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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Unidades do SESC Paulista e Pompeia trazem ótimas opções de exposição para este final de semana

 

No Sesc Paulista, a exposição Tornar-se ORLAN mostra a trajetória da artista francesa. 

Já no Sesc Pompéia, a exposição é sobre as obras de Ana Mendieta: "Silhueta em Fogo" e "terra abrecaminhos"

 

 

EXPOSIÇÃO: "Tornar-se ORLAN" - Sesc Avenida Paulista

 

Divulgação  
ORLAN_p.9_caderno_cores_ORLAN_self-hybridations

É a primeira mostra individual de ORLAN, artista francesa, em toda América do Sul, percorre as seis décadas de carreira da artista francesa, privilegiando mais de 60 trabalhos de uma produção atenta às questões latentes e tecnologias disponíveis de cada época. Nesta primeira mostra no Brasil, ela traz a, ORLANoide (2018/2023), robô criada por meio da biohacking (técnica que usa tanto a tecnologia quanto a biologia para formar humanos capazes de elevar seu desempenho corporal ao nível máximo), que convida o espectador a seguir as etapas de elaboração desta humanoide – autorretrato em escultura animada de ORLAN –, para entrar nos bastidores de sua fabricação: da modelagem à inteligência artificial. 

Veja o vídeo da ORLANoide: https://www.youtube.com/watch?v=ctvisjNMhYU

A robô fala, canta, criando um espetáculo visual real e um deep learning theater. (deep learning ou aprendizagem profunda baseia-se em um conjunto de algoritmos relacionados ao machine learning  e suas aplicações no mundo real são cada vez mais tangíveis). Adaptada para a exposição no Sesc São Paulo, a ORLANoide utiliza tecnologias ainda mais atuais que vão possibilitar ao público interagir com a artista em português, além do inglês e francês. O público pode interromper esse processo aproximando-se do microfone, pressionando o botão e mantendo-o pressionado pelo tempo necessário para fazer sua pergunta. Ao soltar o botão, a ORLANoide registrará a pergunta e responderá. 

Com radical poética voltada ao feminino, a partir de uma perspectiva feminista, um dos nomes pioneiros da performance traz ao Sesc Avenida Paulista uma exposição, com curadoria de Alain Quemin e Ana Paula Simioni, que inclui fotografias, vídeos e esculturas, desde performances seminais, como Corpos-esculturas da década de1960, até ORLANoide, uma robô da artista constituída por Inteligência Artificial, que poderá interagir com o público em português, inglês e francês.

“Estimular a consciência crítica por meio da fruição artística representa, para o Sesc, instância fundamental de sua atuação educativa. Parte integrante dessa proposta, a investigação acerca da dimensão simbólica da corporeidade é tarefa fundamental para a viabilização de corpos, tanto individuais quanto sociais, efetivamente diversos”, destaca Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. A exposição é realizada com o apoio da Embaixada da França no Brasil e o Institut Français.


Serviço

Exposição: Tornar-se ORLAN

Sesc Paulista: Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo

Horários de visitação: até o dia 28 de janeiro de 2024. Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, das 10h às 19h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Classificação etária: 14 anos

Onde: Arte I – 5º andar

Recursos de acessibilidade: Mapa e objetos táteis, piso tátil, libras e audiodescrição

Gratuito – Aberto ao público

 Visita Educativo: Tornar-se ORLAN

Horários de visitação: até 28 de janeiro de 2024. Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, das 10h às 19h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30

Classificação etária: 14 anos
Onde: Galeria Arte I – 6º andar

Gratuito – Agendamento de visitas educativas para grupos: expo.avenidapaulista@sescsp.org.br

 

 

EXPOSIÇÃO:  Ana Mendieta: "Silhueta em Fogo" e "terra abrecaminhos"

 

© Mendieta, Ana/ AUTVIS, Brasil, 2023. internacional: © The Estate of Ana Mendieta Collection, LLC Courtesy Galerie Lelong & Co. Licensed by Artist Ri    GP 1197 - Anima Silueta de Cohetes (Firework Piece)_3


Ana Mendieta, Creek, 1974, Super-8mm film 

O projeto, com curadoria geral de Daniela Labra, curadoria adjunta de Hilda de Paulo e assistência de Maíra de Freitas, resulta na primeira exposição abrangente de filmes, escultura e fotografias realizada na América Latina de Ana Mendieta (Havana, 1948 – Nova York, 1985), Silhueta em Fogo, e na coletiva terra abrecaminhos, com 30 artistas contemporâneas de gerações diferentes, em diálogo com a obra da artista.

Mendieta foi para aos Estados Unidos em 1961 e em 1980 visitou Cuba pela primeira vez, indo sete vezes à terra natal de sua família até 1983, como única artista autorizada a fazer exposições na ilha, apesar do passaporte e nacionalidade norte-americanos. “Ana é considerada um nome fundamental na arte contemporânea do final do século XX por seu trabalho vital, transcultural, visceral, performático, atemporal, intrinsicamente político”, destaca Labra.

Ana Mendieta: Silhueta em Fogo traz um recorte da produção multimídia da artista com obras concebidas entre 1972 e 1983. A exposição histórica, conforme a curadora, evidencia o pioneirismo de Mendieta em investigar a arte relacionando corpo, feminilidade arquetípica, ancestralidade, cura, ecologia e performatividade. Segundo Labra ainda, a sua poética visual se materializa em diferentes suportes estéticos sendo original e contundente; a artista experimentou diferentes temas em linguagens como Super-8, fotografia, esculturas em areia, madeira e pedras, desenhos, intervenções na natureza e ações em espaços quase domésticos. “Obras, como a série Untitled (Facial hair transplant) de 1972/1997, mostram Ana Mendieta em situações que brincam com questões de gênero e documentação, enquanto outras registram suas intervenções corporais na terra, também filmadas”, conclui a curadora.

A mostra reúne obras icônicas, especialmente filmes realizados entre 1973-1981 e fotografias de caráter performativo, além de uma proposição escultórica. São apresentados 21 filmes em Super 8, 16 mm e Betacam restaurados e digitalizados, incluindo uma cópia inédita de Black Angel, com lançamento mundial na exposição. Também se apresentam 13 conjuntos de fotografias que mostram a evolução de suas pesquisas desde a fase inicial na Universidade de Iowa às imagens em preto e branco de grandes formatos, e a silhueta de velas incandescentes Ñañigo Burial.


Sobre Ana Mendieta 

Ana faleceu em setembro de 1985. Por um tempo, antes e após seu falecimento, ela foi identificada principalmente como um nome de destaque no contexto de artistas latinas em Nova York. Recebeu a primeira retrospectiva póstuma em 1987 no New Museum, também em Nova York, mas será nos anos 1990 que receberá mais retrospectivas institucionais, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, além do México. Nos anos 2000, Mendieta terá sua obra catalogada, estudada minuciosamente por curadores e historiadores, os quais lhe dedicaram extensos livros. Hoje, sua produção estética é amplamente estudada em muitos campos da arte e da cultura, embora no Brasil ela ainda seja pouco exibida e lida. 

Daniela Labra aponta que ainda assim, Ana Mendieta é uma influência artística contundente e reconhecida para muitas pessoas de diferentes gerações que já acessaram sua obra. Esta retrospectiva apresenta um recorte da linguagem visual e de fronteira da artista, exploradora singular de diversas mídias e cosmogonias, conectada tanto a temáticas contemporâneas e políticas de seu tempo quanto com culturas de eras ancestrais. “Compartilhamos, neste evento, uma parte de seu gesto enérgico para quem sua arte foi existência, o meio com o qual ela reestabeleceu os laços que a uniam com o Universo”.


terra abrecaminhos

Simultaneamente, a mostra histórica de Ana Mendieta se desdobra na coletiva terra abrecaminhos. A exposição parte de uma abordagem ancorada no feminismo decolonial que aproxima a obra de 30 artistas que se  autoidentificam enquanto mulheres cisgêneras, mulheres trans, travestis e pessoas não-binárias com aspectos arquetípicos, culturais, políticos e espirituais da obra de Ana Mendieta em suas implicações feministas. A curadoria convidou artistas de diferentes gerações, filhas da diáspora mestiza e de fronteira, alinhadas ao pensamento da filósofa chicana Gloria Anzaldúa. Os trabalhos apresentam-se em diferentes suportes, incluindo performances ao vivo, cujas proposições estéticas e políticas encontram muitos pontos de contato com os gestos performativos de Ana Mendieta. Diversas autoras embasam o discurso conceitual de terra abrecaminhos, entre as quais, Gloria Anzaldúa, Cherríe Moraga,  Audre Lorde e bell hooks. 

“No desenho arquitetônico para o Sesc Pompeia, a exposição Ana Mendieta: Silhueta em Fogo se encerra com as águas do Atlântico negro do filme Ochún (1981), em conversa com as águas doces que irrigam terra abrecaminhos, que enraíza saberes feministas localizados pela régua da experiência de cada pessoa propositora de imagens, formando encruzilhadas, traços que recortam territórios sem comprimi-los, e abrindo passagens para que a vida transborde sobre a pele do mundo. A imagem dos transbordamentos se volta também para a própria”, destacam as curadoras Hilda de Paulo e Maíra Freitas.

Segundo as curadoras, a coletiva foi pensada a partir das “inflexões críticas decoloniais dentro das teorias feministas, colocando em relevo a circularidade das contranarrativas que retornam às ancestralidades para recompor a imagem do presente, abrindo respiros na terra com as intrincadas movimentações de artistas dentro dos feminismos e suas pontes por solidariedades amorosas entre pessoas. terra abrecaminhos reverencia o corpo, este que se produz enquanto se preenche de significação, este que é, nos termos de Gloria Anzaldúa e Cherríe Moraga, teoria na carne em gesto de fazer artístico”, afirmam.


Exposições: “Ana Mendieta: Silhueta em Fogo” e “terra abrecaminhos”

Visitação até 21 de janeiro de 2024.

Terça a sábado, das 10h às 21h

Domingo e feriados, das 10h às 18h

Grátis. Livre

Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 - Pompeia - São Paulo/SP

Sem estacionamento.Para informações sobre outras programações, acesse o portal: sescsp.org.br/pompeia

 

2º Festival Criativo terá oficinas de grafitti, live painting e shows grátis, além de expositores neste final de semana no Parque Ibirapuera

Festival Criativo
Matula

Evento promovido pela Fair&Sale, Feira das Ideias e Mixtura Criativa que precisou ser adiado devido às previsões de chuvas, acontece sábado e domingo, 25 e 26, com a finalidade de promover a economia criativa e proporcionar bons momentos para toda a família durante os dois dias 
 

 

O 2º Festival Criativo no Parque do Ibirapuera será neste final de semana, 25 e 26 de novembro,

no Pacubra, localizado no Portão 10 do Parque Ibirapuera.

Voltado para todas as idades, com entrada e atrações grátis e pet friendly, o evento promovido pela Fair&Sale, Feira das Ideias e Mixtura Criativa contará com expositores de marcas autorais dos mais diversos segmentos como moda, artes, kids, jardinagem, decoração e autocuidado, além de atrações como oficinas e shows grátis e espaços kids e para pets.

O evento promovido pela Fair&Sale, Feira das Ideias e Mixtura Criativa, que precisou ser adiado devido às previsões de chuvas do último final de semana, tem como finalidade promover a economia criativa e proporcionar bons momentos para toda a família durante os dois dias.

O Pacubra (Pavilhão das Culturas Brasileiras) está localizado na Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050, no Portão 10 do Parque Ibirapuera. Os horários do Festival Criativo serão das 11h às 19h no sábado e das 10h às 18h no domingo.

Mais informações e programação completa estarão disponíveis em https://www.instagram.com/festival.criativo/

 

Serviço 2º Festival Criativo no Parque Ibirapuera

Data: 25 e 26 de novembro (sábado e domingo)

Horário: 11h às 19h (sábado) e 10h às 18h (domingo)

Local: Pacubra (Pavilhão das Culturas Brasileiras) – Parque Ibirapuera Portão 10

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-050

 

Festival de Ceviche na Avenida Paulista reúne cinco chefs de comida peruana com entrada gratuita

Ceviche  Divulgação

Evento será nos dias 2 e 3 de dezembro e contará com mais de 20 pratos peruanos

 

O Festival de Ceviche, realizado pela Art Shine, acontece no Club Homs - Av Paulista, com cinco chefs convidados de gastronomia peruana, integrando a praça de alimentação do Mercado Místico, que acontecerá nos dias 2 e 3 de dezembro, sábado e domingo, com entrada gratuita.

Além do tradicional ceviche, tem opção de chauffa de carne ou frango, causas, lomo saltado, tallarin saltado de carne, arroz com mariscos, entre outros. E, para se refrescar, a chicha morada, bebida feita com milho roxo do Peru, a Inca Cola, Cusqueña. Aos que não dispensam uma boa sobremesa, poderão encontrar os deliciosos alfajores de doce de leite.

O Festival de Ceviche une a gastronomia à cultura, no qual o visitante poderá aproveitar o Mercado Místico, o maior evento do segmento esotérico, com muitas danças, palestras, vivências, workshops e outras atividades gratuitas.

O Festival de Ceviche e o Mercado Místico promovidos pela Art Shine serão nos dias 2 e 3 de Dezembro, no Club Homs – Av. Paulista, 735, a 200 metros do Metrô Brigadeiro. Mais informações nas redes sociais oficiais: @artshineeventos e @mercadomistico no Instagram e Facebook.

 

Serviço Festival do Ceviche e Mercado Místico

Quando: dias 2 e 3 de dezembro (sábado e domingo)

Horário: das 10h às 20h

Local: Club Homs

Endereço: Avenida Paulista, 735 – Bela Vista – São Paulo (SP)

Entrada: Gratuita

Transporte público: 200 metros da estação Brigadeiro do Metrô (Linha 2 -Verde) – dezenas de linhas de ônibus disponíveis no local

Estacionamento: várias opções pagas na região

Informações: @artshineeventos @mercadomistico (Instagram e Facebook)

 

Papai Noel, gastronomia, expositores, aulão de fit dance, feira do livro e muitas diversões no Anália Fest que acontece neste domingo, 26

Com mais de 30 estandes de comidinhas, música ao vivo, e Bungee Trampolim, entre outras ações, Rede Bons Negócios trará a magia do Natal ao local, proporcionando momentos felizes entre adultos, pets e crianças 

 

Acontece neste domingo, 26 de novembro, das 10h às 18h no Parque Ceret, o 3º Anália Fest. Promovido pela Rede Bons Negócios, o evento terá 30 expositores de gastronomia, além de outros de artes, bem-estar, papelaria e kids, música ao vivo, Papai Noel, Parque Inflável e até Bungee trampolim.

Será uma excelente oportunidade para adiantar as compras de Natal com artes feitas à mão, decorações, além de também registrar e viver momentos inesquecíveis de lazer em família com Espaço Kids cheio de diversões.

A programação completa inclui:

10:00 às 18:00 - Feira Criativa com tendas de gastronomia, doces, moda, presentes e artesanato.

10:00 às 18:00 - Feira do Livro

10:00 às 18:00 - Jump Experience com parque inflável e Bungee Trampolim

11:30 às 13:00 - Papai Noel

13:00 - Voz e Violão com Léo Cruz

14:30 - Aulão Gratuito de Fit Dance by Espaço Katia Veg

15:00 às 17:00 - Mickey visita o Anália Fest

15:00 às 18:00 - Voz e Violão com Léo Cruz

18:00 - Encerramento do evento

A Feira do Livro contará com best sellers mais querinhos dos adultos, livros infantis, brinquedos educativos e papelaria a preços acessíveis.

Para a sócia da Rede Bons Negócios, Rejanne Silveira, o evento promete encanto, surpresas e alegrias. “Venha vivenciar um dia de celebração, arte, comidinhas deliciosas, compras especiais e uma atmosfera natalina que vai aquecer seu coração. Não perca essa oportunidade de criar memórias mágicas com a família e amigos. Será um dia repleto de amor para todos, inclusive aos pets”, diz a empreendedora.

O Parque Ceret está localizado na R. Canuto Abreu, s/n. - Jardim Analia Franco, São Paulo - SP, 03336-060. Mais informações podem ser encontradas nas página oficiais @rbn.eventos e @redebonsnegocios.

 

Serviço:

3ª Edição Anália Fest no Parque CERET

Data: 26 de novembro, domingo

Horário: 10h às 18h

Local: Parque Ceret R. Canuto Abreu, s/n. - Jardim Analia Franco, São Paulo - SP, 03336-060.

Mais informações: Instagram @rbn.eventos e @redebonsnegocios

Classificação livre

Entrada franca

 

Exposição “Barca da Fé” chega ao Centro Cultural D+



Com entrada franca, a exposição reúne 25 painéis que retratam a união de uma equipe para realizar o sonho de uma cadeirante

 

De 29 de novembro até 15 de dezembro, a exposição fotográfica “Barca da Fé” estará aberta a visitações, das 10 às 17h, no Centro Cultural D+ (Rua João Teodoro, 238, próximo à estação Tiradentes do metrô). Entrada franca.

Com 25 painéis registrados pelas lentes dos fotógrafos Fabrício Tadeu e Kica de Castro - idealizadora da ação que reuniu um grupo de ciclistas e colaboradores – a exposição mostra os desafios percorridos pela cadeirante Paula Ferrari durante nove dias, após um ano de preparo físico para a realização do percurso de fé saindo da cidade de Águas da Prata (SP), com destino ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, localizado na cidade de Aparecida do Norte (SP).

As imagens retratadas na exposição “Barca da Fé” tem por objetivo conscientizar a sociedade das capacidades das pessoas com deficiência, retratando que é possível vencer qualquer obstáculo quando pessoas, com e sem deficiência, trabalham lado a lado para promover a igualdade, praticando a verdadeira inclusão.

“Participar deste percurso me trouxe experiência e realização ao poder, com a união de outros profissionais, realizar um propósito de vida da Paula. O meu objetivo é mostrar que beleza e deficiência não são palavras opostas mantendo o foco na integração social provando que deficiência não é contrário à beleza, valorizando as eficiências e pluralidade corporal”, comenta Kica de Castro.

A exposição, que foi virtual em 2020 por conta das restrições causadas pela pandemia, foi realizada presencialmente na Argentina e Chile e agora ganha espaço no Centro Cultural D+, uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que tem por finalidade o fomento e a gestão de projetos, eventos e ações em prol da educação e da cultura.


Sobre Kica de Castro

Kica de Castro, paulista, 46 anos, publicitária com pós-graduada em fotografia, produtora de conteúdo audiovisual, idealizadora e apresentadora do podcast  “Viver Eficiente”, consultora  de carreira artística PCD, palestrante sobre fotografia como ferramenta de inclusão social, integração da pessoa com deficiência e pluralidade corporal e CEO de uma agência voltada para modelos profissionais com deficiência, desde 2007.

 

Serviço:

Exposição “Barca da Fé”

De: 29/11 até 15/12

Horário: das 10h às 17h

Local: Centro Cultural D+

End.: Rua João Teodoro, 238, próximo à estação Tiradentes do metrô

Entrada franca

 

CEUB promove caminhada em combate à violência contra a mulher neste sábado (25)


Ação aberta ao público integra o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
 

 

O Centro Universitário de Brasília (CEUB) convida a comunidade para participar, neste sábado (25), da caminhada do 'Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres'. A iniciativa, em parceria com o Grupo de Caminhadas Brasília (GCB), defende ações efetivas de combate à violência doméstica no Distrito Federal. A concentração está marcada para as 8h no estacionamento interno do Bloco 1, no CEUB Asa Norte, com saída às 8h30.  

O percurso, estimado em três horas, abrangerá trechos de asfalto, calçadas, passagens por vegetação baixa e grama. Passando pela Torre de TV, o destino será o Monumento JK, totalizando 5,5 km de caminhada. Estão programadas ações de acolhimento, intervalos para lanche e hidratação, assim como atividades na chegada ao ponto final. Os participantes serão identificados com laços alaranjados para conscientizar o público a integrar o movimento. 

À frente do Centro de Inovação e Estudos Sociais CEUB, uma das idealizadoras da ação, Mônica Lopes afirma que a iniciativa visa sensibilizar a sociedade a se unir em apoio à eliminação da violência contra as mulheres. “Esta caminhada é muito representativa devido à urgência da causa, sobretudo porque acontece no dia instituído pela ONU para ações de combate a esse tipo de violência”, reforça.

 

Serviço

Caminhada do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Data: 25 de novembro (sábado)

Partida: 8h30 no Estacionamento do Bloco 1 – CEUB Asa Norte

Chegada: 11h30 no Monumento JK – Eixo Monumental

Inscrições gratuitas: https://bit.ly/diasemviolencia

 

Galeria CANOA – A primeira galeria exclusiva e permanente de arte indígena do Brasil

Projeto chancela o trabalho de 20 anos de Nina Taterka com os povos originários brasileiros através das artes tradicionais e contemporâneas

 

Nas últimas duas décadas da parceria que Nina Taterka desenvolve ao lado dos povos indígenas do Brasil, o lugar da escuta, do aprendizado e do fomento sempre foram um fio condutor. Baseada nessas premissas, há 14 anos, após outros projetos na área, Nina inaugurou a loja Canoa Arte Indígena, no centro histórico de Paraty, Rio de Janeiro. E, o que começou como um pequeno espaço, pautado por um modelo de negócio com viés humano, transformou-se em um dos principais acervos de Artes Indígenas do Brasil. 

 

Agora, Nina, celebra esta jornada com a abertura de sua Galeria Canoa, a primeira galeria exclusiva de arte indígena do Brasil. O novo espaço pretende unir o trabalho de vinte anos de valorização da arte indígena tradicional à produção contemporânea de artistas indígenas, que estão em destaque no Brasil e no mundo, e terão voz e representatividade garantida.

 

É em uma casa do século XVII, no centro histórico de Paraty, que a Galeria Canoa será inaugurada. No local, visitantes do mundo inteiro poderão conhecer mais sobre peças colecionáveis, únicas e exclusivas da galeria, conectando-se, através da desconstrução do nosso pensamento, à intenção de descolonizar e re-aprender sob o ponto de vista dos povos originários. Ligando uma margem à outra, a cidade à floresta, buscando ser a canoa que transporta, carrega e atravessa, em um p


“Este não é só um novo endereço, é a representação da responsabilidade da marca em respeitar os modos de vida dos povos originários através de relações sólidas e humanas, que geram conexões, renda e dão suporte na permanência dos povos em seus territórios”, diz Nina. Nesse sentido, a Galeria Canoa traz a missão e premissas que sempre pautaram o trabalho de Nina: ampliar o compartilhamento e a diversidade das manifestações artísticas e culturais dos povos indígenas, compreendendo a dimensão de suas artes como expressão coletiva de cada povo.
Nina Taterka, idealizadora da Canoa Arte Indígena


Por isso, celebramos a criação desta galeria, que chega sobretudo, para chancelar esta rede que Nina Taterka, teceu ao longo destes anos e que hoje é formada por mais de 60 povos indígenas. “Em um trabalho minucioso nós articulamos, promovemos e participamos, junto às lideranças e organizações indígenas e não indígenas, de ações sociais e políticas que promovam a defesa dos direitos dos povos indígenas”, finaliza Nina.

Sobre a Canoa Arte Indígena

A marca é definitivamente um lugar de escuta e aprendizado. Este é o fio condutor para esta história. Partindo deste princípio, ano após ano, as antigas relações se fortalecem enquanto novas parcerias surgem. Com o lado humano sustentando o modelo de negócio, uma pequena loja no centro histórico de Paraty se tornou um dos principais acervos de Artes Indígenas do Brasil, que através do seu e-commerce amplia sua conexão com o mundo.

Nina cresceu em Paraty e trabalhou durante anos como artesã, experiência que a fez sensível ao processo de criação e treinou seu olhar de curadora, além de fazê-la perceber a importância da valorização do trabalho dos artesãos e artesãs por parte dos lojistas. De sua família, herdou referências artísticas e culturais. Esses fatores foram chave na base do que viria ser a Canoa.

 

Galeria Canoa

Rua Dr. Samuel Costa, 239 - Centro Histórico, Paraty – RJ

Museu Judaico de São Paulo apresenta a exposição Rebeca: a costura no avesso em homenagem às mulheres judias

 

Foto Segundo Momento mostra Rebeca: a costura no avesso.
Acervo do Museu Judaico de São Paulo

  Com curadoria da escritora Noemi Jaffe, mostra reúne cartas, fotos, mapas, objetos e documentos do MUJ, maior acervo judaico brasileiro. Iniciativa estabelece um diálogo com a segunda edição do Festival Literário do Museu Judaico, que debate memória e identidade a partir do tema

 

Um mergulho no patrimônio do Museu Judaico de São Paulo, maior acervo judaico brasileiro, resultou em um vasto conjunto de cartas, fotos, mapas, objetos e documentos de mulheres judias. A escritora Noemi Jaffe teve a responsabilidade de fazer a curadoria e trançar esses registros de trajetórias que deram origem à exposição Rebeca: a costura no avesso, que estreia em 29 de novembro.

A convite do MUJ, Noemi trouxe à luz centenas de itens para contar a história de Rebeca, uma mulher judia, que é tantas outras, não só as que se revelam pelo acervo, mas, de algum modo, todas as mulheres judias. Quem sabe, uma história comum a todos os judeus. Uma narrativa sobre identidade, exílio, perda e, também, sobre transmissão, sonho e amor.

“Vi inúmeras vidas cruzadas que, somadas, pareciam somente uma, uma única vida que contivesse as histórias de todas as famílias judias. Todas elas, em algum lugar do seu fundo profundo, eram a mesma: os mesmos olhares estranhamente familiares de que alguma coisa está e não está, é e não é ao mesmo tempo, alguma coisa sempre falta, estou aqui mas também estou lá”, conta Noemi.

Dividida em nove momentos, a exposição reúne dezenas de objetos exclusivos do acervo do MUJ que mostram que a memória judia é um fenômeno vivo, que participa do presente de cada um. Ao mesmo tempo individual e coletiva, mobiliza afetos, identidades e pertencimento; constrói, desconstrói e influencia a história. 

Com patrocínio do Instituto Golden Tree e o suporte dos demais mantenedores, patrocinadores e apoiadores anuais do MUJ, a mostra estabelece um diálogo com a segunda edição do Festival Literário do Museu Judaico de São Paulo (FliMUJ), que refletirá sobre memória e identidade a partir do tema “E se eu me esquecer de ti?” - uma interrogação para os tempos atuais, também exercitada, em certa medida, na exposição.

Em 12 mesas de debates com 30 autores nacionais e internacionais, o FliMUJ entrelaçará perspectivas judaicas e não-judaicas sobre os diversos usos da noção de dever de memória. Esta edição conta com a curadoria de Daniel Douek, cientista social, mestre em Letras pelo programa de Estudos Judaicos e Árabes da USP e doutorando em Letras na área de Estudos Literários e Culturais na mesma instituição, e Rita Palmeira, crítica literária e editora, doutora em Literatura Brasileira pela USP e mestre em Teoria e História Literária pela Unicamp.

Sobre o Museu Judaico de São Paulo (MUJ)
O Museu Judaico de São Paulo é fruto de uma mobilização da sociedade civil. Além de quatro andares expositivos, os visitantes também têm acesso a uma biblioteca com mais de mil livros para consulta e a um café que serve comidas judaicas. Para os projetos de 2023, o MUJ conta com o Banco Alfa e Itaú como patrocinadores e a CSN, Leal Equipamentos de Proteção, Banco Daycoval, Porto Seguro, Deutsche Bank, Cescon Barrieu, Drogasil, BMA Advogados, Credit Suisse e Verde Asset Management como apoiadores.


Serviço:


Rebeca: a costura no avesso — a partir do acervo do Museu Judaico de São Paulo
A partir do dia 29 de novembro (quarta-feira)
Local: Museu Judaico de São Paulo
Endereço: Rua Martinho Prado, 128 - São Paulo, SP
Funcionamento: Terça a domingo, das 10 horas às 19 horas (última entrada às 18h30). Excepcionalmente nas quintas-feiras, o horário é das 12h às 21h
Ingresso: R$ 20 inteira; R$10 meia. Entrada gratuita aos sábados
Classificação indicativa: Livre 
Acesso para pessoas com mobilidade reduzida

 

Saiba o que os astros revelam para 2024 no Mercado Místico em 2 e 3 de dezembro

RAFA GUIRRO


Com entrada gratuita e voltado para todos, a melhor feira mística do Brasil será no Club Homs na Avenida Paulista e contará com 150 expositores, além de oraculistas, vivências, palestras, shows e gastronomia 

 

O último Mercado Místico do ano acontece em 2 e 3 de dezembro, no Club Homs na Avenida Paulista. Promovido pela Art Shine, a melhor feira mística do Brasil, o evento tem entrada gratuita, classificação livre e contará com 150 expositores, além de oraculistas, vivências, palestras, shows e gastronomia.

Ao reunir os segmentos esotérico, místico e holístico, o Mercado Místico oferece uma variedade de produtos, vivências, serviços, previsões e orientações com os principais oraculistas do país.

O Mercado Místico ainda conta com muitas atividades também sem custo, tais como palestras, limpeza xamânica e apresentações de danças.

Compras e gastronomia

Os visitantes poderão aproveitar para antecipar suas compras de Natal e Ano Novo com as mais de 150 marcas lá presentes, que oferecerão os mais diversos produtos que ajudam a atrair boas energias, desde ervas e essências, florais, livros, mandalas, pedras, incensos, japamalas, sinos tibetanos, adagas, grimórios, orgonites, filtro dos sonhos, roupas ciganas, imagens de santos e orixás, relicários, runas, tarot, cristais, tolhas para leitura de oráculos, calendário e muito mais.

Além disso, a opção de passeio se torna completa com um espaço de gastronomia para que seja um dia alegre, com boas energias e que propiciará ótimas lembranças a todos.

O Mercado Místico promovido pela Art Shine será nos dias 2 e 3 de Dezembro, no Club Homs – Av. Paulista, 735, a 200 metros do Metrô Brigadeiro. Mais informações nas redes sociais oficiais: @artshineeventos e @mercadomistico no Instagram e Facebook.

 

Serviço Mercado Místico

Quando: dias 3 e 4 de dezembro (sábado e domingo)

Horário: das 10h às 20h

Local: Club Homs

Endereço: Avenida Paulista, 735 – Bela Vista – São Paulo (SP)

Entrada: Gratuita

Transporte público: 200 metros da estação Brigadeiro do Metrô (Linha 2 -Verde) – dezenas de linhas de ônibus disponíveis no local

Estacionamento: várias opções pagas na região

Informações: @artshineeventos @mercadomistico (Instagram e Facebook)

 

"União das Cores" do artista MENA transforma Butantã Shopping em um museu de arte urbana

Geral da exposição.
Foto: Ale Gagliardi



Evento que também marca o início da intervenção que o artista assinará nas pareces e fachada do shopping recebeu convidados, executivos do Butantã Shopping, do Carrefour Property e da Sherwin-Williams

 

Desde o dia 10 de novembro, quem visita o Butantã Shopping, na Zona Oeste de São Paulo, é transportado para o ambiente de um museu de arte urbana com o início da exposição “União das Cores”, que tem entrada gratuita e exibe mais de 50 obras do artista plástico e muralista MENA. Ontem (dia 14), um coquetel marcou o lançamento oficial com a presença de amigos e familiares do artista, executivos do shopping, do Carrefour Property e da Sherwin-Williams, proprietária da marca Colorgin que apoia o projeto e o trabalho do artista.

Os convidados aproveitaram para conferir de perto um acervo com a técnica e estética que identificam de forma muito clara a sua arte e que ganhou o mundo, com mostras realizadas em diversos países, até no Museu do Louvre, em Paris, França.

Quem tem a oportunidade de uma vista aérea da cidade de São Paulo, identifica facilmente as intervenções de MENA na paisagem. Sua forma de combinar as cores e usá-las para contar histórias e transmitir mensagens carregadas de propósito são inconfundíveis. E, além de sua exposição dentro do Butantã Shopping, até o fim do ano, o prédio do empreendimento também será entregue como uma tela em branco para o artista que colocará o Butantã no corredor do grafite paulistano. As intervenções serão realizadas em paredes internas e também na fachada. 

“Ao mesmo tempo que MENA têm um traço bastante individual que conecta todas as suas obras, é interessante como cada uma delas nos impacta de diferentes formas. Somos invadidos sempre com mensagens destacando valores como o amor, o respeito, a gentileza. Desde que decidimos trazer a arte urbana para o shopping, logo descobrimos que não haveria um artista com maior sinergia com o que realmente queríamos criar com esse projeto”, explica Franklin Pedroso, coordenador de marketing do Butantã Shopping.

O artista acrescenta: “fiquei realmente muito feliz com o convite, pois um dos meus planos sempre foi sair um pouco das regiões centrais e chegar até os bairros, cobrindo toda a cidade com as cores e o poder de transformação dessa arte”.

“A arte urbana tem um poder muito grande, por exemplo, ela consegue transformar espaços de uma cidade com tanto concreto como São Paulo em grandes obras de arte. Além isso é uma expressão que tira o contemplar artístico de um lugar considerado elitista e erudito para algo mais acessível promovendo a inclusão de todos nesse universo. Em nossos primeiros bate-papos como MENA entendemos ainda mais esse propósito de seu trabalho e assim decidimos que além da fachada, entregaríamos a ele também espaços internos do shopping e traríamos para cá a sua exposição”, conta Suzy Borges, Gerente Geral do Butantã Shopping.

A exposição, com entrada gratuita, fica em cartaz até o dia 23 de dezembro, período em que o artista realiza os murais que vão ocupar paredes internas e a fachada externa do Butantã Shopping.

 

Sobre o artista

Artista Plástico, muralista, arquiteto urbanista e espiritualista, MENA encontrou sua missão de vida e propósito na arte. Formado pelas Belas Artes, momento que desenvolveu e reconheceu a virtude de criar e manifestar a arte com sua identidade autoral e única. Decidiu colocar seu talento e dom imaginativo à serviço, confiante em suas aptidões, montou seu primeiro ateliê em 2016. Idealizou suas primeiras criações desenhando personagens de animações infantis. 

A arte é o maior canal de transformação dos espaços e do ser humano. É a forma de dar significados ao mundo em que vivemos. A arte tem o poder de ampliar horizontes, elevar a consciência e mostrar caminhos para uma nova visão de realidade. Por meio da identificação de formas e figuras no papel (representações com vínculos com o mundo real e o simbólico), o traço, antes contínuo, passou a ter um ritmo descontínuo, fazendo aparecer, aqui e ali, formas isoladas. 

Em 2017, MENA adentra a arte abstrata e a cor que inicialmente, não marcava suas reproduções, começam a pulsar nas telas. Nesse mesmo ano, inaugura sua primeira exposição de arte solo, contando sua trajetória e apresentando seu acervo ao público pela primeira vez. Após esse evento, MENA percebeu que algumas mudanças seriam necessárias, traz as cores do arco-íris para deixar seu ambiente de trabalho um lugar ainda mais convidativo.

De São Paulo 011 para o Mundo. MENA já realizou intervenções Artísticas na Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Israel, Itália, Portugal e República Checa. 

 

Serviço

Exposição União das Cores – MENA

Local: Butantã Shopping.

Endereço: Av. Dep. Jacob Salvador Zeibil, S/N – São Paulo/ SP

De 10 de novembro de 2023 a 23 de dezembro de 2023

Das 12h às 22h

Piso 1
 

Carrefour Property

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Casa Hope: Bazar especial de fim de ano da acontecerá nos dias 30 de novembro, 1º e 2 de dezembro

Instituição 100% filantrópica que oferece apoio biopsicossocial e educacional às crianças e adolescentes portadores de câncer e transplantados de medula óssea, fígado e rins, juntamente com seus acompanhantes, realiza evento das 9h às 17h, durante três dias, em sua sede no Planalto Paulista para arrecadar fundos para manutenção dos serviços oferecidos aos seus hóspedes  

 

A Casa Hope - instituição 100% filantrópica fundada por Cláudia Bonfiglioli que oferece apoio biopsicossocial e educacional às crianças e aos adolescentes portadores de câncer e transplantados de medula óssea, fígado e rins, juntamente com seus acompanhantes – realiza seu tradicional Bazar Especial de fim de ano nos dias 30 de novembro, 1º e 2 de dezembro em sua sede localizada no bairro do Planalto Paulista, em São Paulo, das 9h às 17h.

Nele, estarão sendo comercializados roupas, sapatos, acessórios e utensílios domésticos novos e seminovos doados, com o objetivo de arrecadar fundos para manutenção dos serviços oferecidos aos seus hóspedes, pois durante todo o período que lá estão, a instituição oferece moradia, alimentação, transporte (para hospitais, aeroportos e rodoviárias), assistência social e psicológica, medicamentos, vestuário, escolarização, terapia ocupacional, cursos de capacitação profissional, recreação dirigida, passeios culturais e festas comemorativas, sem nenhum custo para eles.

Conforme explica Claudia Bonfiglioli, presidente da instituição, “são necessários uma estrutura complexa de serviços, uma equipe multiprofissional qualificada e recursos financeiros elevados para viabilizar o apoio integral indispensável para o enfrentamento da situação da doença, melhoria das condições biopsicossociais (físicas, psicológicas e sociais) e educacionais para a eficiência e a garantia da continuidade dos tratamentos e, ainda, o preparo para a reinserção na vida familiar e social após a alta médica. E são pelas doações que recebemos e pelos eventos e bazares que fazemos que conseguimos esse apoio”.

 

Sobre a Casa Hope

Ao proporcionar uma rotina normal às crianças e adolescentes, a Casa Hope contribui para o aumento de suas reais chances de vida, descentralizando-os da doença e oferecendo esperança, carinho, dignidade e respeito.

Atualmente, são 48 dormitórios com 192 leitos, refeitórios, salas de TV e de convivência, escola, brinquedoteca, biblioteca, consultórios de serviço social, psicologia e terapia ocupacional, espaços específicos para o desenvolvimento de cursos de capacitação profissional, teatro e ampla área de lazer, além de outros espaços, distribuídos em mais de 6.000 m².

A Casa Hope oferece atendimento multidisciplinar alinhado sob os princípios: foco no ser humano integral, manutenção de ambiente domiciliar, manutenção das rotinas da vida, acolhimento, valorização do indivíduo e a sua dignidade, respeito às individualidades, atitude participativa e ativa diante da vida, melhoria da qualidade de vida presente e futura, crescimento pessoal, garantir as condições adequadas de subsistência durante o tratamento, contribuir para o enfrentamento da situação da doença, tratamentos e reinserção social, melhor aderência aos tratamentos, melhoria na qualidade de vida, resgate das possibilidades de planejamento de vida futura, incremento na capacidade de autogeração de renda, promoção humana, pessoas em primeiro lugar, comprometimento, respeito, ética, solidariedade e transparência.

 O Bazar da Casa Hope será em sua sede, localizada na Alameda dos Guainumbis, 1027, Planalto Paulista - São Paulo - SP - 04067-002.

Para mais informações sobre a Casa Hope e/ou realizar uma doação, acesse https://hope.org.br/ e também pelas suas redes sociais oficias Instagram, Facebook, LinkedIn e Youtube e também pelo telefone (11) 5056-9700.

 

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