A nutricionista
Débora Valadão apresenta insights sobre como a saúde dos pais pode influenciar
a concepção do futuro bebê
Sandra Seitamaa - Unplash
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acesso a centenas de conteúdos que podem ajudar quem deseja melhorar, por
exemplo, alguma questão relacionada à falta de disposição, começando a entender
como funciona a saúde fisiológica para depois equilibrar outros importantes
pilares do corpo e da mente que são a base para a sustentação.
Entre os temas abordados, um deles fala
especificamente sobre a saúde dos pais antes da concepção, que é uma influência
subestimada e que tem potencial de influenciar as futuras gerações, afetando
não só a saúde imediata do bebê, mas também a dos netos. A nutricionista
especializada em nutrição funcional e professora do Puravida PRIME, Débora
Valadão, traz à tona insights valiosos sobre este tema.
Obesidade e falta de vitaminas
influenciam na saúde do futuro bebê
Um dos fatores mais evidentes que ressoam na saúde
dos descendentes é a obesidade. Estudos contemporâneos mostram que o excesso de
peso no período pré-concepcional tem implicações na fecundidade – a
probabilidade média de concepção por ciclo. Além disso, a obesidade pode
desencadear alterações metabólicas e inflamatórias, afetando a função
placentária e a expressão gênica durante a gravidez.
Outro dado alarmante é que mulheres com sobrepeso
ou obesidade tendem a ter níveis insuficientes de vitamina D e cálcio. Ambos os
nutrientes são cruciais para o crescimento fetal, evidenciando assim a
necessidade de adequação do peso antes da concepção.
No entanto, o peso saudável é apenas uma peça do
quebra-cabeça. A professora do Puravida PRIME ressalta a importância de um
equilíbrio nutricional adequado, mencionando uma pesquisa que associa o consumo
de frutas, verduras e antioxidantes como betacaroteno, licopeno e luteína a um
risco reduzido de malformações no bebê.
O foco é então direcionado para seis nutrientes-chave:
- Vitamina
B12:
essencial para o metabolismo do folato, tem um papel crítico na modulação
de várias reações durante a gestação. Mulheres que suplementam com
vitamina B12 antes da concepção tendem a manter níveis ideais durante a
gravidez. Mais impressionante ainda, estudos indicam que seus filhos podem
ter vantagens no neurodesenvolvimento até os dois anos de idade.
- Vitamina
D:
além de sua relação com a produção de progesterona, a vitamina D afeta o
desenvolvimento da placenta e a programação fetal, com repercussões
potenciais na predisposição da criança a asma, alergias alimentares e
excesso de peso.
- Ômega
3: a
pesquisa sugere uma forte relação entre o equilíbrio de ômega 3 e ômega 6
e a capacidade de conceber. Mulheres que tomam suplementos de ômega 3 têm
chances significativamente melhores de engravidar.
- Zinco: este mineral é crucial para
o crescimento e desenvolvimento dos folículos ovarianos, bem como a
maturação do óvulo. A deficiência, mesmo em curtos períodos, pode ter
consequências epigenéticas.
- Mio-Inositol: conhecido por influenciar o
hormônio FSH, o mio-inositol tem potencial para otimizar a qualidade do
óvulo em mulheres com pré-diabetes ou histórico de diabetes gestacional.
- Coenzima
Q10:
fundamental para a energia mitocondrial, essa coenzima desempenha um papel
vital no funcionamento dos ovários, com implicações na produção hormonal e
na ovulação.
Para democratizar o acesso às informações, essa
aula pode ser assistida de forma gratuita durante o período de degustação
disponibilizado para novos assinantes do Puravida PRIME. Depois disso, o
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