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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Com frio e férias, limpeza em condomínios deve ser cuidadosa


Seja em áreas de lazer ou ambientes fechados nos condomínios, a limpeza é primordial para saúde de crianças e adultos


As férias escolares de julho proporcionam bons momentos em família, mas também gera estresse e receios quando se trata de baixas temperaturas. Com o inverno, o clima fica mais seco, o que torna os ambientes propícios para a proliferação de doenças como gripes, resfriados e alergias. E com a chegada dos dias sem aula, as crianças correm para as áreas de lazer dos condomínios, como playground, parquinho, sala de jogos, entre outras, ou até mesmo locais fechados que resulta em aglomerações e consequentemente o contágio por vírus – ou seja, crianças e pais correndo o risco de pegar uma doença.

Para evitar, a higiene deve ser redobrada, mas não somente a pessoal é suficiente para combater os monstros invisíveis. Nos condomínios residenciais e comerciais, por exemplo, há grande circulação de pessoas em todas as áreas úteis e comuns aos frequentadores, usuários e moradores. Com isso, aumenta a probabilidade de contaminação de algumas doenças. Outra reclamação comum está relacionada às alergias respiratórias (irritação das vias aéreas). Isso também porque as pessoas ficam mais dentro dos ambientes, seja casa ou apartamento, que ficam mais tempo fechados por causa do frio, impedindo maior circulação de ar. Um dos fatores que provoca a alergia é a poeira, provocada por ácaros que gostam de locais escuros, úmidos e quentes.

Os especialistas garantem que independe de época do ano, a limpeza diminui a incidência dessa doença, já que elimina a poeira e as contaminações. Mas, como viver tranquilamente, sem medo de contrair um vírus ao tocar em corrimões, botões de elevadores e maçanetas das portas dos condomínios? E como confiar a limpeza de um local extenso e de trânsito alto de pessoas a quem não é especializado nesse tipo de trabalho?

Para locais de grande circulação, como nos condomínios, é recomendável a contratação de serviços profissionais, em que as pessoas encarregadas da limpeza tenham conhecimento sobre a melhor forma de higienização e qual frequência ideal para o serviço. Para isso, o mais indicado é a contratação de empresas especializadas, que trabalham com terceirização do serviço e oferecem serviços de limpeza para pequenos, médios e grandes condomínios tanto residenciais como comerciais. Empresas confiáveis possuem funcionários treinados especificamente para este tipo de trabalho, como os auxiliares de limpeza e auxiliares de serviços gerais. Esses profissionais recebem um treinamento com instruções teóricas e práticas sobre atendimento a clientes, postura profissional, cronograma das atividades diárias e programadas, tipos de produtos e suas finalidades e, principalmente, conhecem técnicas de higienizar ambientes. E para garantir o bom resultado, esses profissionais possuem encarregados que fiscalizam se o trabalho está sendo desenvolvendo de acordo com as instruções. O síndico e os responsáveis pela manutenção do condomínio devem ficar atentos às áreas mais necessitadas de limpeza, porém também é dever de todos os condôminos contribuir com a organização e a higiene, tanto de seus apartamentos quanto das áreas sociais para que o local esteja limpo e bem apresentável.





Amilton Saraiva - especialista em condomínios da GS Terceirização www.gsterceirizacao.com.br


Férias de julho: 6 dicas para alugar um carro


Com as férias escolares muitas pessoas se programam para aproveitar o período e viajar. Independente da distância percorrida, o aluguel de veículos surge como uma excelente alternativa para reduzir custos e possibilita maior comodidade durante a viagem.

No entanto, é natural que os motoristas que nunca alugaram um carro antes tenham uma série de dúvidas. O que uma pessoa precisa fazer para alugar um carro? Para guiar os viajantes, a Rentcars.com - uma das principais plataformas de comparação de preços e locação de veículos do mundo e a maior da América Latina - lista seis dicas que vão ajudar quem ainda não está familiarizado com o serviço.


1) Verifique se você atende aos requisitos de locação

Primeiro e mais importante: Para a locação de carro no Brasil, é necessário que o motorista seja maior de 21 anos de idade. A carteira de habilitação deve estar dentro da validade e emitida há, no mínimo, dois anos. Além disso, você não pode apresentar restrições nos órgãos de proteção ao crédito. Aproveite para consultar a lista de requisitos básicos para locação de carros no Brasil ou exterior.


2) Tenha seu cartão de crédito, com limite disponível, em mãos

Após realizar a locação pela internet, retire o carro no local indicado com o voucher de reserva e o cartão de crédito usado na compra, dentro da validade e com limite de crédito disponível para pré-autorização ou bloqueio da caução de garantia. Não são aceitos cartões pré-pagos ou de terceiros.


3) Entenda a necessidade do bloqueio de caução e programe-se

O bloqueio caução refere-se a um valor especificado pela locadora, conforme a categoria do veículo e o período de utilização, que fica retido em seu cartão de crédito durante a locação. O valor não é debitado na sua fatura, ou seja, não é cobrado do locatário. Trata-se apenas de uma garantia para a locadora caso haja o descumprimento de algum item do contrato.

O desbloqueio deste mesmo valor é solicitado pela locadora à administradora do cartão no momento da devolução do veículo. É por conta do bloqueio caução que se torna necessária a apresentação do cartão de crédito de sua titularidade, emitido por instituição bancária, dentro do prazo de validade e com limite disponível para o bloqueio.


4) Acompanhe a vistoria do veículo 

No Brasil, antes de retirar o veículo na locadora, há uma vistoria obrigatória. O ideal é que o cliente acompanhe a vistoria tanto na retirada como na devolução do carro. É importante ficar atento quanto a possíveis avarias, condições do para-brisa, nível de combustível, itens de segurança e os documentos do veículo que devem ser disponibilizados pela locadora.

As observações sobre as condições do veículo devem ser marcadas em checklist ou em contrato e devem ser comparadas com o documento de devolução. Caso qualquer divergência seja identificada, é importante esclarecer as informações antes da retirada do veículo.


5) Fique atento aos serviços extras oferecidos

Os atendentes das locadoras, muitas vezes, podem oferecer serviços extras, como proteções adicionais, condutor adicional, GPS e outros. Por essa razão é importante ler o contrato de locação e sinalizar por escrito e verbalmente se tiver interesse ou não em contratar algo a mais. Vale ressaltar que caso o cliente opte pela contratação destes itens adicionais, o valor da reserva inicial sofrerá reajustes.


6) Não esqueça de tirar todas as dúvidas para evitar imprevistos 

Solicite os telefones de emergência no momento da retirada do veículo, pois em caso de imprevistos, a locadora deve ser imediatamente informada sobre o ocorrido. É imprescindível que seja feito um boletim de ocorrência dentro do prazo previsto pela locadora para não correr o risco de perder as coberturas nas proteções contratadas por falta de envio da documentação.




Rentcars.com

SAIBA IDENTIFICAR A DISLEXIA


É no início da fase escolar, principalmente na alfabetização, que começamos a notar se a criança possui algum distúrbio de aprendizado: troca letras, tem dificuldade de compreensão das atividades, não tem o mesmo ritmo que os colegas, entre outros comportamentos que destoam do “normal”. Um destes distúrbios de aprendizado pode ser a dislexia, caracterizada pela dificuldade de leitura e escrita, percebidas na decodificação e interpretação de letras e palavras.

As principais áreas afetadas no cérebro são os lobos temporais, além de algumas estruturas dos lobos frontais e parietais. Não se sabe exatamente como são afetadas. Aparentemente, os circuitos neuronais responsáveis pela integração das diversas fases da leitura (desde o reconhecimento gráfico visual das letras até a transformação destas em uma palavra com um significado e uma fonética) são afetados.

A dislexia atinge cerca de 5-10% da população infantil, e suas causas ainda não são totalmente conhecidas. O que se sabe é que o fator genético é preponderante (genes ligados ao desenvolvimento do cérebro no embrião e na criança). A dislexia é detectada, em geral, no início da alfabetização, na faixa dos 5 a 7 anos.

Se houver dislexia, a partir dos 7 anos, a criança não desenvolve a leitura na mesma velocidade que os outros colegas. A leitura é mais lenta e, ao escrever, costuma trocar letras ou escreve ao contrário, como se fosse a visão de um espelho (‘b’ e ‘d’, ‘p’ e ‘q’). A criança também pode inverter a letra ao escrever (‘s’ em forma de ‘z’, por exemplo). Com os números, não é diferente. Pode haver uma inversão, por exemplo, entre o ‘6’ e o ‘9’.

Vale ressaltar que há vários tipos de dislexia:

- Dislexia Adquirida: é mais recorrente em adultos, e pode ocorrer após algum tipo de traumatismo craniano, derrame cerebral ou doenças neurodegenerativas.

- Dislexia de Desenvolvimento: é a dislexia típica do desenvolvimento da criança, sem uma causa aparente. Contrasta com a dislexia adquirida, que é consequência de alguma doença neurológica.

- Dislexia Fonológica: é a dificuldade de ler palavras desconhecidas.

- Dislexia Superficial: neste tipo de dislexia, as palavras que são lidas da mesma forma que são escritas, como ‘bala’, não geram dificuldade, ao contrário das palavras cuja escrita não coincide com a pronúncia, dificultando a leitura (por exemplo, ‘exercício’ – o ‘x’ é pronunciado como um ‘z’).

- Dislexia Profunda ou Mista: envolve dificuldade tanto no reconhecimento sonoro da palavra quanto na compreensão de seu significado.

O diagnóstico é feito por uma equipe que envolve psiquiatra, fonoaudiólogo e, eventualmente, um neuropsicólogo. No entanto, quem realiza o tratamento é um fonoaudiólogo. Além do apoio emocional, os pais podem ajudar os filhos no treino de leitura (ler alto ou auxiliar na compreensão do que está sendo lido) ou em qualquer atividade lúdica que envolva o reconhecimento das letras, das palavras, dos seus sons e de seus significados.






Prof. Dr. Mario Louzã - médico psiquiatra, doutor em Medicina pela Universidade de Würzburg, Alemanha. Membro Filiado do Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (CRMSP 34330)



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