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| Créditos: @harmonizegoldoficial | CO ASSESSORIA |
“Muitas pacientes treinam, emagrecem e ainda se incomodam com a flacidez dos braços porque o problema não está apenas no músculo”, afirma a dermatologista Joana Petito Magnavita
Conhecida
popularmente como “tchauzinho de miss”, a flacidez na parte inferior dos braços
está entre as queixas estéticas mais frequentes entre as mulheres. A região
costuma chamar atenção em movimentos simples do dia a dia, como acenar,
levantar os braços, usar vestidos, regatas ou aparecer em fotos e vídeos. O
incômodo é tão comum porque afeta uma das áreas mais expostas e movimentadas do
corpo, tornando a flacidez mais perceptível no dia a dia.
Esse talvez seja o maior mito
sobre a flacidez dos braços: fortalecer a musculatura nem sempre resolve o
problema. Embora a atividade física seja essencial para melhorar o tônus
muscular, ela não é capaz de devolver, sozinha, a firmeza da pele quando já
existe perda de colágeno, elastina e da sustentação natural da região. É
justamente por isso que muitas mulheres continuam incomodadas com o chamado
“tchauzinho de miss” mesmo depois de emagrecer ou manter uma rotina regular de
treinos.
Segundo dermatologista Joana
Petito Magnavita (CRM 5287726-0), da Harmonize Gold, essa é uma das dúvidas
mais frequentes no consultório. “Muitas pacientes chegam dizendo que treinam há
anos e não entendem por que os braços continuam com aspecto flácido. Isso
acontece porque, em muitos casos, o músculo está fortalecido, mas a pele perdeu
sustentação ao longo do tempo. O envelhecimento reduz gradualmente a produção
de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. Por
isso, o primeiro passo é entender se a principal queixa está relacionada ao
músculo, ao excesso de gordura ou à qualidade da pele”, explica.
A especialista afirma que o tratamento
deve ser individualizado, já que diferentes graus de flacidez exigem abordagens
distintas. Segundo ela, quando a perda de firmeza está relacionada à qualidade
da pele, tratamentos voltados para a bioestimulação de colágeno passaram a
ganhar espaço justamente porque atuam na estrutura cutânea, e não apenas no
volume ou no contorno corporal. “O objetivo não é apenas melhorar o desenho do
braço, mas recuperar a qualidade da pele de forma gradual, respeitando as
características de cada paciente”, completa.
Para Bernardo Magalhães, diretor
executivo da Harmonize Gold, a procura por tratamentos voltados para regiões
além do rosto representa uma mudança importante na forma como as pessoas
enxergam o envelhecimento. “Durante muitos anos, quando se falava em colágeno,
o pensamento ia direto para o rosto. Hoje, o paciente entende que braços, mãos,
pescoço, colo, abdômen e glúteos também envelhecem. O cuidado com a qualidade
da pele deixou de ser localizado e passou a envolver o corpo inteiro”, afirma.

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