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domingo, 24 de maio de 2026

Copa do Mundo dos pets: como proteger cães e gatos durante jogos e comemorações em casa



Barulho, alimentação inadequada e mudanças na rotina podem impactar o bem-estar dos pets durante o período das partidas
 

 

Com a Copa do Mundo se aproximando, a rotina de bem-estar de cães e gatos costuma mudar. Reuniões com amigos, comemorações intensas e maior circulação de pessoas fazem parte desse cenário, com aumento de barulho, oferta de alimentos inadequados e alterações na rotina que exigem atenção redobrada dos responsáveis pelos pets. 

Entre os principais fatores de estresse para os animais está o excesso de estímulos sonoros, como gritos, fogos de artifício, televisores em alto volume e instrumentos como vuvuzelas que podem provocar medo e ansiedade, principalmente em pets mais sensíveis. A organização do espaço também é uma medida importante durante as comemorações. Sempre que possível, o ideal é deixar o pet em um cômodo mais silencioso e afastado da agitação, garantindo conforto e sensação de segurança mesmo com a movimentação da casa. 

“Os pets têm uma audição muito mais sensível que a dos humanos, por isso sons intensos e inesperados podem gerar grande desconforto e até quadros de estresse. Para minimizar esses impactos, a recomendação é preparar previamente um ambiente seguro e tranquilo, com acesso a itens familiares, como cama, brinquedos, água e alimentação”, explica Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company. 

Durante os jogos, é comum ainda o consumo de petiscos e alimentos que podem ser prejudiciais aos animais, como comidas temperadas com alho e cebola, chocolates e bebidas alcoólicas. Esses itens podem causar desde desconfortos gastrointestinais até quadros mais graves de intoxicação, e a recomendação é manter a dieta habitual e evitar que convidados ofereçam qualquer tipo de alimento ao pet. Caso o tutor queira incluí-lo na comemoração, o ideal é optar por petiscos próprios para cães e gatos. 

Além disso, situações de estresse podem aumentar o risco de fuga. Animais assustados tendem a buscar rotas de escape, o que pode resultar em perda, sendo essencial garantir que o ambiente esteja protegido e que o pet utilize identificação na coleira. Mesmo com a empolgação dos jogos, manter a rotina o mais próxima possível do habitual é uma das formas mais eficazes de preservar o bem-estar dos pets. Horários regulares de alimentação, água fresca disponível e momentos de descanso contribuem para reduzir o impacto das mudanças.

Medidas simples, como planejamento e atenção ao ambiente, fazem toda a diferença para garantir que os momentos de celebração também sejam seguros e tranquilos para os pets, permitindo que eles também façam parte da grande festa do futebol mundial com conforto e tranquilidade.

 

Special Dog Company
 


Dia Nacional da Adoção mobiliza campanhas e reforça importância da responsabilidade ao adotar um pet

 

Celebrado em 25 de maio, o Dia Nacional da Adoção tem se consolidado como uma das principais datas para campanhas de conscientização sobre guarda responsável no Brasil, país que ainda enfrenta desafios estruturais relacionados ao abandono de animais.

Dados do Instituto Pet Brasil apontam que 4,8 milhões de cães e gatos vivem em situação de vulnerabilidade no país - número que inclui animais abandonados ou sem responsável definido. Mais do que incentivar a adoção, especialistas destacam que o foco das campanhas tem evoluído para um conceito mais amplo: a responsabilidade ao longo de toda a vida do animal.

“A adoção não pode ser uma decisão emocional tomada no impulso. Ela exige planejamento, responsabilidade financeira e compromisso diário com a saúde e o bem-estar do animal”, afirma Carla Perissé, médica veterinária.

Entre os principais fatores que ainda levam ao abandono estão a falta de preparo dos tutores, custos inesperados e mudanças na rotina familiar. Nesse contexto, campanhas realizadas ao longo de maio buscam orientar potenciais adotantes sobre aspectos essenciais antes da decisão.

“Muita gente ainda romantiza a adoção e esquece que aquele animal pode viver mais de 10 anos. É uma relação de longo prazo, que exige estrutura e constância”, completa a veterinária. Segundo estimativas da ABINPET, os pets já estão presentes em cerca de metade dos lares brasileiros, reforçando a importância de iniciativas de conscientização.

O Dia Nacional da Adoção se consolida, portanto, como um momento estratégico para promover informação qualificada e estimular decisões mais conscientes e sustentáveis.

 

Vômito em pets: quando o sinal deixa de ser passageiro?

Episódios frequentes podem estar ligados a alterações digestivas ou doenças sistêmicas e exigem investigação veterinária 

 

Às vezes, o motivo parece simples: o pet comeu rápido demais, mastigou algo inadequado, exagerou ou passou por uma mudança alimentar recente. Em muitos casos, um episódio isolado de vômito pode realmente estar relacionado a situações pontuais da rotina. O problema começa quando esse sinal se repete, aparece com outros sintomas ou passa a ser normalizado como algo “comum” do animal.

Embora relativamente frequente na rotina clínica de cães e gatos, o vômito não deve ser encarado como uma doença em si, mas como uma resposta do organismo diante de diferentes tipos de desequilíbrio. Em termos fisiológicos, ele funciona como um mecanismo de proteção acionado pelo sistema nervoso diante de irritações gastrointestinais, alterações metabólicas, inflamações ou estímulos tóxicos que afetam o organismo.

“O vômito pode ter origem digestiva, mas também estar relacionado a alterações sistêmicas importantes. Por isso, a recorrência dos episódios e o contexto clínico do paciente são fundamentais para entender a gravidade do quadro”, explica Atana Farias, médica-veterinária e gerente de produtos da Avert Biolab Saúde Animal.


Nem todo vômito tem a mesma origem

As causas podem variar desde situações agudas até doenças que exigem acompanhamento contínuo.

Trocas alimentares abruptas, ingestão de alimentos inadequados, alimentação excessivamente rápida e presença de bolas de pelo estão entre os gatilhos mais comuns para episódios pontuais. Nesses casos, o vômito geralmente ocorre por irritação transitória da mucosa gastrointestinal ou distensão do estômago.

Já em doenças gastrointestinais inflamatórias, como gastrites e enteropatias crônicas, o processo é diferente. A inflamação persistente da mucosa digestiva altera a motilidade gastrointestinal, favorece náusea e aumenta o estímulo das vias relacionadas ao reflexo do vômito.

Na pancreatite, a inflamação do pâncreas desencadeia liberação inadequada de enzimas digestivas e uma resposta inflamatória importante, frequentemente associada a dor abdominal intensa, apatia e alterações digestivas recorrentes.

Em doenças renais, o mecanismo deixa de ser exclusivamente digestivo. A redução da capacidade de filtração dos rins favorece o acúmulo de compostos nitrogenados na circulação, quadro conhecido como uremia. Essas substâncias irritam o trato gastrointestinal e estimulam áreas neurológicas relacionadas à náusea e ao vômito.

Alterações hepáticas, distúrbios endócrinos, intoxicações e obstruções gastrointestinais também podem ter o vômito como um dos primeiros sinais clínicos percebidos pelos responsáveis.

“Um dos desafios da rotina clínica é justamente porque o vômito está presente em diferentes doenças. Muitas vezes, ele é a manifestação inicial de alterações que ainda estão em desenvolvimento”, destaca Atana.

Além da frequência, o aspecto do vômito também fornece pistas importantes. Presença de sangue, conteúdo escurecido, episódios associados à dor abdominal ou alimento não digerido várias horas após a alimentação indicam a necessidade de avaliação imediata.


Por que os gatos exigem atenção especial?

Nos felinos, a interpretação dos sinais clínicos costuma ser ainda mais desafiadora. Como comportamento de preservação da espécie, muitos gatos tendem a demonstrar desconforto de forma menos evidente, mantendo parte da rotina aparentemente preservada mesmo diante de alterações importantes no organismo.

Na prática, isso significa que mudanças sutis, como redução gradual da interação, aumento do tempo em repouso, menor interesse pela alimentação ou episódios discretos de vômito, que podem passar despercebidas por longos períodos.

“Muitos gatos compensam sinais clínicos de forma bastante silenciosa. Quando o responsável percebe alterações mais evidentes, o quadro pode já estar mais avançado”, explica Atana.

Outro fator que contribui para esse atraso é a normalização dos episódios de vômito na espécie, especialmente quando associados às bolas de pelo. Embora possam ocorrer ocasionalmente, episódios frequentes não devem ser considerados normais e precisam ser avaliados.


Quando investigar?

A recorrência dos episódios é um dos principais sinais de alerta. Quando o vômito passa a ocorrer repetidamente ao longo da semana, surge associado à perda de apetite, emagrecimento, diarreia, dor abdominal ou redução da ingestão de água, a avaliação veterinária torna-se essencial.

Além do desconforto gastrointestinal, a persistência do quadro pode favorecer desidratação, desequilíbrios eletrolíticos e piora do estado nutricional, especialmente em filhotes, idosos e pacientes com doenças crônicas.

Nesses casos, o diagnóstico pode incluir avaliação clínica completa, exames laboratoriais, exames de imagem e análise detalhada do histórico alimentar e comportamental do paciente.


Controle adequado dos sintomas também faz parte do manejo

Além da identificação da causa de base, o controle da náusea e do vômito tem papel importante na estabilização e no conforto do paciente. Episódios persistentes afetam diretamente a hidratação, a aceitação alimentar e a recuperação clínica, podendo agravar o estado geral do animal.

Por isso, medicamentos antieméticos podem ser incorporados ao manejo terapêutico em diferentes situações clínicas, sempre com indicação e acompanhamento do médico-veterinário.

Entre os princípios ativos mais utilizados nesse contexto está a ondansetrona, antiemético amplamente empregado na medicina veterinária por atuar diretamente em receptores envolvidos no reflexo do vômito e da náusea, auxiliando no controle desses sinais em diferentes situações clínicas.

“Controlar o vômito não significa apenas interromper um sintoma. Em muitos casos, isso é importante para preservar o bem-estar do pet e favorecer condições mais adequadas para a recuperação clínica”, reforça Atana.

Observar padrões, frequência e pequenas mudanças de comportamento continua sendo uma das formas mais importantes de acompanhar a saúde digestiva de cães e gatos. Muitas vezes, aquilo que parece apenas um episódio isolado é justamente a primeira forma que o organismo encontra para sinalizar que algo não está em equilíbrio. 



Avert Biolab Saúde Animal
www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br


Mês da Saúde Animal: do campo aos lares, saúde animal conecta cuidado, prevenção e bem-estar

Zoetis destaca como a saúde animal está cada vez mais presente no cotidiano da sociedade, da convivência com pets à produção de alimentos 

 

Em maio, mês dedicado à conscientização sobre a saúde animal, ganha força um debate cada vez mais relevante para o Brasil e o mundo: a conexão entre a saúde dos animais, das pessoas e do meio ambiente. Mais do que uma pauta ligada ao bem-estar animal, o tema está diretamente relacionado à segurança alimentar, à prevenção de zoonoses, à sustentabilidade das cadeias produtivas e à qualidade de vida da população. 

No Brasil, a atenção ao tema se torna ainda mais estratégica diante da dimensão do setor agropecuário e da população animal do país. O Brasil é o maior produtor de carne bovina do mundo I, com exportações que alcançaram o recorde de US$ 169,2 bilhões em 2025 II. Além disso, conta com atuação expressiva nas cadeias de avicultura, suinocultura e aquicultura mundiais III, IV, V. Ao mesmo tempo, o país possui a terceira maior população pet do mundovi e movimenta mais de R$ 77 bilhões ao ano no mercado de animais de companhia VII.  

Nesse contexto, o conceito de “saúde única” vem ganhando protagonismo global ao reconhecer que saúde humana, animal e ambiental são interdependentes. Mudanças climáticas, disseminação de zoonoses, segurança alimentar e preservação ambiental são alguns dos desafios que reforçam a importância de estratégias de prevenção e cuidado cada vez mais integradas.  

A saúde animal também desempenha papel essencial na eficiência e sustentabilidade da produção de alimentos. O manejo sanitário adequado nas fazendas, aliado à vacinação, diagnóstico precoce e tecnologias voltadas à prevenção de doenças, contribui para reduzir perdas produtivas, otimizar recursos e fortalecer sistemas produtivos mais sustentáveis e resilientes. 

Já nos lares, o avanço da medicina veterinária preventiva também transforma a relação entre responsáveis e pets. O acompanhamento veterinário contínuo, associado à vacinação, ao monitoramento da saúde e ao controle de doenças, tanto parasitárias quanto crônicas, contribui não apenas para a longevidade e qualidade de vida dos animais, mas também para uma convivência mais saudável e segura entre animais e pessoas. 

Dentro dessa visão integrada, a Zoetis, líder global em saúde animal, atua no desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas à predição, prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças em animais de companhia e de produção. Com atuação em mais de 100 países, a companhia investe continuamente em ciência, tecnologia e inovação para apoiar médicos-veterinários, produtores rurais e tutores ao longo de toda a jornada de cuidado animal. 

“A saúde animal é um tema que impacta diretamente a sociedade. Quando investimos em prevenção, bem-estar e inovação no cuidado animal, também contribuímos para a segurança alimentar, a sustentabilidade da produção e a saúde pública. O conceito de saúde única reforça justamente essa conexão entre animais, pessoas e meio ambiente”, afirma Luis Xavier Rojas, presidente da Zoetis Brasil. 

Neste mês de conscientização, a Zoetis reforça que promover saúde animal é investir em um futuro mais equilibrado, sustentável e conectado: do campo às cidades, das fazendas aos lares, promovendo cuidado, prevenção e bem-estar em todas as etapas da relação entre pessoas e animais. 

 

Zoetis
Zoetis.com.br


Caroço em pets: diagnóstico precoce é decisivo para evitar casos graves

Especialista da WeVets reforça a importância da biópsia e do monitoramento constante; lipomas são comuns, mas nódulos de crescimento rápido exigem atenção

 

Ao acariciar o pet, muitos tutores são surpreendidos pela presença de um nódulo ou "bolinha" sob a pele. Embora a descoberta gere preocupação imediata, nem todo caroço é sinônimo de gravidade, mas a agilidade na investigação clínica é o que define o sucesso do tratamento. 

De acordo Bianca Montalto, com a médica veterinária na WeVets, os caroços podem variar desde lipomas (acúmulos de gordura comuns em cães com sobrepeso ou idosos) até cistos e tumores. A grande questão é que a aparência externa nem sempre revela a natureza interna da lesão. 

O monitoramento doméstico é a primeira linha de defesa. A especialista recomenda que o tutor observe três fatores fundamentais:

  1. Velocidade de crescimento: Nódulos que mudam de tamanho em poucos dias ou semanas são sinais de alerta.
  2. Aderência: Caroços "presos" (que não se movem sob a pele) tendem a ser mais preocupantes que os móveis.
  3. Sensibilidade: Mudança de cor, vermelhidão, sangramento ou dor ao toque indicam a necessidade de uma consulta urgente.

“O erro mais comum é o tutor esperar o caroço crescer para procurar ajuda. Na medicina veterinária de alta complexidade, trabalhamos com o conceito de que qualquer nódulo deve ser investigado, especialmente se for maior que um grão de ervilha ou se estiver presente há mais de um mês”, explica a veterinária. 

Para evitar diagnósticos tardios, a WeVets utiliza protocolos avançados que incluem a punção aspirativa e a biópsia, essenciais para distinguir um tumor benigno de um maligno. O uso de exames de imagem, como o ultrassom de alta resolução, permite entender a profundidade e a vascularização do nódulo antes mesmo de qualquer intervenção cirúrgica.
 

Dicas para o tutor: O que fazer ao encontrar um caroço?

  • Não manipule excessivamente: Tentar "espremer" ou aplicar pomadas sem orientação pode causar inflamações graves.
     
  • Documente com fotos: Registre o local e coloque um objeto de referência (como uma moeda) ao lado para monitorar o tamanho.
     
  • Mantenha o check-up em dia: Muitas vezes, esses nódulos são detectados apenas durante o exame clínico de rotina feito pelo médico-veterinário.

A prevenção continua sendo o melhor caminho para garantir a longevidade dos nossos filhos de quatro patas.


Dermatite atópica canina afeta até 15% dos cães e está entre os principais desafios da clínica veterinária


 

Diante da alta demanda por tratamentos mais modernos e seguros, a MSD Saúde Animal lança Numelvi®, nova solução para o controle da coceira e da inflamação associadas à dermatite alérgica em cães, com destaque para a DAC


A dermatite atópica canina (DAC) é hoje um dos maiores desafios da clínica veterinária, impactando não apenas a saúde da pele, mas o bem-estar e a convivência entre cães e seus responsáveis. Caracterizada como uma enfermidade inflamatória crônica e de base imunológica, a DAC envolve uma interação profunda entre predisposição genética, falhas na barreira cutânea e uma resposta exagerada do sistema imunológico a estímulos ambientais. Em animais saudáveis, a pele atua como uma barreira física e bioquímica eficaz; no entanto, cães atópicos apresentam deficiências em proteínas essenciais, como a filagrina, que ajuda a manter a hidratação e a integridade cutânea. Sem essa proteção, a pele torna-se permeável, permitindo que alérgenos comuns do dia a dia — como ácaros da poeira, pólens e fungos — penetrem e desencadeiem uma cascata inflamatória.

A complexidade do manejo de longo prazo e a busca por soluções que unam rapidez e segurança sistêmica têm sido prioridades constantes para especialistas de todo o país. Atenta a esse cenário, a MSD Saúde Animal marca sua entrada estratégica no segmento dermatológico para animais de companhia com o lançamento do Numelvi®. A solução representa uma nova geração no controle da doença. Como o primeiro e único inibidor de JAK de segunda geração na medicina veterinária, o produto atua com alta seletividade na enzima JAK1 - a principal responsável pela coceira e inflamação.

O médico-veterinário Márcio Barbosa, gerente técnico de animais de companhia da MSD Saúde Animal, explica que a reação alérgica ocorre quando o alérgeno interage com células de defesa, que liberam mensagens lidas por enzimas da família JAK, responsáveis por "traduzir" essa mensagem em coceira e inflamação. "O Numelvi® é o primeiro e único inibidor de JAK seletivo, justamente para aquela enzima que traduz a mensagem de coceira e inflamação. Esse é o grande diferencial técnico do produto, a seletividade", afirma Barbosa. Essa tecnologia oferece o que os responsáveis pelo pet e médicos-veterinários mais buscam: alívio potente com menor interferência em outras funções do organismo, como a imunidade e a produção de células do sangue.

A relevância deste movimento é sustentada por números expressivos: estima-se que a DAC afete entre 10% e 15% da população canina mundial, sendo uma das causas mais frequentes de consulta dermatológica no Brasil, onde pesquisas casuísticas locais apontam prevalências ainda mais altas, situadas entre 25% e 36%. Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) revelou que, entre cães com alergopatias, a dermatite atópica foi o diagnóstico mais frequente, presente em 37,10% dos animais avaliados. Além disso, a doença costuma manifestar seus primeiros sinais em animais jovens, geralmente entre os seis meses e três anos de idade.

Por ser uma condição crônica e sem cura, a doença exige uma estratégia que vá além de "apagar incêndios" em crises agudas, preservando a barreira cutânea e a saúde do animal por toda a vida. Como conclui Márcio Barbosa: "animal com alergia não tem cura, animal com alergia tem controle". A estratégia do novo medicamento baseia-se no conceito dos "Três Ss": seletividade, segurança e simplicidade.

Segundo José Carlos Pereira Jr., diretor da unidade de Animais de Companhia da MSD Saúde Animal, a expansão do portfólio para a dermatologia é um passo fundamental para elevar a longevidade dos pets. "Sabemos que um cão com coceira crônica altera toda a dinâmica de uma casa. Nosso objetivo ao ingressar neste novo mercado é transformar o ciclo de frustração em um cuidado contínuo, permitindo que o pet retome sua rotina normal. É mais uma ação para a saúde e o bem-estar dos animais", afirma o executivo.


O diferencial da seletividade na prática clínica

Diferente das opções de primeira geração, o Numelvi® atua de forma seletiva, inibindo a principal via responsável pelo prurido e pela inflamação, a JAK1. Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da companhia, explica que esse avanço é sentido diretamente no consultório: “Um dos grandes desafios no manejo da dermatite alérgica, especialmente da dermatite atópica, é promover a melhora clínica do paciente aliada a um perfil adequado de segurança. Com essa nova molécula, observa-se alívio do prurido já a partir de 2 horas após a administração da primeira dose, com possibilidade de uso em cães a partir de 6 meses de idade, configurando uma opção terapêutica segura inclusive para animais jovens, uma faixa etária ainda inédita no mercado”.

Já disponível em 37 países, o Numelvi® foi reconhecido pela S&P Global Animal Health, neste ano, como o Melhor Novo Produto para Animais de Companhia. O Prêmio S&P Global é um dos mais prestigiosos do setor veterinário e de saúde animal no mundo.
 

Adesão ao tratamento o elo entre o médico-veterinário e o responsável pelo pet

Para alcançar o sucesso terapêutico, o Numelvi® foi desenhado para ser prático. O esquema é de dose única diária, sem a necessidade de dose de ataque – dose inicial mais elevada. Essa praticidade é fundamental para evitar interrupções pelo responsável pelo pet, prevenindo recidivas e promovendo o bem-estar do animal. 

Representado pelo ícone Infinite Bond (Elo Infinito), o lançamento consolida o conceito de "Alívio Elevado" e reforça o compromisso da MSD Saúde Animal em entregar ciência que se traduz em cuidado, garantindo que o elo entre humanos e cães não seja mais interrompido pelo desconforto da coceira.



MSD Saúde Animal
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Ansiedade canina: sinais silenciosos afetam 8 em cada 10 cães

Médica veterinária do CEUB explica como identificar mudanças de comportamento que podem indicar sofrimento emocional nos pets
 

Mais de 84% dos cães apresentam sinais de ansiedade ou medo no cotidiano, revela Estudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Ciências Biomédicas da Texas A&M. Os gatilhos podem ser pessoas e cães desconhecidos, ruídos intensos, objetos estranhos ou mudanças de ambiente. A professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Rafaela Barbosa, alerta que a ansiedade em cães merece atenção dos tutores, já que pode comprometer o bem-estar físico e emocional dos animais. 

Segundo a especialista, comportamentos muitas vezes interpretados como “birra” ou mau comportamento podem, na realidade, ser sinais de sofrimento emocional. “Excesso de latidos, latir para a parede, andar em círculos, perseguir e tentar morder o próprio rabo e mudanças repentinas de comportamento, como agressividade inesperada, podem indicar que o animal está estressado”. Entre os sintomas frequentes, estão tremores, choramingos, tentativa de se esconder, postura encolhida e comportamento agitado. 

A médica veterinária recomenda investigar possíveis causas das alterações: “A chegada de um novo animal, mudanças bruscas na rotina, excesso de barulho e até vizinhos com muitos animais podem desencadear ansiedade e desconforto emocional”. Sem acompanhamento adequado, quadros de ansiedade podem evoluir a comportamentos agressivos ou compulsivos. “Quando o cão evita contato visual, apresenta tremores, destruição de objetos, comportamento de fuga ou agressividade repentina, é importante buscar ajuda e entender o que está provocando esse estresse”, reforça Rafaela.


Raças mais sensíveis e os impactos nos gatos

Embora não exista uma raça específica mais propensa à ansiedade, algumas costumam demonstrar mais sensibilidade emocional. “Shih-tzu e Spitz Alemão podem ter um apego emocional intenso se comparadas a outras”, explica a médica veterinária. Rafaela destaca que os gatos são ainda mais sensíveis às mudanças: “Na medicina felina, a alteração de hábitos pode desencadear problemas urinários, inclusive casos graves, como obstrução uretral. Por isso, mudanças na rotina dos gatos exigem atenção redobrada”.


Como ajudar os pets em situações estressantes

A professora do CEUB indica manter uma rotina equilibrada, com estímulos físicos e mentais. “Passeios regulares, brincadeiras interativas e enriquecimento ambiental ajudam a reduzir o estresse e proporcionam mais qualidade de vida aos animais”, orienta. Alternar os brinquedos oferecidos aos pets também pode contribuir para manter o interesse e estimular o comportamento saudável. “O ideal é fazer um rodízio dos brinquedos, inserindo novidades para manter o animal entretido”, afirma a docente. 

Em situações específicas, como períodos festivos com fogos de artifício, estratégias simples podem ajudar a reduzir o desconforto dos animais. “Diminuir a intensidade dos sons com algodão nos ouvidos, enrolar o pet em uma toalha para transmitir sensação de segurança e manter postura calma e acolhedora ajudam bastante nesses momentos”.

A docente do CEUB reforça ainda que, em casos persistentes ou mais intensos, o ideal é procurar orientação veterinária antes de qualquer intervenção. “Quanto mais cedo o tutor identificar os sinais, maiores são as chances de controlar o problema antes que ele comprometa a saúde e a convivência do animal”, finaliza Rafaela Barbosa.

 

Centro Universitário de Brasília - CEUB


Adoção responsável de pets fortalece vínculos e saúde mental


No Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, especialista destaca como o acolhimento de animais transforma relações afetivas, lembrando que exige responsabilidade emocional e também financeira

 

Mais do que um gesto de acolhimento, a adoção de um pet pode transformar relações afetivas e trazer impactos positivos para a saúde mental. Aproveitando a proximidade com o Dia Nacional da Adoção (25 de maio), a psicóloga especializada em vínculo humano-animal e luto pet, Juliana Sato, destaca que a convivência com animais favorece conexões emocionais profundas e contribui para o bem-estar emocional.

“A adoção de um animal costuma trazer impactos emocionais muito profundos porque ela mexe diretamente com aspectos ligados a vínculo e afetos. Muitos animais acabam funcionando como importantes reguladores emocionais na casa”, explica Juliana. Segundo ela, a presença de um pet pode auxiliar na diminuição da solidão, na retomada de rotinas e até na melhora de sintomas de ansiedade e depressão.

A especialista ressalta ainda que o vínculo acontece de forma mútua. “O animal também chega com a sua história, seus medos e seus comportamentos. Aos poucos, ele constrói confiança naquele ambiente e se incorpora à história da família que o recebe. Quem convive com animais percebe rapidamente que não existe uma relação unilateral”, afirma.

Em um cenário marcado pelo excesso de conexões digitais e pelo enfraquecimento de relações profundas, Juliana explica que os pets oferecem presença concreta, previsibilidade afetiva e interação sem julgamentos. “O pet não substitui relações humanas nem tratamento psicológico, mas pode funcionar como suporte emocional legítimo em contextos de solidão, ansiedade e isolamento”, pontua.

Apesar dos benefícios emocionais, a psicóloga alerta para a importância da responsabilidade no processo de adoção. “Afeto sem responsabilidade vira sobrecarga depois. A adoção responsável exige preparo emocional, financeiro e compreensão de que vínculo também exige continuidade”, finaliza. 

 

Juliana Sato - Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela renomada Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis. Desde 2024, faz parte da diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Para ajudar pessoas que buscam equilíbrio emocional e crescimento pessoal, criou o canal VibeZenCast, no qual compartilha conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar. Juliana também é uma das organizadoras do recém-lançado livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, pela Editora Lucto, onde aborda a complexidade do assunto e debate a saúde mental no universo pet. Saiba mais acessando o site julianasatopsicologa.com.br ou o perfil no Instagram @jusatopsicologa.



Raça bovina que tem Brasil até no nome


Enquanto a torcida veste verde e amarelo, troca figurinha e fala de seleção brasileira, existe um outro “time brasileiro” que muita gente não conhece, mas que também foi criado para aguentar calor, pressão e entregar resultado: a raça SIMBRASIL.

O nome parece slogan de Copa, mas é uma raça de gado desenvolvida no Brasil desde 1945 para produzir carne e leite nas condições tropicais brasileiras. O “Brasil” no nome não é coincidência. A raça surgiu do cruzamento entre dois tipos de bovinos vindos de lugares bem diferentes do mundo.

De um lado, o SIMENTAL, é uma raça de origem europeia que é conhecida pela alta produtividade. Do outro lado, as raças Zebuínas de corte e de leite, que alcançam excelentes índices nas mais adversas situações tropicais, em especial o calor. É notório que o Brasil tem o melhor Zebu do Mundo, o que trouxe uma enorme vantagem competitiva na formação e seleção do SIMBRASIL. 

O resultado deste cruzamento foi uma raça 100% adaptada a todas as condições de clima e pastagens do Brasil produzindo com muita eficiência, nas mais desafiadoras condições tropicais. Um verdadeiro “camisa 10” da pecuária tropical. 

Lá fora, a raça é conhecida como SIMBRAH por se utilizar em imensa maioria a raça Zebuína BRAHMAN. No Brasil, por suas características diferenciadas surgiu como SIMBRASIL. Foi oficialmente reconhecido como raça pelo Ministério de Agricultura em 1989. 

Um dos principais rebanhos da raça, a SAEXI Agropecuária encontra-se nas cidades Mineiras, Itabira, Bom Jesus do Amparo, Nova União, e na região do Norte de Minas, no semiárido. Estas condições fizeram que o SIMBRASIL esteja presente de Norte ao Sul no Brasil, por exemplo nos estados nordestinos, no Brasil central e no extremo norte, em razão da sua adaptação.

Na prática, é um daqueles casos curiosos em que ciência, genética e orgulho brasileiro acabaram no mesmo nome. E, tem grandes chances de muita gente já ter encontrado o SIMBRASIL sem saber, seja no leite do café da manhã ou na carne do churrasco do fim de semana.


Saiba mais sobre a raça 

Por possuir linhagens focadas na produção de leite, e outras na produção de carne o SIMBRASIL é um gado de Dupla aptidão. Entre as principais características da raça estão a adaptação ao clima tropical, resistência ao calor, fertilidade, precocidade e ao mesmo tempo longevidade, habilidade materna extremada e excelente desempenho produtivo. O SIMBRASIL, e as suas cruzas, alcançam excelentes resultados.


Alerta de inverno: sinais silenciosos podem indicar que seu cão está doente


Banco de Imagem

 Alergias e doenças respiratórias aumentam no frio e exigem atenção redobrada dos tutores

 

Com a queda das temperaturas, muita gente se preocupa em tirar o casaco do armário — mas esquece que os pets também sentem (e muito) os efeitos do frio. Mais do que desconforto, o inverno pode desencadear ou agravar alergias e doenças respiratórias em cães, muitas vezes de forma silenciosa. 

“A combinação de ambientes fechados, pouca ventilação e maior contato com poeira e ácaros cria um cenário ideal para o surgimento de problemas respiratórios e alérgicos. Além disso, pets que passam grande parte do tempo em ambientes aquecidos e depois são expostos ao frio intenso durante os passeios podem sofrer com mudanças bruscas de temperatura, o que favorece crises respiratórias e queda da imunidade, principalmente em filhotes, idosos e animais predispostos”, alerta a médica-veterinária Vanessa Barreto, da Dog Life. 

Assim como acontece com os humanos, os cães também ficam mais suscetíveis a diferentes doenças no inverno. Entre as mais comuns estão gripes e infecções respiratórias, como a traqueobronquite infecciosa (conhecida como “tosse dos canis”), além de bronquite, rinite e até quadros de pneumonia em casos mais graves. O período também favorece o agravamento de doenças alérgicas e dermatológicas, como dermatites, otites e irritações de pele, muito associadas ao aumento de ácaros, poeira e fungos em ambientes fechados. Em animais mais sensíveis ou com histórico clínico, também pode haver piora de condições crônicas, já que o sistema imunológico tende a ficar mais vulnerável durante os dias frios.

Se você acha que é só colocar uma roupinha e está tudo resolvido, vale repensar. Veja alguns pontos de atenção no dia a dia:

  1. Espirros, coceira e cansaço não são “normais do frio”: Sinais como espirros frequentes, coceira persistente ou desânimo podem indicar quadros alérgicos ou respiratórios em desenvolvimento, e não apenas uma reação natural ao clima gelado.
  2. Ambientes fechados podem virar vilões invisíveis: A tendência de manter janelas e portas fechadas no inverno aumenta a concentração de ácaros, poeira e fungos. O ar estagnado favorece a irritação contínua das vias aéreas e da pele dos animais.
  3. Alergia de pele também piora no inverno: O uso prolongado de cobertores, a menor ventilação e banhos mais espaçados podem agravar dermatites. Sintomas como vermelhidão, lambedura excessiva nas patas e queda de pelos merecem atenção imediata.
  4. Tosse não é algo para ignorar: Tosses secas ou persistentes podem ser desde irritações leves até infecções mais graves. O alerta deve ser maior se houver presença de secreção ou prostração.
  5. Menos água, mais risco: A redução espontânea na ingestão de água durante os dias frios impacta diretamente a imunidade e o funcionamento metabólico do cão, tornando-o mais suscetível a doenças.
  6. Prevenção ainda é o melhor cuidado: A higienização frequente de camas e mantas, a manutenção de ambientes arejados (mesmo no frio) e o acompanhamento preventivo são fundamentais para atravessar a estação sem complicações.

“O inverno exige um olhar mais atento. Pequenos sinais podem indicar problemas maiores se não forem acompanhados e tratados precocemente por um profissional”, finaliza Vanessa. 

Além do cuidado em casa, manter a caderneta de vacinação atualizada, evitar passeios nos horários mais frios do dia — especialmente no início da manhã e à noite — e ter atenção redobrada após os banhos, garantindo a secagem completa antes de qualquer exposição ao frio ou vento, são medidas essenciais para preservar a saúde e o bem-estar dos pets durante o inverno.


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Benefícios transformadores: como animais de estimação impulsionam a saúde e o bem-estar de idosos

Médica veterinária da Unifran explica os impactos positivos na atividade física, socialização e rotina, além de orientar sobre a escolha do pet ideal e os cuidados essenciais

 

Mais do que meros companheiros, os animais de estimação representam um poderoso catalisador de bem-estar físico e emocional, especialmente para pessoas na terceira idade. A presença de um pet em casa pode transformar a rotina de idosos, promovendo uma série de benefícios que vão desde a melhora da saúde até o estímulo à socialização, conforme aponta Valeska Rodrigues, médica veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Franca (Unifran). 

A rotina de cuidar de um animal de estimação, seja caminhando com um cão, brincando com um gato ou alimentando pássaros, incentiva a movimentação e a atividade física, contribuindo para a manutenção de um corpo mais ativo. "Um pet traz responsabilidade e um propósito diário, estimulando o idoso a ser mais ativo e a ter uma rotina de cuidados com a higiene, alimentação e ambiente. Isso se traduz diretamente em uma melhor qualidade de vida", explica a Profa. Valeska. 

Além dos benefícios físicos, a interação com o animal e, por consequência, com outras pessoas durante passeios ou visitas ao veterinário, combate o isolamento social, um dos grandes desafios enfrentados por muitos idosos. A médica veterinária ainda destaca que, em ambientes como hospitais e casas de repouso, a visita de pets já se mostra uma terapia que transforma a vida dos pacientes. 

Contudo, a decisão de adotar um pet estando na terceira idade exige planejamento. "A rede de apoio familiar é crucial, assim como ocorre no nascimento de bebês", alerta a docente. É fundamental considerar o tipo de habitação (casa ou apartamento), as restrições médicas do idoso e a capacidade de cuidado. Para pessoas com mobilidade reduzida, gatos, pássaros ou peixes podem ser excelentes opções, dada a menor demanda física. Idosos mais ativos, por outro lado, podem se beneficiar da companhia de cães de raças mais tranquilas, que se adequem ao ritmo de passeios e brincadeiras. A professora enfatiza a importância de consultar um médico veterinário ou um profissional de comportamento animal para auxiliar na escolha mais adequada. 

Do ponto de vista veterinário, o acompanhamento regular é indispensável para garantir a longevidade e a saúde da relação entre o idoso e seu animal. "Manter a saúde do pet em dia irá preservar a vida do idoso com qualidade", afirma a especialista. Cuidados essenciais incluem o manejo sanitário com vacinas, vermífugos e controle de parasitas como pulgas e carrapatos, além de banhos e uma alimentação balanceada. 

A professora faz um alerta sobre a prática comum de oferecer alimentos humanos aos pets: "Idoso adora dar o que come para o cachorro, e isso poderá prejudicar seriamente a saúde do bichinho". Outro ponto relevante é a esterilização (castração), caso não haja indicação para a reprodução, o que configura um ato de responsabilidade social. 

A professora finaliza ressaltando que o envelhecimento é um processo compartilhado. "Os animais também envelhecem junto aos idosos e precisam de cuidados geriátricos. É o reflexo da vida em espécies diferentes e permite aos humanos se adaptarem e ter outro olhar em relação às condições que o envelhecimento causa, seja nos avós ou nos bichinhos. Proteger a saúde do pet é cuidar da própria qualidade de vida e do bem-estar do idoso."
  


Unifran
Visite: www.unifran.edu.br


Maus-tratos silenciosos: negligência médica compromete a saúde e o bem-estar dos pets

Médica-Veterinária alerta para a importância da continuidade dos tratamentos e do acompanhamento veterinário regular 

 

Muitas vezes silenciosa, a negligência médica é uma forma de maus-tratos que pode passar despercebida e comprometer seriamente a saúde e a qualidade de vida dos pets. Interrupção de tratamentos antes do tempo recomendado, falta de acompanhamento veterinário e descuido com doenças crônicas estão entre os comportamentos mais comuns e podem provocar dor persistente, agravamento de quadros clínicos e sofrimento prolongado para cães e gatos.

“Cuidar de um pet vai muito além de oferecer alimento e abrigo. A saúde também exige compromisso contínuo. Abandonar um tratamento ou deixar de acompanhar uma condição crônica pode comprometer seriamente a qualidade de vida do animal”, explica a Dra. Thalita Souza, Gerente de Serviços Técnicos da área de Animais de Companhia da Zoetis Brasil.

Assim como acontece com os humanos, diversas doenças em pets não têm cura e exigem acompanhamento ao longo da vida – é o caso de condições como dermatite atópica, osteoartrite e algumas doenças metabólicas. Quando não tratadas adequadamente, essas enfermidades podem evoluir de forma silenciosa, causando limitações físicas, desconforto e impactos no bem-estar dos animais.

A adesão ao tratamento ainda é um desafio entre os responsáveis. Falhas na administração correta de medicamentos, interrupções sem orientação veterinária e atrasos em consultas de acompanhamento podem reduzir a eficácia das terapias e dificultar a recuperação dos pets.

Outro ponto de atenção é a dificuldade em perceber os sinais de doenças crônicas nos animais. Por instinto, muitos pets escondem desconfortos e alterações no organismo, o que pode levar à falsa percepção de que está tudo bem. Pequenas mudanças de comportamento, perda de apetite, alterações no sono, coceira frequente, dificuldade para se locomover, isolamento ou redução da disposição podem ser sinais importantes de que há algum problema de saúde.

“Muitas doenças crônicas evoluem de forma silenciosa, e os sinais podem ser sutis no início. O responsável precisa estar atento às mudanças no comportamento e manter consultas regulares com o médico-veterinário para garantir diagnóstico precoce e tratamento adequado”, reforça a médica veterinária.

A conscientização sobre prevenção e continuidade dos cuidados é fundamental para garantir bem-estar em todas as fases da vida do animal. Em linha com esse pensamento, a Zoetis possui um portfólio com soluções que acompanham os animais em todas as etapas da jornada de saúde. Entre elas, estão os antiparasitários Simparic®, Simparic Trio® e Revolution Plus®, que auxiliam na proteção contra pulgas, carrapatos e outros parasitas; a vacina Vanguard® Plus (V10), que protege cães contra cinomose, leptospirose, parvovirose, coronavirose, hepatite infecciosa canina, adenovírus e parainfluenza; Apoquel®, indicado para o tratamento da dermatite atópica em cães; e Librela®, terapia para controle da dor associada à osteoartrite em cães.

“Ter um pet é assumir uma responsabilidade para a vida toda, porque eles dependem integralmente dos seus responsáveis para terem qualidade de vida. O acompanhamento veterinário e a continuidade do tratamento fazem parte desse compromisso diário com o bem-estar animal”, conclui a médica-veterinária.

 

Zoetis
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A "Seleção do Sofá": Pet Censo revela os 26 nomes de jogadores que dominam os lares brasileiros



Com os convocados da Copa oficializados, levantamento identifica quais são os nomes de jogadores mundiais mais populares entre os pets no Brasil

 

A lista dos 26 convocados para a Copa do Mundo é, tradicionalmente, um dos momentos de maior debate nacional. No entanto, muito antes do apito inicial, milhões de brasileiros já haviam feito suas próprias "convocações" dentro de casa. De acordo com o Pet Censo, levantamento realizado pela Petlove, maior ecossistema pet do país, os nomes que brilham nos estádios europeus e na Seleção Brasileira já são os favoritos absolutos na hora de registrar cães e gatos em todo o Brasil. 

A lista revela um fenômeno interessante de transferência de afeto, confirmando que a paixão pelo futebol rompe a barreira das quatro linhas e se torna identidade familiar. No topo do ranking, a liderança do meia português Bruno (referência a Bruno Fernandes) e do astro argentino Messi reforça como o consumo do futebol globalizado influenciou o vocabulário dos tutores brasileiros. 

Entretanto, quando o assunto é o DNA do futebol brasileiro, um nome ainda reina soberano nos lares: Neymar. O ídolo da Seleção é o primeiro brasileiro a aparecer na lista (ocupando a 3ª posição geral), consolidando-se como o maior ícone nacional no universo pet. Ele lidera um ataque de peso nas coleiras, seguido por Rafinha e pela estrela do Real Madrid, Vinícius Júnior. 

 


O Pet Censo da Petlove também detectou a agilidade com que o brasileiro absorve novas tendências. Nomes de jovens promessas que acabam de chegar à Seleção de Ancelotti, como Endrick, já aparecem à frente de veteranos consagrados, como Modric e Lewandowski. O fenômeno se repete com astros internacionais que sequer são brasileiros, mas que já batizam milhares de pets por aqui, como o norueguês Haaland e o prodígio espanhol Lamine Yamal. 

A escolha do nome de um pet é um ato de profunda conexão emocional. Ao batizar um animal como Neymar, Messi ou Vini Jr, o tutor está trazendo para o convívio diário a alegria que esses atletas proporcionam. O Censo apenas comprova que, para o brasileiro, a família multiespécie e o futebol são dois pilares que caminham juntos.


CONFIRA A LISTA DOS 26 "CONVOCADOS" DO PET CENSO


(Ranking por ordem de popularidade na base de dados da Petlove)

  1. Bruno (Bruno Fernandes) – 979
  2. Messi – 874
  3. Neymar – 247
  4. Rafinha - 126
  5. Mané - 96
  6. Vinícius Júnior / Vini Jr - 74
  7. Danilo - 61
  8. Julian Álvarez - 53
  9. Cristiano Ronaldo - 48
  10. Salah - 27
  11. Endrick – 11
  12. Haaland - 11
  13. Bellingham - 10
  14. De Bruyne - 9
  15. Pedri - 9
  16. Yamal - 6
  17. Mbappé - 6
  18. Palmer - 6
  19. Modric - 4
  20. Vitinha - 3
  21. Lautaro Martínez - 3
  22. Harry Kane - 3
  23. Lewandowski - 3
  24. Courtois - 2
  25. Dembélé - 2
  26. Saka - 1

 Petlove

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