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sábado, 13 de junho de 2026

Maquiagem de Copa: glitter e pinturas no rosto exigem cuidados para evitar alergias e irritações na pele

Reprodução internet
Especialista explica como entrar no clima da torcida sem colocar a saúde da pele em risco

 

A Copa do Mundo 2026 começa oficialmente nesta semana e, junto com a expectativa pelos jogos, cresce também a movimentação dos torcedores que já preparam camisas, acessórios e produções temáticas para acompanhar a competição. Entre as tradições que voltam a ganhar força está a pintura no rosto com as cores da seleção, além do uso de maquiagens coloridas, glitter e adesivos decorativos. 

Embora a proposta seja deixar a torcida ainda mais animada, especialistas alertam que alguns cuidados são fundamentais para evitar reações alérgicas, irritações e outros problemas dermatológicos, principalmente quando os produtos permanecem na pele por muitas horas. 

Segundo a médica especialista em estética Dra. Fernanda Nichelle, o primeiro passo é escolher corretamente os produtos que serão utilizados. "É importante optar por maquiagens e tintas apropriadas para uso na pele, preferencialmente hipoalergênicas, dermatologicamente testadas e com aprovação dos órgãos reguladores. Produtos de origem desconhecida podem causar irritação, ardência, coceira e até queimaduras químicas", explica. 

A médica destaca que o ideal é realizar um teste de sensibilidade antes do uso, principalmente para quem possui histórico de alergias. "A orientação é aplicar uma pequena quantidade do produto em uma região como o antebraço ou atrás da orelha e observar por 24 horas. Se não houver nenhuma reação, o uso tende a ser mais seguro", afirma. 

Outro erro comum é esquecer da proteção da pele antes da maquiagem temática. "O ideal é iniciar com uma boa hidratação e aplicar filtro solar antes da pintura. Mesmo com a chegada do outono e dos dias mais amenos, a proteção solar continua sendo indispensável, já que a radiação ultravioleta segue presente e pode causar danos à pele. Além de proteger contra os efeitos da exposição solar, o filtro ajuda a preservar a barreira cutânea e reduz o risco de irritações", orienta. 

Os cuidados devem ser redobrados em grupos mais sensíveis. Crianças, idosos e pessoas com doenças dermatológicas, como dermatite, rosácea ou histórico de alergias, precisam de atenção especial. "Nesses casos, a pele costuma reagir com mais facilidade e qualquer produto inadequado pode desencadear processos inflamatórios importantes", alerta. 

Ao final das comemorações, a retirada dos produtos também merece atenção. "Não é recomendado esfregar a pele excessivamente. O ideal é utilizar água micelar, demaquilantes suaves ou sabonetes de limpeza delicados, que removem os resíduos sem agredir a pele", explica. 

A médica reforça que entrar no clima da Copa é válido, desde que a diversão venha acompanhada de cuidados básicos. "A maquiagem e a pintura facial fazem parte da festa, mas a saúde da pele deve vir em primeiro lugar. Com produtos adequados e alguns cuidados simples, é possível torcer pelo Brasil com segurança e conforto", finaliza a Dra. Fernanda Nichelle.


Como usar o secador no inverno sem prejudicar a saúde dos cabelos?


Dermatologista Fátima Tubini alerta para os riscos do calor excessivo e reforça a importância do uso correto de secadores e de protetores térmicos durante os meses mais frios

 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, a frequência de uso do secador de cabelo aumenta. O hábito, comum durante o inverno para evitar sair com os fios úmidos, pode trazer consequências para a saúde capilar quando realizado de forma inadequada. O uso excessivo do aparelho, aliado a temperaturas elevadas e à falta de proteção térmica, favorece o ressecamento, a quebra e a perda de brilho dos cabelos.

Segundo a dermatologista Fátima Tubini, o calor intenso pode comprometer a estrutura da fibra capilar, especialmente quando o secador é utilizado muito próximo dos fios ou em temperaturas inadequadas.

“Os secadores devem sempre ser utilizados até a temperatura média ao se fazer uma escova convencional, já que temos a tendência de aproximar o aparelho do cabelo para realizar este procedimento. Temos que manter o máximo de cuidado possível, pois o secador muito quente pode deteriorar os fios. Ao secar, podemos até utilizar na temperatura máxima, mas sempre mantendo a distância de no mínimo dez centímetros do cabelo”, afirma Tubini.

Durante o inverno, o cabelo também tende a sofrer com fatores externos, como banhos mais quentes, baixa umidade do ar e menor produção de oleosidade natural em alguns tipos de fios. Quando esses fatores são somados ao uso frequente de ferramentas térmicas, os danos podem ser potencializados.

Entre os principais sinais de que o cabelo está sendo exposto ao calor em excesso estão o aumento do frizz, pontas duplas, perda de maciez, aspecto opaco e quebra dos fios. Em casos mais severos, a exposição repetida a altas temperaturas pode levar à fragilização da cutícula capilar e ao enfraquecimento da fibra.

Para minimizar os riscos, especialista recomenda que o uso do secador seja feito de forma moderada. Embora não exista uma regra única para todos os tipos de cabelo, a orientação geral é evitar a exposição diária ao calor sempre que possível. Intercalar os dias de uso e permitir que os fios sequem naturalmente em algumas ocasiões pode contribuir para a preservação da saúde capilar.

Outro ponto fundamental é a aplicação de protetores térmicos antes de qualquer procedimento que envolva calor.

“Ao submeter o cabelo a temperaturas elevadas, é de extrema necessidade o uso de protetores térmicos. Eles criam uma camada protetora ao redor da fibra capilar, selando a cutícula e ajudando a evitar a desidratação causada pelo calor do secador, da escova secadora ou de outros aparelhos térmicos”, explica Fátima Tubini.

Além do uso do protetor térmico, algumas medidas simples ajudam a reduzir os danos causados pelo secador:

  • Manter o aparelho a pelo menos 10 centímetros de distância dos fios; 
  • Utilizar temperatura média durante escovas e modelagens; 
  • Evitar concentrar o calor por muito tempo em uma mesma área; 
  • Retirar o excesso de água com toalha antes da secagem; 
  • Finalizar com jato de ar frio para ajudar no alinhamento das cutículas; 
  • Investir em hidratações regulares para repor água e nutrientes perdidos. 

A dermatologista destaca que a prevenção é a melhor estratégia para manter os cabelos saudáveis durante o inverno.

“Não é necessário renunciar ao secador, mas é importante utilizá-lo de maneira consciente e segura. Pequenos cuidados no dia a dia fazem toda a diferença para preservar a saúde, a resistência e a beleza dos fios”, conclui Tubini.

 

Dra. Fátima Tubini - Referência em cuidados e tratamentos dermatológicos, a Dra. Fátima Tubini atua na área da dermatologista há quase 20 anos. Com ampla experiência, a especialista é graduada em Ciências Médicas e possui o título de Especialista em Dermatologia concedido pela AMB e Sociedade Brasileira de Dermatologia. Em sua trajetória, trabalhou com o público infantil na área de pediatria. Atualmente, a profissional proporciona através de procedimentos dermatológicos e estéticos benefícios para a saúde e bem-estar dos seus pacientes.


Mudanças capilares após a gravidez: cuidados e soluções para a perda de volume no pós-parto.


Especialista traz um guia de cuidados para recém-mães e indica as melhores soluções estéticas para quem perdeu volume após a gestação.

 

A chegada de um bebê vira a vida de cabeça para baixo e mexe com cada parte do corpo da mulher, e o cabelo sente esse impacto em cheio. Lá pelo terceiro mês após o parto, muitas mães entram em pânico ao ver tufos de fios caindo no ralo do chuveiro ou na escova. Essa perda de volume repentina tem nome técnico, eflúvio telógeno, mas na pele é puramente uma crise de autoestima. De acordo com dados da Associação Brasileira de Dermatologia, o problema afeta até 50% das mulheres nessa fase. A boa notícia é que o mercado da beleza evoluiu e hoje existem caminhos bem práticos para recuperar o volume e o brilho sem complicação.

Quem lida diariamente com essa queixa nas cadeiras do seu espaço é a especialista em transformação capilar Val Oliveira. Ela explica que, durante a gravidez, a explosão de hormônios deixa os fios em um estado permanente de brilho e crescimento, impedindo que eles caiam. "O que acontece no pós-parto não é um sinal de calvície, mas sim uma compensação da natureza. Aquele cabelo que deveria ter caído aos poucos ao longo dos nove meses resolve cair todo de uma vez só", esclarece. A profissional lembra que, embora a situação tenda a se normalizar sozinha, o impacto visual mexe muito com as mulheres, justificando a busca por socorro imediato.

O primeiro passo para o cabelo voltar a ter força começa em casa, com gestos simples no dia a dia. A profissional ressalta que o maior erro é fugir do lavatório por medo de ver os fios irem embora. "Muitas mães evitam lavar ou pentear com medo de acelerar a queda, mas esse acúmulo só sufoca a raiz. É fundamental manter o couro cabeludo limpo e respirando para que os novos fios nasçam fortes e saudáveis", orienta. Usar água morna ou fria e massagear a cabeça com delicadeza ajuda a ativar a circulação local e estimula o crescimento.

Para quem não quer esperar o tempo da natureza e busca uma resposta rápida para preencher as falhas, as soluções de estética capilar estão aí para isso. No salão, tratamentos focados em desintoxicação da raiz, como a argiloterapia, limpam profundamente o couro cabeludo. Já para as mães que sentem o impacto na autoestima e querem o volume de volta para já, as técnicas modernas de mega-hair de fita adesiva ou próteses capilares ultrafinas funcionam como uma camuflagem perfeita e segura.

"O mega-hair mudou muito. Hoje, ele não serve só para dar comprimento, mas para devolver a massa capilar que a mulher perdeu nesse processo. Usamos técnicas superleves que não pesam na raiz e respeitam a fragilidade desse momento da mãe", pontua a expert. Essas alternativas estéticas dão um fôlego para a mulher passar pela transição hormonal sem precisar esconder o cabelo em coques intermináveis enquanto espera os fios crescerem de novo. 



Fonte: Val Oliveira — Especialista em transformação capilar
@val.oliveirabeauty


Mulheres de diferentes continentes revelam a mesma insegurança diante do espelho; entenda qual é

Créditos: @glorrrrr (Ásia) | @teresa_tavares (Europa) | @ntandokazi_mm (África) | CO ASSESSORIA

Participantes da Ásia, África e Europa descobriram que, apesar das diferenças culturais, compartilhavam as mesmas dúvidas sobre o próprio corpo

 

O que uma mulher de Hong Kong tem em comum com uma atriz portuguesa, uma influenciadora sul-africana e uma ex-Miss Universo da Austrália? À primeira vista, muito pouco. Elas cresceram em continentes diferentes, foram influenciadas por culturas distintas e construíram trajetórias completamente particulares. Ainda assim, quando foram convidadas para uma conversa sobre autoestima, imagem corporal e bem-estar feminino, perceberam que carregavam algo em comum: a sensação persistente de que seus corpos deveriam ser diferentes.

A constatação chama atenção porque surge em um momento em que nunca se falou tanto sobre aceitação corporal. Redes sociais, campanhas publicitárias e movimentos de diversidade ampliaram o debate sobre autenticidade, liberdade estética e amor-próprio. Mesmo assim, mulheres de diferentes partes do mundo continuam descrevendo inseguranças muito semelhantes ao falar sobre a própria imagem.

A conversa surgiu durante uma iniciativa global promovida pela GoldIncision, marca brasileira especializada no tratamento da celulite e atualmente em expansão internacional. A proposta era compreender como mulheres de diferentes continentes se relacionam com uma característica corporal que acompanha a maioria da população feminina. Estima-se que entre 80% e 90% das mulheres apresentem algum grau de celulite ao longo da vida. Apesar disso, ela continua sendo associada a inseguranças e cobranças estéticas em diferentes culturas. A expectativa era encontrar percepções muito distintas. O resultado apontou justamente para o contrário.

Na Ásia, Gloria Mak relembra que cresceu em uma sociedade onde a aparência ocupa um papel importante nas relações sociais e profissionais. Durante anos, acreditou que precisava atingir um padrão físico específico para se sentir aceita. “Hong Kong é um lugar que dá muita importância ao corpo perfeito. Quando eu era mais nova, era extremamente insegura com isso”, afirma. Com o tempo, percebeu que a perfeição que perseguia existia mais nas imagens consumidas diariamente do que na realidade. “Quase ninguém tem um corpo perfeito na vida real.”

A mesma sensação apareceu nos relatos da sul-africana Ntandokazi Mzamo. Durante a adolescência, a comparação constante com outras mulheres influenciava até atividades simples do cotidiano. “Chegava a usar calças para ir à praia porque não gostava da forma como me via”, recorda. Hoje, ela acredita que parte dessa pressão é alimentada pela distância entre a vida real e aquilo que costuma ser exibido nas redes sociais. “Não se comparem constantemente com o que veem online, porque grande parte disso não corresponde à realidade.”

Na Europa, Teresa Tavares fala a partir de uma perspectiva construída pelo tempo. Ao recordar os primeiros anos da vida adulta, diz que a principal dificuldade não estava em sua aparência, mas na sensação constante de inadequação. “Quando tinha dezoito ou vinte anos, sentia que a minha imagem nunca era suficiente. Hoje recuso-me a voltar a esse lugar”, afirma. Para ela, beleza deixou de significar perfeição. “Beleza é presença, é confiança. Beleza é liberdade.”

Para Nívea Bordin Chacur, CEO da GoldIncision, a experiência reforçou uma percepção importante. “A estética não pode ser vista apenas como consumo. Ela precisa estar conectada à saúde, ao equilíbrio e ao cuidado integral da mulher. O mais interessante foi perceber que mulheres de culturas tão diferentes relatavam sentimentos muito parecidos ao falar sobre seus corpos”, afirma.

Embora os relatos tenham surgido em contextos culturais distintos, todos apontavam para a mesma direção. A cobrança muda de idioma, de referências estéticas e de ambiente social, mas continua produzindo sentimentos semelhantes. A distância entre Ásia, África e Europa não foi suficiente para criar experiências tão diferentes quanto se imaginava.

Talvez essa seja uma das maiores contradições do nosso tempo. Nunca houve tantas conversas sobre aceitação corporal, diversidade e liberdade estética. Ainda assim, mulheres de diferentes continentes continuam descrevendo a mesma dúvida silenciosa diante do espelho: a sensação de que ainda precisam mudar alguma coisa para serem suficientes.
 


O envelhecimento do glúteo feminino entra em pauta e impulsiona busca por tratamentos regenerativos e naturais

Criado por Tisciane Carrera, o CelluLift Method nasce de uma nova visão sobre as transformações do corpo feminino ao longo da vida 


Durante décadas, a estética concentrou seus esforços no estudo e tratamento do envelhecimento facial. Rugas, flacidez e perda de volume tornaram-se temas amplamente discutidos por profissionais e pacientes. No entanto, uma transformação igualmente importante permaneceu por muito tempo fora do centro das atenções: o envelhecimento do glúteo feminino. 

Com o passar dos anos, fatores como alterações hormonais, perda progressiva de colágeno, gestação, oscilações de peso e o próprio processo natural de envelhecimento impactam diretamente a sustentação, a qualidade da pele, o contorno corporal e o surgimento da celulite. Ainda assim, poucas abordagens tratam essas mudanças de forma integrada. 

Foi observando essa realidade na prática clínica que a farmacêutica esteta e cirurgiã-dentista Tisciane Carrera desenvolveu o CelluLift Method, protocolo exclusivo voltado ao tratamento das alterações estruturais dos tecidos, com foco na regeneração da pele, recuperação da harmonia corporal e melhora da qualidade do glúteo feminino. 

“Durante muito tempo, falamos apenas sobre o envelhecimento do rosto. Mas o glúteo também envelhece. Ele perde sustentação, qualidade de pele, contorno e firmeza. Muitas mulheres percebem essas mudanças, mas nem sempre entendem o que está acontecendo. Meu trabalho nasceu justamente da necessidade de compreender essas transformações e oferecer tratamentos mais inteligentes e individualizados”, explica Tisciane. 

Reconhecida por sua atuação em harmonização glútea e tratamentos regenerativos, a especialista acredita que a celulite deve ser compreendida dentro de um contexto muito mais amplo do que apenas uma questão estética superficial. “A celulite frequentemente reflete alterações estruturais dos tecidos. Existem fibroses, retrações, perda de qualidade dérmica e mudanças na arquitetura da pele que evoluem ao longo dos anos. Quando entendemos isso, percebemos que o tratamento precisa ir além da superfície e respeitar a individualidade de cada paciente”, afirma. 

Segundo Tisciane, o CelluLift Method foi desenvolvido a partir dessa visão integrativa, associando técnicas voltadas à liberação de fibroses, estímulo regenerativo dos tecidos e melhora da qualidade da pele, sempre com foco em resultados naturais e harmônicos. 

A proposta acompanha uma mudança importante no comportamento das mulheres diante da estética. Se antes o mercado valorizava transformações evidentes e volumizações excessivas, hoje cresce a procura por tratamentos que preservem a identidade corporal e promovam um rejuvenescimento mais elegante. 

“As pacientes não procuram apenas procedimentos. Elas buscam voltar a se reconhecer no espelho. Muitas vezes não desejam mais volume, mas sim sustentação, firmeza, qualidade da pele e harmonia corporal. A naturalidade se tornou um dos maiores símbolos de sofisticação na estética contemporânea”, destaca. 

Para a especialista, o glúteo ocupa atualmente um papel semelhante ao que o rosto ocupou durante muitos anos dentro da percepção de beleza e feminilidade. “Costumo dizer que o bumbum é o novo rosto do corpo feminino. Ele influencia a proporção corporal, o caimento das roupas, a autoestima e a forma como muitas mulheres se enxergam. Por isso acredito que precisamos falar mais sobre o envelhecimento do glúteo feminino e sobre estratégias que permitam envelhecer com harmonia, sem excessos e respeitando a individualidade de cada mulher”, conclui.



Tisciane Carrera - farmacêutica esteta e cirurgiã-dentista, especialista em Harmonização Orofacial e Corporal, com atuação voltada ao envelhecimento e rejuvenescimento do glúteo feminino.


INVERNO PODE COMPROMETER A SAÚDE DOS FIOS E EXIGE CUIDADOS ESPECIAIS COM O MEGA HAIR

Especialista explica como as baixas temperaturas, os banhos quentes e o clima seco impactam a saúde capilar e exigem cuidados específicos

 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, é comum que muitas mulheres reduzam a frequência das visitas ao salão e flexibilizem alguns cuidados com os cabelos. No entanto, o inverno está entre os períodos mais críticos para a saúde capilar. Banhos quentes, clima seco e a diminuição das hidratações favorecem o ressecamento, a perda de brilho e o aumento da quebra dos fios. 

Segundo a especialista em alongamento capilar Ingrid Desirée, referência nacional no segmento de mega hair, a estação exige atenção especial tanto para quem usa extensões quanto para quem deseja preservar a saúde dos fios naturais. 

“O inverno costuma ser uma época em que as pessoas relaxam nos cuidados por acreditarem que os cabelos ficam mais protegidos. Mas acontece justamente o contrário. Os fios sofrem mais agressões e precisam de uma rotina adequada para se manterem saudáveis e bonitos”, explica. 

As mudanças de temperatura afetam diretamente o couro cabeludo, que tende a ficar mais sensível durante os meses frios. Além disso, a água excessivamente quente remove a oleosidade natural responsável por proteger os fios, deixando-os mais frágeis, opacos e suscetíveis à quebra. 

“Outro fator que merece atenção é a redução da hidratação natural provocada pelo clima seco”, alerta a especialista. O resultado pode ser o aparecimento de pontas duplas, perda de movimento e um aspecto mais áspero dos cabelos. Para quem utiliza mega hair, os impactos podem ser ainda maiores, já que tanto os fios naturais quanto as extensões dependem de uma rotina de cuidados para manter a beleza e a durabilidade do procedimento. 

Entre as principais recomendações da especialista estão evitar lavar os cabelos com água muito quente, manter uma rotina regular de hidratação e nutrição, secar completamente os fios antes de dormir e utilizar produtos adequados para cada tipo de cabelo. A escovação diária também ajuda a evitar embaraçamentos e contribui para a conservação do mega hair.

 Ingrid destaca ainda que um dos erros mais frequentes nesta época do ano é adiar as manutenções. “Muitas clientes acreditam que podem prolongar o intervalo entre os atendimentos, mas isso pode provocar desconforto, formação de nós e até sobrecarga nos fios naturais. A manutenção periódica é fundamental para garantir segurança, conforto e um resultado esteticamente bonito”, afirma. 

De acordo com a especialista, o mega hair evoluiu significativamente nos últimos anos, tornando-se uma solução cada vez mais segura para mulheres que buscam volume, comprimento ou recuperação da autoestima. No entanto, o sucesso do procedimento está diretamente ligado aos cuidados realizados em casa e ao acompanhamento profissional. 

Mais do que uma questão estética, manter os cabelos saudáveis durante o inverno representa um investimento em bem-estar e autoconfiança. Fios bem cuidados atravessam as estações com mais resistência, brilho e movimento, refletindo diretamente na forma como muitas mulheres se enxergam. 

“A mulher pode se proteger do frio com casacos e acessórios, mas sua autoestima também precisa de atenção. Cabelos saudáveis e bem-cuidados transmitem confiança, elegância e valorizam a beleza em qualquer época do ano”, conclui Ingrid Desirée.

 

Rainha do Mega Hair

 

Linhas de expressão na pálpebra inferior têm solução? Especialista explica tratamentos e cuidados

Linhas finas, olheras e aspecto de cansaço podem ser amenizados com tratamentos adequados e uma rotina de cuidados com a pele


As primeiras marcas do envelhecimento costumam surgir justamente em uma das regiões mais delicadas do rosto: a área ao redor dos olhos. A pálpebra inferior possui uma pele extremamente fina, pouca sustentação gordurosa e está em constante movimento devido às piscadas e expressões faciais. Como resultado, é comum o aparecimento de linhas finas, alterações na textura da pele e um aspecto de cansaço que muitas vezes persiste mesmo após uma boa noite de sono. 

Entre os procedimentos mais procurados para suavizar esses sinais está o preenchimento com ácido hialurônico. Segundo a especialista em estética avançada Dra. Melissa Brum, a técnica pode proporcionar resultados naturais quando realizada de forma criteriosa e personalizada. 

“A região da pálpebra inferior exige muito conhecimento anatômico e uma avaliação individualizada. Mas não é apenas o ácido hialurônico que traz bons resultados. O tratamento dessa área deve ser feito de forma global, considerando tanto a profundidade quanto a qualidade da pele. Por isso, muitas vezes associamos ácido hialurônico a bioestimuladores de colágeno, que ajudam a melhorar a firmeza, a textura e a sustentação dos tecidos. O objetivo é tratar a região como um todo, promovendo um rejuvenescimento natural e harmonioso, sem exageros”, explica Melissa Brum.

De acordo com a especialista, a escolha do tratamento depende de fatores como idade, características da pele, grau de flacidez e profundidade das marcas. “Em alguns casos, o preenchimento isolado pode trazer bons resultados. Em outros, a associação de tecnologias e substâncias estimuladoras de colágeno oferece uma resposta mais completa e duradoura”, acrescenta. 

Além dos procedimentos realizados em consultório, Melissa destaca que os cuidados diários também fazem diferença na prevenção e no tratamento das linhas de expressão. “O uso diário de protetor solar, uma boa hidratação da pele, noites de sono adequadas e hábitos saudáveis contribuem para preservar a qualidade da pele e retardar os sinais do envelhecimento”, afirma. 

A especialista ressalta ainda a importância de procurar profissionais qualificados para avaliação e indicação do tratamento mais adequado. “Cada rosto envelhece de uma forma diferente. Por isso, o mais importante é respeitar as características individuais e buscar soluções que valorizem a beleza natural, sem transformar a expressão do paciente”, conclui.


O FRIO CHEGOU! 4 CUIDADOS ESSENCIAIS PARA MANTER OS LÁBIOS HIDRATADOS

Ninguém gosta de ter uma boca com aparência seca e rachada? Por isso, a convite de Helioderm, a dermatologista Vanessa Perusso trouxe algumas dicas de como garantir que os lábios não sofram com as mudanças de temperatura e se mantenham lindos durante todo ano. 

 

Com dias extremamente quente e abafado e a chegada de manhãs mais frias, devido a chegada do outono, algumas partes do corpo tendem a sentir mais fortemente o impacto das mudanças de temperatura, como a pele dos lábios. “Nesses dias, é comum sentir a boca ressecada e os lábios sem vida e até rachados. Isso acontece porque essa região contém pouquíssimas glândulas sebáceas, que são justamente as responsáveis por dar à pele aquela sensação de viço. A questão é que, apesar de cosméticos como batom e gloss ajudarem em um primeiro momento, alguns cuidados extras devem ser tomados para garantir que, independentemente da temperatura dos termômetros, os lábios tenham uma aparência saudável”, comenta a dermatologista Vanessa Perusso, parceira de Helioderm, marca de proteção solar da Hertz Farmacêutica. 

A convite da marca, que é especialista em proteção solar, a dermatologista trouxe quatro dicas essenciais para manter os lábios hidratados. Confira!

 

DICA 1

Hidratação de dentro para fora

“A falta de hidratação reflete diretamente na aparência dos lábios. Por isso, principalmente nos dias quentes, é essencial consumir pelo menos um litro e meio de água todos os dias.”

 

DICA 2

Proteção solar é essencial

“O uso do protetor solar para a pele do rosto e do corpo é indispensável. Com os lábios não seria diferente, não é mesmo?! Afinal, essa região possui uma camada de epiderme muito mais fina e delicada, o que torna essencial investir em protetores labiais com, no mínimo, FPS 30 para garantir a proteção, e claro, lembrando sempre da reaplicação a cada 2 horas.” 


DICA 3

Composição reforçada
“Além da importância do protetor solar, outra dica que dou na hora de escolher o hidratante labial ideal é sempre observar se sua composição contém ingredientes emolientes que realmente forneçam hidratação intensa para a pele. Vale apostar em produtos feitos com manteiga de cacau ou karité e que contenham óleo de rícino, óleo de coco e até vitamina E.”

 

DICA 4

Não umedeça os lábios!

Apesar de ser um hábito comum, ao contrário do que muitas pessoas pensam, umedecer os lábios com saliva pode causar o efeito rebote. “Por ter um pH mais elevado, a saliva não consegue penetrar nos lábios, causando apenas uma falsa sensação de hidratação”, explica a dermatologista. 




Helioderm
https://helioderm.com.br/

 

Substâncias definitivas e o espaço do PMMA nos preenchimentos faciais

Saiba os critérios técnicos envolvidos na escolha de materiais permanentes e entenda como os compostos temporários atuam na harmonização.

 

Com a grande popularização da harmonização facial nos últimos anos, cresceu também o interesse dos pacientes por procedimentos de longa duração. Entre as dúvidas mais frequentes está a diferença entre substâncias temporárias e definitivas utilizadas nos preenchimentos faciais, especialmente quando o assunto envolve o polimetilmetacrilato (PMMA), material que frequentemente aparece em discussões e polêmicas sobre sua segurança e resultados permanentes.

O interesse por procedimentos estéticos minimamente invasivos tem crescido de forma consistente no país. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que o Brasil permanece entre os líderes mundiais em procedimentos estéticos, enquanto levantamentos da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética apontam um aumento global na procura por tratamentos não cirúrgicos, incluindo preenchimentos faciais. O cenário contribui para que pacientes busquem cada vez mais informações sobre a durabilidade, os benefícios e as limitações dos diferentes materiais disponíveis. 

O tema voltou ao debate após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçar que os preenchedores à base de PMMA possuem indicações específicas aprovadas no Brasil e que seu uso indiscriminado para fins estéticos não está contemplado nas autorizações vigentes. A agência também destacou que o produto deve ser aplicado exclusivamente por profissionais habilitados e dentro de critérios técnicos rigorosos. Segundo a Anvisa, o PMMA é classificado como um dispositivo médico de alto risco e possui caráter permanente, diferentemente de substâncias absorvíveis utilizadas rotineiramente na harmonização facial.

De acordo com a dentista e especialista em harmonização facial, Dra. Layse Schuster, a escolha de um material não deve estar baseada apenas na duração do resultado, mas principalmente na indicação clínica e no perfil de cada paciente.

“Muitas pessoas acreditam que um produto permanente é necessariamente melhor porque dura mais tempo. Na prática, a decisão depende de diversos fatores, como a região a ser tratada, as características anatômicas do paciente e a possibilidade de ajustes ao longo dos anos”, explica.

A especialista destaca que os preenchedores temporários, como os à base de ácido hialurônico, continuam sendo amplamente utilizados justamente pela previsibilidade dos resultados e pela possibilidade de acompanhamento da evolução facial natural.

“O envelhecimento é um processo contínuo. Produtos absorvíveis permitem adaptações ao longo do tempo, acompanhando as mudanças do rosto e proporcionando resultados mais personalizados. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável”, afirma.

Segundo Layse, independentemente da substância escolhida, a segurança do procedimento está diretamente relacionada ao diagnóstico correto, ao conhecimento anatômico e à utilização de produtos regularizados pelos órgãos competentes.

“O paciente deve compreender que não existe uma solução universal. O mais importante é buscar um profissional habilitado, entender as características de cada material e tomar uma decisão baseada em critérios técnicos, e não apenas na promessa de um resultado permanente”, conclui.

 

Fonte: Dra. Layse Schuster - Dentista e Especialista em harmonização facial | Mestre pela USP e UFMG


Procura por tratamentos estéticos masculinos cresceu 116% nos últimos anos; saiba quais são os 5 cuidados mais buscados

Estudos mostram avanço da estética entre homens no mundo; a rede Homenz, pioneira no setor, já realizou mais de 34 mil procedimentos no Brasil

 

Até pouco tempo, tratamentos estéticos ainda eram vistos com resistência entre os homens, muitas vezes associados à vaidade excessiva. Agora, esse cenário começa a mudar. A Homenz, rede especializada em saúde e estética masculina, acompanha de perto essa transformação no comportamento dos pacientes e realizou mais de 34 mil atendimentos no último ano. Entre os cuidados mais procurados nas unidades da rede estão: protocolos capilares não cirúrgicos, emagrecimento, depilação a laser, transplante capilar cirúrgico e botox. 

Com 82 unidades em operação e outras 32 em implantação, a Homenz foi fundada por Luiz Fernando Carvalho, fundador e CEO da maior rede de estética masculina do Brasil. Segundo o executivo, o avanço da estética masculina acompanha uma mudança no comportamento e na forma como os homens enxergam os cuidados pessoais. “Observamos um aumento na procura por procedimentos menos invasivos, com recuperação rápida e resultados discretos, alinhados à busca por bem-estar, autoestima e envelhecimento equilibrado”, afirma. 

O movimento observado pela Homenz acompanha uma tendência global do mercado de estética masculina. Dados publicados pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) em 2024 mostram que os tratamentos não cirúrgicos realizados em pacientes masculinos cresceram 116% nos últimos anos, enquanto as cirurgias avançaram 95% no mesmo período. Segundo a entidade, os homens já representam cerca de 16% do mercado mundial de estética. Em países como Brasil e Estados Unidos, clínicas e consultórios particulares já relatam que esse público pode representar aproximadamente 30% dos atendimentos. 

Cada vez mais, os cuidados com a aparência passaram a ser associados também à saúde, longevidade, disposição e qualidade de vida. Confira os cuidados mais procurados:


1. Tratamentos capilares não cirúrgicos

Queda de cabelo, entradas e afinamento dos fios estão entre as principais queixas dos pacientes. Os cuidados voltados à saúde capilar concentram cerca de 50% da demanda da rede, com mais de 17 mil atendimentos realizados. Entre as técnicas mais buscadas estão as Tecnologias Regenerativas Complementares, que estimulam a circulação sanguínea do couro cabeludo e favorecem fios mais fortes e saudáveis, além da Infusão Atômica Folicular (MMP), técnica que realiza a aplicação de medicação diretamente no folículo piloso por meio de protocolos personalizados.


2. Emagrecimento

Os tratamentos corporais são procurados principalmente por homens que buscam reduzir gordura abdominal, melhorar o condicionamento físico e recuperar disposição. Atualmente, representam cerca de 9% da demanda da rede, com mais de 3 mil atendimentos realizados. Entre os cuidados mais procurados estão as enzimas lipolíticas personalizadas, aplicadas diretamente na gordura localizada, associadas ao Ultrassom de Alta Potência e correntes eletroterapêuticas, que potencializam a quebra das células de gordura e auxiliam na eliminação natural pelo organismo.


3. Depilação a laser

Costas, tórax, barba e peito aparecem entre as áreas mais procuradas pelos pacientes. A busca está relacionada ao conforto, higiene e praticidade no dia a dia, especialmente entre homens que praticam atividades físicas. A depilação a LED, considerada uma evolução da tecnologia a laser, promove o enfraquecimento progressivo dos pelos até a redução permanente do crescimento, com adaptação para diferentes tons de pele e sessões mais confortáveis.


4. Transplante capilar

A cirurgia segue entre as mais procuradas pelo público masculino, principalmente em casos mais avançados de perda de cabelo. Técnicas modernas, como a FUE, ganharam espaço por oferecerem recuperação menos agressiva, cicatrizes discretas e resultado mais natural. A técnica busca recuperar a densidade capilar preservando as características individuais do paciente.


5. Toxina botulínica

Popularmente conhecida como botox, aparece entre os tratamentos faciais mais realizados atualmente. Os atendimentos ligados à estética facial já ultrapassam 4 mil aplicações e representam cerca de 12% da demanda total da rede. A principal procura está relacionada à suavização de linhas de expressão e ao aspecto de cansaço no rosto, mantendo aparência natural e preservação das expressões faciais.

 


Homenz


Inverno na pele: os ativos que você precisa usar agora para manter viço e proteção

Vermelhidão, ressecamento e ardência não precisam fazer parte da estação. Dermatologista e farmacêutica listam os melhores ativos e passos para blindar a pele nesta temporada
 

O inverno chega e, junto com ele, a pele costuma sofrer: banhos quentes, vento frio, ar seco e menor produção de sebo deixam a barreira cutânea vulnerável, resultando em descamação, ardência e inflamações. “No frio, a pele perde água com mais facilidade, fica sensível e reativa. A hidratação precisa ser reforçada, mas com os ativos certos”, explica Dra. Maria Paula Del Nero, dermatologista pela SBD.

Entre os ativos indispensáveis para esta estação estão a Niacinamida, Ácido Hialurônico, Ceramidas, Pantenol, Madecassosídeo e Peptídeos, que ajudam a reconstruir a barreira, acalmar e reter a hidratação. “Mesmo peles oleosas podem sofrer no inverno, principalmente quando há uso excessivo de sabonetes ou esfoliação agressiva, o que pode gerar efeito rebote”, alerta a médica.

Para Tatiane Moraes, Farmacêutica e Bioquímica Idealizadora da Abalô Dermocosméticos, o inverno é a temporada ideal para potencializar o skincare com texturas mais ricas e ativos de alta performance. “Produtos com Pantenol, Esqualano Vegetal, Ácido Hialurônico, Aloe Vera, Vitamina E, Alantoína, Óleo de Rosa Mosqueta, Óleo de Amêndoas Doces e Óleo de Abacate são aliados no reforço da hidratação, na calma de peles sensibilizadas e na regeneração da barreira cutânea”, pontua.

Outro ponto importante é entender a função dos hidratantes: eles agem por oclusão (formando uma camada protetora que evita a perda de água), emoliência (preenchendo lacunas entre as células) e umectação (atraindo água para a superfície). “Hidratantes calmantes vão além, reduzindo vermelhidão e irritações, essenciais para quem tem pele sensível ou reativa”, completa Tatiane.

Sobre o uso de ácidos durante o inverno, as especialistas são unânimes: esta é a melhor época para tratamentos com ácidos como Glicólico, Mandélico, Lático e Retinóico, porém com cautela, frequência controlada e hidratação intensa para evitar sensibilização. “O ácido pode fazer parte da rotina noturna, mas é indispensável proteger a pele pela manhã com antioxidantes e filtro solar com Ativos calmantes”, orienta Dra. Maria Paula Del Nero.

Para quem deseja uma pele radiante mesmo nos meses frios, a rotina ideal inclui limpeza suave, hidratação potente, antioxidantes e fotoproteção, além de manter a alimentação equilibrada, ingestão de gorduras boas e de pelo menos 2 litros de água por dia. “Cuidar da pele no inverno é também cuidar de dentro para fora”, finaliza Tatiane Moraes.

 


Tatianne Morais Salomão CRF-SP 90.847 | @tatimorais.oficial. Farmacêutica e Bioquímica com ampla experiência no setor de cosméticos, higiene pessoal e manipulação magistral. Pós-graduação em Manipulação Magistral; Pós-graduação em Gestão e Tecnologia Cosmética ; Pós-graduação em Homeopatia; Fundadora da Abalô Cosméticos – Indústria de cosméticos (2010); Desenvolvimento de produtos cosméticos e de higiene pessoal para pele e cabelos; Segurança e eficácia de produtos cosméticos ; Gestão de operações industriais no segmento cosmético. Sistemas de purificação de água para cosméticos ; Sistemas de envase e equipamentos para linhas de produção; Garantia e controle de qualidade aplicados à indústria cosmética; Controle de qualidade de embalagens para produtos cosméticos ; Assuntos regulatórios no setor de higiene pessoal, cosméticos e perfumes; Desenvolvimento e especificação técnica de embalagens para cosméticos


Dra. Maria Paula Del Nero - CRM-SP: 74.594 / RQE: 103.535 - Formada em 1991 pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto-UNESP; Estágio em Dermatologia no Hospital Darcy Vargas; Título de especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; International Fellow da Academia Americana de Dermatologia; Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica; Diretora da Clínica Healthy Dermatologia desde 2001.

 

Prótese de silicone no bumbum perde espaço para contornos naturais

O aspecto estético rígido e os índices de assimetria ao caminhar têm reduzido a indicação de implantes glúteos sintéticos em favor de técnicas de preenchimento com gordura autóloga.


Quem acompanha as redes sociais ou frequenta consultórios de cirurgia plástica já deve ter reparado: aquela estética super marcada e volumosa, que reinou absoluta nos anos 2000, está com os dias contados. O desejo da vez é o movimento. A tradicional prótese de silicone no bumbum, antes o padrão de ouro para quem queria curvas definitivas, vem sofrendo uma queda drástica de popularidade. As pessoas cansaram do visual artificial e passaram a exigir resultados que combinem com a vida real.

Essa virada de chave não é só uma questão de olhar no espelho e achar feio. O problema do silicone na região glútea aparece, principalmente, quando o corpo se mexe. "Muitas pacientes começaram a se queixar do aspecto rígido e, pior, de uma assimetria bem chata que ficava evidente na hora de caminhar. A prótese é estática, ela não acompanha a dinâmica natural dos nossos músculos", explica a Dra. Maira, cirurgiã plástica que acompanha de perto essa transição no comportamento das pacientes.

Com a rejeição aos implantes sintéticos em alta, a solução veio de dentro do próprio corpo. A técnica do momento é a lipoenxertia, que nada mais é do que usar a gordura autóloga (da própria pessoa) para modelar a região. O processo é inteligente: o médico retira aquela gordura localizada indesejada, de áreas como o abdômen ou os flancos, trata esse material e o injeta de volta, mas agora nos pontos certos do bumbum.

A grande sacada dessa abordagem é a liberdade que ela dá ao cirurgião para desenhar o corpo. Segundo a médica, a gordura se integra perfeitamente ao organismo, o que elimina o risco de rejeição e deixa o toque muito mais macio. "Com a gordura, a gente consegue preencher as depressões laterais do quadril e dar projeção respeitando a anatomia de cada um. O silicone é um bloco pré-moldado; ele não se adapta às curvas individuais como o tecido do próprio paciente", pontua.

Na prática do pós-operatório, a diferença também é brutal. Colocar uma prótese por dentro do músculo glúteo costuma render uma recuperação dolorosa e bastante restritiva. Já a transferência de gordura é mais sutil, tem um pós-parto bem mais tranquilo e não deixa aquela cicatriz vertical incômoda na região do bumbum. É o tipo de procedimento que entrega o resultado sem deixar pistasde que a pessoa passou por uma cirurgia.

O que estamos vendo no mercado não é o fim das cirurgias de contorno corporal, mas o nascimento de uma vaidade muito mais madura. As pessoas ainda querem melhorar a silhueta, mas agora o luxo está em parecer que você nasceu assim. Os exageros estruturados e os formatos geométricos ficaram no passado, a era agora é do equilíbrio e da fluidez. 



Fonte: Dra. Maíra Amábile — Médica | Cirurgiã Plástica | Especialista em Contorno Corporal
@dra.mairaamabile


Com a queda das temperaturas, a pele passa a exigir mais atenção na rotina skincare; especialista explica os principais cuidados para o inverno

Hidratação e proteção solar estão entre as principais recomendações da biomédica esteta Jéssica Magalhães para atravessar a estação sem danos à pele.

 

Com a chegada do inverno, a combinação entre temperaturas mais baixas, redução da umidade do ar e mudanças nos hábitos diários costuma impactar diretamente a saúde da pele. Embora muitas pessoas associem os cuidados mais intensos aos períodos de calor e maior exposição ao sol, é justamente durante os meses mais frios que a pele tende a enfrentar desafios relacionados à hidratação, sensibilidade e manutenção da sua barreira de proteção natural

 

A sensação de pele repuxando, descamações e até pequenas irritações estão entre as queixas mais frequentes nesta época do ano. Isso acontece porque o clima seco favorece a perda de água da pele, enquanto os banhos mais quentes e demorados, hábito comum durante o inverno, contribuem para a remoção da camada lipídica responsável por proteger a pele das agressões externas. 

 

Segundo a biomédica esteta Jéssica Magalhães, a estação exige uma mudança estratégica na rotina de cuidados. “Muitas pessoas mantêm exatamente os mesmos produtos e hábitos do verão, mas a pele passa a ter necessidades diferentes. No inverno, o foco deve estar na reposição de hidratação e no fortalecimento da barreira cutânea, que funciona como um escudo natural contra fatores externos”, explica.

 

Com isso, a hidratação ganha protagonismo ainda maior na rotina de skincare, através de produtos com ativos hidratantes e nutritivos que ajudam a preservar a umidade natural da pele reduzir os impactos provocados pelas condições climáticas típicas da estação. A especialista reforça que a recomendação é que a aplicação seja feita diariamente, especialmente após o banho, momento em que a pele apresenta maior capacidade de absorção. 

 

Outro ponto que costuma gerar dúvidas é a continuidade do uso do protetor solar durante dias frios. Apesar da diminuição da sensação de exposição ao sol, a radiação ultravioleta continua presente e seus efeitos são cumulativos. Por isso, a proteção solar permanece sendo uma etapa indispensável na rotina de cuidados, inclusive para prevenir o envelhecimento precoce e o surgimento de manchas

Especialista em pele preta e há mais de uma década orientando sobre cuidados com a pele, Jéssica chama a atenção para as particularidades e demandas específicas durante o inverno. Embora apresentem características que contribuem para uma maior proteção natural, elas também podem sofrer com o ressecamento e com a perda de luminosidade quando a hidratação não é adequada. Entre os cuidados recomendados estão a utilização de hidratantes mais nutritivos, com ativos como manteiga de karité, ceramidas e ácido hialurônico, além da aplicação logo após o banho para potencializar a retenção de água na pele. 

“A hidratação adequada ajuda a preservar o conforto e a maciez da pele, mas também auxilia na manutenção da sua uniformidade, luminosidade e equilíbrio. Quando existe uma rotina consistente de skincare, é possível passar o inverno sem os desconfortos que muitas pessoas costumam associar à estação”, afirma. 

A biomédica esteta reforça que não existe uma fórmula única para todos os tipos de pele, mas sim a necessidade de observar suas características e adaptar os cuidados conforme as mudanças climáticas. “O inverno é um período que exige mais atenção à prevenção nos cuidados com a pele. Quanto antes a pessoa adota hábitos adequados, menores são os impactos do ressecamento e maiores as chances de manter a pele saudável durante toda a estação”, conclui.


Acne: erros comuns na escolha de produtos e como acertar na rotina de cuidados

Foco em soluções pontuais e excesso de passos diários podem comprometer o controle das lesões


Comum na adolescência, mas também presente na vida adulta, a acne está relacionada à oleosidade da pele, mas não se limita a esse fator. Entre as causas, estão as alterações hormonais e características de cada pessoa. O óleo (sebo) é produzido naturalmente pelo nosso organismo e ajuda a manter a pele equilibrada, mas em excesso pode contribuir para o surgimento de cravos e espinhas. Embora afete cerca de 85% dos adolescentes e 15% dos adultos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a condição ainda levanta dúvidas e nem sempre é tratada de forma adequada.

De acordo com Jéssica Starek, dermatologista da ALS Beauty & Personal Care, um dos erros mais comuns está na forma como o tratamento é conduzido no dia a dia. “É comum tratar apenas a espinha que está visível, mas a acne não é pontual, ela aparece quando a pele como um todo já apresenta um desequilíbrio, então o cuidado precisa ser contínuo e em toda a região”, explica.

Isso ajuda a entender por que soluções rápidas tendem a ter efeito limitado no longo prazo. Produtos secativos, por exemplo, podem até reduzir uma lesão específica, mas não evitam o surgimento de novas, já que não atuam nos fatores que desencadeiam o quadro.

Na prática, estruturar uma rotina de cuidados pode ser mais simples do que parece: limpeza adequada, controle da oleosidade, hidratação e uso de produtos apropriados formam a base. Na escolha do sabonete, a orientação da especialista é observar como a pele reage após a lavagem. ‘’Se a pele apresenta sensação de repuxamento, significa que o produto está fazendo uma limpeza agressiva. Mas, caso a pele fique oleosa rapidamente, quer dizer que o sabonete está muito suave’’.

A dermatologista também aponta que outro ponto de atenção está na combinação de produtos. O uso de vários itens ao mesmo tempo na tentativa de acelerar resultados pode levar ao efeito oposto, com irritação, sensibilização e até novas espinhas. “A pele responde melhor à consistência do que ao excesso. Rotinas mais enxutas e bem estruturadas tendem a trazer resultados mais duradouros”, afirma a especialista da ALS Beauty & Personal Care.


Aprenda a ler os rótulos 

Com a variedade de produtos disponíveis, parte do desafio é entender o que cada fórmula propõe. Termos como “dermatologicamente testado”, “clinicamente aprovado”, “antiacne”, “redução da oleosidade” ou “controle de oleosidade” estão associados a avaliações específicas, que consideram desde a redução de lesões até o equilíbrio do sebo e a tolerância da pele ao uso contínuo.

Na ALS, a comprovação da eficácia dos produtos passa por diferentes frentes de análise. São utilizados equipamentos para mensurar a quantidade e a taxa de produção de sebo, além de técnicas de imagem que permitem quantificar o brilho da pele causado pelo aumento de sebo e protocolos padronizados para a contagem de lesões de acne. Essas avaliações são combinadas a estudos clínicos desenvolvidos para cada tipo de efeito  (como redução e controle da oleosidade)  o que assegura a validação científica dos resultados.

“Ao analisar um produto, é importante entender que cada benefício descrito no rótulo corresponde a um tipo específico de avaliação. Na prática, isso significa que diferentes fórmulas podem atuar de forma complementar, desde que haja comprovação clínica para cada um desses efeitos”, explica Gabrielli Brianezi, Gerente Técnica de Pesquisa Clínica da ALS Beauty & Personal Care

Para a Dra. Jéssica Starek, o mais importante é alinhar expectativa e consistência. “Mais do que buscar múltiplos benefícios ao mesmo tempo, vale priorizar produtos que façam sentido para o momento da pele e manter uma rotina contínua. Isso tende a trazer resultados mais equilibrados ao longo do tempo’’, finaliza.

 

ALS Beauty & Personal Care


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