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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Pessoas alérgicas a medicamentos e médicos passam a contar com aplicativo para evitar reações alérgicas





Cerca de 10% da população brasileira têm alergia a medicamentos

Alérgicos e médicos passam a contar agora com o aplicativo Alergia a Medicamentos, o único voltado para a especialidade de Alergia.
O App é muito simples de ser utilizado. O paciente pode registrar remédios e princípios ativos aos quais é alérgico. Na farmácia, no momento de compra, ele digita o nome do remédio e o aplicativo mostra o resultado, se pode ou não usar o produto. O paciente tem, ainda, um espaço para registrar o nome do seu médico, caso haja alguma emergência, além do telefone do SAMU.
O App também é um grande aliado dos médicos, que no momento da prescrição poderão pesquisar quais medicações oferecem ou não perigo aos seus pacientes. O App Alergia a Medicamentos está disponível para iPhone (iOS) e Android.
No aplicativo é possível encontrar todos os remédios registrados no Brasil pela Anvisa, até agosto de 2015. São milhares de nomes comerciais, em diferentes apresentações e princípios ativos. Essa lista foi organizada em cerca de 3.000 grupos de medicamentos.
O criador do aplicativo, o médico alergista Fábio F. Morato Castro, conta que o maior desafio para desenvolvê-lo foi a extensa lista de remédios disponíveis e os cruzamentos das informações na literatura científica mundial. “Em breve, entraremos na segunda fase do App Alergia a Medicamentos, expandindo para outros países e com listas personalizadas”, avisa o médico.
Números - No Brasil, cerca de 10% da população apresenta reação alérgica a algum tipo de remédio. Os anti-inflamatórios não esteroidais são os maiores responsáveis pelas reações mais frequentes. Os antibióticos também aparecem, porém com menor prevalência. A reação mais grave é a anafilaxia, que pode ocorrer durante os procedimentos com medicamentos anestésicos.
A ficha técnica do APP Alergia a Medicamentos pode ser encontrada no link https://itunes.apple.com/us/app/alergia-a-medicamentos/id963579180?ls=1&mt=8
#alergiamedicamentos

 Dr. Fábio Morato Castro: 
Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Fundação Universitária do ABC (1981), Mestrado em Alergia e Imunopatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1988), Doutorado em Imunologia - Universitat Heidelberg (Ruprecht-Karls) (1990) e Livre Docência pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em 2002. Atualmente, é Professor Associado da Disciplina de Imunologia Clínica e Alergia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP, Supervisor do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Foi presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) no biênio 2013-2014 e Membro do Comitê Executivo da ARIA do Brasil. Experiência na área de Medicina de adultos e crianças, com ênfase em Alergologia e Imunologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: alergia, asma, rinite alérgica, venenos de insetos, anafilaxias, alergia alimentar, reações por medicamentos, novos alérgenos e imunoterapia.

Era uma vez um Projeto de Lei sobre Publicidade Infantil





A Resolução 163/2014 do CONANDA – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - nunca gerou efeitos no campo legal, pois o órgão é responsável apenas por traçar políticas públicas em prol da criança e do adolescente, e não legislar sobre o tema.
Agora, diante do fracasso de tal Resolução, o mesmo grupo que a criou quer colocar em “fast track” o PL 5921/2001, que visa a proibir totalmente a publicidade voltada à criança.
A liderança desse movimento é do Instituto Alana, que afora outros projetos que merecem nosso profundo respeito, resolveu ‘implicar’ com a questão da publicidade infantil.
Os diretores e patrocinadores deste Instituto têm sobrenomes de banqueiros e um capital disponível de, aproximadamente, R$ 300 milhões. Fosse pelo dinheiro, eles já teriam ganhado a batalha, mas outras questões existem e o bom senso ainda prevalece.
E o primeiro argumento contra a proibição da publicidade à criança vem justamente do dinheiro, pois o Brasil assumiu o modelo econômico capitalista e, assim, todas as consequências desta decisão.
Segundo pesquisa divulgada pela FGV, uma proibição dessas, digna de um estado totalitário e tirano, teria um impacto negativo de R$ 33 bilhões à economia e a perda de 720 mil postos de trabalho. E mesmo com tudo isso, o prejuízo econômico é o que menos importa.
Porém, o mais prejudicado com uma proibição da publicidade infantil é a própria criança e, depois, a sua família, pois como diz a Constituição em seu Artigo 220 ‘a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição’.
Além disso, os artigos 3º e 58 do Estatuto da Criança e do Adolescente, ao regularem os direitos da criança e do adolescente, determinam que os pequenos também ‘gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, assegurando-se lhes todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às fontes de cultura’.
Ou seja, tirar da criança e do adolescente os seus direitos fundamentais, além de medida preconceituosa, por julgar incapazes a família e os próprios jovens de resistir aos apelos consumistas, é ilegal por violar os preceitos constitucionais e os dispositivos da Lei Federal.
A proibição da publicidade infantil seria devastadora para o processo educacional no seio familiar e desestimularia os pais a continuarem participando ativamente da formação de seus filhos, por lhes ceifar a opção de dizer “não” quando necessário.
Prova disso foi uma decisão recente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que afastou a existência de abusividade em publicidade atrelada à venda de alimentos, inclusive reconhecendo que a família é plenamente capaz e responsável pela educação dos filhos, em detrimento do Estado, cuja intenção paternalista não se justifica nesses casos.
Portanto, se o Congresso Nacional, com seu PL 5.921/01, estimulado por inconsequentes ONGs, pretende alterar algum ponto sequer da publicidade voltada ao público infantil, é prudente que o faça com exaustiva discussão do tema por todos os interlocutores interessados e respeitando o arcabouço legal em vigor (Código de Defesa do Consumidor, ECA e Constituição da República), sob pena de criar mais um instrumento legal natimorto.

Henrique Vasi Werner - Advogado e Vice-Diretor Jurídico da Abral
Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) - abral.org.br

Associação Natureza em Forma celebra o Dia Mundial dos Animais com atividades no centro de São Paulo






São Paulo, 16 de setembro de 2015 - Com o objetivo de conscientizar a população sobre os direitos dos animais, a Associação Natureza em Forma – ONG que acolhe e cuida de animais abandonados e em situação de risco – celebrará, no dia 4 de outubro, o Dia Mundial dos Animais. A quadra onde se localiza a entidade, na rua General Jardim (República), será fechada  das 10h às 18h para a realização das seguintes atividades:

- Praça de alimentação vegana (comidas sem ingredientes de origem animal)
- Shows musicais e teatrais
- Adoção de animais
- Atendimento veterinário popular
- Rodas de conversa e palestras
- Vestuário vegano (roupas sem materiais de origem animal)
- “Cãominhada” (passeio com cães)
- Distribuição de mudas da mata atlântica
- Exposição de produtos de ONGs de proteção animal

O Dia Mundial dos Animais promovido pela Associação Natureza em Forma é a contribuição brasileira ao movimento britânico World Animal Day (WAD), que tem como missão melhorar as condições de vida dos animais em todo o mundo, por meio de ações de ONGs em vários países.

Quem quiser apoiar a causa nas redes sociais, pode, por exemplo, personalizar a foto de perfil no Facebook, divulgando assim a participação no evento. Para isso, basta acessar http://twibbon.com/Support/diamundialdosanimais-2.

A programação completa está em https://www.facebook.com/events/855934627828327/.

Sobre a Associação Natureza em Forma
A Associação Natureza em Forma é uma ONG que atua diretamente com animais em situações de risco e sofrimento, cuidando, recuperando e fazendo sua recolocação. São diversas espécies que diariamente têm seus destinos transformados. Além do Centro de Adoção de animais resgatados, a ONG promove ações de castração, tem clínica veterinária com sala cirúrgica, faz identificação pelo RGA (Registro Geral Animal) e banho e tosa vegano. Para tanto, conta com o trabalho e apoio de voluntários e parceiros como Matilha Cultural, Celebridade Vira-Lata e Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ), além de participar em eventos ecológicos e culturais. O Centro de Adoção Associação Natureza em Forma é o único da América Latina onde tudo é revertido para a causa animal. www.naturezaemforma.org.br


Dia Mundial dos Animais
Data: 4 de outubro (domingo)
Horário: 10h às 18h
Local: Rua General Jardim, 228 a 312 – República – São Paulo/SP
Entrada: grátis


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