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sábado, 31 de outubro de 2026

Com mais de 17 bilhões de códigos de DNA mapeados, Natura Chronos Derma avalia como a pele da mulher brasileira muda ao longo da vida

 

O estudo proprietário analisou mulheres dos 30 aos 80+ e mostra como a pele muda ao longo da vida, influenciando características como oleosidade, hidratação e equilíbrio da barreira cutânea.

 

Skincare, prevenção e longevidade estão cada vez mais presentes na conversa sobre beleza. Para Natura Chronos Derma, entender a pele para além dos sinais visíveis é uma pesquisa que acontece há décadas. Desde sua criação, em 1986, Chronos acompanha as diferentes fases da vida a partir de um olhar que une ciência, tecnologia para a pele e as necessidades da brasileira, conhecimento que hoje orienta o desenvolvimento de soluções dermocosméticas da marca. 

Um dos estudos mais recentes do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura¹ analisou a pele de 180 mulheres brasileiras dos 30 aos 80+ anos, divididas em cinco faixas etárias. A equipe analisou, por meio de técnicas avançadas, cerca de mil amostras para mapear duas estruturas fundamentais: a microbiota (que é o ecossistema de microrganismos benéficos) e os lipídios naturais que garantem a proteção da barreira da pele. 

Os resultados identificaram características específicas em cada fase. Aos 30+, foi observado um perfil mais oleoso, com predominância de bactérias típicas.. A partir dos 45 anos, a produção de lipídios naturais começa a cair, aumentando a tendência ao ressecamento. Já aos 60+, o microbioma apresenta uma mudança significativa, com aumento de sua diversidade. 

Nas faixas de 70+ e 80+, a pesquisa encontrou novas características na microbiota e na composição lipídica. Aos 70+, houve redução importante de óleos protetores essenciais para a pele, enquanto o grupo 80+ apresentou uma diminuição do perfil de barreira e hidratação, o que deixa a pele desprotegida nesta faixa etária. 

Os achados ampliam a compreensão da Natura sobre os mecanismos relacionados às diferentes necessidades da pele e fortalecem a base científica de Natura Chronos Derma. Esse conhecimento se conecta à Biociência Chronos, tecnologia exclusiva da marca que combina bioativos da biodiversidade brasileira a dermoativos reconhecidos pela dermatologia para desenvolver soluções de alta performance.

Compreender que a pele muda de comportamento com o passar do tempo permite criar produtos sob medida para controlar a oleosidade, hidratar, suavizar manchas e tratar os sinais do envelhecimento. 

A pesquisa também testou a capacidade de regeneração na prática, ao avaliar como a pele respondia ao tratamento dermocosmético. Após 30 dias de uso de Natura Chronos Antissinais Noturno, os cientistas identificaram um aumento de microrganismos benéficos e um reequilíbrio nos lipídios protetores nas faixas etárias analisadas.

“Estudar a pele em nível molecular nos permite identificar particularidades que não são percebidas apenas pela avaliação dos sinais visíveis. Esses dados ampliam nossa capacidade de desenvolver tecnologias mais direcionadas e avançar na personalização do cuidado em diferentes fases da vida”, afirma Manuel Rios Krauss, Diretor Executivo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Natura. 

A dimensão da pesquisa impressiona: foram mapeados mais de 17 bilhões de códigos de DNA e realizadas 20 mil análises de compostos lipídicos da pele. Um marco científico que passa a integrar a base de inteligência da Natura e apoia novas frentes de pesquisa e desenvolvimento de Natura Chronos Derma, reforçando o compromisso da marca em unir ciência, tecnologia e biodiversidade brasileira para acompanhar as transformações da pele ao longo da vida.
  
  

Natura
www.natura.com.br
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Fontes

¹Os estudos proprietários foram conduzidos pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura, com apresentação e premiação nos seguintes congressos científicos:

• Congresso Internacional IFSCC (2024): "Women over 80: longevity assessed from the perspective of the skin biophysics, metagenomics and lipidomics, before and after cosmetic intervention with Brazilian biodiversity ingredients".

• Congresso Nacional da Associação Brasileira de Cosmetologia (2025): "Senescência celular e saúde da pele: resultados clínicos de intervenção tópica em uma coorte diversificada" (Premiado como melhor trabalho na categoria Biodiversidade).

Clínica bonita não significa procedimento seguro: 5 cuidados antes de mexer no rosto


Casos recentes envolvendo complicações e suspeitas de irregularidades em procedimentos estéticos reacendem o alerta: formação do profissional, procedência dos produtos e estrutura para lidar com intercorrências são mais importantes do que número de seguidores ou aparência da clínica
 

Ambiente sofisticado, milhares de seguidores nas redes sociais, fotos impecáveis de antes e depois e uma agenda cheia. Nada disso, isoladamente, é garantia de que um procedimento estético será realizado com segurança.

Casos recentes que ganharam repercussão nacional, envolvendo complicações graves, suspeitas de procedimentos irregulares e interdições de estabelecimentos, voltaram a colocar uma pergunta importante em discussão: o que o paciente deve verificar antes de permitir que alguém realize um procedimento em seu rosto?

Segundo a enfermeira estética e biomédica estética Dra. Daiany Rodrigues Freire, a avaliação precisa começar muito antes de discutir qual técnica será utilizada ou qual resultado o paciente deseja alcançar.

“Na estética, as pessoas naturalmente olham muito para o resultado. Querem saber como ficou o rosto de outra paciente, quantos mililitros foram utilizados ou qual procedimento está em alta. Mas a primeira pergunta deveria ser outra: estou em um ambiente seguro e diante de um profissional habilitado para realizar aquilo que está sendo proposto?”, afirma.
 

 5 cuidados antes de escolher de qualquer procedimento estético facial
 

1. Quem realmente vai realizar o procedimento?

Ter muitos seguidores, aparecer em vídeos ou apresentar bons resultados nas redes sociais não substitui formação profissional. Antes do procedimento, o paciente deve saber qual é a formação de quem vai atendê-lo, se possui registro profissional ativo e se está habilitado, dentro das normas de seu conselho profissional, para realizar aquela técnica.

“Não tenha vergonha de perguntar a formação e o registro do profissional. Quem trabalha de maneira responsável entende que o paciente tem o direito de saber quem está cuidando dele”, diz Daiany.

Também é importante verificar o registro diretamente nos canais oficiais do respectivo conselho profissional.


2. Pergunte exatamente o que será colocado no seu rosto

“Qual produto você vai usar?” deveria ser uma pergunta tão comum quanto “quanto custa?”.

O paciente deve saber o nome do produto, fabricante, indicação e procedência, além de observar se a embalagem está íntegra e dentro do prazo de validade.

Quando aplicável, também é possível verificar se o produto está regularizado pela Anvisa.

“Estamos falando de substâncias que podem ser injetadas no organismo. Procedência não é detalhe. O paciente precisa saber o que está sendo utilizado e não aceitar respostas vagas como ‘é o melhor produto’ ou ‘é importado’”, alerta.


3. Desconfie de preço muito abaixo do mercado

Promoções fazem parte de praticamente todos os setores, mas procedimentos de saúde estética envolvem custos que vão muito além do produto utilizado.

Estrutura adequada, materiais descartáveis, produtos regularizados, esterilização quando necessária, capacitação profissional e acompanhamento têm custo.

“Preço não determina sozinho se um profissional é bom ou ruim. Mas quando a diferença é muito grande, vale perguntar o motivo. Na estética, escolher exclusivamente pelo menor preço pode significar abrir mão justamente de aspectos que o paciente não consegue enxergar”, explica.

O alerta se torna ainda mais importante com a proximidade da Black Friday, quando promoções de procedimentos estéticos começam a aparecer nas redes sociais.


4. Pergunte o que acontece se alguma coisa der errado

Essa talvez seja uma das perguntas menos feitas — e uma das mais importantes.

Mesmo procedimentos minimamente invasivos podem apresentar intercorrências. Por isso, o paciente deve perguntar previamente quais são os riscos, como reconhecer sinais de alerta e qual é a conduta do profissional diante de uma complicação.

“Não existe procedimento invasivo com risco zero. Quando alguém promete que absolutamente nada pode acontecer, isso deveria gerar desconfiança. Um profissional preparado não esconde os riscos: explica quais são e sabe como agir diante deles”, afirma.

Também é importante entender como funciona o suporte após o procedimento e para quem o paciente deve ligar caso perceba algo diferente nas horas ou dias seguintes.


5. Cuidado quando a promessa parece boa demais

“Rejuvenescimento de dez anos em uma sessão”, “resultado garantido”, “zero risco”, “sem possibilidade de complicação” ou transformações espetaculares merecem cautela.

Resultados estéticos dependem de características individuais e nenhum procedimento sério deveria ser apresentado como garantia absoluta.

Daiany também recomenda cautela com fotos de antes e depois.

“Iluminação, ângulo, expressão facial e até distância da câmera conseguem mudar bastante a percepção de um rosto. O antes e depois pode ajudar a mostrar um trabalho, mas não deve ser a única informação utilizada para escolher quem vai realizar um procedimento.”

“O melhor procedimento não é apenas aquele que deixa um resultado bonito. É aquele que tem indicação, é realizado por profissional habilitado, utiliza produtos de procedência conhecida e acontece em um ambiente preparado para prevenir e manejar intercorrências. Na estética, segurança também é resultado”, conclui. 

 

Dra. Daiany Freire - enfermeira e biomédica esteta, especialista em Reestruturação Facial e Estética Regenerativa. Possui pós-graduação em Enfermagem Estética pelo Nepuga e especialização em Estética e Cosmetologia com Ênfase em Raciocínio Clínico pela Univates, além de formação complementar com referências nacionais nas áreas de harmonização facial e estética regenerativa. É criadora da técnica Daimily Lips®, desenvolvida a partir de princípios anatômicos, proporção facial e individualização do preenchimento labial, com foco em resultados naturais e harmônicos. Conselho Regional de Enfermagem (Coren) nº 72548. Conselho Regional de Biomedicina (CRBM nº 64.089. Enfermeira e biomédica com pós-graduação em Enfermagem Estética.
Link


“Bumbum prateleira”: quando a busca por projeção deixa o contorno artificial?

Créditos: imagem criada por IA | CO ASSESSORIA 
“A harmonização glútea é planejada a partir da relação entre bumbum, quadril, cintura e coxas”, afirma Roberto Chacur 


Visto de perfil, o bumbum pode apresentar uma transição suave a partir da lombar ou uma projeção mais abrupta, semelhante a um degrau. É desse segundo desenho que vem a expressão “bumbum prateleira”, usada para descrever um contorno acentuado na parte superior dos glúteos. O formato pode ser desejado por algumas pessoas, mas também ajuda a discutir uma questão da harmonização glútea: por que aumentar a projeção nem sempre melhora o contorno? 

Concentrar o aumento na parte superior pode destacar o bumbum de perfil sem equilibrar as laterais ou a passagem para as coxas, fazendo com que o volume pareça isolado. Essa transição abrupta pode dar uma impressão de artificialidade, embora não permita concluir, sozinha, que houve erro no procedimento. Um glúteo volumoso pode acompanhar as proporções do corpo, enquanto uma mudança menor, concentrada em determinada região, pode criar um contraste mais evidente com os tecidos ao redor. 

Ao avaliar a projeção, Roberto Chacur, médico e referência internacional em harmonização glútea, observa também as assimetrias, as depressões laterais e a relação dos glúteos com quadril, cintura e coxas. Em suas explicações sobre o procedimento, o médico destaca que o planejamento considera a firmeza e as diferenças de volume entre as partes superior e inferior, buscando melhorar o contorno sem descaracterizar o corpo. Musculatura, distribuição de gordura e condições da pele também interferem no resultado, de modo que repetir a mesma quantidade de produto não garante o mesmo efeito em pessoas diferentes. 

Fotografias de referência ajudam a mostrar a preferência por um bumbum mais alto ou arredondado, mas não revelam sozinhas as condições dos tecidos ou o histórico de intervenções. Cada corpo oferece uma estrutura de partida diferente. A imagem permite conversar sobre o formato desejado, sem funcionar como um molde do que será possível alcançar. 

Quando a insatisfação envolve flacidez ou depressões de celulite, acrescentar volume pode deixar a queixa principal sem resposta. Embora essas alterações possam coexistir, elas exigem avaliações distintas: projeção, firmeza e irregularidades da pele não são o mesmo problema. Identificar qual delas provoca o incômodo ajuda a definir o objetivo do tratamento, em vez de concentrar toda a expectativa no tamanho do bumbum. 

Remodelar os glúteos permite trabalhar regiões específicas, respeitando as particularidades de cada formato. Chacur destaca essa possibilidade ao explicar que o preenchimento pode atuar “mudando a forma e não apenas dando volume”. A diferença está em planejar onde a intervenção pode melhorar o contorno, sem tratar toda insatisfação como uma necessidade de aumentar a projeção. 



Roberto Chacur (CRM-SP 124125 | RQE-SP 33433; CRM-RJ 953687 | RQE-RJ 24521) - médico, referência internacional em harmonização glútea e tratamento da celulite, sócio-fundador da Clínica Leger e criador do protocolo Goldincision. É autor dos livros Ciência e Arte do Preenchimento e Vitória Contra a Celulite, além de artigos científicos sobre preenchimentos e celulite. Participa como palestrante de congressos nacionais e internacionais.
Instagram: @drchacur | @clinicaleger | @goldincision


Beleza em casa: como simplificar os cuidados com os cabelos no dia a dia

Com soluções para secar, alisar e modelar os fios, Philips reúne alternativas para facilitar a rotina de beleza e explorar diferentes estilos

 

Cuidar dos cabelos em casa pode ser mais simples quando as escolhas acompanham as necessidades dos fios e o resultado desejado. Seja para agilizar a secagem após o banho, conquistar um visual mais alinhado ou experimentar uma nova finalização, alguns cuidados ajudam a incorporar esses momentos à rotina sem complicações.

Essa busca por praticidade, sem abrir mão da possibilidade de variar o visual, também se reflete nos hábitos das consumidoras. Segundo a pesquisa Beauty Segmentation Brasil, encomendada pela Philips, 68% das mulheres alternam entre diferentes penteados, enquanto 88% valorizam evitar danos aos cabelos e 83% consideram importante realizar os cuidados e o styling de forma rápida e fácil. Os dados reforçam a importância de conciliar diferentes possibilidades de finalização com praticidade e atenção à saúde dos fios.


Para escolher a ferramenta mais adequada, vale considerar o efeito desejado e conhecer os recursos de cada aparelho. Confira algumas opções da Philips para explorar diferentes possibilidades de styling em casa:


1. Agilize a secagem sem deixar o cuidado de lado


Para quem busca otimizar o tempo, o secador Philips Hair Dryer 8000 Series combina alta velocidade com a tecnologia ThermoShield Advanced, desenvolvida para ajudar a proteger os fios contra danos causados pelo calor. O aparelho também conta com tecnologia iônica, ampliando as possibilidades de cuidado durante a secagem e a finalização.


2. Aposte na escova alisadora para um visual mais alinhado


Para quem deseja alinhar os fios sem recorrer a uma rotina elaborada, a escova alisadora aquecida Philips StyleCare Essential pode ser uma alternativa. O aparelho conta com a tecnologia ThermoProtect e um design de cerdas pensado para facilitar o alisamento, ajudando a reduzir o frizz e a proporcionar cabelos com aparência saudável e brilho.


3. Explore cachos com a modelagem automática


Para quem gosta de variar o penteado, o cacheador automático Philips Prestige combina um sistema inteligente de modelagem com a tecnologia MoistureProtect, que ajuda a preservar a umidade natural dos fios. Seu cilindro mais longo permite modelar o dobro de cabelo de uma só vez¹, oferecendo mais praticidade na criação de cachos.

 

4. Conheça os recursos e prepare os fios antes do styling


Antes de utilizar ferramentas de calor, vale consultar as orientações do fabricante e preparar os cabelos de acordo com as recomendações de uso de cada aparelho. O uso de um protetor térmico adequado, quando indicado, também pode fazer parte desses cuidados. Conhecer os recursos de cada ferramenta ajuda a aproveitar suas funcionalidades e a incorporá-las à rotina de forma consciente.

 


¹ Fonte: Beauty Segmentation Brasil 2024;

Philips Cuidados Pessoais

Halloween: maquiagens elaboradas podem prejudicar a pele; médica explica os cuidados antes e depois das caracterizações

Reprodução internet
 Com o aumento das produções temáticas e das celebridades apostando em transformações cada vez mais elaboradas, atenção à escolha dos produtos e à remoção da maquiagem é fundamental para evitar irritações, alergias e obstrução dos poros

 

O Halloween ganhou espaço no Brasil e já faz parte do calendário de festas e produções de celebridades, que aproveitam a data para apostar em maquiagens elaboradas, personagens e caracterizações que transformam completamente a aparência. Mas, por trás das produções que chamam a atenção nas redes sociais, existe um cuidado que nem sempre recebe a mesma importância: a saúde da pele. 

Tintas faciais, produtos de longa duração, colas, glitter, próteses e camadas de maquiagem podem provocar reações indesejadas quando utilizados sem os cuidados necessários. Irritação, vermelhidão, coceira, dermatite de contato e obstrução dos poros estão entre os problemas que podem surgir, especialmente em pessoas com pele sensível ou que já apresentam alguma predisposição. 

Para a Dra. Fernanda Nichelle, médica especialista em estética, o principal erro é priorizar o resultado visual e esquecer que a pele precisa estar preparada para receber tantos produtos. “A maquiagem de Halloween costuma ser diferente daquela que usamos no dia a dia. Muitas vezes, são produtos mais pigmentados, aplicados em várias camadas e que permanecem por muitas horas no rosto. Por isso, é importante verificar a procedência, a indicação de uso e a composição dos produtos, dando preferência àqueles próprios para aplicação facial”, explica. 

Outro ponto de atenção está na utilização de materiais que não foram desenvolvidos para a pele. Tintas artísticas, colas comuns e produtos improvisados podem causar irritações e reações alérgicas. A médica também recomenda evitar compartilhar pincéis, esponjas e outros acessórios, já que eles podem acumular resíduos e microrganismos. 

Depois da festa, a pressa para retirar a caracterização pode levar a outro problema: a limpeza agressiva. Esfregar o rosto com força ou utilizar produtos inadequados para remover pigmentos e colas pode comprometer a barreira de proteção da pele. “É fundamental retirar toda a maquiagem antes de dormir. O ideal é utilizar um produto de limpeza adequado ao tipo de pele e, quando necessário, fazer uma remoção em etapas, sem esfregar excessivamente. Depois, a hidratação ajuda a recuperar a barreira cutânea. Não é porque a maquiagem é temática que a pele precisa sofrer para que o resultado fique bonito”, orienta Fernanda. 

A especialista ainda chama a atenção para sinais que não devem ser ignorados. Ardência persistente, inchaço, vermelhidão intensa e coceira após o uso de algum produto merecem avaliação médica. Caso apareça uma reação, a recomendação é suspender o uso do cosmético e evitar tentar neutralizar o problema com receitas caseiras. 

Com as caracterizações cada vez mais presentes nas festas e nas redes sociais, a orientação é aproveitar a criatividade sem deixar os cuidados de lado. Afinal, uma produção de Halloween pode durar apenas uma noite, mas uma reação cutânea provocada pelo uso inadequado de produtos pode exigir muito mais tempo para desaparecer.

 

Cuidados com a pele depois dos 50: como adaptar a rotina

Conhecer as características da pele e escolher produtos adequados ajuda a organizar os cuidados em cada fase da vida

 

A rotina de cuidados com a pele pode mudar ao longo dos anos. Depois dos 50, conhecer as necessidades individuais e escolher produtos compatíveis com elas são passos importantes para manter esses cuidados. Em vez de seguir tendências ou acumular etapas, a proposta é priorizar o que faz sentido para cada pessoa.

Também é importante conhecer a finalidade dos cosméticos e observar como a pele reage ao uso. Mudanças na aparência, ressecamento e irritação merecem atenção, pois podem ter diferentes causas.

“É importante entender primeiro o que pode estar provocando a irritação ou o escurecimento. Uma rotina de cuidados adequada ajuda a manter a pele hidratada e com aparência mais uniforme”, afirma Camila de Oliveira, farmacêutica do Laboratório Aclimação, responsável pelas marcas Rugól e Epilê.


Confira cinco pontos para organizar a rotina de cuidados:


1. Escolha produtos de acordo com sua finalidade

Os cosméticos podem ter diferentes funções, como hidratação e cuidados faciais e corporais. Conhecer as indicações de cada produto ajuda a avaliar quais opções fazem sentido para a rotina.

2. Observe como a pele reage

Ressecamento, irritação e mudanças na aparência podem ter diferentes causas. Prestar atenção a essas alterações ajuda a identificar quando os cuidados precisam ser revistos.

3. Não deixe a hidratação de lado

A hidratação é uma etapa importante dos cuidados com a pele. Além do rosto, outras regiões do corpo também merecem atenção. A escolha do produto deve considerar as características da pele e a finalidade da fórmula.

4. Entenda a proposta dos produtos multifuncionais

Produtos que reúnem diferentes funções são uma das opções disponíveis no mercado. Antes de incluí-los na rotina, vale verificar suas indicações e avaliar se atendem às necessidades individuais.

5. Considere as particularidades de cada pessoa

A idade, por si só, não determina quais produtos devem ser utilizados. As características da pele e as necessidades individuais também precisam ser consideradas. Em caso de alterações persistentes ou dúvidas sobre cuidados específicos, a orientação de um dermatologista pode ajudar a esclarecer as causas e indicar a conduta adequada. "Mais do que seguir uma rotina padronizada, o importante é escolher os cuidados de acordo com as necessidades da pele e rever essas escolhas sempre que necessário", finaliza Camila.


Projeto verão? Especialista explica como transformar a busca pelo shape em uma rotina para o ano inteiro

 

Com a proximidade dos meses mais quentes, cresce a procura por exercícios para melhorar a forma física. Especialista da Companhia Athletica defende que saúde, prazer e constância devem estar acima dos resultados de curto prazo  

 

A chegada da primavera costuma acender o alerta para quem passou boa parte do ano longe dos exercícios e agora quer correr atrás do chamado “shape de verão”. É nessa época que metas como emagrecer, ganhar massa muscular ou melhorar a definição corporal ganham força. Mas, se a estética pode ser o empurrão inicial para sair do sedentarismo, transformar a atividade física em um hábito que permaneça depois do verão é um resultado ainda mais importante. 

“É natural que uma pessoa chegue à academia com um objetivo estético e não há problema nisso. O que buscamos mostrar é que o exercício entrega muito mais. Quando ela começa a perceber a evolução do condicionamento, da força, da disposição e do próprio bem-estar, o treino deixa de ser apenas uma ferramenta para chegar ao verão e começa a fazer parte da vida”, explica Cacá Ferreira, gerente técnico da Companhia Athletica.


Do objetivo estético ao prazer de se movimentar

Um dos caminhos para criar essa relação mais duradoura é encontrar uma atividade que combine com o perfil e os objetivos de cada pessoa. E academia não precisa ser sinônimo apenas de musculação. Na Companhia Athletica, as possibilidades passam por musculação, corrida, natação, spinning, dança, yoga, pilates, alongamento, ginástica localizada, treinamento funcional, CrossCia, Orange Zone, lutas e modalidades esportivas, entre outras opções. A disponibilidade pode variar conforme a unidade. 

Há ainda treinamentos que podem ser direcionados para objetivos específicos, como emagrecimento, hipertrofia e definição muscular, condicionamento físico, equilíbrio postural e melhora da performance esportiva. Assim, quem quer correr melhor pode ter uma estratégia diferente de quem busca ganhar massa muscular, melhorar a mobilidade ou simplesmente ter mais disposição no cotidiano.

“Não existe uma única atividade que seja ideal para todo mundo. Temos pessoas que se encontram na musculação, outras preferem uma aula coletiva, querem nadar, correr ou praticar um esporte. Ter diferentes possibilidades e profissionais preparados para orientar esse processo permite que cada aluno encontre uma forma de cuidar do corpo que também dê prazer. E isso faz muita diferença para a continuidade”, afirma Cacá.
 

Amizade e aulas coletivas - Academia também é lugar de encontro.

Outro fator que pode ajudar a atividade física a deixar de ser uma obrigação temporária é o vínculo criado com o ambiente. Aulas coletivas, esportes e grupos de treinamento aproximam pessoas que passam a dividir objetivos, desafios e conquistas. Aos poucos, ir à academia também pode significar encontrar amigos e pertencer a um grupo. 

“Quando existe prazer e vínculo, fica mais fácil manter a atividade física. A pessoa conhece os professores, encontra outros alunos, faz amizades e começa a ter naquele espaço uma parte importante da sua rotina. É essa relação que queremos estimular: que cuidar da saúde seja algo positivo e não um sacrifício que começa três meses antes do verão e termina depois das férias”, destaca o gerente técnico.


O melhor projeto é aquele que continua

Para quem decidiu começar agora, a orientação é evitar a ansiedade de tentar recuperar em poucas semanas o tempo em que ficou parado. O treinamento deve respeitar o nível de condicionamento, as características individuais e o objetivo de cada pessoa, com progressão adequada e acompanhamento profissional. 

“A busca pelo bem-estar do corpo precisa acontecer com saúde e, sempre que possível, com prazer. O verão pode ser uma motivação para começar, mas o objetivo maior deve ser encontrar uma atividade que você queira continuar praticando. Temos especialistas e diferentes modalidades justamente para ajudar pessoas com perfis, necessidades e desafios diferentes a encontrarem esse caminho”, conclui Cacá Ferreira. 



Companhia Athletica
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Entenda por que duas pessoas podem ter experiências diferentes com o mesmo perfume

Especialistas explicam como características individuais e atributos sensoriais influenciam a experiência com uma fragrância

 

O mercado brasileiro de fragrâncias movimentou R$ 50,5 bilhões em vendas no varejo em 2025, crescimento de 10% em relação ao ano anterior, segundo a Euromonitor. O avanço acompanha mudanças na forma como os consumidores se relacionam com a perfumaria e a duração da fragrância passou a ser um dos principais atributos considerados na hora da compra. Mas o que faz um perfume parecer durar mais do que outro?

A concentração da fragrância influencia o desempenho do produto, mas está longe de ser o único aspecto envolvido. Tipo de pele, forma de aplicação, temperatura ambiente, expectativas do consumidor e até a maneira como o cérebro processa os aromas interferem na forma como cada pessoa percebe uma fragrância.

Para Iara Braúna, gerente de Estudos Sensoriais da ALS Beauty & Personal Care, responder essa pergunta exige avaliações que vão além da experiência individual. "Os testes sensoriais permitem caracterizar tecnicamente uma fragrância por meio de atributos como intensidade, evolução olfativa, difusão e duração. Essas avaliações seguem metodologias padronizadas e ajudam a comparar diferentes formulações de forma consistente, fornecendo informações que apoiam o desenvolvimento e a validação dos produtos."

Na ALS, essas avaliações podem ser realizadas em pele, cabelo, fitas olfativas e até diretamente nos próprios cosméticos, utilizando painéis treinados para acompanhar o comportamento da fragrância ao longo do tempo. Dependendo do objetivo do estudo, elas incluem pesquisas com consumidores para entender como esses atributos são percebidos em situações reais de uso.

É nesse momento que entram aspectos que não podem ser explicados apenas pelas características técnicas da fragrância. "A percepção de longa duração não depende apenas da quantidade de fragrância presente na pele. Ela é influenciada por expectativas do consumidor, contexto de uso, repertório individual e sensações despertadas pelo perfume. Em muitos casos, a experiência emocional pesa tanto quanto os aspectos técnicos", afirma Jôse Fogaça, diretora técnica de Estudos com Consumidores da ALS Beauty & Personal Care.


O perfume acabou ou o olfato apenas se acostumou?

É comum que o consumidor tenha a impressão de que o perfume desapareceu poucas horas após a aplicação. Em muitos casos, isso não aconteceu. Segundo Iara, esse efeito está relacionado à adaptação olfativa, um processo natural em que o cérebro reduz gradualmente a percepção de um cheiro contínuo para priorizar novos estímulos do ambiente.

"Isso significa que o próprio usuário pode deixar de perceber a fragrância, enquanto as pessoas ao seu redor continuam sentindo o perfume normalmente. Por isso, a sensação de que o perfume deixou de existir nem sempre corresponde ao que realmente acontece", explica.

A adaptação olfativa é apenas um dos elementos que influenciam essa experiência. Concentração do perfume, matérias-primas utilizadas, interação entre fragrância e formulação, tipo e nível de hidratação da pele, temperatura ambiente, quantidade aplicada, região do corpo e hábitos de uso também fazem diferença.


Perfume, colônia ou body splash

As diferentes categorias de fragrâncias costumam estar associadas a expectativas distintas. Enquanto perfumes normalmente são relacionados à maior intensidade e duração, body splash remete a frescor e reaplicação ao longo do dia. Estudos realizados pela ALS mostram que muitos consumidores fazem essa diferenciação muito mais pela expectativa de desempenho do que pelas características técnicas de cada categoria.

"O consumidor não escolhe uma fragrância apenas porque lhe agrada. Perfumes, colônias e body splash ocupam papéis diferentes ao longo da rotina e ajudam as pessoas a expressarem diferentes versões de si mesmas, de acordo com a ocasião, o momento ou a imagem que desejam transmitir. Essa relação com a perfumaria é cada vez mais emocional", afirma Jôse.

Essa transformação também pode ser observada nos hábitos de consumo. O perfume deixou de ser reservado para ocasiões especiais e passou a integrar rotinas de autocuidado, impulsionando categorias como body splash, hidratantes perfumados e produtos para cabelo com assinatura olfativa. O uso combinado de fragrâncias, a experimentação de diferentes famílias olfativas e a busca por produtos com maior duração também ganharam espaço nos últimos anos.

"Quando reunimos análises sensoriais e estudos com consumidores, conseguimos relacionar as características técnicas da fragrância à forma como ela é percebida por diferentes perfis de consumidores. Esse entendimento aproxima o desenvolvimento dos produtos da experiência real de quem vai utilizá-los", conclui Iara.

  

ALS Beauty & Personal Care


“Efeito lifting”: o truque de penteado que conquistou as famosas

Com fios direcionados para trás, a técnica cria um efeito visual de rosto mais alongado e definido



Não é filtro, procedimento estético ou maquiagem. O cabelo pode se tornar um aliado para proporcionar, ainda que temporariamente, a impressão de um rosto mais elevado e definido. O recurso de ‘lifting facial’ feito com mechas que ganhou força entre celebridades, combina direção, volume e tração dos fios para valorizar os contornos faciais. 

A técnica ganhou ainda mais atenção recentemente com Anne Hathaway. Em um vídeo de bastidores de sua produção para o Oscar deste ano, ela mostrou que pequenas tranças feitas próximas às têmporas e puxadas ajudavam a criar um olhar mais desperto. Para entender como obter o visual em casa, o Adno Moreira, KEUNE Master Talent, explica o passo a passo e os cuidados para não comprometer a saúde capilar.

Anne Hathaway - Créditos: Pinteres












Como o cabelo cria esse resultado?

De acordo com Adno, a lógica está na forma como o penteado direciona as mechas. Coques, rabos de cavalo, meio-presos e pequenas tranças podem conduzir os fios para trás ou para cima, deixando o rosto mais exposto e fornecendo uma sensação de maior definição facial.

Rihanna Jennifer Lopez  Créditos: Pinterest


Rihanna Jennifer Lopez  Créditos: Pinterest

“A técnica consegue trazer uma ilusão óptica muito interessante. Ao puxar as madeixas, valorizamos áreas como as maçãs do rosto, as têmporas e a mandíbula. É uma mudança na percepção dos contornos faciais, e não uma alteração da estrutura da face. Entretanto, o resultado pode ser bastante perceptível em fotos e produções de beleza”, explica. 


Atenção ao excesso de tração

Apesar do aspecto final ser atraente, existe uma diferença importante entre usar o método ocasionalmente e transformar penteados muito tensionados em parte da rotina. Quanto maior a tração e mais frequente o uso, maior a pressão sobre os fios e o couro cabeludo.

“É um truque interessante para uma ocasião especial, mas não recomendo fazer diariamente. O repuxamento constante pode gerar desconforto, dor de cabeça, sensibilidade no couro cabeludo e, em casos de uso frequente e prolongado, pode até contribuir para problemas relacionados à queda capilar”, ressalta o especialista.

Jasmine Tookes Emily Ratajkowski Créditos: Pinterest

Como reproduzir em casa

Para alcançar o efeito, não é necessário tensionar o cabelo ao máximo. O segredo está em trabalhar a direção dos fios e encontrar o equilíbrio entre definição e conforto. Produtos de styling também podem ajudar a manter o acabamento no lugar sem depender exclusivamente da força do elástico.

“Mais do que puxar, a ideia é executar uma boa construção do look. Sprays fixadores e géis, por exemplo, podem ajudar a alinhar e controlar os arrepiados sem depender exclusivamente da tração. Um bom acabamento, aliado ao produto adequado, permite conferir o efeito desejado de maneira mais equilibrada. Se houver dor ou desconforto, é sinal de que está apertado demais e deve ser ajustado”, finaliza Adno.
 

Keune Haircosmetics


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