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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

A formação digital protege o setor financeiro contra os custos de rotatividade e eleva sua avaliação de mercado

 

Diante da pressão pela eficiência e da rápida obsolescência das competências, às instituições financeiras recorrem a plataformas digitais de aprendizagem para equilibrar a inovação e a retenção de talentos 


A ODILO, edtech espanhola que transforma a forma como pessoas e organizações aprendem por meio de um ecossistema digital único, ampliou sua presença no Brasil ao oferecer ecossistemas digitais de aprendizagem que ajudam as empresas a reduzir os custos de rotatividade e a transformar o treinamento em um ativo estratégico. Em um ambiente marcado pelo rápido avanço tecnológico, pela pressão por eficiência e pela obsolescência das competências técnicas, a formação digital deixa de ser apenas uma iniciativa de RH e passa a fazer parte da agenda financeira das empresas.

O contexto reforça essa urgência. Dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), indicam que a taxa média de rotatividade no país se manteve elevada em 2025, em torno de 35% ao ano, pressionando os orçamentos corporativos com gastos recorrentes de recrutamento, integração e perda de produtividade. Para setores intensivos em conhecimento, como o financeiro, o impacto é ainda mais sensível.

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), os investimentos em tecnologia por parte dos bancos brasileiros ultrapassaram R$ 47 bilhões em 2025, com projeções de crescimento contínuo para 2026, impulsionadas pela IA generativa, Open Finance, cibersegurança e modernização da infraestrutura. Esse movimento exige uma atualização técnica constante das equipes, além de tornar o upskilling interno uma alternativa mais sustentável do que a contratação externa recorrente.



Rotatividade e lacunas de competências afetam o ROI corporativo
 

Estudos globais da Gallup indicam que o custo de substituição de um profissional pode variar entre 50% e 200% do salário anual, dependendo do nível de especialização. Para as empresas do setor financeiro, onde os cargos exigem alta qualificação técnica e conhecimentos regulatórios (que requerem treinamento massivo e rápido que, a partir do treinamento digital, pode agilizar a adaptação às regulamentações iminentes), essa porcentagem representa um impacto direto nos resultados e no valor percebido pelo mercado.

Por sua vez, o Fórum Econômico Mundial projeta que cerca de 44% das habilidades dos trabalhadores deverão ser transformadas até 2027, especialmente em áreas relacionadas à tecnologia, dados e automação. No Brasil, entidades dos setores financeiro e tecnológico apontaram a escassez de talentos digitais como um dos principais obstáculos para acelerar a inovação em 2025 e 2026.

Diante desse cenário, as empresas começam a revisar os modelos tradicionais de capacitação, baseados em múltiplas licenças fragmentadas e baixo nível de comprometimento, e migram para ecossistemas integrados de aprendizagem. A consolidação em uma única plataforma permite gerar economias de escala, padronizar conteúdos e monitorar com maior precisão os indicadores de desempenho.



A aprendizagem como investimento auditável

Para os líderes financeiros, especialmente em cargos de diretoria, o desafio é transformar a formação corporativa em um investimento mensurável. Os ecossistemas digitais de aprendizagem permitem consolidar custos antes dispersos, monitorar métricas de engajamento e correlacionar a capacitação com indicadores de produtividade, retenção e desempenho. 

“Com a ODILO, a formação deixa de ser uma despesa de RH para se tornar um ativo financeiro auditável que protege margens e valor de mercado, integrando-se diretamente na estratégia financeira da empresa, com métricas claras de eficiência, retenção e desenvolvimento de competências críticas”, afirma Iván López, VP Corporate Global Sales da ODILO.  

No caso da ODILO, as soluções incluem a criação de plataformas de aprendizagem corporativas personalizadas, com curadoria de conteúdos técnicos, itinerários de upskilling orientados para o setor financeiro, análise de engajamento e integração em um único ambiente. O modelo, escalável, reduz os custos indiretos associados à rotatividade e fortalece o capital humano como ativo estratégico. “A ODILO transforma o treinamento em um painel de controle para CFOs: custos consolidados, engajamento visível e correlação direta com produtividade e retenção”, acrescenta López. 

Em um cenário de constante transformação e pressão por resultados, o treinamento digital passa a ser visto não apenas como uma ferramenta de capacitação, mas como uma alavanca de competitividade, capaz de proteger margens, impulsionar a produtividade e sustentar o valor de mercado das empresas brasileiras em 2026.


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