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terça-feira, 16 de setembro de 2025

Inflamação silenciosa: a raiz invisível do cansaço, dores crônicas e envelhecimento precoce

A medicina regenerativa revela o papel crucial da inflamação silenciosa no desgaste do corpo e aponta caminhos para restaurar a saúde.
 

Cansaço constante, dores que insistem em voltar e sinais de envelhecimento que aparecem antes do tempo têm se tornado cada vez mais comuns. Para o médico Dr. Tércio Rocha, referência nacional em medicina regenerativa e antienvelhecimento, esses sintomas muitas vezes estão ligados a um processo pouco percebido, mas altamente nocivo: a inflamação silenciosa. Esse tipo de inflamação acontece de forma contínua e discreta, afetando o equilíbrio do organismo e acelerando o desgaste celular, mesmo quando os exames parecem normais. 

Para o médico Dr. Tércio Rocha, endocrinologista, é preciso mudar o foco da medicina tradicional, que muitas vezes apenas combate sintomas, para uma abordagem baseada na restauração do equilíbrio celular e na capacidade de regeneração natural do corpo humano. 

“Estamos vivendo uma transformação profunda na forma como entendemos saúde. Não basta tratar a doença depois que ela se instala. Precisamos agir antes, identificando sinais silenciosos de desequilíbrio e devolvendo ao corpo sua capacidade de se recuperar”, afirma o Dr. Tércio. 

A medicina regenerativa investiga e aplica terapias que estimulam a reparação dos tecidos, o reequilíbrio hormonal e a recuperação do metabolismo a partir do uso de células-tronco, peptídeos bioativos, biomateriais e protocolos personalizados. Temas como fadiga crônica, artroses, sarcopenia e fibromialgia estão fortemente relacionados a esse processo inflamatório subclínico que atinge milhões de pessoas, muitas vezes sem diagnóstico preciso. 

Essa abordagem será aprofundada no III Congresso Internacional de Medicina Regenerativa – Regenera Brasil, que acontecerá de 28 a 30 de novembro de 2025, no Renaissance São Paulo Hotel. O evento reunirá os maiores especialistas nacionais e internacionais da área, com programação intensa e conteúdo aprofundado. Cada palestra trará discussões sobre protocolos clínicos, estudos de caso e aplicações práticas em diversas especialidades médicas, sempre com foco em prevenção, personalização e longevidade. 

A inflamação silenciosa é considerada uma das principais causas ocultas do envelhecimento precoce e da deterioração progressiva do sistema imunológico. Mesmo em níveis baixos e constantes, ela interfere no funcionamento celular, na produção hormonal e na capacidade do corpo de regenerar seus tecidos. É um estado inflamatório que não gera febre, dor aguda ou sinais laboratoriais evidentes, mas que contribui silenciosamente para o surgimento de doenças degenerativas e metabólicas. 

A medicina regenerativa tem se mostrado uma das ferramentas mais eficazes no combate a essa inflamação subclínica. Ao estimular mecanismos naturais de reparo e reduzir os processos inflamatórios crônicos por meio de terapias individualizadas, é possível reverter quadros de fadiga persistente, dores musculares e disfunções orgânicas que até então eram tratados apenas de forma paliativa. 

Ao propor o combate às causas, e não apenas aos sintomas da degeneração precoce, a medicina regenerativa se coloca como uma aliada essencial no enfrentamento das doenças do século XXI. No centro dessa proposta está a atenção ao que o corpo tenta dizer em silêncio: o cansaço, as dores e a perda de vitalidade são, muitas vezes, pedidos urgentes de regeneração.

 

Dr. Tércio Rocha - médico com mais de 30 anos de experiência e um dos principais nomes da medicina regenerativa no Brasil. Formado em medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em endocrinologia, tornou-se referência em tratamentos voltados ao equilíbrio hormonal, ao combate do envelhecimento precoce e à restauração da saúde a partir de terapias com células-tronco. Seu trabalho é voltado à prevenção, longevidade e recuperação da vitalidade celular, unindo ciência de ponta com uma escuta atenta e humanizada. Ele é também referência no estudo e aplicação clínica de células-tronco, desenvolvendo protocolos que hoje são reconhecidos no Brasil, na França e nos Estados Unidos. É membro de entidades médicas respeitadas, como a Academia Brasileira Antienvelhecimento, a Academia Internacional de Medicina Antienvelhecimento e a Sociedade Francesa de Medicina Estética e Mesoterapia.

 

Setembro Amarelo: pressões do dia a dia podem ser gatilho para sofrimento mental

 Especialista da Hapvida reforça a importância de enfrentar o tema sem tabus

 

 Falar sobre saúde mental exige delicadeza e responsabilidade. Durante a campanha do Setembro Amarelo, que chama atenção para a valorização da vida, um dos pontos que merecem destaque é como as pressões do cotidiano podem afetar o equilíbrio emocional. 

Cobranças escolares e acadêmicas, bullying, empresas que impõem metas inalcançáveis, jornadas abusivas, discursos de ódio e comparações em redes sociais são exemplos de fatores externos que podem impactar diretamente a saúde mental. Muitas vezes, esses ambientes funcionam como gatilhos invisíveis.

 

Olhar sem tabu

Para a psicóloga hospitalar da Hapvida, Lua Helena Moon, cada história precisa ser vista em sua singularidade e o tema não deve ser tratado como tabu, estatística ou espetáculo. 

“O sofrimento psíquico intenso raramente nasce apenas de dentro, ele também é atravessado pelas pressões do mundo. Uma das formas mais cruéis de violência é justamente responsabilizar quem sofre, em vez de olhar para o contexto em que essa pessoa vive”, explica. 

Ela orienta ainda sobre o cuidado com a linguagem: “Evitar certas palavras não é fingir que o problema não existe, é reconhecer que a linguagem tem o poder de machucar ou de cuidar”.

 

Quem está mais vulnerável?

Segundo a psicóloga, qualquer pessoa pode passar por crises, mas há quem esteja mais vulnerável, não por fraqueza, mas por viver sob rejeição, silêncio e violência simbólica. “Jovens que se sentem diferentes ou deslocados, por exemplo, muitas vezes vivem em famílias nas quais o afeto é condicionado à obediência e ‘ser quem se é’ vira motivo de conflito. Quando a escola, que deveria ser espaço de cuidado, se torna um ambiente de bullying e, em casa, a dor é invalidada com frases como ‘isso é frescura’ ou ‘na minha época era pior’, o abandono deixa de ser sensação e se confirma como fato”, destaca.

 

Sinais de alerta

Os sinais de sofrimento, muitas vezes, são silenciosos. “O choro ainda é sinal de contato com a vida. O risco acende quando a pessoa começa a se afastar, a perder interesse pelo que antes a tocava, a se isolar ou a lançar comentários sutis sobre desistência. Às vezes aparece disfarçado, em um ‘tá tudo bem’ que não convence”, ressalta a especialista.

 

Prevenção na prática

Mais do que oferecer soluções prontas, a prevenção passa pela escuta e pela presença. “O sofrimento não pede respostas imediatas, pede espaço, cuidado e companhia. Não se trata de forçar saídas, mas de garantir que a pessoa não esteja sozinha enquanto busca um caminho”, orienta Lua Helena. 

Ela também alerta para o peso das palavras: “Frases como ‘quem quer mesmo, não avisa’ ou a romantização em filmes e redes sociais só aumentam o estigma e o isolamento. Precisamos reaprender a linguagem do cuidado, da escuta ativa e do vínculo”.

 

A mensagem do Setembro Amarelo

O Setembro Amarelo é, acima de tudo, um convite para que ninguém precise se calar ou se apagar para ser levado a sério. E a mensagem final da especialista é clara: “Pedir ajuda não é fraqueza, é um gesto de coragem. Buscar acompanhamento psicológico ou psiquiátrico pode fazer diferença real no enfrentamento da dor. Ninguém precisa carregar tudo sozinho”.

 

Fungo ‘parasita’ teria surgido 18 milhões de anos antes de formigas com as quais vive hoje

Formiga (gênero Atta) remove fragmentos do jardim de fungos,
 usado para alimentação da colônia. Comportamento de limpeza
dos insetos funciona como sistema imune social
 (
foto: Quimi Vidaurre Montoya/IB-Unesp)
Análises de 309 linhagens coletadas em oito países apontam que o gênero Escovopsis surgiu há 56,9 milhões de anos, mas só passou a se relacionar com formigas mutualistas atuais 38 milhões de anos atrás, contestando teoria de que todos teriam surgido ao mesmo tempo

 

Um gênero de fungos, até então considerado um parasita de fungos associados a formigas, pode, na verdade, ter funções ecológicas muito mais complexas. Uma evidência é que eles surgiram 18 milhões de anos antes das próprias formigas com as quais são associados hoje, conforme indica um estudo publicado na revista Communications Biology e apoiado pela FAPESP.

Os resultados são fruto da análise de 309 linhagens do gênero Escovopsis, coletadas em oito países das Américas. Ao observar fragmentos dos genomas, as características morfológicas, a distribuição geográfica e a filogenia das espécies, algo como o parentesco evolutivo entre elas, os pesquisadores conseguiram determinar em 38 milhões de anos a relação com as formigas-cortadeiras, sendo que Escovopsis teria surgido 56,9 milhões de anos atrás.

“Nossa hipótese principal é que eles tenham surgido associados a grupos ancestrais das formigas cultivadoras de fungos e então passado a conviver com as atuais formigas-cortadeiras 38 milhões de anos atrás. Outra possibilidade é que tenham vivido em outro contexto nesses 18 milhões de anos iniciais, fora da associação com as formigas, como colonizadores de folhas ou degradando matéria orgânica, por exemplo”, explica Quimi Vidaurre Montoya, primeiro autor do estudo, realizado como parte de seu pós-doutorado com bolsa da FAPESP no Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (IB-Unesp), em Rio Claro.

As formigas-cortadeiras (subtribo Attina) cultivam fungos para se alimentar deles. A relação de mutualismo teria surgido 66 milhões de anos atrás, conforme estudo recente do grupo publicado em 2024 na revista Science (leia mais em: agencia.fapesp.br/52937).

“Nosso trabalho atual é sobre Escovopsis, um gênero de fungos que não é o cultivado pelas formigas, mas que está presente nas colônias de algumas espécies de formigas cultivadoras e pode matar alguns de seus cultivares. Por conta disso, é retratado como um ‘parasita’, quando na verdade só se conhece uma, de 24 espécies, que pode causar infecção no fungo cultivado pelas formigas”, esclarece Montoya.

O estudo é parte de um projeto apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa BIOTA, coordenado por André Rodrigues, professor do IB-Unesp e pesquisador do Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudanças do Clima (CBioClima), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

Adaptações

Os autores notam que, ao longo do tempo evolutivo, os Escovopsis passaram por adaptações morfológicas e fisiológicas, aparentemente para incrementar sua eficiência reprodutiva e se adaptar à vida dentro dos formigueiros. Essas alterações se deram sobretudo nas vesículas que produzem os conídios, estruturas que realizam a reprodução assexuada.

“As vesículas passam de um formato de globo, nas espécies mais próximas do ancestral comum, para cilíndrico, nas mais recentes. Essas alterações podem ter sido respostas a barreiras impostas pelas formigas ou pelos seus fungos simbiontes”, conta Montoya.

Fotos de microscopia, com aumento de 40 vezes, mostram conidióforo com as vesículas cilíndricas da espécie Escovopsis weberi, mais eficientes na reprodução assexuada (à esq.) e vesículas globosas de Escovopsis papillata (dir.), espécie mais próxima do ancestral comum do
gênero e menos eficiente nesse tipo de reprodução 
(
imagens: Quimi Vidaurre Montoya/IB-Unesp)


Dados fisiológicos indicam que a taxa de crescimento, número de vesículas, produção e viabilidade de conídios aumentaram gradualmente à medida que o gênero se diversificou. Espécies com vesículas cilíndricas podem crescer mais rápido do que aquelas com estruturas em formato de globo, enquanto as vesículas mais finas e alongadas de espécies mais recentes exibem produção e viabilidade consideravelmente maiores de conídios do que as de grupos mais antigos e com vesículas globosas.

“Aparentemente, há uma coevolução entre formigas, fungos simbiontes e Escovopsis. Não sabemos se evoluíram para se tornarem parasitas ou são oportunistas, que se alimentam de detritos e podem comer o que resta quando o sistema como um todo entra em colapso. Mas se fosse um hospedeiro virulento especializado, como parte da literatura assume, destruiria o sistema independentemente de ele estar em equilíbrio ou não”, opina Montoya.


Fungos pouco conhecidos

O estudo é um desdobramento de um trabalho mais amplo realizado até hoje sobre o gênero Escovopsis, que começou ainda no doutorado de Montoya com bolsa da FAPESP sob orientação de Rodrigues, com estágio na Universidade Emory, nos Estados Unidos.

Na ocasião, o então doutorando analisou as duas maiores coleções existentes desses fungos: a do IB-Unesp, coletada e mantida pelo grupo de Rodrigues, e a da Emory, mantida pela professora Nicole Marie Gerardo, sua supervisora no exterior.

Um dos primeiros resultados daquele esforço foi a descrição de dois novos gêneros, até então classificados como Escovopsis. Outros dois descobertos naquele trabalho ainda estão em processo de descrição. Montoya e Rodrigues lideraram ainda a descrição de 13 novas espécies de Escovopsis, com outras dez em processo de descrição.

Colônia de Escovopsis sp. com produção de micélio aéreo e conídios,
 cultivada em placa de petri por sete dias
(foto: Quimi Vidaurre Montoya/IB-Unesp)


“Alguns fungos mais virulentos são removidos imediatamente pelas formigas quando inoculados na colônia. Nos experimentos com Escovopsis, porém, elas não dão tanta importância para ele”, diz o pesquisador.

O artigo Digging into the evolutionary history of the fungus-growing-ant symbiont, Escovopsis (Hypocreaceae) pode ser lido em: www.nature.com/articles/s42003-025-08654-z.


André Julião
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/fungo-parasita-teria-surgido-18-milhoes-de-anos-antes-de-formigas-com-as-quais-vive-hoje/55845


17 de setembro: ONA destaca segurança de gestantes e crianças no Dia Mundial da Segurança do Paciente

Em 2024, Brasil registrou 1.187 mil óbitos maternos, sendo 184 em São Paulo. No mundo, foram 287 mil, segundo a OMS. 

 

O Brasil registrou 1.187 óbitos maternos ocorridos durante a gestação, no parto ou até 42 dias após o nascimento do bebê em 2024, segundo dados preliminares do Ministério da Saúde. A maioria dessas mortes foi causada por hipertensão (como pré-eclâmpsia e eclâmpsia), hemorragias, infecções e complicações no parto, que poderiam ser evitadas caso tivessem atendimento rápido e cuidados adequados desde o pré-natal.

 

No ano passado, a região Sudeste registrou 398 óbitos maternos, dos quais 184 ocorreram em São Paulo.

 

A falta de assistência qualificada durante a gestação e o parto também acabam afetando diretamente a sobrevivência e a saúde dos recém-nascidos. Muitas crianças perdem a vida ou enfrentam complicações graves, porque suas mães não tiveram acesso a um acompanhamento ou não receberam atendimento assertivo em situações de risco.

 

E, este ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) traz em sua campanha para o Dia Mundial da Segurança do Paciente, a ser celebrado no próximo dia 17 de setembro, os cuidados seguros para os recém-nascidos e crianças, reforçando a importância de prevenir riscos evitáveis desde o início da gestação.

 

No mundo, dados recentes da OMS revelam que ocorram cerca de 287 mil mortes maternas por ano, a maioria concentrada em países de baixa e média renda. Infelizmente, a mortalidade materna enfrenta desafios e não está no caminho certo para atingir a meta 3.1 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O foco é alcançar uma taxa global de mortalidade materna abaixo de 70 por 100.00 nascidos vivos até 2030.

 

Este cenário é um indicador da fragilidade dos sistemas de saúde e da necessidade urgente de investimentos em cuidados, com protocolos e procedimentos implementados e acessíveis para proporcionar mais segurança às vidas das mães e bebês.

 

Segundo a gerente de Operações da ONA, Gilvane Lolato, a maioria das mortes maternas são evitáveis. “O cuidado começa no primeiro atendimento da gestação até o pós-parto e cada etapa exige atenção qualificada e protocolos bem definidos. É importante esclarecer que a saúde da mulher e do recém-nascido estão profundamente conectadas e ambos necessitam de acompanhamento de qualidade, preciso e assertivo, principalmente, se a mãe apresentar qualquer anormalidade ou situação de risco durante sua gestação. Quando a instituição adota padrões claros e seguros, o cuidado deixa de depender do improviso e passa a ser confiável, eficaz, humano e salva-vidas”.

 

Mortalidade infantil no Brasil - O Brasil registrou, em 2024, o menor número de óbitos fetais e infantis. Foram 35.450 óbitos, uma redução significativa em comparação aos 37.952 de 2023 e aos 38.540 de 2022. Segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e compilados pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), essa queda de 8,02%, de 2022 a 2024, na mortalidade infantil mostra que o País tem avançado na proteção das crianças.

 

Principais causas de óbitos em crianças são: síndrome da morte súbita na infância, fatores maternos (características da mãe como idade e estilo de vida) e perinatais (eventos que possam ocorrer durante a gravidez, parto e pós-parto), asfixia, infecções, desnutrição, anemias nutricionais, doenças imunizáveis, malformações congênitas, e causas externas — muitas vezes podem ser evitadas com uma assistência adequada, fortalecimento da atenção básica e cuidados hospitalares de qualidade. 


A redução dos óbitos infantis (de 0 a 4 anos) é resultado de esforços coordenados do sistema de saúde, incluindo campanhas de vacinação, acesso ao pré-natal, incentivo ao aleitamento materno e acompanhamento pediátrico. Essas ações comprovadamente promovem a saúde, previnem complicações e salvam vidas.



Aprovação na União Européia torna a semaglutida oral da Novo Nordisk o primeiro e único análogo de GLP-1 oral a reduzir morte cardiovascular, infarto e derrame

  • A semaglutida oral (Rybelsus®) é agora o primeiro e único agonista do receptor de GLP-1 (GLP-1 RA) oral aprovado para diabetes tipo 2, com benefícios cardiovasculares comprovados¹.
  • Essa aprovação baseia-se nos resultados do estudo clínico SOUL, no qual a semaglutida oral (Rybelsus®) reduziu em 14 % a morte cardiovascular, o infarto e o derrame em comparação ao placebo, quando adicionada ao tratamento padrão em adultos com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular¹.
  • Além disso, novos resultados do estudo SOUL serão apresentados ainda esta semana em um dos maiores congressos de diabetes (EASD), mostrando que a semaglutida oral reduziu significativamente as hospitalizações em comparação ao placebo².

Bagsværd, Dinamarca  - A Novo Nordisk anunciou hoje que o Comitê de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou uma atualização da bula de Rybelsus® (semaglutida oral) para refletir os benefícios cardiovasculares observados no estudo SOUL. O SOUL foi um estudo de fase 3b conduzido para avaliar o efeito de Rybelsus® sobre desfechos cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular aterosclerótica (ASCVD) e/ou doença renal crônica (DRC)¹. 

Rybelsus® é agora o primeiro e único agonista do receptor de peptídeo 1 semelhante ao glucagon (análogo ao GLP-1) oral – que imita um hormônio natural produzido no organismo que ajuda a regular a glicose no sangue, o apetite e a fome – disponível na União Europeia, EUA e Brasil para diabetes tipo 2 com benefício cardiovascular comprovado¹. 

“Problemas cardíacos são a principal causa de incapacidade e morte em pessoas que vivem com diabetes tipo 2. Portanto, tratamentos que também abordem essas questões são fundamentais para melhorar não apenas os desfechos clínicos, mas também a qualidade de vida – e esta aprovação ajudará exatamente nisso”, disse Emil Kongshøj Larsen, vice-presidente executivo de Operações Internacionais da Novo Nordisk. “Esse marco torna a semaglutida o único agonista de GLP-1 oral com comprovação de redução de glicose e de peso corporal, além de benefícios cardiovasculares.” 

Novos resultados do estudo SOUL serão divulgados ainda esta semana no Encontro Anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD) 2025, de 15 a 19 de setembro, incluindo achados que mostram que o tratamento com semaglutida oral reduziu significativamente as hospitalizações relacionadas a eventos adversos graves em comparação ao placebo². Resultados adicionais do SOUL, apresentados no mesmo evento, destacarão que os benefícios cardiovasculares da semaglutida oral foram consistentes independentemente do índice de massa corporal (IMC) e do peso dos participantes³. 

Nos Estados Unidos, é esperada ainda este ano uma decisão sobre a extensão da bula de Rybelsus® para indicação cardiovascular. A Novo Nordisk também submeteu pedido nos EUA para uma formulação oral de semaglutida de 25 mg (Wegovy® em comprimido) de dose única diária para adultos com obesidade ou sobrepeso e doença cardiovascular. A decisão é esperada para o final do ano e, se aprovada, Wegovy® se tornará o primeiro análogo de GLP-1 oral indicado para manejo crônico de peso. 

“Resultados robustos como os do estudo SOUL ultrapassam fronteiras regulatórias. Embora esta aprovação seja europeia, ela fortalece a base científica que embasa nossas decisões médicas no Brasil e sinaliza caminhos importantes para o futuro do tratamento do diabetes tipo 2. Evidências consistentes de benefício cardiovascular, agora também com semaglutida oral, ampliam as possibilidades de cuidado integral para nossos pacientes e inspiram a comunidade médica a acompanhar de perto as próximas etapas regulatórias em outros mercados, inclusive o brasileiro”, afirmou Mônica Palmanhani, lead médica de diabetes da Novo Nordisk no Brasil. 

Rybelsus® é o primeiro e único análogo de GLP-1 oral aprovado para o tratamento de diabetes tipo 2, desde seu lançamento em 2019. É respaldado por uma robusta base de evidências clínicas e do mundo real, demonstrando superior redução da glicose no sangue e do peso corporal em comparação a diversos tratamentos, além de um perfil de segurança estabelecido em pessoas com diabetes tipo 2⁴⁸.
 

Sobre o SOUL

SOUL foi um estudo multicêntrico, internacional, randomizado, duplo-cego, de grupos paralelos, controlado por placebo, de fase 3, que incluiu 9.650 participantes. Ele foi conduzido para avaliar o efeito da semaglutida oral versus placebo, quando adicionada ao tratamento padrão, sobre desfechos cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular estabelecida e/ou DRC. O estudo foi iniciado em 2019. O desfecho primário foi o tempo até a primeira ocorrência de evento cardiovascular adverso maior (MACE, um composto de morte cardiovascular, infarto e derrame)¹. O SOUL demonstrou uma redução superior de 14 % em MACE para as pessoas tratadas com semaglutida oral em comparação ao placebo, tornando Rybelsus® o primeiro e único análogo de GLP-1 oral com benefício cardiovascular comprovado¹.
 

Sobre Rybelsus®

Rybelsus® (semaglutida oral) é um agonista do receptor de GLP-1 indicado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, para melhorar o controle glicêmico como adjuvante a dieta e exercício⁷⁹. Rybelsus® é administrado uma vez ao dia e aprovado para uso nas seguintes doses terapêuticas no Brasil: 3mg, 7mg e 14mg⁴⁵. Rybelsus® oferece redução superior da glicemia em comparação a diversos tratamentos⁴⁵, juntamente com redução consistente de peso⁴⁵¹⁰, diminuição de fatores de risco cardiometabólico¹⁰ e redução de eventos cardiovasculares adversos maiores (MACE)¹. Rybelsus® é agora o primeiro e único análogo de GLP-1 oral disponível na UE para diabetes tipo 2 com benefício cardiovascular comprovado em bula¹. Atualmente, está disponível em 48 países, incluindo o Brasil¹¹, e mais de 2,4 milhões de pessoas com diabetes tipo 2 já estão em tratamento com Rybelsus® em todo o mundo¹².
 

Sobre Wegovy®

A semaglutida 2,4 mg é comercializada com o nome Wegovy®. No Brasil, Wegovy® é indicado como adjuvante a uma dieta de baixa caloria e aumento da atividade física para o manejo de peso em adultos com IMC ≥30 kg/m² (obesidade) ou ≥27 kg/m² (sobrepeso) na presença de pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso. Também é indicado para pacientes pediátricos a partir de 12 anos com IMC inicial no percentil 95 ou superior para idade e sexo (obesidade) e peso corporal acima de 60 kg.
 

Nos EUA, além do tratamento do excesso de peso, Wegovy também está indicado para reduzir o risco de MACE em adultos com doença cardiovascular estabelecida e obesidade ou sobrepeso. Além disso, para o tratamento da esteato-hepatite associada à disfunção metabólica não cirrótica (MASH) em adultos com fibrose hepática moderada a avançada (excluindo cirrose), em combinação com uma dieta de baixa caloria e atividade física14. 

Há também dados que indicam a melhora dos sintomas e da função física em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp), bem como a redução da dor associada à osteoartrite do joelho13.
 
 

Novo Nordisk
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 Referências

  1. References 1. McGuire DK, et al. N Engl J Med. 2025;392(20):2001-2012.
  2. Buse JB, et al. Oral presentation presented at the European Association for the Study of Diabetes (EASD) 2025; 15-19 Sep 2025; Vienna, Austria.
  3. Inzucchi SE, et al. Oral presentation presented at the European Association for the Study of Diabetes (EASD) 2025; 15–19 Sep 2025; Vienna, Austria.
  4. Rosenstock J, et al. JAMA. 2019;321(15):1466-1480.
  5. Rodbard HW, et al. Diabetes Care. 2019;42(12):2272-2281.
  6. Pratley R, et al. Lancet. 2019;394(10192):39-50.
  7. Rybelsus® (oral semaglutide): US Prescribing Information. Available at: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2024/213051s023lbl.pdf. Last accessed: September 2025.
  8. Aroda VR, et al. Lancet. 2023;402(10403):693-704. Novo Nordisk A/S Global Communication Novo Alle 1 2880 Bagsværd Denmark Tel: +45 4444 8888 
  9.  www.novonordisk.com CVR no: 24 25 67 90 HQ25RYB00055 Date of approval: September – 2025
  10. Rybelsus® (oral semaglutide): Summary of Product Characteristics. Available at: https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/rybelsus. Last accessed: September 2025.
  11. Husain M, et al. N Engl J Med. 2019;381(9):841-851.
  12. Novo Nordisk Data on File. LEA portal Product Planning, 25th Aug 2025.
  13. Novo Nordisk Data on File. IQVIA Jun’25 Patients R3M Vol. data. 2025.
  14. Wegovy® (semaglutide): Summary of Product Characteristics. Available at: https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/wegovy-epar-productinformation_en.pdf. Last accessed: September 2025.
  15. Wegovy® (semaglutide): US Prescribing Information. Available at: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2024/215256s015lbl.pdf. Last accessed: September 2025.


Senso de propósito também exerce efeito protetor contra o Alzheimer e outros tipos de demência, revela estudo

 

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Senso de propósito também exerce efeito protetor contra o Alzheimer e outros tipos de demência, revela estudo

 

Ter metas, cultivar objetivos e encontrar significado nas relações pode ir além da motivação pessoal. Um estudo da Universidade da Califórnia, publicado no American Journal of Geriatric Psychiatry , aponta que o senso de propósito também exerce efeito protetor contra o Alzheimer e outros tipos de demência. 

O levantamento acompanhou 13.765 adultos, com 45 anos ou mais, ao longo de até 15 anos e revelou que aqueles com maior senso de propósito apresentaram cerca de 28% menos risco de desenvolver demência. O efeito protetor se manteve consistente entre diferentes grupos étnicos e raciais. 

A análise incluiu também o impacto da variante genética APOE ε4, principal fator de risco hereditário para a Doença de Alzheimer (DA) na sua forma tardia (senil). Pessoas que possuem essa variante têm maior probabilidade de desenvolver a doença, mas, mesmo entre esses indivíduos, um senso elevado de propósito foi associado a menor risco e início mais tardio do comprometimento cognitivo. 

No Brasil, cerca de 8,5% da população com 60 anos ou mais convivem com demência. O Alzheimer responde por mais da metade dos casos, o equivalente a aproximadamente 1,8 milhão de indivíduos. De acordo com o Ministério da Saúde, até 2050 esse número poderá chegar a 5,6 milhões de pessoas afetadas pela enfermidade no país. 

Para o neurologista Eli Faria Evaristo, do Sírio-Libanês, o primeiro passo para identificar a doença é observar mudanças sutis na memória e no comportamento. "Esquecimentos ocasionais podem ser normais com a idade, mas quando passam a interferir na rotina e na autonomia do indivíduo, é fundamental buscar avaliação especializada", afirma. 

“Ainda não há cura para a Doença de Alzheimer, mas o diagnóstico precoce da demência é essencial. Isso porque existem outras causas de demência que possuem tratamento potencialmente curativo e podem resultar, por exemplo, de deficiência de vitamina B12, hipotireoidismo e outros problemas hormonais, doenças autoimunes, apneia do sono, outras doenças neurológicas e efeitos colaterais de medicamentos. Identificar essas causas em estágios iniciais nos permite agir antes que o comprometimento se torne irreversível”, explica o especialista. 

Segundo o médico, o melhor caminho para prevenir a doença inclui manter uma rotina de vida saudável, controlar pressão, diabetes, colesterol, obesidade, sono, evitar excesso de álcool e cuidar da saúde mental. "Manter audição e visão adequadas, alimentação saudável e prática de exercícios são estratégias efetivas de proteção cerebral, independentemente da realização de exames específicos", conclui.



Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês
Saiba mais em nosso site: Link.


“Rótulo zero não é sinônimo de saudável”


Nos últimos anos, os rótulos zero açúcar, zero gordura, zero lactose invadiram o dia a dia de milhares de pessoas que buscam der peso e melhor qualidade de vida. Mas será mesmo que alimentos “ZERO” agregam benefícios?

 

A endocrinologista Dra. Lorena Lima Amato alerta que olhar apenas o selo da embalagem pode induzir a escolhas pouco equilibradas. “zero não é sinônimo de saudável e, embora a substituição possa oferecer perda de peso inicial para quem consome muito refrigerante, a estratégia não se sustenta sozinha”, conta a especialista.

 

Quais são os efeitos a longo prazo do consumo de bebidas zero açúcar no metabolismo e no controle de peso?


Dra. Lorena Lima Amato — Não há recomendação formal para substituir amplamente bebidas açucaradas por versões “zero”. Essa troca pode gerar uma perda de peso modesta no curto prazo, sobretudo em quem consome grandes volumes de refrigerantes, porque poupa calorias. Mas o efeito tende a não ser sustentado isoladamente. A meta, a longo prazo, é mudar hábitos: priorizar água como bebida principal e evitar o consumo frequente de ultraprocessados “zero”, ricos em adoçantes e aditivos.

 

Alimentos zero gordura são realmente saudáveis ou podem ter outros componentes prejudiciais?


Dra. Lorena Lima Amato — “Zero” não é sinônimo de “saudável”. Um refrigerante zero, por exemplo, pode ter zero calorias e ainda assim não ser saudável. Um produto pode ser zero gordura, mas trazer alto teor de açúcar; ou zero açúcar, porém carregado de corantes, conservantes e outros aditivos. Portanto, é essencial olhar a composição como um todo.

 

Como os adoçantes artificiais em bebidas zero afetam a regulação do açúcar no sangue?


Dra. Lorena Lima Amato — No curto prazo, eles não elevam a glicose nem provocam picos glicêmicos, inclusive em pessoas com diabetes. É por isso que muitas vezes são usados na estratégia inicial de reduzir açúcar. Ainda assim, o ideal é que sejam um apoio pontual dentro de um plano alimentar equilibrado, e não uma licença para aumentar o consumo de bebidas ultraprocessadas.

 

Existem diferenças significativas entre os vários tipos de adoçantes artificiais usados em produtos zero?


Dra. Lorena Lima Amato — Sim. O aspartame é um adoçante totalmente artificial e é contraindicado em situações específicas, como na fenilcetonúria, doença genética hereditária que impede o corpo de metabolizar a fenilalanina, um aminoácido presente em alimentos ricos em proteínas. Já a estévia tem origem vegetal e costuma ser encarada como uma alternativa “menos pior”, embora também deva ser usada com moderação. Cada substância tem perfil, potência de dulçor e evidências diferentes — por isso, o tipo do adoçante faz diferença.

 

Como os alimentos zero açúcar podem afetar a saciedade e o controle do apetite?


Dra. Lorena Lima Amato — Há extrapolações sugerindo que o consumo de algo muito doce e sem calorias poderia aumentar o apetite depois, mas isso ainda precisa ser melhor demonstrado. De modo geral, o efeito sobre a saciedade tende a ser neutro. O que pesa mais para controlar o apetite são alimentos in natura, fibras, proteínas e o contexto da refeição, não apenas trocar açúcar por adoçante.

  

Quais são as recomendações para o consumo diário de bebidas e alimentos zero para pessoas com diabetes ou pré-diabetes?


Dra. Lorena Lima Amato — Existem limites de ingestão diária aceitável para adoçantes, e eles costumam ser altos e difíceis de alcançar no dia a dia. A substituição de bebidas açucaradas por versões zero pode ajudar no início, mas é preciso evitar a “compensação”: tomar o refrigerante zero e, na mesma refeição, aumentar o carboidrato. O foco deve ser qualidade da dieta, fracionamento adequado, hidratação e redução gradual da necessidade do sabor excessivamente doce.

 

Os produtos zero lactose são benéficos para todos ou apenas para pessoas com intolerância à lactose?


Dra. Lorena Lima Amato — Eles são indicados basicamente para quem tem intolerância à lactose. Para quem tolera bem, não há vantagem específica em preferi-los. O importante, nesses casos, é avaliar o conjunto nutricional do alimento lácteo escolhido.

 

Como os alimentos zero gordura afetam os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue?


Dra. Lorena Lima Amato — É uma questão mais complexa do que o rótulo sugere. Um produto pode ser zero gordura e, ao mesmo tempo, muito rico em carboidrato, o que impacta triglicerídeos e, indiretamente, o metabolismo do colesterol. Em geral, vale priorizar gorduras de boa qualidade em quantidades adequadas — por exemplo, de castanhas, azeite e peixes — e analisar cada alimento pela composição total, não só pelo “zero”.

 


Dra. Lorena Lima Amato - A especialista é endocrinologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com título da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), endocrinopediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria e doutora pela USP.
Site: https://endocrino.com/
www.amato.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/dra.lorenaendocrino/


Dia do Caminhoneiro: Special Dog Company promove proteção da infância na estrada

 

Ação em homenagem aos caminhoneiros foi realizada na matriz da empresa,
 em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), e nos Centros de Distribuição
de Curitiba (PR) e Extrema (MG) (Special Dog/Divulgação)

Programa na Mão Certa, fruto da parceria com a Childhood Brasil, que mobiliza empresas e motoristas no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias

 

No dia em que é celebrado o Dia Nacional do Caminhoneiro, 16 de setembro, a Special Dog Company, referência em nutrição de cães e gatos há mais de 20 anos, ressalta sua parceria com o Programa Na Mão Certa, da Childhood Brasil, que mobiliza empresas e motoristas no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias. Por meio dessa parceria, a companhia busca reforçar a conscientização sobre o papel dos caminhoneiros como agentes de proteção, ao mesmo tempo em que desenvolve diversas ações de reconhecimento e cuidado com esses profissionais ao longo do ano. 

Para a empresa, valorizar o trabalho dos caminhoneiros significa ir além do reconhecimento pelo transporte seguro e eficiente de seus produtos. É também uma forma de incentivar respeito, dignidade e responsabilidade social. “Os caminhoneiros são fundamentais não apenas para garantir a logística, mas também como aliados em uma causa que ultrapassa as estradas: a proteção das crianças e adolescentes. É um compromisso que nos orgulha e que queremos fortalecer cada vez mais”, afirma Karina Soares, Analista de Desenvolvimento Sustentável da Special Dog Company. 

Entre essas iniciativas, em julho a empresa realizou uma grande homenagem que reuniu mais de 400 colaboradores, entre motoristas e ajudantes de caminhão, em três locais: na matriz da empresa, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), e nos Centros de Distribuição de Curitiba (PR) e Extrema (MG). A programação contou com momentos de confraternização, atividades de saúde e bem-estar, orientações práticas e entrega de brindes. Todos os participantes receberam o boton “Sou agente de proteção”, símbolo do engajamento da categoria na luta pela defesa da infância e da adolescência. 

As iniciativas também repercutem nas redes sociais da Special Dog Company, ampliando o alcance da mensagem e reforçando o compromisso da empresa com a valorização dos caminhoneiros e a defesa da infância.

 

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