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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

12 de outubro : Dia do Mar


Mar de alegrias e grandes desafios


A costa brasileira é formada por quase nove quilômetros de beleza. São praias, dunas, falésias, restingas, manguezais e baías que reúnem uma das mais ricas biodiversidades do mundo. Um país verdadeiramente bonito por natureza, como diz Jorge Ben. Essa riqueza natural se mistura com a cultura praiana presente nas canoas de pesca, no artesanato, na culinária. O mesmo cenário em que depositamos nossas esperanças ao entardecer, tornando impossível contar a nossa história sem que os olhos sejam voltados para o oceano Atlântico.

Dizer que a gente fica melhor quando está em frente ao mar, parafraseando Nando Reis, não é apenas uma licença poética da canção! Um número crescente de pesquisas mostra o que o conhecimento popular já sabia: que estar próximo do mar faz bem à saúde, previne doenças e promove o bem-estar. Isso pode explicar o que leva mais de dois terços da população mundial viver no litoral ou áreas próximas à costa.

Nossos mares e oceanos são tão importantes que influenciam a vida de todo nós – de Norte a Sul, de Leste a Oeste –, e não só dos brasileiros que vivem na zona costeira. Os oceanos são a base da sobrevivência de toda humanidade, pois garantem a produção de oxigênio, recursos pesqueiros, regulam o clima até das regiões interioranas. Além de representarem local de esporte, lazer e turismo, abrigam os portos que conectam regiões e continentes, nos quais transita a maior parte do comércio e da economia. Dados recentes indicam que 19% do PIB do Brasil advêm dos nossos mares e oceanos, ficando atrás apenas da agricultura (21%).

São tantos os benefícios e serviços ecossistêmicos, que até a ONU declarou o período de 2021 a 2013 como a Década dos Oceanos!

Nesse mar de alegrias e riquezas, algumas tristezas chamam nossa atenção. Apesar da imensa importância econômica, ecológica, social e cultural, os mares não têm recebido os cuidados e investimentos que deveriam e estão ficando doentes. Novamente, não é apenas uma licença poética. Os peixes e outros recursos pesqueiros estão entrando em colapso. Algumas de nossas praias, antes paradisíacas, estão se tornando um cenário de sujeira e descarga de esgoto. As mudanças climáticas são reais, basta sentir as ondas de calor ou frio extremos, as chuvas intensas e inundações, o aumento do nível do mar e as ressacas cada vez mais frequentes que afetam quase 60% das cidades costeiras no Brasil.

Esse é o cenário do Antropoceno: a nova era geológica em que entramos, na qual atividades humanas começaram a ter um impacto global significativo no clima do planeta e no funcionamento dos seus ecossistemas. Temos um ambiente tão rico e tão lindo, mas temos uma capacidade inigualável de alterar o meio em que vivemos, a ponto de colocar em risco a nossa própria existência e das gerações futuras.

Neste balanço de alegrias, riquezas, tristezas e preocupações, nosso poder transformador pode também ser a solução. Somos criativos e devemos usar nossa criatividade, nossa alegria e nossa força para mudar o cenário atual, com soluções inovadoras, novas tecnologias e, principalmente, mudanças de comportamento.

Das pequenas ações – como consumir só o que precisamos, descartar o lixo corretamente, respeitar o ambiente e desmatar menos – às grandes mudanças – como a cobrança dos poderes Executivo e Legislativo para garantir a segurança do nosso meio ambiente. Assim, não importa se hoje estamos passando a tarde em Itapoã, numa barca para a Ilha do Mel ou surfando as ondas do céu de Brasília, todos nós somos responsáveis pelos mares. Deles dependemos para viver e para eles podemos deixar o nosso melhor.






Janaína Bumbeer - analista de Projetos Ambientais da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.


Ronaldo Christofoletti - professor da UNIFESP e faz parte do grupo de 30 cientistas voluntários brasileiros convocados pela ONU para traçar pareceres sobre o que já foi feito para os oceanos.


Não, a luz azul do seu smartphone não está te cegando


Nos últimos 50 anos, houve um declínio na duração e na qualidade média do sono, com consequências adversas na saúde geral. Uma pesquisa representativa de 1.508 adultos americanos revelou que 90% dos americanos usavam algum tipo de mídia eletrônica algumas noites por semana, uma hora antes de dormir



A luz azul das telas eletrônicas não está deixando você cego! Um estudo, divulgado recentemente, tem criado tanta preocupação, quanto alarme nas agências de notícias em todo o mundo. Mas os especialistas alertam para as conclusões infundadas sobre os efeitos potenciais da luz azul no olho.

“Este estudo  não é um motivo para parar de usar suas telas. O uso de telas eletrônicas não causa cegueira. A pesquisa vem da Universidade de Toledo e foi publicada em Scientific Reports. Os pesquisadores analisaram o que acontece quando uma substância química específica, retinol, é exposta à luz azul. O retinol está presente nos olhos. E a luz azul entra no olho, tanto naturalmente, via luz do sol, como pelas telas eletrônicas. Mas as descobertas do estudo não podem ser transformadas em recomendações”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

É preciso observar com  cautela vários pontos do estudo:

  1. Os experimentos não imitam o que acontece nos olhos das pessoas;
  2. As células que foram testadas não são derivadas das células da retina;
  3. As células do estudo não foram expostas à luz, da mesma maneira que as células do olho são naturalmente expostas à luz;
  4. A parte das células que foi afetada pelo retinol nos experimentos (a membrana celular) não toca a retina nos olhos das pessoas vivas;
  5. O retinol é tóxico para algumas células, estejam elas expostas ou não à luz azul. As células da retina viva têm proteínas que podem protegê-las desses efeitos possivelmente tóxicos;
  6. Outras células que também foram expostas à luz retiniana e azul pelos pesquisadores não seriam expostas à luz azul no corpo. A luz azul só atinge a pele e os olhos;
  7. Em outras palavras, os pesquisadores pegaram células que não são do olho, as uniram com a retina de uma forma que não acontece no corpo e expuseram às células para brilhar de uma forma que não acontece na natureza.

Preocupações reais sobre o uso da tela e a segurança dos olhos

Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre sua saúde ocular, converse com seu oftalmologista. Seu médico pode fazer recomendações certas para você e seu estilo de vida.

“Há evidências de que a luz azul pode interferir nos ritmos circadianos dos seres humanos, tornando mais difícil adormecer. Para algumas pessoas, pode ser uma boa ideia limitar o tempo de tela antes de dormir. Ou filtrar a luz azul das telas antes de dormir”, afirma a oftalmologista Sandra Alice Falvo, que integra o corpo clínico do IMO.


Passar muito tempo olhando para uma tela pode impedir que as pessoas pisquem com a frequência que deveriam e foquem em coisas em locais diferentes. “Isso pode fazer com que os olhos pareçam secos, cansados ​​ou tensos. A solução é fazer pausas por 20 segundos, a cada 20 minutos, afirma Sandra Falvo.





IMO, Instituto de Moléstias Oculares


Atenção para os horários dos postos Poupatempo no feriado de 12 de outubro


O Poupatempo informa que todas as unidades do programa estarão fechadas na sexta-feira, dia 12 de outubro, e no sábado, dia 13. O atendimento será suspenso devido ao feriado nacional em comemoração ao dia de Nossa Senhora Aparecida (12). O atendimento à população retorna na segunda-feira, dia 15, no horário habitual de cada posto.
 
Dia
Poupatempo
12/10 - sexta-feira
Fechado – Feriado Nacional
13/10 - sábado
Fechado


Informações sobre os serviços oferecidos, endereços e horários dos postos estão disponíveis no site www.poupatempo.sp.gov.br ou no aplicativo ‘SP Serviços’ (para telefones celulares e tablets). O Poupatempo atende com horários agendados previamente, para garantir conforto a todos os cidadãos e eficiência no atendimento. O agendamento gratuito pode ser feito gratuitamente  pelo portal ou pelo aplicativo ‘SP Serviços’. Os cidadãos também podem recorrer ao atendente virtual ‘Poupinha’, que está no Portal do Poupatempo (no canto inferior direito da tela).

Para facilitar o acesso dos cidadãos aos serviços públicos, o Poupatempo conta também com totens instalados em shoppings, supermercados e estações do Metrô e CPTM (veja lista de endereços em www.poupatempo.sp.gov.br). Os totens permitem que o próprio cidadão solicite sem intermediários a 2ª via de RG ou da CNH, se já estiver na base de dados biométricos. Os totens também podem ser usados para fazer o agendamento de dia e hora para ser atendido em uma das 72 unidades fixas do Poupatempo.

Os totens de autoatendimento permanecem à disposição dos usuários mesmo fora dos horários de funcionamento do Poupatempo, inclusive nos feriados e finais de semana, obedecendo aos horários de abertura dos locais onde estão instalados. Eles permitem recolher as taxas necessárias para a solicitação de documentos com cartão de débito, o que agiliza o atendimento. Todos os cartões são aceitos. Para a solicitação de segunda via do RG ou da CNH, é possível optar pela entrega via Correios e receber o documento em casa. Outros documentos, como Atestado de Antecedentes Criminais e certidões de CNH ou restrições de veículos são impressas na hora e de graça. 


Veja abaixo como usar os totens do Poupatempo:
 

Atestado de Antecedentes Criminais: basta digitar o número do RG e a data de expedição do documento (presente no verso no RG). O documento é impresso na hora e de graça.

Certidões de CNH: basta digitar o CPF e fazer a verificação da digital (biometria). O documento é impresso de graça e na hora.
Pesquisa de débitos e restrições de veículos: Basta digitar o número do Renavam. O documento é impresso de graça e na hora.

Segunda via da Carteira de Habilitação (CNH): Basta digitar o CPF. A taxa pode ser paga na hora com cartão de débito. O cidadão receberá o documento em casa, pelos Correios, mediante taxa adicional de R$ 11,00. Se ainda não tiver identificação biométrica ou necessitar de alterações cadastrais, será necessário agendar e comparecer a um posto Poupatempo e ir pessoalmente ao Poupatempo ou ao Detran.

Segunda via do RG:  é possível desde que o documento anterior tenha sido emitido a partir de agosto de 2014. Basta digitar o número do RG e a data de nascimento. Se ainda não tiver identificação biométrica ou necessitar de alterações cadastrais será necessário agendar e comparecer a um posto Poupatempo. A taxa para receber o RG em casa é de R$ 9,09.

Troca da Permissão de Dirigir pela CNH Definitiva:  basta digitar o número do CPF. A taxa pode ser paga na hora com cartão de débito. O cidadão receberá o documento em casa, pelos Correios, mediante taxa adicional de R$ 11,00.

Agendamento de horário para ser atendido pessoalmente: escolha o serviço que deseja realizar, em seguida faça a opção pelo posto Poupatempo onde deseja ser atendido e escolha o horário. Você receberá um protocolo para levar no dia do atendimento. 


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