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quarta-feira, 26 de maio de 2021

Voltar a crescer

Tudo indica que 2021 não irá cumprir a expectativa de ser o ano da tão esperada retomada do crescimento. Os primeiros dados disponíveis sobre o comportamento da economia não são bons e analistas independentes estão falando em queda do PIB, não somente neste primeiro trimestre, em relação ao último trimestre do ano passado, mas, possivelmente, também do segundo trimestre face ao primeiro, o que compromete, irremediavelmente, um melhor desempenho para este ano, como um todo.

Considerando que o carregamento estatístico, de 2020, já garantia, mesmo sem crescimento real, um resultado ao redor de 3,6% a.a., isto significa que se o PIB deste ano vier abaixo do piso das projeções do mercado, que era  de 3,5%, o Brasil terá mais um ano frustrado em termos de crescimento econômico. O quadro é ainda mais preocupante porque o país estará completando o sétimo ano sem crescimento acumulado, o que significa, na prática, um empobrecimento progressivo dos brasileiros.

A continuidade da pandemia, a situação fiscal, o elevado desemprego, o endividamento das famílias e das empresas..., podem ser invocados para justificar este fraco desempenho, mas, no fundo, apenas confirmam que o país não tem nenhum plano para a retomada do crescimento. Não dá, pelo sétimo ano consecutivo, após termos avançado em leis e reformas importantes como a trabalhista, a previdenciária, o marco do saneamento e tantas outras, continuar culpando a falta de mais reformas por este resultado medíocre.

Ainda que algumas destas reformas, como a administrativa e, principalmente, a tributária sejam importantes, estes últimos anos demonstraram que, embora necessárias, elas não são suficientes para garantir o crescimento. Portanto, está mais do que na hora de abandonar crenças fundamentalistas e ideologias e, de forma pragmática, passar a elaborar uma estratégia de retomada do crescimento que utilize, além das forças do mercado, o enorme poder do Estado reconfirmado, a nível mundial, pela crise de saúde pública.

Esta estratégia passa por imunizar a grande maioria da população, no menor prazo de tempo possível. Se tivermos vacinas, podemos conseguir isto até o terceiro trimestre deste ano, evitando mais uma queda real do PIB  o que evitaria piorar a situação dos mais vinte milhões de desempregados e desalentados e, pelo menos, outro tanto de brasileiros que vivem à margem da sociedade, bem como o preocupante aumento da pobreza absoluta, o fechamento de fábricas e o retrocesso na educação.

A par da vacinação, o governo deveria retomar os investimentos públicos em infraestrutura, para criar empregos, até que o crescimento da economia passe a cumprir este papel. A elevada dívida pública não deve ser um impedimento absoluto para bloquear os investimentos públicos, primeiro porque estamos falando de gastos anuais da ordem de 1,0 a 1,5% do PIB, face a uma dívida de quase 90% do PIB e, segundo e mais importante, porque como diz o FMI muito mais importante do que o valor do gasto público é sua qualidade.

A imunização da população e a retomada dos gastos públicos, ainda que nos termos modestos propostos, são os únicos motores disponíveis para podermos voltar a crescer no curto prazo, inclusive em termos de renda per capita, algo que não ocorre desde meados da década passada. Entretanto, manter o crescimento, a médio e longo prazo, a taxas iguais ou superiores ao crescimento mundial, condição necessária para reduzir nosso distanciamento em relação aos países desenvolvidos e em desenvolvimento, exige outras medidas.

Nossa estratégia de desenvolvimento precisa incluir a forte redução das ineficiências sistémicas para assegurar um ambiente macroeconômico favorável ao investimento produtivo, com câmbio competitivo, inflação baixa e sob controle, financiamentos de longo prazo, e juros reais de mercado inferiores à taxa de retorno da produção de bens e serviços. Um ambiente de negócios amigável é outra pré-condição necessária, o que exige um sistema tributário bem mais simples e menos distorcido, marcos regulatórios adequados, segurança jurídica e forte redução das obrigações acessórias.

Tal ambiente implica, ainda, na disponibilidade de energia a custos adequados, no estabelecimento de uma robusta rede de comunicações de alta velocidade que interligue o país e seja acessível à grande maioria da população brasileira, e em avanços substanciais e contínuos em nossa logística. Isto irá eliminar dos custos de produção de bens e serviços nacionais o peso do custo Brasil que, atualmente, reduz fortemente a competitividade brasileira e deixa em desvantagem nossos produtos, tanto nas exportações quanto no mercado interno.

Políticas públicas de desenvolvimento devem permitir que o setor produtivo  retome os investimentos tanto em máquinas e equipamentos quanto em tecnologia, essenciais para garantir ganhos de produtividade. A reconstrução da competitividade empresarial, o fortalecimento das cadeias produtivas e a reversão do processo de desindustrialização deverão contar com políticas para suportar os esforços empresariais com os programas de digitalização, com o sensoriamento inteligente e a administração dos big data resultantes, via I.A. e plataformas de integração.

Estas políticas públicas devem prever, ainda, forte apoio à P&D, e inovação do setor privado, com recursos parcialmente a fundo perdido, com a colocação de encomendas tecnológicas do setor público junto às empresas e com o uso intensivo do poder de compra do Estado para direcionar o desenvolvimento para as tecnologias emergentes e de retorno longo ou duvidoso, bem como o aumento dos recursos públicos destinados à ciência e à pesquisa básica e aplicada, principalmente nas áreas de saúde, biotecnologia, energia renovável, novos matérias, baterias de alta eficiência, microeletrônica....

Finalmente, a educação de qualidade em todos os níveis e, principalmente, a formação de uma massa crítica de recursos humanos, bem qualificados, nas novas áreas do conhecimento é essencial para suportar este esforço nacional de desenvolvimento, capaz de garantir um mínimo de segurança industrial ao país o que, junto com a segurança alimentar, energética e militar garantem a nossa soberania permitindo que o crescimento sustentado, se dê na direção da melhoria da qualidade de vida da população brasileira e com a democratização das condições de acesso às oportunidades para todos.

 


João Carlos Marchesan - administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ


terça-feira, 25 de maio de 2021

Saturno retrógrado e a Lua de Sangue! Dicas para aproveitar as energias astrológicas

Photo by Vincenzo Malagoli on Unsplash

Espiritualista Maicon Paiva dá dicas para você aproveitar os eventos de maio e avaliar melhor o seu presente e objetivos para o futuro


Ao observar os cursos dos planetas, podemos aproveitar as energias para enxergarmos comportamentos nossos, e neste mês de maio não é diferente. Temos dois eventos importantes que acontecem no final do mês. O primeiro é Saturno que fica retrógrado no dia 23 e o segundo, no dia 26, o eclipse lunar com super lua em Sagitário, ou Lua de Sangue. 

Ambos movimentos trazem energia para rever situações ligadas ao equilíbrio de nossas vidas e ações. Para o espiritualista Maicon Paiva, este é o momento perfeito para arrumarmos a bagunça, colocar as coisas no lugar, "Saturno retrógrado trás a percepção sobre carreira, trabalho e o lado profissional. Rever coisas que desejamos concretizar a longo prazo e nossa necessidade de controlar as coisas. Principalmente, no ano que vivemos, devemos criar a consciência que nem tudo pode ou deve ser controlado, e Saturno trás essa necessidade de colocar limite nas coisas", explica Paiva, criador do espaço de bem estar Recomeçar. 

A energia de Saturno fica presente até 10 de outubro e até lá, segundo Maicon, a vida está dando a oportunidade de rever aquela lista que você fez no final do ano. Já o eclipse lunar em Sagitário, que acontece no dia 26, potencializará ainda mais a energia retrógrada. "É como se todo o campo astrológico e espiritual estivesse empurrando você para esta reflexão. Para que possamos ver com equilíbrio a realidade, não deixando ela nos sufocar ou nos paralisar. Devemos analisar nossos sonhos e ver se eles ainda são possíveis e o que podemos fazer para que isso se concretize, mesmo que a vida não aconteça como você planejou", aconselha Maicon Paiva. 

A superlua de Sangue, que é quando a lua aparece com uma coloração avermelhada, traz o eclipse lunar total. O astro fica oculto pela sombra da Terra, e faz com que a Lua exiba uma coloração avermelhada. Daí, o apelido "Lua de sangue". Para os espiritualistas este evento traz marcas sobre nosso passado, há um convite ou acontecimento para se deixar algo do passado ou algo a que você esteja habituado. "Isso casa perfeitamente com a energia de rever nossas atitudes e de olhar para nossas lutas com carinho e compaixão, em meio a tantas adversidades estamos aqui, e podemos caminhar mesmo que seja um passo de cada vez!", finaliza o espiritualista. 

Para auxiliar neste processo de cura e espiritualidade, Paiva conta com uma equipe competente no seu espaço em São Paulo. Todavia, com a pandemia, é possível conhecer o Recomeçar de qualquer lugar do Brasil. Acesse aqui e veja mais sobre como conduzir melhor o seu passado e angariar melhor, os seus objetivos, para o futuro.


Ministério da Saúde bate recorde de distribuição de vacinas com mais de 33 milhões de doses entregues em maio

Foto: Tony Winston
Mais 6,7 milhões de doses serão enviadas para todos os estados e Distrito Federal até quinta-feira (27) 


Mais de 33 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 foram distribuídas pelo Ministério da Saúde em maio. O número representa um recorde mensal no envio de vacinas para todos os estados e Distrito Federal desde janeiro.

O recorde será alcançado nesta semana, com a distribuição de mais 6,7 milhões de doses distribuídas pela pasta para todo o Brasil. “Isso é um marco no avanço do ritmo na campanha de vacinação do país. Estamos comprometidos para vacinar toda a população até o fim do ano", afirma o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

O novo lote contém 6,1 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e outras 609 mil doses da Pfizer/BioNTech. A previsão é de que os estados e Distrito Federal comecem a receber as vacinas nas próximas 48 horas.

Nessa fase da distribuição, o ministério começará a enviar doses para a vacinação de trabalhadores de portos e aeroportos. A iniciativa de imunizar o grupo foi antecipada para ampliar e reforçar as medidas de proteção contra a nova variante do vírus.

Além disso, estão sendo destinadas doses para ampliar a vacinação em outros grupos prioritários:


• Pessoas com comorbidades;


• Gestantes e puérperas com comorbidades;


• Pessoas com deficiência permanente;


• Forças de segurança, salvamento e Forças Armadas, e;


• Trabalhadores da saúde.

As orientações e a quantidade de doses para cada Unidade Federativa estão no 19º informe técnico.

A estratégia de distribuição é revisada semanalmente em reuniões entre União, estados e municípios, observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios. O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: no caso das vacinas da Fiocruz e da Pfizer, o intervalo entre as doses é de 12 semanas.


QUASE 100 MILHÕES DE DOSES DISTRIBUÍDAS

Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19, já foram destinados mais de 90 milhões de doses de imunizantes – até o momento, mais de 58,7 milhões foram aplicadas. O andamento da vacinação no país pode ser acompanhado pela plataforma LocalizaSUS.

 

 

Marina Pagno
Ministério da Saúde

 

25/05 - Dia Nacional da Adoção

PremieRpet® lança o CuidaDoPet, podcast sobre guarda responsável

Na primeira temporada: histórias de adoção, o trabalho das ONGs e comportamento pet

Divulgação PremieRpet®

 

Quantas histórias cabem em uma jornada de adoção? O resgate, a acolhida no abrigo, os cuidados, o encontro com o tutor e, finalmente, uma nova vida. São muitos acontecimentos que costuram o grande enredo de cães e gatos abandonados até conquistarem um lar de verdade. Cada história é única, mas também universal, porque de alguma forma reverbera nos ouvidos e corações daqueles que amam os animais de estimação.

 

Essas histórias que se cruzam, narradas por muitas vozes e conduzidas com delicadeza pelo comunicador Marc Tawil são o mote da primeira temporada do CuidaDoPet, o novo podcast da PremieRpet® sobre guarda responsável. A novidade chega em uma data muito especial: no Dia Nacional da Adoção (25/05), trazendo emocionantes relatos de adoção, os bastidores do trabalho das ONGs e a palavra de grandes especialistas em comportamento pet.

 

Serão oito episódios, com veiculação sempre às terças-feiras, em semanas alternadas, nas principais plataformas de podcast, como Spotify, Deezer, Apple Podcast, Castbox, entre outras. A cada episódio, um delicioso bate-papo de Marc Tawil com tutores, voluntárias e profissionais que generosamente compartilham suas experiências de acolher, cuidar, amar e conviver com os animais de estimação.

 

O trailer do CuidaDoPet já está disponível nas plataformas de podcast e o episódio que vai ao ar em 1º. de junho conta a emocionante história do cão Magoo, resgatado já idoso pela Associação MaxMello e que hoje vive sua melhor idade ao lado da tutora Marisa. O episódio tem ainda a participação especial do Dr. Dalton Ishikawa, comportamentalista animal.

 

CuidaDoPet coloca em evidência histórias que merecem ser contadas para inspirar e derrubar pré-conceitos sobre os animais que tiveram um passado de abandono e maus tratos. Todos merecem e podem ter uma vida plena e feliz, independentemente de sua origem. Essa iniciativa reforça o nosso comprometimento com o bem-estar animal e homenageia todos aqueles que se dedicam a cuidar dos cães e gatos”, afirma Madalena Spinazolla, diretora de planejamento estratégico e marketing corporativo da PremieRpet®.

 

Projeto solidário

 

E para fechar um ciclo virtuoso de informação + ação, o lançamento do CuidaDoPet conta também com uma iniciativa solidária. A PremieRpet®, juntamente com o comunicador Marc Tawil, promoveu a doação de 1,6 toneladas de alimentos para as 6 ONGs participantes do podcast, todas integrantes do projeto Medicina Veterinária de Abrigos (MVA) do Instituto PremieRpet® – braço social da PremieRpet® que há anos contribui para tornar a alimentação de alta qualidade mais acessível para cães e gatos que estão sob cuidados dessas ONGs.

 

Agora basta abrir os ouvidos e o coração para se emocionar com as histórias do CuidaDoPet!

 

 CuidaDoPet: um podcast da PremieRpet® sobre guarda responsável. Na primeira temporada: histórias de adoção, o trabalho das ONGs e comportamento pet.

Lançamento: 25 de maio

Onde: Spotify, Deezer, Apple Podcast, Castbox

https://conteudo.premierpet.com.br/podcasts

 



PremieRpet®

www.premierpet.com.br


No Dia Nacional da Adoção, médico-veterinário fala sobre os principais cuidados em adotar um pet

Atenção à saúde, vacinas e carinho devem fazer parte da rotina do tutor

 

No último ano, a conexão entre tutores e pets ganhou ainda mais força, isso porque a pandemia abriu oportunidades para as pessoas se aproximarem de cães e gatos, entre elas a adoção. Segundo a UIPA (União Internacional Protetora dos Animais), nos três primeiros meses da pandemia, a procura por um animal aumentou 400% e o número de retirados de abrigos, 200%. Por isso, neste 25 de maio, data que é celebrado o Dia Nacional da Adoção, com o intuito de conscientizar sobre a prática, conversamos com um médico-veterinário, que separou algumas dicas importantes para quem pretende adotar ou adotou um pet nesse período.

"Ter um animal é sinônimo de felicidade. Não é novidade que eles proporcionam inúmeras vantagens para a família, entretanto é preciso lembrar que a chegada deles traz também grandes responsabilidades, como cuidados com a saúde, que farão parte da rotina do novo tutor. Por isso, é interessante reforçar tudo isso no Dia Nacional da Adoção", fala Marcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico da MSD Saúde Animal.


Saúde em primeiro lugar

Semelhantes aos cuidados com a saúde dos humanos, a atenção à saúde de cães e gatos também é essencial e, para isso, é preciso estar atento, por exemplo, a vacinações, utilização de antipulgas e anticarrapatos, e doenças regionais. Além disso, é essencial que sejam realizadas visitas periódicas à clínica veterinária, para que um profissional possa recomendar os melhores cuidados e ficar de olho em possíveis doenças do pet.

Vale lembrar que, cuidando do seu animal, você garante bem-estar e qualidade de vida também para toda a família!


• Antiparasitários

São responsáveis por deixar seu cachorro ou felino livre de parasitas externos, como pulgas e carrapatos, e de parasitas internos, como os vermes. Pulgas, carrapatos e vermes não são um problema só para o cão e para gato, como todos pensam. Eles podem ser um problema para a saúde do ser humano também! No entanto, para garantir uma proteção completa, o tutor deve realizar a limpeza tradicional no ambiente em que o animal vive e utilizar um ectoparasiticida com rápida eficácia e longa duração, além de vermifugar os animais na frequência adequada (1 a 4 vezes ao ano) protegendo, desta forma, os humanos que estão à sua volta e o lar.

Outro ponto essencial é que as pessoas acreditam que cães e gatos que vivem dentro de casa não são suscetíveis aos parasitas, mas isso não é verdade! As pulgas e carrapatos podem ser trazidas pelos próprios tutores para dentro de casa e proliferam-se no ambiente. Com isso, deixo uma dica bacana: para ajudar na aplicação, existe até um produto transdermal, colocado no pescoço do cão e do gato, que facilita o uso", orienta Marcio Barboza.

• Vacinação

A vacinação é uma das maneiras mais importantes para garantir a prevenção de doenças do seu pet, como cinomose, leucemia, leptospirose e raiva, já que estimula o sistema imunológico do animal a produzir anticorpos. O especialista orienta que é sempre bom ter em mente que cada cachorro ou gato possui um perfil, comportamento, hábitos e necessidades diferentes. Por isso, a sugestão é de que cada calendário vacinal seja avaliado e montado diretamente com um veterinário, para que, assim, cada pet possa contar com um esquema de proteção personalizado.


• Cuidados com doenças regionais

Assim como é valiosa a vacinação personalizada, é bacana também que o tutor fique sempre atento às enfermidades regionais, como a leishmaniose, uma das mais perigosas do Brasil, que costuma ocorrer com maior frequência nas regiões de Mato Grosso do Sul, Bahia, Pará e interior de São Paulo, sem descartar sua ocorrência em outras regiões do país.

"Por isso, mesmo o animal não morando em área endêmica, é recomendado o uso da coleira repelente que, após ser colocada no pescoço do cão, começa a liberar seu princípio ativo, a Deltametrina, espalhando-se por todo o corpo do animal", explica o médico-veterinário.


Carinho e atenção não podem faltar


Cachorros e gatos são animais de companhia, o que significa que precisam da presença dos tutores, chamegos e brincadeiras com eles. Então saiba que essa rotina fará parte do seu dia a dia ao adotar um pet. Além disso, o adotante precisará separar algumas horas para promover diversão e passeio. Porém, em tempos de pandemia, em que as saídas externas não são recomendadas em todos os lugares, é possível promover a felicidade dentro de casa, com o famoso pega-bolinha e até brinquedos interativos.


Diga não ao abandono


Ao adotar um animal, tenha ciência de que você terá companhia para, em média, os próximos 10 anos. Por isso, é preciso analisar se você realmente está pronto para possuir um cachorro ou gato e, com isso, evitar o aumento da estatística de, aproximadamente, 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães abandonados no Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Importante lembrar que, segundo a Lei Federal 9.605/98, o abandono é crime e prevê pena de 3 meses a um ano, além de multa. Se você realmente estiver disposto a adotar um pet, tenha uma certeza: as responsabilidades valem a pena e todos esses cuidados serão recompensados com muito amor por parte desses animais.


Ação gratuita promove pigmentação de lábios leporinos em São Paulo

Procedimento acontece o ano todo

 

A empresária Natalia Martins, fundadora do Grupo Natalia Beauty, tem um propósito de vida: fazer a diferença na vida das pessoas e tornar o mundo um lugar mais belo, onde todos os tipos de beleza são respeitados.

Por isso, desde a fundação do grupo, há 5 anos, a empresária decidiu oferecer, gratuitamente, a nanopigmentação de lábio leporino com o procedimento FlowLips para qualquer pessoa que nasceu com a fissura labial, uma má formação congênita que ocorre durante o desenvolvimento do embrião.

“Só no Brasil mais de 4 mil crianças nascem por ano com fissura labial de acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, e isso provoca muito preconceito, assim como problemas relacionados a autoestima. Por isso minha meta diária é devolver a confiança de pessoas que nasceram com a fenda labial e já fizeram todas as cirurgias plásticas necessárias para a reconstrução. A maioria se sente fisicamente e emocionalmente abalada e é por isso que ofereço, gratuitamente, durante todo o ano, o procedimento para que ganhem qualidade de vida e resgatem a alegria de viver”, afirma Martins.

De acordo com a empresária é necessário ter a liberação médica por escrito para a realização do procedimento e desde a inauguração da clínica, a empresária já realizou mais de x mil pigmentações labiais, independente da classe social, proporcionando um resultado real, artístico e de qualidade. “Apesar de muitas pessoas que passam por essa cirurgia terem vergonha ou medo de procurar o tratamento, já tivemos a honra de participar de histórias lindas e fazer parte do renascimento de muitas delas. Isso é mágico e não tem preço”, comemora Natalia.

O atendimento gratuito, que é feito na matriz em São Paulo, pode ser agendado pelo telefone (11) 3061-2670.

 


Serviço 

Natalia Beauty 

Instagram: @nataliabeauty

Endereço: Avenida Rebouças, 1481 – Pinheiros – São Paulo

Procedimentos: (11) 3061-2670

 

Cuidar das trabalhadoras gestantes já é uma premissa, mas na pandemia é ainda mais fundamental

O cuidado com a trabalhadora gestante é primordial e deve ser priorizado pelas empresas e constar na estratégia das empresas de saúde corporativa


O plenário do Senado aprovou, em abril último, o PL 3.932/2020 que garante o regime de teletrabalho às trabalhadoras gestantes durante a pandemia de covid-19. O PL aguarda agora a sanção do presidente Jair Bolsonaro, que tem até 13 de maio para que o documento não perca a qualidade.

Segundo o texto, durante o estado de emergência de saúde pública provocado pela pandemia, a trabalhadora grávida deverá permanecer afastada do trabalho presencial, sem prejuízo à sua remuneração. Na proposta está exposto que a gestante afastada ficará à disposição para exercer as atividades de casa, por meio do teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho à distância.

Ressalta-se a importância das medidas de proteção das trabalhadoras gestantes, visto que, segundo aponta uma revisão sistemática de estudos publicada no periódico científico Mayo Clinic Proceedings, mulheres grávidas, grupo que pesquisas feitas em diferentes países já apontava como vulnerável, também apresentam maior risco de morbidade e mortalidade associadas a infecções.

Segundo os pesquisadores, isso acontece porque alterações fisiológicas naturais durante a gravidez e mudanças metabólicas e vasculares em gestações de alto risco podem agravar o quadro clínico da covid-19.


Nota Técnica MPT

O Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou no primeiro dia de janeiro desse ano a Nota Técnica que recomenda a empresas, sindicatos e órgãos da administração pública que adotem diretrizes para preservar a saúde de trabalhadoras gestantes durante a segunda onda da pandemia do novo coronavírus.

A Nota, elaborada pelo Grupo de Trabalho (GT) Covid-19, lista sete medidas de proteção às gestantes, como garantir, sempre que possível, o direito de realizarem trabalho remoto. Ainda recomenda que as gestantes sejam dispensadas do local de trabalho, com remuneração assegurada, quando as atividades não forem compatíveis com a modalidade home office. O MPT orienta que seja aceito o afastamento dessas trabalhadoras mediante apresentação de atestado médico que confirme a gravidez, sendo vedada a exigência de atestados médicos contendo Código Internacional de Doenças (CID), uma vez que a gestantes integram grupo de risco.

Para Ricardo Pacheco, médico, gestor em saúde, presidente da ABRESST (Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho) e diretor da OnCare Saúde, as diretrizes, sejam por Notas Técnicas ou projetos de lei são bem-vindas. “Nós, que operamos na área da saúde corporativa, adotamos há um bom tempo medidas de segurança e saúde para as grávidas e orientamos as empresas sempre no sentido de ter um olhar especial à trabalhadora gestante, e contar com esse reforço, seja do legislativo ou do MPT, ajuda com protocolos efetivos e que padronizam as operações”.


Riscos às gestantes

         Já é fato que as gestantes têm maiores as chances de ir para a UTI, ter pré-eclâmpsia, infecções e outras complicações. As informações são de um estudo publicado em 22 de abril pela JAMA Pediatrics, com mais de 2 mil mulheres grávidas diagnosticadas com a Covid-19 de 18 países. Segundo a publicação, o risco de morte para mulheres grávidas com Covid-19 é de 1,6%, isso é 22 vezes maior do que mulheres grávidas que não foram infectadas. Ainda de acordo com o estudo, bebês nascidos de mães infectadas pelo novo coronavírus também correm maior risco de nascer de parto prematuro e ter baixo peso.

O estudo, que começou em março de 2020 e terminou em outubro do mesmo ano, contou com pesquisa de 43 instituições médicas de 18 países: Argentina, Brasil, Egito, França, Gana, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Nigéria, Macedônia do Norte, Paquistão, Rússia, Espanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.

         Para Ricardo Pacheco esse estudo acende um alerta na medicina ocupacional. “Essas informações acerca dos riscos que as gestantes estão expostas, se em contato com o vírus, são primordiais e acende um alerta na medicina ocupacional, que precisa estar atenta e além de cuidar dessa trabalhadora, em home office ou presencial, precisa enfatizar os protocolos a serem adotados especificamente para essas profissionais”, destaca o presidente da ABRESST.

         Ele lembra que o médico do trabalho tem um papel fundamental nessa fase importante das mulheres trabalhadoras. “A começar pela orientação, já que o medo da contaminação fez com que muitas grávidas deixassem de realizar esses exames, incluindo o ultrassom, no período. É algo longe do ideal e o médico do trabalho tem condições de conscientizar essa trabalhadora da importância de atender à rotina de exames específicos para a sua condição. A segurança e a saúde de mãe e bebê devem estar na ordem do dia das empresas”, ressalta Ricardo Pacheco.

         O médico e gestor em saúde alerta para os dados do Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 divulgados no último doía 3 de maio, que mostram que o número de gestantes e puérperas que morreram este ano em decorrência da infecção causada pelo SARS-CoV-2 no País já é maior que todas as mortes pela doença em 2020. “Segundo o boletim, apenas em 2021 morreram 494 mulheres nesta condição, sendo que no ano passado o número de mortes pela covid-19 confirmadas entre gestantes e puérperas foi de 457. Precisamos implementar protocolos de proteção à trabalhadora gestante de forma séria e agora!”, completa Ricardo Pacheco, que também é diretor da OnCare Saúde.

 


OnCare Saúde


Importância da nutrição adequada em idosos para garantir eficácia da vacina da COVID-1

Pessoas com 60 anos ou mais representam mais de 11% da população mundial e estima-se que aumente 22% até 2050. O envelhecimento populacional está associado a um acréscimo de doenças relacionadas à imunosenescência, incluindo maior suscetibilidade a infecções. A imunosenescência refere-se ao declínio do sistema imunológico associado ao envelhecimento. A idade avançada prejudica a imunidade inata e adaptativa, limitando a resposta aos patógenos e às vacinas. Clinicamente, essas limitações aumentam potencialmente a morbidade e a mortalidade neste grupo etário.


Para a nutricionista Adriana Stavro, no momento a preocupação é com a pandemia. Por apresentarem risco aumentado se acometidos pelo vírus, os idosos foram prioridade para imunização. Porém, estudos apontam probabilidade de uma resposta fraca em indivíduos frágeis ou desnutridos, o que reduziria a eficácia das campanhas de vacinação.

A baixa resposta às vacinas, está relacionadas não apenas à fragilidade relacionada a idade, mas também às deficiências de micronutrientes. A subnutrição diminui as defesas imunológicas, tornando o indivíduo mais suscetível adoenças. Uma resposta imune eficaz requer um estado nutricional adequado.

Ao reconhecer isso, Autoridades Europeia para a Segurança dos Alimentos, autorizou alegações de saúde de função nutritiva para vitA (incluindo β- caroteno), B6, B9 (folato), B12, C, Ee D, e os minerais Zinco, Selênio, Ferro e Cobre. Cada um desses micronutrientes, tem papel importante no suporte imunológico e na redução do risco de infecções.

Estudos em idosos, associaram deficiências nos marcadores imunológicos a baixosníveis de vit B6, vit C, Zn e Fe. Um sistema imunológico saudável precisa de vários micronutrientes, incluindo vitamina A, D, C, E, B6, B12, folato, zinco, ferro, cobre e selênio, que desempenham papel vital, muitas vezes sinérgicos em cada estágio da resposta imune.

Essas deficiências imunológicas também têm sido associadas a baixas respostas às vacinas.
• Uma revisão sistemática e meta-análise de nove estudos envolvendo 2.367 indivíduos encontraram taxas de soroproteção mais baixas para o vírus influenza A subtipo H3N2 e para o vírus influenza B naqueles com deficiência de vitamina D.

• Uma relação de causa e efeito entre o estado de micronutrientes e as respostas à vacinação foi demonstrada por meio de ensaios clínicos randomizados em pessoas mais velhas. Por exemplo, idosos entre 65-85 anos que consumiam ≥5 porções de frutas e vegetais por dia em comparação com idosos da mesma faixa etária que consumiam ≤2 porções, a resposta à vacinação pneumocócica no grupo que consumiu a maior quantidade de frutas e vegetais foi melhor.

• Outro estudo com 88 indivíduos com mais de 65 anos, que receberam 60, 200 ou 800 mg de vit E por 235 dias, demonstrou melhora na resposta a algumas vacinas como hepatite B, tétano, difteria e pneumocócica em comparação com o grupo placebo.

• Em uma revisão sistemática de 2020 que incluiu 28 estudos, que avaliou a insuficiência de minerais, incluindo 7203 idosos (≥60) vivendo de forma independente em 13 países ocidentais e 2.036 vivendo em instituições em sete países ocidentais. A deficiência de zinco foi observada em 31% das mulheres da comunidade e 49% dos homens. A ingestão de selênio foi igualmente comprometida com deficiência em 49% das mulheres e 37% dos homens na comunidade e 44% das mulheres e 27% dos homens nas instituições. Além disso, insuficiência de ferro, iodo e cobre foi observado em ambas as populações.

• Específico para o Reino Unido, a Pesquisa Nacional de Dieta e Nutrição de 2019 mostrou piora na ingestão alimentar e escassez crônica de vários dos nutrientes envolvidos no apoio às funções imunológicas. Estes incluíam vit A, B12, C e D e os oligoelementos Zinco, Selênio e Cobre. Essas deficiências de micronutrientes podem limitar a eficácia das vacinas da COVID 19.

Por isso alimentos fontes de vit A(vísceras (principalmente fígado), gemas de ovos, leite e seus derivados e frutas e legumes amarelos e alaranjados como manga, mamão, cajá, caju maduro, goiaba vermelha, abóbora, tomate e cenoura) Vit do complexo B (Leite e derivados, carne, ovos, vegetais folhosos verdes, carne vermelha, peixes, leveduras, cereais integrais, brócolis, cenoura, tomate, soja e castanhas)vit E(semente de girassol, amendoim, amêndoas, nozes, óleos de milho e soja, gérmen de trigo, azeite de oliva, vegetais de folhas verdes, fígado, gema de ovo)VitD (para ser sintetizada, precisa da exposição da pele aos raios ultravioleta do sol.

Óleo de fígado de bacalhau, salmão, atum, arenque, truta e sardinha, gema de ovo e fígado são alimentos fontes) VitC (camu-camu, acerola, laranja, limão, mamão, morango, abacaxi, brócolis, couve e pimentão e os minerais) Zinco (amendoim, amêndoa, camarão, carne vermelha, castanhas, chocolate amargo, feijão, grão-de-bico) Selênio(peixes, carnes de boi, frango, queijos, leite e ovos, os alimentos de origem vegetal, destacam-se as castanhas-do-pará, a castanha-de-caju) e Ferro (carne bovina, suína, frango, peixes, feijão, espinafre, brócolis, couve) devem estar presente na alimentação de todos os maiores de 60 anos, em quantidades adequadas por um período de 2 semanas antes de receber a vacina e deve ser mantida até 2 semanas depois de receberem a dose.

 


Adriana Stavro - Nutricionista Funcional e Fitoterapeuta - Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis - Mestre do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.
Instagram: @adrianastavronutri

Ginecologista esclarece as principais dúvidas que ocorrem durante a gravidez

 

Especialista da Criogênesis traz informações para sanar questionamentos comuns ao longo da gestação


Desde o momento da descoberta, a gravidez é motivo de alegria para a família. Independentemente se é uma mamãe de primeira viagem ou se já teve outro (s) filho (s) anteriormente, esse acontecimento é sempre muito especial e traz consigo inúmeras mudanças.

Ao longo dos próximos nove meses, tudo que ocorrer com o corpo da mãe pode afetar diretamente o bebê. Sendo assim, é comum que surjam muitas preocupações sobre realização de tarefas do dia a dia, para que o bebê não seja prejudicado. Com o intuito de auxiliar durante o período, Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra da Criogênesis , esclarece dúvidas mais comuns durante a gestação.

Confira:


• " Posso praticar exercícios físicos? "

Muitas mães se questionam sobre a prática de exercícios físicos, pois há o receio de prejudicar o bebê de alguma forma. Dr. Renato explica que algumas atividades são benéficas e ajudam a fortalecer a musculatura e o corpo da mulher para antes, durante e depois do parto. Porém, alguns não são muito indicados: "Não são todas as atividades físicas que são recomendadas durante a gravidez. As que demandam muito esforço ou que têm risco de acidentes, devem ser evitadas", indica.


• " Pode dormir de bruços? "

O especialista comenta que as grávidas podem dormir de bruços, desde que não haja nenhum incômodo na barriga ou na coluna. "O único problema é que o volume abdominal aumenta bastante a partir do 4º mês, o que torna mais difícil de dormir nessa posição. Deitar virada para o lado, com uma perna esticada e outra dobrada, pode ser mais confortável", ressalta.

Outra dica sugerida pelo médico é usar um travesseiro pequeno entre as pernas, e um grande para apoiar a barriga e tirar o peso, evitando dores musculares.


• " Pode tomar café durante a gravidez? "

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o recomendado é reduzir ao máximo a ingestão de bebidas com cafeína, incluindo chá preto, chá mate e refrigerantes durante a gestação. "Elas estão associadas às queixas frequentes entre grávidas, como a azia, e podem conter corantes artificiais e outras substâncias prejudiciais ao bebê", comenta.


• " Têm alimentos que devem ser evitados? "

Ao longo da gestão é necessário ter cuidados especiais com a alimentação. "Diversos alimentos podem prejudicar o desenvolvimento do bebê e a saúde da gestante, entre eles os com excesso de açúcar, peixes crus, frutas e legumes mal lavados e leites e queijos não pasteurizados, pois podem estar contaminados", comenta Dr. Renato. Para estabelecer um cardápio saudável, o ideal é buscar o acompanhamento de um nutricionista.


• " Quais dores são comuns? "

"Dor nas costas durante a gestação é bem comum entre as grávidas. Muitas mulheres também relatam incômodos nas pernas (dor e peso) principalmente na região inervada pelo nervo ciático, além, claro, dos pés inchados", informa.

O especialista afirma que também é normal uma dor no osso da virilha. "Com o crescimento do bebê e o aumento do peso, o desconforto cresce e pode piorar durante as estações quentes. Se sentir algo fora do usual, é necessário entrar em contato com obstetra", sugere.


 

Criogênesis

https://www.criogenesis.com.br


Oxímetros de pulso são mais úteis na triagem da COVID em idosos

 As pessoas se acostumaram a ter sua temperatura verificada durante a pandemia porque a febre é um indicador chave da COVID-19. Um novo comentário da Professora Associada de Enfermagem da Washington State University, Catherine Van Son, e da Professora Assistente Clínica Deborah Eti, propõe que medir a temperatura é um indicador menos útil de infecção em idosos, e que em seu lugar, se utilize um oxímetro de pulso.

O artigo, publicado na Frontiers in Medicine, disse que as temperaturas corporais são mais baixas em idosos. Uma temperatura de linha de base mais baixa significa que a febre pode ser ignorada usando a definição padrão do CDC de 37.8 Graus Celsius ou mais.

"Na verdade", diz a revista, "mais de 30% dos idosos com infecções graves apresentam febre leve ou nenhuma febre".

Outros sinais comuns da COVID também podem ser descartados e atribuídos ao envelhecimento, como fadiga, dores no corpo e perda do paladar ou do olfato.

Além disso, alguns pacientes com a COVID-19 não apresentam sinais visíveis de níveis baixos de oxigênio, como falta de ar, mas apresentam saturação de oxigênio abaixo de 90%. Essa hipóxia assintomática pode estar associada a resultados extremamente ruins.

Van Son e Eti afirmam que oxímetros de pulso portáteis devem ser considerados para amplo uso em rastreios da COVID-19 em idosos, porque os dispositivos podem detectar mudanças na saturação de oxigênio sem outras indicações de infecção.

"A detecção (da hipóxia assintomática) é crítica para prevenir a progressão da infecção e iniciar o tratamento". "Intervenções precoces podem ajudar os pacientes a evitar procedimentos altamente invasivos (ou seja, intubação) e melhorar a alocação de recursos de saúde na comunidade."



Fonte: Catherine R. Van Son et al, Screening for COVID-19 in Older Adults: Pulse Oximeter vs. Temperature, Frontiers in Medicine (2021). DOI: 10.3389/fmed.2021.660886

 

A importância dos check-ups nos cuidados de saúde

Exames podem identificar doenças silenciosas no corpo e ajudam a melhorar a qualidade de vida

 

Hoje em dia ter um modo de vida saudável vai muito além da boa alimentação e a prática de atividades físicas. A atenção com a saúde inclui principalmente a realização de consultas e exames médicos preventivos. E por isso, a realização do check-up é muito importante na vida das pessoas, pois possibilita que por meio de exames de rotina, o estado de saúde do paciente seja analisado de forma completa.

O procedimento permite a avaliação da situação de saúde de cada pessoa, identificando doenças silenciosas e sua tendência em se desenvolver. E para obter o diagnóstico, são feitos exames laboratoriais, como de sangue e urina, além de exames radiológicos e testes funcionais, juntamente com auxílio de consultas com especialistas de cada área médica.
De acordo com uma pesquisa realizada no ano passado, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sete em cada dez brasileiros dependem exclusivamente do SUS para realizar seus tratamentos. São mais de 150 milhões de pessoas que não têm acesso aos planos de saúde.

Para não deixar os cuidados com a saúde de lado, é importante conhecer alternativas que podem ser mais acessíveis. A plataforma de saúde VidaClass, por exemplo, oferece consultas a partir de R$35,00 e exames a partir de R$2,80. Além de serviços de telemedicina, seguros com internação hospitalar, e entrega em domicílio de medicamentos pelo VC Delivery.
"Os exames de rotina são indispensáveis para manter uma boa saúde. Eles mostram com mais clareza o que está acontecendo em nosso corpo e isso salva vidas. Ter opções de atendimento médico mais acessíveis também contribui para isso. Os preços dos planos de saúde estão cada vez mais absurdos e o SUS ajuda muito, mas está superlotado, principalmente por conta da pandemia", diz Vitor Moura, CEO da VidaClass.



Check-up e a Pandemia

A preocupação com o contágio do vírus da covid impactou definitivamente nos hábitos das pessoas. Agora se tornou comum falar sobre cuidados com a saúde física, mental ou imunidade.


Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), mostra que houve uma queda de 46,4% na quantidade de mamografias feitas no Brasil, nos meses de março e agosto do ano passado, comparado ao mesmo período de 2019. Na rede pública de saúde a queda foi de 27% entre janeiro e junho de 2019 foram realizados 180.093 exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo uma pesquisa realizada pela com a marca de benefícios de refeição Ticket, com mil usuários, sobre os cuidados com a saúde na pandemia, três em cada dez pessoas não realizam check-ups ou consultas de prevenção desde o começo de 2020.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), mostra que houve uma queda de 46,4% na quantidade de mamografias feitas no Brasil, nos meses de março e agosto do ano passado, comparado ao mesmo período de 2019. Na rede pública de saúde a queda foi de 27% entre janeiro e junho de 2019 foram realizados 180.093 exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo uma pesquisa realizada pela com a marca de benefícios de refeição Ticket, com mil usuários, sobre os cuidados com a saúde na pandemia, três em cada dez pessoas não realizam check-ups ou consultas de prevenção desde o começo de 2020.

Nessa perspectiva é possível constatar que o medo covid-19 supera a preocupação com outros tipos de doenças. A maior parte das pessoas prefere adiar ou cancelar consultas e exames de rotina, o que é capaz de provocar sérias complicações.

Sobre a VidaClass - Criada em 2014, a VidaClass é uma startup que promove acesso a diversos serviços na área da saúde. Entre eles, médicos, dentistas, exames de imagens e laboratoriais, consultas multiprofissionais, pacotes hospitalares, seguro de diária, internação hospitalar e benefícios farmacêuticos. Atualmente, existem mais de 25 mil profissionais de saúde cadastrados na plataforma e mais de 200 mil usuários.





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