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terça-feira, 26 de abril de 2022

Calvície além da estética: entenda por que deve ser tratada como problema de saúde

Queda de cabelos afeta a autoestima do homem, mas tem tratamento a partir de diagnóstico e acompanhamento; 75% dos homens com queda capilar apresentam problemas de autoconfiança


A queda de cabelos no homem é vista, muitas vezes, apenas como um problema estético. Essa visão está cada vez mais sendo desmistificada. A alopecia androgenética, mais conhecida como calvície, é uma doença. Considerada hereditária, não tem um padrão único, já que vários genes e mutações podem influenciar no aparecimento - e nível - da condição. A Manual, healthtech focada em saúde masculina, sabe bem disso e é responsável pelo tratamento de mais de 35 mil homens que apresentam queda capilar e, além de promover acesso aos tratamentos, também educa sobre a importância em levar a doença a sério. 

“Nós nos preocupamos com o papel da medicina nesse processo. Primeiramente, porque sabemos o quanto problemas como a queda de cabelo afetam diretamente a autoestima do homem. Além disso, são muitos os fatores que podem levar a uma queda capilar e que devem ser olhados de perto a partir de um diagnóstico, tratados da melhor maneira possível”, diz Rodrigo Brunetti, Country Manager da Manual no Brasil. 

Segundo pesquisa da International Society of Hair Restoration, 75% dos homens com queda capilar se sentem menos confiantes e atraentes ao lidar com conquistas amorosas. Por isso, um tratamento correto deve ser buscado logo nos primeiros sinais de queda capilar, que podem surgir ainda na adolescência, quando os hormônios, em especial a dihidrotestosterona, estão começando a ficar com taxas mais elevadas. Além disso, outros problemas, como os altos níveis de estresse, podem afetar diretamente a queda capilar. 

“Alguns estudos mostram que a alopecia androgenética afeta 30% dos homens de 30 anos, 50% dos de 50 anos e quase 80% os de 70 anos. Se tratado da maneira correta, os efeitos podem ser diminuídos e, muitas vezes, não sentidos, como em qualquer outra doença. É por isso que achamos tão importante criar uma plataforma que possa auxiliar o homem a se cuidar”, relata Brunetti. 

O acompanhamento médico é essencial para que o tratamento e os medicamentos mais adequados ao caso sejam prescritos. Além disso, é importante para que o paciente tenha conhecimento sobre possíveis efeitos colaterais e saiba como tratá-los caso apresentem sintomas.

“A calvície tem tratamento. Pode não ter cura, ainda, mas há como ter os efeitos diminuídos ou deixá-los quase imperceptíveis. E é por isso que trabalhamos muito com a conscientização além do tratamento, pois como qualquer doença, o importante é saber o que é, como cuidar e quais são os efeitos práticos de se tratar essa condição. O papel da Manual, nesse caso, é o de promover o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento médico em todas as etapas do processo”, finaliza Brunetti. 

 

Manual - healthtech focada em saúde masculina.

 

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