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sexta-feira, 24 de março de 2017

Como utilizar aromaterapia para bebês e crianças?



A aromaterapia pode trazer diversos benefícios, tanto fisiológicos quanto emocionais. Uma simples aromatização do ambiente ou massagem com um óleo essencial pode ativar o funcionamento de órgãos em nosso organismo, provocar relaxamento e trazer diversos outros efeitos, como sensações de calmaria e prazer.
A utilização de óleos para fins terapêuticos também pode trazer excelentes efeitos para as crianças e bebês e, se aplicados corretamente, melhoram a qualidade de vida dos pequenos, além de estimular a produção hormonal e do sistema imunológico.

 

 Benefícios da aromaterapia

A Terra Flor dispõe de um vasto portfólio de óleos vegetais e essenciais capazes de trazer diversos efeitos positivos para a saúde e o bem-estar. Confira abaixo algumas dicas simples de aromaterapia que podem ser incorporadas no dia-a-dia para melhorar a saúde de bebês e crianças:

 

Estimular e fortalecer o sistema imunológico

Aromatizar o ambiente com óleos essenciais específicos irá estimular o sistema imunológico de todas as pessoas presentes, especialmente as crianças e bebês. Misturar uma gota de óleo essencial tea free , uma gota de limão siciliano e uma gota de laranja doce e aromatizar o quarto do bebê pelo menos uma vez ao dia irá auxiliá-lo a fortalecer a imunidade e, até mesmo, combater inflamações respiratórias. Em crianças a quantidade de produtos é sempre menor do que para adultos.

 

Melhorar o Sono


Para garantir uma boa qualidade do sono ao bebê ou criança, três pontos são fundamentais: regularidade de horários, silêncio e baixa iluminação. Além deles, para aumentar a sensação de tranquilidade, basta acrescentar no aromatizador duas gotas de óleo essencial de laranja doce em um pouco de água num difusor de aroma ambiental. Outra opção que melhora a qualidade do sono e alivia pesadelos é a mistura de duas gotas de óleo essencial de lavanda e uma gota de óleo essencial de bergamota também em um pouco de água num difusor de aroma ambiental.








Pediatra explica porque o método do “charutinho” pode ser perigoso para o bebê



Prática aumenta o risco da Síndrome de Morte Súbita Infantil (SMSI)


Muitas mamães e papais têm o hábito de enrolar seus bebês em forma de um charutinho ou pacotinho na hora de dormir. Essa técnica pode ajudar a acalmar o bebê, mantê-lo aquecido, fazer com que ele chore menos e até tenha um sono mais tranquilo.

Porém estudos recentes provaram que o hábito de fazer um pacotinho com o bebê quando ele está dormindo aumenta o risco de acontecer a Síndrome de Morte Súbita Infantil, um mal que leva a criança ao óbito sem uma causa específica ser identificada.

Segundo a pediatra de São Paulo, Dra Maria Júlia Carvalho, colocar o bebê para deitar de lado ou de bruços enquanto está no formato charutinho é desaconselhável. "Essas posições não são recomendadas há algum tempo pois aumentam significativamente a síndrome da morte súbita no bebê".

A médica explica também que a melhor posição para o bebê dormir é de barriga para cima, com as costas apoiadas em uma superfície firme. “Não utilizar travesseiros, evitar cobertores soltos, bichinhos de pelúcia no berço e não dividir a cama com o bebê também são fatos imprescindíveis para garantir um sono tranquilo e seguro”, finaliza a pediatra.






Dra. Maria Julia Carvalho - formada pela UNICAMP (2004-2009). Fez residência em pediatria pela Santa Casa de SP (2010-2012). E é especialista em oncohematologia infantil pela Santa Casa de São Paulo (2012-2014). Plantonista na unidade de internação do hospital infantil Sabara e na UPA do Einstein de Perdizes. facebook.com/dramajucarvalho



Reflexões e uso da tecnologia ou metodologia




O repensar da atuação do professor em sala de aula, a participação eficaz do aluno e a aprendizagem significativa da turma atualmente perpassa pela presença da tecnologia e/ou novas práticas. E como a escola está posicionada ou qual nosso papel como educadores no momento?

A realidade institucional por regiões no Brasil é peculiar de cada um e as habilidades e limitações são inúmeras e precisam ser trabalhadas e pensadas. Outra questão é a verba destinada pelos órgãos públicos educacionais e como este investimento pode ser utilizado nas escolas com a biblioteca, multimídia, materiais, formação dos professores e outros.

Desta forma, a responsabilidade e a atuação do professor vão além, muitas vezes das condições sociais, econômicas da realidade do aluno, mas é preciso compreender o público, o ser atendido, as peculiaridades para as ações serem traçadas. Se aqui a discussão é visualizar o posicionamento da escola e a inserção da tecnologia é preciso destacar que o eixo de todo o trabalho é o objetivo a ser atingido como aprendizado do aluno.

Nesse pensamento é possível levantar um diálogo sobre a participação do aluno e a prática docente, pois não é utilizar somente uma ferramenta tecnológica, mas conhecer a teria e mediar com a prática. Por isso, o professor deve ter um acompanhamento com os desafios e uma formação continuada com o apoio dos colegas da escola e órgãos da Educação.

Sendo assim, o pensamento precisa mudar por parte do professor em atualiza-se pedagogicamente e com as estratégias e recursos adequados, de acordo com o perfil não apenas do aluno e também do professor, no entanto, o trabalho está pautado em resultados e quanto mais inseridos estiverem as práticas, melhor será o desenvolvimento e aprendizado do aluno.

As novas metodologias chegaram com a(o): salas de aula invertida, peer instruction, class rotation e o simulation learning; e a aplicabilidade de cada uma está ligada a motivação, estudo, pesquisa e envolvimento do professor-escola-aluno-sociedade. 





Ana Regina Caminha Braga (https://anareginablog.wordpress.com/) - escritora, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar.





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