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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Estratégias para captar recursos durante a pandemia

A pandemia do Covid-19 afetou o país como um todo. Além das inúmeras mortes, todos tiveram que se readaptar a essa nova realidade. Crianças pararam de frequentar a escola e iniciaram atividades on line, funcionários de empresas adotaram a forma de trabalho home office a longo prazo, muitas empresas fecharam e as organizações do terceiro setor tiveram que se reinventar para continuar captando recursos e impactando a vida de seus atendidos.

Os eventos beneficentes que eram uma das grandes fontes de receitas das organizações tiveram que ser cancelados e iniciou-se uma busca interna por alternativas para suprir aquelas receitas que são essenciais para a sustentabilidade dos projetos sociais.

A Agência do Bem, da Rede de Organizações do Bem, realizou a pesquisa sobre Impacto do Coronavírus no Terceiro Setor em 2020 e os resultados foram alarmantes: 67% das organizações tiveram queda de arrecadação de suas receitas acima de 50% após o início da pandemia e 83% previam riscos de fecharem suas portas ou terem de reduzir suas atividades.

Uma dessas alternativas tem sido investir em eventos virtuais, como lives e leilões para arrecadar fundos. Pensando nisso, estamos organizando um Leilão do Bem para suprir as receitas que perdemos devido o cancelamento dos eventos presenciais.

O leilão acontecerá no dia 16 de outubro de 2021 e será feito através de uma plataforma on-line. Os interessados poderão dar lances para adquirir os itens e ainda contribuir para manter os projetos da Vivenda. Estamos mobilizando e articulando nossos parceiros para doarem os prêmios para nosso leilão.

Se você ou sua empresa gostaria de contribuir com essa ação será de grande ajuda. Podemos leiloar os mais diversos itens: colecionáveis, viagens, obras de arte, móveis e antiguidades, eletrodomésticos, roupas e acessórios, entre outros. Toda contribuição será bem-vinda, seja divulgando nosso evento, doando itens para nosso leilão ou patrocinando esta ação.

Entre em contato conosco para saber mais informações de como colaborar. Seu amor somado ao nosso pode transformar o mundo.

 

Sobre a Vivenda da Criança

A Associação Beneficente Vivenda da Criança é uma entidade sem fins lucrativos que atende mensalmente mais de 4 mil pessoas carentes da área mais pobre da periferia de São Paulo, na região da subprefeitura de Parelheiros, extremo sul do município.

Em 1989, a instituição iniciou suas atividades como um abrigo para meninos em situação de risco social. Com o tempo, ela cresceu e hoje oferece oportunidades para crianças, jovens e adultos se desenvolverem como pessoas, cidadãos e futuros profissionais.

 Para conhecer mais sobre o trabalho e projetos desenvolvidos pela Vivenda, além das redes sociais, você pode acessar o site: vivendadacrianca.org.br

 


Simone Rezende - graduada em Psicologia com extensão em Dependência Química pela Unifesp e pós-graduada em Psicologia Organizacional. Além da administração geral da instituição, atua no gerenciamento dos colaboradores, participa da elaboração de projetos para captação de recursos / sustentabilidade. É a responsável pela política de Proteção Social na Vivenda, desenvolvimento do planejamento estratégico, gestão, implantação de processos e políticas de excelência.


Quais são as melhores Universidades para estudar no Canadá?

Para quem está pensando em cursar uma faculdade no exterior, certamente já se deparou com o dilema: Estados Unidos ou Canadá?

Um dos pontos a favor do Canadá é a moeda (o dólar canadense é mais desvalorizado que o dólar americano, ou seja, é mais vantajoso para quem tem real para converter), assim como o próprio país, no geral, é mais barato que os Estados Unidos. Se esses já não são argumentos suficientes, temos outros: o Canadá também tem uma das melhores condições de vida do mundo e conta com instituições de ensino internacionalmente renomadas.

De acordo com o QS World University Rankings 2021, as três melhores Universidades do Canadá são a Universidade de Toronto, McGill University e Universidade de British Columbia.


Universidade de Toronto

A Universidade de Toronto foi fundada em 1827 e é muito receptiva aos estudantes internacionais. Para se ter ideia, 21% dos seus alunos são estrangeiros, oriundos de mais de 160 países diferentes.

Na própria página da instituição há informações detalhadas para os estudantes estrangeiros que pretendem estudar na Universidade de Toronto.

Eles também criaram uma calculadora de planejamento financeiro com algumas estimativas bem interessantes, desde taxas da Universidade, assim como residência, alimentação, transporte e muito mais.


McGill University

A Universidade McGill localiza-se em Montreal (na província de Quebec) e foi fundada em 1821.

São mais de 40 mil alunos, tendo estudantes de mais de 150 países. A Universidade oferece cursos de graduação e pós-graduação em diversas áreas como Artes, Ciências, Medicina, Engenharia, Odontologia, Direito, dentre outras. Para alunos estrangeiros, eles têm uma página com informações bem detalhadas.


Universidade de British Columbia

A Universidade de British Columbia foi criada em 1915 e localiza-se na cidade de Vancouver. Conta, atualmente, com mais de 65 mil estudantes, sendo mais de 18 mil estrangeiros de aproximadamente 166 países.

A Universidade oferece diversos cursos, tanto de graduação quanto de pós-graduação.


Provas de proficiência

Independentemente da Universidade no Canadá, certamente será necessário um certificado de proficiência em inglês ou de francês. Este requisito varia bastante entre as universidades porque depende do idioma de instrução adotado em cada uma delas.

Por isso, é importante pesquisar em quais universidades você pretende se candidatar.

No caso de proficiência em inglês, é fundamental começar a estudar com muita antecedência para realizar esse teste. Procurar uma escola especializada em provas de proficiência é fundamental.

E é isso que nós, da Uniway School, fazemos: ajudamos nossos alunos a realizarem sonhos. Somos uma Edtech com uma metodologia criada para que você atinja os melhores resultados. Por isso, somos especializados nos exames TOEFL, TOEIC e IELTS.

Quer saber mais como você ficar mais perto do seu sonho de estudar fora? Fale agora mesmo com um dos nossos consultores.

 


Fabrício Vargas - fundador da Mundo Intercâmbio, CEO da Uniway School e um apaixonado pela educação inovadora. Ele morou por mais de cinco anos na Europa, especificamente na Inglaterra e na Irlanda, onde trabalhou como intérprete nas Cortes Inglesa e Irlandesa.

https://uniwayschool.com/


O primeiro emprego em meio à crise

 

Primeiro vem a escolha. É quando cada jovem encara seu próprio futuro e se pergunta onde quer estar quando olhar para trás em cinco ou dez anos. Depois, vem o caminho, que não é o mesmo para todos e pode ser muito mais sinuoso para alguns. Cursar uma faculdade ou um curso técnico, participar de eventos, especializações ou workshops, preparar-se para o que se encontra quando as possibilidades acadêmicas se esgotam e é preciso entrar no mercado de trabalho.

Começar uma carreira nunca foi tarefa simples. Mesmo em tempos de pleno emprego, há o desafio de obter uma formação que esteja alinhada com as expectativas das empresas, além de conseguir a experiência necessária na área desejada. Há um universo de opções à disposição, mas nem todas levam ao sucesso profissional. Além disso, a forma de exercer o trabalho está mudando radicalmente - e não apenas devido à pandemia. As empresas estão se modificando em uma velocidade que a formação dos jovens não consegue acompanhar. Tradicionalmente, sair da academia para o mercado de trabalho é um choque.

Com a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19, esse cenário só piorou. De acordo com a Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 25% dos jovens entre 15 e 25 anos não estavam estudando nem trabalhando ao fim de 2020. A taxa é a maior dos oito anos da pesquisa. Os números são um retrato geral das dificuldades encontradas por esses jovens para se inserir no mercado. Devido à pandemia, houve um enxugamento significativo no mercado de trabalho e a oferta de oportunidades ficou muito mais restrita.

Mas esse não é o único obstáculo. Há muita desigualdade no processo de formação e capacitação do jovem que vai para o mercado de trabalho, um fosso que se abre violentamente entre uma parte da geração que está digitalizada e outra, que, mesmo que esteja no ensino superior, não tem acesso a toda a riqueza do mundo digital. Essas diferenças de oportunidade se aprofundaram de forma exponencial no último ano, quando a tecnologia deixou de ser parte essencial do trabalho para tornar-se, em muitos casos, o trabalho em si.

E outras alterações irreversíveis no desenho do mundo do trabalho estão tão presentes quanto a tecnológica. Ao longo do último ano houve avanços extraordinários na cultura organizacional das empresas, no uso de tecnologia e relacionamento das companhias com fornecedores, colaboradores e concorrentes. Esse movimento é muito difícil de acompanhar, do ponto de vista da formação. A velocidade é tão grande que a maior parte dos profissionais só vai aprender na prática a dominar as muitas linguagens que se apresentam.

Como garantir, então, que nossos jovens possam, no futuro, orgulhar-se, e não lamentar, as escolhas que estão fazendo neste momento de crise? É preciso ampliar o acesso a programas de estágio e aprendizagem e aproximá-los cada vez mais das instituições educacionais em que esses jovens estão inseridos. Para que alcancem objetivos concretos é fundamental oferecer oportunidades concretas, de modo que eles possam sentir como seu próprio perfil se encaixa nas opções locais. Para que aprendam a moldar seu próprio talento é imprescindível que eles estejam em empresas que permitem essa adaptabilidade à nova realidade de funcionamento. Para que compreendam o que pode ser melhorado em seu desempenho, é indispensável que eles tenham contato com o mundo do trabalho antes que essa seja sua única opção.

Embora a crise seja também econômica, aqueles que escolhem sua profissão por dinheiro tendem a se decepcionar. E é aí que a importância do estágio torna-se ainda maior. O estágio continua sendo o mais importante mecanismo de acesso do jovem ao mercado de trabalho. Ele é um mecanismo de interação entre o processo de formação que esse jovem está recebendo e seu futuro profissional. É por meio dele que será possível identificar habilidades e experimentar alternativas dentro das empresas, reinventar-se, redescobrir-se e construir uma jornada única.

Essa transformação é parte do mundo do trabalho. Por paradoxal que possa parecer, neste exato momento, estamos vendo empresas tradicionais com muitas dificuldades, enquanto outras se constituem ou se redesenham de forma muito competente, rumo ao sucesso. O mundo hoje tem um vastíssimo leque de possibilidades e alternativas. Aqueles que tiverem capacidade de se adaptar a essa nova realidade serão os líderes dos tempos que estamos vislumbrando em tantos setores, basta que lhes ofereçamos as oportunidades.

 


Arnaldo Luiz Miró Rebello - conselheiro do Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE/PR) e reitor do Centro Universitário Curitiba (Unicuritiba).

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Tietê Plaza Shopping se torna posto volante para a vacinação contra a COVID-19

Até dia 31 de maio, as vacinas são aplicadas entre 8h às 17h

A partir de junho a vacinação ocorrerá de quinta a sábado, também das 08h às 17h

 

Pensando em auxiliar as autoridades e a população da região, o Tietê Plaza Shopping agora se torna um posto volante para a vacinação contra a COVID-19. A ação acontece em parceria com a Secretária de Saúde do Município. Até o dia 31 de maio, a Campanha ocorre de segunda a sábado, das 08h às 17h. A partir de junho a vacinação funcionará de quinta a sábado, mantendo o mesmo horário.

“Assim como em outras oportunidades, o Tietê Plaza Shopping promove ações que auxiliam os moradores da região. Após diversas ações de vacinação e a atual  Campanha de Doações de Alimentos, em parceria com o Instituto CCP, o Supermercado Pastorinho e o apoio do Projeto Amigos da Criança (PAC), a nova Campanha de Vacinação traz ao shopping uma outra forma de ajudar nossos clientes e a população local.”, afirma Ana Paula Cacciari, gerente de Marketing do Tietê Plaza Shopping.

 Para quem vai receber a dose é necessário realizar o cadastro através do portal Vacina Já e apresentar RG ou Cartão do SUS, além do comprovante atestando a comorbidade, caso necessite.

O Governo de São Paulo atualiza constantemente os critérios, grupos e detalhes de quem será vacinado, e essas informações estão disponíveis no site: https://prefeitura.sp.gov.br/vacinasampa.

A vacinação na capital paulista começou em janeiro, seguindo a ordem dos grupos prioritários para receber as doses. Até o momento, o Brasil soma mais de 15 milhões de pessoas vacinadas contra a COVID-19.

 


Serviço: 

Campanha de Vacinação

  • Local: Piso G2 – Próximo a entrada principal do shopping.
  • Horário de funcionamento: das 08h às 17h - de segunda a sábado, até 31/05 e de quinta a sábado, das 08h às 17h.

 

Tietê Plaza Shopping  

  • Endereço:  Raimundo Pereira de Magalhães, 1465 - Jd. Iris - São Paulo - SP  
  • Horário de funcionamento do Shopping*: de segunda a sábado, das 10h às 21h. Domingo e feriados, das 14h às 20h.

 *Horário de funcionamento reduzido por determinação das autoridades públicas.

 


Redes Sociais:

  • Instagram: @tieteplazashopping  
  • Facebook: com/tieteplazashopping  
  • Canal do YouTube:Tietê Plaza Shopping  

 

Outros Contatos:  


Projeto Amorsedoa chega ao Atrium Shopping com campanha de doação de sangue

Divulgação
Empreendimento incentiva visitantes a salvar vidas com comodidade de shopping e estrutura de hemocentro


O estoque de bolsas de sangue atualmente está em alerta, segundo o Banco de Sangue Paulista. Com o momento delicado que o País atravessa por causa da pandemia do Covid-19, é possível que a situação se agrave. O Atrium Shopping, em parceria com o “Projeto Amorsedoa”, abre espaço para seus visitantes participarem da campanha e doarem nos dias 27 e 28 de maio.

Com toda a estrutura montada no Piso 1, ao lado da Casas Bahia, é possível aproveitar aquela passadinha no shopping para fazer uma boa ação e salvar vidas. É necessário estar bem de saúde e, neste momento de pandemia, também há a precaução de não ter apresentado sintomas respiratórios e febre nos 30 dias anteriores. Além disso, em caso de contato com pacientes já testados positivo para Covid-19 ou com sintomas, é preciso esperar no mínimo 14 dias para doação.

Quem tiver entre 16 e 69 anos e pesar pelo menos 50kg pode fazer a doação agendando online, pelo Sympla. As vagas são limitadas e o processo é rápido e muito seguro.


Doação de Sangue


Dia 27 e 28 de maio, das 11h às 17h 

Agendamento:
Dia 27/05
https://www.sympla.com.br/doacao-de-sangue-no-shopping-atrium--dia-2705__1212076 

Dia 28/05
https://www.sympla.com.br/doacao-de-sangue-no-shopping-atrium--dia--2805__1212080 


Atrium Shopping
Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 - Vila Homero Thon, Santo André
Telefone e WhatsApp: (11) 3135-4500
Estacionamento visitantes:
De segunda-feira a sábado e feriados: 9 reais até 2 horas + 2 reais cada 2 horas adicionais. Aos domingos, 50% de desconto.


Dia Nacional do Combate ao Glaucoma

O glaucoma, considerado a segunda maior causa de cegueira irreversível no mundo, atinge cerca de 3% da população acima dos 40 anos. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que cerca de 80 milhões de pessoas no mundo convivem com a doença atualmente.

Segundo a Dra. Renata Rabelo, oftalmologista da Rede de Hospitais São Camilo de SP, existem vários tipos de glaucoma e o ideal é trabalhar com a prevenção já que a doença evolui de forma silenciosa. 

“O mais comum é o glaucoma de ângulo aberto que pode se apresentar com ou sem aumento da pressão ocular e sem sintomas na maioria dos casos, porém quando presente, há queixa de dor. Os outros tipos se desenvolvem pela predisposição genética ou relacionados a doenças como hipertensão arterial e diabetes”, conta.  

Os danos mais sérios da doença aparecem com o decorrer do tempo, sendo que na fase mais avançada pode levar à perda progressiva do campo visual da periferia para o centro. Por isso, a especialista reforça a importância da prevenção, principalmente para o grupo de risco. “A partir desta idade é ideal procurar um oftalmologista anualmente para exames de rotina e assim possibilitar o diagnóstico precoce”, frisa.

Para identificar o glaucoma são indicados os exames específicos que constatam se a pressão dentro do olho está alta e se há predisposição para a doença. Para saber mais sobre o assunto, a especialista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo está disponível para entrevistas.

Variantes do vírus da Covid-19: médico responde às principais dúvidas sobre o assunto


Muito se ouve falar sobre novas cepas do coronavírus que surgem pelo mundo todo, e que trazem inúmeras dúvidas e preocupações. Cepa indiana, inglesa, sul-africana, de Manaus… são diversas variantes, resultantes de mutações que acontecem em vírus o tempo todo. Quando surgem mutações vantajosas para a transmissão e infecção, essas variantes tendem a se espalhar mais e se acumular na população. E quanto mais pessoas os vírus infectam, mais eles se multiplicam, e mais mutações se acumulam.

Segundo David Schlesinger, médico geneticista e CEO da Mendelics, primeiro e maior laboratório brasileiro especializado em Sequenciamento de Nova Geração (NGS) que está ativamente sequenciando o vírus da SARS-CoV-2, uma mutação é capaz de fornecer novas características para o vírus, alterando a forma como ele se propaga, e a reação e efeito na pessoa infectada. "Estas novas cepas são rastreadas em tempo real por programas de vigilância genômica, que possuem compartilhamento de dados e plataformas colaborativas online", explica David.

Abaixo, David responde às principais dúvidas sobre as novas cepas e a importância do sequenciamento genético para conter a pandemia, confira:



Qual a diferença entre mutação, variante e cepa?


R: Embora os termos mutação, variante e cepa estejam sendo frequentemente usados, quando se referem à epidemiologia do SARS-CoV-2, é importante distingui-los. Mutação refere-se à mudança na sequência do RNA do vírus que pode levar, também, a uma alteração na proteína resultante dele: por exemplo, D614G é uma substituição do ácido aspártico (D) por glicina (G) na posição 614 da proteína Spike (S). Variante viral se refere aos vírus que diferem em sua sequência de bases do RNA em uma ou várias posições. Devido à alta taxa de mutação, toda pessoa infectada possui múltiplas variantes virais no seu corpo, mas estas geralmente não prosperam e não têm vantagens de transmissão em relação às variantes predominantes na população. Ocasionalmente, estas variantes são transmitidas e detectadas na população. Estas variantes virais são então denominadas cepas ou linhagens e têm características comprovadamente diferentes, como por exemplo, uma diferença na transmissibilidade, patogenicidade ou na virulência, que é a capacidade do vírus de provocar uma doença grave.



Quais foram as primeiras variantes encontradas no Brasil?


R: No Brasil, a epidemia se iniciou por duas variantes predominantes: a B.1.1.28 e a B.1.1.33. No final de 2020, variantes derivadas da B.1.1.28 se alastraram pelo país, as chamadas P.1 (Manaus) e P.2 (Rio de Janeiro). A variante P.1 foi a responsável pelo colapso no sistema de saúde no estado do Amazonas e hoje corresponde a aproximadamente 90% dos casos no Brasil.



Quantas e quais são as principais variantes do vírus circulando em solo brasileiro?


R: A principal variante no país é a P.1, presente em aproximadamente 90% dos casos sequenciados atualmente. A P.2 atinge cerca de 5%. Há também a B.1.1.7, que é a variante inglesa, e que causa aproximadamente 5% das novas infecções neste momento. Estas três variantes têm um comportamento muito similar em termos de transmissibilidade e de resposta imunológica, seja natural ou vacinal. Recentemente a Mendelics identificou as primeiras ocorrências da variante B.1.351, a variante sul africana, no Brasil. A resposta imunológica é menos eficaz contra esta variante - o organismo produz menos anticorpos contra ela. Entretanto ela apresenta transmissibilidade mais baixa que as outras linhagens e não está ganhando espaço na pandemia até aqui.



A vacina funciona também para as variantes?


R: Sim. Os testes feitos até agora mostram que as vacinas disponíveis e aplicadas no país protegem contra todas as variantes. O Chile, por exemplo, que também utiliza a Coronavac como principal vacina e cuja onda recente foi causada predominantemente pela P.1, teve mortalidade reduzida em mais de 80% pós-vacina.


Os testes disponíveis hoje detectam também estas variantes?


R: Sim. Para estas variantes, a maior parte dos testes de laboratórios, como o nosso #PARECOVID, conseguem detectar normalmente. Monitoramos semanalmente as novas variantes para o surgimento de novas cepas.



Como o país poderia abrir novas frentes de enfrentamento da pandemia?


R: Sequenciamento genético é importante para o monitoramento do surgimento de novas cepas. Não importa mais se é P.1, P.2 ou B.1.1.7 (inglesa), essas já predominam. O que importa agora é continuarmos monitorando esta evolução daqui pra frente, porque podem surgir novas variantes a partir destas linhagens e que podem ter um perfil de transmissão diferente. Por isso é tão importante sequenciar em números substanciais todas as semanas e monitorar. Grandes centros como Butantan e USP, com o auxílio da Mendelics, têm feito isso com bastante eficiência e em volumes cada vez maiores.


Esta é a primeira epidemia da era genômica, com sequenciamento em tempo real. Por isso o mundo está aprendendo muito sobre a evolução viral em epidemias. Agora conseguimos aplicar este conhecimento e alterar o curso da pandemia, com vacinas e vigilância. Utilizaremos este aprendizado para evitar novas pandemias.


Junho é o mês da Conscientização sobre Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ)

 Ortopedista pediátrico chama a atenção para o diagnóstico precoce e destaca a necessidade de aprimoramento da triagem neonatal

 

Uma das principais preocupações dos especialistas é ter a certeza de que o recém-nascido não tem Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ) - amplo espectro de alterações que atingem o quadril em crescimento, desde anomalia na formação até a luxação da articulação, como explica o ortopedista pediátrico David Nordon. “O quadril tem a forma de uma bola e soquete, com curva na qual se encaixa o fêmur. Nesta doença, a curva se torna uma rampa, o fêmur escorrega por ela em diferentes graus. O grande problema é que os graus mais leves da condição podem passar despercebidos por muitos meses após o nascimento, o que leva a doença a se tornar cada vez mais grave.”

Ainda de acordo com o médico, que também é professor da disciplina de Saúde Pública da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Campus Sorocaba – PUC Sorocaba, a triagem instituída em maternidades (“teste do quadrilzinho”) é insuficiente para o diagnóstico. “O exame não é 100% confiável. Estas displasias que passam despercebidas na vida adulta, podem se tornar um desgaste articular 30 ou 40 anos antes do que seria esperado para um adulto. Portanto, é pelo ultrassom a maior possibilidade de diagnóstico preciso. Com a mudança na triagem neonatal, é possível perceber grande diferença na quantidade de diagnósticos. Estima-se que a prevalência seja de aproximadamente 1% de diagnósticos com exame físico e 5% com ultrassom”, comenta Nordon

No Brasil, de acordo com estudos publicados, a incidência de displasia está entre 0,2% e 1,7%, envolvendo quadril luxado e subluxado (instável). O médico afirma que o quadro seria diferente se a prática do ultrassom fosse considerada. “O ultrassom é um exame barato e muito acessível como método de triagem para todos os bebês”, diz. 

Ainda, de acordo com o médico, as causas da DDQ não são totalmente conhecidas, mas já é sabido pelos especialistas que há relação com a genética, apontando o histórico familiar como um fator de risco importante. A condição também é mais comum em meninas, que somam aproximadamente 80% dos casos. Bebê em apresentação pélvica (sentado na barriga) e a presença de pouco líquido no útero durante a gestação são outros fatores extremamente relevantes. “O hábito que alguns povos têm de enrolar os seus recém-nascidos como um “charuto”, a utilização de andadores e alguns modelos de carregadores podem contribuir para o aparecimento da DDQ em pacientes nascidos com quadris normais. Todo cuidado é pouco”, alerta Nordon. 

Como tratamento, o médico explica que, na infância, o suspensório de Pavlik pode ser usado até os seis meses de idade e apresenta excelentes resultados. “Casos em que esse método não funciona, ou em crianças mais velhas que seis meses de idade, existe a necessidade de se realizar cirurgia, que pode ser muito longa e complicada. Por isso, o melhor é diagnosticar precocemente e iniciar tratamento o quanto antes”, finaliza Nordon.

 


David Nordon - médico ortopedista pediátrico pelo HC FMUSP - professor da disciplina de Saúde Pública da PUC-SP (Campus Sorocaba) e de Ortopedia do Estratégia MED (curso preparatório on-line para provas de Residência Médica), preceptor de Ortopedia Pediátrica do Hospital do Pari e pesquisador do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas (HCFMUSP). Apresenta semanalmente o quadro de Saúde "O Doutor e Você", da Rádio Ação Brasil.


Uma nova pandemia pode vir aí, alertam cientistas

Cientistas chineses que descobriram a Covid-19 alertam para o risco de uma nova pandemia, desta vez, de gripe aviária. O PhD, Neurocientista e biólogo Fabiano de Abreu mostra como, apesar do crescimento destes casos em aves, ainda não se pode tirar o foco da luta contra a Covid-19.

 

Em 2019, dois cientistas chineses, George Fu Gao e Weifeng Shi, identificaram o vírus que transformou o mundo desde então e recebeu o nome de Covid-19. Agora, em matéria publicada pela revista “Science”, eles alertam a população global para o risco de uma outra pandemia. 

Se o momento atual teve início na contaminação por morcegos, a ciência ainda precisa desvendar tal mistério. Mas o fato é que agora os olhos do mundo devem se voltar para as aves, em especial pelo potencial da gripe que leva o nome de H5N8.

 

Tal enfermidade não é uma novidade no meio científico. Afinal, este patógeno circula na Europa desde 2014, e desde então milhões de aves já foram contaminadas com ele, segundo o Centro Europeu de Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC).

 

Porém, agora o sinal de alerta se acende a partir do momento que o vírus atinge os humanos pela primeira vez. Conforme explica o PhD, neurocientista e biólogo Fabiano de Abreu Rodrigues, “o H5N8 é um subtipo do vírus influenza A, também chamado de gripe aviária e é altamente letal para aves selvagens e aves domésticas. Ele ainda não está associado a humanos; no entanto, foi descoberto este ano que sete pessoas na Rússia estavam infectadas”. No dia 20 de fevereiro deste ano, o governo daquele país confirmou que estas pessoas foram infectadas numa gigantesca quinta com 900 mil galinhas, na região de Astrakhan, no sul do país. Nenhum deles apresentou sintomas.

 

Pouco tempo depois, o Ministério da Agricultura da Espanha registrou surtos deste vírus em aves selvagens. Em comunicado, a entidade informou que “a detecção deste caso não implica risco para a saúde pública, pois estudos genéticos mostram que se trata de um vírus aviário sem afinidade específica para humanos”.

 

Por outro lado, segundo a revista Science, os cientistas chineses estão bem preocupados. “A disseminação mundial do vírus da gripe aviária H5N8 é um problema de saúde pública”, alertam na revista Science. Se o mundo vive atualmente uma pandemia global por conta da Covid-19, será que a sociedade está preparada para mais uma crise sanitária de grandes proporções? Para Fabiano de Abreu, "não podemos ter mais um pânico nem abafar responsabilidades em relação ao que temos agora, que é o Covid-19. Obviamente a gripe H5N8 preocuparia mais que o Covid-19, até porque a nossa proximidade tanto cultural como de vivência cotidiana é muito maior. As aves estão em todo lado, as criamos em casa, estão nas nossas hortas e quintais”.

 

Segundo os especialistas, a H5N8 já causou o abate de mais de 20 milhões de aves na Coreia do Sul e no Japão, alertam Fu Gao e Shi. “É imperativo que a disseminação global e o risco potencial do vírus da gripe aviária não sejam ignorados”, alertam. 

Ainda assim, Abreu acredita que o momento atual é que “algo que tem que ser observado. Mas ainda é cedo para essa gripe colocar em risco a saúde pública. A China precisa se preocupar mais com a cultura local que favorece ao aparecimento de novos patógenos e em ajudar no combate à Covid-19”, completa o neurocientista.


SBOT lança vídeo com orientações sobre artrose e atividade física

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia divulga recomendações em mais um vídeo do Dr. SBOT sobre a série Retomada Segura 


Artrose é o mesmo que osteoartrite, osteoartrose ou doença articular degenerativa e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), acomete 80% da população mundial com mais de 65 anos, e apenas no Brasil afeta 15 milhões de pessoas, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde. De acordo com as Nações Unidas, em 2050 pessoas com mais de 60 anos representarão mais de 20% da população mundial. Desses 20%, a estimativa é que 15% terão a doença. 

Jean Klay, presidente da Comissão de Campanhas Públicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia explica que a artrose é o desgaste das articulações, o que é natural. “Provavelmente um dia todos nós teremos, uns mais cedo, outros mais tarde ou em estágios diferentes. Faz parte do envelhecimento biológico, o problema está quando esse desgaste é acompanhado de sintomas, principalmente a dor”, afirma. 

A artrose pode ocorrer em qualquer articulação, mas os quadris, os joelhos e as mãos são as regiões mais acometidas. O diagnóstico é um dos mais realizados pelos ortopedistas. “A avaliação envolve a história do paciente, o que chamamos de anamnese, o exame físico e a radiografia, assim, já é o suficiente para fechar o diagnóstico de artrose”, acrescenta Jean Klay. 


Cuidados ao praticar atividade física 

Para estimular a retomada segura na prática de exercícios físicos em pacientes com artrose, a SBOT acaba de lançar o vídeo “Artrose e atividade física sem dor”. Diversas organizações e pesquisadores especializados e artigos científicos mostram recomendações de aeróbicos, exercícios de força e flexibilidade, como terapia para artrose. 

Para o presidente da Comissão, é muito importante que se observe alguns cuidados para realizar exercícios quando se tem artrose. “A atividade é muito importante para esse paciente, mas ela deve ser voltada para a movimentação e para o ganho de força muscular. Devem ser evitados exercícios de impacto, pois podem aumentar a sintomatologia”, acrescenta o médico ortopedista.  

A obesidade, diabetes e problemas cardíacos são fatores que podem piorar a artrose e a prática do exercício físico pode ajudar a controlar essas doenças e colaborar com as dores resultantes da artrose. 

Em conclusão, a atividade física colabora para fortalecer o músculo, estabilizar a articulação e melhorar o equilíbrio. Por isso, é recomendado atividades de baixo impacto e que trabalham a flexibilidade ou alongamento como natação, caminhada, ciclismo, pilates, ioga, entre outras. 


Campanha Retomada Segura 

O personagem Dr. SBOT foi criado para promover recomendações de maneira didática e objetiva. Esta nova série de curta metragem que foi elaborada pela SBOT em parceria com o Laboratório Cristália inclui quatro vídeos: Pedal sem dor, Cuidados com a Coluna, Corrida sem dor e Artrose. 

A campanha tem o principal objetivo de levar informação à população geral e de alguma forma protegê-la de incidentes. “É um momento novo e a SBOT procura cumprir o seu papel de orientar a todos”, conclui Klay.

Acompanhe os canais de comunicação da SBOT (Facebook: www.facebook.com/SBOTnacional/ Youtube: www.youtube.com/user/SBOTBR e Instagram: @sbotnacional) e os canais do Cristália (Facebook: @LaboratorioCristalia / Instagram: @laboratoriocristalia) para ver esses e os outros curtas-metragens sobre a campanha “Retomada Segura”.


                        https://www.youtube.com/watch?v=zPloOp8z3fY


Nutricionista alerta que quase metade da população brasileira está acima do peso

A Obesidade é uma doença crônica caracterizada principalmente pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, que tem aumentado em números alarmantes, sobretudo no período de pandemia. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico apontou que  quase 20 % dos adultos brasileiros estão obesos. 

Mostra também a pesquisa do IBGE denominada PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) realizada em conjunto com o Ministério da Saúde em 2019, que 96 milhões de pessoas, ou, mais especificamente, 60,3% da população adulta do Brasil, apresentam IMC (Índice de Massa Corporal)  maior que 25 kg/m², sendo classificadas com excesso de peso.  As maiores prevalências encontram-se entre o sexo feminino: 62,6% das mulheres estão com sobrepeso, e 57,5% para os homens. Já em âmbito global, segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que o excesso de peso e a obesidade afetam um terço da população mundial.   

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A especialista em adequação nutricional e comportamental, Dra. Luanna Caramalac Munaro, explica que a pandemia tem sido prejudicial à saúde das pessoas. “Conciliar a quarentena em família com o home office desencadeou doenças emocionais que afetam o modo comportamental de como as pessoas se alimentam. O importante é ficar mais atento nessa condição de isolamento social, já que o menor índice de atividades físicas e maior estresse faz com que as pessoas tenham mais propensão à compulsão alimentar, caracterizada por comer de forma descontrolada, em curto espaço de tempo, mesmo sem fome.

Destaca também a nutricionista que o consumo de alimentos ultraprocessados que possuem muitos ingredientes adicionados como açúcar, sal, gordura, e cores ou conservantes artificiais cresceu consideravelmente devido o maior prazo de validade, além de serem mais fáceis de estocar. “O ideal nesta época é ter uma alimentação saudável,  cuidar do corpo e da mente para manter o peso mesmo estando dentro de casa.

E finaliza considerando que “é necessário tratar a saúde como um todo. A comida está relacionada com as relações afetivas e todas as pessoas devem cuidar da saúde nutricional e mental. O  reflexo das tensões, ansiedade, e estresse com o confinamento são características  dos tempos atuais. Buscar apoio de profissionais para avaliação nutricional que irão ajudar encontrar o equilíbrio é essencial. Assim como aumentar o hábito de atividades físicas para reduzir o comportamento sedentário”.

 


Dra. Luanna Caramalac Munaro – CRN - 3 49383 – Nutricionista, atua na área da saúde integrativa com o foco em prevenção e tratamentos de doenças crônicas não transmissíveis, como: doenças autoimunes, depressão, infertilidade, câncer, diabetes, HAS, compulsão alimentar e emagrecimento.  Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional- VP, em Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase, Pós- graduanda em Nutrição Comportamental- IPGS, formação em modulação intestinal.

Inverno contribui para o amento das dores no quadril

Especialista afirma que é preciso continuar fazendo exercícios físicos mesmo em períodos de baixa temperatura

 

No próximo dia 21 de junho, inicia-se o inverno 2021. A estação mais gelada do ano traz belas paisagens, principalmente no sul do Brasil, uma gastronomia apetitosa e roupas mais quentes para ajudar quem precisa sair de casa a aguentar os ventos e o clima de uma maneira mais aquecida. Mas, além disso, o inverno é marcado por diversos problemas de saúde que exigem muitos cuidados da população, entre eles o aumento no número de casos de problemas nos quadris.

De acordo com o médico Júlio Rigol, membro da Sociedade Brasileira do Quadril, a estação tende a aumentar as queixas dos pacientes. ‘‘Quem tem artrose do quadril, por exemplo, normalmente relata piora das dores em dias frios devido à diminuição do fluxo sanguíneo pela constrição vascular e aumento da sensibilidade nas terminações nervosas da articulação’’, diz Rigol.

Segundo o especialista, um dos motivos para o aumento de dores é a falta de exercícios físicos. ‘‘No inverno, as pessoas tendem a ficar mais encolhidas e mais em casa, causando um desconforto muscular devido ao pouco uso do membro acometido em dias de baixas temperaturas’’, afirma o médico. “Por isso, mesmo no frio, é preciso continuar fazendo exercícios e, antes disso, aquecer bem o corpo com alongamentos”, complementa.

Outra dúvida de dezenas de pacientes é o local da dor: como saber se o que está doendo é o músculo ou o osso do quadril? Para o doutor Júlio Rigol há uma diferença bem definida. ‘‘A dor articular no quadril pode ser percebida porque está relacionada ao movimento, ou seja, quando a pessoa vai caminhar, acaba sentindo uma dor de ‘queimação’ na virilha, que pode ou não irradiar para a coxa e joelho e, às vezes, para a perna’’, destaca o médico. ‘‘Já quando é no músculo, a dor fica geralmente restrita ao músculo acometido, piorando à palpação do mesmo, podendo apresentar rigidez muscular’’, afirma.


Tratamento

Para auxiliar na melhora das dores durante o inverno, é preciso não abandonar os exercícios, mas, caso elas persistam, é preciso procurar um médico especializado para ter um tratamento adequado. ‘‘A fisioterapia faz parte do tratamento de patologias degenerativas do quadril e é preciso que um especialista faça o acompanhamento da melhora do paciente’’, finaliza Rigol.

 


Sociedade Brasileira do Quadril

www.sbquadril.org.br


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