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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Entenda como a gestão descentralizada pode gerar maior segurança às mulheres durante a gravidez

Apoiado na transparência e senso de coletividade, modelo de gestão sem chefe contribui para que as profissionais se sintam mais tranquilas na gestação e retorno ao trabalho 

 

Não é segredo para ninguém que muitas mulheres têm receio de ficarem grávidas quando estão atuando no mercado corporativo. Segundo uma pesquisa recente produzida pelo site Trocando Fraldas, três em cada sete profissionais no país sentem medo de perder o seu emprego ao engravidar. E tal temor realmente se justifica. De acordo com o estudo “The Labor Market Consequences of Maternity Leave”, realizada pela Fundação Getúlio Vargas, metade delas perdem o emprego em até dois anos após a licença-maternidade, sendo que a maior parte dos desligamentos acontecem sem justa causa e por iniciativa do empregador.

Foi por conta de todo esse cenário, que Jessyka Fortes se sentiu receosa ao anunciar a sua gravidez no trabalho. No entanto, no caso da responsável pelo comercial da Invenis, legaltech que tem como propósito ajudar a resolver os litígios no Brasil, felizmente a preocupação logo deu lugar a alívio. 

Atuando na startup há dois anos e meio, a profissional conta que acabou surpreendida com a receptividade de todos os colaboradores e a estabilidade assegurada durante o período de gestação. Ainda segundo ela, que está grávida de sete meses, muito dessa tranquilidade se dá por conta da cultura organizacional da Invenis. Estruturada a partir da chamada gestão descentralizada, a legaltech atua sem uma hierarquia tradicional entre os colaboradores, que, por sua vez, se sentem mais autônomos e engajados para desempenhar o seu papel sem a presença de uma liderança no dia a dia.

“Toda a equipe me abraçou e deu um amplo suporte desde o primeiro momento. Tudo isso contribui não só para que tenha tranquilidade no trabalho, mas no próprio processo da gravidez em si, no qual sabemos que tende a ser complicado para qualquer mulher”, explica.


Ambiente favorável

Mãe de outras duas crianças, uma de sete e outra de três anos, Jessyka destaca que é a primeira vez que está de fato se sentindo amparada pela empresa durante a gestação, já que nas duas ocasiões anteriores precisou deixar o emprego por conta das dificuldades impostas pelos empregadores.

“Não sabia o que era estar em um ambiente seguro para passar a gravidez. Aqui não sou reduzida a "mãe". Sou vista como a profissional que sou, pelo que entrego de resultados e minha capacidade. Por mais que já esteja há um tempo vivenciando a cultura descentralizada, a experiência me fez ter a certeza de que realmente estou inserida numa empresa estável e transparente, gerando um vínculo muito mais forte e tranquilo para os dois lados”, afirma. 

Segundo Thalita Gelenske, CEO e fundadora da Blend Edu, principal HRtech e ESGtech especializada em diversidade e inclusão do Brasil, quem ganha com essa atmosfera organizacional não é só a pessoa gestante, mas também a própria organização. Afinal, garantir o respaldo de pessoas em papel parental ajuda não só na saúde de profissionais e do bebê, mas também contribui para alta performance e segurança psicológica.

“Um ambiente de trabalho seguro é primordial para qualquer colaborador. Porém, no caso de uma pessoa gestante, é ainda mais essencial. A companhia precisa entender que a rotina passará por adaptações e demonstrar empatia, apoio e flexibilidade nesse momento é benéfico para ambos os lados da relação”, completa.


Planos futuros

A segurança pela manutenção é tanta, que a profissional já tem acertada junto à equipe uma mudança para a área de estratégias e parcerias após o cumprimento dos 120 dias de licença maternidade. O período, aliás, além de assegurar que o bebê tenha todos os cuidados da mãe, servirá também para que Jessyka se prepare para exercer a nova função. 

“Muitas mães encontram dificuldade para retomar o trabalho ou a própria carreira após a gravidez. No meu caso, toda a segurança proporcionada pela Invenis me ajuda a ter a tranquilidade do retorno e a motivação necessária na preparação para um novo desafio”, completa. 

De acordo com o cofundador da startup, Matheus Bombig, o caso envolvendo a gravidez de Jessyka reforça a importância de se manter uma cultura operacional verdadeiramente engajada e participativa. 

“Todos os profissionais estão sujeitos a passar por eventualidades. No entanto, numa gestão sem chefe, diferentemente de uma estrutura tradicional, essas situações passam a ser tratadas de forma colaborativa e transparente por toda a equipe. Até porque, em uma empresa em que não existe chefe, a produtividade depende que os talentos consigam se organizar de forma franca e realmente coletiva”, finaliza. 


Programa de Logística Reversa "Mãos Pro Futuro" alcança marco histórico de 1 milhão de toneladas de resíduos sólidos recuperados

 

Coordenado pela ABIHPEC, o programa foi citado por publicações internacionais de referência da ‘Un Habitat’ e do Banco Mundial e amplia seu impacto social abraçando 14 ODS da ONU
 

O programa de logística reversa "Mãos Pro Futuro", coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e realizado em parceria com a ABIPLA e ABIMAPI, celebra mais um marco histórico da sua atuação: alcançou a marca de 1 milhão de toneladas de resíduos sólidos recuperados desde a implementação do programa no Brasil. Além disso, o programa também expandiu sua abrangência e atualmente, contribui diretamente para 14 dos 17 ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. 

“A marca demonstra o comprometimento contínuo com uma gestão ambiental responsável e eficaz. Estávamos alinhados com 7 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e agora chegamos a 14”, comemora João Carlos Basilio, presidente-executivo da ABIHPEC. 

Desde o seu lançamento, em 2006, o "Mãos Pro Futuro", tem desempenhado um papel notável na promoção da economia circular e na redução do impacto ambiental com resultados expressivos. De acordo com o último relatório, só em 2022, o programa recuperou 163.845 toneladas de massa de embalagens. 

Mais recentemente, em fevereiro de 2023, o Programa lançou sua nova identidade visual e trouxe também para as empresas aderentes, um selo que pode ser utilizado em embalagens de produtos, demonstrando dessa forma aos consumidores, que a empresa, cumpre todas as metas de recuperação de embalagens pós consumo exigidas pelas regulamentações vigentes.

“É mais uma prova do esforço contínuo para abordar uma variedade de desafios globais interconectados, incluindo a erradicação da pobreza, a promoção da igualdade de gênero, a ação climática e a promoção do consumo e produção responsáveis”, aponta Fábio Brasiliano, diretor de Meio Ambiente da ABIHPEC e coordenador do programa. 

O sucesso e a inovação do programa também atraíram reconhecimento internacional. O especialista em sustentabilidade, Flávio Ribeiro, destacou o "Mãos Pro Futuro" como um case inspirador, em uma das mais importantes newsletters do mundo sobre sustentabilidade, a ‘Un Habitat For a Better Urban Future”.


O Banco Mundial (World Bank Group), em sua publicação do International Finance Corporation, também apontou o Programa “Mãos Pro Futuro”, como destaque para a prática da geração inclusiva de trabalho[1].

Atualmente, cerca de 200 organizações de catadores, que atuam em 165 municípios do Brasil espalhados por todas as unidades federativas do país, integram o “Mãos Pro Futuro”. 

Mais informações: MãosProFuturo

 

Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos - ABIHPEC



[1] How ABIHPEC Puts Inclusive Employment Solutions into Practice

 

Empresas podem ‘e devem’ colaborar para a erradicação dos casos de violência contra a mulher

 

Renata Torres e Kaká Rodrigues, especialistas em inclusão e diversidade, falam sobre as políticas públicas existentes e a ação das organizações para a redução das estatísticas alarmantes da violência de gênero
 

Alguns começam com insultos, outros se tornam agressivos quando bebem, a maioria faz com que a mulher se sinta inferior. Os relatos de vítimas de agressão doméstica trazem diferentes histórias, mas um mesmo drama: a intolerância de gênero. De janeiro de 2020 a maio de 2022, foram registradas mais de 570 mil medidas protetivas de urgência para mulheres e meninas em situação de violência doméstica, segundo o estudo divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça, o que equivale a, aproximadamente, uma medida a cada dois minutos. 

E se este ciclo de violência não é interrompido a tempo, aumenta outra estatística que já assombra o Brasil há anos. O país registrou um pico de feminicídios em 2022, com 1410 mortes de mulheres em razão do gênero, segundo dados do Monitor da Violência, sendo o maior número de casos registrados desde a criação da Lei do Feminicídio em 2015. Só no primeiro semestre de 2023, já tivemos 722 mulheres assassinadas (um aumento de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior), segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, celebrado em 25 de novembro, evidencia ao mundo a luta feminina diária em busca do direito básico de viver. 

Kaká Rodrigues, co-founder da consultoria Div.A Diversidade Agora! e especialista em diversidade e inclusão, sinaliza a necessidade de novas medidas e políticas públicas efetivas de prevenção à violência de gênero. “Tivemos avanços na legislação que auxiliaram na proteção das mulheres, como a Lei Maria da Penha, que ajudou a coibir a violência doméstica; a Lei do Minuto Seguinte, que ampara vítimas de violência sexual; a Lei Joana Maranhão, que alterou os prazos de prescrição de crimes de abusos sexuais; e a Lei do Feminicídio, que o qualifica como uma circunstância de crime de homicídio. Porém, esses avanços não impediram que tivéssemos um pico de mortes no ano passado, o que confirma que é uma luta constante e um problema que diz respeito a toda a sociedade”, explica a especialista. 

A conscientização da população sobre os efeitos da intolerância de gênero pode ser trabalhada em diversas camadas da sociedade, inclusive e, principalmente, no âmbito profissional que ocupa a maior parte do dia a dia da população brasileira. 

Para Renata Torres, também co-founder da consultoria Div.A Diversidade Agora! e especialista em diversidade e inclusão, as organizações devem assumir uma postura ativa diante do tema. “As pessoas colaboradoras compõem a essência das empresas. Por isso, é necessário que as lideranças promovam um ambiente com segurança psicológica, para que as mulheres se sintam seguras e tenham as suas necessidades de dignidade atendidas. E, caso estejam passando por uma situação de violência, se sintam seguras para falar sobre isso, seja com a sua liderança ou por algum canal de denúncia”, explica Renata. 

De acordo com a especialista, há uma bagagem cultural que cada pessoa traz de sua vida externa ao ambiente de trabalho, “o que é saudável”, diz. Porém, ressalta Renata, trabalhar de que forma essas diferenças podem contribuir e somar para um ambiente coletivo mais harmonioso faz toda a diferença. “É importante que todas as pessoas colaboradoras reflitam sobre o tema, para, inclusive, terem a sensibilidade de perceber que algo pode estar acontecendo com uma colega de trabalho”, acrescenta Renata. 

Kaká Rodrigues reforça a importância da diversidade nesse contexto: “equipes mais diversas e inclusivas, que estiverem em um ambiente de trabalho saudável, consequentemente colaboram para conscientizar mais pessoas impactando na diminuição das tristes estatísticas da violência contra a mulher”, conclui.


Certificações internacionais atestam segurança da informação e proteção de dados nas empresas

Divulgação
Tecnobank
Em uma sociedade na qual a segurança da informação e a proteção dos dados ganham cada vez mais importância, a obtenção de certificações nesse sentido é um passo significativo para companhias de todos os portes e setores. Reconhecidas internacionalmente, as normas ISO 27001 e ISO 27701 se complementam: enquanto uma define as melhores práticas em gestão da segurança da informação, a outra, criada mais recentemente, se concentra na privacidade e proteção de dados, incluindo o controle e acompanhamento de uma da total adequação das empresas brasileiras à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Essas normas proporcionam confiança aos clientes, parceiros e colaboradores, assegurando que as informações são tratadas com o devido cuidado e responsabilidade.

 ISO 27001 e ISO 27701 surgem como pilares cruciais

A norma ISO 27001 tem como principal objetivo estabelecer um sistema sólido de segurança que assegure a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações. "Isso é fundamental para proteger dados sensíveis contra ameaças cibernéticas, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a informações críticas", explica Gabriel Schulman, coordenador da Pós-Graduação de Direito Civil, Processo e Consumo da Universidade Positivo (UP).

À medida que a conscientização sobre a importância da proteção de dados cresce, a norma ISO 27701 ganha destaque. "A ISO 27701 traz requisitos para tratamento e proteção dos dados pessoais úteis, permitindo a gestão de Segurança da Informação (SGSI) a um Sistema de Gestão da Privacidade da Informação (SGPI). Embora não seja uma norma obrigatória, é uma fonte útil, e pode ser empregada”, destaca Schulman. 

Portanto, as normas ISO 27001 e ISO 27701 desempenham um papel fundamental na garantia da segurança da informação e da proteção de dados em um ambiente tecnológico em constante evolução. Ao aderir a essas normas – e conquistarem os selos posteriormente a criteriosas auditorias especializadas, as empresas demonstram um compromisso inabalável em proteger informações sensíveis e respeitar a privacidade das pessoas, estabelecendo um padrão de excelência na gestão de dados.

Além de ser pioneira na renovação da ISO 27001 para a última versão (2022), a Tecnobank é uma das primeiras empresas no Brasil a obter a ISO 27701. De acordo com Adriana Saluceste, diretora de tecnologia e DPO (Data Protection Officer) da Tecnobank, essas conquistas são o resultado do esforço conjunto de todas as áreas e colaboradores da empresa, refletindo o compromisso com a segurança tecnológica e a proteção de informações. "Essas normas são reconhecidas internacionalmente e transmitem nosso compromisso com a gestão exemplar de informações e a proteção da privacidade de nossos clientes, parceiros e colaboradores”, comenta.


Celulares, Notebooks ou Eletrodomésticos: o que o consumidor quer comprar na Black Friday 2023?

iStock
Estudo aponta que 7 a cada 10 buscas são para telefonia no período que antecede uma das principais datas do varejo

 

Consolidada no calendário comercial brasileiro, a Black Friday estimula varejistas e consumidores a se planejarem para o período das suas ações promocionais. A edição deste ano  acontece dia 24 de novembro, mas a preparação começa com meses de antecedência. Essa característica e outros padrões de consumo foram observados por um estudo conduzido pela Americanas em parceria com a Agência Conversion. 

Com o propósito de entender a preferência dos consumidores, a amostra da pesquisa considerou as variações no nível de interesse de buscas mês a mês no Google Trends, entre outubro de 2022 a outubro de 2023. O mapeamento mostrou predileção aos eletrônicos. Tanto que, recentemente, no mês que antecipa a Black Friday, a maioria das procuras estavam relacionadas aos celulares (68,5%); notebooks (19,1%) e eletrodomésticos (12,2%).  

Esses dados dão indícios de que a edição deste ano será promissora para a venda de smartphones. Além de liderar o ranking de interesse entre os consumidores, esse produto se destaca por sustentar uma taxa positiva de crescimento, mês a mês, de 6%. Não por acaso, no último outubro, nas pesquisas sobre a Black Friday, 7 a cada 10 foram para telefonia, em comparação às categorias de notebook e eletrodomésticos. 

 

Produtos favoritos

Com base nas informações coletadas, a pesquisa da Americanas e Agência Conversion se aprofundou na comparação entre eletrodomésticos, celulares e notebooks durante a Black Friday. Assim, descobriu que a categoria mais buscada na pré-Black Friday são os celulares.  

Analisando diferentes marcas de celulares, a pesquisa identificou que o modelo que apresentou o maior crescimento no interesse de buscas entre setembro e outubro de 2023 foi “galaxy a54”, com um aumento de 27%. Na comparação entre outubro de 2022 e outubro de 2023, aquele que apresentou o maior crescimento foi “moto e22”, de 1535%. Além dele, o modelo “a23” também apresentou aumento no interesse ano a ano, com crescimento de 46%.

 

Perfil dos consumidores

De modo geral, os aparelhos tecnológicos e de informática predominam na cultura de consumo durante a Black Friday. Afinal, costumam ser mercadorias com custo de aquisição mais alto, o que reforça a atração dos consumidores quando são oferecidos quaisquer descontos ou ações promocionais adicionais. Esse contexto também ajuda a explicar o aumento no volume de buscas, pois aponta interesse por boas oportunidades de economia.  

Além do investimento em pesquisas de médio e longo prazo, a análise dos 10 maiores players varejistas do Brasil viabilizou a concepção de um perfil do consumidor da Black Friday no Brasil. Ele se caracteriza como uma persona em idade considerada jovem-adulta, variável entre 25 a 34 anos, e do sexo masculino. Com exceção de uma empresa, os homens dominam o espaço de visitas das lojas virtuais no mercado.

 

Black Friday no Brasil 

A primeira edição da Black Friday no Brasil ocorreu há 13 anos, no dia 28 de novembro de 2010, em uma versão totalmente digital. Desde então, o mercado amadureceu a proposta e evoluiu nas estratégias no e-commerce e no varejo de rua com foco na competitividade dos preços e impulsionamento do negócio. Os esforços se refletem no faturamento do setor que em 2020, em pleno ano da pandemia, cresceu 25% e atingiu R$ 4 bilhões em vendas online, de acordo com relatório da  Ebit/Nielsen.  

Agora, com o aumento no fluxo das pesquisas no Google e melhora no cenário econômico, as expectativas para a Black Friday 2023 são otimistas. Dentro das categorias mais pesquisadas pelos consumidores, fica claro o aumento no interesse de buscas, como no caso dos celulares. Esse recorte, por si, demonstra o amadurecimento da intenção de compra. 

 

Black Friday 2023 na Americanas


quinta-feira, 23 de novembro de 2023

ONG Cabelegria inicia campanha para arrecadar fundos para confecção de perucas

Instituição atua desde 2013 com produção e doação de perucas para pacientes com câncer


A ONG Cabelegria lançou a campanha Adote Uma Peruca para financiar a produção de perucas para mulheres e crianças em tratamento oncológico de todo o Brasil. Atualmente, a ONG possui duas toneladas de cabelo em estoque aguardando serem transformadas em perucas. A partir de novembro, é possível contribuir com valores fixos mensais ou uma doação única pelo site da organização. 

Desde 2013, a Cabelegria tem como missão resgatar a autoestima e levar sorrisos aos pacientes com câncer e trabalha através do recebimento de doações de cabelo, os transformando em perucas de alta qualidade, que são distribuídas gratuitamente. Até o momento, mais de 420 mil pessoas enviaram doações de cabelo e mais de 13 mil perucas foram doadas a pacientes em tratamento quimioterápico. 

Apesar do grande número de doações recebidas, a ONG enfrenta desafios para transformar os cabelos em perucas já que a sua produção e envio tem um custo estimado de R100 por unidade. Dessa forma, foi criada a campanha "Adote Uma Peruca", que arrecada doações financeiras com o objetivo de levar autoestima a ainda mais pessoas pelo Brasil. Com menos de 80 centavos por dia, é possível garantir um kit de costura e contribuir para confecção de novas perucas. 

"Nossa missão é proporcionar apoio e dignidade a quem enfrenta o desafio do câncer. Cada doação, por menor que seja, faz a diferença e nos ajuda a continuar nosso trabalho. Cada história de luta contra o câncer é única e é nossa missão apoiar essas pessoas em sua jornada”, reitera Mariana Robrahn, fundadora e presidente da Cabelegria. 

O câncer é uma questão de saúde pública global, sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo e representando um desafio significativo para a expectativa de vida. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 704 mil novos casos de câncer no Brasil em 2023, afetando aproximadamente um em cada cinco indivíduos. 

Uma em cada cinco pessoas enfrentará o câncer em algum momento de suas vidas, de acordo com o INCA. Globalmente, o câncer de mama é o tipo mais comum, com 2,3 milhões de novos casos (11,7%), seguido pelo câncer de pulmão, que registra 2,2 milhões de casos (11,4%). O apoio financeiro à Cabelegria permite expandir suas operações, produzir mais perucas e beneficiar um número maior de pessoas enfrentando desafios em suas vidas. 

A Cabelegria é uma organização transparente e responsável financeiramente, garantindo o uso eficaz das doações, como evidenciado em relatórios disponíveis em seu site. Suas doações têm um impacto significativo na vida daqueles afetados pelo câncer.


Serviço:
ONG Cabelegria - A/C Cabelegria
Caixa Postal – 75207
São Paulo/SP
CEP. 02415-972
Link de doação Cabelegria

Dia Nacional de Combate ao Câncer: conheça direitos trabalhistas de quem tem a doença

Em suas decisões, Justiça do Trabalho tem assegurado garantias aos pacientes  
 

Passado o primeiro impacto de um diagnóstico de câncer, o paciente começa uma caminhada em busca do tratamento adequado. Ter a tranquilidade de poder contar com uma rede de apoio e - por que não dizer? - a garantia da manutenção do emprego durante o tratamento e ao retornar ao trabalho pode ser determinante para vencer essa etapa de vida.

 

Proteção

Porém, por vezes, a realidade é diferente. A Justiça do Trabalho recebe muitos processos em que trabalhadores e trabalhadoras diagnosticados com a doença são demitidos e precisam interromper o tratamento, em razão da suspensão do plano de saúde empresarial. Há casos, ainda, de pessoas que são desligadas quando retornam ao emprego. Ambas as situações potencializam um momento de fragilidade.


Direito à estabilidade

No ordenamento jurídico brasileiro, não há uma lei específica que garanta a estabilidade após o retorno do tratamento de uma doença grave. O que se proíbe é dispensa por discriminação, conforme previsto na Lei 9.029/95. A Súmula 443 do Tribunal Superior do Trabalho, por sua vez, presume discriminatória a dispensa de pacientes com doença grave que gere estigma ou preconceito. E, segundo a jurisprudência do TST, a neoplasia maligna (câncer) se enquadra nessa definição.


Dispensa discriminatória

Para o ministro Cláudio Brandão, houve uma evolução do tribunal no reconhecimento dessas situações. “O grande passo que a súmula constrói, quando a alegação é de dispensa discriminatória, é que caberá à empresa provar, de forma robusta, que o desligamento não se deu com base no preconceito ou no estigma”, explica. “Estamos atentos a esses casos e sinalizamos para as empresas, de maneira muito clara, que elas devem agir de forma a preservar a dignidade e o emprego de alguém que se encontra em um momento tão vulnerável”. 

Em recente julgado, a Sétima Turma do TST, da qual o ministro Brandão faz parte, reconheceu a dispensa discriminatória de uma empregada de carros com câncer de mama que trabalhava em uma locadora de carros. A empresa foi condenada ao pagamento de indenização de R 50 mil reais por danos morais. 

Até junho de 2023, a Justiça do Trabalho recebeu mais de 7,7 mil processos relacionados a dispensas discriminatórias. Não é possível, contudo, obter um recorte do total de casos relacionados especificamente a câncer.


Dignidade humana

A Súmula 443 estabelece ainda que a presunção da dispensa discriminatória, sem que a empresa apresente prova em sentido contrário, dá direito à reintegração no emprego ou à reparação integral dos danos materiais, extrapatrimoniais ou morais. 

“A dispensa sem justa causa, por si só, já viola a dignidade humana, e a demissão de alguém com câncer é uma violação maior ainda”, afirma o ministro Brandão. “Essas questões deveriam gerar nas empresas atitudes de respeito e inclusão. Quando o TST determina a reintegração ou garante a indenização, de alguma forma está minimizando esse impacto e resgatando a dignidade dessa pessoa.”

 

Garantias

As pessoas diagnosticadas com neoplasia maligna ou que tenham dependentes com a doença podem sacar o FGTS e o PIS/PASEP. O valor recebido será o saldo de todas as contas do trabalhador, inclusive a do atual contrato de trabalho.

Quando fica temporariamente incapaz para o trabalho em razão de alguma enfermidade por mais de 15 dias consecutivos, o empregado tem direito ao auxílio-doença. No caso de câncer, o benefício independe da carência de 12 contribuições, desde que esteja na qualidade de segurado. 

A incapacidade para o trabalho deve ser comprovada pela perícia médica do INSS. Se o laudo considerá-la definitiva, a pessoa poderá ser aposentada por invalidez. Tem direito ao benefício o segurado que não esteja em processo de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, independentemente de estar recebendo o auxílio-doença.

De acordo com a Lei 7.713/1988, a pessoa com câncer tem direito à isenção do Imposto de Renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações.


Outros direitos

O paciente com câncer que apresente deficiência nos membros inferiores ou superiores que o impeça de dirigir um veículo comum pode solicitar a isenção do IPI para a compra de um carro adaptado. Se estiver incapacitado de dirigir, a isenção poderá ser solicitada em nome de um representante legal. 

Algumas unidades da federação concedem isenção do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos adaptados ou adquiridos por pessoas com deficiência.

 

27 de Novembro

O Dia Nacional de Combate ao Câncer foi instituído em 1988 pelo Ministério da Saúde. O objetivo é ampliar a conscientização da população sobre a doença e, principalmente, a importância da prevenção. 

Segundo a “Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil”, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), são esperados 704 mil casos novos de câncer no Brasil para cada ano do triênio 2023/2025. De acordo com o estudo, o tumor maligno mais incidente é o de pele não melanoma (31,3% do total de casos), seguido pelos de mama feminina (10,5%), próstata (10,2%), cólon e reto (6,5%), pulmão (4,6%) e estômago (3,1%).

 

Healthspan X Lifespan: Conheça a verdade para uma vida longa e saudável

Viva não apenas com expectativa de vida, mas também com expectativa de saúde
 

 

Todos almejamos uma vida longa e saudável, mas será que estamos realmente focando nos aspectos certos? Enquanto a expectativa de vida continua a aumentar, é essencial também considerar a qualidade dessa vida. É nesse contexto que surge o conceito de "healthspan" vs. "lifespan". Refere-se à diferença entre a duração de vida de um indivíduo (lifespan) e o período em que esse indivíduo vive com boa saúde, livre de doenças e incapacidades (healthspan). 

O lifespan é o tempo de vida total de um organismo, geralmente medido em anos. É determinado por vários fatores, incluindo genética, ambiente, estilo de vida e cuidados médicos. A expectativa de vida média tem aumentado significativamente ao longo dos últimos séculos, principalmente devido a melhorias nas condições sanitárias, avanços médicos e estilos de vida mais saudáveis. 

A nutricionista Cris Ribas Esperança explica que, apenas aumentar a expectativa de vida não é suficiente se a qualidade de vida durante esse período for prejudicada por doenças crônicas, incapacidades e declínio funcional. É aí que entra o conceito de healthspan, que se concentra em maximizar a saúde e o bem-estar durante toda a vida de uma pessoa, garantindo que ela viva não apenas por um longo tempo, mas também com qualidade. 

A melhoria do healthspan envolve a prevenção e o tratamento de doenças crônicas, a promoção de um estilo de vida saudável, a manutenção da função cognitiva, a preservação da mobilidade e a promoção do envelhecimento saudável em geral.  

Uma parcela significativa de nossas vidas é vivida de forma pouco saudável, chegando a aproximadamente 20%. Essa constatação é alarmante, pois representa um período substancial de tempo. Parece que, após atingirmos uma certa idade, nos encontramos apenas na expectativa de viver mais anos, enquanto negligenciamos a expectativa de manter uma boa saúde. 

Tomemos como exemplo uma pessoa que vive até os 80 anos, mas a partir dos 60 é afetada por uma doença crônica ou degenerativa que compromete completamente sua qualidade de vida. Essa situação é lamentável, pois indica que uma parte significativa da vida dessa pessoa é vivida em um estado de saúde precário, com limitações e restrições que impactam negativamente sua felicidade e bem-estar.

A ciência é clara: nossos hábitos diários têm um impacto significativo na nossa saúde e longevidade. Inúmeros estudos vêm demonstrando que uma boa expectativa de saúde pode ser alcançada por meio de uma combinação de estratégias, como alimentação saudável, atividade física regular, controle do estresse, sono adequado, relacionamentos sociais positivos e acesso a cuidados médicos preventivos. Então, por onde começar?

 

Movimento: A jornada começa com um passo 

O exercício regular é um dos pilares fundamentais para uma vida saudável. Saia e mova-se! A atividade física não apenas fortalece os músculos e ossos, mas também reduz o risco de doenças cardiovasculares, melhora a saúde mental e aumenta a energia e disposição. Caminhadas, corridas, dança, musculação - escolha uma atividade que lhe traga prazer e faça disso um compromisso regular. Ao adotar um estilo de vida ativo, você estará investindo na sua saúde e aumentando sua healthspan.

 

Nutrição: Alimente seu corpo, alimente sua vida 

Cris Ribas Esperança destaca que a maneira como nos alimentamos tem um impacto direto na nossa saúde e bem-estar geral, e é por isso que é essencial reavaliar nossos hábitos alimentares. 

A dieta moderna, muitas vezes, é caracterizada por alimentos altamente processados, ricos em açúcares adicionados, gorduras saturadas e aditivos artificiais. Esses alimentos podem fornecer energia rápida, mas são pobres em nutrientes essenciais. Para promover uma expectativa de saúde maior, é necessário priorizar uma alimentação baseada em alimentos integrais e nutritivos. 

Uma dieta rica em alimentos integrais, como frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e fibras, oferece uma ampla variedade de nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais, antioxidantes e fitonutrientes. Esses nutrientes são vitais para o funcionamento adequado do organismo, fortalecendo o sistema imunológico, mantendo a saúde cardiovascular, melhorando a saúde cerebral e reduzindo o risco de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardíacas e certos tipos de câncer. 

Uma alimentação saudável não é apenas uma escolha de curto prazo, mas sim um investimento no futuro. Ao adotar bons hábitos alimentares, estamos contribuindo para uma saúde duradoura e uma maior expectativa de vida saudável. É importante lembrar que cada pessoa é única, e é recomendado buscar orientação de profissionais de saúde, como nutricionistas, para obter um plano alimentar personalizado que atenda às necessidades individuais. 

 

Autocuidado: Desenvolvendo sua mente e corpo 

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. Reduza o estresse, proteja seu cérebro e crie conexões neurais. Tire pausas, evite a multitarefa e experimente coisas novas. O autocuidado não é apenas reservar um tempo para relaxar, mas também para investir em si mesmo. Encontre prazer em hobbies, cultive relacionamentos significativos, estabeleça limites saudáveis e busque apoio quando necessário. A saúde mental é um pilar essencial para a saúde global e a expectativa de vida saudável. 

“Lembre-se de que cada pessoa é única, e é fundamental buscar orientação profissional personalizada. Aumentar a expectativa de saúde é um compromisso contínuo que requer esforço e dedicação, mas os benefícios são inestimáveis. Ao adotar um estilo de vida saudável e equilibrado, você está investindo no seu futuro, desfrutando de uma vida longa, saudável e plena”. Conclui Cris Ribas Esperança. 

Na sociedade atual, estamos presenciando um fenômeno de aumento da longevidade. As pessoas estão vivendo mais, e isso nos leva a repensar a forma como encaramos o envelhecimento. "Em uma sociedade cada vez mais longeva, o nosso futuro será biológico e não cronológico" resume essa mudança de paradigma. 

 

Nutricionista Funcional Cris Ribas Esperança - CRN-3 48747 -
Apaixonada pela vida e formada em nutrição por amor a comida de verdade. Seus Hábitos só terão resultados quando forem sustentáveis e reais. Acredita que se alimentar bem, não é mais ou menos é o segredo para uma vida de saúde e prosperidade. Além da formação é pós graduada em Gastronomia Funcional e especializada em Nutrição Comportamental e Low Carb. Sócia proprietária do Instituto do Bem-Estar Giulliano Esperança, onde divide seus compromissos junto a carreira de nutricionista.


Com envios para países africanos, vacinação contra malária avança

Mais de 330 mil doses da vacina contra a malária recomendada pela OMS chegaram em Camarões – um passo histórico para a imunização contra uma das doenças mais mortais para crianças africanas

 

Envios da primeira vacina contra a malária recomendada pela OMS, a RTS,S, começaram com a chegada de 331.200 doses, no último dia 21, a Yaoundé, na República dos Camarões. Essa é a primeira entrega a um país que não participou do programa-piloto da vacina contra a malária e sinaliza o início do aumento da vacinação nas zonas de maior risco do continente africano. 

Uma criança com menos de cinco anos morre de malária quase a cada minuto. Em 2021, registaram-se 247 milhões de casos de malária em todo o mundo, o que levou a 619.000 mortes. Destas mortes, 77% eram crianças com menos de 5 anos de idade, principalmente na África. O continente africano representa aproximadamente 95% dos casos de malária a nível mundial. 

Prevê-se que mais 1,7 milhões de doses da vacina RTS,S cheguem a Burkina Faso, Libéria, Níger e Serra Leoa nas próximas semanas, com previsão de outros países africanos receberem doses nos próximos meses. A partir do primeiro trimestre de 2024, vários países terão a vacina como parte de programas rotineiros de imunização. 

Desde 2019, Gana, Quênia e Malawi têm administrado a vacina em esquema de quatro doses a partir dos 5 meses de idade em distritos selecionados como parte do Programa de Implementação da Vacina contra a Malária (MVIP). Mais de 2 milhões de crianças foram vacinadas nesses países africanos através do MVIP - o que resultou em queda de 13% na mortalidade por todas as causas em crianças com idade elegível para receber a vacina e em reduções substanciais nas doenças graves da malária e hospitalizações. 

Dados do projeto-piloto demonstraram o impacto e a segurança da vacina RTS,S. Além disso, fornecem dados importantes sobre a aceitabilidade e a adesão à vacina que ajudaram a fundamentar a recente recomendação da OMS de uma segunda vacina contra a malária - a R21, fabricada pelo Serum Institute of India (SII). A R21 está atualmente em análise pela OMS para pré-qualificação. Em preparação para a vacinação em grande escala, a Gavi, a OMS, a UNICEF e parceiros, trabalham com países que manifestaram interesse e/ou confirmaram planos de implementação sobre as próximas etapas. 

“A Gavi orgulha-se da aliança de partes interessadas, de ter tomado a decisão de investir na vacina contra a malária como uma prioridade de saúde pública e de este apoio ter contribuído para a disponibilidade de uma nova ferramenta que pode salvar a vida de milhares de crianças todos os anos. Estamos entusiasmados com o lançamento desta vacina histórica através dos programas da Gavi e trabalhamos com os parceiros para garantir que seja administrada juntamente com outras medidas essenciais", afirmou David Marlow, diretor executivo da Gavi, a Aliança Global de Vacinas. 

"Este é um momento de grande avanço para as vacinas contra a malária e para o controle da doença. O fornecimento de vacinas contra a malária a novos países em toda a África oferecerá proteção vital a milhões de crianças em risco de contrair malária", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. "Mas não podemos parar por aqui. Juntos, temos de encontrar a vontade e os recursos necessários para aumentar a escala das vacinas contra a malária, para que mais crianças possam ter vidas mais longas e saudáveis."
 

Sobre a Gavi, a Aliança Global de Vacinas 

Gavi, a Aliança Global de Vacinas é uma parceria público-privada que ajuda a vacinar metade das crianças do mundo contra algumas das doenças mais mortais existentes. Desde sua criação em 2000, a Gavi ajudou a imunizar toda uma geração – mais de 1 bilhão de crianças – e evitou mais de 17.3 milhões de mortes, ajudando a reduzir pela metade a mortalidade infantil em 78 países de baixa renda. A Gavi também desempenha um papel fundamental na melhoria da segurança sanitária global, apoiando os sistemas de saúde e financiando estoques globais de vacinas contra o ebola, cólera, meningocócica e febre amarela. Após duas décadas de progresso, a Gavi agora está focada em proteger a próxima geração, sobretudo as crianças que não receberam nem uma única vacina. A Aliança Global de Vacinas emprega financiamento inovador e a mais recente tecnologia – de drones a biometria – para salvar milhões de vidas, prevenir surtos antes que eles possam se espalhar e ajudar países no caminho da autossuficiência. Saiba mais acessando o site. Conecte-se conosco através do Facebook e Twitter

Gavi é co-organizadora da COVAX, o pilar de vacinas do Acelerador de Acesso às Ferramentas COVID-19 (ACT), juntamente com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o UNICEF. Em sua função, a Gavi está focada na aquisição e entrega da COVAX: coordenando o projeto, implementação e administração da Instalação COVAX e do Gavi COVAX AMC e trabalhando com seus parceiros da Aliança UNICEF e OMS, juntamente com governos, na preparação e entrega do país. 

A Aliança Global de Vacinas reúne países em desenvolvimento e governos doadores, Organização Mundial da Saúde, UNICEF, Banco Mundial, indústria de vacinas, agências técnicas, sociedade civil, Fundação Bill & Melinda Gates e outros parceiros do setor privado. Veja a lista completa de governos doadores e outras organizações líderes que financiam o trabalho da Gavi aqui.
  

Cirurgião explica quais especialistas devem ser consultados antes de fazer um procedimento estético

Solicitar exames cardiológicos também ajuda a eliminar fatores de risco significativos, evitando possíveis intercorrências

 

Muitas pessoas recorrem a procedimentos estéticos por conta de traumas e complexos com a sua autoimagem. Caso não tenham orientações médicas multidisciplinares na hora de fazer uma intervenção podem ter arrependimentos no futuro e mais gatilhos relacionados à maneira de observar a própria aparência. 

O especialista Rafael Evaristo (CRO 12231 SC), cirurgião bucomaxilofacial e referência no País em cirurgia de rejuvenescimento facial, explica que antes de realizar qualquer procedimento é preciso consultar diferentes profissionais para analisar o tipo de intervenção, bem-estar físico do paciente e das suas necessidades específicas. 

Visitar o cardiologista, conforme orienta Evaristo, também é essencial. “O paciente pode ter doenças cardíacas ou fatores de risco significativos, por isso um especialista deve ser consultado para garantir que o procedimento seja seguro evitando possíveis intercorrências ”, explica. 

O anestesista vai avaliar se o paciente tem ou não uma resistência anestésica. “Esse cuidado é importante para avaliar a capacidade do indivíduo de tolerar a sedação e garantir um plano seguro do procedimento a ser feito”, enfatiza o cirurgião. 

Quem vai realizar uma operação pode precisar perder peso, por esse motivo um nutricionista vai facilitar esse processo. “O profissional irá fornecer orientações sobre uma dieta adequada antes e depois do procedimento. Além disso, a nutrição desempenha um papel crucial na cicatrização e recuperação após procedimentos estéticos”, lembra. 

Um psicólogo ou psiquiatra devem ser recomendados para garantir se o paciente realmente deseja a mudança. “É importante considerar as implicações psicológicas e emocionais. Um profissional de saúde mental pode ajudar a avaliar motivações e expectativas”, garante. 

Evaristo também revela que em casos mais específicos médicos vasculares, dentistas e oftalmologistas podem ser acionados. “Quando envolve veias ou circulação sanguínea, como tratamentos de varizes, pode ser útil consultar um cirurgião vascular. Para procedimentos faciais, como preenchimento de lábios ou cirurgia maxilofacial, um dentista pode ser consultado para avaliar a saúde bucal e a harmonia facial”, destaca e continua. “Se for uma modificação próxima aos olhos, como uma blefaroplastia (cirurgia de pálpebras), um oftalmologista pode ajudar a avaliar a saúde ocular e a segurança do procedimento”, finaliza. 



Dr. Rafael Evaristo - O cirurgião bucomaxilofacial, Dr. Rafael Evaristo (CRO 12231 SC) é uma referência no país em cirurgia de rejuvenescimento facial. Com clínicas nas cidades de Blumenau e Balneário Camboriú, ele é especialista na remoção de papada junto com a sustentação dos músculos da base do pescoço, por meio de técnicas minimamente invasivas e de rápida recuperação. Um profissional com 15 anos de estudos na área e mais de 2 mil cirurgias realizadas para tratar flacidez e remover a gordura facial, proporcionando uma melhora na autoestima e um rosto mais magro e jovem aos seus pacientes. Para mais informações, acesse o site e pelo drrafaelevaristo ou no canal do YouTube.


Centro Brasileiro de Cirurgia da Face (CBCF)
O Centro Brasileiro de Cirurgia da Face (CBCF) é inteiramente dedicado a cirurgias estéticas na face. O projeto inovador traz o que há de mais moderno na área para cidade de Blumenau - SC. O CBCF é resultado do conhecimento de mais de 15 anos de carreira do seu idealizador Dr. Rafael Evaristo e um corpo clínico de profissionais com ampla experiência em tratamentos cirúrgicos de emagrecimento e rejuvenescimento facial.


Pré-concepção: a ciência dos nutrientes e seu impacto nas gerações futuras

Sandra Seitamaa - Unplash
A nutricionista Débora Valadão apresenta insights sobre como a saúde dos pais pode influenciar a concepção do futuro bebê

 

Com linguagem fácil, o Puravida PRIME auxilia as pessoas que querem ganhar vitalidade e transformação através do conhecimento, com acesso aos conteúdos de forma rápida e ágil. O serviço de streaming permite acesso a centenas de conteúdos que podem ajudar quem deseja melhorar, por exemplo, alguma questão relacionada à falta de disposição, começando a entender como funciona a saúde fisiológica para depois equilibrar outros importantes pilares do corpo e da mente que são a base para a sustentação.

Entre os temas abordados, um deles fala especificamente sobre a saúde dos pais antes da concepção, que é uma influência subestimada e que tem potencial de influenciar as futuras gerações, afetando não só a saúde imediata do bebê, mas também a dos netos. A nutricionista especializada em nutrição funcional e professora do Puravida PRIME, Débora Valadão, traz à tona insights valiosos sobre este tema.


Obesidade e falta de vitaminas influenciam na saúde do futuro bebê 

Um dos fatores mais evidentes que ressoam na saúde dos descendentes é a obesidade. Estudos contemporâneos mostram que o excesso de peso no período pré-concepcional tem implicações na fecundidade – a probabilidade média de concepção por ciclo. Além disso, a obesidade pode desencadear alterações metabólicas e inflamatórias, afetando a função placentária e a expressão gênica durante a gravidez.

Outro dado alarmante é que mulheres com sobrepeso ou obesidade tendem a ter níveis insuficientes de vitamina D e cálcio. Ambos os nutrientes são cruciais para o crescimento fetal, evidenciando assim a necessidade de adequação do peso antes da concepção.

No entanto, o peso saudável é apenas uma peça do quebra-cabeça. A professora do Puravida PRIME ressalta a importância de um equilíbrio nutricional adequado, mencionando uma pesquisa que associa o consumo de frutas, verduras e antioxidantes como betacaroteno, licopeno e luteína a um risco reduzido de malformações no bebê.

O foco é então direcionado para seis nutrientes-chave:

  1. Vitamina B12: essencial para o metabolismo do folato, tem um papel crítico na modulação de várias reações durante a gestação. Mulheres que suplementam com vitamina B12 antes da concepção tendem a manter níveis ideais durante a gravidez. Mais impressionante ainda, estudos indicam que seus filhos podem ter vantagens no neurodesenvolvimento até os dois anos de idade.
  2. Vitamina D: além de sua relação com a produção de progesterona, a vitamina D afeta o desenvolvimento da placenta e a programação fetal, com repercussões potenciais na predisposição da criança a asma, alergias alimentares e excesso de peso.
  3. Ômega 3: a pesquisa sugere uma forte relação entre o equilíbrio de ômega 3 e ômega 6 e a capacidade de conceber. Mulheres que tomam suplementos de ômega 3 têm chances significativamente melhores de engravidar.
  4. Zinco: este mineral é crucial para o crescimento e desenvolvimento dos folículos ovarianos, bem como a maturação do óvulo. A deficiência, mesmo em curtos períodos, pode ter consequências epigenéticas.
  5. Mio-Inositol: conhecido por influenciar o hormônio FSH, o mio-inositol tem potencial para otimizar a qualidade do óvulo em mulheres com pré-diabetes ou histórico de diabetes gestacional.
  6. Coenzima Q10: fundamental para a energia mitocondrial, essa coenzima desempenha um papel vital no funcionamento dos ovários, com implicações na produção hormonal e na ovulação.

Para democratizar o acesso às informações, essa aula pode ser assistida de forma gratuita durante o período de degustação disponibilizado para novos assinantes do Puravida PRIME. Depois disso, o usuário decide se deseja continuar com a opção de assinar o conteúdo anualmente. Mais informações podem ser obtidas em: https://app.puravidaprime.com.br/

 

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