Celebrada em 31 de agosto, data destaca como a seleção genética adaptou o animal para entregar um produto mais saudável e com melhor sustentabilidade no campo
Se
no passado a suinocultura focava na produção de banha, a mudança nos hábitos
alimentares da população exigiu uma verdadeira transformação nas granjas. Para
atender à demanda global por cortes mais magros sem perder o sabor, o
melhoramento genético precisou entrar em ação para criar o equilíbrio perfeito
entre carne e gordura.
Atualmente,
a ciência dita o padrão do bacon moderno. O trabalho tecnológico de seleção
avalia características milimétricas, como a espessura do toucinho, profundidade
de lombo e o marmoreio da carne. O objetivo é assegurar atributos muito
valorizados pela gastronomia, como maciez e suculência, entregando a
padronização rigorosa que a indústria de alimentos exige para a fabricação do
produto.
Na
prática, o trabalho genético contribui para entregar um bacon de qualidade,
mantendo as características de gordura necessárias para a qualidade do produto.
A seleção também busca que a gordura produzida apresente menor concentração de
ácidos graxos saturados, contribuindo para um produto mais saudável para o
consumo humano.
Quem
lidera parte dessa evolução tecnológica no campo é a Topigs Norsvin, uma das
maiores empresas de genética suína do mundo e detentora de mais de 35% de
participação no mercado brasileiro. A companhia une pesquisa científica e
inteligência de dados para desenvolver linhagens que atendam perfeitamente às
atuais exigências da indústria de alimentos.
"Nosso
programa de melhoramento passou a incorporar objetivos de seleção capazes de
direcionar a conformação dos animais exatamente para as tendências de mercado.
Avaliamos índices específicos, como as perdas por gotejamento e o índice de
iodo, que nos permitem entregar alto rendimento", explica a gerente de
Genética Latam da Topigs Norsvin, Mariana Piatto Berton.
Saudável para o consumidor e
eficiente na granja
Longe
dos supermercados, a ciência também transformou a produção de suínos na granja.
Animais com genética moderna oferecem melhor conversão alimentar, aproveitando
os nutrientes da ração com máxima eficiência. Essa característica reduz o
desperdício, diminui o impacto ambiental da atividade e garante a margem de
lucro do produtor.
"Unimos genética, eficiência e sustentabilidade para produzir mais, com qualidade superior e menor impacto ao meio-ambiente, atendendo de ponta a ponta as necessidades do produtor, da indústria e do consumidor", finaliza Mariana.
Topigs Norsvin
www.topigsnorsvin.com.br

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