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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Disney é escolhida por 52% dos brasileiros como parque preferido; Especialistas dão dicas de como se virar no inglês durante a viagem

Mais da metade dos brasileiros sonha em viver a magia dos parques da Disney em Orlando (EUA) e aprender inglês é essencial para aproveitar cada detalhe da viagem. Desde os avisos de segurança e placas de orientação até os shows e interações com personagens, quase tudo é em inglês. Especialistas da KNN Idiomas destacam que a comunicação é tão importante quanto organizar passagens e visto, e compartilham frases úteis para desfrutar de tudo o que os parques oferecem, sem imprevistos.

 

A magia da Disney continua imbatível no coração dos brasileiros. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada recentemente, o complexo de Orlando (EUA) foi citado por 52% dos entrevistados como o parque temático internacional favorito dos viajantes. Este é o sexto ano consecutivo em que a Disney ocupa o topo da preferência dos brasileiros. 

Entretanto, aproveitar plenamente a experiência vai muito além de garantir passagens e ingressos. Nos parques, praticamente tudo acontece em inglês: desde placas de orientação e aplicativos até avisos de segurança, shows e interações com personagens. Para muitos turistas, isso pode se tornar um desafio em situações cotidianas, como pedir informações, se localizar nos mapas ou fazer um pedido em restaurantes. Afinal, como se virar no inglês durante uma viagem à Disney?

Para Reginaldo Kaeneêne Santos, CEO da KNN Idiomas, uma das maiores redes de escolas de idiomas do Brasil, falar inglês é tão importante quanto conseguir o visto americano. “Planejar uma viagem para a Disney envolve muito mais do que comprar ingressos. O visto americano, por exemplo, pode levar até seis meses para ser agendado. Já o inglês, é possível começar a praticar de forma imediata e com resultados rápidos. Conseguir se comunicar faz toda a diferença na experiência. Inclusive, temos na nossa escola o KNN Express, um curso de inglês gratuito de duas horas no qual o aluno já sai falando inglês básico. Ele ainda recebe uma apostila com as 100 palavras mais usadas no dia a dia, para embarcar mais seguro e confiante”, afirma Reginaldo KNN.



Especialistas da KNN separaram dicas de frases úteis para ‘se virar’ nos parques da Disney:

“Onde fica o banheiro?” – Where is the restroom?

“Posso tirar uma foto?”Can I take a picture?

“Por favor” / “Obrigado(a)”Please / Thank you

“Eu gostaria de comprar isso”I would like to buy this

“Quanto custa o ingresso?”How much is the ticket?

“Qual é o horário do próximo show?”What time is the next show?

“Pode me ajudar?”Can you help me?

“A fila começa aqui?”Does the line start here?

“Qual a altura mínima para esta atração?”What is the minimum height for this ride?

 


KNN Idiomas
www.knnidiomas.com.br


Setor de outros artigos de uso pessoal e doméstico registra queda de 0,7% em agosto, aponta Índice do Varejo Stone (IVS)

No comparativo anual, o segmento também apresentou resultado negativo, de 3,1%
 

O Índice do Varejo Stone (IVS) apontou queda de 0,7% no volume de vendas do setor de Outros artigos de uso pessoal e doméstico em agosto. No comparativo anual, o segmento também apresentou queda de 3,1%. O estudo, que acompanha mensalmente a movimentação do varejo no país, é uma iniciativa da Stone, principal parceira do empreendedor brasileiro.

Outros seis segmentos analisados registraram queda em agosto. O único resultado positivo foi do setor de Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo, com alta de 1,7%. Já entre os resultados negativos, tiveram queda os setores de Material de Construção (4,3%), Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (3,6%), Combustíveis e Lubrificantes (1%), Artigos Farmacêuticos (0,7%), Tecidos, Vestuário e Calçados e Móveis e Eletrodomésticos (0,3%).

No comparativo anual, todos os oito segmentos analisados apresentaram queda. O pior resultado foi registrado pelo setor de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (6,8%), seguido por Móveis e Eletrodomésticos (6,7%), Material de Construção (5%), Tecidos, Vestuário e Calçados (2,1%), Artigos Farmacêuticos (1,9%), Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (1,1%) e Combustíveis e Lubrificantes (0,5%).

O relatório completo pode ser encontrado na nova plataforma de conteúdo da Stone


Segmentos analisados

O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo avalia oito segmentos:

1) Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos;

2) Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo;

3) Livros, jornais, revistas e papelaria;

4) Móveis e eletrodomésticos;

5) Tecidos, vestuários e calçados;

6) Material de Construção;

7) Combustíveis e Lubrificantes;

8) Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico.


Instituição em Goiânia oferece cursos gratuitos e apoio para empreender ou conseguir trabalho

 

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Vagas em capacitações gratuitas já estão em andamento em Goiânia; iniciativa conecta alunos a oportunidades de emprego e empreendedorismo


A Associação Comunidade Batista (ACB) está com turmas em andamento em seu novo ciclo de cursos profissionalizantes gratuitos, que oferecem 1.200 vagas diretas e workshops complementares em áreas de alta demanda do mercado. Os cursos presenciais, realizados em bairros como Jardim Novo Mundo, Jardim Planalto, Goiânia Viva e Jardim do Cerrado, abrangem desde formações em Informática e Inteligência Artificial até qualificações na área da beleza, como cabeleireiro, design de sobrancelhas, manicure e pedicure.

Além da formação técnica e do fornecimento de material didático completo — com uniformes, livros, apostilas e até lanche gratuito — a ACB aposta em um diferencial: parcerias estratégicas para encaminhar os alunos ao mercado de trabalho.

Segundo o diretor-geral da entidade, Diogo Marquez, a iniciativa conta com a colaboração  do SINE Goiânia, que atua no encaminhamento para vagas de emprego formais; e da Associação Geral de Falcões, que atualmente possui mais de 4 mil vagas abertas em setores que carecem de mão de obra qualificada.

“Queremos que os alunos não apenas concluam os cursos, mas saiam daqui com condições reais de empreender ou ingressar no mercado de trabalho. Nossa missão é ajudar a reduzir a informalidade e gerar renda para as famílias”, afirma Marquez.

Os cursos chegam em um contexto de desafios na empregabilidade no Brasil. Dados do Ministério do Trabalho mostram que o país registrou em julho de 2025 apenas 129.775 novas vagas formais, o menor número desde março. Embora a taxa de desemprego esteja em 5,8% — a menor desde 2012 —, especialistas alertam que há um descompasso entre a oferta de vagas e a qualificação dos trabalhadores.

De acordo com o IPEA, 25% da força de trabalho brasileira está em áreas de alta rotatividade, como cuidados, serviços gerais e estética, onde faltam profissionais qualificados. Já no setor de tecnologia, o número de vagas ligadas à inteligência artificial no Brasil saltou de 19 mil em 2021 para 73 mil em 2024, segundo levantamento da PwC.

Entre as opções em andamento, estão cursos de Cuidador de Idosos, Informática Básica e Inteligência Artificial, Social Media, Auxiliar de Contabilidade e Encanador, além de uma ampla grade na área da beleza, que inclui cabeleireiro, manicure e pedicure, design de sobrancelhas, maquiagem, barbearia, alongamento de cílios e unhas. 

A programação conta ainda com sete tipos de workshops temáticos de curta duração, oferecidos em diferentes horários, com foco em áreas como Gestão, Liderança, Empregabilidade, Atendimento e Mídias Digitais. As atividades são voltadas para atualização rápida, prática e alinhada às demandas do mercado.


Impacto social e apoio institucional

Reconhecida como Utilidade Pública Municipal, a ACB já capacitou mais de 1.200 pessoas desde 2023, sempre com foco na inclusão produtiva. Este novo ciclo é viabilizado por emendas parlamentares impositivas destinadas por vereadores de Goiânia.

A meta é beneficiar diretamente 2.180 pessoas até o fim do ano, com acompanhamento pós-curso, rodas de conversa com assistentes sociais e suporte para empreender ou ingressar em empresas parceiras.

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“A qualificação muda a realidade das famílias. Não se trata apenas de aprender uma profissão, mas de ampliar perspectivas e gerar autonomia financeira”, reforça Marquez.


*Cursos Profissionalizantes – Cronograma*

  • Cuidador de Idosos – Início: 22/09/2025 – Turno: Matutino – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Cuidador de Idosos – Início: 13/10/2025 – Turno: Vespertino – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Informática Básica até IA – Início: 29/09/2025 – Turno: Noturno – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Manicure e Pedicure – Início: 22/09/2025 – Turno: Matutino – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Manicure e Pedicure – Início: 22/09/2025 – Turno: Vespertino – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Social Mídia – Início: 22/09/2025 – Turno: Vespertino – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Social Mídia – Início: 13/10/2025 – Turno: Matutino – Local: Residencial Goiânia Viva
  • Alongamento de Unhas – Início: 22/09/2025 – Turno: Noturno – Local: Recanto das Minas Gerais
  • Alongamento de Unhas – Início: 22/09/2025 – Turno: Vespertino – Local: Jardim Novo Mundo
  • Alongamento de Unhas – Início: 22/09/2025 – Turno: Matutino – Local: Jardim do Cerrado
  • Alongamento de Cílios – Início: 22/09/2025 – Turno: Noturno – Local: Jardim Novo Mundo
  • Alongamento de Cílios – Início: 22/09/2025 – Turno: Vespertino – Local: Recanto das Minas Gerais
  • Alongamento de Cílios – Início: 22/09/2025 – Turno: Matutino – Local: Jardim do Cerrado
  • Cabeleireiro – Início: 22/09/2025 – Turno: Matutino – Local: Goiânia Viva
  • Barba e Design – Início: 22/09/2025 – Turno: Noturno – Local: Goiânia Viva
  • Sobrancelha e Henna – Início: 22/09/2025 – Turno: Matutino – Local: Goiânia Viva
  • Maquiagem – Início: 22/09/2025 – Turno: Vespertino – Local: Goiânia Viva
  • Encanador – Início: 22/09/2025 – Turno: Noturno – Local: Goiânia Viva
  • Auxiliar de Contabilidade – Início: 22/09/2025 – Turno: Vespertino – Local: Goiânia Viva

Workshops

  • Workshop em Gestão e Liderança – Local: Residencial Goiânia Viva – Data: 14/11/2025
  • Workshop de Qualidade no Atendimento – Local: Residencial Goiânia Viva – Data: 15/11/2025
  • Workshop de Vendas – Local: Residencial Goiânia Viva – Data: 16/11/2025
  • Workshop de Relacionamento Interpessoal – Local: Jardim Planalto – Data: 04/09/2025
  • Workshop de Empregabilidade, Trabalho e Carreira – Local: Jardim Planalto – Data: 05/09/2025
  • Workshop em ChatGPT e Inteligência Artificial para Negócios – Local: Jardim Planalto – Data: 08/10/2025
  • Workshop em Gestão de Mídias Digitais – Local: Residencial Goiânia Viva – Data: 01/10/2025

 

Datas sujeitas a alterações 


📌 Serviço

Cursos e Workshops gratuitos – ACB
👥 Público: maiores de 16 anos, sem exigência de escolaridade
📍 Modalidade: presencial (bairros de Goiânia)
📝 Inscrições: https://www.associacaocmbatista.com/ – até esgotarem as vagas
📱 Dúvidas: via Instagram @associacaocomunidadebatista

 

Democratização da ciência de dados para PMEs: a importância da maturidade no segmento

Muito se fala sobre ciência de dados, IA e como essas tecnologias vão transformar os negócios. Mas, na prática, o que isso significa para uma PME?

Nos últimos anos, ficou claro que o uso de dados bem estruturados tem o poder de aumentar a eficiência, melhorar a tomada de decisão e até abrir novos caminhos de crescimento. Mas também ficou evidente que esse potencial está longe de ser uma realidade para a maioria das pequenas e médias empresas. Não por falta de vontade, mas por falta de estrutura.

A maioria das PMEs ainda está em estágios muito iniciais de maturidade de dados. Essas informações existem, sim, mas estão espalhados em planilhas, ferramentas diferentes e com pouco controle sobre qualidade, atualizações ou mesmo acesso. Isso torna qualquer projeto de BI, automação ou IA muito mais difícil do que parece nos discursos de palco.


Democratizar é simplificar

Falar em democratização da ciência de dados é falar em tirar essa complexidade do caminho. É permitir que times pequenos, com poucos recursos técnicos, consigam organizar as informações e usá-las no dia a dia. E fazer isso sem depender de grandes times de engenharia ou ferramentas caras.

Na prática, isso passa por alguns pilares fundamentais. O primeiro é a unificação: dados de vendas, marketing, atendimento e operações precisam estar acessíveis em um único lugar, com uma estrutura minimamente organizada. Em seguida, vem a governança, que responde perguntas como: quem pode ver o quê? Como garantir que a informação é confiável? Sem isso, o uso de dados pode virar um risco. E, por fim, a ativação: o dado precisa sair do papel. Ele deve ser usado tanto por pessoas quanto por sistemas para gerar alertas, automações, análises e decisões melhores.

Tudo isso parece básico. Mas para muitas empresas, só chegar nesse ponto já representa um salto enorme de maturidade.


Ativar dados vai além do dashboard

A ativação é, geralmente, o ponto onde os dados começam de fato a gerar retorno. E ela não se resume a um dashboard com gráficos bonitos. Ativar é colocar informação para trabalhar, de forma prática.

Pode ser algo simples, como um alerta automático quando o cliente de alto valor passa muito tempo sem interagir com a empresa. Ou uma segmentação inteligente que identifica quais leads têm mais chance de fechar no próximo ciclo de vendas.

Também pode ser algo mais avançado, como treinar um modelo de IA com dados históricos da operação para prever inadimplência ou antecipar ruptura de estoque.

O ponto aqui é: ativar dados é garantir que eles circulem. Que estejam conectados às rotinas da companhia, impactando decisões em tempo real. Não adianta investir tempo estruturando essas informações se elas continuam trancadas em uma planilha que ninguém abre.


IA como parceira, não como promessa

Hoje, com a popularização de ferramentas baseadas em modelos de linguagem e inteligência artificial, muitas empresas se perguntam como usar IA para acelerar seus processos. Mas a resposta quase sempre volta para o mesmo ponto: a qualidade dos dados. 

IA pode ser extremamente poderosa, mas só funciona bem quando é alimentada com informações corretas, atualizadas e estruturadas. E mais do que isso, quando está conectada ao contexto específico da empresa.

Se a IA não entende quem são seus clientes, como estão suas metas, quais produtos são prioritários ou como funciona seu ciclo comercial, ela vai gerar respostas genéricas que pouco ajudam. É por isso que a maturidade de dados não é só uma questão técnica. É a base necessária para que qualquer projeto de IA faça sentido. Sem isso, a tecnologia vira só mais uma ferramenta que impressiona no começo e decepciona depois.

Democratizar a ciência de dados não é espalhar dashboards. É tornar o dado algo vivo dentro da empresa. Algo que as pessoas usam para trabalhar melhor, decidir com mais segurança e, sim, para deixar a IA fazer o que ela faz de melhor.

 

 

Antonio Duarte - cofundador e CEO da Nekt, plataforma de dados e IA que simplifica o acesso e uso dessas informações para empresas em crescimento. Formado em Engenharia pela UFSC, e com MBA em Administração pela FGV e USP, tem mais de 20 anos de experiência no ramo de tecnologia. Foi co-fundador da antiga Jungle Devs, hoje Olby, que foi adquirida pela Trybe em 2021. Além de possuir passagem pelas áreas de operações, engenharia e tecnologia.


5 erros que podem comprometer seu negócio e como evitá-los

Divulgação
Especialista mostra os equívocos cometidos por vendedores e como transformar os desafios em oportunidades


Começar um negócio próprio pode ser uma oportunidade promissora, oferecendo flexibilidade, geração de renda e a chance de atuar em um mercado em constante crescimento, como o de cosméticos e cuidados pessoais. Porém, muitos iniciantes cometem erros que comprometem as vendas, dificultam a fidelização e até prejudicam a reputação do empreendimento. Identificar essas falhas e adotar estratégias para corrigi-las é essencial para construir uma operação lucrativa.

Para Kelly Nogueira, fundadora da Empreender Make e distribuidora oficial da rede Espaço Make, o sucesso depende da combinação entre conhecimento dos produtos, planejamento estratégico e um atendimento de qualidade. “Muitos vendedores começam animados, mas acabam se frustrando porque não têm orientação adequada ou não conhecem bem os itens que oferecem. Entender o que se está vendendo, como apresentar cada item e como se conectar com o cliente faz toda a diferença. O mercado está cheio de oportunidades, mas também de desafios. Quem se prepara pode evitar os erros comuns e crescer de forma consistente”, explica Kelly.

Com isso em mente, confira os cinco erros mais frequentes e como superá-los: 


Não conhecer profundamente os produtos

Muitos iniciantes começam a vender sem entender totalmente os itens que oferecem, o que pode gerar insegurança na hora de atender o cliente. Por exemplo, um vendedor pode apresentar um blush multifuncional apenas como “produto colorido para o rosto”, sem explicar que ele também pode ser usado nos lábios e como sombra. Isso gera insegurança no cliente e perda de oportunidades de venda. “Saber explicar os benefícios e diferenciais de cada item transmite segurança e desperta desejo no consumidor. Quem conhece o item, vende com muito mais confiança”, afirma Kelly.

Investir tempo para conhecer as características de cada cosmético aumenta a confiança e melhora a experiência de compra.


Focar apenas no preço

Embora valores competitivos chamem atenção, concentrar-se apenas neles faz o cliente perder de vista benefícios e qualidade. É fundamental destacar diferenciais, mostrar o valor agregado e transmitir credibilidade, criando uma proposta de compra clara e atraente.


Não investir em divulgação

Alguns mercadores acreditam que o produto se vende sozinho, mas sem estratégias de promoção, o alcance e as vendas ficam limitados. Publicar fotos em uso, criar reels no Instagram com tutoriais, oferecer promoções sazonais e utilizar hashtags relevantes são formas de atrair clientes. Explorar grupos de WhatsApp, e-mails e redes sociais também ajuda a fidelizar quem já comprou.


Negligenciar o atendimento ao cliente

O relacionamento vai além da venda: responder dúvidas, oferecer dicas de aplicação e acompanhar a entrega faz toda a diferença. Um revendedor que lembra o cliente de produtos comprados anteriormente e sugere combinações aumenta as chances de recompra “Atendimento próximo e personalizado é o que transforma compradores em clientes fiéis. Pequenos gestos contam muito no dia a dia”, comenta Kelly.


Não planejar e acompanhar os resultados

Sem metas claras e monitoramento de desempenho, oportunidades de crescimento são perdidas. Controlar vendas, analisar custos, ajustar estratégias e planejar promoções permite que o negócio se mantenha saudável e competitivo.

No fim das contas, construir confiança, entender o público e investir no relacionamento com clientes são os detalhes que fazem toda a diferença “Cuidar do cliente constrói não só vendas, mas uma reputação duradoura. Isso é o que transforma uma venda em um negócio de sucesso”, finaliza a especialista.

 

Empreender Make
www.empreendermake.com.br
Loja física: Av. Leoncio de Magalhães, 1493 – Jardim São Paulo (SP)
Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 9h às 18h | Sábado, das 9h às 15h


Varejo paulista cresce quase 8% no primeiro semestre, mas começa a ver sinais de desaceleração

 Lojas de roupas e calçados foram grande destaque positivo do período com alta de 15,4% no faturamento

 

Com o mercado de trabalho aquecido, o varejo paulista viu seu faturamento crescer 7,9% neste primeiro semestre de 2025 [tabela 1] em comparação ao mesmo período do ano passado. Os resultados de junho, porém, evidenciam uma tendência de desaceleração do setor (alta de 4,4%), mostram os dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

 

Tendência semelhante é observada na cidade de São Paulo, com expansão de 7,7% nas vendas ao longo do semestre [tabela 2], mas de ritmo mais lento em junho (4,8%) em relação ao mesmo mês de 2024. 

 

A avaliação da FecomercioSP é de que, se por um lado o mercado de trabalho em bom momento e a renda melhor sustentaram o consumo, por outro o ciclo de altas da taxa Selic (ela está em 15% hoje), a inflação acima do teto da meta e o crescimento da inadimplência já impactaram negativamente as vendas de alguns segmentos, principalmente os que comercializam bens duráveis – em que a compra depende de crédito, o que compromete o orçamento doméstico durante meses. 

No Estado de São Paulo, por exemplo, concessionárias de veículos e das lojas de móveis e decoração recuaram 0,8% e 9,9%, respectivamente, em junho. A expectativa é que essa tendência de desaceleração, e até mesmo de queda nas vendas de algumas atividades, permaneça no segundo semestre. 

Isso porque os fatores econômicos que impulsionaram a retomada do setor de 2023 em diante, como a elevação da renda média, a recuperação do emprego e a inflação mais controlada, perderam fôlego agora. 


 

[TABELA 1]

Variação do faturamento do varejo no Estado de São Paulo

Fonte: SEFAZ/ FecomercioSP


 

[TABELA 2]

Variação do faturamento do varejo na cidade de São Paulo
Fonte: SEFAZ/ FecomercioSP

 


Em paralelo a isso, o mercado de trabalho tende a se acomodar no nível atual, enquanto o crédito está ficando mais caro e o endividamento das famílias está voltando a subir (em agosto, 71,5% dos lares paulistanos estavam com dívidas e 22,1% tinham contas atrasadas, segundo a PEIC, da FecomercioSP).

 

VENDAS DE ROUPAS E PEÇAS DE CARROS EXPLODEM NO ESTADO

Já no balanço semestral, as nove atividades que compõem a base da PCCV tiveram elevação, com destaque para as lojas de vestuário, tecidos e calçados (alta de 15,4% no faturamento) e para autopeças e acessórios para veículos (10,8%). No acumulado do primeiro semestre, o crescimento de 7,9% representa um faturamento R$ 54,5 bilhões superior em relação ao mesmo período do ano passado.

 

[TABELA 3]

Faturamento absoluto do varejo no Estado de São Paulo (Junho)

Fonte: SEFAZ/ FecomercioSP


 

ROUPAS E ELETRODOMÉSTICOS DÃO O TOM NA CAPITAL


Da mesma forma, o semestre foi positivo para todas as atividades varejistas na cidade de São Paulo neste primeiro semestre, mas com algumas variações em relação aos dados estaduais. A mais relevante delas é que, na metrópole, o destaque foi o segmento de eletrodomésticos e eletrônicos, cuja alta foi de 16% no período. seguido pelas lojas de roupas e calçados (12,5%). 

Destaques ainda para os desempenhos dos supermercados (7,5%) e das lojas de autopeças (7,8%), que conformam a boa fase do segmento automotivo.

 

[TABELA 4]

Faturamento absoluto do varejo na cidade de São Paulo (Junho)

Fonte: SEFAZ/ FecomercioSP


A leitura de desaceleração, porém, se repete ao se observar o desempenho de junho: das nove atividades, três tiveram quedas no mês, sendo lojas de móveis a maior delas (-8,8%). As outras foram as concessionárias de carros (-1,6%) e os materiais de construção (-1%).

 

Na verdade, esses números apontam para uma desaceleração mais intensa e precoce na capital, cujos sinais ainda são mais tímidos no interior, onde farmácias e materiais de construção dão vitalidade ao varejo. 

 

Essa diferença sugere que a metrópole tende a ser mais sujeita às oscilações macroeconômicas, como o encarecimento do crédito, por exemplo. No Estado, como a demanda é mais distribuída, tende a ser mais resiliente também.

 

Na avaliação da FecomercioSP, o segundo semestre deve acabar com dados positivos, mas em ritmo menor do que o do primeiro período. Às empresas, o

momento é de cautela, com foco em segmentação de clientes, digitalização, fidelização e estratégias criativas para manter as vendas aquecidas.

 

FecomercioSP
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Setor de tecidos, vestuários e calçados registra queda 0,3% em agosto, aponta Índice do Varejo Stone (IVS)

No comparativo anual, o segmento também apresentou resultado negativo, de 2,1%
 

O Índice do Varejo Stone (IVS) apontou queda de 0,7% no volume de vendas do setor de Tecidos, vestuários e calçados em agosto. No comparativo anual, o segmento também apresentou resultados negativos, de 2,1%. O estudo, que acompanha mensalmente a movimentação do varejo no país, é uma iniciativa da Stone, principal parceira do empreendedor brasileiro. 

Outros seis segmentos registraram queda em agosto. O único resultado positivo foi do setor de Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo, com alta de 1,7%. Já entre os resultados negativos, tiveram queda os setores de Material de Construção (4,3%), Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (3,6%), Combustíveis e Lubrificantes (1%), Artigos Farmacêuticos e Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (0,7%) e Móveis e Eletrodomésticos (0,3%). 

No comparativo anual, todos os oito segmentos analisados apresentaram queda. O pior resultado foi registrado pelo setor de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (6,8%), seguido por Móveis e Eletrodomésticos (6,7%), Material de Construção (5%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (3,1%), Artigos Farmacêuticos (1,9%), Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (1,1%) e Combustíveis e Lubrificantes (0,5%). 

O relatório completo pode ser encontrado na nova plataforma de conteúdo da Stone
 

Segmentos analisados

O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo avalia oito segmentos:

1) Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos;

2) Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo;

3) Livros, jornais, revistas e papelaria;

4) Móveis e eletrodomésticos;

5) Tecidos, vestuários e calçados;

6) Material de Construção;

7) Combustíveis e Lubrificantes;

8) Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico


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