Diante da pressão pela eficiência e da rápida obsolescência das competências, às instituições financeiras recorrem a plataformas digitais de aprendizagem para equilibrar a inovação e a retenção de talentos
A ODILO, edtech
espanhola que transforma a forma como pessoas e organizações aprendem por meio
de um ecossistema digital único, ampliou sua presença no Brasil ao oferecer
ecossistemas digitais de aprendizagem que ajudam as empresas a reduzir os
custos de rotatividade e a transformar o treinamento em um ativo estratégico.
Em um ambiente marcado pelo rápido avanço tecnológico, pela pressão por
eficiência e pela obsolescência das competências técnicas, a formação digital
deixa de ser apenas uma iniciativa de RH e passa a fazer parte da agenda
financeira das empresas.
O contexto reforça essa urgência. Dados mais recentes do Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),
indicam que a taxa média de rotatividade no país se manteve elevada em 2025, em
torno de 35% ao ano, pressionando os orçamentos corporativos com gastos
recorrentes de recrutamento, integração e perda de produtividade. Para setores
intensivos em conhecimento, como o financeiro, o impacto é ainda mais sensível.
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), os investimentos em
tecnologia por parte dos bancos brasileiros ultrapassaram R$ 47 bilhões em
2025, com projeções de crescimento contínuo para 2026, impulsionadas pela IA
generativa, Open Finance, cibersegurança e modernização da infraestrutura. Esse
movimento exige uma atualização técnica constante das equipes, além de tornar o
upskilling interno uma alternativa mais sustentável do que a contratação
externa recorrente.
Rotatividade e lacunas de
competências afetam o ROI corporativo
Estudos globais da Gallup indicam que o custo
de substituição de um profissional pode variar entre 50% e 200% do salário
anual, dependendo do nível de especialização. Para as empresas do setor
financeiro, onde os cargos exigem alta qualificação técnica e conhecimentos
regulatórios (que requerem treinamento massivo e rápido que, a partir do
treinamento digital, pode agilizar a adaptação às regulamentações iminentes),
essa porcentagem representa um impacto direto nos resultados e no valor
percebido pelo mercado.
Por sua vez, o Fórum Econômico Mundial projeta que cerca de 44% das habilidades
dos trabalhadores deverão ser transformadas até 2027, especialmente em áreas
relacionadas à tecnologia, dados e automação. No Brasil, entidades dos setores
financeiro e tecnológico apontaram a escassez de talentos digitais como um dos
principais obstáculos para acelerar a inovação em 2025 e 2026.
Diante desse cenário, as empresas começam a revisar os modelos tradicionais de
capacitação, baseados em múltiplas licenças fragmentadas e baixo nível de
comprometimento, e migram para ecossistemas integrados de aprendizagem. A
consolidação em uma única plataforma permite gerar economias de escala,
padronizar conteúdos e monitorar com maior precisão os indicadores de
desempenho.
A aprendizagem como
investimento auditável
Para os líderes financeiros, especialmente em cargos de diretoria, o desafio é
transformar a formação corporativa em um investimento mensurável. Os
ecossistemas digitais de aprendizagem permitem consolidar custos antes
dispersos, monitorar métricas de engajamento e correlacionar a capacitação com
indicadores de produtividade, retenção e desempenho.
“Com a ODILO, a formação deixa de ser uma despesa de RH para se tornar um ativo financeiro auditável que protege margens e valor de mercado, integrando-se diretamente na estratégia financeira da empresa, com métricas claras de eficiência, retenção e desenvolvimento de competências críticas”, afirma Iván López, VP Corporate Global Sales da ODILO.
No caso da ODILO, as soluções incluem a criação de plataformas de aprendizagem corporativas personalizadas, com curadoria de conteúdos técnicos, itinerários de upskilling orientados para o setor financeiro, análise de engajamento e integração em um único ambiente. O modelo, escalável, reduz os custos indiretos associados à rotatividade e fortalece o capital humano como ativo estratégico. “A ODILO transforma o treinamento em um painel de controle para CFOs: custos consolidados, engajamento visível e correlação direta com produtividade e retenção”, acrescenta López.
Em um cenário de constante transformação e pressão por resultados, o treinamento digital passa a ser visto não apenas como uma ferramenta de capacitação, mas como uma alavanca de competitividade, capaz de proteger margens, impulsionar a produtividade e sustentar o valor de mercado das empresas brasileiras em 2026.
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