Cada vez mais
atarefadas, profissionais do sexo feminino investem em metodologias e ferramentas
consagradas de gestão do tempo em busca de bem-estar e autoconhecimento.
O cotidiano da mulher normalmente é muito desgastante: o mundo
corporativo, infelizmente, ainda apresenta desafios adicionais para elas (diferença
salarial, menor mobilidade hierárquica) e há ainda a chamada “jornada dupla”,
acúmulo da atividade profissional com as responsabilidades junto à família e à
casa.
Diante disso, é natural que as mulheres busquem cada vez mais se
preparar para as inúmeras tarefas, sem perder o foco da saúde e bem-estar,
essenciais para que tudo funcione bem. Nesse sentido, uma das metodologias mais
acessadas, e efetivas, para quem busca reorganizar objetivos e tarefas é o
coaching, que agrega inúmeras ferramentas de autoconhecimento e produtividade.
Uma delas é a gestão do tempo. “A ida das mulheres para o mercado de trabalho
fez com que as atividades delas se multiplicassem. A concorrência no mercado de
trabalho também faz com que os profissionais dediquem mais horas no ambiente
organizacional, acumulando funções e demandas. Por isso, precisamos de técnicas
e ferramentas que nos possibilitem organizar o tempo, estabelecer prioridades,
ter foco e comprometimento com nossos resultados, com aquilo que desejamos,
tanto no âmbito pessoal como no profissional”, afirma José Roberto Marques,
presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.
Na prática, o coach é um profissional que ajuda muito na gestão de
tempo, pois durante as sessões são estabelecidas metas tangíveis. Marques
explica: “Existe uma ferramenta chamada ‘Tríade do Tempo’, que avalia de que
forma utilizamos nosso tempo, se são com tarefas importantes, urgentes os
circunstanciais. As importantes referem-se àquelas atividades que
realizamos e que são relevantes em nossas vidas, traduzidas em resultados de
curto, médio e longo prazo. As urgentes compreendem as atividades para as
quais o tempo está curto ou se esgotou. São as exigências que chegam
em cima da hora, que não podem ser previstas e geralmente causam estresse e
pressão. Já as circunstanciais representam àquelas atividades desnecessárias ou
excessivas, como gastos inúteis de tempo e as tarefas feitas por
comodidade ou por serem “socialmente” apropriadas”.
Uma das grandes dificuldades encontradas pelas mulheres atualmente é a
conciliação entre vida pessoal e vida profissional. “Uma boa dica é
planejar-se. Divida o tempo que destina às atividades profissionais e
realize-as com afinco, evite distrações na hora do trabalho, como redes
sociais, e-mails pessoais e outras coisas que possam atrapalhar sua
produtividade. Estabeleça horários para entrar e sair, bem como intervalos para
refeições. Saiba dizer ‘não’, não aceite mais demandas do que pode absorver.
Negar uma solicitação com um argumento verdadeiro, melhora bastante sua
produtividade e a qualidade do seu tempo”.
Instituto Brasileiro de Coaching (IBC)
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