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terça-feira, 11 de novembro de 2025

Black Friday: orientações para comprar com educação financeira e segurança

 

A Black Friday está chegando e com elas a vontade de comprar e também muitos perigos relacionados ao período. Ponto de destaque é que é fundamental uma grande preocupação com golpes que possam ocorrer no período. Mas, não é só isso, são muitos consumidores que ficam insatisfeitos com as compras e que perdem o controle. Todo cuidado é pouco para o consumidor. 

Assim, para aproveitar as oportunidades sem comprometer as finanças e não se sentir lesado posteriormente, é preciso focar em ações prévias antes de partir para compra. Pensando nisso, são necessárias ações para economia e para evitar golpes. 

"Temos observado o crescimento nas tentativas de golpes e de reclamações pós-compra por parte dos consumidores. Ao mesmo tempo que o maior acesso às informações possibilita melhor as pesquisas, essas também facilitam os caminhos de quem quer se aproveitar para realizar promoções falsas ou mesmo tirar dinheiro indevido das pessoas ", alerta Reinaldo Domingos, especialista em educação financeira e presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN). 

É importante que o consumidor se previna, evitando golpes e se atentando aos seus direitos. Lembrando que nas relações de consumo existe uma série de obrigações do fornecedor para com o consumidor, que devem ser cumpridas rigorosamente, evitando prejuízos à população, e caso isso ocorra é passível entrar em contato com órgão de proteção de consumidor ou até entrar com processos por danos morais. 

Essas obrigações, estão no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), e engloba vários pontos como a previa advertência sobre todas as condições que envolvem a aquisição de determinado produto ou serviço, como, o preço, composição, quantidade, a validade e os riscos que o produto ou serviço apresenta, entre outras. 

Um ponto muito importante é que é expressamente proibida a publicidade enganosa ou abusiva por parte dos fornecedores, assim, se observar o famoso: "tudo pela metade do dobro do preço", o consumidor pode e deve reclamar, impedindo a adoção de métodos comerciais desleais, que possam confundir o consumidor.

 

Veja orientações de Reinaldo Domingos, para fugir de golpes: 

  1. Cuidado com seus dados - informações pessoais com telefone, CPF, endereço e número de cartões, dentre outros, devem ser fonte de grande preocupação. Evite colocar esses dados em qualquer formulário e sempre se preocupe se o site que for cadastrar seja realmente seguro;
  2. Cuidado ao clicar - o impulso pode ser grande, pois a chamada é atrativa, mas só clique em links se tiver certeza de que esse é seguro. Para isso observe se à esquerdo do endereço do site se tem uma imagem de cadeado, que significa segurança, também averigue se o site tem a sigla ‘https’ no endereço da web. Busque sempre as páginas oficiais;
  3. Procure saber sobre a reputação da loja - hoje em qualquer busca rápida pode se ter avaliação de uma empresa ou loja, mas cuidado, priorize Procon, portais de direito do consumidor ou no Reclame Aqui para fazer sua pesquisa, cuidado com sites que mudam apenas uma letra de um nome famoso ou que tenha extensões diferentes;
  4. Cuidado com suas senhas - busque sempre ter senhas diferentes para cartões, sites e cadastros, e também procure alterar constantemente. Evite dados mais simples como o nome e 123 na sequência e a data de nascimento, etc...
  5. Priorize pagamento no cartão de crédito - para as compras online essa é a mais seguras, pois simplifica o cancelamento, permitindo que o cliente conteste a cobrança e solicite o reembolso do valor e identifica possíveis fraudes. Evite transferência bancária ou boleto.
  6. Fuja de condições extraordinárias - ‘quando o milagre é demais’, é fundamental desconfiar, as propostas com descontos sensacionais são as mais usadas para os golpes, por isso não acredite nessas situações;
  7. Atualize sempre seu antivírus - busque estar sempre com antivírus atualizados para proteger os sistemas operacionais de computadores e smartphones, isso dificulta a instalação de programas maliciosos, também faça varreduras constantes.
  8. Busque fontes confiáveis de informação - é importante estar sempre esperto e atualizado sobre novos golpes, mas sempre busque informações de fontes confiáveis, lembrando que grupos de WhatsApp são os maiores disseminadores de Fake News.

 

Veja orientações em caso de problemas depois das compras: 

  1. Faça pesquisa previa dos preços, estabelecendo os produtos que pretende comprar e marcando os preços para não correr o risco de ser pego de surpresa por descontos enganadores. Caso isso ocorra, cabe denunciar as empresas praticantes e, até mesmo, boicotar no futuro.
  2. Não é porque comprou algo mais barato que esse pode estar defeituoso, assim é interessante se atentar às obrigações relativas à substituição ou reparação do produto ou serviço defeituoso, sendo que, caso isso ocorra se deve exigir a reparação dos danos de qualquer natureza, é necessário que sempre sejam observados atentamente os prazos decadenciais e prescricionais previstos no Código de Defesa do Consumidor.
  3. O prazo para reclamar e exigir a reparação dos defeitos aparentes e de fácil constatação é de trinta dias, caso o produto ou serviço adquirido seja tido como não durável, ou de noventa dias no caso de durável. Os prazos têm início a partir da efetiva entrega do produto ou da execução do serviço. Já quanto aos vícios ocultos, os prazos são os mesmos e têm início a partir do momento que ficar evidenciado o defeito do produto ou serviço.
  4. Importante é que a reclamação formal deve ser exercida impreterivelmente nos prazos indicados, sendo que o direito perde valor fora desses. Já no caso de ação judicial, na busca de reparação dos danos impostos, o prazo prescricional é de cinco anos, a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.
  5. O código de defesa do consumidor permite, em seu artigo 49, que o consumidor se arrependa da compra que fez em até sete dias corridos, mas isso sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio. Assim, sempre que você perceber que fez uma compra que não deveria ter feito, por qualquer motivo (não é necessário justificar), pode pedir o cancelamento sem qualquer custo.
  6. Documente, pode ser por e-mail, esse pedido de desistência. Se ocorrer a cobrança, o consumidor tem direito à devolução do valor em dobro e uma indenização compensatória. Então consumidor, fique atento, devemos reivindicar mais qualidade, mais respeito, ou ao menos a reparação e responsabilidade contra os abusos que sofremos.

 

Cuidado com as dívidas 

Segundo o educador financeiro, Reinaldo Domingos, algumas decisões simples podem evitar grandes prejuízos. "é preciso focar nos melhores preços e só daquilo que realmente precisa, pesquisando em sites e lojas para ter certeza de que está fazendo um bom negócio. Agir por impulso, nesse momento, pode prejudicar o bolso", explica. 

"Fazer compras de forma planejada e consciente é um dos principais segredos da educação financeira e da arte de poupar. Assim, será mais difícil se deixar levar por impulsos consumistas ou por apelos publicitários. Havendo dificuldades com isso, é válido procurar cursos, palestras e livros sobre educação financeira, que ajudam a mudar o comportamento com relação ao uso do dinheiro", complementa Domingos. 

Para quem já se planejou e quer encarar uma maratona de compras é importante considerar algumas orientações. A principal é que uma dose extra de paciência é fundamental, pois estresse e a pressa levam ao impulso de adquirir produtos sem pesquisar e pagar mais caro.

 

Veja cuidados detalhados pelo presidente da ABEFIN que devem ser tomados para economizar ao comprar: 

  1. Fazer um diagnóstico financeiro: Antes de fazer compras na Black Friday, é importante avaliar sua situação financeira. Faça um levantamento de quanto você pode comprometer com as compras, considerando se poderá pagar à vista ou parcelado.
  2. Defina seu perfil – se for investidor, essa é a hora de aproveitar de forma estratégica. Caso esteja equilibrado ou endividado, muito cuidado para não se complicar ainda mais, busque só o necessário. Se estiver inadimplente, fuja das promoções.
  3. Identificar necessidades e desejos: Faça uma lista do que você realmente precisa e do que deseja comprar. Ter essa lista ajuda a evitar compras por impulso.
  4. Definir métodos de pagamento: Decida quais métodos de pagamento utilizará, como cartão de crédito, boleto ou transferência. Escolher com antecedência ajuda a controlar seus gastos.
  5. Cuidado para não usar a reserva estratégica – se tem um dinheiro guardado para uso de forma estratégica, evite usar o mesmo para compras compulsivas. Só use se for para algo realmente estratégico.
  6. Cortar despesas: Considere cortar algumas despesas no mês anterior à Black Friday para liberar verba extra. Isso permitirá que você aproveite melhor as ofertas.
  7. Pesquisar preços antecipadamente: Estude os preços médios dos produtos que deseja adquirir antes da Black Friday. Assim, você poderá avaliar se as ofertas são realmente vantajosas.
  8. Estipular um orçamento máximo: Defina um limite de gastos para a Black Friday e comprometa-se a não ultrapassá-lo.
  9. Compras virtuais ou presenciais: Decida se fará suas compras online ou em lojas físicas, considerando sua comodidade e segurança.
  10. Monitoramento de redes sociais: Acompanhe redes sociais e perfis de marcas para ficar por dentro das ofertas e promoções exclusivas.
  11. Livecommerces e alertas de preço: Coloque na agenda as datas de livecommerces de suas lojas favoritas e configure alertas de preço para ser notificado sobre descontos.
  12. Sites de cupons e cashback: Procure por sites que oferecem cupons de desconto e cashback para economizar ainda mais.
  13. Focar no que realmente quer comprar: Não perca o foco, concentre-se em encontrar os melhores preços para itens que realmente precisa, evitando compras por impulso.
  14. Evitar endividamento: Não compre se isso resultar em endividamento descontrolado. Se precisar parcelar, certifique-se de que as parcelas caberão em seu orçamento.
  15. Considerar custos futuros: Avalie se a compra não acarretará custos extras, como acessórios ou manutenção de produtos.
  16. Priorizar paciência: Mantenha a paciência para não comprar com pressa e pagar mais caro. Evite o estresse.
  17. Em situação financeira difícil, priorizar as crianças: Se estiver com dificuldades financeiras, priorize presentes para crianças, explicando a situação aos adultos.

Se for presentear, converse com as pessoas: Descubra os desejos reais das pessoas para evitar gastar em presentes caros quando opções mais econômicas

 

Segurança cibernética 5.0: Quando a defesa aprende a pensar


Vivemos um tempo em que segurança digital deixou de ser apenas um componente técnico para se tornar o espelho da saúde de uma organização. Em um mundo hiper conectado, cada dispositivo, identidade e aplicação representa um potencial porta de entrada. Assim, compreender os indicadores de segurança é mais do que monitorar alertas: é interpretar os sinais vitais de um ecossistema em constante mutação.

 

Enquanto empresas avançam em inovação e velocidade, o cibercrime evolui na mesma medida, explorando vulnerabilidades conhecidas e transformando identidades em armas. Estimativas apontam que a maior parte das invasões bem-sucedidas tem origem no uso indevido de credenciais ou privilégios mal gerenciados. Soma-se a isso o atraso na aplicação de correções críticas e o aumento de ataques de cadeia de suprimentos e técnicas sem arquivo – aquelas que atuam na memória e escapam das soluções convencionais. O resultado é um campo de batalha invisível, em que o tempo de resposta define o sucesso ou o colapso.

 

Nesse cenário, os indicadores de desempenho em segurança, como o tempo médio de detecção (MTTD) e o tempo médio de resposta (MTTR), tornaram-se bússolas de resiliência organizacional. Um MTTD de dias pode significar prejuízos financeiros e reputacionais incalculáveis, enquanto uma resposta rápida pode conter uma crise antes de seu impacto. Métricas como taxa de falsos positivos, conformidade de patches, integridade de endpoints e exposição de identidades já são vistas como parâmetros de sobrevivência digital. O desafio, porém, não está apenas em medir, e sim em interpretar e agir com base em contexto.

 

A próxima geração da cibersegurança nasce justamente da união entre inteligência global e orquestração local. Plataformas baseadas em análise comportamental e aprendizado de máquina processam trilhões de sinais diariamente, correlacionando padrões, táticas e anomalias para antecipar possíveis ataques. Essa abordagem transforma a detecção de ameaças de um processo reativo em uma prática preditiva, capaz de identificar comportamentos suspeitos antes que se tornem incidentes reais.

 

Ao mesmo tempo, ferramentas de apoio cognitivo vêm revolucionando a atuação dos analistas, simplificando o entendimento de dados complexos e acelerando decisões críticas. Em vez de semanas, respostas podem ser formuladas em minutos, reduzindo drasticamente o intervalo entre o reconhecimento de uma ameaça e a execução de uma ação corretiva.

 

No entanto, inteligência isolada não basta. A defesa moderna exige integração entre tecnologia, estratégia e execução. Novas abordagens de orquestração de segurança atuam como pontes entre o vasto volume de dados e a realidade operacional das organizações. Elas transformam alertas dispersos em políticas coordenadas, fluxos automatizados e respostas contextualizadas, permitindo que o ambiente de segurança opere de forma proativa, alinhada aos objetivos de negócio e orientada a risco real.

 

Essa evolução leva os centros de operações de segurança (SOCs) a um novo patamar: deixam de ser estruturas reativas para se tornarem centros cognitivos, capazes de aprender continuamente, prever ameaças e adaptar-se em tempo real. A automação reduz os tempos de detecção e resposta, enquanto a análise contextual fortalece a priorização de riscos e a governança corporativa.

 

A segurança, antes vista como custo, passa a ser uma vantagem competitiva. Companhias que dominam o ciclo entre inteligência, orquestração e ação ganham não apenas em proteção, mas em confiança digital – um ativo essencial em um ambiente em que segundos podem definir o destino de uma operação.

 

No fim das contas, cibersegurança não é mais apenas impedir ataques, mas garantir continuidade e confiança em um mundo onde a única constante é a mudança. A nova fronteira da defesa digital é viva, adaptável e inteligente e, além disso, já está moldando o futuro das organizações resilientes.

 

 

Guilherme da Silveira - Cyber Security Lead da GFT Technologies no Brasil

 

3º salário: 4 passos para transformar o bônus de fim de ano em um trampolim financeiro para 2025


O fim do ano traz consigo o tradicional 13º salário, um reforço financeiro esperado por milhões de trabalhadores brasileiros. Mas, em um cenário econômico que exige cada vez mais planejamento e consciência, o desafio está em transformar esse recurso em um verdadeiro aliado da estabilidade financeira — e não em mais uma fonte de endividamento. 

Segundo Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN), é hora de mudar a mentalidade sobre esse benefício. “O 13º salário foi criado como uma gratificação de fim de ano, e não como um respiro para quem passou o ano inteiro sem planejamento. Ele pode ser um divisor de águas para quem deseja iniciar 2025 com mais equilíbrio e metas claras.” 

Domingos alerta que a falta de organização faz com que boa parte dos brasileiros use o valor para tapar buracos financeiros, repetindo um ciclo que se arrasta ano após ano. “Se você está endividado, pode até usar o 13º para renegociar dívidas, mas faça isso com estratégia. O ideal é que esse dinheiro sirva para planejar o futuro, e não para apagar incêndios do passado.”

 

Por que o 13º é mais importante do que parece

Além de aliviar as finanças de fim de ano, o 13º salário é uma oportunidade valiosa para reorganizar o orçamento e se preparar para as despesas típicas do início do ano — como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar —, que costumam desestabilizar muitas famílias.

Sem um plano, o dinheiro extra some rapidamente e pode gerar novas dívidas logo nos primeiros meses do ano seguinte. A recomendação de Domingos é seguir os quatro pilares da Metodologia DSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), que orienta o uso consciente dos recursos.

 

1. Diagnosticar a realidade financeira

Antes de qualquer decisão, é fundamental entender a própria situação financeira. Liste todas as receitas (salário, 13º, bônus, férias) e despesas (fixas, variáveis e sazonais). Avalie o grau de endividamento, os juros e os compromissos futuros. Esse diagnóstico mostra onde há desequilíbrio e abre espaço para decisões mais assertivas.

 

2. Sonhar e mapear prioridades

Definir objetivos é essencial para dar propósito ao dinheiro. Estabeleça metas de curto prazo (até um ano), médio prazo (de um a cinco anos) e longo prazo (mais de dez anos). Inclua tanto necessidades imediatas — como quitar dívidas ou se preparar para despesas de janeiro — quanto sonhos pessoais, como viagens, cursos ou a compra de um bem. “Sem sonhos, o dinheiro perde o sentido. O 13º pode ser o primeiro passo para concretizar algo realmente importante”, afirma Domingos.

 

3. Orçar o uso do 13º com estratégia

O orçamento é o mapa que vai guiar suas escolhas. Veja como agir de acordo com o seu perfil:

Se está endividado: Use o 13º para negociar com credores e reduzir juros. Mas só feche acordos que realmente caibam no orçamento — o objetivo é resolver o problema, não trocá-lo por outro.

Se vai gastar com o fim de ano: Planeje cada despesa: presentes, ceia, viagens. Defina limites e evite parcelamentos que comprometam o início de 2025.

Se está com as contas em dia: Aproveite para criar ou reforçar uma reserva de estratégica e investir em objetivos de médio e longo prazo.

 

4. Poupar e investir: o grande passo

Guardar parte do 13º é a forma mais inteligente de fazer o dinheiro trabalhar por você. Mesmo pequenas quantias podem render bons resultados se aplicadas de forma disciplinada e com metas definidas. Domingos reforça: “Quem não tem dívidas, mas também não poupa, vive em risco. O 13º é a chance de começar a formar uma reserva financeira e dar segurança para o futuro.”

 

O consumo consciente faz diferença

O fim de ano costuma despertar o desejo de comprar e presentear, mas o consumo por impulso pode anular o benefício do 13º. Evite gastar por emoção ou status. Priorize aquilo que realmente traz valor e cabe no seu padrão de vida. “O equilíbrio financeiro não está em ganhar mais, e sim em gastar de forma inteligente”, destaca o especialista. 

A preocupação também deve ocorrer depois do uso desse dinheiro. Depois de usar o 13º, faça uma avaliação: o que funcionou bem? O que pode melhorar em 2025? Reúna a família e transforme o planejamento financeiro em um hábito coletivo. Registrar receitas e despesas, discutir sonhos e revisar metas são atitudes simples que constroem um futuro mais tranquilo. 

Ponto importante que Reinaldo Domingos alerta é que, mais do que um dinheiro extra, o 13º salário é uma ferramenta de transformação. Com planejamento, disciplina e consciência, ele pode ser o ponto de virada para quem deseja começar 2025 com menos dívidas e mais realizações. 


Reinaldo Domingos - PhD em Educação Financeira, fundador do DFlix, o primeiro streaming de educação financeira do Brasil. É presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN) e da DSOP Educação Financeira. Autor de diversos livros, entre eles o best-seller Terapia Financeira, é referência nacional em comportamento e planejamento financeiro.

 

5 erros que impedem as PMEs de lucrar na Black Friday

Apesar do aumento de 24,4% na abertura de novas empresas no 1º quadrimestre, o faturamento das PMEs caiu 1,2% no mesmo período

 

Com a Black Friday chegando, as PMEs se preparam para o período mais intenso de vendas do ano. Mas, mesmo com o aumento de 24,4% na abertura de novos negócios no 1º quadrimestre de 2025, segundo o boletim Mapa de Empresas do Governo Federal, o faturamento das PMEs apresentou queda de 1,2% no 1º trimestre, de acordo com o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs). 

 

Esses números reforçam que o crescimento no número de empresas não garante sucesso financeiro, especialmente quando falhas de gestão transformam desconto em prejuízo. Para Reginaldo Stocco, CEO da vhsys, a falta de integração entre estoque, nota fiscal, vendas e marketplaces é um dos fatores que mais prejudica os pequenos negócios na Black Friday. 

 

“Quem vende em múltiplos canais, mas controla tudo de forma separada, corre mais risco de errar preço, vender produtos que não têm em estoque ou atrasar entrega. A tecnologia hoje permite integrar tudo isso e vender mais com segurança”, explica.

 

Segundo o CEO, esses são os principais erros das PMEs na Black Friday e como evitá-los:

 

1. Não planejar o fluxo de caixa para o pós-Black Friday

Muitos negócios concentram esforços em promoções agressivas sem avaliar o impacto no fluxo de caixa. Isso pode gerar dificuldades para pagar fornecedores e manter operações. A solução é simular cenários de vendas, antecipar recebíveis quando necessário e reservar capital de giro para lidar com o aumento da demanda.

 

2. Falta de integração entre vendas, estoque, nota fiscal e marketplaces

Sem integração, o risco é alto: estoque que não bate, pedido emitido com NF atrasada, produtos vendidos em duplicidade e clientes reclamando no pós-venda. Um sistema que centraliza todos os canais físicos, online e marketplaces dá mais visibilidade à operação, reduz erros operacionais, evita prejuízos e melhora a velocidade de atendimento.

 

3. Descontos sem estratégia e margem mal calculada

Promoções mal planejadas podem reduzir a lucratividade a ponto de comprometer o faturamento anual. Definir margens mínimas e revisar o histórico de vendas ajuda a equilibrar a atração de clientes com sustentabilidade financeira.

 

4. Falta de análise de dados e histórico de campanhas

Empresas que não analisam os resultados das Black Fridays anteriores tendem a repetir erros. Registrar dados de vendas, produtos mais vendidos e perfil de clientes possibilita ajustes estratégicos nos anos seguintes e maximiza o retorno sobre investimento.

 

5. Prometer e não entregar: logística e atendimento

Atrasos em entregas ou problemas no atendimento geram insatisfação e prejudicam a reputação da marca. Planejar logística, revisar prazos de fornecedores e treinar equipe de atendimento garante que a experiência do cliente seja positiva, aumentando as chances de fidelização.

 

“Com atenção aos detalhes e preparo antecipado, as PMEs podem transformar a Black Friday em um período de crescimento real, e não em um risco desnecessário”, conclui o CEO.

 

Cidade de 15 minutos: nova tendência mundial redefine moradia nas grandes capitais

Créditos: Lahav Siada

Inspiração europeia redefine a forma de morar na capital e valoriza o tempo como o bem mais precioso

 

O conceito de cidade de 15 minutos, criado pelo urbanista franco-colombiano Carlos Moreno e adotado em cidades como Paris, Copenhague e Melbourne, propõe um estilo de vida em que tudo o que é essencial, como trabalho, lazer, cultura e bem-estar, esteja a uma curta distância de casa. A ideia, que se tornou referência em políticas urbanas europeias, começa a ganhar força em São Paulo, onde o tempo se tornou o bem mais disputado da vida moderna. 

Segundo o relatório Urban Systems 2024, o paulistano gasta em média 2 horas e 43 minutos por dia no trânsito, o equivalente a quase 28 dias por ano em deslocamentos. Em contrapartida, bairros como Jardins, Pinheiros e Itaim oferecem uma dinâmica mais integrada, com infraestrutura completa e diversidade de serviços. É nesses locais que o novo símbolo de status se estabelece: morar a poucos minutos de tudo. 

A mudança de comportamento é evidente. O comprador de imóveis de alto padrão, antes atraído por condomínios isolados e grandes áreas, agora valoriza mobilidade, conveniência e acesso. Dados do Secovi-SP indicam que imóveis próximos a transporte, gastronomia e centros culturais têm registrado valorização até 25% superior à média da cidade. Morar perto se tornou sinônimo de qualidade de vida. 

Atenta a esse movimento, a Netcorp vem desenvolvendo projetos que unem sofisticação, design e funcionalidade inspirados no estilo de vida europeu. Com mais de uma década de atuação no Brasil, a incorporadora acredita que o verdadeiro conforto está em viver com praticidade e conexão urbana. O novo empreendimento da empresa nos Jardins traduz essa visão, combinando arquitetura contemporânea e localização estratégica em uma das regiões que mais se aproximam do conceito de cidade de 15 minutos. 

Localizado próximo a estações de metrô, cafés, restaurantes e galerias, o projeto estimula uma rotina onde quase tudo pode ser feito a pé. A proposta da Netcorp é unir design, excelência construtiva e experiência urbana, promovendo uma forma de morar mais fluida e humana. 

Para o CEO da Netcorp, Fabrizio Bevilacqua, o privilégio da vida moderna está no tempo. “Viver bem é poder usar o tempo para o que importa. O verdadeiro diferencial não está em morar longe, mas em estar conectado à cidade. A vida urbana deve ser parte da rotina, e não um obstáculo”, afirma. 

Essa percepção acompanha uma tendência global. Em Paris, o programa de reurbanização liderado pela prefeita Anne Hidalgo transformou vias de tráfego em espaços de convivência. Em Copenhague, a bicicleta substituiu o carro como principal meio de transporte. Em São Paulo, a revalorização dos bairros centrais segue a mesma direção, impulsionada por uma geração que busca bem-estar, conveniência e pertencimento. 

O bairro de 15 minutos é, no fundo, uma resposta à pressa. Representa o desejo de viver em locais onde a vida acontece com naturalidade, sem distância entre o lar e o cotidiano. Nos Jardins, essa filosofia ganha forma em ruas que equilibram urbanidade e tranquilidade. Para a Netcorp, esse é o futuro do morar: criar espaços que devolvem tempo, qualidade e significado a quem escolhe viver a cidade.

 

CO - Assessoria


Paraná coloca presos para reconstruir escolas e Apae de Rio Bonito do Iguaçu


O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou, nesta segunda-feira (10), o uso de mão de obra carcerária na reconstrução das escolas, Apae e creches e demais estruturas de ensino atingidas pelo tornado que devastou Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Estado. A ação é desenvolvida em conjunto pela Secretaria de Estado da Educação, por meio do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), e Secretaria de Estado da Segurança Pública. Neste momento, 14 pessoas privadas de liberdade atuando na cidade, acompanhados por monitores da Polícia Penal. 

Os detentos são oriundos de Guarapuava — quatro da Cadeia Pública de Laranjeiras do Sul e dez da Penitenciária Estadual de Guarapuava — e estão inseridos no programa Mãos Amigas, iniciativa do Governo do Estado que promove a reinserção social de pessoas privadas de liberdade por meio da prestação de serviços de manutenção, conservação e reparos em unidades escolares da rede estadual.  

O programa alia reintegração social à valorização dos espaços públicos, beneficiando tanto as escolas quanto os participantes, que desenvolvem habilidades profissionais e senso de pertencimento social. São presos do regime semi-aberto, com bom comportamento e que já cumpriram parte da pena.  

O Paraná é pioneiro no uso de trabalho prisional na manutenção dos colégios estaduais. As pessoas privadas de liberdade que atuam nesse programa, a cada três dias trabalhados têm um dia de redução de pena. Até o início deste mês, atuavam em 427 unidades escolares foram atendidas somente em 2025, realizando mais de 2 mil serviços. 

"Vamos chegar a 30 detentos do Mãos Amigas para ajudar na limpeza dos entulhos. Queremos ser rápidos nisso para que em breve as crianças e adolescentes voltem para a escola", afirmou Ratinho Junior. 

"É muito importante que tenhamos a reconstrução das nossas escolas públicas estaduais, ainda mais com o trabalho dos que cumprem pena no sistema prisional. Essa ação contribui para um clima de solidariedade e ajuda mútua tanto para os estudantes quanto para os apenados", declarou o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira. 

Neste momento, o grupo atua na remoção de entulhos e limpeza do Colégio Estadual Ludovica Safraider, localizado na região central da cidade e considerado o mais afetado pela tragédia. O ginásio do Colégio foi totalmente destruído e precisará ser reconstruído. 

Nesta terça-feira (11), outros 16 detentos da regional de Cascavel devem se somar ao trabalho. Eles serão divididos em quatro equipes, cada uma com um policial penal e quatro presos. Embora não participem do Mãos Amigas, todos possuem autorização da Polícia Penal para a realização de atividades externas, como em empresas ou serviços comunitários. 

O Governo do Estado também destinou R$ 50 mil ao Colégio Estadual Ireno Alves dos Santos e R$ 25 mil ao Colégio Estadual Ludovica Safraider, por meio do Fundo Rotativo, para ações imediatas de recuperação. O Fundo Rotativo é um recurso financeiro repassado diretamente às escolas estaduais para obras, reparos emergenciais e aquisição de materiais de consumo, permitindo respostas rápidas às necessidades das unidades de ensino. 

Engenheiros do Fundepar e técnicos do Núcleo Regional de Educação já realizam o levantamento técnico dos danos para a contratação emergencial das obras, etapa que depende da conclusão da limpeza dos locais para avaliação completa da estrutura afetada.

 

Black Friday: 5 dicas práticas para o varejo com o uso da IA

Por que a inteligência artificial está dominando a Black Friday?


Com a proximidade da Black Friday, muitos varejistas estão preparando suas estratégias de vendas e o uso da inteligência artificial (IA) já faz parte da jornada. Para esta edição, marcada para 28 de novembro, 54% dos consumidores dizem que vão usar IA para comparar preços, buscar produtos, resumir reviews e receber recomendações durante Black Friday e Cyber Monday, segundo estudo global com 7 mil consumidores da Klaviyo, publicado recentemente. 

Outras leituras de mercado convergem. A Deloitte mostra que 33% dos consumidores planejam usar IA generativa na jornada de compras em 2025, mais que o dobro de 2024, com os mais jovens puxando o uso para comparar preços, resumir avaliações e montar listas. Para a Gen Z, a intenção chega a 43%.


IA acessível para pequenos e médios varejistas

1) Engana-se quem pensa que somente grandes e-commerces podem se beneficiar da IA. Pequenos e médios varejistas têm oportunidades claras. Dados do Sebrae de 2023 mostram que cerca de 34% dos pequenos negócios brasileiros não participam da Black Friday por falta de margem para competir em descontos. “Nesse contexto, a IA funciona como alavanca de competitividade sem queima de caixa”, explica Victoria Luz, especialista em IA.

2) No marketing digital, ferramentas generativas permitem criar anúncios, textos e imagens promocionais, gastando poucos dólares. Segundo levantamento da Runway + Shopify Showcase, hoje já é possível gerar vídeos promocionais curtos por cerca de US$ 1 com o uso de IA. Isso permite reagir mais rápido a tendências, mudanças de estoque e oportunidades de engajamento.

3) No atendimento ao cliente, plataformas no-code permitem instalar chatbots treinados no catálogo da loja. Esses bots já superaram a antiga lógica de FAQ e conseguem entender a intenção e o contexto. Durante a Black Friday de 2024, varejistas que ativaram assistentes virtuais registraram até 9% de aumento em conversão e queda no abandono por demora de atendimento, de acordo com o relatório Salesforce Service Benchmark Report. Para o pequeno varejo, isso significa operar 24/7 sem expandir equipe.

4) Soluções de IA oferecidas, como SaaS, democratizaram o acesso a previsões de demanda, recomendação de produtos e análises de comportamento. Plataformas como Shopify, VTEX e Mercado Shops oferecem apps e plugins prontos, muitos com planos gratuitos ou pay-as-you-go. Assim, pequenos e médios conseguem usar IA naquilo em que gera retorno imediato: marketing, atendimento e operação enxuta.

5) Navegar pela era da IA no varejo requer equilíbrio: ousadia para inovar e cautela para implementar com qualidade. “Os varejistas que encontrarem esse equilíbrio, usando IA para conversar melhor com o seu público, tomando decisões guiadas por dados e mantendo o toque humano onde ele faz diferença, estarão liderando o setor. A IA não é uma bala de prata, mas é um amplificador poderoso das boas estratégias”, acrescenta Victoria. 

Nesta Black Friday e nas próximas, quem combinar a tradicional astúcia comercial com a eficiência da inteligência artificial certamente sairá na frente da concorrência, preparando seu negócio para o futuro do consumo que já bate à porta.


Feirão de renegociação: entenda como renegociar suas dívidas e retomar o controle financeiro

Com descontos de até 99%, evento é chance real para milhões de brasileiros saírem do vermelho

 

Com o país enfrentando níveis recordes de inadimplência de 78,8 milhões de pessoas em setembro, o Feirão de Renegociação do Serasa surge como uma oportunidade real para milhões de brasileiros limparem o nome e recomeçarem. Marcado para a última semana de novembro, o evento reúne centenas de empresas credoras oferecendo condições especiais que não se encontram no dia a dia.

 

Por que os feirões são diferentes?


Enquanto nas negociações convencionais os descontos são limitados, os feirões como o do Serasa concentram um poder de barganha muito maior. São descontos que podem chegar a 99% do valor original, parcelamentos em até 12 vezes com valores iniciais acessíveis e a possibilidade de limpar o nome imediatamente após o pagamento da primeira parcela via Pix.

 

Ricardo Malaquias, Diretor de Estratégia, Cobrança e Operações da Simplic, explica que "o feirão cria um ambiente onde todos ganham: o consumidor retoma seu controle financeiro com condições vantajosas, e as empresas recuperam parte de seus créditos. É uma solução eficiente para destravar situações que pareciam sem saída".

 

Como participar? 


Para participar, você pode acessar o site oficial do Serasa ou baixar o aplicativo no seu celular. Ao fazer login com seus dados, verá todas as ofertas disponíveis para seu CPF, com valores atualizados e condições de pagamento transparentes. Se preferir o atendimento humano, pode ligar para o número dedicado ao feirão ou até mesmo visitar uma das agências dos Correios participantes, onde assistentes especializados ajudam na negociação sem qualquer custo.

 

O importante é ter em mãos seus documentos pessoais, mas não há burocracia - o sistema já identifica automaticamente suas dívidas elegíveis para o evento.

 

Para além da quitação: mudando hábitos


O feirão oferece a chance de renegociar dívidas e recomeçar, mas o verdadeiro desafio é manter as finanças organizadas e a criar diferentes hábitos para evitar novas dívidas .

 

O primeiro passo é praticar o autoconhecimento financeiro, monitorando seu orçamento diariamente. Quando dedicamos um mês para anotar todos os gastos, descobrimos para onde o dinheiro realmente está indo e identificamos os ‘vazamentos’ que passavam no piloto automático do dia a dia.

 

“Com essa visão clara do fluxo do seu dinheiro, fica natural estabelecer prioridades bem definidas, separando o essencial do dispensável. Contas básicas como aluguel, alimentação e transporte devem ocupar o topo da lista, criando uma hierarquia financeira que protege o necessário antes de qualquer gasto secundário”, sugere o especialista.

 

Outro ponto crucial é  entender que cartões e cheque especial não são extensão da renda, mas ferramentas que exigem cuidado e estratégia. Pensar duas vezes antes de comprar a prazo, questionando se aquela aquisição cabe realmente no orçamento, é um exercício de que pode colaborar para a liberdade financeira.

 

E para quem quer acelerar esse aprendizado, uma oportunidade valiosa surge durante o próprio feirão: as sessões gratuitas de educação financeira oferecidas por diversas instituições. “Participar dessas orientações pode ser o ponto de partida para desenvolver uma relação mais saudável e consciente com o dinheiro, transformando o alívio momentâneo da quitação em uma transformação a longo prazo da sua vida financeira” finaliza Malaquias.

  

Simplic

Consórcio ou financiamento, qual a melhor escolha?

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Com juros mais altos, especialistas destacam como planejamento e perfil financeiro influenciam a decisão entre aquisição imediata ou estratégia de médio prazo



Ter a casa própria continua entre os principais sonhos dos brasileiros e, em tempos de juros mais altos, escolher o melhor caminho para chegar lá exige planejamento. Em 2026, tanto o consórcio imobiliário quanto o financiamento tradicional permanecem como opções, mas com perfis e prazos bastante diferentes.

O financiamento é a modalidade mais imediata: o comprador tem acesso ao imóvel logo após a aprovação do crédito, assumindo parcelas mensais que incluem juros e correção monetária. A vantagem está na rapidez, mas o custo total tende a ser maior.

Já o consórcio é uma alternativa de médio a longo prazo, voltada para quem pode esperar. Nele, o valor do imóvel é diluído em cotas mensais sem cobrança de juros, apenas uma taxa de administração. O participante é contemplado por sorteio ou lance.

Além disso, o consórcio tem atraído um novo perfil de investidor: aquele que já possui parte do valor reservado e, assim, aumenta suas chances de ser contemplado logo nos primeiros meses por meio do lance, otimizando o tempo de aquisição do bem.

Segundo Gustavo Zanon, CEO da Seguralta, a escolha depende do perfil financeiro e do grau de urgência de cada comprador.

Comparativo prático:

  • Financiamento: ideal para quem precisa do imóvel de imediato e tem estabilidade financeira para arcar com juros e entrada.
  • Consórcio: indicado para quem quer se planejar, fugir de endividamento e aproveitar o poder de compra à vista quando contemplado.

Para 2026, a expectativa é de maior procura pelo consórcio, impulsionada pelo recuo gradual das taxas e pelo aumento da educação financeira entre os consumidores.

“O consórcio tem se tornado uma ferramenta estratégica, não apenas para quem busca o primeiro imóvel, mas também para quem pensa em investir com segurança e sem pressa”, explica Zanon.

Independentemente da escolha, o segredo está em planejar com antecedência, simular diferentes cenários e buscar orientação profissional. Afinal, o primeiro passo para conquistar a casa própria é transformar o sonho em estratégia.

 

Seguralta
http://www.seguralta.com.br

 

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