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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Quarta-feira (13.09) é dia de saber mais sobre a sepse, a síndrome que mata mais do câncer e infarto do miocárdio!



São Paulo é uma das 17 cidades participantes!


Na quarta-feira (13.09), das 8 às 15 horas profissionais de saúde estarão em   São Paulo na Estação Sé do Metrô e na Rodoviária do Tietê,  para responder à população sobre sepse, a síndrome que mata mais de 270 mil brasileiros todos os anos.  O objetivo da ação, que acontecerá em 17 cidades brasileiras, tem como objetivo esclarecer à população.

O Brasil tem uma das taxas de mortalidade e morbidade mais altas do mundo. Estima-se que sejam registrados cerca de 670 mil casos por ano, sendo que cerca de 55% desses vão a óbito. Atualmente, a sepse mata mais do infarto do miocárdio e câncer.

“O conhecimento do público brasileiro sobre a síndrome ainda é bastante restrito. Campanhas de esclarecimento envolvendo sociedades médicas e imprensa para o público geral devem ser realizadas para minimizar o problema, porque o reconhecimento precoce e a busca imediata de auxílio médico podem impactar e ajudar a diminuir a elevada mortalidade por sepse em nosso país”, disse Dr. Luciano Azevedo, presidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS).

O ILAS promove anualmente a Campanha de Conscientização sobre a Sespe. Esse ano o mote será Pense, pode ser sepse?

Dr. Luciano Azevedo reforça, ainda, que “o reconhecimento precoce por parte dos profissionais de saúde também é importante e é a chave para o tratamento adequado, que, quando realizado nas primeiras seis horas tem clara implicação no prognóstico.  Medidas simples, como a realização de alguns exames específicos na primeira hora e alguns procedimentos importantes podem salvar vidas”.







Você está em dia com a saúde bucal do seu pet?



A higiene bucal é essencial para manter a boa saúde dos animais de estimação, além de evitar o mau hálito e manter os dentes fortes e protegidos, também previne doenças mais sérias


Não é só de banho e pelos bem cuidados que vive um pet. Para ter uma vida saudável é muito importante também incluir na rotina de cuidados, desde cedo quando ainda filhotes, o hábito da escovação dos dentes que irá ajudar na prevenção de diversas doenças.

Doenças bucais, frequentes em gatos e cachorros, podem apresentar diversas infecções que requerem tratamento de um veterinário. Retenção de dentes de leite, fraturas dentárias, de mandíbula e câncer, por exemplo, são alguns dos problemas que podem aparecer ao longo dos anos. 

A halitose (doença periodental), alteração do hálito que afeta 4 entre 5 animais adultos, aparece quando falta frequência na escovação dentária e pode ser um alerta de que algo não vai bem. Segundo o parceiro da COMAC (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), o médico veterinário especializado em odontologia veterinária Dr. Leon diz que “A halitose não chega a ser uma doença, mas sim um sintoma de que algo está errado na boca.” E completa: ”A halitose não é transmissível e é o principal aliado do dentista veterinário para o diagnóstico”.

Dr Leon afirma ainda que um erro muito comum é tratar o sintoma e não a doença. Não adianta usar gel, espumas, líquidos ou nos piores casos, antibióticos, porque tais atitudes irão apenas inibir a halitose e não curar a causa real que está por trás desse problema.

Uma das dúvidas mais frequente é sobre se a alimentação pode causar problemas orais ou dentários. De acordo com o Dr. Leon, “não importa se o paciente come alimento caseiro, ração seca ou alimento úmido, a chance de desenvolver doença periodontal, acúmulo de tártaro e gengivite é a mesma. A doença periodontal começa com acúmulo de placa bacteriana sobre os dentes e esta película aderida deve ser removida na escovação dentária diária. O tipo de alimentação não tem quase nenhuma influencia sobre este processo”.

O tratamento indicado pelo Dr. Leon é dividido em dois momentos. O primeiro é acontece em casa, quando o tutor deve ser o responsável pela limpeza dos dentes seja com uso das cerdas de uma escova indicada para animais ou com uma gaze enrolada no dedo. Essa escovação pode ser feita uma vez ao dia.

Um segundo momento é com a ajuda de um médico veterinário especializado no assunto para realizar uma limpeza dentária profissional que inclua raspagem e polimento dentário, radiografias, extrações, etc. Segundo o veterinário, o ideal é levar o pet para avaliações anuais. 

Ficar atento e cuidar bem dos dentes do pet promovem qualidade de vida e bem estar animal.




COMAC - Comissão de Animais de Companhia do SINDAN - Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal






GRAVANDO!



 Sorria. Ele está sendo filmado. Se há um lado bom nisso tudo que vem acontecendo é que agora a gente está vendo e ouvindo no original.  Ninguém precisa contar. Se quiser ver tudo ou ouvir tudo é só ter tempo e procurar. Pá, tã, tã, como disse o cara que pensou em fazer strike com o Brasil, nos encaçapar.  Talvez seja isso que esteja nos deixando abestalhados: é igual a olhar pela janela os vizinhos, melhor do que usar copo para ouvir na parede

Como jornalista, repórter, sempre gostei e tentei descrever detalhes especiais da cena que registrava. As cores, as roupas, as expressões, os fatos e dramas paralelos. O tempo no grande ex-Jornal da Tarde esmerou isso ainda mais, aprendendo com os grandes mestres. Não tinha nada disso que temos hoje, e dos jornais dependia toda a informação. Hoje os textos dos jornais estão mais duros. É isso, aconteceu isso, o cara acusou; o outro lado. Difícil ler detalhes mais suaves, a não ser em algumas notas esparsas em colunas. De vez em quando uma foto genial também aparece para quebrar esses tempos duros que vivemos. Isso dá uma diferenciada.



Mas agora você não precisa mais de ninguém. Tá lá. Você escuta as frases, sofre com a língua portuguesa sendo estraçalhada na língua de boiboys, bêbados, sim, mas da própria luxúria e poder. Conhece a realidade pura, como se estivesse sentado ao lado deles na mesa do restaurante e quase nem quisesse comer, tão interessante a conversa alheia. Na hora do jantar, assistindo ao Jornal Nacional nos últimos dias, é capaz de você ter ficado com o garfo no ar e a boca aberta várias vezes.



Com aquelas malas e caixas recheadas de dinheiro que moravam sozinhas num belo apartamento em Salvador.



Com o depoimento de Antonio Palocci botando fogo, para não dizer outra coisa, no chefe, na chefa, no pessoal do PT, e admitindo o modelo espúrio do projeto de poder deles, construído a partir de 2002. Projeto que da boca pra fora vinha das bases; a verdade é que sempre veio é das bases empresariais e de poder e dominação econômica. Um rio que correu tão sujo quanto o Tietê.



Você – se jantava assistindo ao noticiário – deve até ter mastigado mais a comida enquanto via passar uma a uma as fotos de mais uma série de denunciados, desta vez os 7 do PMDB. “O País dos Sete Ladrões” - daria título e filme para conquistar o Oscar. Por recorde de corrupção já devem estar concorrendo. No começo da semana outra lista dessas – aí em cima do PT - também era melhor que lista de supermercado: dois ex-presidentes, não sei quantos senadores, um quilo de deputados. Surreal. Foi flecha pra tudo quanto é lado.



Mas, enfim, como dizíamos, vendo e ouvindo tudo no original, dá para ver as caras deles, os modelinhos, as barriguinhas, os sorrisos irônicos, as lágrimas de crocodilo, o linguajar chulo com relação às mulheres, sentir a entonação e a ironia de como falam. Como se defendem, como acusam, como mentem.



Pior é que a indigestão, surpresa, preocupação e temor não estão limitados ao noticiário local. É bomba de hidrogênio voando sobre o Japão. É a natureza mostrando as manguinhas e rodopiando na passarela com Harvey, Irma, José e Kátia e arrasando áreas inteiras na sua passagem. Levantando plateias para fugir e a maré. Me digam se em apenas uma semana três furacões, um terremoto  e o tempo seco que atrapalha até a respiração pode ser normal.



Tenho meditado muito sobre velocidade das mudanças nos últimos anos, e especialmente sobre as super populações. Quem as comandará? Como se alimentarão? Quanto tempo viverão? Ou sobreviverão?



Será que tem alguém gravando?




Marli Gonçalves - jornalista - É melhor mastigar bem tudo isso, para ver se conseguimos digerir
SP, 2017
marligo@uol.com.br 
marli@brickmann.com.br 
www.brickmann.com                                                                                      www.chumbogordo.com.br



 

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