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segunda-feira, 29 de junho de 2026

83% das transações bancárias dos brasileiros são feitas pelos canais digitais, sendo 78% delas pelo celular, revela pesquisa

 

Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, feita pela Deloitte, também mostra que investimentos dos bancos em tecnologia devem alcançar R$ 50,4 bilhões em 2026 

Vídeo com Rodrigo Mulinari, diretor responsável pela Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, comentando o levantamento para download neste link 

 

Oitenta e três por cento das transações bancárias dos brasileiros são feitas pelos canais digitais, ou seja, pelo celular e internet banking. Somente no mobile banking, nos últimos cinco anos, o crescimento foi de 169%, atingindo 187,5 bilhões de transações. De um total de 240,8 bilhões de transações feitas pelos brasileiros em 2025, por meio dos diferentes canais de atendimento das instituições financeiras, 78% foram realizadas pelo celular, alta de 11% em relação ao ano anterior. 

É o que revela a primeira versão da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 (ano-base 2025), realizada pela Deloitte,organização com o portfólio de serviços profissionais mais diversificado do mundo. Divulgada hoje (26), em coletiva de imprensa, a pesquisa é estruturada em três grandes temas: investimentos em tecnologia, volumetria dos processos bancários e estratégias de diferenciação (tendências).

 


A edição reforça a consolidação dos canais digitais como principal ponto de relacionamento financeiro. Nesse contexto, a preferência dos usuários impulsiona o crescimento de heavy users (clientes que realizam mais de 80% de suas transações em um canal), que já representam 76% da base de usuários digitais. Ao considerar a média mensal de logins, o relacionamento bancário entre esses usuários é diário no caso de pessoas físicas e ocorre, em média, quase duas vezes ao dia entre empresas. 


"O mobile banking reafirmou seu posicionamento como o principal canal em expansão, com um crescimento notável não apenas em consultas, mas em transações financeiras e investimentos. A conveniência digital transformou o relacionamento bancário em algo diário para a maioria dos brasileiros, tornando os canais físicos pontos de apoio para operações mais consultivas”, afirma Rodrigo Mulinari, diretor responsável pela Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária.

 


De acordo com o levantamento, o Pix continua crescendo nas transações com movimentação financeira, com aumento de 19% no mobile banking e 53% no internet banking. O pagamento via Pix também lidera o crescimento das transações no POS (maquininhas do comércio). 

A pesquisa mostra que 80% das transações via Pix para pessoas físicas foram realizadas de forma instantânea. Entre os 20% das demais transações em Pix para pessoas físicas, destacam-se Pix cobrança (19%), Pix agendado (0,3%) e Pix crédito (0,2%). 

 

 

Investimentos 

Os dados da pesquisa revelam um crescimento expressivo de 58% no orçamento tecnológico nos últimos cinco anos, com uma previsão de investimento de R$ 50,4 bilhões para o ano de 2026, alta de 8% em relação a 2025

 

 

Os bancos brasileiros elegeram a cibersegurança como prioridade absoluta, com 100% das instituições atribuindo a ela um nível alto ou médio de relevância. 

Segundo o levantamento, os bancos estão investindo em treinamentos mais especializados e direcionados, ao mesmo tempo em que ampliam a contratação de talentos para sustentar a evolução tecnológica. 226,1 mil é o número de profissionais treinados no setor bancário e a pesquisa mostrou que 42% dos bancos pretendem ampliar o número de profissionais na área de TI, correspondendo a um crescimento médio de 22%.

 

 

 “O crescimento do orçamento tecnológico dos bancos, aliado à previsão de R$ 50,4 bilhões em investimentos para 2026, mostra que o setor financeiro segue comprometido com inovação, segurança e eficiência. A cibersegurança permanece como agenda central para as instituições, ao lado de temas estratégicos como Cloud e IA Generativa. Esse avanço também depende da formação e da atração de profissionais cada vez mais especializados, capazes de sustentar a evolução tecnológica do setor”, afirma Ivo Mósca, diretor de Inovação, Produtos e Segurança da Febraban.

 

Prioridades Tecnológicas

 

 

Os bancos brasileiros também elegeram o Cloud (84%) e a Inteligência Artificial Generativa (84%) como temas protagonistas no orçamento. 

A pesquisa mostra que, embora a inteligência artificial já esteja presente em diversas frentes, cerca de 60% das instituições ainda se encontram em fases iniciais de adoção. No caso da GenAI, esse percentual é ainda maior, refletindo um momento de experimentação e desenvolvimento de casos de uso, com potencial significativo de expansão nos próximos anos e indicando um novo ciclo de maturidade tecnológica no setor bancário. 

“GenAI já está presente e vem se expandindo entre os players do setor bancário, mas o grande desafio é avançar na sua escala e captura de valor. Não se trata apenas de experimentar uma nova tecnologia, mas de integrá-la de forma consistente e ampliada às operações bancárias e à experiência do cliente na ponta. As instituições que conseguirem reimaginar seus processos, as jornadas de atendimento aos clientes e a força de trabalho do futuro estarão mais preparadas para liderar a agenda de eficiência, inovação e transformação do setor”, revela Sérgio Biagini, FSI Lead Partner - Banking and Capital Markets da Deloitte. 

 

A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 (ano-base 2025) pode ser acessada neste link

 

Sobre a pesquisa 

A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 apresenta um panorama das principais tendências e do volume de capital direcionado à inovação no setor financeiro brasileiro. O relatório chega à sua 34ª edição e será apresentada em dois formatos complementares. Este primeiro corresponde a uma versão resumida, que reúne os principais indicadores de tendências, investimentos e a volumetria dos processos bancários, como transações, contas e clientes. Já o segundo, que será lançado durante o Febraban Tech, trará o detalhamento destes dados, juntamente com mais conteúdos exclusivos. 

Em relação à coleta de dados, a primeira fase da pesquisa foi realizada entre dezembro de 2025 e março de 2026, por meio de formulários eletrônicos e entrevistas em profundidade com lideranças da área de tecnologia. Nesta etapa, 25 bancos responderam aos questionários qualitativo e quantitativo, representando cerca de 85% dos ativos da indústria bancária no país. Adicionalmente, foram conduzidas entrevistas com 53 executivos atuantes em tecnologia bancária. 

Já na segunda fase, a coleta ocorreu entre janeiro e abril de 2026, com a participação de 23 bancos no levantamento quantitativo, correspondendo a aproximadamente 82% dos ativos do setor. A análise dos resultados baseou-se na consolidação dos dados coletados, juntamente com os depoimentos individuais dos executivos.


Quais são os direitos e as obrigações do trabalhador previstos na CLT?

Avanço da PEC para fim da escala 6x1 e propostas de ampliação da jornada reacendem debate sobre os limites do trabalho e o papel da legislação trabalhista

 

As discussões sobre jornada de trabalho têm ocupado o centro do debate público no Brasil. No último mês, a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e reforça a defesa por mais equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. O texto seguirá agora para tramitação no Senado e avançou mesmo diante da apresentação de propostas contrárias, que defendem a ampliação da carga horária semanal para até 52 horas. Em meio a esse cenário de disputas e transformações, entender o que, de fato, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) assegura aos trabalhadores brasileiros ajuda a dimensionar a relevância e os impactos desse debate.

Criada em 1943, a CLT reúne regras que estabelecem direitos e deveres nas relações de trabalho formais. Mais do que organizar contratos e jornadas, ela surgiu com o objetivo de criar parâmetros mínimos de proteção, segurança e dignidade para trabalhadores em um país historicamente marcado por relações laborais desiguais. Em 2026, ano em que o debate do fim da escala 6x1 ganhou ações concretas, 7 em cada 10 brasileiros (68%) são a favor da redução da jornada, segundo levantamento da Genial/Quaest.

Para Rennan Vilar, diretor de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional, o atual debate sobre jornada revela uma discussão mais profunda sobre o próprio significado do trabalho na vida das pessoas. “Quando a sociedade passa a questionar escalas excessivas ou jornadas cada vez mais longas, ela não está discutindo apenas produtividade. Está discutindo qualidade de vida, saúde mental e o direito das pessoas existirem para além do trabalho”, afirma.

Segundo o executivo, existe uma percepção crescente de que o modelo de hiperdisponibilidade deixou de ser sustentável. “Durante muito tempo, naturalizamos a ideia de que trabalhar mais horas significava mais comprometimento. Mas hoje as pessoas começam a questionar qual é o custo humano dessa lógica”, observa.

 

O que a CLT garante ao trabalhador

Entre os principais direitos previstos na CLT estão garantias relacionadas à jornada, descanso, remuneração e segurança no ambiente profissional. Essas regras definem limites para evitar excessos e assegurar condições mínimas de proteção nas relações de trabalho. Entre os principais direitos previstos estão:

 

1) Registro em carteira de trabalho: formaliza o vínculo empregatício e garante acesso aos direitos previstos na legislação trabalhista;

 

2) Limitação da jornada semanal: estabelece um teto de 44 horas de trabalho para evitar sobrecarga e proteger a saúde e o bem-estar do trabalhador. A proposta de fim da escala 6x1 prevê mudanças graduais nesse modelo, após a promulgação:

·  Em dois meses: dois dias livres por semana garantidos e redução da jornada semanal de 44h para 42h;

·  Em 14 meses: redução da jornada semanal de 42h para 40h, sem redução de salário.

 

3) Pagamento de horas extras: assegura remuneração adicional quando a jornada ultrapassa o limite previsto em contrato ou na legislação;

 

4) Descanso semanal remunerado de ao menos um dia: garante períodos mínimos de recuperação física e mental sem prejuízo da remuneração;

 

5) Férias remuneradas com adicional: assegura período anual de descanso pago, acrescido de um valor extra equivalente a um terço do salário;

 

6) 13º salário: oferece uma remuneração adicional anual como forma de complementação da renda do trabalhador;

 

7) Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): reserva financeira depositada mensalmente pela empresa para proteger o trabalhador em situações específicas, como demissão sem justa causa;

 

8) Licença-maternidade e licença-paternidade: garante afastamento temporário para cuidados com filhos recém-nascidos sem perda do vínculo empregatício;

 

9) Intervalo para alimentação: prevê pausa de 15 minutos obrigatórios para jornadas entre 4h e 6h diárias, e de 1h a 2h para quem trabalha mais de 6 horas.

 

10) Normas de saúde e segurança no trabalho: estabelecem medidas obrigatórias para prevenção de acidentes, doenças ocupacionais e preservação da integridade física, psicológica e emocional dos profissionais.

 

De acordo com Vilar, muitos desses direitos acabam sendo vistos apenas como benefícios isolados, quando, na prática, fazem parte de uma construção histórica ligada à dignidade do trabalho. “A legislação trabalhista existe porque houve um entendimento social de que produtividade não pode ser construída às custas do esgotamento humano. Quando discutimos jornada, descanso e limite de horas, estamos falando sobre proteção da vida”, afirma.

 

O debate sobre jornada ganhou novos significados

A discussão sobre o fim da escala 6x1 ampliou o debate sobre equilíbrio entre vida pessoal e profissional, especialmente em setores que operam com jornadas intensas e poucos dias de descanso.

Para Vilar, esse movimento reflete mudanças importantes na forma como as pessoas enxergam trabalho e bem-estar. “Existe uma geração inteira revisando a relação com o trabalho. As pessoas continuam valorizando crescimento profissional, mas cada vez menos aceitam a ideia de que viver significa apenas trabalhar”, pontua.

O diretor destaca que a discussão não deveria ser reduzida a uma oposição simplista entre empresas e trabalhadores. “O desafio não é escolher entre produtividade ou qualidade de vida. Empresas sustentáveis precisam entender que relações de trabalho mais saudáveis também produzem ambientes mais engajados, inovadores e sustentáveis no longo prazo”, diz.

 

Direitos e obrigações fazem parte da mesma relação

Embora a CLT seja reconhecida principalmente por assegurar direitos, ela também estabelece responsabilidades para trabalhadores e empregadores dentro das relações profissionais. Entre as obrigações do trabalhador estão:

 

·  Cumprir a jornada acordada;

·  Executar as atividades previstas para a função;

·  Seguir normas de segurança;

·  Manter postura ética no ambiente profissional;

·  Respeitar políticas internas da empresa.

 

Já as empresas têm o dever de garantir condições adequadas de trabalho, respeitar jornadas, assegurar pagamentos corretos e preservar a integridade física e emocional dos profissionais. Para Vilar, o ponto central está no equilíbrio dessa relação. “Nenhuma relação de trabalho saudável se sustenta apenas pela lógica da cobrança. A CLT estabelece justamente um pacto mínimo de responsabilidade mútua, onde existem direitos, mas também limites e deveres compartilhados”, explica.

Em 2026, também, assuntos ligados à saúde no trabalho ganham ainda mais destaque com as mudanças na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entraram em vigor em 26 de maio de 2026. A principal alteração é a inclusão formal dos riscos psicossociais (estresse crônico, assédio, sobrecarga e burnout) no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

 

O que está em discussão no país vai além da jornada

Na avaliação do executivo, o debate atual sobre escalas e carga horária revela uma transformação cultural mais ampla. “O que está sendo questionado não é apenas quantas horas alguém trabalha. O que está em debate é qual modelo de sociedade estamos dispostos a sustentar e quanto espaço sobra para a vida fora do trabalho”, afirma.

Para ele, revisitar a legislação trabalhista à luz das transformações sociais é um movimento legítimo, desde que o foco permaneça na preservação da dignidade humana. “Toda sociedade amadurece quando começa a entender que trabalho é parte da vida, mas não pode consumir completamente a existência das pessoas”, conclui.


Conheça os 5 golpes digitais mais comuns contra idosos em 2026

Especialista alerta para o avanço das fraudes online direcionadas à população 60+ e explica como identificar tentativas de golpe antes que elas causem prejuízos financeiros e emocionais


 

Os golpes digitais contra idosos estão cada vez mais sofisticados e passaram a figurar entre as formas mais recorrentes de violência financeira contra a população 60+. Aplicativos de mensagens, ligações falsas, perfis clonados e até ferramentas de inteligência artificial vêm sendo utilizados por criminosos para explorar a confiança e a vulnerabilidade desse público, causando prejuízos financeiros e emocionais. 

 

Um levantamento inédito da Fundação Seade revelou que 82% das pessoas com 60 anos ou mais no estado de São Paulo já sofreram tentativas de golpes virtuais por meio de mensagens, e-mails ou ligações fraudulentas. Embora o percentual seja inferior ao observado entre adultos de 30 a 59 anos, faixa em que os índices superam 90%, o dado mostra que os idosos também estão amplamente expostos aos riscos do ambiente digital, um cenário que reflete uma realidade observada em todo o país.

 

Para o advogado Mário Henrique Martins, do Martins Cardozo Advogados Associados e especialista em Direitos Difusos e Coletivos, a combinação entre a rápida digitalização dos serviços e a evolução das técnicas utilizadas pelos fraudadores criou um ambiente especialmente desafiador para a população idosa.

 

“Os criminosos estão utilizando recursos cada vez mais sofisticados para enganar as vítimas, explorando sentimentos como confiança, medo e urgência. Em muitos casos, o prejuízo vai além da questão financeira e afeta diretamente a autonomia, a segurança e a qualidade de vida do idoso. A informação e a educação continuam sendo as principais ferramentas de prevenção”, afirma.

 

Diante desse cenário, o especialista lista os golpes digitais mais comuns aplicados contra idosos em 2026 e as principais formas de proteção.

 

1. Golpe da falsa central bancária

“Os criminosos costumam criar uma sensação de urgência para impedir que a vítima reflita antes de agir. Quando alguém pede senhas, códigos de autenticação ou transferências sob o argumento de proteger uma conta bancária, o primeiro passo deve ser interromper o contato e buscar confirmação diretamente com a instituição financeira. Nenhum banco solicita esse tipo de procedimento por telefone”, alerta o advogado.

 

2. Clonagem de voz por inteligência artificial

“A inteligência artificial tornou os golpes mais sofisticados porque permite reproduzir vozes com um grau de realismo cada vez maior. Hoje, ouvir a voz de um familiar não é mais uma garantia de autenticidade. Sempre que houver um pedido de dinheiro fora do habitual, a orientação é confirmar a situação por outros canais antes de qualquer transferência”, explica.

 

3. Falso pedido de atualização cadastral

“Muitas fraudes começam com uma mensagem aparentemente simples informando a necessidade de atualizar dados ou regularizar um cadastro. O objetivo é obter informações pessoais e bancárias da vítima. Por isso, é fundamental evitar clicar em links recebidos por mensagens e acessar apenas canais oficiais das empresas ou instituições envolvidas”, recomenda Mário.

 

4. Golpe do falso benefício ou restituição

“Promessas de valores a receber costumam despertar interesse imediato, especialmente quando envolvem aposentadorias, benefícios sociais ou restituições. O consumidor precisa ter em mente que órgãos públicos não exigem pagamentos antecipados para liberar recursos. Sempre que houver cobrança prévia para acesso a um suposto direito, existe um forte indicativo de fraude”, ressalta.

 

5. Golpe do WhatsApp clonado

“Grande parte dos casos poderia ser evitada com medidas básicas de segurança digital. A autenticação em duas etapas cria uma camada adicional de proteção e dificulta significativamente a ação dos criminosos. Além disso, pedidos urgentes de dinheiro enviados por aplicativos de mensagens devem ser confirmados diretamente com a pessoa antes de qualquer decisão”, orienta o advogado.

 

Informação é a principal ferramenta de proteção

Segundo Mário, o enfrentamento à violência digital contra idosos exige uma combinação entre educação digital, apoio familiar e conscientização jurídica. “Muitos idosos foram educados em uma cultura baseada na confiança e acabam se tornando alvos preferenciais de criminosos que exploram justamente essa característica. Conversar sobre golpes, compartilhar informações e estimular a checagem de dados antes de qualquer decisão financeira são atitudes simples que podem evitar prejuízos significativos”, destaca.

 

O advogado reforça que conhecer os próprios direitos também é uma forma de proteção. “Em muitos casos, a vítima acredita que não há o que fazer após o golpe. No entanto, dependendo das circunstâncias, é possível buscar responsabilização dos envolvidos e reparação dos danos. A informação continua sendo a melhor defesa contra qualquer fraude”, conclui o advogado.


Vai viajar nas férias de julho? Manutenção preventiva é aliada da segurança nas viagens de carro

Especialistas da marca de lubrificantes Mobil™ destacam a importância da revisão do veículo antes de pegar a estrada e apontam os principais itens que merecem atenção dos motoristas 

 

Com a chegada das férias de julho, muitas famílias se preparam para viajar e aproveitar o período de descanso. Seja para destinos próximos ou trajetos mais longos, uma etapa não pode ficar de fora do planejamento: a manutenção preventiva do veículo. Além de contribuir para a segurança de motoristas e passageiros, a revisão ajuda a evitar imprevistos, melhorar o desempenho do automóvel e tornar a viagem mais tranquila. 

Antes de enfrentar horas na estrada, é importante verificar as condições gerais do veículo, especialmente de componentes que sofrem desgaste natural com o uso. Pneus, freios, bateria, sistema de iluminação e fluidos são alguns dos itens que devem estar em perfeito funcionamento para garantir uma condução segura. 

Entre os cuidados mais importantes está a atenção ao óleo do motor. Responsável por reduzir o atrito entre as peças internas, auxiliar no controle da temperatura e proteger o motor contra o desgaste, o lubrificante desempenha papel fundamental no desempenho do veículo. “Durante viagens, o motor costuma operar por períodos mais longos e em diferentes condições de temperatura e carga. Por isso, verificar se a troca de óleo está em dia e utilizar um lubrificante adequado às especificações do fabricante é essencial para garantir a proteção do motor e uma viagem mais segura”, explica José Cesário Neto, Coord. de Capacitação e Suporte Técnico Mobil™. 

Outro ponto importante é a checagem dos níveis dos demais fluidos, como líquido de arrefecimento e fluido de freio. Esses componentes ajudam a manter o funcionamento adequado dos sistemas do veículo e podem prevenir falhas mecânicas durante o trajeto. 


Checklist antes de viajar 

Para reduzir riscos e aumentar a tranquilidade durante as férias, a marca Mobil™ recomenda que os motoristas verifiquem: 

  • Nível e prazo de troca do óleo do motor;  
  • Estado e calibragem dos pneus, incluindo o estepe;  
  • Sistema de freios;  
  • Nível do líquido de arrefecimento;  
  • Carga e vida útil da bateria, especialmente se já tiver mais de 2 anos;  
  • Sistema de iluminação e sinalização;  
  • Palhetas e reservatório do limpador de para-brisa;  
  • Equipamentos obrigatórios e documentação do veículo.  

Além da manutenção, também é recomendável planejar o trajeto com antecedência, conferir as condições das rodovias e respeitar os limites de velocidade. Em viagens longas, pausas periódicas ajudam a reduzir o cansaço do motorista e tornam o percurso mais seguro para todos. 

“A manutenção preventiva é um investimento que traz benefícios para a segurança, para o desempenho do veículo e para o bolso do motorista. Muitas falhas que causam transtornos nas estradas podem ser evitadas com verificações simples realizadas antes da viagem”, acrescenta José Cesário Neto. 

Com o veículo revisado e os cuidados necessários em dia, os motoristas podem aproveitar as férias com mais tranquilidade, conforto e confiança, concentrando-se no que realmente importa: aproveitar o destino e os momentos ao lado da família e dos amigos. 



Mobil™
Mobil - Se tem movimento, tem Mobil


Bets, lavagem e tráfico: a nova fronteira financeira do crime organizado

As organizações criminosas compreenderam antes do Estado uma das maiores transformações da economia digital. Hoje, o dinheiro oriundo do tráfico de drogas, da corrupção e de outros delitos já não precisa percorrer apenas empresas de fachada, imóveis, postos de combustíveis, comércio informal ou paraísos fiscais para adquirir aparência de legalidade. As plataformas de apostas de quota fixa passaram a integrar esse circuito. O que nasceu como um mercado legítimo de entretenimento transformou-se, em muitos casos, em uma nova fronteira para a reciclagem de capitais ilícitos. 

O problema não está na aposta legal nem no apostador comum. Está na apropriação criminosa de uma estrutura digital caracterizada por intenso fluxo financeiro, elevada pulverização de operações e grande capacidade de ocultação patrimonial. Facções criminosas, organizações dedicadas ao narcotráfico e grupos ligados à exploração de jogos ilegais perceberam que as bets, especialmente quando operam à margem da regulação estatal, permitem camuflar a origem dos recursos, fragmentar movimentações e reinseri-los na economia formal sob a aparência de prêmios, receitas empresariais ou ganhos legítimos. 

Essa dinâmica corresponde exatamente ao conceito jurídico da lavagem de dinheiro previsto na Lei nº 9.613/1998, que consiste em ocultar ou dissimular a natureza, a origem, a localização, a movimentação ou a propriedade de bens provenientes de infração penal. A tecnologia mudou, mas a lógica permanece a mesma. Primeiro, o dinheiro ilícito ingressa no sistema financeiro; em seguida, percorre uma sequência de operações destinadas a dificultar seu rastreamento; por fim, retorna ao patrimônio do criminoso revestido de aparente licitude. 

As investigações recentes demonstram que essa hipótese deixou de ser apenas uma construção teórica. Em outubro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a Operação Narco Bet para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao tráfico internacional de drogas. Segundo a investigação, empresas ligadas ao setor de apostas teriam sido utilizadas para conferir aparência legal a recursos provenientes de rotas internacionais de cocaína. As medidas judiciais resultaram em prisões, apreensão de veículos de luxo e bloqueio de mais de R$ 630 milhões. Mais significativo do que o valor bloqueado foi a confirmação de que a estrutura financeira acompanha a dimensão transnacional do narcotráfico. 

Essa investigação dialoga diretamente com a Operação Narco Vela, voltada ao combate de organizações responsáveis pelo envio marítimo de cocaína para outros continentes. Em conjunto, as operações revelam que as plataformas de apostas não constituem um fenômeno isolado, mas integram uma engrenagem financeira muito mais ampla, composta por empresas de fachada, contas de terceiros, influenciadores digitais, criptoativos e movimentações bancárias fracionadas destinadas à ocultação patrimonial. 

Em março de 2026, a Operação Resina Oculta, conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal, reforçou esse diagnóstico ao identificar uma estrutura interestadual de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro baseada na utilização de empresas, interpostas pessoas e plataformas de apostas irregulares. O caso evidencia uma mudança profunda no perfil das organizações criminosas. O crime organizado deixou de ser apenas territorial e armado para assumir características empresariais, digitais e financeiras. 

Essa transformação exige uma mudança igualmente profunda na forma de enfrentamento estatal. O verdadeiro poder econômico das facções não decorre apenas da violência empregada para controlar territórios ou mercados ilícitos. Decorre principalmente da capacidade de converter recursos ilícitos em patrimônio formal, financiar novas operações, adquirir empresas, corromper agentes públicos e expandir sua influência sobre a economia legal. A lavagem de dinheiro não representa um delito acessório. Ela constitui o núcleo financeiro da atividade criminosa. 

O Brasil dispõe hoje de um marco regulatório relevante. A Lei nº 14.790/2023 disciplinou as apostas de quota fixa e incorporou ao setor mecanismos típicos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, impondo identificação dos apostadores, manutenção de registros, controles internos e comunicação de operações suspeitas. Paralelamente, a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda passou a exercer funções de autorização, fiscalização e monitoramento dos operadores regularmente estabelecidos. 

O desafio, entretanto, permanece na distância entre a norma e sua efetividade. A legislação alcança os operadores autorizados e submetidos à fiscalização estatal. O problema mais sensível concentra-se justamente no mercado clandestino ou semiclândestino, composto por plataformas hospedadas no exterior, empresas de fachada, laranjas, publicidade informal, influenciadores remunerados e fluxos financeiros dispersos por diferentes jurisdições. É nesse ambiente que a velocidade da inovação tecnológica frequentemente supera a capacidade de resposta das instituições públicas. 

Por essa razão, o enfrentamento do problema não depende da criação de novas leis, mas do aperfeiçoamento dos mecanismos de inteligência financeira. Fiscalização permanente, cruzamento de dados, monitoramento tecnológico, cooperação internacional e atuação integrada entre Polícia Federal, polícias civis, Receita Federal, Banco Central, Coaf e Ministério da Fazenda constituem instrumentos muito mais relevantes do que o simples aumento das penas previstas na legislação. 

Também é preciso evitar dois equívocos recorrentes. O primeiro consiste em reduzir a discussão a uma crítica moral ao jogo. A questão central não é a legitimidade das apostas, mas sua utilização como infraestrutura financeira do crime organizado. O segundo equívoco é acreditar que a resposta penal, isoladamente, será suficiente para enfrentar o problema. A persecução criminal deve alcançar operadores que deliberadamente emprestem sua estrutura empresarial à lavagem de dinheiro, mas sua eficácia depende de mecanismos preventivos capazes de identificar, rastrear e bloquear ativos antes que eles sejam definitivamente incorporados à economia formal. 

Nesse contexto, a descapitalização das organizações criminosas deve ocupar posição central nas políticas públicas de segurança. A prisão de integrantes das facções, embora indispensável, não basta quando seus recursos permanecem preservados. Enquanto o patrimônio ilícito continuar financiando novas operações, recrutando integrantes e sustentando redes de corrupção, a capacidade de regeneração dessas organizações permanecerá praticamente intacta. 

A jurisprudência também desempenhará papel decisivo na delimitação da responsabilidade penal dos agentes envolvidos. Será necessário distinguir o operador que observa rigorosamente seus deveres de controle daquele que conscientemente disponibiliza sua estrutura empresarial para ocultar recursos de origem criminosa. A responsabilização não pode decorrer da mera atuação no setor de apostas, mas da comprovação de dolo, ciência da origem ilícita dos valores, cegueira deliberada ou efetiva participação no esquema de lavagem. 

A regulação das bets deve ser compreendida, portanto, não apenas como política econômica ou tributária, mas como verdadeiro instrumento de segurança pública. Um mercado adequadamente fiscalizado amplia a rastreabilidade das operações, reduz a opacidade financeira e dificulta a infiltração das organizações criminosas. Quando essa fiscalização falha, entretanto, as plataformas de apostas podem converter-se em importantes mecanismos de expansão patrimonial do narcotráfico e das facções. 

Em última análise, o combate à lavagem de dinheiro nas bets exige uma combinação de regulação eficiente, inteligência financeira, tecnologia de monitoramento e cooperação internacional. O crime organizado compreendeu que sua força não depende apenas do domínio de territórios, mas principalmente do controle dos fluxos financeiros que alimentam suas atividades. O Estado precisa responder na mesma dimensão. Enquanto persistir o descompasso entre a sofisticação das estruturas criminosas e a capacidade de fiscalização pública, plataformas de apostas irregulares continuarão oferecendo aquilo que as organizações criminosas mais procuram: velocidade, opacidade, circulação transnacional de recursos e aparência de legalidade. A aposta lícita merece proteção. O que deve ser combatido com firmeza é sua utilização como instrumento de lavagem de dinheiro, fortalecimento das facções e financiamento do narcotráfico.

 

Marcelo Aith - advogado criminalista. Doutorando Estado de Derecho y Gobernanza Global pela Universidad de Salamanca - ESP. Mestre em Direito Penal pela PUC-SP. Latin Legum Magister (LL.M) em Direito Penal Econômico pelo Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa – IDP. Especialista em Blanqueo de Capitales pela Universidad de Salamanca.

 

Julho começa com mais de 1.700 vagas de emprego na Capital

O Portal Cate da Prefeitura de São Paulo recebe candidaturas até 1º de julho para oportunidades em diversas áreas com salários de até R$ 28.000. 

 

Os postos do Cate – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo da Prefeitura de São Paulo abrem o mês de julho com mais de 1.700 vagas de emprego em setores como saúde, comércio, serviços, construção civil, logística, entre outros. Os salários variam entre R$ 1.069 (aprendiz administrativo) e R$ 28.423 (médico generalista). As oportunidades podem ser acessadas pela plataforma on-line do serviço ou diretamente nos pontos de atendimento presencial, neste caso sendo obrigatório apresentar RG, CPF e carteira de trabalho. Nesta segunda (29), em razão do jogo da seleção brasileira, as unidades fixas e móveis do Cate encerram o atendimento ao público às 12h, voltando ao atendimento normal na terça-feira. 

O setor de logística oferece no Cate 184 vagas no cargo de auxiliar em bairros como Carrão, Tatuapé, Jaguaré, Bom Retiro, entre outros. Os salários chegam a R$ 2112, sendo exigido entre o ensino fundamental e médio. A maioria das empresas oferece treinamento, o que permite a participação de pessoas sem experiência no processo seletivo. 

Os profissionais da limpeza encontram 487 oportunidades – salários de até R$ 2455. Há oportunidades temporárias e fixas, em bairros como Capela do Socorro, Jardim Paulista, Pompeia, República, Morumbi, entre outros. 

Já quem garantir uma vaga no comércio ainda há 227 vagas em atividades como mercados, lojas, padarias, fast foods, entre outros. A escolaridade mínima é o ensino fundamental completo. 

Para quem atua no ramo da gastronomia são 55 oportunidades para auxiliar de cozinha e cozinheiro. Os salários variam entre R$ 1804 e R$ 3300. As vagas estão concentradas em restaurantes, padarias e supermercados.

 

Vagas em tecnologia 

O Portal Cate, que conta com área exclusiva para os profissionais do setor de tecnologia,  está com 214 vagas na área. As seleções são para os cargos de assistente de marketing digital, agente de suporte ao cliente, desenvolvedor, técnico em instalações, analista, assistente de mídias sociais, técnico em fibra ópticas, entre outros. A escolaridade parte do ensino médio passando pelo técnico e superior. Os salários chegam a R$ 12.000.

 

Saúde 

No segmento da saúde há 12 vagas para enfermagem com salários de até R$ 2.320. Durante o processo seletivo serão analisadas experiência e escolaridade dos participantes. Ainda na área da saúde, o Cate fará a seleção para médicos generalistas com salário de R$ 28.423. 

 

Serviço

Processos Seletivos Vagas Gerais
Inscrições até 1º de julho (quarta-feira), 18h

Portal Cate 

 

Endereços do Cate


Zona Central

· Cate Central - Rua Álvares Penteado, 203 - Centro

· Cate Central - Rua Quinze de Novembro, 268 (Descomplica SP)


Zona Norte

· Cate Freguesia/Brasilândia - Av. João Marcelino Branco, 95 – Vila dos Andrades (Descomplica SP)

· Cate Jaçanã/Tremembé  - Rua Luis Stamatis, 300 - Jaçanã (Descomplica SP)

· Cate Jaraguá - Estrada de Taipas, 990 – Pq. Nações Unidas (Descomplica SP)

· Cate Perus - Rua Ylídio Figueiredo, 285 – Perus (Descomplica SP)

· Cate Pirituba - Rua Paula Ferreira, 1708 – Vila Pirituba (Descomplica SP)

· Cate Santana - Av. Tucuruvi, 808 – Tucuruvi (Descomplica SP)

· Cate Casa Verde - Avenida Ordem e Progresso, 1001 (Descomplica SP)

· Cate Vila Maria/Vila Guilherme - Rua General Mendes, 111 – Vila Maria Alta (Descomplica SP)

· Cate CIC Norte - Rua Ari da Rocha Miranda, 36 - Conjunto Habitacional Jova Rural

· Cate Parque Novo Mundo - Av. Ernesto Augusto Lopes, 100 (CEU)
 

Zona Sul

· Cate Campo Limpo - Av. Giovanni Gronchi, 7143 - 4º andar - Vila Andrade (Descomplica SP)

· Cate Cidade Ademar - Av. Yervant Kissajikian, 416 – Vila Constância (Descomplica SP)

· Cate Interlagos - Av. Interlagos, 6122 - Interlagos

· Cate Ipiranga - Rua Breno Ferraz do Amaral, 425 – Ipiranga (Descomplica SP)

· Cate Jabaquara - Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2314 - Jabaquara (Descomplica SP)

· Cate M’Boi Mirim – Av. Guarapiranga, 1695 – Vila Socorro (Descomplica SP)

· Cate Parelheiros - Estrada Ecoturística de Parelheiros, 5252 – Jd. Dos Alamos (Descomplica SP)

· Cate Santo Amaro - Praça Floriano Peixoto, 54 – Santo Amaro (Descomplica SP)

· Cate Vila Mariana - Rua José de Magalhães, 500 - Vila Clementino (Descomplica SP)

. Cate Capela do Socorro - Rua Cassiano dos Santos, 499 – Jd. Clipper (Descomplica SP)

. Cate CIC Sul - Rua José Manoel Camisa Nova, 100

 

Zona Leste

· Cate Aricanduva – Av. Aricanduva, 5777 – Aricanduva (Descomplica SP)

· Cate Cidade Tiradentes - Av. Ragueb Chohfi, 7001 – Guaianases (Descomplica SP)

· Cate Cidade Tiradentes 2 - Rua Inacio Monteiro, 6900 - Andar Térreo do Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes  (Descomplica SP)

· Cate Guaianases - Rua Copenhague, 92 – Guaianases (Descomplica SP)

· Cate Itaim Paulista - Av. Marechal Tito, 3012 – São Miguel Paulista (Descomplica SP)

· Cate Itaquera - Rua Augusto Carlos Bauman, 851 - Itaquera

· Cate Itaquera 2 - Av Itaquera 6735 (Descomplica SP)

· Cate Penha - Rua Candapuí, 492 – Vila Marieta (Descomplica SP)

· Cate São Mateus - Av. Ragueb Chohfi, 1400 – Jd. Três Marias (Descomplica SP)

· Cate São Miguel Paulista - Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 – Vila Jacuí (Descomplica SP)

· Cate Sapopemba - Av. Sapopemba, 9064 – Jd. Aurora

· Cate Sapopemba 2 - Rua Luís Juliani 45 - Jardim Adutora (Descomplica SP)

· Cate Vila Prudente - Av. do Oratório, 172 – Jd. Independência (Descomplica SP)

· Cate Ermelino Matarazzo - Rua Boturussu, 1180 – Parque Boturussu (Descomplica SP)

· Cate Mooca – Rua Hipódromo, 1552 – Mooca (Descomplica SP)

 

Zona Oeste

· Cate Butantã - Rua Doutor Ulpiano da Costa Manso, 201 – Jd. Peri (Descomplica SP)

· Cate Pinheiros - Avenida Dra. Ruth Cardoso, 7123 (Descomplica SP)

· Cate Lapa - Rua Guaicurus, 1000 – Água Branca (Descomplica SP)

· Cate Pinheirinho D'agua - Rua Camillo Zanotti (CEU) 


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