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terça-feira, 17 de junho de 2025

ACSP: Produtos típicos das festas juninas têm carga tributária média de 29,67%

IMAGEM: Paulo Pampolin/DC
Alguns itens são tributados bem acima da média, caso da paçoca, que tem 39,21% de impostos embutidos no preço final

 

Levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base em informações organizadas pelo site do Impostômetro, que é atualizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), aponta que produtos de largo consumo no período das festas juninas têm uma carga tributária média de 29,67%.

A cesta de produtos típicos montada pela ACSP traz, por exemplo, que do preço final da paçoca, 39,21% são impostos embutidos. No caso do amendoim, são 34,58%. Do custo final do quentão, 47,24% são impostos. Confira outros produtos da lista na tabela abaixo.  

Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP, explica que, mesmo com um ritmo menor de aumento de preços em comparação com anos anteriores, os valores elevados tendem a persistir. “Os preços devem continuar pressionados em função do aquecimento da economia e da carga tributária incidente sobre os alimentos, que ainda é muito alta”, afirma.

O economista reforça que o modelo tributário brasileiro é centrado na taxação do consumo, o que torna os alimentos — inclusive os típicos das festas juninas — especialmente carregados de tributos.

“Nosso sistema é estruturado sobre a tributação do consumo, e isso deve continuar assim por um bom tempo. Apesar de algumas reduções pontuais, a estrutura geral ainda impõe um peso significativo ao consumidor”, acrescenta.

 



Redação DC
https://www.dcomercio.com.br/publicacao/s/acsp-produtos-tipicos-das-festas-juninas-tem-carga-tributaria-media-de-29-67

 

Movimento Turismo que Protege: faça parte desta rede em defesa de crianças e adolescentes

Apoie a iniciativa do Ministério do Turismo que promove a adesão voluntária de pessoas e instituições comprometidas com um turismo mais ético e responsável

 

O Movimento Turismo que Protege segue crescendo e se consolidando como uma mobilização nacional em defesa dos direitos de crianças e adolescentes no contexto das atividades turísticas. Lançado oficialmente durante o II Encontro de Turismo Responsável, em Foz do Iguaçu (PR), o movimento já conta com o apoio de profissionais, empresas, entidades e órgãos públicos que assumiram o compromisso com práticas mais seguras, éticas e responsáveis no setor. 

“Proteger crianças e adolescentes é um compromisso com o futuro do nosso país”, destacou o ministro do Turismo, Celso Sabino. Ele também destaca que a iniciativa representa “um novo momento de responsabilidade e ação efetiva” no turismo. Ainda segundo o ministro, a exploração sexual de crianças e adolescentes “é uma chaga que macula o potencial transformador do turismo e exige vigilância e compromisso permanentes”.

 

COMO PARTICIPAR - O Ministério do Turismo convida a sociedade civil, destinos turísticos, organizações e instituições públicas e privadas a se tornarem signatárias da Carta de Compromisso do Movimento. A adesão é voluntária e representa um passo essencial para fortalecer um turismo mais consciente e protetor da infância e adolescência em todo o Brasil. 

Para participar, basta preencher o formulário de pré-assinatura disponível AQUI. Em breve, o MTur entrará em contato com os detalhes para oficializar a adesão e informar os próximos passos. 

Além de aderir, você pode divulgar o Movimento e incentivar a participação de colegas, empresas, instituições e demais interessados. O engajamento coletivo é fundamental para consolidar uma rede ampla, diversa e comprometida com a prevenção de violações e a promoção de um turismo mais seguro e acolhedor.

 

POR QUE SEU APOIO É FUNDAMENTAL? - Ao se comprometer com o Movimento Turismo que Protege, você passa a integrar uma articulação nacional baseada em valores como responsabilidade social, respeito aos direitos da infância e prevenção da exploração sexual no turismo. Trata-se de uma ação concreta em favor de um turismo mais justo, inclusivo e sustentável - hoje e para as futuras gerações.

 

CÓDIGO DE CONDUTA BRASIL - O Movimento Turismo que Protege está alinhado ao Código de Conduta Brasil, iniciativa do Ministério do Turismo, voltada à sensibilização de prestadores de serviços turísticos cadastrados no Cadastur para adoção de práticas de prevenção à exploração sexual de crianças e adolescentes. 

É possível aderir ao Código por meio do site: www.codigodeconduta.turismo.gov.br. No portal, também estão disponíveis um curso EAD, podcasts e o Manual do Multiplicador, que orienta sobre como agir em casos suspeitos e como ampliar o alcance das boas práticas de proteção. 

“O Movimento é uma política de suporte ao Código. Ele vem para somar e fortalecer a disseminação dos princípios do Código de Conduta Brasil, um instrumento essencial à prevenção da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo”, explica a secretária-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes. 

Segundo ela, a proposta é envolver não apenas os prestadores de serviços cadastrados no Cadastur, mas também outros atores do turismo - como taxistas, artesãos, artistas, organizações do terceiro setor e órgãos públicos - que podem integrar a rede de proteção e atuar como multiplicadores do Código.

 

FAÇA PARTE DA MUDANÇA - Uma dica simples: ao se hospedar em hotéis ou participar de eventos, pergunte se o local aderiu ao Código de Conduta. Essa atitude estimula a reflexão e o engajamento de profissionais do setor. E lembre-se: em casos de suspeita ou confirmação de exploração sexual de crianças e adolescentes, denuncie. Disque 100. 

Dúvidas ou mais informações? Entre em contato com a equipe do Movimento pelo e-mail: turismoqueprotege@turismo.gov.br 

Participe! Vamos transformar o turismo em um espaço mais seguro, ético e acolhedor para todos.

 

Confiança digital: volume de avaliações pesa nas decisões de compra online

Uappi aponta caminhos sobre a alta conversão durante a jornada do consumidor

 

As avaliações de consumidores online deixaram de ser apenas comentários complementares para tornarem-se pilares centrais nas decisões de compra no comércio eletrônico. Em um ambiente onde a confiança é a moeda mais valiosa, a opinião de outros compradores consolida-se como um dos fatores indispensáveis mais decisivos durante a jornada do consumidor.

 

“Ao perceber a experiência de outros consumidores, o usuário sente-se mais seguro para realizar a sua compra. Trata-se de um espaço onde o consumidor tem a certeza de que sua opinião está sendo levada em consideração e isso aumenta a percepção de pertencimento. Os e-commerces têm adotado também a possibilidade de permitir que os compradores adicionem imagens e vídeos de seu produto, o que enriquece ainda mais a avaliação”, afirma Jheniffer Nunes, Visual Designer Sr da Uappi.

 

Outro ponto de atenção, segundo a especialista, é o volume de avaliações que se tornou mais importante que a nota. “Quanto mais resenhas, maior é o número de vendas do produto. Já um item com ótima pontuação e próximo de cinco estrelas, mas com um volume baixo de avaliações, tende a ser menos aceito”, afirma. A profissional destaca, ainda, que as empresas costumam incentivar seus consumidores a enviar suas opiniões sobre o produto e muitas marcas usam programas que retornam pontos, bônus, e instigam não só a participação, mas também a recompra para enriquecer o fluxo.

 

No Brasil, uma pesquisa da Opinion Box revelou que 82% dos brasileiros já desistiram de uma compra ao se deparar com avaliações negativas, enquanto 74% afirmam confiar mais em uma empresa quando ela responde publicamente às críticas. A confiança, antes construída em interações físicas, foi transferida para a tela e produtos com mais de 50 avaliações têm uma probabilidade até quatro vezes maior de serem comprados, de acordo com um estudo da Spiegel Research Center, o que comprova que o volume e a autenticidade dos relatos influenciam diretamente a taxa de conversão.

 

Além das avaliações, outras formas significativas de transparência são importantes durante a jornada de compra. Pontos de atenção como imagens e vídeos reais do produto, descrições detalhadas, políticas claras sobre entrega, troca, devolução, certificações de segurança e selos de confiança também devem ser consideradas. Já a personalização durante a experiência de compra online pode levar o consumidor para uma jornada mais exclusiva. Jheniffer afirma que esse processo ocorre, principalmente, por meio da coleta e o uso autorizado de dados.

 

“Apesar da necessidade de se formar uma persona que represente seu público-alvo, ainda assim é necessário levar em consideração possíveis variações. É oportuno rastrear diferentes comportamentos e preferências baseados na navegação individual dos usuários. A partir disso, existe a possibilidade de traçar diversas estratégias que agradem cada indivíduo e proporcionam uma experiência personalizada”, conclui Jheniffer.



Metade do ano chegou: é hora de revisar suas metas!

 Empresas que ainda não tiraram os projetos do papel devem usar este momento para reavaliar caminhos e agir com mais estratégia no segundo semestre

 

Com o encerramento do primeiro semestre, muitas empresas se deparam com a dura realidade de metas não alcançadas, projetos estagnados e planejamentos que ficaram apenas no papel.

 

Segundo o mentor de empresários André Minucci, esse é o momento ideal para fazer uma análise crítica e tomar decisões mais objetivas para o restante do ano. “O meio do ano oferece uma janela estratégica para avaliar resultados reais, ajustar o que for necessário e retomar o foco com mais clareza”, afirma.

 

No ambiente corporativo, a virada de semestre funciona como um ponto de controle. As empresas que se destacam no mercado não são necessariamente aquelas que planejam melhor em janeiro, mas sim as que monitoram com regularidade e não hesitam em mudar de rota quando necessário.

 

A avaliação dos indicadores-chave de desempenho, o alinhamento entre áreas e a priorização de ações mais viáveis são medidas essenciais neste período.

 

Antes mesmo de colocar o planejamento estratégico em prática, é essencial investir em um treinamento de cultura organizacional. Esse tipo de preparo fortalece os valores, comportamentos e a identidade da empresa, garantindo que todos caminhem na mesma direção. Uma cultura bem definida e constantemente trabalhada é um dos pilares que sustentam o bom desempenho das equipes.

 

Confira algumas ações práticas que podem ajudar empresas a reorganizar sua estratégia para o segundo semestre:


 

1. Revisite o planejamento inicial:

 

Retome o plano traçado no início do ano e confronte-o com os resultados efetivos. Identifique o que funcionou, o que travou e o que deixou de fazer sentido diante das mudanças do mercado.

 

2. Estabeleça novas prioridades:

 

Nem tudo precisa ser mantido. Se for preciso cortar metas, adiar projetos ou concentrar recursos em áreas mais estratégicas, este é o momento de tomar essas decisões com firmeza.

 

3. Reforce a comunicação interna:

 

Repassar com clareza os novos direcionamentos à equipe é fundamental. Alinhar expectativas e dividir responsabilidades evita ruídos e aumenta o engajamento.

 

4. Reforce o papel das lideranças:

 

Gestores de área devem ser envolvidos nas decisões e cobrar entregas com base em indicadores realistas. A liderança precisa ser exemplo de foco, execução e resiliência.

 

5. Avalie a capacidade de execução:

 

Mais importante do que ter boas ideias é saber se a empresa tem estrutura, pessoas e recursos para colocá-las em prática. Um diagnóstico rápido da capacidade interna ajuda a evitar promessas que não serão cumpridas.

 

Para Minucci, o grande erro das empresas é postergar essas avaliações. “Quem espera o fim do ano para corrigir, muitas vezes já perdeu o tempo de agir. O momento de recalibrar é agora”, destaca.

 

Com o segundo semestre à frente, as empresas têm uma chance concreta de virar o jogo, desde que atuem com realismo, foco e agilidade. Não se trata apenas de manter o que foi prometido em janeiro, mas de adaptar o plano à realidade atual, com base em dados e decisões objetivas. 

Aqueles que conseguirem simplificar metas, priorizar entregas relevantes e envolver suas equipes de forma transparente estarão em posição mais favorável para alcançar bons resultados até dezembro. Ainda há tempo, mas ele exige ação, e não mais promessas.


Garagem Não É Depósito, Área Comum Não É ‘Terra de Ninguém’

Direitos e deveres dos moradores nas áreas coletivas do condomínio — e o que diz a lei sobre o uso indevido

 

Todo mundo quer morar com conforto, segurança e praticidade. Mas basta uma vaga de garagem entulhada de tralhas ou um morador “espertinho” reservando a churrasqueira para fazer festa toda semana que a harmonia desce pelo ralo. O que muita gente ainda não entendeu é que viver em condomínio é, acima de tudo, aprender a compartilhar. E isso inclui respeitar regras, espaços e o direito do outro. 

O advogado especialista em direito condominial, Dr, Issei Yuki, comenta: “Entre os conflitos mais frequentes no ambiente condominial estão justamente os relacionados ao uso indevido da garagem e das áreas comuns. A boa notícia é que a lei e os regulamentos internos trazem diretrizes claras, a má notícia é que muita gente simplesmente ignora ou finge não saber.” 


Garagem: espaço de estacionamento, não de armazenamento

Um dos maiores conflitos em condomínios diz respeito à utilização indevida das vagas de garagem. Muita gente enxerga o local como uma extensão do próprio apartamento e passa a usá-lo para guardar bicicletas, caixas, ferramentas, móveis velhos, geladeiras e até botijões de gás.

 

O que diz a lei?

O artigo 1.336 do Código Civil determina que o condômino deve usar sua unidade e as áreas comuns de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais. Isso se estende às garagens. Além disso, a convenção do condomínio ou o regimento interno, geralmente, proíbem expressamente esse tipo de uso. E mais: dependendo do que for guardado, pode haver risco à segurança (como materiais inflamáveis ou objetos pesados que podem cair sobre veículos).

Multa? Sim. A depender do regimento, o síndico pode aplicar advertência e, em caso de reincidência, multa. Em situações graves, o condomínio pode até buscar medidas judiciais.

 

Áreas comuns: lazer coletivo, não particular

Salão de festas, piscina, churrasqueira, brinquedoteca, academia. Todos esses espaços são parte do condomínio e, portanto, devem ser compartilhados de forma ordenada e com respeito às regras estabelecidas.

 

O que muita gente faz de errado?

  • Faz uso exclusivo de um espaço coletivo sem reserva prévia ou autorização;
  • Promove eventos frequentes e barulhentos que incomodam os vizinhos;
  • Leva número excessivo de convidados sem comunicação à administração;
  • Desrespeita os horários de funcionamento.

 

Consequências?

Além de gerar atrito com vizinhos, o uso indevido pode acarretar advertências e multas. Em casos extremos, como danos à estrutura, agressões ou desrespeito contínuo, pode configurar conduta antissocial, com repercussões judiciais mais sérias.”. Alerta Issei Yuki.

 

O que o morador pode e deve fazer?

Conhecer o regimento interno e a convenção do condomínio.

Esses documentos funcionam como a “Constituição” do prédio. Estão lá as regras sobre uso de áreas comuns, vagas de garagem, penalidades e horários permitidos.

 

Fazer reservas com antecedência e comunicar seus convidados.

A responsabilidade pelos visitantes é sempre do morador.

 

Zelar pelas áreas comuns como se fossem da sua casa.

Porque, de fato, são. Todos pagam por elas, inclusive pela manutenção e pelos danos causados.

 

Acionar o síndico ou a administradora em caso de irregularidades.

Evite confronto direto com vizinhos. O ideal é que a administração intermedie a situação.

 

E o síndico, o que pode fazer?

O síndico é o representante legal do condomínio e, segundo o Código Civil (art. 1.348), tem o dever de zelar pela convenção, aplicar advertências e multas, e defender o interesse coletivo. 

Mas atenção: ele não pode agir de forma autoritária ou sem respaldo jurídico. Toda penalidade deve estar prevista em regulamento e, preferencialmente, ser aplicada após notificação.

 

Dr. Issei Yuki, advogado especialista em Direito Condominial, destaca:

“A função do síndico é de mediação e responsabilidade. Ele não é juiz, mas precisa agir quando há desequilíbrio entre o direito individual e o bem-estar coletivo. A regra é: liberdade com limites e propriedade com responsabilidade.” 

O uso das áreas comuns e da garagem vai muito além do “meu espaço, minhas regras”. Trata-se de convivência, respeito, responsabilidade e segurança. Ignorar isso é abrir caminho para conflitos, ações judiciais e, em casos mais graves, até expulsão por comportamento antissocial. A boa convivência começa quando cada um entende que, no condomínio, você não vive só.

 


Issei Yuki Júnior - Graduado em Direito pela Universidade São Francisco com especialização em Direito de Família e Sucessões, e mais de 25 anos de experiência como advogado nas áreas de Direito Civil e Processual Civil, Família e Sucessões, Direito Condominial, Direito do Consumidor e Consultoria empresarial e societária.

Yuki, Lourenço Sociedade de Advogados


O mundo em colapso: 1910, a década que moldou o século XX

 

No início dos anos 1910, o mundo antigo ruía. Rivalidades imperiais, nacionalismos inflamados e uma fé cega no progresso tecnológico empurravam a civilização rumo ao colapso.

As alianças militares entre potências europeias – Tríplice Aliança e Tríplice Entente – criadas para manter a paz, tiveram um efeito contrário e devastador. Impérios multinacionais enfrentavam internamente pressões separatistas, como os impérios austro-húngaro e o otomano. A Alemanha e a Itália, reunificadas recentemente, buscavam afirmar-se no cenário mundial. As disputas por colônias na África e na Ásia, tensões nos Balcãs, tendo a Rússia apoiando o pan-eslavismo e a Sérvia confrontando o Império Austro-Húngaro, compunham as tensões e instabilidade.

A tecnologia avançava, mas nem sempre para o bem. Metralhadoras, tanques e gases letais transformaram a guerra em carnificina. Telégrafos e locomotivas aceleraram decisões, dando um novo ritmo aos combates. A produção em massa crescia, aprofundando desigualdades e greves violentas. Mesmo os avanços da medicina, como vacina e anestesia, se mostraram insuficientes diante de uma pandemia.

O mundo se rompeu com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em 1914, por um radical sérvio. A Primeira Guerra Mundial se demonstrou uma crise civilizatória. Impérios se dissolveram, vinte milhões de pessoas morreram, uma geração inteira foi perdida.

Em 1917, a Revolução Russa instaurou o regime comunista, inaugurando uma nova era de conflitos ideológicos.

Em 1919, o Tratado de Versalhes impôs severas sanções à Alemanha, gerando um ressentimento que alimentaria conflitos futuros.

Do outro lado do atlântico, os Estados Unidos viviam o crescimento industrial acelerado, conflitos raciais e greves. Entrou na guerra em 1917 e selou sua ascensão como potência global. O mundo havia mudado.

A década de 1910 é o aviso ignorado da história. Ali se plantaram as sementes do autoritarismo, da reorganização econômica e da desilusão com o progresso.  Foi revelado que o progresso técnico, sem ética, pode ser apenas uma engrenagem a serviço da destruição. Entender seus dilemas é essencial para compreender os desafios do nosso próprio tempo – em que as estruturas voltam a balançar, e a história, como sempre, sussurra ao presente. 

 

Marcelo Voigt Bianchi - *Além de mentor, conselheiro empresarial e contador, Marcelo Voigt Bianchi é escritor e publicou o livro “O Capo da Máfia: Destino Marcado”. Primeiro livro de uma trilogia, obra utiliza o cenário da década de 1910 para narrar a história de uma família afetada pela máfia italiana


Abate humanizado de bovinos: pesquisa do CEUB investiga normas contra maus-tratos em abatedouro

 

Estudo de Medicina Veterinária mostra como o abate pode ser realizado sem dor e estresse, conforme prevê a legislação brasileira 

 

Por mais que o consumo da carne vermelha seja benéfico para a saúde humana, falar sobre o abate de bovinos nem sempre é confortável. O tema ainda é cercado por tabus, desinformação e imagens distorcidas sobre como o animal passa por esse processo sem sofrimento. Pensando nas normas de fiscalização para o abate humanizado de bois de corte, um grupo de estudantes de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB) realizou pesquisa que investiga o real processo do manejo destes animais em fazendas e abatedouros. 

Com visitas a verificar o bem-estar animal até o momento final de vida, o grupo – formado pelos estudantes Anna Luiza Hoeckele, Camille Pietra Carvalho, Leonardo Borges, Victor Mauro Severo e Eduaran Domingues – acompanhou cada etapa do chamado abate humanitário em propriedades no entorno do Distrito Federal, como a Fazenda Asa Branca e o Abatedouro Beef Nobre, na Cidade Ocidental (GO). Ao aprofundar estudos nas leis vigentes, a pesquisa revela que o Brasil possui uma legislação robusta quando se trata de abate humanitário.  

A Portaria nº 365/2021 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) define diretrizes técnicas para o manejo pré-abate. Entre as exigências para o abate sem dor, estão o jejum de 12h a 24h, acesso à água, transporte adequado, espaço físico proporcional, operadores treinados e insensibilização por meio de métodos aprovados, como pistolas pneumáticas, concussão e eletronarcose. “Práticas cruéis, como marretas ou picadas de bulbo, são expressamente proibidas”, destaca a pesquisa. 

Na opinião da orientadora da pesquisa e professora de Medicina Veterinária do CEUB, Francislete Melo, este tema ainda enfrenta muita resistência, até mesmo no meio acadêmico. “Pensando na quebra de paradigmas acerca da prática, estruturamos a pesquisa na perspetiva do bem-estar animal, permitindo um olhar profissional ético e consciente da responsabilidade que o manejo envolve. Entender como essas regras são aplicadas é fundamental para quem vai atuar na área”, aponta. 

Durante as visitas, o grupo entrevistou técnicos e produziu vídeos explicativos com linguagem acessível para divulgar para o público nas redes sociais. “Nosso objetivo vai além da pesquisa acadêmica, queremos abastecer a população com conteúdo claro, visual e baseado em evidências sobre a carne que chega ao freezer do supermercado e açougue”, considera Eduaran Domingues, um dos autores. 

Para os estudantes, o principal desafio não foi apenas técnico, mas emocional, ao imaginarem que o processo final da vida de um bovino pode conter crueldade. “Mesmo conhecendo a teoria, ver o processo de perto mexe com a gente. Mas o conhecimento ajuda a transformar essa experiência em compreensão e empatia”, relata o grupo. Antes de ir a campo, os estudantes realizaram revisão bibliográfica detalhada sobre os protocolos de bem-estar animal no pré-abate. 

 

Quebrando estigmas e promovendo informação

De acordo com os estudantes, a produção dos vídeos educativos – que mostra, de forma simples e objetiva, cada etapa do processo-, nasceu da necessidade de ampliar o alcance da pesquisa. “A linguagem audiovisual ajuda a romper barreiras e a tornar esse debate mais acessível dentro e fora da universidade, inclusive para quem nunca teve contato com o tema”, ressalta a orientadora. 

Nos vídeos, o grupo relata que, quando realizado conforme a legislação e com responsabilidade técnica, o abate pode ser um processo conduzido com respeito à vida, até o último instante. “Esperamos que a pesquisa contribua para um olhar mais consciente, tanto entre estudantes quanto entre consumidores. Quanto mais conhecimento, menos preconceito e mais responsabilidade em toda a cadeia produtiva”, concluem os autores do CEUB.


A importância do Treinamento e Desenvolvimento nas empresas

Em um cenário corporativo cada vez mais dinâmico e competitivo, o investimento em Treinamento e Desenvolvimento (T&D) tornou-se essencial para o crescimento sustentável das organizações. A 19ª edição da Pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil, realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), oferece uma visão abrangente sobre as práticas e tendências atuais no País. 

Em 2024, o investimento médio anual por colaborador em T&D no Brasil atingiu R$ 1.222, representando um aumento de 14% em relação ao ano anterior. Apesar desse crescimento, o valor ainda é significativamente inferior ao dos Estados Unidos, onde o investimento médio é de aproximadamente R$ 6.673 por colaborador. 

Além disso, o número médio de horas anuais de treinamento por colaborador no Brasil foi de 24 horas, superando pela primeira vez os EUA, que registraram 21 horas. A pesquisa indica uma tendência de equilíbrio entre os formatos de treinamento presencial e online. 

Em 2024, 47% das ações de T&D foram realizadas presencialmente, enquanto 45% ocorreram de forma online, seja síncrona ou assíncrona. Essa distribuição reflete a adaptação das empresas às novas demandas e tecnologias disponíveis. 

Apesar dos avanços, a efetividade dos treinamentos ainda é um desafio. A pesquisa revelou que 70% dos treinamentos corporativos no Brasil são considerados ineficientes. Entre os principais fatores estão a falta de alinhamento entre os treinamentos e as necessidades específicas das equipes, a ausência de atividades práticas e a carência de avaliações de aprendizagem. 

Além disso, apenas 9% das empresas avaliam o impacto dos treinamentos nos negócios ou o Retorno sobre o Investimento (ROI), o que dificulta a mensuração dos resultados e a tomada de decisões estratégicas. 

Diante dos desafios identificados nota-se um espaço no mercado para empresas especializadas em treinamentos rápidos e personalizados, que ofereçam soluções ágeis, focando na aplicação prática dos conceitos apresentados. Com abordagens inovadoras, esse tipo de organização contribui para a efetividade dos treinamentos e o alcance dos objetivos estratégicos das empresas. 

O investimento em T&D é fundamental para o desenvolvimento dos profissionais e o sucesso das organizações. A 19ª edição da Pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil destaca avanços significativos, mas também evidencia desafios que precisam ser enfrentados. A adoção de práticas inovadoras é essencial para transformar o T&D em uma ferramenta estratégica de crescimento e competitividade. 

 

Sidney T. Rago - diretor e head da Divisão Estratégias e Performance da EvolutaPro, com 35 anos de experiência profissional, e tendo participado de mais de 300 projetos, em empresas tais como Orion Carbons, Saint-Gobain, Gerdau, Bunge, Tramontina, Rousselot, Schmersal, entre outras.



Férias na natureza: 5 destinos imperdíveis de ecoturismo no Brasil para quem quer sair do comu

Viajar na alta temporada exige planejamento, principalmente para quem busca aventuras em destinos remotos e fora do comum

 

 

Com a temporada de férias se aproximando, este é o momento ideal para planejar experiências que vão além do descanso, especialmente para quem busca se desconectar da rotina e se reconectar com a natureza. Fugindo dos destinos tradicionais e lotados, há quem prefira trocar o conforto dos resorts pelas trilhas menos conhecidas do Brasil. Em vez de filas de museu e praias superlotadas, o convite é para cruzar desertos de dunas, remar por rios amazônicos ou caminhar entre montanhas remotas.

Pensando nisso, o PlanetaEXO, plataforma global de ecoturismo, selecionou cinco roteiros ideais para quem quer aproveitar as férias de um jeito diferente. São destinos que combinam aventura, natureza preservada e um contato autêntico com as culturas locais. "Viajar com propósito é uma forma de transformação pessoal e coletiva. Acreditamos que o ecoturismo pode ser uma ferramenta poderosa para conectar pessoas à natureza e gerar impacto positivo nas comunidades locais", afirma Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.


  1. Cerrado brasileiro: refúgio de natureza autêntica e experiências contrastantes

O Cerrado Brasileiro foi eleito um dos 25 melhores destinos do mundo para viajar em 2025 pela National Geographic, que destacou sua biodiversidade rara e a urgência de sua preservação. Ainda pouco explorado, é o cenário ideal para quem busca se reconectar com a natureza de forma autêntica. Na tríplice fronteira entre Bahia, Goiás e Minas Gerais, a Pousada Trijunção oferece uma estadia exclusiva com trilhas, caiaque e observação do lobo-guará. Já no Tocantins, o Jalapão impressiona com dunas douradas, fervedouros cristalinos e cachoeiras perfeitas para trilhas e banhos refrescantes, uma experiência bruta e inesquecível no coração do Brasil.


  1. Rota das Emoções: três estados, uma jornada entre dunas, rios e mar

A Rota das Emoções é um dos circuitos mais completos do ecoturismo brasileiro, conectando três unidades de conservação em três estados diferentes: os Lençóis Maranhenses (MA), o Delta do Parnaíba (PI) e o Parque Nacional de Jericoacoara (CE). Ao longo do trajeto, o viajante cruza paisagens completamente distintas, das lagoas entre dunas ao maior delta das Américas em mar aberto, passando por vilarejos de pescadores e praias selvagens. É um roteiro que pode ser feito em veículos 4x4 com diferentes níveis de conforto, incluindo traslados entre vilas isoladas, passeios de barco pelos braços do delta e caminhadas leves pelas dunas.


  1. Lençóis Maranhenses (MA): um deserto de água doce para explorar de várias formas

Um dos cenários mais impressionantes do Brasil, os Lençóis Maranhenses surpreendem com dunas onduladas e lagoas cristalinas que se formam entre os meses chuvosos. A paisagem, que parece de outro planeta, pode ser explorada de diferentes maneiras: caminhadas por dentro do parque, passeios de barco pelos rios que levam até o mar e percursos em veículos 4x4 pelas trilhas de areia. Para os mais aventureiros, há também travessias a pé de dois a cinco dias, com pernoites em casas de moradores das comunidades tradicionais.


  1. Chapada Diamantina (BA): natureza grandiosa e experiências autênticas

No coração da Bahia, a Chapada Diamantina reúne tudo o que um viajante ativo pode desejar: trilhas por vales profundos, cachoeiras escondidas, grutas de águas cristalinas e mirantes com vistas de tirar o fôlego. É o destino ideal para quem quer se desconectar da rotina e mergulhar em paisagens selvagens. Um dos destaques da região é a travessia do Vale do Pati, considerada uma das mais belas do país, com pernoites em casas de moradores e contato direto com comunidades locais.


  1. Amazônia (AM): imersão na floresta e vida a bordo de um barco regional

Explorar a Amazônia de forma autêntica é embarcar em uma jornada que segue o ritmo dos rios e da floresta. Em vez de hotéis convencionais, o viajante navega em embarcações regionais adaptadas, dorme em redes, acorda com o som da mata e visita comunidades ribeirinhas ao longo do percurso. No dia 7 de julho, o PlanetaEXO realiza uma expedição especial com esse formato: um river cruise de vários dias pelo coração da floresta amazônica, com guias locais, trilhas na selva e uma vivência profunda da cultura e do ecossistema amazônico.

Além desses cinco destinos, o Brasil conta com diversas outras opções para quem busca contato com a natureza e experiências ligadas ao ecoturismo. No blog do PlanetaEXO, estão disponíveis guias com informações sobre diferentes regiões do país, incluindo dicas sobre a melhor época para viajar, sugestões de roteiros de acordo com o nível de condicionamento físico e o perfil do viajante, seja solo, em casal, com a família ou em grupo. Os conteúdos têm como foco o turismo responsável, com atenção ao impacto nas comunidades locais e à conservação ambiental.

 

PlanetaEXO
www.planetaexo.com


Três pilares da gestão eficaz: contratar bem, treinar bem e tratar bem

Especialista em excelência de serviços explica como criar equipes de alta performance com base em ações simples e consistentes 

 

Contratar com base no comportamento, investir em treinamento contínuo e praticar o reconhecimento genuíno são os três pilares que sustentam uma gestão de pessoas eficiente, segundo Alexandre Slivnik, especialista em excelência de serviços e vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD). Para ele, organizações que desejam resultados sustentáveis e times de alta performance precisam adotar uma abordagem mais estratégica e humanizada desde o processo seletivo até o dia a dia da liderança.

“O currículo mostra o que a pessoa sabe. O comportamento mostra quem ela é. Empresas que contratam apenas pela competência técnica correm o risco de comprometer sua cultura interna e seus resultados no médio prazo”, afirma Slivnik, que também é diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando. Com mais de duas décadas de atuação na formação de líderes e equipes no Brasil e no exterior, ele reforça que o alinhamento de atitudes e valores é mais determinante do que o histórico profissional para manter a harmonia e a produtividade da equipe.

Segundo o especialista, o primeiro erro de muitas empresas é tratar o processo seletivo como uma triagem de currículo, quando deveria ser um momento de avaliação comportamental. Ele cita como boas práticas a análise de situações simuladas, o uso de perguntas que revelam reações diante de conflitos e o mapeamento de compatibilidade cultural. “Contratar alguém desalinhado com os valores da organização é como plantar uma semente em solo incompatível: não importa o quanto se regue, não vai florescer.”

Após a contratação, o segundo pilar é a capacitação. Mas não há qualquer tipo de treinamento. Slivnik defende que o desenvolvimento precisa estar atrelado ao propósito institucional e às necessidades reais da equipe. “Treinamento não é um evento isolado, é um processo vivo. Ele exige continuidade, personalização e foco principal no comportamento humano. Não adianta fazer um curso online e achar que isso, por si só, vai mudar o comportamento”, alerta.

Para ele, o líder precisa atuar como mentor, participando ativamente da formação de sua equipe. Isso significa oferecer direcionamento claro, escutar com atenção e identificar potenciais de desenvolvimento em cada colaborador. Essa abordagem, segundo Slivnik, é um dos diferenciais da metodologia que aplica na imersão internacional Estratégia da Magia, realizada em Orlando com executivos de empresas brasileiras. Inspirada em práticas de corporações como Disney, Apple e Universal, a metodologia reforça que a excelência começa com o encantamento do cliente interno.

Slivnik destaca ainda que treinamentos bem planejados contribuem para um ambiente mais seguro, criativo e inovador. “As pessoas só propõem ideias quando sentem que têm espaço para errar e aprender. Se a empresa penaliza o erro, ela inibe a inovação. O aprendizado precisa ser visto como uma jornada, não como uma obrigação”, pontua.

O terceiro pilar, o tratar bem, é abordado por Slivnik como um dos fatores mais poderosos – e subestimados – da gestão contemporânea. Ele afirma que o feedback mais eficaz é aquele que amplia os comportamentos positivos. “Ao reconhecer o que está funcionando bem, o líder reforça esse padrão e estimula sua repetição. E isso é mais produtivo do que apenas apontar o que está errado”, explica.

Uma pesquisa da Gallup mostrou que colaboradores que recebem reconhecimento frequente têm o dobro de chances de se descreverem como engajados. Já um levantamento da Fundação Getúlio Vargas revelou que empresas com cultura de valorização apresentam até 25% menos rotatividade e 32% mais produtividade. Para Slivnik, esse dado comprova que a valorização não é apenas uma questão de clima organizacional, mas uma estratégia de negócio. “Motivação não se compra com salário. Se o colaborador se sente respeitado e reconhecido, ele entrega mais e permanece mais tempo”, diz.

Ele alerta que o reconhecimento precisa ser genuíno, imediato e específico. Ou seja, não basta dizer “bom trabalho”. É preciso apontar o que exatamente foi bem executado. “Se um colaborador acolhe um cliente com empatia e resolve um problema de forma proativa, diga isso. Mostre que você viu e valorizou aquela atitude”, recomenda.

Por fim, o especialista ressalta que por trás dos três pilares,  contratar bem,, treinar bem e tratar bem, há um elemento transversal: o propósito. Quando os colaboradores compreendem o impacto do próprio trabalho, o engajamento se transforma em senso de pertencimento. “O propósito conecta o que a empresa quer entregar com o que o colaborador quer realizar. E essa convergência gera uma energia poderosa que move resultados”, afirma.

Slivnik exemplifica esse ponto com histórias reais compartilhadas por líderes da Disney, empresa que conhece de perto após visitar os bastidores de todos os parques do grupo no mundo. Em uma delas, uma funcionária que recolhia ingressos dizia com orgulho que sua função era “dar o primeiro sorriso do dia para os visitantes”. Para ele, é essa consciência de propósito que transforma tarefas operacionais em missões memoráveis.

Empresas que conseguem aplicar esses pilares de forma coerente e contínua criam não apenas equipes mais produtivas, mas marcas mais fortes, ambientes mais saudáveis e negócios mais preparados para crescer. “Não existe encantamento externo sem encantamento interno. Quem cuida bem da equipe, colhe resultados de excelência com os clientes e com o mercado”, conclui.

  


Alexandre Slivnik - único brasileiro a dar a volta ao mundo em um avião privado da Disney para conhecer os bastidores de todos os parques da empresa no mundo, juntamente com seus maiores executivos. É reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). Autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. Diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). Vice-Presidente da ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. Professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. Atualmente um dos maiores especialistas em Encantamento de Clientes no Brasil. Palestrante Internacional com palestras feitas nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de Harvard (Graduate School of Education - Boston / EUA).
www.alexandreslivnik.com.br


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