Decisão sobre uso
do crédito deve considerar cenário econômico e objetivos pessoais
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A contemplação no consórcio marca o momento em que
o participante recebe a carta de crédito, por sorteio ou lance, e passa a ter
poder de compra à vista. No entanto, a utilização imediata do valor nem sempre
representa a decisão mais estratégica. A Evoy Administradora de Consórcios
orienta que, dependendo do cenário econômico e dos objetivos do consorciado,
deixar o crédito aplicado pode preservar o poder de compra, proteger contra a
inflação e ampliar as possibilidades de negociação na aquisição de veículos,
imóveis ou outros bens.
“A contemplação representa o acesso ao poder de
compra à vista, mas isso não significa que o crédito precise ser utilizado
imediatamente. Em muitos casos, manter o valor aplicado pode preservar e até
ampliar a capacidade de compra do consorciado”, afirma Marcelo Lucindo, CEO da
Evoy Administradora de Consórcios.
Após a contemplação, o valor da carta de crédito
não permanece inativo. Enquanto não é utilizado, ele segue aplicado pela
Administradora, em fundos de renda fixa, mecanismo que busca assegurar correção
monetária e reduzir impactos da inflação. Não há obrigatoriedade legal de uso
imediato da carta, e o crédito pode permanecer aplicado enquanto o grupo
estiver ativo, permitindo ao participante avaliar o melhor momento para
efetivar a compra.
Entre os cenários considerados favoráveis para
manter o crédito rendendo estão períodos de juros elevados, nos quais a
rentabilidade da aplicação pode superar modalidades tradicionais de baixo
risco. Nessa condição, o valor contemplado pode funcionar como instrumento
financeiro temporário, mantendo atualização monetária até a definição da
aquisição. “A aplicação do crédito protege o consorciado da desvalorização do
dinheiro ao longo do tempo e permite que ele aguarde o momento mais adequado
para fechar negócio”, ressalta Marcelo Lucindo.
A decisão de postergar o uso da carta também pode
contribuir para ampliar o poder de negociação. Com o recurso disponível e
corrigido, o consorciado pode pesquisar preços, comparar ofertas e negociar
descontos para pagamento à vista. O intervalo entre a contemplação e a
utilização efetiva do crédito pode ser estratégico para acompanhar variações de
mercado e identificar oportunidades mais vantajosas.
Além de aguardar o melhor momento para compra,
existem estratégias financeiras que podem potencializar o uso da carta
contemplada. Uma delas é aproveitar o rendimento da aplicação para ampliar o
montante disponível. Outra possibilidade é utilizar a carta como lance em outro
grupo de consórcio, mecanismo que pode antecipar nova contemplação. Também é
permitido direcionar o valor para antecipação de parcelas, reduzindo saldo
devedor e custos totais do contrato. Caso o consórcio esteja quitado e a carta
contemplada, a regulamentação prevê a possibilidade de resgate do valor em dinheiro,
corrigido, após 180 dias.
“O consórcio é uma ferramenta de planejamento financeiro. A decisão de usar ou manter o crédito aplicado deve estar alinhada aos objetivos do cliente e ao cenário econômico”, conclui Marcelo Lucindo.
Evoy Administradora de Consórcios
Evoy Consórcios
Instagram: @evoyconsorcios
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