Pesquisar no Blog

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

8 dicas essenciais para cuidar da saúde bucal durante o tratamento ortodôntico

Especialista traz orientações valiosas e tecnologias avançadas para assegurar a saúde bucal durante o uso de aparelhos ortodônticos
 

Manter a saúde bucal durante o uso de aparelhos ortodônticos pode ser um desafio, mas é fundamental para garantir o sucesso do tratamento e prevenir doenças. Estudos mostram que pacientes com aparelhos ortodônticos têm até três vezes mais chance de desenvolver cáries e doenças gengivais se não adotarem cuidados redobrados. A Dra. Camila Borges Fernandes, ortodontista e periodontista com ampla experiência e Speaker da EMS, compartilha dicas valiosas para pacientes que utilizam aparelhos fixos e alinhadores removíveis, além de destacar a importância do Protocolo GBT, da EMS (Electro Medical System), para uma higiene bucal eficaz.
 

1. Higienização adequada 

Pacientes com aparelhos fixos devem estar atentos à higienização completa após as refeições principais (café da manhã, almoço e jantar). É recomendado o uso de escova dental de cerdas macias, fio dental e raspador de língua para garantir uma limpeza eficaz. “A higienização noturna é a mais importante, pois a cavidade bucal deve dormir limpa para evitar que bactérias metabolizem restos alimentares durante a noite”, enfatiza a Dra. Camila. Pacientes com alinhadores removíveis devem remover os dispositivos para a limpeza, garantindo uma higienização mais eficiente.
 

2. Evitar alimentos e hábitos prejudiciais 

Para quem usa aparelhos fixos, é essencial evitar alimentos duros, pegajosos ou crocantes, como pipoca, castanhas e goma de mascar, pois esses podem descolar as peças ortodônticas. Alimentos como balas de goma e caramelos também são especialmente prejudiciais. Já os pacientes com alinhadores removíveis não possuem restrições alimentares, pois removem os alinhadores durante as refeições. “É importante evitar hábitos como roer unhas, abrir embalagens com os dentes ou segurar objetos com a boca, independentemente do tipo de aparelho”, ressalta a Dra. Camila.
 

3. Profilaxia dental e Protocolo GBT 

A profilaxia dental deve ser realizada de modo personalizado, cada paciente tem uma necessidade. No entanto, se o paciente apresentar dificuldades na higienização ou sintomas como sangramento gengival, a limpeza profissional pode ser necessária com maior frequência. O Protocolo GBT (Guided Biofilm Therapy), da EMS, é uma ferramenta inovadora que oferece uma profilaxia eficaz e confortável. “A GBT utiliza tecnologia de ponta para detectar e remover o biofilme dental de maneira eficiente e suave. Além disso, destaca as áreas que precisam de mais atenção na higienização diária, proporcionando ao paciente um controle visual das regiões a serem melhoradas”, explica a Dra. Camila. Esse protocolo é baseado em evidências científicas e utiliza técnicas avançadas, como jatos de ar e água combinados com um pó de limpeza suave, garantindo a profilaxia eficiente, preservando os tecidos e com máximo conforto ao paciente. Confira aqui o passo a passo do Protocolo GBT.
 

4. Sinais de problemas bucais 

Durante o tratamento ortodôntico, é importante ficar atento a sinais de problemas, como sangramento gengival, dor ao mastigar, sensibilidade e gosto ruim na boca. “Esses sintomas devem ser comunicados ao dentista para um diagnóstico e tratamento adequados, evitando complicações maiores”, alerta a Dra. Camila.
 

5. Alívio do desconforto 

O desconforto causado pelo aparelho ortodôntico pode ser aliviado com o uso de ceras ortodônticas nas partes salientes do aparelho fixo. Para alinhadores removíveis, a Dra. Camila recomenda manter o uso constante para superar a fase de adaptação. “Analgésicos podem ser utilizados conforme necessário, mas o uso constante dos dispositivos é crucial para a eficácia do tratamento”, acrescenta.
 

6. Ferramentas de higiene bucal
 
Pacientes ortodônticos devem utilizar ferramentas específicas para uma higiene completa. As escovas interdentais, escovas unitufo, passafio e irrigadores orais (waterpik) são indispensáveis para complementar a escovação e o uso do fio dental. “Esses instrumentos ajudam a alcançar áreas difíceis e a remover a placa bacteriana de forma mais eficaz”, destaca a Dra. Camila. É importante lembrar que enxaguantes bucais não substituem a necessidade da limpeza mecânica.

 

7. Procedimentos pós-retirada do aparelho
 

Após a retirada do aparelho ortodôntico, é recomendada a realização imediata de uma profilaxia odontológica com o Protocolo GBT para garantir a higiene adequada dos dentes e preservar os tecidos. “O acompanhamento periódico é essencial para manter a saúde bucal, e o clareamento dental pode ser uma opção para valorizar o novo sorriso”, sugere a Dra. Camila.
 

8. Emergências e tratamento de cáries 

Em caso de urgência relacionada ao aparelho ortodôntico, é fundamental tentar entrar em contato com o ortodontista ou procurar atendimento odontológico de plantão. “Evitar soluções caseiras pode prevenir danos adicionais ao aparelho e maior desconforto”, orienta a Dra. Camila. Se as cáries forem detectadas durante o tratamento, é essencial tratar a doença bucal imediatamente, mesmo que isso interrompa temporariamente o tratamento ortodôntico. “A saúde bucal é sempre uma prioridade”, reforça.
 



SEM
Electro Medical System



Dra. Camila Borges Fernandes - CRO-SP 80.795 -ortodontista e periodontista, com consultório em São José dos Campos. Graduada em Odontologia pela Universidade Federal da Bahia, possui especializações em Periodontia pela UNICAMP e em Ortodontia pela Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas. Com mestrado e doutorado em Odontologia pela Universidade de Taubaté, Dra. Camila também é professora na Universidade do Vale Paraibano (UniVap) e Speaker da EMS.



Dia Nacional de Combate ao Fumo: a cannabis como aliada no combate ao vício em vape

Freepik

Freepik


No Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado dia 29 de agosto, a atenção se volta para um problema crescente no Brasil: o uso de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes. Entre 2018 e 2022, o número de usuários desses dispositivos quadruplicou, passando de 500 mil para 2,2 milhões, segundo dados do instituto de pesquisas IPEC. Mesmo com a proibição imposta pela Anvisa, os vapes continuam populares, principalmente entre os jovens, com pesquisas indicando que a cada cinco pessoas entre 18 e 24 anos, pelo menos uma já experimentou cigarros eletrônicos.

“A aparência inofensiva, os sabores atraentes e o design moderno fazem dos vapes uma escolha perigosa, criando uma falsa sensação de segurança”, alerta a Dra. Mariana Maciel, médica brasileira à frente de uma biofarmacêutica canadense desenvolvedora de nanofármacos à base da planta. “Esses dispositivos eletrônicos entregam nicotina em concentrações muito maiores do que os cigarros convencionais, levando a uma dependência precoce e intensa, especialmente entre os jovens. É nesse contexto que o sistema endocanabinoide surge como uma alternativa promissora no tratamento do vício.”

A cannabis medicinal tem sido cada vez mais reconhecida como uma ferramenta eficaz no combate ao vício em nicotina. O canabidiol (CBD), um dos compostos da planta cannabis sativa, ajuda a regular o sistema endocanabinoide, que está diretamente envolvido na gestão de sintomas como ansiedade e estresse – fatores críticos durante crises de abstinência da nicotina. “O CBD atua no córtex pré-frontal e frontal do cérebro, promovendo a liberação de dopamina, um neurotransmissor essencial na regulação das sensações de prazer e saciedade, facilitando o enfrentamento dos sintomas de abstinência do vape,” explica a Dra. Mariana.

Embora os vaporizadores tenham sido inicialmente promovidos como uma alternativa menos nociva ao tabaco, estudos indicam que seu uso pode, na verdade, aumentar a dependência. “Com o tempo, os usuários tendem a consumir mais para obter a mesma sensação de recompensa, o que pode agravar o problema em vez de solucioná-lo”, completa a especialista.


Cannabis e dependência: estudos científicos 

Um estudo piloto, randomizado e duplo-cego, destacou o impacto positivo do CBD na redução do consumo de cigarro. Durante uma semana, 24 fumantes foram instruídos a utilizar um inalador de CBD ou placebo sempre que sentissem vontade de fumar. O grupo que utilizou o CBD reduziu em 40% o número de cigarros consumidos, enquanto o grupo placebo não apresentou mudanças significativas. Esses resultados preliminares, junto com a robusta fundamentação pré-clínica, sugerem que o CBD pode ser um tratamento promissor para a dependência de nicotina.

“A ação ansiolítica, antipsicótica e reguladora do sono do CBD também é crucial no alívio dos sintomas de abstinência”, destaca a Dra. Mariana. No entanto, ela ressalta que qualquer tratamento com cannabis medicinal deve ser acompanhado por um médico especializado, garantindo um monitoramento contínuo e seguro do paciente.


O que acontece com o corpo quando paramos de fumar?

Os benefícios de abandonar o tabaco são percebidos rapidamente. Nas primeiras 72 horas sem fumar, já há uma melhora significativa no ritmo cardíaco e na capacidade respiratória. A circulação sanguínea se normaliza em duas semanas. “Além do uso de CBD, é essencial uma terapêutica que envolva novos mecanismos de recompensa, como exercícios físicos, hidratação adequada e práticas de esportes ou atividades relaxantes e prazerosas ao paciente” conclui a Dra. Mariana.

 Freepik

O tabagismo no Brasil – números:

Em 2023, a taxa de fumantes adultos no Brasil foi de 9,3%, segundo a pesquisa Vigitel - sistema de Vigilância de Fatores de Risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) do Ministério da Saúde. Esse valor representa uma queda contínua ao longo das últimas décadas, comparado a 14,9% em 2013. Apesar disso, o tabagismo ainda causa mais de 160 mil mortes por ano no país, ainda segundo o Ministério da Saúde. 


Uso de Vapes:

O número de usuários de vapes no Brasil aumentou de 500 mil em 2018 para 2,2 milhões em 2022. Mesmo com a proibição pela Anvisa, em abril deste ano, os vapes continuam a ser amplamente utilizados, especialmente entre os jovens. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 17% dos estudantes de 13 a 17 anos já usaram o cigarro eletrônico.


Mês da Nutrição e Guia Alimentar do Ministério da Saúde para População Brasileira Completa 10 anos: Confira Orientações da Nutricionista Mayana Oliveira para reduzir riscos de doenças

Alimentação é a chave para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis

 

Agosto é um mês de grande importância para a conscientização sobre a alimentação saudável no Brasil, marcando o Mês da Nutrição, o Dia do Nutricionista em 31/08 e os 10 anos do Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado pelo Ministério da Saúde em 2014. Este marco é uma oportunidade para refletir sobre a importância da alimentação na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão e obesidade, que continuam a ser uma das principais causas de mortalidade no país. 

 

A nutricionista Mayana Oliveira (@nutri.mayana), pós-graduada em nutrição clínica funcional, diretora do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Cardiologia da Bahia e docente do Curso Técnico de Nutrição e Dietética do Governo da Bahia, destaca a importância de uma alimentação equilibrada como base para uma vida saudável. Com mais de 10 anos de experiência em atendimento clínico, tanto no Brasil quanto no exterior, Mayana compartilha orientações valiosas para quem deseja reduzir os riscos de desenvolver doenças crônicas. 

 

Prefira alimentos in natura ou minimamente processados, ou seja, comida de verdade, como frutas, legumes, verduras, grãos integrais, feijões e carnes magras. Evite alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, sal e gorduras ruins, como salgadinhos, refrigerantes e fast food. Priorize refeições feitas em casa, utilizando ingredientes frescos e variados. Mantenha uma alimentação balanceada, colorida e diversificada, respeitando a cultura alimentar e o prazer de comer, sempre atento às necessidades individuais e sinais de saciedade”, compartilha Mayana.

 

Com o avanço das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) no Brasil, a alimentação se torna um pilar essencial na prevenção e controle dessas condições. De acordo com dados de 2021 do Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, as DCNTs matam cerca de 41 milhões de pessoas a cada ano, o equivalente a 71% de todas as mortes no mundo.

 

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, conduzida pelo IBGE, mais de 60% da população adulta brasileira está com excesso de peso, e cerca de 25% são considerados obesos. Estes números refletem um aumento expressivo em relação aos dados das décadas anteriores, ressaltando a necessidade urgente de mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida dos brasileiros. 

 

“Uma boa alimentação é essencial para a longevidade e qualidade de vida. Seguir uma dieta rica em nutrientes com comida de verdade ajuda a prevenir doenças e promove o bem-estar. O acompanhamento nutricional é fundamental para adaptar a dieta às necessidades individuais e não deve ser visto como luxo, mas como uma ferramenta vital para manter a saúde ao longo da vida, conforme orienta o Guia Alimentar para a População Brasileira” contou Mayana.

 

O “Guia Alimentar do Ministério da Saúde para População Brasileira” enfatiza o consumo de alimentos in natura e minimamente processados, além de destacar a importância de evitar produtos ultra processados.

 

 

Saiba mais sobre a otosclerose, revelada por Adriane Galisteu

Médica do Hospital Paulista explica a doença óssea que prejudica a audição e também pode ser um fator complicador na fase de gestação

 

A recente revelação da apresentadora Adriane Galisteu sobre o diagnóstico que teve de otosclerose chamou a atenção do grande público em relação a essa doença óssea que afeta o ouvido.

Desde a semana passada, é crescente a procura pelo tema nos sites de buscas da internet, especialmente no que se refere ao fato de a apresentadora ter atribuído o problema à decisão de não tentar ser mãe pela segunda vez, o que despertou ainda mais a curiosidade do público.

Afinal, que doença de ouvido é essa que pode comprometer uma gravidez? Essa é a pergunta que muita gente começou a se fazer desde que a questão se tornou pública. Até porque ninguém quer correr esse risco. E o alerta, sem dúvida, também pode ajudar muita gente que vive condição semelhante a se precaver.


Hormônios são o problema

De acordo com a Dra. Cristiane Adami, médica otorrinolaringologista do Hospital Paulista – referência em saúde de ouvido, nariz e garganta – a relação entre a otosclerose e a gravidez se dá por conta de uma questão hormonal que pode agravar o quadro clínico de quem já tem o problema.

"Os hormônios femininos, especialmente os estrogênios, têm sido associados à progressão da otosclerose. Essa relação foi observada em estudos clínicos e epidemiológicos que indicam que a doença pode progredir mais rapidamente em mulheres, particularmente durante períodos de mudanças hormonais significativas, como a gravidez. Portanto, não afeta a gestação, mas pode piorar durante a gestação, ou seja, pode piorar a perda auditiva da grávida", esclarece.


Crescimento ósseo anormal

A médica explica que a otosclerose é uma doença óssea que afeta o ouvido médio, particularmente o estribo (que é um dos três ossículos que transmitem o som do tímpano para o ouvido interno). "Nessa condição, ocorre um crescimento anormal de tecido ósseo ao redor do estribo, que acaba se tornando menos móvel, dificultando a transmissão das vibrações sonoras para a cóclea, levando à perda auditiva. Isso porque esse crescimento anormal dificulta a condução do som do ouvido para o cérebro.”

O principal sintoma, ainda de acordo com a especialista, é justamente a maior dificuldade em ouvir, mas ela também pode se manifestar através da sensação de zumbido. Os tratamentos, por sua vez, podem ser cirúrgicos, com aparelhos auditivos ou medicamentosos, a depender da gravidade da doença. "Os sintomas podem ser amenizados com o diagnóstico correto e o tratamento adequado para cada fase em que a otosclerose se encontra. Algumas medicações ajudam muito a amenizar os sintomas e a estabilizar a doença. Já a cirurgia consiste em substituir o estribo acometido por uma prótese para restaurar a audição", explica.


Causas e prevenção

Embora as causas ainda não sejam completamente compreendidas, a médica explica que fatores genéticos e hormonais desempenham um papel importante na Otosclerose. Por isso, a prevenção direta é algo desafiador. Ainda assim, a Dra. Cristiane elenca algumas medidas que podem ajudar a minimizar o risco de progressão da doença ou a reduzir seus sintomas:

Monitoramento regular da audição: se houver histórico familiar de otosclerose, é importante fazer check-ups auditivos regulares para detectar precocemente quaisquer sinais de perda auditiva.

Evitar exposição a ruídos altos: proteção contra ruídos altos pode prevenir a perda auditiva adicional, o que é importante para pessoas com otosclerose, já que a doença em si já compromete a audição.

Consulta com um otorrinolaringologista: manter um acompanhamento regular com um especialista pode garantir que a doença seja monitorada e tratada adequadamente, evitando complicações.

Estilo de vida saudável: manter uma alimentação equilibrada e evitar fatores que possam comprometer a saúde auditiva, como o uso excessivo de fones de ouvido, podem contribuir para a saúde geral dos ouvidos.

 


Hospital Paulista de Otorrinolaringologia


Agosto Dourado: qual a importância do aleitamento materno no desenvolvimento infantil


Pediatra Tatiana Cicerelli explica os princípios e benefícios de um ato dócil e acolhedor


 

Instituído pela Lei nº 13.435/2.017, o mês de agosto é conhecido como Agosto Dourado, focado na conscientização e esclarecimento sobre a importância do aleitamento materno. No período, ampliam-se as ações como palestras e divulgação nas mídias, simbolizando a luta pelo incentivo à amamentação

A importância dessa medida tem estreita relação principalmente com o nascimento de bebês prematuros, que acabam sendo separados das mães e tratados com base em cuidados médicos e profissionais.


O Brasil ocupa o nono lugar mundial em número absoluto, com partos que acontecem antes da 37a semana de gestação. Cerca de 11% dos 637.613 nascimentos registrados anualmente ocorrem dentro deste cenário e, para a médica pediatra, Tatiana Cicerelli, o primeiro princípio é direcionar o foco da campanha a fatores relacionados à nutrição desses bebês.


A pediatra explica que além de ser um ato de carinho, que traz proximidade entre mãe e recém-nascido, os primeiros olhares, primeiros toques, reconhecimento entre a relação familiar que se inicia, o aleitamento materno é determinante para os desfechos de saúde e desenvolvimento dos pequenos, capaz ainda de reduzir as causas de mortalidade em unidades de terapia intensiva neonatal entre bebês prematuros.


Tatiana destaca que fatores como proteção, promoção e apoio à amamentação são estratégias importantes em nível institucional e individual. Ações coordenadas para otimizar a alimentação infantil em tempos normais e em emergências são essenciais para garantir que as necessidades nutricionais de todos os bebês sejam atendidas.


“É justamente por meio do leite materno que o bebê recebe os anticorpos da mãe que o protegem contra doenças como, diarreia e infecções, principalmente as respiratórias. O risco de asma, diabetes e obesidade é menor em crianças amamentadas, mesmo depois que elas param de mamar. “A amamentação é, ainda, um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, importante para que ela tenha dentes fortes, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração”, reforça a pediatra.



Quais os principais objetivos durante o Agosto Dourado:


INFORMAR pessoas sobre as ligações entre a amamentação e o ambiente/mudanças climáticas. A amamentação é um excelente exemplo das profundas conexões entre a saúde humana e os ecossistemas da natureza;


FIXAR a amamentação como uma decisão climática inteligente. O aleitamento materno é natural, renovável e ambientalmente seguro;


ENVOLVER-SE com indivíduos e organizações para obter maior impacto. Proteger, promover e apoiar a amamentação aborda as desigualdades que impedem o desenvolvimento sustentável;


ESTIMULAR ações para melhorar a saúde do planeta e das pessoas através da amamentação. 

 

 



Tatiana Cicerelli Marchini – Médica Pediatra e Neonatologista - CRM-SP 129889 - Formação em Medicina pela Universidade São Francisco em 2007. Fez residência médica em Pediatria pelo Hospital Universitário São Francisco e também em Neonatologia pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. É especialista em Pediatria e em Neonatologia pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Possui Certificação em Amamentação e em Reanimação Neonatal, ambas pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Experiência profissional com atuação em Ambulatório de Recém Nascido de Alto Risco e também em Consultório Médico Atua, ainda, como Neonatologista, atendendo nas principais maternidades de São Paulo - Hospitais Albert Einstein, São Luiz, Pro Matre , Santa Joana - com foco na assistência humanizada ao parto.
Mais informações: https://www.instagram.com/dratatianacicerelli/


Brotoejas e assaduras no pescoço: como tratar e prevenir


Divulgação

Dermatologista orienta sobre cuidados necessários para evitar incômodos na pele

 

Ao contrário do que se imagina, os mais comuns tipos de dermatites, principalmente as brotoejas e as assaduras, podem acometer a pele do pescoço não apenas de bebês, mas também de adultos. Isso pode acontecer por diversos fatores, como o excesso de suor em exercícios físicos, uso de muitas camadas de roupas, a febre alta, alergias, sobrepeso/obesidade, causando incômodo e, em casos graves, até dor.

 

Antes de tudo, é preciso diferenciar uma condição da outra, e a Dra. Paula Colpas1, dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e consultora da TheraSkin®, explica melhor: “As brotoejas são bolinhas avermelhadas na pele que causam coceira e ardor, e elas surgem quando as glândulas de suor são bloqueadas, impedindo sua saída”, conta.

 

Já as assaduras, de acordo com a médica, “são manchas vermelhas que causam ardência, coceira e sensibilidade da pele, e se trata de uma reação da pele a uma agressão ou alteração, como um atrito ou alergia. A transpiração excessiva, com o calor, retém umidade, favorecendo a proliferação de fungos e bactérias, também podendo causar ou piorar as assaduras”, explica.

 

A dermatologista explica também o porquê de essas dermatites se manifestarem no pescoço: “Os motivos podem ser diversos, como um perfume que despertou uma alergia, o excesso de roupas no frio, como camisetas de gola alta e cachecóis, mas também é possível acometer pessoas em condição de sobrepeso ou obesidade, em que as dobras da pele podem acumular umidade”.

 

A seguir, a Dra. Paula lista as melhores dicas para tratar e prevenir o surgimento de brotoejas e assaduras no pescoço:

 

Usar roupas frescas

Principalmente quando for praticar exercícios físicos, é preferível roupas de tecidos mais leves e respiráveis. Assim, o suor é expelido de forma correta, sem obstruções.

 

Manter a pele limpa e seca

Para evitar o surgimento de brotoejas e assaduras, é imprescindível manter a rotina de higiene da pele, com banhos frescos, e evitar deixar a pele com suor por muito tempo, pois a acidez da transpiração pode irritar a pele.

 

Usar sabonetes neutros

Na hora da higiene, sabonetes perfumados podem causar alergias na pele, principalmente se já está sensibilizada, portanto, prefira sabonetes neutros e sem perfume, que não agridam a pele.

 

Manter a pele hidratada

A hidratação é um dos cuidados mais importantes para manter a pele livre de inflamações e dermatites, e isso deve ser feito ao ingerir água diariamente (pelo menos 2 litros) e pelo uso de cremes e loções hidratantes.

 

Usar produtos calmantes

Para acalmar a pele já irritada pelas brotoejas e assaduras, é recomendado o uso de produtos que acalmem a área afetada, restaurando a barreira cutânea e aliviando desconfortos.

 

Para fazer uma higiene da pele sem causar irritações, Klaviê Clinical® Sabonete. O sabonete líquido possui agentes limpadores suaves que limpam a pele de forma adequada auxiliando na limpeza, hidratação e proteção da camada externa. O produto serve para reduzir a sensação de coceira de forma rápida e eficaz, não causando alergia. Contém propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas, restaura e preserva a camada externa da pele, com ação prolongada.

 

Já para manter a hidratação da pele diariamente, Klaviê Clinical® Loção Hidratante é o mais indicado. A loção é desenvolvida para peles muito ressecadas, sensíveis e sensibilizadas, possui ação anti-inflamatória que promove o alívio das coceiras e descamações, mantendo o pH fisiológico da pele, proporcionando uma sensação de alívio, conforto e suavidade.

 

Por fim, para o cuidado com a pele sensibilizada pelas brotoejas,assaduras por atrito ou irritações nas dobrinhas  Amilia® Talco Líquido será o melhor aliado. O multirreparador foi produzido especialmente para peles sensíveis e delicadas. Sua ação gera sensação de alívio de desconfortos, irritações e coceiras, reduzindo vermelhidão, absorvendo a umidade local trazendo efeito refrescante e suavizando a pele. É dermatologicamente testado e pode ser utilizado por toda a família. 





1Dra. Paula Tavares Colpas (CRM/SP: 129556 - RQE: 34206), médica dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).



TheraSkin®
http://loja.theraskin.com.br


Crescimento da população idosa no Brasil impõe desafios ao sistema de saúde

Até 2070, 38% da população será formada por pessoas da terceira idade, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE; envelhecimento trará impactos nos gastos públicos 

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (22/08) que, em 2070, os idosos deverão representar quase 38% da população do Brasil, tornando-se o maior grupo etário do país, com uma média de 4 para cada 10 brasileiros. A expectativa é que o número de pessoas idosas passe dos atuais 33 milhões em 2023 para 75,3 milhões em 2070. O resultado apresenta desafios expressivos para as políticas públicas, principalmente na área da saúde.

 

Estudos do governo federal indicam que o envelhecimento populacional terá um impacto significativo nos gastos públicos com saúde, que devem aumentar em R$ 67,2 bilhões entre 2024 e 2034. Este montante inclui despesas com assistência farmacêutica e atendimento hospitalar, à medida que a população idosa demanda proporcionalmente mais cuidados médicos.

 

Dados do DRG Brasil, que analisaram 1.587.542 altas hospitalares em 2023, mostram que os idosos tendem a necessitar de internações mais longas. Pacientes com 80 anos ou mais permanecem, em média, 7,4 dias internados, em comparação com a média de 2,9 dias para pacientes de 20 a 29 anos. Em termos práticos, os idosos utilizam 2,55 vezes mais dias de leito hospitalar por internação.

 

Além disso, o aumento da demanda por cuidados de saúde deve impulsionar outros custos, como o uso de múltiplos medicamentos (polifarmácia) e a necessidade de cuidados domiciliares e de longa duração.

 

“O envelhecimento está diretamente relacionado ao aumento da prevalência de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Esses problemas de saúde requerem cuidados contínuos, o que eleva a demanda por serviços médicos, medicamentos e tratamentos”, explica Marcelo Carnielo, especialista em gestão de custos hospitalares e diretor de Serviços da Planisa.

 

Diante desse cenário, o país precisa adaptar suas unidades de saúde para atender às necessidades específicas dos idosos, o que inclui a capacitação de profissionais, adaptações de infraestrutura e o investimento em tecnologias assistivas, telemedicina e inovações nos cuidados de saúde.

 

“O envelhecimento da população também afeta outras áreas, como as despesas com aposentadorias e pensões, o que pode causar desequilíbrios fiscais, caso não haja uma reforma previdenciária adequada. Além disso, a diminuição da população economicamente ativa pode impactar negativamente a produtividade e o crescimento econômico”, ressalta.

 

 

Planisa


Linfomas: cerca de 60% dos diagnósticos são descobertos em estágio avançado

Detecção precoce é essencial no combate à doença; Oncohematologista esclarece principais dúvidas e sintomas que devem ser investigados

 

Na última década, o termo Linfoma ganhou as manchetes após uma série de personalidades famosas revelarem o diagnóstico da doença. E não é à toa que ouvir falar sobre esse tipo de câncer está mais comum: no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do triênio 2023-2025 sejam diagnosticados 3.080 casos de linfoma de Hogdking e 12.040 de linfoma não Hodgking. E, segundo a entidade, por motivos ainda desconhecidos, o número duplicou nos últimos 25 anos, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos. 

De acordo com uma pesquisa feita pelo Observatório de Oncologia, entre 2008 e 2017, foi mostrado que o linfoma costuma ser diagnosticado tardiamente no Brasil. Cerca de 58% dos pacientes descobrem a doença em estágio avançado e 60% dos homens e 57% das mulheres têm um diagnóstico tardio.
 

Mas, do que se trata esse tipo de tumor?

De forma simplificada, os linfomas podem ser classificados como Hodgkin, mais raro e que afeta em especial jovens entre 15 e 25 anos e, em menor escala, adultos na faixa etária de 50 a 60 anos, ou não-Hodgkin, cujo grupo de risco é composto por pessoas na terceira idade (mais de 60 anos). Para a Dra. Mariana Oliveira, oncohematologista da Oncoclínicas São Paulo, apesar de não haver prevenção por desconhecimento do que leva ao surgimento da neoplasia, a chave para deter a evolução progressiva do tumor é o conhecimento. "A boa notícia é o fato de os linfomas terem alto potencial curativo. O diagnóstico precoce é fundamental para alcançar o êxito no processo terapêutico, por isso o esclarecimento à população é essencial", afirma.
 

Sintomas e Tratamento

Os sintomas em geral são aumento dos gânglios linfáticos (linfonodos ou ínguas, em linguagem popular) nas axilas, na virilha e/ou no pescoço, dor abdominal, perda de peso, fadiga, coceira no corpo, febre e, eventualmente, pode acometer órgãos como baço, fígado, medula óssea, estômago, intestino, pele e cérebro.

"As duas categorias - Hodgkin e não-Hodgkin -, contudo, apresentam outros subtipos específicos, com características clínicas diferentes entre si e prognósticos variáveis. Por isso, o tratamento não segue um padrão, mas usualmente consiste em quimioterapia, radioterapia ou a combinação de ambas as modalidades", explica Mariana Oliveira. 

Em certos casos, terapias alvo-moleculares, que tem como meta de ataque uma molécula da superfície do linfócito doente, podem ser indicadas. "Estas proteínas feitas em laboratório atuam como se fosse um ‘míssil teleguiado’ - que reconhece e destrói a célula cancerosa do organismo", ressalta o médico. Ainda, dependendo da extensão dos tumores e eficácia das medicações, pode haver a indicação de transplante de medula óssea.

Diante dos desafios impostos pela crescente incidência da doença, novas alternativas terapêuticas vêm surgindo para combater os linfomas, especialmente para os que não respondem aos tratamentos convencionalmente indicados. "A medicina tem avançado nos últimos anos principalmente através da terapia celular", afirma a especialista.
 

Ela conta que o autotransplante, tratamento no qual é realizada uma quimioterapia mais intensa seguida pela infusão da medula do próprio paciente, é uma delas. A terapia com imunoterapia é outra. Com bons resultados apontados por estudos e pesquisas de referência global, o tratamento estimula o organismo do paciente a reconhecer e combater as células tumorais. "De forma bastante simplificada, podemos dizer que os imunoterápicos desativam os receptores dos linfócitos e, assim, permite que as células doentes sejam reconhecidas. Isso faz com que o organismo volte a combater o tumor - e sem causar efeitos colaterais comuns a outras medicações habitualmente adotadas nos processos terapêuticos", finaliza Mariana Oliveira.

 

Oncoclínicas&Co.
Para obter mais informações, visite Link


Fatos sobre a hiperidrose


A hiperidrose pode ocorrer devido às atividades excessivas das glândulas responsáveis pelo suor. É causada por problemas hormonais, emocionais ou fatores hereditários, quando o paciente já possui um histórico familiar. 

 

O principal sintoma é o suor que excede a transpiração considerada normal e, como já mencionado, pode atingir partes mais específicas do corpo humano.

 

Outros sinais da hiperidrose são:

  • Suor excessivo iniciado antes dos 25 anos de idade
  • Episódios de transpiração excessiva pelo menos uma vez por semana
  • Transpiração mesmo quando em repouso
  • Suor que afeta as atividades rotineiras e de socialização

 

É importante ressaltar que apenas um dermatologista ou clínico geral poderá dar o diagnóstico correto a partir dos sintomas apresentados pelo paciente. Além disso, exames de sangue e urina serão solicitados para checar se há outra condição que esteja causando a hiperidrose.

 

  • O tratamento será orientado pelo médico responsável, que poderá indicar o uso de antitranspirantes, cremes ou até mesmo as injeções de toxina botulínica, a fim de diminuir a intensidade do suor e ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente.

 

 

Fatos sobre o suor excessivo 

  • A hiperidrose pode ser classificada a partir da região do corpo em que ocorre.

 

Existem dois tipos: 

  • A primeira delas é classificada como “Essencial” ou “Primária”, que é a forma mais comum do problema. 

 

Esse tipo de hiperidrose afeta principalmente as solas dos pés, as palmas das mãos e o rosto, atingindo as pessoas geralmente na infância. 

 

A hiperidrose primária costuma ter vínculos com problemas anteriores na família.

 

  • A hiperidrose secundária é caracterizada pelo suor excessivo, mas pode ocorrer em partes específicas do corpo, geralmente na fase adulta. 

 

Esse problema está, muitas vezes, relacionado a outro como diabetes, menopausa, hipoglicemia e até lesão na medula espinhal.

 

  • O tratamento pode ser feito com cirurgia. 

 

Atualmente, há duas formas cirúrgicas de fazer o tratamento do suor excessivo:

 

  • Liposucção: Remove o tecido subcutâneo, incluindo as glândulas sudoríparas. A sucção é realizada em até três sessões para obter resultados positivos. Essa forma de tratamento só é indicada quando outros métodos não obtiveram sucesso.

 

  • Simpatectomia: Essa é uma cirurgia minimamente invasiva, feita por videoendoscopia e consiste na desnervação simpática. Esse método é indicado para quem está com hiperidrose em um estágio mais grave.

 

  • A ansiedade pode ser um problema.

 

Os problemas psicológicos, muitas vezes, atingem também o físico. Quando identificada, a ansiedade pode ser tratada com psicólogos, psiquiatras e, em alguns casos, por medicamentos. 

 

Caso o suor excessivo seja resultado dessa condição, a pessoa terá uma melhora significativa do problema por meio do tratamento psicológico.

 

 



Fonte:

Alexandre Kataoka - CREMESP 112.497 RQE 38.349 - Cirurgião plástico formado na Fac. Estadual de Medicina de Marília (FAMEMA), Residência de Cirurgia Geral no HC FAMEMA, Cirurgia Plástica Santa Casa de Santos, Titular da SBCP, ex- Diretor da SBCP (DEPRO), Perito concursado do Instituto de Medicina Social e Criminologia do Estado de São Paulo, Conselheiro Eleito 2023/2028 do CREMESP, Coordenador do Departamento de Comunicação CREMESP, Conselheiro Responsável da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica CREMESP e Membro Efetivo da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica CFM.



MELASMA: entenda sobre a doença de pele que pode aparecer em fases diferentes da vida da mulher

 

O melasma é uma condição dermatológica que consiste no surgimento de manchas escuras na pele. Normalmente, essas manchas costumam aparecer no rosto, mas também podem surgir em outras áreas expostas ao sol, como braço e pescoço. Essa hiperpigmentação afeta os dois lados da face, pode variar de intensidade - de manchas claras a tonalidades mais escuras.

Dentre os principais sintomas estão o aparecimento de manchas escuras, irregulares e bem definidas, sensibilidade, e desconforto físico. A doença também costuma afetar de maneira significativa a autoestima e a qualidade de vida dos pacientes devido a exposição das áreas.

Não há uma única causa para o surgimento do melasma, porém fatores como predisposição genética, alterações hormonais, exposição solar e o uso de anticoncepcionais orais podem corroborar para o aparecimento das manchas.

A condição é mais comum em mulheres, especialmente durante a gravidez, com manchas que surgem durante os meses de gestação. Ademais, a exposição excessiva ao sol pode agravar o quadro, já que a radiação ultravioleta pode contribuir para a produção de mais melanina – o pigmento responsável pela cor da pele -, intensificando o problema.

 

Melasma na Menopausa e na Gravidez

 O melasma na menopausa é causado devido as alterações hormonais, tendo em vista que, neste período, há uma queda importante nos níveis dos principais hormônios femininos. Além disso, a pele torna-se mais fina e sensível à exposição solar.

Na gravidez o corpo feminino passa por profundas mudanças hormonais, especialmente com o aumento dos níveis de estrógeno e progesterona. Essas mudanças estimulam a produção de melanina, levando ao aparecimento de manchas escuras, principalmente no rosto. Esse tipo de melasma recebe o nome de “cloasma”. Essas manchas costumam aparecer nas bochechas, testas, nariz e lábio superior. Apesar de ser frequente na gravidez, é comum o desaparecimento após o parto com a estabilização dos hormônios. 

O tratamento do melasma é desafiador e envolve uma combinação de medidas preventivas e terapêuticas, a exemplo do uso intensivo e diário de protetor solar.

 


Dra. Silvana Osório - Médica dermatologista, natural de Porto Alegre (RS). Mudou-se para o Rio de Janeiro em 2006, onde se especializou em dermatologia. Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Possui mais de 20 anos de carreira e reside há 8 anos na cidade de Goiânia. Proprietária da clínica boutique Casa Glow Up. https://www.instagram.com/drasilvanaosorio/


Posts mais acessados