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sábado, 20 de junho de 2026

Veja o que cada signo precisa rever em 2026

Previsão indica que amor, trabalho, saúde, dinheiro e decisões pessoais pedem atenção nos próximos meses

 

Junho costuma trazer uma sensação de balanço. Ainda não é o fim do ano, mas já passou tempo suficiente para olhar para trás e perguntar: o que funcionou, o que saiu do plano e o que precisa mudar antes dos próximos meses?

 

Para Giatho Profeta (@giathooficial no Instagram), astrólogo, tarólogo e clarividente, esse período pode funcionar como uma virada de ciclo. Nas previsões anuais, feitas com Tarot e Lenormand, também conhecido como Baralho Cigano. A partir dessa leitura, as cartas indicam temas que cada signo pode precisar rever antes de seguir para a reta final de 2026.

Veja o que cada signo solar, lunar e ascendente precisa observar no segundo semestre. 


 

ÁRIES


Áries deve observar a forma como lida com oportunidades e decisões profissionais. Segundo a previsão, o signo tem caminhos abertos e capacidade para avançar, mas precisa evitar atitudes extremas.

 

No trabalho, o meio do ano aparece como uma fase importante. As cartas indicam que Áries pode brilhar mais nesse período, especialmente em assuntos ligados a emprego, vagas e novos caminhos. O cuidado é não deixar tudo para resolver no fim do ano.

 

O que rever: pressa, atitudes extremas e a tendência de ir do “nada ao tudo” sem organizar os próximos passos.


 

TOURO


Touro pede atenção com a forma como cuida do corpo e administra o estresse. A previsão mostra um ano com capacidade de organização e vontade de fazer mais pela saúde, mas o meio do ano pede atenção ao lado psicológico e ao peso da rotina.

 

No trabalho e no dinheiro, as cartas apontam crescimento e desenvolvimento, mas também esforço. Para quem busca novas oportunidades, a energia melhora no segundo semestre, depois de uma fase inicial mais indefinida.

 

O que rever: expectativas, gastos por desejo e a forma como o estresse do dia a dia interfere na saúde.


 

GÊMEOS


Gêmeos pode reavaliar rotina, estudos e relações familiares. A previsão indica que o signo passa por um ano de ajustes, principalmente na forma como organiza pensamentos, horários e métodos.

 

Para quem estuda, faz faculdade, escola ou concurso, as cartas mostram a necessidade de amadurecer a metodologia. Pode ser hora de mudar horário, ritmo, intervalo ou forma de aprender. No trabalho, há uma energia de teste: alguém pode observar melhor as atitudes de Gêmeos antes de abrir uma oportunidade.

 

O que rever: dispersão, organização instável e decisões que dependem demais do comportamento dos outros.


 

CÂNCER


Câncer pode precisar rever a forma como orienta, ajuda ou tenta conduzir pessoas próximas. A previsão mostra que o signo tem capacidade de guiar alguém, mas também precisa observar melhor as pessoas ao redor.

 

No trabalho, o meio do ano aparece com energia positiva para a convivência. As cartas indicam satisfação com clientes, chefes, superiores, fornecedores ou pessoas importantes na rotina profissional. O cuidado está em não tentar empurrar alguém para um caminho antes de avaliar se essa interferência realmente ajuda.

 

O que rever: excesso de proteção, vontade de resolver pelos outros e dificuldade de deixar cada pessoa seguir o próprio ritmo.


 

LEÃO


Leão deve repensar contatos, parcerias e a forma como usa sua inteligência no trabalho. A previsão indica que o meio do ano pode trazer uma descoberta importante, uma ideia forte ou uma oportunidade que nasce da própria percepção do signo.

 

As cartas falam em clareza profissional. Leão pode perceber um caminho que antes não enxergava, uma forma melhor de trabalhar, oferecer um serviço ou resolver um problema. Ao mesmo tempo, há alerta para contatos difíceis e convivências que podem pesar.

 

O que rever: relações profissionais, pessoas que entram na rotina e a necessidade de provar valor o tempo todo.


 

VIRGEM


Virgem precisa olhar com mais cuidado para organização, agenda e o tipo de pessoa que tem acesso à sua vida. A previsão mostra que amor, trabalho e espiritualidade aparecem como grandes centros do ano para o signo.

 

Depois dos alertas do começo do ano, o meio do ano pede organização e filtro nas relações profissionais. As cartas indicam um bom período para organizar agenda, disciplina, atribuições e funções. 

 

Também há alerta para falsidade no trabalho e para pessoas que podem tentar tirar vantagem se houver abertura demais.

 

O que rever: excesso de controle, desorganização acumulada e dificuldade de filtrar quem merece espaço.


 

LIBRA


Libra pode ajustar saúde mental, limites e convivência no trabalho. A previsão indica que o meio do ano pede mais atenção ao campo psicológico, especialmente para quem já sente sinais de desgaste.

 

As cartas mostram que Libra pode ter mais consciência da própria saúde e buscar informações, cuidados e direcionamentos. No trabalho, porém, há alerta para uma pessoa difícil, que pode tentar se intrometer demais ou tomar liberdade além do necessário.

 

O que rever: desgaste mental e dificuldade de colocar a pessoa no lugar dela.


 

ESCORPIÃO


Escorpião pode colocar em perspectiva hábitos e padrões que já vêm incomodando. A previsão mostra o signo pensando em mudanças de comportamento, especialmente em temas ligados à saúde, rotina e autocuidado.

 

As cartas indicam que Escorpião pode perceber excessos ou faltas: dormir tarde demais, comer mal, fazer algo em excesso ou deixar algo importante de lado. O ponto central é reconhecer o que já não funciona antes que o corpo ou a mente cobrem mais caro.

 

O que rever: hábitos repetidos, ritmo de vida que já não sustenta e resistência em mudar o que já está evidente.


 

SAGITÁRIO

 

Sagitário pode fazer um balanço de limites, paciência e a tentativa de abraçar o mundo. A previsão mostra que o signo deve cuidar para não se esgotar com muitas tarefas, planos ou deslocamentos ao mesmo tempo.

 

Na saúde e na convivência, as cartas falam em adaptações. O meio do ano pede atenção a pessoas que tumultuam a rotina ou trazem situações que não acrescentam. No amor, Sagitário pode ficar mais seletivo e menos paciente de maio em diante.

 

O que rever: excesso de compromissos, falta de paciência e relações que consomem mais energia do que oferecem.


 

CAPRICÓRNIO


Capricórnio deve recalibrar autocobrança, preocupações e abertura emocional. A previsão mostra que o signo pode se cobrar demais no começo do ano, principalmente por querer planejar tudo com antecedência.

 

No meio do ano, as cartas indicam que o signo pode precisar aliviar a cobrança e fazer escolhas mais equilibradas. No amor, também aparece uma energia forte de procura, aproximação ou retorno de alguém, mas com o alerta de fazer escolhas mais equilibradas.

 

O que rever: rigidez, excesso de preocupação e medo de se abrir quando algo positivo se apresenta.


 

AQUÁRIO


Aquário pode precisar observar a forma como navega por situações incertas. A previsão mostra que o meio do ano traz uma energia favorável, ligada à carta do trevo, associada à sorte e a oportunidades.

 

Ao mesmo tempo, as cartas pedem esperteza. A ideia não é agir com desconfiança o tempo todo, mas observar melhor os caminhos antes de escolher. Para Aquário, o segundo semestre pode pedir coragem para viver o novo, mesmo quando tudo ainda parece misterioso.

 

O que rever: falta de atenção aos sinais, medo do desconhecido e decisões tomadas sem observar todos os sinais.


 

PEIXES


Peixes pode reavaliar dúvidas, inseguranças e decisões afetivas. A previsão mostra mudança de postura. Aquilo que parecia dúvida no começo do ano pode perder força no meio do ano. 

 

O signo pode chegar ao meio do ano com mais clareza sobre o que ainda parecia confuso no começo.

 

O que rever: insegurança, medo de assumir escolhas e tendência de esperar demais para se posicionar.


 

Como atravessar o segundo semestre

 

De forma geral, a previsão indica que os próximos meses podem pedir revisão de rotas. Para alguns signos, o foco estará no trabalho. Para outros, em amor, saúde, dinheiro, convivência ou decisões pessoais.

 

Segundo Giatho Profeta, o meio do ano pode ajudar cada signo a entender o que precisa ser ajustado antes da reta final de 2026. Nem toda mudança precisa ser radical, mas algumas escolhas pedem mais atenção.

 

O conselho das cartas é observar o que já deu sinais nos primeiros meses e usar o segundo semestre para corrigir, fortalecer ou encerrar o que for necessário.

 



Giatho Profeta - astrólogo, tarólogo e clarividente. Graduado em Filosofia com complementação em Sociologia e com formação em Astrologia, Tarot, Numerologia e Terapia Holística. Atua no universo espiritual com conteúdos sobre previsões, signos, relacionamentos e orientação espiritual
www.giatho.com


O cansaço de coerência: O esgotamento que não aparece nos exames, mas afeta milhões de pessoas


"Eu acordo cansado. Trabalho sentado. Não faço esforço físico. Mesmo assim, me sinto exausto."

Essas frases fazem cada vez mais sentido e se encaixam na vida de muita gente. O cansaço parece ter se transformado em uma epidemia silenciosa. Mas, se o corpo não está correndo maratonas, de onde vem tanta exaustão?

Segundo a psicóloga e neuropsicóloga Tatiana Serra, muitas vezes a resposta está em um tipo de desgaste pouco percebido: o cansaço de coerência.

"Existe um esgotamento que não nasce do excesso de tarefas, mas da distância entre aquilo que a pessoa sente, acredita e deseja e a forma como ela está vivendo. É um desgaste silencioso, que consome energia todos os dias", explica.
 

O cansaço de ter múltiplos papéis

A psicóloga observa que muitas pessoas passam anos cumprindo expectativas externas, assumindo papéis, metas e compromissos sem questionar se aquilo realmente faz sentido para elas.

São profissionais que permanecem em carreiras que já não trazem propósito. Pessoas que mantêm relacionamentos esvaziados. Indivíduos que vivem para atender demandas de todos ao redor, seja dos filhos, da família ou dos amigos mas perderam a conexão com as próprias necessidades.

"O cérebro trabalha constantemente para sustentar essa desconexão. Existe um esforço emocional enorme para continuar funcionando quando a vida está desalinhada com quem a pessoa é de verdade", afirma Tatiana.

Esse fenômeno pode gerar sintomas que muitas vezes são confundidos apenas com estresse ou falta de descanso.
 

Sinais do cansaço emocional:

  • Sensação constante de cansaço;
  • Falta de motivação;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Sensação de vazio;
  • Perda do entusiasmo por atividades que antes davam prazer;
  • Sensação de estar sempre no automático.


O descanso que não recupera

Outro sinal frequente desse esgotamento invisível é perceber que nem férias, finais de semana ou horas extras de sono parecem resolver o problema.

A pessoa descansa o corpo, mas continua carregando conflitos emocionais não reconhecidos.

"Muitas vezes o indivíduo acredita que precisa apenas de férias, quando na verdade precisa de reflexão, autoconhecimento e mudanças de direção. O problema não é a falta de descanso, mas a falta de alinhamento", explica a neuropsicóloga.

Ela conta que nem todo cansaço é físico. “Muitas vezes estamos exaustos porque passamos tempo demais tentando ser quem esperam que sejamos e pouco tempo sendo quem realmente somos", afirma.
 

Como recuperar energia emocional?

Tatiana Serra explica que a solução nem sempre envolve grandes mudanças radicais, mas sim um processo gradual de reconexão consigo mesmo.

Algumas atitudes podem ajudar:

Reservar momentos de silêncio e reflexão;

Identificar atividades que geram satisfação genuína;

Observar o que está drenando energia emocional;

Aprender a estabelecer limites;

Buscar apoio psicológico quando necessário;

Revisitar valores, objetivos e prioridades.
 

Tatiana Serra - psicóloga e neuropsicóloga. Neuropsicóloga pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), graduada em Psicologia pela Universidade Paulista (2014), analista do Comportamento pela Universidade de São Paulo (USP). Com mais de uma década de experiência trabalhando com indivíduos e famílias afetadas pelo transtorno do espectro autista, é também autora de dois livros, um dos quais é um best-seller.
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Velhices no plural: combater o etarismo começa pelo olhar


Quais são os lugares dos velhos na nossa sociedade? Sim, lugares pois não há uma única forma de se viver a velhice, mas diversas: são velhices.  


Os velhos, os indivíduos que estão na fase da velhice, têm uma história vivenciada, de suas experiências, de suas relações. Têm também um futuro, no que podem constituir projetos e de viver a velhice com uma potência criativa. Ser quem se é, a partir do que se constituiu ao longo da vida, e poder se recriar mantendo a sua autenticidade.  

 

Vou perguntar de outro jeito, mais pessoal: o que é a velhice para você? Qual é o seu olhar destinado aos velhos? As suas respostas foram positivas? Ou foram estereotipadas e generalizadas, a partir de concepções negativas? Lá no fundinho, você encontra em si uma série de preconceitos que se manifestam nas piadas, olhares de pena ou de intolerância, uma falta de paciência, uma grosseria, uma violência? A isso chamamos etarismo: estereótipos, preconceitos e discriminação em relação à idade, segundo o Relatório Mundial sobre o idadismo (2022) e o Relatório da Comissão da Organização Mundial da Saúde sobre Conexão Social (2025).  

 

O que parecem ser somente ideias inofensivas, bobagens, produzem efeitos reais deletérios para os velhos: adoecimento, isolamento, sentimentos de exclusão e de solidão (OPAS, 2022; OMS, 2025). As ideias se propagam em ações discriminatórias às quais os velhos se identificam. E então, por onde ir? Como mudar essa situação? Temos algumas alternativas. Diante o desrespeito, a mudança pelo reconhecimento, nas relações pessoais mais próximas, da família, dos amigos e dos amores; na inclusão de pertencimento comunitário e social pois a ideia de que os velhos querem descansar é errônea, não se confirma na vida real. E por fim, o espaço de reconhecimento pelo acolhimento, pela escuta, diálogo e trocas de experiências entre todas as gerações.  

 

Enfrentar o etarismo exige, antes de tudo, torná-lo visível. É um fenômeno que se sustenta em práticas cotidianas e, por isso mesmo, precisa ser reconhecido, nomeado e compreendido para que possa ser efetivamente combatido. O caminho passa pela educação, pelo desenvolvimento da empatia e pela construção de relações que favoreçam a convivência entre as gerações e a troca de experiências. Não se trata apenas de uma mudança individual, mas de um compromisso coletivo com uma sociedade que reconheça a velhice em sua diversidade, potência e dignidade. 

 



Flávia Maria de Paula Soares - professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e organizadora da VII Ação Intergeracional Contra o Etarismo - PUCPR, que acontece no dia 15 de junho de 2026, das 19h às 21h, e no dia 19 de junho, das 8h30 às 12h30, no Centro de Realidade Estendida da PUCPR. O evento é aberto à comunidade e gratuito.


Tecnologia durante a prática de esportes ajuda a criar hábitos saudáveis, mas excesso de métricas pode atrapalhar

Relógios inteligentes e aplicativos ajudam desde sedentários a atletas de alta performance a monitorar a saúde e melhorar treinos, mas especialistas alertam que uso sem critério pode gerar ansiedade e até prejudicar resultados 

 

Relógios inteligentes, aplicativos e dispositivos vestíveis (wearables) deixaram de ser exclusividade de atletas profissionais e passaram a fazer parte da rotina de pessoas que buscam vidas mais saudáveis, criar hábitos mais saudáveis ou melhorar a performance física. Mas, em meio à popularização dessas tecnologias, especialistas alertam que o mais importante não é a quantidade de dados, e sim como eles são usados. 

Foi justamente com apoio desses recursos que Emmerson Patrick Mendes, 49 anos, mental coach de atletas, conseguiu transformar completamente a própria rotina, após insistência de seu médico e muita força de vontade. O que começou como um alerta de risco metabólico e dores no joelho acabou se tornando uma virada profunda de vida. 

Em dezembro do ano passado, após receber o diagnóstico de pré-diabetes, ele decidiu reorganizar hábitos, rotina e prioridades, contando com acompanhamento multidisciplinar especializado e a tecnologia como aliada diária. 

Em cerca de quatro meses, Emmerson saiu de 88 kg para 69 kg. A mudança envolveu uma reorganização completa da vida, baseada em cinco pilares: mente, sono, hidratação, alimentação e atividade física – todos monitorados e estimulados por ferramentas tecnológicas. 

O primeiro passo foi cuidar da saúde mental. Ele passou a utilizar meditação guiada, exercícios de respiração e plataformas digitais de treino cognitivo voltadas ao foco e disciplina. O sono também entrou no radar: lembretes no celular passaram a ajudá-lo a manter uma rotina mínima de sete horas de descanso por noite. 

A hidratação ganhou reforço de uma garrafa inteligente conectada a um aplicativo, responsável por enviar alertas ao longo do dia. Na alimentação, a tecnologia entrou no controle das porções, com auxílio de uma balança digital e acompanhamento nutricional. 

Já na atividade física, o smartwatch se tornou peça central da rotina. O dispositivo passou a monitorar gasto calórico, tempo de exercício, intensidade dos treinos e nível de movimento diário, além de emitir alertas contra o sedentarismo. O sistema de metas e recompensas digitais acabou funcionando como estímulo extra para manter a constância.

“A tecnologia ajuda a medir, lembrar e organizar, mas a mudança depende de constância e decisão pessoal”, afirma Emmerson. “Sem objetivo claro e disciplina, não há resultado sustentável”, diz. 

Para Paulo Roberto de Queiroz Szeles, ortopedista e especialista em medicina esportiva do Hospital Sírio-Libanês, esse tipo de recurso pode ser especialmente importante para pessoas que estão tentando abandonar o sedentarismo. 

“Hoje, o mais difícil é motivar as pessoas a treinarem. Muitas vezes, simplesmente acompanhar passos, frequência cardíaca ou qualidade do sono já faz com que a pessoa se movimente mais e comece a mudar hábitos”, explica. 

Os wearables conseguem monitorar parâmetros como frequência cardíaca, qualidade do sono, gasto energético e tempo sedentário. Ainda assim, o especialista ressalta que não é preciso investir em equipamentos sofisticados para obter benefícios. 

“O básico já costuma funcionar muito bem no início do processo. Um relógio simples ou até aplicativos no celular podem ajudar bastante, desde que a tecnologia faça sentido para a rotina daquela pessoa”, afirma. 

A popularização dessas ferramentas acompanha uma tendência global. Segundo o relatório Worldwide Survey of Fitness Trends, do American College of Sports Medicine1, a tecnologia vestível aparece entre as principais tendências fitness globais para 2026. 

“A tecnologia aproxima a pessoa das orientações médicas. Ela consegue perceber na prática como dormir mal, beber álcool ou se alimentar pior impacta o treino, o sono e a recuperação”, explica Szeles. 

Mas nem tudo são benefícios. O médico alerta que o excesso de dependência das métricas pode gerar ansiedade e até prejudicar os resultados. 

“Tem gente que deixa de treinar porque o relógio mostrou uma recuperação ruim, mesmo quando a pessoa se sente bem. Outros ignoram sinais do corpo porque o dispositivo disse que está tudo certo. As métricas precisam ser interpretadas, não seguidas cegamente”, afirma. 

Segundo o especialista, fatores como alimentação adequada, hidratação, fortalecimento muscular, descanso e saúde mental continuam sendo fundamentais e vão muito além dos números exibidos na tela. 

No esporte de alta performance, os wearables se tornaram aliados estratégicos no acompanhamento de atletas e equipes. As ferramentas permitem monitorar a intensidade dos treinos, recuperação física, deslocamento e risco de lesões, auxiliando no planejamento das atividades e nas decisões das equipes multidisciplinares. 

“Os dados ajudam a entender o quanto o atleta está suportando de carga física, mas, sozinhos, não bastam”, afirma Szeles . Mesmo com o avanço da inteligência artificial e das ferramentas de análise esportiva, o especialista destaca que a interpretação humana continua indispensável. 

“A tecnologia consegue organizar informações, mas ainda não compreende completamente fatores como estresse, desgaste emocional e o contexto individual de cada atleta”, complementa o ortopedista. 

Para ele, o principal papel desses recursos deve ser apoiar a construção de hábitos saudáveis, sem substituir a percepção do indivíduo sobre o próprio corpo ou o acompanhamento profissional. 

“A tecnologia funciona melhor quando ajuda a pessoa a treinar com mais consciência e regularidade, sem se tornar mais importante do que o exercício em si”, finaliza Szeles.



Hospital Sírio-Libanês
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No mês de Santo Antônio, saiba os principais fatores que as pessoas valorizam na busca por um amor que dure


Magnific

 Em meio às novas dinâmicas afetivas, veja quais qualidades ainda são indispensáveis para um relacionamento sólido

 

Conhecido popularmente como o "santo casamenteiro", Santo Antônio volta ao centro das atenções neste mês de junho, pelo menos para quem está em busca do amor. Mas se colocar o santo de cabeça para baixo dentro do copo de água já não resolve, a maioria dos solteiros hoje busca um relacionamento nos aplicativos de namoro. E, nessa nova realidade, certas qualidades seguem sendo consideradas essenciais para quem quer estabilidade emocional e compromisso a longo prazo. 

Um levantamento do MeuPatrocínio, maior plataforma Sugar Daddy e Sugar Baby da América Latina, com 4.589 participantes revelou que 48,9% acredita que fatores emocionais, como confiança, respeito e companheirismo, são os pilares de uma relação duradoura. Para 39,5%, sem estabilidade financeira, ambição e planejamento de futuro o relacionamento não vai adiante. Já 11,6% destacou fatores pessoais, como atração, inteligência emocional e compatibilidade de valores, como fundamentais para manter a relação. 

Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos explica: ”Alguém que é gentil, sabe ouvir e se comunica bem acaba sendo mais interessante, porque faz a mulher se sentir à vontade e valorizada. São essas qualidades emocionais e de personalidade que criam uma conexão mais forte e duradoura entre o casal, tornando tudo mais leve, que é o que mais conta em uma relação”. 

Embora a atração física ainda desempenhe papel importante nos estágios iniciais, confiança, lealdade, compatibilidade de valores e segurança financeira e emocional ganham protagonismo quando o objetivo é construir algo sólido. Caio aponta que relacionamentos duradouros costumam estar associados à comunicação, ao alinhamento de expectativas e a projetos de vida compartilhados, características que fortalecem o vínculo ao longo do tempo. 

Segundo pesquisa da Relationship Lab da Universidade de Stanford, relacionamentos bem-sucedidos envolvem pessoas que se comprometem com o crescimento mútuo, e a ciência confirma que isso não depende de compatibilidade perfeita, mas da capacidade de crescer juntos e navegar mudanças com respeito. O segredo está em abraçar as transformações e ver os desafios como oportunidades de conexão mais profunda.

"As mulheres valorizam relações nas quais possam contar com apoio do parceiro, onde tanto o lado emocional quanto o financeiro sejam estáveis. Além disso, tendem a priorizar parceiros que compreendam suas ambições e estejam dispostos a crescer juntos, compartilhando experiências inesquecíveis”, finaliza o especialista.


Uma jornada para reaprender a sentir as cores da vida

Patrice Karst, autora do best-seller "O fio invisível", lança "Em busca das cores", obra que transforma emoções difíceis da infância em convite lúdico à resiliência


João costumava enxergar a vida de maneira vibrante, cercado por entusiasmo e leveza. Aos poucos, porém, experiências dolorosas começaram a apagar esse brilho. Comentários maldosos na escola, notícias tristes, pensamentos negativos e perdas importantes fizeram com que o menino passasse a se sentir vazio e distante de suas motivações. É desse processo silencioso de mudança emocional que nasce a nova história de Patrice Karst. 

Publicado pela Caminho Suave, Em busca das cores acompanha a trajetória do protagonista enquanto ele tenta compreender por que já não consegue sentir felicidade nas próprias atividades favoritas, como jogar basquete ou ver televisão. Preocupados com a mudança de comportamento do filho, seus pais decidem procurar ajuda, e João passa a conversar com Márcio, psicólogo da escola.  

Em vez de oferecer soluções imediatas, o profissional propõe um exercício delicado: observar as cores presentes no mundo ao redor e perceber quais sentimentos elas despertam. O azul do mar resgata a tranquilidade, enquanto o laranja de um pôr do sol afasta o "cinza profundo", trazendo calor e conforto.  

Observando as ondas vindo e quebrando na praia, ele ficou hipnotizado pela dança envolvente e cíclica da água e da espuma. E, vendo todos os tons de azul se mesclando no colidir das ondas, João sorriu pela primeira vez em muito tempo. O sorriso fez João se sentir bem. E, para sua surpresa, o azul voltou. O azul o invadiu de um jeito que o fez sentir-se tranquilo, calmo e confiante. (Em busca das cores, p. 24)  

As ilustrações de Kristina Jones acompanham essa mudança de perspectiva, florescendo junto com o garoto em uma experiência visual que transita do isolamento para o reencontro com a confiança. A obra é um convite para pais, educadores e terapeutas abordarem temas sensíveis como a depressão infantil de forma lúdica e acolhedora.  

Patrice Karst utiliza sua marca registrada — a ternura — para retratar a alegria como um direito de nascença. Ao focar nas relações e cores que curam, o livro torna-se um guia terno para fortalecer a autoestima e a resiliência dos pequenos.  

Em busca das cores termina com um chamado à esperança: a certeza de que, mesmo quando a vida parece perder o tom, sempre haverá um novo prisma esperando para ser descoberto. É uma celebração da infância, um convite ao leitor para redescobrir o brilho da própria alma e nunca deixar de olhar para o mundo com amor, sensibilidade e curiosidade.  

Ficha Técnica: 

Título do livro: Em busca das cores 
Autora: Patrice Karst 
Editora: Caminho Suave 
ISBN: 9786586742589   
Páginas: 48 
Preço: R$ 64,90 
Onde encontrar: Amazon 

 

Sobre a autora: Autora do best-seller infantil O fio invisível, Patrice Karst conquistou leitores ao redor do mundo ao transformar emoções delicadas da infância em histórias acolhedoras sobre amor, pertencimento e conexão. Nascida em Londres e criada nos Estados Unidos, Patrice criou a metáfora do “fio invisível” para confortar o filho durante a ansiedade de separação na escola — ideia que deu origem ao livro publicado em 2000 e que, desde então, ultrapassou a marca de 2 milhões de exemplares vendidos, com traduções em mais de 20 idiomas.  
Instagram: @theinvisiblestringinsta | Site: https://patricekarst.com/  



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Instagram: @editoraedipro


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