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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Chair Love 2026: Projeto que une arte, causa social e trade marketing lança 2ª edição com vernissage no Instituto Tomie Ohtake e expansão internacional para Londres



Transformando o investimento social e o engajamento de marcas em uma plataforma itinerante de impacto, a campanha idealizada pelo LAR traz curadoria da Dionisio.AG e da Radar, circuito "Compre e Doe" em estabelecimentos parceiros e desdobramento para a capital britânica.

 

No próximo dia 01 de outubro, o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, será o palco do vernissage de lançamento da segunda edição do Chair Love, projeto de causa social que utiliza a arte contemporânea como catalisador de transformação comunitária e ativação de marcas. Idealizada por Fernanda Lancellotti e Larissa Mazza, a ação é promovida pelo LAR, instituição que completa 70 anos de atuação social e conta com curadoria artística assinada em parceria pela agência Dionisio.AG e pela Radar.

O projeto ressignifica historicamente as cadeirinhas de madeira do refeitório do LAR, peças que abrigaram por décadas o cotidiano e os sonhos de milhares de crianças e jovens atendidos pela organização. Em vez de serem descartadas após a renovação do mobiliário, 14 cadeiras originais foram entregues a um time de criadores para serem transformadas em obras de arte e manifestos. A seleção reúne trabalhos de grandes artistas como Ale Jordão, Enivo, Flávia Braun, Mauro Veracidade, Eduardo Srur, Yohana Oizimi e muitos outros. Cada artista desenvolveu uma provocação estética sobre temas essenciais da vida contemporânea, abordando conceitos como afeto, ludicidade, ancestralidade, leveza, diálogo, brasilidade e acesso.

Após a vernissage no Instituto Tomie Ohtake, as obras iniciam um circuito itinerante por estabelecimentos de alta frequência e pontos de prestígio em São Paulo e em Londres, como o Shopping Cidade Jardim, Le Cordon Bleu Café, Fabrique Pães, Coffee Walk, livraria Bibla e tantos outros. Nos pontos de venda físicos, a proposta é que os consumidores, por meio da mecânica "Compre e Doe", cada estabelecimento parceiro selecionará produtos para ter parte ou a totalidade das vendas revertida aos projetos do LAR durante o período da campanha. A estratégia multicanal conta ainda com mídia urbana OOH em versões animadas das peças e com a distribuição de miniaturas das cadeiras para influenciadores estratégicos, impulsionando também a mobilização digital no Shopping Cidade São Paulo e em televisores da Eletromidia. 

Em novembro, a ação culminará em um leilão beneficente realizado em parceria com a plataforma de luxo As Leiloeiras, destinando 90% da arrecadação total ao LAR e 10% aos artistas.

A instituição evoluiu para uma estrutura de acolhimento em educação, cultura e esporte de excelência, destacando-se por projetos como a Orquestra Experimental, que já se apresentou na Sala São Paulo. O projeto é impulsionado pelo know-how da Dionisio.AG, liderada pela co-criação publicitária orientada pela arte para grandes marcas globais, e pelo olhar curatorial da Radar, plataforma independente que fomenta a democratização da arte contemporânea reunindo cerca de 60 artistas por edição em São Paulo.

Serviço — Vernissage Chair Love 2026

O vernissage da 2ª edição do Chair Love acontece no dia 01 de outubro de 2026, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Mais informações e acompanhamento das etapas do leilão podem ser consultadas nas redes oficiais do projeto e da Feira Radar (@chairloveoficial). 



Radar
@radar_arte


Imagina na Adolescência, de Thaís Vilarinho, ganha versão para os palcos

 


Com Priscila Assum em cena, comédia marca a segunda parceria de Thaís Vilarinho com Cláudia Gomes, Joana Lebreiro e Pablo Sanábio, responsáveis pela adaptação teatral de Mãe Fora da Caixa. Montagem estreia dia 10 de outubro no Teatro Multiplan MorumbiShopping

 

Depois de levar para os livros experiências e questões relacionadas à maternidade, Thaís Vilarinho vê mais uma de suas obras chegar aos palcos. Inspirado no livro homônimo da autora, o espetáculo Imagina na Adolescência estreia dia 10 de outubro, no Teatro Multiplan MorumbiShopping, em São Paulo. Com texto de Cláudia Gomes, direção de Joana Lebreiro e Priscila Assum em cena, a comédia acompanha uma mãe diante das mudanças provocadas pela adolescência do filho. A montagem tem coordenação artística de Pablo Sanábio e direção de produção de Will Lanzillo.

 

Terceiro livro de Thaís Vilarinho, Imagina na Adolescência parte das experiências que surgem quando os filhos crescem e a relação construída desde a infância precisa se reorganizar. O afastamento, os conflitos, as inseguranças e a busca dos adolescentes por autonomia aparecem a partir do ponto de vista de uma mãe que tenta compreender o novo lugar que passa a ocupar na vida do filho.

 

Escrito pela roteirista e dramaturga Cláudia Gomes, o espetáculo transpõe para o palco questões presentes no livro sem assumir o formato de manual sobre adolescência. A comédia parte de situações cotidianas para falar sobre uma relação em transformação, quando o cuidado permanece, mas precisa encontrar outras formas de existir.

 

“A única coisa que eu queria era que não parecesse um manual. Gostaria que o livro gerasse identificação entre as mães, empatia pelos adolescentes e reflexões. Não sou adepta a manuais para nada na vida. Acredito que a nossa vivência compartilhada é o que ajuda, é o que nos salva. Imagina na Adolescência, assim como meus outros livros, é exatamente sobre isso: vivências, sentimentos e pensamentos compartilhados”, afirma Thaís.

 

Imagina na Adolescência marca a segunda parceria de Thaís Vilarinho com a dramaturga Cláudia Gomes, a diretora Joana Lebreiro e Pablo Sanábio, responsável pela coordenação artística do projeto. Os quatro trabalharam juntos na adaptação teatral de Mãe Fora da Caixa, primeiro livro da autora a chegar aos palcos. Estrelada por Miá Mello, a peça estreou em 2019, já foi vista por 250 mil pessoas e segue em cartaz sete anos depois.  Em 2026, a obra também ganhou uma adaptação para o cinema.

 

Mãe Fora da Caixa tratava dos dilemas da maternidade e da chegada dos filhos, enquanto Imagina na Adolescência avança no tempo e olha para outra etapa dessa relação. A direção de Joana Lebreiro acompanha as mudanças também a partir de quem está do outro lado da porta do quarto. Entre conflitos, tentativas de aproximação e situações de humor, a montagem trata do processo de aprender a conviver com um filho que busca independência, mas ainda está em formação.

 

“Assim como aconteceu com Mãe Fora da Caixa, o que mais me alegra é acompanhar o processo e perceber cada pessoa da equipe acrescentando alguma coisa, até a peça se transformar em algo maior. Gosto de participar de tudo e aprendo muito nesse percurso. Para mim, é um presente acompanhar essa construção até a chegada do espetáculo aos palcos”, conta Thaís.

 

Se durante a infância boa parte das preocupações está ligada aos cuidados e à dependência dos filhos, a adolescência traz outras questões: limites, privacidade, sexo, drogas, autonomia, comunicação e a percepção de que o filho começa a construir uma vida que já não passa integralmente pelos pais.

 

Priscila Assum, que também é mãe de um adolescente, interpreta uma mulher que precisa lidar simultaneamente com as transformações do filho e com as próprias mudanças. Ao tentar manter a proximidade sem impedir a autonomia do adolescente, a personagem se depara com situações que colocam em discussão expectativas, medos e a dificuldade de encontrar novas formas de diálogo.

 

“Como mãe, me identifico com muitas das situações da peça, mas tento ampliar meu olhar para além da minha experiência e dar espaço a outras maternidades, sem julgamentos sobre o que é certo ou errado. Também trouxe muito do meu humor para a personagem. Às vezes, uso esse humor para comentar a própria cena de fora, colocar uma lupa em determinada situação ou simplesmente deixar escapar uma piada. Apesar de todos os desafios da adolescência, quando passa o olho do furacão, muita coisa acaba sendo engraçada”, conta Priscila.

 

Ficha técnica:

Inspirado livremente na obra de Thaís Vilarinho. 

Elenco: Priscila Assum. 

Direção: Joana Lebreiro. 

Dramaturgia: Claudia  Gomes. 

Coordenação Artística: Pablo Sanábio. 

Direção de Produção | Direção Geral: Wil Lanzillo. 

Cenografia: Marieta Spada. 

Direção de movimento: Andrea Jabor. 

Figurino: Eliza de Lima. 

Trilha sonora: Carol Mathias. 

Iluminação: Elisa Tandeta. 

Preparação Vocal: Jaqueline Priston. 

Produção Executiva Ensaios: Roberta Dias (Caroteno Produções). 

Assistente de Direção: Mariah Miguel. 

Assistentes de Produção: Guilherme Del Piero, Úrsula Barreto e Marcella Castilho. 

Fotos de divulgação: Isabella Moriconi. 

Visagismo: Graziela Ribeiro. 

Camareira: Lena Ferraz. 

Assistente de fotografia: Marianna Horta Moriconi. 

Estúdio: GPC Studio.

Designer: Brenda Rodrigues | Estagiária de Designer: Luiza Vega. 

Diretora de Arte: Luana Maharyshe. 

Marketing Digital: Tarija Rajneesh | Jacque Silva | Letícia Lança. 

Social Media: Lucas Alves | Estagiária Social Media: Olivia Carvalho. 

Produção Executiva : Edu Silva | Camila Vaschi | Luana Maharyshe. 

Produtora de Viagem: Ana Karolina Pezzo. 

Supervisão Financeira: Clara Lanzillo | Yannes Santana. 

Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli.

Produtores Associados: Pablo Sanábio (O Menino e as ideias), Thaís Vilarinho (Mãe fora da caixa) e Wil Lanzillo (C.A. Produções). 

Realização: C.A. Produções.

 

Serviço:

Espetáculo Imagina na Adolescência

Estreia 10 de outubro, sábado, às 17h.

Temporada: De 10 de outubro a 6 de dezembro. Sábados e domingos, às 17h.

Dias 12/10 e 02/11 (feriados), às 19h30. 

Dias 05 e 06/12, Sábado e Domingo sessões às 19h30.

Dias 17 e 18/10 - Não haverá sessão.

 

Indicação etária: 12 anos.

Duração: 75 minutos.

Ingressos: Inteira 120,00 | Meia 60,00.

Vendas em: https://bileto.sympla.com.br/event/123873?share_id=1-copiarlink

 

TEATRO MULTIPLAN MORUMBI SHOPPING

Av. Roque Petroni Júnior, 1089 Piso G2

Jardim das Acácias - São Paulo

“MONSTRO – tenho sonhado com homens”


"Sesc Pompeia mergulha no mês do horror com estreia de “MONSTRO – tenho sonhado com homens”

 

O Sesc Pompeia apresenta, de 7 a 30 de outubro, o espetáculo MONSTRO – tenho sonhado com homens, criação e performance de Sofia Maruci com direção de Vicente Antunes Ramos. A obra integra a programação especial do Sesc dedicada ao “mês do horror”, explorando com humor, violência e imaginação os limites entre vítima e monstro, desejo e repulsa.

 

Antes da estreia, a equipe convida jornalistas, fotógrafos, críticos e veículos culturais para um ensaio aberto exclusivo no dia 02 de outubro, oferecendo acesso direto ao processo criativo, entrevistas com artistas e captação de imagens. Para participar, é necessário enviar nome, veículo, telefone e e-mail para credenciamento prévio.

 

Sobre o espetáculo

Perseguições, assassinatos, decapitações e muito sangue. Em MONSTRO – tenho sonhado com homens, uma mulher é atormentada por sonhos recorrentes em que homens a perseguem e ameaçam — mas também se vê assumindo o lugar de quem golpeia e aniquila. Entre o medo e o desejo, ela tenta compreender obsessivamente o que acontece nesses pesadelos, dialogando com cenas clássicas do cinema de horror e com pensadores fundamentais do gênero.

 

Criado e interpretado por Sofia Maruci, o solo se apropria de imagens e convenções do horror cinematográfico para construir uma experiência cênica marcada pela fisicalidade e por um humor sinistro. A personagem transita entre vítima e carrasco, reproduzindo e deformando gestos associados às figuras clássicas do horror. Corpo e voz se alteram ao longo da obra, abrindo espaço para que essa figura — entre monstro e donzela — possa habitar o palco.

 

A relação entre Monstro e Donzela, recorrente no imaginário do horror, é central no trabalho. Ao colocar essas figuras em um mesmo corpo, o espetáculo embaralha identidades e desloca seus lugares tradicionais, criando uma sucessão de transformações que tensionam desejo, repulsa, fascínio e violência.

Assim, MONSTRO combina horror e comicidade para criar um pesadelo em estado de vigília, compreendendo que é por meio dessa violência que se abre uma brecha para encontrar um novo corpo — e, mais ainda, uma nova voz.

 

O espetáculo integra o mês do horror no Sesc Pompeia, ao lado da Mostra Monstra de Cinema, que percorre diferentes momentos da história do gênero a partir de suas personagens femininas e das transformações de seus arquétipos.

 

Sinopse

Perseguições, assassinatos, decapitações e muito sangue: há alguns anos, uma mulher é atormentada por sonhos horríveis envolvendo macabras cenas de violência. Em MONSTRO – tenho sonhado com homens, o público testemunha sua tentativa cruel e curiosamente cômica de elaborar corporalmente essas experiências aterradoras, fazendo uso de imagens e teorias do horror cinematográfico. Ela se apropria de gestos e expressões de cenas clássicas do gênero, cita trechos de livros e incorpora vozes alheias, alternando entre a figura do monstro e das personagens femininas representadas nos filmes de horror. Possuída e desconjuntada por esses signos, busca obsessivamente um novo corpo e uma nova voz.

 

Bate-papo — 16 de outubro

Após a sessão do dia 16/10, acontece um bate-papo mediado por Sofia Maruci, com participação da curadora e crítica de cinema Beatriz Saldanha e da professora e pesquisadora Christine Greiner. A conversa aborda o horror como força de criação que incide sobre o corpo — seja em sua presença ao vivo, seja em sua construção pela imagem — aproximando teatro e cinema em uma reflexão interdisciplinar sobre o horror como linguagem na criação contemporânea.

 

Ficha Técnica

Criação e performance: Sofia Maruci

Direção: Vicente Antunes Ramos

Dramaturgia: Sofia Maruci e Vicente Antunes Ramos

Direção de movimento e voz: Beatriz Sano

Cenografia, figurino e desenho gráfico: Pedro Levorin

Dramaturgia sonora: Marcus Garcia e Julia Teles

Eletrônica, programação e máquinas: Marcus Garcia

Trilha sonora: Julia Teles

Operação de som: Henrique Berrocal

Desenho de luz: Matheus Brant

Assistência e operação de luz: Letícia Nanni

Roteiro e montagem audiovisual: Antonia Baudouin

Fotos: Mayra Azzi

Pesquisa direitos autorais: Sabrina Lima

Assessoria jurídica: José Augusto Vieira de Aquino

Gestão e produção: Dani Correia, Rachel Brumana, Veni Barbosa e Gabi Correia — Associação SÙ de Cultura e Educação

 

Serviço

MONSTRO – tenho sonhado com homens

Data: De 7 a 30 de outubro - Quartas e sextas, 19h30 - Quintas, 16h e 19h30

Duração: 60 minutos

Classificação: 16 anos

Local: Sesc Pompeia — São Paulo/SP

50,00 - Inteira e 25,00 meias e 15,00 com credencial

No dia 29 o Sesc abrirá as vendas

Programação: Aqui

 

Santa Companhia estreia Ainda Cabe Mais Mundo, uma homenageia o poeta baiano Waly Salomão, em setembro no espaço ºAndar

Fotos Ester Torres

 

Com direção de Karen Menatti, espetáculo se ancora na trajetória de vida e na construção poética do homenageado, enredando sua escrita à sua maneira única e provocativa de existir e performar no mundo                                                  


Com 12 anos de trajetória, a Santa Companhia celebra a vida e a obra de Waly Salomão (1943-2003), um dos poetas mais inquietos da cultura brasileira, em Ainda Cabe Mais Mundo. O espetáculo, com dramaturgia coletiva e direção de Karen Menatti, tem sua temporada de estreia de 29 de setembro a 28 de outubro, com sessões às terças e quartas, às 20h. 

Em seu novo trabalho, o grupo se debruça sobre o poeta baiano, numa montagem que se ancora em sua trajetória de vida e construção poética, enredando sua escrita à sua maneira única e provocativa de existir e performar no mundo.

Como propõe seu emblemático escrito “a memória é uma ilha de edição”, a construção da peça recorta tempos, imagens, entrevistas e acontecimentos na vida de Waly Salomão. 

Entre esses marcos, estão a infância do poeta em Jequié, no interior da Bahia; sua prisão no Carandiru durante a ditadura civil e militar, em São Paulo; sua atuação na vida cultural e política do país, como, por exemplo, a criação do projeto Fome de Livro - iniciativa imaginada pelo artista foi criada durante sua permanência na “Secretaria do Livro”, no Ministério da Cultura, em 2003, para incentivar a leitura como maneira de emancipação social.

Além de celebrar o artista, a peça convida o público a experimentar a imaginação como força criadora, reafirmando a poesia como espaço de encontro e transformação coletiva.

 

“Há uma lasca de palco em cada gota de sangue, em cada punhado de terra de todo e qualquer poema.” 

 

Nesta montagem, Chrystian Roque, Mada Rocco e Rafael Abrahão assumem a função de Poetas-Operários, numa referência à maneira como o próprio Waly, por vezes, se chamava. Os atores e a atriz conduzem o público a desvelar este homem que não se deixou fixar por um único rótulo, passando pela Poesia Marginal, Tropicalismo, Neoconcretismo, pela vida política, dirigindo shows e trabalhando como compositor de canções conhecidas do grande público, como “Vapor Barato” e “Mel”, dentre outras. Rodrigo Zanettini, Vinícius Politano e Aworunké Lima são os músicos que, junto ao elenco, dão vida a essas e outras músicas, assim como às composições originais criadas para o espetáculo.


Produzido pela Santa Companhia, o espetáculo dá continuidade à pesquisa do rito-manifesto, desenvolvida pelo grupo desde sua fundação, aproximando diferentes linguagens artísticas com o encontro do público. 


Ainda Cabe Mais Mundo pretende abrir espaço para que a voz do Waly se amplie em nós. Para que seus poemas, suas ideias, sua alegria como manifestação política e, principalmente sua defesa apaixonada da poesia e da leitura como direitos fundamentais ecoe em nós e, quem sabe, nos provoque outras possibilidades de existir e de chacoalhar nosso imaginário diante do mundo.   


Ficha Técnica

Direção: Karen Menatti

Dramaturgia: Santa Companhia

Elenco: Chrystian Roque, Mada Rocco e Rafael Abrahão

Direção Musical: Rodrigo Zanettini

Músicos / Banda: Rodrigo Zanettini, Vinícius Politano e Aworunké Lima

Compositores parceiros: Thiago Nassif e Ade Branco

Preparação Vocal: Luíza Abe

Produção: Ana Zumas e Nina Lelou

Design de Luz e Operação: Gabriel Haenni

Desenho de Som: Hugo Bispo

Cenário: Douglas Vendramin

Figurino: Paloma Xavier

Costura: Maria Margarida 

Bazucas Poéticas: Coletivo Transverso

Gestor de tráfego pago: Lucas Flecha

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Fotografia: Esther Torres

Vídeo: Newman Costa

Design de divulgação: Murilo Thaveira

Confecção das bazucas: José Eduardo Faria, Nina Lelou e Rafael Abrahão

Realização: Santa Companhia

Parceria: Arqmate 

Apoio: Tem Que Ter Festa, Centro Cultural da Diversidade, Studio Kaus e O Andar


Sinopse

Três Poetas-Operários conduzem o público por uma travessia poética inspirada na vida, na obra e no pensamento de Waly Salomão. Entre poemas, canções, memórias, o espetáculo transforma o palco em um território de encontros para celebrar a potência criadora de um dos artistas mais inquietos da cultura brasileira. O espetáculo convida cada espectador a embarcar numa experiência em que a poesia se torna alimento, a memória se revela uma ilha de edição e a imaginação um poder de transformação.

 


Serviço


Ainda Cabe Mais Mundo, com Santa Companhia

Temporada: 29 de setembro a 28 de outubro de 2026

Às terças e quartas-feiras, às 20h

Espaço º Andar — Rua Gabriel dos Santos, 88, Santa Cecília, São Paulo (próximo ao metrô Marechal Deodoro)

Ingressos: de R$30 a R$75 via SYMPLA

Duração:100 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

 

São Paulo recebe Gala de Ópera da China com clássicos de Mozart, Verdi e Puccini

 



Apresentação gratuita no Sesc Pinheiros reúne solistas da Ópera Nacional da China e obras do repertório lírico ocidental e da tradição chinesa

 

São Paulo recebe neste domingo (27) a Gala de Ópera da China, apresentação que reúne solistas da Ópera Nacional da China no Sesc Pinheiros, às 12h. Com entrada gratuita, o espetáculo apresenta um repertório que combina grandes obras da tradição lírica ocidental com peças da música chinesa. A apresentação integra a programação do projeto “Ano da Cultura Brasil-China 2026: Uma História de Amizade”, iniciativa que promove o intercâmbio cultural entre os dois países por meio de apresentações e atividades artísticas.

O repertório reúne obras de Gioachino Rossini, Wolfgang Amadeus Mozart, Georges Bizet, Vincenzo Bellini, Johann Strauss, Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini, com árias e conjuntos de óperas como O Barbeiro de Sevilha, A Flauta Mágica, Carmen, Os Puritanos, O Morcego, Tosca, Rigoletto, Os Contos de Hoffmann e Turandot. “Trazer a Gala de Ópera da China para São Paulo é uma oportunidade de aproximar o público de diferentes tradições musicais e fortalecer o intercâmbio cultural entre os dois países. O encontro entre grandes obras da música ocidental e a produção lírica chinesa mostra como a cultura pode criar pontes e ampliar o conhecimento mútuo entre Brasil e China”, afirma Thomas Law, presidente do Ibrachina.

A programação também contempla a produção operística chinesa, com três números de Yimeng Mountain, ópera composta por Luan Kai, com libretos de Wang Xiaoling e Li Wenxu. A obra integra o repertório apresentado pela companhia e estabelece um diálogo com os grandes clássicos da tradição lírica ocidental que fazem parte da Gala.

Participam da apresentação o pianista Qiu Lanxi e os solistas Cai Nan, Hao Fei e Qin Kanru, sopranos; Sun Yilong e Wang Kaibo, tenores; Liu Yingying, mezzo-soprano; Geng Zhe e Zhao Yiluan, barítonos; e Sun Lidong, baixo. A Ópera Nacional da China reúne artistas de diferentes registros vocais, incluindo intérpretes reconhecidos em premiações nacionais e internacionais.

Entre os destaques do programa estão Largo al factotum, de O Barbeiro de Sevilha; o dueto de Papageno e Papagena, de A Flauta Mágica; Habanera e Canção do Toreador, de Carmen; Vissi d’arte, vissi d’amore, de Tosca; La donna è mobile e Caro nome, de Rigoletto; além de Nessun dorma, de Turandot, que encerra a apresentação com a participação de todo o elenco. O programa inclui ainda Mais uma vez, quero rever meus entes queridos, O amor para sempre e Meu profundo amor espera por você, ligados à produção chinesa.

A apresentação no Sesc Pinheiros faz parte da circulação da Gala de Ópera da China pelo Brasil e leva ao público paulista um encontro entre diferentes tradições musicais, reunindo repertório consagrado da ópera ocidental e obras da produção lírica chinesa.

A Gala de Ópera da China é organizada pela Embaixada da China no Brasil e pelo Consulado da China em São Paulo, com apoio institucional do Sesc e do Chinese Bridge Club em São Paulo. A realização é do Ministério da Cultura – Governo Federal, por meio da Lei Rouanet – e do Ibrachina, com patrocínio da CGGC Energy China.

 

Serviço

Gala de Ópera – Ópera Nacional da China
Data/ Horário:
27 de setembro, 12h
Local: Sesc Pinheiros – Rua Pais Leme, 195, Pinheiros, São Paulo (SP)
Capacidade: 1.000 pessoas
Classificação etária: 12 anos
Entrada: Gratuita. Os ingressos estarão disponíveis pelo site do Sesc São Paulo ou poderão ser retirados em qualquer unidade do Sesc no estado de São Paulo.Os portadores de ingressos devem chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência. Após às 11h55, os ingressos de quem não tiver chegado poderão ser distribuídos ao público na fila de espera. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

 

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