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sábado, 4 de julho de 2026

“Tchauzinho de miss”: por que a flacidez embaixo do braço incomoda tantas mulheres?

 

Créditos: @harmonizegoldoficial
| CO ASSESSORIA

“Muitas pacientes treinam, emagrecem e ainda se incomodam com a flacidez dos braços porque o problema não está apenas no músculo”, afirma a dermatologista Joana Petito Magnavita


Conhecida popularmente como “tchauzinho de miss”, a flacidez na parte inferior dos braços está entre as queixas estéticas mais frequentes entre as mulheres. A região costuma chamar atenção em movimentos simples do dia a dia, como acenar, levantar os braços, usar vestidos, regatas ou aparecer em fotos e vídeos. O incômodo é tão comum porque afeta uma das áreas mais expostas e movimentadas do corpo, tornando a flacidez mais perceptível no dia a dia.

Esse talvez seja o maior mito sobre a flacidez dos braços: fortalecer a musculatura nem sempre resolve o problema. Embora a atividade física seja essencial para melhorar o tônus muscular, ela não é capaz de devolver, sozinha, a firmeza da pele quando já existe perda de colágeno, elastina e da sustentação natural da região. É justamente por isso que muitas mulheres continuam incomodadas com o chamado “tchauzinho de miss” mesmo depois de emagrecer ou manter uma rotina regular de treinos.

Segundo dermatologista Joana Petito Magnavita (CRM 5287726-0), da Harmonize Gold, essa é uma das dúvidas mais frequentes no consultório. “Muitas pacientes chegam dizendo que treinam há anos e não entendem por que os braços continuam com aspecto flácido. Isso acontece porque, em muitos casos, o músculo está fortalecido, mas a pele perdeu sustentação ao longo do tempo. O envelhecimento reduz gradualmente a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. Por isso, o primeiro passo é entender se a principal queixa está relacionada ao músculo, ao excesso de gordura ou à qualidade da pele”, explica.

A especialista afirma que o tratamento deve ser individualizado, já que diferentes graus de flacidez exigem abordagens distintas. Segundo ela, quando a perda de firmeza está relacionada à qualidade da pele, tratamentos voltados para a bioestimulação de colágeno passaram a ganhar espaço justamente porque atuam na estrutura cutânea, e não apenas no volume ou no contorno corporal. “O objetivo não é apenas melhorar o desenho do braço, mas recuperar a qualidade da pele de forma gradual, respeitando as características de cada paciente”, completa.

Para Bernardo Magalhães, diretor executivo da Harmonize Gold, a procura por tratamentos voltados para regiões além do rosto representa uma mudança importante na forma como as pessoas enxergam o envelhecimento. “Durante muitos anos, quando se falava em colágeno, o pensamento ia direto para o rosto. Hoje, o paciente entende que braços, mãos, pescoço, colo, abdômen e glúteos também envelhecem. O cuidado com a qualidade da pele deixou de ser localizado e passou a envolver o corpo inteiro”, afirma.


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