No projeto que
prioriza a informação clara e genuína para contemplar regionalidades e mulheres
de todas as idades e classes sociais, SBM quer ampliar o alcance de informações
baseadas em Ciência e conhecimento médico
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No propósito de informar sobre o câncer de mama,
com base em conhecimento médico e comprovações científicas, a Sociedade
Brasileira de Mastologia (SBM) muda a forma de se comunicar e investe em
estratégias para engajar a população. “Seja pelas mídias digitais ou por canais
oficiais da entidade, nosso projeto visa entregar informações cada vez mais
diretas para impactar as mulheres brasileiras sobre a prevenção, o diagnóstico
e tratamento da doença”, afirma o mastologista Daniel Buttros, presidente da
Comissão de Comunicação da SBM.
Na nova proposta de comunicação, a SBM traz não
somente médicos e especialistas para as principais discussões da atualidade
sobre câncer de mama, mas também pacientes que, segundo Buttros, têm a
oportunidade conversar sobre suas dúvidas, experiências e demandas do dia a
dia.
“No site e nos outros canais oficiais da SBM, assim
como nas mídias digitais, nosso empenho é por uma comunicação clara, genuína,
de um jeito plural que contemple mulheres de todas as idades, classes sociais e
regionalidades para levar uma mensagem extremamente confiável sobre prevenção,
diagnóstico e tratamento de uma doença de alta incidência não só no Brasil, mas
em outros países”, reforça o mastologista.
Já no primeiro projeto de 2026, que será realizado
na Semana Nacional da Mamografia, a SBM traz temas discutidos sob a perspectiva
de pacientes que compartilham relatos da vida real e reforçam a importância de
não terem acreditado em desinformação. Elas também inspiram outras mulheres nos
cuidados e na busca de orientações confiáveis.
Nos canais oficiais da entidade, vários temas serão
debatidos na próxima semana, entre os quais se destacam a importância da
mamografia no diagnóstico da doença e a recomendação do Ministério da Saúde
para o rastreamento a partir dos 40 anos de idade. Ainda sobre o exame, queixas
comuns das mulheres, como dor no pela compressão das mamas, também entram no
debate e são acompanhadas de estratégias para diminui o incômodo, como a
realização após a menstruação.
“No que se refere a informações sobre câncer de
mama, observo que algumas mídias e o movimento nas redes sociais estão na
contramão da ciência e a favor de prejuízos”, afirma Buttros. Os “prejuízos”
podem ser mensurados pelo aumento do número de casos da doença, que segundo
projeção do Inca (Instituto Nacional de Câncer) chegam a 74 mil novos casos.
Para Daniel Buttros, os investimentos da Sociedade
Brasileira de Mastologia em comunicação pretendem combater a desinformação ao
mesmo tempo que proporcionam maior entendimento da população brasileira sobre
câncer de mama. “Todos os esforços neste sentido convergem para tornar
realidade um slogan que, para nós, é um princípio: ‘Na SBM você pode
confiar’”, conclui.
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