Companhia se prepara para atender empresas vencedoras do certame e aposta na expertise em construção e operação de empreendimentos fotovoltaicos com sistemas de armazenamento
A publicação das diretrizes para o primeiro Leilão de
Reserva de Capacidade voltado exclusivamente a sistemas de armazenamento de
energia em baterias (LRCAP 2026 – Armazenamento) deve acelerar investimentos em
projetos de Battery Energy
Storage Systems (BESS) e a TTS Energia, empresa de
engenharia e construção de usinas solares e ativos de energia renovável, se
prepara apoiar os vencedores no desenvolvimento de e implantação de projetos
híbridos de geração solar combinada com bancos de baterias.
Com
regras definidas pelo Ministério de Minas e Energia (MME), no início de junho,
o mercado passa a contar com maior previsibilidade regulatória para a
implantação de empreendimentos de armazenamento em larga escala. Atenta a esse
novo cenário, a TTS Energia tem ampliado a atuação no segmento de armazenamento
e aposta na formação de parcerias estratégicas com desenvolvedores,
investidores e empresas que participarão do leilão previsto para dezembro deste
ano.
Segundo Jacques Hulshof, CEO da TTS Energia, a publicação da portaria
transforma uma expectativa de mercado em uma oportunidade concreta de negócios.
“A definição das regras representa um marco para o armazenamento de energia no
Brasil. Agora existe um ambiente regulatório que permite estruturar
investimentos e desenvolver projetos com maior segurança. Nossa estratégia é
atuar como parceiro tecnológico e de engenharia das empresas que disputarão
esse mercado”, afirma.
A portaria publicada pelo MME estabelece dois certames distintos, um destinado
a projetos com conteúdo nacional e outro, aberto a todos os sistemas de
armazenamento, além de prever contratos com prazo de 15 anos e requisitos
técnicos que consolidam o armazenamento como um ativo estratégico para aumentar
a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), reduzir restrições
operativas e ampliar a integração das fontes renováveis.
Também ficam definidos critérios como autonomia mínima de quatro horas,
eficiência operacional e potência mínima instalada. “Esses parâmetros tendem a
impulsionar toda a cadeia de fornecedores, engenharia e implantação de
projetos”, diz Hulshof.
Para o executivo, o novo ambiente regulatório cria uma demanda crescente por
empresas capazes de entregar soluções completas de engenharia, suprimentos,
construção e operação de sistemas BESS. “Nossa expectativa é que o mercado
evolua rapidamente nos próximos anos. Os empreendedores precisarão de parceiros
com experiência em integração de sistemas, engenharia elétrica, implantação e
operação de ativos de geração. É exatamente esse papel que queremos
desempenhar”, explica o CEO da TTS Energia.
A empresa já estruturou uma frente dedicada ao desenvolvimento de projetos com
armazenamento, oferecendo soluções que abrangem estudos de viabilidade,
engenharia, EPC (Engineering, Procurement and Construction), integração dos
sistemas e operação e manutenção (O&M).
Além da atuação em projetos para o leilão, a companhia também identifica
oportunidades em sistemas híbridos que combinem geração solar e armazenamento
para consumidores industriais, empreendimentos do agronegócio e projetos de
geração distribuída de maior porte.
Como parte dessa experiência, a TTS Energia desenvolveu recentemente uma
microrrede off-grid composta por uma usina fotovoltaica de 3 MWp, gerador de
2,6 MVA e sistema BESS de 630 kVA / 1,26 MWh, equipado com sistema inteligente
de gerenciamento de energia (EMS), responsável por controlar automaticamente
geração, armazenamento e consumo.
A companhia também implantou, no último mês de junho, um sistema de
armazenamento por baterias no centro de distribuição da CorSolar, distribuidora
de equipamentos fotovoltaicos e pertencente ao Grupo Melo Cordeiro, que reúne
companhias nas áreas de fabricação fios e cabos, serviços de logística, trade
internacional e distribuição de resinas termoplásticas. O banco de baterias possui
uma capacidade de 125 quilowatts (kW) de potência e 260 quilowatts-hora (kWh)
de armazenamento.
“Acreditamos que o armazenamento será um dos principais vetores da próxima
expansão do setor elétrico brasileiro. As baterias são muito mais do que uma tecnologia
complementar e começam a se consolidar como solução central para estabilidade
das redes, redução do curtailment e expansão sustentável das fontes renováveis.
Participamos desse movimento desde o início”, conclui o executivo.
https://ttsenergia.com.br/

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