Pesquisar no Blog

terça-feira, 10 de junho de 2025

Para 87% das mulheres, autocuidado é ato de amor — e aproxima o casal, mostra pesquisa

UNSPLASH
Autocuidado melhora a vida a dois, revela pesquisa de marca de beleza

 

No Dia dos Namorados, 87% das mulheres dizem que se cuidar é um ato de amor — e relatam se sentir mais confiantes, presentes e conectadas com o parceiro após investir em si mesmas. 

Entre escovas marcadas, tratamentos corporais e escolhas pensadas diante do espelho, o Dia dos Namorados tem ganhado um novo significado para muitas mulheres. Mais do que agradar o outro, a data se tornou um momento simbólico de reconexão consigo mesma — e a beleza tem sido uma aliada emocional nesse processo. Segundo um levantamento interno realizado pela GoldIncision, marca especializada no tratamento da celulite, 87% das mulheres acreditam que se cuidar é um ato de amor, e não apenas estética. 

O estudo ouviu clientes da marca em todo o Brasil e revelou um padrão que vai muito além da vaidade: 75% das entrevistadas afirmam que investir em si mesmas melhora a confiança dentro do relacionamento. Para 62%, o autocuidado gera mais conexão emocional com o parceiro. E 68% relataram que pretendem se presentear com um tratamento estético ou de bem-estar antes do dia 12 de junho — não para alguém, mas por elas mesmas. 

Esse movimento, que mistura vaidade consciente, autoestima e autonomia emocional, reforça uma tendência crescente no comportamento feminino: o entendimento de que beleza não se limita ao visual — ela é parte ativa da identidade, da força emocional e até da presença afetiva. Ao se sentirem mais seguras e satisfeitas com a própria imagem, muitas mulheres relatam estar mais abertas, disponíveis e presentes nos momentos a dois. 

“O cuidado com a pele, com o corpo, com o tempo reservado para si mesma, tudo isso vai muito além da estética. É uma construção silenciosa de autoestima que se reflete na forma como a mulher ocupa espaço, se comunica e se relaciona”, explica o Dr. Roberto Chacur, Médico Expert GoldIncision com quase 20 anos de experiência. “Quando ela se sente bonita, respeitada por si mesma, isso transparece — e afeta positivamente a relação como um todo. Por isso dizemos que se cuidar é também um ato de amor pelo outro.” 

A campanha de imprensa da marca para este Dia dos Namorados aposta nessa narrativa emocional e simbólica. Batizada de “Se cuidar é um ato de amor”, a iniciativa propõe colocar o autocuidado no centro das conversas sobre relacionamento, beleza e bem-estar. A ideia é propor um presente afetivo que começa do lado de dentro — e que se revela no toque, no olhar e na forma como a mulher se posiciona diante da relação. 

Longe de ser um gesto egoísta ou fútil, o autocuidado feminino vem sendo ressignificado como uma forma de reconexão pessoal que transborda para o outro. Uma mulher que se sente bem com o próprio corpo, com o tempo que dedicou a si, com o reflexo que vê no espelho, também se sente mais inteira no encontro. E esse estado — mais do que qualquer presente comprado — é o verdadeiro luxo emocional que muitos casais buscam (e poucos conseguem traduzir). 

A pesquisa reforça que o autocuidado, para muitas mulheres, tem se tornado um fator relevante na construção de vínculos mais saudáveis e na percepção de bem-estar dentro do relacionamento.


Conheça 5 benefícios de treinar em casal

O dia 12 de junho é perfeito para celebrar o amor e, que melhor maneira de fazer isso do que cuidando do bem-estar e da saúde, além de fortalecer a relação do casal?

Fazer exercícios ou atividades físicas traz grandes benefícios para a saúde, e ainda mais se for em casal! Segundo o médico do esporte e membro do Conselho Consultivo da Herbalife, Dr. Carlos Ulloa, treinar junto com a pessoa que você ama ajuda a criar hábitos de vida saudáveis e fortalece os laços afetivos. “Quando treinamos em casal, a motivação que surge entre os dois é maior, e os desafios compartilhados aumentam o compromisso mútuo, fazendo com que o exercício seja constante e duradouro”, destaca Ulloa. A seguir, confira os principais benefícios de treinar em casal: 

Melhora a experiência do exercício. Treinar acompanhado inspira a se esforçar mais, especialmente em dias em que a motivação pessoal está baixa. Além disso, o apoio mútuo gera um senso de responsabilidade que incentiva a continuidade da atividade física. 

Fortalece o compromisso. “Quando se treina em casal, é mais provável que se respeitem os compromissos assumidos, o que melhora os resultados”, explica o Dr. Ulloa. A atividade conjunta também se torna mais divertida e prazerosa, fortalecendo a conexão emocional. 

Impulsiona a superação de limites pessoais. Exercita-se em casal permite trabalhar em metas comuns e se motivar mutuamente para superar desafios. Isso promove não só o bem-estar físico, mas também o crescimento emocional compartilhado. 

Reduz tensões e fortalece a relação: Isso porque proporciona um espaço longe da rotina diária, criando um ambiente de colaboração e entendimento que ajuda a liberar tensões e estimula o companheirismo. 

Fortalece a autoestima e o vínculo emocional: O apoio constante gera um impacto positivo na percepção pessoal de cada um e reforça os laços afetivos. 

Hormônios, estresse, autoestima, descanso e seu impacto na relação: Além disso, o exercício físico ativa a liberação de diversos hormônios que potencializam tanto o bem-estar individual quanto o da relação: 

Endorfinas: Estimulam sensações de felicidade, o que torna o exercício juntos mais divertido, reforçando a cumplicidade. 

Estresse: O exercício pode ajudar a regular o estresse, reduzindo os níveis de hormônios estressores como o cortisol e a adrenalina. Níveis mais baixos de estresse podem contribuir positivamente para a relação de casal. 

Autoestima e confiança: Outro impacto positivo é o aumento dos níveis de autoestima e confiança em si mesmo e no outro. 

Descanso: O exercício em casal pode contribuir para um descanso de melhor qualidade, o que é muito significativo. Além disso, o especialista da Herbalife destaca algumas recomendações para um treino memorável em casal: 

Escolham um lugar: Seja em casa, ao ar livre ou em uma academia. Variem os cenários: Mudar de lugar pode tornar o exercício mais motivador e menos monótono. 

Apoiem-se mutuamente: A colaboração e o esforço compartilhado são fundamentais. 

Finalizem com um momento especial: Alonguem-se juntos e aproveitem um shake que permita repor energias e apoiar a recuperação muscular. Neste 12 de junho, presenteiem-se com bem-estar, saúde, cumplicidade e tempo de qualidade. “Treinar juntos não só ajuda a melhorar a condição física, mas também cria momentos inesquecíveis de companhia, motivação mútua e admiração pelo esforço compartilhado”, completa Ulloa.

 

Como adquirir os produtos Herbalife

Os produtos Herbalife são comercializados exclusivamente por distribuidores independentes. Eles também estão disponíveis nos EVSs (Espaços Vida Saudável) – procure o mais próximo de você – e para compra online direto da Herbalife por meio do programa Cliente Premium, que oferece descontos progressivos, entrega em domicílio, promoções exclusivas e todo o serviço personalizado do distribuidor independente (para quem se interessar).  Para se cadastrar como 

Cliente Premium, acesse o site https://clienteherbalife.com.br ou fale com um distribuidor independente Herbalife. O distribuidor independente é livre para definir seu próprio preço de venda para os clientes. 



Herbalife Ltd.
www.herbalife.com

    

EM VEZ DE DIA, SEMANA DOS NAMORADOS

Percival Maricato, Vice-presidente do Visite São Paulo Convention Bureau e diretor da ABRASEL e Sócio da Maricato Advogados Associados

 

Todos os anos, na data de celebração do Dia dos Namorados, restaurantes, bares e casas de show ficam em polvorosa. Estimam – e sempre confirmam que serão procurados por mais clientes do que a capacidade de atender. Por conta disso, muitos casais, talvez a maioria, avaliam não valer a pena procurar por local agradável. Acreditam, na melhor das hipóteses, que para conseguir um lugar vão esperar algumas horas na fila e depois lidar com um atendimento aquém do desejável. 

Infelizmente, esse contexto se repete há muito tempo. Assim, perdem todos. Namorados se chateiam. Empresários se irritam. E até a cidade perde porque o movimento poderia gerar mais retornos para os cofres. 

Para lidar com esse momento especial de atender os enamorados (o melhor período da vida), com todo esmero e atenção possível, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, ABRASEL, propõe uma feliz solução: transformar o dia em Semana dos Namorados. 

A entidade propõe que os namorados sejam atendidos, com promoções, entre 9 a 15 de junho, evitando-se os atropelos característicos da comemoração em um único dia.

A semana dos namorados pode ir além dos bares, restaurantes, casas de show. 

As demais atividades comerciais, turísticas, culturais, esportivas deveriam investir na ideia, fazendo promoções para os casais que se declararem enamorados. Museus, cinemas, teatros, shoppings, lojas comerciais, agências de viagem, hotéis, todos deveriam abrir suas portas com promoções para recebê-los. Com certeza vão faturar muito mais, ganhar clientes e injetar a economia com maior fluxo, econômico, mais empregos, mais tributos recolhidos 

Haverá, sem dúvida, impacto sobre a cidade. Mais festa, mais alegria e comemorações, mais gente pelas ruas. 

São Paulo tem a obrigação de ser a Cidade a transformar o tempo de desfrute desse momento alegre, feliz, com promoções, atrair turistas. 

Esperemos que a proposta receba apoio dos demais setores econômicos e do poder público, se torne realidade e com o tempo uma festa tradicional.  Os namorados merecem, os empreendedores e a cidade também.


Solteiros no Dia dos Namorados: como cuidar da autoestima e ressignificar a data

Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho
  Unsplash
Especialista explica como lidar com a pressão social e transformar o 12 de junho em um momento de autocuidado e liberdade emocional

 

Corações, flores, jantares românticos e muitas declarações nas redes sociais. O Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho, costuma exaltar o amor a dois, mas também pode despertar sentimentos de frustração e solidão em quem está solteiro. Diante de uma cultura que valoriza relacionamentos como metas de realização pessoal, muitos se sentem pressionados a “encontrar alguém” ou formar uma família, como se a felicidade dependesse exclusivamente disso. 

“As pessoas começam a acreditar que estão atrasadas na vida só porque não têm um relacionamento. Mas estar solteiro não é um problema: é uma fase valiosa, de amadurecimento e autoconhecimento. A dor nasce da comparação e da expectativa de seguir um roteiro que não seja, necessariamente, para esse momento”, afirma o Médium especialista em relacionamentos Henri Fesa. Segundo ele, essa pressão invisível pode afetar diretamente a autoestima e minar a confiança para viver relacionamentos saudáveis. 

É nesse ponto que o Dia dos Namorados pode ser ressignificado: em vez de ser sobre o outro, pode ser sobre você. Um convite para olhar para si com carinho e cultivar o amor-próprio, que é a base de todos os outros amores. “Quando você fortalece o vínculo consigo, naturalmente se abre para relações mais verdadeiras, seja um novo relacionamento ou até mesmo uma reconexão com quem já fez parte da sua história”, explica Fesa. 

Entre as formas de celebrar esse amor interno, o especialista recomenda práticas simples e simbólicas: sair com amigos, fazer algo prazeroso, escrever uma carta de afeto para si mesmo ou dar um presente – não como fuga, mas como celebração. “O mais importante é entender que estar só também é estar inteiro. Pressa e pressão só afastam a possibilidade de um encontro genuíno”, reforça. 

O 12 de junho pode, sim, continuar sendo uma data de amor, mas não precisa ser exclusiva dos casais. Pode ser o momento ideal para rever padrões, agradecer pelas experiências que passaram e abrir espaço para vínculos mais conscientes e leves. Como conclui Henri Fesa, “o amor que você oferece a si é a base dos outros amores. Quando essa base é sólida, qualquer relação que vier será fruto de uma escolha, e não de uma carência”.





Henri Fesa - Médium, auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!



Dia dos Namorados: 5 ideias simples e especiais para comemorar em casa

A vida a dois precisa ser alimentada com presença 
 Unsplash

Especialista destaca a importância da conexão afetiva no ambiente íntimo

 

O Dia dos Namorados é uma das datas mais celebradas entre os casais, mas nem sempre é preciso sair de casa ou gastar muito para viver uma noite memorável. Com criatividade e intenção, é possível transformar o lar em um verdadeiro refúgio de romantismo, fortalecendo a conexão e resgatando a essência do relacionamento. 

“A vida a dois precisa ser alimentada com presença, cuidado e pequenas demonstrações de afeto. Um momento a sós, longe das distrações, pode renovar o amor e aprofundar o vínculo espiritual entre o casal. Muitas relações perdem o brilho justamente por falta de atenção ao cotidiano”, diz Roberson Dariel, especialista em reconciliação de casais do Instituto Unieb.

O Dia dos Namorados pode ser uma ótima oportunidade, por exemplo, para resgatar o diálogo, a leveza e até mesmo a sedução entre os parceiros. Não é sobre presentes caros, é sobre presença real. Olhar nos olhos, escutar com atenção, rir juntos e criar novas memórias são formas poderosas de manter o amor vivo. 

“A proposta é justamente tornar a casa um espaço acolhedor e simbólico. Aromas, músicas e luzes suaves ajudam a criar um clima especial. “O lar é um templo, e o amor é sagrado. Quando o casal entende isso, até um jantar simples vira um ritual de reconexão”, afirma Roberson, que já orientou centenas de casais em processos de reconciliação afetiva.

  

Pensando nisso, Roberson Dariel sugere cinco ideias simples e especiais para celebrar o Dia dos Namorados dentro de casa:

01.              Jantar romântico à luz de vela

Cozinhar juntos pode ser uma atividade prazerosa e íntima. Escolham um prato favorito ou algum que sempre tiveram curiosidade para aprender, dividam as tarefas e aproveitem o processo tanto quanto o resultado.

02.              Cinema em casa

Assistir a filmes juntos pode ajudar na conexão do casal. Comprem para seus parceiros suas comidas favoritas e vice-versa, escolham seus filmes favoritos e façam uma maratona.

 

03.              Jogo de perguntas e respostas sobre o casal

Monte um jogo com perguntas sobre a história de vocês: primeiro encontro, datas especiais, hábitos, curiosidades. Além de divertido, o momento desperta memórias afetivas.

 

04.              Recriar uma lembrança especial

Revivam um momento marcante do relacionamento: o primeiro encontro, uma viagem inesquecível ou uma data simbólica. Recriar o clima pode trazer à tona emoções adormecidas.

 

05.              Ritual de gratidão e intenções

Façam juntos um pequeno ritual de agradecimento pelo relacionamento e estabeleçam intenções para o futuro. Pode ser com velas, oração ou apenas uma conversa sincera.

 

Instituto Unieb
Saiba mais aqui!



Dia dos Namorados 12/06: o amor depois dos 50 e os novos caminhos da maturidade afetiva

  A especialista comportamento humano, Gisele Hedler analisa os benefícios e desafios dos relacionamentos maduros — vividos também por nomes como Ana Maria Braga, Monica Martelli e Fátima Bernardes 

 

No mês em que o amor ganha holofotes, muito se fala sobre os relacionamentos que começam na juventude — mas pouco se ouve sobre os que florescem depois dos 50. Neste Dia dos Namorados, os dados mais recentes do IBGE (Estatísticas do Registro Civil 2023) revelam uma transformação silenciosa: em 2003, apenas 8,2% das noivas tinham mais de 40 anos; em 2023, elas já representam 25%. Entre os homens, o salto foi de 13% para 31,3%. A especialista em comportamento humano, Gisele Hedler analisa os benefícios e desafios dos relacionamentos maduros, marcados por mais autonomia, autoconhecimento e menos pressões sociais — histórias que também ganham visibilidade por meio de figuras públicas. 

Prova disso são histórias conhecidas do público: Ana Maria Braga, aos 76 anos, casou-se pela quinta vez, em abril deste ano, com o jornalista Fabio Arruda, de 54. A atriz e apresentadora Monica Martelli assumiu aos 50 o relacionamento com o empresário Fernando Alterio, hoje com 72. Já a jornalista Fátima Bernardes, atualmente com 62, começou a namorar o vereador Túlio Gadêlha, 26 anos mais jovem, aos 55 — e o casal segue junto até hoje 

Essa mudança de comportamento revela uma geração de mulheres que não apenas desafia estereótipos ligados à idade, mas também redefine o que significa amar — e ser amada — na maturidade. “Ao contrário do que muitos pensam, os relacionamentos depois dos 50 tendem a ser mais conscientes, leves e pautados por escolhas genuínas, não por convenções sociais”, explica Gisele Hedler. Segundo a especialista, a vivência acumulada ajuda a estabelecer vínculos mais saudáveis, com menos idealizações e mais espaço para o afeto real. Além disso, a maturidade afetiva permite que muitas mulheres priorizem o que realmente importa: parceria, respeito e liberdade para ser quem são. 

Um estudo publicado pelo Pew Research Center, de 2023, mostrou que 20% das pessoas entre 50 a 64 anos e 13% entre 65 anos ou mais já usaram ou usam aplicativos de relacionamento. O dado reforça que, além de estarem abertas a novas conexões, muitas mulheres nessa faixa etária estão explorando caminhos modernos para encontrar um par — rompendo com a ideia ultrapassada de que a busca pelo amor tem prazo de validade. Para Gisele Hedler, isso representa um movimento importante de reconexão com o próprio desejo: “Essas mulheres não estão esperando que o amor aconteça por acaso. Elas estão se permitindo viver novas histórias, agora com mais clareza sobre o que querem — e, principalmente, sobre o que não aceitam mais.”

 

Gisele Hedler - empresária, especialista em comportamento humano e saúde emocional, psicanalista e CEO da Faculdade de Saúde Avançada (FSA), uma das maiores instituições de formação em saúde integrativa da América Latina, voltada à capacitação de profissionais da saúde, com mais de 30 mil alunos. Siga: @giselehedler



Especialista aponta maturidade emocional como base do amor adulto

Mês dos namorados é uma oportunidade de enxergar o amor
não apenas como desejo de fusão, mas como um vínculo
 que se constrói dia a dia
Especialista explica por que relações duradouras exigem aceitação da incompletude e desapego de idealizações infantis.


 Em junho, mês dos namorados, o amor costuma ser celebrado em sua versão mais romântica, com jantares, declarações e imagens idealizadas de felicidade a dois. Mas especialistas alertam: longe das fantasias de completude, o amor que sustenta relações na vida adulta é mais realista, imperfeito e, justamente por isso, mais maduro.

“Amar, na vida adulta, é aceitar que ninguém nos fará sentir tão especiais quanto nossos pais fizeram na infância, e que tudo que vivemos agora no amor é construção, movimento e escolha”, afirma a psicóloga Laís Mutuberria, especialista em neurociência do comportamento. 

Segundo ela, o amor não é apenas um sentimento, mas uma necessidade vital. Desde o nascimento, a sobrevivência humana depende do vínculo afetivo, do toque e do cuidado. “O hormônio da ocitocina, conhecido como hormônio do amor, é liberado em grandes quantidades no corpo da mãe logo após o parto. É o que impulsiona o cuidado e o afeto necessários à sobrevivência do bebê.” 

Essa experiência inicial de ser amado estrutura o modo como cada pessoa vai se relacionar ao longo da vida. Na infância, o amor tem contornos absolutos: os pais preveem as necessidades, oferecem proteção e colocam os filhos no centro de suas atenções. “É um amor total, incondicional, que transmite a sensação de que somos o centro do universo”, explica Laís. 

O problema, aponta a psicóloga, é quando essa expectativa infantil é transferida para o amor romântico. “Muitos adultos buscam em seus parceiros a mesma intensidade, acolhimento e centralidade que um dia receberam na infância. E se frustram ao perceber que o amor adulto não tem esse papel — nem deveria ter.”

O amor maduro, diz Laís, é aquele que reconhece a finitude. “É saber que tudo pode acabar, que o outro tem limites, falhas, dúvidas. Ele exige trabalho emocional, entrega e aceitação da incompletude.” Para ela, essa é uma das maiores lições emocionais da vida adulta.

A psicóloga sugere que o mês dos namorados seja também um convite à reflexão. “É uma oportunidade de enxergar o amor não apenas como desejo de fusão, mas como um vínculo que se constrói dia a dia”.


Laís Mutuberria - psicóloga possui mais de uma década de experiência em psicoterapia clínica e supervisão profissional, atendendo adultos e adolescentes no modelo online. Graduada pela UFU, especializou-se em Análise Transacional (Unat Brasil) e Neurociência do Comportamento (PUCRS), além de acumular formações em Psicologia Positiva, Hipnose Ericksoniana, PNL, TCC e Educação Sistêmica. Sua abordagem transteórica e humanizada combina diferentes técnicas para adaptar os tratamentos às necessidades individuais de cada paciente. Além da prática clínica, ministra cursos, palestras e eventos voltados ao bem-estar e à saúde mental.

 

Dia dos Namorados: Defensor Público cobra maior debate em torno da sexualidade de pessoas com deficiência

Peça “MEU CORPO ESTÁ AQUI”
Pedro Henrique França e Juliana Caldas em cena
 Crédito: Fábio Alcover


André Naves destaca a peça "Meu Corpo Está Aqui", sucesso nacional, como marco na luta por inclusão, afeto e justiça social

 

No mês em que se celebra o amor, o Defensor Público Federal André Naves chama atenção para um tema ainda cercado de tabus: a sexualidade e o afeto de pessoas com deficiência (PcDs). Em alusão ao Dia dos Namorados, Naves destaca a importância de produções culturais como a peça "Meu Corpo Está Aqui", que vem percorrendo todo o país, levando uma reflexão potente sobre amor, desejo e pertencimento nos corpos PcDs. 

"O amor é um direito, assim como o desejo. Falar sobre sexualidade de pessoas com deficiência é romper com séculos de invisibilidade. A peça 'Meu Corpo Está Aqui' é um manifesto artístico que nos convida a enxergar a humanidade plena desses corpos, que sentem, amam e desejam como qualquer outro", afirma o Defensor Público. 

O espetáculo, que tem emocionado plateias de Norte a Sul do Brasil, traz no elenco artistas como Juliana Caldas, Pedro Henrique França, Bruno Ramos, Rafael Muller e Jadson Abraão. A montagem mistura depoimentos reais e ficcionais, retratando os desafios, preconceitos e as vivências afetivas e sexuais de pessoas com deficiência. Dirigida por Julia Spadaccini e Clara Kutner, a obra já foi reconhecida com premiações como o FITA Revelação, APTR e Prêmio Shell. 

"Precisamos entender que a sexualidade é um direito humano fundamental. Negar ou silenciar esse aspecto na vida das pessoas com deficiência é perpetuar uma lógica de exclusão. Temos que desconstruir mitos e combater preconceitos. Produções como essa são fundamentais para promover uma cultura de justiça social e inclusão", enfatiza Naves. 

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência — cerca de 15% da população global. No Brasil, segundo o IBGE, são mais de 18 milhões de pessoas. “E ainda assim, seus corpos são sistematicamente invisibilizados quando o tema é amor, desejo e prazer”, diz o Defensor Público, que complementa: "O amor é para todos os corpos. E garantir que isso se reflita na cultura, nas políticas públicas e na vida cotidiana é um passo essencial para uma sociedade verdadeiramente justa e inclusiva", conclui.


De “date” a “match”: os termos em inglês que conquistaram o vocabulário dos relacionamentos modernos

Nesse Dia dos Namorados, especialista explica como palavras vindas do inglês estão moldando a forma como os brasileiros falam e vivem o amor

 

Se antes a paquera acontecia por carta, telefone fixo ou bilhetinho na escola, hoje o amor nasce em um match, evolui para um date e pode acabar em um ghosting. As palavras mudam, mas os sentimentos continuam e cada geração encontra sua própria maneira de se comunicar e encontrar uma nova paixão. De acordo com uma pesquisa realizada por Mobile Time e Opinion Box, 29% dos jovens brasileiros entre 16 e 29 anos de idade que têm smartphone já saíram com alguém que conheceram por meio de apps de relacionamento. 

E especialmente nessa mesma faixa etária, de jovens nascidos em uma era digital e globalizada, que termos em inglês vêm se tornando parte natural do vocabulário afetivo. O que começou com memes e redes sociais, agora já aparece em conversas do dia a dia, em legendas de fotos e até em desabafos no grupo de WhatsApp. Para explicar os termos, David Medeiros, professor da Fluency Academy, uma das principais referências no ensino de idiomas do Brasil, listou cinco palavras estrangeiras muito utilizadas no vocabulário do amor.

 

O "date" que virou linguagem universal

O termo date, que hoje usamos de forma descontraída no Brasil para marcar um encontro romântico, tem origem no inglês americano e dois significados diferentes. A palavra vem do latim data, particípio passado de dare (“dar”), e entrou no inglês por meio do francês antigo, com sentido de “data escrita” em documentos, desde o século XIV. Já o uso de date para "encontro romântico" surgiu no final do século XIX, em que há registros de colunistas nos Estados Unidos usando a expressão “date-book” para se referir ao caderninho onde se anotavam compromissos sociais, incluindo aqueles amorosos . 

“Com o tempo, to go on a date passou a significar sair com alguém com intenção de conhecer melhor, flertar ou até iniciar um relacionamento. É um termo que carrega leveza e expectativa, típico da fase inicial de um romance”, explica David. No Brasil, a expressão pegou carona na influência da cultura pop e virou sinônimo de encontro com clima de romance. “Muita gente já fala ‘vamos marcar um date?’ com mais naturalidade do que ‘vamos sair’. É um jeito moderno e direto”, completa o professor. E se no exterior o amor tem data marcada no Valentine’s Day (14 de fevereiro), por aqui o clima romântico é celebrado no 12 de junho, mas seja em português ou em inglês, o importante é ter um bom date para comemorar.
 

Outros termos que fazem parte do amor moderno

Além de date, outras expressões em inglês também conquistaram os corações (e os dicionários informais) dos brasileiros. Confira algumas delas:
 

Crush

Significa paixão platônica ou aquela pessoa por quem se tem uma quedinha. Exemplo: “Meu crush nem sabe que eu existo, mas já planejei até o nome dos nossos filhos.”

 

Ghosting

É o ato de desaparecer completamente de uma relação ou conversa sem explicação. Exemplo: “A gente conversava todos os dias e do nada ele fez ghosting. Nunca mais respondeu.”
 

Love bombing

Quando alguém exagera nas demonstrações de amor no início de um relacionamento, de forma intensa e rápida, podendo até ser manipuladora. Exemplo: “No começo ele era super carinhoso, mas agora vejo que foi só love bombing.”
 

Match
Usado principalmente em aplicativos, significa quando duas pessoas demonstram interesse mútuo. Exemplo: “Dei match com uma pessoa incrível e já estamos marcando o primeiro date.” 

Os termos mudam, mas o que eles revelam sobre a forma como nos relacionamos continua sendo essencial para compreender a linguagem e a cultura do amor. “Aprender um idioma não é só decorar vocabulário. É entender contextos, comportamentos e emoções que atravessam fronteiras”, reforça, David.
 


Fluency Academy


Dor constante no corpo pode ser fibromialgia

Consulta integrada ajuda a identificar a verdadeira origem da dor crônica, segundo especialista


Você já acordou com dor no corpo e foi dormir do mesmo jeito? Essa dor que nunca passa, que parece migrar do ombro para a coluna, depois para os joelhos, pode ser mais do que apenas um desconforto muscular. Segundo o terapeuta integrativo Daniel Lemos,especialista em enteroterapia, auriculoterapia neurofisiológica, detox iônico, medicina chinesa, massoterapia e biorressonância magnética-quântica, essa dor incessante pode indicar um desequilíbrio mais profundo que precisa ser tratado na origem – e não apenas com medicamentos.

De acordo com a
Sociedade Brasileira de Reumatologia, a fibromialgia é uma síndrome clínica que se manifesta com dores por todo o corpo, especialmente na musculatura, acompanhada de fadiga, sono não reparador, alterações de memória, ansiedade e até distúrbios intestinais. Uma característica marcante é a alta sensibilidade ao toque, que gera desconforto mesmo com pressões leves.

Embora o diagnóstico seja clínico – feito a partir de uma boa conversa com o paciente – muitas pessoas acabam tratando apenas os sintomas, como dor de cabeça, dor nas costas ou no tornozelo, sem investigar o real motivo da dor.

“É possível identificar se a pessoa está com essas dores incessantes. É quando ela acorda com dor, passa o dia com dor e dorme com dor. Muitas vezes a pessoa toma remédio, melhora um pouco, mas no outro dia volta tudo de novo. E isso se repete por semanas ou meses”, explica Daniel Lemos.

Segundo ele, o uso contínuo de medicamentos pode até agravar o problema, já que alguns fármacos atuam sobre o músculo liso e diminuem o movimento peristáltico – o que pode aumentar a carga tóxica no corpo e gerar ainda mais dores.

Por isso, Daniel aposta em uma abordagem integrativa. Através de uma anamnese detalhada, uso da auriculoterapia, massoterapia e da biorressonância magnética-quântica, ele busca descobrir a real origem da dor. E o resultado é promissor: “De cada 10 pacientes com dor crônica, entre 8 e 9 conseguem tratar sem precisar de medicamento, apenas com auriculoterapia”, afirma.

A fibromialgia atinge majoritariamente mulheres – de cada 10 casos, entre 7 a 9 são do sexo feminino – e costuma aparecer entre os 30 e 60 anos, embora também possa acometer jovens e até crianças. Não há exame específico para o diagnóstico, mas sim a necessidade de um olhar atento e multidisciplinar, como destaca Daniel.
“Tratar apenas a dor é como enxugar gelo. O segredo é entender o corpo como um todo, identificar onde está o desequilíbrio e, a partir disso, atuar de forma personalizada”, conclui.

 

Clínica Vittaly - Terapias Integrativas
 Joaquim Nabuco, 900 - Centro, São José dos Pinhais/PR
(41) 98769-7019
vittalyterapiasintegrativa@gmail.com
Instagram: @clinica.vittaly

vittalyterapiasintegrativa@gmail.com

Confira seis mitos e verdades sobre ISTS

Urologista do dr.consulta traz pontos de atenção sobre as doenças mais comuns no Brasil 

 

O Ministério da Saúde - por meio do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde (Dathi/SVSA) - divulgou no final de 2024 o Boletim Epidemiológico de HIV e Aids 2024, que apontou que em 2023, houve um aumento de 4,5% nos casos de HIV em comparação a 2022, demonstrando aumento da capacidade de diagnóstico dos serviços de saúde brasileiros.

Com o objetivo de auxiliar na concientização Alexandre Simões, urologista do
dr.consulta, empresa brasileira referência em saúde acessível e cuidado primário e secundário de qualidade, trouxe mitos e verdades sobre ISTS - que são causadas por vírus, bactérias, fungos ou outros microrganismos transmitidos principalmente por meio de relações sexuais desprotegidas - vaginais, anais ou orais e também podem ser transmitidas da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto, e pelo compartilhamento de seringas ou objetos cortantes contaminados.

Só pega IST quem tem muitos parceiros. MITO

As ISTs podem acontecer com qualquer pessoa que tenha relação sexual sem proteção. O risco está na falta do uso de preservativos, não no número de parceiros.

Dá para saber se a pessoa tem IST só olhando. MITO

Muitas ISTs não apresentam sintomas visíveis, especialmente no início. Confiar na aparência é arriscado. A prevenção está no uso de preservativos e na realização de exames.

Se não há penetração, não há risco de IST. MITO

ISTs podem ser transmitidas por sexo oral, anal ou qualquer contato com mucosas e fluidos. O uso de preservativos e proteção de barreira é essencial em todas as práticas.

Usar camisinha é a melhor forma de se proteger das ISTs. VERDADE

O preservativo é altamente eficaz quando usado corretamente em todas as relações - oral, vaginal e anal.


Algumas ISTs não têm cura, mas têm tratamento. VERDADE

Infecções como HIV e herpes são controláveis com tratamento. Outras, como sífilis e gonorreia, são curáveis se tratadas a tempo.

Fazer testes regularmente é essencial, mesmo sem sintomas. VERDADE

Muitas ISTs são silenciosas. Por isso, fazer exames periódicos é um cuidado com você e com quem você se relaciona.


Médico João Borzino faz alerta sobre os perigos do uso recreativo da ketamina

Anestésico vem sendo usado no tratamento de transtornos mentais, como a depressão, mas uso sem prescrição médica é perigoso

 

Segundo o jornal The New York Times, o bilionário Elon Musk, de 53 anos, intensificou o uso de ketamina, nos últimos dois anos, período em que atuava no governo de Donald Trump. revelação chamou atenção não apenas pelo nome envolvido, mas pelo que ela representa: o uso crescente dessa substância entre celebridades, executivos e pessoas de alta performance intelectual, muitas vezes como forma de lidar com o estresse, a depressão ou simplesmente buscar mais “clareza mental”. 

A ketamina, também conhecida como quetamina ou cetamina, que por décadas ficou restrita a hospitais e clínicas veterinárias, saiu do centro cirúrgico e entrou no radar da elite global. Mas, segundo o médico João Borzino, à medida que se aproxima da cultura do bem-estar e da alta performance, seu uso também se espalha de forma descontrolada — e perigosa — fora dos consultórios. 

Desenvolvida na década de sessenta, a ketamina se destacou por sua eficácia como anestésico de ação rápida e segura, de acordo com o médico. "Nas últimas duas décadas, porém, pesquisas começaram a apontar um efeito inesperado: em doses muito menores, ela tem potencial de aliviar sintomas severos de depressão, muitas vezes em poucas horas. Isso a transformou em uma ferramenta poderosa para tratar pacientes com depressão resistente e ideação suicida — quando administrada com acompanhamento médico". 

Paralelamente, o uso recreativo cresceu, impulsionado pela fama da substância como “cura rápida” para a dor emocional. Em festas, a ketamina aparece como pó inalado ou líquido, sendo procurada por seus efeitos dissociativos e alucinógenos. No entanto, segundo João Borzino, os riscos são sérios. Ele citou quais são: 

"Cistite crônica, dependência psicológica, prejuízos cognitivos e surtos psicóticos são alguns dos efeitos do uso repetido ou em altas doses.

Fora do ambiente clínico, a ketamina é uma roleta russa química — especialmente quando combinada com outras substâncias ou usada por quem já apresenta transtornos mentais não diagnosticados", destacou.

 

A linha tênue entre inovação e abuso 

João Borzino diz que tornar a situação ainda mais complexa é justamente o prestígio que agora envolve a ketamina. "O fato de nomes como Musk utilizarem a substância lança uma espécie de selo informal de legitimidade. Mas há uma diferença abissal entre o uso terapêutico monitorado e o consumo desregulado em busca de produtividade ou escape". 

No Brasil, o uso médico da ketamina é legal, mas requer estrutura, protocolos rígidos e profissionais especializados. Segundo Borzino, ignorar essa diferença pode custar caro — e transformar um avanço científico em uma nova crise de saúde pública. 

"A ketamina carrega um potencial inegável: salvar vidas, aliviar sofrimentos extremos e expandir as possibilidades da psiquiatria. Mas seu brilho recente entre milionários e influenciadores não pode nos cegar para os riscos reais do uso fora de controle. Na fronteira entre o tratamento e o abuso, o que vai definir o futuro da ketamina é a responsabilidade — não o hype", conclui.


Einstein integra campanha global de conscientização sobre gordura no fígado

Evento realizado pela organização no dia 11 de junho aborda riscos e formas de prevenção da Doença Hepática Metabólica, condição que pode evoluir para cirrose

 

O Einstein reforça, mais uma vez, seu compromisso com a saúde preventiva ao participar do Global Fatty Liver Day 2025, que será realizado mundialmente nesta semana. Pioneiro no Brasil ao integrar essa campanha — anteriormente conhecida como NASH Day — o Einstein promoverá um evento presencial e online no dia 11 de junho, em parceria com o Global Liver Institute, com foco na conscientização sobre a esteatose hepática, popularmente chamada de “gordura no fígado”. 

Com o lema “Act Now, Screen Today” (Aja agora, rastreie hoje), a campanha chama a atenção para os riscos de uma condição silenciosa e progressiva que afeta mais de 115 milhões de pessoas no mundo. A chamada Doença Hepática Esteatótica Associada à Disfunção Metabólica (MASLD, na sigla em inglês) pode evoluir para quadros mais graves, como a Esteato-hepatite Associada à Disfunção Metabólica (MASH), fibrose hepática e até cirrose – mesmo em pessoas que não consomem álcool. 

A MASLD está fortemente ligada a fatores como síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares — esta última, a principal causa de morte entre os pacientes. Muitas vezes, exames laboratoriais não revelam alterações, mesmo com o fígado já comprometido. Por isso, o diagnóstico precoce, por meio de exames como ultrassom abdominal, elastografia hepática e ressonância magnética, é essencial.

“Estamos honrados em participar desta campanha global, que reforça nosso compromisso com o cuidado humanizado, a prevenção e a educação em saúde. Acreditamos que ações integradas, baseadas em ética, transparência e colaboração, são fundamentais para transformar realidades e garantir melhor qualidade de vida para a população”, afirma o Dr. Jefferson Alves, coordenador do Grupo Médico Assistencial de Doenças do Fígado do Einstein. 

Além do diagnóstico, o tratamento e a prevenção envolvem mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle do estresse — pilares essenciais para preservar a saúde hepática. 

Realizado anualmente na semana do dia 12 de junho, o Global Fatty Liver Day reúne profissionais da saúde, pacientes e defensores da causa em uma mobilização global por maior conscientização e promoção de hábitos saudáveis. “A participação do Einstein nessa iniciativa global reforça seu papel de liderança na promoção da saúde hepática no Brasil, fortalecendo o compromisso com a prevenção, o diagnóstico precoce e a educação em saúde como pilares fundamentais para enfrentar essa crescente e silenciosa epidemia”, conclui.


Junho Laranja: infertilidade afeta 1 em cada 6 pessoas no mundo, especialista Yalle Roseno destaca a importância de quebrar o silêncio e acolher emocionalmente mulheres tentantes

Dados são um alerta da OMS no mês mundial de conscientização sobre a Infertilidade

 

O mês de junho é marcado pela campanha Junho Laranja, dedicada à conscientização sobre a infertilidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 17,5% da população adulta mundial, ou seja, cerca de 1 em cada 6 pessoas, enfrenta dificuldades para engravidar, evidenciando a necessidade urgente de ampliar o acesso a cuidados de fertilidade de alta qualidade e informação acessível.

 

No Brasil, com dados da OMS estima-se que entre 8% e 15% dos casais em idade reprodutiva enfrentam problemas de infertilidade, o que representa milhões de brasileiros lidando com essa condição desafiadora .

Apesar da alta prevalência, a infertilidade ainda é um tema cercado de tabus, desinformação e estigmas sociais. Muitas vezes, as pessoas afetadas enfrentam ansiedade, depressão e dificuldades financeiras devido aos altos custos dos tratamentos, que geralmente não são cobertos por sistemas públicos de saúde .

 

A mentora de tentantes Yalle Roseno (https://www.instagram.com/stories/yalleroseno/), idealizadora do projeto “Sempre Quis Ser Mãe”, reforça a importância de dar visibilidade a essa realidade: “A Campanha Junho Laranja - Mês Mundial de Conscientização sobre a Infertilidade é um passo importante no sentido de educar e sensibilizar a sociedade no que se refere à realidade de quase 18% da população no mundo e que segue, ainda, invisibilizada. Não se fala, não se conhece sobre o assunto e parece que não existe. E quando o assunto vem à tona, na maioria das vezes, é arraigado de achismos, expectativas, julgamentos e preconceito. Acontece que somos muitos! São sonhos e histórias de amor que precisam ser contadas, acolhidas e transformadas e isto começa com um movimento forte e coerente a respeito do assunto. Termos um mês, uma cor e unir pessoas que já fazem parte deste movimento é muito significativo pois conseguimos chegar em mais pessoas e lugares. Não é apenas sobre quem passa pela infertilidade ou necessita da reprodução assistida é também sobre os nossos filhos e o mundo que os recebe. Só conseguiremos criar um mundo mais acolhedor, cuidadoso e empático sobre infertilidade quando este tema sair das profundezas do tabu para as rodas de conversa entre família e amigos. Aí sim viveremos mudanças significativas. Até lá, seguiremos trabalhando”, compartilha.

 

Yalle, que enfrentou a infertilidade por oito anos antes de engravidar da filha Laura, utiliza sua experiência pessoal para apoiar outras mulheres em situações semelhantes. Através de palestras, lives, rodas de conversas, encontros de tentantes e mentorias que fazem parte do movimento “Sempre Quis Ser Mãe”, ela oferece suporte emocional e informações valiosas para quem enfrenta os desafios da infertilidade.

 

É fundamental ampliar o entendimento sobre o planejamento familiar, que vai além da prevenção da gravidez e inclui também a preservação da fertilidade. Dados de uma pesquisa realizada pela farmacêutica Merck em parceria com o IPEC revelam que 55% das brasileiras entre 25 e 45 anos desconhecem opções de preservação da fertilidade, como o congelamento de óvulos, embriões ou sêmen. Além disso, apenas 5% discutem métodos de preservação da fertilidade com seus ginecologistas. Esses números evidenciam a necessidade urgente de políticas públicas que garantam acesso equitativo a diagnósticos e tratamentos de qualidade, bem como de campanhas educativas que promovam o conhecimento sobre saúde reprodutiva.

 

A conscientização e a orientação adequada são passos essenciais para que as mulheres possam tomar decisões sobre seu futuro reprodutivo, integrando a preservação da fertilidade como parte integrante do planejamento familiar.

 

A campanha Junho Laranja não apenas ilumina a realidade de milhões de pessoas afetadas pela infertilidade, mas também destaca a urgência de políticas públicas que garantam acesso equitativo a diagnósticos e tratamentos de qualidade.



Posts mais acessados