Sem acessibilidade
não há festa para todos, defende André Naves ao falar de Carnaval inclusivo
Especialista em direitos humanos cobra
planejamento e inclusão para que pessoas com deficiência participem plenamente
do Carnaval
Às vésperas do Carnaval, uma das maiores manifestações
culturais do país, o debate sobre acessibilidade e inclusão ganha centralidade.
Para o Defensor Público Federal e especialista em direitos humanos, André
Naves, garantir um carnaval inclusivo é assegurar o direito constitucional à
cultura, ao lazer e à convivência social para pessoas com deficiência.
“O Carnaval não pode ser um espaço de exclusão. Acessibilidade
física, comunicacional e atitudinal é condição básica para que todas as pessoas
possam participar plenamente da festa”, afirma André Naves, especialista em
Direitos Humanos e Inclusão Social.
Entre as medidas necessárias estão camarotes acessíveis, banheiros
adaptados, rotas sem barreiras, intérpretes de Libras, sinalização adequada e
treinamento das equipes de apoio. “Não se trata de privilégio, mas de
cumprimento da lei e de respeito à diversidade humana”, reforça.
Segundo o defensor, eventos inclusivos fortalecem a cidadania e
promovem mudança cultural. “Quando a sociedade enxerga a pessoa com deficiência
ocupando espaços públicos de lazer e celebração, avançamos no combate ao
capacitismo e na construção de uma cultura verdadeiramente inclusiva”, destaca.
André Naves também ressalta que o poder público e os organizadores
de eventos devem planejar a acessibilidade desde o início. “Inclusão não pode
ser improvisada. Ela precisa estar no projeto, no orçamento e na execução”,
conclui.
O Carnaval inclusivo é um passo essencial para que a maior festa
popular do Brasil represente, de fato, todos os brasileiros. Para saber mais
sobre o trabalho de André Naves, acesse o site andrenaves.com ou acompanhe
pelas redes sociais: @andrenaves.def.
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