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sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Enem 2025: veja como visualizar o Cartão de Confirmação

Divulgação/MEC


Cartão de Confirmação

Documento está disponível na Página do Participante. Para acessá-lo, é preciso usar o login único da plataforma gov.br. As provas serão aplicadas nos

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 ocorrerá nos dias 9 e 16 de novembro. Os participantes devem verificar o local de prova acessando o Cartão de Confirmação de Inscrição, disponível na Página do Participante. O documento informa o número de inscrição, as datas e os horários das provas, além de indicar se o inscrito tem direito a atendimento especializado ou uso do nome social, quando for o caso. 

Apesar de não ser obrigatório, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), recomenda levar o cartão impresso nos dias de exame. Confira o passo a passo para acessar e imprimir o Cartão de Confirmação de Inscrição:
 

1 - Acesse a Página do Participante e selecione o botão “Página do Participante – Entrar com gov.br”.


2 - Em seguida, utilize seu login único do gov.br e clique em “Continuar”. 

 

3 - Já na Página do Participante, à esquerda da tela, clique em “Local de Prova”.



4 - Clique no ícone azul, apresentado pelo assistente virtual (Local de Prova).



5 - Pronto! O sistema abrirá o Cartão de Confirmação de Inscrição. Para imprimir, basta descer a tela até o final da página e clicar no botão “Imprimir”.

 


Pará – Em Belém, Ananindeua e Marituba (PA), o Enem 2025 será aplicado nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro. Nessas cidades, o Cartão de Confirmação de Inscrição será disponibilizado posteriormente na Página do Participante. As novas datas foram definidas em razão da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em Belém no período da aplicação regular do exame. 

Aplicativo – Na reta final da preparação, os participantes podem contar com o apoio do aplicativo MEC Enem – o Simuladão do Enem, lançado pelo MEC. A ferramenta disponibiliza simulados com questões alternativas por campo do conhecimento, correção automatizada de redação, materiais de reforço (vídeos e apostilas) e assistente virtual. 

 

Série de videoaulas – Além disso, o MEC também fez uma parceria com o YouTube para lançar uma série de videoaulas sobre redação voltadas ao Enem. O conteúdo publicado aborda desde a interpretação de textos até a construção da redação em si, enfatizando o domínio das competências avaliadas no Enem. A série está disponível no canal do MEC e do YouTube Edu.
 

Cartilha – Para os participantes que desejam aprimorar a escrita e compreender os critérios de avaliação adotados na correção da prova, também está disponível a nova edição da cartilha:A Redação do Enem 2025 – Cartilha do(a) Participante. O material reúne informações sobre a Matriz de Referência da redação, além de apresentar amostras comentadas de textos que obtiveram nota alta no Enem 2024. 
 

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.
 

Edital do Enem 2025  

Página de orientações do Enem 


Reta final para o ENEM 2025: confira dicas e participe do aulão do MackPlay, plataforma de conteúdos audiovisuais do Mackenzie

Live com professores do Colégio Mackenzie São Paulo oferece orientações e estratégias para os dois dias de prova


Falta pouco tempo para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2025, marcado para o próximo domingo, dia 09 de novembro. Nessa reta final, o candidato precisa revisar os conteúdos e se preparar para enfrentar os dois dias de prova. 

No primeiro domingo, serão aplicadas a redação e o exame dividido entre Linguagens e Ciência Humanas. Já no segundo domingo, dia 16, é aplicada a avaliação de Matemática e Ciências da Natureza. No total, os vestibulandos vão enfrentar 180 questões mais, a redação. 

Nessa reta final é necessário ter foco e calma para não deixar a ansiedade tomar o controle, e não se esqueça de que a redação é um elemento essencial para que o candidato consiga uma boa nota na prova. 

Para ajudar com as últimas dúvidas, o MackPlay, a plataforma de conteúdos audiovisuais do Mackenzie, oferece a VestibuLive, um aulão preparatório ao vivo para tirar dúvidas sobre os principais temas que podem cair no ENEM, com a participação os professores do Colégio Presbiteriano Mackenzie (CPM) São Paulo. 

Para assistis às principais dicas para o ENEM 2025, clique aqui.


Dicas gerais para a prova do ENEM  

 

1. Comece por uma ordem que garanta pontos e economize tempo. Uma boa alternativa é dar início às questões mais fáceis e depois ir para as mais difíceis, assim você elimina o conteúdo que já domina e reserva mais tempo para as questões que geram mais dificuldade.
 

2. Controle o tempo gasto em cada questão. O ideal é deixar cerca de 3 minutos para cada pergunta, assim você consegue separar pelo menos 1 hora para realizar a redação e ainda sobra tempo para preencher o gabarito.
 

3. Leia toda a prova com muita atenção. Essa dica pode parecer boba, mas a desatenção pode te fazer perder pontos por besteira. A prova possui textos longos e perguntas interpretativas, estar atento a palavras-chave e à mensagem do texto pode te garantir um bom desempenho nas questões.
 

4. Preste muita atenção ao ler as perguntas e ainda mais nas alternativas. A prova é conhecida por conter pegadinhas em suas opções de resposta, então desconfie de opções com palavras extremas, como: Sempre, nunca e somente. Essas questões podem ser eliminatórias na hora da prova.


Dicas para a redação 
 

1. Estruture bem o texto. É importante seguir a estrutura clássica de redação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Dessa maneira é mais fácil defender um ponto de vista claro e apresentar uma proposta de intervenção viável. 

2. Esteja sempre atento à linguagem do texto e ao tema. A redação deve estar escrita na norma culta da língua, sem gírias ou abreviações, e lembre-se sempre de revisar a concordância, a pontuação e a grafia das palavras. Para o tema, é importante ler com atenção os textos de apoio disponíveis na prova e apresentar propostas de intervenção viáveis, respeitando os direitos humanos. 

3. Treine bastante. Para que sua redação fique clara, é necessário treinar a escrita. Escreva pelo menos duas redações por semana e peça para alguém de confiança corrigir, como um professor, ou utilize plataformas que simulam a correção do ENEM. 

Para mais dicas, não se esqueça de conferir a VestibuLive do MackPlay, que garante uma revisão completa com os conteúdos que caem no vestibular. Na live você encontrará os professores Elder Al Kondari Messora, Luis Octavio Rogens de Melo Alves, Ezequiel Garcia de Oliveira Pontalti, William Febronio de Mattos e Filippo Mario Nazareno Gomes Fogaccia.

 

Vestibular Mackenzie 

As inscrições para o Vestibular 2026.1 Mackenzie estão abertas! Acesse o site e saiba mais sobre os cursos, processos seletivos e formas de ingresso, incluindo a prova do ENEM.


Dia D contra a dengue acontece em duas estações da CPTM neste sábado (8)


Equipes da Secretaria da Saúde darão orientações sobre prevenção e combate à dengue entre 9h e 16h

 

Para alertar a população sobre os cuidados para prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika, as estações Corinthians-Itaquera e Itaim Paulista recebem, neste sábado (08/11), uma campanha de conscientização sobre o controle de arboviroses. 

Das 9h às 16h, agentes de combate a endemias da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde oferecerão ações educativas sobre a eliminação de foco de criadouros dos mosquitos, informações sobre como identificar os sintomas da doença e quando procurar o serviço de saúde. 

 

Dengue

Segundo dados do Ministério da Saúde, a dengue é causada pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta, de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele. 

Os sinais de alarme da doença são caracterizados principalmente por dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosa e irritabilidade. 

A melhor forma de combate é impedir a proliferação do mosquito, eliminando o seu criadouro, principalmente, ambientes com água parada. Importante manter a caixa d’água parada bem fechada, amarrar bem os casos de lixo, colocar areia nos vasos de plantas, guardar pneus em locais fechados, limpar bem as calhas das casas, não acumular sucata e entulho e esvaziar garrafas pets, potes e vasos.

  

Serviço

Dia D contra a Dengue

Onde: estação Corinthians Itaquera da Linha 11-Coral e Itaim Paulista da Linha 12-Safira

Data: Sábado (08/11)

Horário: das 9h às 16h

 

Enem: Dicas essenciais de saúde e bem-estar para candidatos

Médica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz orienta estudantes sobre como manter a saúde e o equilíbrio emocional antes das provas

 

O fim do ano marca o início de uma nova etapa para muitos estudantes que se preparam para os vestibulares de verão, provas que garantem o ingresso no ensino superior a partir do primeiro semestre do ano seguinte. Um exemplo é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que, segundo o Painel Enem 2025, conta com cerca de 4,8 milhões de pessoas inscritas para a edição deste ano, cujas provam acontecem neste domingo 9 e 16 de novembro. 

Para esses candidatos, e para tantos outros que farão vestibulares neste período, o momento é de expectativa e ansiedade. O foco intenso nos estudos, porém, pode levar ao descuido com a saúde física e mental. Por isso, a Dra. Letícia Jacome, clínica geral do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, orienta sobre como manter o equilíbrio entre desempenho acadêmico e bem-estar. 

“Estabelecer horários fixos de estudo e descanso é essencial. Fazer pausas curtas, evitar a exaustão , dormir bem, manter o local de estudos organizado e evitar o uso excessivo de celular são atitudes que fazem diferença. Além disso, a prática regular de atividade física com moderação contribui para melhorar a concentração”, explica a Dra. Letícia. 

A especialista reforça que o descanso de qualidade é um dos pilares de uma boa preparação para as provas. Dormir pouco ou em horários irregulares pode provocar fadiga acumulada, irritabilidade e dificuldade de concentração e atrapalhar o desempenho dos candidatos 

“É fundamental dormir, em média, sete horas por noite. A privação de sono compromete o aprendizado e o raciocínio lógico, habilidades essenciais durante o período”, orienta.

 

Alimentação e hidratação: combustível para o cérebro

Na véspera e no dia das provas, é preciso dar atenção especial à alimentação. A médica recomenda que os estudantes priorizem a ingestão de frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras, que garantem energia constante e auxiliam na concentração. Já alimentos muito gordurosos, processados ou ricos em açúcar devem ser evitados, pois causam sonolência e reduzem o foco. 

A hidratação também merece atenção. “A falta de água afeta diretamente o desempenho cognitivo. É importante beber água regularmente ao longo do dia e evitar o consumo excessivo de bebidas com cafeína ou açúcar, como energéticos e refrigerantes, que podem causar agitação e queda de energia depois do pico inicial”, complementa a especialista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

 

Gerenciamento de estresse e ansiedade

O controle emocional é determinante para o bom desempenho. O período pré-vestibular costuma vir acompanhado de altos níveis de ansiedade e nervosismo por isso, pequenas mudanças na rotina podem fazer diferença. 

“Técnicas de respiração, alongamentos, meditação e exercícios físicos leves são aliados poderosos para reduzir a tensão e melhorar o foco, inclusive minutos antes do início dos tetes”, explica a médica.

 

O grande dia

Nos dias que antecedem as provas, manter a rotina faz toda a diferença. Dormir cedo, acordar com tranquilidade e planejar o dia ajudam a reduzir o estresse. “Evite revisar todo o conteúdo de última hora. Confie na preparação feita até aqui, priorize um sono reparador e evite o excesso de cafeína, que pode aumentar o nervosismo”, recomenda a médica. 

No dia do exame, a atenção deve se voltar também aos cuidados práticos: não comer muito próximo ao horário da prova, dar preferência a refeições leves ajudam a manter o bem-estar. “Durante o exame, é importante manter a energia e a concentração, dessa forma, priorize levar lanches saudáveis, como frutas secas, maçã, barrinhas de cereais e uma garrafinha d’água”, explica Dra. Letícia. 

Após o vestibular, a médica lembra que o autocuidado deve continuar sendo prioridade. Manter hábitos saudáveis não é importante apenas antes das provas, mas também durante toda a vida acadêmica. Cuidar do corpo e da mente é a melhor forma de sustentar o aprendizado e o sucesso pessoal e profissional ao longo do tempo.

 


Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Acesse o nosso site para saber mais: Link


Má postura ao estudar para o Enem pode prejudicar o raciocínio

Fisioterapeuta alerta para os prejuízos para a saúde física e mental de estudar de forma inadequada


Em 2025, o Enem acontecerá nos dias 09 e 16 de novembro. Para se preparar para a prova, muito se fala em quais assuntos focar os estudos, mas outro elemento também é muito importante durante este período: a postura. Estudar com má postura pode trazer diversos prejuízos para a saúde física e mental, especialmente em momentos de alta tensão. 

"A má postura ao estudar pode prejudicar o raciocínio e a capacidade de concentração. Dores musculares são comuns em estudantes que passam longas horas em posições inadequadas”, alerta a fisioterapeuta, Eduarda Borges Mendonça. 

A tensão muscular e o cansaço excessivo causados por esta prática inadequada podem aumentar os níveis de estresse e ansiedade, impactando negativamente na performance durante a prova. “É fundamental que os estudantes adotem uma postura correta e façam pausas regulares para alongar e relaxar os músculos, garantindo assim um melhor rendimento nos estudos e na hora da prova", reforça a coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera. 

A especialista aponta os principais problemas decorrentes da má postura e suas consequências nos estudos:

 

1. Dores Musculares e Articulares

Dores nas costas: A má postura pode causar dores na região lombar e cervical.

Dores nos ombros e pescoço: Tensão acumulada devido à postura inadequada.

Dores nas articulações: Pode afetar os joelhos, quadris e outras articulações.
 

2. Problemas de Circulação

Má circulação sanguínea: A compressão de vasos e músculos pode reduzir a oxigenação, prejudicando o raciocínio, a concentração e a memória.
Formigamento: Sensação de formigamento nas extremidades devido à pressão sobre os nervos.
 

3. Fadiga e Cansaço

Cansaço excessivo: A má postura pode levar a um gasto energético maior, causando fadiga.

Dificuldade de concentração: O desconforto físico pode prejudicar a capacidade de focar nos estudos.
 
5. Tensão e Estresse

Aumento da tensão muscular: A má postura pode aumentar a tensão nos músculos, levando ao estresse físico e mental.

Ansiedade: O desconforto físico pode contribuir para o aumento da ansiedade, especialmente em momentos de prova.
 

6. Impacto na Performance

Redução da eficiência: Dores e desconfortos podem reduzir a eficiência nos estudos e na realização de provas.

Dificuldade de memorização: O estresse físico pode prejudicar a capacidade de memorização e raciocínio.  



Anhanguera
Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site e o blog.         


Burnout estudantil: como lidar com a exaustão às vésperas do Enem

Maior processo de seleção para o ensino superior no Brasil, o Enem intensifica os sintomas de ansiedade dos inscritos e acende o alerta para o esgotamento emocional

 

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está agendado para os dias 9 e 16 de novembro. Às vésperas das provas, a rotina de estudos se intensifica e as longas jornadas em cursinhos preparatórios voltam a dominar a vida de milhões de estudantes. 

De acordo com o Inep, o Enem 2025 tem mais de 4,8 milhões de inscrições confirmadas, um crescimento de 11,2% em relação a 2024. Junto com o aumento no número de candidatos, cresce outro fenômeno: o cansaço emocional e os sinais de burnout estudantil. A rotina imposta pelos estudos intensifica as emoções e aumenta a probabilidade de desregulação emocional. 

Fatores como longas horas de estudo, sono e alimentação irregulares e o anseio por bom desempenho criam um cenário propício para o desenvolvimento do esgotamento mental ou burnout estudantil, caracterizado por três pilares: exaustão emocional, desmotivação e queda de rendimento. Esse quadro está ligado à diminuição do desempenho acadêmico e pode ocasionar mudanças comportamentais que impactam os âmbitos educacional, social e psicológico. 

“Assim como os profissionais, os estudantes também estão sobrecarregados e enfrentam suas próprias pressões e demandas, com o excesso de tarefas resultante do processo de aprendizagem. Em períodos de exposição prolongada e com objetivos específicos, como alcançar uma boa média no Enem, é importante observar mudanças comportamentais relacionadas à alimentação, prática de esportes, desânimo com os estudos, alterações no sono, sensação de cansaço e eventual abuso de substâncias”, alerta a psicóloga Fernanda Pacheco, professora do curso de Psicologia do UniCuritiba – instituição da Ânima Educação.

Segundo ela, alguns estressores estão relacionados à autocobrança e à sensação de incapacidade. Outros pontos de atenção incluem irritabilidade, inquietação, nervosismo, sentimento de solidão e desamparo prolongado, o que pode desencadear psicopatologias como ansiedade e depressão.  

Rotina de estudos e moderação

“Estudar por muitas horas seguidas não está diretamente relacionado ao bom desempenho. Existem outros fatores importantes, como manter uma rotina adequada de lazer, exercícios e sono, que são fundamentais para o equilíbrio emocional”, acrescenta a psicóloga. 

Além do Enem, os vestibulares de verão também se aproximam. Com o calendário apertado, a recomendação é que os estudantes estabeleçam prioridades, como revisões e simulados curtos, em vez de maratonas de conteúdo. 

“Nos dias que antecedem o Enem, é importante reduzir o número de horas de estudo e selecionar os conteúdos que serão revisados. É essencial também respeitar as horas de sono e manter atividades de lazer e hobbies, como práticas manuais ou instrumentos musicais. Práticas baseadas em mindfulness podem ser aliadas na redução dos sintomas de ansiedade”, orienta Fernanda.


Telas e distrações

Outro fator que contribui para o esgotamento mental e emocional é o uso excessivo de telas. “As notificações constantes fragmentam a concentração e aumentam o nível de ansiedade. Silenciar o celular ou colocá-lo em modo avião durante o estudo, além de limitar o uso das redes sociais e evitar seu uso antes de dormir, são medidas importantes para prevenir a fadiga digital”, explica a professora do UniCuritiba. 

A psicóloga Fernanda Pacheco reforça que uma rede de apoio bem estruturada é um fator protetivo contra a sobrecarga estudantil. “O apoio de familiares e amigos deve estar voltado a compreender as dificuldades do estudante, observando seus comportamentos e possíveis alterações. O suporte emocional e o auxílio na manutenção da rotina são fundamentais. É importante evitar comparações e acolher os sentimentos do jovem”, destaca. 

Para ajudar a reduzir a pressão em relação às provas deste ano e facilitar o acesso dos estudantes à graduação, o UniCuritiba oferece uma vantagem: a instituição aceita a melhor nota do Enem dos últimos 10 anos. Os detalhes estão disponíveis em https://www.unicuritiba.edu.br/formas-de-entrada/enem/.

 

Quando procurar ajuda

Insônia persistente, crises de choro, desmotivação, dores físicas recorrentes, irritabilidade ou comportamentos autolesivos são sinais de alerta. Em casos assim, é fundamental buscar apoio profissional. 

O UniCuritiba oferece atendimento psicológico para adolescentes a partir de 12 anos. A Clínica Escola de Psicologia fica no Campus Milton Viana, rua Chile, 1.678, bairro Rebouças. Os atendimentos são realizados de segunda-feira a sexta-feira, das 8h30 às 21h, mediante agendamento pelo forms Agendamentos Psicologia.

 

UniCuritiba

 

Enem: dicas para quem tem Diabetes Tipo 1

Sociedade Brasileira de Diabetes lembra que o melhor é usar glicosímetro para exame de ponta de dedo

 

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado em 9 e 16 de novembro e tem regras especiais para quem tem Diabetes Tipo 1 (DM1). No ano passado, um aluno foi retirado da sala de aula porque o sensor de glicemia enviou aviso ao celular dele, que apitou. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), que já vinha discutindo com o Ministério da Educação o uso de celular em sala de aula, assim como outras entidades, fez reuniões com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo Enem 2025, e ficou decidido que candidatos que têm diabetes deveriam informar a condição no ato de inscrição e, uma vez aceita a solicitação, poderiam utilizar materiais como medidor de glicose, sensor e bomba de insulina. 

De acordo com a dra. Solange Travassos, vice-presidente da SBD, o candidato deverá deixar seu celular no modo avião dentro do envelope porta-objetos, que será lacrado, assim como ocorre com todos os que vão prestar o exame. Caso o sensor apite, o candidato será levado à Coordenação para confirmação da necessidade de aferição da glicemia. “Por isso, a minha recomendação é que as pessoas com DM1 usem o glicosímetro para fazer teste na ponta do dedo ou usar o leitor do sensor”, diz a médica. “O Enem é um momento importante, se programe, leve insulina acondicionada, pois a sala poderá estar quente”, aconselha. “Leve alimento e água também.” 

 

Vozes do Advocacy lança campanha sobre a Lipodistrofia Generalizada Congênita e consequências da falta de acesso ao tratamento no Brasil

Minidocumentário traz relatos emocionantes de pacientes, cuidadores e médico sobre as complicações à saúde física e mental causadas pela ausência de cuidado específico  

 

O Vozes do Advocacy, federação que reúne 27 organizações de diabetes, lança a campanha “Lipodistrofia: o corpo que reclama” para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e alertar sobre o impacto à saúde causado pelo não tratamento da doença, além de abordar o preconceito que as pessoas com a condição sofrem.

 

O que é a Lipodistrofia?  

A Lipodistrofia Generalizada Congênita, também conhecida como Síndrome de Berardinelli, tem prevalência no mundo de 1,67 a 2,84 casos por milhão de pessoas1. Mas, no Brasil, em regiões do Rio Grande do Norte, chega a ter 20 casos por 100.000 habitantes2. No país, a prevalência tende a ser superior devido aos casamentos entre membros da mesma família. 

A condição é caracterizada pela incapacidade do organismo de manter o tecido adiposo, o que pode levar ao desenvolvimento de outras doenças como diabetes, esteatose hepática, complicações renais, cardiomiopatia, hipertensão e pancreatite, além de depressão devido ao estigma causado pela alteração das feições e do corpo. 

Boa parte das pessoas com Lipodistrofia Generalizada Congênita desenvolvem diabetes e, dessa forma, apresentam as complicações clássicas como retinopatia diabética e problemas renais, o que tem impacto na qualidade e na expectativa de vida. No país, um estudo mostrou que a idade média de morte dos pacientes é de 27 anos.3

 

Campanha objetiva informar sociedade e dialogar sobre o acesso ao tratamento  

A campanha tem como objetivo levar informações sobre a gravidade da condição para a população, ajudar a reduzir o estigma sofrido pelos pacientes e discutir o acesso ao tratamento, que ultimamente está disponível somente de forma privada e ou judicializada. 

“O diagnóstico adequado e o acesso ao tratamento são primordiais para salvar a vida dessas pessoas. Sem esses elementos, os índices de sobrevida continuarão sendo de 27 anos. Todos devem ter acesso ao tratamento adequado, mas infelizmente hoje a maioria destes indivíduos só conseguem tratar as complicações associadas como diabetes, esteatose hepática, complicações renais...”, ressalta Vanessa Pirolo, presidente do Vozes do Advocacy. 

O minidocumentário, que será veiculado nas redes sociais das organizações e no site da campanha, traz o depoimento do Dr. Josivan Gomes de Lima, endocrinologista, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Há também relatos de pessoas com a condição como Roberto Wagner, Veruska Dantas, Isabel Oliveira e das suas respectivas mães Márcia Guedes, Virginia Dantas e Cristina Oliveira.

 

Preconceito, discriminação e dificuldade no diagnóstico: os emocionantes relatos de pacientes e seus cuidadores  

“Eu recebi uma sentença de morte há 38 anos. Disseram que eu só teria 6 meses de vida”, esse é o relato de Roberto Wagner, que ainda bebê foi diagnosticado com a condição. “A minha infância, eu posso dizer que foi um pouco ‘escura’, porque foi um dos períodos mais difíceis da minha vida. Ela foi muito marcada por preconceito, por discriminações e por muitas pessoas que chegavam e me diziam ‘como você é feio’, ‘como você é cadavérico’. Me diziam que eu nunca namoraria ou teria um relacionamento”. 

“Eu descobri que era diferente das outras pessoas quando eu estava na faixa dos 10 anos. As minhas amigas eram ‘cheinhas’, tinham gordura, e eu não tinha. Foi a partir daí que eu comecei a notar que eu era diferente”, conta Veruska Dantas, que, em seu depoimento presente no minidocumentário, também descreve o preconceito sofrido por conta de sua aparência e a angústia resultante de comentários maldosos e questionamentos preconceituosos ouvidos durante toda sua vida. 

“Quando Veruska nasceu, os médicos não me mostraram ela de imediato. Eles só vieram me mostrá-la à tarde. Ela era muito magrinha, muito mesmo. Os médicos não sabiam o que ela tinha, achavam que talvez fosse um bebê que tivesse passado da hora de nascer. Foram 3 meses de uma angústia muito grande após seu nascimento, sem saber o que ela tinha. Nesse período, procurei um pediatra em Natal, que a examinou e desconfiou que ela tivesse uma síndrome rara e pediu todos os exames. Retornando ao médico, veio o diagnóstico de Síndrome de Berardinelli”, relata Virginia Dantas, mãe de Veruska, sobre os desafios enfrentados até conseguir o diagnóstico. 

“Com a campanha, queremos chamar a atenção também para a difícil jornada das pessoas que vivem com doenças raras no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essas condições afetam 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Em média, uma pessoa com doença rara demora cerca de oito anos para conseguir o diagnóstico correto. Isso ocorre não apenas pela falta de profissionais capacitados a identificar essas condições, sobretudo na atenção básica, mas também pela existência de poucos serviços especializados. Nos mais de cinco mil municípios do país existem somente 240 centros especializados”, finaliza Vanessa Pirolo. 

A campanha foi realizada pela produtora Mandacaru Films e pela Agência Fator Digital, com apoio da Associação Brasileira da Síndrome de Berardinelli e outras Lipodistrofias (ABSBL) e da Chiesi.

Para acessar o vídeo da campanha na íntegra, acesse o link: XX ou em: XXX

 

Chiesi Brasil
www.chiesi.com.br

 

Enem: O que comer antes e durante a prova?

Freepik
Nutricionista ressalta que a alimentação está atrelada ao raciocínio e pode afetar o desempenho do estudante

 

Poucos dias para o Enem e a ansiedade de milhares de estudantes só aumenta. Por se tratar de uma prova com duração mais longa, especialistas da área da saúde alertam os estudantes que se atente quanto à alimentação. Rayana Almeida, professora do curso de Nutrição da Faculdade Pitágoras, orienta que, para um melhor desempenho na avaliação, os participantes devem comer bem, antes, como também, levar um pequeno lanche para comer durante a realização do exame. 

Segundo a especialista, ficar sem comer pode ser prejudicial para o raciocínio e para o corpo, interferindo diretamente no desempenho. “O corpo e o cérebro precisam de energia para funcionar bem. Quando uma pessoa passa muitas horas sem comer, os níveis de glicose no sangue caem impactando o desempenho cognitivo”, ressalta. 

A professora explica que o ponto mais afetado nesse contexto é concentração. “Pensar de forma nítida e lógica se torna uma tarefa mais difícil quando o cérebro recebe menos nutrientes. A ausência de uma refeição pode provocar irritabilidade e fadiga”, alerta.  

A nutricionista lista, a seguir, algumas sugestões de alimentos para os momentos que antecedem a prova e, também, opções de lanches simples para comer durante o exame. Confira: 

 

Antes da prova

No jantar que antecede ao dia da prova, priorize fazer tudo mais cedo, a fim de que se tenha uma boa digestão e uma noite de sono tranquila. O ideal é que essa refeição seja leve para garantir o bem-estar no dia seguinte. 

Priorize nutrientes como ferro, ácido fólico e vitaminas antioxidantes (A, C, E), pois elas possuem efeitos neuroprotetores e melhoram o desempenho intelectual. Exemplo: Arroz, feijão, leguminosas como ervilha, lentilha ou grão de bico. Vegetais verde-escuros como a couve, brócolis e espinafre são muito indicados, assim como a cenoura, tomate e abobrinha são boas opções de consumo.  

No café-da-manhã lembre-se que as substâncias presentes no café podem causar efeitos colaterais, como a dor de cabeça. Pense sempre em alimentos que o ajudam a se manter mais concentrado e que mantenham o intestino em funcionamento regular. Exemplo: frutas e alimentos integrais como granola ou aveia e suco natural. Pão integral também é recomendável.   

Já na hora do almoço essa refeição também deve ser leve e é indicado que ela seja feita em casa, tanto para evitar comer coisas diferentes do costume, quanto para ter um momento pré-prova mais tranquilo. Exemplos carboidratos de baixo índice glicêmico, que levam mais tempo para serem digeridos e ajudam manter energia até a hora da prova, além de auxiliar na concentração e memória. Cenoura, brócolis, alface, tomate, batata doce e arroz integral são exemplos de alimentos a serem consumidos. 

 

Durante a prova

É importante destacar que as regras do MEC exigem que os alimentos sejam colocados em um recipiente transparente e sem rótulo a fim de facilitar a fiscalização no local. O ideal, nesse caso, é priorizar os alimentos fáceis de levar e que não resultam em muita sujeira. Exemplos: frutas como maçã, banana, sanduíche natural e até mesmo biscoitos integrais, que geram mais saciedade.  

Por fim, a nutricionista recomenda a hidratação constante. “Tenha uma garrafa de água em mãos, pois a água desempenha um papel crucial no transporte de nutrientes, minerais e oxigênio às células do organismo. Além disso, é fundamental para o funcionamento do cérebro, visto que a desidratação pode prejudicar de forma adversa a função cognitiva, incluindo a capacidade de concentração e raciocínio. Beber água em quantidade suficiente ajuda a manter a clareza mental”, conclui.



Faculdade Pitágoras
Para mais informações, acesse o site.


Novembro Azul: Dermatologista alerta para negligência masculina com os pés e riscos de doenças, incluindo câncer de pele

A negligência com os pés masculinos vai além de micoses e unhas encravadas, podendo evoluir para infecções graves e até o melanoma acral, um tipo de câncer de pele

 

Com a chegada do Novembro Azul, mês dedicado à conscientização sobre a saúde masculina, a Dra. Ariane Paula, Médica Dermatologista e docente do curso de Medicina da Universidade de Franca – Unifran, faz um alerta importante para uma parte do corpo frequentemente esquecida pelos homens: os pés. A especialista destaca que a falta de cuidados básicos pode levar a problemas que vão desde incômodos comuns até condições graves, como o câncer de pele. 

Segunda a dermatologista, micoses (frieiras), onicomicoses (infecção fúngica das unhas), unhas encravadas e verrugas virais estão entre as afecções mais prevalentes nos pés masculinos. Ela ressalta que a ausência de tratamento para essas condições, muitas vezes vistas como menores, pode levar a complicações sérias: "A micose pode se espalhar para outras áreas do corpo, a frieira pode evoluir para fissuras dolorosas e infecções bacterianas secundárias, e a unha encravada pode resultar em inflamações crônicas, abscessos e até necessidade de procedimentos cirúrgicos, comprometendo significativamente a qualidade de vida", reforça Ariane. 

A docente reitera ainda que a alta incidência desses problemas reside em hábitos simples, mas negligenciados. "O uso constante de calçados fechados cria um ambiente quente e úmido, ideal para a proliferação de fungos, o que explica por que os homens apresentam micoses com mais frequência", afirma a Dra. Ariane. Para prevenir essas condições, ela recomenda: secar bem os pés, especialmente entre os dedos, usar hidratante específico para a região, arejar os calçados ao sol após o uso e alternar os pares no dia a dia. O uso de talco antisséptico nos sapatos e nos pés, juntamente com o uso de meias de algodão ou tecidos respiráveis trocados diariamente, são medidas essenciais para prevenir odores e infecções. 

É importante ainda estar atento a sinais de alerta que exigem consulta dermatológica imediata. "Feridas que não cicatrizam, mudanças na cor ou formato das unhas, descamações persistentes, nódulos dolorosos, sangramentos ou pintas escuras nos pés ou unhas que apresentem alteração recente são indicativos de problemas que podem ir de infecções resistentes a doenças graves, como o melanoma acral – um tipo agressivo de câncer de pele que pode surgir nas plantas dos pés ou sob as unhas", alerta a docente. A avaliação periódica com um especialista é crucial não apenas para o tratamento precoce de micoses e inflamações, mas principalmente para identificar lesões potencialmente graves em estágio inicial, aumentando muito as chances de cura. 

Neste Novembro Azul, a mensagem é clara: cuidar dos pés é parte integrante da saúde masculina. Pequenos hábitos diários de higiene e a atenção aos sinais do corpo podem fazer uma grande diferença na prevenção de doenças e na manutenção da qualidade de vida.

 

UNIFRAN
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