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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Quais são os principais erros que os jovens cometem ao buscar o primeiro emprego?



Ignorar tendências do mercado e não investir em qualificação profissional podem prejudicar neste momento


A procura pelo primeiro emprego é sempre uma fase marcada por muita preocupação entre os jovens. Quando se trata de um cenário de crise, como o atual, esse momento se torna ainda mais competitivo para quem está entrando no mercado de trabalho, pois faltam experiência e definição de metas. Recente pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em maio, aponta que os jovens são a faixa etária com mais dificuldade de encontrar uma ocupação, com quase metade da população entre 14 e 17 anos desempregada.

Nesse contexto, é fundamental evitar alguns erros que podem prejudicar a conquista de uma posição no mercado de trabalho. “O jovem começa sua vida profissional com muita vontade de conseguir um emprego, mas essa ansiedade pode atrapalhar quem ainda não conhece a maneira como o ambiente corporativo funciona”, explica Guilherme Maynard, diretor da Prepara Cursos, maior rede de cursos profissionalizantes do Brasil. Por isso, o executivo dá algumas dicas de condutas que devem ser evitadas na jornada de busca pela primeira colocação.

- NÃO TER OBJETIVOS CLAROS: muitos jovens iniciam a procura sem saber o tipo de vaga nas quais se sentiriam confortáveis ou para as quais possuem aptidão, disparando currículos para os mais diversos segmentos. Nesse sentido, a Prepara Cursos criou um teste vocacional que realiza uma avaliação personalizada a fim de guiar o jovem para a área que ele pode trabalhar. Com o resultado, o participante também pode ser indicado para vagas de atuação nas áreas que ele se identifica, por meio do Programa Mais Empregos.

- IR PARA A ENTREVISTA DESPREPARADO: é comum ver jovens chegarem às entrevistas despreparados, sem saberem ao certo quais são os objetivos e valores da empresa e o que ele poderia acrescentar para o dia a dia do negócio. “A falta de experiência do candidato precisa ser suprida pelo entusiasmo e preparação que ele demonstra na hora da entrevista. Um futuro funcionário deve mostrar interesse na empresa para que o contratante possa sentir segurança naquela pessoa”, pontua Maynard.

- REJEITAR ESTÁGIO: alcançar uma colocação estável com registro em carteira e tempo integral é o sonho de todo candidato. Mas nem sempre isso acontece, justamente, porque a primeira oportunidade é a grande chance de conquistar experiência, no caso, o conhecido estágio. “Não menospreze essa etapa. Veja esse início como escada do seu sucesso, além disso, dê preferência para as vagas que possibilitem crescimento a  longo prazo”, comenta.

-PRIORIZAR SALÁRIO:  neste período, é difícil não desejar uma boa remuneração, mas nem sempre é assim. “Nem mesmo os grandes executivos corporativos tem a regalia de escolher os salários e se hoje estão estabilizados é porque trilharam um longo plano de carreira. Por isso, é melhor ir com calma e pesquisar quais são os benefícios oferecidos pela empresa, que podem compensar por outro lado, demonstre flexibilidade”, alerta.

- IGNORAR TENDÊNCIAS DO MOMENTO: é claro que cada pessoa nasce com seus talentos e aptidões próprias, mas será que essas características não podem ser aproveitadas nas profissões que estão em alta no momento? Carreiras como as deYoutuber e Digital Influencer podem ser portas de entrada para uma consolidação no mercado digital, que cresce exponencialmente. Segundo dados do Youtube Insights 2017, a plataforma de vídeos atingiu 98 milhões de usuários mensais no Brasil, ou seja, é possível alcançar diferentes públicos com os mais diversos conteúdos. “A Prepara Cursos está sempre em sintonia com as tendências globais, por isso temos hoje o curso de Youtuber, que garante aos jovens formação em filmagem e edição de vídeos. Com nossa ajuda, os alunos conseguem adentrar o mercado de trabalho de maneira autônoma e fazendo exatamente o que gostam”, finaliza o executivo.




Prepara Cursos




Doença de Parkinson terá nova opção de tratamento no SUS



Mesilato de rasagilina é aprovado pela CONITEC e Ministério da Saúde


A Teva, uma das principais empresas farmacêuticas do mundo, teve seu medicamento mesilato de rasagilina (Azilect®) aprovado pelo Ministério da Saúde e o atual protocolo de tratamento da Doença de Parkinson no Sistema Único de Saúde (SUS) será atualizado.

A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico que afeta o sistema motor causando tremores, rigidez, lentidão nos movimentos e alterações de equilíbrio. De caráter progressivo, crônico e degenerativo, a doença pode estar ainda associada a sintomas como alucinações e confusão, além de problemas no trato urinário e intestinal1. De acordo com as estimativas da Organização Mundial de Saúde, cerca de 200 mil pessoas sofrem com a doença no Brasil2.

Mesilato de rasagilina auxilia no aumento e manutenção de níveis de dopamina no cérebro, substância química envolvida no controle do movimento, minimizando com isso os sintomas desta doença. O tratamento da Doença de Parkinson geralmente requer a associação de vários medicamentos ao longo da vida, dificultando com isso a aderência dos pacientes ao tratamento. O mesilato de rasagilina pode ser usado conjuntamente com a levodopa ou em monoterapia, e apresenta administração descomplicada com apenas um comprimido via oral ao dia3.  

Após a publicação no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 03 de agosto, com a decisão de incorporar o mesilato de rasagilina no SUS, o Ministério da Saúde terá 180 dias de prazo para disponibilizar o medicamento na rede pública, com isso estima-se que o medicamento esteja disponível aos pacientes em Fevereiro de 2018. A próxima etapa importante do processo contempla agora a atualização do Protocolo de tratamento da Doença de Parkinson na rede pública. 

“O protocolo de Doença de Parkinson no SUS não era atualizado desde 2010 e a aprovação de mesilato de rasagilina pela CONITEC e Ministério da Saúde é, sem dúvida nenhuma, uma grande notícia para milhares de pessoas que vivem com esta doença no Brasil, pois permitirá o acesso a uma tecnologia inovadora e já consagrada no mundo todo”, afirma o diretor de acesso ao mercado e relações governamentais da Teva Brasil, André Vicente. 

O principal foco de pesquisa da Teva está na identificação e desenvolvimento de soluções médicas para necessidades não atendidas. “A Teva oferece produtos para tratar pacientes com doenças neurológicas e neurodegenerativas em vários países do mundo e queremos que esses medicamentos também estejam disponíveis para os brasileiros”, diz o diretor médico da Teva Brasil, Dr. Tony Piha. Estão em andamento planos de ampliação do portfólio de produtos para incluir tratamentos para distúrbios do movimento, soluções inovadoras em cefaléia, enxaqueca, e outros distúrbios.




Fontes:
1. Academia Brasileira de Neurologia (ABNEURO) - http://abneuro.org.br/clippings/detalhes/150/conheca-os-sintomas-do-mal-de-parkinson. Acessado em 27/03/2017.
3. Bula Azilect®




São Paulo regula o licenciamento ambiental para geração de energia solar



Medida visa incentivar a energia solar fotovoltaica com a facilitação da normatização que regula o seu licenciamento


Com base nas contribuições apresentadas pela Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, pela Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - Investe São Paulo e pela Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente publicou no Diário Oficial de sábado, 5 de agosto, a Resolução 74 que dispõe sobre o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica por fonte solar fotovoltaica.

A nova resolução determina que empreendimentos com potência maior que 90 megawatts (MW), o procedimento de licenciamento prévio será o Relatório Ambiental Preliminar – RAP, já os projetos de 5 MW a 90 MW serão submetidos ao Estudo Ambiental Simplificado – EAS, e as instalações menores que 5 MW, incluindo micro e minigeração de energia elétrica distribuída, só serão exigidas autorização para supressão de vegetação nativa ou para instalação em áreas de proteção de manancial, se necessária.

“A geração de energia elétrica a partir de fonte solar vem crescendo fortemente no Estado, mas o governador Geraldo Alckmin quer incentivar ainda mais esse setor que, além de garantir energia limpa e barata, ainda contribui com a diminuição das emissões de carbono”, afirmou o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles.

Quando houver supressão de vegetação nativa primária ou secundária em estágio médio ou avançado de regeneração poderá ser aplicado procedimento de licenciamento ambiental mais restritivo.

O empreendimento como um todo será considerado no licenciamento ambiental, incluindo a infraestrutura associada como sistemas elétricos, subestações, linhas de transmissão ou distribuição, acessos de serviços e demais sistemas associados, vias, obras ou equipamentos, entre outros.

Quando se previr a instalação modular sequencial de unidades ou centrais geradoras contíguas, com uso compartilhado da infraestrutura, para emissão da licença prévia será considerado o conjunto das unidades ou centrais geradoras, sem prejuízo da emissão separada das licenças de instalação e operação para cada módulo do empreendimento.

“Com estas medidas simplificadoras, os processos de licenciamento ambiental se tornarão mais claros, ágeis e previsíveis, garantindo a segurança tão desejada pelos investidores privados e aos consumidores que pretendem produzir energia elétrica, com sustentabilidade”, disse o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior.

As medidas fazem parte do esforço do Governo do Estado de São Paulo no incentivo ao uso de energias renováveis, que considera a necessidade de aumentar a participação das fontes renováveis e mitigar a emissão de carbono fóssil na matriz energética, a necessidade de implementar a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, também de cumprir o Acordo de Paris, e que os empreendimentos de geração de energia elétrica solar fotovoltaica representam uma fonte limpa e sustentável de eletricidade, sem emissão de gases de efeito estufa e com baixo impacto ambiental, como preconiza a PEMC - Política Estadual de Mudanças Climáticas.





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