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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Empreendimentos do IHG no Brasil promovem o Race Around the World





Os hotéis do IHG – InterContinental Hotels Group no Brasil promovem, entre 21 e 28 de setembro, a tradicional ação global Race Around the World, que visa fomentar a prática de atividades físicas e arrecadar fundos para comunidades mundiais afetadas por calamidades naturais através do programa Shelter In the Storm – iniciativa de cunho social idealizada pelo IHG.
Durante o período do evento, hóspedes e colaboradores poderão contribuir correndo, caminhando, pedalando, nadando ou até mesmo participando de desafios de karaokê entre amigos e familiares, acumulando pontos para o programa. Cada quilômetro percorrido nas atividades será capitalizado e destinado ao Shelter In the Storm. Ou seja, quanto mais participantes, maior o valor arrecadado para o programa de proteção do IHG.
O InterContinental São Paulo, localizado na região da Avenida Paulista, fará uma divulgação especial na academia de hóspedes e funcionários promovendo a doação dos quilômetros, além da disponibilização de bicicletas em frente o hotel para que os passantes também possam participar. As camareiras usarão pedômetros para contribuir e o colaborador que mais doar quilômetros será premiado no fim da ação. Durante a semana as bicicletas ficarão expostas no lobby do hotel para lembrar os hóspedes sobre a ação.
Já o Staybridge Suites São Paulo, localizado estrategicamente no bairro do Itaim Bibi, promoverá uma aula especial de zumba aos funcionários do hotel no dia 23 de setembro, durante a tradicional confraternização mensal organizada pela direção do empreendimento.
O Holiday Inn Parque Anhembi, localizado a poucos metros Centro de Convenções do Anhembi e do Sambódromo, participará do Race Around the World propondo aos funcionários a utilização das escadas do empreendimento, além de uma caminhada pelo famoso Campo de Marte no dia 25 de setembro e a chamada Batalha dos Passos – contabilizados através de um aplicativo de iPhone e revertidos para a ação
Em Minas Gerais, o Holiday Inn Belo Horizonte Savassi, hotel referência na capital, incentiva os hóspedes e colaboradores a participarem do programa oferecendo palestra sobre alimentação saudável e aula de alongamento, competição de quebra-cabeça, karaokê, gincanas, campeonatos de subir e descer escadas, além do uso de pedômetros pelos funcionários do empreendimento.
Destaque do setor hoteleiro na região, o Holiday Inn Manaus, localizado na entrada do Polo Industrial, propõe aos funcionários diversas atividades, como aula de hidroginástica, de zumba, lavagem de louças, limpeza e organização dos departamentos, a utilização das escadas, além de campanhas na academia e também fora do empreendimento – desde que registrado com vídeo ou foto, para a conversão dos quilômetros para o programa. As ações do Holiday Inn Manaus acontecerão em parceria com a Cia Athlética Manaus, que doou duas bicicletas para a prática de atividades.
Localizado na capital do estado do Acre, o Holiday Inn Express Rio Branco atuará no Race Around the World promovendo, entre outras atividades, caminhada, concurso de forró, ginástica laboral, Dia do Jeans com Tênis, brincadeiras no Horto Florestal com venda de sanduiche natural e suco e academia todos os dias com a participação dos hóspedes.
O Holiday Inn Express Avenida Sumaré, localizado na Zona Oeste da capital paulista, incentivará hóspedes e funcionários a não ingerirem refrigerantes durante a ação, a utilização das escadas do edifício, promoverá também aulas de zumba e caminhada pela principal via da região, a Avenida Sumaré. Todas as atividades serão revertidas em quilômetros e destinadas ao programa.
O Race Around the World é, além de uma oportunidade para a prática de atividades físicas, um exercício de cidadania que contribui assertivamente com comunidades necessitadas ao redor do mundo. 

São Paulo elimina 14 mil vagas e tem o maior saldo negativo de empregos em 2015, aponta FecomercioSP





Setor de Lojas de vestuário, tecido e calçados foi determinante para o resultado; no período, foram cortadas quase sete mil vagas 

Mesmo não estando entre as localidades com maior redução proporcional de vagas no comércio varejista, a capital paulista possui o maior saldo negativo do Estado no acumulado dos sete primeiros meses de 2015: -14.194 empregos, queda de 2,1% na comparação com o ano passado. Apenas em julho, foram eliminadas 438 vagas, resultado de 24.725 admissões contra 25.163 desligamentos, o que resultou em uma ocupação formal de 666.074 empregados.

As informações são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaboradas com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no estado de São Paulo, obtido com base na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).

No acumulado do ano, das nove atividades varejistas pesquisadas pela FecomercioSP, oito apresentaram resultados negativos, dos quais os piores foram Lojas de vestuário, tecido e calçados (6,3% de queda da ocupação formal e eliminação de 6.924 vagas) e das Concessionárias de veículos (-4,7% e eliminação de 1.231 empregos formais), as quais registraram saldo negativo de trabalhadores em quase todas as regiões paulistas. O único resultado positivo foi observado no segmento de Farmácias e perfumarias (2,1%), reflexo do desempenho positivo das vendas no setor.


Para a FecomercioSP, a redução do quadro de funcionários no varejo é consequência direta da queda das vendas, do aumento dos custos e da falta de perspectiva de retomada da economia nos próximos meses.

Desempenho estadual
Até julho de 2015, considerando os dados do Ministério do Trabalho e a metodologia da FecomercioSP, o comércio varejista paulista possuía 2.133.235 trabalhadores, dos quais 666.074 (31,2%) estavam localizados na capital. Do número geral, 29,8% estavam empregados na atividade de Supermercados, seguida por Outras atividades (16,4%) e Lojas de vestuários, tecidos e calçados (13,3%).

De acordo com a Federação, de janeiro a julho deste ano, o que se viu foi a redução de estoque em 57.235 postos de trabalho - resultado de 617.369 admissões contra 674.604 desligamentos -, o que representa uma queda de 2,6% em relação a dezembro de 2014. Desde 2007, é a primeira vez que há fechamento de vagas no varejo paulista para o período.

Apenas em julho foram eliminadas 5.135 vagas no varejo paulista, decorrência de 78.339 admissões contra 83.474 desligamentos, o que resultou em uma ocupação formal de 2.133.235 empregados (-0,2% em relação a junho).

No acumulado do ano, das nove atividades varejistas pesquisadas pela FecomercioSP, os piores desempenhos relativos são das Lojas de vestuário, tecido e calçados (-8%) e das Concessionárias de veículos (-5%), que registraram saldo negativo de trabalhadores em todas as regiões paulistas. Em contrapartida, os melhores resultados foram observados nos segmentos de Supermercados (-0,9%) - mesmo com redução de mais de 5.000 vagas - e Farmácias e perfumarias (1,1%), única atividade a apresentar alta, com criação de 1.763 postos de trabalho no período. 

Para a Entidade, o varejo de Vestuários, tecido e calçados é uma das principais atividades a sentir a redução da demanda das famílias, que devido à crise financeira, estão consumindo menos e concentrando seus gastos em bens essenciais, como alimentação e medicamentos. 

Na análise da Federação sobre o desempenho de cada um dos 645 municípios paulistas no ano, os maiores saldos negativos foram observados em São Paulo (-14.155 empregos); Itapevi (-2.415 empregos); Ribeirão Preto (-1.981 empregos); as maiores gerações de vagas, por outro lado, foram observadas em Aparecida (228 empregos); Barrinha (183 empregos) e Mairinque (141 empregos). Os municípios de menor porte sustentam a geração de vagas e, com isso, aliviam um pouco o saldo negativo do varejo estadual, influenciado pela perda de vagas no setor de cidades maiores.

Para a FecomercioSP, os desligamentos dos funcionários estão diretamente ligados ao desempenho de vendas do comércio varejista. Com receitas menores, os empresários se veem na necessidade de adequar os custos ao cenário de demanda arrefecida, e uma das formas é a redução do quadro de colaboradores.

Maiores e menores saldos no varejo paulista
1 - São Paulo: -14.155 empregos
2 - Itapevi: -2.415 empregos
3 - Ribeirão Preto: -1.981 empregos
4 - Campinas: -1.808 empregos
5 - Osasco: -1.419 empregos
6 - Guarulhos: -1.346 empregos
7 - Sorocaba: -1.282 empregos
8 - São José dos Campos: -1.215 empregos
9 - Jundiaí: -1.128 empregos
10 - Piracicaba: -1.071 empregos

1 - Aparecida: 228 empregos
2 - Barrinha: 183 empregos
3 - Mairinque: 141 empregos
4 - Carapicuíba: 138 empregos
5 - Arujá: 135 empregos
6 - Vinhedo: 92 empregos
7 - Elias Fausto: 70 empregos
8 - Torrinha: 62 empregos
9 - Itaquaquecetuba: 58 empregos
10 - Campos do Jordão: 56 empregos 

Nota metodológica
A pesquisa analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: Autopeças e acessórios; Concessionárias de veículos; Farmácias e perfumarias; Lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; Matérias de construção; Lojas de móveis e decoração; Lojas de vestuário, tecido e calçados; Supermercado e Outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Ler para os bebês contribui para o desenvolvimento da fala e da linguagem




Ler para o bebê é uma importante forma de estimulá-lo, pois o ensina sobre comunicação, introduz conceitos como histórias, números, letras, cores e formas de um jeito divertido. 
Segundo a psicóloga e psicanalista Christine Bruder, diretora do Primetime Child Development, um centro de desenvolvimento infantil para crianças de 0 a 3 anos, ‘a leitura na infância é muito importante, uma vez que 70% de todo o vocabulário que uma criança terá aos 7 anos é construído nos três primeiros anos de vida. “Ouvir diferentes palavras ajuda a construir uma estrutura cerebral mais rica. Crianças com as quais os pais conversam e lêem frequentemente conhecem mais palavras aos dois anos que crianças que não tiveram essa oportunidade”, explica.
Por ser interativa, a leitura também ensina ao bebê a olhar, apontar, tocar e responder questões – atividades que promovem, além do desenvolvimento social, a habilidade de pensar. As palavras que se ouvem, as frases, as imagens que são mostradas. Tudo isso irá formar grande parte do repertório que ela terá. Quando um bebê chega ao primeiro ano, ele já terá aprendido todos os sons necessários para falar seu idioma nativo. E quanto mais histórias ouvir, mais palavras o bebê terá escutado e melhor será a sua capacidade de falar.
Para a psicóloga, o mais importante é a interação entre a mãe e/ou o pai e o bebê, pois ler em voz alta para a criança é uma atividade maravilhosa que pode ser compartilhada por muito tempo. “Ler com o bebê ensina que a leitura é uma habilidade que vale à pena aprender. O texto pode ser simples ou mais elaborado; o que importa é que o inspire a fazer uma leitura com vozes, sons e expressões faciais marcantes e cativantes. Uma boa narrativa transcende o significado das palavras, e introduz a criança no universo das emoções, da aventura, da cumplicidade. Se a pessoa mais importante da vida dele adora ler, então para ele o mundo da leitura e dos livros também será muito significativo”, finaliza Christine.

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