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quinta-feira, 23 de novembro de 2023

A figura do doleiro e os crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa

 O doleiro nada mais é que um operador de câmbio paralelo, que não tem autorização para exercer tal atividade, e mesmo assim negocia moedas estrangeiras por fora do sistema oficial de transações financeiras. As negociações costumam ser realizadas em dólar ou qualquer outra moeda. Entretanto, toda operação de câmbio deve ser realizada por meio de instituições bancárias oficiais ou agentes autorizados pelo Banco Central, sob pena da prática de crime.  

Importante analisarmos tecnicamente como será responsabilizado um doleiro em uma investigação policial e eventual ação penal a ser instaurada tanto em crimes e esquemas de lavagem de dinheiro, dentro do território brasileiro - que serão julgados então pela justiça estadual -, como crimes transnacionais - julgados pela justiça federal brasileira -, que envolvem transações financeiras no exterior destinadas aos paraísos fiscais, com o objetivo de lavar um dinheiro oriundo de uma atividade anterior tipificada penalmente (crime antecedente), muitas vezes em um cenário de tráfico de drogas internacional.  

As sanções para a atividade do doleiro estão previstas no artigo 16, da Lei 7492/86, a Lei de Crimes contra o Sistema Financeiro, que pune expressamente as operações de câmbio não autorizadas pelo Banco Central com a pena de um a quatro anos de reclusão e multa. Neste artigo penal, está previsto expressamente como núcleo penal (verbo do artigo tipificado na lei) o ato de “fazer” ou “operar” sem a devida autorização ou com autorização obtida mediante declaração (vetado) falsa, instituição financeira, inclusive de distribuição de valores mobiliários ou de câmbio.  

O doleiro muitas vezes realiza operações de dólar-cabo e pode ser acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Nesse modelo de operação uma pessoa denominada “X” transfere dinheiro para o exterior sem a devida comunicação ao Banco Central para um doleiro “Y”, e esse doleiro “Y”, através de uma empresa “Z” no exterior, transfere o dinheiro para a pessoa “X” proprietária do dinheiro de origem que compra imóveis, aeronaves e outros bens, em seu próprio nome, por exemplo, em contas bancárias em países paraísos fiscais (que possuem encargos e obrigações tributárias reduzidas para pessoas físicas ou jurídicas e para suas movimentações financeiras internas ou externas), as famosas offshores, ou até mesmo em nome de terceiros “laranjas”. Muitas vezes também podem trazer o dinheiro de volta ao país de origem, com os valores limpos e "lavados" por meio de transações financeiras fictícias.  

Existe uma corrente no Judiciário que entende causa supralegal de exclusão de ilicitude do doleiro, quando ocorrerem três situações aceitas pela doutrina e jurisprudência, quais sejam: consentimento do ofendido; insignificância e adequação social. Importante lembrar que para existir processo crime contra alguém em razão dos crimes previstos e punidos na Lei de Crimes contra o Sistema Financeiro os valores das transações devem ser superiores a R$ 10 mil - valor utilizado como limite pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Receita Federal e Justiça Federal. Vale destacar que existem brechas na Lei que favorecem a tese de aceitação socialmente do doleiro, a depender da individualização da sua conduta face a cada caso em concreto.  

Assim sendo, conclui-se que o doleiro pode ser acusado do crime de lavagem de dinheiro (branqueamento de capitais como é chamado em Portugal e Europa), previsto e punido no Artigo 1, da Lei 9.613, de 03 de março de 1998, que dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; e cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - Coaf; entre outras providências. O núcleo penal dessa legislação é o ato de “ocultar” ou “dissimular” a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens direitos ou valores provenientes direta ou indiretamente de infração penal, com pena de reclusão de três a 10 anos. 

E, além disso, o doleiro pode ser indiciado e acusado em uma operação policial pelo crime de evasão de divisas, previsto e punido no artigo 22, caput e parágrafo único, da lei 7.492/86, que dispõe expressamente como fato típico o ato de efetuar operação de câmbio não autorizada, com o fim de promover evasão de divisas do país, tendo como pena de reclusão de dois a seis anos e multa.  

O doleiro pode ser enquadrado também na Lei 12.850, de 02 de agosto de 2013, que define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal, e que prevê em seu artigo 2 a configuração de organização criminosa como o ato de “promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa”, com pena de reclusão de três a oitos anos e multa, sem prejuízo das penas das demais infrações penais praticadas. É correto dizer que para configuração da organização criminosa devem estar preenchido todos os requisitos para tanto, quais sejam: a quantidade mínima de integrantes, a existência de hierarquização, a obtenção de vantagem, dentre outras. 

Exemplo recente foi a operação da Polícia Federal e a Receita Federal que mirou um grupo de doleiros que teriam movimentado mais de R$ 4 bilhões em dezenas de contas bancárias em nomes de empresas ‘fantasmas’. Foram apreendidos R$ 1.246.000,00. De acordo com a PF, o inquérito tem como alvo doleiros que "se dedicaram, por anos, a operar esquema financeiro paralelo, atendendo clientes que buscam mover, no anonimato, grandes volumes de recursos". A apuração constatou o uso de empresas de fachada, com sócios laranja, para a abertura de contas bancárias. Segundo as investigações, as empresas eram usadas para movimentar recursos de clientes do esquema criminoso, muitas vezes com a remessa dos valores ao exterior. As remessas se davam por meio de operações dólar-cabo, importações simuladas ou superfaturadas e a utilização de criptoativos. Além disso, foram encontrados indícios de participação de um intermediador cambial e um despachante aduaneiro. Assim, os crimes apurados são de gestão fraudulenta de instituição financeira; operação sem autorização de instituição financeira, inclusive de câmbio; uso de falsa identidade para realização de operação de câmbio; e evasão de divisas. 

Portanto, é fundamental pensarmos que da mesma forma que as transações financeiras internacionais, hoje, ocorrem também no mundo digital e tecnológico como, por exemplo, os criptoativos, cenário que facilita a lavagem de dinheiro para o tráfico de drogas, corrupção, tráfico de armas, entre outros crimes, e dificulta a identificação dos criminosos, também é importante, em paralelo, a criação de políticas internas e externas de repressão e combate à lavagem de dinheiro, bem como o aprimoramento na eficácia e celeridade da cooperação jurídica internacional entre países distintos. É necessário um alargamento da sanção penal para estes tipos de delitos, com um alargamento também das penas em multa a serem impostas o pagamento aos delinquentes destes tipos penais. 



Eduardo Maurício - advogado no Brasil, em Portugal e na Hungria. Doutorando em Direito - Estado de Derecho y Governanza Global (Justiça, sistema pena y criminologia), pela Universidad D Salamanca - Espanha. Mestre em direito – ciências jurídico criminais, pela Universidade de Coimbra/Portugal. Pós-graduado pela Católica – Faculdade de Direito – Escola de Lisboa em Ciências Jurídicas. Pós-graduado em Direito penal econômico europeu, em Direito das Contraordenações e em Direito Penal e Compliance pela Universidade de Coimbra/Portugal. Pós-graduado pela PUC-RS em Direito Penal e Criminologia. Pós-graduando pela EBRADI em Direito Penal e Processo Penal. Pós-graduado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) Academy Brasil –em formação para intermediários de futebol. Mentor em Habeas Corpus. Presidente da Comissão Estadual de Direito Penal Internacional da Associação Brasileira de Advogados Criminalistas (Abracrim). Membro da Association Internationale de Droit Pénal (AIDP) – International Association Penal Law. Membro da Associação Internacional de Direito Penal de Portugal (AIDP – PT) – International Association Penal Law – PT. Intermediário oficial da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)


Resolve Já oferece 55% de desconto em dívidas tributárias

O governo de São Paulo está incentivando os contribuintes a resolverem suas pendências tributárias de forma vantajosa. Até o dia 30 deste mês (Novembro/2023), você pode aproveitar um desconto significativo de até 55% no pagamento à vista de débitos, independentemente da data do auto de infração ou do estágio da discussão.

           De acordo com o secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Samuel Kinoshita, existem pelo menos R$18 bilhões em autuações fiscais que já tramitaram na esfera administrativa e estão próximas da inscrição na dívida ativa. Mesmo após a inscrição, esses débitos ainda podem ser pagos com desconto por meio da chamada transação tributária, mas com custos adicionais, como honorários advocatícios.

           A lei que prevê esse desconto de 55% faz parte do programa estadual Resolve Já e é uma oportunidade única para contribuintes em estágios mais avançados de discussão, oferecendo um desconto de 70% para pagamento à vista de cobranças tributárias com até 30 dias e que não estão em discussão na esfera administrativa.

          É importante lembrar que quanto mais rápido o pagamento, maior será o desconto. Aproveite essa chance de regularizar suas obrigações fiscais e economizar! Não deixe essa oportunidade passar e entre em contato conosco para obter orientações sobre como aproveitar esse desconto e regularizar suas dívidas tributárias. A BRG Advogados está aqui para ajudá-lo a garantir a conformidade com a legislação tributária e a economizar dinheiro. Aproveite essa chance e entre em contato agora mesmo e descubra como podemos ajudar sua empresa.

 

Fonte: Valor Econômico


Recebíveis: PMEs podem ser beneficiadas com até R$ 30,7 bilhões em crédito, estima Serasa Experian

Acesso à agenda de recebíveis pode auxiliar empresas a fazerem negócios, obterem mais ofertas de crédito de qualidade e estreitar laços de confiança com credores

 

Diante de um cenário em que as empresas enfrentam dificuldade em obter crédito, uma modalidade de negócio ganha notoriedade: a negociação de recebíveis de cartões. Um estudo realizado pela Serasa Experian identificou que o potencial de crédito que esse tipo de negociação proporcionaria às Pequenas e Médias Empresas (PMEs) no Brasil é de R$ 30,7 bilhões por ano. A estimativa foi baseada na aplicação da taxa de garantia de 1% ao mês praticado por fintechs que atuam no segmento do crédito mercantil, contra a cobrada pelos bancos tradicionais de 1,47%.

 

“A antecipação de recebíveis é uma das modalidades de empréstimo que permite às empresas, principalmente as varejistas que vendem via cartão de crédito, a negociarem o recebimento de suas compras a prazo. Toda companhia que faz vendas via cartão, detém um fluxo de recebimento futuro de pagamentos, chamada ‘agenda de recebíveis’. Numa realidade em que 90% das companhias brasileiras são PMEs, mas 68% delas têm dificuldade de conseguir crédito de qualidade, a modalidade das vendas realizadas por cartão torna-se garantia para os credores e moeda de troca para que as PMEs consigam comprar melhor a prazo ou aumentar suas chances de obter empréstimos para fomentar o crescimento da empresa de forma sustentável”, declara a diretora de Credit Services da Serasa Experian, Marcia Usami.

 

Isso significa que, a partir das novas resoluções do BCB, fica previsto que as empresas com os recebíveis registrados possam autorizar consultas pelos credores em situações de negociações e análises de crédito para que elas sejam mais assertivas, justas e atraentes. Somente nos últimos 12 meses, foram movimentados R$ 3,394 trilhões por meio da modalidade de cartões, de acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS).


 

Crédito: confiança para expandir mercado


Ainda segundo o levantamento da Serasa Experian, os custos de mercadorias vendidas de uma PME representam, em média, 76% do faturamento total, ou seja, boa parte do que a empresa fatura é destinado para recompra de matéria-prima ou produtos, com fornecedores (ou credores) - indústrias, atacados e distribuidores - que, para vender a prazo, precisam de garantias de que seu cliente, o varejista, vai pagar. Os recebíveis do cartão da empresa passam a ser essa garantia, aumentando a confiança do credor e a transparência na relação comercial entre as companhias, fazendo com que o negócio tenha a possibilidade de conseguir mais crédito. 

Segundo Marcia Usami, a ampliação do crédito por meio de negociação de recebíveis, contribui para a sustentabilidade econômica e traz benefícios para a ampliação do mercado. “O credor, tendo acesso à agenda de recebíveis de seu cliente, o varejista, terá mais segurança de ampliar suas vendas garantir que o ciclo econômico complete seu curso”.

 

Experian
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Seis em cada dez mulheres vítimas de violência não fazem registro policial

Dados inéditos divulgados no lançamento do Mapa Nacional da Violência de Gênero apontam para a alta subnotificação policial de casos no Brasil. Embora 30% das mulheres brasileiras tenham declarado espontaneamente já terem sofrido algum tipo de violência doméstica ou familiar, mais da metade dos casos não chegam ao conhecimento das autoridades policiais 


Mais de 60% das mulheres que sofreram violência doméstica e familiar não fizeram denúncia formal às autoridades policiais. O alto índice de subnotificação policial de casos no Brasil será revelado pelo Mapa Nacional da Violência de Gênero, projeto em parceria entre o Instituto Avon, o Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV) do Senado Federal e a organização de jornalismo de dados Gênero e Número. A plataforma reúne os principais dados nacionais públicos e indicadores de violência contra as mulheres e será lançada dia 22 de novembro no Senado Federal, em Brasília. 

Além da disparidade entre os registros policiais e o tamanho do fenômeno no Brasil, o Mapa também apresenta o Índice de Subnotificação Desconhecida, situação em que a mulher não nomeia a violência doméstica e familiar como tal, mas, quando apresentada a exemplos, admite já ter passado por violências. Segundo os dados, três em cada dez mulheres brasileiras que não admitiram espontaneamente terem passado por algum tipo de violência, quando questionadas sobre situações específicas, admitem terem vivido situações de violência nos últimos 12 meses - o que sugere que os números de violência são maiores. 

“Acreditamos que o enfrentamento da violência contra a mulher tenha no lançamento do Mapa Nacional da Violência de Gênero um marco histórico, em cumprimento ao artigo 8º da Lei Maria da Penha que prevê a sistematização de dados, a serem unificados nacionalmente, e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas. Por isso, o lançamento desta plataforma interativa é tão importante para pautarmos políticas públicas e ações focadas no enfrentamento das violências contra mulheres e meninas. A plataforma só foi possível graças a uma colaboração intensa e profícua entre o setor público (Senado) e organizações privadas como o Instituto Avon e a Gênero e Número”, afirma a Diretora Executiva do Instituto Avon, Daniela Grelin.
 

Transparência e cooperação entre Estado e sociedade civil 

O Mapa é fruto de uma parceria entre Estado e sociedade civil. O projeto visa contribuir para a qualificação e unificação de dados que sejam utilizados como subsídios para formulação e monitoramento de políticas públicas baseadas em evidências. Os números trazidos pelo Mapa são disponibilizados em uma série de gráficos amigáveis que salientam séries históricas, bem como recortes regionais e étnico-raciais. 

"O Mapa é um legado de Estado, pois garante a transparência de dados públicos atualizados e sem risco de saírem do ar. Este acesso é fundamental para proteger as mulheres e ajudar a mudar a estrutura sexista da nossa sociedade. O Mapa traz ainda informações fundamentais sobre mulheres LGBTQIA +, que igualmente são vítimas de múltiplas violências", afirma Maria Martha Bruno, Diretora da Gênero e Número e uma das coordenadoras do Mapa. 

A plataforma reúne informações de cinco bases de dados: Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp/MJSP); Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud/CNJ); SIM e Sinan, duas das bases do Sistema Único de Saúde (SUS); e a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo Instituto DataSenado em parceria com o OMV. 

Uma das principais conquistas do Mapa é a transparência, já que o projeto trará a divulgação de dados da segurança pública atualizados a cada dois meses. O acesso aos boletins de ocorrência de todo Brasil foi possível a partir de um Acordo de Cooperação Técnica entre o Senado Federal e o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
 

Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher 

Disponibilizada no Mapa Nacional da Violência de Gênero, a 10ª edição da Pesquisa Nacional da Violência Contra a Mulher traz o maior levantamento do país sobre o tema: foram mais de vinte mil mulheres entrevistadas nesta edição. A pesquisa é realizada pelo Instituto DataSenado em parceria com o Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV), ambos do Senado Federal. Os dados do levantamento embasam índices de subnotificação que foram criados especialmente para o Mapa. Realizada a cada dois anos desde 2005, a pesquisa foi criada para servir de subsídio para a elaboração da Lei Maria da Penha. 

“A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher contém dados oficiais que trazem a percepção da violência pela voz das próprias mulheres. A edição desse ano contou com um aumento de cerca de 3 mil para mais de 21 mil mulheres entrevistadas, o que só foi possível com a requisição da Senadora Zenaide Maia, Procuradora Especial da Mulher no Senado, parlamentar responsável tanto pelo Mapa quanto pela Pesquisa. A pesquisa, que é a série histórica mais longa sobre o tema no Brasil, foi criada em 2005 para embasar com dados oficiais a criação da Lei Maria da Penha. Ao longo desses 18 anos, tem sido importante instrumento de avaliação de políticas públicas. O Mapa vem para expor o retrato atual da violência contra as mulheres com números oficiais e, de forma inédita, permitir o aprofundamento da avaliação de dados administrativos por meio da pesquisa, com dados que não são coletados por nenhuma outra fonte e que são complementares às demais estatísticas. Os registros oficiais podem apresentar lacunas na captação e na qualidade dos dados; no entanto a pesquisa, aplicada nacionalmente, de forma consistente, utilizando métodos estatísticos rigorosos ao longo de todas estas 10 edições, permite a comparação desses dados com a realidade das mulheres, realidade apresentada na voz delas. Os dados da Pesquisa Nacional mostram não só números, mas dizem respeito à própria vida e experiência das mulheres reais”, declara Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.
 

Outros destaques do Mapa:

  • 27% das mulheres que declaram ter sofrido violência solicitaram Medida Protetiva de Urgência e, entre elas, 48% afirmam que em algum momento houve descumprimento por parte do agressor.
  • Quando perguntadas sobre o que fizeram em relação à última agressão, 60% das vítimas buscaram a ajuda da família, 45% procuraram a igreja e 42% acessaram os amigos. Apenas 31% denunciaram em delegacias comuns e 22% foram às Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher.

 

Instituto Avon

Gênero e Número

Observatório da Mulher Contra a Violência do Senado Federal (OMV)


Black Friday: 4 dicas para utilizar a PNL e potencializar as vendas nesta data

Novembro chegou, e com ele vem também a Black Friday, que neste ano acontecerá no próximo dia 24 (Sexta-Feira).

As expectativas para esta data sempre se elevam, tanto para os lojistas que esperam vender mais, quanto para os consumidores, que aguardam ansiosos pelas promoções.  Prova disso, é o Relatório Black Friday 2023 da Olist, que indicou que 68,8% dos lojistas estão otimistas para um faturamento maior nesta edição da campanha, com destaque para os setores de eletrodomésticos, eletrônicos, moda e acessórios.

Vale lembrar que mesmo com o otimismo dos lojistas, o que realmente conta no momento da venda, é a empatia do vendedor para com o cliente, a forma como ele se conecta e compreende o que o cliente precisa. Neste caso, o uso da Programação Neurolinguística pode ser altamente eficaz e até determinante para o sucesso da negociação. Por isso, a treinadora e palestrante Mari Possidonio, especialista em comunicação e Programação Neurolinguística, listou quatro dicas práticas para fechar vendas com mais facilidade:

  • Considere um dos perfis de cliente: Consumidor visual (aquele que gosta mais de entender as informações de um produto por meio de imagens), consumidor sinestésico (é aquele cliente que toca bastante no produto antes de decidir pela compra) ou um Consumidor auditivo (prefere ouvir explicações sobre determinado produto antes de compra-lo). Sabendo identificar que tipo de consumidor o seu cliente é, fica mais fácil compreender suas reais necessidades e se comunicar com ele.
  • Evite palavras que gerem dúvida: Utilizar palavras como “Não”, “Mas” e “Talvez” podem atrapalhar sua venda. Estas são palavras relacionadas à incerteza, insegurança, negatividade, o que faz com que opte por esperar mais ou não realizar a compra naquele momento. Para o sucesso da venda, prefira palavras positivas, que ressaltem as qualidades e benefícios do produto ou serviço.
  • Atente-se à linguagem corporal do cliente e utilize o rapport: A linguagem corporal do cliente pode contribuir muito mais para o fechamento de uma venda, do que as próprias palavras. Para saber se ele está atento e/ou interessado à sua fala, você pode espelhar movimentos ou a postura dele e vice-versa. Se a correspondência ocorrer, considere recíproco.
  • Associe produtos ou serviços a sentimentos: O cliente vai lembrar da experiência que aquele produto pode proporcionar a ele. Foque no propósito que o produto ou serviço tem. De que forma vai ajudar o cliente? Qual é o diferencial?


Mari Possidonio - Treinadora e Palestrante, especialista em Comunicação e Programação Neurolinguística


10 medidas para garantir a segurança das operações na Black Friday

Um dos eventos mais importantes para o varejo, responsável por aquecer o consumo antes da temporada de compras natalinas, a Black Friday provoca aumento das atividades virtuais e consequentemente do cibercrime. Por isso, além de selecionar as ofertas para o período, é preciso reforçar a segurança digital para não correr o risco de ser alvo de um ataque cibernético e ter as operações paralisadas.

Ainda mais este ano, em que o consumidor demonstra maior interesse na data: pesquisa encomendada pelo Google revelou aumento de 114% nas buscas relacionadas à Black Friday, no terceiro trimestre de 2023, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Para manter a operação da sua empresa segura – e a segurança dos seus clientes – é essencial adotar algumas medidas antes, durante e após o evento, visando proteger os sistemas e os dados.

Abaixo, listamos, 10 dicas para reforçar a segurança na Black Friday:



- Monitore o tráfego web e das superfícies de ataque: ao utilizar soluções de segurança para monitorar o tráfego na loja online é possível identificar atividades suspeitas e padrões incomuns de acesso. O ideal é monitorar os ativos publicados para internet de uma maneira geral, ok?!



- Adote proteção contra DDoS: implementar defesas de proteção de ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) garante que o site permaneça disponível mesmo com tráfego alto e grande quantidade de requisições.



- Utilize autenticação multifator (MFA): para preservar a integridade e autenticidade dos acessos e transações, exija autenticação em dois ou mais fatores para compras e acesso a contas de clientes. Ao estabelecer um processo de login em mais de uma etapa, ou seja, que requer informações que vão além da simples senha, você estará adicionando uma camada extra de segurança.



- Monitore as transações: a implementação de sistemas de monitoramento ajuda a detectar atividades suspeitas durante as transações, como compras em alta frequência ou valores atípicos. Nesse sentido, é necessário que a empresa tenha uma área de data analytics para compreender o que é um comportamento padrão e o que é atípico, não só do ponto de vista de ataque cibernético, mas também em relação ao de negócio, para tomada de decisão baseada em dados.



- Implemente filtros antifraude: são essenciais para identificar e bloquear transações suspeitas, como aquelas provenientes de endereços IP já conhecidos por atividades fraudulentas.



- Estabeleça criptografia de dados: garantir que todas as informações transmitidas entre o cliente e o servidor estejam criptografadas é uma forma de proteger dados sensíveis, como informações de cartão de crédito.



- Atualizações de Segurança: ao manter o software e os sistemas atualizados você garante a correção de vulnerabilidades conhecidas que podem ser exploradas pelos cibercriminosos.



- Promova a educação digital: a segurança cibernética demanda cultura, educação e conscientização. Fornecer dicas aos clientes sobre como identificar sites e promoções legítimas, assim como as formas de proteger dados pessoais para não cair em golpes como o phishing, é uma forma de investir em cibersegurança.



- Monitore as contas de clientes: para verificar regularmente as atividades e detectar padrões suspeitos ou acessos não autorizados.



- Adote plataformas com tecnologias como ASRM (Attack Surface Risk Management): essas ferramentas proporcionam visibilidade de ativos publicados para internet, ativos vulneráveis, atividades e comportamentos suspeitos dos usuários, segurança dos dispositivos, visibilidade e segurança dos ativos em nuvem, ajudando a empresa a monitorar o ambiente digital, além de corrigir proativamente riscos e falhas mapeados e de possibilitar resposta rápida a incidentes em diferentes camadas através de XDR (Extended Detection and Response).

Não há dúvidas de que a Black Friday é um período de alto risco para a segurança cibernética e de que há um aumento expressivo das ofensivas do cibercrime. Relatório recente da Trend Micro mostra que o Brasil ocupa a segunda posição no ranking de países mais vulneráveis a ataques de hackers, que em todo o mundo promoveram mais de 85 bilhões de tentativas, somente no primeiro semestre de 2023.

Por isso, é fundamental que as empresas estejam preparadas para lidar com as ameaças – garantindo a segurança da jornada de compra dos clientes de ponta a ponta – e que os consumidores saibam identificar os sinais de fraudes, para evitar cair em golpes na hora de ir às compras on-line.


Flávio Silva - gerente e especialista de Segurança da Informação da Trend Micro Brasil.


Mais da metade dos consumidores percebe ações de sustentabilidade das marcas como enganosas, mostra novo relatório da Kantar

No Brasil 56% dos consumidores pararam de adquirir produtos e serviços de empresas que não investem em sustentabilidade ou impactam o planeta

 

O Índice do Setor de Sustentabilidade 2023, estudo da Kantar que revela as atitudes dos consumidores em relação à sustentabilidade, mostra que as questões relacionadas ao tema se tornaram prioridade para o público. Entretanto, ainda existe espaço para as marcas trabalharem oportunidades e se adaptarem a essa nova realidade. De acordo com o relatório, as preocupações ligadas ao greenwashing – ato de divulgação falsa sobre sustentabilidade – são altas e abrangem diversos segmentos de mercado. 

Segundo o estudo global, mais da metade dos entrevistados acredita que marcas de todas as áreas não estão sendo honestas ao divulgarem suas ações de sustentabilidade. Os participantes afirmam que os setores de social media (60%), carne e produtos à base de carne (58%) e roupas e calçados (57%) são os que mais espalham informações incorretas ou não críveis sobre o assunto. 

Na percepção dos brasileiros, as áreas que mais se destacam negativamente são carne e produtos à base de carne (65%), skin care (65%), e fast food e restaurantes (65%). 

Por outro lado, na visão global, os segmentos de comida para animais de estimação (42%), produtos de higiene para bebês (46%) e cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas (46%) são percebidos como os que têm maior credibilidade nas ações de sustentabilidade que comunicam aos consumidores. Enquanto no Brasil se destacam os segmentos de veículos híbridos e elétricos (43%), produtos de higiene para bebê (46%) e comida para animais de estimação (46%). 

Contudo, mesmo no que diz respeito a esses segmentos, cinco em cada 10 entrevistados acreditam que as empresas divulgam materiais falsos ou imprecisos sobre desenvolvimento sustentável. 

Ainda de acordo com o levantamento, quanto mais os consumidores buscam novas soluções sustentáveis, mais encontram situações de greenwash. Com isso, 50% das pessoas diminuem o consumo ou deixam de comprar os produtos e serviços de negócios que podem impactar negativamente o meio ambiente ou a sociedade. Em contrapartida, as marcas que trabalham ativamente em atividades de sustentabilidade ou estão abertas à mudança são buscadas por 63% dos entrevistados. 

No Brasil, 56% dos consumidores pararam de adquirir produtos e serviços de empresas que não investem em sustentabilidade ou impactam o planeta. 77% dos entrevistados brasileiros ainda acreditam que os negócios têm a responsabilidade de tornar a sociedade mais justa, e 67% defendem que as marcas devem se responsabilizar e resolver os problemas climáticos e sociais. 

Além disso, aqueles que são mais afetados pelas questões ambientais sentem mais o descaso e as mentiras das empresas. Isso gera um abalo na confiança dos clientes com as marcas. De acordo com o Índice do Setor de Sustentabilidade 2023, é essencial que as instituições sejam honestas em suas campanhas e mudanças, para gerar mais credibilidade e promover integridade, inclusão e identificação.

 

Sobre o Índice do Setor de Sustentabilidade 

O relatório Índice do Setor de Sustentabilidade 2023 revela as atitudes dos consumidores em relação à sustentabilidade em 42 setores. O estudo anual, agora no seu terceiro ano, baseia-se em entrevistas com cerca de 26.000 consumidores em 33 mercados. O relatório mostra as percepções dos clientes sobre o desempenho de cada segmento a partir de quatro fatores-chave do marketing: Estratégia, Inovação, Ativação e Impacto.


Kantar
www.kantar.com/brazil

 

Regras para contratação de influencers de investimentos entraram em vigor em novembro

 Conjunto de procedimentos da Anbima visa dar mais transparência ao investidor, afirma especialista em Direito Digital

 

A atuação dos ‘finfluencers’, como são popularmente conhecidos os influenciadores digitais de finanças, tem causado significativos impactos no mercado financeiro. Por isso, em setembro deste ano, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) divulgou uma série de regras e procedimentos voltados à contratação destes profissionais - essas normas entraram neste mês de novembro.

“O que os influenciadores financeiros falam tem grande influência na opinião pública. É comum que muitos investidores direcionem suas aplicações com base em posts e vídeos nas redes sociais. O que, consequentemente, leva a um forte impacto no valor de ações e no desempenho da Bolsa de Valores. Daí a necessidade desse regramento”, explica a advogada Maria Eduarda Amaral, especialista em Direito Digital com foco em influenciadores, agências de marketing de influência e criadores de conteúdo.

Antes mesmo das diretrizes da Anbima, a BSM Supervisão de Mercado, entidade de autorregulação do mercado de capitais brasileiro, já havia emitido uma nota com “orientações, direcionamentos e recomendações consideradas melhores práticas no relacionamento entre participantes e influenciadores por eles contratados, direta ou indiretamente, sobre temas relacionados a investimentos nos mercados de capitais e financeiro”.

Neste ano, a B3 apontou, em levantamento, que 73% das pessoas iniciaram seus investimentos com base em informações de YouTube e influenciadores. A Anbima, em parceria com o IBPAD (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados), também apresentou um estudo em março apontando que o número de influenciadores monitorados cresceu 102%, saltando de 255 para 515 entre o início e o final de 2022, e audiência aumentou em 76%, chegando a 165,7 milhões de seguidores.

“Vivemos um grande ‘boom’ no segmento de influência de investimentos no final do ano passado. Os dados reforçam o que estamos vendo, uma participação cada vez mais ativa das redes sociais no planejamento financeiro do brasileiro. As regras que entram em vigor hoje têm como principal objetivo dar maior transparência ao processo e são um passo essencial para a diferenciação entre dicas de investimentos e publicidade”, diz a advogada.

As regras não são exclusivas para influenciadores de investimentos. Elas serão aplicadas a todos que sejam contratados pelas empresas para divulgar alguma possibilidade de aplicação financeira.

 

Maria Eduarda Amaral - advogada especializada em Direito Digital e tem atuado para influenciadores, agências de marketing de influência e criadores de conteúdo. É graduada em Direito pela Escola Superior Dom Helder Câmara, pós-graduada em Propriedade Intelectual pelo IBMEC-BH e especialista em Gestão Jurídica e Proteção de Dados Pessoais pelo IBMEC-BH.

 

Quem se separa também quer casa, mas é preciso atenção para evitar problemas

Advogado especialista em Direito de Família dá orientações para quem está arrumando um novo lar após o divórcio

 

É natural que quem está vivendo um processo de divórcio queira conseguir o quanto antes um novo lugar para morar. Porém, é preciso cuidado com alguns pontos para que não haja complicações futuras depois. 

Segundo Luiz Fernando Gevaerd, especialista na área de Direito da Família com mais de 40 anos de carreira, mais de 10 mil casos atendidos e diretor do escritório Gevaerd Consultoria Jurídica, uma primeira questão muito importante é que, enquanto um processo de separação não está oficialmente concluído e homologado, o ideal é que a parte que está querendo sair de casa tenha uma posição desvinculada de qualquer outro relacionamento conjugal. “Não é recomendável começar a morar com outra pessoa neste momento, pois isso pode ser usado contra você (e muito provavelmente o será) num eventual processo em Vara de Família”, alerta.

O advogado ressalta que isso é válido especialmente quando se trata de mulheres. “Jamais saia da casa de seu marido diretamente para a casa de seu novo namorado. Como, diante da lei, vocês ainda estão ‘casados’, o fato de você passar a dividir o teto com outro homem poderá ser usado contra você na hora de discutir a pensão, além de influir em algumas outras questões familiares”, afirma. 

No momento da separação, o advogado explica também que o casal deve decidir qual será a residência principal das crianças. “Se você pretende continuar morando com seus filhos, jamais mude de casa sem levá-los consigo. A tendência da Justiça, nesses casos, é manter inalterada a situação das crianças até a decisão final, que pode demorar alguns anos. Se a mulher sai de casa e deixa os filhos com o marido, essa situação certamente poderá ser mantida, pelo menos até o julgamento. Além disso, esse fato pesará na decisão final do juiz”, explica. 

Segundo o especialista, essa situação é bastante comum. “Não saia deixando seus filhos. E se tiver um novo relacionamento, como mencionei anteriormente, a situação pode ser mais complicada. De qualquer maneira, o pai ou a mãe que não tiver a guarda dos filhos menores tem direito à visitação regular, podendo passar fins de semana e sair com as crianças”, diz ele. 

Finalmente, um terceiro ponto a ser considerado quando uma das partes está querendo sair de casa durante um processo de separação é lembrar que o impacto de uma separação às vezes causa na outra parte uma profunda fúria, não sendo incomuns os casos em que a parte que se sente traída ou rejeitada destrói roupas e objetos que são importantes para o outro. “Por essa razão, o ideal é levar todas as coisas importantes ao sair de casa. Não se deve deixar objetos de valor dando sopa, correndo o risco de ficar sem eles”, sugere. 



Luiz Fernando Gevaerd - Especialista na área de Direito de Família, o advogado Luiz Fernando Gevaerd possui 40 anos de carreira e mais de 10 mil casos atendidos. Gevaerd é graduado em Direito, Economia, Administração de Empresas, Contabilidade e especialização em Mediação de Conflitos. Por sua grande expertise, o profissional é fonte constante das grandes mídias (programas de TV, rádios, revistas, jornais e sites) em assuntos diversos. Um de seus diferenciais é a experiência em outras áreas relacionadas com o Direito de Família: Economia, Contabilidade e Negócios, permitindo-lhe falar sobre as repercussões do divórcio em grandes patrimônios.


Gevaerd Consultoria Jurídica
Para mais informações, acesse o site.


A ascensão do Social Media no mercado global: O caminho para empreender na era digital

No cenário atual, a presença digital tornou-se fundamental para empresas de todos os tamanhos e setores. É uma realidade que vai além das fronteiras nacionais, estendendo-se a um mercado global em constante crescimento. 

Embora muitos considerem o Brasil um centro de redes sociais, o mercado internacional também está ativo e repleto de oportunidades. O Brasil ganhou destaque como um país onde as redes sociais são uma parte vital da vida cotidiana. Os brasileiros são ativos e engajados nas mídias sociais, criando um cenário propício para estratégias de marketing digital eficazes, em um campo vasto que o profissional de social media tem para explorar, seja trabalhando com clientes locais ou internacionais. 

Isso permite que a profissão seja vista como o ponto de partida perfeito para quem deseja criar sua própria agência digital. Muitas vezes, é o principal serviço oferecido por novos empreendedores digitais, pois desempenha um papel fundamental na construção da presença online de empresas e marcas, nesse ambiente que está sempre em constante mudança. E este é o momento ideal para explorar as vastas oportunidades que o mercado global de mídia social oferece. 

A geração Z cresceu na era digital e entende o valor das mídias sociais, que se tornaram ferramentas de negócios essenciais. Nesse sentido, a profissão permite desde cedo que o Social Media possa se tornar, em um curto espaço de tempo, um empreendedor de sucesso, de modo a não apenas aumentar seus ganhos, mas também conquistar reconhecimento em sua área de atuação, desfrutando da liberdade geográfica que o mercado digital oferece. 

No entanto, é fundamental que os profissionais se qualifiquem e busquem modos para se capacitar. Hoje, no mercado, existem cursos que oferecem mentorias e preparação para quem deseja ingressar nesse setor. Isso levou as empresas a investirem na capacitação dos seus funcionários, visto que, além de economizar

tempo e recursos em treinamento, os programas preparam e apoiam os profissionais, mesmo após a conclusão do curso, tornando a transição para o empreendedorismo no setor mais acessível. 

Ser um profissional de Social Media envolve estratégia, criatividade e adaptação contínua. À medida que as plataformas evoluem e as tendências se transformam, permanecer na vanguarda do marketing digital se torna essencial. O mercado está sempre mudando e em constante expansão, oferecendo inúmeras oportunidades para quem deseja empreender, alavancar suas carreiras e aproveitar as possibilidades globais que as mídias sociais oferecem. 

Para aqueles que desejam seguir seu próprio caminho empreendedor no mercado digital, a profissão de Social Media se torna uma escolha inteligente. Você tem a chance de capitalizar seu conhecimento das redes sociais e transformá-la em um negócio próspero, construindo sua própria marca pessoal e ajudando outras empresas a ampliarem sua participação na esfera digital. 



Vinícius Taddone é diretor de marketing e fundador da VTaddone®
www.vtaddone.com.br


Veja 7 destinos quentes para fazer o intercâmbio

 

O lugar ideal, com um clima agradável, semelhante
ao Brasil, fica na Austrália: o estado de Queensland
 Freepik

 



Mais de 90% dos estudantes estrangeiros consideram a experiência de viver em Queensland muito positiva, segundo o governo australiano 

 

Brasileiros, por natureza, estão acostumados com um clima mais tropical, e quando estão em busca de um lugar para fazer o intercâmbio, entra a questão: ir para um lugar quente ou frio? Por ser uma experiência de média e longa duração, os estudantes ou escolhem lugares com uma proposta bem diferente, ou vão para um lugar onde o clima é semelhante ao seu país de origem, principalmente quando se pretende aliar qualidade de vida e educação de qualidade.

 

O lugar ideal, com um clima agradável, semelhante ao Brasil, fica na Austrália: o estado de Queensland. Os 300 dias ensolarados no estado podem ser muito bem aproveitados ao explorar as diversas belezas naturais do país, como a Grande Barreira de Corais, as cavernas com pinturas rupestres ou simplesmente passar um dia se divertindo nos parques temáticos.

Com uma temperatura média de 20 °C, o local é um dos preferidos pelos brasileiros, que simpatizam com o clima ameno da região. No verão, ou seja, na alta temporada, as médias ficam na casa dos 25 °C. Entre dezembro e fevereiro, a variação climática gora em torno de 20 °C a 30 °C, possibilitando bons momentos de descontração. 

Para evitar o frio, principalmente quem busca oportunidades de estudos em outros países, acabam optando por Queensland. Além de todos os benefícios ligados ao lifestyle e ao clima, a região também possui ótimas universidades ranqueadas no top global como algumas das melhores do mundo e programas educacionais, de vão desde o curso de proficiência no inglês, passando por cursos vocacionais, universitários até pós-doutorado. 

Segundo dados oficias australianos, mais de 90% dos estudantes estrangeiros consideram a experiência de viver em Queensland muito positiva. A comunidade é acolhedora e amistosa, o estilo de vida é leve e seguro, e tem atividades para todos os gostos e perfis, sem falar das conexões globais, uma vez que o aluno terá a possibilidade de conversar e criar laços com pessoas de todas as partes do mundo. Sem falar que o sistema educacional do estado prioriza a inovação e a criatividade.

Pensando em todas essas possibilidades, o Study Queensland, iniciativa governamental de Queensland em atuação no Brasil, separou abaixo sete destinos no estado que oferecem uma qualidade de vida atrativa e com visuais de tirar o fôlego: 

 


1.   Brisbane. Capital de Queensland. Uma cidade cosmopolita com clima subtropical. A cidade abriga uma variedade de universidades renomadas internacionalmente, oferecendo uma ótima qualidade de vida, com uma cena cultural vibrante, muitas opções de entretenimento, segurança e vida noturna agitada. Ideal para quem gosta de estar sempre no agito. Apesar da cidade não ter praia, ela possui uma artificial, que chama bastante atenção dos turistas. 

 


2.           Gold Coast. A cidade é famosa por suas praias deslumbrantes e clima quente durante todo o ano, oferecendo um lifestyle com uma mistura de vida urbana e natural. Além das opções de surf e lazer à beira-mar, a cidade também abriga instituições de ensino de alta qualidade.

 


3.           Sunshine Coast. Localizada ao norte de Brisbane, a Sunshine Coast é conhecida por suas praias pitorescas e ambiente descontraído. Os estudantes podem desfrutar de um estilo de vida tranquilo e acessível, com várias oportunidades de atividades ao ar livre.

 


4.            Toowoomba. O estilo de vida é caracterizado por uma combinação de tranquilidade, natureza exuberante e uma comunidade acolhedora. Para quem procura um ambiente mais calmo e acessível na Austrália, Toowoomba pode ser uma escolha atraente para estudar e viver.

 


5.           Townsville. Outra cidade costeira em Queensland, com um clima tropical agradável. A cidade oferece um ambiente descontraído, com belas praias, atividades ao ar livre e uma atmosfera amigável.

 


6.           Rockhampton: uma cidade na região central de Queensland, Austrália, e oferece um estilo de vida que combina características urbanas com a tranquilidade da vida no interior. A região conta com 07 grandes centros educacionais preparados para receber intercambistas. Para quem procura uma experiência de estudo e vida em uma cidade menor, Rockhampton pode ser a escolha ideal. 

 


7.           Cairns: no extremo norte de Queensland, é um destino popular para estudantes internacionais interessados em biologia marinha e turismo. A cidade oferece fácil acesso à Grande Barreira de Coral e à floresta tropical de Daintree.

Esses destinos em Queensland são só alguns dos vários lugares maravilhosos deste estado que valoriza a educação e qualidade de vida para acolher de braços abertos os estudantes brasileiros. Para uma escolha ideal, veja qual se enquadra melhor no seu perfil e entre no nosso site para mais informações. 

Saiba mais sobre estudar em Queensland, veja aqui

 

Study Queensland 


Flores no ambiente de trabalho estimulam criatividade e bem-estar

Lírio, Lisianthus, Agapanthus, Pleomele e Tango
Flower Club

De acordo com o estudo Human Spaces, presença de elementos naturais melhoram nível de bem-estar e criatividade em 15% e tornam profissionais 6% mais produtivos


Muitos de nós passamos a maior parte do dia trabalhando em escritórios fechados. Essa é uma realidade da vida moderna que tem impacto profundo no bem-estar e na qualidade de vida, mas há formas de trazer mais equilíbrio ao ambiente profissional. Uma delas é introduzir elementos naturais, como flores e plantas. Elas oferecem benefícios tanto estéticos quanto funcionais ao reduzir o estresse, criar espaços mais acolhedores e produtivos, além de purificar o ar. 

O estudo Human Spaces, feito com 7.600 trabalhadores em escritórios de 16 países, incluindo  Austrália, Brasil, Canadá e Dinamarca, apontou que funcionários que desfrutam de elementos naturais em seus ambientes de trabalho descrevem um nível de bem-estar 15% maior, são 6% mais produtivos e 15% mais criativos. Um detalhe interessante revelado pela pesquisa é que, apesar de 85% dos trabalhadores de escritório globais trabalharem em ambientes urbanos, eles têm uma afinidade por elementos que refletem a natureza e essa conexão desempenha um papel significativo na rotina profissional.

"A presença de flores no ambiente de trabalho não apenas melhora o bem-estar dos funcionários, mas também reflete positivamente na imagem corporativa. Começamos nossas operações em 2020, atendendo apenas pessoas físicas, mas hoje já estamos no modelo B2B, com clientes que fazem assinatura das flores para suas empresas", afirma Victor Campos, CEO da Flower Club, startup que oferece um programa de assinaturas que leva buquês de flores frescas para a casa ou empresa dos clientes a partir de parcerias com produtores e cooperativas.

Pelo site da Flower Club (flowerclub.com.br), os clientes podem escolher a frequência de entregas entre os planos mensal, quinzenal ou semanal, de acordo com suas preferências e necessidades. A cada período, eles recebem em sua casa ou empresa um buquê de flores frescas cuidadosamente montado pela equipe de especialistas da startup. Hoje a startup entrega mais de 5 mil buquês mensalmente, atendendo a capital paulista, cidades da Região Metropolitana e interior. 

Dicas da Flower Club para incorporar flores no ambiente de trabalho

Arranjos Florais: Uma maneira eficaz de incorporar elementos florais é por meio de arranjos florais frescos. Coloque vasos de flores vibrantes em locais de destaque, como a recepção, salas de reunião e espaços de convivência. Esses arranjos não apenas adicionam beleza visual, mas também criam uma sensação de boas-vindas e frescor.

Plantas de Interior: Considere a inclusão de plantas de interior em cada estação de trabalho. Além de melhorarem a qualidade do ar, essas plantas contribuem para a criação de um ambiente de trabalho mais agradável e estimulante. Elas também podem ser escolhidas de acordo com as preferências individuais, permitindo que os funcionários criem um espaço de trabalho personalizado e acolhedor.

Programa de flores sazonais: Mantenha um programa de flores sazonais, atualizando os arranjos conforme as estações do ano. Isso não apenas mantém o ambiente de trabalho em constante renovação, mas também reflete as mudanças naturais no ambiente. 

Capriche nos ambientes de relaxamento: Adicionar flores e plantas às áreas de descanso e alimentação é uma ótima maneira de promover momentos de relaxamento e interação entre os funcionários. As cores vibrantes e a presença de elementos naturais ajudam a criar espaços agradáveis e acolhedores, incentivando pausas revigorantes durante o dia de trabalho.

Programa de cuidado das flores entre os funcionários: Crie um programa de cuidado das flores no qual os funcionários se voluntariam para cuidar das plantas e flores em um sistema de rodízio. Isso não apenas promove a conscientização sobre a importância do cuidado com as plantas, mas também envolve todos os colaboradores no processo. Esse momento traz mais relaxamento para a rotina. Na Flower Club, as flores vêm com informações sobre a espécie, dicas de como cuidar e um pacotinho de nutrientes para manter o buquê lindo por mais tempo.

#FlowerMonth

De 13 a 30 de novembro, a Flower Club vai celebrar a #FlowerMonth com uma promoção especial. Novos clientes terão desconto de 30% na primeira mensalidade do programa de assinatura de flores. Para aproveitar o desconto basta usar o código promocional FlowerMonth30 no momento da inscrição.

 

Flower Club
flowerclub.com.br


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