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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Skincare pré-Carnaval: preparar a pele antes da folia reduz danos e irritações

Imagem criada por Inteligência Artificial
“Uma pele bem preparada tolera melhor os excessos da folia”, explica a dermatologista Denise Ozores

 

Com a proximidade do Carnaval, cresce a preocupação com os efeitos que dias intensos de calor, maquiagem pesada, suor e poucas horas de descanso podem causar na pele. Embora muita gente pense apenas em recuperar os danos após a folia, especialistas apontam que a preparação antecipada faz diferença significativa para evitar irritações, alergias e inflamações comuns nesse período. 

O chamado skincare pré-Carnaval tem como objetivo fortalecer a barreira cutânea antes da exposição excessiva, tornando a pele mais resistente aos estímulos intensos típicos da festa. Uma rotina simples, focada em equilíbrio, pode reduzir bastante a chance de reações inesperadas durante blocos, desfiles e camarotes. 

Segundo a dermatologista Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349), especialista em beleza natural, esse preparo prévio é essencial para que a pele suporte melhor os excessos. “Quando a pele está íntegra, hidratada e equilibrada, ela reage melhor ao calor, ao suor e ao uso prolongado de maquiagem”, explica. 

Entre os principais cuidados do skincare pré-Carnaval, Denise destaca a importância de uma limpeza suave, capaz de remover impurezas sem provocar ressecamento. Ela alerta que exagerar na limpeza ou utilizar produtos agressivos antes da folia pode fragilizar a pele justamente no momento em que ela será mais exigida. 

A hidratação também é apontada como etapa fundamental, desde que respeite o tipo de pele. “Hidratar não significa pesar. O objetivo é manter a barreira cutânea funcional e protegida, não obstruir os poros”, afirma. 

Outro ponto importante, segundo a médica, é o teste antecipado de maquiagens, colas, glitter e produtos corporais. Ela recomenda que qualquer item novo seja testado pelo menos 24 horas antes do uso prolongado. “O Carnaval não é o momento ideal para estrear produtos desconhecidos”, diz. 

Para Denise, o maior erro é tratar o cuidado com a pele apenas de forma corretiva. “O skincare pré-Carnaval é o que constrói uma pele mais resistente. Quando esse preparo é feito antes, os excessos da festa tendem a causar menos impacto”, conclui.
 



Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349) - dermatologista, especialista em beleza natural e atua com foco na prevenção do envelhecimento cutâneo, priorizando equilíbrio, saúde da pele e respeito à individualidade. Em seus atendimentos e conteúdos nas redes sociais, a médica defende uma abordagem consciente da estética, com resultados sutis e alinhados ao estilo de vida contemporâneo. No Instagram, compartilha orientações sobre cuidados dermatológicos e os impactos do ambiente urbano e digital na pele pelo perfil @deniseozoresdermato.


Deep Plane no verão: por que a técnica exige ainda mais cuidado nessa época

O Deep Plane tem se consolidado como uma das técnicas mais modernas e procuradas da cirurgia plástica facial, especialmente por proporcionar resultados mais naturais, duradouros e com menor aspecto artificial. No entanto, com a chegada do verão e o aumento da procura por procedimentos estéticos, especialistas fazem um alerta: essa é uma cirurgia que exige ainda mais planejamento e cautela nessa época do ano. 

Segundo o Dr. Hugo Sabath, cirurgião plástico da Clínica Libria e referência na técnica, o Deep Plane não pode ser encarado como uma cirurgia comum ou feita por impulso. 

> “O Deep Plane atua em camadas profundas da face, reposicionando músculos e estruturas internas, e não apenas esticando a pele. Justamente por isso, é uma cirurgia de alta complexidade, que exige precisão técnica, experiência do cirurgião e um pós-operatório rigoroso fatores que ganham ainda mais relevância no verão”, explica.

 

Por que o Deep Plane é diferente das técnicas tradicionais? 

Ao contrário do lifting facial convencional, que atua de forma mais superficial, o Deep Plane trabalha no sistema músculo-aponeurótico superficial (SMAS) e em planos profundos do rosto. 

> “Essa abordagem permite um rejuvenescimento mais harmônico, preservando a naturalidade das expressões e evitando aquele aspecto estigmatizado de ‘rosto repuxado’. Porém, também exige um conhecimento anatômico avançado e treinamento específico”, detalha Dr. Hugo Sabath. 

Justamente por envolver planos mais profundos, o controle do edema, da cicatrização e da resposta inflamatória é essencial — e o calor pode interferir nesses processos.


Verão: quais são os desafios adicionais?
 


Durante o verão, alguns fatores exigem atenção redobrada em cirurgias faciais de alta complexidade, como o Deep Plane:
 

- Maior risco de inchaço prolongado

- Aumento da vasodilatação, que pode intensificar edemas e hematomas

- Maior dificuldade em evitar exposição solar

- Risco aumentado de manchas nas cicatrizes 

> “O calor favorece o aumento do inchaço e pode retardar a recuperação se o paciente não seguir corretamente todas as orientações. No Deep Plane, o pós-operatório bem conduzido é parte fundamental do sucesso da cirurgia”, alerta o especialista.

 

Exposição solar: risco real para o resultado 

Um dos principais cuidados no pós-operatório do Deep Plane é evitar completamente a exposição solar direta. 

> “A cirurgia provoca um processo inflamatório controlado. Se o paciente se expõe ao sol nesse período, há risco de hiperpigmentação, espessamento da cicatriz e comprometimento do resultado estético. No verão, isso exige disciplina total”, reforça Dr. Hugo Sabath.

 

Não é uma cirurgia para todos nem para qualquer momento 

O especialista ressalta que nem todo paciente é candidato ao Deep Plane e que nem sempre o verão é o momento ideal. 

> “Antes de indicar essa técnica, avaliamos idade, qualidade da pele, grau de flacidez, histórico de saúde e, principalmente, a disponibilidade do paciente para cumprir o pós-operatório. Se a pessoa não pode evitar sol, viagens ou compromissos sociais, o mais prudente é adiar”, orienta.

 

A importância de um cirurgião altamente especializado 

Com a popularização do termo “Deep Plane”, cresce também o risco de banalização da técnica. 

> “Infelizmente, vemos procedimentos sendo vendidos como Deep Plane sem realmente serem. É uma cirurgia que exige formação sólida, treinamento específico e experiência comprovada. Quando realizada por profissionais não habilitados, os riscos aumentam consideravelmente”, alerta Dr. Hugo Sabath.

Entre as possíveis complicações estão assimetrias, lesões nervosas, resultados artificiais e dificuldades de correção futura.


Recuperação exige paciência e comprometimento

A recuperação do Deep Plane é progressiva e demanda cuidados contínuos: 

- Repouso adequado

- Uso correto de medicações prescritas

- Acompanhamento médico frequente

- Evitar calor excessivo e atividades físicas precoces

- Proteção solar rigorosa 

> “O paciente precisa entender que o resultado final não é imediato. O Deep Plane entrega longevidade e naturalidade, mas isso vem com um processo de recuperação que deve ser respeitado”, explica.

 

Conclusão: 

O Deep Plane representa um avanço importante na cirurgia plástica facial, oferecendo rejuvenescimento profundo, natural e duradouro. No entanto, no verão, a técnica exige ainda mais responsabilidade, planejamento e escolha criteriosa do profissional. 

> “Não é uma cirurgia de moda ou de ocasião. É uma técnica sofisticada, que precisa ser indicada com critério e executada por cirurgiões altamente capacitados. Quando bem feita e no momento certo, os resultados são extraordinários. Quando feita sem planejamento, os riscos superam os benefícios”, conclui o Dr. Hugo Sabath, cirurgião plástico da Clínica Libria.

  

Dr. Hugo Sabath - Cirurgião Plástico – CRM 131.199/SP


Detox da nécessaire: 5 passos para organizar itens de beleza

Divulgação
Especialista dá dicas de como limpar o estojo e tornar rotina mais segura 

 

O início do ano é associado a recomeços e isso também vale para a rotina de beleza. Um item universalmente encontrado na bolsa é a nécessaire, que na maioria das vezes carrega esmalte, gloss, lixa, pinça, entre outros objetos de uso rápido e que “socorrem” a mulher no dia a dia. No entanto, as pessoas pouco se atentam na importância de manter o estojo limpo e organizado, garantindo mais segurança e bem-estar. 

Fazer uma limpeza no estojo vai além da remoção da sujeira. Inclui organização e cuidado com a conservação do que está lá dentro. Para Marcela Goulart, técnica em química e CEO da Maria Pomposa, marca de cosméticos veganos, 15 free e glúten free, essa prática é uma forma de autocuidado e segurança. “Envolve checar prazos de validade, analisar fórmulas e descartar corretamente produtos que já não atendem às necessidades da pele e das unhas. Assim como prestamos atenção na validade dos alimentos, precisamos ter o mesmo rigor com os cosméticos e também com os esmaltes”, ressalta.

Segundo a especialista, produtos vencidos ou alterados podem causar alergias, dermatites e enfraquecimento das unhas. “A reação pode não ser instantânea e aparecer somente no médio prazo, o que faz com que as pessoas não associem as queixas ao uso dos itens”, explica e reforça que o começo do ano é um momento oportuno para rever hábitos e estabelecer novos padrões de consumo.

Para evitar problemas com a saúde da pele e unhas e manter a bolsa funcional, Marcela separou 5 passos práticos para organizar a nécessaire. Confira:

1 - Verifique a validade e o PAO (período após aberto)
Observe a data de vencimento e o PAO (período após aberto), indicado por um símbolo de pote aberto. No caso dos esmaltes, fique atento ao tempo de uso após a abertura, mesmo que a embalagem pareça intacta. “Se eles forem bem fechados após o uso, duram os três anos descritos na embalagem, mas infelizmente é muito comum o  fechamento inadequado ou incompleto do produto, o que causa a perda de estabilidade e de componentes da fórmula por evaporação, deixando o esmalte grosso e difícil de usar”, explica.


2- Avalie mudanças físicas no produto
Cheiro forte, textura espessa ou dificuldade de aplicação são sinais de que o esmalte e maquiagem não estão adequados para uso. “Mesmo antes do vencimento, eles devem ser descartados”.


3 - Analise os ingredientes com atenção
Aproveite o detox para ler os rótulos, especialmente dos esmaltes. “Substâncias como formaldeído, tolueno e DBP ainda estão presentes em algumas fórmulas e podem causar reações ao longo do tempo. Optar por esmaltes com fórmulas mais limpas e 15 free reduz significativamente a exposição a esses componentes”, orienta Marcela.


4 - Higienize pincéis, espátulas e bocais de esmalte
Instrumentos e embalagens podem concentrar resíduos e microrganismos. “Pouca gente se lembra de limpar o gargalo do esmalte e pincel do gloss, por exemplo, mas isso faz diferença na durabilidade e na segurança do produto”, pontua.


5 - Organize e mantenha itens “salva-vidas”
A dica é: se não usa, retire do nécessaire. “Separe maquiagem, itens de cuidados com a pele e produtos para as unhas e distribua em saquinhos menores para facilitar a utilização no dia a dia”. Além disso, selecione itens que podem salvar a rotina diante de situações inesperadas como a quebra repentina da unha ou até um evento de última hora pós-expediente. “Para essas ocasiões, uma lixa, uma boa base, esmalte e secante express formam um combo perfeito”, recomenda.

Mais do que uma organização de começo de ano, revisar a nécessaire é um gesto de responsabilidade com o próprio bem-estar. “Beleza de verdade começa nas escolhas que ninguém vê, mas que fazem diferença todos os dias”, finaliza Goulart.


Maquiagem na escola: por que instituições de ensino estão criando regras para frear a vaidade precoce

Influência das redes sociais estimula fascínio por produtos de beleza cada vez mais cedo e leva escolas a adotarem limites para proteger o desenvolvimento infantil 

 

Batom na mochila, máscara de cílios no estojo e tutoriais de maquiagem no celular. O interesse por produtos de beleza, que antes surgia só na adolescência, tem aparecido cada vez mais cedo entre crianças em idade escolar — e isso tem acendido um alerta entre famílias e educadores.

Impulsionado principalmente pelas redes sociais, esse fascínio pela estética vai além da curiosidade infantil. “As crianças estão expostas a conteúdos que associam beleza à aceitação, sucesso e reconhecimento. Quando isso acontece muito cedo, pode afetar diretamente a forma como elas constroem sua autoestima”, explica Andréa Piloto, diretora pedagógica da Escola Vereda.

Segundo a educadora, o tema está ligado a um processo conhecido como adultização precoce, quando a criança passa a se preocupar com questões que não fazem parte do seu tempo de desenvolvimento. “A infância é uma fase de descobertas, brincadeiras e experimentações. Quando a aparência vira uma prioridade, existe o risco de pular etapas importantes desse processo”, afirma.

Além dos impactos emocionais, o uso frequente de maquiagem também pode trazer consequências físicas. A pele infantil é mais sensível e ainda está em formação, o que aumenta o risco de alergias, irritações e outros problemas dermatológicos.

No ambiente escolar, os reflexos aparecem no dia a dia: comparações entre colegas, disputas silenciosas por aparência e até perda de foco nas atividades. “A maquiagem acaba funcionando como um marcador de diferença. Em vez de a criança se expressar pelo que aprende ou cria, passa a se medir pela imagem”, observa Andréa.

Por isso, muitas escolas têm adotado regras mais claras sobre o uso de maquiagem no cotidiano escolar. A proposta, segundo especialistas, não é proibir por proibir, mas proteger o desenvolvimento emocional e social das crianças. “A escola deve ser um espaço de convivência, igualdade e aprendizado. Quando a aparência ocupa um lugar central, algo se perde nesse processo”, pontua.

Para lidar com o tema de forma equilibrada, o diálogo entre família e escola é fundamental. A educadora destaca algumas orientações importantes:

  • estabelecer limites claros de acordo com a idade da criança;
  • tratar a maquiagem como brincadeira ou atividade pontual, e não como necessidade diária;
  • conversar sobre os padrões irreais propagados nas redes sociais;
  • estimular outras formas de expressão, como esportes, artes e hobbies;
  • manter uma comunicação constante entre responsáveis e educadores.

“O mais importante é ajudar a criança a entender que ela não precisa de maquiagem para ser aceita, bonita ou valorizada. Quando fortalecemos a autoestima desde cedo, estamos cuidando da saúde emocional delas no presente e no futuro”, conclui Andréa Piloto.

 

Escola Vereda
https://escolavereda.com.br/

 

Bronze "marrom bombom" é o sonho do verão 2026: saiba como alcançar o tom e manter a saúde cutânea

Com o Carnaval se aproximando, especialista esclarece os cuidados que devem ser aderidos antes e após a exposição solar 

 

Entre as referências que dominam as redes sociais, o bronze “marrom bombom” se consolidou como o tom mais desejado da estação 2026, justamente por representar uma coloração dourada, uniforme e luminosa, associada a uma pele que aparenta saúde, hidratação e equilíbrio. Diferente de tendências passadas, marcadas por excessos e exposição prolongada, essa estética surge como reflexo de um bronze construído de forma gradual, respeitando o fototipo de cada pessoa e priorizando a integridade da barreira cutânea ao longo de todo o processo.

“Existe uma ideia equivocada de que quanto mais tempo ao sol, melhor será o bronze, quando, na prática, o efeito costuma ser o oposto”, explica Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, rede referência no desenvolvimento de cosméticos hipoalergênicos. Segundo a especialista, a exposição solar sem preparo adequado favorece inflamações silenciosas na pele, que se manifestam posteriormente em forma de manchas, descamação irregular, sensibilidade persistente e envelhecimento precoce. “A pele agredida responde de maneira desordenada. O resultado raramente é um tom bonito e homogêneo, e sim áreas mais escuras, avermelhadas ou até queimaduras”, complementa.

Julinha destaca que o bronze uniforme é consequência direta de uma pele fortalecida e bem cuidada, o que envolve escolhas conscientes antes, durante e depois do contato com o sol. A construção progressiva da cor, com exposições moderadas e em horários mais seguros, aliada ao uso correto do protetor solar e à reposição constante de hidratação, favorece uma resposta cutânea mais equilibrada. Em períodos de festas prolongadas, como o Carnaval, quando o tempo ao ar livre se intensifica, manter esses cuidados se torna ainda mais relevante para evitar danos cumulativos e preservar a saúde da pele a longo prazo.

A seguir, confira cuidados fundamentais para conquistar e manter o tão sonhado bronze “marrom bombom”, protegendo a pele dos efeitos nocivos da radiação solar e garantindo um aspecto bonito e uniforme por mais tempo.

 

Protetor solar

“Não basta escolher um protetor com FPS alto, é preciso garantir que ele seja aplicado de forma correta e reaplicado na frequência adequada”, orienta Julinha Lazaretti. A radiação UVA, responsável pelo envelhecimento precoce, e a UVB, associada às queimaduras solares, atingem a pele de maneira contínua, e falhas na aplicação favorecem manchas e diferenças de tom.

Fórmulas que combinam as fases aquosa e oleosa facilitam a espalhabilidade e contribuem para uma cobertura mais homogênea, enquanto a presença de antioxidantes, como a vitamina E, ajuda a neutralizar os radicais livres gerados durante a exposição.

 

Proteção contra picadas de insetos

Durante o verão, o contato com insetos se intensifica e, embora muitas vezes subestimadas, as picadas podem comprometer o resultado do bronze. Coceira, inflamação e inchaço levam ao escurecimento local da pele, criando marcas que quebram a uniformidade da cor.

Ativos com ação calmante, anti-inflamatória e antisséptica auxiliam na redução da vermelhidão e no alívio imediato da irritação, evitando que pequenas lesões evoluam para manchas persistentes ao longo dos dias.

 

Hidratação pós-sol

“A perda de água após a exposição solar é um dos principais fatores que levam à descamação e ao desgaste precoce do bronze”, explica a especialista. Por isso, fórmulas enriquecidas com D-pantenol atuam na restauração da barreira cutânea, promovendo hidratação profunda e melhorando a elasticidade da pele. Associado à alantoína, que contribui para a renovação celular e ação anti-irritante, esse cuidado ajuda a manter a pele macia, confortável e com aparência saudável, prolongando o tom dourado conquistado.

 

Higienização suave

A limpeza diária exerce papel fundamental na manutenção do bronze, já que sabonetes agressivos removem a oleosidade natural da pele e favorecem o ressecamento. Optar por fórmulas com pH fisiológico, livres de fragrâncias e substâncias potencialmente irritantes, permite uma higienização eficaz sem comprometer o equilíbrio cutâneo. Quando a pele permanece íntegra e bem hidratada, o bronze tende a se manter mais uniforme e duradouro.

 

Alergoshop
https://alergoshop.com.br/

 

Uso de canetas emagrecedoras impulsiona cirurgias plásticas para redução de flacidez

Créditos Farid Bark Hamdar
Os tratamentos mais procurados são para flacidez devido a perda de peso 

 

Em 2025, as canetas emagrecedoras consolidaram seu avanço no mercado brasileiro, com crescimento expressivo tanto em importação quanto em consumo. O volume importado desses medicamentos aumentou cerca de 77% em relação ao ano anterior, enquanto outro levantamento aponta um avanço ainda maior, de 88% na importação e no uso em comparação a 2024, evidenciando a forte demanda. Esse movimento já se reflete diretamente no varejo farmacêutico, onde os produtos respondem por 8% a 9% da receita de grandes redes. 

Nesse cenário de alta procura, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica observa um impacto direto do uso das canetas à base de GLP-1 no comportamento dos pacientes que buscam procedimentos estéticos. Profissionais da área relatam aumento na procura por cirurgias corretivas após perdas de peso rápidas, especialmente para tratar flacidez cutânea e perda de volume facial e corporal, o que impulsiona procedimentos. “Pacientes em uso desses medicamentos devem priorizar a estabilização do peso e cuidados nutricionais antes de cirurgias, incluindo a necessidade de suspensão temporária das canetas no pré-operatório, reconhecendo o impacto direto desses fármacos no planejamento, na segurança e nos resultados das cirurgias plásticas”, alerta o cirurgião plástico Farid Bark Hamdar, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. 

Outro ponto de atenção relacionado ao uso das canetas emagrecedoras é o aumento da procura por múltiplas cirurgias realizadas em um único tempo cirúrgico, especialmente para correção de flacidez, uma das principais queixas desses pacientes. “A maioria das pessoas acaba pensando em quantidade, no número de cirurgias feitas de uma só vez. Como nem todos têm tempo disponível para mais de uma recuperação no ano, muitos optam por concentrar vários procedimentos no mesmo ato cirúrgico, acreditando ganhar tempo, quando na verdade isso pode representar um risco importante à saúde”, completa Farid. 

Para saber mais sobre procedimentos cirúrgicos, acesse Link 


Especialista explica como usar glitter e purpurina com segurança, durante o Carnaval de 2026

Segundo a biomédica esteta e especialista em cuidados com a pele, Jéssica Magalhães, a orientação é reforçar a barreira cutânea antes da folia, com o uso de hidratantes ou primer. 


Para aquele glow-up no Carnaval, nada como uma make que faça o rosto brilhar na passarela! Com os dias de folia e samba-enredo se aproximando, o uso do glitter e da purpurina voltam à assumir o destaque nas avenidas, embora escondam riscos consideráveis no contato com à pele. 

A matéria-prima do glitter, que traz micropedaços de polietileno tereftalato, o famoso PET, pode causar irritações, alergias, dermatites e até microlesões nos usuários. No Carnaval, o glitter e a purpurina costumam ser utilizados com o auxílio de fixadores, como bruma fixadora, colas e vaselina, que contribuem para o aspecto ressecado da pele. 

Para não estragar a folia, a especialista em cuidados com a pele e biomédica esteta Jéssica Magalhães orienta reforçar a barreira cutânea antes do Carnaval. “A pele deve passar por uma preparação antes de receber a maquiagem. Para obtermos o efeito desejado, a recomendação é aplicar hidratantes ou primer específicos antes do glitter (ou da purpurina), lavando bem o rosto e o corpo com sabonetes adequados ao seu tipo de pele. Assim, podemos reduzir o atrito e evitar que micropartículas entrem em contato direto com a pele”, recomenda. 

A exposição ao sol intenso e o aumento da oleosidade da pele, comuns durante o Carnaval, potencializam os riscos do uso de glitter e purpurina. A biomédica esteta explica que o calor dilata os poros e aumenta a produção de sebo, facilitando a aderência das partículas à pele e a penetração de resíduos causados pelo atrito.

“O suor e a oleosidade fazem com que o glitter e, principalmente, a purpurina, grudem ainda mais na pele. Isso aumenta o risco de irritações como a foliculite e a possibilidade de acne”, explica a especialista.

Atuando há mais de dez anos em seu consultório, Jéssica orienta passar longe dos glitters de papelaria e artesanato, já que possuem partículas mais grossas e podem aumentar a taxa de ferimentos ou reações alérgicas. Em todo o caso, a profissional orienta sempre fazer um ‘teste’ em uma pequena área da pele, verificando possíveis reações da derme. “O ideal é utilizar maquiagens biodegradáveis, feitas de celulose de plantas, como eucalipto, para reduzir as chances de complicações”, conta.

Cuidados pós-Carnaval: como remover o ‘glitter’ do jeito certo? 

Passado os dias de folia, remover o glitter e a purpurina parece uma sequência de “Missão impossível”. O cuidado, nesse momento, é essencial para evitar irritações e desconfortos na pele, já sensibilizada pelo excesso de maquiagem, sol e suor. A orientação da profissional é evitar qualquer tipo de fricção, já que o atrito pode intensificar a vermelhidão, ardor e pequenas lesões.

A melhor estratégia, para Jéssica Magalhães, é apostar em produtos que facilitem a remoção sem agredir a pele, como óleos vegetais. “Seja de coco ou azeite de oliva, o uso de óleos ou demaquilantes bifásicos, ajudam a soltar as partículas com mais facilidade. Depois, vale investir em hidratantes e ativos calmantes, que possuam em sua composição ‘aloe vera’ ou vitamina E, para auxiliar na recuperação da pele e manter a hidratação”, conclui a profissional.

 

Acne adulta afeta homens e mulheres após os 25 anos e exige abordagem dermatológica individualizada


Dermatologista Fátima Tubini explica a condição que na vida adulta tem causas hormonais, emocionais e comportamentais, pode atingir diferentes áreas do corpo e, sem tratamento adequado, deixar marcas permanentes
 

 

Tradicionalmente associada à adolescência, a acne também é uma realidade frequente na vida adulta e tem preocupado cada vez mais homens e, principalmente, mulheres a partir dos 25 anos. Conhecida como acne adulta ou acne tardia, a condição pode surgir ou persistir mesmo após o fim da puberdade, impactando não apenas a saúde da pele, mas também a autoestima e a qualidade de vida.

De acordo com a dermatologista Fátima Tubini, a acne adulta possui características próprias e exige atenção especializada. “Diferentemente da acne juvenil, a acne na vida adulta costuma ser mais inflamatória, profunda e persistente, além de apresentar maior risco de manchas e cicatrizes”, explica a especialista.


Por que a acne adulta ocorre?

A acne adulta é multifatorial. Entre as principais causas estão as alterações hormonais, comuns em mulheres durante o ciclo menstrual, gravidez, pós-parto e menopausa, predisposição genética, estresse crônico, uso inadequado de cosméticos, alimentação desequilibrada e distúrbios hormonais, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP).

“O estresse, por exemplo, estimula a liberação de cortisol, que aumenta a oleosidade da pele e favorece processos inflamatórios”, destaca Fátima Tubini que ressalta, “Além disso, o uso de produtos inadequados para o tipo de pele pode agravar o quadro”.


Idade e áreas mais afetadas

A acne adulta é mais comum entre os 25 e 45 anos, mas pode se manifestar em idades mais avançadas. Nas mulheres, geralmente aparece na região inferior do rosto, como queixo, mandíbula e pescoço. Já nos homens, pode atingir o rosto, costas, tórax e ombros.


Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é clínico e realizado por um dermatologista, que avalia o tipo de lesão, histórico do paciente, hábitos de vida e possíveis alterações hormonais. Em alguns casos, exames laboratoriais podem ser solicitados para investigar desequilíbrios hormonais.

O tratamento é individualizado e pode incluir medicamentos tópicos e orais, controle hormonal, procedimentos dermatológicos e mudanças na rotina de cuidados com a pele. “Não existe fórmula única. Cada paciente precisa de uma estratégia personalizada, respeitando seu tipo de pele, idade e estilo de vida”, ressalta a dermatologista Fátima.


Cuidados essenciais no dia a dia

Entre os principais cuidados estão a higienização adequada da pele, uso de produtos não comedogênicos, fotoproteção diária, alimentação equilibrada e controle do estresse. A automedicação e o uso indiscriminado de produtos podem piorar o quadro.

“Espremer lesões ou usar receitas caseiras pode causar inflamações mais graves, manchas e cicatrizes permanentes”, alerta Tubini.


Consequências da acne não tratada

Quando não tratada corretamente, a acne adulta pode resultar em cicatrizes definitivas, hiperpigmentação pós-inflamatória e impactos emocionais significativos, como ansiedade, baixa autoestima e isolamento social.

“A acne adulta vai muito além de uma questão estética. Ela afeta o bem-estar emocional e deve ser encarada como uma condição de saúde que merece cuidado e acompanhamento profissional”, conclui a dermatologista.

   

Dra. Fátima Tubini - Referência em cuidados e tratamentos dermatológicos, a Dra. Fátima Tubini atua na área da dermatologista há quase 20 anos. Com ampla experiência, a especialista é graduada em Ciências Médicas e possui o título de Especialista em Dermatologia concedido pela AMB e Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em sua trajetória, trabalhou com o público infantil na área de pediatria. Atualmente, a profissional proporciona através de procedimentos dermatológicos e estéticos benefícios para a saúde e bem-estar dos seus pacientes.



Cuidados com a pele nos dias de folia

Médicos dão dicas do que fazer antes e após a maquiagem e cuidados para evitar alergias diversas

 

É fundamental manter a pele limpa, hidratada e protegida, antes e após o uso de maquiagem ou qualquer outro produto. Agora em fevereiro com blocos, desfiles e bailes de carnaval em todo Brasil vale destacar que essa rotina de skincare é  fundamental e que alguns cuidados devem ser tomados para se evitar alergias ou irritações na pele. 

 

“ Vale checar a validade nas embalagens e testar antes alguma nova makeup ou produto que não tenha usado - na região interna dos braços, por exemplo, uns 3 a 4 dias antes da data principal, para verificar se não percebe algum sintoma de intolerância ou alergia. Produtos fora da validade nem pensar - isso vale para higiene facial, cremes, maquiagem”, alerta a dermatologista Dra. Ana Paula Fucci ( RJ).

 

Outro ponto a observar é o efeito, na pele, do atrito com alguns tecidos sintéticos, principalmente se tiverem pinturas ou adereços, como lantejoulas, plumas e paetês. “Eles podem ocasionar dermatites ou mesmo pequenos ferimentos após suor e fricção prolongada. Os tecidos sintéticos são os mais susceptíveis a alergias. Recomendo o uso tecidos naturais, como algodão e linho, de cor clara, e fantasias leves - isso vale para adultos e crianças”, destaca Dra Ana Paula.  

 

“Evite também os sprays de espuma, que podem conter substâncias tóxicas e causar reações alérgicas ou irritantes também”, reforça a dermatologista.  

 


— Fantasias e glitter

Fantasias, plumas,alguns tipos de tecidos e o tão adorado glitter podem gerar alergias. 

 

A dermatologista Dra. Ana Paula Fucci explica que “maquiagem, brilho e glitter devem ser usados sempre após o filtro solar e retirados completamente antes de dormir, preferencialmente com removedores bifásicos. Há opções de tintas e adesivos que são específicos para a face e certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”. 

 

O uso de glitter pode gerar problemas na pele. “Glitter pode sim provocar dermatite de contato principalmente em áreas sensíveis como região de olhos e nariz.Ao escolher o glitter dê preferência aos específicos de maquiagem, que são feitos de plástico não-tóxico.  Usar demaquilante bifásico para remover a maquiagem após a folia é indicado”, explica Dr. Franklin Veríssimo, médico Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein-SP. 


 

— Proteção solar 

“Proteção solar é fundamental, ainda mais que estamos no verão. Para quem gosta de pular carnaval nos blocos de rua a dica é: já saia de casa protegido com filtro no rosto e no corpo.  Associe com chapéus e óculos escuros. Não esqueça da garrafa d’água!”, alerta Dr. Franklin.  

 

“Todos os protetores solares, sejam eles químicos ou físicos, atuam impedindo que a radiação UVB e UVA atinjam as camadas superficiais e profundas da pele, evitando que danifiquem o DNA das células.Utilize sempre uma camada espessa de filtro solar com fps maior do que 50 e repasse ao longo do dia.”, afirma Dra. Franklin Veríssimo.

 

Como nessa época de calor forte as pessoas ficam muito expostas ao sol seja na praia ou nos blocos de carnaval, estar sem a proteção adequada pode gerar muito desconforto. “ Podem ocorrer queimaduras leves e moderadas que podem se apresentar não só como vermelhidão e dor, mas também com bolhas na superfície da pele”, detalha o médico.  

 

“Uma boa pedida é além do filtro solar indicado por dermatologista também usar bonés, chapéus, roupas com proteção UV para sair em blocos durante o dia”, indica Dr Franklin.  

 

— Cuidados com cabelos 

Produtos como tintas, espuma de sabão, shampoos inadequados e também os raios solares podem prejudicar os cabelos. 

 

“Com agressões como exposição solar, uso de glitter, espumas, tinturas coloridas, os cabelos acabam ficando “porosos”, absorvendo mais água, o que aumenta o frizz, e embaraçam mais facilmente quando secam.Pode ser indicado o uso de óleos capilares.  O óleo age ajudando o cabelo a reter a umidade, melhorando a resistência à tração”, explica Dr. Franklin Veríssimo.   

 


Fontes:

Dra. Ana Paula Fucci - Dermatologista formada em Medicina pela Universidade Federal Fluminense(UFF).

Residência em Clinica Médica na UFF e Dermatologia na UFRJ.

Dr. Franklin Verissimo - CRM-CE 10920 - Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein-SP. Médico. Formação em Medicina Estética. Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará-CE. 
Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pela Universidade Estadual do Ceará-CE. Especialista e pós-graduado em Medicina RM Estética pelo Instituto BWS-SP.


Musculação no verão: como adaptar o treino para amenizar os efeitos do calor

Altas temperaturas aumentam o risco de desidratação e fadiga na musculação; ajustes no treino ajudam a manter o rendimento 

 

Com a chegada do verão, aumenta o número de pessoas que mantêm ou intensificam a rotina de musculação. Férias, carnaval e metas estéticas típicas da estação impulsionam a frequência nas academias. Ao mesmo tempo, crescem os riscos associados ao treino em altas temperaturas, como desidratação, queda de rendimento, tontura e mal-estar. O interesse pelo tema aparece também nas buscas online: termos como “treinar no calor”, “hidratação no treino” e “queda de pressão após exercício” costumam registrar alta entre dezembro e março, segundo dados do Google Trends.

Do ponto de vista fisiológico, o calor interfere diretamente na resposta do corpo ao exercício. Para manter a temperatura corporal estável, o organismo aumenta o fluxo de sangue para a pele, o que reduz a quantidade disponível para os músculos. Esse processo eleva a frequência cardíaca, acelera a perda de líquidos pelo suor e diminui a capacidade de sustentar cargas elevadas por longos períodos.

 “O corpo precisa conciliar o resfriamento com o fornecimento de oxigênio e nutrientes aos músculos. Isso aumenta o custo fisiológico do exercício e antecipa a fadiga”, explica o treinador físico Lucas Florêncio, da Smart Fit. Segundo ele, no calor, o uso dos estoques de carboidrato ocorre de forma mais rápida, o que contribui para a queda de rendimento durante o treino.

Diante desse cenário, adaptar a musculação no verão não significa treinar menos, mas com estratégia. A ideia é ajustar o estímulo para manter a segurança e a consistência sem comprometer os resultados. “A mesma carga e o mesmo volume que funcionam em temperaturas amenas podem se tornar excessivos no calor, porque a percepção de esforço aumenta”, afirma Florêncio.

Entre os ajustes mais recomendados está a ampliação dos intervalos de descanso. Pausas maiores entre as séries ajudam a reduzir a frequência cardíaca e facilitam a dissipação do calor. Outra estratégia é reduzir pontualmente o volume total do treino, com menos séries, mantendo a carga sempre que possível. Dessa forma, é possível preservar a intensidade sem sobrecarregar o sistema cardiovascular.

O aumento da sudorese também exige atenção. No verão, a perda de líquidos e eletrólitos, como sódio e potássio, é maior, o que pode favorecer câimbras, tontura e fadiga precoce. A hidratação deve começar antes do treino, continuar durante a atividade e ser reforçada após o término. Para sessões mais longas, a reposição de eletrólitos pode ser indicada, especialmente em ambientes muito quentes.

Sinais como tontura, visão turva, dor de cabeça intensa, calafrios ou confusão mental não devem ser ignorados. Esses sintomas podem indicar queda de pressão ou exaustão térmica e são motivo para interromper o treino imediatamente. “Treinar no calor exige mais atenção aos sinais do corpo. Persistir apesar do mal-estar aumenta o risco de problemas mais graves”, alerta o treinador.

Outro ponto importante é desmistificar a ideia de que suar mais significa queimar mais gordura. O suor é apenas um mecanismo de resfriamento do corpo. A redução de peso observada após treinos intensos no calor está relacionada, principalmente, à perda de água e não à queima de gordura. Estratégias para “suar mais”, como usar agasalhos ou treinar em locais sem ventilação, aumentam o risco de desidratação e prejudicam a performance.

Diretrizes de entidades como o American College of Sports Medicine reforçam que, em ambientes quentes, a adaptação do treino é fundamental para reduzir riscos e manter a qualidade do estímulo. Ajustar carga, volume e descanso, priorizar a técnica e investir em hidratação são medidas importantes.

  

Grupo Smart Fit

Makes criativas para quem quer ir além do básico nos bloquinhos

Divulgação
Beleza autoral, durável e cheia de identidade transforma os looks da folia 

 

Em 2026, a proposta para as maquiagens de Carnaval vai além do glitter tradicional e aposta em produções mais autorais, que combinam cor, textura e arte no rosto, sem perder de vista a praticidade exigida por quem passa horas sob o sol, entre blocos e desfiles de rua.

Se antes o brilho espalhado resolvia a produção, agora a maquiagem acompanha moda, identidade e conforto. Nas redes sociais e nos bloquinhos, ganham espaço visuais pensados para durar e, ao mesmo tempo, expressar personalidade. A ideia é criar impacto, usando técnicas e produtos que acompanhem o ritmo intenso da festa.

“A maquiagem de Carnaval vai muito além do glitter por glitter. As pessoas querem se expressar, brincar com cores e formatos, mas também precisam de produtos que aguentem calor, suor e movimento”, explica Kelly Nogueira, fundadora da Empreender Make e distribuidora oficial da rede Espaço Make.

Para quem quer sair do básico neste Carnaval, a especialista aponta algumas apostas que ajudam a criar makes criativas, funcionais e cheias de identidade.


Cores e combinações vibrantes

Sombras em azul, verde neon, rosa intenso ou laranja queimado, além de combinações inesperadas, como contrastes entre rosa e vermelho ou azul com amarelo, garantem um efeito alegre e energético para essa época. 

A dica é escolher duas ou três cores que conversem entre si e trabalhar o esfumado de forma estratégica. “Não é sobre exagerar em tudo, mas sobre brincar com a cor de maneira inteligente, valorizando o formato dos olhos e o tom de pele”, explica a especialista.


Pele leve, resistente e luminosa

Mesmo com olhos e detalhes mais ousados, a pele acompanha uma estética mais natural. Bases fluidas, produtos multifuncionais e acabamentos glow substituem camadas pesadas, trazendo conforto térmico e viço. A preparação continua sendo essencial: primer, correções pontuais, selagem estratégica e spray fixador ajudam a manter a maquiagem intacta por horas.


Delineado artístico

Linhas gráficas, traços flutuantes, formatos geométricos e aplicações assimétricas transformam o olhar na maquiagem. Cores vibrantes, acabamento metálico ou até delineadores com glitter elevam ainda mais o visual. Essa proposta permite personalização total e funciona bem até mesmo em produções mais simples de pele.


Lábios confortáveis com cor e brilho

Nos lábios, a prioridade é a sensação agradável ao longo do dia. Glosses, balms com cor, batons cremosos e efeitos vinílicos ganham espaço, entregando brilho e hidratação. Tons vibrantes ou rosados intensos complementam o visual sem ressecar, facilitando a reaplicação durante a folia.

Pedrarias é o charme

Strass, mini pérolas, estrelas e adesivos faciais aparecem como elementos de destaque, aplicados próximos aos olhos ou acompanhando o delineado. A recomendação é optar por poucas aplicações bem posicionadas, garantindo fixação adequada para resistir ao calor e ao movimento. “Menos quantidade e mais intenção fazem toda a diferença”, reforça Kelly.


E, por último, mas indispensável: brilho

O glitter continua sendo símbolo do Carnaval, mas surge em versões mais sofisticadas. Em vez de cobrir grandes áreas do rosto, a tendência é investir em partículas finas, holográficas ou iluminadores líquidos aplicados em pontos estratégicos, como canto interno dos olhos, centro da pálpebra, têmporas ou arco do cupido.

O resultado é um efeito luminoso, fotogênico e confortável, ideal para brilhar do início ao fim da folia.

A maquiagem de Carnaval deste ano revela uma nova fase da beleza, mais criativa, consciente e alinhada à identidade de quem usa, provando que ousar nos bloquinhos pode caminhar junto com praticidade e conforto. 



Empreender Make
www.empreendermake.com.br
Loja física: Av. Leôncio de Magalhães, 1493 – Jardim São Paulo (SP)


Cirurgia Plástica: Novas demandas impulsionam cirurgias entre homens e mulheres

·        Canetas emagrecedoras abrem oportunidade na área estética 

·        Geração Z e Millennial buscam procedimentos mais cedo 

·        Explantes batem recorde

 

O mercado de cirurgia plástica continua em expansão, com projeções indicando um crescimento médio de 5% ao ano até 2030. Em meio a esse cenário, novas tendências e demandas surgem, impulsionadas por avanços médicos e mudanças nos hábitos da população, como destaca o cirurgião plástico Dr. Fernando Amato, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). 

"Temos uma nova condição. Pessoas que estão emagrecendo muito e rápido, devido ao uso de canetas emagrecedoras. Por esse motivo, as cirurgias que mais devem crescer nos próximos anos são as que utilizam tecnologia com foco em retração de pele", comenta Dr. Amato. 

Procedimentos como abdominoplastia, braquioplastia, lifting de coxa e mamoplastia são frequentemente indicados para remover o excesso de pele e reposicionar os tecidos. No rosto, preenchedores faciais e estimuladores de colágeno podem ajudar a restaurar o volume perdido. 


Mais mulheres fazem explante de silicone - A busca por uma estética mais natural tem levado um número crescente de mulheres a optar pelo explante de silicone. Segundo dados recentes da ISAPS, em 2024, foram realizadas 42.231 cirurgias de explante no Brasil, um número recorde desde o início da contabilização em 2015.

Para Dr. Fernando Amato, além da questão estética, dois motivos de saúde são frequentemente citados: 

·         Síndrome ASIA: Condição em que o implante de silicone pode atuar como gatilho para sintomas semelhantes aos de doenças reumatológicas e autoimunes, incluindo dor nas articulações, cansaço, distúrbios do sono, perda de cabelo, olhos e boca secos. 

·         Doença do Silicone: Termo que pode abranger diversas complicações relacionadas ao implante, incluindo toxicidade causada pela presença do silicone e extravasamento mesmo sem ruptura do implante. 


Aumento da procura masculina: O interesse masculino em procedimentos estéticos também demonstra crescimento expressivo. Entre 2018 e 2024, o número de intervenções cirúrgicas realizadas em homens aumentou 95%, enquanto os tratamentos estéticos sem cirurgia (como laser e peelings) cresceram 116%, conforme a ISAPS, com maiores índices na América Latina e no Oriente Médio. 


Dr. Amato aponta que entre as cinco cirurgias plásticas mais procuradas pelos homens está a lipoaspiração, que remove depósitos de gordura para um contorno corporal mais definido, esculpindo o corpo e realçando os músculos.


Além da lipoaspiração, Dr. Amato destaca outros procedimentos populares entre os homens:

 

·         Blefaroplastia: Cirurgia que trata as pálpebras, removendo o excesso de pele e bolsas de gordura, para uma aparência rejuvenescida. 

·         Ginecomastia: Correção do desenvolvimento excessivo das glândulas mamárias. "O procedimento é frequentemente realizado para corrigir essa condição, devolvendo a aparência masculina no peito e aumentando a autoconfiança", afirma Dr. Amato. 

·         Rinoplastia: Cirurgia de remodelação do nariz para corrigir imperfeições estruturais, melhorar a função respiratória ou alterar a estética, harmonizando o perfil facial. 

·         Enxerto de Gordura em Face (Lipoenxertia): Remove gordura de uma área do corpo para reinserir no rosto, restaurando o volume perdido e preenchendo rugas, sulcos e áreas com perda de gordura, para uma aparência revitalizada. 

"Outros procedimentos estéticos também chamam atenção do público masculino, como abdominoplastia, cervicoplastia/lifting cervical, facelifting ou ritidoplastia, brow lifting e otoplastia", acrescenta Dr. Fernando Amato.

 


Gerações Z e Millennial - As gerações mais jovens estão começando a recorrer à medicina estética em idades mais precoces. No dia a dia do Dr. Fernando Amato, não é incomum pessoas jovens irem em busca de procedimentos, especialmente as mulheres. “Atendo adolescentes e mulheres até 30 anos que buscam, principalmente, cirurgias de correção, entre elas mamoplastia redutora (redução do tamanho e peso das mamas), correção da mama tuberosa (reestruturação do formato da mama, reposicionamento do sulco mamário e redução do diâmetro da aréola), correção de mamilo invertido (correção do mamilo que está retraído ou puxado para dentro)  e simetrização mamária (ajuste de diferenças no tamanho, formato ou posição das mamas para proporcionar maior harmonia estética.


Importante ressaltar que cirurgias estéticas em menores de 18 anos só podem ser realizadas com autorização dos pais/cuidadores. 




Dr. Fernando C. M. Amato – Graduação, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica e Mestrado pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Membro Titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).
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