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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Aumento de casos de Dengue, Zika e Chikungunya no verão reforça a importância do diagnóstico rápido e preciso

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Com sintomas semelhantes, a testagem molecular se torna ferramenta crucial para o tratamento correto e para evitar complicações; Sabin Diagnóstico e Saúde no estado de São Paulo disponibiliza painel que identifica múltiplos vírus em uma única amostra 

 

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas e chuvas em todo o país, cresce o alerta para a população para o crescimento sazonal dos casos de arboviroses como dengue, zika e chikungunya. Isso acontece devido ao acúmulo de água, que faz com que a proliferação do mosquito Aedes aegypti se intensifique. Somado ao calor intenso, que permite um ambiente ainda mais propício para que os ovos colocados pelas fêmeas eclodam e deem origem a milhares de novos mosquitos. 

Este ano, foram notificados mais de 56 mil casos de dengue no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), de residentes em 593 municípios do estado de São Paulo. Do total, 7.145 foram confirmados e três óbitos registrados. As regiões que merecem mais atenção, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde, estão Alta Paulista, Pontal do Paranapanema, Vale do Paraíba, São José do Rio Preto, Assis e Araçatuba.

Considerando o cenário, especialistas reforça a importância da testagem rápida e precisa como ferramenta essencial para o diagnóstico diferencial, orientação do tratamento adequado e prevenção de complicações graves. 

As três doenças, transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, apresentam um quadro clínico inicial muito semelhante, com sintomas como febre alta, dores de cabeça, dores no corpo e articulações, e manchas vermelhas na pele. Essa semelhança pode dificultar o diagnóstico baseado apenas na avaliação clínica, tornando os exames laboratoriais um pilar para a confirmação e o manejo correto do paciente.

"O diagnóstico diferencial é importante, pois embora os sintomas sejam parecidos, a evolução e o tratamento para cada uma dessas doenças são distintos", explica Luciana Campos, infectologista do Sabin. "Saber exatamente qual vírus está causando a infecção permite que a equipe médica adote as melhores condutas, monitore possíveis complicações, como a queda de plaquetas na dengue, e evite a prescrição de medicamentos contraindicados, o que impacta diretamente na segurança e na recuperação do paciente." 

Em face da necessidade de um diagnóstico rápido e eficiente, um exame desenvolvido pelo Sabin é capaz de detectar os três vírus numa única amostra de sangue. O Painel Molecular para Arboviroses, um exame (baseado na técnica RT-PCR), possibilita aos médicos determinarem com mais velocidade e precisão o tratamento adequado para cada caso. 

Além da testagem, a especialista enfatiza a importância das medidas de prevenção, que continuam sendo a forma mais eficaz de combate ao mosquito: 

  • Eliminar recipientes que possam acumular água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e calhas.
  • Manter caixas d'água, cisternas e outros depósitos de água devidamente vedados.
  • Utilizar repelentes e, se possível, instalar telas de proteção em janelas e portas.

  

Vacina 

No caso da dengue, a vacina QDenga previne a doença pelos quatro sorotipos da doença. O imunizante é indicado para indivíduos de 4 a 60 anos de idade. O imunizante previne cerca de 80% dos casos gerais de dengue e reduz em mais de 90% a hospitalização. O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de dois meses entre elas. Nos postos de saúde do SUS, a vacina é oferecida apenas para a faixa etária de 10 a 14 anos. No setor público existe a oferta de vacina contra dengue dose única para população dos 18 aos 60 anos.

  

Grupo Sabin
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