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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Combate à desinformação

Agência Senado

Nas Eleições 2026, cada eleitor ou eleitora poderá escolher dois candidatos ou candidatas ao Senado. Os votos devem ser dados a pessoas diferentes. Além disso, é importante prestar atenção ao número de três dígitos, conhecer os suplentes e pesquisar as candidaturas antes de ir às urnas. Veja este guia para não errar na hora de votar.

 

Por que são dois votos para o Senado em 2026?

Cada estado e o Distrito Federal são representados por três senadores. Como o mandato no Senado dura oito anos, a renovação das vagas ocorre de forma alternada: em uma eleição, é escolhida uma pessoa; quatro anos depois, são escolhidas duas. 

Em 2026, estarão em disputa duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Por isso, cada eleitor terá dois votos para o Senado. Ao todo, serão eleitos 54 senadores.
 

Posso votar duas vezes na mesma pessoa?

Não. Os dois votos devem ser dados a candidatos ou candidatas diferentes.

Se o eleitor repetir o mesmo nome, o primeiro voto será válido, mas o segundo será considerado nulo. Votar duas vezes no mesmo candidato, portanto, não vai ajudar o seu candidato preferido.
 

Como identificar o número de quem concorre ao Senado?

O número de cada candidato ou candidata ao Senado tem três dígitos. Na urna, o eleitor deve digitar os três números e conferir as informações apresentadas na tela antes de confirmar o voto. 

Para o Senado, não é possível votar apenas na legenda. Isso significa que digitar somente os dois números do partido não é suficiente.
 

Posso votar em candidatos (as) de outro estado?

Não. O eleitor só pode votar em candidatos ou candidatas que disputam as vagas do estado onde o seu título eleitoral está registrado. Quem vota no Distrito Federal escolhe pessoas que estão disputado o Senado pelo DF.
 

Os suplentes também aparecem na urna?

Sim. Cada candidato (a) ao Senado concorre com dois suplentes. Depois que o eleitor digitar os três números, a urna mostrará o nome e a foto do candidato ou candidata e também os nomes e as fotos dos dois suplentes.

Importante destacar que você não precisa votar no suplente, mas é importante conhecer quem integra a chapa do candidato (a). Os suplentes podem assumir o mandato temporária ou definitivamente em situações previstas em lei.
 

Tem segundo turno para o Senado?

Não. Os dois votos para o Senado serão registrados no mesmo dia, durante o primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro.
 

Como funciona a contagem dos votos?

Serão eleitos os dois candidatos mais votados em cada estado e no Distrito Federal. A eleição para o Senado segue o sistema majoritário e não tem segundo turno.
 

Quanto tempo dura o mandato?

O mandato de senador dura oito anos. Quem for eleito em 2026 tomará posse em 2027 e permanecerá no cargo até 2035.
 

Como se preparar antes de votar?

Pesquise as candidaturas com antecedência e procure conhecer as propostas, a trajetória e os suplentes de cada chapa. Como serão duas escolhas para o Senado, chegue à seção eleitoral com os dois nomes já decididos. 

Uma boa opção é preparar uma colinha de papel com os números dos candidatos. O celular não pode ser levado para a cabine de votação.

Conheça aqui todos os candidatos e candidatas ao Senado.
 

Onde encontrar informações confiáveis?

Confira informações oficiais e confiáveis no site especial de eleições produzido pela Agência Senado.

Veja as matérias especiais de eleições da TV Senado.

Confira conteúdos especiais produzidos pela Rádio Senado.

Para verificar uma informação duvidosa, fale com o serviço de checagem Senado Verifica pelo WhatsApp: 61 98190-0601 

Desconfie de mensagens alarmistas, confira a fonte e não compartilhe conteúdos sem verificar. Antes de votar, informe-se.

Esta matéria foi produzida pelo Senado Verifica, serviço de Combate à Desinformação do Senado Federal.
Conheça: senado.leg.br/verifica 



Fonte: Senado Verifica

 

Samsung Ocean abre inscrições para atividades gratuitas em outubro; agenda contempla Programação, IA, IoT, Digital Health e mais

 Programação inclui cursos e aulas online e presenciais em Manaus e Brasília, e oferece certificado de participação aos alunos concluintes

 

O Samsung Ocean está com as inscrições abertas para as atividades gratuitas do mês de outubro. A iniciativa oferece capacitação tecnológica por meio de aulas, cursos, workshops e eventos realizados em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Universidade de Brasília (UnB).

O programa de capacitação tecnológica da Samsung é totalmente gratuito e oferece certificado de participação aos alunos concluintes. Pessoas de todo o Brasil podem participar das atividades.

 

O que posso aprender com o Samsung Ocean em outubro? 

A agenda de atividades remotas abre o mês de outubro com um curso sobre Modelos de Regressão do Zero em R, com aulas marcadas para os dias 5, 7 e 9 de outubro. E a Trilha de Empreendedorismo realiza, no dia 6, uma aula sobre Escrita de Projetos de Inovação para Fomentos Públicos e Subvenção Econômica. E para o público da área da saúde, a Trilha de Digital Health promove uma aula sobre Regulação de Tecnologias, Apps e Softwares Médicos pela ANVISA, marcada para o dia 9. 

No modelo presencial, a agenda de atividades contempla uma aula de Processamento de Imagens Digitais, que acontece no campus de Brasília dia 13 de outubro. E o Ocean Manaus realiza, nos dias 8 e 9, os cursos sobre Fundamentos de Agentes de IA com foco em Conceitos e Implementações em Python, e Modelos de Inteligência Artificial para Diagnóstico na Área da Saúde. 

“Com uma programação diversificada, o Samsung Ocean permite que os participantes explorem diferentes áreas da tecnologia, desenvolvam habilidades práticas e acompanhem as transformações do mercado, conectando conhecimento e inovação às demandas da sociedade”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung Brasil. “Oferecer acesso gratuito à capacitação tecnológica é uma forma de contribuir para a formação de talentos e ampliar as oportunidades de desenvolvimento profissional em todo o Brasil”, conclui.

 

Quem pode participar das atividades do Samsung Ocean? 

Podem participar das atividades do Samsung Ocean maiores de 16 anos com interesse em tecnologia e áreas correlatas. O público-alvo do programa é composto por estudantes, profissionais, empreendedores e interessados em geral.

 

Como se inscrever nas atividades do Samsung Ocean?

 Para se inscrever nas atividades do Samsung Ocean, basta acessar o site ou o aplicativo, disponível nas lojas oficiais, selecionar a aula/curso de seu interesse na agenda do mês vigente. Se ainda houver vagas disponíveis, clique no botão ‘Inscrever-se’ e siga as instruções de registro/login para reservar sua vaga. 

As atividades do Samsung Ocean são totalmente gratuitas e concedem certificado de participação. Os interessados podem se inscrever pelo site www.oceanbrasil.com ou pelo aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

 

Agenda de atividades online

 

02/10 
- [Metaverso] Introdução ao Metaverso
- [Desenvolvimento Ágil] DevOps com GitHub Actions

05/10
- [UX] Oficina de Usabilidade
- [Programação] Aprendendo a Programar em Python
- [IA] Modelos de Regressão do Zero em R (Parte 1)

06/10
- [Backend] Backend com NodeJs e Express
- [Digital Health] Ecossistema da Saúde Digital e Tecnologias Emergentes
- [Empreendedorismo] Escrita de Projetos de Inovação para Fomentos Públicos e Subvenção Econômica (Parte 1)

07/10
- [UX] Oficina de Usabilidade
- [Digital Health] Introdução à Digital Health
- [Backend] Programação Backend com gRPC: Construindo APIs Modernas e Escaláveis
- [IA] Modelos de Regressão do Zero em R (Parte 2)

08/10
- [Metaverso] Introdução ao Game Design
- [Empreendedorismo] Tendências em Inovação: Curso Prático de Pesquisa

- [Empreendedorismo] Escrita de Projetos de Inovação para Fomentos Públicos e Subvenção Econômica (Parte 2)

09/10
- [Digital Health] ANVISA e Saúde Digital: Regulação de Tecnologias, Apps e Softwares Médicos
- [IA] Modelos de Regressão do Zero em R (Parte 3)

13/10
- [Programação] Aprendendo a Programar em Python para Saúde Digital
- [IA] Introdução à Otimização e Computação Evolucionária (Parte 1)

14/10
- [Empreendedorismo] Times Minimamente Viáveis
- [Inteligência Artificial] IA Generativa na Prática com Ollama
- [Desenvolvimento Ágil] Desenvolvimento Ágil – Framework Scrum
- [UX] Prototipação no-code de Soluções Digitais (Parte 1)

15/10
- [IA] Introdução à Otimização e Computação Evolucionária (Parte 2)
- [UX] Prototipação no-code de Soluções Digitais (Parte 2)

16/10
- [IoT] Introdução à Internet das Coisas (IoT)
- [Android] Introdução ao Desenvolvimento Android

19/10
- [Wearables] Processando Dados de Sensores Inerciais: do Sinal Bruto à Informação Clínica

20/10
- [Desenvolvimento Ágil] MVP e Prototipagem de Soluções para Saúde Digital
- [Android] Introdução (Parte 1)
- [IA] Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas (Parte 1)

21/10
- [Empreendedorismo] Pitch: Teoria e Prática
- [IA] Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas (Parte 2)

22/10
- [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva: Impressão 3D

26/10
- [Wearables] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5
- [Inteligência Artificial] Laboratório de IA Conversacional Aplicado ao Contexto Acadêmico
- [Empreendedorismo] Propriedade Intelectual
- [Desenvolvimento Ágil] DevOps GIT
- [UX] Introdução a One UI

27/10
- [Programação] Fundamentos de Bancos de Dados SQL para Saúde Digital
- [Android] Introdução (Parte 2)

29/10
- [Digital Health] Aplicações de IoT na Saúde
- [Fabricação Digital] Fundamentos de Impressão 3D e Processos de Fabricação Aditiva
- [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Aplicações com Inteligência Artificial na Fabricação Digital
- [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva: Impressão 3D

30/10
- [Digital Health] Introdução à IA para Digital Health

Atividades presenciais em Brasília (DF)

13/10
- [Digital Health] Processamento de Imagens Digitais

16/10
- [Internet das Coisas] ADC: Interface com o Mundo Analógico
- [Internet das Coisas] Interrupções e Modos de Baixo Consumo

19/10
- [Android] Android Studio: Primeiro App Nativo

21/10
- [Metaverso] Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Realidade Virtual para Reabilitação

27/10
- [Digital Health] Introdução às Imagens Médicas

Atividades presenciais em Manaus (AM)

01/10
- [IA] Introdução à Ciência de Dados: Fundamentos de Análise de Dados com Orange

05/10
- [IA] Ciência de Dados: Laboratório com Pandas e Python

06/10
- [Empreendedorismo] Formação de Cientista Empreendedor

08/10
- [IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1)
- [Digital Health] Entendendo e Implementando Modelos de Inteligência Artificial para Diagnóstico na Área da Saúde (Parte 1)

09/10
- [IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2)
- [Digital Health] Entendendo e Implementando Modelos de Inteligência Artificial para Diagnóstico na Área da Saúde (Parte 2)

14/10
- [Empreendedorismo Tecnológico Inovador] Times Minimamente Viáveis
- [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 1)

16/10
- [Backend] Laboratório de Backend e Banco de Dados com MongoDB

19/10
- [Backend] Integrando os Serviços de Backend na Nuvem
- [IA] Inteligência Artificial: Entenda o que é e Como Está Presente no Seu Dia a Dia
- [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 1)
- [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 1)
- [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 1)
- [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 1)

20/10
- [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 2)
- [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 2)
- [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 2)
- [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 2)

21/10
- [Android] Introdução ao Desenvolvimento Nativo
- [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 3)
- [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 2)
- [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 3)
- [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 3)

22/10
- [IA] Laboratório de Engenharia de Prompt
- [Empreendedorismo] Estratégias de Monetização e Sustentabilidade em Modelos de Negócios Inovadores
- [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 3)
- [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 3)

26/10
- [Backend] Validação de Dados em Backend
- [IoT] Laboratório Internet das Coisas (IoT) – Cloud

27/10
- [Wearables] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5

29/10
- [Desenvolvimento Ágil] Introdução às Metodologias Ágeis
- [Programação] Consultando Bases SQL com Python (Parte 1)

30/10
- [Android] Aplicações Interativas com Jetpack Compose
- [Programação] Consultando Bases SQL com Python (Parte 2)
 


Samsung Newsroom
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Aulões gratuitos revisam conteúdos para Enem, Fuvest e Unicamp

A série de aulões já envolveu o vestibular do ITA no mês de agosto,
mobilizando milhares de estudantes em Fortaleza (CE) e em todo o Brasil
 
Curso Poliedro promove encontros abertos ao público, com revisão de conteúdos e foco nas primeiras fases dos vestibulares 

 

Cada vestibular tem características próprias, e conhecer os conteúdos mais cobrados e o estilo de cada prova pode ajudar o estudante a direcionar melhor os estudos. Com essa proposta, o Curso Poliedro promove uma série de aulões gratuitos para Enem, Fuvest e Unicamp, com encontros presenciais e transmissão ao vivo pelo YouTube, aberta a jovens de todo o Brasil.

A programação foi planejada com foco nas primeiras fases dos vestibulares e reúne revisão de conteúdos, resolução de questões e orientações sobre os diferentes formatos de prova. Ao longo das atividades, os estudantes poderão relembrar matérias e identificar as chamadas “pegadinhas” mais recorrentes, além de conhecer estratégias para resolver questões com mais tempo e precisão.

“Cada vestibular tem uma dinâmica própria, e conhecer essas características pode fazer diferença na hora da prova. Nos aulões, queremos ajudar o estudante a direcionar a revisão para os conteúdos mais relevantes, além de trabalhar estratégias que contribuam para uma resolução mais rápida e precisa das questões. É uma oportunidade de ter contato com nossos professores e revisar pontos importantes de forma gratuita, seja presencialmente ou de qualquer lugar do Brasil”, afirma Luiz Otávio Ciurcio Neto, diretor das unidades do Curso Poliedro.

O primeiro encontro será dedicado à Unicamp, no dia 14 de outubro, em Campinas. Nos dias 27 e 28 de outubro, a programação segue com os aulões para a Fuvest, em São José dos Campos. Já os vestibulandos que se preparam para o Enem poderão participar da iniciativa nos dias 5 e 12 de novembro, em São Paulo, respectivamente no Paraíso e na Vila Mariana.

A série de encontros também já contemplou o vestibular do ITA. Em agosto, o Curso Poliedro realizou um aulão gratuito em Fortaleza (CE), com transmissão online para estudantes de todo o Brasil. A atividade diversos participantes em uma revisão voltada à primeira fase do exame.

Todos os aulões terão transmissão ao vivo pelo YouTube, com acesso gratuito para candidatos de qualquer região do Brasil. A participação presencial também é gratuita, mediante inscrição e conforme a disponibilidade de vagas.


SERVIÇO

Aulões gratuitos Poliedro – Unicamp, Enem e Fuvest

Inscrições gratuitas e abertas a todos os estudantes

Formato: presencial e transmissão ao vivo pelo YouTube


Unicamp  
Data: 14 de outubro 
Horário: 14h30 às 19h 
Local: Curso Poliedro Campinas - R. Delfino Cintra, 100, Centro – Campinas 


Fuvest  
Datas: 27 e 28 de outubro 
Horário: 14h10 às 17h50  
Local: Curso Poliedro São José dos Campos - Tv. João Friggi, s/n – Jardim São Dimas – São José dos Campos


Enem 
5 de novembro (Dia 1)

Horário: 14h10 às 17h40  
Local: Curso Poliedro Paraíso - Av. Bernardino de Campos, 270 – Paraíso, São Paulo (SP) 

12 de novembro (Dia 2) 
Horário: 14h10 às 18h40 
Local: Curso Poliedro Vila Mariana - R. Madre Cabrini, 38 – Vila Mariana, São Paulo (SP)


Dia do Idoso (01/10): Especialista da Rico revela 5 passos para guardar dinheiro para a aposentadoria

 Thaísa Durso, especialista em educação financeira, detalha o passo a passo para calcular o hiato orçamentário, proteger o poder de compra contra a inflação e garantir a autonomia financeira na terceira idade

 

Os brasileiros estão vivendo mais, e planejar a aposentadoria deixou de significar apenas juntar uma grande quantia. O desafio é transformar o patrimônio acumulado em uma renda capaz de sustentar o padrão de vida por 25, 30 anos ou até mais depois da saída do mercado de trabalho. 

Os números, no entanto, mostram que essa conta ainda está longe de fechar. Segundo a 9ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro (Anbima/Datafolha, 2025), 60% dos brasileiros que ainda não se aposentaram esperam viver da previdência pública, e só 16% dizem já guardar dinheiro especificamente para a aposentadoria. Entre os que já se aposentaram, 93% dependem do INSS. Ou seja, a maioria aposta em uma fonte de renda que, sozinha, dificilmente mantém o padrão de vida da fase ativa. 

Para Thaísa Durso, especialista em finanças pessoais da Rico, montar um bom plano pensando na aposentadoria é menos complicado do que parece. “Em vez de tentar adivinhar logo de cara quanto patrimônio será suficiente, a saída é tratar a aposentadoria como uma conta de fluxo de caixa, guiada por três perguntas: quanto será necessário por mês, quanto já estará coberto por outras fontes de renda e por quanto tempo os investimentos vão precisar cobrir essa diferença”, explica. 

A especialista da Rico estruturou um guia prático em cinco etapas para transformar a meta de aposentadoria em números concretos:

 

Passo 1: descobrir quanto faltará por mês  

O primeiro número não é o patrimônio. É a renda mensal desejada. Para chegar a ela, o caminho é estimar quanto custará o padrão de vida na aposentadoria e subtrair as receitas já previstas, como o benefício do INSS, aluguel de imóveis, pensões ou outras fontes recorrentes. 

Imagine uma pessoa que deseje contar com R$ 5 mil por mês e estime receber R$ 2 mil do INSS. Nesse caso, haverá uma diferença de R$ 3 mil mensais. É essa parcela que os investimentos precisarão complementar. 

Só que essa conta não deve partir apenas dos gastos de hoje. Algumas despesas tendem a diminuir, como o deslocamento para o trabalho. Outras ganham peso com a idade, especialmente saúde, medicamentos, seguros, adaptações na moradia e cuidados de longo prazo.

 

Passo 2: fazer a conta com o retorno real líquido  

Com a Selic em 13,75% ao ano, viver só dos rendimentos pode parecer tentador. Mas basta olhar com mais atenção para perceber que parte desse retorno serve apenas para repor a inflação, que acumula 4,22% em 12 meses pelo IPCA. Outra parte pode ser consumida por impostos, taxas e custos dos produtos financeiros. 

A conta certa, então, considera o retorno real líquido, ou seja, o que efetivamente sobra depois da inflação, da tributação e dos custos. Afinal, o objetivo não é ter mais reais no futuro, e sim preservar o poder de compra. Se o custo de vida sobe, a renda da aposentadoria precisa subir junto. 

“Outro cuidado é não planejar três décadas com base nos juros de hoje, que tendem a oscilar bastante ao longo do tempo. Um plano de 30 anos fica mais seguro com premissas conservadoras do que com a rentabilidade do momento. Projeção não é promessa: o retorno futuro é sempre uma estimativa, e quanto maior a rentabilidade esperada, maior tende a ser o risco para alcançá-la”, aponta Thaísa.

 

Passo 3: decidir quanto do patrimônio poderá ser consumido  

Há duas formas principais de usar o dinheiro acumulado durante a aposentadoria. 

Na primeira, a pessoa retira apenas parte dos rendimentos e busca preservar o capital acumulado. Essa alternativa pode fazer sentido para quem deseja deixar herança, manter uma reserva maior para emergências ou garantir renda caso viva mais do que o projetado. 

Na segunda, além dos rendimentos, parte do próprio capital é utilizada ao longo do tempo. Nesse caso, o dinheiro é planejado para sustentar a renda durante um período específico. 

Embora os valores variem conforme o padrão de vida desejado, o prazo da aposentadoria e o retorno dos investimentos, uma conclusão aparece em praticamente todos os cenários: preservar integralmente o patrimônio exige mais recursos do que planejar o seu consumo gradual.  

 

Passo 4: planejar-se para uma vida mais longa  

Viver mais é uma conquista que também precisa entrar no planejamento da aposentadoria. Em outras palavras, é importante preparar o patrimônio para acompanhar uma vida mais longa. 

O plano também deve estar preparado para períodos de maior oscilação do mercado, inclusive no começo da aposentadoria. Como os recursos passam a ser utilizados nessa fase, uma estratégia bem estruturada ajuda a evitar a venda de ativos em momentos desfavoráveis e a preservar o patrimônio por mais tempo. 

Para lidar com esses dois pontos, o caminho costuma combinar diversificação, reservas de liquidez e revisões periódicas do plano financeiro. Nesse planejamento, adotar uma margem de segurança pode fazer diferença. Uma projeção mais conservadora aumenta a chance de preservar patrimônio e, principalmente, de manter a autonomia financeira ao longo de toda a aposentadoria.

 

Passo 5: dar uma função para cada parte do dinheiro  

Com a meta definida, não é preciso concentrar toda a estratégia em um único produto financeiro. Mais do que escolher investimentos, o planejamento da aposentadoria envolve organizar liquidez, proteção, crescimento, tributação e sucessão. 

Uma forma prática de enxergar isso é separar o dinheiro em "gavetas". Uma reserva de emergência cobre despesas inesperadas. Investimentos atrelados à inflação protegem o poder de compra no longo prazo. Outros ativos buscam crescimento e diversificação. 

Nesse desenho, aponta Thaísa, alguns produtos foram pensados justamente para essa fase da vida. “O Tesouro RendA+, por exemplo, foi criado para ajudar a formar uma renda mensal corrigida pela inflação durante 20 anos, a partir da data de conversão escolhida. Já a previdência privada pode oferecer vantagens tributárias e sucessórias, conforme as características do plano. Em muitos casos, os recursos podem ser pagos diretamente aos beneficiários com mais agilidade e sem integrar o inventário, embora seja necessário observar as regras do plano e a legislação aplicável,” diz.

 

Longevidade também é assunto de família  

Para a especialista, o Dia Internacional da Pessoa Idosa é um bom momento para lembrar que a longevidade financeira não é apenas uma questão individual. 

“Quando a aposentadoria é mal planejada, o impacto pode chegar a filhos, netos e a toda a organização financeira da família. Quando o planejamento funciona, acontece o oposto: a pessoa idosa preserva a autonomia, mantém a liberdade de escolha e ainda pode decidir como contribuir para o futuro das próximas gerações”, afirma. 

Isso pode acontecer por meio de apoio financeiro, organização do patrimônio, planejamento sucessório ou simplesmente pela transmissão de bons hábitos financeiros. 

“No fim, viver mais é uma conquista. O desafio é fazer com que as finanças acompanhem essa conquista durante todo o caminho. Preparar-se para uma vida longa não é só cuidar da saúde, mas construir uma estratégia que permita viver essa longevidade com autonomia, tranquilidade e liberdade de escolha”, conclui Thaísa.



Rico
Para mais informações, acesse o 
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Dia do Idoso: saiba quais cuidados ajudam a proteger as finanças na terceira idade

Especialista do Banco Mercantil orienta o público 50+ sobre proteção de dados, contratação de serviços financeiros e prevenção a fraudes

 

Com a digitalização dos serviços bancários e o aumento das tentativas de fraude, alguns cuidados podem ajudar a tornar a rotina financeira mais segura. No Dia do Idoso, celebrado em 1º de outubro, orientações sobre proteção de dados, contratação de produtos e prevenção a golpes ganham ainda mais importância para o público 50+.

 

Segundo Lívia Silva, gerente de Prevenção a Fraudes do Banco Mercantil, instituição financeira especializada nesse público, compreender as condições de produtos e serviços é fundamental para fazer escolhas mais conscientes. “Autonomia financeira também significa ter segurança para perguntar, entender e decidir. O consumidor não precisa conhecer todos os termos do mercado financeiro, mas deve ter acesso a informações claras e saber onde buscar ajuda quando tiver dúvidas”, afirma.

 

Antes de contratar um produto ou serviço financeiro, a orientação é conferir as condições, esclarecer dúvidas sobre valores, prazos e tarifas e avaliar se a contratação é adequada à necessidade daquele momento. Em caso de ligação, mensagem ou oferta inesperada, o cuidado deve ser redobrado. A recomendação é evitar decisões imediatas e confirmar a procedência do contato antes de realizar qualquer operação.

 

A proteção dos dados pessoais e bancários também exige atenção. Senhas, códigos de segurança e informações da conta não devem ser compartilhados com terceiros, mesmo quando o contato aparentar ser de um banco. Acompanhar regularmente o extrato e as movimentações ajuda a identificar operações não reconhecidas e permite agir com rapidez.

 

Outro ponto importante é a participação de familiares na rotina financeira. O apoio pode ser útil, especialmente em situações que envolvam novas tecnologias ou contratações mais complexas, mas deve respeitar a independência do titular.

 

“Ajudar não significa decidir pelo outro. Sempre que possível, é importante que o próprio titular conheça sua vida financeira e participe das decisões. Ter alguém de confiança por perto pode ser positivo, mas informação e autonomia precisam caminhar juntas”, explica a especialista do Banco Mercantil.

 

Em caso de dúvida sobre uma contratação, movimentação não reconhecida ou suspeita de golpe, o consumidor deve procurar o banco pelos canais oficiais. Desconfiar de abordagens inesperadas, verificar a origem dos contatos e buscar orientação antes de realizar uma operação são medidas que contribuem para uma rotina financeira mais protegida.

  

Banco Mercantil


Dia das Crianças no varejo: como testar diferentes canais de mensageria para vender mais?

 

E se o varejo pudesse descobrir, antes do Dia das Crianças, qual canal tem maior potencial para converter seus clientes? Em vez de esperar até o dia 12 de outubro para colocar uma estratégia de comunicação à prova, já está na hora de as empresas transformarem essas próximas semanas que antecedem a data em um período de experimentação, testando diferentes canais de mensageria, ofertas, horários e frequências em grupos de consumidores, para identificar quais ofertas geram maior resposta em cada perfil e, com isso, extrair o melhor potencial que esta data pode oferecer. 

Não faltam dados que mostrem o cenário extremamente favorável para o aproveitamento prévio de experimentações para o Dia das Crianças. Cerca de R$ 9,96 bilhões foram movimentados pelos varejistas neste período em 2025, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o maior volume de vendas em valores absolutos registrado nos últimos 12 anos. As perspectivas para este ano também chegam com uma sinalização positiva: o Dia dos Pais também teve o melhor desempenho no mesmo período histórico, movimentando R$ 8,52 bilhões, segundo a CNC. 

Os números reforçam a expectativa de um segundo semestre aquecido, criando uma oportunidade não apenas de vender, mas de testar estratégias, entender o comportamento dos consumidores e ajustar a comunicação antes que a data chegue ao seu pico. Um laboratório de baixo risco, capaz de permitir ao varejista um melhor entendimento de qual cadência apostar para a divulgação de ofertas que realmente tenham uma boa performance. Assim, os lojistas chegarão à Black Friday com um mix de canais já validados e testados, e não decididos no improviso. 

Antes de iniciar qualquer campanha, é dever do varejista olhar, com máxima profundidade, para sua realidade. Como está a sua base de contatos? Quais canais já são (ou foram) utilizados na relação com seu público-alvo? Quais têm sido os resultados das vendas do Dia das Crianças nos anos anteriores? Esse diagnóstico interno permite um mapeamento extenso do histórico estratégico do varejista, identificando lacunas existentes que precisam de uma maior atenção, assim como as melhores oportunidades que podem ser exploradas, em termos de canais conversacionais – levando em consideração não apenas o meio em si, mas a experiência que cada um permite construir. 

O RCS, por exemplo, sistema de mensageria do Google, é uma excelente opção para experiências mais visuais e interativas, oferecendo recursos completos como carrosséis de produtos, imagens, gifs, vídeos e botões — muito vantajosos para ofertas de brinquedos, eletrônicos, calçados ou diferentes opções de presentes. Além dele, o catálogo do WhatsApp é outra opção altamente benéfica, facilitando uma jornada de descoberta dentro da própria conversa, permitindo organizar produtos, exibir fotos, preços e informações, direcionando o consumidor para a compra, aplicável a itens variados. 

Já o SMS, por sua vez, pode ser utilizado em comunicações mais objetivas e “urgentes”, como um lembrete de última hora sobre uma promoção ou sobre o prazo para comprar o presente. Independentemente do canal escolhido, é importante testar, também, diferentes horários de disparo, formatos de mensagem e calls-to-action — como “Compre agora”, “Confira os produtos” ou “Veja as ofertas” — para entender quais combinações conseguem gerar mais interação e conversão. 

Essa busca por experiências mais imersivas e interativas, porém, não precisa ficar restrita ao espaço físico. Assim como muitos varejistas vêm incorporando tecnologias como IA e realidade aumentada para tornar a jornada de compra mais personalizada e envolvente, uma mensageria verdadeiramente rica permite levar essa mesma lógica para dentro do chat, e não apenas para a loja em si. 

Ou seja, ao invés de utilizar a conversa apenas para informar uma promoção, transforme a mensagem em uma extensão da experiência de compra, apresentando produtos de forma visual, oferecendo diferentes caminhos de navegação e facilitando a tomada de decisão. A experiência que, antes, dependia da presença física pode, portanto, se expandir para o universo digital, ampliando os pontos de contato entre marca e consumidor. 

No fim, mais do que escolher entre o RCS, WhatsApp, SMS ou qualquer outro canal, o que está em jogo é a capacidade de o varejo aprender com seus próprios consumidores antes do momento de maior demanda. As semanas que antecedem o Dia das Crianças oferecem uma janela valiosa para testar formatos, horários, ofertas, chamadas e experiências, identificar o que gera maior engajamento e ajustar a estratégia com base em dados reais. 

Aqueles que compreenderem esse período não apenas como uma preparação para a data, mas como uma oportunidade de experimentação, chegarão ao dia 12 de outubro mais preparados para acertar na comunicação — e, consequentemente, mais próximos de conquistar resultados ainda melhores. 

 

Luiz Correia- head comercial na Pontaltech.
Pontaltech


Consumo invisível: 5 hábitos que fazem você gastar mais água em casa sem perceber

Torneiras gotejando, banhos prolongados e a forma como cuidamos das tarefas domésticas diárias podem inflar a conta no fim do mês. Saiba quais atitudes merecem atenção para evitar o desperdício


O desperdício de água pode estar escondido em pequenos hábitos da rotina que passam despercebidos no dia a dia. Muitas vezes, a falta de percepção sobre o volume real de água utilizado em tarefas simples faz com que litros desse recurso vital corram direto para o ralo sem necessidade.
 

Segundo diretrizes de preservação e dados do Plano Nacional de Segurança Hídrica da ANA, o consumo residencial consciente é uma ferramenta fundamental para garantir a segurança hídrica e a preservação do meio ambiente, gerando também um reflexo positivo e direto no orçamento familiar. Para ajudar a identificar esses pontos de atenção, conheça cinco práticas comuns que elevam o consumo hídrico e saiba como revertê-las.
 

1. Prolongar o tempo debaixo do chuveiro

Em seus manuais de Uso Racional da Água, a SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) destaca o banheiro como o principal foco de consumo e desperdício doméstico. O simples hábito de manter o fluxo de água contínuo enquanto se ensaboa gera um gasto invisível, mas cumulativo, por isso, a maneira mais certeira de evitar esse desperdício é manter o tempo de banho limitado a 5 minutos sempre que possível, fechando o registro ao se ensaboar. Essa simples adequação na rotina reduz o consumo de um banho de 15 minutos, que gasta cerca de 135 litros, para apenas 45 litros, gerando uma economia imediata de 90 litros de água limpa a cada banho.
 

2. Deixar a torneira aberta ao escovar os dentes ou fazer a barba
Manter o fluxo de água correndo continuamente enquanto escova os dentes ou faz a barba é um hábito comum, mas altamente ineficiente. Uma única torneira aberta durante a escovação pode gastar até 12 litros de água¹. Fechar o registro nesses momentos e abri-la apenas para o enxágue final reduz esse consumo para menos de 1 litro, gerando um impacto positivo considerável no acumulado mensal da casa.

3. Utilizar a mangueira como "vassoura" para limpar a calçada
O uso da mangueira para varrer folhas ou limpar calçadas e garagens é um dos principais gargalos de desperdício doméstico. Manter o fluxo aberto por apenas 15 minutos para lavar a calçada consome impressionantes 279 litros de água tratada². A recomendação para otimizar o uso do recurso é fazer a limpeza seca com a vassoura e, se necessário, utilizar um balde com água reutilizada do ciclo de enxágue da máquina de lavar roupas.

4. Ignorar pequenos gotejamentos em torneiras e vasos sanitários
Aquela torneira que fica pingando na cozinha ou na lavanderia pode parecer inofensiva, mas o gotejamento constante é um prejuízo silencioso. Um pequeno gotejamento diário é capaz de desperdiçar cerca de 46 litros de água, o que representa mais de 16 mil litros de água limpa jogados fora no período de um ano³. Realizar manutenções preventivas e trocar as vedações danificadas evita esse desperdício desnecessário.

5. Lavar a louça com a torneira aberta e pré-lavagem

Na cozinha, a lavagem manual de pratos, panelas e talheres com a torneira aberta costuma ser um dos principais gargalos no consumo de água, uma vez que deixar a torneira meio aberta por apenas 15 minutos consome uma média de 117 litros de água 4. Nesse caso, a tecnologia pode ser uma aliada para evitar o desperdício.

 

"Além do avanço na tecnologia das lava-louças nos últimos anos, os detergentes modernos também contam com fórmulas avançadas que atuam sobre os resíduos de alimentos, que são quebrados e removidos durante o ciclo, eliminando a necessidade de pré-lavagem.” , explica Dr. Elvis Barreto, Head de Pesquisa & Desenvolvimento da Reckitt Industrial, fabricante da marca Finish. “Alguns modelos de lava louças garantem 5x mais economia de água em relação à lavagem manual, o que equivale a 97 litros de economia de água por lavagem5”, conclui.

 

Disclaimers:

¹ Dados de equivalência de consumo para torneiras residenciais abertas durante a higiene bucal segundo a SABESP. 

² Métrica oficial de consumo por tempo médio de uso de mangueiras para limpeza externa estabelecida pela SABESP. 

³ Dados de desperdício por gotejamento contínuo calculados e validados pelo Instituto Akatu e pela SABESP

4 115 minutos de torneira aberta com regulador de vazão e pressão até 6 mca de 0,13 litros/s (equivalente a 117 litros/15 min), segundo o Programa de Uso Racional da Água da SABESP, enquanto 1 ciclo por dia na máquina, no Programa Eco da Lava-Louças de 10 serviços, equivale a 9 litros.

5 No ciclo econômico comparado ao consumo de uma lavagem manual com a torneira meia aberta por 15 min, conforme a SABESP.

Fontes:

Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)

SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo)

Instituto Akatu para o Consumo Consciente

 

O que o consumidor revela antes da compra? Degustações viram fonte de dados para indústria e varejo

Mais do que impulsionar vendas, ações de experimentação permitem identificar dúvidas, barreiras de compra, preferências e comportamentos do shopper diretamente no ponto de venda


O consumidor entra no supermercado em busca de uma bebida. Diante da gôndola, encontra dezenas de rótulos, faixas de preço, categorias e propostas diferentes. Alguns produtos já são conhecidos; outros despertam curiosidade pela embalagem ou posicionamento, mas nem sempre chegam ao carrinho.

É nesse intervalo entre o interesse e a decisão de compra que a degustação pode ganhar uma função que vai além da promoção: transformar o ponto de venda em uma fonte de informações sobre o comportamento do consumidor.

Uma dose, uma conversa e uma explicação sobre o produto podem mudar a percepção de quem compra. Ao mesmo tempo, permitem que as marcas entendam, em tempo real, quais atributos despertam interesse e o que efetivamente influencia a escolha diante da gôndola.

Segundo estudo da NielsenIQ citado pela SuperVarejo em dezembro de 2025, um em cada três consumidores que participa de uma degustação compra o produto na mesma visita. A experimentação também pode contribuir para reduzir barreiras de entrada, estimular categorias e criar uma conexão direta entre marca e consumidor.

Para a indústria, porém, existe outro ativo por trás dessa experiência: informação.


A gôndola como laboratório de comportamento

Dados de sell-out mostram o que foi vendido. A interação no ponto de venda pode ajudar a compreender por que o consumidor comprou, ou por que decidiu não comprar.

O consumidor compreende as diferenças entre categorias? O preço interfere na decisão? Quais sabores surpreendem? Há dúvidas sobre formas de consumo? O que leva alguém a experimentar uma marca que ainda não conhece?

Quando essas informações são coletadas e analisadas de maneira estruturada, promotores deixam de exercer apenas uma função comercial e passam também a atuar como importantes pontos de escuta do consumidor.

Na Weber Haus, destilaria gaúcha que chega à quinta geração da família Weber, as degustações realizadas em supermercados passaram a integrar essa estratégia de aproximação e entendimento do público.

Em 2026, a empresa tem realizado degustações do Licor de Doce de Leite em grandes redes de supermercados. Durante essas ações, a Weber Haus observa cerca de 30% de aumento nas vendas do produto.

Segundo a empresa, a aceitação tem sido muito positiva, especialmente por se tratar de um produto que ainda desperta curiosidade. Muitas vezes, é depois de provar que o consumidor compreende melhor a proposta, conhece o sabor e se sente mais seguro para escolhê-lo.


Mas a análise não se limita à conversão em vendas.

A empresa também acompanha as reações e percepções manifestadas durante a experimentação. As interações ajudam a identificar quais aspectos despertam interesse, quais questionamentos surgem e quais argumentos funcionam melhor no momento da compra. Esses aprendizados podem contribuir para as estratégias de comunicação, posicionamento e atuação comercial da marca.

Para Evandro Weber, CEO da Weber Haus, o contato presencial ajuda a vencer uma barreira especialmente relevante no segmento de destilados: apresentar ao consumidor atributos que nem sempre são facilmente percebidos apenas pela embalagem.

“A degustação permite apresentar características que nem sempre conseguimos comunicar apenas pela embalagem. Quando o consumidor experimenta, podemos falar sobre sabores, envelhecimento, madeiras e formas de consumo. Isso aproxima o público da categoria e contribui para a decisão de compra”, afirma.

Nesse contexto, o resultado de uma degustação deixa de ser medido apenas pelo número de garrafas vendidas naquele dia. As perguntas feitas, as hesitações e até os motivos que levam o consumidor a não comprar podem gerar informações capazes de orientar decisões da indústria e do varejo.

O que acontece diante da gôndola, portanto, pode valer tanto quanto aquilo que termina dentro do carrinho.



Weber Haus
www.weberhaus.com.br
Instagram: @weberhausoficial


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