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sábado, 6 de junho de 2026

Você já ouviu falar do “Chip da Beleza”? Entenda os perigos desse nome para o tratamento

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Médico especialista em saúde da mulher alerta que o nome “Chip da Beleza”, apesar de popular, é incorreto e leva a erros no uso do tratamento

 

Desde o início dos anos 2000, quando a apresentadora Hebe Camargo, ao ser questionada sobre como permanecia linda, comentou que usava um “Chip da Beleza”, o nome pegou. Você, inclusive, já deve ter ouvido falar dele por aí, não é mesmo?  

Contudo, a verdade, segundo o Dr. Luiz Augusto Junior, médico especialista na saúde da mulher, é que não existe um “Chip da Beleza” - o tratamento citado por Hebe não é um chip, e nem deve ser usado para fins estéticos.  

Entenda mais a seguir:

 

O que é o “Chip da beleza”? 

Ele é, na verdade, uma forma de reposição hormonal. “Não existe chip da beleza. O que existe é um implante hormonal, um pequeno dispositivo colocado no tecido subcutâneo, abaixo da pele, que funciona como um instrumento de liberação de medicamentos. Ele libera contínua, previsível e sustentada aquilo que o médico quer que a paciente receba por determinado período”, explica o Dr. Luiz.  

Assim, essa é apenas uma forma diferente e com um controle mais simplificado de fazer a já conhecida reposição hormonal, realizada especialmente por mulheres na fase da menopausa, quando a produção de alguns hormônios pelo organismo feminino cai bastante.  

Quando o tratamento é individualizado e a paciente recebe um implante com os medicamentos e hormônios certos nas doses corretas, é possível vencer diversos desafios e sintomas da menopausa, como os calores (fogachos), o ressecamento vaginal, a qualidade do sono alterada e o risco de osteoporose. 

 

Quando ele deve ou não ser utilizado? 

O implante hormonal foi criado para tratar de patologias ginecológicas. Contudo, com o tempo e, especialmente influenciadas pela fala de Hebe sobre o “Chip da Beleza”, muitas mulheres passaram a usá-lo apenas para fins estéticos. Todavia, isso não é nada recomendável.  

“Nós não utilizamos hormônios para deixar uma mulher mais bonita, nós os utilizamos para tratar sintomas e corrigir deficiências, para melhorar a saúde e a qualidade de vida. A melhora estética pode acontecer? Com certeza! Mas ela vem como consequência quando a mulher dorme melhor, treina melhor, tem mais energia, autoestima e volta a cuidar do seu corpo”, comenta o especialista.  

Além disso, é importante ressaltar que, assim como em outras formas de reposição hormonal, o implante também pode ter contra indicações para certas pessoas, uma vez que isso não é definido pela via do tratamento, e sim pelos hormônios usados e suas doses. Por isso mesmo, é importante que sua indicação seja feita sempre por um médico especialista e com informações o suficiente sobre você para fazer uma decisão acertada para o tratamento.  

O uso indiscriminado dos implantes hormonais pode trazer diversas consequências, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom, aumento da resistência à insulina e risco elevado de trombose e infarto, além de virilização nas mulheres, com crescimento de pelos, engrossamento da voz e aumento do clitóris.


Dr. Luiz Augusto Júnior - médico especializado na saúde da mulher, com foco em menopausa, equilíbrio hormonal e medicina integrativa. Formado pela Unoeste e com múltiplas pós-graduações, atua com uma visão que integra estilo de vida, nutrição, sono e saúde emocional. Fundador do Instituto Amare, Luiz se dedica a um cuidado humanizado e transformador, guiado por propósito e atualização constante. Acompanhe mais sobre seu trabalho: @institutoamarepp | @dr.luizaugustojunior


Alternativas ao PMMA em procedimentos estéticos mostram-se mais seguras e eficazes

 

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Aplicação de ácido hialurônico para preenchimento, combinada com bioestimuladores de colágeno, proporciona bons resultados com maior segurança aos pacientes

 

O PMMA (polimetilmetacrilato) como substância preenchedora em procedimentos estéticos ou reparadores está proibido em todo o Brasil. De acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada no Diário Oficial da União, a única exceção é para tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV/Aids, a partir de critérios rigorosos do Ministério da Saúde. Referência nacional e internacional em medicina estética, Vanessa Penteado reforça que bons resultados devem sempre estar associados à segurança do paciente. Segundo a especialista, a aplicação de ácido hialurônico combinada com bioestimuladores de colágeno se destaca como recurso que agrega benefícios, eficácia e segurança em procedimentos estéticos.

O PMMA é matéria-prima para lentes de contato, cimento ortopédico e implantes de esôfago. O componente plástico com uso restrito, como destaca a médica especialista em estética Vanessa Penteado, não é absorvido pelo organismo. Por esta razão e diante de um grande número de ocorrências que resultaram em morte de pacientes, o Conselho Federal de Medicina proibiu a utilização do produto para fins estéticos.

De acordo com o CFM, a única exceção envolve tratamentos de lipodistrofia com perda de grande quantidade de gordura decorrente do uso de medicamentos antirretrovirais, como ocorre em pacientes com HIV/Aids. Mesmo assim, o procedimento deve ser realizado em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e em conformidade com protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde.

Antes de se decidir pela realização de um procedimento estético, Vanessa Penteado ressalta que a primeira preocupação que todo paciente deve ter é a busca por profissionais capacitados e clínicas habilitadas para a realização de quaisquer intervenções.

Como recurso preenchedor em procedimentos estéticos, a especialista realiza a aplicação de ácido hialurônico. “Este procedimento é muito eficiente para repor o volume perdido em regiões como maçãs do rosto, lábios e para corrigir olheiras”, diz. Segundo Vanessa, também é possível suavizar sulcos, como o chamado bigode chinês, com resultados imediatos.

A médica especialista em estética combina a aplicação de ácido hialurônico com bioestimuladores de colágeno, que agem provocando uma resposta inflamatória controlada para ativar fibroblastos, aumentando a firmeza e a textura da pele.

Todas as intervenções estéticas, ressalta, levam em conta necessidades individuais, avaliações, critérios e cuidados. “O acompanhamento médico, a partir do primeiro atendimento, é fundamental para o sucesso do procedimento e a segurança do paciente em todas as etapas”, conclui Vanessa Penteado.

 

A estação do colágeno: por que o inverno é o momento mais indicado para estimular a firmeza da pele

“O inverno oferece uma janela biológica ideal para a ação dos bioestimuladores”, afirma a Dra. Gina Matzenbacher

 

Existe uma razão técnica — e cada vez mais estratégica — para quem escolhe iniciar tratamentos estéticos no inverno: essa é a estação em que a pele responde melhor. As temperaturas mais amenas, a menor incidência de radiação ultravioleta e a ausência de suor excessivo criam um ambiente favorável à regeneração celular e à ação dos bioestimuladores de colágeno, que dependem justamente de condições biológicas estáveis para atuarem de forma progressiva e segura.

"O inverno oferece uma janela biológica ideal para a ação dos bioestimuladores, já que há menos interferência externa e mais conforto no pós-procedimento", explica a Dra. Gina Matzenbacher.

A ciência comprova que, a partir dos 30 anos, o organismo passa a perder cerca de 1% de colágeno ao ano. Essa redução compromete não apenas o rosto, mas também regiões como abdômen, braços e coxas — áreas onde a flacidez tende a se intensificar após variações de peso ou gestações. Por isso, investir em tratamentos que estimulam a produção natural de colágeno é uma forma eficaz de restaurar a firmeza cutânea e prevenir intervenções mais invasivas no futuro. E quando essa escolha é feita no inverno, os benefícios se multiplicam.

A baixa exposição solar reduz o risco de hiperpigmentações pós-procedimento, já que a radiação UV é uma das principais responsáveis por manchas e pela degradação precoce das fibras de colágeno recém-formadas. O frio também contribui para uma recuperação mais confortável, com menos inchaço, menor resposta inflamatória e possibilidade de uso de roupas compressivas ou cuidados prolongados sem desconforto. O ambiente seco e o metabolismo cutâneo mais lento favorecem ainda a durabilidade dos ativos, evitando que o calor excessivo acelere sua absorção ou eliminação precoce.

Entre os principais ativos utilizados nesse tipo de tratamento está o Hidroxiapatita de Cálcio, que apresenta ótimos resultados quando aplicado em pontos anatômicos estratégicos. No entanto, protocolos mais recentes têm adotado também a Policaprolactona (PCL), presente na técnica Harmonize Gold, que utiliza microcânulas para aplicação em camadas profundas da pele. Ambas as substâncias têm respaldo científico e funcionam com estímulo gradual à produção de colágeno tipo I, promovendo firmeza e definição de maneira progressiva.

"A Harmonize Gold é uma técnica moderna e precisa, que respeita a anatomia e potencializa a firmeza de forma natural", reforça a Dra. Gina Matzenbacher.

Estudos publicados em periódicos como o Journal of Drugs in Dermatology e o Journal of Cosmetic and Laser Therapy indicam que a PCL pode aumentar em até 66% a densidade de colágeno na pele, com efeitos clínicos visíveis a partir da 12ª semana. Os resultados seguem em evolução por até 18 meses — podendo ultrapassar dois anos em pacientes com metabolismo mais lento — e apresentam taxas de satisfação acima de 90%, segundo ensaios clínicos multicêntricos.

Mais do que uma intervenção estética, a aplicação de bioestimuladores no inverno é uma decisão estratégica. O paciente ganha tempo de recuperação em sigilo, evita os riscos típicos do verão e chega às estações mais quentes com a pele visivelmente mais firme, elástica e uniforme. Técnicas como a Harmonize Gold entregam resultados naturais e sustentáveis — respeitando a anatomia individual e a resposta fisiológica da pele. 

Planejar tratamentos com base no ciclo da pele e nas condições ambientais é uma forma inteligente de antecipar resultados e reduzir riscos. O inverno não é apenas mais seguro — é mais eficaz. E quem entende o tempo da pele, escolhe o momento certo para cuidar dela.


Dia Mundial do Running: os benefícios da corrida para o corpo e a mente — e dicas de como começar

 

Herbalife Divulgação

No Dia Mundial do Running, celebrado em 7 de junho, médico do esporte reforça como a corrida pode apoiar a saúde e o que considerar antes de começar

 

A corrida ganhou espaço na rotina de quem busca mais saúde, disposição e qualidade de vida. E não é por acaso. Além de ser uma atividade acessível e prática, ela está associada a benefícios que vão do condicionamento cardiovascular ao bem-estar mental. 

Pesquisa publicada no Journal of the American College of Cardiology observou que correr, mesmo por apenas 5 a 10 minutos por dia e em baixa velocidade, esteve associado à redução do risco de morte por todas as causas e por doenças cardiovasculares. 

De acordo com o médico do esporte Carlos Ulloa, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, a corrida também pode trazer ganhos para a mente. “Além de ajudar a melhorar a capacidade cardiorrespiratória, fortalecer músculos e articulações, a corrida também está associada à liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar e prazer, contribuindo para um sono melhor”, explica. 

Além disso, trabalhos científicos, como a revisão de estudos publicada no International Journal of Environmental Research and Public Health, reforçam que a corrida está associada a efeitos positivos, especialmente na redução de sintomas relacionados à depressão e à ansiedade.

Mas, para aproveitar esses benefícios, não basta achar que é preciso começar correndo longas distâncias. Segundo o médico do esporte, é preciso que se faça uma adaptação gradual para evitar desconfortos e reduzir o risco de lesões. 

Confira algumas dicas do especialista para iniciar na corrida de forma mais confortável e segura:


Comece alternando caminhada e corrida

Para iniciantes, uma das estratégias mais indicadas é alternar pequenos períodos de corrida com caminhada. Isso ajuda o corpo a ganhar resistência progressivamente e reduz a sobrecarga muscular.

“Não existe necessidade de começar correndo rápido ou longas distâncias. O mais importante no início é criar consistência e respeitar os limites do corpo”, orienta Ulloa.

Uma forma prática de começar é fazer treinos de 20 a 30 minutos alternando 1 minuto de corrida leve com 2 minutos de caminhada em ritmo acelerado. A recomendação é repetir esse ciclo ao longo do treino, sem preocupação com velocidade ou distância.

Depois de algumas semanas, conforme o corpo se adapta, é possível evoluir gradualmente para 2 minutos correndo e 2 caminhando, depois 3 minutos correndo e 1 caminhando, até conseguir correr continuamente de maneira confortável.

Outro ponto importante é manter um ritmo em que ainda seja possível conversar durante a corrida, sem sensação intensa de falta de ar. Isso ajuda a evitar exageros no começo e torna a adaptação mais confortável e sustentável.


Respeite o tempo de recuperação

O descanso faz parte da adaptação física. Especialmente no começo, dias de pausa entre os treinos ajudam músculos e articulações a se recuperarem adequadamente.


Alimente-se e hidrate-se de forma equilibrada

A hidratação adequada é importante antes, durante e depois da corrida, principalmente em dias mais quentes. Além disso, carboidratos ajudam a fornecer energia para o exercício, enquanto proteínas contribuem para a recuperação muscular após a atividade.


Não compare seu ritmo com o de outras pessoas

Cada pessoa tem um condicionamento físico, histórico esportivo e ritmo de evolução diferente. Comparações podem gerar frustração e até excesso de esforço.


Fortaleça os músculos

O treino de musculação precisa estar na rotina de quem corre, pois são os músculos que absorvem o impacto das passadas evitando danos articulares. “Hoje sabe-se que pessoas com o ‘core’ fortalecido – região central do corpo, que envolve coxas, glúteos e abdômen — têm menos chances de lesão”, entrega Ulloa.


Valorize a regularidade

Mais importante do que intensidade no começo é manter frequência. Corridas leves e consistentes tendem a trazer melhores resultados no longo prazo do que treinos intensos esporádicos.


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Saúde capilar começa pela escova: especialista explica tudo o que você precisa saber e que ainda não te contaram sobre o tema

 


Mais do que desembaraçar, a escovação diária pode transformar a aparência dos fios e o segredo está no jeito certo de fazer


Se escovar o cabelo ainda é só um hábito automático na sua rotina, pode ser hora de ressignificar esse momento. A verdade é que esse gesto simples, quando feito com carinho e de forma intencional (e com a escova certa), tem o poder de deixar os fios mais brilhantes, fortes e equilibrados. Em outras palavras: ela garantirá a saúde e integridade dos fios por completo.

A escovação regular distribui a oleosidade natural da raiz até as pontas, reduz o frizz, ativa a circulação do couro cabeludo e previne a quebra. Tudo isso sem demandar tempo extra ou passos mirabolantes. “Muitas pessoas veem a escovação apenas como uma forma de desembaraçar os fios, mas ela vai muito além disso. Quando realizada com a escova adequada, ela cuida da saúde do fio de forma profunda, respeitando a individualidade de cada cabelo”, explica Rogério Sartini, CEO e hair expert da Tangle Teezer Brasil.

Abaixo, o especialista traz um ritual com 4 dicas infalíveis para quem precisa - para ontem - começar a realizar a escovação do jeito certo:


Comece pelas pontas: Nada de ir da raiz direto para baixo. Pode parecer um detalhe, mas a ordem da escovação faz toda a diferença na saúde dos fios. Quando a escova é passada da raiz até as pontas de uma vez, corre o risco de acumular nós no meio do caminho e forçar o fio até ele se romper. Dito isso, o ideal é começar devagar, pelas pontas, desfazendo os nós com delicadeza, e só então ir subindo aos poucos até a raiz. “Esse cuidado evita a quebra, reduz a formação de frizz e deixa o cabelo mais alinhado", explica.


Fios molhados exigem cuidado redobrado: O cabelo, quando está molhado, fica mais sensível e elástico, e consequentemente, mais propenso à quebra. Sendo assim, para proteger a fibra capilar, aposte no uso de um leave-in ou creme de pentear, que ajudam a criar uma camada de proteção e facilitam o deslizar da escova. “E aqui vai um segredo de expert: escolha escovas desenvolvidas especialmente para uso em cabelos úmidos, com cerdas flexíveis que evita a tração excessiva. Seu cabelo agradece com mais maciez, menos frizz e muito mais saúde no dia a dia", afirma Rogério.


A escova ideal faz toda a diferença: Existem modelos específicos para cabelos finos, grossos, cacheados, lisos, crespos ou quimicamente tratados. Uma escova muito rígida, por exemplo, pode causar tração excessiva e quebra em cabelos mais delicados, enquanto cerdas muito macias podem não ser eficazes em fios mais densos. Por isso, o especialista reforça que é importante respeitar a textura natural do cabelo e apostar em uma versão que seja mais indicada para ela.


Massageie o couro cabeludo: A escovação pode (e deve!) ser também um momento de relaxamento e conexão. “Ao fazer movimentos suaves na raiz, você ativa a microcirculação do couro cabeludo, o que estimula o crescimento saudável dos fios e melhora a absorção de nutrientes. Além disso, esse toque extra ainda ajuda a aliviar a tensão do dia a dia, quase como um mini spa capilar caseiro", finaliza.

 

Rogério Sartini - CEO e Diretor Criativo da Tangle Teezer Brasil. Com mais de 25 anos de expertise no segmento capilar, fez parte da equipe de educação e direção artística no renomado Vidal Sassoon, teve seus próprios espaços na Inglaterra e esteve presente nas semanas de moda de Londres, Paris, Barcelona e Milão, assinando a beleza de diversas marcas. Há 12 anos trouxe para o Brasil a marca inglesa Tangle Teezer e de lá para cá busca cada vez mais disseminar informações sobre saúde capilar, técnicas de escovação, produtos e seus benefícios.

 

 

Unhas fracas e quebradiças podem indicar alterações nutricionais, hábitos inadequados ou doenças sistêmicas

SBD-RS orienta sobre cuidados com as unhas e alerta para os riscos da automedicação e do uso excessivo de produtos químicos 

 

Unhas fracas, quebradiças, descamativas ou com alterações na superfície podem parecer apenas um problema estético, mas também podem estar relacionadas a fatores nutricionais, hábitos inadequados, contato frequente com produtos químicos ou condições sistêmicas que precisam de avaliação médica. A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) alerta que mudanças persistentes nas unhas devem ser investigadas por um dermatologista, especialmente quando há fragilidade intensa, dor, inflamação, deformidades ou piora progressiva. 

De acordo com a delegada da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), Dra. Vanessa Santos Cunha, nem toda unha fraca é sinal de falta de vitaminas, mas essa possibilidade deve ser considerada dentro de uma avaliação individualizada. Segundo a médica, algumas pessoas têm unhas naturalmente mais finas e frágeis por predisposição genética, assim como ocorre com os cabelos. Em outros casos, a fragilidade pode estar associada à baixa ingestão de proteínas, restrições alimentares ou deficiências de nutrientes como ferro, vitamina B12, vitamina D, zinco e silício. 

“Unhas fracas podem ter relação com a dieta e com algumas deficiências nutricionais, mas também podem ocorrer por fatores genéticos, doenças sistêmicas ou agressões externas. Por isso, não é indicado iniciar suplementação por conta própria. O ideal é investigar a causa para que a orientação seja adequada a cada pessoa”, explica. 

Entre as alterações mais comuns estão a onicosquizia, quando a unha descama em camadas, e a onicorrexe, caracterizada por fissuras ou estrias longitudinais. Essas manifestações podem estar ligadas ao envelhecimento, à exposição repetida à água, ao uso frequente de detergentes e produtos de limpeza, à retirada excessiva de cutículas e ao uso contínuo de esmaltes, removedores ou procedimentos que enfraquecem a lâmina ungueal. Profissionais que mantêm as mãos úmidas por longos períodos ou lidam com substâncias químicas sem o uso de luvas também podem apresentar maior risco. 

A especialista chama atenção para o uso de bases fortalecedoras sem orientação. Embora alguns produtos possam auxiliar em situações específicas, eles nem sempre são suficientes para tratar a causa do problema. Além disso, formulações à base de formol podem endurecer temporariamente a unha, mas também deixá-la mais quebradiça e aumentar o risco de irritações e alergias. O uso de esmaltes hipoalergênicos, com menor presença de substâncias associadas a reações alérgicas, pode ser uma alternativa para pessoas sensíveis, mas não substitui a avaliação dermatológica quando há alteração persistente. 

Outro cuidado importante está relacionado à cutícula. A SBD-RS orienta evitar a remoção profunda, já que essa estrutura funciona como uma barreira de proteção da matriz ungueal. Quando retirada de forma excessiva, há maior risco de entrada de bactérias, fungos e agentes químicos, o que pode favorecer infecções, inflamações e deformidades na unha. Em salões de beleza, a recomendação é apenas empurrar delicadamente ou remover o excesso, além de observar a higienização dos instrumentos e dar preferência a produtos mais seguros para peles sensíveis. 

A investigação médica pode incluir avaliação clínica, análise dos hábitos de cuidado, revisão da dieta e, quando necessário, exames laboratoriais para verificar possíveis deficiências nutricionais ou doenças associadas, como alterações da tireoide, diabetes e outras condições que podem se manifestar nas unhas. A automedicação com vitaminas, fórmulas manipuladas ou suplementos deve ser evitada, pois o excesso de determinados nutrientes também pode causar efeitos indesejados. 

A SBD-RS reforça que cuidar das unhas vai além da estética. Alterações persistentes, fragilidade acentuada ou mudanças de cor, espessura, formato e crescimento devem ser avaliadas por um médico dermatologista, profissional habilitado para diagnosticar e tratar doenças da pele, cabelos e unhas. Em casos de suspeita, procure um médico dermatologista. Os profissionais habilitados podem ser conferidos no site www.sbdrs.org.br

 


Marcelo Matusiak


Skincare inspira nova geração de haircare e redefine o cuidado com os fios

 

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Avanço do setor de beleza no Brasil acompanha mudança no comportamento do consumidor, impulsionando inovação, ciência e novas abordagens no cuidado com os cabelos.

 

O mercado de beleza brasileiro vive um momento de forte expansão e relevância global. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), ele representa cerca de 2% do PIB nacional, posicionando o Brasil como o terceiro maior consumidor de beleza do mundo. Em 2025, o segmento ultrapassou pela primeira vez US$ 1 bilhão em exportações, com crescimento de 20,1% em relação ao ano anterior, o melhor desempenho em quase três décadas. 

Dentro desse cenário, a categoria capilar se destaca como principal motor de progresso. Itens para cabelos lideraram as exportações, somando US$ 301 milhões e registrando alta de 29,8%, reforçando não apenas a relevância, mas também a expertise brasileira na criação de tratamentos cada vez mais especializados. 

Esse avanço reflete uma mudança estrutural no comportamento do consumidor e na forma como a rotina capilar é percebida. Dados do WGSN Beauty Forecast 2026 indicam que em 2028/29, os consumidores buscarão soluções sob medida, com diferencial baseado em ecossistemas capazes de integrar função, cultura e emoção. 

Um dos principais vetores dessa transformação é a aproximação entre haircare e skincare. Ingredientes como antioxidantes, probióticos e ativos botânicos de alta eficácia passam a atuar não apenas na fibra, mas na origem dos problemas, promovendo a saúde do couro cabeludo e a prevenção de danos a longo prazo. Assim, o chamado “scalp care” cresce acima da média, consolidando-se como uma das frentes mais inovadoras do setor. 

Essa dinâmica já é consolidada em algumas regiões do mundo e começa a ganhar força no Brasil. Segundo o cosmetólogo e educador internacional da Keune Haircosmetics, Pedro Guimarães, “na Ásia, o couro cabeludo é tratado como extensão da pele há bastante tempo. No Ocidente, estamos começando a amadurecer esse olhar”.
 

A resposta da indústria: a reformulação da principal linha de tratamento da Keune Haircosmetics 

Esse novo cenário já se reflete nas estratégias da Keune Haircosmetics, que exemplifica como essa evolução vem sendo incorporada ao portfólio, com foco em ciência, inovação e eficácia. 

A marca reformulou sua principal linha de tratamento, a Keune Care, incorporando ativos amplamente utilizados no skincare. Entre os destaques estão a Immortelle, extrato com propriedades antioxidantes, o extrato de orquídea, conhecido por sua ação nutritiva e revitalizante e a centella asiática, presente na linha Long & Strong que se posiciona como um dos principais focos da marca, ao adotar uma abordagem híbrida que combina tratamento da raiz com cuidado da extensão dos fios. 

As novidades são resultado de um processo estruturado de estudos, conduzido ao longo de aproximadamente 5 anos, envolvendo testes rigorosos e a aplicação de tecnologias avançadas, que resultaram em 48 produtos totalmente reformulados. 

“No laboratório, combinamos fórmulas inovadoras e testes para criar o que chamamos de ‘next generation haircare’. Nosso foco em performance, sustentabilidade e experiência sensorial orientou todo o processo”, afirma Ewa Grygorowicz, Diretora Global de Inovação e Pesquisa da Keune Haircosmetics.
 

Durante o processo, cientistas da empresa participaram de congressos internacionais na Ásia, ampliando o repertório científico aplicado à saúde dos fios e incorporando referências de regiões onde o cuidado com o couro cabeludo já é mais consolidado. 

Essa evolução também se estende à experiência sensorial do consumidor. As fragrâncias foram desenvolvidas para transformar o momento de lavar os cabelos, tanto no lavatório do salão quanto em casa, em um ritual mais envolvente. Criadas por perfumistas responsáveis por composições de grandes maisons como Prada e Yves Saint Laurent, elas evocam paisagens naturais e ampliam a percepção de cuidado e bem-estar durante o uso. 

“Muitos dos componentes que utilizamos já estão presentes no skincare de alta performance, o que reforça a conexão entre as categorias. Paralelamente, buscamos elevar a jornada do consumidor com assinaturas olfativas que tornam o cuidado mais sofisticado”, explica Marcelo Raskin, CEO da Keune Haircosmetics no Brasil. 

A reformulação da linha Keune Care reflete a adaptação da indústria a um cenário em que o cuidado capilar passa a integrar bem-estar, prevenção e resultados de longo prazo como fatores centrais.
 

www.keune.com.br

 


Mitos e Verdades: nutricionista esclarece o papel do colágeno na nutrição e bem-estar

Entenda por que a produção de colágeno diminui com o tempo e como a suplementação estratégica ser o diferencial na sua rotina
 

O colágeno tornou-se um dos suplementos mais discutidos nos últimos anos, mas a abundância de informações nem sempre reflete a realidade científica. Por ser um dos protagonistas do último lançamento de Nutren, a Nestlé apresenta um guia essencial para desmistificar o consumo desta proteína vital, detalhando sua importância biológica e as melhores práticas de uso. 

Representando cerca de 30% do total de proteínas do corpo humano, o colágeno funciona como a "cola" que sustenta a pele, articulações, ossos e tendões. A partir dos 25 a 30 anos, a produção natural dessa proteína começa a declinar, o que pode impactar a elasticidade da pele e a mobilidade das articulações.

  • "Todo colágeno é igual." MITO. Existem diferentes tipos de colágeno (como o Tipo I, focado em pele, e o Tipo II, específico para cartilagens). Além disso, a forma de apresentação — como o colágeno hidrolisado ou os peptídeos bioativos — é fundamental para garantir que o corpo consiga absorver e utilizar a proteína de forma eficiente.
  • "O colágeno só serve para a estética." MITO. Embora seja famoso pelos benefícios à pele, cabelos e unhas, ele é crucial para a saúde articular e regeneração de tecidos musculares, sendo um aliado importante para a longevidade e o envelhecimento ativo.
  • "A vitamina C potencializa os resultados." VERDADE. A vitamina C é um cofator essencial na síntese do colágeno pelo organismo. Por isso, a Nestlé prioriza formulações que combinam a proteína com um mix de vitaminas e minerais para maximizar a eficácia.


Como e quando tomar?

O consumo deve ser contínuo para que os benefícios sejam notados a médio e longo prazo (geralmente a partir de 8 a 12 semanas). Não há uma regra rígida, mas muitos nutricionistas recomendam o consumo longe de grandes refeições (como almoço ou jantar) para evitar a competição por absorção com outras proteínas. É fundamental escolher o produto adequado para o seu objetivo — seja o foco em performance esportiva, saúde óssea ou cuidado com a pele.

"Nosso objetivo é transformar a ciência nutricional em soluções práticas que melhorem a qualidade de vida. Entender o colágeno além do marketing é o primeiro passo para uma escolha consciente e focada em resultados reais de saúde", afirma explica Livia Modesto, Nutricionista e Especialista em MKT Medical Nutrition da Nestlé Health Science.


7 cuidados com os lábios para beijar muito no Dia dos Namorados

Com a chegada do Dia dos Namorados e das temperaturas mais baixas, cresce também a preocupação com os cuidados com os lábios. O frio, o vento e a baixa umidade do ar favorecem o ressecamento da região, causando rachaduras, descamação e até desconforto na hora do beijo.


Segundo especialistas, os lábios sofrem mais no inverno porque não possuem glândulas sebáceas, responsáveis pela produção natural de oleosidade, o que deixa a região mais vulnerável à perda de hidratação. Além disso, hábitos comuns como passar a língua na boca, beber pouca água e esquecer do protetor solar podem piorar ainda mais o aspecto ressecado.Para ajudar quem deseja manter os lábios bonitos, hidratados e saudáveis nesta época do ano, especialmente para os encontros românticos do mês de junho, Killian Cristoff, biomédico e diretor técnico da Royal Face, uma das maiores redes de estética facial e corporal do país, lista os principais cuidados com a região.

1- Não abra mão da hidratação diária: os lábios possuem uma camada de proteção muito mais fina do que a pele de outras regiões do corpo. Por isso, perdem água com facilidade e tendem a ressecar rapidamente. “O lábio é uma região extremamente delicada e sensível às mudanças climáticas. Quando falta hidratação, a boca perde maciez, brilho natural e pode apresentar rachaduras e descamações”, explica Killian Cristoff. O especialista recomenda o uso diário de hidratantes labiais com ingredientes como manteiga de karité, vitamina E, pantenol e ácido hialurônico.

2- Evite o hábito de passar a língua nos lábios: quando os lábios estão secos, muita gente recorre à saliva para aliviar o desconforto. O problema é que esse alívio dura apenas alguns segundos.“Depois que evapora, a saliva retira ainda mais a umidade da região. Isso intensifica o ressecamento e pode provocar pequenas fissuras nos lábios”, alerta o biomédico.

3- Lembre-se de beber água ao longo do dia: nos períodos mais frios, a sensação de sede costuma diminuir, mas a necessidade de hidratação do organismo continua sendo essencial.“A hidratação começa de dentro para fora. Muitas vezes a pessoa investe em vários produtos, mas esquece que a ingestão de água também impacta diretamente a saúde e a aparência dos lábios”, destaca.

4- Proteja os lábios da exposição solar: muitas pessoas cuidam da pele do rosto, mas esquecem que os lábios também sofrem os efeitos da radiação ultravioleta. A exposição frequente ao sol pode acelerar o envelhecimento da região, favorecer manchas e aumentar o ressecamento.“ O protetor labial com FPS deve fazer parte da rotina diária, independentemente da estação do ano. A radiação solar também afeta a região labial e acelera o envelhecimento precoce”, afirma Killian.

5- Não puxe as pelinhas que se formam: quando os lábios começam a descamar, é comum a tentação de remover as peles soltas com as mãos. Apesar de parecer inofensivo, esse hábito pode causar pequenas lesões e até sangramentos. “O ideal é reforçar a hidratação e permitir que a pele se regenere naturalmente. Arrancar as pelinhas pode prolongar a irritação e piorar o aspecto dos lábios”, orienta.

6- Considere tratamentos de revitalização labial: além dos cuidados feitos em casa, alguns procedimentos estéticos podem contribuir para melhorar a qualidade da pele dos lábios. Tratamentos voltados para hidratação profunda e estímulo de colágeno ajudam a recuperar o viço, melhorar a textura e proporcionar um aspecto mais saudável à região. “Hoje existem procedimentos focados na revitalização labial que priorizam hidratação, definição e naturalidade, sem necessariamente aumentar o volume da boca”, explica o especialista.

7- Naturalidade continua sendo a melhor escolha: quando o assunto é preenchimento labial, equilíbrio e bom senso fazem toda a diferença. “O objetivo não é transformar os lábios, mas realçar a beleza natural e preservar a identidade facial do paciente”, explica o biomédico. Muita gente acredita que o procedimento serve apenas para aumentar os lábios, mas o ácido hialurônico também possui alta capacidade de retenção de água, contribuindo para hidratação, contorno e melhora da textura da região.

Durante o inverno, quando os lábios tendem a ficar mais ressecados e sensíveis, o procedimento pode ser um aliado importante para ajudar na manutenção da hidratação e do viço natural da boca. “Com a queda das temperaturas e a baixa umidade do ar, os lábios sofrem bastante com a perda de água. O ácido hialurônico ajuda justamente a manter essa hidratação de dentro para fora, deixando os lábios mais saudáveis, macios e com aparência natural”, finaliza.


Sol, pele e longevidade: por que os cuidados dermatológicos na terceira idade devem ir além do verão

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Cuidados dermatológicos na terceira idade devem ir além do verão.
Especialista alerta que a proteção da pele deve ser permanente e integrada à rotina de saúde na maturidade

 

Em um país de altaincidência solar como o Brasil, a exposição ao sol ocorre durante todo o ano, e não apenas nos meses mais quentes. Ainda assim, é comum que a atenção aos cuidados com a pele diminua fora do verão. Na terceira idade, essa redução pode representar um risco adicional, já que o envelhecimento natural da pele, aliado à exposição acumulada ao longo da vida, aumenta a probabilidade de alterações e, principalmente, de câncer de pele, o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado no país. 

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele não melanoma segue como o tipo mais frequente no país, com estimativa média anual de 263 mil novos casos para o triênio 2026–2028, o que representa mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil. 

Na terceira idade, a pele passa por alterações fisiológicas naturais, como redução da elasticidade, afinamento, menor produção de colágeno e maior tendência ao ressecamento. Essas mudanças tornam a pele mais sensível e suscetível a lesões, inclusive às associadas ao sol. Por isso, medidas simples como uso diário de protetor solar, hidratação adequada e avaliação médica periódica são fundamentais ao longo de todo o ano. 

Conforme explica a Dra. Luana Vieira Mukamal, dermatologista da MedSênior, a proteção solar deve ser encarada como um cuidado contínuo de saúde e não apenas algo restrito ao verão. “Pessoas com mais de 60 anos acumulam ao longo da vida maior quantidade de danos solares, o que reforça a necessidade de prevenção constante e de acompanhamento especializado para detecção precoce de alterações”.
 

Confira as dicas e recomendações para cuidar o ano todo da pele:

  • uso diário de protetor solar, inclusive em dias nublados;
  • reaplicação a cada duas ou três horas quando houver exposição direta;
  • utilização de chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
  • atenção a manchas, pintas ou feridas que não cicatrizam;
  • consulta dermatológica periódica, mesmo na ausência de sintomas.

A especialista ressalta que o envelhecimento saudável também passa pela atenção à saúde da pele. “Muitas pessoas associam o cuidado com a pele apenas à estética, mas ele está diretamente relacionado à funcionalidade e à integridade do organismo. A pele é uma barreira de proteção do corpo e, na maturidade, torna-se mais vulnerável. Cuidar da saúde da pele significa preservar conforto, autonomia e bem-estar ao longo do envelhecimento”, finaliza. 

O tema também é abordado na terceira temporada do podcast Bem Envelhecer, da MedSênior, que dedica um episódio ao debate “Sol, pele e longevidade”. O conteúdo destaca a importância da prevenção ao longo de todo o ano e orienta sobre sinais de alerta, como manchas que mudam de cor ou formato, feridas que não cicatrizam e lesões que apresentam crescimento progressivo.
  

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Você sabia? Esmaltes também podem oferecer riscos de contaminação

Raquel Venancio, professora do curso de Estética da Faculdade Anhanguera, alerta para cuidados ao compartilhar produtos de unhas e frequentar salões de beleza  


Coloridos, brilhantes e cheios de estilo, os esmaltes fazem parte da rotina de cuidados e autoestima de muitas pessoas. No entanto, o que pouca gente sabe é que esses produtos, quando usados de forma incorreta ou compartilhados sem os devidos cuidados, podem representar riscos à saúde. 

Segundo Raquel Venancio, professora do curso de Estética da Faculdade Anhanguera, o perigo está, principalmente, na contaminação cruzada quando um produto entra em contato com microrganismos de uma pessoa e depois é usado em outra. “Embora o esmalte em si tenha uma composição química que dificulta a sobrevivência de vírus e bactérias, ele pode se tornar um meio de contaminação quando aplicado em unhas com pequenas lesões, cutículas feridas ou micoses”, explica. 

Entre os problemas mais comuns associados à falta de higiene no uso de esmaltes estão as infecções fúngicas, como a micose nas unhas, além da possibilidade de transmissão de hepatite B e C, caso instrumentos como alicates, palitos e espátulas não sejam esterilizados corretamente. 

Muitas pessoas ainda têm dúvidas se é seguro utilizar os esmaltes fornecidos pelos salões. A especialista alerta: “O ideal é levar o seu próprio esmalte. Mesmo que o risco de contaminação seja menor do que com os instrumentos, não é inexistente. Se o produto foi aplicado em uma unha infectada e voltou para o frasco, ele pode se tornar um vetor”, esclarece Raquel. Se não for possível levar seu esmalte, opte por locais que adotem boas práticas de higiene, como o uso de pincéis descartáveis ou desinfecção entre os atendimentos.


Como se proteger? 

Algumas dicas simples podem ajudar a manter a beleza das unhas sem comprometer a saúde. A professora recomenda que as pessoas levem seu próprio kit de manicure ao salão, incluindo esmaltes e instrumentos, certificar de que os materiais utilizados são esterilizados em autoclave, evitar fazer as unhas se estiver com feridas, inflamações ou infecções na região, não compartilhar esmaltes ou acessórios de unhas com outras pessoas e em casa, manter os produtos bem fechados e em locais secos e limpos. Também é importante frisar que os profissionais de manicure e pedicure tem um papel fundamental na manutenção da saúde dos clientes, é necessário observar se há alguma lesão pré-existente na região que pode ser porta de entrada para algum patógeno e evitar ao máximo lesionar a pele do cliente com alicates e outros materiais.

A atenção a esses cuidados é especialmente importante para pessoas com imunidade baixa, como diabéticos, idosos ou pacientes em tratamento de doenças crônicas. “A beleza deve andar junto com a saúde. Esmalte não é algo inofensivo quando negligenciamos os cuidados básicos de higiene”, reforça a especialista.

 

ASPECTOS ASTROLÓGICOS: ENTENDA A RELAÇÃO DOS PLANETAS NO MAPA ASTRAL


Saiba o que cada um representa e as potenciais tendências que eles sugerem. 

 

É bastante comum que as pessoas busquem respostas sobre sua própria natureza e o propósito de sua existência, e uma das maneiras de explorar essas questões é através da astrologia e, mais especificamente, do mapa astral. Os planetas, por exemplo, representam diferentes energias e influências que podem afetar a personalidade, os relacionamentos, as habilidades e as experiências de vida de uma pessoa.

“Ao analisar a posição e os aspectos dos planetas no mapa astral é possível obter informações sobre suas tendências, potenciais e desafios. Além de buscar equilíbrio e bem-estar na jornada pessoal" - resume Katrina Devilla, especialista em esoterismo da IQuilíbrio. 

E embora o signo solar seja o mais conhecido, por ser aquele que conhecemos pela data de nascimento, existem outros planetas que são importantes e oferecem uma compreensão mais completa e precisa de cada pessoa. 

Para te ajudar, Katrina destaca o que cada planeta revela e o que ensina, veja:


Sol 

O Sol se relaciona com a essência individual de cada um, influenciando o nosso “poder vital” e o ego. Por esse motivo, o lugar onde esse astro circula no mapa evidencia as áreas da vida em que a pessoa tem mais chances de se destacar. Além disso, o Sol também rege as figuras masculinas mais importantes de nossas vidas e pode nos dizer, principalmente, sobre as relações paternas.


Lua

A Lua é o astro mais próximo da Terra e o que se movimenta com a mais alta velocidade. Ela diz respeito à forma como lidamos com nossas emoções, tendo relação direta com as oscilações de humor diárias. Esse astro rege as figuras femininas que têm papel fundamental em nossas vidas, em especial a figura materna.


Mercúrio

Mercúrio se relaciona com a nossa capacidade intelectual e com os processos comunicativos, além de influenciar os relacionamentos com a nossa família estendida: irmãos, parentes e vizinhos.


Vênus

Já Vênus, Katrina explica que ele é considerado o planeta do amor, porque afeta todas as nossas relações afetivas, o que não inclui apenas os romances, tendo em vista que o amor também está presente entre amigos e no âmbito familiar. O campo de influência desse astro também abrange a sensibilidade e o senso artístico do indivíduo.


Marte

Marte é o planeta que influencia tudo aquilo que nos movimenta, nossos impulsos, vontades e instintos mais primitivos. A determinação e a agressividade são características relacionadas a este planeta, que sugere iniciativas enérgicas, mas também indica confrontos em potencial.


Júpiter

O posicionamento de Júpiter em um mapa astrológico determina a área da vida em que podemos ser mais expansivos, independentes e livres. Esse planeta é relacionado a viagens, a sorte, a autoconfiança e a excessos.


Saturno

Saturno é, por muitos, chamado de “chaturno”, porque suas energias remetem à cobrança, responsabilidade, e à uma postura racional. Na verdade, toda a seriedade desse planeta evidencia inseguranças, porque ele se relaciona com a necessidade de controle para manter a segurança emocional, diz a especialista.


Urano

Urano é o planeta das revoluções, das ideias originais e das iniciativas rebeldes. O posicionamento desse astro sugere as áreas da vida em que nos sentimos mais incomodados pelos padrões sociais e preconceitos vigentes, além de se relacionar com imprevistos e inconstâncias


Netuno

Netuno é o astro que se relaciona com a nossa potencialidade sonhadora e idealista, mas exatamente por isso também envolve ilusões e enganos. A intuição e a espiritualidade também são áreas de domínio desse planeta.


Plutão

Plutão é considerado o planeta das transformações mais profundas que vivenciamos (em nível social e pessoas), que podem ser dolorosas, mas têm o intuito de evidenciar potencialidades que o indivíduo possui, mas que necessitam de certo esforço para serem afloradas.




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