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domingo, 26 de julho de 2026

Vida vertical: os desafios e as soluções para manter o bem-estar de animais de companhia em apartamentos

 

MSD Saúde Animal destaca que a rotina em ambientes internos também exige atenção contínua à prevenção de parasitas

 

O crescimento do mercado imobiliário vertical transformou a dinâmica das famílias brasileiras e, consequentemente, a rotina de seus animais de companhia. Viver em apartamento oferece segurança e praticidade aos responsáveis, mas, ao contrário do que muitos imaginam, não elimina a necessidade de cuidados com a prevenção de parasitas.

Com o objetivo de orientar as famílias sobre como adaptar a rotina em condomínios, a MSD Saúde Animal reuniu as principais recomendações de especialistas para transformar os lares verticais em ambientes saudáveis, destacando o papel da ciência e da medicina preventiva de longa duração.


A "carona" dos parasitas no elevador

Existe um mito comum de que animais que vivem exclusivamente em apartamentos estão totalmente livres de pulgas e carrapatos. No entanto, os ambientes internos, especialmente aqueles com carpetes, tapetes e frestas de pisos laminados, mantêm uma temperatura estável e agradável ao longo de todo o ano, oferecendo as condições ideais de calor e umidade para que o ciclo de reprodução desses parasitas se torne ainda mais rápido e eficiente.

Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, alerta que a prevenção em ambientes verticais não pode ser negligenciada devido ao comportamento "caronista" dos vetores.

"O parasita não precisa necessariamente estar no cão para invadir o apartamento. Eles entram em casa pegando carona nos sapatos, nas roupas ou nas bolsas dos próprios responsáveis após uma simples caminhada pela calçada, pelo jardim ou pelas áreas comuns e elevadores do condomínio. Quando o responsável nota uma única pulga no animal, ele está enxergando apenas 5% do problema, que são os adultos. Os outros 95% já estão espalhados pelo apartamento em forma de ovos, larvas e pupas. Sem uma intervenção contínua, o lar vira um reservatório de reinfestação”, explica.

A especialista reforça que esses parasitas representam um risco à saúde dos pets e das pessoas, pois podem transmitir doenças. Além disso, alguns animais podem desenvolver quadros alérgicos em decorrência do contato com as pulgas, manifestando coceira intensa e alterações na pele e na pelagem.


A evolução da medicina preventiva no controle ambiental

Para quebrar efetivamente esse ciclo biológico dentro dos apartamentos, a abordagem veterinária moderna prioriza soluções sistêmicas de longa duração que transformam o próprio pet no agente de controle do ambiente. Quando o parasita entra no apartamento e entra em contato com o animal protegido, ele é eliminado rapidamente, antes mesmo de ter a oportunidade de colocar ovos.

Essa dinâmica de proteção contínua é central no portfólio de soluções inovadoras da companhia, como a linha Bravecto®. Desenvolvida para se adaptar a diferentes tipos de pacientes e a rotina de cada da família, a tecnologia à base de fluralaner está disponível tanto em formatos de administração oral (comprimidos mastigáveis) quanto tópicos (transdermal), com ação prolongada que protege por até 12 semanas.

Para os contextos em que a rotina urbana acelerada propicia o esquecimento das doses — uma das principais causas de falhas na prevenção —, o manejo clínico ganhou o suporte do BRAVECTO® 365. Aplicado exclusivamente pelo médico-veterinário, essa solução injetável de liberação prolongada protege o cão contra pulgas e carrapatos por um ano inteiro com uma única dose subcutânea, eliminando a necessidade de lembretes mensais mantendo a segurança do lar de forma ininterrupta.

 

Da infestação à alergia: o impacto na pele dos pets

A dermatite alérgica é uma condição frequente na clínica veterinária e pode ter diferentes gatilhos — entre eles, a saliva das pulgas. Nesses casos, a coceira intensa compromete o bem-estar do animal, altera seu comportamento e pode levar a lesões secundárias na pele.

Quando o animal já se encontra em crise, o manejo clínico deve ser direcionado não apenas à causa, mas também ao controle rápido da coceira e da inflamação.

Nesse contexto, a MSD Saúde Animal disponibiliza o Numelvi®, o primeiro inibidor de JAK de segunda geração na medicina veterinária. Com alta seletividade para a enzima JAK1, principal via relacionada a coceira e a inflamação, o produto promove alívio a partir de duas horas após a administração, contribuindo para a melhora rápida do paciente, com recuperação do conforto e qualidade de vida para o pet.


Orientações práticas para o dia a dia vertical

Para complementar a proteção, algumas medidas simples podem ser incorporadas à rotina:

  • Higiene de entrada: Adote o hábito de retirar ou higienizar os calçados logo na entrada do apartamento, evitando circular com sapatos de rua nas áreas de descanso do pet para reduzir a introdução mecânica de parasitas.
  • Limpeza regular: Priorize o uso de aspiradores de pó periódicos em frestas e tapetes.
  • Passeios e socialização protegidos: Mesmo em apartamentos, cães circulam diariamente por elevadores, halls, áreas verdes e espaços pet compartilhados. Manter a prevenção contra pulgas e carrapatos rigorosamente em dia é fundamental para reduzir os riscos de exposição a parasitas durante esses momentos de convivência e circulação. 

Ao integrar o manejo consciente do espaço físico com a alta tecnologia de prevenção de longo prazo, os responsáveis estabelecem uma rotina equilibrada nos lares verticais, permitindo que a convivência seja pautada pelo conforto, longevidade e bem-estar mútuo. 



MSD Saúde Animal
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Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).



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