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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Como prevenir o bullying e educar para o uso responsável das tecnologias digitais na adolescência

Atividades pedagógicas e materiais didáticos deram suporte
ao ciclo de palestras sobre bullying, cyberbullying e segurança
digital, promovendo reflexão e convivência
 respeitosa dentro e fora da escola.
 Divulgação
Ciclo de palestras e ações pedagógicas mostra como escola e famílias podem atuar juntas na formação socioemocional e na segurança digital.

 

A prevenção ao bullying e ao cyberbullying voltou ao centro do debate educacional, especialmente diante do aumento das interações digitais entre crianças e adolescentes. Para pais e educadores, a dúvida é recorrente: como orientar o comportamento dos jovens dentro e fora da escola, garantindo segurança, respeito e inclusão no cotidiano?

Na primeira semana de abril, em alinhamento ao Abril Azul e ao Dia Nacional de Combate ao Bullying, a Escola Canadense de Brasília, escola da Inspira Rede de Educadores, promoveu um ciclo de palestras para alunos do Middle Years e High School, com participação de representante da Polícia Civil do Distrito Federal. A iniciativa buscou ampliar a consciência sobre riscos no ambiente digital, consequências legais e impactos emocionais do bullying.


Quais são as principais dúvidas de pais e educadores?

Entre as famílias, algumas questões são frequentes:

  • Como identificar sinais de bullying ou cyberbullying?
  • Qual é o limite entre conflito pontual e violência recorrente?
  • Como orientar o uso seguro e ético das redes sociais?
  • De que forma a escola deve intervir em situações de desrespeito?
  • Como promover inclusão de forma consistente no ambiente escolar?

Essas dúvidas refletem um cenário em que as relações sociais dos estudantes se estendem para o ambiente digital, exigindo acompanhamento mais atento e estratégias educativas contínuas.


O que dizem especialistas em educação e desenvolvimento infantil?

De acordo com Marília Cunha, Orientadora Educacional do High School da Escola Canasdense de Brasília, o enfrentamento ao bullying precisa ser permanente e integrado à formação dos alunos. “O tema faz parte do cotidiano escolar, não se limita a campanhas. Trabalhamos empatia, respeito e cidadania digital de forma contínua, em aulas, projetos e momentos de orientação”, afirma.

Ela destaca que o contato com agentes externos, como a Polícia Civil, contribui para tornar o tema mais concreto. “As palestras mostraram que o cyberbullying tem consequências reais, inclusive legais. Isso gera mais consciência e responsabilidade nas interações entre os alunos”, explica.

Já a Orientadora Educacional do Middle Years da Escola Canadense de Brasília, Tayanne Caetano, reforça que o desenvolvimento socioemocional exige abordagem prática e constante. “As situações são tratadas de forma educativa, com mediação de conflitos e escuta ativa. Nosso objetivo é que os alunos compreendam o impacto de suas atitudes e desenvolvam responsabilidade nas relações”, diz.

Sobre inclusão, ela aponta que o trabalho vai além de datas específicas. “A inclusão é vivenciada no dia a dia. Promovemos uma cultura em que as diferenças são respeitadas e valorizadas, formando alunos mais conscientes e empáticos.”


Como aplicar esse conhecimento na prática?

Para famílias e escolas, algumas ações podem fortalecer a prevenção ao bullying e o uso responsável da tecnologia:

  • Manter diálogo aberto com crianças e adolescentes sobre relações sociais e experiências online
  • Observar mudanças de comportamento, como isolamento, queda de rendimento ou resistência à escola
  • Estabelecer combinados claros sobre uso de dispositivos e redes sociais
  • Incentivar empatia e respeito, valorizando a diversidade
  • Buscar parceria com a escola, alinhando estratégias de orientação e intervenção

A participação ativa da família é um dos fatores mais relevantes nesse processo. “Quando há diálogo entre escola e responsáveis, conseguimos atuar de forma mais eficaz e preventiva”, afirma Tayanne.

O tema ganha ainda mais relevância diante do avanço da vida digital entre jovens e das discussões sobre saúde mental na adolescência. Especialistas apontam que competências socioemocionais — como empatia, autocontrole e responsabilidade — são fundamentais para a formação integral e para a convivência em ambientes diversos.

Nesse cenário, iniciativas que integram educação digital, prevenção ao bullying e inclusão tendem a se consolidar como parte estruturante do projeto pedagógico das escolas.

Não há uma solução única para o enfrentamento do bullying ou para a educação digital. O caminho passa por acompanhamento contínuo, escuta ativa e colaboração entre escola e família. Ao transformar esses temas em prática cotidiana, é possível construir ambientes mais seguros, respeitosos e preparados para os desafios da vida contemporânea. 



Escola Canadense de Brasília (ECB)
www.escolacanadensedebrasilia.com.br
@escolacanadensebrasilia

Unidade SIG – SIG Quadra 8, Lote 2225, Parte F • Brasília – DF
Unidade Águas Claras – QS 05 Av. Areal, Lote 04 • Águas Claras – DF
WhatsApp: +55 (61) 9276-4957

Inspira Rede de Educadores

 

A Geração Z não é o problema. O trabalho é que não acompanhou o mundo

Existe um diagnóstico errado circulando nas empresas brasileiras. E ele é conveniente demais para ser ingênuo

 

Ǫuando uma empresa perde um talento jovem no terceiro mês, a narrativa que se instala nos corredores raramente questiona o ambiente. Ǫuestiona o jovem. "Ansioso demais." "Não soube esperar." "Essa geração não tem comprometimento." O diagnóstico se repete com uma uniformidade que deveria, por si só, gerar suspeita — porque quando todo mundo concorda tão rapidamente sobre algo complexo, é sinal de que ninguém está pensando direito.

 

O problema com esse diagnóstico não é que seja completamente falso e sim que para na parte mais cômoda.

 

Se o problema é só comportamental, a solução é simples: corrigir os jovens, treinar resiliência, pregar paciência.

 

Mas se o que chamamos de impaciência for, na verdade, uma incompatibilidade estrutural entre um modelo de trabalho desenhado para outro mundo e uma geração formada em condições radicalmente diferentes, então a conversa muda de tom — e de responsável.

 

Esse segundo caminho é o que o debate corporativo brasileiro insiste em não tomar.

 


O ambiente que formou essa geração não foi acidente


Nenhuma geração é resultado só dela mesma.

 

Como sempre falo em fóruns que participo sobre o tema e também no meu livro “O Mundo é seu, mas calma lá”, uma geração é sempre produto direto do contexto em que cresceu. E esse contexto, no caso da Geração Z, é o primeiro na história humana inteiramente organizado sob demanda: streaming que eliminou a grade fixa, e-commerce que encurtou a espera de semanas para horas, comunicação que tornou distância geográfica irrelevante, e agora inteligência artificial que comprime em segundos o que levaria horas de pesquisa. Segundo o IBGE, mais de 90% dos jovens brasileiros entre 15 e 24 anos usam a internet diariamente.

 

Não é dado de acesso — é dado de formação. É o ambiente em que aprenderam o que é normal esperar, o que é razoável exigir, o que significa eficiência.

 

A pergunta que o mercado evita fazer é simples: por que esperaríamos que essa geração chegasse ao trabalho com a mesma relação com tempo e hierarquia que um profissional formado nos anos 1990 — quando conhecimento era escasso, carreira era linear e referências de sucesso eram locais e geracionais?

 

Não é a mesma base cognitiva. Não é o mesmo repertório. Não é razoável esperar o mesmo comportamento e chamar de defeito quando ele não aparece.

 

A narrativa dominante insiste em falta de comprometimento. Os números contam uma história diferente.

 

44% da Geração Z rejeita empregos sem aprendizado contínuo ou desenvolvimento claro. Não é fuga do trabalho — é fuga da estagnação. Deloitte Global Survey, 2024

 

23% dos jovens profissionais se consideram engajados no trabalho. O número baixo não reflete preguiça. Reflete desconexão com estruturas que não fazem sentido. Gallup State of the Global Workplace, 2024.

 

Há ainda o dado que ninguém gosta de colocar na mesma frase que a crítica aos jovens: o Fórum Econômico Mundial estima que 44% das habilidades profissionais devem mudar até 2027. Isso significa que o mercado que cobra paciência para aprender "o jeito certo" está simultaneamente admitindo que esse jeito certo tem prazo de validade curto.

 

Existe uma incoerência aqui que merece ser nomeada: empresas pedem adaptabilidade como competência, mas resistem quando ela aparece na forma de questionamento do que sempre foi feito assim.


 

O paradoxo que ninguém quer citar


Existe uma ironia específica nesse debate que raramente aparece em artigos sobre Geração Z — talvez porque incomode os dois lados. As empresas que mais encantaram essa geração, que moldaram seus valores sobre cultura, autonomia e propósito, são as mesmas que nos últimos dois anos protagonizaram as maiores demissões em massa da história recente e reverteram, uma após outra, suas políticas de trabalho flexível. Google, Meta, Amazon: todas voltaram a cobrar presença, controle e o modelo que antes criticavam publicamente. A Gen Z sente que comprou um ingresso para um show que foi cancelado na metade.

 

Isso não invalida os valores que a Geração Z internalizou. Mas cria uma tensão real e pouco discutida: a geração que foi formada assistindo a promessa de que trabalho poderia ser diferente está encontrando, na prática, um mercado que recua dessa promessa.

 

Parte do desengajamento que o RH trata como traço de personalidade é, na verdade, resposta legítima a uma contradição estrutural — e não tem cura em treinamento de resiliência.


 

O que as organizações que funcionam já entenderam


As empresas que conseguem engajar esse perfil não fizeram milagres nem abandonaram os fundamentos.

 

Fizeram algo mais simples e mais difícil ao mesmo tempo: pararam de usar tempo como principal proxy de valor. Ciclos de feedback mais curtos, critérios de crescimento baseados em entrega e não em tempo de casa, clareza sobre trajetória desde o início — não como promessa vaga, mas como contrato transparente. Autonomia com responsabilidade, não autonomia como slogan. Flexibilidade personalizada, ou seja, desde que você me entregue o que é esperado, eu me adapto a você, sem problemas.

 

O detalhe mais revelador é que essas mudanças melhoram o desempenho em todas as faixas etárias. Profissionais sêniores também respondem melhor a feedback frequente, critérios claros e menos burocracia desnecessária.

 

O que reforça o que o debate insiste em ignorar: o problema nunca foi a geração.


 

A pergunta que ninguém está fazendo


Estamos em 2026. A inteligência artificial generativa já mudou, de forma irreversível, o que significa aprender, produzir e gerar valor profissional. Um trabalho que antes levava um dia pode ser feito em horas. Uma pesquisa que exigia semanas pode ser estruturada em minutos. O resultado — quando bem calibrado — continua sendo bom. O que mudou foi o tempo para chegar lá.

 

Isso obriga uma revisão que o mercado ainda adia: se produtividade mudou, se ferramentas mudaram, se a forma de aprender e gerar impacto mudou, por que promoção e salário ainda estão associados a anos de casa e experiência e não a entrega consistente?

 

Por que carreira ainda é pensada como espera, e não como evolução verificável? Seguir medindo esforço pelo relógio, num ambiente onde o relógio deixou de ser a métrica relevante, não é tradição a ser preservada. É ineficiência a ser corrigida.

 

Construção de carreira continua exigindo consistência, esforço e tempo. Isso não mudou e não vai mudar.

 

O que a Geração Z desafia — e faz bem em desafiar — não é a necessidade de se desenvolver. É a lógica de que desenvolvimento precisa ser lento por padrão, que hierarquia vale mais que entrega, que reconhecimento deve sempre chegar tarde. Esse desafio, quando as empresas param de tratá-lo como ameaça e começam a tratá-lo como dado, é exatamente o tipo de pressão que melhora organizações.

 

A pergunta útil nunca foi "como corrigimos essa geração?"

 

A pergunta útil é: o que o nosso modelo precisa mudar para não perder quem vai sustentar o mercado nas próximas duas décadas?

 

Sinais ignorados viram custo. E esse custo — em rotatividade, em engajamento perdido, em talentos que foram embora — já está aparecendo nos balanços de quem escolheu não prestar atenção.

 

No final, a pergunta não é sobre eles. É sobre nós.

 

Estamos dispostos a revisar o que sempre funcionou — ou pelo menos o que sempre foi feito — com a mesma velocidade que exigimos deles?

 

Porque continuar respondendo a um mundo novo com respostas antigas não é uma sabedoria acumulada e sim o diagnóstico errado de sempre, repetido com confiança impressionante.

 

Rodrigo Dib - superintendente Institucional do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE


Como organizações podem construir histórico de credibilidade na imprensa?


Consistência, clareza e relacionamento profissional com jornalistas podem transformar aparições pontuais em reputação

 

Construir credibilidade para uma empresa na imprensa é um trabalho de longo prazo que depende da manutenção de presença qualificada e coerente ao longo do tempo. O verdadeiro diferencial está em se tornar uma fonte confiável, com narrativa institucional organizada, porta-voz preparado e entregas que respeitam a lógica editorial do jornalismo.

 

Muitas organizações tratam assessoria de imprensa como ação pontual, que deve ser acionada quando há um anúncio, um evento ou uma novidade a ser divulgada. O resultado costuma ser previsível: picos de atenção que não se sustentam e pouca construção de confiança ao longo do tempo.

 

“A imprensa não é um palco para uma marca ou empreendimento aparecer. Ela é um ambiente de informação e validação pública. Quando a organização entende isso, deixa de perseguir a repercussão de uma matéria isolada e passa a construir um histórico de confiança, que é o que sustenta reputação e consolida legado”, afirma Francine Ferreira, jornalista, especialista em Comunicação Empresarial e fundadora da Expressio Comunicação Humanizada.

 

Segundo a especialista, a visão de longo prazo exige consistência e foco. Isso significa escolher trabalhar temas nos quais a organização realmente tem autoridade, evoluir a narrativa sem contradições e criar rotinas de comunicação que não dependam apenas de momentos especiais. “A credibilidade é construída na repetição do que é bem-feito. É aparecer com frequência, com conteúdo que se sustenta, em pautas relevantes e com um porta-voz preparado para contribuir de verdade para o legado da instituição”, afirma.

 

Relacionamento com a imprensa

O relacionamento com a imprensa também é parte central desse processo. Para Francine, essa confiança é construída com previsibilidade, ética e agilidade, além de respeito ao trabalho jornalístico. “Relacionamento não é insistência. É o jornalista saber que pode contar com aquela fonte para ter clareza, contexto e responsabilidade. Isso é o que transforma um contato pontual em uma referência recorrente”, reforça.

 

A construção do legado empresarial acontece quando a organização passa a entender que cada release é um “tijolinho” na memória pública da marca. Um histórico consistente de credibilidade tende a reduzir ruídos externos, aumentar confiança em momentos delicados e fortalecer decisões de negócio, porque a reputação passa a trabalhar a favor da organização de forma contínua.

 

Expressio Comunicação Humanizada

 

 

 

Segurança digital vira prioridade para viajantes internacionais, aponta Airalo

Com o aumento da dependência digital durante as viagens, a segurança — especialmente a virtual — passou a ser uma das principais preocupações dos viajantes. 

 

À medida que as viagens internacionais se tornam mais digitais, a proteção das informações pessoais ganha protagonismo. Hoje, os viajantes utilizam seus smartphones para gerenciar praticamente todos os aspectos da jornada — desde reservas e traslados até pagamentos e comunicação — o que aumenta a necessidade de adotar medidas de segurança mais robustas enquanto estão em movimento.

Dados da Organização Mundial do Turismo, atualmente conhecida como ONU Turismo, indicam que o turismo global segue em recuperação consistente, com os fluxos internacionais se aproximando dos níveis pré-pandemia. Ao mesmo tempo, a Kaspersky alerta que o uso de redes Wi-Fi públicas durante viagens aumenta significativamente os riscos de ataques cibernéticos, como roubo de dados e fraudes.

Nesse cenário, a Airalo, um dos maiores fornecedores de eSIMs para viajantes no mundo, reforça que o planejamento da viagem deve ir além de roteiros e hospedagem, incorporando também cuidados com conectividade e proteção de dados.


Principais dicas de segurança para viajantes

O uso crescente de dispositivos móveis em viagens torna essencial a adoção de práticas de segurança digital para evitar riscos e transtornos. Esse movimento acompanha uma mudança mais ampla no setor: hoje, milhões de viajantes priorizam soluções digitais para se manter conectados no exterior. A partir desse cenário, a Airalo reuniu algumas recomendações:

 

  • Evite redes Wi-Fi públicas para acessar dados sensíveis 

Redes abertas, comuns em aeroportos, hotéis e cafés, podem ser vulneráveis a interceptações. Especialistas em cibersegurança alertam que essas conexões podem ser utilizadas para capturar informações pessoais, como senhas e dados bancários. Sempre que possível, evite acessar aplicativos financeiros ou realizar pagamentos nesse tipo de rede.

 

  • Priorize conexões móveis seguras e privadas 

Ter acesso à própria conexão de internet reduz significativamente a exposição a riscos digitais. Esse comportamento vem crescendo globalmente: soluções como eSIM já são utilizadas por milhões de viajantes, impulsionadas pela necessidade de acesso constante e seguro à internet durante a viagem.

 

  • Planeje a conectividade antes de viajar 

Garantir acesso à internet já na chegada ao destino evita a necessidade de recorrer a redes desconhecidas ou soluções improvisadas. Hoje, empresas como a Airalo já atendem mais de 20 milhões de usuários em mais de 200 destinos, refletindo a crescente demanda por conectividade imediata e digital no turismo internacional.

 

  • Fique atento aos custos de roaming internacional 

O roaming tradicional ainda pode gerar cobranças elevadas e imprevisíveis. Nesse contexto, alternativas digitais vêm ganhando espaço justamente por oferecerem maior previsibilidade de custos e flexibilidade de uso, acompanhando a transformação do mercado de telecomunicações voltado para viajantes.

 

  • Proteja seus dispositivos e contas pessoais 

Manter o sistema operacional atualizado, utilizar autenticação em duas etapas e configurar bloqueios de tela são medidas simples que aumentam significativamente a segurança. Com o aumento do uso de serviços digitais durante viagens, a proteção de dados pessoais se torna ainda mais relevante.

 

  • Tenha um plano de contingência 

Em caso de perda ou roubo do dispositivo, é importante ter backups atualizados e mecanismos de rastreamento ativados. A dependência do smartphone durante viagens — desde navegação até pagamentos — torna esse cuidado essencial para evitar interrupções na experiência.


Conectividade como parte da segurança

Com a crescente digitalização das viagens, a conectividade deixou de ser apenas uma conveniência e passou a desempenhar um papel central na segurança do viajante.

Nesse contexto, soluções como o eSIM vêm se consolidando como parte essencial da infraestrutura digital das viagens. Além de praticidade, esse modelo permite que o viajante tenha acesso à internet de forma mais segura, sem depender de redes públicas.

Nesse movimento, a Airalo acompanha a evolução do comportamento do viajante, que passa a priorizar soluções que combinem praticidade, previsibilidade de custos e segurança digital. “Hoje, estar conectado não é mais uma conveniência, é uma camada essencial de segurança durante a viagem”, afirma Carlos Torres, Growht Director LATAM da Airalo.

 

Airalo
site oficial

 

Gestão de Milhas: O ativo invisível que exige especialização

Muitos entusiastas do mercado de fidelidade ainda enxergam as milhas aéreas como um simples subproduto do consumo, um “brinde” que expira no esquecimento ou é trocado por produtos de baixo valor agregado. No entanto, para quem compreende a dinâmica do mercado de capitais e a inflação dos programas de fidelidade, as milhas deixaram de ser pontos de estimação para se tornarem ativos financeiros com alta liquidez e complexidade. 

O volume desse mercado é tão expressivo que, segundo dados da ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), o setor faturou cerca de R$ 21,9 bilhões em 2024, um recorde que reflete o amadurecimento do setor. No mesmo período, o volume de milhas emitidas alcançou 920,6 bilhões — um aumento de 16,5% em relação ao ano anterior — enquanto o número de cadastros chegou a 332,2 milhões de pessoas. 

É nesse cenário que a gestão profissional deixa de ser um luxo e passa a ser uma necessidade estratégica para quem busca eficiência e proteção do seu patrimônio digital. O grande desafio da atualidade não é mais apenas como acumular, mas sim como evitar o desperdício sistêmico de valor. 

Embora a taxa de expiração tenha caído para níveis históricos recentemente, atingindo cerca de 11,6% no terceiro trimestre de 2025, o volume absoluto de perdas ainda é alarmante. Estimativas baseadas em dados do Banco Central indicam que os brasileiros deixam de utilizar cerca de 40 bilhões de pontos e milhas anualmente, um prejuízo bilionário que atinge diretamente o bolso do consumidor e das empresas. 

Tentar gerenciar esse ecossistema volátil de forma amadora, onde as regras das companhias mudam sem aviso e as janelas de oportunidade são curtas, é como operar na bolsa de valores baseando-se apenas em intuição: o risco de desvalorização é iminente. 

Ao delegar essa gestão para uma consultoria especializada, o cliente passa a contar com uma inteligência de dados que monitora as alianças aéreas e as melhores tabelas de emissão global. Não se trata apenas de viajar “de graça”, mas de otimizar o custo de oportunidade e estancar o dreno financeiro causado pela expiração de pontos. 

Para um executivo, o tempo gasto tentando decifrar regulamentos complexos poderia ser aplicado em seu ‘core business’, enquanto um especialista garante que milhas não expirem e que as passagens em classe executiva custem uma fração do valor de balcão. 

Em última análise, a especialização na gestão de milhas é sobre sofisticação e controle. É fundamental que as milhas sejam tratadas como os ativos financeiros que representam, com o rigor de uma carteira de investimentos. É essa visão que diferencia o viajante comum do estrategista que sabe que, no mundo moderno, o conhecimento técnico vale muito mais do que o saldo na conta. 

 

Theodoro Arturo - fundador da Theoria das Milhas, consultoria especializada em gestão estratégica de programas de fidelidade. Com foco em transformar milhas em ativos financeiros para executivos e empresas, atua no mercado de inteligência de dados aplicado ao setor de viagens e fidelização.

Documentário e cartilha mostram como identificar sinais que antecedem o abuso infantil, exploração e aliciamento de crianças e adolescentes

  Cineasta lança cartilha e documentário sobre o tema que podem ser acessados gratuitamente

 

Oito crianças são vítimas de estupro por dia em Minas Gerais, segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça. O dado, por si só, já expõe a gravidade da violência sexual infantil, uma das formas mais severas de violação de direitos. Mas a violência contra crianças e adolescentes não se limita a esse recorte e vai além. No Brasil, de acordo com o painel de 2025 do Disque 100, denúncias referentes a esse público somaram quase 40% do total registrado no país. Os registros incluem diferentes formas de violações, como negligência, agressões físicas, abuso psicológico e violência sexual, e expõem um cenário persistente de vulnerabilidade.

 

Em muitos casos, a violência não começa com força física. Ela começa com aproximação, contato frequente e construção de confiança. Aos poucos, a criança ou o adolescente pode desenvolver dependência emocional desse vínculo, enquanto sinais de risco passam despercebidos. Esse tipo de dinâmica pode estar presente em diferentes situações de abuso e exploração e, em alguns contextos, também em processos mais complexos, como os relacionados ao aliciamento e tráfico sexual de pessoas. Quando a situação se torna evidente, o processo já está em curso e muitas vezes fora do alcance imediato da família.

Quando se observa o fenômeno do tráfico sexual especificamente, os dados ajudam a dimensionar sua gravidade em escala global. A Organização Internacional do Trabalho estima que 6,3 milhões de pessoas vivem em exploração sexual comercial forçada no mundo. Estimativas internacionais indicam que cerca de 25% das pessoas traficadas são crianças, evidenciando a presença significativa da infância nesse cenário. Além disso, o UNICEF aponta que mais de 370 milhões de meninas e mulheres vivas em 2024 sofreram estupro ou abuso sexual antes dos 18 anos. Especialistas e organismos internacionais também alertam para altos níveis de subnotificação, o que indica que a dimensão real do problema pode ser ainda maior do que a registrada.

Apesar da gravidade dos dados, ainda existe uma barreira social importante: a dificuldade de falar abertamente sobre temas como abuso, exploração, sexualidade e riscos no ambiente digital e, em muitos casos, até mesmo de compreender como essas situações acontecem na prática. Foi a partir dessa lacuna que a cineasta Kalley Beatrice Silva desenvolveu um projeto que propõe um modelo integrado de prevenção com aplicação direta no cotidiano. A iniciativa reúne o documentário Set Free – Lutando Contra o Tráfico Humano na América e a cartilha “Proteção e Responsabilidade – Guia prático para prevenção ao abuso, exploração e tráfico sexual de crianças e adolescentes”, estruturados como um único sistema educacional.

O documentário apresenta, com especialistas, relatos de sobreviventes e dados de organismos internacionais, as dinâmicas do tráfico humano e de problemas correlatos, como abuso, exploração sexual, pornografia e riscos no ambiente digital. A cartilha traduz esse conteúdo em orientações práticas, organizadas por contexto e faixa etária, permitindo que pais, educadores e líderes apliquem o conhecimento no dia a dia com clareza e segurança.

O projeto, idealizado e liderado por Kalley Silva, foi desenvolvido em coautoria com Marcia Bretas, terapeuta com formação nos Estados Unidos e especialização em trauma e compulsão sexual, e Ulisses Spagiari, escritor e especialista em comunicação infantil com mais de 30 anos de experiência na área. A proposta reúne linguagem audiovisual, conhecimento clínico e comunicação acessível ao público não especializado.

Na prática, o material orienta ações específicas. Para crianças menores, apresenta aos pais formas simples de abordar limites do corpo, segredos e segurança. Para adolescentes, trata diretamente dos riscos no ambiente digital, incluindo exposição, troca de imagens e relacionamentos online. Para famílias, escolas, igrejas e comunidades, organiza sinais de alerta e caminhos de ação diante de possíveis situações de risco. A cartilha também inclui um plano prático de prevenção voltado a organizações que atuam com crianças e adolescentes, com diretrizes práticas de ação. “Mais do que informar, o objetivo é tornar o problema compreensível e traduzir esse conhecimento em ações possíveis no dia a dia — para que famílias e organizações saibam não apenas o que está acontecendo, mas como agir diante disso”, afirma Kalley.

O alcance do projeto já ultrapassa o contexto local. Lideranças religiosas de 10 países da América do Sul, ligadas a denominações, redes de missões e organizações de ação social, manifestaram interesse e já estão implementando o material. Segundo essas lideranças, mais de 7 mil igrejas, redes de missões e iniciativas de ação social poderão ter acesso ao conteúdo, com potencial de alcançar mais de meio milhão de pessoas. “Este material é de grande necessidade nesse tempo que estamos vivendo. Temos usado vídeo e cartilha com grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade e tem sido de enorme ajuda. Excelente iniciativa”, afirma Alejandro Hadjirallis, bispo da Igreja de Deus no Uruguai.

Ao integrar compreensão do problema com orientação prática estruturada, o projeto busca preencher uma lacuna central: transformar informação em ação antes que a violência aconteça. Porque reconhecer a vulnerabilidade a tempo, amplia as possibilidades de prevenção e reduz a exposição de crianças e adolescentes a situações de risco.

 

A cartilha e o documentário podem ser acessados gratuitamente no link: bit.ly/cartilhaprotecao 


 

Kalley Beatrice Silva - cineasta, com produções especializadas em estudos sobre tráfico humano e exploração sexual. Ela foi premiada no Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC) com o documentário “Set Free – Lutando Contra o Tráfico Humano na América”, obra que também venceu outros festivais e foi indicada como Melhor Documentário Short no Crown Point International Film Festival que acontecerá em Chicago, em junho deste ano. Kalley Beatrice foi a produtora do vídeo institucional do projeto Bola na Rede, durante a Copa do Mundo de 2014, como parte de uma campanha nacional de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo, lançada pela Rede Evangélica Nacional de Ação Social.


Alasca no verão do hemisfério norte impulsiona busca de brasileiros por cruzeiros

Divulgação
Paisagens glaciais, vida selvagem e dias mais longos tornam a região um dos destinos mais procurados da temporada

 

Enquanto o inverno marca o calendário no Brasil, os meses de junho a agosto correspondem ao auge do verão no hemisfério norte, período em que o Alasca se consolida como um dos destinos mais desejados por viajantes brasileiros em busca de natureza e experiências diferenciadas.

Nesse cenário, os cruzeiros com saída de Seattle e Vancouver ganham protagonismo. As cidades se tornaram um dos principais portos de embarque para roteiros que exploram fiordes, geleiras e paisagens preservadas ao longo da costa do Alasca.

“O verão no Alasca revela uma face surpreendente da região. Dias mais longos, clima mais ameno e paisagens exuberantes criam uma combinação muito atrativa para o viajante brasileiro”, explica Ricardo Amaral, CEO da R11 Travel, especialista em cruzeiros.


O Alasca como protagonista da temporada

Durante o verão, os navios percorrem a chamada Inside Passage, uma das rotas marítimas mais cênicas da América do Norte. O itinerário costuma incluir escalas em destinos como Juneau, Skagway, Ketchikan e passagens por áreas de geleiras e parques naturais.

A temporada concentra a maior operação do ano justamente por oferecer melhores condições climáticas para navegação e atividades externas, como caminhadas, passeios culturais e observação de vida selvagem, incluindo baleias, ursos e águias.

O próprio trajeto faz parte da experiência, a navegação entre montanhas, canais naturais e campos de gelo transforma o deslocamento em atração turística.


Conforto para explorar regiões remotas

Para muitos brasileiros, o cruzeiro representa a forma mais organizada de acessar uma região de logística complexa. Em vez de múltiplos voos regionais e trocas frequentes de hospedagem, o viajante permanece na mesma cabine durante toda a jornada.

A bordo, conta com hospedagem, gastronomia e entretenimento, enquanto o navio realiza os deslocamentos entre os destinos.

“É uma maneira equilibrada de explorar uma região remota sem abrir mão de conforto e previsibilidade. O viajante acorda em um novo cenário a cada dia”, destaca Amaral.


Perfil de quem escolhe o Alasca

Os cruzeiros pelo Alasca têm atraído principalmente casais, viajantes experientes e pessoas acima dos 40 anos que buscam roteiros menos convencionais, com foco em paisagem, contemplação e experiências culturais.

O destino também ganha força entre famílias interessadas em viagens educativas e contato com a natureza.


Seattle e Vancouver como porta de entrada estratégica

Além de concentrar grande parte das saídas para o Alasca, Seattle e Vancouver facilitam a logística aérea para brasileiros e oferecem infraestrutura portuária moderna.

Muitos viajantes aproveitam para incluir alguns dias na cidade antes ou depois do cruzeiro, explorando atrações urbanas, gastronomia local e áreas naturais próximas.

Com a combinação de verão no hemisfério norte, natureza preservada e facilidade de embarque, o Alasca se consolida como uma das principais apostas da temporada de cruzeiros para 2026.

 

 R11 Travel

 

A ética do risco e a anatomia do engano: Por que os investimentos fracassam?

Investir é, em sua essência, uma negociação com o tempo onde trocamos a liquidez do presente pela expectativa de um futuro próspero, aceitando a incerteza como o próprio motor do sistema econômico e não como um desvio ético. Nesse cenário, a perda financeira, por si só, não constitui uma injustiça ou um problema moral, pois o risco é o preço da oportunidade; a patologia surge apenas quando o prejuízo não nasce do risco conscientemente aceito, mas de uma distorção deliberada na estrutura do jogo. 

Para compreender esse fenômeno, é preciso distinguir as três camadas que compõem o espectro do prejuízo: o risco do jogo, onde o profissional assume uma obrigação de meio e a perda é um revés honesto do mercado; a falha de conduta, que habita uma zona cinzenta de negligência ou imperícia técnica; e o jogo marcado, que define a anatomia da fraude como um simulacro desenhado para drenar o patrimônio alheio desde o primeiro dia. 

A legitimidade de um investimento não reside na promessa do lucro, mas na ética do risco, garantindo ao investidor o direito sagrado à perda honesta, mas nunca o dever de aceitar um jogo de cartas marcadas onde o tabuleiro é uma miragem. Uma operação legítima sustenta-se na coerência indissociável entre a promessa, a estrutura e a realidade econômica, apoiando-se nos pilares da atividade produtiva real, do risco proporcional e da transparência radical. No entanto, o maior obstáculo para identificar tais distorções é o falso axioma da aparência, que leva à camuflagem da legitimidade através de sedes luxuosas, contratos herméticos e formalidades que mimetizam a segurança institucional. 

Nesse cenário enganoso, o pagamento pontual deixa de ser prova de saúde financeira para tornar-se uma ferramenta de convencimento, enquanto o tempo deixa de ser um certificado de solidez para transformar-se no pavio de uma bomba que acumula pressão silenciosa até a ruptura inevitável. 

Essas falhas e fraudes germinam em territórios distintos da geografia financeira, seja no território regulado, onde as patologias residem na execução e na quebra do dever de conduta, seja no território clandestino, onde a irregularidade é o combustível e a fraude é o pecado original da operação. 

 Entre ambos, floresce ainda a zona cinzenta, habitat de estruturas híbridas que utilizam brechas legais para oferecer produtos sem lastro econômico real. Diante dessa geografia do risco, a análise definitiva exige primeiro o filtro da legalidade, questionando a autorização regulatória da operação, para então aplicar o método estrutural focado na tríade da oferta, do ofertante e da gestão. 

Em última análise, a solidez de um investimento deve ser provada pela lógica e pela coerência, pois fraudes não se analisam pela estética da fachada, mas pela integridade da estrutura, pela mecânica da captação e pelo destino final do dinheiro. No mercado financeiro, a verdade não mora no que é exibido, mas no que resiste à pergunta fundamental: este risco é real ou foi fabricado?    

 

Jorge Calazans - advogado, sócio do escritório Calazans e Vieira Dias Advogados e especialista na Defesa de Investidores Vítimas de Fraudes


Abril Verde: afastamentos por saúde mental batem recorde


ISO 45001 pode ser aliada para reduzir acidentes, afastamentos e fortalecer a saúde física e mental no ambiente de trabalho


O mês de conscientização sobre saúde e segurança no trabalho, o Abril Verde, ganha ainda mais relevância diante de números preocupantes. Segundo dados do Ministério da Previdência Social (MPS), 546 mil pessoas foram afastadas do trabalho no ano de 2025 por problemas de saúde mental, o maior número já registrado, representando um crescimento de 15% em relação a 2024, quando casos de ansiedade e depressão já somavam centenas de milhares de afastamentos. 

A preocupação se amplia quando se observam também os indicadores de saúde física. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apontam mais de 1,6 mil mortes por acidentes de trabalho apenas no primeiro semestre do ano passado. 

O cenário reforça a importância do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril, data voltada à conscientização e à memória das vítimas de acidentes e doenças ocupacionais. Para a Associação Brasileira de Infraestrutura da Qualidade (ABRIQ), os números evidenciam a urgência de medidas estruturadas nas organizações, como a implementação da norma ISO 45001 – Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional – como uma ferramenta estratégica para empresas que buscam reduzir riscos, prevenir acidentes e cuidar da saúde integral dos colaboradores. 

“Os dados mostram que estamos diante de um desafio que vai além da segurança física e envolve também a saúde mental dos trabalhadores. A ISO 45001 oferece uma abordagem sistêmica para identificar riscos, prevenir incidentes e promover ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis”, afirma José Antônio Ferreira da Cunha, vice-presidente de Sistemas e Pessoas da ABRIQ. 

Ao adotar a norma, as organizações passam a estruturar processos para identificar perigos, avaliar riscos e implementar medidas preventivas, criando uma cultura de segurança contínua. Além disso, o modelo incentiva o engajamento dos colaboradores, o diálogo interno e a melhoria constante das condições de trabalho. 

Entre os benefícios estão a redução de afastamentos e do absenteísmo, o aumento da produtividade e a diminuição de custos relacionados a acidentes e indenizações. Do ponto de vista dos trabalhadores, a aplicação da norma fortalece a confiança na organização e evidencia o compromisso com o bem-estar físico e mental. 

“A implementação da ISO 45001 não deve ser vista apenas como uma ferramenta de gestão, mas como um investimento direto na continuidade do negócio. Empresas que cuidam das pessoas tendem a ser mais resilientes, produtivas e preparadas para os desafios do futuro”, complementa Cunha.
 

Saúde mental 

A ISO 45001 também incorpora de forma explícita a atenção à saúde mental no ambiente de trabalho, ao reconhecer fatores psicossociais, tais como estresse, sobrecarga, assédio e falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, como riscos ocupacionais que precisam ser gerenciados. A norma orienta as organizações a identificar esses fatores, avaliar seus impactos e implementar ações preventivas, como programas de bem-estar, promoção do diálogo e melhoria das condições organizacionais. Com isso, contribui para a redução de afastamentos, o fortalecimento do clima interno e a construção de ambientes mais saudáveis, seguros e produtivos.
  
 

Associação Brasileira de Infraestrutura da Qualidade - ABRIQ

 

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