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sábado, 7 de março de 2026

Dia da Mulher: Adeus ao ‘Rosto Padrão’

Dermatologista explica por que a beleza natural é a maior tendência para 2026. 


Com a proximidade do Dia Internacional da Mulher, 08 de março, o mercado da beleza vive uma transição estética histórica: o abandono dos resultados artificiais em favor do "rejuvenescimento invisível". A Dra. Sabrina Leite, dermatologista e cosmiatra com mais de duas décadas de prática clínica, aponta que a autoestima feminina hoje está diretamente ligada à saúde celular e não apenas ao preenchimento de rugas.
 

O relógio biológico e a pele

As transformações hormonais são os grandes divisores de águas para a pele feminina. Segundo a especialista, após os 30 anos, a "poupança de colágeno" começa a ser consumida, mas é na menopausa que o impacto é mais drástico. "A queda do estrogênio altera a estrutura da derme. A pele perde a capacidade de reter água e a renovação celular desacelera. O papel do dermatologista moderno é fazer uma gestão desse envelhecimento para que a mulher não perca sua identidade", explica.
 

O fim dos exageros: O conceito de "Skin Quality"

A médica defende que o objetivo atual não é "congelar o tempo", mas manter uma aparência descansada e viçosa. "Beleza natural não é ausência de cuidados, é o ápice do gerenciamento de pele", afirma a médica.

Entre os destaques tecnológicos para 2026, a Dra. Sabrina cita a combinação de Laser CO2 + Liftera. Na pele madura e super importante a combinação de tecnologias como um divisor de águas. "Esse protocolo entrega o que o paciente high ticket busca: firmeza e uniformidade sem o estigma de 'rosto operado'. Ele ativa o colágeno novo respeitando o tempo biológico, funcionando tanto para o rosto quanto para o corpo”, pontua.
 

Checklist de autocuidado consciente

Para ela, a rotina em casa é o que sustenta o investimento feito no consultório. Por isso, elenca os pilares inegociáveis para a mulher contemporânea:

  1. Gerenciamento do Colágeno: Bioestimuladores preventivos.
  2. Fotoproteção Ativa: Proteção contra luz solar e luz azul.
  3. Constância: "A pele é um órgão vivo que responde à disciplina, não ao milagre de um dia", conclui.

 

Dra. Sabrina Leite - Médica com mais de 20 anos de formação e sólida trajetória na área da saúde. Atualmente dedica-se à Dermatologia e Cosmiatria. Pós-graduada pelo Instituto Superior de Medicina e Dermatologia (ISMD), alia conhecimento técnico e rigor científico a uma visão estética refinada, priorizando resultados naturais, seguros e harmoniosos. Além do mais, atuou por mais de uma década na Oftalmologia, com especialização em Doenças Externas Oculares e Córnea pela UNIFESP.



A cirurgia de final de semana: Como a plástica de menor porte se tornou aliada da mulher moderna

Procedimentos rápidos, seguros e com recuperação curta ganham espaço entre mulheres que buscam resultados naturais sem interromper a rotina

 

No mês de março, quando se celebra o Dia Internacional da Mulher, o cenário da cirurgia plástica brasileira revela um novo comportamento: a busca por intervenções pontuais, seguras e, acima de tudo, discretas. Longe das grandes transformações de décadas passadas, o Dr. Raphael Alcalde, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), destaca que o luxo atual é a "beleza sem rastro".
 

A Plástica do "Sem Tempo" 

Para a mulher contemporânea, que equilibra carreira e vida pessoal, o tempo de recuperação (down-time) é o fator decisivo. "Hoje, o consultório recebe mulheres que buscam resolver incômodos específicos sem precisar de afastamentos longos. Elas querem resultados que façam as pessoas comentarem que elas parecem 'mais descansadas', e não 'operadas'", explica o especialista.
 

Os Três Pilares da Renovação Express 

O médico elenca os procedimentos que dominam a busca por uma autoestima renovada com pós-operatório simplificado:

  1. Blefaroplastia (O Olhar Descansado): "Muitas vezes, o cansaço que a mulher sente não é sono, é o peso do excesso de pele nas pálpebras. Remover esse excesso é como 'abrir as janelas' do rosto", diz o médico.
  2. Lipo de Papada (O Contorno de Selfie): Uma intervenção rápida que redefine a mandíbula, eliminando a gordura que muitas vezes não sai com dieta.
  3. Otoplastia (A Liberdade de Estilo): Uma correção que, em adultos, devolve a liberdade de prender o cabelo sem receios, realizada com anestesia local.

Ética e Realidade 

O Dr. Raphael reforça que o papel do cirurgião plástico no Dia da Mulher é, acima de tudo, o da responsabilidade. "A cirurgia plástica ética serve para ajustar o que causa desconforto, nunca para tentar alcançar uma perfeição de filtro de rede social. O foco é a beleza real e a segurança do paciente".

Para o especialista, o sucesso de uma cirurgia hoje é medido pela preservação da identidade. "A verdadeira beleza está na harmonia e na autenticidade. Quando a cirurgia é bem indicada e realista, ela se torna uma ferramenta potente de saúde mental e autoconfiança”, finaliza.

 

Dr. Raphael Alcalde - Cirurgião plástico com mais de quinze anos de experiência, especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atua com foco em contorno corporal e cirurgia reparadora, com MBA em Gestão Hospitalar e sólida experiência em urgência e emergência. É reconhecido pela precisão cirúrgica e pela abordagem ética e humanizada em seus atendimentos.

 

Treino, inflamação e alimentação: especialistas alertam para mitos que confundem quem busca saúde e performance

Preparador físico Anderson Moraes e a nutricionista Claudia Laskanski explicam por que inflamação não é inimiga do treino e quando ela vira problema


A inflamação costuma ser apontada como a grande vilã da saúde e do desempenho físico, especialmente nas redes sociais. No entanto, segundo o preparador físico Anderson Moraes, da Academia Seven7Play, e a nutricionista Claudia Laskanski, essa visão simplificada ignora um ponto essencial: a inflamação faz parte do processo natural de adaptação do corpo ao exercício.

“Todo treino de força gera microlesões musculares. Isso provoca uma resposta inflamatória controlada, que é justamente o que estimula o músculo a se recuperar e evoluir”, explica Anderson. “Sem esse processo, não existe ganho de força ou hipertrofia.”


Inflamação aguda x inflamação crônica

Segundo os especialistas, é fundamental diferenciar a inflamação aguda, que ocorre após o exercício e é esperada, da inflamação crônica, associada a hábitos de vida inadequados.

“A inflamação crônica está muito mais ligada ao excesso de alimentos ultraprocessados, sedentarismo, estresse, noites mal dormidas e consumo frequente de álcool”, destaca Claudia. “Não é um alimento isolado que determina isso, mas o conjunto da rotina.”


O perigo dos discursos extremos

Anderson Moraes chama atenção para a confusão gerada por discursos radicais sobre alimentação e treino. “Muitas pessoas acabam criando medo da comida ou copiando estratégias de atletas que vivem uma realidade completamente diferente, inclusive com uso de recursos farmacológicos. Isso não pode ser parâmetro para quem busca saúde.”

Claudia complementa: “Quando a alimentação vira uma lista de proibições baseada em modismos, o resultado costuma ser frustração, efeito sanfona e até prejuízo à saúde mental.”


Saúde, performance e equilíbrio

Os especialistas reforçam que alimentação equilibrada, treino bem orientado e recuperação adequada são os pilares para resultados consistentes.

“O corpo humano é adaptável e inteligente. Ele precisa de estímulo, descanso e nutrição adequada, não de terrorismo nutricional”, resume Anderson.

“A comida deve ser vista como aliada do treino e da saúde, não como inimiga”, conclui Claudia. 



Seven7Play
www.seven7play.com.br

 

Emagrecimento rápido com Ozempic e Mounjaro muda o rosto e exige cinco cuidados antes da harmonização

Cresce o uso de medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida no Brasil e mudanças no volume facial exigem planejamento estético mais criterioso 

 

O uso de medicamentos como Ozempic, à base de semaglutida, e Mounjaro, composto por tirzepatida, tem avançado no Brasil como estratégia para controle de peso. Dados do Vigitel 2023, do Ministério da Saúde, mostram que 57% dos adultos brasileiros apresentam excesso de peso e cerca de 22% vivem com obesidade. A ampliação do acesso a fármacos para emagrecimento ocorre diante desse cenário e já produz reflexos além da balança.

A perda acelerada de gordura corporal atinge também o rosto, reduzindo volume nas regiões malar e mandibular, aprofundando sulcos e alterando a dinâmica do sorriso. A expressão “Ozempic face” passou a ser utilizada por especialistas internacionais para descrever esse efeito.

Sabrina Balkanyi, dentista formada pela USP, empresária e mentora de profissionais da saúde, afirma que a perda acelerada de gordura corporal atinge diretamente o rosto e altera a lógica da harmonização facial. “Quando o emagrecimento acontece de forma rápida, há diminuição do suporte natural. Se o profissional não reavalia proporções e estrutura muscular, pode exagerar na reposição de volume e comprometer a naturalidade”, diz.

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de procedimentos estéticos, segundo a International Society of Aesthetic Plastic Surgery, que registrou mais de 2 milhões de procedimentos no país em seu levantamento global mais recente. Parte dessa demanda envolve preenchimentos e bioestimuladores, justamente os procedimentos mais procurados após perda de peso.

Ela explica que o planejamento precisa ser integrado. “Não é apenas preencher. É entender o novo desenho facial, observar exposição dentária, avaliar flacidez e definir se o caso pede estímulo de colágeno ou apenas acompanhamento”, afirma.

Além do cuidado técnico, clínicas que estruturam protocolos específicos para pacientes em processo de emagrecimento tendem a ganhar previsibilidade e reduzir retrabalho. “Existe oportunidade, mas ela precisa ser conduzida com responsabilidade. Crescimento sem critério pode gerar insatisfação e desgaste de marca”, pontua.

A especialista aponta cinco cuidados para evitar exageros na harmonização após emagrecimento rápido

Antes de indicar qualquer procedimento, é essencial considerar que a anatomia facial foi modificada pela perda de gordura. A seguir, cinco pontos conectados que orientam decisões mais seguras.

 

  • Aguardar estabilização do peso
    Procedimentos devem ser indicados somente após a fase intensa de emagrecimento, evitando correções repetidas e distorções progressivas.
  • Reavaliar proporções e dinâmica muscular
    Análise fotográfica comparativa e estudo do sorriso ajudam a evitar excesso de volume e assimetrias.
  • Priorizar estímulo gradual de colágeno
    Bioestimuladores podem ser alternativa mais conservadora em rostos afinados, favorecendo firmeza sem sobrecarga de preenchimento.
  • Escolher profissionais habilitados
    Verificar formação específica em anatomia facial, registro ativo no conselho profissional e portfólio técnico reduz riscos.
  • Alinhar expectativas com clareza
    Explicar limites técnicos e resultados possíveis fortalece a confiança e evita frustrações.
     

Segundo a mentora, o objetivo não é recuperar o rosto anterior ao emagrecimento. “Cada fase corporal traz uma nova identidade. A harmonização deve respeitar essa transformação, buscando equilíbrio e não exagero”, conclui.

 

 

Sabrina Balkanyi - dentista formada pela USP, empresária e mentora de dentistas. Há mais de 20 anos dedica-se a construir uma odontologia humana, com foco em transformar vidas por meio de sorrisos. Seu propósito é formar profissionais que, além de excelentes clínicos, também sejam grandes empresários da própria trajetória. Hoje atua 100% na gestão de suas unidades odontológicas, liderando áreas como estratégia, finanças, vendas, captação de pacientes e marketing. Também desenvolve produtos digitais cursos, mentorias, imersões e o Clube do Livro Além da Técnica, voltado a dentistas e profissionais autônomos que desejam fortalecer a gestão de seus negócios.

Para mais informações, visite o site oficial, Linkedin ou o Instagram.

 


Fontes de pesquisa

Ministério da Saúde – Vigitel 2023
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/novembro/excesso-de-peso-atinge-57-dos-brasileiros-aponta-vigitel

International Society of Aesthetic Plastic Surgery – Global Survey
https://www.isaps.org/discover/about-isaps/global-statistics/

Agência Nacional de Vigilância Sanitária
https://www.gov.br/anvisa/pt-br


Saúde feminina em foco: como combater os efeitos do estresse no dia a dia

 Cia Athletica reforça papel de modalidades como musculação, Yoga e Pilates na melhora da qualidade de vida.


O estresse crônico tem afetado de forma significativa a saúde das mulheres brasileiras. Dados da Associação Brasileira de Psiquiatria indicam que elas têm o dobro de chances de desenvolver transtornos relacionados ao estresse em comparação aos homens. Já levantamento da Fundação Oswaldo Cruz aponta que 53% das mulheres relatam níveis elevados de estresse. O tema ganha ainda mais relevância diante do aumento de sintomas físicos e emocionais associados à sobrecarga da rotina. 

Segundo Cacá Ferreira, gerente técnico e corporativo da Cia Athletica, o estresse vai além do aspecto emocional e provoca alterações hormonais importantes, como o aumento do cortisol, impactando ciclo menstrual, imunidade, sono, peso e saúde mental. “Muitas mulheres convivem com cansaço constante, dores musculares, ansiedade e alterações no metabolismo sem associar esses sinais ao estresse crônico”, explica. O quadro prolongado pode elevar riscos cardiovasculares, metabólicos e psicológicos. 

A prática regular de atividade física é uma das estratégias mais eficazes para reduzir os efeitos do estresse no organismo. Modalidades como musculação, natação, treinos aeróbicos, Pilates e Yoga auxiliam na regulação hormonal, na melhora do humor e na qualidade do sono. Exercícios de intensidade moderada a alta também estimulam a liberação de endorfinas e contribuem para o controle do peso e fortalecimento do sistema imunológico. 

Na Cia Athletica, as alunas encontram uma estrutura completa, com mais de 20 modalidades que integram treino de força, atividades aeróbicas e práticas mente-corpo, além de acompanhamento profissional qualificado. “Nosso objetivo é oferecer um ambiente que acolha e incentive a mulher a cuidar da saúde de forma integral, respeitando seus limites e promovendo evolução constante”, destaca Cacá Ferreira. 

Com unidades em diferentes regiões do país, a Cia Athletica reforça que investir em um estilo de vida ativo é uma medida preventiva essencial. “O estresse não precisa ser naturalizado. Quando a mulher entende os sinais do próprio corpo e incorpora hábitos saudáveis à rotina, ela recupera energia, equilíbrio e qualidade de vida”, conclui o porta-voz.
  
 

Companhia Athletica


Estética regenerativa ganha espaço no Brasil com protocolos que estimulam o crescimento natural dos fios

Alta na procura por tratamento para perda de pelos faciais impulsiona protocolos que estimulam o crescimento natural e reduzem a dependência de soluções apenas estéticas 

 

A queda de fios nas sobrancelhas tem levado cada vez mais brasileiros aos consultórios dermatológicos. Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, divulgados em 2025, indicam crescimento na procura por tratamento para perda de pelos faciais. O que inicia como uma falha discreta na sobrancelha pode evoluir para um abalo na forma como a pessoa se reconhece no espelho.

A empresária e especialista em estética regenerativa Lucy Toum relata que parte das pacientes que chegam à clínica não busca apenas uma solução estética, mas uma reconstrução da própria identidade. “A sobrancelha molda a expressão facial. Quando ela desaparece, a pessoa sente que perde traços da própria identidade. Muitas relatam evitar fotos, reuniões e até interações sociais”, afirma. Segundo ela, o impacto costuma ser silencioso. “É comum a paciente dizer que parece estar sempre com expressão de cansaço ou tristeza. Isso altera a forma como ela se apresenta no trabalho e até em ambientes familiares.”

Estudos clínicos recentes reforçam essa percepção. Publicação de 2026 da plataforma médica The Dermatologist destaca que a perda de sobrancelhas e cílios em pacientes com alopecia areata está associada a impacto psicológico relevante e piora na qualidade de vida, motivo pelo qual ensaios terapêuticos atuais passaram a incluir essas áreas como critério específico de avaliação.


Da camuflagem à regeneração

Diante dessa realidade, clínicas especializadas passaram a investir em protocolos que estimulam o crescimento dos fios naturais, em vez de recorrer exclusivamente à micropigmentação. 

Segundo Lucy, o tratamento de regeneração dos fios naturais atua na reativação do folículo piloso. “Trabalhamos com ativos que estimulam a fase anágena do ciclo capilar, além de técnicas que melhoram a oxigenação do tecido. O objetivo é recuperar a capacidade do próprio organismo de produzir o fio”, explica. Ela acrescenta que o processo exige acompanhamento e constância. “Não é um procedimento imediato. Existe um tempo biológico de resposta. Quando a paciente entende isso, passa a enxergar o tratamento como cuidado com a saúde da pele, e não apenas como estética.”

O ciclo capilar é dividido em três fases principais, conforme descreve a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: anágena, catágena e telógena. A primeira corresponde ao período de crescimento ativo. Quando há interrupção ou enfraquecimento dessa fase, ocorre a rarefação dos fios. A proposta regenerativa busca justamente prolongar e fortalecer essa etapa.


Avaliação médica e limites do tratamento

A especialista alerta que a avaliação médica permanece fundamental para descartar causas sistêmicas. Deficiências nutricionais, doenças autoimunes e alterações hormonais exigem diagnóstico específico. Ainda assim, a abordagem regenerativa tem ampliado espaço ao propor recuperação funcional do tecido, e não apenas cobertura estética.

Ao estimular o crescimento do próprio fio, o tratamento reposiciona a estética como ferramenta de reestruturação emocional. Para pacientes que conviveram com falhas por anos, o reaparecimento progressivo dos pêlos representa mais do que mudança visual. Significa retomar traços da própria identidade e reconstruir a confiança na própria imagem. 

 

Lucy Toum - empresária e especialista na área da estética, com mais de 12 anos de atuação técnica e reconhecimento profissional no Brasil. Natural da Bahia, mudou-se ainda jovem para São Paulo, onde construiu sua trajetória do zero até consolidar sua clínica como referência em remoção de micropigmentação e recuperação natural de sobrancelhas. Reconhecida como a primeira perita judicial em remoção a laser no Brasil, atua com base técnica, ética e respaldo documental, contribuindo para o fortalecimento institucional da área. Também se dedica à formação de profissionais e é criadora do Método Impacto Permanente, protocolo autoral que combina tecnologia e avaliação especializada para promover reconstrução natural de fios e autonomia às clientes.
Para saber mais acesse o Instagram.


Após o divórcio, mulheres estrangeiras escolhem o Brasil para cirurgias plásticas

Getty Images | CO ASSESSORIA
Mercado global bilionário e posição de destaque do país no ranking mundial ajudam a explicar o avanço do turismo estético feminino

 

 
O Brasil segue entre os três países que mais realizam cirurgias plásticas no mundo, segundo os relatórios mais recentes da International Society of Aesthetic Plastic Surgery. Apenas em procedimentos cirúrgicos estéticos, o país ultrapassa 1,5 milhão de intervenções por ano. Quando somados procedimentos não cirúrgicos, o volume supera 2,5 milhões anuais. Mulheres representam cerca de 85% a 90% da demanda global do setor.

Esse desempenho ocorre dentro de um mercado internacional que movimenta mais de US$ 50 bilhões por ano apenas em cirurgia estética e mantém projeções de crescimento anual acima de 7% até o fim da década. Paralelamente, o turismo médico global é estimado entre US$ 70 bilhões e US$ 100 bilhões anuais, com expansão média de dois dígitos em diversos mercados emergentes.

Nesse cenário, o Brasil consolidou-se como destino relevante no turismo de saúde, combinando tradição técnica, estrutura hospitalar privada robusta e custos competitivos frente aos Estados Unidos e países da Europa Ocidental. A cirurgia plástica figura entre os principais motivadores desse deslocamento internacional. Em São Paulo, a Revion International Clinic, inaugurada em 2025 no Jardim Paulista com foco em pacientes estrangeiros, observa um recorte específico dentro desse fluxo.

Segundo o cirurgião plástico Dr. Leandro Faustino, sócio da clínica, “entre as pacientes estrangeiras atendidas, é recorrente o relato de divórcio ou término recente como contexto de vida no momento da consulta. Não se trata da única motivação para a cirurgia, mas frequentemente aparece como parte de um processo de transição pessoal. Muitas enxergam o procedimento como um investimento em si mesmas durante uma fase de redefinição”.

A observação está restrita ao universo clínico, mas dialoga com um contexto mais amplo: mulheres concentram a maioria dos procedimentos estéticos globais e, nas últimas décadas, ampliaram sua autonomia financeira e poder de decisão sobre consumo em saúde e bem-estar. O período posterior a uma separação costuma reunir decisões estruturais, incluindo mudanças corporais.

Para pacientes estrangeiras, realizar o procedimento fora do país de origem agrega discrição e controle sobre o processo. O deslocamento internacional reduz a exposição social e permite que a transformação aconteça em ambiente planejado. O retorno já ocorre sob nova imagem. Ainda que não existam bases públicas que cruzem estado civil e turismo médico, os dados estruturais do mercado estético global e a posição consolidada do Brasil como polo cirúrgico ajudam a explicar por que o país permanece no radar internacional de mulheres que decidem investir na própria imagem em momentos de transição pessoal.



"Treino até a falha" aumenta o risco de lesões

Prática pode sabotar ganhos e aumentar o risco de lesões, especialmente em iniciantes 

 

O chamado ‘treino até a falha’, popularizado pelo universo das redes sociais como sinônimo de intensidade máxima e resultado rápido, não é indicado para todos de acordo com as evidências científicas. Caracterizado pela execução de repetições até o ponto em que o músculo não consegue completar mais uma com boa técnica, o treino até a falha leva o praticante ao limite momentâneo da contração concêntrica. Isso significa o momento em que ele já não consegue mais levantar o peso. Essa dinâmica exige alta demanda do sistema nervoso central e controle técnico refinado, fatores que levaram pesquisadores como os brasileiros Sanmy Nóbrega e Cleiton Libardi, da Universidade Federal de São Carlos, a analisar criticamente seus reais benefícios.

Depois de revisar uma série de estudos sobre a metodologia, eles concluíram que treinar até a falha não só não oferece ganhos superiores ao treino próximo da falha. A prática, segundo os pesquisadores, também traz riscos relacionados a quadros de overreaching não funcional, que é um estado de excesso de carga de treino em que há queda ou estagnação de performance por várias semanas e com recuperação bem mais demorada, tornando-o uma prática a ser usada com muita parcimônia e em contextos de alta especificidade.

Esse entendimento não se restringe ao universo acadêmico e já faz parte do repertório de profissionais da saúde que atuam no contato direto com seus pacientes e alunos. A fisioterapeuta clínica Aline Leite acrescenta que treinar até a falha repetidamente gera uma sobrecarga no sistema nervoso central, gerando uma sensação persistente de cansaço e prejudicando a qualidade da execução dos exercícios, combinação que, com o tempo, tende a comprometer a saúde musculoesquelética.

Sabendo disso, treinadores de algumas das principais redes fitness do Brasil, como Lucas Florêncio, da Smart Fit, têm feito um esforço educacional para explicar aos praticantes de musculação que uma série feita com técnica perfeita e 1 repetição em reserva é superior a uma série ‘roubada’ até a falha.

“O ideal é trabalhar com Repetições em Reserva, já que, com 1 a 2 repetições de reserva, consegue-se uma hipertrofia similar com mais segurança e cerca de metade do tempo de recuperação”, afirma o profissional.

O fato de a falha não ser indispensável para gerar ganhos não significa que os especialistas desaconselhem a prática por completo. Tanto Leite quanto Florêncio destacam que ela pode ser um recurso importante para praticantes avançados em busca de quebrar platôs de estagnação ou intensificar estímulos em fases específicas da periodização. Mesmo nesses casos, porém, é preciso seguir algumas recomendações a fim de maximizar os ganhos e minimizar riscos articulares e sobrecarga excessiva do sistema nervoso.

Entre as variáveis mais importantes nesse sentido estão a complexidade do exercício e a periodicidade de aplicação. No primeiro aspecto, o treinador da Smart Fit recomenda que o método seja aplicado preferencialmente em exercícios isolados, como rosca direta e cadeira flexora, e evitado em trabalhos multiarticulares mais complexos, como agachamento livre e levantamento terra. Em relação à periodicidade, o profissional defende o uso esporádico da falha, como na última série de um grupamento muscular ou em semanas específicas de intensificação antes de um período de recuperação.

“No caso dos iniciantes, o treino até a falha deve ser evitado por completo. Um dos principais efeitos do treino até a falha é reduzir a qualidade técnica do movimento e aumentar as compensações biomecânicas, algo muito perigoso para um grupo que tem o refino motor como prioridade no processo de aprendizado”, acrescentou Florêncio.

Lucas Florêncio dá dicas abaixo e no link de como a falha pode ser encaixada no treinamento com eficiência e estratégia: 


Sugestão de Treino 

Divisão: Push (Empurrar) - Foco Peitoral e Deltoides

Exercício

Séries x Reps

RPE (Esforço)

Observação Biomecânica

Supino reto com halter

3 x 8-10

8/10 (2 RIR)

Foco no alongamento das fibras claviculares.

Supino maquina reto articulado

3 x 6-8

8/10 (2 RIR)

Controle a fase excêntrica (3 segundos).

Desenvolvimento maquina aberto

3 x 10-12

9/10 (1 RIR)

Preservar a estabilidade escapular.

Elevação lateral

4 x 12-15

10/10 (FALHA)

Exercício isolado; seguro para atingir a falha na última série.

Triceps polia

3 x 12-15

9/10 (1 RIR)

Manter cotovelos estáticos ao lado do tronco.

 

 

Treino B: Pull (Puxar) – Dorsais, Deltoide Posterior e Bíceps

Exercício

Séries x Reps

RPE (Esforço)

Observação Biomecânica

Puxada maquina articulada

3 x 8-10

8/10 (2 RIR)

Foco na depressão das escápulas; evite o balanço excessivo do tronco.

Remada curvada supinada barra

3 x 8-10

8/10 (2 RIR)

Manter o torque de estabilização no core para proteger as vértebras lombares.

Puxada maquina articulada

3 x 10-12

9/10 (1 RIR)

Ênfase na fase de alongamento (excêntrica) controlada.

Crucifixo maquina invertido

3 x 12-15

10/10 (FALHA)

Deltoide posterior tolera bem a falha por ser um grupo pequeno.

Rosca alternada com halter

3 x 10-12

9/10 (1 RIR)

Evite a flexão do ombro; mantenha o torque apenas no cotovelo.

 

 

Treino C: Legs (Membros Inferiores) – Completo

O treino de pernas é o que mais demanda do sistema cardiovascular e nervoso. Falhar no Agachamento Livre é um risco biomecânico desnecessário para a maioria dos alunos; por isso, a falha será reservada para as máquinas.

 

Exercício

Séries x Reps

RPE (Esforço)

Observação Biomecânica

Agachamento maquina articulada

3 x 6-8

8/10 (2 RIR)

Foco na profundidade mantendo a neutralidade da pelve (evitar retroversão).

Leg Press Horizontal

3 x 10-12

9/10 (1 RIR)

Posicionamento dos pés para otimizar o braço de momento no joelho (Quadríceps).

Cadeira Extensora

3 x 12-15

10/10 (FALHA)

Excelente para falha concêntrica devido à estabilidade do tronco na cadeira.

Cadeira Flexora

3 x 10-12

10/10 (FALHA)

Isquiotibiais respondem bem ao estresse metabólico terminal.

Gêmeos em pé

4 x 20 x 25

10/10 (FALHA)

Alta tolerância ao lactato; pausa de 2s no alongamento máximo.

 

Qual técnica de aplicação de base entrega o efeito mais natural na sua pele?

Divulgação
Escolhas simples transformam o resultado da maquiagem 

 

A busca por uma pele uniforme, viçosa e com aparência natural tem orientado as escolhas de maquiagem nos últimos anos. Mais do que alta cobertura, o objetivo agora é criar um acabamento que valorize a textura da pele e passe a impressão de que não há produto algum aplicado. Nesse cenário, a forma de aplicação da base se torna tão importante quanto a escolha do produto.

A tendência da chamada “pele real” reflete um consumidor que prioriza conforto, praticidade e naturalidade no dia a dia, adaptando a maquiagem à rotina intensa e ao desejo por um visual mais fresco. Bases leves, de cobertura modulável, ganham protagonismo, mas é a técnica de execução que define o resultado final.

Para Kelly Nogueira, fundadora da Empreender Make, distribuidora oficial da Espaço Make, entender como aplicar a base faz toda a diferença. “Hoje, o consumidor busca uma pele bonita, uniforme e com aspecto saudável. Saber usar as ferramentas certas ajuda a alcançar esse efeito natural, mesmo com maquiagem”, explica a especialista.

A seguir, confira as principais formas de aplicação e como cada uma pode influenciar o acabamento da pele.


Esponja com batidinhas

A esponjinha aplicada com leves batidinhas é uma das favoritas para quem deseja um acabamento uniforme e natural ao mesmo tempo. A técnica ajuda a distribuir o produto sem marcar linhas, além de retirar o excesso, evitando acúmulo.

Segundo Kelly, o segredo está na pressão. “As batidinhas garantem um efeito mais polido, mas ainda leve. É uma ótima opção para quem quer um resultado mais controlado”, afirma.


Aplicação com pincel

O uso do pincel permite maior controle da cobertura e pode ser adaptado conforme o efeito desejado. Quando aplicado com movimentos de arraste, o produto oferece uma cobertura mais uniforme e intensa, ideal para quem busca maior correção, mas exige cuidado para evitar marcas. Já a prática com batidinhas ajuda a construir camadas de forma gradual, garantindo um acabamento mais leve. Para equilibrar o resultado, a finalização com uma esponja pode suavizar o produto e devolver naturalidade à pele.


Aplicação com os dedos

A técnica com os dedos é uma das técnicas mais simples e eficazes para quem busca naturalidade. O calor das mãos ajuda a espalhar melhor o produto, permitindo que a base se funda à pele. O resultado é leve, com cobertura suave e aspecto mais orgânico, ideal para o dia a dia. “Essa técnica funciona muito bem para bases leves ou hidratantes, principalmente quando a ideia é uniformizar sem esconder a textura natural da pele”, orienta Kelly.

A escolha da ferramenta influencia, mas o diferencial está na construção em camadas finas e na observação do comportamento da pele ao longo do dia. Pequenos ajustes fazem grande diferença no acabamento.

 


Empreender Make
www.empreendermake.com.br
Loja física: Av. Leôncio de Magalhães, 1493 – Jardim São Paulo (SP)
Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 9h às 18h | Sábado, das 9h às 15h



Quando o rosto perde seus ângulos: o limite entre harmonização e excesso na estética facial


Nos últimos anos, a estética facial evoluiu de forma impressionante. Hoje, temos acesso a técnicas seguras, produtos modernos e protocolos capazes de melhorar contorno, qualidade de pele e sinais do envelhecimento de forma muito natural. Ainda assim, um fenômeno tem chamado cada vez mais a atenção de quem trabalha na área: rostos que passam a parecer mais arredondados, pesados e com perda de definição ao longo do tempo.

Como profissional, vejo diariamente que esse efeito raramente é resultado de um único procedimento. Na maioria das vezes, ele surge da soma de intervenções feitas sem um planejamento global da face, respeitando pouco a estrutura óssea, o envelhecimento natural e, principalmente, a identidade do paciente.

O principal fator associado ao rosto mais arredondado é o acúmulo de preenchedores. Quando o volume é adicionado de forma progressiva, sem critérios claros e sem reavaliações constantes, os ângulos naturais acabam sendo suavizados em excesso. A face perde contraste, sombras naturais e definição, assumindo um aspecto mais cheio do que harmônico.

Os bioestimuladores de colágeno também merecem atenção. Embora não sejam preenchedores clássicos, aplicações frequentes e sem intervalos adequados podem levar ao espessamento dos tecidos. Isso gera uma sensação de rosto mais pesado, especialmente em pacientes que já possuem uma face naturalmente mais volumosa. O bioestimulador deve ser usado para melhorar a qualidade da pele, e não como substituto de volume.

Já a toxina botulínica, o popular botox, não adiciona volume ao rosto. No entanto, quando aplicada de forma inadequada, pode alterar a dinâmica muscular e modificar a expressão facial. Essa mudança, ainda que sutil, pode influenciar a percepção do formato do rosto, mas dificilmente é a principal responsável pelo aspecto arredondado.

Outro ponto importante é saber diferenciar edema, retenção de líquido e aumento real de volume. O edema pós-procedimento é temporário e esperado. A retenção de líquido costuma variar conforme fatores hormonais, alimentação, consumo de álcool, sono e estresse. Já o aumento real de volume acontece quando há produto em excesso ou acúmulo ao longo do tempo, e tende a ser mais duradouro.

Com os anos, o impacto das intervenções repetidas se torna ainda mais evidente. O envelhecimento continua acontecendo, com reabsorção óssea, flacidez e redistribuição de gordura. Quando os procedimentos não acompanham essas mudanças de forma estratégica, o terço inferior do rosto pode ficar mais pesado, comprometendo o contorno da mandíbula e a definição facial.

A boa notícia é que, em muitos casos, é possível reverter ou suavizar esse quadro. Preenchedores à base de ácido hialurônico podem ser dissolvidos de maneira planejada. Além disso, pausas estratégicas, reavaliação facial completa e um foco maior em qualidade de pele, e não em volume, fazem parte de um processo consciente de correção.

Na minha prática, sempre reforço que o maior erro técnico é tratar áreas isoladas, repetir procedimentos automaticamente e não respeitar a individualidade do rosto. Harmonização facial não é sobre seguir tendências ou padronizar rostos. É sobre preservar identidade, respeitar limites e entender que, muitas vezes, fazer menos é o que garante um resultado mais bonito e duradouro.

O limite entre harmonização e exagero fica claro quando o procedimento começa a chamar mais atenção do que a própria pessoa. Sensação constante de rosto pesado, perda de definição, necessidade frequente de retoques e dificuldade de se reconhecer no espelho são sinais importantes de que é hora de pausar, reavaliar e ajustar o plano.

A estética consciente é aquela que entende o rosto como um conjunto, respeita o tempo do corpo e prioriza naturalidade. Preservar quem a pessoa é sempre será o melhor resultado.

Nayla Lima é biomédica esteta, especialista em harmonização facial, e atua no Espaço Hi, um espaço de beleza, saúde e bem-estar localizado na Mooca, em São Paulo, que reúne diversos tratamentos estéticos com foco em cuidado individualizado, segurança e resultados naturais.

 

Espaço Hi
Funcionamento: segunda a sábado, das 9h às 21h
Telefone: (11) 99113-3715
Instagram: @espacohimooca
Endereço: Av. Paes de Barros, 833, Parque da Mooca, São Paulo, SP


Emagrecer não é tratar flacidez: por que confundir as duas coisas pode frustrar mulheres

 

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No Dia Mundial da Obesidade, especialistas explicam que metabolismo e estrutura dérmica são processos distintos

 

No Dia Mundial da Obesidade, celebrado em 4 de março, o foco costuma estar na balança e nos impactos metabólicos do excesso de peso. Mas existe uma diferença pouco explorada nas narrativas de transformação corporal. Emagrecer é um processo metabólico. Firmeza da pele é uma questão estrutural. Quando essas duas dimensões são confundidas, a frustração aparece.

A perda de gordura ocorre por reorganização hormonal, déficit calórico e adaptação metabólica. A flacidez, por outro lado, está ligada à qualidade do colágeno e à capacidade de retração da pele. Após grandes perdas de peso, especialmente quando rápidas, é comum que a pele não acompanhe a nova composição corporal. Isso não indica falha no emagrecimento, mas uma consequência previsível do limite de elasticidade do tecido.

Segundo a médica Gina Matzenbacher, perder peso não significa recuperar automaticamente a firmeza da pele. “São mecanismos diferentes do corpo. A gordura diminui por estímulo metabólico. Já a sustentação depende da estrutura dérmica, que precisa ser estimulada de outra forma”, explica. É nesse ponto que entram tecnologias voltadas ao estímulo de colágeno, como o Harmonize Gold, cuja proposta é fortalecer a base da pele de forma progressiva, e não atuar na queima de gordura.

A diferença pode parecer sutil, mas muda a expectativa. Procedimentos estruturais podem melhorar textura e contorno, mas não representam emagrecimento adicional. Quando essa distinção é compreendida, a estética deixa de ser extensão da dieta e passa a ser estratégia complementar.

No contexto do Dia Mundial da Obesidade, separar metabolismo de estrutura é fundamental. Emagrecer transforma o corpo. Reconstruir firmeza é outro processo. Confundir os dois gera expectativa irreal. Entender essa diferença permite decisões mais técnicas e resultados mais alinhados à biologia.

 

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