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| Divulgação |
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam um cenário de alerta para a saúde pública: estima-se que ocorram anualmente 866 milhões de casos de doenças transmitidas por alimentos (DTA) no mundo, resultando em cerca de 1,5 milhão de mortes. No Brasil, o Ministério da Saúde aponta que produtos de origem animal, como ovos comerciais, leite cru e queijos mal acondicionados, podem ser vetores de contaminação por bactérias agressivas, como a Salmonella e a Escherichia coli, quando não há um controle sanitário rigoroso na cadeia produtiva.
Neste contexto, o Dia Mundial da Qualidade,
celebrado neste ano em 12 de novembro, reforça a importância crítica das
indústrias que investem em tecnologia e rastreabilidade. Como proteínas e
laticínios são produtos altamente sensíveis, a exigência por monitoramento
ininterrupto é uma questão de saúde pública, extrapolando os atributos de
sabor.
No Ceará, a Tijuca Alimentos tem fortalecido seus
protocolos de segurança alimentar como resposta a esse desafio global,
garantindo a integridade e a rastreabilidade dos produtos desde a granja até a
mesa do consumidor. A empresa atua com tecnologia de ponta em suas unidades
fabris para assegurar que nenhum alimento chegue aos lares com risco biológico,
químico ou físico.
"A mitigação de riscos na produção de
alimentos não permite margem para erro. Temos investido sistematicamente na
automação das nossas linhas de processamento e na modernização dos sistemas de
monitoramento contínuo em todas as unidades fabris. A integração dessas novas
tecnologias aos nossos rígidos padrões de inspeção funciona como uma barreira
protetora para a saúde do consumidor, assegurando que o leite, o queijo e os
ovos que chegam aos supermercados superem todas as exigências sanitárias dos
órgãos fiscalizadores com total segurança alimentar”, explica Flaubênia Sara,
engenheira de qualidade da Tijuca Alimentos.
O controle e as certificações da marca envolvem
processos rigorosos de pasteurização no setor de laticínios e classificação de
ovos que inviabilizam a proliferação de microorganismos nocivos. Dessa forma, a
indústria cearense colabora ativamente para a redução das estatísticas de
intoxicação alimentar no estado, unindo inovação técnica e responsabilidade
social.
Tijuca
Alimentos

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