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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Pessoas 50+ com doenças crônicas estão mais expostas a complicações por Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e Herpes Zoster

 Condições como Diabetes e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) aumentam a vulnerabilidade a agentes infecciosos, como o VSR, elevando a chance de internações prolongadas e óbito. Portadores de DPOC têm até 13 vezes mais risco de hospitalização por VSR, e pessoas com diabetes, até 6,4 vezes mais.2,3,8

 

O sistema imunológico de adultos com 50 anos ou mais passa por um processo de enfraquecimento natural, chamado de imunossenescência, que diminui gradualmente a sua capacidade de se defender de agentes infecciosos.1 Essa alteração associada a condições crônicas de saúde, como diabetes, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), asma, insuficiência cardíaca, e outras doenças cardiovasculares, pode levar a complicações mais frequentes por doenças infecciosas.2,3 Nesses casos, a combinação do envelhecimento com as comorbidades cria um cenário de alto risco para complicações sérias, como as causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e pelo herpes zoster. 1-4

Com a proximidade do Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro)5 e do Dia Mundial da DPOC (19 de novembro)6, especialistas reforçam a necessidade de conscientização e prevenção para esse público. 

“A partir dos 50 anos, a capacidade de combater vírus e bactérias é reduzida, tornando os adultos mais vulneráveis a doenças graves. E quando se tem alguma doença crônica, esse risco pode ser ainda maior. O VSR pode ser um gatilho perigoso para o agravamento do quadro de saúde. A infecção pode descompensar doenças crônicas, mesmo que estejam controladas” 1,3,11, explica a geriatra e clínica geral Maisa Kairalla (CRM 102136-SP), médica do núcleo de Geriatria do Hospital Sírio Libanês, presidente da comissão de Imunização da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), membro da Câmara técnica de Geriatria do CREMESP (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) e membro do ILC Brasil, ponto focal imunização. 

No Brasil, uma análise de 10 anos (2013-2023) mostrou que idosos com comorbidades, infectados pelo VSR, tiveram altas taxas de admissão em UTI e letalidade. A taxa média de letalidade foi de 25,9%, variando de 21% em 2013 a 30,7% em 2017. Entre os casos, 71,5% apresentavam pelo menos uma condição crônica, sendo doenças cardiovasculares as mais comuns com 64,2%, seguido de diabetes com 32% e doenças pulmonares com 26,5%.7 

Outros estudos reforçam que o risco de hospitalização por VSR é drasticamente elevado em adultos mais velhos com comorbidades: portadores de DPOC com 65 anos ou mais têm até 13 vezes mais chances de internação por VSR.8 A DPOC afeta 210 milhões de pessoas no mundo e é a quinta causa de morte no Brasil.6 Já pessoas com 65 anos ou mais com diabetes (que atinge mais de 13 milhões de brasileiros segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes) têm até 6,4 vezes mais risco de hospitalização.5,8 

O alerta se estende ao herpes zoster, popularmente conhecido como "cobreiro". esta doença é a reativação do mesmo vírus da catapora, o varicela-zoster, que permanece adormecido no sistema nervoso e pode reaparecer de forma imprevisível anos após a infecção inicial, principalmente em adultos mais velhos ou com comprometimento imunológico, como é o caso de quem vive com doenças crônicas.4,9  

A doença pode causar dor intensa e prolongada e impactar significativamente a qualidade de vida. Sua principal complicação é a neuralgia pós-herpética, uma dor crônica que pode persistir por mais de 90 dias após o desaparecimento das lesões e que pode durar anos.4,9,10 

"Adultos com doenças crônicas pulmonares, cardiovasculares e diabetes precisam ter uma visão ampla sobre sua imunidade. O envelhecimento natural e essas comorbidades enfraquecem as defesas do organismo, proporcionando a maior incidência de infecções respiratórias virais graves inclusive pelo VSR, bem como a maior incidência de herpes zoster . Importante salientar que estas doenças podem ser prevenidas por vacinação" 1-4, conclui Kairalla.


Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico.


GSK
Para mais informações, visite GSK

 

Referências:

  1. SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Geriatria: Guia de vacinação (2022/2023). Disponível em: . Acesso em: outubro/2025;
  2. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Vírus sincicial respiratório (VSR). Disponível em: <Link>. Acesso em: outubro/2025;
  3. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Respiratory Syncytial Virus Infection (RSV). RSV in Adults. Disponível em: . Acesso em: outubro/2025;
  4. BRASIL. Ministério da Saúde. Herpes (Cobreiro). Disponível em: <Link> Acesso em: outubro/2025;
  5. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. 14/11 Dia Mundial do Diabetes. Disponível em: <Link>. Acesso em: outubro/2025;
  6. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. “Conheça sua função pulmonar” : 20/11 – Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC. Disponível em: <Link>. Acesso em: outubro/2025;
  7. VERAS, Bruna Medeiros Gonçalves de; MICHELIN, Lessandra; PINTO, Thatiana; GUZMAN-HOLST, Adriana; PUNGARTNIK, Paula; BERRA, Thaís Zamboni; PIRES-MATHEUS, Gustavo; SILVA, Rosemeri Maurici da. *Respiratory syncytial virus disease burden in older adults with and without comorbidities: a decade of hospitalization data in Brazil (2013–2023);
  8. BRANCHE AR, Saiman L, Walsh EE, et al. Incidence of respiratory syncytial virus infection among hospitalized adults, 2017–2020. ClinInfect Dis. 2022;74(6):1004-1011. doi:10.1093/cid/ciab595;
  9. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Prevention of herpes zoster: recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP). MMWR, v. 57, RR-5, p. 1-30, 2008;
  10. LUKAS, K. et al. The impact of herpes zoster and post-herpetic neuralgia onquality of life: patient-reported outcomes in six European countries. J Public Health, 20:441-451, 2012
  11. DOHERTY, T. M. et al. Vaccination programs for older adults in an era of demographic change. European Geriatric Medicine, v. 9, n. 3, p. 289–300, 19 mar. 2018.


Mudanças climáticas: emergência de saúde pública

Especialista da Inspirali explica como a crise já vem afetando diretamente a população

 

Com o fim da COP-30, muitas resoluções e novos questionamentos viraram pauta em todo o mundo no que diz respeito a crise climática. Já considerada uma crise de saúde pública, as mudanças do clima chamam atenção também de autoridades médicas e da população. Para entender a relação entre os efeitos do clima e a saúde, a Inspirali, ecossistema que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, convidou a Dra. Marlana Kusama, pediatra e professora na UniSul. Confira:

 

1. - Como as mudanças climáticas afetam a nossa saúde?

R: As mudanças climáticas afetam a saúde humana por meio de ondas de calor, poluição do ar,
eventos extremos, contaminação alimentar e expansão de doenças transmissíveis. Artigos publicados na OMS, o IPCC e o Lancet Countdown apontam impactos crescentes e necessidade urgente de adaptação.

 

2. Há riscos ou alertas de surgimento de novos tipos de vírus por conta das mudanças climáticas?

R: O aquecimento global altera habitats, estressa ecossistemas e intensifica o contato entre humanos, animais silvestres e vetores, aumentando a probabilidade de spillover (transmissão de vírus de animais para humanos). O risco cresce, embora novos surtos dependam também de práticas humanas e vigilância sanitária.

 

3. Das enfermidades já existentes, acredita que podem piorar por conta do clima?

R: Doenças transmitidas por vetores como dengue, zika, chikungunya e malária tendem a se expandir para novas regiões. Já doenças transmitidas por água e alimentos, como em enchentes e secas, aumentam casos de diarreias, leptospirose e surtos relacionados a água contaminada. Incêndios florestais e poluentes agravam quadros respiratórios e cardiovasculares. Também existe o estresse térmico, que é quando ondas de calor aumentam mortalidade e internações por doenças cardíacas, renais e metabólicas. E, não menos importante, temos o impacto na saúde mental, pois eventos extremos impactam ansiedade, depressão e estresse pós-traumático.

 

4. - Devemos nos preparar para algum novo surto?

R: A preparação inclui vigilância integrada (clima-saúde-vetores), fortalecimento de laboratórios e serviços de saúde, protocolos para ondas de calor e enchentes e redução de riscos ambientais como desmatamento.

 

5. Em relação a saúde da população, existe alguma região mais propensa a sofrer por conta do clima?

R: Sim, por exemplo, países tropicais e subtropicais são sinônimo de grandes cidades expostas ao efeito de ilha de calor. Já países de baixa renda e pequenas ilhas (SIDS) possuem comunidades próximas a áreas de risco climático e baixa infraestrutura.

 

6. - Existe algum preparo diferenciado para os futuros médicos por conta da nova realidade climática?

R: Escolas médicas começam a incluir “Saúde Planetária” no currículo, para identificação de doenças sensíveis ao clima, manejo clínico de calor extremo, vigilância epidemiológica e sustentabilidade em serviços de saúde.

 

7- Há planos de algum novo protocolo de atendimento que identifique manifestações causadas pelo clima?

R: Existem diretrizes para calor extremo, incêndios e surtos pós-desastres, mas ainda faltam protocolos padronizados que integrem clima de forma sistemática na anamnese e nas ações de vigilância.

 

8 - Em termos de saúde, estamos preparados para estas constantes mudanças do clima, que tendem a piorar com o passar do tempo?

R: Os sistemas de saúde não estão plenamente preparados. O financiamento para adaptação climática é insuficiente. Indicadores de exposição (calor, poluição, incêndios) aumentam mais rápido do que a capacidade de resposta dos países.

 

9 - Existe algum estudo que relacione as mudanças climáticas com a saúde da população?

R: Sim. Estudo da Organização Mundial da Saúde – OMS constata 250.000 mortes adicionais/ano previstas entre 2030–2050 por causas relacionadas ao clima. A Lancet Countdown constata aumento global de mortalidade por calor e expansão de áreas adequadas para transmissão de dengue. IPCC AR6 relata que entre 3 a 3.6 bilhões de pessoas vivem em regiões altamente vulneráveis às mudanças climáticas. Podemos concluir que as mudanças climáticas já são uma emergência de saúde pública. Fortalecer sistemas de saúde, prever riscos climáticos, educar profissionais e reduzir vulnerabilidades sociais é essencial para reduzir vulnerabilidades sociais no presente e futuro.


Flutuação hormonal afeta imunidade de mulheres, mas exercício físico pode mitigar o efeito

Inconsistência de métodos usados para controlar os hormônios
sexuais fazem com que haja os resultados mais diversos e,
por consequência, inconclusivos, diz pesquisadora
(imagem: 
Rawpixel.com/Freepik)
Foi o que apontou artigo de revisão publicado por pesquisadores da Unesp; segundo os autores, porém, ainda não há consenso sobre os reais impactos do ciclo menstrual, da perimenopausa e da menopausa porque parte dos estudos adota metodologia inadequada

 

 As oscilações hormonais ao longo da vida das mulheres são um dos fatores que mais influenciam o sistema imunológico. Como em uma gangorra, a variação de estrogênio e progesterona incidem em nível celular, alterando o perfil imunológico e inflamatório. É nos dias que antecedem o período menstrual (fase lútea), por exemplo, que a atividade inflamatória é mais intensa. Na menopausa, a queda dos hormônios sexuais promove um estado pró-inflamatório.

Apesar do entendimento sobre a relação entre oscilações hormonais e sistema imunológico ter avançado, ainda não há consenso entre os cientistas sobre os reais impactos do ciclo menstrual, da perimenopausa e da menopausa na imunidade das mulheres. E o motivo para isso é banal: a falta de caracterização adequada do ciclo menstrual em uma parte dos estudos sobre o tema.

Foi o que demonstrou um trabalho de revisão realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente, apoiado pela FAPESP. Ao revisar os principais estudos pulicados sobre o tema, os pesquisadores constataram que muitos deles ainda se baseiam em métodos simplificados, como o uso de aplicativos de celular, para definir em que fase do ciclo menstrual a mulher se encontra.

“De acordo com a principal diretriz internacional, métodos simplificados apenas nos informam se a pessoa está em período menstrual ou não, e isso não é suficiente para fazer estudos científicos. É preciso utilizar uma combinação de métodos para identificar se ela está na fase folicular, ovulatória ou lútea, pois em cada uma dessas etapas ocorrem variações da progesterona e do estrogênio, hormônios que têm implicações distintas para o sistema imunológico”, explica Barbara de Moura Antunes, pesquisadora que conduziu o estudo.

Antunes explica que essa lacuna metodológica tem gerado resultados contraditórios nas pesquisas sobre o tema. “A inconsistência e a diferença dos métodos utilizados para controlar os hormônios sexuais fazem com que tenhamos os resultados mais diversos e, por consequência, inconclusivos. E isso não preenche lacunas do conhecimento, apenas gera mais confusão e desinformação”, conta.

Para a pesquisadora, a falta de consenso e de rigor nas pesquisas vem de um problema anterior: a falta de inserção de aspectos da mulher nos estudos científicos. “Por muitos anos se preconizou que tanto ensaios clínicos quanto estudos de experimentação animal fossem realizados apenas com homens ou animais machos. Mas acontece que o corpo feminino vive em constante flutuação hormonal, diferentemente do masculino, que mantém níveis mais estáveis ao longo da vida. Ignorar essa dinâmica compromete a compreensão da saúde da mulher”, afirma.

O estudo de revisão publicado na revista Maturitas abre uma nova linha de pesquisa que pretende investigar de modo mais aprofundado essa relação e o impacto do exercício físico nesses diferentes cenários ao longo da vida da mulher.

A equipe responsável pelo artigo agora se prepara para uma nova etapa: a realização de um estudo original com mulheres brasileiras que promete preencher essas lacunas. “O nível de atividade física ou o condicionamento físico, associado com as flutuações hormonais, impacta na resposta inflamatória? Existe um tipo ideal de exercício físico quando falamos de imunidade? As variáveis do treinamento deveriam ser ajustadas ao longo do tempo? Qual o impacto dessa oscilação hormonal na mulher sedentária, ativa e treinada? Tudo isso pretendemos investigar no intuito de ampliar a compreensão sobre a saúde de metade da população", conta a pesquisadora para a Agência FAPESP.

A pesquisa será dividida em duas fases. A primeira vai analisar mulheres em idade reprodutiva (entre 18 e 35 anos), classificadas por níveis de aptidão cardiorrespiratória. O intuito será investigar como as diferentes fases do ciclo menstrual modulam a resposta inflamatória. Já a segunda fase incluirá mulheres na pré-menopausa, menopausa e pós-menopausa, também divididas por níveis de condicionamento físico, para avaliar os efeitos do declínio hormonal.

Antunes explica que até agora o que se sabe nessa área é que, durante a vida reprodutiva da mulher, os níveis de estradiol (um tipo específico de estrogênio) e progesterona oscilam ao longo do ciclo menstrual, influenciando diretamente o sistema imunológico. Essas flutuações hormonais afetam células imunes, como monócitos e linfócitos, que possuem receptores para hormônios sexuais e, consequentemente, respondem a esse estímulo produzindo citocinas – proteínas sinalizadoras que regulam a inflamação.

Ela conta que da menstruação até a ovulação (final da fase folicular), o estrogênio está em alta e a progesterona em baixa, favorecendo uma resposta anti-inflamatória e melhor desempenho físico e cognitivo. Já na fase lútea, que antecede a menstruação, o cenário se inverte: o estrogênio cai e a progesterona sobe, tornando o organismo mais suscetível à inflamação, ao cansaço, com maior percepção de fadiga e possível atraso na recuperação muscular.

Os estudos conduzidos pelo grupo mostram que na fase folicular há maior presença de marcadores anti-inflamatórios e protetivos à saúde (como IL-1ra e HDL-c), enquanto na fase lútea predominam marcadores pró-inflamatórios (como TNF-α e IL-6).

“Com o envelhecimento, especialmente na menopausa, ocorre um declínio acentuado do estradiol, o que está associado a diversos problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, perda de massa muscular [sarcopenia], osteoporose e alterações no metabolismo lipídico."

Os estudos analisados mostraram ainda que o exercício físico, mesmo não revertendo a queda do estradiol, atua como uma ferramenta poderosa para prevenir e tratar os efeitos negativos do envelhecimento. “Ele melhora a produção de citocinas anti-inflamatórias, fortalece músculos e ossos e ajuda a manter a saúde geral da mulher em todas as fases da vida."

O artigo Immunometabolic insights into women's health across all ages pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378512225005274.

 

Maria Fernanda Ziegler

Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/flutuacao-hormonal-afeta-imunidade-de-mulheres-mas-exercicio-fisico-pode-mitigar-o-efeito/56598



Vacina que previne bronquiolite é incorporada ao SUS e amplia proteção para recém-nascidos no Brasil

O Ministério da Saúde anunciou a incorporação da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) — principal agente causador da bronquiolite — ao Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante será oferecido a gestantes a partir da 28ª semana de gestação, garantindo proteção aos bebês logo nos primeiros meses de vida, fase em que o risco de complicações respiratórias é maior. O primeiro lote, com 673 mil doses, já começou a ser distribuído aos estados.

A chegada da vacina à rede pública representa um marco para a saúde materno-infantil, segundo especialistas. Para a pediatra Dra. Mariana Bolonhezi, democratizar o acesso à prevenção é fundamental em um país com grande diversidade socioeconômica.


“A inclusão da vacina contra o VSR no SUS é um avanço significativo. A bronquiolite é uma das principais causas de internação em bebês e, com a imunização gratuita, ampliamos a proteção e reduzimos desigualdades. Significa que mais crianças, independentemente da renda da família, terão a chance de começar a vida com mais segurança”, afirma.


A ginecologista e obstetra Dra. Camila Bolonhezi destaca que a vacinação da gestante tem impacto direto e imediato na proteção do recém-nascido. “Ao imunizar a gestante após a 28ª semana, garantimos a transferência de anticorpos para o bebê ainda na gestação. Isso oferece uma defesa essencial nos primeiros meses de vida, período em que o sistema imunológico é imaturo e as infecções respiratórias podem evoluir rapidamente para quadros graves”, explica.


Ela reforça ainda que a tecnologia aplicada no imunizante é segura e bem avaliada: “É uma estratégia amplamente estudada, recomendada internacionalmente e que representa uma grande conquista para a saúde pública brasileira”.


Para a pediatra Mariana Bolonhezi, a proteção coletiva também é um benefício importante da nova política pública.


“A vacinação reduz a circulação do vírus na comunidade e diminui o número de hospitalizações. Isso alivia o sistema de saúde e melhora a qualidade de vida das famílias, que deixam de enfrentar episódios graves e recorrentes de bronquiolite na primeira infância”, completa. 


Com a distribuição do primeiro lote, estados e municípios iniciam agora o processo de planejamento para vacinação, que deve começar ainda este ano. A expectativa é que a nova estratégia fortaleça a prevenção de infecções respiratórias e reduza significativamente a incidência de casos graves de bronquiolite em todo o país.



Brasil registra forte alta de 47,5% no congelamento de embriões para reprodução assistida¹

 

Ciclos de fertilização e número de clínicas também apresentaram alta expressiva desde 2020

 

O número de procedimentos relacionados à reprodução humana assistida cresceu de forma expressiva no Brasil nos últimos cinco anos. De acordo com dados do SisEmbrio (Anvisa), o total de embriões congelados aumentou 47,5% desde 2020, alcançando 128.180 unidades em 2024. Esse crescimento reflete a preocupação crescente com a preservação da fertilidade e a possibilidade de gestações futuras. No total, o país conta hoje com quase 545 mil embriões congelados¹. 

No mesmo período, o número de ciclos de reprodução assistida subiu 34,5%, chegando a 55.971 em 2024¹. Além disso, o total de centros especializados aumentou 23,5%, passando de 175 em 2020 para 216 em 2025 (dados parciais)¹. “Todos os principais indicadores mostram crescimento constante e sugerem que a tendência será mantida nos próximos anos”, comenta o Dr. Sérgio Teixeira, diretor médico da Ferring no Brasil, companhia especializada em terapias para fertilidade e saúde materna. 

Entre as razões para essa alta, o diretor médico aponta a preocupação da mulher com a carreira profissional, levando a gestação para idades mais avançadas, além de tratamentos oncológicos que podem afetar fertilidade, entre outras razões. Enquanto o risco de infertilidade é baixo em mulheres com menos de 30 anos, em torno de 15%, ele cresce para 25% entre 30 e 35 anos, e pode chegar a 66% a partir dos 40 anos, considerando o período de um ano de tentativas². 

A gravidez após os 40 anos de idade dobrou em 20 anos, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), passando de 57.832 em 2003 para 109.170 em 2023³. “Com isso, a reprodução assistida se torna uma alternativa para preservação da fertilidade, aumentando a chance de realizar a maternidade”, comenta o Dr. Sérgio. 

Na prática, a fertilização in vitro (FIV) consiste em estimular a produção de óvulos, realizar a coleta, fecundá-los em laboratório e transferir os embriões ao útero. Estudo publicado pelo New England Journal of Medicine, sobre taxas cumulativas de nascidos vivos após FIV, com mais de seis mil pacientes, mostra que o índice de sucesso após seis ciclos varia de 51% a 72%, sendo que os percentuais podem aumentar ou diminuir quando observados grupos de diferentes faixas etárias4.

 

Diferenças regionais

Os dados do SisEmbrio evidenciam grandes diferenças regionais quanto ao acesso à reprodução assistida: enquanto a Região Sudeste concentra 68,4% dos embriões congelados, o Norte responde por apenas 1% do total¹. Sul, Nordeste e Centro-Oeste aparecem em seguida, com 12,2%, 11,04% e 7,31% respectivamente¹. Concentração semelhante é observada no número de clínicas especializadas¹. 

São Paulo lidera o ranking com 69 estabelecimentos, seguindo por Minas Gerais (27), Paraná (19) e Rio de Janeiro (18)¹. Amazonas, Maranhão, Pará, Paraíba e Sergipe tem apenas duas clínicas cada, enquanto Alagoas e Tocantins têm apenas um único estabelecimento cada¹.  



Ferring
www.ferring.com
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Referências:

  1. SisEmbrio. Anvisa. Disponível em: Link Acesso em 25/08/2025.
  2. Healthline.com | L.Schmidt et al. Demographic and medical consequences of postponement of parenthood. Hum Reprod Update, 2012 | J.Balasch, E.Gratacós. Delayed childbearing: effects on fertility and the outcome of pregnancy. Curr Opin Obstet Gynecol | K. Liu et al. Advanced Reproductive Age and Fertility. Int J Gynaecol Obstet.
  3. O Globo. “Número de mães que têm filhos com 40 anos ou mais quase dobra em duas décadas, mostra IBGE”. Disponível em: Link. Acesso em 25/08/2025.
  4. The New England Journal of Medicine. Taxas cumulativas de nascidos vivos após fertilização in vitro. Disponível em: Link. Acesso em 17/09/2025


AVC em idosos: cuidadores são essenciais na prevenção e recuperação das sequela

Cuidador de idoso faz toda a diferença na prevenção  
e também nos cuidados pós-AVC.
Crédito: Divulgação   Geração de Saúde Cuidadores de Idosos
Famílias costumam contratar cuidador de idoso apenas depois de um AVC. Mas profissional pode fazer a diferença na prevenção e atuação rápida para evitar sequelas

 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) continua sendo uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Ele atinge, sobretudo, a população idosa. Dados da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares (SBAVC) mostram que o país registrou mais de 105 mil mortes por AVC em 2023, e 66% dos casos envolvem AVC em idosos, ou seja, pessoas com mais de 65 anos. 

A idade avançada, combinada a fatores como hipertensão, diabetes e sedentarismo, aumenta o risco. Segundo o Ministério da Saúde, o governo investiu R$ 700 milhões entre 2023 e 2024 para fortalecer o diagnóstico e o tratamento do AVC no SUS, mas o desafio permanece: quanto mais idade tem o paciente, mais graves tendem a ser as sequelas e mais lenta a recuperação. 

Entre as consequências mais frequentes do AVC estão paralisias parciais ou totais, dificuldades na fala e deglutição, perda de equilíbrio, alterações cognitivas e mudanças no comportamento. A recuperação exige tempo, paciência e reabilitação intensiva, um processo que, sem apoio, pode se tornar desgastante e perigoso. 

“A fase após o AVC é um divisor de águas na vida do idoso e da família. É quando se decide se ele vai recuperar autonomia ou se tornará totalmente dependente. Um cuidador treinado faz toda a diferença nesse momento. Ele é os olhos e as mãos do paciente quando o corpo ainda não responde bem”, afirma Bruno Butenas, fundador da Geração de Saúde Cuidadores de Idosos.

 

AVC em idosos: reabilitação exige presença constante

Especialistas recomendam que a reabilitação do AVC em idosos comece o mais rápido possível. O ideal é iniciá-la nas primeiras 48 horas após o AVC, para reduzir o impacto das sequelas. O tratamento envolve fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e acompanhamento psicológico. 

Mas para muitos idosos, especialmente aqueles que não contam com apoio familiar próximo, manter essa rotina é um desafio. A dificuldade em se locomover, alimentar-se ou lembrar dos horários de medicação pode atrasar a recuperação. É nesse ponto que o cuidador se torna indispensável. 

“O cuidador garante que o idoso faça os exercícios prescritos, se alimente corretamente e tome os medicamentos nos horários certos. Além disso, ele observa sinais que podem indicar piora e aciona ajuda médica antes que algo mais grave aconteça”, explica Butenas.

 

Prevenção de novas ocorrências

Cuidadores também são fundamentais na prevenção de um novo AVC em idosos. Estudos mostram que pessoas que já sofreram um episódio têm até 30% de chance de sofrer outro se não mantiverem o acompanhamento e os cuidados adequados. A presença de um profissional treinado ajuda a identificar rapidamente alterações de fala, força, coordenação ou comportamento, sinais que podem indicar um novo episódio em curso. 

“Um cuidador atento pode literalmente salvar uma vida, porque reconhece esses sinais precocemente e age rápido. Cada minuto conta quando se fala em AVC”, ressalta o fundador da Geração de Saúde. 

Além da vigilância, os cuidadores auxiliam na adaptação do ambiente doméstico para prevenir quedas, ajudam na alimentação adequada para evitar desnutrição e mantêm o paciente emocionalmente ativo, fatores importantes para uma boa reabilitação. O cuidador também ajuda o idoso a reaprender movimentos, caminhar, falar e realizar tarefas do dia a dia. 

“Um cuidador experiente não substitui a família. Ele amplia a capacidade da família de cuidar bem. E a família precisa continuar cumprindo os seus compromissos do dia a dia, como trabalho, estudo, esportes e saúde, enfim, ninguém consegue parar a vida para cuidar de um paciente com AVC. Ter um cuidador é a diferença entre sobreviver e voltar a viver”, diz Bruno.


Arara-azul Jurema chega ao Zoológico de São Paulo com apoio do Avião Solidário da LATA

Jurema chegou ao Zoológico de São Paulo com apoio do Avião Solidário da LATAM. 
 
Divulgação: Zoológico de São Paulo

Ave resgatada na Bahia viajou gratuitamente em operação que reduziu o tempo de deslocamento em mais de um dia e reforça ações de conservação da espécie


A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), espécie endêmica do nordeste da Bahia e ameaçada de extinção, ganhou um novo lar na última semana graças ao apoio do programa Avião Solidário, da LATAM. Batizada de Jurema, a ave foi resgatada em abril deste ano no município de Paulo Afonso (BA), e foi encaminhada para o Zoológico de São Paulo, onde integrará ações de conservação e manejo da espécie. 

O transporte aéreo entre Salvador e Guarulhos reduziu em mais de um dia o tempo total da viagem em comparação ao deslocamento terrestre, garantindo menor estresse e mais segurança para a arara. A operação envolveu equipes técnicas do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Salvador, do Cemave/ICMBio e do próprio zoológico. 

Segundo o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), Jurema pertence ao Programa de Manejo Integrado da Arara-azul-de-lear, que reúne esforços de resgate, recuperação e reintrodução dessa população na natureza.  Encontrada ainda filhote e criada longe dos pais, Jurema não desenvolveu habilidades essenciais para a sobrevivência em vida livre. No futuro, porém, poderá formar casal e contribuir para o aumento da população mantida em conservação. 

Operações como esta mostram como a aviação pode ser uma aliada direta na proteção da biodiversidade brasileira. Ao reduzir o tempo de deslocamento e oferecer condições adequadas de transporte, contribuímos para o bem-estar do animal e para o trabalho científico de longo prazo”, afirma Raquel Argentino, gerente de Sustentabilidade e Impacto Social da LATAM Brasil. 

A arara-azul-de-lear enfrenta ameaças como desmatamento, tráfico de fauna, incêndios florestais e pressão urbana. A espécie já foi considerada desaparecida de seu habitat até ser redescoberta em 1978. 

 

AVIÃO SOLIDÁRIO: CONECTANDO VIDAS E AMPLIANDO IMPACTOS POSITIVOS 

Com 14 anos de atuação, o Avião Solidário já transportou no Brasil mais de 868 toneladas de cargas em apoio humanitário, 4,6 mil animais em ações de conservação e 282 milhões de vacinas contra a Covid-19. Somente em 2024, o programa levou 200 toneladas de doações e 130 voluntários – médicos, enfermeiros, veterinários e bombeiros – para apoiar as populações afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. 

No Brasil, o programa mantém parcerias com organizações como Amigos do Bem, Movimento União BR, Gastromotiva, Por1Sorriso, Instituto Rodrigo Mendes, Amazone-se, SOS Mata Atlântica, AZAB, Alto Arapiuns e ASBRAD, entre outras. Entre 2024 e 2025, viabilizou dezenas de transportes de animais silvestres ameaçados, reforçando o compromisso da LATAM com a conservação ambiental, o desenvolvimento regional e a conectividade que gera valor social.

 

Grupo LATAM
www.latam.com


DIA DE DOAR: DOUTORES DA ALEGRIA É UMA DAS ORGANIZAÇÕES PARTICIPANTES DA CAMPANHA, NESTA TERÇA-FEIRA, 2 DE DEZEMBRO

  

Organização pode receber doações de recursos próprios por PIX, pelo site, via dedução de Imposto de Renda, pela Nota Fiscal Paulista e outros mecanismos, visando a manutenção de suas atividades

 

A Associação Doutores da Alegria - pioneira no país ao introduzir há 34 anos a arte da palhaçaria na humanização do ambiente hospitalar, onde já realizou mais de 2,7 milhões de visitas – é uma das organizações participantes da campanha Dia de Doar, que acontece nesta terça-feira, dia 2 de dezembro, em todo país.

 

Dia de Doar teve origem a partir do movimento global GIving Tuesday e é voltado à promoção da generosidade e a cultura de doação, propondo a construção de um país mais empático por meio da conexão de pessoas.

 

Desde 2014 é realizado no Brasil, por meio da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) e integra o Movimento Por Uma Cultura de Doação, uma coalizão entre organizações e indivíduos que promovem o engajamento de pessoas com as causas da sociedade civil, tendo a doação como instrumento para fortalecimento da democracia.

 

Com orçamento previsto de R$ 8 milhões para 2026, Doutores da Alegria realiza não só o trabalho artístico profissional gratuito para 16 hospitais de São Paulo (SP), Recife (PE) e (Rio de Janeiro), como também ações de formação que potencializam o trabalho da organização em outros setores da sociedade, por meio de ações culturais, pesquisas, publicações e palestras corporativas, entre outros.

 

Além disso, emprega mais de 250 profissionais de forma direta e indireta para manutenção de suas atividades e já recebeu mais de 2 mil alunos na Escola Doutores da Alegria, incluindo 300 jovens em situação de vulnerabilidade no Programa de Formação de Palhaço para Jovens.


 

Como doar para os Doutores da Alegria

 

A organização é mantida por doações de pessoas físicas e jurídicas. Atualmente, a captação de recursos junto às empresas e associações empresariais é possível por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e Imposto de Renda (até 4% do lucro presumido na declaração); já pessoas físicas podem contribuir via site (http://doar.doutoresdaalegria.org.br) e Pix (e-mail socios@doutoresdalegria.org.br), pelo programa Nota Fiscal Paulista, programas de milhagem e também pelo IR (até 6% do valor da declaração). Mais informações podem ser obtidas no site www.doutoresdaalegria.org.br.


 

Origem dos recursos

 

Em 2024, 58,2% dos recursos obtidos pela organização foram obtidos por meio de doações de empresas via Lei de Incentivo Federal; outros 17,4% por meio de Leis Municipais e Estaduais (FUMCAD e Funcultura) e 7,3% por meio de doações de pessoas físicas sem leis de incentivo; o restante (17,1%) dividiu-se entre geração de recursos, doações de empresas sem leis de incentivo, campanhas de marketing e parcerias.

 

A totalidade dos recursos obtidos é distribuída entre a realização dos projetos artísticos e os profissionais que atuam pela causa, incluindo artístico, administrativo e operacional.


 

Sobre Doutores da Alegria

 

Organização da sociedade civil sem fins lucrativos que introduziu a arte do palhaço no universo da saúde, intervindo junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos. Fundada em 1991 por Wellington Nogueira, transita pelos campos da saúde, da cultura e da assistência social e reforça a cultura como um direito de todos. Desenvolve o Programa de Palhaços em nove hospitais de São Paulo (SP), cinco no Recife (PE) e dois no Rio de Janeiro (RJ), onde também desenvolve o projeto Plateias Hospitalares, com programação artística permanente. A Escola Doutores da Alegria traz formações diversas para o público em geral e para artistas e, entre suas iniciativas, se destaca o Programa de Formação de Palhaço para Jovens.

 

O trabalho da Associação Doutores da Alegria, gratuito para os hospitais, é mantido por doações de empresas e de pessoas físicas, tanto por recursos próprios quanto por recursos advindos por meio das leis de incentivo fiscal. Os recursos das contribuições permitem a continuidade e a expansão das atividades e da estrutura do grupo, a realização de atividades de formação, oficinas e o aprimoramento técnico dos artistas. 



Estação José Bonifácio da CPTM terá ação referente à campanha “Dezembro Vermelho” na segunda-feira (1)

Campanha tem o objetivo de promover a intensificação da testagem e prevenção do HIV

 

Nesta segunda-feira (1), a Estação José Bonifácio da CPTM recebe ação de saúde em parceria entre a CPTM e a Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo, por meio da SAE Cidade Líder II. A atividade faz referência à campanha “Dezembro Vermelho”, desenvolvida para promover a intensificação da testagem e prevenção do HIV. 

Das 17h às 20h, os técnicos estarão disponíveis para realizar testes rápidos de HIV, Sífilis e Hepatites B e C, distribuir autotestes de HIV, preservativos internos e externos, gel lubrificante. 

O objetivo da ação é oferecer diagnóstico precoce para quem não tem conhecimento de seu status sorológico, além de prevenir a infecção.

 

Campanha Dezembro Vermelho

De acordo com o Ministério da Saúde, o Dezembro Vermelho é uma campanha que chama a atenção para as medidas de prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos das pessoas vivendo com o vírus HIV, a Aids e outras ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis). 

A data comemorativa foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.504/2017 como forma de gerar mobilização nacional, constituindo-se em um conjunto de atividades relacionadas ao enfrentamento ao HIV/Aids e às demais ISTs, em consonância com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), de modo integrado em toda a administração pública, entidades da sociedade civil organizada e organismos internacionais.

 

Serviço

Ação “Dezembro Vermelho”

Local: Estação José Bonifácio (Linha 11-Coral)

Data: Segunda-feira (01/12)

Horário: das 17h às 20h 


CPTM terá ação de cadastro para vagas de estágio e aprendizagem nesta semana

 Estudantes receberão atendimento gratuito e poderão se candidatar a vagas disponibilizadas por CIEE e Nube

 

 Nesta semana, de 01 a 05 de dezembro, as estações Brás, Luz, Palmeiras-Barra Funda e Tatuapé recebem ações de cadastramento em vagas de estágio e aprendizagem. 

A equipe do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) realizará orientação profissional e atendimento gratuito para alunos de 14 a 24 anos nas seguintes datas: segunda-feira (1), na Estação Tatuapé; terça-feira (2) na Estação Brás, quinta-feira (4) na Estação da Luz e sexta-feira (5) na Estação Palmeiras-Barra Funda. A atividade acontece sempre das 11h às 15h. 

Já os profissionais da Nube estarão disponíveis na sexta-feira, das 12h às 18h, na Estação Tatuapé, para atendimentos individuais e cadastro gratuito em vagas de estágio e aprendizagem para estudantes dos ensinos médio, técnico e superior.

  

Serviço

Cadastramento para estágio e aprendizagem
Local: Estação Tatuapé (Linhas 11-Coral e 12-Safira)
Data: segunda-feira (01/12)
Horário: das 11h às 15h

Data: sexta-feira (05/12)
Horário: das 12h às 18h


 Local: Estação Brás (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e Expresso Aeroporto)

Data: terça-feira (02/12)
Horário: das 11h às 15h
 


Local: Estação da Luz (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto)
Data: quinta-feira (04/12)
Horário: das 11h às 15h
 


Local: Estação da Luz (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto)
Data: quinta-feira (04/12)
Horário: das 11h às 15h
 


Local: Estação Palmeiras-Barra Funda (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto)
Data: sexta-feira (05/12)
Horário: das 11h às 15h

 

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