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terça-feira, 12 de maio de 2026

Maio terá ação itinerante do CIEE com atendimento gratuito em estações do Metrô, CPTM e TIC Trens de São Paulo

 A ação itinerante realizará atendimento gratuito das 11h às 15h30 em dias úteis

 

Durante o mês de maio, o programa “CIEE em Movimento”, promovido pelo Centro de Integração Empresa-Escola, realizará uma ação itinerante em estações do Metrô, CPTM e TIC Trens na capital paulista e região metropolitana. A iniciativa acontece entre os dias 5 e 29 de maio, sempre em dias úteis, das 11h às 15h30. 

O objetivo da ação é aproximar jovens e estudantes das oportunidades oferecidas pelo CIEE, facilitando o acesso a vagas de estágio e aprendizagem diretamente nos locais de circulação. Para receber atendimento, é necessário apresentar documentos pessoais, como RG e CPF. 

Durante a ação, a equipe do CIEE prestará suporte para:

·         busca de vagas de estágio e aprendizagem;

·         atualização cadastral no portal da instituição;

  • esclarecimento de dúvidas sobre programas e serviços oferecidos.

 

Serviço 

 

CIEE em Movimento

 

Data: até 29 de maio

Horário: das 11h às 15h30

Atendimento gratuito

Necessário apresentar RG e CPF

 

 

Cronograma do CIEE em Movimento 

 

 

 

Barra Funda – Metrô e CPTM

Linhas 3-Vermelha do Metrô e 7-Rubi, 8-Diamante e 11-Coral da CPTM

·         12 de maio (terça-feira)

 

Metrô Ana Rosa – Linhas 1-Azul e 2-Verde

·         12 de maio (terça-feira)

·         13 de maio (quarta-feira)

·         14 de maio (quinta-feira)

 

TIC Trens – Linha 7-Rubi – Franco da Rocha

·         18 de maio (sexta-feira)

 

Metrô Vila Prudente – Linhas 2-Verde e 15-Prata

·         19 de maio (terça-feira)

·         20 de maio (quarta-feira)

·         21 de maio (quinta-feira)

 

Estação Luz – CPTM e Metrô

Linhas 7-Rubi, 11-Coral e 13-Jade da CPTM e linhas 1-Azul e 4-Amarela do Metrô

·         21 de maio (quinta-feira)

 

Estação Brás – CPTM e Metrô

Linhas 3-Vermelha, 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira

·         26 de maio (terça-feira)

 

Metrô São Mateus – Linha 15-Prata

·         26 de maio (terça-feira)

·         27 de maio (quarta-feira)

·         28 de maio (quinta-feira)

 

TIC Trens – Linha 7-Rubi – Francisco Morato

29 de maio (sexta-feira)

 

CIEE
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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Prefeitura de São Paulo iniciou Operação Baixas Temperaturas 2026 no domingo (10) com reforço no atendimento à população em situação de rua

Com rede ampliada e atuação integrada, operação intensifica acolhimento e proteção nos dias de baixas temperaturas


A Prefeitura de São Paulo iniciou, no domingo (10), a Operação Baixas Temperaturas (OBT) 2026, com o objetivo de proteger a população mais vulnerável durante as noites mais frias. Entre as principais ações estão a instalação de nove tendas em pontos estratégicos da capital e o reforço das equipes de abordagem social em toda a cidade. 

As tendas da OBT são acionadas sempre que a temperatura atinge 13°C ou menos, ou quando há sensação térmica equivalente. O funcionamento ocorre das 18h à 0h, com oferta de alimentos como sopa, pão, chocolate quente, chá e água, além da distribuição de cobertores. 

Serão disponibilizadas 1.000 vagas emergenciais adicionais, fortalecendo a maior rede socioassistencial da América Latina, que conta com mais de 27 mil vagas distribuídas em 374 serviços. Além da oferta de vagas de acolhimento na rede, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), fica responsável pela coordenação das equipes do Serviço Especializado de Abordagem Social (SEAS) e da Coordenação de Pronto Atendimento Social (CPAS), que intensifica as abordagens em diferentes regiões da cidade no período noturno. 

No local, equipes do SEAS realizam encaminhamentos para acolhimento e orientam sobre o acesso aos serviços da rede socioassistencial, inclusive durante a madrugada. Nos casos de recusa ao acolhimento institucional, é disponibilizado um kit de insumos, com cobertor e lanche, para apoio durante a permanência na rua ao longo da noite. 

Em caso de aceite, as pessoas são encaminhadas aos serviços de acolhimento, onde são oferecidos pernoite, banho, jantar e café da manhã. Quando o acolhimento não é aceito, são distribuídos cobertores e lanches.

A população também pode colaborar solicitando abordagem social por meio da central 156 (ligação gratuita), disponível 24 horas por dia, pelo porta SP156, pelo aplicativo SP156 ou WhatsApp (11) 3230-5156, sem necessidade de identificação. Para agilizar o atendimento e garantir a localização das pessoas, é importante informar características físicas, roupas utilizadas e o local onde a pessoa se encontra, com endereço, bairro e ponto de referência.
 

Atuação Intersecretarial 

A iniciativa é intersecretarial e reúne diferentes áreas da Prefeitura, que atuam de forma integrada e complementar. Além da Assistência e Desenvolvimento Social, as demais pastas contribuem em diferentes frentes para a execução das ações. 

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU), por meio da Guarda Civil Metropolitana e da Defesa Civil, apoia as abordagens e realiza a distribuição de cobertores, enquanto a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realiza ações de cuidado com vacinação para a população em situação de rua e atendimento aos animais, incluindo vacinação antirrábica, microchipagem e emissão de RGA

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania é responsável pela oferta de alimentos, como sopa, pão, chocolate quente, chá e água e a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, por meio do CGE é responsável pelo monitoramento climático e emissão de boletins. Já a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) reforça os canais de atendimento do SP156, a Secretaria Municipal das Subprefeituras atua na distribuição de cobertores em áreas de maior concentração de pessoas em situação de rua. Por fim, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transporte (SMT) e a SPTrans disponibilizam ônibus para o deslocamento até os serviços de acolhimento e retorno no dia seguinte.
 

Endereços das tendas:

  • Região Central – Sé (Praça Fernando Costa, ao lado do Parque Dom Pedro II)
  • Região Sul – Santo Amaro (Praça Salim Farah Maluf) e Capela do Socorro (Praça José Boemer Rochel)
  • Região Norte – Santana (Rua Paineira do Campo, 943) e Vila Maria (Praça Novo Mundo, Rua General Mendes, 111)
  • Região Leste – Guaianases (Rua Capitão Pucci, 38), Itaquera (Avenida Musgo de Flor x Avenida Imperador) e Mooca (Praça Kantuta, 924)
  • Região Oeste – Lapa (Rua do Curtume x Guaicurus)


Balanço 2025 

Entre abril e outubro de 2025, a Operação Baixas Temperaturas realizou mais de 1.864.714 atendimentos à população em situação de vulnerabilidade. As ações incluíram acolhimento emergencial 24 horas e a distribuição de cobertores e alimentos, reforçando a atuação integrada da rede socioassistencial durante o período de frio intenso.


Pressão alta e os vasos sanguíneos: entenda por que a doença exige atenção além do coração


Especialista alerta para os danos silenciosos que a condição provoca nas artérias de todo o corpo


A hipertensão arterial atinge 27,9% da população brasileira, de acordo com a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico - Vigitel, um alerta para uma doença que compromete principalmente a saúde vascular. O principal problema está no efeito prolongado da pressão elevada sobre as paredes das artérias. O endotélio, fina camada que reveste os vasos internamente, sofre lesões repetidas que desencadeiam um processo inflamatório e levam à perda da elasticidade natural das artérias.

De acordo com a Dra. Haila Almeida, médica cirurgiã vascular e fundadora do Instituto Alphaveins, clínica referência em medicina vascular de alta performance, a disfunção endotelial ocorre já nas fases iniciais da hipertensão, antes mesmo do desenvolvimento de placas de gordura. “Com o tempo, os vasos tornam-se mais rígidos e podem acumular depósitos de colesterol, processo conhecido como aterosclerose, que reduz o fluxo sanguíneo para órgãos vitais. A aterosclerose é causada por lesão repetida nas paredes das artérias, e a hipertensão está entre os principais fatores que contribuem para esse tipo de dano”, esclarece a médica.

A especialista aponta que a pressão alta mal controlada é um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral (AVC), infarto, aneurisma arterial e insuficiência renal. A doença age de forma silenciosa porque os vasos não doem. “Quando a pressão sobe, as artérias se contraem e o coração bombeia com mais força, sobrecarga que danifica a camada endotelial responsável por regular o fluxo e evitar coágulos. Os sintomas como dor de cabeça, tontura e visão embaçada costumam aparecer apenas quando a pressão já atingiu níveis elevados”, acrescenta a Dra. Haila.

Entre os fatores que favorecem o dano vascular estão o consumo excessivo de sódio, sobrepeso, sedentarismo, tabagismo, estresse e níveis altos de colesterol. A alimentação tem grande influência. A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) é reconhecida por aumentar a ingestão de potássio, magnésio e cálcio, nutrientes que contribuem para o relaxamento dos vasos e a eliminação de sódio pela urina. O modelo consiste no consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais, laticínios magros e carnes com pouca gordura, com restrição de ultraprocessados e sódio.

A aferição regular ainda é a única maneira de diagnosticar a hipertensão. Pessoas acima de 20 anos devem medir a pressão ao menos uma vez por ano, e quem tem hipertensos na família precisa fazer a medição no mínimo duas vezes ao ano. De acordo com dados recentes do Ministério da Saúde, a hipertensão apresentou crescimento de cerca de 31% no Brasil ao longo das últimas décadas. Outra análise, também baseada em levantamentos da pesquisa, indica que a prevalência da doença aumenta progressivamente com a idade, permanecendo especialmente elevada entre idosos, com índices que superam 50% nessa faixa etária.

Médica cirurgiã vascular com atuação focada em tratamentos de vasinhos e varizes por meio da tecnologia a laser. É fundadora e líder do Instituto Alphaveins, clínica reconhecida por seu padrão de excelência em medicina vascular de alta performance. Com sólida formação e vivência prática, alia conhecimento técnico, gestão estratégica e experiência humana para ir além do tratamento, promovendo também o autocuidado, longevidade e autoestima, com foco em resultados reais, segurança e uma experiência verdadeiramente memorável.

Empresária e mentora de outros profissionais da área da saúde, conduz uma abordagem inovadora na formação de médicos empreendedores, apoiando o desenvolvimento de carreiras conceituadas, éticas e bem-posicionadas.

À frente do Alphaveins, coordena uma equipe multidisciplinar, desenvolve protocolos exclusivos e mantém-se atualizada com as mais recentes tecnologias no campo da cirurgia vascular.

Reconhecida por sua liderança inspiradora e conhecimento prático, mantém atuação ativa também como comunicadora nas redes sociais, promovendo informação acessível e conscientização sobre cuidados vasculares. Mais informações: https://www.instagram.com/hailaalmeidaa/

 


Instituto Alphaveins
www.alphaveins.com.br / https://www.instagram.com/alphaveins/


Qual a diferença entre curetagem e AMIU? Entenda os procedimentos usados no esvaziamento uterin

 

Métodos são indicados em situações específicas e devem ser realizados com acompanhamento médico adequado para garantir segurança e menor risco de complicações

 

Em momentos delicados como perdas gestacionais, abortamentos espontâneos e retenção de restos ovulares, muitas mulheres se deparam com termos médicos pouco conhecidos e decisões que costumam gerar dúvidas e insegurança. Entre eles estão a curetagem e a AMIU (Aspiração Manual Intrauterina), procedimentos utilizados para o esvaziamento uterino e frequentemente confundidos pelas pacientes.

Embora ambos tenham a mesma finalidade, as técnicas utilizadas e as indicações clínicas são diferentes. Segundo a Dra. Larissa Cassiano, ginecologista e obstetra parceira da DKT South America, compreender essas distinções ajuda a tornar a experiência mais clara e acolhedora para a paciente em um momento muitas vezes emocionalmente sensível.

“A curetagem é um procedimento cirúrgico em que há raspagem da cavidade uterina com instrumentos específicos. Já a AMIU realiza a retirada do conteúdo uterino por meio de aspiração, utilizando uma cânula conectada a um aspirador manual. Ambos são seguros quando bem indicados, mas possuem aplicações e recuperações distintas”, explica.

Historicamente, a curetagem se tornou o procedimento mais conhecido entre brasileiras, especialmente por sua ampla disponibilidade em hospitais e maternidades. No entanto, nos últimos anos, a AMIU vem ganhando mais espaço em protocolos médicos e discussões sobre saúde reprodutiva.

A Organização Mundial da Saúde recomenda a aspiração uterina como método preferencial para manejo de perdas gestacionais em gestações iniciais, destacando benefícios clínicos como menor risco de perfuração uterina, redução de sangramento excessivo e menor chance de formação de aderências intrauterinas.

Apesar da recomendação internacional, o acesso ao procedimento ainda enfrenta desafios no Brasil. Dados do Ministério da Saúde indicam que complicações relacionadas ao abortamento seguem representando parcela importante das internações ginecológicas no Sistema Único de Saúde, cenário que reforça a necessidade de atualização de protocolos, treinamento profissional e ampliação do acesso a tecnologias recomendadas internacionalmente.

Segundo Dra. Larissa, a escolha entre os métodos depende de avaliação individualizada. “Não existe um procedimento universalmente melhor para todos os casos. A decisão considera fatores como idade gestacional, condição clínica da paciente, disponibilidade do método e avaliação médica. O mais importante é garantir segurança, acolhimento e informação adequada”, afirma.

Além das diferenças técnicas, especialistas ressaltam a importância do acompanhamento após qualquer procedimento uterino. Sintomas como febre, dor intensa, sangramento persistente ou corrimento com odor alterado devem ser avaliados rapidamente.

Para a médica, ampliar a informação sobre saúde reprodutiva também significa reduzir medos e inseguranças. “Muitas pacientes chegam assustadas e sem entender exatamente o que será feito. Explicar as opções disponíveis e o motivo de cada conduta é parte fundamental do cuidado”, conclui.

Com maior acesso à informação e atualização das práticas assistenciais, pacientes podem participar de forma mais ativa das decisões sobre o próprio corpo e atravessar situações delicadas com mais segurança e acolhimento.


DKT South America
DKT South America
DKT Salú, DKT Academy e Use Prudence.

 

Clima instável aumenta crises respiratórias e acende alerta para rinite e sinusite

Ambientes fechados, ar seco e frio intensificam sintomas e aumentam infecções respiratórias; especialista alerta para sinais que indicam necessidade de avaliação médica

 

As mudanças bruscas de temperatura que têm ocorrido em grande parte do Brasil nos últimos dias podem aumentar de maneira significativa os casos de rinite e sinusite. 

De acordo com o Dr. Miguel Tepedino, ex-presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR) e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), as condições climáticas, típicas dessa época do ano, comprometem o funcionamento natural do nariz. Ele explica que o nariz funciona como um “filtro de ar”, mas, para o bom funcionamento, depende de umidade e temperatura adequadas. “Quando o ar está frio e seco, a mucosa resseca, os cílios ficam mais lentos e a secreção se torna mais espessa, reduzindo a capacidade de eliminar partículas e vírus. Além disso, a maior permanência em ambientes fechados favorece a concentração de ácaros e a circulação de vírus respiratórios, que aumentam tanto as crises alérgicas quanto as infecções.”

 

Diferenças

A rinite é uma inflamação limitada à mucosa nasal, geralmente relacionada a alergias, embora também possa ser causada por infecções. Já a sinusite, corresponde à inflamação de um ou mais seios paranasais e, a rinossinusite, por sua vez, ocorre quando há inflamação tanto dos seios paranasais quanto das fossas nasais. “A rinossinusite não envolve apenas o nariz, mas também os seios da face, caracterizando um quadro inflamatório mais amplo, com sintomas como obstrução nasal, secreção, congestão e pressão facial”, revela o Dr.Tepedino, ao comentar que mais que os sintomas isolados, o padrão de evolução é o principal alerta para a pessoa procurar auxilio médico. 

Ele conta que a avaliação profissional é recomendada quando os sintomas persistirem por mais de uma semana; quando há dor facial intensa, especialmente de um lado, quando existe febre alta e a secreção nasal se torna mais espessa e persistente; e quando há piora após a melhora inicial. “Esses sinais podem indicar que não se trata de um resfriado comum.”

 

Atente-se!

Segundo o otorrinolaringologista, entre os fatores que mais desencadeiam crises estão os ácaros domésticos, principal fator em áreas urbanas; poeira e mofo; poluição; mudanças bruscas de temperatura; odores irritantes, como perfumes e produtos de limpeza; e infecções virais. Em pessoas com rinite alérgica, o sistema imunológico reage de maneira exagerada, mantendo a inflamação da mucosa nasal. “Não existe uma solução única de prevenção, mas sim um conjunto de cuidados que fazem a diferença, como reduzir ácaros em colchões, travesseiros e tecidos; manter os ambientes ventilados e com luz natural; controlar a umidade para evitar o mofo; evitar o acúmulo de poeira e reduzir o uso de produtos muito perfumados”, diz. 

Bastante comum, a lavagem nasal com soro fisiológico é uma medida segura e eficaz que previne e alivia os sintomas. De acordo com o especialista, ela pode ser feita diariamente, principalmente em períodos críticos. “Esse procedimento atua de forma mecânica, removendo secreções, partículas e mediadores inflamatórios. No entanto, é importante utilizar a solução adequada, evitando pressão excessiva e mantendo os dispositivos limpos.” 

Dr, Tepedino também chama a atenção para alguns equívocos frequentemente cometidos, que podem prorrogar o ciclo de inflamação, como o uso repetido de descongestionantes para alívio imediato; a utilização de antibióticos sem indicação médica; a interrupção precoce do tratamento e não levar a sério os sintomas persistentes. “É importante ressaltar que embora os descongestionantes ofereçam o alívio rápido, eles não tratam a causa e o uso contínuo, por mais de três a cinco dias, pode causar o efeito rebote, com a piora da obstrução nasal e até mesmo a dependência funcional”, explica, ao afirmar que a maioria das rinossinusites é viral e melhora de maneira espontânea, sendo que o uso de antibióticos, sempre com orientação médica, deve ser restrito a casos específicos, como sintomas por mais de dez dias; piora após melhora inicial; dor facial persistente com secreção espessa..

 

Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial - ABORL-CCF

 

Com cenário de alta de 135% nos diagnósticos de diabetes no país, MedLevensohn leva inovações tecnológicas para controle da doença à Hospitalar 2026

Com estande de mais de 100 m2, companhia expõe linha de Diabetes Care, incluindo dispositivo de monitoramento 24h da glicemia e novo glicosímetro MedLevensohn que não sofre interferência de oxigênio e tem sistema com risco operacional reduzido; Evento acontece entre os dias 19 e 22 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo 


Segundo o Ministério da Saúde, os casos de diabetes no Brasil cresceram 135%, entre 2006 e 2024. O aumento do número de diagnósticos da doença é um indicativo do quanto o tema ainda precisa de informação sobre os sinais/sintomas, diagnóstico e cuidados no tratamento para que os pacientes convivam com a diabetes com mais qualidade de vida. Manter uma rotina que combine alimentação saudável, prática de exercícios físicos e, principalmente, o controle das taxas de glicemia junto ao acompanhamento médico é fundamental para que a diabetes não evolua para complicações mais graves.
 

É nesse cenário que novas tecnologias no mercado têm proporcionado o controle da diabetes de forma mais eficiente e confortável para os pacientes. Entre os dias 19 e 22 de maio, durante a Hospitalar 2026, maior feira de saúde da América Latina que será realizada no São Paulo Expo, em São Paulo, empresas como a MedLevensohn, indústria referência no mercado de saúde brasileiro, levará à feira inovações tecnológicas que estão fazendo a diferença na rotina de controle da doença. 

Em um estande de 102 m2 e mezanino de 40 m2, a companhia aposta em inovação e integração de soluções para fortalecer a atuação no setor hospitalar do Brasil – segmento que concentra cerca de 75% dos negócios. A empresa estará presente com a sua linha de Diabetes Care, que contempla a linha On Call Plus II, Teste de Hemoglobina Glicada, a linha Veromed de cosméticos funcionais específicos para a pele de diabéticos, além do Smart 2.0, com diferenciais importantes como ter o menor tamanho do mercado (próximo a uma moeda de 50 centavos) e leituras dos níveis glicêmicos a cada 1 minuto, e o novo glicosímetro MedLevensohn, com tecnologia GDH-FAD - método por glicose desidrogenase, não sofre interferência de oxigênio, estável em ambientes clínicos e críticos e atende exigências técnicas comuns em editais – e sistema No Code - elimina necessidade de codificação manual, reduz risco operacional, ideal para alta rotatividade de equipes e facilita padronização institucional. Como parte do portfólio integrado do grupo, a Seroplast também apresentará sua linha de materiais hospitalares no estande. 

Para o CEO da MedLevensohn, José Marcos Szuster, a Hospitalar é parte essencial do compromisso da companhia com inovação acessível em saúde. “Buscamos evoluir nosso portfólio com soluções cada vez mais completas para o monitoramento de diabetes e outras condições de saúde, conectando tecnologia, precisão e cuidado para melhorar a qualidade de vida dos pacientes com doenças crônicas em todo o Brasil, com foco na longevidade.” 

O Smart 2.0 também representa um avanço importante no mercado, especialmente para público infantil – com uso autorizado a partir dos 2 anos de idade -, contribuindo para melhor qualidade de vida, maior adesão ao tratamento e menor necessidade de testes de ponta de dedo frequentes. Já o novo glicosímetro MedLevensohntraz tecnologia GDH-FAD, sistema no code e versatilidade de amostras – capilar, venosa, arterial e neonatal –, com praticidade e resultados confiáveis. 

Já a diretora-geral da MedLevensohn, Anna Luíza Szuster, destaca como a companhia foca em consolidar um portfólio de soluções para a saúde dos brasileiros. “Um portfólio integrado nos permite oferecer cada vez mais eficiência ao longo de toda a jornada de cuidado do paciente, com apoio aos profissionais e instituições. A ideia é conseguir atender a diferentes demandas do mercado de forma estratégica, sempre priorizando a qualidade e confiabilidade na rotina dos pacientes”. 

Por fim, o diretor comercial, Fernando Marinheiro, conclui que a Hospitalar segue como um pilar fundamental nos relacionamentos da indústria com o setor. “Seguimos estreitando as relações com hospitais, clínicas e distribuidores. O nosso objetivo é seguir fortalecendo parcerias e posicionar a MedLevensohn como referência no dia a dia das instituições, com soluções que aliam inovação e disponibilidade, contribuindo para a eficiência operacional e a qualidade do atendimento”, finaliza o executivo.


Tabagismo está associado com ao menos 63 mil mortes anuais por câncer no Brasil, alerta SBCO

Levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) estima que 63.268 mortes registradas no Brasil em 2025 estejam relacionadas ao tabagismo. A projeção considera 12 tipos de câncer associados ao consumo de derivados do tabaco e foi elaborada a partir de dados da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, estimativas do INCA para 2026 e percentuais de fração atribuível ao tabaco obtidos em estudos epidemiológicos do INCA e do Observatório da Saúde


Levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) aponta que ao menos 63.268 mortes por câncer registradas no Brasil em 2025 estejam associadas ao tabagismo. A estimativa considera 12 tipos de tumores relacionados ao consumo de derivados do tabaco e reforça o impacto persistente do cigarro sobre a mortalidade por câncer no país. 

Os dados utilizados pela SBCO têm como base os registros de mortalidade da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente e as estimativas de incidência do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para 2026. Já os percentuais de associação entre tabagismo e cada tipo tumoral foram extraídos de informações epidemiológicas do próprio INCA e do Observatório da Saúde, a partir de estudos de fração atribuível ao tabaco, indicador que estima quantos casos ou mortes podem ser relacionados diretamente ao consumo de cigarros. 

Segundo o levantamento, os 12 tipos de câncer avaliados somaram 132.802 mortes em 2025. Entre eles estão tumores de pulmão, cavidade oral, laringe, esôfago, bexiga, pâncreas, fígado, colo do útero, rim, estômago, colorretal e leucemia mieloide aguda. A partir da aplicação dos percentuais atribuíveis ao tabagismo, a SBCO chegou-se à estimativa de mais de 63 mil óbitos associados ao consumo de tabaco. 

O impacto é particularmente expressivo nos tumores do trato respiratório e digestivo superior. No câncer de pulmão, por exemplo, cerca de 90% dos casos são associados ao tabagismo. Isso significa que, das 31.637 mortes registradas em 2025, aproximadamente 28.473 podem ter relação direta com o consumo de cigarros. Os cânceres de esôfago e laringe também apresentam elevadas proporções atribuíveis ao tabaco, de 90% e 96%, respectivamente. 

Tipo de Câncer

Número de óbitos

Estimativa INCA 2026

Porcentagem Tabagismo*

Estimativa de óbito - SBCO

Pulmão

31.637

35.380

90%

28.473

Cavidade Oral

1.195

17.190

80%

956

Laringe

4.381

8.510

96%

4.205

Esôfago

8.245

11.390

90%

7.420

Bexiga

5.452

13.110

70%

3.816

Pâncreas

14.571

13.240

30%

4.371

Fígado

11.305

12.350

25%

2.826

Colo do Útero

7.270

19.301

20%

1.454

Rim

4.576

Não tem

20%

915

Leucemia Mieloide Aguda

4.108

12.220

20%

821

Estômago

14.363

22.350

20%

2.872

Colorretal

25.699

53.810

20%

5.139

* Percentuais de associação entre tabagismo e câncer baseados em dados epidemiológicos do INCA e do Observatório da Saúde.

Mesmo em tumores com menor percentual de associação, o impacto permanece relevante em razão do elevado número absoluto de casos. É o caso dos cânceres colorretal (intestino grosso e reto), de estômago, fígado, pâncreas e colo do útero, nos quais o tabagismo atua como importante fator de risco adicional, frequentemente associado ao consumo de álcool, sedentarismo e alimentação rica em ultraprocessados.

O cirurgião oncológico e presidente da SBCO, Paulo Henrique de Sousa Fernandes, destaca que o tabagismo permanece como um dos principais fatores evitáveis associados ao câncer e ressalta que seus efeitos se potencializam quando combinados a outros comportamentos de risco. “Mesmo quando não é a causa principal, o cigarro contribui de forma significativa para o desenvolvimento e agravamento da doença, especialmente quando associado ao consumo de álcool, sedentarismo e alimentação inadequada”, afirma.


Queda do tabagismo não elimina impacto acumulado

Estudo publicado em 2025 na Revista Brasileira de Cancerologia, periódico científico editado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), intitulado “Evolução do Tabagismo e Incidência de Câncer de Pulmão no Brasil (2000–2020)”, mostra que o tabagismo permanece como o principal fator de risco para o câncer de pulmão no país. 

O trabalho aponta que a prevalência de fumantes caiu de 34,8% em 1989 para cerca de 12,6% em 2019, chegando a aproximadamente 9,3% em 2023. Apesar da redução expressiva, os pesquisadores destacam que os efeitos do tabaco permanecem sendo observados por décadas, em razão do longo intervalo entre a exposição e o desenvolvimento de diversos tipos de câncer.

“O avanço é importante, mas vemos uma movimentação intensa da indústria do tabaco na tentativa de apresentar novos produtos como alternativas supostamente menos nocivas, especialmente os cigarros eletrônicos e dispositivos saborizados. Isso não é verdade. É fundamental reforçar, sobretudo entre os jovens, que nenhuma dessas opções é isenta de riscos. Além disso, as evidências apontam, conforme destacadas pela OMS, que não há consumo seguro de cigarro e de nenhum de seus derivados”, alerta Fernandes. 

O estudo também evidencia mudanças no perfil epidemiológico do câncer de pulmão no Brasil, com redução da incidência entre homens e aumento entre mulheres, fenômeno associado às diferenças históricas no padrão de consumo de tabaco entre os sexos. “O Dia Mundial sem Tabaco é uma oportunidade importante para conscientizar a população sobre os riscos do consumo de cigarros e reforçar a necessidade de prevenção”, acrescenta o especialista. 


Cigarro eletrônico preocupa especialistas

Os cigarros eletrônicos surgiram no mercado com o discurso de serem menos nocivos do que os cigarros convencionais. No entanto, estudos já demonstram que alguns dispositivos podem conter concentrações de nicotina significativamente superiores às do cigarro tradicional, favorecendo rápida dependência química. Em abril de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a proibição da comercialização dos cigarros eletrônicos no Brasil, medida em vigor desde 2009. 

O presidente da SBCO reforça que, além do risco direto à saúde, esses dispositivos podem funcionar como porta de entrada para o tabagismo convencional, especialmente entre adolescentes e adultos jovens. “Esses dispositivos liberam substâncias tóxicas que podem causar danos ao sistema respiratório e cardiovascular. Há uma falsa percepção de segurança em relação aos cigarros eletrônicos. Eles não são inofensivos e podem expor o usuário a níveis elevados de nicotina. A única forma de reduzir de fato os riscos é não consumir nenhum produto derivado do tabaco”, afirma. 


OMS aponta para os benefícios de parar de fumar

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que nunca é tarde para parar de fumar. Em cerca de 20 minutos após interromper o consumo, a frequência cardíaca e a pressão arterial diminuem. Após 12 horas, os níveis de monóxido de carbono no sangue retornam ao normal. Entre duas e 12 semanas, há melhora da circulação e da função pulmonar. Dez anos após parar de fumar, o risco de morte por câncer de pulmão cai para aproximadamente metade do observado em fumantes ativos, enquanto também diminui o risco de tumores de boca, garganta, esôfago, bexiga, rim e pâncreas. Quinze anos após abandonar o cigarro, o risco de doença coronariana se aproxima daquele observado em pessoas que nunca fumaram.

  

Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica - SBCO

 

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