Pesquisar no Blog

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Férias chegando: comuns, traumas na região bucal precisam ser tratados com especialista

Bucomaxilo do Vera Cruz Hospital orienta sobre os primeiros procedimentos em casos de quedas, trombadas e outros acidentes domésticos e ao ar livre
 

Crianças são cheias de energia e vigor, principalmente no período de férias, já muito próximo. Basta um minuto de descuido e o som do choro dá o alerta: algo aconteceu. Pode ser uma queda, uma trombada ou um descuido com algum brinquedo. Seja o que for, mães, pais e responsáveis sempre acabam tendo que colocar em prática seu lado “médico”. Um joelho ralado, um arranhão no braço e outras situações menos complexas já estão na rotina. Mas o que fazer quando o trauma envolve a região bucal? A primeira coisa é não se desesperar. 

“Em casos de traumatismo facial grave (com hematoma, dor ou sangramento) ou até mesmo de média intensidade que causem ou indiquem qualquer alteração, é importante levar a criança prontamente a um hospital. O especialista de cirurgia e traumatologia vai avaliar o quadro e definir qual será a conduta mais adequada”, salienta Ygor Telles Zuqui da Costa, cirurgião-dentista e traumatologista bucomaxilofacial do Vera Cruz Hospital, em Campinas (SP). 

Até a chegada à unidade de saúde, porém, é necessário adotar algumas medidas imediatas para amenizar as possíveis complicações decorrentes do traumatismo facial. “É importante limpar suavemente o local ferido com água corrente e fazer a compressão com uma toalha ou outro tecido limpo. Isso ajudará a conter o sangramento e amenizará os efeitos do trauma. Em seguida, até a chegada ao pronto atendimento, a orientação é ter uma compressa fria/gelada no local, que pode ser feita com pedras de gelo envoltas em uma toalha, bolsa de gelo ou algo do gênero. Isso ajudará a diminuir o inchaço e possíveis hematomas”, pontua. 

Em caso de avulsão dental, ou seja, se o dente inteiro ou parte dele cair, deve ser colocado em um recipiente limpo, com leite, e levado junto ao atendimento emergencial. Se não for possível transportar em leite, pode ser em soro fisiológico. “É importante lembrar que não se deve lavar o dente perdido nem armazenar em água, pois diminui as chances de sucesso em um possível reimplante dental. No local de atendimento, o cirurgião bucomaxilofacial ou cirurgião-dentista avaliará a possibilidade de o dente ser reimplantado ou, em casos de fragmentos, estes serem restaurados”, esclarece. 

Outro ponto de atenção são as situações em que o dente entorta, seja para dentro ou para fora. Nesses casos, a orientação é não mexer para não causar um dano maior e procurar um especialista.

 

Fases x traumas

De modo geral, segundo o especialista, os atendimentos mais corriqueiros de traumatismo facial têm relação com queda da própria altura, tanto na infância quanto na adolescência. No entanto, o que varia é a intensidade e as situações em que ocorrem. “Em bebês de zero a três anos, são quedas ou colisões com móveis e objetos espalhados nos ambientes, pois, nesta fase, estão aprendendo a andar, se descobrindo, e é comum a perda de equilíbrio e a diminuição da percepção de espaço, levando a traumas faciais, principalmente escoriações e edemas”. 

Em crianças com idade entre quatro e oito anos, a causa mais comum está relacionada a lutas, brincadeiras com as mãos e demais do gênero, que levam à queda. “Nesses casos, os traumas podem evoluir para cortes, escoriações mais importantes e até mesmo fraturas, que ocorrem principalmente em parques, escolas, durante os momentos de lazer, sendo mais comuns nos finais de semana ou durante atividades externas”. 

Dos nove aos 12 anos, atividades mais intensas tendem a gerar traumatismos mais importantes, relacionados a atividades como andar de bicicleta, patins, skate e subir e descer de brinquedos mais altos, podendo levar a fraturas faciais, cortes, escoriações e hematomas. 

Segundo Zuqui da Costa, adolescentes tendem a ser mais conscientes dos riscos. “Nesta fase, são mais comuns os traumatismos faciais em meninos do que em meninas devido à tendência a atividades mais intensas, principalmente atividades desportivas de contato e prática de atividades e esportes radicais, que costumam causar fraturas faciais, edemas, cortes e escoriações”.

 

Tratamento

O tratamento mais apropriado varia conforme a intensidade do traumatismo. “Os casos mais comuns são aqueles com baixa ou média intensidade, que geralmente levam a tratamentos conservadores (medicação e observação) ou pequenas suturas (pontos). Já os casos mais graves podem necessitar de uma intervenção cirúrgica”, explica.

 

Consequências

Em caso de trauma ou pancada na região bucal, o importante é investigar para descartar qualquer gravidade. “Esses traumas podem causar, além do dano estético, danos funcionais que, se não tratados de forma imediata e correta, podem levar a complicações no desenvolvimento facial e à necessidade de intervenções cirúrgicas mais complexas no futuro. Algumas sequelas podem gerar dificuldade respiratória, de abertura e fechamento de boca, de mastigação e deglutição, alterações de desenvolvimento facial e até mesmo danos neurológicos e visuais”, alerta. 

A boa notícia é que a maioria das complicações decorrentes do traumatismo facial, quando diagnosticada e tratada de forma precoce, tende a apresentar um prognóstico extremamente favorável. Por via de regra, o principal é procurar atendimento especializado, geralmente um pronto-socorro, para que o paciente seja avaliado o mais precocemente possível e, no máximo, ficar com uma pequena cicatriz de infância. 

 

Dr. Ygor Telles Zuqui da Costa (CBO 2232-68) - cirurgião-dentista e traumatologista bucomaxilofacial, cirurgião oral e maxilofacial e odontólogo do Vera Cruz Hospital.

 

Anticoncepcionais hormonais e efeitos colaterais: entenda a relação

Manuela Merolli
Efeitos colaterais podem incluir problemas neuropsiquiátricos e aumento de risco de tentativa de suicídio

 

Desde sua introdução revolucionária em 1950, a pílula anticoncepcional oral combinada tornou-se uma opção de contracepção amplamente utilizada por inúmeras mulheres em todo o mundo. Além de fornecer um método eficaz para evitar uma gravidez indesejada, os contraceptivos hormonais oferecem uma variedade de benefícios, incluindo o tratamento de condições ginecológicas, como endometriose, adenomiose, síndrome dos ovários policísticos e distúrbios menstruais. No entanto, os recentes estudos levantam preocupações sobre os efeitos neuropsiquiátricos associados aos medicamentos, revelando que podem ser mais comuns do que se imaginava.

A associação entre o uso da pílula e os efeitos no humor tem sido um tópico controverso e de interesse crescente. Enquanto pesquisas anteriores não encontraram evidências claras de um impacto significativo no bem-estar geral ou na depressão em mulheres que usam contraceptivos orais combinados, novas investigações destacam a possível ligação entre os anticoncepcionais hormonais e problemas neuropsiquiátricos.

“A relação exata dos contraceptivos com transtornos de humor ainda é incerta, porém, atualmente alguns estudos têm apontado que a incidência de problemas como depressão e ansiedade é maior em usuárias de métodos contraceptivos hormonais”, explica Alexandra Ongaratto, médica ginecologista, especializada em ginecologia endócrina e climatério, e Diretora Técnica do primeiro Centro Clínico Ginecológico do Brasil, o Instituto GRIS. “Tudo indica também que existe uma relação de dose/dependência do efeito”, complementa.

 

Contracepção hormonal e depressão

Uma pesquisa dinamarquesa publicada no JAMA Psychiatry, que incluiu mais de 1 milhão de mulheres, encontrou uma associação significativa entre o uso de contracepção hormonal e o uso de antidepressivos, bem como o primeiro diagnóstico de depressão. Além disso, observou-se que os adolescentes tinham uma taxa mais alta de primeiro diagnóstico de depressão e uso de antidepressivos em comparação com mulheres de 20 a 30 anos.

Outras análises também identificaram preocupações sobre o uso prolongado de levonorgestrel – hormônio presente em muitos contraceptivos. A exposição prolongada ao hormônio foi significativamente associada à ansiedade e a problemas de sono, mesmo em mulheres sem histórico de problemas relacionados.



Risco de suícidio triplicado

Outro estudo, publicado no American Journal of Psychiatry, encontrou um risco quase duas vezes maior de tentativa de suicídio e mais de três vezes o risco de suicídio entre mulheres que tomam contraceptivos hormonais em comparação com mulheres que nunca receberam esses medicamentos.

No entanto, Alexandra adverte que ainda há lacunas de conhecimento significativas nessa área, o que dificulta tirar orientações definitivas. Segundo ela, as informações mais recentes sobre o uso de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos em mulheres em idade reprodutiva são escassas e, em alguns casos, desatualizadas. 

“A anticoncepção é uma grande aliada na vida da mulher. Cabe ao médico responsável pelo tratamento ter sensibilidade de individualizar a escolha do método mais adequado para cada paciente, pois um hormônio ou tratamento que não é bom para um, pode ser ótimo para outro”, ressalta a ginecologista.

Em meio a essas descobertas, é fundamental que as mulheres tenham conhecimento dos possíveis efeitos neuropsiquiátricos ao considerar o uso de contraceptivos hormonais, portanto, consultar um profissional de saúde e tomar decisões informadas sobre a contracepção é crucial para garantir a saúde e o bem-estar geral das mulheres.

“A pesquisa sobre o tema continua evoluindo, e é essencial que a comunidade médica e científica continue investigando os riscos e benefícios dos anticoncepcionais hormonais, fornecendo informações cada vez mais precisas e desenvolvidas para ajudar as mulheres a tomarem decisões assertivas sobre sua saúde reprodutiva”, finaliza Alexandra.

 

 Instituto GRIS

 

Câncer de Próstata: especialista alerta para mitos e verdades

Drª Amanda De Oliveira, coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, aborda as principais dúvidas sobre a enfermidade que acomete milhões de brasileiros 


O câncer de próstata é uma das doenças mais comuns entre os homens em todo o mundo, e sua importância na saúde masculina não pode ser subestimada. No entanto, há muita desinformação circulando sobre a doença, o que pode levar a equívocos e escolhas inadequadas de cuidados de saúde. 

Neste cenário, Drª Amanda De Oliveira, coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, explica 6 mitos e verdades sobre o câncer de próstata. Confira.

 

Câncer de próstata não afeta homens jovens?

Mito. Embora o risco aumente com a idade, o câncer de próstata pode afetar homens mais jovens. Casos diagnosticados em homens na faixa dos 40 anos não são incomuns.

 

O câncer de próstata é uma doença rara?

Mito. O câncer de próstata não é raro. Na verdade, é a segunda causa mais comum de câncer entre homens em todo o mundo, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma. No Brasil, a estimativa é de que, anualmente, ocorram mais de 65.000 novos casos.

 

Todos os cânceres de próstata precisam de tratamento imediato?

Mito. Nem todos os cânceres de próstata exigem tratamento imediato. Vai depender da quantidade de células cancerígenas presentes no tecido da biópsia. O tratamento é decidido com base no estágio e no tipo de câncer.

 

O câncer de próstata sempre requer tratamento agressivo?

Mito. Nem todos os casos de câncer de próstata requerem tratamento imediato e agressivo. Alguns cânceres de próstata são de crescimento muito lento e podem ser monitorados de perto por meio da vigilância ativa. O tratamento pode ser recomendado apenas quando o câncer mostra sinais de progressão. A abordagem de tratamento dependerá do estágio, grau e tipo de câncer, bem como da saúde geral do paciente.

 

A dieta e o estilo de vida podem influenciar o risco?

Verdade. Um fato pouco conhecido é que a alimentação e à rotina desempenham um papel na redução ou aumento do risco de câncer de próstata. Uma dieta rica em frutas, vegetais e alimentos com baixo teor de gordura animal, juntamente com a prática regular de exercícios físicos, pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer de próstata. Por outro lado, o consumo excessivo de carne vermelha e produtos lácteos com alto teor de gordura pode estar associado a um maior risco da doença. Manter a saúde em dia traz uma série de benefícios para a longevidade, o bem-estar e a qualidade de vida.

 

É verdade que todos os homens a partir de 40 anos precisam fazer exame do toque retal (exame digital retal, toque prostático)?

Mito. O exame de toque deve ser considerado um exame de rotina para homens acima de 50 anos, sendo realizado anualmente. Já para homens do grupo de risco, principalmente com histórico familiar, devem considerar o exame a partir dos 40 anos. Existem outros exames que podem ser feitos antes como PSA e exame de urina.

  

Mês de Conscientização do Diabetes

Médico elenca mitos e verdades sobre o Diabetes
 

O Diabetes, doença crônica e silenciosa que atinge cerca de 62 milhões de pessoas somente nas Américas, segundo o Panorama do Diabetes da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), tem quase metade dos pacientes (44,7%) sem diagnóstico, número preocupante diante das complicações ocasionadas por essa enfermidade.1  

No Brasil, o Diabetes atinge aproximadamente 15,7 milhões de pessoas, o que fez o país chegar à sexta posição em número de casos em 2021, no ranking global da Organização Mundial da Saúde (OMS).2 Para 2045, a previsão é que o país conte com 23,2 milhões de diabéticos.3 

Além do Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), o tipo mais prevalente da doença (90% dos casos), há também o Diabetes do tipo 1 (DM1), uma doença autoimune, na maior parte dos casos, descoberta na infância ou na adolescência. No Diabetes tipo 2, ocorre uma resistência ao hormônio insulina, produzido pelo pâncreas, e são recomendados como formas de controle o uso de medicamentos orais e insulina, além de modificações no estilo de vida. Já em pacientes com Diabetes tipo 1, há uma destruição das células do pâncreas que são responsáveis pela produção de insulina. Nesses casos, o tratamento é à base de insulina. 

O acompanhamento por meio de testes laboratoriais é essencial para pacientes com ambos os tipos de Diabetes (1 e 2). O exame de hemoglobina glicada, que aponta o nível de glicose no sangue dos últimos três meses, é fundamental não apenas para o controle do Diabetes já existente, mas também para identificar casos de pré-Diabetes e Diabetes de pacientes que ainda desconhecem o diagnóstico. 

Novembro é considerado o mês internacional de conscientização do Diabetes e da importância de realização dos exames periódicos de rotina, principalmente, em pacientes que apresentam fatores de risco. Embora a doença seja conhecida, o subdiagnóstico ainda é uma preocupação de saúde pública, informa o médico Fernando Valente, endocrinologista e professor da Faculdade de Medicina do ABC na disciplina de Endocrinologia. Para esclarecer as dúvidas mais importantes sobre o diagnóstico do Diabetes, o médico listou alguns mitos e verdades que envolvem o tema. Veja a seguir.

 

O Diabetes pode ser evitado. DEPENDE. 

As duas formas mais conhecidas do Diabetes Mellitus são o tipo 1, na qual o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina [DM1] e o tipo 2, que afeta a forma como o corpo processa a glicose, aparecendo quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz [DM2]. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes4, cerca de 90% das pessoas que têm Diabetes tem o tipo 2, enfermidade que se desenvolve principalmente junto a outras condições, como doenças metabólicas, obesidade, hipertensão, colesterol alto e esteatose hepática (gordura no fígado). 

O DM1 é uma doença autoimune, aguda e que se manifesta principalmente por meio de sintomas típicos como perda de peso, sede excessiva, necessidade de urinar com frequência e cansaço, segundo Fernando Valente. Por suas características, não pode ser evitado. “Quando é diagnosticado, comumente em crianças e adolescentes, normalmente o paciente perdeu de 80% a 90% da função do pâncreas”, explica. 

Já o DM2, segundo o endocrinologista, é mais comum em adultos, principalmente a partir de 40 a 45 anos. “Indivíduos com problema de obesidade correm mais risco de desenvolver o Diabetes tipo 2 por conta do aumento da resistência à insulina. O pâncreas é mais exigido e isso acaba levando o órgão à uma situação de exaustão. No caso do Diabetes tipo 2, quando são feitos exames de rotina em pessoas que são predispostas e correm risco de desenvolver a doença, podemos evitar a evolução no caso do pré-Diabetes, ou o agravamento da doença quando descoberto em fase inicial. Se o paciente não realiza a glicemia em jejum e a hemoglobina glicada periodicamente, ele pode manifestar o DM2 em fase mais avançada, ou seja: quando o pâncreas está próximo à falência. Por isso, a realização de exames laboratoriais, como a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada são tão importantes”, reforça.

 

Quando diagnosticado a tempo, o pré-Diabetes pode ser revertido. VERDADE. 

O endocrinologista explica que o pré-Diabetes é uma forma intermediária entre o padrão normal da glicemia e o Diabetes. “Essa é uma situação de alerta, pois o risco de desenvolvimento para o Diabetes é alto, além de aumentar também o risco cardiovascular”, afirma. A condição pode vir acompanhada de outras alterações metabólicas, como triglicérides alto, esteatose hepática e colesterol alto, além de outras comorbidades associadas com o aumento de peso, como a pressão alta. 

Segundo o especialista, embora o pré-Diabetes não seja totalmente inofensivo, também não é uma situação que apresenta a mesma gravidade do Diabetes já diagnosticado. 

“No caso do pré-Diabetes, é possível reverter a situação. O paciente terá a indicação de realizar um acompanhamento médico adequado para garantir que não desenvolva o Diabetes. A pessoa pode voltar ao nível de glicose normal. A condição também não apresenta sintomas, mas pode ser diagnosticada com os mesmos exames laboratoriais utilizados para diagnosticar o Diabetes. Por isso o rastreio é tão importante para todos a partir de 45 anos ou antes disso, na presença de fatores de risco. Lembrando que, uma vez diagnosticado, o Diabetes não tem cura”, diz.

 

O diagnóstico tardio pode levar a complicações crônicas. VERDADE. 

Fernando Valente alerta: a glicose agudamente alta é extremamente perigosa e pode levar a inúmeras complicações, que vão desde a cegueira até o coma diabético. 

“Entre as complicações mais graves, está a cetoacidose diabética, que acomete principalmente pacientes com DM1. Acontece quando a pessoa não produz insulina alguma e não realiza o tratamento corretamente. Nesse caso, o sangue fica mais ácido, e isso pode gerar uma série de complicações, que podem levar à morte”, ressalta. 

Além disso, outras possíveis complicações são a retinopatia diabética, que pode levar à cegueira, o desenvolvimento da doença renal crônica e, posteriormente a falência renal, que leva o paciente à necessidade de um transplante. Ele destaca também a neuropatia diabética, que leva ao comprometimento dos nervos e pode resultar em risco maior de amputação. “Por conta da neuropatia, a pessoa pode não sentir um machucado grave e ter complicações. O Diabetes é, portanto, a maior causa de amputação de membros”, diz o médico.

 

Uma vez diagnosticada, a realização de exames para o Diabetes não é mais necessária. MITO. 

Valente reforça que, mesmo após o diagnóstico, os exames de acompanhamento são essenciais. “Além da hemoglobina glicada e da glicemia de jejum, uma vez por ano é necessário que o paciente realize uma avaliação com oftalmologista, exame de função dos rins, além de ter os pés examinados”, ressalta. 

O médico recomenda também o acompanhamento multidisciplinar com nutricionista, educador físico e psicólogo. “Mesmo que o paciente não tenha sintomas, é necessário realizar periodicamente o rastreamento para complicações crônicas”. O médico recomenda ainda que os pacientes evitem o estresse, o tabaco e que mantenham bons hábitos, com alimentação adequada e atividades físicas regulares. 

“A Siemens Healthineers, por meio de múltiplos canais e soluções, oferece uma ampla variedade de testes que estão relacionados ao diabetes e que auxiliam na diferenciação entre o diabetes tipo 1 e o tipo 2. Estudos5mostram que manter os níveis de açúcar no sangue próximos ao normal, medidos pelo teste de hemoglobina glicada, reduz bastante o risco de complicações, inclusive em pequenos vasos sanguíneos. Por isso, o teste de HbA1c é de extrema importância para acompanhar quem já possui o diagnóstico de diabetes. É o exame mais indicado no momento para proporcionar uma ampla visão à eficácia dos planos de tratamento e escolhas do estilo de vida. A redução dos níveis de Hemoglobina Glicada ajuda a prevenir doenças oculares, renais e nervosas causadas pelo diabetes”, explica Thais Leonel, Especialista Clínica de Assuntos Médicos da Siemens Healthineers. 

Para conhecer outras soluções disponíveis pela Siemens Healthineers para o diagnóstico do Diabetes, acesse este link.

 


Siemens Healthineers
Mais informações estão disponíveis no site da Siemens Healthineers



Referências:

1 e 3: IDF Diabetes Atlas, 10th edn. Brussels, Belgium: 2021. Disponível no link. Acesso em: 6 nov. 2023.

2: Fundação Oswaldo Cruz [FIOCRUZ]. 2021. Páginas especiais: Diabetes. Disponível no link. Acesso em: 6 nov. 2023.

4: Tipos de Diabetes. Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível no link. Acesso em: 6 nov. 2023.

5: Murray, P., Chune, G.W. & Raghavan, V.A. Legacy Effects from DCCT and UKPDS: What They Mean and Implications for Future Diabetes Trials. Curr Atheroscler Rep 12, 432-439 (2010). Link clicando aqui. Acesso em: 17 nov. 2023.


Especialista revela hábitos comuns capazes de prejudicar a saúde bucal

Para José Todescan Júnior, membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, a ingestão de bebidas e alimentos açucarados, o tabagismo e a falta de visitas regulares ao dentista são os principais vilões 

 

O sorriso é uma das expressões mais encantadoras e poderosas que as pessoas possuem. No entanto, muitas vezes não é dada a devida atenção aos cuidados necessários para mantê-lo saudável e radiante. Embora a escovação regular e o uso do fio dental sejam práticas essenciais para a saúde bucal, existem comportamentos cotidianos que, de forma silenciosa, podem minar a beleza e a força de um sorriso.

De acordo com o Dr. José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental, odontopediatria e endodontia, além de membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, é crucial evitar o consumo excessivo de açúcar. “Alimentos e bebidas açucaradas são prejudiciais à saúde bucal, uma vez que as bactérias na boca convertem os açúcares em ácidos, os quais podem corroer o esmalte dental e causar lesões cariosas”, alerta.

O especialista aponta que um dos maiores vilões que ameaçam a saúde dos dentes é o tabagismo. “Além dos danos à saúde geral, o hábito de fumar contribui para o amarelamento dos dentes, problemas de gengiva e aumenta o risco de doenças periodontais. A nicotina presente nos cigarros também pode causar manchas permanentes, comprometendo a estética do sorriso”, pontua. Ele explica, porém, que a maioria destas manchas são removidas facilmente na profilaxia e por isso não amarelam os dentes. 

Outro inimigo silencioso são as bebidas ácidas, como refrigerantes, sucos cítricos e energéticos. “Além disso, o consumo excessivo de café, um hábito comum para muitos, também pode contribuir para manchas indesejadas nos dentes, assim como as manchas de cigarro”, exemplifica. 

Segundo Todescan, o hábito de morder objetos, seja por estresse ou simplesmente por costume, também pode ser extremamente prejudicial. “Roer unhas, utilizar os dentes como ferramentas para abrir embalagens ou morder objetos duros pode causar fraturas, lascas e até mesmo desgastes, comprometendo a integridade dental. Esse costume deve ser evitado ao máximo”, declara.

Além desses comportamentos, negligenciar as visitas regulares ao consultório de um dentista é o erro mais comum. “Muitas vezes, problemas dentários começam silenciosamente e podem se agravar de forma despercebida. Consultas periódicas não apenas ajudam na prevenção, mas também permitem identificar precocemente problemas bucais e tratá-los antes que se tornem mais graves”, revela.

É fundamental compreender que a saúde bucal vai além da estética do sorriso. Cuidar dos dentes e da boca é essencial para manter não apenas a beleza, mas também a funcionalidade e a saúde geral do organismo. “Para isso, é imprescindível adotar hábitos saudáveis, evitar comportamentos prejudiciais e realizar visitas regulares ao dentista. Investir na saúde bucal significa investir em qualidade de vida e bem-estar”, finaliza.

 

José Todescan Júnior - Atuando com excelência na área de Odontologia há mais de 33 anos, José Todescan Júnior é especialista em Prótese Dental e Odontopediatria pela USP, endodontia e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, membro da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e membro da Associação Brasileira de Odontologia Estética. Ele acredita que o profissional que se aperfeiçoa em diversas áreas pode escolher sempre o melhor para os pacientes.


Clínica Todescan
Para mais informações, acesse o site ou pelas redes sociais.


Dengue: números de 2023 já superam o total de casos registrado no ano passado 

Com a onda de calor, a tendência segue de alta para os próximos meses e acende alerta  


As altas temperaturas registradas em todo o país e as chuvas que estamos vendo este ano, criam um ambiente propício para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e Chikungunya e alertam para o aumento de casos registrados, que já chegou a 1.530.940 este ano, 16,5% a mais que no mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde. 

Além dos cuidados diários para evitar a proliferação do mosquito – que incluem cuidados simples na rotina, evitando condições propícias ao desenvolvimento do mosquito como água parada em telhados, calhas, garrafas e pneus e caixas d’agua e reservatórios de água sem tampa - é preciso estar atento aos primeiros sinais e sintomas da doença, que incluem: febre de início abrupto acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, além de náuseas, vômitos e dores abdominais.  

Esses sintomas se assemelham aos da zika e chikungunya, também transmitidas pelo aedes e em alguns casos pode se assemelhar aos sintomas de COVID-19. O que pode confundir e acarretar tratamento errado com automedicação, demora no diagnóstico e consequentemente atraso no início do tratamento adequado. 

“A medicina diagnóstica desempenha um papel fundamental, ao proporcionar exames com laudos precisos para a definição diagnóstica com segurança, para que o médico defina e conduza o tratamento de forma resolutiva, com assistência e manejo clínico adequados”, explica a médica hematologista do Sabin Diagnóstico e Saúde, Maria do Carmo Favarin. 

“Hoje o exame de antígeno NS1, ideal para o diagnóstico nos primeiros cinco dias de sintomas, fornece o resultado em até um dia, e a pesquisa de anticorpos IgG e IgM, realizada para casos com mais de 5 dias de sintomas, traz ainda a possibilidade de realizar um único exame o diagnóstico das três doenças disseminadas pelo Aedes, dengue, zyka e chikungunya com resultado em até dois dias”, explica a médica. 

Buscar um médico o mais rápido possível, sempre que se observar algum sintoma é fundamental para garantir um diagnóstico preciso e o tratamento adequado. Só por meio de exames laboratoriais é possível determinar qual é a doença para assim realizar com assertividade o tratamento.  

A dengue é reconhecida como uma das principais causas de doenças graves com morte em crianças em alguns países da Ásia e da América Latina. Não existe tratamento específico para as formas de dengue. A Organização Mundial da Saúde - OMS recomenda além da vigilância epidemiológica, o diagnóstico e atendimento médico precoces e adequados, além da vacinação, para redução da mortalidade.

 

Vacina é estratégia na luta contra o vírus  

A vacina QDENGA (TAK-003), produzida pelo laboratório Takeda e disponível no Brasil desde julho deste ano. Produzido a partir do tipo 2, vírus mais grave da doença, o imunizante faz a proteção contra os quatro tipos de vírus que podem causar dengue: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. 

“Como existem quatro sorotipos de vírus da dengue, quando a pessoa é contaminada, fica imune (protegido) àquele tipo específico, por exemplo o DENV1. Mas pode contrair novamente a doença pelos outros tipos do vírus. A QDenga tem se mostrado eficaz na proteção contra todos os sorotipos”, explica a consultora de Imunização do Sabin Diagnóstico e Saúde, a médica infectologista, Ana Rosa dos Santos.        

O novo imunizante, é indicado para pessoas de 4 a 60 anos de idade, previne cerca de 80% dos casos gerais de dengue, cerca de 15% a mais do que vacinas anteriores, e redução em mais de 90% da hospitalização. O esquema vacinal é reduzido, necessita de duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A QDENGA está disponível nas unidades de vacinas do Sabin. 

 

Cenário nacional   

Segundo informações do Boletim Epidemiológico nº 13, divulgado pelo Ministério da Saúde, com dados das semanas epidemiológicas de 1 a 35 de 2023, já foram registrados 1.530.940 casos prováveis de dengue no país, 16,5% a mais que no mesmo período do ano passado. Em 2022, foram 1.450.270 casos prováveis de dengue registrados no Brasil durante todo o ano, número já ultrapassado este ano. 

Foram ainda confirmados 21.624 casos de dengue com sinais de alarme e de dengue grave (DSA e DG), o que representa um aumento de 16,4% em relação a 2022. O número de óbitos chegou a 946 confirmados este ano e 279 ainda seguem em investigação. 

A região Sul possui maior coeficiente de incidência com 1.269,8 casos por 100 mil habitantes, seguida da Região Sudeste e Centro-oeste, com 1.028,6 e 935,9 respectivamente. 



Grupo Sabin
https://www.sabin.com.br

25 de novembro - Dia Nacional do Doador de Sangue

Doar sangue gera benefícios físicos? Conheça os mitos e verdades revelados pela Dra. Sangue Bom

 

Até algumas décadas atrás, acreditava-se que doar sangue fazia com que ele ficasse mais “fino”, o que teoricamente reduziria o risco de doenças do sistema cardiovascular. Mas no início dos anos 2000, a American Heart Association publicou uma pesquisa que avaliou doadores de sangue por muitos anos, mostrando que isso não ocorre de fato. O que ocorre é o chamado viés de seleção, ou seja, para doar sangue é preciso que o doador esteja em bom estado de saúde, então o grupo de doadores costuma ser mais saudável do que a população em geral. 

A médica hematologista Regina Chamon, conhecida como Dra. Sangue Bom no Instagram, explica que doar sangue não previne doenças. “Há um mito de que doar afina o sangue, o que não é verdade. Em cerca de 1 semana o sangue que foi doado já é reposto pelo próprio organismo, então o sangue não afina. O que acontece na doação é que, ao doar, são feitos exames para avaliar doenças que podem ser transmitidas pelo sangue, como hepatite B, hepatite C, e HIV. Por esses exames, pode-se fazer um diagnóstico precoce dessas doenças que resultaria em um tratamento mais rápido. Vale ressaltar que não se deve fazer doação de sangue apenas para fazer esses exames”, explica a médica que também faz parte do Cuida, um projeto de conteúdos relacionados à saúde no Instagram. 

A médica, que tem uma abordagem integrativa da hematologia, está disponível para entrevistas. O que acha de fazermos uma matéria explicando os mitos e verdades que envolvem o ato de doar sangue? Também podemos falar dos benefícios para além dos ganhos fisiológicos. 

A doação de sangue é um ato voluntário que pode ajudar a salvar muitas vidas. Os benefícios para o doador extrapolam a saúde física. O principal benefício é a sensação de bem-estar que um ato voluntário de ajudar ao próximo pode trazer. O ato de doar gera maior bem-estar emocional para quem doa do que para quem recebe. “Não existe sangue bom e sangue ruim. Existem tipos de sangue que são mais frequentes na população, como é o caso do O positivo e tipos que são menos frequentes, como o O negativo. Mas todos os tipos sanguíneos são muito preciosos no caso da doação, então se você deseja doar, será bem vindo”, finaliza a Dra.

 

O Cuida
carolasarmento e cuidagente. insta no instagram.


Perigos de misturar produtos químicos para limpeza

Alergista destaca riscos à saúde e razões pelas quais nunca se deve realizar alquimias caseiras

 

Em 2020, a Anvisa identificou um aumento de 23% nos casos de intoxicação em adultos, devido ao mau uso de produtos de limpeza: foram mais de 1.500 casos, entre janeiro e abril daquele ano de pandemia, em relação ao mesmo período do ano anterior. Principalmente na Internet, são muitas as fontes duvidosas, compartilhando mitos e receitas acessíveis financeiramente, com promessas milagrosas para extrair manchas, odores, ou deixar pisos e superfícies limpos em minutos. 

“O risco de misturar produtos de limpeza é de eles reagirem e haver uma liberação de gases irritantes”, explica o especialista em Alergologia e Imunologia Clínica pelo São Cristóvão Saúde e Membro da ERS (European Respiratory Society), Dr. Alexandre Okamori. Entre os possíveis sinais de intoxicação, o médico destaca:

  • Crises de tosse;
  • Falta de ar e chiado;
  • Coceira na pele;
  • Sintomas de coriza;
  • Espirros;
  • Obstrução nasal, em pacientes alérgicos. 

“Além disso, se a pessoa for alérgica a algum componente desses produtos, pode ter uma reação de pele ao contato ou até queimaduras”, sinaliza o alergista. Outro fator é que, dependendo da mistura realizada, os componentes podem até mesmo causar explosões, colocando pessoas e suas residências em risco.
 

Armazenamento

Também é comum pessoas guardarem esses produtos clandestinos em embalagens inadequadas, como em potes de alimentos, garrafas de refrigerante, de leite ou shampoo. Para isso, além de jamais realizar misturas por conta própria, é preciso ler atentamente os rótulos e embalagens dos produtos, para seguir recomendações dos fabricantes. 

No site Pode Misturar, é possível verificar se substâncias químicas são seguras de se misturar. Porém, vale ressaltar: esses produtos não são testados por profissionais e sua potência pode ser prejudicada, anulando o efeito desejado. 

Em caso de suspeita de intoxicação química, ou qualquer exposição a produtos de limpeza, deve-se buscar atendimento imediato. Afinal, nenhuma limpeza vale tanto quanto a saúde.

 

Grupo São Cristóvão Saúde

 

Células-tronco no esporte

Reprodução
Se você é um atleta profissional ou mesmo amador, sabe que com o excesso de exercícios físicos, se causa um desgaste nas articulações e na própria musculatura com frequentes lesões durante a vida esportiva. Muitas dessas lesões tornam as pessoas inaptas a exercer o seu melhor durante o esporte e no dia a dia. Isso, quando não se veem obrigadas a interromper toda uma carreira, devido a uma lesão ou desgaste sério de alguma parte do corpo que não se regenera, como o joelho, por exemplo. 

Um joelho muito desgastado às vezes não é recuperado nem mesmo com prótese ou cirurgia, porque ainda que se elimine a dor, a performance daquele joelho já não se torna mais a que foi anteriormente. Além disso, o impacto mental e emocional para a pessoas que passam por esse processo é algo muito delicado. Muitas vezes, o indivíduo fica anos lidando com a dor e com uma performance limitada, que prejudica seu entusiasmo, vigor, alegria e até mesmo a vontade de continuar, o paciente se torna depressivo, quando não, ranzinza. Mas isso é natural, conviver com uma dor é que não é e nem deveria ser algo normal. 


Mas há uma boa notícia, aliás, uma excelente notícia!

Os protocolos biológicos de células-tronco são capazes de curar totalmente as articulações e partes do corpo que são praticamente desenganadas pela medicina tradicional, tendo a cirurgia ou implante de próteses como a única solução. Felizmente remamos contra a maré quando falamos sobre células-tronco. 

Os protocolos biológicos criados por mim não necessitam de cirurgia e ou prótese. A partir de um tratamento simples, local e endovenoso, se pode restaurar todo um joelho e a disposição do paciente que ficou para traz durante o seu processo de dor. A vida volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído, de satisfação com o próprio corpo, a carreira como atleta e a vontade de viver. 

Quando utilizo esses protocolos em meus pacientes, muitas vezes, eles vêm por um único motivo, como a perda do sono, o rejuvenescimento, uma dor ou doença especifica, mas quando eles colhem os resultados do tratamento, que alguns vem a curto prazo e outros a médio e longo prazo, eu vejo o meu paciente brilhar outra vez, é como se ele voltasse a vida. E de certa forma é isso mesmo que ocorre. 

As células-tronco ou as Partículas Divinas, como gosto de chamá-las vem regenerando os corpos de meus pacientes de forma tão efetiva, que transformam suas vidas completamente, a alegria de viver é um efeito colateral latente dentre todos os meus pacientes. 

Imagina você tratar uma doença e se perceber mais jovem e mais bonito em seguida? Sentir uma disposição que há décadas não sentia, se percebendo e se sentindo adolescente outra vez? 

Este é o poder das células-tronco, que nenhum outro remédio pode trazer, nem prótese, nem cirurgia e nem somente vitaminas, minerais ou suplementos alimentares. Embora eu utilize a soroterapia como uma ferramenta de apoio aos tratamentos e melhore os níveis de vitaminas e bons suplementos em meus pacientes, somente isto não faria toda a mágica que as células-tronco faz. 

Cada paciente é devidamente examinado, ouvido e tratado com muito carinho e respeito. E o sucesso dos tratamentos são evidentes para mim no sorriso que meus pacientes voltam a esboçar, quando começam a perceber os resultados dos protocolos biológicos em seus corpos. E mais: eles sempre voltam para repetir o tratamento ou solicitar um novo protocolo. A alegria é tão grande que eles passam a usar as Partículas Divinas para todo e qualquer problema de saúde que vem a ter na sua vida e não mais seguem na medicina tradicional. 

Meus pacientes também voltam com familiares e amigos, desejando que o mundo todo possa ter acesso ao que hoje pertence a apenas uma elite. E o meu propósito de vida tem sido cada vez mais o compartilhar de informações sobre o que vai causar uma disrupção do conhecimento em todo o planeta. 

As células-tronco vieram para mudar a forma como tratamos o nosso corpo hoje e como iremos mantê-los cada vez mais jovens mesmo que vivendo mais a cada geração. 

As Partículas Divinas, as células-tronco, existem e estão aí para mudar a forma como você se cuida, se trata e compreende a medicina.  

 

Tércio Rocha - Médico com mais de 30 anos de carreira em endocrinologia, especialista em medicina regenerativa, estética, emagrecimento, envelhecimento saudável e criador de vários protocolos com células-tronco, reconhecido no Brasil, França e Estados Unidos. Membro da Societè Francaise de Mesoterapie e da Societè Francaise de Medicine Estethique. Membro fundador da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Introdutor do Botox no Brasil e da Mesoterapia. Autor do livro “Partículas Divinas: uma trajetória médica e de vida entrelaça às células-tronco!” (Literare Books International). Instagram: @dr.terciorocha


Decifrando os sinais: entenda o que suas unhas querem dizer sobre sua saúde

Especialista do CEJAM explica características que podem indicar possíveis problemas no organismo 


Além de serem um elemento de nossa estética, as unhas podem nos fornecer informações valiosas sobre a nossa saúde. Isso porque, frequentemente, elas refletem o estado geral de nosso organismo e, com isso, podem servir de “start” para buscarmos respostas nesse sentido. 

Mudanças na cor, textura, formato e crescimento das unhas podem ser indicativos de uma variedade de problemas. Por isso, observá-las é uma das maneiras de identificar possíveis mensagens que o corpo está querendo passar. 

“Sem dúvidas, a saúde das unhas está diretamente relacionada às nossas características metabólicas, como balanço nutricional, estado da tireoide, dos rins, dos pulmões, podendo indicar patologias inflamatórias, infecciosas e neoplásicas”, ressalta Bruna de Nardo Aniceto, dermatologista da UBS Jardim Guarujá, gerenciada pelo CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. 

Não só isso, pode também evidenciar alterações hormonais durante o ciclo menstrual, o consumo exagerado de alguns alimentos, assim como de alguns medicamentos. Abaixo, a especialista explica o que algumas características mais comuns podem comunicar de forma indireta:

  • Unhas com manchas brancas: Normalmente, as manchas brancas nas unhas não costumam indicar problemas de saúde. No entanto, elas podem surgir devido ao uso de certos antibióticos, ser um sintoma de condições como vitiligo ou hanseníase, ou aparecer após um trauma na região, além de sinalizar variações hormonais, explica a médica.
  • Unhas amareladas: De acordo com a profissional, essas manchas são mais comuns em pessoas idosas e podem indicar infecção por fungos, geralmente associada ao descolamento das unhas. Além disso, podem ser sintomas de doenças como diabetes, artrite reumatoide, cirrose, hepatite ou problemas pulmonares, como bronquite ou DPOC. Também podem surgir após o uso de alguns medicamentos ou indicar alergia a produtos de limpeza e à fumaça de cigarro, por exemplo.
  • Unhas roxas: Essa coloração é frequentemente observada em pessoas que vivem em ambientes mais frios, e acontece pela redução do nível de oxigênio no sangue. Apesar disso, dependendo do caso, ela pode indicar problemas circulatórios, como a doença de Raynaud, ou alterações respiratórias, como enfisema, asma ou pneumonia, além de doenças do coração, como a insuficiência cardíaca.
  • Unhas com manchas escuras ou pretas: São frequentemente causadas por uma condição conhecida como melanoníquia. A médica comenta que essa alteração é mais comum em pessoas com pele negra, mas também pode surgir repentinamente devido ao uso de certos medicamentos, como antibióticos ou zidovudina, que é utilizado no tratamento do HIV.

Quanto às unhas fracas e quebradiças podem ser causadas por hábitos cosméticos, como pintar as unhas de forma contínua, polir as unhas em excesso, remover as cutículas de maneira exagerada e até o uso de acetona. “Porém, também é importante considerar questões metabólicas e nutricionais, que podem requerer exames laboratoriais para investigação, como deficiência de ferro, ácido fólico, vitaminas A, B12 ou C, além de doenças como psoríase, micose e hipertireoidismo”, enfatiza Bruna. 

A dermatologista também esclarece que as unhas rachadas, conhecidas como sulcos horizontais ou linhas de Beau, podem ser resultado de estressores fisiológicos ou de condições sistêmicas, como diabetes, anormalidades na tireoide ou doença renal.



CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”
@cejamoficial


“Pepecare”: conheça 3 tratamentos indicados para o bem-estar íntimo da mulher

Especialista explica cuidados necessários para reduzir desconfortos e irritações que são comuns no cotidiano feminino; veja dicas
 

A saúde e o bem-estar da região íntima feminina são fundamentais para a qualidade de vida da mulher. No entanto, muitas vezes, um manto de sigilo e desconforto envolve discussões sobre esse assunto, seja por tabus culturais, falta de informações adequadas ou simplesmente pela carência de um espaço aberto para conversas francas. Romper essas barreiras permite que as mulheres entendam melhor suas opções de tratamento e cuidados relacionados à região íntima. 

Uma pesquisa recente conduzida pela Nielsen Brasil em parceria com a Intimus e a Troiano Branding revela dados preocupantes: 68% das entrevistadas expressam insatisfação em relação à sua genitália. Além disso, 15% das participantes admitiram não observar essa região diariamente, 25% não têm o hábito de tocá-la regularmente, e metade delas confunde a imagem da vulva com a da vagina. 

“Esses resultados são um reflexo alarmante da falta de educação sobre a anatomia feminina e da influência de tabus persistentes em nossa sociedade. As mulheres merecem se sentir confortáveis, confiantes e informadas sobre seu próprio corpo, e é imperativo que promovamos a educação e a discussão aberta sobre a saúde feminina”, destaca Renata Taylor, fisioterapeuta e consultora comercial da HTM Eletrônica, indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletromédicos e estéticos. “Além disso, há tratamentos estéticos para melhorar a aparência da região íntima, o que pode ser parte valiosa da jornada de empoderamento e recuperação da autoestima”, continua. 

Na visão da especialista, esses procedimentos, muitas vezes realizados com a ajuda de tecnologias avançadas, visam não apenas melhorar a aparência, mas também abordar questões como o desconforto com a genitália feminina. Confira alguns deles:

 

1. Rejuvenescimento vaginal

À medida que envelhecemos, é normal que a musculatura e a elasticidade vaginal diminuam. Isso pode levar a sintomas desconfortáveis, como incontinência urinária e perda de sensação durante o sexo. O rejuvenescimento vaginal, frequentemente realizado com a tecnologia de radiofrequência, é um tratamento não invasivo que pode ajudar a restaurar a saúde e a vitalidade da região íntima, melhorando o tônus muscular e a lubrificação.

 

2. Tratamento da incontinência urinária

A incontinência urinária é um problema comum entre mulheres, especialmente após o parto ou com o envelhecimento. Existem tratamentos, incluindo fisioterapia especializada, exercícios do assoalho pélvico e procedimentos cirúrgicos, que podem ser recomendados por um profissional de saúde para fortalecer a musculatura e reduzir a incontinência.

 

3. Estética íntima com radiofrequência

A radiofrequência é uma forma de gerar aquecimento nos tecidos. Na estética, atua na queima de gorduras localizadas, reduz a celulite, combate a flacidez, ajuda no rejuvenescimento e remove ou melhora a aparência de cicatrizes e marcas. Um exemplo dessa tecnologia é o Tecare da HTM, um dispositivo multifrequencial que abrange uma ampla variedade de aplicações terapêuticas, desde tratamentos estéticos corporais e faciais até cuidados com a saúde íntima e reabilitação fisioterapêutica. 

"O avanço da radiofrequência representa uma revolução na saúde íntima feminina. Essa tecnologia não só oferece soluções altamente eficazes, como a estimulação da elastina e colágeno por termocontração, permitindo o rejuvenescimento íntimo e melhora geral do aspecto da pele, reduzindo a flacidez pubiana. Ao proporcionar às mulheres uma opção não invasiva, segura e com resultados visíveis, estamos redefinindo o que é possível em cuidados com a saúde íntima", conclui a especialista.

 

 HTM Eletrônica


Posts mais acessados