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sábado, 25 de julho de 2026

Dia dos Avós: 5 atitudes que ajudam a envelhecer com autonomia e aproveitar mais tempo com os netos

 
Geriatra explica como hábitos saudáveis, prevenção e o tratamento adequado de doenças crônicas ajudam a preservar a capacidade funcional ao longo dos anos 


A chegada dos netos costuma ser um incentivo para cuidar melhor da própria saúde. Mais do que aumentar a expectativa de vida, o desafio é chegar à terceira idade com autonomia para se fazer o que gosta e participar ativamente da vida familiar. Por isso, para comemorar o Dia dos Avós, celebrado em 26 de julho, a Prati-Donaduzzi conversou com o geriatra Marcos Quirino e reuniu dicas para aliar longevidade e bem-estar. 

Segundo o médico, o conceito de envelhecimento saudável mudou e deixou de ser apenas um idoso que não tem doenças. “É aquele que cuida da saúde, mantém suas condições sob controle e preserva a capacidade de viver com autonomia. O envelhecimento é como uma poupança. Tudo aquilo que você investe em saúde física, mental e prevenção ao longo dos anos será refletido na velhice", reflete. 

Esse investimento também inclui o diagnóstico precoce e o tratamento adequado de doenças crônicas e neurológicas, que podem comprometer a independência. Confira cinco cuidados elencados pelo especialista para reduzir o risco de limitações futuras e permitir que o idoso continue ativo e presente nos momentos mais importantes da vida.
 

1. Mantenha as doenças crônicas sob controle
 

Hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas estão entre as principais causas de perda da capacidade funcional quando não são acompanhadas de perto. Além de aumentar o risco de complicações como infarto e AVC, essas doenças podem comprometer a mobilidade, a cognição e a independência. 

"Controlar essas condições reduz o risco de complicações e permite que o idoso mantenha sua autonomia por mais tempo. O tratamento adequado ajuda a preservar a qualidade de vida e evita limitações que poderiam ser prevenidas”, destaca o médico. 

Nesse contexto, a Prati-Donaduzzi possui um portfólio de medicamentos voltado ao tratamento de doenças do Sistema Nervoso Central (SNC), além de hipertensão e diabetes, reforçando a importância do acesso à terapia medicamentosa para preservar a capacidade funcional e a qualidade de vida na terceira idade.
 

2. Cuide também da saúde mental 

Envelhecer de forma saudável também significa cuidar da saúde emocional e do cérebro. O médico alerta que depressão, ansiedade e doenças neurodegenerativas podem favorecer o isolamento social, reduzir a disposição e acelerar a perda da autonomia quando não recebem atenção. 

"Muitos idosos deixam de sair de casa, praticar atividades físicas e até abandonam tratamentos por causa da depressão. Quanto mais cedo essas alterações são identificadas, melhores são os resultados”, explica.
 

3. Preserve a força muscular 

A perda de massa muscular faz parte do envelhecimento, mas pode ser retardada. Exercícios de fortalecimento, caminhadas e outras atividades orientadas ajudam a melhorar o equilíbrio, prevenir quedas e facilitar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, carregar compras ou brincar com os netos. 

"Nunca é tarde para começar. Tenho pacientes que iniciaram atividade física após os 70 anos e conquistaram ganhos importantes de força, equilíbrio e qualidade de vida", conta o médico.
 

4. Não abandone as consultas nem os medicamentos 

Muitas doenças evoluem de forma silenciosa e só apresentam sintomas quando já provocaram complicações. Por isso, manter as consultas em dia, realizar exames periódicos e seguir corretamente o tratamento indicado é essencial para preservar a saúde ao longo dos anos. 

"O medicamento, quando indicado, faz parte de um conjunto de cuidados que inclui alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico. A adesão ao tratamento é um dos fatores que mais contribuem para preservar a capacidade funcional", afirma Marcos Quirino.
 

5. A participação da família   

A autonomia também depende da saúde emocional. Caminhadas, passeios, viagens, brincadeiras com os netos e momentos de convivência ajudam a combater o isolamento, estimulam a memória e contribuem para uma vida mais ativa. 

"A família faz toda a diferença. Quando filhos e netos participam desse processo, o idoso costuma aderir melhor aos tratamentos, manter hábitos mais saudáveis e preservar a independência por mais tempo", finaliza.

 

Prati-Donaduzzi

 

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