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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Tudo o que você precisa saber na reta final do Enem 2025

Com um pouco mais de 2 meses para a prova, especialista reforça a importância de organização, equilíbrio e atualização constante; veja dicas e calendário do exame
 

Faltam cerca de dois meses para o Enem 2025, marcado para os dias 9 e 16 de novembro. Principal porta de entrada para universidades públicas e privadas em todo o país, o exame exige não apenas conhecimento, mas também estratégia, preparo emocional e rotina bem-organizada

Para Hugo de Almeida, diretor do PB Colégio e Curso, que aparece entre os melhores do ranking Enem 2024 no Rio de Janeiro, este é um momento importantíssimo para consolidar conteúdos e manter o equilíbrio até a prova

“Na reta final do Enem, nesse tempo que falta, a gente já está chegando no final dos conteúdos que são trabalhados ao longo do ano. Em breve, todos os preparatórios entram na fase de revisão. É hora de consolidar os assuntos que caem com mais frequência, principalmente de acordo com a carreira e a universidade escolhida”, explica. 

Segundo Hugo, a estratégia precisa ser personalizada e consciente do sistema de avaliação.

“Se o candidato é de Direito, Humanas e Linguagens vão ter mais peso em boa parte das faculdades. Se é de Medicina, Ciências da Natureza exigem dedicação maior. Para Engenharias, Matemática se torna central. Por isso, é importante revisar com foco nos pesos de cada área, fechar os conteúdos que caem com mais frequência e garantir um bom desempenho também no TRI, que é o principal sistema de discriminação de notas do Enem.”
 

A redação Nota 1.000 

A prova de redação segue sendo um dos maiores desafios. Para Hugo, ela exige capacidade argumentativa e repertório atualizado

“Ter opinião é fácil, o difícil é sustentar a opinião. O candidato precisa estar antenado com os grandes fatos e movimentos históricos que estamos vivendo: mundo pós-pandemia, mudanças na economia global, entrada da inteligência artificial na rotina. Tudo isso pode aparecer como pano de fundo na redação.” 

Mais do que decorar fórmulas, é essencial acompanhar notícias, podcasts e reportagens de fontes confiáveis

“Uma das competências mais difíceis é justamente a de argumentar. Quanto mais repertório, mais condições o aluno terá de defender sua opinião e propor uma intervenção crítica e viável, que é o objetivo da redação do Enem.” 

Hugo recomenda que os candidatos reservem tempo para se atualizar, mesmo nos dias corridos de estudo.

“A prova de redação é uma prova crítica e de intervenção. Para propor uma solução, você precisa compreender muito bem aquele assunto. Quanto mais notícias, mais informações, mais argumentos e repertório o candidato terá para sustentar sua opinião.”
 

Estudo x vida social: como equilibrar

Outro dilema comum entre estudantes e famílias é a relação entre rotina de estudos e lazer. Segundo Hugo, o segredo está no equilíbrio. 

“Carreiras como Medicina, Direito e Engenharias exigem dedicação quase de atleta. Mas lazer não precisa ser excluído, ele é até fundamental para a saúde mental. A questão é escolher atividades que não atrapalhem os estudos. Uma caminhada, academia ouvindo podcast, cinema com amigos, jogo de tabuleiro, tudo isso é válido. Já festa virando a madrugada, claro, atrapalha.” 

Ele defende que o lazer seja “bem dimensionado”

“O aluno precisa ter momentos de respiro, mas que sejam compatíveis com o ano de vestibular. A gente sugere sempre lazer saudável: esporte, academia, caminhadas, cinema, conversa com amigos. Isso ajuda a manter a mente em ordem. Mas o lazer precisa ser planejado para não prejudicar a rotina de estudo.”
 

Organização e tranquilidade no dia da prova

Mais do que revisar conteúdo até a última hora, Hugo acredita que o diferencial no dia do Enem está no bem-estar emocional

“Só passa no Enem quem chega feliz e sem culpa. O candidato precisa sentir que fez tudo que estava ao alcance. Dormir bem, se alimentar corretamente e manter uma rotina organizada fazem uma diferença enorme.”

Ele reforça que, na reta final, o segredo é fechar ciclos de estudo para não carregar ansiedade para a prova

“Não deixe de finalizar seus estudos de Física, não deixe de revisar redações. Use o tempo com qualidade e feche seus ciclos. Quando o aluno chega ao Enem sentindo que entregou tudo, ele fica bem para dar o seu melhor.” 

E resume com a frase que repete sempre aos vestibulandos:

“No dia do Enem, o que faz diferença é estar leve, seguro e sem culpa. Quem chega sereno, com o sentimento de dever cumprido, consegue brilhar.”
 

8 dicas de ouro para a reta final do Enem

  • Revise os conteúdos mais cobrados, priorizando as áreas com maior peso para sua carreira e universidade-alvo.
  • Monte um cronograma realista de estudos até novembro, incluindo revisões e simulados.
  • Treine redações semanais, sempre focando em argumentação e proposta de intervenção.
  • Atualize-se sobre o mundo: leia jornais, ouça podcasts e debata temas sociais.
  • Cuide da saúde física e mental: sono regulado, alimentação equilibrada e atividade física são aliados.
  • Reserve momentos de lazer saudáveis, mas que não comprometam a rotina.
  • Feche ciclos de estudo: finalize conteúdos e revisões para não levar ansiedade para a prova.
  • Controle a ansiedade: encare o Enem como parte de um processo, não como um único dia decisivo.


Serviço 

Enem 2025

Datas

  • 1º dia — 9 de novembro

Redação, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias.

  • 2º dia — 16 de novembro

Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias.


O que levar

Documento oficial com foto

Caneta esferográfica preta (transparente)

Cartão de confirmação da inscrição

Água e lanche leve
 

Horários

  • Portões abrem às 12h e fecham às 13h (horário de Brasília)
  • Prova começa às 13h30

“Para quem estudou bastante, a reta final é hora de mostrar tudo o que foi feito ao longo do ano. O mais importante é chegar ao Enem leve, sereno e feliz, com a cabeça no lugar e o sentimento de dever cumprido. É assim que o candidato consegue dar o seu melhor.”, finaliza Hugo de Almeida, diretor do PB Colégio e Curso.

 

Nova solução de inteligência artificial dá voz aos pequenos negócios nas redes sociais

A plataforma Weero oferece praticidade aliada à produção
 criativa para empreendedores desenvolverem suas
marcas nas redes sociais
Freepik 
Plataforma da Horizon Logic busca democratizar a comunicação digital, ajudando empreendedores e autônomos a superar os desafios de tempo, verba e conhecimento

 

Empreender no Brasil exige lidar com desafios estruturais e operacionais que vão muito além de uma ideia inovadora e de recursos financeiros. Saturação do mercado, concorrência intensa e realidade digital pressionam empreendedores a investir e a manter uma comunicação efetiva e constante, e a inteligência artificial é a chave para equilibrar essa equação. 

É nesse cenário que a Horizon Logic lança a plataforma Weero, que promete ir além da automação: oferece praticidade aliada à produção criativa que responde às principais dores dos pequenos negócios e prestadores de serviços na comunicação nas redes sociais. 

Custos com agências ou profissionais de marketing não são acessíveis à boa parte dos micro e pequenos empreendedores, e empresários que tentam assumir essas tarefas esbarram em conhecimento e tempo disponível. "Apesar de existirem ferramentas que facilitam a criação de publicações para canais digitais,  o pequeno empresário ou o autônomo não dispõe de tempo ou mesmo habilidade suficiente para desenvolver sua comunicação e acaba desistindo em alguma etapa do caminho”, comenta o Chief Executive Officer da Horizon Logic e idealizador da Weero, Thiago Balero Joaquim.

A recém-lançada plataforma automatiza conteúdos a partir das orientações do empreendedor e programa publicações em lote, sem demandar redatores e designers especializados. "A Weero conta com uma interface acessível, que funciona como uma conversa, e foca na experiência do usuário, simplificando o uso da inteligência artificial e mantendo a voz da marca presente e coerente”, explica Joaquim. Outro fator importante é o tempo necessário para desenvolver publicações: um post é criado em cerca de três minutos.


IA como ferramenta de inclusão e democratização

Considerando que 67,8% da população brasileira é usuária das redes sociais, segundo o relatório Digital 2025 Brasil, manter uma comunicação ativa nas redes sociais pode ser considerada uma atividade básica para prestadores de serviços e empreendedores. “As redes sociais são canais diretos e gratuitos para conquistar novos clientes e fortalecer marcas. Hoje em dia, os consumidores buscam informações sobre produtos e referências principalmente nos canais digitais”, comenta Joaquim.

Ferramentas acessíveis e inteligentes promovem empoderamento digital e autonomia estratégica para micro e pequenas empresas e para profissionais autônomos, que ainda sofrem as consequências da baixa adoção de IA e da transformação digital em um mercado competitivo. 

"Ao facilitar a adoção de uma automação criativa, a Horizon Logic contribui para que empreendedores brasileiros superem entraves históricos — como falta de tempo, verba, conhecimento e estrutura — e atuem com relevância, coesão e inteligência, reforçando nosso propósito de promover o mercado”, enfatiza o Chief Commercial Officer da Horizon Logic, Miguel Mendes

 

Gastos com ações judiciais igualam receita com bagagens: um alerta para o setor aéreo brasileiro

As condenações judiciais não se restringem a ações de passageiros, incluindo também causas trabalhistas, tributárias e ambientais 


No primeiro trimestre de 2025, as companhias aéreas brasileiras gastaram aproximadamente R$ 330 milhões com condenações judiciais, o mesmo valor que arrecadaram com a cobrança de bagagens despachadas. Os dados fazem parte do novo Painel de Demonstrações Contábeis lançado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que traz maior transparência sobre os custos e receitas do setor. O valor representa 1,87% dos custos totais das empresas no período, e evidencia um problema crescente: o impacto financeiro das disputas judiciais no setor. 

Segundo a Anac, o painel interativo foi desenvolvido para ser acessível ao público geral e útil para analistas, jornalistas e pesquisadores. Entre os principais dados apresentados, destaca-se o fato de que a venda de passagens aéreas responde por 88,29% da receita das companhias (R$ 16,59 bilhões), enquanto as cobranças de bagagens representam apenas 1,76%, exatamente o mesmo percentual do gasto com ações judiciais. 

Para Rodrigo Alvim, advogado atuante na defesa do Direito do Passageiro Aéreo, o montante de R$ 330 milhões abrange mais de 50 companhias aéreas em operação no país e corresponde a pouco mais de 1% do faturamento total. No entanto, ele alerta que as condenações judiciais não se restringem a ações de passageiros, incluindo também causas trabalhistas, tributárias e ambientais, o que revela a complexidade do ambiente jurídico enfrentado por essas empresas. 

“Embora a maior parte das ações tenha origem em falhas com passageiros, como atrasos, cancelamentos e extravio de bagagens, o valor gasto evidencia que as companhias tratam seus clientes mais como riscos jurídicos do que como consumidores que merecem atendimento de qualidade”, avalia o Alvim. 

Ao comparar com o cenário europeu, o especialista destaca que a Resolução 261 da União Europeia, que prevê compensações automáticas para passageiros em casos de problemas com voos, reduz a judicialização ao promover acordos extrajudiciais e padronizados. No Brasil, porém, os passageiros ainda enfrentam um sistema moroso e empresas relutantes em oferecer soluções rápidas. 

“Enquanto na Europa a resolução extrajudicial é mais eficaz, no Brasil cresce a tendência de judicialização. Com o aumento no número de passageiros e o maior acesso à informação, é provável que a quantidade de ações aumente nos próximos anos”, afirma. 

De acordo com Rodrigo, a única forma de reduzir esses custos judiciais é melhorando a qualidade dos serviços prestados. "O problema não está apenas nos processos, mas na conduta das companhias, que em muitos casos optam por lidar com ações na Justiça em vez de evitar os conflitos desde a origem”, finaliza. 

 

Fonte: 

Rodrigo Alvim - Mestre em Direito pela PUC/MG. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com um semestre na Univesidad de Barcelona. Possui MBA em gestão empresarial pela FGV. É especialista em Direito dos Passageiros Aéreos 

M2 Comunicação Jurídica



2 em cada 5 mortes em rodovias acontecem por falta de cinto de segurança, aponta Arteris

  

                                         Arteris

Apesar da redução geral de fatalidades no 1º semestre de 2025 na comparação com o ano anterior, dados indicam que a negligência no uso do item de segurança mais básico está relacionada a 90 mortes registradas nesse período, somando os dois últimos anos 

 

A Arteris, especialista em gestão de rodovias, realizou um balanço semestral que revela um dado preocupante: a falta do cinto de segurança continua sendo determinante em uma parcela expressiva das mortes nas rodovias. Ao todo, nos primeiros semestres de 2024 e de 2025, 90 pessoas perderam a vida em acidentes em que houve a constatação da ausência do equipamento.

A análise mais recente mostra que quase metade (43,7%) das mortes no primeiro semestre deste ano, em acidentes com veículos elegíveis para o uso do equipamento (carros, caminhões e ônibus), estão relacionadas à falta do cinto de segurança. 

Um perfil de vítima muito específico desponta nesse cenário: 76,6% das fatalidades (69 dos 90 casos analisados) envolvem pessoas do sexo masculino, sendo os condutores dos veículos a maior parcela - 61 mortes. A negligência quanto ao uso do cinto de segurança permanece, assim, como um fator persistente para a letalidade dos acidentes.

De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), as infrações por não usar o cinto de segurança saltaram de 90.067 registros em 2007 para 216.267 no ano passado, um comportamento que contribui para o alto número de mortes evitáveis nas estradas. O Código de Trânsito Brasileiro classifica o não uso do cinto como infração grave. A multa é de R$ 195,23 e acarreta 5 pontos na CNH do condutor. O veículo pode ser retido até que todos os ocupantes estejam devidamente afivelados.

Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) reforçam a importância do equipamento: o uso do cinto de segurança reduz o risco de morte em pelo menos 60% para quem está no banco da frente e em 44% para os ocupantes do banco traseiro. Cerca de 50% da eficácia do cinto está diretamente relacionada à prevenção da ejeção de ocupantes em caso de colisão. O estudo alerta ainda para um dado crítico: não usar o cinto no banco de trás aumenta em cinco vezes o risco de morte de quem está no banco da frente.

"Realizamos ações educativas contínuas sobre segurança nas rodovias, investimos em infraestrutura, tecnologia e inovação para reduzir acidentes e preservar vidas no trânsito. Fazemos a nossa parte, mas precisamos da conscientização de todos. Usar o cinto é uma atitude simples, que pode representar a diferença entre a vida e a morte. É muito triste saber que ainda temos pessoas que se arriscam nas estradas e desrespeitam essa regra básica e tão fundamental para a segurança", lamenta Marcelo Sato Mizusaki, superintendente do Núcleo de Operações da Arteris.

Uma criança sem cinto ou com o dispositivo mal posicionado, por exemplo, pode ser projetada contra bancos, painel ou outros passageiros, mesmo em baixa velocidade. Por isso, a recomendação é que o cinto esteja sempre ajustado ao corpo, passando pelo ombro e quadril, com acessórios que ajudem a manter a postura correta sem comprometer sua eficácia.

Além disso, tecnologias de monitoramento com inteligência artificial e parcerias com o policiamento rodoviário ajudam a coibir condutas imprudentes. Essas ações reforçam que a negligência no uso de equipamentos de segurança pode trazer consequências graves a todos os ocupantes do veículo, independentemente da idade. 


Salvar vidas: compromisso alinhado à Agenda ESG e ONU

A segurança viária é um dos pilares estratégicos da Arteris, integrado a Agenda ESG e aos Objetivos do Desenvolvimento Estratégico da ONU por meio do ODS 3 (Saúde e Bem-estar), norteando ações da companhia nos 3.200 quilômetros de rodovias que administra por meio de sete concessionárias em SP, MG, RJ, SC e PR. 

Arteris
A companhia assinou voluntariamente a Década de Ação para Segurança no Trânsito, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê a redução em 50% das fatalidades até 2030. Os resultados do período entre 2010 e 2020 foram excelentes, com a superação da meta com redução de 51% e a renovação do propósito até 2030, o que reforça a sua atuação conjunta com órgãos de fiscalização e com a sociedade para salvar vidas.

A atuação da empresa na área de segurança viária é integrada e baseada em estudos técnicos, pesquisas de comportamento, análise de tráfego, mapeamento de acidentes e aplicação de novas tecnologias. Cada concessionária possui seu próprio Plano de Redução de Acidentes (PRA), elaborado pelo Grupo Estratégico de Redução de Acidentes Rodoviários (Gerar) e estruturado em três pilares:

  • Engenharia: obras e projetos de infraestrutura que incluem duplicações, áreas de escape, melhorias na aderência do pavimento, reforços de sinalização e implantação de dispositivos de segurança;
  • Operações e Tecnologia: monitoramento por câmeras inteligentes, reforço de equipes em períodos de alto fluxo, apoio a ações de fiscalização e organização de simulados;
  • Educação: programas permanentes como o Projeto Escola, Viva Meio Ambiente e campanhas dos Programas Viva, entre eles o “Tô de Cinto, Tô Seguro”, que já impactaram milhões de motoristas e passageiros.

 

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Inteligência Artificial ajuda no processo de Fertilização in Vitro e transforma a vida de casais que desejam ter filhos

Alimentada com o conhecimento científico dos especialistas em reprodução humana, tecnologia traz avanços para a medicina reprodutiva na avaliação da qualidade dos óvulos

 

Casais que buscam a reprodução assistida contam com mais um campo da ciência para o aumento das chances de sucesso nessa jornada: a Inteligência Artificial (IA). A partir de um avançado arsenal de dados, algoritmos são treinados para auxiliar especialistas em Fertilização in Vitro (FIV), técnica considerada um dos pilares da medicina reprodutiva, na busca de melhores desfechos clínicos. Ao analisar grandes volumes de informações em tempo real, a IA garante maior precisão e rapidez na análise dos óvulos coletados da paciente.

A FIV é um tratamento para a infertilidade altamente complexo, constituído por importantes etapas até que seja realizada a fecundação, cultivo embrionário e implantação do embrião no útero da paciente. “Inicialmente, a mulher recebe medicamentos para estimular o crescimento de folículos, pequenas estruturas localizadas nos ovários que envolvem, cada uma delas, um óvulo. Após o estímulo ovariano, os folículos crescem. Quando estão, possivelmente, maduros, os óvulos são aspirados por meio de um procedimento minimamente invasivo e encaminhados ao laboratório de fertilização para análise microscópica”, detalha Dra Verônica Ferraz, diretora da Clínica Geare de Medicina Reprodutiva, referência da especialidade na região Nordeste, com unidades em Pernambuco e na Paraíba.

É nesse momento que a IA representa um avanço significativo. Com visão computacional, ela interpreta grande quantidade de dados proporcionados por imagem dos óvulos que não podem ser vistas pelos embriologistas apenas com o uso de microscópio. Dessa forma, verifica a qualidade e calcula as chances de cada óvulo dar origem a um embrião saudável.

“O uso da Inteligência Artificial gerou avanços expressivos na jornada dos casais que querem engravidar e buscam a FIV. A tecnologia permite avaliar a qualidade dos óvulos sem colocá-los em risco e gera pontuações para predizer a probabilidade de sucesso na fertilização, estimando o número de embriões a serem formados e, também, as chances de nascidos vivos”, explica a fertileuta. Ela acrescenta que a qualidade do óvulo é uma característica crucial para a fertilidade. “Com esse avanço, permitimos que a paciente tenha uma visão mais ampla de sua jornada reprodutiva. A partir das informações personalizadas obtidas com a ferramenta, são tomadas decisões durante o tratamento de reprodução assistida que aumentam as chances de gravidez a curto e a longo prazo “, afirma.

Em relação às mulheres que irão congelar óvulos, a IA pode ajudar muito na estimativa do número que precisa ser congelado para que haja maior probabilidade de gestação no futuro. Antes da IA, tal estimativa era realizada de forma observacional, a partir da avaliação da idade da paciente e seus dados clínicos. A depender da qualidade dos óvulos mostrada pela inteligência artificial, pode ser sugerida a realização de outro ciclo de coleta.

Ao aumentar a precisão na triagem das células reprodutivas femininas, a IA pode, também, diminuir o número de ciclos que precisam ser realizados. “Isso reduz não só os custos financeiros para a paciente, mas também o tempo dedicado ao processo, o que contribui para o seu bem-estar emocional, aliviando sentimentos de ansiedade e frustração”, afirma a especialista em medicina reprodutiva da Clínica Geare.

 

Plantando consciência: a educação ambiental como semente do futuro

Vivemos tempos em que os alertas sobre a crise ambiental já não são previsões, mas realidade cotidiana. Enchentes, secas, queimadas e poluição afetam desde grandes cidades até pequenas comunidades. A pergunta urgente é: estamos educando as novas gerações para cuidar do planeta? 

A sustentabilidade não pode ser vista como uma tendência ou escolha opcional; é uma necessidade urgente. Mais do que ensinar a reciclar e economizar água, a educação ambiental deve promover consciência crítica, mostrando como nossas ações afetam o meio ambiente e a nossa sobrevivência. 

A degradação ambiental está presente nas contas de luz, no aumento dos preços de alimentos e nos desastres naturais que forçam famílias a abandonar suas casas. Um exemplo é a poluição das águas, como a da Lagoa da Pampulha, que revela falhas em saneamento básico e falta de políticas públicas eficazes. Aliás, muito do lixo retirado da lagoa vem do descarte incorreto, revelando falhas da nossa sociedade de cuidar do próprio espaço. 

Além disso, é preciso entender que a crise ambiental é também uma crise social. Os vulneráveis são os mais afetados. É aí que entra a justiça ambiental, que exige que um meio ambiente saudável seja garantido a todos. Quando bairros periféricos convivem com lixo e esgoto a céu aberto, expostos a enchentes, não estamos apenas diante de um problema ambiental, mas de uma violação de direitos básicos. 

Diante de desafios tão complexos, a sustentabilidade precisa se tornar prática. Desde a infância, nas escolas, até nas pequenas atitudes cotidianas, é fundamental cultivar uma nova cultura de cuidado com o planeta. Mas isso só acontece quando mostramos, com exemplos reais, como nossas escolhas impactam o mundo ao nosso redor e afetam a sociedade de maneiras diferentes. 

Sustentabilidade não é sobre abrir mão de tudo, mas sobre fazer escolhas conscientes: optar por transporte menos poluente, reduzir o consumo, dar preferência a produtos locais, evitar desperdícios, reciclar e repensar nossos hábitos. 

No fundo, educação ambiental é sobre plantar consciência e promover justiça, garantindo dignidade a todos. Porque, na verdade, preservar o planeta é preservar a nós mesmos. E não há gesto pequeno demais quando se trata de garantir um futuro mais justo, saudável e sustentável para todos. 



Rafaela Schuttenberg Polanczyk - bióloga, cientista e mestre em Neurofisiologia. Autora de dez obras, publicou “O Fundo Invisível da Lagoa”, livro contemplado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, para conversar com jovens sobre meio ambiente e educação ambiental.


Alerta aos viajantes: golpe com IA clona cartões ao atacar hotéis na América Latina e Espanha

  Embora os hotéis brasileiros sejam o principal alvo, as atividades desse grupo se estenderam também para Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, México e Espanha 

 

Quem se hospedou recentemente em um hotel da América Latina ou Espanha pode ter tido os dados do seu cartão de crédito roubados. Entre junho e agosto de 2025, a Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky (GReAT) descobriu uma nova onda de ciberataques realizados por um grupo RevengeHotels, que ataca hotéis para roubar informações de cartões de crédito dos hóspedes. O grupo, ativo desde 2015, tinha passado os últimos anos sem apresentar novidades até o registro dessa nova campanha – que marca seu reaparecimento com melhorias em seus métodos, como o uso de Inteligência Artificial para tornar os ataques mais eficazes e expandi-los para outras regiões. 

Embora os hotéis brasileiros sejam o principal alvo da nova campanha, a atividade também se estendeu a países de língua espanhola como Argentina, Bolívia, Chile, Costa Rica, México e Espanha. No início deste ano foi observada outra campanha do mesmo ator direcionada a hotéis na Rússia, Bielorrússia, Turquia, Malásia, Itália e Egito. 

O grupo utiliza e-mails maliciosos (phishing) disfarçados de pedidos de reserva para realizar a infecção dos sistemas dos hotéis. As mensagens de phishing são enviadas geralmente para os endereços de reservas publicados nos sites das empresas. Em alguns casos recentes, observou-se também o uso de falsos pedidos de emprego, nos quais os atacantes enviam currículos para tentar explorar possíveis vagas nos hotéis-alvo. Para realizar a infecção, os atacantes recorrem a serviços de hospedagem legítimos, frequentemente registrando domínios com temática em português.


Exemplo de phishing usando a confirmação de reserva como disfarce
 

Quando um funcionário abre esses e-mails, um trojan de acesso remoto chamado VenomRAT é instalado nos sistemas do hotel, dando aos atacantes acesso aos dados de pagamento (cartões de crédito) dos hóspedes e a outras informações sensíveis. O VenomRAT é distribuído em fóruns da dark web, com licenças vitalícias que podem chegar a 650 dólares. Os e-mails costumam ser convincentes e, de acordo com a análise dos especialistas da Kaspersky, o malware mais recente do RevengeHotels inclui códigos que provavelmente foram gerados por ferramentas de inteligência artificial. 

“Os cibercriminosos estão usando cada vez mais a IA para criar novas ferramentas e tornar seus ataques mais eficazes. Isso faz com que até mesmo métodos já conhecidos, como e-mails de phishing, sejam mais difíceis de detectar pelas pessoas comuns. Para os hóspedes de hotéis, isso significa um risco maior de roubo de dados de cartões e outras informações pessoais, que serão vendidos na dark web”, comenta Lisandro Ubiedo, analista sênior de segurança da Kaspersky. 

Para que os hóspedes possam se proteger, os especialistas da Kaspersky recomendam:

  • Antes de fazer uma reserva, verifique se o hotel cumpre os principais padrões de segurança, como ISO ou PCI DSS.
  • Utilize uma solução de segurança confiável em todos os seus dispositivos, como o Kaspersky Premium, que protege dados pessoais e de pagamento durante transações bancárias online.
  • Faça uma pesquisa rápida na internet por avaliações ou notícias recentes sobre o hotel onde você vai se hospedar. Isso pode ajudar a conhecer como o estabelecimento lida com a segurança dos dados.
  • Considere usar um endereço de e-mail e um número de telefone secundários apenas para suas viagens, a fim de manter privados seus contatos principais.
  • Prefira usar um cartão de crédito com limite menor ou use cartões virtuais sempre que possível; eles são mais fáceis de pausar ou cancelar se necessário.

Para os hotéis, os especialistas da Kaspersky recomendam:

  • Verificar se a infraestrutura do hotel cumpre padrões internacionais de segurança digital e privacidade de dados.
  • Implementar sistemas de pagamento com autenticação avançada, como 3D Secure, tokenização ou gateways seguros para reduzir fraudes em transações online.
  • Monitorar avaliações, fóruns e notícias relacionadas ao hotel ou à rede para antecipar riscos de desinformação ou ataques à reputação.
  • Utilizar contas de e-mail e linhas telefônicas distintas para operações internas, reservas corporativas e uso pessoal de colaboradores, a fim de limitar a exposição.
  • Evitar o uso de software obsoleto em processos críticos, já que sistemas desatualizados representam portas de entrada fáceis para ataques de ransomware ou roubo de dados.
  • Instruir o pessoal para que pergunte e reporte atividades suspeitas, como e-mails estranhos, solicitações incomuns de dados de clientes ou comportamentos anômalos nos sistemas.

Para saber mais sobre a investigação da Kaspersky, acesse o blog post técnico no Securelist.
  

Kaspersky
Para mais informações acesse o site.


O papel da fonoaudiologia no sucesso corporativo. Ainda invisível, mas decisivo

 

“A liderança não é sobre títulos, posições ou organogramas. É sobre uma vida influenciando outra”. Essa frase de John C. Maxwell comprova algo cada vez mais visto no mundo corporativo: líderes são constantemente avaliados não apenas pelas suas atitudes e pelo que dizem, mas pelo como dizem e para quem.

O tom de voz, a clareza das palavras e até a respiração durante uma reunião ou apresentação têm impacto direto na forma como ideias são recebidas e projetos aprovados. Não à toa, a comunicação eficaz é uma das principais habilidades para o sucesso da liderança, seja em apresentações para stakeholders, na condução de uma equipe ou na construção de relacionamentos estratégicos. 

Um vice-presidente, CEO ou líder de equipe precisa equilibrar clareza com autoridade e lógica com emoção para chamar a atenção e criar uma conexão significativa com seu público. 

A voz, portanto, é um dos ativos mais estratégicos da liderança. Não se trata apenas de transmitir informações, mas de inspirar, engajar e conquistar credibilidade. Apesar disso, muitos executivos ainda deixam de lado uma dimensão essencial para aprimorar essas habilidades: a fonoaudiologia.
 

Cuidar da voz não é detalhe. É estratégia. 

E diferentemente da oratória, que foca no discurso e na performance, e que, muitas vezes, reforça uma “máscara profissional”, a fonoaudiologia ajuda o indivíduo a reconectar-se com sua voz real, evitando que essa “voz profissional” silencie sua autenticidade, que fica comprometida quando, ao tentar parecer mais seguros ou adequados, os profissionais acabam se distanciando de sua verdadeira expressão vocal. Tal ação compromete a autenticidade da comunicação. 

E esse é o grande diferencial da fonoaudiologia, que atua justamente na base: saúde, técnica e personalização da fala. Corrige vícios, aprimora a dicção, ajusta a respiração e, principalmente, previne desgastes que podem comprometer a performance vocal em momentos decisivos. 

Respiração, por exemplo, não é apenas um detalhe de postura. É o suporte da voz. Executivos que negligenciam cuidados básicos, como hidratação adequada ou o uso correto de técnicas de relaxamento, podem enfrentar falhas justamente em situações críticas, seja em uma reunião com investidores, na apresentação de resultados ou em uma negociação estratégica. 

Pequenos hábitos de saúde vocal, como nebulização, lavagem nasal e exercícios simples, fazem toda a diferença. Por isso, fonoaudiólogos utilizam uma ampla gama de técnicas baseadas em evidências, sempre personalizadas, para atender cada necessidade específica. Entre elas, estão estratégias para redução de estresse e exercícios de relaxamento que evitam a tensão excessiva dos músculos da cabeça e do pescoço, fundamentais na produção da voz. 

Na fonoaudiologia, o detalhe e a personalização é que transformam. E talvez o maior valor desse trabalho esteja justamente na sua sutileza: ele não apenas corrige vícios e melhora a expressividade, mas ajuda o profissional a se libertar de uma voz “protótipo”, muitas vezes imposta pelo mercado. O resultado é o resgate da autenticidade na comunicação. 

Além dos ajustes técnicos, a fonoaudiologia tem o poder de desfazer a “máscara vocal” que tantos carregam. Ao restabelecer a conexão com a própria voz, permite que a mensagem chegue ao público com verdade e isto, sim, é decisivo. 

Uma voz forçada, um tom sem energia e apresentações que não prendem a atenção revela o tamanho do desafio dos executivos no que se refere a voz. É exatamente nesse ponto que a fonoaudiologia faz diferença: ela não cria algo artificial, mas devolve ao profissional a capacidade de comunicar-se com clareza, confiança e, acima de tudo, autenticidade. 

Mais do que técnica, é naturalidade. Quando bem aplicada, a técnica desaparece. O público não percebe o esforço, apenas a clareza e a conexão. A mensagem é o que fica, não os vícios ou as falhas. 

É essa “invisibilidade” que torna a fonoaudiologia tão poderosa. Quanto menos ela aparece, mais eficaz é o resultado. No fim, não é sobre adotar um tom profissional, e sim sobre encontrar e sustentar a sua voz autêntica.

 


Juliana Algodoal - Considerada uma das maiores especialistas em Comunicação Corporativa do país, é PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho – Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem e fonoaudióloga pela PUC/SP e fundadora da empresa Linguagem Direta. Ao longo de 37 anos de carreira, Juliana já apoiou quase 11 mil profissionais tendo como foco nos últimos seis anos a alta liderança. Com o desenvolvimento de projetos que buscam aprimorar a interlocução no ambiente empresarial, já atuou para a BASF, Porto Seguro, Novartis, Pfizer, Aché, Itaú, Citibank, Unimed Nacional, Samsung, dentre outras. É coautora do livro Thought Leadership: muito além da influência e membro do conselho de administração da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, que também já presidiu.


De cidades históricas a paisagens naturais únicas, descubra opções de passeios da Civitatis que revelam um lado de Portugal ainda mais autêntico


Lisboa e Porto são os clássicos de Portugal, mas limitar-se a essas duas cidades significa perder a chance de explorar um país que, apesar de pequeno, oferece destinos para diversos gostos a poucas horas de carro: praias paradisíacas, ruínas romanas, castelos medievais e vilas pitorescas à beira-mar. Não por acaso, o número de viajantes brasileiros em Portugal pela Civitatis cresceu 21% entre janeiro e agosto de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024.
 

“Lisboa e Porto são portas de entrada incríveis para o turismo em Portugal, mas há um país inteiro por descobrir além dessas duas cidades. Nosso objetivo é incentivar os viajantes brasileiros a diversificarem seus roteiros, aproveitando experiências únicas em destinos igualmente fascinantes”, explica Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis Brasil. 

Pensando nisso, a Civitatis listou cinco opções de lugares que merecem estar no seu roteiro, e experiências disponíveis em cada um deles para viver Portugal de uma forma diferente.
 

Évora, Alentejo
 


No coração do Alentejo, Évora é uma cidade-museu a céu aberto, classificada como Patrimônio Mundial da UNESCO. Suas ruas de paralelepípedos, muralhas e o icônico Templo Romano a tornam um destino imperdível para quem busca mergulhar na história portuguesa. 

Uma ótima forma de se ambientar é participar de um free tour por Évora, que percorre os principais marcos históricos em poucas horas. Para completar a experiência, os apaixonados por enoturismo podem visitar a Vinícola Casa das Talhas com degustação de vinhos típicos da região. 

Além disso, Évora pode servir como base para explorar o interior do Alentejo em passeios privativos e excursões a castelos medievais, revelando um lado de Portugal que vai muito além do óbvio.
 


Lagos, Algarve
 


Famoso por suas praias de águas cristalinas e falésias dramáticas, Lagos, na região do Algarve, é um paraíso para quem busca sol e mar. Além de conhecer cartões postais como a Ponta da Piedade e a praia do Camilo, um dos programas mais inesquecíveis é fazer um passeio de barco pelas grutas de Benagil, explorando as impressionantes cavernas ao longo da costa. Outra opção é o avistamento de golfinhos da região, como os golfinhos-roaz, com um especialista para explicar curiosidades da espécie. 

A região também é perfeita para quem gosta de apreciar a gastronomia mediterrânea. Vale apostar em pratos típicos, como a cataplana de frutos do mar ou as sardinhas assadas.
 


Funchal, Ilha da Madeira
 

 

Se engana quem pensa que Portugal fica só em terras continentais: a Ilha da Madeira é uma opção que vem crescendo em interesse pelo turista brasileiro. O arquipélago conta com belas paisagens montanhosas, vegetação exuberante e clima ameno durante o ano inteiro. 

Um bom começo é o tour completo pela Madeira em 2 dias, que cobre os principais atrativos da ilha. Outra alternativa é o tour panorâmico pelo oeste da Madeira, passando por vilas pitorescas e piscinas naturais.

Além dos passeios guiados, Funchal oferece experiências fora do comum, como passeios de barco na caravela de Cristóvão Colombo, uma reconstrução da embarcação que o levou até ao Novo Mundo.


Aveiro
 


Conhecida como a “Veneza portuguesa”, Aveiro é cortada por canais e famosa pelos barcos moliceiros coloridos. Um dos clássicos da cidade é o passeio de barco moliceiro ou mercantel, embarcações típicas da região
 

Para quem prefere apreciar por terra, o passeio de bicicleta por Aveiro é uma boa opção para conhecer com guia local as fachadas de estilo Art Nouveau e os edifícios mais importantes da cidade, como a Igreja da Misericórdia ou a Catedral.
 

Coimbra, Centro de Portugal
 


Antiga capital de Portugal e lar de uma das universidades mais renomadas do mundo, Coimbra mistura tradição acadêmica, história e cultura. Para descobrir o essencial, uma ótima escolha é a visita guiada por Coimbra e sua universidade, que percorre antigos templos, vestígios de muralhas medievais e uma das bibliotecas mais bonitas da Europa. 

Para quem gosta de vinho, uma experiência imperdível é a visita às adegas Prior Lucas, onde é possível caminhar pelos vinhedos da região, conhecer de perto o processo de produção e degustar rótulos elaborados com variedades como Baga, Touriga Nacional e Merlot.


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