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sexta-feira, 24 de março de 2017

MICHELIN BEST DRIVER



UM TRÂNSITO MUITO MAIS SEGURO PARA OS JOVENS

Empresa apresenta novidade na 3ª edição do programa educacional, que tem como objetivo conscientizar o público jovem, principal vítima dos acidentes de trânsito

Campanha será divulgada através da mídia online com o suporte de influenciadores digitais  


O MICHELIN Best Driver, programa pioneiro da marca para conscientizar jovens universitários com boas práticas ao volante, chega à terceira edição, inovando mais uma vez. Este ano, a iniciativa ganhará uma campanha online capitaneada pelos influenciadores digitais Paola Antonini, Tavião (Canal do Youtube “Coisas que nunca vivi”) e Mariana e Iberê Thenório (Canal do Youtube “Manual do Mundo”), que começa em 17 de março em seus canais. Já o lançamento offine será no dia 16 de março no Campus Estácio Curitiba, e contará com uma série de ações para envolver os estudantes na iniciativa. 

“O MICHELIN Best Driver abre um diálogo sobre segurança no trânsito entre os principais alvos de acidentes no Brasil, que são os jovens. Por isso, escolhemos uma linguagem que faz parte do universo deste público”, explica Ana Paula Guimarães, diretora de Marketing da Michelin América do Sul. 

Segundo Gilmar Batista, responsável pelo MICHELIN Best Driver, “a nossa proposta é envolver jovens universitários ou em pós-graduação, de 18 a 35 anos, no Desafio Best Driver. Selecionamos três grandes regiões – Grande Rio de Janeiro, Grande São Paulo e Grande Curitiba –, onde disponibilizaremos a instalação de aparelhos de telemetria nos carros, para acompanhar seus hábitos ao volante”.

O objetivo é mensurar o nível de segurança da condução por um mês e premiar os motoristas mais prudentes. Ao final do programa, os dados serão analisados pelo consultor de segurança da Michelin, Eduardo Biavati, para que seja traçado um perfil de como os jovens brasileiros estão dirigindo.  

A Michelin disponibilizará para cada uma das cidades participantes 65 aparelhos de telemetria, que poderão ser instalados de forma gratuita. Os interessados deverão se inscrever através do site www.michelin.com.br e, a partir daí, receberão mais instruções para a instalação. As inscrições vão até 26 de março, e a análise dos dados será feita durante os meses de abril e maio. Será escolhido um motorista de cada cidade e todos ganharão como prêmio um iPhone 7. O grande vencedor entre os três ganhará uma experiência, com acompanhante, na Fórmula E em Montreal, no Canadá. O resultado será anunciado dia 29 de junho. 

“A avaliação da telemetria leva em conta quatro quesitos: curva, frenagem e aceleração bruscas e o excesso de velocidade. Atualmente, as principais causas de acidente entre os jovens são o consumo de bebida alcoólica, uso de celular e excesso de velocidade. É para isso que queremos despertar a atenção deste público”, avalia Eduardo Biavati.  

Para reformular o MICHELIN Best Driver e torná-lo mais atrativo para os jovens, os influenciadores digitais que darão voz ao conteúdo do programa foram criteriosamente selecionados: 

- Paola Antonini - Após sofrer um acidente de trânsito e perder a perna direita, a modelo criou um canal no Youtube para compartilhar sua adaptação à nova vida, conquistas e planos. Ela acaba de tirar a carteira de motorista especial; 

- Tavião – Canal “Coisas que nunca vivi” – Simpático e descontraído, Tavião se força a viver coisas inéditas e compartilha com o público estas experiências. Sua participação do programa será na perspectiva do passageiro consciente; 

- Mariana e Iberê Thenório – Canal “Manual do Mundo” – Estão entre os 10 maiores canais de Youtube no Brasil. O casal comanda experimentos, guias e curiosidades que movimentam milhares de pessoas a cada novo vídeo.

Além disso, a ação conta com o apoio da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), do Instituto Paz no Trânsito (IPTRAN), do Instituto Renault e do Grupo Estácio .


Michelin e a segurança no trânsito 

Há mais de um século, a razão de ser da Michelin é contribuir para a melhor mobilidade, com o compromisso de oferecer aos clientes, por meio de produtos e serviços, mais eficiência, menor impacto ambiental e, principalmente, mais segurança.

Muitos são os exemplos de ações que demonstram o comprometimento da empresa com o tema. No Brasil, a campanha “Pressão Certa”, realizada em parceria com revendedores, tem por objetivo informar aos motoristas sobre a importância da utilização da pressão correta nos pneus para sua segurança. Iniciativas de sensibilização e educação para o trânsito, em parceria com o DETRAN, também ilustram algumas das ações da empresa no país.

Programas lançados por instituições como o GRSP – Global Road Safety Partnership, que atua na Ásia com destaque também no Brasil, e o apoio à divulgação das GOLDEN RULES (Regras de Ouro no Trânsito) da FIA - Federação Internacional de Automobilismo, traduzem igualmente o compromisso da Michelin com o tema. 

1. Usar sempre o cinto de segurança (motorista e carona)

2. Respeitar o código de transito

3. Respeitar os limites de velocidade

4. Verificar regularmente os pneus (pressão, sem esquecer do estepe)

5. Sob efeitos de álcool ou de remédios, não dirigir (dirigir sempre em plena consciência)

6. Usar cadeiras infantis para as crianças (assento apropriado - proteger as crianças)

7. Não usar o celular ao dirigir (manter a atenção, não se distrair)

8. Parar quando estiver cansado

9. De moto, sempre usar o capacete

10. Ser gentil e atencioso

O engajamento com o desenvolvimento sustentável pode ser também exemplificado através da realização, desde 1998, do Michelin Challenge Bibendum. O evento, que já teve o Brasil como sede em 2010, é considerado o maior fórum mundial sobre mobilidade urbana, com mais de 10.000 participantes registrados na última edição. Em 2014, o cenário foi a cidade de Chengdu, na China, com a presença dos maiores atores do segmento do transporte.

São Paulo é uma das capitais brasileiras que tem os maiores índices de acidentes de trânsito. Seguem alguns dados:

    
  







 






 

Discalculia é tão comum quanto dislexia, mas menos conhecida



De acordo com estudos internacionais, estima-se que a discalculia afeta de 3-6% dos estudantes

A matemática pode ser considerada uma das matérias mais temidas pelos estudantes, mas sua importância no dia a dia é indiscutível. Entretanto, para uma parcela de crianças e adolescentes, que apresenta a discalculia, estudar e aprender os conceitos da matemática pode ser ainda mais difícil. 

Segundo Viviani Zumpano, neuropsicopedagoga da NeuroKinder, a discalculia é um transtorno de aprendizagem ligado a problemas neurobiológicos, relacionados à aquisição e ao desenvolvimento das funções cerebrais envolvidas na aprendizagem da matemática. “A discalculia afeta partes do cérebro envolvidas no processo de cognição da matemática, ou seja, atinge diretamente a capacidade de aprender a fazer cálculos e de entender os conceitos da matéria”.

“As crianças e jovens que apresentam a discalculia têm uma compreensão reduzida dos símbolos envolvidos na matemática, assim como enfrentam dificuldades para memorizar e organizar números, para contar o tempo ou simplesmente para fazer contas”, explica a especialista”, explica Viviani.  

Entretanto, é preciso lembrar que a discalculia tem outros impactos importantes no desenvolvimento infantil. “Quando a criança falha de forma repetida nas aulas de matemática, ela pode assumir que irá falhar em outras áreas, como fazer amigos e brincar, por exemplo. A criança pode ainda ter dificuldade em entender os conceitos de direção (direita e esquerda) e se perder mais facilmente quando estiver na rua. A discalculia também afeta a maneira como o cérebro e os olhos trabalham juntos, assim como essas crianças enfrentam desafios para mensurar o tempo e quantidades”, explica Viviani. 


Causas
 
Segundo Viviani, entre as principais causas da discalculia estão a hereditariedade, já que é comum encontrar outros membros da família, com irmãos ou pais, que apresentam o transtorno.

“Em relação ao cérebro, os pesquisadores já identificaram em exames de imagem diferenças na superfície cerebral, como afinamento e menor volume de partes do cérebro ligadas ao aprendizado e à memória dos conceitos matemáticos. Temos também as questões ambientais, como exposição do feto ao álcool durante a gravidez, prematuridade e baixo peso ao nascer”, comenta. 
  

Sinais e sintomas
 
Como o “medo” da matemática é comum, não é raro confundir a discalculia com uma dificuldade simples em aprender a matéria. A neuropsicopedagoga explica que alguns sinais podem indicar o transtorno, como: dificuldades de entender conceitos de valor, quantidade e números, sequenciar eventos, lidar com dinheiro, usar todos os passos envolvidos nas operações matemáticas, não saber usar as frações, não reconhecer padrões de adição, divisão, assim como é difícil entender conceitos relacionados a tempo, como contar dias, semanas, meses. 


Diagnóstico e Tratamento
 
A discalculia pode ser diagnosticada por um neuropediatra. É muito comum diagnosticar a discalculia em crianças e jovens com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Algumas pesquisas indicam que de 43-65% das crianças com discalculia também apresentam dislexia..

“Como em qualquer doença, o diagnóstico precoce da discalculia é chave para oferecer a criança ou adolescente uma chance maior de sucesso escolar. É muito comum descobrir a condição em alunos que estão no sexto ano, fase em que a matemática fica mais concreta. O tratamento pode envolver terapias que ofereçam recursos extras para adaptar a criança ou adolescente ao ensino da matemática, usando estratégias compensatórias para os déficits apresentados. Não há cura. Assim como a dislexia, a discalculia vai acompanhar a pessoa ao longo da vida, por isso é crucial diagnosticar e tratar”, conclui Viviani.




Como escolher o livro ideal para cada faixa etária da criança



Antes de compartilhar o momento da leitura com as crianças, uma das principais preocupações dos pais é verificar quais gêneros são mais indicados para cada faixa etária dos pequenos. 

Sejam contos infantis, fábulas ou simplesmente uma história infantil ilustrada, é importante verificar se aquele gênero está corretamente inserido na realidade de compreensão da criança.

Para ajudar os pais nessa escolha, a Leiturinha, maior clube de assinaturas de livros infantis, mostra quais os gêneros que se adaptam a cada faixa etária.

Confira!


Até os 3 anos

Dos primeiros meses até o quarto ano de idade é um período em que já se pode introduzir gradativamente a leitura na vida da criança. É essencial criar o hábito da leitura e praticá-lo frequentemente. Assim, seu interesse é aguçado por meio de texturas, cores, sons e também pela voz de quem conta a história. Pop-ups e dobraduras são outros grandes aliados. O gênero não é nenhum segredo: os bebês gostam de livros que estimulam sua visão, audição e tato, independente do tipo de história infantil.


Dos 4 aos 6 anos

As ilustrações continuam sendo indispensáveis para esse período, mesmo sem o uso de texturas e dobraduras. Os contos de fadas e aventuras são gêneros atrativos. Procure escolher livros com poucas páginas, textos ampliados e espaçados – ou seja, livros mais lúdicos, mas ainda assim com histórias.


Dos 7 aos 9 anos

Nessa fase, a criança já está familiarizada com o hábito de ler e está iniciando a alfabetização. Essa é a época da curiosidade e da descoberta das preferências literárias do pequeno. As histórias com moral, como as fábulas, vão ajudar a ampliar a imaginação, caráter e repertório cultural da criança, além de desenvolver o seu vocabulário.


Dos 10 aos 12 anos

Suspense e muita aventura são os assuntos que mais chamam atenção entre as crianças nessa fase. É o período da pré-adolescência, no qual as ilustrações, texturas e outros recursos utilizados para os leitores mais novos já cedem espaço para textos mais complexos. Essa é a fase de reflexão, em que o pequeno procura desvendar mistérios, curiosidades e outros quebra-cabeças.


Dica para todas as idades

É claro que existem tipos de histórias que atraem mais uma criança do que outra. Além de verificar a faixa-etária e o gênero, é sempre importante valorizar o gosto da criança – que vai se desenvolvendo cada vez mais com a leitura cotidiana.




Leiturinha







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