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segunda-feira, 16 de julho de 2018

8 dicas de como orientar seu filho no uso do celular


Não adianta brigar com o avanço da tecnologia! Confira como ajudar seu filho a usar o smartphone com responsabilidade e cuidado


É uma situação inevitável: a evolução da tecnologia transforma o mundo e, consequentemente, a forma como as crianças brincam. Primeiro foram os videogames nos anos 80 e 90. Agora, é a vez dos smartphones e tablets com os mais diversos aplicativos e jogos.

Por mais que os pais tentem proibir os filhos de usarem esses dispositivos, um momento de distração já é suficiente para os pequenos pegarem os celulares e começarem a mexer com uma incrível habilidade.

O fenômeno já é uma realidade no país. A pesquisa TIC Kids Online, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), aponta que 9 em cada 10 crianças de 9 a 17 anos utilizam os celulares como ponto de acesso à Internet.

A questão é que esses recursos potencializam não só os benefícios de aprendizado e organização, mas também os perigos que envolvem a infância, como o acesso a conteúdos inapropriados e crimes mais graves.

Evitar esses problemas é um processo contínuo e demorado, que exige dedicação e paciência tanto por parte dos pais quanto dos filhos. Confira algumas dicas importantes para tratar este tema com os pequenos. 


Oriente e converse bastante

As crianças têm o incrível talento de aprenderem coisas novas apenas observando os adultos – quem nunca se surpreendeu com a desenvoltura de bebês diante de um celular? Mesmo assim, é necessário mostrar e reforçar sua posição de educador.

Sempre que possível, converse com eles sobre o uso adequado do aparelho, os horários das brincadeiras e o que podem, ou não, fazer. Essa atitude mostra que os pais estão por perto e prontos para auxiliarem os filhos em quaisquer situações.

Envolva-se com os interesses deles
Uma forma de estar presente e ganhar o respeito dos jovens é participar e mostrar interesse nos assuntos que eles mais consomem com o celular. Esteja por dentro dos jogos, brincadeiras, desenhos animados, música, entre outros conteúdos.

Ao fazer isso, você não só acompanha o que eles costumam fazer quando estão online no celular, como também fica mais próximo e antenado com as informações que eles mais interagem, o que garante uma aproximação ainda maior entre os familiares. 


Autonomia deve ser conquistada aos poucos 

Não é porque o uso do celular está liberado que a criança tem carta branca para mexer quando, onde e como quiser. Essa responsabilidade precisa ser monitorada e a autonomia deve ser conquistada aos poucos.

São os pais que devem ter o poder de decidir os limites dos filhos em relação aos dispositivos móveis. Uma alternativa interessante, por exemplo, é conceder um certo grau de liberdade a partir do cumprimento de metas responsáveis, como boas notas e realização de tarefas. 


Monitore sempre

Mesmo que o jovem nunca tenha dado motivos para preocupação, continue monitorando suas atividades com o dispositivo móvel. Veja quanto tempo ele fica online, quais assuntos ou sites costuma navegar e os aplicativos baixados.

Com isso, você consegue desenvolver argumentos na hora de controlar o acesso. Por exemplo: ao mostrar que ele fica grande parte do dia no celular e deixa de fazer os trabalhos escolares, ou visita sites que não são adequados à faixa etária. 


Ajude a organizar uma rotina

Ao invés de apenas proibir ou permitir o uso do smartphone, ajude os pequenos a montar uma rotina que consiga unir o que você julga ser importante com momentos para eles se divertirem com os gadgets.

O ideal é que o tempo livre permita que eles possam brincar em uma atividade física, consiga fazer todas as tarefas escolares e domésticas e, claro, possa descansar. O próprio equipamento pode ajudar nisso com a agenda e os lembretes. 


Mostre que a tecnologia pode ser aliada

O tópico acima serve de introdução para esta dica: a tecnologia e os celulares podem ser aliados das crianças a serem mais responsáveis. Basta reforçar e valorizar o bom comportamento que eles demonstram no dia a dia.

Baixe aplicativos educativos e que ajudem na organização das tarefas, dê dicas de como utilizar o aparelho em diferentes situações e quais sites podem ampliar o conhecimento e ajudá-las no desenvolvimento escolar.

O virtual traz consequências reais 

Ainda na infância mostre que a Internet e os aplicativos não são frutos da imaginação ou de um outro mundo. Resumindo: ensine que ações realizadas nos smartphones têm consequências reais e algumas são bem graves.

Os cuidados que normalmente passamos aos filhos no dia a dia, como falar com estranhos, são válidos e até mais importantes no mundo digital. Afinal, não conhecemos quem são, de fato, os “amigos virtuais” que se relacionam com eles. 


Dê o exemplo 

Por fim, se você deseja que os pequenos utilizem de forma saudável essa tecnologia, seja o primeiro a dar o exemplo. Como dito anteriormente, as crianças aprendem muito apenas observando o comportamento dos adultos.

Não adianta, portanto, passar as refeições ou grande parte do seu tempo livre com o celular na mão se essa for uma atitude que você reprova em seus filhos. Assim, monitore a sua rotina para não dar mau exemplo. 


Moderação e cautela ajudam adaptação

Com um mundo cada vez mais conectado e dependente da Internet, proibir o uso de smartphone não faz muito sentido. Cedo ou tarde, a criança vai ter contato com essas soluções, seja com parentes ou amigos na escola.

Assim, o ideal é mostrar os benefícios e apontar os perigos que essa tecnologia pode trazer, criando uma rotina em que o jovem consiga levar uma vida saudável e responsável ao mesmo tempo em que se diverte com o gadget.

Também é ideal evitar contratempos. Aparelhos celulares demandam um grande investimento e devem ser preservados. Um bom seguro celular traz a tranquilidade para pais e filhos. 




O papel das escolas e dos pais no ensino das habilidades socioemocionais


O Governo Federal já instituiu: à partir de 2020, todas as escolas terão que desenvolver as habilidades socioemocionais das crianças


Parece longínquo, porém estamos falando em um período de um ano e meio. De acordo com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) todas as escolas do Brasil terão que preparar os seus estudantes a terem empatia, tomar decisões sábias, e lidar com as suas próprias emoções.

Quanto de nós, na nossa formação estudantil, pensávamos no uso daquelas informações que nos eram passadas para o futuro? Por exemplo: quando vou usar geometria na minha vida? Ou para que farei uso da Química na minha vida profissional? Esses pensamentos norteiam a mente dos jovens até hoje, porém muitas escolas já incluíram na sua grade curricular o ensino mais ativo, prático, fazendo com que esse aluno(a) enxergue a utilidade dessas matérias para o seu futuro.

Todavia, enquanto estamos mais avançados em deixar transparente para os nossos adolescentes a importância dos conteúdos das salas de aula, esquecemos de um item importante na formação deles como cidadãos: a capacidade de lidar com as suas emoções e ter controle das próprias ações. Engana-se quem acha que essas capacidades devem ser desenvolvidas apenas pelos pais e psicólogos. A criança tem contato com a escola desde os 5 anos de idade até os 17\18 anos Ou seja, período de formação como ser humano. Nesse tempo, o indivíduo está fortalecendo seus valores, criando relacionamentos, e vendo suas limitações e fortalezas.

Assim, nessa época em que frequentará a escola, formará um reflexo do que esse indivíduo será como profissional. O Governo Brasileiro entendeu isso e por isso incluiu na sua base curricular o papel dos professores, pais, e dirigentes escolares de ensinarem os pequenos e os jovens a lidarem consigo mesmos e assim conseguirem ouvir o outro, se colocar no lugar, e ter autocontrole.

Mas, como treinar os docentes e tornar o ambiente escolar favorável para um ensino diferente? Ou seja, despertar essas habilidades socioemocionais nos pequenos?

Na rede educacional, Minds English School, há cerca de 5.000 alunos no Kids e a CEO Leiza Oliveira, colocou em prática, desde 2017, esse ensino emocional. 

Seguem os 4 passos adotados nas 70 escolas de inglês:

1) Treine os seus docentes

Como a Minds trabalha em um sistema de franquia coloquei em prática a forma de ensino multiplicador. Ou seja, cada fraqueado fez um treinamento intensivo de como ensinar inglês aos pequenos e adolescentes despertando a capacidade cognitiva deles no convívio em sociedade. Isso faz com que aumente a empatia e despertem nesse estudante a habilidade de gerenciar as suas próprias emoções. Esses franqueados repassaram esse conteúdo aos seus docentes e desde então conseguimos alinhar a mesma forma de ensino nas 5 regiões do país.


2) Aumente a atratividade da escola para os pais

A escola é uma extensão do convívio das crianças. Assim, trazer os pais para dentro da instituição de ensino aproximando os valores educacionais dos valores dos pais fará com que esse aluno(a) seja assistido e ouvido em todas as esferas sociais. É necessário que os pais também entendam que podem aprender a lidar com as suas emoções, gerenciar conflitos, e tomar decisões responsáveis para si e para os pequenos. Na Minds temos reuniões periódicas com os pais e responsáveis. Trocamos experiência, entendemos como esse aluno está na sua escola regular, e como o ensino do inglês pode ajudá-lo a enxergar uma nova cultura e uma nova forma de ver o mundo.


3) Participação escolar ativa

É importante promover debates entre os alunos. Para esses aprenderem a ouvir, escutar, e ceder quando necessário. Ações assim diminuem o Bullying e desenvolve cidadãos melhores. Saber conviver com o diferente e apoiar essa diversidade é papel de todas as instituições de ensino. Desde a Faculdade a cursos livres, como o nosso de inglês.


4) Trace objetivos com os alunos

A forma de ensino receptiva em que um professor fala e os demais ouvintes apenas concordam já foi comprovada ser ineficaz. Gerando apenas memorização e não absorção na prática e conhecimento a longo prazo. Quando os objetivos são alinhados com os estudantes fica mais fácil promover um ensino mais ativo, proativo e prático. Assim, antes de estabelecer o conteúdo programático, ouça os estudantes, entenda o que os motiva, e adapte o que será ensinado em uma forma lúdica e ao encontro da realidade na sua sala de aula.

"Com essas ações, esperamos colher no futuro profissionais mais capacitados, cidadãos mais conscientes e principalmente adultos mais felizes", finaliza Leiza Oliveira, CEO da rede educacional Minds Idiomas.



Saiba quem é o país campeão do mundo.....na burocracia


Caso embate fosse decidido como se fosse um jogo, o Brasil perderia por mais um "7 x 1", principalmente para nossos "hermanos" argentinos
 Crédito: iStok


A França é a grande campeã da Copo do Mundo de Futebol na Rússia. Isso, embora tenha acontecido já pouco mais de 24 horas,  não é mais novidade. Mesmo assim, o término do maior evento esportivo do planeta vai deixar saudades, por conta ds embates entre times. Para lembrar um pouco dos confrontos em nações, a Fisconnect, empresa especializada em questões contábeis, tributárias e trabalhistas, elaborou a "Copa da Burocracia". O levantamento inédito, aponta quem ganharia no quesito burocracia na hora de abrir uma empresa pelo mundo, montando "duelos" clássicos entre alguns países que participam da Copa do Mundo de 2018, para ilustrar em quais deles a vida do empreendedor  é mais fácil ou mais difícil.

"Esse é um problema que se repete em vários outros países, como os da Europa. Para começar um negócio, em qualquer lugar do mundo, é preciso cumprir os requisitos exigidos pelo governo do país onde se deseja empreender, que muitas vezes não são poucos", explica Rogério Silva, diretor executivo da Fisconnect .

Saiba como funciona a burocracia para abrir uma empresa nessas nações:


Brasil x Argentina



 Crédito: Istok


Segundo dados do estudo Doing Business 2017, do Banco Mundial, o tempo que se leva para abrir uma empresa no Brasil é um dos maiores do mundo. O processo pode durar até 79 dias. "Se considerarmos nesse processo a obtenção de alvará de funcionamento, aí passamos a falar de um período que gira em torno de dois anos", comenta Silva.

Já na Argentina, o tempo para abrir uma empresa leva cerca de 25 dias e os requisitos para se criar um negócio no país variam de acordo com cidade ou território que se deseja montar a empresa e se a pessoa é nativa ou estrangeira.


França x Inglaterra

Crédito: Istok


Para abrir uma empresa na França, é preciso passar por uma reunião na "Chambre de métiers" ou "Câmara do Comércio ou Indústria", um órgão do governo que tem como missão ajudar as pessoas nos projetos profissionais dela. Nessa reunião eles analisam a viabilidade do projeto.

Apesar de parecer um pouco burocrático por ter que passar por essa reunião, para começar um negócio na França leva em torno de 3 dias.

Se na França é rápido abrir uma empresa, na Inglaterra é mais fácil ainda. Considerado um dos países mais fáceis do mundo para se começar um negócio, leva menos de 2 horas e 15 libras para que você já tenha uma empresa aberta!


Rússia x Polônia


      
Nos últimos anos, o governo russo simplificou bastante o procedimento para abertura de empresas. Antes o processo que levava 10 dias, hoje leva cerca de 3, e não tem muitas diferenças quando o empreendedor é russo ou estrangeiro.
Já na Polônia, o tempo para abrir uma empresa levava cerca de 37 dias, mas atualmente o país adotou uma nova lei chamada "Lei da Liberdade" em que o procedimento para registrar e abrir uma empresa caiu para 5 dias.


Espanha x Portugal


     
A Espanha é considerada um dos países da União Europeia que mais facilita a criação de pequenas empresas através da sua lei de empreendedores, que respalda a situação legal e laboral de estrangeiros que decidem imigrar para o país e ter o seu próprio negócio.

O procedimento para abrir uma empresa na Espanha leva cerca de 13 dias. E uma das exigências pré-estabelecidas pela Espanha é regularizar a situação no país mediante de uma autorização de residência.

Portugal costumava levar 5 dias para abrir uma empresa, mas recentemente o governo criou o serviço "Empresa na Hora", para agilizar o atendimento de empreendedores no país. A abertura da empresa leva cerca de uma hora para ser finalizada através deste serviço. Bem rápido e prático.


Japão x Coreia do Sul

 

Para começar uma empresa no Japão, o governo exige que o investidor tenha em caixa ao menos 5 milhões de ienes (variável de acordo com a atividade). Até 2006 a lei exigia 10 milhões de ienes. E o processo para abrir a empresa leva até 12 dias.

Já o processo para abrir uma empresa na Coreia do Sul, leva cerca de 4 dias, sendo mais rápido que o Japão.


Croácia x Sérvia


 
Tornou-se cada vez mais fácil iniciar um novo negócio na Croácia, com um conjunto crescente de incentivos burocráticos e financeiros. Segundo relatório Doing Business de 2016 do Banco Mundial, o tempo de abertura de um negócio, em território croata, dura em média 7 dias.

O processo de incorporação na Sérvia não dura mais de uma semana (6 dias). O capital social mínimo deve ser depositado em uma conta bancária provisória, no caso de uma sociedade limitada.


Burocracia no Brasil

Como se vê, para fazer um bom papel nesse campeonato, o Brasil ainda tem muita estrada a percorrer. Enquanto países como Inglaterra e Portugal dão um "show de bola" na desburocratização do processo de abertura de empresas, o Brasil ainda amarga uma posição própria de um "time de futebol amador".





Fonte:  Fisconnect 



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