Nuvem hÍbrida e multi-cloud, IA orientada a resultados e dados bem governados como novos fundamentos da competitividade
Após um 2025 em
que a inteligência artificial deixou de ser tendência para se tornar parte
efetiva das operações, 2026 marca uma nova fase: a cobrança por retorno
financeiro, eficiência operacional e vantagem competitiva concreta. Para a
Objective, multinacional brasileira especializada em transformação digital,
três frentes devem guiar os investimentos em tecnologia neste ano: nuvem
híbrida e multi-cloud, IA orientada a resultados e dados como ativo
estratégico.
“A régua mudou. As
empresas não querem mais pilotos, querem ganhos claros de eficiência, redução
de custos e crescimento”, afirma João Paulo Miranda, CEO da Objective.
Nuvem híbrida e
multi-cloud como decisão de negócio
A adoção de modelos
híbridos e multi-cloud deixa de ser uma decisão técnica e passa a impactar
diretamente o negócio. Ao combinar infraestruturas próprias e múltiplas nuvens,
as empresas ganham flexibilidade, resiliência, maior controle sobre dados
sensíveis e capacidade de adaptação em ambientes voláteis, especialmente em
setores regulados.
IA orientada a
resultados
.A consolidação da
IA orientada a resultados avança à medida que agentes autônomos passam a atuar
diretamente em processos de negócio críticos, assumindo atividades contínuas,
mensuráveis e de alto impacto, em muitos casos ainda com supervisão humana.
Casos como automação de atendimento, análise de risco, otimização de operações,
prevenção a fraudes e apoio à tomada de decisão já mostram ganhos concretos de
eficiência, escala e redução de custos.
No Brasil, a
plataforma pAIr, da Objective, aplica esse mesmo conceito ao ciclo de vida do
software, utilizando agentes de IA para aumentar produtividade, qualidade e
governança no desenvolvimento e na operação de sistemas. Globalmente, empresas
como a Mastercard já utilizam agentes de IA para automatizar testes, acelerar o
desenvolvimento e elevar a confiabilidade de sistemas críticos.
Dados como ativo
estratégico
O fortalecimento
dos dados como ativo econômico completa esse tripé. Qualidade, governança e
interoperabilidade tornam-se decisivas para gerar valor, reduzir riscos e
garantir conformidade regulatória. Organizações com plataformas de dados bem
estruturadas tendem a capturar ganhos reais de eficiência e competitividade.
“Com investimentos
mais seletivos, executivos exigem que decisões digitais estejam diretamente
ligadas à eficiência, custo e risco. Arquiteturas flexíveis, IA aplicada de
forma pragmática e dados bem governados ganham ainda mais valor quando apoiados
por parceiros especializados”, conclui Miranda.
www.objective.com.br
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