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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Impacto do verão na saúde das pernas: como evitar o inchaço causado pelas altas temperaturas

 

O uso das meias de compressão ao longo do dia é uma das
recomendações para cuidar das pernas durante o calor.
 Foto: Linha Ever Sheer SIGVARIS GROUP

Confira cinco dicas para lidar com os efeitos prejudiciais do calor e da vasodilatação nas pernas


Resumo em tópicos:

  • O calor provoca a dilatação dos vasos, processo que pode gerar dores, inchaços e a sensação de pernas pesadas;
     
  • Alguns grupos sofrem mais com a variação de temperatura, como é caso das mulheres, idosos e pacientes crônicos;
     
  • Medidas de cuidado como a hidratação, hidratação, elevação das pernas, postura correta e o uso das meias de compressão graduadas podem prevenir sintomas;
     
  • As meias de compressão graduada possuem uma tecnologia que permite o uso até mesmo no calor, sem causar desconforto térmico. 

A chegada da estação mais quente do ano exige atenção redobrada com a saúde vascular. O calor intenso provoca a vasodilatação, processo em que os vasos sanguíneos se expandem para auxiliar no resfriamento do corpo. Esse fenômeno pode dificultar o retorno do sangue ao coração, resultando em pernas pesadas, dor e o surgimento de edemas que causam desconforto ao longo do dia. 

Conforme dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), o calor pode ser um desafio ainda maior para alguns grupos específicos de pacientes, por isso, é essencial que essas pessoas tenham o acompanhamento médico especializado. Entre os mais afetados estão:

  • Mulheres: sofrem mais com as altas temperaturas devido às variações hormonais, que influenciam na elasticidade das veias e facilitam a retenção de líquidos nas pernas;
     
  • Pessoas com doenças crônicas ou histórico familiar: pacientes com obesidade, varizes ou histórico de trombose possuem maior chance para o agravamento dos sintomas dessas doenças durante o verão;
     
  • Idosos: apresentam naturalmente vasos menos elásticos e musculatura da panturrilha mais frágil, o que prejudica o bombeamento sanguíneo, principalmente nos dias mais quentes.


Medidas preventivas para a saúde vascular

Para minimizar os efeitos das altas temperaturas na circulação sanguínea, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a SBACV e Ministério da Saúde recomendam algumas estratégias que podem auxiliar não somente no verão, mas ao longo de todo o ano:

  1. Hidratação reforçada: a ingestão de água é fundamental para manter a viscosidade do sangue adequada, o que facilita o fluxo circulatório mesmo sob calor extremo.
     
  2. Atividade física: exercícios simples, como flexões dos pés, ativam a panturrilha, região que funciona como um coração periférico, essencial para bombear o sangue de volta aos membros superiores.
     
  3. Elevação das pernas: repousar com as pernas para cima por 15 a 20 minutos, três vezes ao dia. O método utiliza a gravidade para reduzir o acúmulo de líquidos e aliviar a sensação de peso.
     
  4. Cuidado com a postura: evitar permanecer na mesma posição, em pé ou sentado, por períodos prolongados. A recomendação é movimentar as pernas a cada hora.
     
  5. Uso de compressão graduada: as meias de compressão graduada auxiliam o sistema venoso ao aplicar uma pressão externa controlada. Isso compensa a vasodilatação causada pelo calor e ajuda na prevenção do inchaço.


Compressão e conforto térmico 

As meias de compressão graduadas surgem como aliadas mesmo nos dias quentes. A tecnologia aplicada a esses acessórios, como nas linhas Ever Sheer e Hobby da SIGVARIS GROUP, empresa especializada em soluções de compressão médica inovadoras e de alta qualidade, utiliza materiais respiráveis que garantem a troca térmica e não causam sensação de calor excessivo nas pernas.
 

Escute suas Pernas 

Para conscientizar a sociedade sobre os riscos e a importância de se prevenir doenças venosas, a SIGVARIS GROUP lançou a campanha "Escute Suas Pernas", que visa compartilhar informações de saúde em todos os seus canais. Saiba mais no site oficial sigvaris.com/escutesuaspernas e no perfil sigvarisgroup.brasil nas redes sociais.
  



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Como histórias pessoais de todo o mundo podem transformar o futuro do atendimento oncológico

 O Dia Mundial do Câncer é uma campanha global liderada pela UICC


 

Genebra, Suíça – Como organizadora do Dia Mundial do Câncer, que acontece no dia 4 de fevereiro, a União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) está mobilizando organizações e indivíduos em todo o mundo para garantir que as vozes das pessoas afetadas pelo câncer sejam ouvidas e impulsionem uma nova visão sobre o tratamento do câncer. 

Em seu segundo ano, a campanha do Dia Mundial do Câncer “Unidos pelo Único” está mudando do foco na conscientização para a reflexão e a ação local. A UICC está pedindo à comunidade global de combate ao câncer – pessoas com câncer, cuidadores, organizações, profissionais de saúde – que mostrem como o tratamento centrado na pessoa pode se tornar uma realidade em todos os contextos, para que o tratamento que as pessoas recebem não seja apenas eficaz do ponto de vista médico, mas também acessível, inclusivo e sensível às suas necessidades. 

A campanha enfatiza como o tratamento centrado nas pessoas reconhece a pessoa por trás do diagnóstico: seus valores, contexto cultural, contexto social, necessidades individuais e preferências quando se trata de tratamento. 

“As experiências das pessoas afetadas pelo câncer – seja como pessoa que vive com câncer, cuidador, ente querido ou profissional de saúde – oferecem uma visão do lado humano dos cuidados. Elas representam uma fonte inestimável e essencial de conhecimento que deve informar as políticas e os serviços de câncer, juntamente com as evidências clínicas.”

– Cary Adams, CEO da UICC 

As histórias de pessoas afetadas pelo câncer revelam tanto o que muitas vezes falta – como comunicação clara, continuidade, apoio psicossocial e sensibilidade cultural – quanto o que as pessoas mais valorizam quando os cuidados são centrados nelas: apoio que sustenta seu bem-estar, protege sua dignidade e as trata como indivíduos, não apenas como pacientes. 

Alguns exemplos de mais de 600 histórias compartilhadas no site do Dia Mundial do Câncer: 

·         AcessibilidadeShahzeb, de três anos, começou o tratamento para câncer no sangue em Lahore, no Paquistão, mas depois de meses sua família não tinha mais condições de pagar pela acomodação na cidade e voltou para casa; ele morreu pouco depois. Abordando uma situação semelhante em seu país, a Cancer Warriors Philippines mobilizou pais e a sociedade civil para aprovar a Lei Nacional de Controle Integrado do Câncer, que agora reconhece crianças com câncer e suas famílias como pessoas com deficiência, dando-lhes direito a apoio financeiro não apenas para medicamentos e hospitalização, mas também para viagens, acomodação e refeições. 

·         Acesso: Na zona rural da Malásia, Karen descreve como cuidou de um homem com câncer avançado que interrompeu o tratamento porque o hospital ficava a horas de distância, mostrando como a distância e o isolamento podem deixar os pacientes sem os cuidados de que precisam. Enfrentando um desafio semelhante na África do Sul, a CANSA lançou o Projeto de Orientação para Pacientes com Câncer de Próstata para oferecer aos homens orientação individualizada, desde a prevenção e o rastreamento até o tratamento e os cuidados de apoio 

·         Cuidados além da terapia médicaUma jovem mãe no Brasil com câncer avançado na língua enfrentou a perda da fala e da capacidade de se alimentar, temendo não poder mais se comunicar com seus filhos ou compartilhar refeições em família. Camila, sua fonoaudióloga, apoiou sua reabilitação elaborando exercícios personalizados, introduzindo métodos alternativos de comunicação e reintroduzindo gradualmente os alimentos, tudo isso como parte de uma abordagem de cuidados multidisciplinares fornecida pelo sistema de saúde brasileiro. 

·         O envolvimento significativo de pessoas que tiveram câncerApós o diagnóstico de câncer de mama metastático, Barbara Nassar e seu marido Hani viajaram pelo Líbano para aumentar a conscientização sobre a falta de apoio aos adultos com câncer. Eles fundaram uma associação que se tornou uma voz nacional para adultos com câncer no Líbano: redistribuindo medicamentos, defendendo com sucesso mudanças políticas em nível nacional e ajudando a lançar o primeiro centro de cuidados de apoio do país, oferecendo serviços psicológicos, nutricionais e de bem-estar gratuitos. 

Os cuidados centrados nas pessoas não são teóricos. Já estão sendo praticados em muitas partes do mundo, com benefícios reais para a vida das pessoas em termos de resultados e qualidade de vida. Os sistemas que respondem às necessidades reais das pessoas proporcionam melhores resultados, utilizam os recursos de forma mais eficaz e reforçam a confiança. Estes exemplos devem tornar-se a norma, e não a exceção, e isso requer vontade política.”

Ulrika Årehed Kågström, presidente da UICC e secretária-geral da Sociedade Sueca do Câncer 

Em 2022, houve cerca de 20 milhões de novos casos de câncer e 9,7 milhões de vidas perdidas para a doença. Cerca de 1 em cada 5 pessoas desenvolverá câncer ao longo da vida. 

campanha de três anos do Dia Mundial do Câncer #UnitedbyUnique reconhece que a experiência de cada pessoa com o câncer será única, e que todos têm necessidades únicas, perspectivas únicas e uma história única para contar. No entanto, as pessoas afetadas pelo câncer estão unidas em uma ambição comum de melhorar a eficácia do tratamento do câncer e ver as pessoas sendo tratadas com sucesso e com melhor qualidade de vida. 

A campanha foi concebida para apoiar indivíduos em todo o mundo afetados pelo câncer, bem como os membros, parceiros e organizações da UICC que trabalham para melhorar as políticas de combate ao câncer em todo o mundo.


Ônibus do Hemocentro leva campanha de doação de sangue à Maternidade Célia Câmara

Campanha busca facilitar as doações para os moradores da região Oeste de Goiânia   

 

O Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câma (HMMCC),  realiza no próximo 29 de janeiro, das 8h às 16h30, uma importante ação de solidariedade em parceria com o Hemocentro de Goiás. Na data, o ônibus do Hemocentro estará estacionado na área externa da unidade para receber doações de sangue de colaboradores, acompanhantes e da comunidade em geral.

A iniciativa integra as ações de responsabilidade social da Maternidade e tem como objetivo reforçar os estoques de sangue da rede pública de saúde, contribuindo também para o atendimento de gestantes, bebês e demais pacientes que dependem desse recurso essencial para a manutenção da vida. 

A ação acontece há poucas semanas do feriado prolongado de fevereiro, quando a necessidade de manutenção dos bancos de sangue aumentam. Com o tema “Doe sangue, salve vidas”, a campanha destaca que uma única doação pode salvar até quatro pessoas, além de fortalecer o sistema de saúde e garantir mais segurança em procedimentos de urgência e emergência. A ação também busca conscientizar a população sobre a importância do ato voluntário e regular de doar sangue.

Podem doar pessoas com idade entre 16 e 69 anos, peso mínimo de 50 quilos, que estejam em boas condições de saúde e apresentem documento oficial com foto. Menores de 18 anos devem atender aos critérios estabelecidos pelo Hemocentro.

A Maternidade Célia Câmara reforça o convite à população para participar desse gesto de empatia e cuidado com o próximo. Uma atitude simples pode fazer a diferença e salvar vidas.


Serviço

📅 Data: 29 de janeiro
Horário: das 8h às 16h30
📍 Local: Estacionamento da Maternidade Célia Câmara
📌 Endereço: Av. Senador Canedo, nº 1031–907 – Conjunto Vera Cruz – Goiânia (GO)


O primeiro Carnaval pós-canetas emagrecedoras marca a chegada da chamada “Monjaro Folia”

“É um corpo mais magro, com menos volume e que exige atenção maior à firmeza e à qualidade da pele”, explica o médico Gabriel Almeida

   

O Carnaval de 2026 marca a primeira vez em que a principal festa popular do país acontece após a popularização das chamadas canetas emagrecedoras no Brasil. O impacto desse fenômeno já começa a ser percebido de forma clara nos blocos de rua, nos ensaios das escolas de samba e nos camarotes. O corpo que ocupa a folia agora apresenta um novo perfil, mais magro, com menos volume e com características diferentes daquelas vistas em outros anos. 

Segundo o médico Gabriel Almeida (CRM-SP 180956 | RQE 121513), especialista em emagrecimento e saúde metabólica, a mudança não se resume à perda de peso. De acordo com ele, trata-se de um emagrecimento acelerado, que altera a forma como o corpo responde ao esforço físico intenso típico do Carnaval. “É um corpo que perdeu gordura de maneira rápida e ainda está em processo de reorganização. Em outros Carnavais, o foco visual era a definição muscular. Agora, vemos uma silhueta mais enxuta, que exige atenção maior à firmeza e à qualidade da pele”, afirma. 

A presença crescente desse novo padrão corporal tem sido notada principalmente em ambientes de longa duração, como blocos que percorrem grandes trajetos e ensaios prolongados. Para o especialista, o organismo que passou por uma redução rápida de peso pode reagir de forma diferente ao desgaste físico. “O corpo emagrecido rapidamente tende a ter menos reserva energética. Em situações de esforço contínuo, como horas em pé, calor intenso e poucas pausas para alimentação, a sensação de exaustão pode surgir mais cedo”, explica. 

Além do impacto físico, o médico destaca que o Carnaval impõe desafios adicionais para quem passou por esse tipo de emagrecimento. Consumo de álcool, noites mal dormidas, desidratação e alimentação irregular são fatores comuns durante a festa e podem potencializar desconfortos. “É importante entender que esse corpo funciona de outro jeito. Ele precisa de mais atenção para não transformar a experiência do Carnaval em um desgaste excessivo”, diz. 

Para atravessar a chamada Monjaro Folia com mais equilíbrio, Gabriel Almeida orienta cuidados básicos, como manter hidratação constante ao longo do dia, priorizar refeições leves e fracionadas, moderar o consumo de bebidas alcoólicas e respeitar os sinais do próprio corpo. “Não se trata de deixar de aproveitar a festa, mas de reconhecer limites e fazer escolhas que preservem a saúde”, afirma. 

Neste primeiro Carnaval após a explosão do uso das canetas emagrecedoras, o corpo também vira parte da fantasia. No entanto, segundo especialistas, é um corpo que exige mais consciência, adaptação e cuidado para que a experiência da folia continue sendo associada ao prazer e não ao esgotamento físico.

 

Gabriel Almeida (CREMESP 180956 | RQE 121513) - médico cirurgião-geral com mais de 15 anos de experiência, com ênfase em emagrecimento, qualidade de vida e protocolos avançados de tratamento da obesidade. Diretor Técnico do Núcleo GA, também atua como escritor e palestrante, compartilhando conhecimento científico e clínico com profissionais da saúde para ampliar o cuidado seguro e individualizado aos pacientes. O médico aborda de forma humanizada e baseada em evidências temas relacionados à perda de peso e bem-estar integral, buscando promover mudanças positivas nos estilos de vida.



Especialista explica diferença entre gula e compulsão alimentar

Muitas pessoas ao ficarem ansiosas ou nervosas descontam suas
emoções na comida, é a chamada fome ansiosa ou fome emocional
 Freepik

Nutricionista explica sobre elas e orienta sobre como evitar o consumo excessivo de alimentos

 

Marcado para o dia 26 de janeiro, o Dia da Gula serve tanto para celebrar os prazeres da comida com moderação quanto para conscientizar sobre os perigos do consumo excessivo e os transtornos alimentares. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 4,7% dos brasileiros sofrem de compulsão alimentar, quase o dobro da média global, que é de 2,6%. Para iniciar essa questão, a nutricionista Bárbara Ávila, que atende na Vert Clinique, no Órion Complex, em Goiânia, explica que a gula é o desejo de comer por prazer, mesmo sem fome física.  

“Geralmente está ligada ao paladar e ao contexto social. A pessoa consegue parar quando se sente satisfeita e não há perda de controle ou sofrimento psíquico profundo após o ato”, pontua. Por outro lado, o Transtorno de Compulsão Alimentar (TCA) é uma condição clínica que envolve comer uma quantidade de comida definitivamente maior do que a maioria das pessoas comeria em um período semelhante, sob circunstâncias similares, acompanhada de uma sensação de perda de controle.  

“Pra ficar mais claro, a vontade de comer torna-se um sinal de alerta quando ocorre pelo menos uma vez por semana, por três meses consecutivos, e vem acompanhada de sentimentos de culpa, nojo de si mesma ou necessidade de comer escondido, ou uma vontade compensação, fazer jejuns sem orientação ou excesso de exercícios, como compensação do exagero alimentar”, detalha a especialista.

 

Fome ansiosa

Muitas pessoas ao ficarem ansiosas ou nervosas descontam suas emoções na comida. Bárbara Ávila salienta que sua origem é multifatorial, mas existem três pilares principais: fisiológico, quando as dietas restritivas são o principal gatilho; emocionais, quando a comida é usada como mecanismo de regulação emocional (anestesia para o estresse, solidão ou tédio); e os comportamentais, como o hábito de comer distraído (frente a telas) ou pular refeições, o que desregula a percepção de saciedade”. 

De acordo com a especialista, é possível diferenciar a fome fisiológica da simples vontade de comer. “A primeira surge gradualmente, é sentida no estômago e é ‘paciente’. Você aceita melhor alimentos variados, inclusive mais saudáveis. Já a fome emocional é súbita e específica para alimentos hiper palatáveis, em muitas situações os mais ricos em açúcar e/ou gordura. Não passa com uma refeição comum e busca conforto imediato”.

 

Soluções

A nutricionista destaca que as estratégias comprovadas para evitar e diminuir esses episódios de fome ansiosa é ter na alimentação um aporte correto de fibras, proteínas e água. “A dica científica que eu uso em consultório é pedir para o paciente pensar: se você não comeria uma fruta agora, a sua necessidade provavelmente é emocional, não nutricional. Além, claro, de se ter uma boa higiene do sono, pois o sono irregular reduz a leptina (saciedade) e aumenta a ghrelina (fome)”. 

Bárbara Ávila ressalta que a ajuda profissional é indispensável quando o ato de comer gera sofrimento, isolamento social, perda de controle alimentar, falta de equilíbrio e se há busca de alternativas extremas para controle de peso (como jejuns sem direcionamento, excesso de exercícios, uso de laxantes, indução de vômitos, entre outros). “O acompanhamento é multidisciplinar, focado na nutrição que vai trazer a reabilitação comportamental e equilíbrio metabólico. Um psicólogo auxilia na regulação emocional e, quando percebemos o diagnóstico mais grave clínico, o paciente é encaminhado ao psiquiatra e trabalhamos todos em equipe”.



Bactéria da tuberculose pode afetar a visão

      

                                         Freepik
A tuberculose ocular exige tratamento prolongado e acompanhamento oftalmológico rigoroso, para evitar a perda visual  


Transmitida pelo ar, por meio das gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar, a tuberculose é uma doença infecciosa que afeta principalmente os pulmões, mas que pode se espalhar para outras partes do corpo. Uma das formas é a tuberculose ocular, que ocorre quando a bactéria causadora consegue viajar pela corrente sanguínea e chegar aos olhos. A ocorrência representa de 1% a 2% dos casos que afetam outros órgãos, além dos pulmões. 

“Ao se espalhar, a bactéria pode afetar diversas partes do olho, como a úvea, retina, córnea, pálpebra, conjuntiva e causar inflamações crônicas, glaucoma ou descolamento de retina. A identificação precoce da enfermidade e o tratamento com antibióticos específicos são fundamentais para prevenir danos visuais permanentes ou cegueira”, alerta o Prof. Dr. Michel Farah, oftalmologista do H.Olhos Unidade CEOSP, da rede Vision One. 

O médico explica que “por ser uma condição rara e com sintomas semelhantes ao de outras doenças oftalmológicas, a tuberculose ocular pode demorar a ser diagnosticada. Um dos sinais de alerta é que à medida que a enfermidade evolui, os sintomas tendem a se tornar mais severos. O diagnóstico é obtido por meio de avaliação oftalmológica criteriosa, para identificar lesões típicas, e exames que confirmem a presença do bacilo no organismo”.
 

O Prof. Dr. Michel Farah cita os principais sintomas da tuberculose ocular: 

- dor, lacrimejamento e vermelhidão;

- visão turva e embaçada;

- pontos escuros e flashes no campo de visão;

- sensibilidade exagerada à luz;

- Lesões e inflamações nos olhos.
 

O Brasil integra a lista de 30 países com maior número de casos de tuberculose, elaborada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela entidade no final do ano passado, a tuberculose causou mais de seis mil mortes no país em 2023 e infectou quase 85 mil brasileiros em 2024. Os números superam a meta definida pela OMS para a erradicação da doença, que tem como principal sintoma a tosse persistente.

A tuberculose tem cura e os medicamentos são oferecidos de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos desafios é conscientizar os pacientes a concluírem o tratamento, que dura no mínimo seis meses. A rápida melhora faz com que muitos deles acreditem que já estão curados e deixem de tomar os medicamentos pelo período recomendado. No caso da tuberculose ocular, o tratamento também é prolongado e deve ser feito com acompanhamento oftalmológico rigoroso, para evitar a perda visual.

 

Volta às aulas pode intensificar sintomas de TDAH em crianças

Com o retorno à escola e o Dia Internacional da Educação, especialistas destacam a importância da rotina e do acompanhamento no início do ano letivo


No período de volta às aulas, que coincide com o Dia Internacional da Educação, celebrado em 24 de janeiro, crianças e adolescentes com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) podem apresentar intensificação de sintomas como impulsividade, desatenção e dificuldade de organização. A retomada da rotina escolar, com horários fixos, regras mais estruturadas e maior demanda cognitiva, costuma evidenciar dificuldades que ficaram menos perceptíveis durante as férias. Estimativas do Ministério da Saúde indicam que o transtorno afeta cerca de 7,6% das crianças e adolescentes no Brasil¹.

Para o diretor da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil, Dr. Rubens Wajnsztejn, o início do ano letivo deve ser encarado como um momento estratégico para acompanhamento e possíveis ajustes no tratamento, evitando retrocessos. Segundo o especialista, a definição do esquema terapêutico deve considerar como os sintomas se manifestam dentro e fora do ambiente escolar, sempre em conjunto com o médico responsável. A manutenção do tratamento contínuo pode favorecer uma adaptação mais equilibrada à rotina.

O manejo clínico do TDAH inclui o reconhecimento precoce dos sinais, que costumam surgir ainda na infância. Agitação acima do esperado para a idade, dificuldade para dormir, choro frequente e baixa tolerância à frustração, quando persistentes, podem indicar a necessidade de avaliação especializada².


Projeto nacional de orientação sobre TDAH nas escolas

A dificuldade de adaptação à rotina escolar reforça a necessidade de iniciativas que promovam conhecimento, acolhimento e orientação. Criado em 2024, o projeto TDAH Levado a Sério na Escola, de caráter itinerante e alcance nacional, alcançou mais de 1.000 educadores de 220 escolas públicas e particulares em diferentes regiões do País em 2025. A ação foi resultado de uma parceria entre a Apsen, indústria farmacêutica familiar e 100% nacional, e a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA).

O objetivo é capacitar educadores para identificar precocemente os sinais do transtorno em sala de aula e contribuir para a construção de um ambiente escolar mais inclusivo e preparado para acolher estudantes com TDAH. Novas etapas estão previstas para 2026, ampliando o acesso à informação qualificada e contribuindo para a redução de estigmas e da desinformação sobre o transtorno. Além das etapas itinerantes, haverá uma novidade esse ano com o lançamento de uma trilha de conhecimento digital que ampliará o acesso e a capacitação sobre o TDAH a qualquer educador do país.


Diagnóstico e tratamento do TDAH

Em 2025, um documento publicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) oficializou oito opções medicamentosas para tratar o TDAH no país. A relação conta com estimulantes, antidepressivos e a Atomoxetina, primeira terapia não estimulante comercializada no Brasil desde o final de 2023³. O transtorno é de natureza neurobiológica, com forte participação genética, tem início na infância e pode persistir na vida adulta, comprometendo o funcionamento do indivíduo em diferentes áreas, sendo caracterizado por hiperatividade, impulsividade e desatenção³

Em crianças, o diagnóstico deve ser feito por meio de avaliação clínica detalhada conduzida por profissional médico especializado. Instrumentos como a escala SNAP-IV auxiliam no rastreio dos sintomas, mas não substituem a análise médica, já que muitos sinais podem estar associados a outras comorbidades ou condições clínicas e psicológicas⁴.

  • Não consegue prestar muita atenção a detalhes ou comete erros por descuido nos trabalhos da escola ou tarefas;
  • Dificuldade para brincar e manter a atenção em tarefas ou atividades de lazer;
  • Parece não estar ouvindo quando se fala diretamente com ele;
  • Não segue instruções até o fim e não termina deveres de escola, tarefas ou obrigações;
  • Tem dificuldade para organizar tarefas e atividades;
  • Evita ou se envolve contra a vontade em tarefas que exigem esforço mental prolongado;
  • Distração com estímulos externos e perda de objetos necessários;
  • Esquecimento em atividades do dia a dia;
  • Inquietude, fala em excesso e dificuldade de esperar sua vez;
  • Entre outros sinais.

 

Mais informações: Link 

Referências:

1 – Ministério da Saúde - BRASIL. Ministério da Saúde; Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas – TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Relatório de Consulta Pública nº 3/2022. Brasília: Ministério da Saúde; 2022. Disponível em: Link. Acesso em: jan-2026.

2 – ABDA – O que é o TDAH. Disponível em: Link Acesso em: jan-2026

3- Sociedade Brasileira de Pediatria – Novo documento Tratamento TDAH Infância. Disponível em: Link Acesso em: jan-2026.

4 – ABDA – Diagnóstico do TDAH na infância e adolescência. Disponível em: Link Acesso em: jan-2026.


Quase 30% dos atendimentos de urgência oftalmológica no H.Olhos são por conjuntivite

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Calor, maior exposição à água e mudanças de hábitos durante o verão e as férias elevam o risco de inflamações oculares, alerta oftalmologista


O verão, marcado por altas temperaturas e pelo período de férias escolares, também é uma das épocas do ano com condições propícias ao aumento da incidência de conjuntivite. O calor intenso, a maior exposição ao sol, ao vento e o contato frequente com água de piscinas e praias favorecem a irritação ocular e a disseminação de agentes infecciosos. No pronto-socorro do H.Olhos – Hospital de Olhos da rede Vision One, os casos de conjuntivite representaram 29% de todos os atendimentos de urgência oftalmológica em 2025, índice que tende a aumentar nos períodos de calor. 

De acordo com o Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho, chefe do Pronto-Socorro do H.Olhos, esse período exige atenção redobrada com a saúde dos olhos. “O verão altera a rotina das pessoas e aumenta a exposição a fatores que podem desencadear a conjuntivite. O contato com água contaminada, o suor excessivo e até o hábito de coçar os olhos com as mãos sujas contribuem para o surgimento da inflamação”, explica o especialista. 

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva — a membrana transparente que recobre a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras — e pode ter diferentes causas, como vírus, bactérias ou alergias. Os sintomas mais comuns incluem vermelhidão, coceira, ardor, lacrimejamento e sensação de areia nos olhos. “Muitas vezes, o paciente não consegue identificar a origem do problema e acaba subestimando os sinais iniciais, o que pode agravar o quadro”, alerta o Dr. Pedro. 

Outro fator que contribui de forma significativa para o aumento dos casos no verão são as aglomerações, comuns durante as férias, em praias, piscinas, eventos e viagens. “Ambientes com grande circulação de pessoas facilitam a transmissão da conjuntivite infecciosa, especialmente quando há contato próximo, compartilhamento de objetos ou higiene inadequada das mãos”, ressalta o oftalmologista. 

Segundo o especialista, ambientes típicos da estação exigem cuidados extras. “Piscinas sem tratamento adequado, mar com excesso de impurezas e até o uso compartilhado de toalhas e óculos de sol aumentam o risco de transmissão da conjuntivite, especialmente entre crianças e jovens durante as férias”, destaca. 

Além disso, o clima quente e seco contribui para o ressecamento da superfície ocular. “A combinação de calor intenso, vento e exposição prolongada ao sol pode irritar os olhos e facilitar a entrada de agentes infecciosos. Por isso, é comum observarmos um aumento expressivo nos atendimentos oftalmológicos nessa época”, acrescenta. 

Para prevenir a doença, o Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho recomenda medidas simples no dia a dia. “Evitar coçar os olhos, higienizar bem as mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal e utilizar óculos de sol com proteção UV são cuidados fundamentais durante o verão”, orienta. Ele ressalta ainda que o uso de colírios deve ser feito apenas com orientação médica. 

O especialista também reforça os riscos da automedicação. “O uso indiscriminado de colírios, principalmente os que contêm corticoides, pode causar complicações sérias, como aumento da pressão intraocular e infecções mais graves. Sempre que surgirem sintomas, o ideal é procurar um oftalmologista”, afirma. 

Com o avanço do verão e das férias, o movimento nos prontos-socorros oftalmológicos tende a crescer. “Já percebemos um aumento considerável na procura por atendimento por conjuntivite neste período, o que ajuda a explicar o fato de a doença responder por quase 30% das urgências oftalmológicas no hospital”, pontua o médico. 

Ele conclui destacando que a prevenção é essencial para aproveitar a estação com tranquilidade. “Com cuidados simples e atenção aos primeiros sinais, é possível curtir o verão e as férias sem comprometer a saúde ocular. Os olhos também precisam de proteção nessa época do ano”, finaliza o Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho, chefe do Pronto-Socorro do H.Olhos – Hospital de Olhos da rede Vision One.


Mitos e verdades sobre anestesia no parto

Especialista do Grupo Santa Joana esclarece dúvidas sobre analgesia, segurança para o bebê e impacto na via de parto com base em evidências científicas

 

A dor durante o trabalho de parto, o medo de “não sentir nada”, o receio de efeitos no bebê e as dúvidas sobre a relação entre analgesia e cesárea são questões que permeiam o imaginário de muitas gestantes. Em um cenário onde a experiência do parto é cada vez mais valorizada, a informação qualificada e baseada em evidências científicas é um pilar para a segurança e o bem-estar materno-fetal. Como responsável técnica por um serviço de anestesiologia, apresento uma revisão dos principais mitos e verdades sobre a analgesia e a anestesia no parto, com base nas mais recentes diretrizes e estudos internacionais. 

“A analgesia e a anestesia não são ‘vilãs’ nem ‘atalhos’. São recursos médicos seguros e eficazes, que existem para oferecer bem-estar, proteção e uma vivência mais positiva do parto, quando indicados corretamente e realizados por equipe especializada. O essencial é que a gestante e sua família tenham acesso a informações claras para tomar decisões compartilhadas com a equipe assistencial”, afirma Dra. Monica Siaulys, diretora médica do Grupo Santa Joana e coordenadora da Pós-Graduação Lato Sensu de Anestesia Obstétrica da Faculdade Santa Joana. 

A seguir, um guia com mitos e verdades, com referências das principais sociedades médicas internacionais.

 

1. “Analgesia no parto é a mesma coisa que anestesia”

MITO. Embora os termos sejam usados de forma intercambiável, eles descrevem conceitos distintos. A analgesia tem como objetivo principal o alívio da dor, mantendo a parturiente consciente, participativa e, na maioria das vezes, com a mobilidade preservada. Técnicas como a analgesia peridural, analgesia combinada raqui-peridural com baixas concentrações de anestésicos locais são exemplos disso. A anestesia, por sua vez, implica um bloqueio mais completo das sensações, podendo incluir a perda total da sensibilidade e, em alguns casos, sedação. A raquianestesia, comumente utilizada para a realização de cesáreas, é um exemplo de técnica anestésica.

Na analgesia de parto, o objetivo é o alívio da dor do trabalho de parto. As técnicas mais comuns incluem a peridural e a combinada raqui-peridural. Nesse caso, a sensibilidade fica reduzida, mas algumas sensações permanecem preservadas, e a mobilidade geralmente é mantida (como na “walking epidural”). 

Já na anestesia para cesárea, o objetivo é um bloqueio completo para a realização do procedimento cirúrgico. As técnicas mais utilizadas são a raquianestesia e a peridural em dose maior. Nessa situação, a sensibilidade fica ausente na área do bloqueio e costuma haver bloqueio motor significativo.

 

2. “Com peridural/analgesia, o parto sempre vira cesárea”

MITO. Esta é uma das informações mais equivocadas e que gera grande ansiedade nas gestantes. Estudos robustos e revisões sistemáticas da literatura demonstram que as técnicas de analgesia regional de parto, quando bem indicadas e conduzidas, não aumentam a taxa de cesáreas. Pelo contrário, alguns estudos sugerem que, ao aliviar a dor e o estresse materno, a analgesia pode até mesmo favorecer a progressão do trabalho de parto e reduzir a necessidade de uma cesárea.

 

3. “A analgesia com as técnicas regionais pode ser solicitada ‘tarde demais”’

DEPENDE. Não existe um ponto de corte universalmente definido como “cedo ou tarde demais”. Na ausência de contraindicações médicas, o desejo da mãe é uma indicação suficiente para o alívio da dor durante o trabalho de parto. A decisão de realizar a analgesia é clínica e leva em consideração, desejo da paciente, a fase do trabalho de parto, a dilatação cervical, as condições maternas e fetais e a avaliação da equipe de anestesiologia e obstetrícia. Em muitos cenários, é possível realizar as técnicas de analgesia regionais, mesmo em fases avançadas.

 

4. “A anestesia prejudica o bebê”

MITO. As técnicas e os fármacos utilizados na analgesia/anestesia obstétrica moderna são extremamente seguros para o feto. A quantidade de medicação que atravessa a placenta e chega ao bebê nas analgesias regionais é mínima e não há evidências de que cause danos. Estudos mostram que não há diferenças significativas nos índices de Apgar (uma avaliação da vitalidade do recém-nascido) entre bebês de mães que receberam ou não analgesia de parto com as técnicas de analgesia regional.

 

5. “Analgesia deixa a mulher totalmente ‘paralisada’ e sem sentir nada”

MITO. O objetivo da analgesia de parto moderna não é eliminar todas as sensações, mas sim controlar a dor de forma que a mulher possa vivenciar o trabalho de parto com mais conforto e menos exaustão. As técnicas atuais, como a “walking epidural” (analgesia de parto que as pacientes conseguem deambular) ou a analgesia combinada raqui-peridural, utilizam baixas doses de anestésicos, permitindo que a parturiente mantenha a percepção das contrações, a força motora e a capacidade de participar ativamente do processo de nascimento.

 

6. “Raquianestesia e peridural são iguais”

MITO. São duas técnicas de anestesia neuraxial distintas, com indicações e características diferentes. Na raquianestesia, o anestésico é injetado diretamente no líquido cefalorraquidiano, que banha a medula espinhal, promovendo um bloqueio rápido, intenso e de duração limitada, ideal para cesáreas. Na anestesia peridural, um cateter é inserido no espaço peridural (uma camada externa à que contém o líquido espinhal), permitindo a administração contínua ou em doses fracionadas de anestésicos. Isso a torna mais versátil para a analgesia de parto, pois a intensidade e a duração do bloqueio podem ser ajustadas conforme a evolução do trabalho de parto.

 

7. “Anestesia dá dor nas costas para sempre”

MITO. A dor lombar no pós-parto é uma queixa comum, mas sua causa é multifatorial, estando frequentemente relacionada às alterações posturais da gestação, ao ganho de peso e ao próprio esforço físico do trabalho de parto. Pode ocorrer um desconforto temporário no local da punção, semelhante ao de qualquer outra injeção, mas isso não se traduz em dor crônica.

 

8. “Anestesia sempre causa muita queda de pressão”

MITO. (mas é um risco conhecido e gerenciado). A hipotensão (queda da pressão arterial) é um efeito colateral possível das anestesias neuraxiais, devido à dilatação dos vasos sanguíneos. No entanto, este é um evento esperado e ativamente gerenciado pela equipe de anestesiologia. A monitorização contínua dos sinais vitais da mãe é um procedimento padrão. Medidas preventivas, como a administração de fluidos intravenosos, e o tratamento imediato com medicamentos vasopressores, caso a hipotensão ocorra, garantem a segurança tanto da mãe quanto do bebê. 



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