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domingo, 26 de março de 2017

Paulistanos desconhecem a importância da amamentação para proteger a mulher contra o câncer de mama



Quiz aplicado nos metrôs mostra que a população também ignora a relação entre maternidade tardia e o risco aumentado para a doença


Muitas das escolhas associadas à vida da mulher moderna, como a maternidade tardia, a opção por não ter filhos ou a redução no período de amamentação dos bebês, podem favorecer o desenvolvimento do câncer de mama, de acordo com a literatura médica. Mas a maioria da população paulistana ainda desconhece essa realidade. É o que mostram os resultados inéditos de um quiz sobre a doença que foi aplicado aos passageiros de algumas das estações de metrô mais movimentadas da cidade, no último Outubro Rosa.

Participaram do teste 270 passageiros. Nessa amostra, apenas 22% das mulheres e 19% dos homens consideram verdadeiro afirmar o aleitamento materno ajuda a proteger a mulher contra o câncer de mama.  Na divisão por faixa etária, essa porcentagem cai para 9% entre a população de 40 a 49 anos. Já entre os participantes de 19 a 29 anos foi verificada a melhor taxa de conhecimento sobre essa questão, que ainda assim se mostrou baixa: 30% dessas pessoas apontaram a importância da amamentação como fator protetor para a mulher.

Os resultados do quiz apontam também que 78% das participantes do sexo feminino e 69% do público masculino ignoram que não ter filhos torna a mulher mais suscetível à doença. “Quanto menos filhos, maior o número de ciclos menstruais na vida da mulher, que são momentos de maior exposição a hormônios relacionados à doença. Da mesma forma, quanto maior o período de amamentação, menos ciclos menstruais, e maior a proteção”, explica o oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Rafael Kaliks.  “Por isso, dizemos que vários fatores da vida moderna, como a queda no número de filhos e engravidar tardiamente, depois dos 35, aumentam o risco para a doença. Mas, é claro, vários outros fatores interferem neste processo”, completa.

Contando com apoio da ONG Oncoguia, as ações no metrô fizeram parte da campanha Cada Minuto Conta, uma parceria entre a União Latino-americana Contra o Câncer da Mulher (Ulaccam) e a Pfizer que tem o objetivo de aumentar o conhecimento do público sobre a doença. Entre os dias 5 e 7 de outubro um painel móvel circulou por três terminais de metrô da cidade: Sé, Luz e Paraíso. Batizado de touchman, o dispositivo trazia um quiz instalado em uma tela touch screen acoplada a um promotor. Esse agente caminhava pelas estações para interagir com o público e convidá-lo a participar do teste. Cada participante recebeu um folheto explicativo sobre o câncer de mama e um contador de passos, como forma de incentivar a prática de atividades físicas, um dos fatores de prevenção contra a doença.







Tratamento imuno-oncológico para câncer renal chega ao mercado Brasileiro




Este é o terceiro tipo de tumor para o qual Opdivo (nivolumabe), medicamento desenvolvido pela Bristol-Myers Squibb, tem indicação aprovada no país em menos de um ano


A biofarmacêutica global Bristol–Myers Squibb acaba de colocar no mercado brasileiro o primeiro tratamento imuno-oncológico para os pacientes que enfrentam o câncer no Brasil, com a indicação de Opdivo (nivolumabe) para o combate ao câncer renal avançado previamente tratado. O medicamento é o primeiro imuno-oncológico indicado para este tipo de câncer e o único imuno-oncológico aprovado no Brasil para segunda linha. Opdivo (nivolumabe) também é o único medicamento desta classe aprovado no país capaz de oferecer ganho significante de sobrevida em três tipos de câncer: melanoma, pulmonar e renal1.

Com Opdivo (nivolumabe), a Bristol-Myers Squibb apresenta dados significativos inéditos conforme o estudo de fase III CheckMate 0252 em pacientes com câncer renal metastático previamente tratado. Os resultados demonstram ganho estatisticamente significativo de sobrevida global (OS) em comparação ao tratamento padrão. Com Opdivo (nivolumabe) foi verificado um aumento de sobrevida global de 25 meses em comparação a everolimo, que apresenta taxa de 19,6 meses. Em 2 anos, 52% dos pacientes tratados com nivolumabe estavam vivos, enquanto 42% alcançaram taxa de sobrevida em tratamento com everolimo3.

Para o Chefe do Centro de Oncologia Clínica da Beneficência Portuguesa de São Paulo e Médico do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Fernando Cotait Maluf, a partir de agora, com a aprovação de Opdivo (nivolumabe) para o câncer renal, a população se beneficiará com a oportunidade de acesso a um tratamento que, comprovadamente, prolonga a sobrevida oferecendo qualidade de vida e ótima tolerância aos pacientes. “Este é um momento único no que se refere a aprovação de um agente imunoterápico que promove uma mudança positiva na taxa de sobrevida em pacientes com câncer renal metastático ou recorrente que falharam em medicações prévias e cujo prognóstico é, em geral, muito ruim”, afirma o especialista.

Para o presidente da Bristol-Myers Squibb no Brasil, Gaetano Crupi, esta nova aprovação confirma o posicionamento de liderança global da biofarmacêutica em imuno-oncologia e a importância do papel desempenhado pela empresa no combate ao câncer no Brasil. “A sequência de aprovações concedidas a Opdivo (nivolumabe) no mercado brasileiro insere o país no primeiro estágio de um futuro promissor que permitirá encarar os diversos tipos de câncer com uma perspectiva inédita de potencial de controle por meio da imuno-oncologia”.

Graças ao pioneirismo e ao empenho em pesquisas na área da imuno-oncologia, a Bristol vem conseguindo desenvolver opções inovadoras de tratamento com objetivo de oferecer sobrevida a longo prazo e qualidade de vida para pacientes com diferentes tipos de câncer. “A aprovação de Opdivo (nivolumabe) para câncer de rim metastático em pacientes previamente tratados cumpre a promessa de entrega de imuno-oncologia em estados desafiadores da doença e faz com que a Bristol siga liderando essa nova abordagem de tratamento em novas áreas que possuem necessidades médicas não atendidas”, conclui Gaetano.




Sobre o câncer renal

De acordo com o último levantamento realizado pelo Globocan4, um banco de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) com objetivo de organizar e divulgar dados e estimativas de incidência e mortalidade dos tipos mais comuns de câncer no mundo, em 2012, no Brasil, 3.291 pessoas morreram em decorrência do câncer renal. No mesmo período foram diagnosticados 6.255 casos da doença no país, sendo 3.761 em homens e 2.494 em mulheres.

Mundialmente o câncer de rim é um dos 10 tipos mais comuns5 entre homens e mulheres e aproximadamente 30% dos casos6 deste tipo de câncer são identificados já em estágios avançados e em fase de metástase, quando o tumor se espalha para outras partes do corpo. 



Imuno-Oncologia na Bristol-Myers Squibb

Cirurgia, radioterapia, citotóxicos ou terapias-alvo têm sido as alternativas de tratamento para o câncer nas últimas décadas, entretanto sobrevida a longo prazo e uma boa qualidade de vida continuam sendo prioridade para os pacientes com a doença em fase avançada.

Para atender a essa necessidade médica, a Bristol-Myers Squibb está liderando pesquisas em áreas inovadoras do tratamento de câncer, como a Imuno-Oncologia, que envolve agentes cujo mecanismo primário é estimular o sistema imunológico para combater o câncer. A empresa estuda uma variedade de compostos e abordagens imunoterapêuticas para pacientes com diferentes tipos de câncer, incluindo pesquisas sobre o potencial de combinações entre agentes imuno-oncológicos que têm como alvo diferentes caminhos no tratamento do câncer.

A Bristol-Myers Squibb está comprometida em avançar na ciência da Imuno-Oncologia com o objetivo de mudar a expectativa de vida e a maneira como os pacientes com câncer vivem.





Bristol-Myers Squibb



Fontes:




Pílula Anticoncepcional



Fique de olho nos Mitos e Verdades


A pílula anticoncepcional, que foi ícone de libertação dos anos 60, hoje é motivo de preocupação. Muito se discute sobre a segurança em seu uso frequente. 

Podem estar em forma de pílulas para uso oral, anel vaginal, injeções ou adesivos. Todos os métodos servem como solução para evitar a gravidez indesejada, e outros benefícios podem ser associados a seu uso, como controle de algumas doenças, desde que sigam orientação profissional adequada. Mas, junto com essa revolução, vem também uma série de dúvidas. De acordo com dados divulgados pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) cerca de 100 milhões de mulheres usam pílulas anticoncepcionais em todo o mundo. Mas mesmo tão popular, a pílula traz dúvidas sobre seus efeitos colaterais. Sabendo disso, a Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital das Clínicas da USP e da Clínica FemCare, esclarece os mitos e verdades sobre o assunto.


Pílula anticoncepcional engorda?


MITO - A Pílula diretamente não engorda, mas pode aumentar a vontade por carboidratos e reter líquido, porém existem pílulas com progesteronas específicas, que diminuem a retenção hídrica.


Pílula anticoncepcional dá celulite?

VERDADE - Segundo a especialista, a pílula pode causar retenção de liquido, e em mulheres com tendência a ter celulite (geralmente associada à sensibilidade aos estrogênios), com má alimentação e sedentárias, essa tendência pode ser potencializada.


Pílula anticoncepcional aumenta os seios?

MITO-Como já falamos anteriormente, o que pode acontecer é uma retenção de liquido, que leva ao inchaço nas mamas.


Pílula anticoncepcional melhora a pele?

VERDADE-Segundo a especialista, os hormônios das pílulas ajudam a reduzir a oleosidade da pele, a acne e até a grande quantidade de pêlos, devido ao controle dos níveis de androgênios ( hormônios masculinos).


Pílula anticoncepcional dá trombose?

VERDADE – Isso depende do anticoncepcional e da genética da mulher. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel (encontradas em algumas pílulas) têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados.


Pílula anticoncepcional: antibiótico corta o efeito?

VERDADE – A interação da pílula anticoncepcional com o antibiótico pode cortar ou reduzir o efeito da pílula. Isso acontece porque o antibiótico compete com a pílula no metabolismo do fígado, saindo ambos prejudicados. Se o organismo precisa priorizar um dos dois medicamentos, é natural que dê mais importância ao antibiótico.


Pílula anticoncepcional: Existe uma idade certa para o início?

FALSO - Não existe uma idade ideal para começar a usar a pílula. A partir de alguns ciclos após a menarca, já se pode fazer o uso, desde que haja clara indicação para tal. Os cuidados no início envolvem tentar empregar uma dosagem de hormônio mais baixa, verificar possíveis contra-indicações e avaliar a real necessidade do contraceptivo e da frequência de relações sexuais.


Pílula anticoncepcional pode deixar a mulher infértil?

MITO – O anticoncepcional não interfere na fertilidade, já que quando a mulher para de utilizar a pílula ela pode engravidar normalmente, a menos que já tenha algum problema de fertilidade.






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