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domingo, 1 de novembro de 2026

No Dia de Finados, o luto por um animal também pede lugar

 

Pesquisas mostram que a dor pela morte de um pet pode ter a mesma forma do luto por uma pessoa, e que aquilo em que o tutor acredita sobre o destino do animal interfere na forma como ele atravessa a perda

 

No dia 2 de novembro, milhões de brasileiros vão aos cemitérios levar flores, acender velas e rezar por quem morreu. É um dos poucos dias do ano em que a saudade tem permissão para aparecer em público. Quem perdeu um cão ou um gato costuma ficar de fora desse ritual: não há data e, muitas vezes, não há com quem falar sobre a perda.

Essa ausência tem nome. “Na psicologia, o luto que a sociedade não valida é chamado de luto não reconhecido, e a literatura científica descreve a morte de um animal de estimação como um exemplo desse fenômeno”, explica a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet.


A dor tem a mesma forma

Juliana cita um estudo publicado em janeiro de 2026 na revista PLOS One, conduzido pelo psicólogo Philip Hyland, da Universidade de Maynooth, na Irlanda, ouviu 975 adultos do Reino Unido. “Entre os que já tinham perdido um animal e também uma pessoa próxima, 21% apontaram a morte do pet como a perda mais dolorosa que viveram”, conta a psicóloga.

“O achado mais importante, porém, é outro: os sintomas de luto prolongado se organizaram da mesma maneira, fosse a perda de um animal ou de um ser humano. Mesmo assim, os manuais diagnósticos usados no mundo todo, a CID-11 e o DSM-5-TR, só admitem o diagnóstico de transtorno do luto prolongado após a morte de uma pessoa. O autor defende que essa regra seja revista”,explica.


Para onde eles vão

Em Finados, uma pergunta ganha força entre os tutores: para onde vão os animais? A resposta depende da fé de cada um, e não cabe ao psicólogo dizer qual está certa. O que cabe é observar o que essa crença faz com o luto.

Juliana Sato traz à tona uma revisão sistemática publicada na revista Omega, que reuniu 36 estudos sobre o vínculo entre tutores e animais após a morte, traz pistas nessa direção. Numa pesquisa italiana incluída na revisão, acreditar que existe vida após a morte também para os animais esteve associado a uma elaboração melhor do luto, enquanto acreditar que esse destino é reservado apenas às pessoas esteve associado a um luto mais intenso. Outros estudos descrevem tutores que sentiram culpa por acreditar que o animal estava num lugar ruim, ou que eles próprios estavam sendo punidos pela perda.

“Não existe uma crença correta para atravessar o luto. Existe a necessidade de que a pergunta sobre o destino do animal seja escutada, em vez de respondida às pressas com um era ‘só um bicho’ ou com uma promessa vazia”, complementa a psicóloga.


Manter o vínculo sem ficar preso a ele

A mesma revisão mostra que continuar se relacionando com o animal que morreu, o que a literatura chama de vínculos contínuos, pode aliviar ou agravar o luto. Paea Juliana Sato, “rituais, memoriais, lembranças e até sonhos ajudaram tutores a se sentirem menos sozinhos. Quando o vínculo se organiza em torno da culpa ou dos aspectos dolorosos da relação, o sofrimento tende a aumentar”.

Finados pode ser a ocasião para o tutor criar o próprio ritual, como acender uma vela, visitar o lugar onde estão as cinzas ou escrever para o animal. “Quando a saudade, depois de meses, continua impedindo a pessoa de trabalhar, dormir ou conviver, é hora de procurar ajuda profissional. Os profissionais também têm responsabilidade nesse caminho: a revisão aponta que reações de veterinários e profissionais de saúde que minimizam o vínculo do tutor podem piorar o luto”, finaliza a especialista.

 

 

Juliana Sato - psicóloga formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com certificação internacional em luto pet pela Association for Pet Loss and Bereavement, e organizadora dos livros Luto no Contexto da Medicina Veterinária e Grief in the Veterinary Medicine. Atua em saúde mental no universo pet, com foco em vínculo humano-animal, além de consultorias, mentorias e iniciativas voltadas ao bem-estar emocional no setor veterinário.

 

Fontes

 

Cães a serviço da saúde humana: projeto apoiado pela ROYAL CANIN® auxilia na detecção do câncer de mama

 

Divulgação
OYAL CANIN®
Projeto KDOG Brasil reúne especialistas que utilizam a odorologia canina como ferramenta complementar de triagem e identificação precoce da doença

 

O olfato dos cães pode reconhecer sinais imperceptíveis para as pessoas. Essa capacidade olfativa é a base científica do Projeto KDOG Brasil, conduzido pela Sociedade Franco-Brasileira de Oncologia (SFBO) e apoiado pela ROYAL CANIN®, que reúne especialistas das áreas de medicina humana e cinotécnica e utiliza animais treinados para identificar odores associados ao câncer de mama. A iniciativa evidencia a contribuição da interação humano-animal para a saúde humana e a importância de ampliar o acesso à medicina preventiva. 

Segundo Leandro Lopes, Cinotécnico responsável pelo projeto, os testes de validação científica realizados apresentam resultados positivos, com índices de precisão superiores a 90% na identificação da doença. 

O trabalho utiliza a odorologia canina, técnica baseada na habilidade dos cães de identificar e diferenciar odores, aplicada ao reconhecimento de compostos orgânicos voláteis presentes em compressas de suor. 

O procedimento é realizado de forma não invasiva: as compressas utilizadas pelas mulheres são apresentadas aos animais, que realizam a análise olfativa das amostras sem contato direto com as participantes. A técnica acelera a detecção da doença, atuando como ferramenta complementar de triagem, sem substituir a mamografia e os demais procedimentos diagnósticos. 

“No Outubro Rosa, queremos chamar a atenção para as dificuldades que muitas mulheres enfrentam para chegar aos serviços de saúde. A técnica, comprovada cientificamente e utilizada pelo KDOG Brasil, busca contribuir para o acesso à medicina preventiva, para que a suspeita da doença possa ser investigada e cada paciente receba o acompanhamento necessário”, explica Leandro. 

O KDOG Brasil faz parte dos projetos sociais apoiados pela ROYAL CANIN®, que atuam com animais em prol da saúde humana. “Temos muito orgulho de apoiar esta iniciativa desde sua implementação no Brasil. O projeto demonstra como as habilidades dos animais, aliadas à expertise de especialistas, podem contribuir para avanços que impactam positivamente a vida das pessoas. Apoiar o KDOG Brasil é uma forma de conectar ciência, cuidado e propósito em benefício da sociedade”, comenta Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil. 

O bem-estar animal orienta a atuação do KDOG Brasil, com uma rotina que inclui alimentação específica e individualizada, treinamento, descanso e recreação para os cães. 

O projeto também recebe estudantes de Medicina Veterinária e mantém parcerias com instituições para compartilhar conhecimento sobre biodetecção e suas aplicações, ampliando a compreensão do potencial da odorologia canina e incentivando o avanço da pesquisa científica sobre o tema. Em 2025, participou de eventos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, abordando a importância da identificação precoce do câncer de mama e a contribuição dos animais para a saúde humana. Seu reconhecimento internacional inclui prêmios como o Lions de Ouro em Cannes e o Aspid Platino. 

Para conhecer mais as iniciativas da ROYAL CANIN®, visite o site da empresa.

  


ROYAL CANIN
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Coceira frequente não é normal: médica-veterinária alerta para as principais causas e como cuidar da saúde da pele dos cães


Com o avanço das doenças alérgicas dermatológicas nos cães, especialista da MSD Saúde Animal destaca o papel da prevenção contra ectoparasitas, a importância da barreira cutânea e os avanços em inovação terapêutica 


Lamber as patas compulsivamente, esfregar o corpo nos móveis ou se coçar de maneira contínua são comportamentos que, embora muitas vezes naturalizados pelos responsáveis, merecem atenção. A coceira frequente, também chamada de prurido, é um dos principais sinais de dermatite, um processo inflamatório que acomete a pele. A investigação da causa pelo médico-veterinário é fundamental para definir o tratamento mais adequado.

As dermatites de origem alérgica estão entre as doenças de pele mais comuns em cães. Um dos principais exemplos é a dermatite atópica canina (DAC), uma condição crônica associada a fatores genéticos e ambientais. Os cães afetados apresentam alterações na barreira cutânea e no sistema imunológico, tornando-se mais suscetíveis a desenvolver reações a substâncias presentes no ambiente, como ácaros, pólen e poeira.

Outra condição bastante comum é a dermatite alérgica à picada de pulgas (DAPP). Nesse caso, os animais são sensíveis a proteínas presentes na saliva da pulga, o que desencadeia um processo inflamatório capaz de provocar coceira intensa e lesões na pele. Por isso, a prevenção contínua contra ectoparasitas é uma medida fundamental para esses pacientes.

A hipersensibilidade alimentar também pode estar envolvida nos quadros de dermatite alérgica. Nesses pacientes, determinados componentes da dieta desencadeiam reações adversas que se manifestam por meio de coceira e inflamação da pele, exigindo investigação veterinária para identificação e manejo adequados.

A médica-veterinária Kathia Soares, coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, explica que identificar a origem do desconforto é fundamental para interromper o ciclo de coceira e inflamação. “A coceira contínua faz com que o cão se lamba ou se arranhe repetidamente, provocando feridas e lesões que rompem ainda mais a barreira da pele. Isso pode favorecer infecções secundárias por bactérias e fungos, agravando o quadro e trazendo muito sofrimento ao pet”, explica.


Mitos e verdades: o que você precisa saber sobre a coceira nos pets

Para orientar as famílias sobre os cuidados com a saúde da pele, a especialista esclarece algumas das principais dúvidas dos responsáveis de pets:


1. Banho em excesso resolve a coceira?

MITO. O banho pode ajudar a remover alérgenos da pelagem, mas, sem orientação profissional ou com produtos inadequados, pode retirar a oleosidade natural da pele e aumentar o ressecamento e a irritação. Cães com tendência a problemas dermatológicos podem precisar de produtos específicos, conforme orientação veterinária.


2. Pulgas e carrapatos podem desencadear crises alérgicas mesmo em cães que não saem de casa?

VERDADE. Mesmo cães que não saem de casa podem ser expostos a pulgas e carrapatos. Parasitas, ovos e larvas podem ser transportados para dentro do ambiente por pessoas, objetos ou por outros animais que tenham acesso à rua. Dessa forma, o pet continua sob risco de infestação e, em animais predispostos, essa exposição pode desencadear ou agravar crises alérgicas. Por isso, a prevenção contra ectoparasitas deve ser mantida durante todo o ano, independentemente do estilo de vida do animal.


3. A coceira só acontece quando o cão está com pulgas?

MITO. As pulgas podem causar coceira, mas não são as únicas responsáveis por esse sinal clínico. A coceira também pode estar relacionada a fatores ambientais (atopia), a hipersensibilidade alimentar, a infecções de pele. Como diferentes causas podem apresentar manifestações semelhantes, a avaliação do médico-veterinário é essencial para identificar a origem do problema e definir a melhor abordagem para cada paciente.


4. Medidas no ambiente ajudam a controlar a coceira?

VERDADE. Em cães com dermatite alérgica, especialmente nos casos de dermatite atópica, reduzir a exposição aos fatores que desencadeiam ou agravam as crises pode fazer parte do manejo da doença. Medidas como manter os ambientes limpos e ventilados, higienizar regularmente caminhas, mantas e brinquedos podem contribuir para reduzir a exposição a possíveis gatilhos.

 

5. Cães novos ou filhotes que já apresentam coceira frequente podem ter uma condição crônica? 

VERDADE. Cães jovens também podem apresentar condições crônicas, como a dermatite atópica canina (DAC). Em alguns casos, os primeiros sinais podem surgir ainda nos primeiros meses de vida. Por isso, é importante investigar a causa da coceira desde o início, permitindo um diagnóstico mais rápido e a adoção do tratamento e manejo mais adequados para cada paciente.


Inovação e ciência para o controle do prurido e da inflamação

Como as causas da coceira podem ser diferentes, o tratamento deve ser individualizado e definido pelo médico-veterinário. Além de identificar e controlar possíveis gatilhos, o manejo pode incluir medicamentos específicos para reduzir o prurido e a inflamação.

“Quando o cão está em crise ou apresenta uma pele reativa, é importante agir rapidamente para identificar o que está desencadeando o problema e controlar a coceira, evitando que o animal provoque novas lesões. Hoje, contamos com opções terapêuticas que permitem um manejo mais direcionado e adequado às necessidades de cada paciente”, pontua Kathia.

Nesse contexto, a MSD Saúde Animal oferece soluções que atuam em diferentes frentes do cuidado dermatológico. Para a prevenção contra ectoparasitas, a companhia conta com o portfólio Bravecto®, referência mundial com mais de 450 milhões de doses distribuídas em 110 países. A linha inclui diferentes apresentações, como comprimido mastigável, solução transdermal e BRAVECTO® 365, solução injetável administrada pelo médico-veterinário que oferece proteção por um ano contra pulgas e carrapatos com uma única aplicação.

Já para o controle do prurido e da inflamação associados à dermatite alérgica em cães, a companhia disponibiliza o Numelvi®. O medicamento é um inibidor de JAK de 2ª geração, altamente seletivo para JAK1, principal enzima relacionada a essas manifestações. Com ação direcionada, proporciona alívio rápido do prurido, a partir de 2 horas após a primeira dose, contribuindo para o controle dos sinais clínicos com precisão e segurança.

Com diferentes opções de prevenção e tratamento, a abordagem permite atuar sobre os fatores que contribuem para o desconforto e apoiar o controle dos sinais dermatológicos, sempre de acordo com a avaliação e orientação do médico-veterinário.




MSD Saúde Animal 
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Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA

Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).




Fato ou fake: pets idosos podem viajar?

Especialista esclarece os principais mitos sobre o transporte de animais na terceira idade

 

O envelhecimento dos animais de estimação traz novas demandas para os tutores, que precisam adaptar a rotina de cuidados sem necessariamente abrir mão das atividades que fazem parte da convivência com seus companheiros. Embora a idade avançada possa exigir precauções adicionais, ela não representa, isoladamente, uma contraindicação ao transporte. 

O tema ganha relevância diante do perfil dos animais acompanhados pelo mercdo pet. O PetCenso 2025, com mais 1,8 milhão de cães e gatos cadastrados em seu ecossistema de serviços, identificou que mais de 30% dos animais analisados eram idosos. Embora os dados não representem necessariamente toda a população pet brasileira, eles ajudam a dimensionar a importância de discutir os cuidados específicos dessa fase da vida. 

Com o avanço da idade, cães e gatos podem apresentar alterações na mobilidade, na visão, na audição e na tolerância ao estresse, além de desenvolver doenças crônicas que demandam acompanhamento. Essas mudanças não significam que todos os animais idosos tenham limitações, mas enfatizam que a decisão de viajar deve considerar as condições individuais de cada pet, em vez de se basear apenas na idade. 

Nesse contexto, a preparação começa antes mesmo de definir o destino. A duração do trajeto, o meio de transporte, as condições de saúde do animal e a estrutura disponível durante a viagem são aspectos que precisam ser avaliados. Para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema, a PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, separou fatos e fakes sobre viagens com pets idosos. 


Fatos 


A avaliação veterinária deve fazer parte do planejamento: A consulta antes da viagem permite identificar condições que podem aumentar os riscos durante o deslocamento e orientar medidas preventivas. Animais com doenças cardíacas, respiratórias ou renais, por exemplo, podem precisar de cuidados específicos, dependendo da gravidade do quadro. O profissional também pode avaliar a necessidade de medicação, os cuidados com alimentação e hidratação e a conveniência de realizar trajetos mais curtos. 


O meio de transporte influencia os cuidados necessários: Viajar de carro permite organizar paradas e adaptar o percurso às necessidades do animal, mas exige acomodação segura e atenção à temperatura do veículo. No transporte aéreo, o planejamento envolve outras variáveis, como a regra da companhia, a possibilidade de viajar na cabine, os limites de peso e as condições de acomodação. Em ambos os casos, o tutor deve avaliar a duração total do deslocamento, incluindo esperas e conexões, e verificar se o pet conseguirá realizar a viagem com segurança. 


A preparação do destino é tão importante quanto o deslocamento: O planejamento não termina com a chegada ao local. A hospedagem precisa aceitar animais e oferecer condições compatíveis com suas necessidades, especialmente quando há limitações de mobilidade ou necessidade de administrar medicamentos em horários específicos. Também é recomendável identificar previamente clínicas veterinárias próximas e levar os documentos de saúde, os medicamentos de uso habitual. Em viagens internacionais, o tutor ainda deve consultar as exigências sanitárias e documentais do país de destino. 

 

Fakes 


Pets idosos não podem viajar: A idade avançada, por si só, não impede cães e gatos de viajar. A decisão depende principalmente das condições clínicas, da capacidade de tolerar o deslocamento e das características do percurso. Um animal idoso saudável pode estar apto a acompanhar o tutor, enquanto outro com uma doença descompensada ou dificuldade respiratória pode precisar adiar a viagem. Por isso, a avaliação veterinária é fundamental para determinar se o transporte é adequado e quais cuidados devem ser adotados.


Sedar o animal é a melhor maneira de evitar o estresse durante a viagem: A sedação não deve ser considerada uma solução automática para tornar o transporte mais tranquilo. Dependendo do medicamento e das condições clínicas do animal, o procedimento pode provocar efeitos adversos e comprometer sua capacidade de reagir ao ambiente. A indicação deve ser feita exclusivamente por um médico-veterinário, após avaliar os riscos e benefícios. Em muitos casos, a adaptação gradual à caixa de transporte, a familiarização com o veículo e a redução de estímulos estressantes são medidas que podem contribuir para uma experiência mais confortável.


Se o animal já viajou antes, não é necessário tomar cuidados adicionais na velhice: A experiência anterior não garante que o pet tenha a mesma tolerância ao transporte em outra fase da vida. O envelhecimento pode modificar sua mobilidade, sua sensibilidade a ruídos e sua capacidade de lidar com mudanças de ambiente. Um trajeto que antes era tranquilo pode passar a exigir pausas mais frequentes, uma caixa de transporte com acesso facilitado ou um planejamento diferente. Por isso, o histórico de viagens deve ser considerado, mas não substitui a avaliação das condições atuais do animal.

“Existe uma percepção de que o envelhecimento, por si só, impede o animal de viajar, mas essa decisão não deve ser baseada apenas na idade. O mais importante é entender as condições de saúde de cada pet, as características do trajeto e a estrutura necessária para garantir seu bem-estar. Com planejamento e orientação veterinária, muitas famílias conseguem continuar viajando com seus animais idosos, desde que respeitem seus limites e reconheçam quando o deslocamento não é a melhor opção. O objetivo não é simplesmente viabilizar a viagem, mas garantir que ela seja segura e adequada para aquele animal’', finaliza Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo. 


"Meu cachorro melhorou, posso parar o tratamento?" Especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre dermatites e saúde da pele dos cães

 

 Problemas de pele estão entre as principais causas de consultas veterinárias
Zoetis
Divulgação
   Problemas de pele estão entre as principais causas de consultas veterinárias. Especialistas respondem dúvidas frequentes sobre coceira, diagnóstico e controle das condições

 

Coceira frequente, lambedura excessiva das patas, vermelhidão na pele e infecções recorrentes nos ouvidos são sinais que muitos tutores observam no dia a dia dos seus cães. Apesar de comuns, esses sintomas nem sempre recebem a atenção necessária e podem indicar doenças dermatológicas que afetam diretamente o bem-estar e a qualidade de vida dos animais.

Para esclarecer as principais dúvidas dos tutores, o Prof. Dr. Ronaldo Lucas e a Profa. Me. Romeika Reis, dois dos principais nomes da dermatologia veterinária brasileira, explicam os principais aspectos relacionados à dermatite e à saúde da pele dos cães. Ronaldo é médico-veterinário, mestre e doutor pela USP, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Veterinária (SBDV) e pioneiro da especialidade na América Latina. Romeika é médica-veterinária, mestre em Medicina Veterinária, especialista em Dermatologia Veterinária e professora de pós-graduação da Equalis.


  1. Meu cachorro vive se coçando. Isso significa que ele tem dermatite?

Nem sempre. A coceira pode ocorrer ocasionalmente por diferentes motivos, como contato com sujeira, poeira ou pequenas irritações temporárias. No entanto, quando se torna frequente, intensa ou persistente, merece atenção. “A dermatite atópica canina é uma das doenças de pele mais comuns em cães. Trata-se de uma condição inflamatória crônica associada a uma resposta exagerada do organismo a substâncias presentes no ambiente, como ácaros, poeira e pólen, causando coceira recorrente”, explica Ronaldo Lucas.


  1. Como saber quando a coceira deixou de ser algo passageiro?

Alguns sinais ajudam a identificar quando o problema merece atenção:

  • Coceira diária ou frequente;
  • Lambedura constante das patas;
  • Mordedura da pele;
  • Vermelhidão;
  • Queda de pelos;
  • Feridas provocadas pelo ato de coçar;
  • Otites recorrentes.

Quando esses sintomas passam a fazer parte da rotina do animal, é recomendável procurar orientação veterinária. "A coceira recorrente nunca deve ser considerada normal, especialmente quando acompanhada de outros sinais", explica Romeika Reis.


  1. A dermatite atópica tem cura?

A dermatite atópica é considerada uma doença crônica. Isso significa que não existe uma cura definitiva, mas existem formas eficazes de controlar os sintomas e proporcionar qualidade de vida ao animal. "O objetivo do tratamento é controlar a doença e permitir que o cão tenha conforto e bem-estar no dia a dia. Com diagnóstico correto, tratamento adequado conforme prescrito pelo médico-veterinário e acompanhamento contínuo, muitos pacientes levam uma vida absolutamente normal", afirma Ronaldo Lucas.

Entre as soluções disponíveis no mercado atualmente, estão Apoquel®, tratamento oral que atua no controle rápido da coceira associada a dermatite atópica, oferecendo alívio a partir de uma hora; e Cytopoint®, o primeiro anticorpo monoclonal da saúde animal, que controla o prurido por até 8 semanas. A definição da melhor abordagem deve sempre ser feita pelo médico-veterinário, de acordo com as necessidades de cada animal.


  1. Por que alguns cães melhoram e depois voltam a apresentar sintomas?

“A dermatite atópica costuma apresentar períodos de melhora e de piora ao longo da vida. Fatores ambientais, exposição a alérgenos, mudanças climáticas e até infecções secundárias podem contribuir para o reaparecimento dos sinais clínicos”, diz Romeika. Por isso, o acompanhamento contínuo é importante mesmo quando o animal está bem.


  1. Meu cachorro se coça, mas a pele parece normal. Isso pode ser um problema?

Sim. Nem sempre a coceira vem acompanhada de lesões visíveis na pele. Em alguns casos, o animal pode apresentar desconforto e se coçar com frequência antes mesmo do surgimento de vermelhidão, feridas ou falhas de pelo. "Existe uma condição conhecida na dermatologia veterinária como pruritus sine materia, em que a coceira está presente mesmo sem alterações aparentes na pele. Por isso, é importante ter em mente que não é necessário esperar lesões aparecerem para procurar orientação veterinária", explica Ronaldo Lucas.


  1. A alimentação pode influenciar a saúde da pele?

Sim. Uma alimentação equilibrada é importante para a manutenção da saúde da pele e da pelagem. Além disso, “alguns cães podem apresentar reações adversas a determinados ingredientes da dieta, o que pode contribuir para o aparecimento de sinais dermatológicos. Por isso, qualquer mudança alimentar deve ser orientada pelo médico-veterinário”, informa Romeika.


  1. Se meu cachorro melhorou, posso interromper o tratamento?

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre os tutores. “A melhora dos sintomas não significa que a doença desapareceu. Pelo contrário, pode significar apenas que o tratamento está tendo o efeito desejado. Seguindo esse raciocínio, interrompê-lo sem orientação pode favorecer o retorno da coceira e das lesões. Nunca pare o tratamento sem antes consultar o médico-veterinário”, instrui Ronaldo Lucas.


  1. Qual é o maior erro dos tutores quando o assunto é saúde da pele?

Segundo os especialistas, um dos erros mais comuns é acreditar que a coceira faz parte da rotina normal dos cães. "Muitos animais convivem durante meses ou até anos com desconforto antes de receber um diagnóstico adequado. Quanto mais cedo o problema for identificado, maiores são as chances de controlar a doença e preservar a qualidade de vida do paciente", conclui Romeika Reis.

A observação atenta do comportamento do animal e a busca por orientação veterinária diante dos primeiros sinais continuam sendo as principais formas de preservar a saúde da pele e garantir mais conforto e bem-estar aos cães.


Discussão de casos reais contribui para atualização de médicos-veterinários

Como parte de seu compromisso com a educação continuada dos médicos-veterinários, a Zoetis promove o Derma Experience, iniciativa que já realizou 26 encontros e impactou mais de 2 mil profissionais. Com a participação de Ronaldo Lucas e Romeika Reis, os eventos estimulam a troca de conhecimentos e a discussão de casos clínicos reais de cães com doenças dermatológicas. A iniciativa também se conecta à recém-lançada campanha “Inegociável”, de Apoquel, que reforça a importância de escolhas terapêuticas fundamentadas em ciência e experiência, considerando critérios como alívio rápido da coceira, flexibilidade no tratamento e segurança no curto e no longo prazo.

 

Zoetis
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Com a antecipação da temporada de cupins, especialistas alertam para riscos à saúde e ao patrimônio

Calor fora de época e construções antigas ampliam infestações em São Paulo; técnica usada em restauro histórico surge como opção segura para pessoas sensíveis, animais e móveis de alto valor sentimental.

 

A antecipação da temporada de cupins em São Paulo, impulsionada pelo calor e pela umidade acima da média, acende um alerta não apenas sobre danos estruturais, mas também sobre o uso de produtos químicos em ambientes residenciais. Em meio ao aumento das infestações, especialistas destacam uma alternativa já utilizada em patrimônio histórico que elimina a praga sem deixar resíduos tóxicos — protegendo pessoas sensíveis, animais domésticos e bens de alto valor afetivo.

 

Com dias acima de 30 °C já no inverno, a temporada de cupins começou mais cedo em São Paulo. Bairros antigos como Mooca, Tatuapé, Penha, Liberdade, Bela Vista, República e Santa Cecília concentram o maior risco, com estimativas técnicas indicando que entre 35% e 55% dos imóveis podem estar vulneráveis.

 

Além dos danos estruturais, há outro problema crescente: o uso de inseticidas em ambientes onde pessoas e animais convivem diariamente. Cupinicidas tradicionais podem causar mal-estar, intoxicação, irritação respiratória e não devem ser aplicados em superfícies que entram em contato com alimentos, utensílios de cozinha, áreas de cultivo de plantas, próximos a aquários ou em locais com ventilação limitada.

 

- “Cupinicidas não devem ser aplicados em superfícies que entram em contato com alimentos, utensílios de cozinha, áreas de cultivo de plantas, próximos a aquários, ou em ambientes com restrições severas de ventilação”, diz Stephan Schäfer, restaurador e diretor da Preservatech.


 

Impacto financeiro e emocional


O problema não se limita à estrutura dos imóveis. Cupins atacam móveis antigos, peças de família, bibliotecas particulares e objetos com valor afetivo incalculável.

 

“Estatísticas do setor indicam perdas massivas em estruturas de madeira, desvalorização de imóveis e custos elevados com reparos emergenciais. Os danos anuais ultrapassariam pouco mais de R$ 3 bilhões.”

 

Para quem possui móveis históricos, peças herdadas ou acervos pessoais, a infestação pode significar perda irreversível.


 

Alternativa sem toxicidade

 

Uma solução já conhecida no restauro de acervos históricos começa a ser aplicada em casas e apartamentos: a desinfestação térmica in‑loco, que elimina cupins sem produtos químicos, sem odor e sem risco para pessoas sensíveis ou animais.

 

- “É uma técnica de desinfestação de cupins sem uso de produtos químicos – aplicada para restauro de patrimônio histórico e arquitetônico”

 

A técnica, conduzida por especialistas em conservação, permite tratar bibliotecas particulares, armários de cozinha, closets, móveis de alto valor sentimental, peças que não podem receber produtos químicos e ser aplicada em ambientes com ventilação limitada

 

- “Usamos esta aplicação térmica de duas maneiras. Uma, em espaços de casas – biblioteca, armários de cozinha, closets etc. – segregando o cômodo de forma a conduzir à extinção da praga. Outra, quando se trata de um móvel da casa, transportando a peça para nossa câmara fixa de desinfestação.”

 

Essa abordagem já foi usada em acervos como a Biblioteca Mário de Andrade, a Fundação Casa Rui Barbosa e o Santuário Nacional de Aparecida — locais onde o uso de químicos é proibido.


 

Serviço ao leitor:

 

Como identificar sinais de infestação

 

Checklist de inspeção

  • Pó fino semelhante a serragem próximo a móveis
  • Asas descartadas após revoadas
  • Madeira oca ao toque
  • Manchas de umidade e infiltrações
  • Insetos alados atraídos por luz à noite
  • Madeira exposta em áreas externas

 

Mapa de risco — São Paulo (2026/2027)

 

🟥 Risco muito alto: Mooca, Tatuapé, Penha, Liberdade, Bela Vista, República, Santa Cecília

🟧 Risco alto: Moema, Campo Belo, Brooklin, Santo Amaro, Vila Prudente, Saúde, Aclimação

🟨 Risco moderado: Pinheiros, Perdizes, Vila Madalena, Lapa, Pompeia

🟩 Risco baixo: Vila Sônia, Jaguaré, Chácara Santo Antônio (novo)

 

 

A importância do manejo populacional ético para prevenir o abandono de cães e gatos

Castração, vacinação, atendimento veterinário, identificação e educação para a guarda responsável integram estratégia que busca enfrentar as causas da superpopulação de animais 

 

O abandono de cães e gatos é um desafio que envolve proteção animal, saúde pública e políticas de controle populacional. Para enfrentar esse cenário, o Instituto Ampara Animal, em parceria com órgãos públicos e empresas, desenvolve ações de manejo populacional ético que combinam castração, vacinação, atendimento veterinário, identificação dos animais, educação para a guarda responsável e incentivo à adoção. 

 

Em 2025, o Instituto realizou maia de 10 mil castrações por meio de diferentes iniciativas. No mesmo período, promoveu ações de Captura, Esterilização e Devolução (CED), voltadas ao manejo de populações de animais sem tutores, além de realizar resgates e castrações nessa frente específica. Os dados fazem parte do balanço institucional divulgado pela organização em 2026. 


O manejo populacional é uma estratégia que vai além da realização de procedimentos cirúrgicos. Seu objetivo é reduzir o nascimento de animais sem condições adequadas de cuidado, prevenir ninhadas não planejadas e contribuir para a diminuição do abandono e do sofrimento nas ruas. Para isso, as ações precisam considerar as características de cada território, o acesso aos serviços veterinários e a participação da comunidade.

 


A pirâmide de nascimento demonstra o potencial de crescimento populacional de cães e gatos quando não há controle reprodutivo. Segundo os números apresentados no gráfico, um único casal de cães pode dar origem a uma população estimada de 67 mil animais em seis anos, enquanto, entre os gatos, esse número pode chegar a 66.088 indivíduos no mesmo período. A progressão considera a reprodução das gerações seguintes e evidencia como a ausência de castração pode contribuir para o aumento expressivo do número de animais, ampliando os desafios relacionados ao abandono, à falta de acesso a cuidados veterinários e à sobrecarga de abrigos e organizações de proteção animal. Nesse contexto, o manejo populacional ético, com castração, identificação, atendimento veterinário e educação para a guarda responsável, é fundamental para prevenir ninhadas não planejadas e contribuir para o enfrentamento da superpopulação de cães e gatos.


 

Castração e prevenção do abandono


A castração é um dos principais instrumentos de controle reprodutivo de cães e gatos. Ao evitar gestações não planejadas, o procedimento contribui para reduzir a entrada de novos animais em uma realidade na qual nem todos encontram famílias preparadas para assumir os cuidados necessários.

 

O Instituto realiza mutirões de castração e mantém o Centro de Controle Populacional de Cães e Gatos (CCPA), estrutura destinada à esterilização cirúrgica, à identificação e ao registro dos animais. A organização também utiliza uma Unidade Móvel de Atendimento Veterinário (UMAvet) para levar serviços a diferentes regiões.

 

Além do controle reprodutivo, os atendimentos podem incluir vacinação, microchipagem, registro dos animais e orientações aos responsáveis sobre os cuidados necessários após os procedimentos. Essas medidas contribuem para a prevenção de doenças, o acompanhamento dos animais e a promoção da guarda responsável.

 


Manejo ético de animais sem tutores


Entre as estratégias adotadas pelo Instituto está o método CED, sigla para Captura, Esterilização e Devolução. A abordagem é utilizada no manejo de populações de gatos e, conforme as condições e os protocolos aplicáveis, de outros animais sem tutores.

 

O método consiste na captura segura, esterilização e devolução dos animais ao local de origem, quando essa alternativa é adequada e segura. A avaliação das condições de saúde, do ambiente e das necessidades individuais é importante para definir a conduta. Animais que necessitam de tratamento ou que apresentam condições incompatíveis com a devolução podem demandar outras medidas de atendimento e proteção.

 

A estratégia busca reduzir a reprodução ao longo do tempo, evitando que novas ninhadas se somem às populações já existentes. Para alcançar resultados consistentes, o manejo deve ser acompanhado de monitoramento, atendimento veterinário e ações educativas.

 


Proteção animal e saúde pública


O manejo populacional ético também está relacionado ao conceito de Saúde Única, que reconhece a conexão entre a saúde humana, a saúde animal e o meio ambiente. Animais sem acesso regular à vacinação, à alimentação e aos cuidados veterinários ficam mais expostos a doenças, acidentes, conflitos e outras situações de risco.

 

Nesse contexto, a atuação das organizações de proteção animal pode contribuir para ampliar o acesso aos serviços veterinários, apoiar comunidades em situação de vulnerabilidade e fortalecer iniciativas de prevenção. A castração, quando integrada a outras medidas de cuidado, ajuda a enfrentar as causas estruturais do abandono, em vez de atuar apenas sobre suas consequências.

 

O trabalho do Instituto Ampara Animal também inclui o apoio a organizações não governamentais e protetores independentes, por meio da distribuição de alimentos e medicamentos veterinários e do incentivo à adoção responsável.

 

A ampliação dessas iniciativas depende da participação conjunta de organizações da sociedade civil, poder público, profissionais veterinários, parceiros privados e população. A combinação entre controle reprodutivo, atendimento, identificação, educação e políticas públicas é fundamental para construir soluções duradouras para a população de cães e gatos.

 

Para o Instituto Ampara Animal, investir no manejo populacional ético significa atuar tanto no atendimento aos animais que já vivem em situação de vulnerabilidade quanto na prevenção de novos casos de abandono.


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