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domingo, 7 de junho de 2026

Quem disse que torcer é caro? 5 dicas de estilo para entrar no clima da Copa sem estourar o orçamento

Priscila Azevedo
A designer de moda Priscila Azevedo mostra como combinar criatividade, customização e reaproveitamento de peças para criar looks cheios de personalidade.

 

Com a contagem regressiva para Copa do Mundo, cresce a procura por roupas e acessórios para compor os looks que vão marcar os dias de torcida pela seleção brasileira. Mas em um cenário em que a camisa oficial do Brasil está sendo vendida por até R$ 749,99 nas lojas oficiais, montar um visual temático para acompanhar os jogos pode parecer um desafio para quem deseja entrar no clima da competição gastando pouco. 

A boa notícia é que não é preciso investir em blusas oficiais para criar produções inspiradas nas cores do Brasil. Com criatividade, reaproveitamento de peças e pequenas customizações, é possível montar visuais originais e cheios de personalidade utilizando itens que já fazem parte do guarda-roupa.

A designer de moda e costureira Priscila Azevedo, conhecida por compartilhar conteúdos sobre modelagem, customização e upcycling nas redes sociais, reuniu cinco dicas práticas para quem quer torcer com estilo sem gastar muito, e ainda fugir do óbvio. Confira:

  

DICAS 

imagens: Geradas por IA

1. Garimpe! 

Esqueça o uniforme oficial. Vasculhe brechós e bazares em busca de peças verdes, amarelas e azuis, não precisa nem ser de futebol. Uma blusa listrada, uma jaqueta colorida ou um shorts já podem ser o ponto de partida para um look cheio de identidade brasileira e que vai te custar muito pouco. Na hora de garimpar, pense em camadas: uma peça não precisa funcionar sozinha. Uma camisa xadrez verde sobre uma camiseta amarela básica já cria combinação sem esforço. Fique de olho também em acessórios como bonés, bolsas e meias coloridas, que completam o visual sem peso no bolso.

 

2. Saia do óbvio! 

Bandeiras antigas, tecidos de festa junina, retalhos de chita e até toalhas de time podem virar matéria-prima. Um pedaço de tecido verde pode se tornar uma saia amarrada, uma faixa de cabeça ou um top cropped apenas usando alguns alfinetes e tesoura. O segredo aqui é olhar para o que você já tem em casa com outros olhos. Não precisa costurar nada, só dobrar, amarrar e testar até achar uma forma que faça sentido no seu corpo.

 

3. Personalize sem costuras complexas! 

Patches termocolantes com bandeiras, estrelinhas ou escritos como "Brasil" e "hexa" são costurados ou colados com ferro e transformam qualquer peça neutra numa declaração de torcedora. Não exige máquina de costura e o resultado é profissional. Para aplicar, basta posicionar o patch na peça, cobrir com um pano úmido e pressionar o ferro quente por 20 a 30 segundos. Vale combinar tamanhos diferentes, um patch grande nas costas com pequenos no ombro ou na manga cria um visual muito mais interessante do que um só centralizado no peito.

 

4. Aplicação de lantejoulas ou paetês! 

Colar ou costurar lantejoulas douradas e verdes em camisetas, bonés ou bolsas dá um ar de festa e torcida sem precisar de habilidade técnica avançada. Para quem não quer costurar, a cola de tecido funciona bem em aplicações menores. Uma dica prática é criar formas simples, como estrelas, números ou contornos de mapa do Brasil, desenhando o formato com lápis antes de colar as lantejoulas uma a uma. O resultado tem muito mais personalidade do que qualquer camisa vendida em loja, e ninguém vai ter uma igual.

 

5. Ajuste o que já tem com lastex! 

Encontrou uma camisa masculina com as cores certas, mas que fica larga demais? Aplique uma tira de lastex na lateral ou na cintura para dar caimento e definir o corpo sem precisar cortar ou desmanchar muita coisa. Funciona muito bem em camisetas, camisas de botão ou até camisetas de time. Para um ajuste simples na cintura, uma aplicação de 10 a 15 cm de largura já resolve. Costure nas laterais da peça ou na circunferência da cintura formando uma espécie de cinto embutido e o resultado é uma peça que parece feita sob medida, com muito mais personalidade e sem perder o volume original nas partes onde ele é bem-vindo.


imagens: Geradas por IA


Priscila Azevedo - designer de moda, costureira e empreendedora, fundadora da escola Vestida de Sonhos e da primeira plataforma de streaming de costura do Brasil. Autodidata, começou a costurar ainda na adolescência e transformou a paixão pela criação manual em um negócio voltado ao ensino criativo e acessível da costura. É conhecida nas redes sociais por compartilhar conteúdos sobre customização, upcycling e modelagem, além de ensinar técnicas de costura para alunos de diferentes perfis e níveis de experiência.
https://www.instagram.com/costureiraventureira/
https://youtube.com/@vestidadesonhos


Maria Filó traduz o espírito da torcida em nova coleção inspirada no universo do futebol

 



Às vésperas do maior momento esportivo do planeta, a Maria Filó – marca integrante do Azzas 2154, o maior grupo de moda da América Latina – apresenta sua nova coleção cápsula inspirada no universo do futebol. Composta por t-shirts e lenços, a linha traduz o ato de torcer em encontros, memórias e conexões, celebrando a forma única como os brasileiros vivem o esporte, entre amigos, silêncios tensos, gritos compartilhados e rituais de convivência. 

Com referências à vivacidade, sofisticação, resgate afetivo e estética analógica, a coleção traduz a atmosfera do futebol em produções contemporâneas e femininas. As peças unem conforto e identidade em propostas que transitam entre o casual e o emocional, evocando a beleza dos pequenos gestos e o sentimento de pertencimento presente no ato de torcer junto. 

Inspirada no clima solar dos campos, nos encontros entre amigas e na estética vintage das arquibancadas, a campanha aposta em imagens espontâneas, leves e cheias de movimento. Entre bolas retrô, jeans e lenços, peça icônica e símbolo do DNA da Maria Filó, a coleção revisita referências esportivas sob um olhar feminino, afetivo e contemporâneo. 


Os produtos da coleção estão disponíveis em edição limitada nas lojas físicas e no e-commerce da Maria Filó.
 



Maria Filó
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Por que o setor de moda não para de crescer no Brasil?

Pesquisas apontam que, apenas durante a temporada de outono-inverno, o segmento deve movimentar mais de R$63 bilhões

 

O que faz alguém entrar em uma loja, física ou online, e sair com uma nova peça de roupa, mesmo em um cenário de maior cautela com os gastos? A resposta passa menos pelo impulso e mais por uma mudança consistente na forma de consumir. Hoje, a decisão envolve utilidade, identidade e percepção de valor, um conjunto que ajuda a explicar por que o setor de moda segue em expansão no Brasil. Entre maio e agosto de 2026, período que concentra a temporada de outono-inverno, o varejo deve movimentar 1,85 bilhão de peças e faturar R$ 63,34 bilhões, segundo dados do IEMI — Inteligência de Mercado, com crescimento de 4,2% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Os números ganham ainda mais relevância quando observados em perspectiva, uma vez que o aumento de receita supera o avanço em volume, o que indica um consumidor mais seletivo, porém disposto a investir em produtos que entreguem mais do que o básico. Peças versáteis, que transitam entre diferentes ocasiões, e itens com maior qualidade percebida passam a ocupar espaço central no guarda-roupa.

Esse movimento encontra respaldo também no franchising. O segmento de moda faturou R$ 30,8 bilhões e cresceu 7,2% em 2025, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), consolidando-se como uma das verticais mais relevantes do varejo. A combinação entre demanda recorrente e possibilidade de escala torna o setor especialmente atrativo para investidores, sobretudo em um ambiente em que modelos replicáveis e operações padronizadas ganham protagonismo.

Para Emílio Guerra, CEO da Skyler, rede referência em moda masculina, o avanço do setor está diretamente ligado à evolução do comportamento do consumidor e à capacidade das marcas de responder a esse movimento com precisão. “O consumidor evoluiu e a moda acompanhou esse movimento. Hoje existe uma busca clara por peças que façam sentido no dia a dia, que tenham versatilidade e qualidade. Quando a marca entende isso, ela consegue aumentar a relevância e a frequência de compra”, afirma.

A partir dessa leitura, o crescimento da moda no Brasil passa a ser entendido como resultado de um sistema mais sofisticado, no qual produto, operação e experiência caminham de forma integrada. O setor avança porque consegue reduzir fricções na jornada de compra, antecipar preferências e traduzir comportamento em coleções com maior assertividade. Em vez de depender exclusivamente de volume, as empresas passam a capturar valor por meio de posicionamento e curadoria.

Essa lógica também explica o interesse crescente de investidores. “A moda reúne características que, quando bem executadas, favorecem previsibilidade e escala: consumo recorrente, calendário comercial estruturado e possibilidade de expansão via franquia”, pontua o executivo. Ele reforça que, ao mesmo tempo, a profissionalização da gestão, com uso de dados, planejamento de sortimento e controle mais rigoroso de estoques, reduz falhas do setor e amplia a margem de operação.

Nesse ambiente, o diferencial competitivo não se isola na capacidade de lançar tendências, e passa a residir na consistência da entrega. Marcas que constroem identidade clara, mantêm proximidade com o cliente e operam com disciplina conseguem sustentar crescimento mesmo em cenários de maior pressão.

“Existe um equilíbrio importante entre planejamento e sensibilidade. A operação precisa ser estruturada, mas também precisa ter proximidade com o cliente para entender o que realmente faz sentido naquele momento”, destaca Emilio. “A consistência ao longo do tempo é o que constrói um negócio sólido dentro desse setor”, completa.

Outro vetor que sustenta esse avanço está na transformação da experiência de compra. O varejo físico passa por ressignificação e assume papel de protagonismo, impulsionado por lojas que investem em ambientação, atendimento e construção de vínculo com o cliente, enquanto o digital amplia conveniência e capilaridade, conectando diferentes pontos de contato em uma experiência mais fluida e contínua.

A trajetória da Skyler ilustra como esses elementos se convertem em resultado. Com faturamento superior a R$ 78 milhões e um portfólio que ultrapassa 400 lançamentos por temporada, a marca estruturou sua expansão com base em leitura de mercado e eficiência operacional. “Nosso foco sempre foi acompanhar o comportamento do consumidor e evoluir junto com ele. Isso nos permite crescer de forma estruturada e manter a relevância da marca”, afirma o CEO.

  

Skyler


Vai receber em casa? Veja como otimizar o tempo com a lavagem de roupas

Viajar ou até receber amigos e família em casa. Mas, junto com a pausa na rotina, também vem o desafio de organizar as tarefas domésticas antes e depois desses dias de descanso.

 

Para quem trabalha fora e já tem uma agenda intensa, otimizar tarefas como a lavagem de roupas pode ser uma maneira eficaz de ganhar tempo e evitar acúmulos na volta ao trabalho.

 

E no retorno após o feriado, que tal aproveitar a ocasião para ajustar a rotina e encontrar mais praticidade no seu dia? Pensando nisso, Brilhante reuniu dicas simples para quem deseja otimizar o tempo com a lavagem de roupas e trazer mais praticidade para a rotina intensa de trabalho.

 

1. Planeje sua semana de lavanderia

Comece a otimizar a lavagem de suas roupas com um planejamento semanal simples: separe as roupas por cor e tipo no domingo, ou logo após o feriado, e determine um cronograma para cada dia da semana, de acordo com o que fizer mais sentido para a sua rotina, sempre separando a lavagem de roupas claras, escuras, cama e banho. Organizar um cronograma semanal de lavanderia é um passo fundamental para evitar o acúmulo de roupas, algo comum depois de um feriadão, economizar tempo e energia durante a semana e reduzir o estresse de lidar com grandes pilhas de roupa.

 

2. Aposte em ciclos rápidos

Se a sua lavadora tem a opção de ciclos rápidos, aproveite essa funcionalidade sempre que possível. São ideais para lavar roupas menos sujas, como aquelas usadas durante viagens curtas ou encontros no feriado, e ajudam a otimizar o tempo no seu dia a dia. Isso permite que você adiante outras tarefas enquanto a lavagem acontece.

 

3. Pendure as roupas assim que a lavagem terminar

Um dos segredos para economizar tempo com o ferro de passar é agir logo após a lavagem. Retire as roupas da máquina assim que o ciclo terminar e pendure-as imediatamente, preferencialmente em cabides ou bem esticadas no varal. Isso evita que as peças fiquem muito amassadas e já ajuda a deixar os tecidos mais alinhados durante a secagem. Além de reduzir, ou até eliminar, a necessidade de passar, essa prática também preserva a qualidade das roupas, evitando marcas permanentes e deformações.

 

4. Evite sobrecarregar a máquina

Não sobrecarregue a máquina de lavar, especialmente na volta do feriadão, quando o volume de roupas pode ser maior. Isso pode afetar a eficácia do processo e fazer com que as roupas demorem mais para lavar e secar. Lavar em cargas menores, mas mais frequentes, mantém a qualidade do processo e economiza tempo a longo prazo.

 

5. Escolha produtos de lavanderia eficientes

Detergentes e amaciantes de qualidade fazem toda a diferença na rotina de cuidados com as roupas. Eles garantem uma limpeza mais eficiente, ajudam a preservar os tecidos e ainda colaboram para uma secagem mais rápida. Brilhante Perfume e Cuidado Extraordinário é uma escolha inteligente para quem busca ótimo rendimento, perfumação intensa e custo-benefício no dia a dia.

 

6. Revise seu guarda-roupa regularmente 

Roupas que não são usadas com frequência acabam acumulando espaço e tornando o processo de lavanderia mais demorado. Aproveite momentos como o pós-feriado para fazer uma revisão no seu guarda-roupa e se livrar do que não serve mais. Isso reduz a quantidade de roupas para lavar e agiliza a rotina de lavanderia.

 

 


Festa Junina: descubra como cuidar das roupas e acessórios da celebração e aumentar a durabilidade das peças

Imagem gerada por Inteligência Artificial
Especialista têxtil da 5àsec compartilha dicas de limpeza, uso e armazenamento para conservar os trajes e acessórios para as próximas comemorações

 

Com tecidos delicados, estampas coloridas e muitas aplicações de fitas e paetês, as roupas de festa junina costumam dar o toque especial nas celebrações. Como geralmente são usadas poucas vezes ao ano, essas peças exigem cuidados específicos antes e depois das festas, especialmente no armazenamento, para garantir a durabilidade e preservar a aparência dos trajes típicos. Pensando nisso, Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, compartilha dicas de como cuidar corretamente das vestimentas juninas garantindo a integridade dos tecidos, das aplicações e o bom estado deste tipo de item por mais tempo.

“Antes de usar, é importante experimentar a roupa com antecedência para verificar possíveis ajustes e evitar puxões que podem causar rasgos de última hora. Também vale conferir se os adereços estão bem costurados, evitando que se soltem durante a celebração. Caso seja necessário passar a peça, é preciso atenção, pois alguns trajes contam com tecidos sintéticos, como tule e cetim, que exigem temperaturas baixas, para não comprometer o material. Para as crianças, priorize tecidos respiráveis e verifique se não há aplicações pequenas que possam desprender facilmente”, comenta Marinês.


Durante o uso

Além dos cuidados já conhecidos, como a preocupação com possíveis manchas que podem ser causadas por maquiagem, quentão, vinho e comidas típicas, é importante redobrar o cuidado durante as festas realizadas ao ar livre. Evite sentar-se em superfícies ásperas, que podem puxar os fios ou desfiar rendas delicadas. Também é necessário atenção em ambientes com lama, poeira ou umidade, já que podem comprometer barras, manchar tecidos e prejudicar detalhes. Após o uso, o ideal é encaminhar o traje uma lavanderia especializada, que saberá identificar o tipo de tecido e a melhor forma de higienização, além de realizar a remoção correta de manchas mais difíceis sem comprometer a estrutura e os acabamentos da roupa.


Armazenamento

Para conservar as vestimentas caipiras para a próxima oportunidade, guarde as roupas limpas e completamente secas, evitando o surgimento de mofo, manchas e mau cheiro. Na hora de armazenar, prefira pendurá-las corretamente para preservar a estrutura das mangas bufantes dos vestidos ou das camisas, saias rodadas e demais detalhes que podem deformar com facilidade. Outra recomendação para evitar mofo ou poeira é utilizar capas de TNT ou sacos de tecido, que ajudam a proteger sem impedir a ventilação. Também é importante retirar tais itens do armário periodicamente para permitir a circulação de ar, evitando danos às fibras e às aplicações delicadas.


Acessórios

Os chapéus e tiaras de palha são indispensáveis nas festividades e exigem cuidados especiais para manter a aparência e a durabilidade. Durante a limpeza, é recomendado remover a poeira com um pano seco. Já em caso de sujeiras mais resistentes, basta utilizar o pano levemente úmido. O excesso de água deve ser evitado, pois a umidade pode danificar ou enfraquecer o material. Caso o acessório fique úmido, deixe secar em um lugar com sombra e arejado. Evite o uso de secador quente e a exposição prolongada ao sol forte, pois a palha pode ressecar e quebrar. Também é importante verificar os detalhes decorativos. Muitos adereços são fixados com cola quente e podem se desprender com facilidade durante a limpeza ou o uso. Antes de guardar, confira se há partes soltando ou que precisem de pequenos reparos, evitando que os enfeites se desprendam completamente enquanto estão guardadas.

No armazenamento, evite colocar os acessórios junto com as roupas ou sob objetos pesados, para que chapéus ou tiaras não percam o formato original. O ideal é armazená-los em um lugar alto ou em caixas que preservem a estrutura da peça. Outra dica é colocar papel de seda ou jornal dentro da copa do chapéu, pois isso ajuda a não amassar.


Itens de decoração

Para quem celebra a festa em casa, os cuidados com os itens de decoração, como toalhas de mesa temáticas, bandeirinhas de tecido e outros enfeites, também são necessários para garantir a conservação e o reaproveitamento nos próximos anos. Após o uso, os itens podem ser armazenados limpos e secos. Para as toalhas de mesa quadriculadas, o ideal é dobrar cuidadosamente e guardar em caixas organizadoras ou sacos de tecido para evitar poeira, umidade e desbotamento. Já as bandeirinhas exigem atenção especial: ao pendurá-las, evite esticar excessivamente o barbante, prevenindo desgastes e rompimentos. Na limpeza, prefira utilizar apenas um pano levemente úmido, evitando lavagens agressivas que possam comprometer as cores e a estrutura do material.

“Com alguns cuidados simples antes, durante e depois das comemorações, é possível conservar trajes e acessórios juninos por mais tempo. Além de econômico, o hábito ajuda a reduzir o descarte têxtil e prolonga a vida útil das peças, mantendo tanto as vestimentas quanto as decorações bonitas e prontas para o uso em novas celebrações”, finaliza Marinês Cassiano.

 

5àsec


No Inverno, os acessórios assumem o protagonismo dos looks

Como bolsas e calçados em couro ajudam a construir produções alinhadas às tendências da temporada

 

Os dias frios criam o cenário ideal para destacar texturas, acabamentos e modelagens que fazem a diferença no visual. Couro com texturas, camurça, e tons terrosos aparecem como apostas recorrentes, reforçando uma estética elegante e atemporal, sem pesar.

"Durante o Inverno, os acessórios ganham ainda mais relevância. Como a estação é marcada por contrastes sutis e uma cartela de cores mais sóbria, bolsas e calçados ajudam a traduzir personalidade e estilo de forma muito evidente", afirma Bárbara Bengua, gerente de Marketing da Luz da Lua.

Além de complementar a produção, os acessórios têm o poder de renovar combinações já existentes no armário. Uma bolsa estruturada pode transformar um conjunto básico de tricô e jeans em uma proposta sofisticada para o trabalho, enquanto uma bota de cano alto adiciona informação de moda e funcionalidade aos looks dos dias mais gelados.

A riqueza dos materiais também se destaca nesta temporada. Couros com textura croco, detalhes handmade, como o tressê em couro, e uma paleta que passeia por diferentes tons de marrom reforçam a sofisticação característica da marca. Esse movimento acompanha uma tendência crescente de consumo mais consciente, em que peças duráveis e versáteis ganham espaço em detrimento de compras impulsivas.

"Temos observado um consumidor cada vez mais interessado em peças versáteis e duráveis. A bolsa ou o calçado deixam de ser apenas complementos e passam a ser investimentos de estilo, capazes de acompanhar diferentes momentos da rotina e diversas temporadas", comenta Bárbara.

A proposta da marca, para além de acompanhar tendência, é construir um estilo que acompanhe diferentes momentos da rotina, tendo em mente que os acessórios têm o papel de potencializar a identidade de cada mulher.

 

Luz da Lua


Copa em casa: como a tecnologia da Intelbras pode facilitar o dia a dia de quem vai acompanhar os jogos

De internet estável a proteção contra queda de energia, soluções conectadas ganham espaço entre quem quer reunir amigos e família para acompanhar as partidas

 

Com a Copa do Mundo se aproximando, a casa volta a ser um dos principais pontos de encontro dos brasileiros para assistir aos jogos. Entre amigos, família, comida na mesa e emoção a cada lance, um detalhe pode fazer toda a diferença: a tecnologia funcionando sem falhas. 

Assistir à Copa em casa vai muito além da transmissão. Quando a casa vira ponto de encontro para reunir amigos e família, pequenos desafios do dia a dia, como conexão instável, dificuldade para acessar plataformas, queda de energia ou até a praticidade para receber convidados, podem impactar a experiência. Pensando nessa rotina, a Intelbras destaca soluções que ajudam a tornar esses momentos mais simples, conectados e confortáveis. 

Se o streaming trava bem no momento do gol, roteadores Wi-Fi de maior capacidade ajudam a distribuir melhor o sinal e dar conta de vários dispositivos conectados ao mesmo tempo. Quando a TV não entrega a imersão esperada, os projetores entram em cena e transformam a sala em uma verdadeira tela de estádio, reunindo a torcida em torno da partida. 

Já para quem enfrenta dificuldade para acessar plataformas ou conectar dispositivos, as smart TV boxes simplificam o caminho até o conteúdo, ampliando as opções de entretenimento sem complicação. E quando o problema é mais sério, como uma queda de energia no meio do jogo, os nobreaks ajudam a manter os equipamentos funcionando e ainda protegem contra oscilações elétricas. 

A experiência também envolve praticidade fora da tela. Em dias de casa cheia, as fechaduras digitais facilitam o acesso dos convidados sem interromper a torcida. E, com mais circulação de pessoas durante os encontros, as câmeras conectadas ajudam a monitorar o ambiente e trazem mais tranquilidade para o anfitrião. 

No fim, a tecnologia entra para resolver o dia a dia e permitir que o foco esteja no que realmente importa: aproveitar os jogos com conforto e tranquilidade. “Grandes eventos como a Copa costumam impulsionar mudanças no ambiente doméstico, especialmente entre consumidores que buscam mais conforto, conectividade e praticidade para receber amigos e acompanhar os jogos. A tecnologia entra como aliada para tornar essa experiência mais simples e funcional, ajudando a evitar contratempos e permitindo que o foco esteja no que realmente importa: aproveitar o momento com conforto, praticidade e conexão”, afirma Washington de Freitas, diretor executivo de Consumo da Intelbras.

 

A convocação da Copa saiu: agora é hora de convocar os itens certos para sua casa

Pequenos ajustes na organização e praticidade ajudam a preparar o ambiente para receber amigos e família durante os jogos


A Copa do Mundo costuma transformar a rotina de muitas famílias brasileiras. Reuniões em casa para assistir aos jogos, encontros com amigos e momentos de confraternização tornam a organização do ambiente ainda mais importante para garantir conforto, praticidade e uma boa experiência durante as partidas.

Mais do que decoração temática, preparar a casa para a Copa envolve pensar em circulação, funcionalidade e soluções simples que facilitem o momento de receber. Confira algumas dicas que a Multicoisas separou:


1. Organize o espaço da sala para acomodar melhor os convidados

Antes dos jogos, vale repensar a disposição de móveis e objetos para melhorar a circulação. Afastar mesas de centro, reorganizar cadeiras e liberar áreas de passagem ajuda a acomodar mais pessoas com conforto.


2. Crie uma estação de petiscos e bebidas

Separar um cantinho específico para snacks, pratos, copos e bebidas evita trânsito excessivo na cozinha e facilita o acesso dos convidados. Bandejas, organizadores e suportes ajudam a deixar tudo mais funcional.


3. Aposte em utensílios práticos para servir

Recipientes organizadores, bowls, garrafas térmicas e utensílios compactos facilitam o serviço e ajudam a manter a organização durante toda a partida.


4. Deixe cabos e eletrônicos organizados

Televisão, soundbar, videogame ou caixas de som costumam concentrar muitos fios. Organizadores de cabos e extensões ajudam a evitar bagunça visual e acidentes.


5. Revise iluminação e ventilação

Garantir boa iluminação e circulação de ar faz diferença, especialmente em encontros com muitas pessoas. Vale revisar ventiladores, ar-condicionado e até posicionamento de luminárias.


6. Prepare um espaço extra para itens pessoais

Separar um local para bolsas, casacos e objetos dos convidados evita acúmulo sobre sofás e cadeiras. Ganchos, caixas organizadoras e suportes podem ajudar.


7. Faça um checklist rápido antes dos jogos

Itens básicos como pilhas para controles, extensões, carregadores, guardanapos, abridores e utensílios de apoio costumam ser esquecidos e fazem diferença na hora.

Com pequenos ajustes, é possível transformar a casa em um ambiente mais funcional e confortável para aproveitar os jogos com mais praticidade e menos preocupação.

 

Multicoisas


Inteligência Artificial, automação e casas conectadas impulsionam nova fase da rotina doméstica no Brasil

 Com o avanço do mercado de smart homes, a tecnologia passa a atuar de forma integrada na gestão das casas brasileiras

 

A evolução das casas conectadas está transformando a relação dos consumidores com a rotina doméstica. A nova geração de tecnologias residenciais passa a operar de forma integrada, automatizando tarefas, adaptando comportamentos e reduzindo a necessidade de intervenção manual no dia a dia. Nesse cenário, a Roborock, empresa global especializada em soluções inteligentes de limpeza e automação doméstica, aposta na inteligência artificial e na robótica aplicada à rotina como pilares para impulsionar a evolução das smart homes no Brasil. 

O movimento acompanha o crescimento acelerado do mercado de casas inteligentes no país. Segundo relatório da IMARC, o setor movimentou USD 2,68 bilhões em 2025 e deve ultrapassar USD 6,68 bilhões até 2033, impulsionado pela expansão da automação residencial e pela busca crescente por praticidade, conectividade e eficiência em casa. Paralelamente, o uso de sistemas inteligentes se torna cada vez mais presente na rotina.Dados do Zipdo Education Report, por exemplo, apontam que 45% dos consumidores já preferem utilizar comandos de voz em suas casas inteligentes, enquanto 57% utilizam esse tipo de tecnologia diariamente. 

“Existe uma mudança clara na forma como os consumidores enxergam a tecnologia em casa. O foco deixou de ser apenas conectividade e passou a ser autonomia inteligente”, afirma Santiago Lian, Diretor Comercial da Roborock. “Hoje, o usuário procura soluções capazes de compreender o ambiente, se adaptar à rotina e operar de maneira quase invisível, reduzindo fricções e liberando tempo para atividades mais relevantes do dia a dia.” 

Fundada em 2014, em Pequim, a Roborock está presente em mais de 170 países e regiões e atende atualmente mais de 22 milhões de residências ao redor do mundo. A companhia atua no desenvolvimento de soluções inteligentes que integram robótica avançada, inteligência artificial e experiência do usuário para ampliar a automação na casa conectada. 

Segundo a empresa, a transformação do setor passa diretamente pelo avanço da inteligência artificial integrada nos dispositivos domésticos. Tecnologias de navegação inteligente, mapeamento em tempo real e reconhecimento de ambientes permitem que os equipamentos deixem de executar apenas comandos programados para atuar de forma dinâmica e adaptativa. “No passado, a automação doméstica funcionava majoritariamente por repetição de tarefas. Agora, entramos em uma fase em que os sistemas conseguem interpretar contextos, identificar padrões e tomar decisões operacionais automaticamente”, explica Santiago. 

Entre os recursos que vêm impulsionando essa evolução estão sistemas de navegação LiDAR, sensores de reconhecimento espacial e algoritmos de inteligência artificial capazes de criar mapas tridimensionais dos ambientes, identificar obstáculos em tempo real e otimizar trajetos de forma autônoma. A integração com aplicativos e assistentes de voz também amplia a personalização da experiência, permitindo controle remoto, criação de rotinas automatizadas e gerenciamento inteligente das tarefas domésticas. 

A tendência acompanha uma mudança de comportamento do consumidor brasileiro, que passa a enxergar a automação residencial como uma ferramenta de conveniência e otimização do tempo. “O mercado brasileiro ainda está em um processo importante de amadurecimento da categoria, principalmente na compreensão do que realmente significa automação inteligente na rotina doméstica. Existe uma diferença grande entre dispositivos que apenas executam funções básicas e soluções que efetivamente utilizam inteligência artificial, mapeamento avançado e adaptação dinâmica para operar de forma autônoma”, finaliza o executivo. 

Para a Roborock, o avanço da categoria deve ampliar a presença de tecnologias inteligentes em diferentes perfis de residência nos próximos anos, impulsionando um ecossistema cada vez mais conectado em casa. O consumidor busca praticidade, eficiência e integração, e a tecnologia passa a cumprir justamente esse papel ao funcionar em segundo plano para tornar o cotidiano funcional e inteligente. 



Roborock
roborock@wearesmart.com.br


sábado, 6 de junho de 2026

Você já ouviu falar do “Chip da Beleza”? Entenda os perigos desse nome para o tratamento

Unsplash
Médico especialista em saúde da mulher alerta que o nome “Chip da Beleza”, apesar de popular, é incorreto e leva a erros no uso do tratamento

 

Desde o início dos anos 2000, quando a apresentadora Hebe Camargo, ao ser questionada sobre como permanecia linda, comentou que usava um “Chip da Beleza”, o nome pegou. Você, inclusive, já deve ter ouvido falar dele por aí, não é mesmo?  

Contudo, a verdade, segundo o Dr. Luiz Augusto Junior, médico especialista na saúde da mulher, é que não existe um “Chip da Beleza” - o tratamento citado por Hebe não é um chip, e nem deve ser usado para fins estéticos.  

Entenda mais a seguir:

 

O que é o “Chip da beleza”? 

Ele é, na verdade, uma forma de reposição hormonal. “Não existe chip da beleza. O que existe é um implante hormonal, um pequeno dispositivo colocado no tecido subcutâneo, abaixo da pele, que funciona como um instrumento de liberação de medicamentos. Ele libera contínua, previsível e sustentada aquilo que o médico quer que a paciente receba por determinado período”, explica o Dr. Luiz.  

Assim, essa é apenas uma forma diferente e com um controle mais simplificado de fazer a já conhecida reposição hormonal, realizada especialmente por mulheres na fase da menopausa, quando a produção de alguns hormônios pelo organismo feminino cai bastante.  

Quando o tratamento é individualizado e a paciente recebe um implante com os medicamentos e hormônios certos nas doses corretas, é possível vencer diversos desafios e sintomas da menopausa, como os calores (fogachos), o ressecamento vaginal, a qualidade do sono alterada e o risco de osteoporose. 

 

Quando ele deve ou não ser utilizado? 

O implante hormonal foi criado para tratar de patologias ginecológicas. Contudo, com o tempo e, especialmente influenciadas pela fala de Hebe sobre o “Chip da Beleza”, muitas mulheres passaram a usá-lo apenas para fins estéticos. Todavia, isso não é nada recomendável.  

“Nós não utilizamos hormônios para deixar uma mulher mais bonita, nós os utilizamos para tratar sintomas e corrigir deficiências, para melhorar a saúde e a qualidade de vida. A melhora estética pode acontecer? Com certeza! Mas ela vem como consequência quando a mulher dorme melhor, treina melhor, tem mais energia, autoestima e volta a cuidar do seu corpo”, comenta o especialista.  

Além disso, é importante ressaltar que, assim como em outras formas de reposição hormonal, o implante também pode ter contra indicações para certas pessoas, uma vez que isso não é definido pela via do tratamento, e sim pelos hormônios usados e suas doses. Por isso mesmo, é importante que sua indicação seja feita sempre por um médico especialista e com informações o suficiente sobre você para fazer uma decisão acertada para o tratamento.  

O uso indiscriminado dos implantes hormonais pode trazer diversas consequências, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom, aumento da resistência à insulina e risco elevado de trombose e infarto, além de virilização nas mulheres, com crescimento de pelos, engrossamento da voz e aumento do clitóris.


Dr. Luiz Augusto Júnior - médico especializado na saúde da mulher, com foco em menopausa, equilíbrio hormonal e medicina integrativa. Formado pela Unoeste e com múltiplas pós-graduações, atua com uma visão que integra estilo de vida, nutrição, sono e saúde emocional. Fundador do Instituto Amare, Luiz se dedica a um cuidado humanizado e transformador, guiado por propósito e atualização constante. Acompanhe mais sobre seu trabalho: @institutoamarepp | @dr.luizaugustojunior


Alternativas ao PMMA em procedimentos estéticos mostram-se mais seguras e eficazes

 

TrendsetterImages

Aplicação de ácido hialurônico para preenchimento, combinada com bioestimuladores de colágeno, proporciona bons resultados com maior segurança aos pacientes

 

O PMMA (polimetilmetacrilato) como substância preenchedora em procedimentos estéticos ou reparadores está proibido em todo o Brasil. De acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada no Diário Oficial da União, a única exceção é para tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV/Aids, a partir de critérios rigorosos do Ministério da Saúde. Referência nacional e internacional em medicina estética, Vanessa Penteado reforça que bons resultados devem sempre estar associados à segurança do paciente. Segundo a especialista, a aplicação de ácido hialurônico combinada com bioestimuladores de colágeno se destaca como recurso que agrega benefícios, eficácia e segurança em procedimentos estéticos.

O PMMA é matéria-prima para lentes de contato, cimento ortopédico e implantes de esôfago. O componente plástico com uso restrito, como destaca a médica especialista em estética Vanessa Penteado, não é absorvido pelo organismo. Por esta razão e diante de um grande número de ocorrências que resultaram em morte de pacientes, o Conselho Federal de Medicina proibiu a utilização do produto para fins estéticos.

De acordo com o CFM, a única exceção envolve tratamentos de lipodistrofia com perda de grande quantidade de gordura decorrente do uso de medicamentos antirretrovirais, como ocorre em pacientes com HIV/Aids. Mesmo assim, o procedimento deve ser realizado em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e em conformidade com protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde.

Antes de se decidir pela realização de um procedimento estético, Vanessa Penteado ressalta que a primeira preocupação que todo paciente deve ter é a busca por profissionais capacitados e clínicas habilitadas para a realização de quaisquer intervenções.

Como recurso preenchedor em procedimentos estéticos, a especialista realiza a aplicação de ácido hialurônico. “Este procedimento é muito eficiente para repor o volume perdido em regiões como maçãs do rosto, lábios e para corrigir olheiras”, diz. Segundo Vanessa, também é possível suavizar sulcos, como o chamado bigode chinês, com resultados imediatos.

A médica especialista em estética combina a aplicação de ácido hialurônico com bioestimuladores de colágeno, que agem provocando uma resposta inflamatória controlada para ativar fibroblastos, aumentando a firmeza e a textura da pele.

Todas as intervenções estéticas, ressalta, levam em conta necessidades individuais, avaliações, critérios e cuidados. “O acompanhamento médico, a partir do primeiro atendimento, é fundamental para o sucesso do procedimento e a segurança do paciente em todas as etapas”, conclui Vanessa Penteado.

 

A estação do colágeno: por que o inverno é o momento mais indicado para estimular a firmeza da pele

“O inverno oferece uma janela biológica ideal para a ação dos bioestimuladores”, afirma a Dra. Gina Matzenbacher

 

Existe uma razão técnica — e cada vez mais estratégica — para quem escolhe iniciar tratamentos estéticos no inverno: essa é a estação em que a pele responde melhor. As temperaturas mais amenas, a menor incidência de radiação ultravioleta e a ausência de suor excessivo criam um ambiente favorável à regeneração celular e à ação dos bioestimuladores de colágeno, que dependem justamente de condições biológicas estáveis para atuarem de forma progressiva e segura.

"O inverno oferece uma janela biológica ideal para a ação dos bioestimuladores, já que há menos interferência externa e mais conforto no pós-procedimento", explica a Dra. Gina Matzenbacher.

A ciência comprova que, a partir dos 30 anos, o organismo passa a perder cerca de 1% de colágeno ao ano. Essa redução compromete não apenas o rosto, mas também regiões como abdômen, braços e coxas — áreas onde a flacidez tende a se intensificar após variações de peso ou gestações. Por isso, investir em tratamentos que estimulam a produção natural de colágeno é uma forma eficaz de restaurar a firmeza cutânea e prevenir intervenções mais invasivas no futuro. E quando essa escolha é feita no inverno, os benefícios se multiplicam.

A baixa exposição solar reduz o risco de hiperpigmentações pós-procedimento, já que a radiação UV é uma das principais responsáveis por manchas e pela degradação precoce das fibras de colágeno recém-formadas. O frio também contribui para uma recuperação mais confortável, com menos inchaço, menor resposta inflamatória e possibilidade de uso de roupas compressivas ou cuidados prolongados sem desconforto. O ambiente seco e o metabolismo cutâneo mais lento favorecem ainda a durabilidade dos ativos, evitando que o calor excessivo acelere sua absorção ou eliminação precoce.

Entre os principais ativos utilizados nesse tipo de tratamento está o Hidroxiapatita de Cálcio, que apresenta ótimos resultados quando aplicado em pontos anatômicos estratégicos. No entanto, protocolos mais recentes têm adotado também a Policaprolactona (PCL), presente na técnica Harmonize Gold, que utiliza microcânulas para aplicação em camadas profundas da pele. Ambas as substâncias têm respaldo científico e funcionam com estímulo gradual à produção de colágeno tipo I, promovendo firmeza e definição de maneira progressiva.

"A Harmonize Gold é uma técnica moderna e precisa, que respeita a anatomia e potencializa a firmeza de forma natural", reforça a Dra. Gina Matzenbacher.

Estudos publicados em periódicos como o Journal of Drugs in Dermatology e o Journal of Cosmetic and Laser Therapy indicam que a PCL pode aumentar em até 66% a densidade de colágeno na pele, com efeitos clínicos visíveis a partir da 12ª semana. Os resultados seguem em evolução por até 18 meses — podendo ultrapassar dois anos em pacientes com metabolismo mais lento — e apresentam taxas de satisfação acima de 90%, segundo ensaios clínicos multicêntricos.

Mais do que uma intervenção estética, a aplicação de bioestimuladores no inverno é uma decisão estratégica. O paciente ganha tempo de recuperação em sigilo, evita os riscos típicos do verão e chega às estações mais quentes com a pele visivelmente mais firme, elástica e uniforme. Técnicas como a Harmonize Gold entregam resultados naturais e sustentáveis — respeitando a anatomia individual e a resposta fisiológica da pele. 

Planejar tratamentos com base no ciclo da pele e nas condições ambientais é uma forma inteligente de antecipar resultados e reduzir riscos. O inverno não é apenas mais seguro — é mais eficaz. E quem entende o tempo da pele, escolhe o momento certo para cuidar dela.


Dia Mundial do Running: os benefícios da corrida para o corpo e a mente — e dicas de como começar

 

Herbalife Divulgação

No Dia Mundial do Running, celebrado em 7 de junho, médico do esporte reforça como a corrida pode apoiar a saúde e o que considerar antes de começar

 

A corrida ganhou espaço na rotina de quem busca mais saúde, disposição e qualidade de vida. E não é por acaso. Além de ser uma atividade acessível e prática, ela está associada a benefícios que vão do condicionamento cardiovascular ao bem-estar mental. 

Pesquisa publicada no Journal of the American College of Cardiology observou que correr, mesmo por apenas 5 a 10 minutos por dia e em baixa velocidade, esteve associado à redução do risco de morte por todas as causas e por doenças cardiovasculares. 

De acordo com o médico do esporte Carlos Ulloa, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, a corrida também pode trazer ganhos para a mente. “Além de ajudar a melhorar a capacidade cardiorrespiratória, fortalecer músculos e articulações, a corrida também está associada à liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar e prazer, contribuindo para um sono melhor”, explica. 

Além disso, trabalhos científicos, como a revisão de estudos publicada no International Journal of Environmental Research and Public Health, reforçam que a corrida está associada a efeitos positivos, especialmente na redução de sintomas relacionados à depressão e à ansiedade.

Mas, para aproveitar esses benefícios, não basta achar que é preciso começar correndo longas distâncias. Segundo o médico do esporte, é preciso que se faça uma adaptação gradual para evitar desconfortos e reduzir o risco de lesões. 

Confira algumas dicas do especialista para iniciar na corrida de forma mais confortável e segura:


Comece alternando caminhada e corrida

Para iniciantes, uma das estratégias mais indicadas é alternar pequenos períodos de corrida com caminhada. Isso ajuda o corpo a ganhar resistência progressivamente e reduz a sobrecarga muscular.

“Não existe necessidade de começar correndo rápido ou longas distâncias. O mais importante no início é criar consistência e respeitar os limites do corpo”, orienta Ulloa.

Uma forma prática de começar é fazer treinos de 20 a 30 minutos alternando 1 minuto de corrida leve com 2 minutos de caminhada em ritmo acelerado. A recomendação é repetir esse ciclo ao longo do treino, sem preocupação com velocidade ou distância.

Depois de algumas semanas, conforme o corpo se adapta, é possível evoluir gradualmente para 2 minutos correndo e 2 caminhando, depois 3 minutos correndo e 1 caminhando, até conseguir correr continuamente de maneira confortável.

Outro ponto importante é manter um ritmo em que ainda seja possível conversar durante a corrida, sem sensação intensa de falta de ar. Isso ajuda a evitar exageros no começo e torna a adaptação mais confortável e sustentável.


Respeite o tempo de recuperação

O descanso faz parte da adaptação física. Especialmente no começo, dias de pausa entre os treinos ajudam músculos e articulações a se recuperarem adequadamente.


Alimente-se e hidrate-se de forma equilibrada

A hidratação adequada é importante antes, durante e depois da corrida, principalmente em dias mais quentes. Além disso, carboidratos ajudam a fornecer energia para o exercício, enquanto proteínas contribuem para a recuperação muscular após a atividade.


Não compare seu ritmo com o de outras pessoas

Cada pessoa tem um condicionamento físico, histórico esportivo e ritmo de evolução diferente. Comparações podem gerar frustração e até excesso de esforço.


Fortaleça os músculos

O treino de musculação precisa estar na rotina de quem corre, pois são os músculos que absorvem o impacto das passadas evitando danos articulares. “Hoje sabe-se que pessoas com o ‘core’ fortalecido – região central do corpo, que envolve coxas, glúteos e abdômen — têm menos chances de lesão”, entrega Ulloa.


Valorize a regularidade

Mais importante do que intensidade no começo é manter frequência. Corridas leves e consistentes tendem a trazer melhores resultados no longo prazo do que treinos intensos esporádicos.


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