, especialmente nos horários mais concorridos do dia. 

Entre os passeios mais concorridos estão o ingresso do Museu do Louvre sem filas, o cruzeiro pelo Sena com jantar e o ingresso para a Torre Eiffel, principalmente para horários próximos ao pôr do sol.
 

O que reservar em Lisboa antes da viagem?

Torre de Belém é ponto icônico de Lisboa e um dos mais concorridos no verão


Lisboa mantém forte procura durante o verão europeu, especialmente entre turistas interessados em passeios bate-volta e experiências culturais. As excursões para Sintra, Cabo da Roca e Cascais seguem entre as atividades mais populares para brasileiros que visitam Portugal em julho. 

Entre os roteiros mais procurados estão a excursão a Sintra, Palácio da Pena e Quinta da Regaleira, além do tour por Belém e Mosteiro dos Jerónimos. O Oceanário de Lisboa também figura entre as atrações mais visitadas da cidade durante a temporada.
 

Quais atrações mais concorridas de Barcelona?


Sagrada Família, a obra mais conhecida de Gaudí, é também
 a mais disputada durante julho em Barcelona

 

Barcelona concentra parte da procura turística do verão europeu nas obras de Antoni Gaudí, que trabalham com capacidade limitada ao longo da alta temporada. A Sagrada Família segue como a atração mais concorrida da cidade, especialmente para visitas guiadas em português e acessos sem filas.
 

Outras experiências que registram alta demanda durante julho incluem entradas para duas das construções mais conhecidas de Gaudí: ingresso da Casa Batlló e o ingresso da La Pedrera. Já a visita guiada à Sagrada Família em português aparece entre os passeios mais procurados por brasileiros na cidade.
 

O que costuma ter maior procura em Madrid no mês de julho?

Com obras de Goya e Velázquez, o Museu do Prado conta
 com visita guiada disponível na Civitatis


Madrid combina turismo cultural, gastronomia e excursões para cidades históricas próximas à capital espanhola. Durante julho, atrações culturais e passeios bate-volta aparecem entre os produtos mais reservados antecipadamente. 

Entre as experiências mais buscadas estão a visita guiada pelo Palácio Real e Catedral da Almudena e a visita guiada pelo Museu do Prado. Fora da capital, a excursão a Toledo e Segóvia segue entre os passeios mais procurados por viajantes interessados em história e arquitetura medieval. 

Segundo a Civitatis, a procura antecipada por atividades vem crescendo entre turistas brasileiros, especialmente em períodos de alta temporada, quando atrações populares podem operar com disponibilidade reduzida para determinados dias e horários.



Projeto de lei para banir o foie gras está a um passo de entrar em vigor; falta apenas a sanção de Lula

PL 90/2020 segue para sanção presidencial após mobilização de organizações de proteção animal; Fórum Animal acompanhou e apoiou a tramitação da proposta no Congresso Nacional.

O avanço do Projeto de Lei 90/2020 no Congresso Nacional reacendeu o debate sobre a produção e comercialização de foie gras no Brasil. A proposta, que proíbe produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados e segue agora para sanção presidencial.

O texto prevê a proibição da produção, venda e comercialização de produtos derivados da alimentação forçada, prática utilizada para hipertrofia do fígado de patos e gansos na fabricação do foie gras. O projeto também estabelece penalidades com base na Lei de Crimes Ambientais.

A tramitação do PL 90/2020 contou com mobilização de organizações de proteção animal em diferentes etapas do debate legislativo. Entre elas, a Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal atuou em ações de conscientização pública, articulação institucional e apoio à aprovação da proposta no Congresso.

A entidade já havia se posicionado publicamente contra a prática da alimentação forçada de aves e acompanhado discussões relacionadas ao foie gras em diferentes esferas legislativas, defendendo que o método configura violação ao bem-estar animal.

Para a diretora jurídica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Ana Paula Vasconcelos, a aprovação do projeto representa um marco na legislação animal brasileira.

“Essa aprovação demonstra que o Brasil avança no reconhecimento de práticas incompatíveis com o bem-estar animal. O foie gras depende de um método baseado na alimentação forçada e no sofrimento das aves. O apoio da sociedade civil e a pressão das organizações foram fundamentais para que o tema ganhasse espaço no Congresso”, afirma.

O projeto foi apresentado pelo senador Eduardo Girão e já havia sido aprovado pelo Senado Federal antes de avançar na Câmara. A proposta define alimentação forçada como qualquer método mecânico ou manual que induza o animal a ingerir alimento acima de sua capacidade fisiológica natural.

Segundo defensores do projeto, a medida aproxima o Brasil de legislações já adotadas em países que restringiram ou proibiram práticas relacionadas ao foie gras por questões de proteção animal.

A expectativa das organizações que acompanharam a tramitação é de que a sanção presidencial consolide uma proibição nacional da prática e estabeleça um novo parâmetro jurídico para debates sobre bem-estar animal e produção alimentícia no país.


Modalidade de proteção patrimonial ganha força entre taxistas e motoristas de aplicativo

Profissionais que dependem do veículo como ferramenta de trabalho enfrentam maior exposição a riscos no trânsito e buscam alternativas mais acessíveis para proteger seu patrimônio


O número de motoristas de aplicativo no Brasil cresceu expressivamente na última década, impulsionado pela expansão das plataformas digitais de mobilidade e pela busca por novas formas de geração de renda. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 1 milhão de brasileiros atuam como motoristas de aplicativos e táxis, utilizando o veículo como principal ferramenta de trabalho.

 

Ao mesmo tempo em que essa atividade se consolidou como alternativa profissional, os desafios também se intensificaram, especialmente em relação à segurança no trânsito, à violência urbana e aos custos envolvidos na manutenção e proteção do automóvel.

 

A rotina desses profissionais costuma envolver longas jornadas ao volante, alta quilometragem e circulação constante em diferentes regiões e horários, fatores que aumentam significativamente a exposição a riscos. Além das colisões no trânsito, motoristas de aplicativo e taxistas também enfrentam maior vulnerabilidade a furtos e roubos de veículos, sobretudo em grandes centros urbanos.

 

Esse cenário contribui para que os custos de proteção veicular tradicional sejam mais elevados para esse perfil profissional, já que o maior nível de utilização do automóvel e a maior probabilidade de ocorrência de eventos são considerados na precificação.

 

Diante dessa realidade, modelos alternativos de proteção patrimonial têm ganhado espaço entre profissionais que dependem do veículo para gerar renda. Entre eles, destaca-se a proteção patrimonial mutualista, baseada no associativismo e no compartilhamento coletivo de riscos entre os participantes. Nesse modelo, os associados contribuem para um fundo comum utilizado para custear eventuais prejuízos relacionados aos veículos protegidos.

 

Segundo Kleber Vitor, superintendente da Associação de Proteção Veicular e Serviços do Brasil (APVS Brasil), antes mesmo de iniciar na profissão, é importante que os motoristas considerem não apenas os custos operacionais do veículo, mas também o planejamento relacionado à proteção patrimonial.

 

“Taxistas e motoristas de aplicativo utilizam o veículo como a principal ferramenta de trabalho, o que naturalmente aumenta a exposição a riscos como colisões, furtos, roubos e até períodos de paralisação por manutenção. Por conta disso, muitos seguros tradicionais possuem valores elevados para esse perfil, justamente pelo maior índice de utilização e de eventos”, explica.

 

De acordo com o executivo, analisar cuidadosamente a estrutura de proteção disponível é uma medida importante para garantir maior estabilidade financeira e continuidade da atividade profissional em situações de imprevisto.

 

“Para motoristas de aplicativo e taxistas, o veículo é a principal ferramenta de trabalho e fonte de renda. Assim, além da proteção patrimonial, é essencial contar com soluções que minimizem a interrupção das atividades em caso de imprevisto. O benefício do carro reserva, por exemplo, garante que o associado possa continuar trabalhando enquanto seu veículo protegido passa pelos procedimentos necessários após um evento”, destaca Kleber Vitor.

 

Nesse contexto, o mutualismo tem ampliado sua presença entre taxistas e motoristas de aplicativo por oferecer um modelo baseado no compartilhamento coletivo de riscos. A estrutura funciona a partir do associativismo, no qual os participantes contribuem mensalmente para um fundo comum utilizado na assistência aos associados em caso de eventos registrados, permitindo a divisão coletiva dos custos e ampliando o acesso à proteção patrimonial.

 

O modelo também se destaca por operar de forma mais próxima à realidade dos associados, considerando as características de utilização do veículo e as necessidades específicas de cada perfil profissional. Para trabalhadores que dependem diretamente do automóvel para gerar renda, essa previsibilidade contribui para um planejamento financeiro mais equilibrado e maior segurança na continuidade das atividades.


Para profissionais que utilizam o veículo como instrumento de trabalho, o acesso a modelos de proteção patrimonial organizados e regulamentados representa não apenas proteção ao patrimônio, mas também um importante mecanismo de estabilidade financeira e redução da vulnerabilidade diante de imprevistos.



Rede Master Hotéis realiza novo feirão de empregos com 39 vagas disponíveis na próxima segunda-feira

O evento ocorre no Master Grande Hotel e oferece oportunidades em diversas áreas, reforçando o compromisso da rede com a atração de novos talentos


A Rede Master Hotéis promove mais uma oportunidade para quem busca ingressar no setor hoteleiro. Na próxima segunda-feira (25/05), das 9h às 12h, será realizado o 4º Feirão de Empregos da rede, desta vez no Master Grande Hotel, localizado na Rua Riachuelo, 1070, no Centro Histórico, oferecendo 39 vagas em diferentes áreas da rede.

Entre as oportunidades estão 16 vagas para camareira, 8 para atendente de A&B, 7 para garçom, 5 para recepcionista e 3 para auxiliar de manutenção. Os interessados devem comparecer com currículo impresso e documento de identificação com foto.

“Após o sucesso do último feirão, realizado no dia 27 de abril, com mais de 50 vagas preenchidas, seguimos investindo em talentos para fortalecer nossa equipe e oferecer serviços de excelência aos nossos hóspedes, além de oportunizar carreira hoteleira aos candidatos”, afirma Lívia Trois, Diretora Executiva da Rede Master Hotéis.

Matheus Machado de Souza, Analista de Recursos Humanos, destaca que “o feirão é uma oportunidade única para quem deseja fazer parte da nossa equipe. Recomendamos que os candidatos venham com currículo atualizado e documento de identificação, prontos para mostrar seu interesse e conhecer de perto o ambiente do Master Hotéis.”

Com mais de 40 anos de atuação, a Master Hotéis é uma das principais redes hoteleiras do Sul do Brasil, com presença em cidades estratégicas e foco na excelência em hospitalidade.

Dúvidas e informações adicionais podem ser obtidas com o Analista de Recursos Humanos: matheus.souza@masterhoteis.com.br



Serviço – Feirão de Vagas Master Hotéis

Data: 25 de maio de 2026
Horário: das 09h às 12h
Local: Master Grande Hotel
Endereço: Rua Riachuelo, 1070 - Centro Histórico - Porto Alegre 
Levar: currículo e documento com foto
Entrevistas no local


Airbnb: Com nova legislação, o que muda nos condomínios?

 Decisão do STJ impõe novas regras para locação de imóveis de condomínios em modelos de curta estadia.


O Superior Tribunal de Justiça (STJ), publicou no último dia 07, a decisão que aponta algumas alterações nas locações imobiliárias de curta permanência em imóveis localizados em condomínios. Agora, a locação por meio de plataformas como a Airbnb passa a ser permitida, desde que dois terços dos condôminos aceitem a situação.   

Segundo a relatora do Projeto de Lei, Nancy Andrighi, o uso de imóveis para esse tipo de locação, acaba com a finalidade residencial, por isso exige um aval formal do condomínio.   

Diante desse cenário, o advogado Eduardo Rachid, especialista em Direito Condominial, faz um alerta: “A nova legislação para as locações por temporada exige que os condomínios estejam juridicamente preparados. O síndico precisa garantir que o regimento interno esteja atualizado e que haja regras claras para o uso dos imóveis por terceiros, especialmente durante períodos de alta rotatividade como Carnaval, férias escolares e festas de fim de ano”. 

 

Regras para locações por temporada em condomínios 

Eduardo Rachid explica que, embora a locação por temporada seja permitida pela Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91), as chamadas locações de curtíssima temporada, feitas por plataformas digitais como o Airbnb, têm sido analisadas de forma distinta pela Justiça.   

“O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vem entendendo que esse tipo de negócio jurídico se enquadra como contrato atípico, ou seja, contratos que ainda não possuem uma legislação específica. Com isso, os condomínios têm autonomia para regulamentar a prática por meio da convenção e do regimento interno, estabelecendo normas que permitam ou neguem a prática da modalidade locação. Caso permitam, que se estabeleçam normas que garantam a segurança e a boa convivência entre moradores e visitantes”, afirma o advogado.  

Entre as medidas recomendadas pelo especialista estão:  

·         Cadastro prévio dos hóspedes na portaria 

·         Limite de ocupação por unidade 

·         Proibição de festas e eventos nas unidades alugadas 

·         Horários definidos para entrada e saída 

·         Responsabilidade do anfitrião por danos ou infrações 

·         Reforço na segurança e monitoramento por câmeras 

·         Permissão para a prática de locação por temporada SOMENTE com a autorização de 2/3 dos condôminos.  

“O ideal é que o condomínio atue de forma preventiva, comunicando com antecedência as regras aos proprietários e anfitriões. A transparência evita conflitos e protege a coletividade”, completa Rachid. 



Foco regional: litoral paulista em alta 

 

Além dos grandes centros como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, os dados do Airbnb mostram que destinos como Ubatuba, São Sebastião, Búzios e Arraial do Cabo estão entre os mais buscados. “É importante que os condomínios nessas regiões estejam especialmente atentos, pois o fluxo de turistas aumenta significativamente durante as altas temporadas e, com ele, os riscos de problemas de convivência, segurança e uso indevido das áreas comuns”, reforça o advogado. 

 

Convivência segura é responsabilidade de todos 

Rachid destaca ainda que o síndico tem papel fundamental como mediador e fiscalizador, mas que a responsabilidade pela boa convivência é compartilhada. “O morador que aluga seu imóvel precisa orientar os hóspedes. Já o síndico deve garantir que as normas sejam cumpridas, sempre com base legal e bom senso.” 

Com planejamento, regras claras e comunicação eficiente, os condomínios podem aproveitar o aquecimento do turismo de forma segura e organizada, garantindo tranquilidade tanto para os moradores quanto para os visitantes.  



Rachid Advocacia
https://rachidadvocacia.com.br/

 

91% das empresas sofrem pressão para implementar IA no atendimento ao cliente em 2026, aponta Gartner

Especialista da Sinch avalia que mensageria conversacional entra em nova fase, focada em integração, contexto e experiência contínua

 

A inteligência artificial deixou de ser um projeto experimental e passou a ocupar posição central nas estratégias de atendimento ao cliente das empresas. Segundo pesquisa da Gartner, 91% dos líderes globais de customer service afirmam estar sob pressão direta da liderança executiva para implementar IA ainda em 2026.

O levantamento também mostra que 80% das organizações planejam transformar funções de atendimento nos próximos meses, enquanto 84% pretendem ampliar as habilidades exigidas dos agentes humanos para atuar em conjunto com sistemas inteligentes.

Para Mario Marchetti, CEO Latam da Sinch, o mercado entra agora em uma etapa mais madura da IA conversacional, em que integração entre canais e qualidade da experiência passam a ser prioridade. “As empresas perceberam que apenas automatizar respostas não é suficiente para os desafios atuais. O consumidor espera contexto, continuidade e personalização em qualquer canal, seja WhatsApp, SMS, RCS, voz ou aplicativos proprietários”, afirma Marchetti.

Segundo o executivo, a pressão pela adoção de IA está diretamente ligada à mudança no comportamento do consumidor, que passou a demandar respostas imediatas e jornadas sem fricção. “O cliente atual não separa mais atendimento humano e digital. Ele simplesmente espera que a comunicação funcione, independentemente do canal utilizado”, diz.

A avaliação da Sinch é que o avanço da IA deve acelerar investimentos em plataformas omnichannel e mensageria conversacional, principalmente em setores como bancos, varejo, saúde e telecomunicações. “O grande desafio das empresas em 2026 não será apenas implementar IA, mas garantir que ela consiga operar com segurança, contexto e integração em escala”, afirma Marchetti.

O estudo da Gartner ainda aponta que as organizações estão priorizando iniciativas ligadas à melhoria da experiência do cliente, automação inteligente e eficiência operacional. “Estamos vendo uma transição importante: a mensageria deixa de ser apenas um canal de contato e passa a ser infraestrutura estratégica de relacionamento”, conclui o CEO.


Sinch
sinch.com


EMS ilumina Cristo Redentor em celebração aos medicamentos genéricos e reforça impacto da categoria no acesso à saúde



Ação marca o Dia Nacional do Medicamento Genérico e destaca o pioneirismo da companhia no segmento, além da confiança crescente da população brasileira nesses produtos


Hoje, quarta-feira, 20 de maio, às 20h30, data que marca o Dia Nacional do Medicamento Genérico, a EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, pioneira na produção e comercialização de medicamentos genéricos no país e líder neste segmento desde 2013, promoverá a tradicional iluminação em azul do monumento ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, em celebração à categoria e ao impacto dos genéricos no acesso à saúde no Brasil. A ação simbólica ocorrerá no Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, com a presença de executivos, convidados e parceiros, e integra as iniciativas do mês do Genérico promovidas pela companhia.

Ao longo das últimas décadas, os medicamentos genéricos se consolidaram como um dos maiores avanços da saúde no Brasil, ampliando o acesso da população ao combinar qualidade, eficácia, segurança e preços menores (no mínimo 35% inferiores aos medicamentos de referência) — contribuindo diretamente para a democratização de tratamentos médicos no país. A companhia destaca que o crescimento da categoria acompanha também a evolução da própria indústria farmacêutica nacional, marcada por investimentos contínuos em tecnologia, inovação, ampliação produtiva e rigor regulatório. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos), o segmento gerou uma economia estimada em R$ 14,6 bilhões para os brasileiros apenas no primeiro trimestre de 2026. O setor também projeta uma economia acumulada superior a R$ 630 bilhões para a população até 2030 (dados da IQVIA).

“A EMS tem muito orgulho de fazer parte dessa transformação histórica na saúde do país e de ter inserido os genéricos na vida dos brasileiros. Os medicamentos genéricos mudaram a relação da população com o acesso aos tratamentos, ampliando possibilidades e democratizando o cuidado com a saúde em todas as regiões do país. Trata-se de uma categoria que evoluiu ao longo dos anos, conquistou credibilidade e se consolidou como um dos principais pilares do acesso à saúde no Brasil”, afirma Marcus Sanchez, vice- presidente da EMS.

“Os medicamentos genéricos já conquistaram a confiança da população brasileira e hoje são parte essencial da democratização do acesso à saúde no país. Existe muita tecnologia, rigor regulatório, investimento industrial e inovação por trás de cada medicamento genérico disponibilizado no mercado. A Anvisa é reconhecida mundialmente como uma agência de referência, e isso garante à população a segurança, eficácia e equivalência terapêutica desses medicamentos”, complementa o diretor-adjunto da unidade de Genéricos da EMS, Gustavo Possani.

Hoje, aproximadamente 80% da população reconhece a qualidade dos medicamentos genéricos e cerca de 90% das doenças conhecidas já contam com opções terapêuticas dentro da categoria. Atualmente, os genéricos representam cerca de 40% do setor farmacêutico nacional e encerraram 2025 com um marco histórico de mais de 2,36 bilhões de unidades comercializadas no país. As projeções da entidade indicam que a categoria deverá alcançar 45,12% de participação de mercado até 2030. O Brasil é o 7º maior mercado farmacêutico do mundo em genéricos. O desempenho reforça o avanço contínuo da categoria e sua consolidação em território nacional.

“Os números mostram que os genéricos deixaram de ser apenas uma alternativa de preço para se consolidarem como um dos pilares da assistência farmacêutica no Brasil. Estamos falando de um setor que alia acesso, desenvolvimento industrial, inovação e impacto social direto na vida das pessoas”, afirmou Tiago de Moraes Vicente, presidente-executivo da PróGenéricos.


Liderança em genéricos


A EMS lidera o segmento de medicamentos genéricos desde 2013 e conta atualmente com o maior portfólio do Brasil, com cerca de 400 apresentações de produtos. A companhia movimenta mais de R$ 3,4 bilhões de faturamento por ano no segmento, detém 15,8% de market share em valor e comercializou mais de 264 milhões de unidades apenas em 2024.

Mensalmente, são, em média, 26,4 milhões de caixas de medicamentos genéricos dispensadas pela companhia em todo o país. Nos últimos 12 meses, enquanto o mercado de genéricos cresceu 9,5% em unidades, a EMS registrou crescimento de 10,9%, confirmando sua presença nos lares brasileiros e reforçando seu compromisso com a ampliação do acesso à saúde (Close-Up – RCD Abril/2026).

Além da iluminação do monumento, a EMS também realizará a doação de medicamentos isentos de prescrição médica para projetos sociais atendidos pelo Consórcio Cristo Sustentável. A ação também contará com divulgação nas redes sociais da companhia e apoio de embaixadores da marca.

 

Genéricos EMS: highlights 

 

·         Líder desde 2013 na categoria

·         Market share em reais com desconto (preço de compra da farmácia) – 15,6% em 2025

·         26,4 milhões de unidades (caixas) vendidas na média por mês em 2025

·         Crescimento de 23,2% em 2025 em reais com desconto (preço de compra da farmácia)

·         Expectativa de lançar mais de 40 skus em 2026

·         Crescimento projetado de 25% em 2026 (Fonte: Close-Up – RCD Abril/2026)

 

 

EMS

Sobre o Consórcio Cristo Sustentável

 

O Consórcio Cristo Sustentável é uma aliança estratégica entre três organizações que atuam de forma integrada com o objetivo de promover ações coordenadas voltadas para a sustentabilidade ambiental, social e econômica. A colaboração interinstitucional entre o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, Obra Social Leste Um - O Sol e o Instituto Redemptor viabiliza mudanças e transformações, acelerando a transição para um futuro mais sustentável, promovendo inovação, inclusão, conscientização e equilíbrio entre progresso econômico e preservação ambiental.

O Consórcio Cristo Sustentável atua a partir de três eixos, distribuídos nas seguintes linhas de atuação: Cidadania, Empreendedorismo e Empregabilidade e Ambiental, articulando projetos e iniciativas que impactam diretamente comunidades, territórios e instituições parceiras.

Em 2025, o Consórcio Cristo Sustentável realizou 45.162 atendimentos, por meio de ações de assistência  social,  capacitação  profissional,  incentivo  ao  empreendedorismo  e  iniciativas ambientais. Os resultados refletem uma metodologia baseada na integração institucional, no planejamento estratégico e no acompanhamento contínuo das iniciativas, garantindo eficiência e impacto social.


Nova NR-1 entra em vigor em maio de 2026 e reforça gestão de riscos psicossociais nas empresas, destaca ABRH Brasil

 

Atualização da norma amplia a responsabilidade das organizações sobre saúde mental no trabalho e impulsiona mudanças na gestão de pessoas


A entrada em vigor da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), prevista para 26 de maio de 2026, marca um avanço relevante na forma como as empresas brasileiras devem gerir saúde e segurança no trabalho. A norma passa a exigir a identificação, avaliação e controle dos riscos psicossociais, como estresse, assédio e sobrecarga, dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Para a ABRH Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos), a mudança consolida uma agenda que vem ganhando força nos últimos anos: a integração da saúde mental à estratégia das organizações. A atualização da NR-1 estabelece que empresas adotem medidas formais para prevenir o adoecimento mental relacionado ao trabalho. Isso inclui mapear fatores de risco ligados à organização do trabalho, relações interpessoais e práticas de gestão.

Na avaliação da ABRH Brasil, a nova exigência traz maior clareza e direcionamento para as empresas. “A NR-1 representa um avanço importante ao estruturar a gestão dos riscos psicossociais dentro de um modelo já consolidado de gerenciamento de riscos. Isso facilita a implementação de ações concretas e fortalece a prevenção”, afirma Leyla Nascimento, presidente da ABRH Brasil.

Embora a norma tenha caráter estruturante, o contexto atual reforça a relevância da medida. Dados da Previdência Social mostram que os afastamentos por burnout cresceram de 823 em 2021 para 7.595 em 2025. No mesmo período, denúncias relacionadas à saúde mental no trabalho também aumentaram de forma significativa, segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT).

“Os dados mostram que a saúde mental precisa ser tratada de forma sistemática. A NR-1 chega justamente para apoiar as empresas nesse processo, trazendo um olhar mais estruturado e preventivo”, destaca Leyla.

A inclusão dos riscos psicossociais no centro da gestão corporativa acompanha uma tendência global de valorização do bem-estar no trabalho. Segundo Leyla, o momento representa uma transição importante para modelos mais sustentáveis de gestão de pessoas.

“Estamos avançando para uma visão mais integrada, em que desempenho e saúde caminham juntos. A NR-1 é um passo decisivo nessa direção”, disse a presidente. 

A ABRH Brasil tem intensificado sua atuação na orientação de empresas e lideranças, com iniciativas voltadas à disseminação de boas práticas e apoio à implementação das novas exigências. “Estamos avançando para uma visão mais integrada, em que desempenho e saúde caminham juntos. A nova NR-1 é um passo decisivo nessa direção”, conclui.

 

ABRH Brasil - Associação Brasileira de Recursos Humanos

 

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