Pesquisar no Blog

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Compras online: 4 alternativas para quem não tem cartão de crédito

Opções como transferência bancária, depósito ou até o tradicional pagamento na retirada do produto podem ser saída para o consumidor

 

Com o aumento das compras online e a busca por compras acessíveis para o dia a dia, como alimentos e produtos de limpeza, os perfis de compradores variaram. O consumidor que finalizava suas compras sempre com cartão de crédito tem dado lugar àqueles que procuram por meios tradicionais, como o dinheiro em espécie e a transferência bancária.

Para atrair todos os perfis de compradores, é essencial diversificar nas formas de pagamento online e oferecer um checkout transparente. Uma pesquisa realizada pela Proteste, entidade de defesa do consumidor, aponta que um dos principais empecilhos para compras online são os meios de pagamento, no qual a maioria dos sites apresentam apenas duas ou três opções, que variam entre boleto, cartão de crédito e, em poucos casos, débito.

No entanto, comprar online ainda pode ser um desafio para muitas pessoas que não possuem cartão de crédito e que acabaram sendo excluídas das modalidades de compras no meio digital. A Facily, primeiro aplicativo de social commerce da América Latina, mostra algumas alternativas para quem não tem cartão de crédito. Confira:


• Pix

A recente forma de pagamento tem ganhado o coração dos consumidores. O PIX é rápido, fácil, sem cobrança extra para o consumidor e com taxas menores para quem vende, e ocorre por débito à vista em conta. Como é instantâneo e pode acontecer em qualquer dia, inclusive fins de semana e feriados, a liberação de produtos em estoque é feita rapidamente, evitando transtornos de confirmação de pagamento, já que o crédito cai na hora.


• Pagamento em dinheiro no ponto de retirada

Comprar online e só pagar na retirada do produto, segue como a modalidade de pagamento mais acessível para o brasileiro. Por fornecer confiabilidade ao consumidor e, ainda, incluir a população desbancarizada no meio digital, é fundamental que o usuário também possa optar por este meio.


• Transferência bancária

A transferência bancária é um método mais antigo e bem conhecido por todos de realizar transações sem a necessidade de movimentar dinheiro em espécie. Confiável, o sistema reconhece automaticamente a transação e inicia o processo logístico para entrega da mercadoria. É um ótimo substituto para o boleto bancário e ganhar tempo.


• Boleto bancário

Popular entre os consumidores que querem pagar à vista ou também não possuem conta em banco, o boleto é um dos modelos mais acessíveis e que pode levar até três dias para compensação bancária


Facily


Câmara dos Deputados impõe urgência para PL 3819

O projeto de lei impede abertura de mercado e ameaça 14 mil linhas de ônibus, que atende mais de 2,5 milhões de brasileiros


Na noite de segunda-feira (24 de maio de 2021), entrou na pauta da Câmara dos Deputados o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 3019/20, que coloca em risco 14 mil linhas de ônibus que atendem mais de 2,5 milhões de brasileiros e proporcionam mais de 180 mil empregos. Conforme recentes estudos da ANTT, o mercado rodoviário atual se caracteriza oligopólio e monopólio, já que dados públicos mostram que em 66% das linhas há apenas uma empresa atuando. Em 26%, duas empresas. Em somente 8%, há três ou mais. 

Neste sentido, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia vê com preocupação as propostas do PL, que vão na contramão da inovação observada em mercados internacionais, como na Alemanha e Estados Unidos, e podem vetar meios de locomoção para 416 municípios e colocar centenas de empregos em risco. A Amobitec entende que, com mais concorrência, é possível garantir produtos e serviços de melhor qualidade a um menor preço para a população por meio de novas tecnologias que reduzem custos, beneficiando diretamente os 52 milhões de brasileiros desassistidos pelo sistema. Sobretudo, a entidade defende que o tema que tem sido debatido na Comissão de Viação e Transportes demanda um debate ainda mais profundo, não sendo o momento de um pedido de urgência.

O requerimento de urgência para o projeto que fecha o mercado de ônibus é de autoria dos deputados Silas Câmara, do Republicanos, aliado de Arthur Lira. Se o pedido passar pela Câmara, a casa terá que analisar o projeto em no máximo de 45 dias. A partir desse prazo, a pauta de votações ficará bloqueada.

 


Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia - Amobitec


A esperança da imunização sem fronteiras

Muito tem se falado sobre o tal de “turismo da vacina”. Essa categoria de viagem surgiu recentemente devido à pandemia da Covid-19. Os destinos estão sendo buscados por brasileiros com a esperança de conseguirem a vacina antes do tempo previsto por aqui. 

No dia 11 de maio, o prefeito de Nova Iorque, Bill de Blasio, com autorização do governo estadual, declarou que a cidade está pronta para começar a atender a demanda de turistas pela vacina. Essa “propaganda”, somada ao fato da campanha de vacinação do Brasil estar acontecendo em menor escala e o percentual de pessoas vacinadas com a segunda dose estar na casa dos 10%, estimulou muitos brasileiros a pensar em viajar como uma maneira de agilizar o processo de vacinação. 

O aumento na procura por viagens aos Estados Unidos – não só mais a lazer, mas por motivos de saúde – fez com que as agências de viagens oferecessem planos organizados de acordo com as regras de entrada de estrangeiros no país. Porém, é preciso entender que esses pacotes não são – e nem podem ser – uma promessa de imunização. São muitos fatores envolvidos.

Muita gente se esquece de verificar o prazo de validade de vistos e passaportes, que podem ter vencido durante a pandemia e a pessoa ainda não se deu conta. Além disso, antes de desembarcar em território norte americano, é preciso cumprir uma quarentena de 15 dias em outra região, que esteja aceitando brasileiros e tenha o trânsito com EUA liberado, como é o caso do México. Outro fator importante é ter em mente que algumas vacinas precisam de duas doses, e que os brasileiros que estão viajando para serem vacinados estão com a expectativa de tomar a vacina da Johnson & Johnson que é apenas uma aplicação, no entanto, não existem garantias de que ela estará disponível. 

Também é necessário apresentar um teste com resultado negativo para coronavírus antes de poder ingressar nos EUA feito com menos de 3 dias do dia da entrada. Mais uma implicação: se contrair a doença durante a logística de entrada no país, o processo demora ainda mais, pois terá que remarcar toda a viagem com taxas de alteração, além de cobranças para prolongar a hospedagem, seja no meio ou no fim da viagem. Então se formos calcular, sem complicações, é preciso disponibilizar nas melhores hipóteses pelo menos 20 dias de estadia no exterior. Além disso, o retorno para o Brasil não é tão simples já que o país exige PCR para a entrada mesmo de viajantes vacinados. 

Em 2021, o desejo por uma viagem de descanso e para aliviar a tensão provocada pela pandemia também aumentou. A retomada gradativa do turismo trouxe uma expectativa positiva para aqueles que estão há mais de um ano sem ver o mundo. Há grupos de pessoas que aproveitam que o tempo despendido na viagem é longo para criarem momentos de lazer. O cenário global moldou a nossa maneira de viver e, por isso, é compreensível que haja muita ansiedade para realizar qualquer atividade que saia um pouco dessa nova rotina.

Porém, o que precisamos ter em mente, de maneira muito clara, é que as agências de viagem oferecem pacotes somente de viagem, e não de vacinação. Não há como assegurar que realmente seja efetivada a imunização, já que isso depende de regras que podem mudar, e da disponibilidade de vacinas , que também é incerta.    

A intenção dos agentes de viagens é sempre facilitar a vida do cliente final e auxiliar no processo de planejamento de uma viagem, durante e pós viagem. Ou seja, é preciso cuidar com promessas encantadoras e falsas garantias de imunização. Agora, se houver disponibilidade de mais de 20 dias viajando, ter a possibilidade de desembolsar um valor considerável, talvez o “turismo da vacina” seja pra você. Pelo menos, para tentar. 



Gabriel Cordeiro - gerente geral da BWT Operadora.


Últimos Dias: Saiba como declarar os criptoativos

Julieti Brambila, diretora jurídica do Alter, dá dicas de como informar rendimentos obtidos com criptoativos


Os contribuintes já deram início às declarações do Imposto de Renda 2021 (DIRPF) que devem ser realizadas até o dia 31 de maio. O assunto sempre levanta dúvidas, principalmente quando o tema são as moedas digitais. Pessoas físicas e jurídicas que investem em Bitcoin e outras criptomoedas devem declarar a posse e os possíveis lucros obtidos no mercado de criptoativos.

A novidade para esse ano foi a criação de códigos específicos para declaração dos ativos digitais. A declaração deve ser realizada se o contribuinte possuía em 31/12/2020 mais de R$5 mil em criptomoedas. Para Julieti Brambila, diretora jurídica do Alter, primeira cripto conta do Brasil, é de suma importância que os usuários estejam atentos ao declarar seus criptoativos. “A declaração das criptomoedas é obrigatória e a tendência é que a Receita Federal esteja atenta a toda a movimentação, então os que não declararem futuramente poderão ter problemas e estarem sujeitos à penalidades e multas, por conta do cruzamento de dados que ocorre em virtude da IN 1.888/19, que obriga agentes do setor cripto a prestar informações das operações.".

A declaração é simples e pode ser feita rapidamente, basta baixar o programa da declaração em 2021 e solicitar às empresas (exchanges, wallets, etc) os extratos no período de 1 de janeiro (ou da data de compra) até 31 de dezembro de 2020. Neste ano, os contribuintes devem preencher os campos com os novos códigos e não mais informar em “Bens e Direitos'' e no campo “Outros bens e direitos” código 99, como era feito no ano passado. 

“Esse ano, os códigos para declaração mudaram: o código 81 ficou para o bitcoin (BTC), o código 82 para outras criptomoedas e o código 89 para os demais ativos digitais que não são criptomoedas. Por isso, é importante estar sempre atento aos códigos inseridos, lembrando que cada operação de compra deve ser declarada individualmente, com as discriminações necessárias”, revela Julieti. 

Toda declaração do imposto de renda é feita em reais e a informação de base do preço deve ser atribuída sempre pelo valor de aquisição do criptoativo e não pelo valor de mercado, a declaração ocorre quando o valor dos ativos for superior a R$5 mil. Para as vendas das criptomoedas, haverá apuração do lucro (ganho de capital)  quando os valores das operações, no mês, forem superiores a R$35 mil, devendo o imposto ser pago até o último dia do mês subsequente ao das operações. O programa para computador já está disponível na página da Receita Federal.


Criptomoedas x Real Digital: entenda as diretrizes do Banco Central

Nova regulamentação visa implementar moeda digital soberana; especialista alerta que medida não significa a regulação das criptomoedas no Brasil


O Banco Central publicou as diretrizes para o lançamento de uma moeda digital brasileira nos próximos anos. O objetivo é que o órgão regulador articule juntamente com entidades do mercado financeiro todo o ecossistema necessário para que esta moeda comece a operar. Para o especialista em regulação do mercado financeiro, José Luiz Rodrigues, essa medida reflete o processo de modernização do Sistema Financeiro Nacional, mas não significa uma regulação das criptomoedas no país.

“O Banco Central vem debatendo as políticas de modernização desde a criação da Agenda BC#, que, dentre outras coisas, reúne um conjunto de ações voltadas para a organização de um ecossistema financeiro digital e seguro. Uma das grandes inovações que vieram com a Agenda BC# foi o Pix, por exemplo. Com essas inovações se desenvolvendo, é natural que o órgão regulador passe a olhar para outras portas que se abrem a partir da digitalização crescente e do surgimento de novas tecnologias, como é o caso agora das moedas digitais”, explica José Luiz, que também é sócio da JL Rodrigues & Consultores Associados.

José Luiz Rodrigues detalha que a modernização do Sistema Financeiro Nacional é um processo contínuo, que impacta na chegada das moedas digitais. Mas é importante frisar que o que está sendo discutido neste momento é a moeda digital soberana (ou seja, o Real Digital) e não a regulamentação de criptomoedas. Este é um tema ainda polêmico, que as autoridades reguladoras mundiais vêm acompanhando com muita cautela.

Como o objetivo do Banco Central é trazer o real em moeda digital, o regulador dividiu as diretrizes em três categorias: funcionamento, garantias legais e premissas tecnológicas. Entre os pontos para o funcionamento, o BC destacou: o foco tecnológico, para fomentar modelos de negócio inovadores; o uso da moeda no varejo; a integração das operações online com os sistemas de pagamento já existentes; um modelo de distribuição intermediado e a gestão da carteira virtual similar à carteira física - por exemplo, ao manter uma nota de R$ 10 parada na carteira, ela não muda de valor, e o mesmo deve seguir com o Real Digital.

“Essas diretrizes são o primeiro passo para que o Brasil consiga emitir a sua moeda digital. O Banco Central deverá, ainda, ouvir a sociedade e os participantes do mercado”, pontua José Luiz. Vale destacar que essa medida acontece ao mesmo tempo em que o BC abre espaço para que o uso de tecnologia traga inovações capazes de contribuir com esse processo de modernização. Um exemplo é o sandbox regulatório, que, na primeira chamada, recebeu 51 inscrições de projetos a serem testados efetivamente no mercado financeiro.

“O Banco Central começou o debate com o open banking, que chega agora em junho e é basicamente um sistema para troca de informações de forma padronizada entre instituições financeiras e demais instituições que compõem o mercado. Depois, veio o Pix, o sistema de pagamentos instantâneos, que teve adesão maior do que o esperado para os primeiros meses e facilitou os pagamentos e as transferências entre pessoas. Em paralelo, o sandbox também abriu inscrições neste ano, para que novas tecnologias financeiras sejam testadas em um ambiente seguro e sem penalizações. Agora, o BC começa a se preparar para o lançamento da moeda digital em um futuro próximo. É um processo linear. E em um cenário tão analógico, como antes era o Sistema Financeiro Nacional, não dava para o órgão regulador pular etapas”, conclui José Luiz. 

 


JL Rodrigues & Consultores Associados

https://jlrodrigues.com.br/

Mais de um milhão e meio de pessoas se tornaram inadimplentes em 2021, mostra Serasa Experia

Setores financeiro e de Utilities registram as maiores altas nas dívidas atrasadas

 

O total de brasileiros com contas em atraso chegou a 63 milhões em abril de 2021, uma alta de 0,7% com relação ao mês anterior. 2021 já acumula 1,6 milhão de pessoas que deixaram de pagar suas dívidas e acabaram sendo negativadas, sendo que este é o terceiro aumento do índice no ano. O total de devedores em abril/21 ainda é o maior desde agosto/20, com 39,5% da população adulta nesta situação. No comparativo com abril/20, quando houve o recorde da série histórica de inadimplentes, houve queda de 4,4%.


O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, explica que a redução do auxílio dado pelo governo e o alto número de desempregados são alguns dos fatores que contribuem para essa tendência de alta, que deve continuar nos próximos meses. “Além desses pontos, os aumentos das taxas de juros e da inflação comprometeram a renda da população. As pessoas tiveram que priorizar os pagamentos, o que acabou deixando pendências pelo caminho”, comenta.

Os setores que apresentaram maior crescimento no acumulado de dívidas são o de Utilities (água, luz e gás) e financeiro, junção de bancos e cartões com as financeiras. Estas, inclusive, foram as que mais cresceram entre março e abril deste ano – 0,7 ponto percentual. Confira abaixo:


Goiás foi o Estado onde foi registrada a maior queda (0,6 p.p). da inadimplência entre março e abril deste ano, enquanto o Ceará apresentou o crescimento mais acentuado (1,3 p.p.). O Amazonas segue sendo o local com a maior porcentagem da população acima dos 18 anos com dívidas negativadas (52,2%). Clique e veja os dados completos.

 

 


Serasa Experian

www.serasaexperian.com.br


Na reta final do IRPF, Etecs e Fatecs ainda esclarecem dúvidas

Atendimentos são feitos de forma remota, visando respeitar o distanciamento social durante a pandemia

                                                                Foto: Getty Images



Unidades do Paula Souza formaram equipes de professores e alunos para ajudar quem enfrenta dificuldades no preenchimento da declaração

 

A quatro dias do prazo final para entrega da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física, Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais ainda oferecem consultoria para a elaboração do documento. Professores e estudantes de seis municípios, com diversas formações, estão auxiliando gratuitamente quem encontra dificuldades nessa tarefa.

Os atendimentos são realizados de forma remota, visando respeitar o distanciamento social necessário para a preservação da saúde das pessoas durante a pandemia. O serviço oferecido pelos estudantes tem a supervisão dos professores.

Para se ter uma ideia, na Etec Abdias do Nascimento, localizada em Paraisópolis, bairro da zona sul da Capital, cerca de 70 contribuintes já procuraram o serviço na unidade e encaminharam mais de 300 perguntas. O grupo que faz a consultoria é composto por 6 professores e 12 alunos.


Documentos

Os interessados na consultoria devem separar comprovantes de rendimentos do ano-calendário 2020, declaração anterior com recibo de entrega (se houver), número do RG, CPF e título de eleitor, endereço residencial, dados da conta bancária para restituição e comprovantes de despesas que possam ser abatidas (consultas médicas, exames clínicos, mensalidades escolares, contribuição para previdência privada, entre outros). Mais informações sobre a declaração podem ser obtidas no site da Receita Federal.

As unidades que oferecem o serviço são: Etec Abdias do Nascimento (Capital), Etec de Cubatão, Etec Dr. José Luiz Viana Coutinho (Jales), Etec Eng. Herval Bellusci (Adamantina), Etec Ferrúcio Humberto Gazzetta (Nova Odessa) e Fatec Tatuí. Mais informações sobre os plantões de atendimento podem ser encontradas aqui.

 



Sobre o Centro Paula SouzaAutarquia do Governo do Estado de São Paulo vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o Centro Paula Souza (CPS) administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além das classes descentralizadas – unidades que funcionam com um ou mais cursos, sob a supervisão de uma Etec –, em cerca de 360 municípios paulistas. As Etecs atendem mais de 228 mil estudantes nos Ensinos Técnico, Integrado e Médio. Nas Fatecs, o número de matriculados nos cursos de graduação tecnológica supera 94 mil alunos.


Dados do Detran.SP mostram queda de 53,8% no número de multas aplicadas nos últimos 4 ano

“ Em tempos de pandemia, a grande vacina no trânsito é o respeito à legislação para salvar vidas”, afirma o presidente do Departamento de Trânsito, Neto Mascellani

 

Levantamento realizado pelo Detran.SP mostra que o número de autuações feitas pelo departamento teve redução de 53.8% nos últimos quatro anos, entre 2017 e 2020, no Estado de São Paulo. Foram aplicadas 1.9 milhão de multas em 2017, contra 876 mil em 2020. Este é o menor número de multas nos últimos 15 anos. Em 2006, foram contabilizadas 820 mil autuações.

 

Os dados registrados pelo órgão estadual de trânsito mostram uma redução contínua neste período: 10,5% em 2018, 17,6% em 2019, e 37,4% no ano passado. Em 2017 foi aplicado 1,9 milhão de multas; em 2018 1,7 milhão, 2019 1,4 milhão e 2020 876 mil.

 

As três infrações mais cometidas pelos motoristas paulistas foram conduzir o veículo sem que esteja devidamente licenciado, deixar de efetuar o registro do veículo em 30 dias e dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação.

 

Apesar da pandemia ter contribuído para diminuição de autuações, por conta da recomendação do isolamento social desde março de 2020 que reduziu a circulação de veículos pelas vias urbanas, o diretor-presidente do Detran.SP, Neto Mascellani, atribui o resultado também às ações de educação de trânsito permanentes.

“O Detran.SP trabalha fortemente na conscientização e educação, e isso se reflete na redução das autuações e na melhoria do trânsito paulista. Em tempos de pandemia, a grande vacina no trânsito é o respeito à legislação para salvar vidas. Só assim diminuiremos perdas humanas e danos causados no trânsito. É um processo de amadurecimento do condutor e de formação do cidadão”, afirma Neto.

É importante reforçar que as autuações do Detran.SP têm caráter administrativo e dependem de abordagem do condutor para serem efetivadas, como, por exemplo, falta de licenciamento, habilitação vencida, uso de celular, entre outras. Cabe esclarecer que o departamento não multa por meio de radar nem autua em rodovias. 

Em 2021 foram emitidas, até 14/05, 979.466 Notificações de Autuação (NA) e 390.641 Notificações de Penalidade (NP), lembrando que a partir da Portaria CONTRAN 208/21, o envio das NPs foi suspenso.

 


Portarias CONTRAN


A Deliberação número 185 do Contran, de 27 de março de 2020, suspendeu por tempo indeterminado o envio de multas aos cidadãos, mas as autuações continuaram a ser aplicadas pelos Detrans de todo o país. Em 16 de novembro, o Contran lançou a Resolução 805 que reestabeleceu o envio das multas e estabeleceu prazos para defesas, recursos, identificação do condutor, entre outros.

Já a portaria 208 de 24 de março de 2021, referendada pela Resolução CONTRAN 828 de 08 de abril de 2021, suspendeu por tempo indeterminado o envio das Notificações de Penalidade (NP), porém as Notificações de Autuação (NA) não foram paralisadas conforme o calendário estabelecido anteriormente.

 

 

Educação para o Trânsito no Detran.SP


Para um trânsito cada vez mais seguro e consciente, o Detran.SP mantém diversos programas permanentes ligados à educação para o trânsito. Confira abaixo os principais:


 Clube do Bem-Te-Vi: coordenado e desenvolvido pela Diretoria de Educação para o Trânsito e Fiscalização do Detran.SP em parceria com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, o programa tem a finalidade de educar as crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

 

Cidadania em Movimento: em parceria com a Fundação Grupo Volkswagen, o Detran.SP desenvolve desde 2019 o projeto, que trabalha com temas ligados a segurança viária, planejamento urbano e sustentabilidade nos transportes. 

 

Educação Viária é Vital: em parceria com a FUNDACIÓN MAPFRE, o Detran.SP desenvolve o Programa “Educação Viária é Vital” desde 2015. Desde então, a iniciativa vem se consolidando como uma ação educativa interessada em incentivar a pesquisa e a compreensão do trânsito.

 

Criança Segura no Trânsito: através de cursos online, o projeto é focado na conscientização e prevenção de acidentes no trânsito. O trabalho é feito com crianças e adolescentes de até 14 anos de idade.

 

Cenário da construção civil pede atenção por parte de quem quer comprar um imóvel

A pandemia afetou muito o ramo da construção civil e isso se nota através do Índice de Preços ao Produtor (IPA-10), que atingiu 38,66% nos últimos doze meses, e do Índice Nacional da Construção Civil (INCC) que bateu a casa dos 30,86% no mesmo período. Ambos registraram o maior percentual de todos os tempos. O reflexo desses índices está diretamente relacionado à construção de novos imóveis.

Tanto o IPA-10 quanto o INCC estão ligados a custo de produtos, materiais e mão de obra da construção civil, como explica o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Vinícius Costa. De acordo com ele, se esses índices sofrem aumento exorbitante como o que se viu nos últimos doze meses, significa que o custo do metro quadrado na construção civil também sofrerá um aumento. “Essa situação reflete direta e exclusivamente no custo dos imóveis novos e em construção. Para que haja a possibilidade de lucro das construtoras, o valor dos imóveis também sofrerá essa correção, ou então a atividade vai acabar se tornando inviável.”

Para quem buscar construir ou comprar imóvel na planta, Vinícius Costa diz que é importante pensar bem nesse cenário de aumento e na incerteza que ainda paira sobre esses índices da construção civil. “Se a tendência de aumento se mantiver, o custo da aquisição de um imóvel novo ou em construção vai sofrer uma variação muito grande e pesar no bolso do cidadão. A alternativa para quem quer adquirir um imóvel é buscar opções de imóveis usados com venda direta pelo proprietário ou por meio de leilão”, analisa.

Diante disso, o advogado recomenda que se privilegie a compra de um imóvel usado, especialmente para quem vai utilizar financiamento. “Como a valorização do metro quadrado não guarda muita relação com os índices da construção civil, aproveitar as taxas de juros do financiamento habitacional que estão em baixa se torna um excelente negócio. Para quem buscar descontos, optar por leilão pode ser uma alternativa, mas toda cautela deve ser tomada antes de arrematar um imóvel”, orienta.

 


Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação - ABMH


Educação no trânsito deve começar nas escolas

Em evento da AMRIGS, especialistas em Medicina do Tráfego alertam sobre a importância de conscientizar a sociedade


Nesta terça-feira (25/05), a Associação Médica do Rio Grande do Sul realizou mais uma edição virtual do Ciclo de Palestras AMRIGS, desta vez com o tema “Trânsito no Brasil: uma questão de saúde pública”, alusivo ao movimento Maio Amarelo, campanha de prevenção de acidentes de trânsito. O evento gratuito contou com a mediação do médico especialista em Medicina do Tráfego e vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego do RS (ABRAMET RS), Dr. Ricardo Hegele, e também com a participação dos especialistas em Medicina do Tráfego, Dr. Juarez Molinari e Dr. Fábio Caldana.

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o trânsito brasileiro é o quarto mais violento do continente americano e a segunda maior causa de morte externa no Brasil. Ainda de acordo com os dados, cerca de 1,25 milhão de pessoas morrem, no mundo, por ano, em acidentes de trânsito, e metade das vítimas são pedestres, ciclistas e motociclistas. Conforme comentou Hegele, a educação continuada é fundamental para conscientizar a sociedade.

“Necessitamos fazer deslocamentos diários, seja para ir ao trabalho ou atividades de lazer, e já corremos o risco de nos envolver em sinistros de trânsito. A principal vítima do trânsito hoje é o homem na faixa etária de 20 a 29 anos e os principais fatores ainda são o excesso de velocidade e álcool, sem contar o uso de smartphones que hoje contribuem para a distração. É preciso investir mais na educação e na prevenção, pois o código de trânsito brasileiro é bastante educativo e rígido, mas não é seguido”, afirmou.

Os especialistas destacaram a importância da instauração de leis mais rígidas, como a Lei Seca, a do cinto de segurança ou da cadeirinha, que reduziu em torno de 20% o número de mortes de crianças. Novas regras para o uso do capacete, segundo eles, também apresentaram resultados positivos e contribuíram para a redução de mortes no trânsito.

O especialista em Medicina do Tráfego, Dr. Juarez Molinari, reforçou que o compromisso de educar e sensibilizar a sociedade para a problemática do trânsito deve partir de cada um.

“O pediatra pode educar a criança a usar a cadeirinha, por exemplo. Não precisa esperar que o guarda de trânsito faça isso. Todas as especialidades devem estar orientadas para ajudar. Lamentavelmente, os números vão além das estatísticas. Além das mortes, as internações muitas vezes são demoradas e os custos hospitalares e materiais chegam a dezenas de bilhões de reais, eles representam 2% do PIB brasileiro. É necessária uma formação sobre o trânsito desde o início escolar”, alertou.

Para o Dr. Fábio Caldana, especialista em Medicina do Tráfego, a tecnologia já contribuiu para a redução das fatalidades ou para menor gravidade de lesões. Mais do que controlar a velocidade e beneficiar no monitoramento, ela atua de forma direta na segurança e qualidade de vida das pessoas.

“O airbag, por exemplo, até a década de 80 não era um item obrigatório. O encosto de cabeça, capacete e cinto de segurança, por uma questão de normalização, hoje trazem aporte e diminuem consideravelmente o número de óbitos. Os avanços tecnológicos precisam estar alinhados com uma educação no trânsito. Não vamos diminuir os números se não tivermos na escola uma instrução neste sentido”, ressaltou.



Fernanda Calegaro


3 dicas para equilibrar a saúde mental com a financeira

Chegar no fim do mês sem ter recursos financeiros para quitar as dívidas é uma das preocupações que mais prejudica o sono de muita gente, não é mesmo? O número de famílias endividadas no país alcançou, em abril, 67.5%, segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Pois é, a situação financeira de um indivíduo pode sim influenciar diretamente na sua saúde mental e acabar prejudicando outras áreas da vida. Mas, também é totalmente possível reverter esse quadro com ajuda médica e, claro, educação financeira.

"Um dos principais problemas financeiros de quem sofre quando a conta não fecha no azul é a falta de controle e a dificuldade de assimilar tudo o que se ganha versus o que se gasta", explica Luciana Ikedo, assessora de investimentos, CEO e fundadora do escritório Ikedo Investimentos . "Muitos acabam se excedendo e ficando no negativo sempre, e é isso que leva ao endividamento", reforça Ikedo. Esse é um problema que parece ser apenas com o dinheiro mas, que pode desencadear outros riscos. São exemplos de problemas financeiros: a compulsividade e confundir a necessidade com o desejo.

A boa notícia é que a mudança de hábitos pode ser uma grande aliada nesses casos. E, como toda mudança, tal atitude pode ser difícil no começo mas, é preciso insistência. A especialista relaciona algumas dicas que podem ajudar nesse equilíbrio entre a saúde mental e a financeira, confira:

• Procure enxugar os seus gastos. Comece cortando supérfluos do orçamento e oxigene a sua renda. Dessa forma será possível voltar a fazer planejamentos e sonhar com objetivos mais plausíveis que proporcionem uma satisfação muito mais duradoura. Para que você tenha uma vida financeira equilibrada, a regra de ouro é: gaste sempre menos do que você ganha. E esse ajuste orçamentário precisa ser feito já, visando não só a sua saúde mental, mas também o seu bem-estar financeiro e a busca por seus objetivos.

• Evite gastar em busca de compensação emocional. Algumas pessoas também gastam para contrabalançar algum tipo de frustração ou outro problema. A lógica é sempre a mesma: "se eu trabalho demais, vou comprar por que eu mereço" ou "quando eu consigo um bom resultado profissional, vou comprar porque estou feliz", e assim por diante em uma armadilha mental que quase sempre resulta em um desastre financeiro. Para não cair nessas armadilhas e retomar o controle da sua vida financeira, prezando também pela saúde emocional, é importante avaliar realmente o que está por trás da decisão de compra. Saia do lado emocional e parta para o lado racional.

• Faça um orçamento e tenha controle sobre os ganhos e gastos. É imprescindível que você traga o dinheiro para um patamar controlável e que pode gerar mais tranquilidade e evitar que esses problemas ocorram. "Tenha consciência de que a liberdade financeira vai proporcionar muitas oportunidades e realização de sonhos mas, é você quem controla o dinheiro e não o contrário. Entenda que é mandatório que você assuma, hoje mesmo, as próprias rédeas das suas finanças e consiga contornar situações adversas", finaliza a especialista.

 


Luciana Ikedo - Assessora de investimentos, CEO e fundadora do escritório Ikedo Investimentos. Possui certificações CFP®, CPA-20 e 25 anos de experiência nas áreas de finanças e investimentos; MBA Internacional em Gestão Empresarial pela FGV e em International Strategic Business Leadership Paths to the Future da Universidade de Ohio; MBA em Finanças e Gestão de Pessoas pelo Insper e em International Business Immersion na Universidade de Tampa, na Flórida.


As Soft Skills na comunicação interpessoal

Mais do que apenas trazer melhores relacionamentos, essas competências e habilidades são fundamentais no sucesso da corporação


Um relacionamento envolve dois lados de uma só moeda. Ele é construído com o auxílio de todos os envolvidos, de modo a sempre, nos casos saudáveis, levar em conta os desejos, opiniões e gostos de cada indivíduo. Apesar da interação ser o que constitui um bom relacionamento, essa também pode ser o motivo do fracasso do mesmo. 

No que se refere aos relacionamentos necessários nos ambientes de trabalho, eles podem, facilmente, gerar problemas para funcionários e líderes. Segundo a gestora de carreiras, Madalena Feliciano, que tem mais de vinte anos de experiência com o mercado corporativo, “nas empresas, principalmente tendo em vista um momento de pandemia, no qual a comunicação se tornou essencial no Home Office, os relacionamentos entre colaboradores podem ser difíceis de tal modo que ocasionam discussões e ainda outros prejuízos mais sérios”. 

Capacitar, portanto, cada colaborador, para que consigam ter boas trocas de comunicação e um bom relacionamento entre seus colegas é essencial. “Com as populares Soft Skills, as empresas têm a possibilidade de desenvolver habilidades comportamentais em cada funcionário por meio de treinamentos e palestras”, explica a gestora. Todavia, essas habilidades interpessoais, exigem esforços tanto da parte da empresa como também do funcionário. 

Treinar Soft Skills não promete somente capacitar os funcionários a conseguirem se portar com mais inteligência emocional nos ambientes, mas também traz à empresa uma grande vantagem: Empregados mais do que competentes e capazes, empregados leais que, antes de tudo, são boas pessoas. Uma pesquisa realizada pela Manpower Group com 26 mil empregadores em 43 países, indica que um terço das empresas estão investindo no treinamento das habilidades de Softs Skills com os funcionários. Vale lembrar que no Brasil o percentual é de 43% de empresas que se preocupam com as comunicações interpessoais.  

Para Madalena Feliciano, “treinar as soft Skills, apesar de ser muito importante, pode ser muito desafiador e trabalhoso, já que envolve mais do que apenas o investimento, mas também a dependência da vontade de outras pessoas”. Ter habilidades comportamentais que facilitam os relacionamentos é essencial, mas como?

A gestora explica que “nesse tipo de treinamento, são trabalhados habilidades como empatia, flexibilidade, modos de trabalho - sob pressão, em equipe -, liderança.. Todas essas moldam os funcionários e, consequentemente, toda a empresa”. Por meio de um gerenciamento de tempo, hábitos e modos comuns de se portar, toda a equipe consegue ter êxito nessa tarefa.

Para que esse desenvolvimento pessoal, seja feito com sucesso, “é necessário que as empresas mudem o ponto de vista. Antes de entender o rumo, é preciso entender a sua própria cultura e modos operantes dentro da própria sede. Conhecer os valores, as crenças e as atitudes padrões dentro da empresa é o primeiro passo antes de iniciar o treinamento”, afirma a gestora.

Por último, ainda vale dizer que: “O treinamento precisa, obrigatoriamente, despertar interesse. As partes precisam ter vontade de se autoconhecer. Para promover isso, os Softs Skills precisam ser mais do que apenas um tempo desperdiçado na frente do computador. Precisa promover interesse e atividades práticas”, finaliza a especialista. 



Madalena Feliciano

Gestora de Carreira e Hipnoterapeuta

https://madalenafeliciano.com.br/

https://www.instagram.com/madalenafeliciano/

https://www.facebook.com/madalena.feliciano1

https://www.linkedin.com/in/madalenafeliciano/

madalena@ipcoaching.com.br

www.ipcoaching.com.br

www.outlierscareers.com.br

Rua Engenheiro Ranulfo Pinheiro Lima, nº 118, Ipiranga/SP.

 

FAPESP indexa programas e projetos aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Site Pesquisa, Inovação e Parcerias para a Agenda 2030, que será inaugurado hoje, dá início às celebrações dos 60 anos da FAPESP, comemorados em 23 de maio de 2022 (imagem: Agência FAPESP/divulgação)


A FAPESP inaugura hoje (27/05) o site Pesquisa, Inovação e Parcerias para a Agenda 2030, que indexa todos os programas da Fundação e os projetos apoiados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O novo site será anunciado às 15 horas pelo presidente da FAPESP, Marco Antonio Zago, durante cerimônia de lançamento da chamada para a constituição de Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CDC-SP), no Auditório Ulysses Guimarães do Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador João Doria e da secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

Os ODS resumem um apelo da Organização das Nações Unidas (ONU) para mobilização global contra a pobreza e em defesa do meio ambiente e do clima, de forma a garantir que as pessoas, em todo o mundo, desfrutem de paz e prosperidade. “A iniciativa da FAPESP de classificar a pesquisa realizada em São Paulo a cada um dos ODS tem como objetivo mostrar o seu compromisso com a sustentabilidade, a equidade e o bem-estar de todos os brasileiros”, explica o presidente da FAPESP.

O lançamento do site Pesquisa, Inovação e Parcerias para a Agenda 2030 marca também o início de uma série de atividades que, ao longo dos próximos meses, celebrarão os 60 anos da FAPESP, a serem comemorados em 23 de maio de 2022. Nesta data, em 1962, a FAPESP teve seu estatuto aprovado pelo Decreto nº 40.132 e iniciou sua operação.

A programação inclui diversas iniciativas, muitas delas implementadas em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC), Academia Brasileira de Letras (ABL), Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e as universidades estaduais paulistas.

O site está disponível no endereço: https://ods.fapesp.br/

 



Agência FAPESP

https://agencia.fapesp.br/fapesp-indexa-programas-e-projetos-aos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-da-onu/35968/


Brasil é o 3º país que mais consome cerveja no mundo

Pesquisa releva o consumo de cerveja pelo Brasil e no Mundo


O Brasil é o terceiro país que mais consome cerveja no mundo, ficando atrás somente da China dos Estados Unidos.

É o que releva um estudo divulgado pela plataforma de descontos CupomValido.com.br que reuniu dados de pesquisas do Credit Suisse e Statista.

O brasileiro consome em média seis litros de cerveja por mês. E o gasto médio por semana foi de R$46. No mês totaliza R$184, o que representa 16% do custo do salário mínimo nacional. Além disso, 9% dos pesquisados gastam acima de R$101 por semana.

 

Cervejas preferidas pelos brasileiros

A Skol é cerveja mais vendida no Brasil. Seguido pela Brahma e Antarctica, respectivamente. As três marcas mais vendidas são da Ambev. Na quarta posição fica a Schin, e a Itaipava em quinta posição. Heineken também está entre as mais preferidas, porém segundo avaliação do Credit Suisse, a diferença entre as cervejas preferidas e mais consumidas, pode ser explicada por falta de estoque e preços elevados, dois problemas recentemente citados pelos donos de bares.

O principal fator para escolha de uma marca em detrimento da outra, foi o sabor. O preço e o tipo da cerveja, também entra em consideração, porém em segunda e terceira posição respectivamente.

A embalagem de preferência com 47% das opções dos entrevistados é cerveja em garrafa de vidro. Cerveja em lata foi a segunda opção, com 39% da preferência.

 

Cenário de consumo de cerveja pelo mundo

A China é o país que mais consome cerveja, com 27% do consumo mundial. Os Estados Unidos ficam em segundo, com 13%. E o Brasil está na terceira posição, com 7% do consumo mundial

No cenário mundial, a cerveja mais vendida é a Snow com 5,5% de participação de mercado. A segunda é a Tsingtao, ambas da China. Bud Light e Budweiser, ambas dos Estados Unidos, ficam na terceira e quarta posição. Na quinta posição aparece a Skol, do Brasil, com 2,1% de participação de mercado.

 

Confira o infográfico completo abaixo:




Posts mais acessados