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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Indústria 4.0 e a segurança dos dados: como acompanhar a evolução tecnológica de maneira segura?


Com a chegada da Indústria 4.0 e a automação dos dados, os processos produtivos ficaram super conectados. Conhecida como a quarta revolução, esse movimento colocou as fábricas em um novo patamar de produtividade, eficiência e gestão ao, por exemplo, promover a automatização de suas operações e migração dos dados para a nuvem. Se, por um lado, estas mudanças trazem inúmeros benefícios para toda a cadeia produtiva, como melhora da performance, redução de custos e insumos para análises preditivas, por outro lado ainda gera muita insegurança.

Por mais que esta preocupação seja legítima, é importante desmistificar alguns conceitos preestabelecidos sobre esta nova onda tecnológica. Todos os departamentos de uma fábrica precisam saber como lidar com estas informações e a maneira correta de preservá-las. Alguns setores, como Tecnologia da Informação, Marketing, Vendas, RH, Gestão e Finanças, por exemplo, já lidam com a automatização das suas operações há mais tempo e a migração para um ambiente cada vez mais digital acontece de maneira natural. Porém, para o chão de fábrica este ainda é um assunto novo, que gera dúvidas e inseguranças e, em muitos dos casos, atrasa a implementação de novos projetos.

Porém, basta olhar o macro e perceber que a maioria das áreas da uma empresa já opera na nuvem para entender que as informações não ficam vulneráveis. O faturamento de uma corporação, o estoque das lojas, dados dos funcionários, são alguns dos exemplos de informações sigilosas e importantes que já podem ser acessadas de qualquer lugar sem que a insegurança seja um impeditivo.

Durante nossas incursões por fábricas de todo o Brasil, um dos temores mais comuns é o vazamento de informações. Porém, ao analisarmos históricos de invasões em empresas de todo o mundo, fica claro que a maioria delas não partiu de hackers e sim dos próprios colaboradores. Segundo pesquisa do Gartner, divulgada em 2015, os usuários são responsáveis por 95% das falhas de cloud computing - e não a tecnologia.

Um destes exemplos é o caso WikiLeaks, vazamento de informações da CIA que expôs muitos dados confidenciais dos Estados Unidos. O que os jornais noticiaram como uma invasão hacker, foi na verdade um ex-funcionário que facilitou o acesso à terceiros.

No caso da indústria, na maior parte destes casos, o principal motivo para o vazamento de informações da nuvem pelos funcionários é o despreparo, falta de treinamento qualificado e problemas no processo operacional. Por isso que, quando falamos em segurança, é fundamental manter em total harmonia o tripé: pessoas, processos e tecnologia. Não basta que os processos e a tecnologia sejam efetivos se os usuários não estiverem cientes de como é importante proteger o ambiente corporativo.

Quando olhamos para a indústria é fácil perceber a rapidez com que ela vem evoluindo. A chamada Internet Industrial tem um papel importantíssimo para o crescimento do País, principalmente ao que se refere à inovações tecnológicas efetivas e seguras. Os robôs adotados nas fábricas passam por constantes manutenções preventivas para garantir que não haja nenhum erro que os tornem vulneráveis, pelo contrário, eles são preparados para desenvolverem suas atividades em sintonia com as demais máquinas e pessoas, contribuindo - e muito! - para o desenvolvimento da nova economia.

Tudo que é novidade gera buzz e é normal que as pessoas se sintam inseguras. Porém, com a minha experiência posso afirmar que se as companhias investirem em processos, seguirem os protocolos de segurança e trabalharem todas as pontas de uma planta fabril, a digitalização as tornarão mais competitivas não só frente aos concorrentes locais, mas também diante das empresas globais, que já avançam de forma mais rápida na disrupção das linhas de produção. Com a chegada definitiva da indústria 4.0 em todos os departamentos da indústria - desde TI, passando por Logística, à Produção - elas ganharão em competitividade e terão um rápido retorno financeiro.





Ricardo Gonçalves - diretor de Desenvolvimento de Negócios da Pollux





04 motivos reais para aderir de vez à contabilidade online


Vamos combinar que a tecnologia veio para ficar em todos os setores? Temos aplicativos para pedir comida, para pedir um carro particular, pagar contas e até mesmo pedir empréstimo. E se a vida está mais fácil por conta da inovação, não há motivo algum para que a sua empresa não se beneficie também!

Marcílio Nascimento, Gerente Geral do Contabfácil, ferramenta online que trata de toda a contabilidade de empresas do Simples Nacional, Profissionais Liberais e MEIs, conta que as empresas já entenderam este novo conceito e suas vantagens - e já estão aos poucos aderindo à contabilidade online.


1 - Economia anual considerável 
 
Uma empresa que está no Simples Nacional paga hoje meio salário mínimo ou próximo disso mensalmente. Ou seja, para ter um escritório de contabilidade tradicional, o valor gasto por ano pode chegar em aproximadamente R$ 6.500 - dividido em 13 vezes pois grande parte dos escritórios cobram o décimo terceiro salário:

“Ao adotar o sistema de contabilidade online no lugar de um escritório tradicional o valor a ser pago por mês é bem menor e a economia pode chegar a R$ 5.350 reais aproximadamente anualmente. Para pequenos e médios empresários, este valor pode ser investido em outras frentes."


2 - Contabilidade online como uma ferramenta de gestão 
 
Não se engane! A contabilidade online tem os mesmos benefícios da contabilidade tradicional em todos os aspectos, e até mais, já que não depende de tempo de resposta, todas as informações estão à disposição do empresário o tempo todo e online:

"Os serviços contábeis sempre foram considerados uma ferramenta de gestão e a modalidade online não deixa de ter esta característica de apoiar o empreendedor em seus negócios. É algo que deve ser tratado conforme a sua natureza de apoio ao empresário empreendedor."


3 - Economia de tempo
 
Outra vantagem de ter uma contabilidade online está na questão de prazos e economia de tempo. O próprio sistema foi desenhado para cuidar desta questão como explica Marcílio: "O sistema online é projetado para economizar tempo. A ideia é trazer a tecnologia para apoiar a execução na forma como o empresário faz a sua contabilidade. É possível conseguir mais agilidade no trabalho diário pois o empresário recebe os documentos online sem a necessidade de papéis. O acesso pode ser realizado em qualquer parte do mundo." explica o especialista.


4 - Autonomia total
 
Além da economia de tempo e no aumento da qualidade no serviço prestado, o serviço online disponibiliza uma plataforma para que os empresários enviem documentos de eventos das empresas como compras, créditos na conta bancária pessoa jurídica e pagamento de funcionários, por exemplo:

"É o próprio empresário que pode submeter estes documentos na plataforma. Uma vez feito esta etapa, a tecnologia processa todas as informações no fechamento do mês. O empresário ganha 100% de autonomia sem depender dos casos clássicos onde o dono do negócio não conseguiria ter acesso à essas informações durante um horário em que o escritório de contabilidade está fechado". completa Marcílio.





Fonte: KAKOI comunicação



Como líderes enfrentam seus desafios emocionais e de suas equipes?


Ser líder é um desafio. Além de competência técnica, é preciso muita sabedoria e inteligência emocional. Afinal, é necessário lidar não apenas com as suas próprias dificuldades, mas com as de toda a equipe. É preciso cada vez mais conhecer a si e a seu time. Conhecer características individuais da equipe é fundamental para o desenvolvimento de todos. Uma pesquisa da consultoria de recrutamento Egon Zehnder, mostra que lidar com questões comportamentais tem sido a principal dificuldade entre 402 presidentes de empresas em 11 países, inclusive no Brasil, com receitas combinadas de 2,6 trilhões de dólares.

Buscar autocons­ciência, conseguir expressar vulnerabilidade, construir o time de gestores e comandar a transformação cultural das empresas foram apontados como os maiores desafios desses líderes. E, num contexto de extrema vulnerabilidade e mudanças constantes, buscar espaço para conhecer a si mesmo e refletir é uma questão de sobrevivência no mundo corporativo. É que o nosso cérebro é programado para a manutenção do status quo, para o esforço mínimo. Assim, sair do automático requer muita disciplina e força de vontade.

A pressão é constante. Essa mesma pesquisa mostra que 86% dos executivos no Brasil consideram necessário mudar a si mesmos enquanto mudam a empresa. No mundo, a proporção é de 79%. Por isso, cada vez mais os treinamentos empresariais estão apresentando abordagens diferentes, mais direcionadas para as questões de autoconhecimento, equilíbrio e inteligência emocional. Autoconhecimento tem sido a maior ferramenta dos líderes.

Muitos estão lotando salas de aula em busca de conhecimentos sobre coaching, programação neurolinguística e até meditação, como forma de se conhecerem e acalmarem suas mentes. Executivos engravatados sentando em pufes, montando estratégias com Lego e fazendo uso de lápis de cor, giz de cera, canetinha são cenas cada vez mais frequentes. O despertar da criatividade e das emoções passa pelo experimento de técnicas mais lúdicas, que visam integrar os dois lados do cérebro.

Tudo isso requer dos líderes uma boa dose de humildade. É preciso deixar a vaidade de lado e entender que o mundo mudou e eles precisam mudar junto. Aceitar aprender com os mais jovens e estar aberto para feedbacks de seus subordinados faz parte da rotina da liderança atual. Se despir de velhas crenças e abraçar o novo é o único caminho para os líderes que desejam enfrentar os seus desafios emocionais e tornarem-se referências para suas equipes.







Fernanda Andrade - Gerente de Hunting e Outplacement da NVH - Human Intelligence.



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